BRCR11 – BTG Pactual Corporate Office Fund

O fundo é administrado pelo BTG Pactual, em regime de condomínio fechado e com prazo indeterminado de duração; seu objetivo é a aquisição de imóveis comercias, sendo portanto classificado como FII de Tijolo – Imóveis Comerciais – Escritórios.

BRCR11_P

É o segundo maior fundo de investimento imobiliário listado em bolsa do Brasil, em termos de patrimônio líquido e com liquidez, cotas sendo negociadas em mercado organizado da bolsa desde seu IPO, ocorrido em dezembro de 2010.

Desde sua constituição em junho de 2007 adota uma gestão ativa de sua carteira, com o objetivo primordial de investir em escritórios comerciais de laje corporativa com renda no Brasil, estrategicamente localizados em grandes centros comerciais, por meio da aquisição de imóveis comerciais de escritórios ou direitos relativos a imóveis, prontos ou em fase final de construção.

Diferencial deste FII é que tem uma gestão e relatórios similares ao de uma empresa que tem ações listadas em bolsa, vejam os comentários do relatório

Taxas:
Administração: 0,25%a.a. sobre o valor total dos ativos do fundo (mínimo R$ 30.000,00 mensais corrigido pelo IGPM).
Gestão: 1,50%a.a. sobre valor de mercado do fundo (temporariamente reduzida para 1,1%aa)

RI: contato@bcfund.com.br

Tutor do FII: Rlemos

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1.869 comentários sobre “BRCR11 – BTG Pactual Corporate Office Fund

  1. Salas comerciais vazias chegam ao percentual mais alto
    12/02/2017 11:20
    Pedro Teixeira | Agência O Globo

    O percentual de salas comerciais de alto padrão para locação que estão vazias no Rio de Janeiro atingiu o seu mais alto patamar histórico em dezembro — 37,6%, de acordo com uma pesquisa inédita da consultoria Cushman & Wakefield.

    Consequência da recessão somada ao grande volume de prédios que ficaram prontos em 2016, um total de 215 mil metros quadrados.

    Muito mais, por exemplo, do que 169 mil metros quadrados entregues em São Paulo no ano passado.

    Mas em São Paulo, a coisa não está muito melhor. Em dezembro, segundo o mesmo levantamento, 29% das salas comerciais de alto padrão estavam de um espera de um candidato à locação — 1,2 ponto percentual acima do ano anterior.

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  2. Agenda de Divulgação dos Resultados 4T16

    São Paulo, 09 de fevereiro de 2017 – O FII BTG PACTUAL CORPORATE OFFICE FUND (“BC Fund”), (BM&FBOVESPA: BRCR11), o SEGUNDO maior fundo de investimento imobiliário listado em bolsa do Brasil, anuncia a agenda de divulgação dos resultados do 4T16:

    Divulgação de Resultados
    Terça-feira, 21 de fevereiro de 2017 (após o fechamento do mercado)

    Teleconferência de Resultados
    Quarta-feira, 22 de fevereiro de 2017

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      • Cap Rate é a visão de mercado (Aluguel/Valor)

        Vejam esse trecho do relatório de 3T16

        “O valor de fechamento da cota de R$ 97,60 em 30 de setembro de 2016 representava:
         Desconto de 17,3% com relação ao valor patrimonial da cota.
         Distribuição de rendimentos anualizada de 10,3% a.a.
         Cap rate implícito do portfólio de 11,4% (considerando a receita contratada de setembro/2016). Se for considerada a receita potencial das áreas vagas, o cap rate implícito seria de 13,4%.
         Valor médio de R$ 8.558/m2 de ABL

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  3. Data de aprovação (se houver)
    07/02/2017
    Data-base (último dia de negociação “com” direito ao provento)
    07/02/2017
    Data do pagamento
    14/02/2017
    Valor do provento por cota (R$)
    0,9637835928
    Período de referência
    Dezembro/2016

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  4. O Torre Almirante, um dos mais famosos prédios do Rio de Janeiro, perde agora em fevereiro seu inquilino, a Petrobras, o que servirá de teste para dois dos principais fundos imobiliários do mercado, o BC Fund e o Fundo TA, ambos do BTG Pactual, cuja saída ocorre em um momento muito ruim, de forte crise no Rio de Janeiro, e pode ter impactos no segmento de fundos imobiliários como um todo ao mostrar os riscos de carteiras com um único imóvel e um só inquilino, os chamados monoativos. É também uma oportunidade de lembrar que os fundos imobiliários não são aplicações de renda fixa como alguns chegam a sugerir, mas investimentos em imóveis.

