BRCR11 – BTG Pactual Corporate Office Fund

O fundo é administrado pelo BTG Pactual, em regime de condomínio fechado e com prazo indeterminado de duração; seu objetivo é a aquisição de imóveis comercias, sendo portanto classificado como FII de Tijolo – Imóveis Comerciais – Escritórios.

BRCR11_P

É o segundo maior fundo de investimento imobiliário listado em bolsa do Brasil, em termos de patrimônio líquido e com liquidez, cotas sendo negociadas em mercado organizado da bolsa desde seu IPO, ocorrido em dezembro de 2010.

Desde sua constituição em junho de 2007 adota uma gestão ativa de sua carteira, com o objetivo primordial de investir em escritórios comerciais de laje corporativa com renda no Brasil, estrategicamente localizados em grandes centros comerciais, por meio da aquisição de imóveis comerciais de escritórios ou direitos relativos a imóveis, prontos ou em fase final de construção.

Diferencial deste FII é que tem uma gestão e relatórios similares ao de uma empresa que tem ações listadas em bolsa, vejam os comentários do relatório

Taxas:
Administração: 0,25%a.a. sobre o valor total dos ativos do fundo (mínimo R$ 30.000,00 mensais corrigido pelo IGPM).
Gestão: 1,50%a.a. sobre valor de mercado do fundo (temporariamente reduzida para 1,1%aa)

RI: contato@bcfund.com.br

Tutor do FII: Rlemos

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1.691 comentários sobre “BRCR11 – BTG Pactual Corporate Office Fund

  1. Rendimentos
    Data da informação 07/03/2017
    Data-base (último dia de negociação “com” direito ao provento) 07/03/2017
    Data do pagamento 14/03/2017
    Valor do provento por cota (R$) 0,76
    Período de referência Janeiro/2017
    Ano 2017

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    • A questão é saber se os dois KN que passaram estão melhores que o BRCR. O de papel é difícil comparar, mas o de tijolo eu acho um fundo caro e com imóveis inferiores. Fora isso acho uma bobeira danada essa discussão sobre ser o maior, parece coisa de criança comparando o dito cujo.

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      • Roberto mas isso é bem coisa de “banqueiro” kkk

        Na época anterior às aquisições, quando anda tinhamos Unibanco, Real, … era sempre uma disputa para saber quem era o maior

        Entre eles, diretores de bancos, mandavam presentes um pro outro (o que ganhou mandava para o que perdeu), sacaneando, zoando, …

        É um ambiente naturalmente predatório e extremamente competitivo e como essa turma tem DNA financeiro e não imobiliário… faz igual

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      • Sim Tetzner, mas pra nós cotistas o q interessar é se ganhamos dinheiro com o investimento ou não. De resto, deixemos essa masturbação de pau mole para banqueiro mau resolvido sexualmente.

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  2. No inicio de fevereiro, reverteram à saída de um locatário de um andar e meio do edifício Eldorado, em uma rescisão prevista para ser concluída no final de janeiro conforme reportamos no informativo mensal de setembro. A área a ser devolvida correspondia a 1,3 % da ABL do Fundo e a quase 2,5% da receita contratada.
    Ainda em fevereiro, tiveram a ocupação do novo locatário de dois andares do edifício BFC, concomitante a saída parcial do Banco Pan desses mesmos andares. Movimentação semelhante ao conduzido no edifício Eldorado, onde tiveram rescisão de meio andar e assinaram uma nova locação pra mesma área.

    A receita contratada de locação de janeiro/17: R$ 19,4 milhões, em linha com a receita do mês anterior. A vacância financeira do representa 14,8% em termos de receita de locação potencial e 20,1% sobre o total de ABL em m².

