FVPQ11 – Via Parque

O fundo possui a totalidade do empreendimento denominado Via Parque Shopping, no Rio de Janeiro (Barra da Tijuca); administrado ela Rio Bravo, em regime de condomínio fechado e com prazo indeterminado de duração.

FVPQ11

O FII não tem liquidez em bolsa, mas foi aprovada na última assembleia o agendamento da deliberação sobre uma nova emissão de cotas; então para não perder o costume, saímos na frente e abrimos a discussões deste FII.

Objeto do Fundo

O Fundo é detentor de 100% do empreendimento Via Parque Shopping, localizado na Barra da Tijuca, Rio de Janeiro, RJ.

53.936,51 m2 de área bruta locável (ABL), distribuídos em dois pisos;
233 lojas comerciais e 46 quiosques;
7 lojas vagas;
6 salas de cinema do Grupo Severiano Ribeiro;
1.800 vagas de estacionamento;
Praça de alimentação com capacidade para 500 pessoas.

Por algum motivo os relatórios do gestor cessaram em Março/10.

Assim que tiver melhores informações, complemento esta ficha.

Taxas:
Administração: R$ 27.916,46 mensais corrigidos pelo IGPM.
Gestão: incluída na taxa de administração.

RI: fundosimobiliarios@riobravo.com.br

Tutor do FII:  Investidor BR na Arábia

Autor: Tetzner

Engenheiro, Investidor há mais de20 anos, autor de 2 livros e pioneiro em Fundos Imobiliários :)

346 comentários em “FVPQ11 – Via Parque”

  1. Data da informação
    28/02/2020
    Data-base (último dia de negociação “com” direito ao provento)
    28/02/2020

    Valor do provento por cota (R$)
    0,87
    Período de referência
    FEVEREIRO

    variável, porém na média continuo curtindo rs

    Curtido por 2 pessoas

    1. FVPQ11,

      A renda dentro da média, mas ainda não consegui entender estas variações mensais :

      1-Fev-20 …..$ 0,87
      2-Jan-20 …..$ 1,74
      3-Dez-19……$ 1,80
      4-Nov-19…..$ 1,25
      5-Out-19…….$ 1,00
      6-Set-19 ……$ 1,32
      7-Ago-19 …. $ 0,53
      8-Jul-19 …..$ 0,93

      Deveriam ter uma distribuição mais linear ou FR explicando as variações…

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  2. Data da informação
    30/12/2019
    Data-base (último dia de negociação “com” direito ao provento)
    30/12/2019
    Data do pagamento
    09/01/2020
    Valor do provento por cota (R$)
    1,8
    Período de referência
    DEZEMBRO
    Ano
    2019
    Rendimento isento de IR*
    Sim

    AE SIM!!!! EXCEPCIONAL!!!

    Curtido por 3 pessoas

    1. R$1,80? Excelente. Lembro quando me disseram que esse shopping iria perder clientela para um outro shopping que estavam construindo.
      Lembro também que minha esposa, que viveu lá, conhece muito bem este shopping, mais focado para famílias com crianças e discordou amplamente.
      Ela tava certa, e eu tb em segui-la. 🙂

      Curtido por 3 pessoas

  3. Olha aí o nosso via via parque.

    O que me interessa é a parte relativa ao aluguel

    Suspeito de lavagem de dinheiro, Flávio batalha para reduzir aluguel de loja
    Sócio, Santini é ativista da família Bolsonaro, que trata como meus irmãos, e frequentou Senado

    Catia Seabra
    Italo Nogueira
    RIO DE JANEIRO
    Cerca de 50 pessoas se reuniram num cercadinho no shopping Via Parque, na Barra da Tijuca, zona oeste do Rio, para comemorar a nova fase da franquia da marca de chocolates Kopenhagen no local. Era março de 2015, e os convidados receberam espumantes e uma rosa dos anfitriões.

    Os empreendedores do negócio são o hoje senador Flávio Bolsonaro (sem partido-RJ), na época deputado estadual do Rio de Janeiro, e o empresário Alexandre Santini.

    Entre os convidados estavam o hoje presidente Jair Bolsonaro, o deputado Wagner Montes, morto neste ano, o deputado estadual Bebeto (Podemos), o técnico Carlos Alberto Parreira, o então assessor parlamentar Fabrício Queiroz e sua filha Evelyn, entre outros. “Foi um evento simples, nada de mais”, disse o técnico do tetracampeonato.


    Inauguração da loja de Flávio Bolsonaro no Rio, em 2015
    Um dos fiadores do aluguel, o vereador do Rio Carlos Bolsonaro (PSC) não aparece nas fotos da inauguração que Flávio mantinha em sua página do Facebook até a sexta-feira (20), quando as tirou do ar.
    Quase cinco anos depois, o empreendimento, que é alvo de uma devassa do Ministério Público do Rio de Janeiro, passa por percalços.