    Caixa no térreo

    O emblemático edifício de alto padrão, de 36 andares, construído e inaugurado há pouco mais de dez anos no Centro do Rio de Janeiro em local marcado por uma tragédia histórica na cidade, foi alugado em sua totalidade para a Petrobras. A exceção foi o térreo, onde funciona uma agência da Caixa Econômica Federal, cujo aluguel representa 1% da rentabilidade do edifício. Era época da exuberância precipitada do pré- sal e os donos eram dois fundos de investimento imobiliário (FII).

    Pois o Torre Almirante perde agora seu inquilino, em meio à maior retração econômica do país, a uma situação fiscal pré-falimentar do Estado do Rio de Janeiro, a uma inversão aguda nas condições estruturais do mercado imobiliário carioca, e a um ajuste profundo na empresa carro-chefe da economia estadual, pra não dizer da economia brasileira.

    Aluguel acima do mercado

    A abundância de recursos do inquilino na época explica um valor de aluguel no Torre Almirante acima do visto no mercado imobiliário de escritórios no Centro do Rio de Janeiro. Em dezembro de 2015, porém, já na nova realidade, de grave crise financeira e de endividamento, a Petrobras anunciou que deixaria o prédio, apesar de ter renovado o contrato meses antes, em fevereiro, com uma redução do aluguel de 13% até 2022. Em agosto do ano passado, os donos do Torre Almirante anunciaram a rescisão de fato do contrato e a desocupação em fevereiro.

    Fundos imobiliários

    Os dois FII donos do imóvel, ambos administrados pelo BTG Pactual Serviços Financeiros, o FII Prime Portfólio, que detém 60% do edifício e que, por sua vez, tem 100% de suas cotas detidas pelo FII BTG Pactual Corporate Office Fund (BC Fund), e o FII Torre Almirante (FII TA), que detém os outros 40% do edifício, têm direito ainda ao equivalente a quatro meses de aluguel por conta de multa de rescisão de contrato.

    Fatia gorda do rendimento dos fundos

    A receita mensal de aluguel do Torre Almirante que vinha sendo pago pela Petrobras alcança, no caso do BC Fund, R$ 4,1 milhões, ou aproximadamente 17,6% da sua receita total mensal em novembro de 2016, e no caso do FII TA, R$ 2,7 milhões, ou aproximadamente 99% da sua receita total mensal. Este aluguel equivale a aproximadamente R$ 164,9 por metro quadrado, levando-se em conta a área bruta locável do edifício de 41.468,6 metros quadrados.

    A busca por substituição da Petrobras significa, por definição, uma busca também pela diversificação dos riscos de crédito e de ruptura/reposição de contrato do ativo desses dois fundos. ”Não se vislumbra no mercado o prospecto de um próximo inquilino da dimensão da Petrobras, que alugasse todo o edifício”. Provavelmente, trata-se de uma busca por diversificação relevante, entre vários inquilinos.

    Vacância inédita no Torre Almirante

    Nas condições atuais do mercado de escritórios de alto padrão no Centro do Rio de Janeiro, a saída da Petrobras também significará o advento inédito de vacância, em algum nível, no Torre Almirante. Na avaliação estratégica dos donos do edifício, considerando-se, entre outras variáveis, o custo operacional de manutenção, o custo de oportunidade do mercado, o perfil das empresas potenciais ocupantes e as expectativas em relação ao desempenho futuro do mercado imobiliário na região, se determinará o valor dos alugueis que se buscará nas negociações.

    Da perspectiva de um investidor de um fundo negociado na bolsa, levando-se em conta apenas o componente do fluxo de rendimentos médio de um FII de escritórios no mercado brasileiro, a expectativa atual de ganhos mensais é de aproximadamente 0,7%, estimativa.

    Impacto negativo de 8,4%

    Assim, sem se levar em conta custos operacionais, financeiros e reputacionais, mudanças de nível de aluguel e fatores de crédito e diversificação, com uma expectativa de dois anos para a ocupação de 100% de um edifício, o que significaria uma taxa média de 50% de vacância no período de 24 meses, o impacto para baixo no valor do fundo seria de 8,4%. Ou 50% vezes o retorno mensal de 0,7% vezes 24 meses.

