CARE11 – Brazilian Graveyard Death Care FII

CARE11

O fundo tem 27% do Terra Santa Cemitério Parque, em Sabará, Minas Gerais.

A denominação anterior era Terra Santa FII (TSFI11) e agora mudou (de novo) para Brazilian Graveyard & Death Care Services – FII (CARE11).

Tem a H11 Gestão de Recursos Ltda como gestora do Fundo e a Taxa de Gestão de 1,3% ao ano, incidente sobre o Patrimônio Liquido do Fundo, calculada e provisionada diariamente.

RI: ger2.fundos@oliveiratrust.com.br

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50 comentários sobre “CARE11 – Brazilian Graveyard Death Care FII

  1. O FII não tem participação no mercado do RJ; apenas para informação do negócio em que investe

    MP do Rio decide amanhã se tentará derrubar tarifa anual de manutenção de sepulturas

    O Conselho Superior do MP do Rio julga, amanhã, se entrará com ação contra a cobrança de tarifa anual de manutenção de jazigo e sepulturas nos cemitérios públicos do Rio. Criada em 2014, a taxa rende R$ 30 milhões anuais às concessionárias.

    O argumento é que, quando as sepulturas foram compradas, a tarifa não estava prevista em contrato.

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    • Histórico

      20/07/2015 00:03:07
      Cemitérios vão cobrar de proprietários taxas de até R$ 500 pelos jazigos

      Prefeitura autorizou pagamento de taxa de manutenção por túmulos
      Angélica Fernandes e João Barros

      Rio – Nem tão perpétuo assim. A garantia de eternidade dos jazigos e sepulturas do Rio agora tem preço. E bem caro. No ano passado, quando passou a administração dos 13 cemitérios públicos da cidade às empresas Rio Pax e Reviver, a Prefeitura do Rio adicionou um pacote de ‘bondades’ e instituiu a cobrança de uma taxa anual para a manutenção dos chamados jazigos e sepulturas perpétuos.

      A nova mordida de ouro dos ‘Reis da Cova’ varia entre R$ 200 e R$ 500 e proporcionará às duas concessionárias a pomposa receita de R$ 33 milhões por ano — quase o valor total pago pelas empresas (R$ 43 milhões) para explorar os ‘parques santos’ por 35 anos. Mas o ganho pode subir ainda mais quando for contabilizado o número de donos de sepulturas.

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      • A novidade não para por aí. Os inadimplentes serão convidados a colocar o débito em dia até dezembro. As duas empresas realizam um recadastramento para localizar os proprietários dos 166 mil jazigos e sepulturas dos 13 cemitérios e darão um prazo de seis meses para quitar o débito. Quem não for encontrado ou deixar de pagar a taxa terá o “direito de usar o espaço suspenso”. Resumindo: receberá, literalmente, uma ordem de despejo, e os restos mortais serão removidos.

        Apesar da desatualização do cadastro dos proprietários, as duas concessionárias garantem que todos serão notificados até o fim do ano. As empresas prometem digitalizar todos os registros. Mas, para a conclusão do serviço, a Reviver e a Rio Pax ganharam da Prefeitura do Rio um prazo de dez anos.

        Os proprietários localizados até agora foram informados da cobrança que nem os atendentes da Rio Pax e da Reviver sabem explicar direito. Uma recepcionista do Cemitério de Ricardo de Albuquerque disse que a cobrança é uma espécie de condomínio, onde os donos são obrigados a pagar despesas com a manutenção dos túmulos.

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      • Sobre a eficácia da convocação, foi sucinta: “É como um recall (reparos nos carros), entende? Os fabricantes chamam pela imprensa. Quem atendeu ao chamado recebe o serviço, quem não aparece, perde”.

        Apesar de a taxa ser para ‘manutenção’ dos jazigos e sepulturas, ela não livrará os proprietários da responsabilidade de manter os túmulos limpos e organizados. É que o dinheiro será destinado exclusivamente às melhorias nos cemitérios.