    A Promotoria suspeita que o negócio era usado para lavar dinheiro de suposta “rachadinha” do gabinete de Flávio na Alerj (Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro). Nesse tipo de esquema, os funcionários são coagidos a devolver parte do salário que recebem.

    Na última quarta (18), agentes foram ao local cumprir mandados de busca e apreensão para recolher documentos para a investigação.

    Em meio a isso, os dois sócios lutam na Justiça para reduzir o aluguel do espaço pelo próximo quinquênio, a partir de fevereiro.

    Curtido por 1 pessoa

    1. A Bolsotini Chocolates e Café entrou com uma ação contra o shopping Via Parque para tentar reduzir o valor mensal de R$ 11.413,54 para R$ 9.000.

      No tribunal, Bolsonaro e Santini —cuja junção dos sobrenomes forma o nome da empresa— tiveram no mesmo dia uma péssima notícia: o shopping não só recusou a proposta como quer aumentar o aluguel para R$ 12.200. O caso deve ser submetido a uma perícia judicial.

      Até ter os sigilos bancários e fiscal quebrados em abril, a Bolsotini teve poucos problemas na Justiça. Dois processos trabalhistas terminaram arquivados. Também foi julgada improcedente uma ação por danos morais de uma consumidora que disse ter comprado produtos vencidos na loja.

      A Kopenhagen do Via Parque não é a primeira sociedade de Santini com “famosos”. Em 2012, ele se tornou parceiro de negócios do técnico Parreira na empresa Next Global.

      A importadora tinha como meta importar veículos de forma segura para jogadores de futebol. O negócio não deu certo e, segundo o ex-treinador, Santini deixou a sociedade em 2014.

      Meses depois, abriu a loja de chocolates com o hoje senador. Ainda assim, a Next Global foi alvo de quebra de sigilo bancário e fiscal de 2013 a 2018.

      Nas redes sociais, Santini parece ser mais do que um sócio. Ele publicou fotos dentro do Senado, ao lado do ministro Augusto Heleno (Gabinete de Segurança Institucional) na recepção do Itamaraty e no condomínio Vivendas da Barra, onde moram o presidente e o irmão de Flávio, o vereador Carlos Bolsonaro.

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    2. “BOLSONAROS – Me representam e são meus irmãos”, escreveu ele numa das postagens em que aparecem Flávio, Carlos e Rogéria Nantes, mãe dos dois irmãos e ex-mulher do presidente.

      Santini também teve as portas abertas no camarote do governador do RJ, Wilson Witzel (PSC), no Sambódromo, durante o Carnaval, e travou uma amizade próxima com o vice Cláudio Castro (PSC).

      Com o azedume no clima entre o clã Bolsonaro e Witzel, o empresário também teve sua briga particular com os poderosos fluminenses.

      Em uma rede social, Santini publicou uma foto do governador de São Paulo, João Doria (PSDB), almoçando com uma pessoa que supostamente seria Witzel, acompanhada da chamada: “Almoço de ‘negócios’”. Doria e Witzel são vistos como possíveis adversário de Bolsonaro na disputa pela Presidência em 2022.

      Castro o repreendeu por WhatsApp, negando ser Witzel na foto. “Vc perdeu o meu respeito. Te considerava muito”. Santini respondeu: “Gosto de vc. Mas defendo os Bolsonaro pelo Brasil”.

      Santini também teve a quebra de sigilo bancário e fiscal autorizada pelo juiz Flávio Itabaiana no âmbito da investigação sobre o esquema de “rachadinha” na Alerj. A Promotoria investiga a prática de lavagem de dinheiro, peculato, ocultação de patrimônio e organização criminosa.

      O Ministério Público suspeita do volume de dinheiro vivo que circulava na franquia de Bolsonaro e Santini. A estimativa da Promotoria é que o senador tenha lavado R$ 1,6 milhão por meio da empresa.

      Os depósitos de dinheiro em espécie nas contas da loja teriam como objetivo “esquentar” os recursos obtidos ilegalmente, segundo a Promotoria. Eles poderiam simular vendas fictícias feitas pela empresa, dando aparência legal ao recebimento.

      Desde que Flávio assumiu a franquia até 2018, o volume de depósitos em dinheiro foi o equivalente a cerca de 37,5% dos recebimentos por cartões de débito e crédito.

      Em depoimento ao Ministério Público, o antigo proprietário da loja afirmou que, na sua gestão, essa proporção costumava girar em torno de 20%.

      Os promotores recorreram ainda à auditoria feita por shoppings nas lojas para cálculo do aluguel, que considera o faturamento do estabelecimento. A fiscalização costuma ser feita também presencialmente, para contabilizar as vendas realizadas.

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    3. O volume de créditos efetivos nas contas da loja superou em 25% o faturamento auferido pelos fiscais do shopping de 2015 a 2018.

      O senador negou os crimes que lhe são atribuídos. Disse que o uso de dinheiro vivo é comum nesse tipo de estabelecimento. Afirmou ainda que não faria sentido lavar dinheiro numa franquia, que é submetida a auditoria da marca.