    Hipótese otimista

    Admite-se que dadas as condições atuais do mercado imobiliário carioca de escritórios no Centro do Rio, dois anos para ocupar 100% do Torre Almirante seja otimista demais. Além disto, para uma estimativa do impacto no valor do ativo, há ainda os componentes de custos operacionais, financeiros e outros já citados, entre eles, o principal seria a expectativa de alteração do valor médio do aluguel.

    Para efeito de referência, incluindo a expectativa de devolução do Torre Almirante pela Petrobras, os relatórios de avaliação de mercado das consultorias JLL e da Cushman & Wakefield (CW) referentes ao final do terceiro trimestre de 2016 apontavam alguns dos seguintes dados do segmento de escritórios de alto padrão (incluindo imóveis AA e A no caso da JLL) no Centro do Rio de Janeiro, excluindo as regiões do Porto Maravilha e da Cidade Nova (além da Orla, Zona Sul e Barra):

    Quando se compara o valor de R$ 164,9 por metro quadrado, que o aluguel corrente pago pela Petrobras proporciona de receita para o BC Fund e o FII TA, com o valor de R$ 130,60 o metro do Preço Médio Pedido no terceiro trimestre, sem levar em consideração ainda o Desconto médio do Preço Fechado de 28% no terceiro trimestre, verificado para negócios em toda a cidade do Rio de Janeiro, constata-se um potencial não desprezível de redução de nível de aluguel em negócios futuros. Mesmo levando-se em conta alguma diferenciação entre a qualidade e atratividade do Torre Almirante e aquelas referentes à média dos edifícios considerados de alto padrão no Centro do Rio de Janeiro.

    Seja qual for esta diferença esperada, sua expectativa deveria impactar, em proporção não tão distinta, o valor de mercado do Torre Almirante.

    De fato, em dezembro de 2015, quando foi divulgado a intenção da Petrobras em rescindir o contrato de aluguel, mesmo levando-se em consideração alguma incerteza, na época, em relação ao desfecho das negociações que se seguiriam, o mercado reduziu, abruptamente, o valor dado para o Torre Almirante.

    Cotas despencaram

    Isso fica claro no gráfico da evolução de preço da cota do FII TA no mercado secundário, que historicamente se comportava quase como um título de renda-fixa de baixo risco. Com a diferença de que o movimento de forte valorização imobiliária até 2013 proporcionava uma valorização de seu preço, se equivalendo a um efeito de perfil de equity também em seu desempenho. Conforme ilustrado na Figura 1, de 30 de dezembro de 2015 (um dia após a divulgação da intenção de desocupação), até o dia 08 de janeiro de 2016, a cota sofreu uma queda de 19,5%, de R$ 1.746 para R$ 1.406.

    A forte queda do preço negociado da cota do FII TA no começo de 2016 foi, em grande parte, desfeita a partir do final do mês de março. Tal recuperação deve ser entendida no contexto de elevação do mercado secundário de cotas de FII como um todo. Mas a longa demora pela definição da saída de fato da Petrobras do Torre Almirante, só anunciada em agosto (derrubando, então, em R$ 200, ou aproximadamente 10%, o seu valor), acabou por contribuir com o movimento de elevação do título durante o segundo trimestre.

    Diversificação reduz perda do BC Fund

    Já o BC Fund, que detém 60% do Torre Almirante, mas tal exposição é diversificada entre outros ativos em sua carteira, representando, aproximadamente, apenas 17,0% do seu patrimônio líquido, sofreu relativamente menor impacto por conta do evento Petrobras. Como mostra a Figura 2, de 30 de dezembro de 2015, até 08 de janeiro de 2016, a cota do BC Fund sofreu uma queda de 4,5%, de R$ 93,73 para R$ 89,49.

    Ainda em janeiro, o BC Fund, FII mais líquido do mercado, sofre prolongamento desta queda, da qual fica mais difícil separar suas causas. Outras vacâncias, o próprio risco da curva de juros, além do evento Petrobras e da tendência de um mercado em baixa punir mais o seu fundo mais líquido contribuíram para o movimento de queda.

    Amortização reduz valor das cotas

    Mais à frente, em maio o fundo fez uma relevante amortização com distribuição de valores aos cotistas, representando aproximadamente 14,2% do seu valor patrimonial. Tudo isto provocou bastante volatilidade no preço da cota. Mas ao final do ano de 2016, tal qual ocorreu com a cota do FII TA e com o mercado como um todo, impulsionado em grande parte pela queda da curva de juros na economia, a cota do BC Fund se aproximava do seu valor pré-evento Petrobras.