        Vale lembrar que, para enterrar um parente desde que as novas concessionárias assumiram os cemitérios, qualquer carioca paga, no mínimo, R$ 220 de taxa de sepultamento numa cova rasa, além do aluguel da capela, que chega aos R$ 500. E tem que desembolsar ainda a taxa antecipada de exumação de R$ 440

        A regra da cobrança vale também para aquisições de jazigos e sepulturas antigas, apesar de não constar nos contratos assinados pelos donos com a Santa Casa de Misericórdia — a concessionária anterior, responsável pelos cemitérios públicos. A partir de agora e por 35 anos, quem ficar em débito por três anos consecutivos ou seis alternados, perderá o “direito de usar o espaço”.

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      • Só uma curiosidade….quem se recusar a pagar tudo isso (ou não puder) faz como? Enterra no quintal? Abandona na Prefeitura?

        Aqui em São Paulo você não paga nada se usar cemitério e velório público. Paga o caixão e os enfeites, se os quiser. Se não puder pagar o caixão, a prefeitura fornece um de graça (que mais parece um caixote de fruta, é verdade).

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  2. Fundos imobiliários compram jazigos; túmulos se tornam opção de aplicação no mercado
    Descanso eterno virou oportunidade

    A última morada virou investimento. Seja pela compra direta ou aplicação em fundos imobiliários, os jazigos são opção de investimento no Brasil, trilhando um caminho já comum no exterior.

    O único fundo que oferece somente esse tipo de negócio está aumentando capital, ofertando cotas para elevar o patrimônio de R$ 57 milhões para R$ 201,5 milhões.

    Hoje, há pouco mais de 80 cotistas no Fundo Brazilian Graveyard & Death Care Services, administrado pela H11-Capital.

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    • Como estão lançando cotas na Bolsa, não podem passar dados do histórico do rendimento, conforme exigência da Comissão de Valores Imobiliários (CVM). O prospecto do lançamento da oferta de cotas, no entanto, afirma que é possível um ganho composto de inflação mais 7% ao ano.

      O que for captado pelo fundo será para comprar ativos “preponderantemente relacionados ao setor funerário (death care), ou seja, imóveis destinados à implantação de cemitérios, participação em empresas detentoras de imóveis aprovados para exploração de cemitérios e direitos reais sobre bens ligados ao setor de cemitérios”, diz o prospecto. A oferta vai até o fim do ano.

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    • “Mercado carente e reprimido”

      Outro que atuou nessa área foi o Fundo Mérito Desenvolvimento Imobiliário, que teve 1.900 túmulos daquele mesmo cemitério em sua carteira.

      Alexandre Despontin, gestor do Mérito Investimento, explica que a empresa não tem mais esses investimentos. Mas ressalta que são “aplicações com perspectiva de valorização a longo prazo, principalmente com a população envelhecendo.”

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  3. Prefeitura de SP lança PMI para a maior concessão de cemitérios do país

    Serão recebidos estudos que devem apontar a melhor modelagem de concessão de 22 cemitérios municipais e 1 crematório 11:12 23/06/2017

    A Prefeitura de São Paulo publica neste sábado (24), no Diário Oficial do município, um edital de Procedimento de Manifestação de Interesse (PMI) para a concessão de 22 cemitérios municipais e 1 crematório. A partir do edital, poderão ser recebidos estudos sobre projetos de investimento, novas modalidades de uso, fontes de receita e demais ideias que possibilitem a concessão para gestão dos 22 cemitérios e do crematório municipal. A partir das manifestações de interesse, a Prefeitura irá definir futuramente o modelo de concessão.

    “A missão disso tudo é para que a população de São Paulo receba um serviço muito melhor e mais digno, garantindo a gratuidade para quem não pode pagar e a segurança nos cemitérios, iluminação, boas salas de velório, desenvolvimento, para que esses serviços tenham um retorno melhor sem gasto público”, afirmou o secretário municipal de Desestatização e Parcerias, Wilson Poit.