    FFO ajustado, em janeiro/17: R$0,77/cota.
    O lucro líquido por cota:de R$0,72

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  3. Novidade pra vcs:

    Um analista que recomenda ter BRCR na carteira, divulgou estar começando a ficar apreensivo por notícias CONCRETAS sobre a COMERCIALIZAÇÃO da Torre Almirante. Será que vem aí mais um “destravamento de valor”?kkk

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      • Conejão… alugar no Rio de Janeiro hoje está muito complexo, tem prédio do portifólio que nem “visita” teve nos últimos meses, ou seja, nem é questão de valores

        o Torre Almirante tem qualidade, então seria uma questão de preço… mas não vão ver tão cedo sequer algo parecido com o que a petrobrás pagava… SE e quando locar, pode conferir que vai ser por algo como 60% do aluguel antigo, mas com muita, mas muita carência ao estilo das locações anunciadas recentemente

        seria mais uma forma de “escapar da despesa” do que de “contar com a renda”

        Curtido por 6 pessoas

    • Nobres colegas, a ambiguidade da postagem decorre da existência deste mesmo vício de linguagem na “escrita” do analista: eu entendi comercialização como sendo a VENDA do edifício (e há precedentes né, floripa shopping, tbof,etc) , ou seja, ele pode estar sabendo – nos bastidores – de alguma tratativa de venda do edifício e está preocupado com isso (talvez preocupado com a possível redução da ABL do fundo e/ou que o prédio seja negociado a preço muito baixo). Acho até que caberia (ou caberá) fato relevante da BTG sobre esse assunto, pois o boato já está correndo no mercado.

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    • northeasteconomy

      Torre Almirante é locação, comercialização do prédio, ou seja vendas, pode ser para os outros prédios (Flamengo), ou seja, aqueles de menor padrão, comprados a peso de ouro e que estão encalhados … aí pensou-se em venda já que nem visita está recebendo tamanha crise que afeta as empresas no rio

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      • Pois é, tetzner, então foi o analista que se expressou mal. No lugar de “(…)mas começamos a ficar mais apreensivos por notícias concretas sobre a comercialização da Torre Almirante.”, poderia ter escrito “(…)mas começamos a ficar mais apreensivos pela FALTA de notícias concretas sobre a comercialização da Torre Almirante”.
        A não ser que de fato a preocupação dele seja que o prédio vá ser vendido, enfim, isso deu um buchicho tão grande que o próprio analista amanhã deve esclarecer.

        []´s

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  4. O ano de 2016 foi bastante movimentado apesar da baixa atividade econômica e do mercado. Vendemos no início do ano um portfólio de R$ 365 milhões, de 3 propriedades, sendo 2 no Rio de Janeiro e 1 em Brasília, que considerávamos mercados mais arriscados nesse momento. Essas vendas geram um ganho de capital de 22% e um retorno para o Fundo de 19% a.a. ao longo de 3 anos. Terminamos o ano com um portfólio mais concentrado na região de São Paulo, representando 75% vs 68% em 2015, que acreditamos ser o mercado que terá uma recuperação mais rápida no médio prazo.
    No primeiro semestre do ano, decidimos por fazer uma distribuição de caixa extraordinária aos cotistas, no valor de R$ 400 milhões (R$ 20,80/cota), destravando assim parte do desconto de mercado sobre o valor patrimonial que o fundo vinha praticando. Para os investidores que utilizaram o recurso da distribuição e reaplicaram no mesmo dia no BC Fund, tiveram um retorno até o final de 2016 de 41,4%. Somadas todas as outras distribuições mensais, os investidores que entraram no fundo no seu lançamento em Dez/10 (há 6 anos) ou na segunda oferta em Dez/12, já receberam na forma de distribuição de caixa 83% e 45% do seu investimento respectivamente.
    Em 2016, tivemos dois importantes retrofits em andamento, o do CENESP que foi concluído no 3T16 e do Brazilian Financial Center (“BFC”), com previsão de termino em 1T17. Este último foi ganhador do prêmio máster imobiliário como melhor Projeto de Retrofit em 2016 do Brasil, com previsão de termino no 1T17. Ambos investimentos resultarão no alongamento da vida útil do ativo e no aumento de sua atratividade na prospecção de locatários.
    Trabalhamos também na redução dos custos condominiais e na absorção das áreas vagas do nosso portfólio. Continuaremos e intensificaremos esse trabalho em 2017, especialmente para o edifico Torre Almirante no Rio de Janeiro que ficou vago neste mês (Fev/17).
    O Fundo permanece com uma posição de caixa de R$ 430 milhões, o que nos permite fazer aquisições no futuro. Já vemos no horizonte um cenário de maior estabilidade fiscal e politica, a melhora da confiança do consumidor, inflação controlada e queda da taxa de juros, fatores que aliados ao pouco volume de entrega de estoque nos próximos anos possibilitam uma boa uma recuperação do mercado imobiliário e nesse cenário devemos estar posicionados em ativos de boa qualidade.