    Fundos imobiliários em alta

    A tendência de desempenho do mercado de fundos imobiliários em geral foi de subida desde fevereiro de 2016, em função, majoritariamente, do efeito da redução da curva de juros no mercado de renda-fixa, tendo o próprio IFIX, o índice setorial, se elevado de 1.326 pontos, em 02 de fevereiro de 2016, para 1.880, em 06 de janeiro de 2017, ou 41,8%. Isto se compara com a valorização do IMA-B, índice do mercado de Renda Fixa dos títulos indexados ao IPCA, que, no mesmo período, saltou dos 3.977 pontos para os 4.878 pontos, ou 22,6%.

    Perdas com Torre Almirante

    Em 06 de janeiro de 2017, os preços das cotas do FII TA e do BC Fund atingem os valores de R$ 1.810,00 e R$ 97,00 respectivamente (R$ 1.849 e R$ 96,17 hoje). Porém, mais significativo, estas duas cotas (des) valorizaram -11,4% e -2,6% de 29 de dezembro de 2015 até 29 de dezembro de 2016, ou, aproximadamente, no caso do BC Fund, devido ao ajuste do efeito de amortização, +8,5%. E isto se compara a uma valorização média das cotas de FII que investem em escritórios de aproximadamente +7,7%, levando-se em conta a média ponderada por negociações em dezembro de 2015 e dezembro de 2016.

    Assim, a grosso modo, a cota do FII TA, o fundo que é 100% investido no Torre Almirante, foi ajustada para baixo em 19,1% (11,4% + 7,7%) em função do evento Petrobras, em relação às outras cotas de FII que investem em escritórios, que questiona se esse ajuste é suficiente.

    Ajuste forte

    A gestão destes dois importantes fundos do mercado de FII, o BC Fund e o TA, tem um “desafio de monta” pela frente, a captura de novos inquilinos para todo o espaço do Torre Almirante. Por enquanto, o ajuste dinâmico de preço de cota ocorrido a partir do fim de 2015, quando da notícia da intenção de rescisão de contrato pela Petrobras, se mostra suficiente, no entendimento do mercado, para refletir a saída do inquilino do Torre Almirante.

    A dimensão deste ajuste, assim, dá a entender que o mercado aposta em uma reocupação bastante robusta do Torre Almirante, em prazo não tão alongado, e, muito importante, a preços não tão distantes daquele contratado pela Petrobras. O desenrolar das negociações e contratações será acompanhado pelo mercado, pois o Torre Almirante é referência importante para o segmento imobiliário de escritórios e o BC Fund e o FII TA são referências importantes de um segmento do mercado de capitais que evoluiu, inspirou e cativou o universo de investidores, principalmente pessoa física, e que, para o desenvolvimento do país, deveria continuar sua trajetória de aprendizado e sucesso.

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  5. Saida da petrobras do torre almirante em fevereiro mostra riscos e desafios dos fundos imobiliarios

    ” talvez, dadas as condições atuais do mercado imobiliário carioca de escritórios no Centro do Rio, dois anos para ocupar 100% do Torre Almirante seja otimista demais. Além disto, para uma estimativa do impacto no valor do ativo, há ainda os componentes de custos operacionais, financeiros e outros já citados, entre eles, o principal seria a expectativa de alteração do valor médio do aluguel…………”

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  6. Anos e anos e mais anos investindo e aumentando a participação no CENESP e só agora vocês foram se preocupar com despesas de condomínio???

    Façam-me o favor né!

    Tá doendo a vacância é?? Por quê vocês acham que os inquilinos saíram???

    Poutz grila tem horas que o sangue ferve…

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    • Os caras estão se dedicando no empreendimento, fazendo retrofit, reduzindo custos, campanhas com corretores..
      O Centro Empresarial particularmente por frequentar eu conheco bem e vejo esse esforco do condominio e dos proprietarios.
      Achei que dessa vez sua leitura da gestao BTG foi exatamente o oposto da minha, como donos desses FIIs nao podemos ter essa postura do contra/pessimista sempre, temos que reconhecer as acoes eficentes e incentiva-las, para que se repitam.
      O Centro Empresarial esta sofrendo, mas com tudo que esta sendo feito, esta sofrendo menos que seus pares. Ainda acredito na virada desse ativo ao longo do tempo.
      nao concorda?