    A cidade de São Paulo registra cerca de 85 mil óbitos por ano (75 mil residentes e 9 mil de outras cidades). Destes, cerca de 45 mil sepultamentos e 10 mil cremações são realizados pelo serviço público municipal. Para atender essa demanda, o serviço municipal possui cerca de 350 mil jazigos e 118 salas de velório. Em 2015, a receita com os cemitérios públicos da cidade chegou a R$ 43 milhões e os custos a R$ 51 milhões.

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    • “São números grandiosos e que podem atrair a iniciativa privada para cuidar desses espaços. A Prefeitura hoje tem uma despesa com esse serviço que poderia estar sendo empregada em outras áreas prioritárias. Nosso objetivo é entregar um serviço melhor para a população e desonerar os cofres públicos”, afirma Poit.

      A expectativa da Secretaria de Desestatização e Parcerias é que a concessão dos serviços cemiteriais gere investimentos e o pagamento de outorgas da ordem de R$ 1 bilhão.

      Para o secretário Municipal de Serviços e Obras, Marcos Penido, a quem o Serviço Funerário do Município de São Paulo está subordinado, a concessão dos cemitérios vai permitir atender com excelência às necessidades dos munícipes. “A parceria entre a iniciativa privada e Prefeitura não visa apenas o retorno financeiro, mas oferecer a toda a população serviços de qualidade, além de garantir a gratuidade aos mais carentes”, afirma.

      Sobre o PMI
      A ideia é receber estudos de modelagem operacional, econômico-financeira, jurídica, de engenharia e arquitetura para revitalização, modernização, operação, manutenção e gestão dos cemitérios e crematório municipal. O valor de ressarcimento máximo dos estudos é de R$ 2,8 milhões e a proporção por tipo de estudo será de 30% para modelagens econômico-financeira, 25% operacional, 25% arquitetônica e 20% jurídico.

      “A abertura dos estudos é justamente para que a gente possa entender melhor o que o mercado está nos propondo. Nós queremos ouvir e tirar as melhores soluções, garantindo sempre o atendimento à população que mais precisa. Em nenhum momento a população mais necessitada será prejudicada”, explicou Penido.

      Poderão participar deste PMI pessoas físicas ou jurídicas nacionais ou estrangeiras, individualmente ou em grupo, que preencham os requisitos de participação previstos no edital. Neste PMI não será incluído o Serviço Funerário Municipal, que deverá ser alvo de uma consulta pública no segundo semestre deste ano, porém a ideia é que Cemitérios e Serviço Funerário sejam objeto de licitação futura e simultânea.

      Nos estudos deverão ser entregues propostas de modelos de receitas acessórias que poderão ser advindas de lanchonetes e restaurantes, floriculturas, venda de velas, entre outras. Já a política tarifária para os cemitérios públicos deverá ser mantida, de acordo com a Lei Municipal 8.383 de 19 de abril de 1976, que prevê a cobrança por diversos serviços, como inumação e aluguel de salas de velório, por exemplo.

      Um dos principais objetivos do PMI é receber análises sobre a política tarifária dos serviços cemiteriais, incluindo uma possível tarifa de manutenção e segurança. Essa cobrança já é feita pelos cemitérios particulares em São Paulo (que variam entre R$ 360 e R$ 1.252) e em grande parte das cidades brasileiras. No Rio de Janeiro, um serviço também concessionado, a taxa anual varia entre R$ 240,91 a R$ 602,34; em Brasília, é de R$ 600/ ano (opcional, e inclui outros serviços).

      Vale ressaltar que as gratuidades tanto nos serviços cemiteriais como nos serviços funerários serão mantidas, como já existe atualmente. Os custos serão arcados pelas futuras concessionárias e devem ser incorporados no modelo de negócios apresentados no PMI.

      Depois de credenciados, os interessados terão 60 dias para apresentar todos os estudos. Uma Comissão Especial de Avaliação analisará os projetos enviados para planejar o modelo ideal de concessão. O edital para a concessão dos equipamentos deverá ser lançado ainda este ano.