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    • Eu reapliquei o dividendos no próprio fundo. De fato foi o melhor retorno que poderia ter. Poucos entenderam esse movimento, na época eu até havia feito um comentário aqui… foi um movimento muito inteligente do gestor que deu a oportunidade aos seus cotistas investir no próprio fundo já que existia um cenário de queda de juros e a cota do fundo ainda não havia capturado. O resultado veio logo depois, 44% de retorno em 7 meses sobre o reinvestmento. Nenhum Imovel teria dado esse retorno. Agradeço ao gestor.

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      • Jones

        o movimento foi tudo, menos inteligente

        atendeu aos interesses do banco que tinha posição relevante no fundo e estava precisando de dinheiro, depois da prisão do Esteves e os resgates que se seguiram

        do ponto de vista imobiliário, foi um sacrilégio devolver o dinheiro, amortizar mais de 20 pilas por cota

        deveriam manter e aproveitar oportunidades imobiliárias

        e agora vai encolhendo, já já KNRI passa ele ele também e perde o segundo lugar também

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      • Concordo contigo Antunes. Na época que o fundo amortizou as cotas, era negociado com enorme desconto patrimonial. Foi uma grande tacada, sim, devolver parte dinheiro aos cotistas para que pudéssemos aumentar a nossa concentração no fundo comprando cotas a preço de banana. Nem o mais habilidoso gestor conseguiria encontrar ativos bons no mercado imobiliário com o mesmo desconto patrimonial que a cota estava sendo negociada. Em geral, devolver dinheiro é prejuízo pro cotista, pois o custo de emissão decotas no mercado é alto. Mas, no caso em questão, acho foi uma decisão acertada. É apenas uma opinião. Não é recomendação de nada.

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      • Olhe que interessante. O “desconto” em TBOF também está perto dos 30%. Acho que esse é o número mágico da BTG.

        Mesmo a BTG dominando o mercado de FII eu consegui reduzir a exposição da minha carteira para meros 5,49% (chegou a 20% em alguns períodos).

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      • Muito bom este debate sobre o BRCR❗
        Elucidativo & Construtivo.
        (Que se multipliquem)

        Minha visão: Ambos os lados – Verdadeiro. A diferença está no lapso de tempo da Análise (matemática) & Objetivo (interesse).

        Eu priorizo a _Perpetuidade_. Eu não sou _Trader_.

        Pergunto, por favor: o Jones Antunes usa o *NÓS* vendemos, decidimos, fizemos e etc. Ele trabalha no BTG Pactual❓

        Acrescento: O meu foco é o FII FdeF – BCFF (BTG).
        Pois, adoraria que esta mesma lógica & objetivo do G/A (BTG) fosse praticada e efetivada no BCFF11B.

        Aproveito, também, este espaço (BRCR) para pedir a atenção de todos os colegas (mesmo não sendo cotista) para participarem e comentarem a enquete do Tetzner no BCFF11B.

        Para quem almeja uma longevidade de primeiro mundo, ressalto a importância do vetor de um “mercado de FII Ético, Crescente e Robusto”.

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    • Tetzner, o resultado pro cotista que reinjetou o dinheiro da amortização e dos proventos comprando mais cotas do fundo foi de ter mais cotas que antes, e mais patrimônio com a alta das cotas. Se o PL por cota caiu, o meu patrimônio aumentou em função maior número de cotas e do aumento de valor de marcado delas. Houve geração de valor! Como pode não perceber isso?