      Curtido por 1 pessoa

      • Monstro dos FIIs

        não questionei o ato em si, lógico que tem e isso deveria ser SEMPRE prioridade deles… não agora que “a porca torceu o rabo”

        por que não olharam ou fizeram isso ANTES?

        ANTES eu digo nos últimos ANOS…

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      • Concordo com o monstro.
        Quando as gestoras tomam atitudes negativas, temos que reclamar mesmo.
        Mas, quando conseguem algo positivo, acho que temos que elogiar.
        Nesse caso, ponto pra BTG. É pra isso que eles são (muito bem) pagos.
        Gostei da notícia.

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      • A estratégia de gestão ativa de um fundo de investimento busca obter rentabilidade superior ao de determinado índice de referência. Isso significa que o gestor procura no mercado as melhores alternativas de investimento visando atingir o objetivo desse fundo, sempre de acordo com a sua política de investimento.

        É uma definição bem conhecida e que pode ser facilmente encontrada na Web.
        Mas o que precede a implementação de tal estratégia? Planejamento, correto?
        Bem, neste último a gestão deve ter feito (em tese) a simulação de diferentes cenários de ciclos imobiliários para definir onde investir – aumentando participação – ou desinvestir – encerrando ou diminuindo participação.
        Pois bem, qual seria o racional que determinou o aumento de participação no Cenesp? Qual o diferencial competitivo que ele detém frente a outras opções disponíveis no mercado paulistano de lajes corporativas? Houve ganho patrimonial efetivo (real) com tal investimento? Proporcionou aumento de renda ao fundo?
        Confesso que é um racional difícil de encontrar coerência, pelos menos para mim.
        Ademais, não está se questionando se é certo ou errado diminuir os custos condominiais, mas sim a demora no processo de tomada de decisão, o que corrobora a impressão de planejamento falho. Letargia e gestão ativa são expressões que não combinam.
        Penso ser desnecessário relembrar a perda de oportunidade que foi a amortização do caixa realizada no ano passado. Seria chover no molhado.
        Apenas a minha opinião.
        Sds.

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      • Aêeee

        o Mbp77 pegou o ponto certinho

        esse é o erro mais comum do cotista e o motivo de termos gestores relapsos e acomodados…

        o patrimônio sendo massacrado há uma DÉCADA… com baixo desempenho e alto custo de carregamento…

        façam as contas de quanto dinheiro RASGOU-SE ao fazer a devolução do capital, para captar 100 reais você deixa 3,5 na mesa das corretoras….

        ai basta darem uma “cenorinha” para o povo esquecer as maldades… gente abre o olho

        e já já vai perder mais um “título”… não vai poder usar a chamada de “maior FII da bolsa” e vai perder, vejam só… para um FII de Papel!

        BRCR: Patrimônio Líquido – R$ 2.099.229.206,58
        KNCR: Patrimônio Líquido ‐ R$ 2.210.001.253,40

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      • O BTG recebe 3 milhões de reais por mês para “gerir” o BRCR e NÃO CONSEGUE responder a uma pergunta simples como

        “Aproveito para perguntar como está a busca de inquilino para o Torre Almirante.

        2) Sobre a saída da Petrobras no Torre Almirante, temos reiteradamente discutido nos últimos Calls, Releases e Informativos Mensais, sobre essa temática quais são os questionamento específicos do senhor?

        R)Puxa, não entenderam … “Aproveito para perguntar como está A BUSCA DE INQUILINO para o Torre Almirante”…?

        Não consigo entender como um cotista defenda esse gestor!

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      • Conejão

        calma, eles estão se “esforçando” olha só, já pegaram a lona do carrinho de cachorro quente da esquina e fizeram uma “plaquinha” pra quem passa andando pela rua de repente queira alugar uma tiplo A na esquina kkkk

        ÓÓóoo gastaram uma “bufunfa” para transformar a lona de circo em placa hein 😀

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      • Tetz;

        Gestão ativa tem que agregar valor, sempre!
        Caso contrário, torna-se uma gestão (cri)ativa: a cada hora, uma nova desculpa.
        E olha que nem estamos levantando muito a questão sobre os valores “módicos” do contrato de locação do ALMI pela Petro. Se procurar embaixo do tapete, teremos cada “descoberta”.
        Histórico bom esse, hein?
        Francamente.
        Sds.