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      • Lista de cemitérios e crematório que são alvo de concessão:

        Araçá
        Campo Grande
        Consolação
        Dom Bosco (Perus)
        Freguesia do Ó
        Itaquera
        Lajeado
        Lapa
        Parelheiros
        Penha
        Quarta Parada
        Santana (Chora Menino)
        Santo Amaro
        São Luis
        São Paulo
        São Pedro (Vila Alpina)
        Saudade
        Tremembé
        Vila Formosa I
        Vila Formosa II
        Vila Mariana
        Vila Nova Cachoerinha
        – Crematório “Vila Alpina”

        Sobre os cemitérios públicos
        – 22 Cemitérios + 1 Crematório
        – 45,7 mil sepultamentos e 10 mil cremações por ano
        – 3,4 milhões de m² de área
        – Aproximadamente 350 mil jazigos – (sendo aprox. 220 mil em “quadra geral”)
        – 118 salas de velório
        – Receitas de R$ 43 milhões x R$ 51 milhões de custos

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    • tem a oferta do CARE

      Características da Oferta:
      NOME DO FUNDO:
      B R A Z I L I A N G R A V E Y A R D A N D D E A T H C A R E S E R V I C E S F U N D O D E
      I N V E S T I M E N T O I M O B I L I Á R I O – F I I
      ADMINISTRADORA: P L A N N E R
      GESTORA E COORDENADOR
      CONTRATADO:
      H 1 1 C A P I T A L
      COORDENADOR LÍDER: P L A N N E R
      CUSTODIANTE E ESCRITURADOR
      DAS COTAS DO FUNDO:
      P L A N N E R
      VALOR NOMINAL UNITÁRIO
      DAS COTAS:
      R$1,55 na Data de Emissão.
      VOLUME TOTAL DA OFERTA: R$201.500.000,00, sem considerar as Cotas do Lote Suplementar e as Cotas Adicionais.
      QUANTIDADE MÁXIMA DE COTAS
      DA OFERTA:
      130.000.000 Cotas, sem considerar as Cotas do Lote Suplementar e as Cotas Adicionais.
      QUANTIDADE MÍNIMA DE COTAS
      DA OFERTA:
      4.200.000 Cotas.
      VOLUME MÍNIMO DA OFERTA: R$6.510.000,00.
      INVESTIMENTO MÍNIMO POR
      INVESTIDOR: o montante mínimo de investimento por Investidor será de R$1.550,00

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  4. FII CARE11
    Alguém tem mais informações sobre este fii?

    I – INFORMAÇÕES GERAIS

    a. Links Oficiais
    Prospecto Preliminar

    b. O Valor Mínimo para a adesão é de R$ 1.550,00.
    c. O Valor Máximo para a adesão é de R$ 999.999.999,00.

    CRONOGRAMA DA OFERTA

    Data Prevista (*) Descrição
    02/05/2017 Início do Período de Reserva
    19/06/2017 Encerramento do Período de Reserva
    20/06/2017 Divulgação do Anúncio de Início e Disponibilização do Prospecto Definitivo
    21/06/2017 Data de Liquidação – Pedidos de Reserva
    22/06/2017 1º Período de Distribuição de Cotas no Mercado – 22/06/2017 até a 10/07/2017
    13/07/2017 Data de Liquidação – Investidores de Mercado
    14/07/2017 2º Período de Distribuição de Cotas no Mercado – 14/07/2017 a 03/08/2017
    08/08/2017 Data de Liquidação – Investidores de Mercado
    09/08/2017 3º Período de Distribuição de Cotas no Mercado – 09/08/2017 a 29/08/2017
    01/09/2017 Data de Liquidação – Investidores de Mercado
    04/09/2017 4º Período de Distribuição de Cotas no Mercado – 04/09/2017 a 25/09/2017
    28/09/2017 Data de Liquidação – Investidores de Mercado
    29/09/2017 5º Período de Distribuição de Cotas no Mercado – 29/09/2017 a 19/10/2017
    24/10/2017 Data de Liquidação – Investidores de Mercado
    25/10/2017 6º Período de Distribuição de Cotas no Mercado – 25/10/2017 a 14/11/2017
    (*) Todas as datas previstas acima são meramente indicativas e estão sujeitas a alterações, suspensões, antecipações ou prorrogações a critério dos Coordenadores e da Companhia.