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      • Você entendeu Conectado. Boa! E Tetzner eu entendo que no blog o mais fácil é sempre reclamar do gestor, mas me explica como você acha que isso trouxe benefício para eles, se perderam taxa de gestão sobre os 400mi (algo como 6mi por ano) com essa decisão e pelo que vi no site deles o BTG não é mais cotista do fundo desde o final de 2015, antes dessa distribuição?

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      • Como assim o fácil é reclamar Jones? Isso é um debate e uma troca de opiniões eu apresento minha argumentação e você a sua. Quando falta argumentação vem esse tipo de comentário… conheço várias pessoas que acompanham os FIIs e que emitiram opiniões similares às minhas. Você está avaliando a situação puramente pelo SEU resultado. Eu estou olhando o FII e sua perpetuidade, um fundo desse porte amortizar capital é assinar atestado público de incompetência de gerirbum patrimônio que lhe foi confiado.

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      • Eu vejo esses comentários apoiando amortização de capital que deveria estar sendo reinvestido e vejo porque nosso mercado ainda é tão involuido. O cotista só quer saber da renda, mesmo que a sua distribuição seja via amortização e que aos poucos vá minguando a “vaca leiteira”. Ainda num paralelo, o fundo era um grande fornecedor de leite e ao invés de comprar novas matrizes para garantir a produção… resolveu mandar pro abate e fez um churrasco com a carne. Todo mundo feliz e com a barriga cheia, enquanto a fome não voltar… BRCR é o bolsa família dos FIIs… o destino de um a gente já viu…

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      • Concordo também com o seu ponto Tetzner, esse é o grande fundo, e estou nele desde o primeiro lançamento, ficou pra trás por tamanho pra outros. mas nada impede do fundo chamar mais capital em breve a valor de mercado. Prefiro ter algo rentável, e esse é o mais rentável entre todos na bolsa com gestão, do que algo grande com rentabilidade na média.

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      • concordo Jones e esse é o ponto… amortizou um capital que teve um custo para os cotistas pagarem ao captar e em breve pode fazer emissão e passar o pires da conta, de novo para o cotista pagar

        olha o “moedor de vaca leiteiras” em ação

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      • Conectado, parece que você não se deu conta de que trocou 6 por meia dúzia.
        Você tinha digamos 100 cotas que valiam 120 reais cada.
        Recebeu 20 reais por cota e comprou novas cotas a 100 reais, preço reajustado pelo mercado.
        Antes você tinha 100 cotas que valiam 12 mil reais.
        Agora você tem 120 cotas que valem 12 mil reais.
        Antes duas 100 cotas rendiam digamos 80 reais (R$ 0,80 por cota).
        Agora você tem 120 cotas que rendem… 80 reais (R$ 0,6666 por cota; a renda per cota caiu porque diminuiu em 400 milhões de reais o dinheiro aplicado no mercado financeiro).
        Todos esses valores são exemplificativos, para conferir na real use os valores da época da devolução do caixa.
        Além disso o BTG “explicou” que, embora estivesse devolvendo 400 milhões de reais, na verdade a amortização, salvo engano, seria de apenas 280 milhões, os demais 120 milhões não seriam amortização mas distribuição de lucros (sic). Em benefício de quem?
        Tet, estou adorando este debate, permite discutir-se pontos de vista divergentes, o famoso contraditório. Ganha quem acompanha….

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      • Eu concordo com o Tetzner. Distribuir resultados pontuais não-recorrentes é uma coisa (muito boa). Amortizar capital, é outra (muito ruim). Um fundo como o BRCR, com o tamanho e importância que tem fazer isso….é um tremendo atestado de incompetência gerencial. Deveriam estar preocupados em prospectar o mercado e encontrar oportunidades, que é o que todos os bons gestores estão fazendo.

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      • Jones;

        “… mas nada impede do fundo chamar mais capital em breve a valor de mercado…”

        Pode me explicar qual o objetivo de uma gestão (dita) ativa em “devolver” R$ 400M do PL do fundo aos seus cotistas e depois fazer emissão para captar a mercado?
        Contraditório, não?
        Gestão ativa é para agregar valor ao investimento e não devolvê-lo.
        Recebem taxa de administração justamente para isto: gerir.
        Ou estou equivocado?
        Sds.