      A Kopenhagen negou, contudo, que realize qualquer “tipo de auditoria fiscal com seus franqueados, que são pessoas jurídicas totalmente independentes da franqueadora”.

      “A marca afirma que possui um amplo manual de normas e procedimentos operacionais, já que preza a padronização de toda a rede de franquias e a garantia de qualidade. Esses aspectos operacionais são auditados pelo grupo a fim de preservar os atributos do ponto de venda, mantendo a excelência dos processos”, disse a Kopenhagen, em nota.

      A loja de Flávio ostenta uma placa de 3º lugar no PEK (Programa de Excelência Kopenhagen), uma premiação dada pela marca às franquias que se destacam. A marca não soube informar na sexta-feira (20) a razão da premiação.

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  4. bom dia, colegas investidores

    lendo o relatório mensal, podemos ver que às vezes o fundo distribui mais que o resultado, às vezes, menos que o resultado. exemplo:

    mês – resultado – distribuição
    março – 1.04 – 0.61
    abril – 1.16 – 0.99
    maio – 0.94 – 0.98

    alguém sabe por que fazem assim?

    Curtido por 1 pessoa

      1. Vc quer dizer que a Hedge tem saído de forma sistemática e mantendo o preço ou tem alguma coisa na sua frase que eu nao estou entendendo?

        Tem algo que estou deixando passar, além do risco de ser mono ativo? Tem o papo de que será afetado pelo shopping novo na região, mas não creio que fique vazio devido ao perfil diferente…

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      2. Muito provavelmente é devido às vendas de HGBS.
        Pode ver que sempre tem ordem de venda deles no book (se não estou enganado, eles usam a corretora 15).
        Já dá um lucrinho pra manter os rendimentos enquanto fazem novas emissões hehehe

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  5. Data da informação
    30/09/2019
    Data-base (último dia de negociação “com” direito ao provento)
    30/09/2019
    Data do pagamento
    08/10/2019
    Valor do provento por cota (R$)
    1,32
    Período de referência
    SETEMBRO
    Ano
    2019
    Rendimento isento de IR*
    Sim

    Muito Bom!!!!!

    Curtido por 1 pessoa

    1. Puta sacanagem os caras fazerem isso.

      Eu tinha como objetivo montar uma posição maior nesse fundo…

      Agora já era.

      Pior que o gado joga as cotas rapidinho nesse valor.

      Eu só não comprei cotas este mês por causa da subscrição da AGCX, e mês passado não peguei pra aproveitar a queda de ABCP.

      Curtido por 1 pessoa

    1. Antonio, esse é um shopping consistente no Rio de Janeiro. Tem um arena de eventos famosa. Mesmo tendo o gigante Barra Shopping como vizinho, mesmo assim sempre se saiu bem. Era um FII bem exclusivo, apenas com a venda da cotas pela HGBS11 que a liquidez aumentou. A saída do HGBS11, pelo que eles informaram, foi um trade e não em razão de padecimento de algum fundamento do shopping. Tanto é que o HGBS11 recomprou cotas, após que o preço despencou.

      O principal risco para esse FII é o shopping da Multiplan em Jacarepaguá roubar a sua clientela.

      Sobre o DY. Esse FII tem uma distribuição bem irregular, por isso é importante verificar de forma anual e não mensal.

      Comentário de um vizinho do Shopping:

      “Moro ao lado. O shopping teve uma reforma grande recente e está caminhando na tendência de virar um shopping de serviços, e não apenas de lojas. O Barra Shopping não da conta de toda a demanda da região, vive ultra lotado, muita gente não quer frequentar um shopping abarrotado acaba indo ao via parque, além de ter mais lojas voltadas ao público infantil e algumas lojas âncora de materiais que não tem no concorrente, acaba sendo um shopping mais resolutivo. Ainda possui duas torres comerciais que também movimentam a praça de alimentação durante a semana e não deixam de ser uma diversificação interna.”

      Curtido por 3 pessoas

    1. Tetzner,

      Na verdade pode se estender à vários fundos, pois o art. 2° da Lei 9.779/2009 estabelece:

      “Sujeita-se à tributação aplicável às pessoas jurídicas, o fundo de investimento imobiliário de que trata a Lei no 8.668, de 1993, que aplicar recursos em empreendimento imobiliário que tenha como incorporador, construtor ou SÓCIO, quotista que possua, isoladamente ou em conjunto com pessoa a ele ligada, mais de VINTE E CINCO POR CENTO das quotas do fundo.

      Ocorre que a Lei 11.033/2004 que isentou, em determinadas condições, as pessoas físicas derrogou em parte a Lei 9.799/2009.

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  6. Data da informação
    31/07/2019
    Data-base (último dia de negociação “com” direito ao provento)
    31/07/2019
    Data do pagamento
    08/08/2019
    Valor do provento por cota (R$)
    0,930400489759652
    Período de referência
    JULHO
    Ano
    2019
    Rendimento isento de IR*
    Sim

    Curtido por 1 pessoa

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