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      • Exatamente
        A idéia deles é conseguir recursos para expandir suas operações em mais cemitérios e/ou servicos atrelados ao funeral.
        De acordo com o prospecto do FII, é muito claro que trata-se de um fundo a ser maturado e através da distribuição de cotas e do sucesso da operação, os rendimentos irão crescer no decorrer dos anos. OBS.: De forma altamente exponencial… Será?
        Eu tenho algumas ponderações a respeito desse FII, mas 2 (uma positiva e outra negativa) são muito fortes:

        Positiva: Trata-se de um negócio perene, onde (se não todos), a maoria da população irá precisar um dia e até onde eu sei, o negócio “funaral” é rentável e deixa margens muito boas.
        Negativa: É um negócio novo onde não sabemos ao certo se as expectativas de retorno descritas no prospecto se concretizarão no futuro e quando exatamente esse FII irá distribuir seus lucros/yields (talvez só em 2019), isso sem contar que a preferência pela venda de jazigos do Terra Santa é do MFII.

        Enfim… Essas são apenas 2 ponderações. Existem outras mais, entretanto pacho que vale uma conversa para saber da opinião dos demais.

        Um abraço

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      • Bom ponto Tetzner;
        Através de MFII ocorre um investimento indireto em CARE, porém existe uma diferença importante:
        MFII tem uma parcela do negócio “Terra Santa” e seu “core business” não é jazigos e/ou funerais.
        CARE tem o restante do negócio Terra Santa e se focará preponderantemente no negócio jazigos e funerais.

        O que gera dúvidas é a maturação (se vai haver e, se houver, em auanto tempo). Esse fundo não gera caixa, diferentemente de MFII, com isso haverá uma grande necessidade de habilidade e agilidade do gestor do fundo em acelerar essa maturação.

        E uma aposta… Mas acredito que é por aí… Esse mercado de FII precisa crescer e (na minha opinião) de forma cada vez mais diversificada com fundos maiores (multiimóveis com diversos inquilinos) e de maior valor patrimonial.

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  5. esse FII está “meio morto” hein :/

    FII DEA CARE (CARE)
    NÃO DISTRIBUIÇÃO DE RENDIMENTO
    OLIVEIRA TRUST DTVM S.A., na qualidade de instituição administradora, informa que
    não haverá distribuição de rendimentos pelo BRAZILIAN GRAVEYARD DEATH CARE
    FDO INV IMOB – FII (CARE11) para o mês de AGOSTO/2016.

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  6. FII DEA CARE (CARE)
    NÃO DISTRIBUIÇÃO DE RENDIMENTO
    OLIVEIRA TRUST DTVM S.A., na qualidade de instituição administradora, informa que
    não haverá distribuição de rendimentos pelo BRAZILIAN GRAVEYARD DEATH CARE
    FDO INV IMOB – FII (CARE11) para o mês de MAIO/2016.

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    • FII DEA CARE (CARE)
      NÃO DISTRIBUIÇÃO DE RENDIMENTO
      OLIVEIRA TRUST DTVM S.A., na qualidade de instituição administradora, informa que
      não haverá distribuição de rendimentos pelo BRAZILIAN GRAVEYARD DEATH CARE
      FDO INV IMOB – FII (CARE11) para o mês de ABRIL/2016

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  7. escapou da “Leader” e tudo em paz por lá agora rs

    FII T SANTA (TSFI) – NAO DISTRIBUICAO DE RENDIMENTO

    OLIVEIRA TRUST DTVM S.A., na qualidade de instituicao administradora, informa que nao havera distribuicao de rendimentos pelo TERRA SANTA FII (TSFI11) para o mes de MARCO/2016

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    • FII T SANTA (TSFI)