        Curtido por 1 pessoa

      • e já já vai perder mais um “título”… não vai poder usar a chamada de “maior FII da bolsa” e vai perder, vejam só… para um FII de Papel!

        BRCR: Patrimônio Líquido – R$ 2.099.229.206,58
        KNCR: Patrimônio Líquido ‐ R$ 2.210.001.253,40

        Putz Tetzner. Minha ficha não tinha caído. KNCR vai passar rapidinho.

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      • Acho que esse caso da torre almirante, especialmente o ALMI11B, levanta a questão sobre FII monoativos. Um FII com um único ativo é uma aberração que não deveria existir. Acredito que surgiram como forma de empresas desovarem imóveis a preços de bolha para otários (leia cotistas), no auge do mercado. Conheço razoavelmente os FII americanos e não me recordo de nenhum REIT monoativo. Lógico que esse enorme risco de concentração é facilmente combatido por uma alocação reduzida numa carteira de investimentos, porém, é importante levar em conta que muito investidor de FII é a pessoa física que, EM GERAL, não é um investidor sofisticado, e em geral, uma empresa diversificada tem maior rentabilidade que uma concentrada. Por mim, a CVM deveria regulamentar melhor e evitar esse tipo de veículo. Olhando para os EUA, é possível ver como a indústria de FIIs aqui no Brasil tem enorme um espaço pra crescer, em inúmeras frentes e setores.

        Independente se a gestão do BTG foi boa ou não, eis a grande questão: quanto vocês dão na cota do ALMI11B? Pelo gráfico, ela chegou a ser negociada por cômicos R$4000 a cota. No último relatório, a avaliação do edifício foi feita em cerca de R$18k o m², dando um VP/cota de R$3000. Sendo que atualmente no mercado está próximo de R$1800 a cota, o valor de mercado fica em R$11k o m². Pra mim, ainda está caro. Eu consideraria se caísse para R$1500, e compraria caso voltasse para as mínimas de R$1300/cota.

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    • O custo do condomínio é um problema antigo : sempre foi considerado elevado.
      Quando trabalhei no Cenesp (anos 90) uma série de empresas começaram a sair e outras a reduzir o espaço ocupado(era a época da crise devido ao Plano Collor).
      Eu trabalhava na Rhodia : dos 8 andares que ocupavam passaram a ocupar 4 (e hoje só 1). Lembro que houve um trabalho forte sobre as despesas de condomínio (era administrado pela Lubeca).
      Mas pelo jeito os problemas de custo continuaram.

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  7. Alguém tem de começar a gincana, ok ok lá vou eu…

    O FII tem como vantagem a meu ver, o melhor imóvel dos fundos imobiliários, o Ed Eldorado em SP. Tem também outro imóvel muito bom, a Torre Almirante no RJ.

    O ponto fraco aqui é a governança a meu ver, a gestão pecou historicamente em vários eventos, o mais recente nessa amortização de capital ao invés de usá-lo para aquisições e crescimento.

    Pronto fiz um, agora eu quero ver vocês participando também!

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  8. Boa tarde,
    Alguém teria alguma informação sobre a locação do edifício Flamengo. A última empresa lá foi a ENEVA. Este junto com o Torre Almirante são as duas maiores rendas por metro quadrado do BRCR. Falo isso pq moro do lado do edifício, tenho inclusive vista do meu quarto para o prédio, e há meses que está vazio, com cara de abandonado. O detalhe é que apesar de vazio as luzes do 4º, 5º e 6º andares estão sempre ligadas.
    abraços a todos

    Curtido por 2 pessoas

  9. ENTÃO TÁ

    Cansado de esperar pela não resposta do RI do BRCR, fui me queixar ao papa, diretamente no site do BTG Pactual.
    Adivinhem: isso mesmo, a mensagem não seguiu, ficou bloqueada, não tive como enviar. Minha esperança é que alguém ligado ao fundo/banco leia nosso blog e alerte pela negligencia com os cotistas do BRCR. (a) VANIO COELHO
    BTG Pactual
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    Nome: VANIO COELHO
    E-mail:
    Empresa: COTISTA XXXX
    DDD: Telefone:XX

    Estado: SC

    Cidade: Florianópolis

    Área de Interesse: Reclamações

    Mensagem:
    Início da mensagem encaminhada:

    De: Conejo10
    Assunto: carencias
    Data: 7 de janeiro de 2017 10:29:18 BRST
    Para: contato@bcfund.com.br
    Cc: Vanio COELHO