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      • Conejão matou a charada. Eu acrescento, imagina que uma pessoa diga a você “tenho um investimento que retorna 20% ao ano, quer investir comigo?”. Aí a pessoa concorda “sim, pegue aqui R$100mil, terei R$20mil por ano, né?”. Beleza, o tempo passa, e o gestor dos 20% ver que a aplicação só rendeu 10% (R$10mil), e o que ele faz? Vende R$10mil do principal e completa o que faltava. Ao fim do ano, na hora de prestar contas o ‘investidor’ vem todo feliz “Olá, é hoje que recebo meus 20mil, né?”, e o gestor “Sim, só teve um probleminha, o investimento só rendeu 10mil, mas logo eu resolvi a questão, eu saquei 10mil do seu principal e completei!”. Todo feliz, o ‘investidor’ arrebata “De fato não tem problema, o importante é que você pagou os R$20mil”.

        Qualquer semelhança com alguns Fiis e investidores de Fiis não é mera coincidência.

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      • Parabéns conejo.

        Tu captou bem o que vivo alertando aqui no blog! Matemágica.

        OBS: Não vendem ou comprem baseado em opiniões alheias, apenas reflitam em cima de lógica cartesiana para não se enganarem adiante ou defenderem posições baseada na emoção.

        A lei da gravidade não deixa de existir apenas porque você deixa de acreditar nela, mesma coisa se da com a boa e velha matemática.

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      • Acho que não captaram a matemática:
        O fundo estava descontado em bolsa quase 50%, ou seja, o seu caixa de 400mi estavam valendo a mercado 200mi. Ao distribuir o caixa, e caixa é caixa… não deveria ter desconto, destravou 200mi de valor. As pessoas que usaram o seu caixa e reinvestiu no fundo, capturou parte desse destravamento. O ponto todo era o deságio que a cota estava no mercado frente, que não fazia nenhum sentido quando grande parte do ativo era caixa… tanto é que a cota reagido rápido.
        O custo de uma nova captação será bem menor que o fee que o gestor cobraria sobre o caixa até esperar a nova aquisição e bem menor que o retorno que tive ao entender esse movimento que o fundo fez. Pelo menos essa é minha opinião.

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      • Jones Antunes

        Você está Certo, mas o ponto de vista da sua análise é pontual e ainda por cima financeiro

        pensa no futuro do FII, pensa na perpetuidade, pensa no caminhão de oportunidades que deixaram passar

        a cotação a mercado reage não artificialmente com essa “artimanha” mas de forma consistente pelos resultados de longo prazo

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      • Meu amigo tu só esta pensando na sua situação , esta não é a situação de varias pessoas que vinham carregando este fundo há muito tempo coisa de 2 ou 3 anos, provavelmente com PM maior.

        Afirmo logo abaixo o que não subiu 50% nesse período? Qual a grande tacada?
        Tem ação de ponta ai que subiu mais de 100%
        Título público já passou dos 50%
        SHPH, PQDP

        Repito novamente BRCR estava barato , mas o que não estava barato ?

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    • Apesar de toda polêmica envolvendo a distribuição, e a administração do BTG, este é meu fundo com melhor desempenho disparado. Mas tenho que lembrar que entrei em um momento peculiar, há 1 ano atrás, com cotas batendo no funco do poço.
      Estou esperando o final da multa do T.Almirante, para ver se a cota cai e comprar mais heheheh

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      • Louis calculo correto se da sobre relação risco retorno.

        Quanto maior for risco maior o retorno exigido do ativo e maior terá de ser sua margem de segurança, quem argumenta ao contrario esta comentando erro falecia ou não entende de lógica e matemática financeira.

        Ai tu pega fundo com menor risco:
        PQDP
        SHPH
        ABCP

        Todos rendendo mais de 50% do fundo do poço até o topo! Então dizer que foi melhor investimento sem levar em conta toda floresta ao meu ver é um equivoco.

        Pela relação risco retorno BRCR perdeu e feio para outros fundos com menor risco, não acho que foi tudo isso não.