      ALTERACAO DO REGULAMENTO, GESTOR E TAXA DE GESTAO

      OLIVEIRA TRUST DTVM S.A., na qualidade de administrador do TERRA SANTA FUNDO DE
      INVESTIMENTO IMOBILIARIO – FII, informa as deliberacoes tomadas na AGE de
      08/04/2016, conforme abaixo:

      “(…) 3. PRESENCA: Presentes os cotistas do Fundo titulares de aproximadamente
      99,95% da totalidade de cotas votantes, o Gestor, o Consultor Imobiliario, o
      Administrador e a H11 GESTAO DE RECURSOS LTDA. conforme assinatura constante da
      Lista de Presenca de Cotistas a Assembleia Geral do Fundo. (…)

      (…) 6. DELIBERACOES: Previamente a deliberacao constante da ordem do dia o
      Administrador relembrou aos presentes que cotistas enquadrados nas vedacoes
      indicadas no artigo 24 da Instrucao CVM no. 472/08 (“Cotistas Vinculados”) nao
      podem votar nesta assembleia, a nao ser quando (i) os unicos cotistas do Fundo
      forem as pessoas acima mencionadas; ou (ii) houver aquiescencia expressa da
      maioria dos demais cotistas, manifestada nesta propria assembleia, ou em
      instrumento de procuracao que se refira especificamente a esta assembleia.

      Feitos os esclarecimentos, titulares de cotas representantes da maioria dos
      demais cotistas do Fundo aprovaram que os Cotistas Vinculados enquadrados na
      vedacao referida no paragrafo acima, exercam o direito de voto na presente
      Assembleia. Iniciadas as deliberacoes dos itens da ordem do dia, os cotistas
      presentes deliberaram por:

      Com relacao a todos os itens da ordem do dia, os cotistas aprovaram a
      reestruturacao do Fundo, por meio de alteracao do gestor, da taxa de gestao e de
      sua denominacao social, passando o Fundo a ser denominado “BRAZILIAN GRAVEYARD
      AND DEATH CARE SERVICES FUNDO DE INVESTIMENTO IMOBILIARIO – FII”, com a
      consequente alteracao do Regulamento do Fundo, nos termos do documento anexo a
      presente Assembleia (Anexo I). Acerca do item (i), foi aprovada a alteracao da
      prestacao de servicos de gestao do Fundo, passado este da MAXIMA ASSET
      MANAGEMENT LTDA., sociedade limitada, com sede na Cidade do Rio de Janeiro,
      Estado do Rio de Janeiro, a Avenida Atlantica, n.o. 1.130, 12o. andar (parte),
      Copacabana, CEP 22021-000, inscrita no CNPJ/MF sob o n.o. 03.566.273/0001-96,
      devidamente autorizada pela CVM a exercer a atividade de administracao de
      carteira de titulos e valores mobiliarios, nos termos do Ato Declaratorio CVM
      n.o. 5.810, de 21de janeiro de 2000, para a gestao da H11 GESTAO DE RECURSOS
      LTDA., sociedade limitada, com sede na Cidade de Sao Paulo, Estado de Sao Paulo,
      sito a Avenida Brigadeiro Faria Lima, 2954, Conjunto 93 (9o. andar), Jardim
      Paulistano, CEP: 01451-001, inscrita no CNPJ/MF sob o no. 97.543.940/0001-69,
      devidamente credenciada na CVM como administradora de carteira, de acordo com o
      Ato Declaratorio CVM no. 12.007, de 3 de Novembro de 2011;

      No que tange aos itens (iii) e (iv), houve a aprovacao da alteracao do
      Regulamento do Fundo, de modo a constar a H11 GESTAO DE RECURSOS LTDA. como
      gestora do Fundo (“Novo Gestor”), bem como alterar a Taxa de Gestao, que passara
      a ser de 1,3% (um ponto tres por cento) ao ano, incidente sobre o Patrimonio
      Liquido do Fundo, calculada e provisionada diariamente, com base em um ano de
      252 (duzentos e cinquenta e dois) Dias Uteis, paga mensalmente, ate o 5o.
      (quinto) Dia Util do mes subsequente ao vencido, a partir do primeiro Dia Util
      imediatamente posterior a data da presente assembleia.