    Senhores, sou cotista fundador do BRCR11 (desde a IPO de 2010).
    Costumamos discutir a situação desse fundo no blog Tetzner WordPress.
    No momento discutimos o impacto da saída da PETRO do edificio Almirante, com notícias negativas.
    Estou tentando melhorar o austral, lembrando de locações que tiveram carência e quando estas terminam.
    Mas nos sites só encontrei o Banco Panamericano (seis meses, que deve terminar em abril próximo).
    Foi lembrada também a carência concedida à AGU no edifício Brazilian Office, porém não consegui encontrar o FR que trata do assunto.
    Assim, solicito informarem, com a gentileza de sempre, quais os contratos que ainda sofrem de carência e quando do término.
    Aproveito perguntar como está a busca de inquilino para o Torre Almirante.
    Muito obrigado

    VANIO COELHO

    Curtido por 1 pessoa

    • Com certeza já sabendo o q quer o embaixador querem esconder a informação pois ela deve forçar o valor da cota para baixo e consequentemente diminuir os ganhos deles, pois cotas baixa salário baixo.

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    • A ˜RESPOSTA” (sic)

      Prezado Vanio,

      1) Pedimos que, por favor, cheque se o e-mail enviado no dia 7 saiu da sua caixa, pois não foi recebido.

      R) Foram 2 emails, em 07 e 10 de janeiro para o RI , fora o terceiro para o próprio BTG. Minha caixa de email registra como ENVIADO!

      2) Sobre a saída da Petrobras no Torre Almirante, temos reiteradamente discutido nos últimos Calls, Releases e Informativos Mensais, sobre essa temática quais são os questionamento específicos do senhor?

      R)Puxa, não entenderam … “Aproveito para perguntar como está A BUSCA DE INQUILINO para o Torre Almirante”…?

      3)Quanto aos contratos que ainda estão em carência/descontos, fazemos a abertura dessa informação no Release Trimestral, o próximo será o do 4T16, com data ainda a ser divulgada.

      R) Alguém aí acha que esta resposta está no nível de quem cobra TRÊS MILHÕES DE REAIS POR MÊS?
      Eu não acho!

      4)Estamos disponíveis para quaisquer esclarecimentos remanescentes,
      Att, Equipe RI – BC Fund

      R) Quem se oferece?

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      • prezado Conejo… já passei muita raiva com eles também….. Não me deram uma informação e deram a outro cotista.
        Fiz reclamação na CVM e nao adiantou nada….
        Enfim, continu meu projeto de diminuir esse fundo da minha carteira…

        abs

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      • Conejo, parece q uma parte do que será desocupado do Eldorado já está pré-locado, conforme o último relatório. Já em relação a fim de eventuais carências, eu não tenho conhecimento.

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      • O depositário de informações deste blog não tem preço. Percorri os últimos seis meses e não encontrei nenhum contrato com Procuradoria de Justiça, devo ter confundido com outro fundo. Mas…
        Mas encontrei a informação que a Petrobrás só sai em fevereiro e paga 4 alugueis de multa, Então nos próximos 6 meses não haverá impacto, talvez despesas de manutenção.

        E tem o Banco Panamericano:

        i) Aprovar locação do Bloco A do Edificio Burity, imóvel na Av. Indianópolis n° 3096, na cidade de São Paulo, Estado de São Paulo (“Burity”) para Banco PAN S.A. (“PAN”), nos termos da proposta enviada pelo PAN ao Fundo em 20/09/2016. A proposta de locação enviada pelo PAN contempla a locação de 3.713,28m² de área locável do Burity, bem como o valor de aluguel equivalente a R$ 52.50/m², valor este dentro do valor do último laudo de avaliação do referido imóvel, datado de 31/05/2016 e equivalente aos valores de locação praticados no ano passado no momento da renovação do contrato no Bloco B do mesmo Edifício. O prazo de locação proposto é de 10 anos, a partir da assinatura do contrato. O valor do aluguel será ajustado anualmente conforme variação do IGP-M. O imóvel será entregue conforme suas condições atuais e para tanto foi solicitado uma carência de 6 (seis) meses para adaptações e mudança. Aprovada essa locação o imóvel ficará 93% locado.
        Então tenho sérias dúvidas se a renda do BRCR vai mesmo cair. Ou cair tanto como foi previsto aqui.