        Tu olha até titulo do governo deu mais de 40% de alta com menor risco.

        Na minha carteira não tem um fundo com menos de 30% de ganho nominal , partindo dai já da para perceber que BRCR não foi esta barganha toda alardeada pelo sete cantos.

        BRCR estava barato na época porque tudo estava barato .

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      • Prezado Senhor dos FII,
        No seu comentário sobre relação “Risco x Retorno”:
        V compara ou nivela “SHPH e PQDP” com “ABCP”. É isto mesmo?
        Em caso positivo, peço a sua atenção para expor os seus motivos, pois penso que existe um bom degrau entre os dois “SHPH e PQDP” (bem avaliados em nosso site pela maioria), e o Grand Plaza Shopping – “ABCP” .
        Grato.

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  5. BRCR11 – BCFund ( o segundo maior FII da bolsa) Anuncia os Resultados do 4T16
    Divulgação dos Resultados 4T16

    São Paulo, 21 de fevereiro de 2017 – O Fundo de Investimento Imobiliário – FII BTG Pactual Corporate Office Fund (“BC Fund”), (BM&FBovespa: BRCR11), o segundo maior fundo de investimento imobiliário listado em bolsa do Brasil, anuncia hoje seus resultados referentes ao quarto trimestre de 2016 e do ano de 2016.

    Para acessar o Earnings Release em PDF, clique aqui.

    Destaques do 4T16

    A receita de locação totalizou R$ 56,4 milhões no trimestre e R$ 217,2 milhões no ano de 2016.

    No 4T16, o FFO totalizou R$ 40,7 milhões (R$ 2,12/cota), enquanto o FFO ajustado foi de R$ 43,2 milhões (R$ 2,24/cota). Em 2016, o FFO totalizou R$ 179,5 milhões (R$ 9,34/cota) e FFO ajustado foi de R$ 189,7 milhões (R$ 9,87/cota).

    O lucro líquido no 4T16 foi de R$ -124,7 milhões e R$ -207,4 milhões em 2016, desconsiderando os efeitos de reavaliação no portfolio, foram R$ 39,1 milhões (R$ 2,04/cota) e R$ 187,2 milhões (R$ 9,74/cota) respectivamente.

    O patrimônio líquido no final do 4º trimestre de 2016 era de R$ 2,1 bilhões (R$ 109,20 /cota).

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    • O total de rendimentos e amortização distribuídos em 2016 foi de R$ 587,4 milhões (R$ 30,56/cota), em linha substancialmente superior a distribuição de rendimentos e amortização dos anos anteriores.

      Nos últimos 12 e 24 meses (base dezembro/2016), a rentabilidade dos cotistas, considerando rendimentos distribuídos e o valor da cota, foi de +41,4% e +35,8% respectivamente.

      No final do trimestre, a ABL do portfólio correspondia a 229.426 m². Não havendo alterações em relação ao 3T16.

      A vacância financeira, que se manteve em patamar inferior à média de mercado, era de 14,2% no final de 2016. Redução de 0,2% se comparado ao trimestre anterior.

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    • No 4T16, 2,8% da carteira de contratos passou por período de revisional ou teve novas locações, o que gerou uma redução de 6,4% em termos nominais e de 7,1% se considerada a inflação (leasing spread).

      A receita contratada de mesmos inquilinos do 4T16 subiu 1,3% em termos nominais em relação ao 4T15.

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    • Torre Almirante

      No dia 16 de fevereiro, a Petrobras finalizou o processo de desmobilização do ativo, juntamente com a entrega de
      chaves e com o pagamento da multa rescisória. Reforçamos que temos uma equipe robusta e especializada
      trabalhando no processo de comercialização do ativo. Ressaltamos ainda as qualidades técnicas do ativo e o seu
      diferencial frente ao mercado desafiador do Rio de Janeiro.

