BCRI11 – Banestes Recebíveis Imobiliários – FII

BCRI11

O Banestes Recebíveis Imobiliários Fundo de Investimento Imobiliário – FII tem como objetivo a aquisição de ativos financeiros de base imobiliária, como Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI), Letra de Crédito Imobiliário (LCI), Letras Hipotecárias (LH), quotas de FII, quotas de FIDC, quotas de FI Renda Fixa e Debêntures. O Benchmark do Fundo é IGP-M + 6% a.a.

Principais Características

Administrador: Banco Fator S.A.
Gestor: Banestes DTVM S.A.
Consultor de Investimentos: Fator Administração de Recursos Ltda. (FAR)
Escriturador: Itaú Corretora de Valores
Custodiante: Banco Itaú S.A.
Prazo de Duração: Indeterminado

Taxa de Administração: 1,0% a.a. sobre o patrimônio líquido do Fundo
Rendimentos: Mensal
Benchmark: IGP-M + 6,0% a.a.

Valor Inicial da Cota: R$ 100,00
Cotas Emitidas: 500.000
PL na Emissão: R$ 50.000.000,00

Código de Negociação: BCRI11
Ofertas Concluídas 1 emissão de cotas realizada (Julho/2015)
Número de Cotistas: 668 (Pessoas Físicas: 663; Pessoas Jurídicas: 5)

RI: fundosimobiliarios@fator.com.br

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522 comentários sobre “BCRI11 – Banestes Recebíveis Imobiliários – FII

  1. Galera, estou abrindo tópico novo porque estava muito extenso.

    Além de os pagamentos de DY das cotas de subscrição e sobras da subscrição serem pró-rata, até que o capital seja aplicado e comece a gerar rendimentos, a distribuição fica diluida entre todas as cotas.
    Sem contar redução da taxa de juros e inflação menores.

    Curtido por 1 pessoa

  2. Resultado final da 3ª Emissão:

    Qtd Cotas Financeiro

    Valor subscrito na preferência 203.126 21.125.104,00

    Valor subscrito nas sobras 65.129 6.773.416,00

    Valor subscrito na oferta restrita 25.327 2.634.008,00

    Total captado 293.582 30.532.528,00

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  3. Meus Parabéns!

    3ª EMISSÃO DO BANESTES RECEBÍVEIS IMOBILIÁRIOS

    No montante de R$ 30.534.400,00

    😀

    foi encerrado o prazo para a subscrição das Cotas durante o período de sobras (“Período de Sobras”), quando foram subscritas 65.128 (sessenta e cinco mil e cento e vinte e oito) Cotas, correspondentes ao montante total de R$ 6.773.312,00

    Curtido por 3 pessoas

  4. Galera já receberam as cotas dá subscrição​?
    Eu já paguei a minha porém a corretora ainda não adicionou na minha carteira as cotas que tinha direito.
    Aí entrei em contato com o fundo e eles disseram que é a corretora que tem que fazer isso é a corretora diz que é o fundo. Um fica jogando para o outro.
    Normal demorar assim?

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  5. Ola Arthur

    Gostaria de entender um pouco mais sobre queda da inflação X rendimentos a serem pagos pelo BCRI:

    O que a queda na inflação afeta nos rendimentos?
    Qual a estimativa de rendimentos caso a inflação caia para 0% ou até? E deflação podemos ter o risco de cair muito o rendimento?

    Leonardo, boa tarde.

    A distribuição do fundo consiste majoritariamente de dois elementos: inflação e juros. A parte de juros é na sua grande maioria pré-fixada, enquanto toda a parte de inflação varia conforme os índices flutuam.

    Dito isto, atualmente a inflação representa cerca de 35% da distribuição. Consequentemente, a queda da inflação diminui os rendimentos nominais do fundo e em nada afeta a distribuição real, dado que o ‘poder de compra’ do rendimento continua inalterado.

    Caso haja ‘deflação’ existe um piso até o qual os rendimentos são afetados. As operações são indexadas pela ‘variação positiva’ dos índices. Ou seja, se estes forem negativos, a operação não pode ser afetada ‘negativamente’, apenas deixa de ser corrigida.

    É importante observar que, por conta das quedas na inflação e baixa atividade econômica, os cortes de juros são sucessivos. Desta forma, uma vez que a distribuição real continua inalterada, o ‘valor presente’ dela é maior (a taxa de desconto a ser utilizada cai).

    Atenciosamente,

    Curtido por 7 pessoas

  6. Boa noite pessoal,
    Sobre este Fii, estou avaliando a compra para o próximo mês!
    Alguém teria um breve histórico sobre a composição de ativos do fundo?
    *Além do que já consta aqui no fórum!