      Restaram declarados e registrados na assembleia, que o Novo Gestor aprovado, H11
      GESTAO DE RECURSOS LTDA., tem ciencia da integra do teor do regulamento do
      Fundo, bem como das caracteristicas e ativos do Fundo, assumindo, sem quaisquer
      ressalvas ou restricoes, sua responsabilidade em realizar a prestacao dos
      servico de gestao da carteira do Fundo, utilizando-se para tanto, dos mais altos
      niveis de padrao e diligencia.

      Por fim, em virtude da aprovacao dos itens acima, os cotistas autorizam os
      representantes legais do Fundo a tomarem todas as medidas legais e necessarias
      para implementacao de tais deliberacoes.(…)”

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  8. Mbp77… mais “de luto”, este… literalmente kkk

    05/10/2015 18:39 FII MAXIMARC(MXRC)/FII T SANTA(TSFI)PREFERENCIA 2aEMISSAO/NOME DE PREGAO/TICKER

    FII MAXIMARC (MXRC) / FII T SANTA (TSFI)

    DIREITO DE PREFERENCIA 2a EMISSAO / ALTERACAO NOME DE PREGAO/TICKER

    Enviou o seguinte comunicado ao mercado:

    COMUNICADO AO MERCADO DE INICIO DE PERIODO DE EXERCICIO DO DIREITO DE
    PREFERENCIA NA SUBSCRICAO DE COTAS DA 2a EMISSAO DE COTAS DO

    TERRA SANTA FUNDO DE INVESTIMENTO IMOBILIARIO -FII,
    atual denominacao do
    MAXIMA RENDA CORPORATIVA FUNDO DE INVESTIMENTO IMOBILIARIO – FII
    CNPJ/MF: 13.584.584/0001-31

    A OLIVEIRA TRUST DISTRIBUIDORA DE TITULOS E VALORES MOBILIARIOS S/A, instituicao
    financeira com sede na Cidade do Rio de Janeiro, Estado do Rio de Janeiro, a
    Avenida das Americas, n.o. 500, Bloco 13, Grupo 205, Barra da Tijuca, CEP
    22640-100, inscrita no CNPJ/MF sob o n.o. 36.113.876/0001-91, sociedade
    devidamente autorizada pela CVM a exercer a atividade de administracao de
    carteira de titulos e valores mobiliarios, conforme Ato Declaratorio CVM n.o.
    6.696, de 21 de fevereiro de 2002 (“Administrador”); em conjunto com MAXIMA
    ASSET MANAGEMENT LTDA., sociedade limitada, com sede na Cidade do Rio de
    Janeiro, Estado do Rio de Janeiro, a Avenida Atlantica, n.o. 1.130, 12o. andar
    (Parte), Copacabana, CEP 22021-000, inscrita no CNPJ/MF sob o n.o.
    03.566.273/0001-96, devidamente autorizada pela CVM a exercer a atividade de
    administracao de carteira de titulos e valores mobiliarios, nos termos do Ato
    Declaratorio CVM n.o. 5.810, de 21 de janeiro de 2000 (“Gestor”); e ainda a
    MAXIMA S/A CORRETORA DE CAMBIO, TITULOS E VALORES MOBILIARIOS, instituicao
    integrante do sistema de distribuicao de valores mobiliarios devidamente
    constituida e existente de acordo com as leis da Republica Federativa do Brasil,
    com sede na Cidade do Rio de Janeiro, no Estado do Rio de Janeiro, na Avenida
    Atlantica, 1130, 12o. anda (parte), Copacabana, CEP: 22021-000, inscrita no
    Cadastro Nacional de Pessoas Juridicas do Ministerio da Fazenda (“CNPJ/MF”) sob
    o no. 33.886.862/0001-12, devidamente representado na forma de seu Estatuto
    Social, na qualidade de instituicao intermediaria lider da Oferta, conforme
    abaixo definido (“Coordenador Lider”)
    COMUNICA QUE:

    Em assembleia geral de cotistas do Fundo realizada no dia 25 de Setembro de 2015
    na sede da Administradora, foi aprovado pelos cotistas ali presentes, dentre
    outros assuntos, a 2a emissao de cotas do TERRA SANTA FUNDO DE INVESTIMENTO
    IMOBILIARIO – FII, atual denominacao do Maxima Renda Corporativa Fundo de
    Investimento Imobiliario – FII., fundo de investimento imobiliario regido nos
    termos da Instrucao CVM no. 472, de 31 de outubro de 2008 (“Instrucao CVM 472”),
    com sede na idade do Rio de Janeiro, no Estado do Rio de Janeiro, na Avenida das
    Americas, n.500, Bloco 13, Grupo 205, Barra da Tijuca, CEP: 22640-100, inscrito
    no CNPJ/MF sob o no. 13.584.584/0001-31 (“Fundo” ou “Emissora”) emissao de cotas
    realizada com as seguintes caracteristicas (“Oferta”):
    a) Tipo da Oferta: Oferta Publica Restrita nos termos da Instrucao CVM no. 476,
    de 16 de janeiro de 2009, conforme alterada (“Instrucao CVM 476”);
    b) Montante: ate R$50.000.000,00 (cinquenta milhoes de Reais);
    c) Valor Unitario de Emissao da Cota: o valor patrimonial das Cotas no dia 24 de
    setembro de 2015, representado pelo quociente entre o valor do patrimonio
    liquido contabil atualizado do fundo e o numero de cotas emitidas, qual seja o
    valor de R$ 1,31633870;
    d) Publico Alvo: investidores qualificados nos termos do art. 109 da Instrucao
    CVM no. 409, de 18 de agosto de 2004;
    e) Valor Minimo Inicial: R$1.000.000,00 (um milhao de Reais); e
    f) Inicio da Oferta: o inicio da Oferta sera 06/10/2015;
    g) Quantidade de Cotas Emitidas: 37.984.144 (trinta e sete milhoes, novecentos e
    oitenta e quatro mil, cento e quarenta e quatro);
    h) Percentual do Direito de Preferencia: 9.137%

    Nos termos do art. 13 do regulamento do Fundo, os cotistas que, nesta data
    possuem participacao no Fundo, tem o prazo de 10 (dez) dias uteis para exercer o
    seu respectivo direito de preferencia na subscricao de cotas na Oferta com
    termino no dia 20/10/2015 (inclusive), na proporcao do numero de cotas que
    possuirem nesta data, por meio de comunicado ao Coordenador Lider da Oferta, por
    meio dos canais abaixo:

    Maxima S/A Corretora de Cambio, Titulos e Valores Mobiliarios
    Avenida Atlantica, 1130, 12o. anda (parte),
    Copacabana, Rio de Janeiro / RJ, CEP: 22021-000,
    At.: Jose Costa Goncalves

    Adicionalmente, informamos que, considerando a alteracao da denominacao do
    Fundo, o mesmo passa a ser negociado no mercado BM&FBOVESPA com nome de pregao
    “FII T SANTA” e codigo de emissor “TSFI”.

    Por fim, informamos que este comunicado esta disponivel no site do Administrador
    (www.oliveiratrust.com.br); do Gestor (www.maximaasset.com.br); da Comissao de
    Valores Mobiliarios (www.cvm.gov.br); e BM&FBovespa (www.bmfbovespa.com.br).

    Rio de Janeiro, 05 de Outubro de 2015

    OLIVEIRA TRUST DISTRIBUIDORA DE TITULOS E VALORES MOBILIARIOS S/A
    MAXIMA ASSET MANAGEMENT LTDA.

    MAXIMA S/A CORRETORA DE CAMBIO, TITULOS E VALORES MOBILIARIOS”

    Norma: A partir de 06/10/2015 cotas ex-subscricao, direitos ate 13/10/2015.
    As cotas de emissao desse fundo passam a ser negociadas com o novo codigo de
    negociacao “TSFI11”, novo nome de pregao “FII T SANTA” e novo codigo
    ISIN – BRTSFICTF002.

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