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    • Valter, há uns 90 dias o gestor do BRCR DEVOLVEU 400 milhões de reais aos cotistas, por não saber onde aplicar essa dinheirama. Além disso o VM (101 reais por cota) está abaixo do VP (104,46). Portanto não a que se pensar em nova em IPO. Você se refere “sexta emissão”, eu me lembro de 3 (lançamento por volta de 2007, que era fundo fechado), 2010 (quando entrei a 100,00) e 2013 (quando entrei a 154,00). Acho que você, talvez, esteja se referindo a um outro fundo que não o BRCR.
      A propósito, normalmente as cotas em novas IPOS são lançadas em relação ao VP ou pelas últimas negociações no secundário.

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      • Pq não usaram esses 400 milhões para comprar molezas que tem aparecido no mercado ? Mercado em baixa e dinheiro na mão para comprar a vista ? Ia poder barganhar muito. Uma pena.

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      • Porque grande maioria dos investidores é rentista , não sabe fazer conta e ainda fica bravo se diminuir sua renda mensal.
        Porque gestores são incompetentes ao não conseguir encontrar barganhas imobiliárias na maior crise que se tem conhecimento nos últimos 30 anos.

        Porque fundos imobiliários são geridos como recebíveis imobiliários e não como ativos imobiliários ” Gestão passiva com maquiagem de ativa”

        Por ultimo e não menos importante: Se cair rendimento mercado precifica isso na cota e diminui valor no mercado secundário derrubando assim taxa de arrecadação mensal do gestora que se da pelo valor de mercado.

        Para piorar muitas gestoras tem pachorra de contratar formador de mercado , seria a mesma coisa que dizer que daquele ponto em diante a cota não cai , formador trava preço com grande quantidade de cotas, ademais os valores negociados no contrato do formador são pagos pelos fundo ” Vide informe trimestral”.

        A BTG não aguentou pressão de grande grupos de rentista na época e resolveu amortizar, dando desculpa que seria melhor investidor decidir o que fazer com dinheiro recebido.

        Porem quem capitalizou esta emissão perdeu grande quantidade de dinheiro , toda emissão possui custos que são dimensionados para o cotista do FII em questão , para piorar o valor de mercado das cotas ainda estaria abaixo do valor pago pela emissão.

        Resumindo mercado fII faz tudo ao contrario sai emissão no ciclo de alta e amortiza na baixa , não tenho conhecimento de nenhum fundo de real state de gestão ativa com este operacional.

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      • Obrigado Conejo, realmente achei estranho por pelo fator da devolução…

        mas depois de uma pesquisa, vi que quem vai fazer isso é o “bcff11b”

        Cotistas BTG Pactual Fundo de Fundos aprovam oferta 120 milhões em cotas

        Mesmo assim, obrigado novamente pela resposta!

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      • Quando, há 4 anos, alugar escritório em São Paulo e Rio era mais caro do que alugar escritório próximo ao Central Park, havia um monte de “corajosos” fazendo emissão e mais um monte de pessoa física “corajosa” comprando essas emissões (hoje boa parte fica chorando as pitangas). Agora, 2016-2017, cheio de imóveis bons pertencentes a empresas que precisaram desalavancar o balanço prontos para serem comprados, cadê as compras dos gestores?
        No mundo real, já está cheio de transações, o grupo israelense gazit levou 1/3 do shopping cidade jardim pagando R$410 milhões (uns U$$ 120milhões…isso é mais ou menos o que o manchester united pagou pelo Pogbá,rs) por um ativo premium, adquirido de uma empresa atravessando dificuldades (JHSF). Br Properties, pertencente ao GP (que não costuma dar murro em ponta de faca), comprou simplesmente 81mil m² de ABL no Rio, pagando R$8.800 o m² (comprou do “problemático” Oportunity) , e o GP ainda lançou duas incorporações (central barra e villa rica) em São Paulo e Santos. Enquanto isso BTG manda devolver 400 milhões porque não sabe onde investir esse dinheiro.