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      • Obrigado pela informação, Juquinha.É que me recordo de um imóvel – não necessariamente o Eldorado – que foi locado a ente público, talvez uma Procuradoria Regional, com carência de alguns meses. Alguém por aí não teria detalhes? Esses dados são importantes pois servem para uma tomada de posição. Se houver queda num mês nas no mês seguinte a renda for recuperada então fica tudo como está, sem pânico nem stress…

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      • Conejo, tenho quase certeza que o imóvel locado para órgão jurídico foi o Brazilian F.C, e o órgão foi a AGU. Ela divide o prédio com a BV Financeira e o Banco Santander.

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      • Brazilian Financial Center

        Descrição
        Data de Aquisição: Março 2010
        Tipo: Edifício Corporativo
        Classificação: A
        Localização: São Paulo – SP
        Área bruta locável: 42.612 m2
        Locatários: Grupo Pan, BV Financeira, Santander e AGU
        Propriedade do Fundo: 100%

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      • Bom, realmente ouvi o galo cantar só não sabia onde. Além da informação da renda de janeiro a ser paga dia 13 (R$ 0,74) informada lá em cima pelo Juquinha (outro blogueiro atento e colaborador, parabéns e obrigado) também encontrei a informação de que esse fundo BRCR é a melhor indicação de consultoria para 2017.
        Bom, não consegui localizar detalhes sobre o aluguel para a AGU no edificio Brazilian Office, entonces mandei o seguinte email, quando vier a resposta divulgo aqui:

        “Senhores, sou cotista fundador do BRCR11 (desde a IPO de 2010).
        Costumamos discutir a situação desse fundo no blog Tetzner.
        No momento discutimos o impacto da saída da PETRO do edifico Almirante, com notícias negativas.
        Estou tentando melhorar o astral, lembrando de locações que tiveram carência e quando estas terminam.
        Mas nos sites só encontrei o Banco Pan americano (seis meses, que deve terminar em abril próximo).
        Foi lembrada também a carência concedida à AGU no edifício Brazilian Office, porém não consegui encontrar o FR que trata do assunto.
        Assim, solicito informarem, com a gentileza de sempre, quais os contratos que ainda sofrem de carência e quando do término.
        Aproveito perguntar como está a busca de inquilino para o Torre Almirante.
        Muito obrigado

        VANIO COELHO

        Curtido por 7 pessoas

      • Ainda tenho Brcr numa quantia mínima que costumo segurar alguns fiis, tipo um cheque especial, só uso em últimos casos, mas se tivesse um pouco mais do mínimo que estabeleço, com certeza eu venderia mais Brcr recomprar futuramente.

        Curtido por 1 pessoa

      • Sério que tu acha que o mercado ainda não precificou a saída da Petro Interceptor?

        ”Quando ao seu redor todo mundo começa a se parecer idiota, cuidado, pois vc provavelmente está numa sala cheia de espelhos” WB

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      • Cabrones, ninguém aqui está falando em desqualificar um amigo chamando o de idiota ok, estamos aqui todos educadamente dando uma opinião em relação ao futuro do fii, eu apenas dei meu parecer e o que estou fazendo com esse fii, não disse p ninguém seguir meu pensamento, em relação a o mercado ter precificado, quando acontece o fato é a renda realmente cai pode sim acontecer de a cota sentir mais q o já precificado, minha umilde opinião, não sei o por que de sua agressividade em relação a um comentário tão ameno como q fiz, achei muito indelicadeza da sua parte essa tentativa sua de me desmoralizar, quanto a essa sala de espelho q vc mencionou talvez seja a sua, não minha ok

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      • Estranhamento o BTG AINDA não respondeu a meu email sobre fim de carências no BRCR. Segunda feira vou reclamar diretamente com o CEO deles, afinal recebem 3 milhões de reais por mês e não atendem uma consulta, em nome de 2.500 blogueiros? O que diz aquele grande colaborador do blog que defende o BTG e critica a moça da VAM para quem nada fica sem resposta?

        Curtido por 2 pessoas

      • Conejão isso que o BRCR tem um RI dedicado ao FII não mistura com os outros FIIs da casa

        é osso de pescoço mesmo

        Por isso cada vez mais vejo valor em fundos onde o gestor/administrador atende prontamente e com respeito o cotista, até mesmo se nem cotista do fundo ele for

        o pior dos casos a meu ver são os que atrasam e quando “sacam do junk” o email do cotista ainda dissimulam a resposta com informações inverídicas…

        Curtido por 3 pessoas

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