    Obrigado,

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    • Gosto bastante do BCRI11, ele investe preponderantemente em ativos indexados à inflação, e diversificando com operações de alta qualidade, corporativas, com operações de qualidade, mas com risco mais elevado, de loteamentos.

      Atualmente a taxa média da carteira está em torno de 8,5 + Inflação. Aproximadamente.

      Curtido por 6 pessoas

    • ORS, se você não tem o papel, portanto não poderá adquiri-lo na 2a emissão, aconselharia você a comprar agora mesmo, que o preço caiu. Quando terminar a 2a emissão, provavelmente o preço vai reagir.
      Isto ocorre porque muitos investidores vendem as suas cotas a mercado para adquiri-las na emissão por um preço menor.
      O que acha Waka? Você conhece muito mais do que eu de papelada.

      Curtido por 2 pessoas

      • Xará Energético;

        “Quando terminar a 2a emissão, provavelmente o preço vai reagir.”

        Sem querer me meter, já o fazendo, os rendimentos da imensa maioria dos fundos de recebíveis estão atrelados a IPCA/IGPM e/ou CDI/Selic.
        Como todos estes índices estão em trajetória de queda, entendo que o mesmo ocorrerá com suas distribuições futuras.
        Não creio que a queda na curva de juros futuros compensaria uma pressão no nível de preços das cotas, suspeito que não.
        Portanto, não acho que o preço reagiria positivamente, mas sim negativamente.
        Quanto? Não sei precisar.
        A conferir.
        Sds.

        Curtido por 3 pessoas

      • mbp77,
        Interessante seu ponto de vista, mas ofereço outro ponto.
        As carteiras dos fundos de papel, os bem administrados, seguem em vantagem em relação aos fundos RF. Mesmo diminuindo o rendimento, oferece uma alternativa de bons rendimentos. Não sabemos qual o limite, mas juros para baixo tende a elevar o valor das cotas.
        Para os investidores em fiis, carregar papelada ajuda a balancear a vacância dos tijolos.

        Curtido por 3 pessoas

      • Xará Energético;

        Antes de mais nada, sempre bom debater com alguém que entende do riscado e o faz de forma respeitosa como você.
        Prosseguindo, o seu ponto de vista é válido, mas entendo que este se aplica (muito) mais a fundos que ofertem certa resiliência no nível/faixa de distribuição (PQDP e SHPH, por exemplo) do que em fundos de recebíveis, os quais tem um histórico de oscilação maior em seus rendimentos, dada a natureza implícita destes (juros oficiais e/ou índices inflacionários variáveis).
        Ademais, por ofertarem “mais riscos”*, é sempre de bom tom adotar relativa margem de segurança frente aos fundos de tijolos (bons, sim a minoria).
        Por fim, convém analisar o retorno destes frente ao ofertado pelas NTNBs longas que, gostando ou não, ofertam juros reais coerentes com a conjuntura e a perspectiva macroeconômica.
        Sds.

        *Falo em relação a distribuição de juros mais inflação, ou seja, no LP tendem a sofrer com a redução do seu PL em termos reais na comparação com os de tijolo. É algo que se deve levar à conta.

        Curtido por 2 pessoas

      • Marcelo, tudo bem?

        Como bem lembrou o Riquinho (Mbp), essa inflação caindo de forma acentuada deverá prejudicar invariavelmente as distribuições do BCRI11, principalmente num curto prazo, refletindo o IGP-M de -1,10% do mês passado.

        Outro ponto é que o fundo, ao fazer a captação, fica muito exposto ao CDI, que está em queda, e isso também acaba refletindo em distribuições menores. Claro que, por outro lado, o CDI acaba por compensar a deflação, mas em geral, não há muitos triggers para aumento de cotação, ao menos no curto prazo.

        Eu já estou muito exposto ao fundo e exerci boa parte das subscrições, mas se não tivesse cotas dele, aguardaria um reflexo mais acentuado da deflação nas distribuições e uma cotação mais atrativa. 🙂

        Abçs

        Curtido por 3 pessoas

      • O IGPM deve impactar negativamente o resultado do Fundo em maio (30% da carteira está indexada ao IGPM), porém haverá 20% mais dias úteis que em abril, isso deve impactar positivamente.

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  7. Eu sei que o preço da cota nessa subscrição foi definido ” pelo valor arredondado do valor médio da cota de
    mercado dos pregões do dia 10/02/2017 ao 14/03/2017, descontado de 50% (cinquenta por cento)
    do ágio médio praticado sobre a patrimonial durante o mesmo período”
    MAS com essas cotas infladas e a renda caindo não me parece certo… Mesmo a gestão sendo boas e tals….

    São só divagações de um incipiente e ingênuo investidor …

    Curtido por 1 pessoa

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