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      • Conejo, quais criterios tecnicos pra decidir-se nova emissão? Voce disse aí em cima que se o VM menor que VP não há que se pensar em nova emissão.
        não sei discernir quando deve haver nova emissão. Poderia me ajudar? grato…. Mariano

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      • Mariano, uma nova emissão se dá quando o gestor percebe uma oportunidade: um edifício com negociatas no meio, tomador de dinheiro oferecendo bons spreads etc. É bem menos burocrático lançar novas emissões do que lançar um novo fundo.
        Mas em qualquer circunstância será sempre o lucro para o gestor e não para o cotista. Veja o caso do BTG e a última IPO do BRCR: para que dobrarem o capital se eles não tinham nenhum plano A ou mesmo plano B? Simplesmente queriam receber o dobro, mensalmente, sem dar nada em troca. Com 1,5% do valor de mercado, sem nenhum gasto extra o BTG pulou seus honorários de 1,5 milhão mensal para 3 milhões de reais mensais.
        Quanto ao preço de novas cotas pequena confusão sua: não comparei VP com VM, o que disse é que o preço da nova emissão ou é fixado ou em função do valor de mercado ou em função do valor patrimonial.

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  6. Olá pessoal,

    No final do ano passado, quando foi anunciado que a Petrobrás não seria mais inquilino do fundo, as cotas bateram R$ 88,00. Agora de fato a Petrobrás sairá do prédio e a cota não para de subir. Há alguma explicação para isso que vocês consigam ver?

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      • Eu diria que o momento é excelente para ponderação de VALOR

        FII que nessa onda altista não subiu, SE não tiver um bom motivo para justificar, pode jogar a pá de cal

        Até FII sem renda está subindo… então cuidado para não “comprar vacância” e acabar com o mico preto no colinho…

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      • Olá Tetzner, no fundo estou apenas tentando entender um pouco a razão do preço subir tanto… porém antes de continuar detalhando especificamente este fundo, vc poderia dar uma olhada no “carteiras comentadas” na minha alocação atual? nela esse fundo representa 15% dos meus investimentos em FIIs, por isso gostaria de encontrar algum ponto razoavelmente barato (ou pelo menos não comprar tão caro quanto está agora)

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    • Tetzner, sem querer abusar da sua habilidade de prever futuro (risos), qual sua opinião sobre o preço atual do BRCR11 e os gatilhos para o próximo ano (queda da SELIC, Vacância aumentar ou diminuir, Petrobrás saindo…).

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      • Cristian

        muitos investidores podem ter recebido a última distribuição como algo recorrente ou indicação de que o valor recorrente seja um pouco cima do que foi praticado e aceitaram pagar mais

        saída de petrobrás só deve ser sentida no segundo semestre quando também a queda dos juros poderá compensar bem as reduções de renda

        alguma troca por fundos que já se anteciparam à queda por aqueles que ficaram para trás pode ser vista

        são apenas teorias e conjecturas, mas se quiser montar um cenário podemos iniciar um exercício 🙂

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      • Todas as respostas anteriores erradas eh eh sem cartão amarelo, Boss.

        Se até o morto e esfolado SDIL 11, rendendo apenas R$ 0,55 (ou 0,52%) subiu 40% em 3 meses, indo de 66,00 para 93,00, como buscar racionalidade nesse mercado?

        Deixem meu BRCR11 recuperar-se, quero me desfazer de parte dele antes que a multa da PETRO zere….

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      • Teoria do funil: Quando existe deslocamento de um mercado de juros para ativos reais.
        Porem sabendo da parca liquidez do mercado de fII , um mercado que não permite grande entrada recursos = Elevação do spread”

        Resumindo estouro da boiada ” pessoal que estava atrelado em ativos selic querem entrar no mercado de renda variável buscando premio superiores a renda fixa.

        Infelizmente acredito que boa parte já esta precificada no fluxo de caixa futuro do ativo ou seja upside entre o que você recebe do lucro e do fluxo de caixa futuro já se encontra em patamares parelhas se levarmos em conta quedas recentes do DI futuro.

        Pode continuar subindo mais? pode sim mas tu acredita que a taxa de juros futuro tende ficar abaixo de 7% a.a? , se sim ainda tem mais pontos a se corrigir.

        Quem esta dentro da festa basta carregar até inversão da curva de juros futuro seguindo tendência.

        Pode se desfazer daqueles FII de pior qualidade ou perenidade baixa com um baita lucro e ainda reduzir risco da carteira.

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