HGCR11 – CSHG Recebiveis Imobiliarios- FII

Classificado como sendo um fundo do tipo Papel e enquadra-se na segmentação IGPM; foi criado sob regime de condomínio fechado, com prazo Indeterminado de duração e administrado pelo CSH Griffo.
hgcr11
Tem por objetivo investir preponderantemente em Certificados de Recebíveis Imobiliários (“CRIs”), visando superar o Certificado de Depósito Interbancário – CDI bruto.

CRI são títulos lastreados em créditos imobiliários com promessa de pagamentos periódicos conforme fluxo de amortização pré-estabelecido que advém de qualquer operação imobiliária de compra e venda a prazo, financiamento ou locação, envolvendo imóveis residenciais, comerciais ou industriais.
HGCR11_cri
No processo de securitização, a Securitizadora adquire os direitos de crédito imobiliário de uma empresa credora, que possui um fluxo financeiro a receber, e emite o CRI tendo tais direitos como lastro. Com os recursos provenientes dos Investidores na colocação do CRI no mercado, a Securitizadora paga a empresa credora e, durante o prazo de duração do CRI, o fluxo financeiro é pago diretamente pelo gerador do crédito (o Devedor que contraiu um financiamento, comprou a prazo ou alugou um imóvel, por exemplo) à Securitizadora, que utiliza os recursos recebidos para remunerar os Investidores pelo CRI.

O Fundo deve alocar no mínimo 51% de seus recursos em Certificados de Recebíveis Imobiliários que se enquadrem nos requisitos de concentração, alavancagem e risco de crédito previstos no regulamento. Os recursos não alocados em CRIs são investidos em cotas de Fundos Imobiliários e de Renda Fixa, assim como em Letras de Crédito Imobiliário.

Início das atividades: Dezembro de 2009
Administradora: CSHG Corretora de Valores S.A.
Escriturador: Itaú Unibanco S.A.
Taxa de administração: 0,8% ao ano sobre o valor de mercado
Ofertas concluídas: 2 emissões de cotas realizadas

Taxas:
Administração: 0,80%a.a. sobre valor de mercado do fundo.

RI: list.imobiliario@cshg.com.br

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46 comentários sobre “HGCR11 – CSHG Recebiveis Imobiliarios- FII

  1. Data-base (último dia de negociação “com” direito ao rendimento) 24/02/2017
    Data do pagamento 14/03/2017
    Valor do rendimento por cota R$ 9,00 (nove reais)
    Período de referência Fevereiro – 2017

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  2. Data-base (último dia de negociação “com” direito ao rendimento) 31/01/2017
    Data do pagamento 14/02/2017
    Valor do rendimento por cota R$9,00 (nove reais)
    Período de referência Janeiro – 2016

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  3. FATO RELEVANTE
    CSHG Recebíveis Imobiliários – Fundo de Investimento Imobiliário – FII
    CNPJ n° 11.160.521/0001-22
    Código Cadastro CVM: CVM 141-4
    CREDIT SUISSE HEDGING-GRIFFO CORRETORA DE VALORES S.A., com sede na
    Rua Leopoldo Couto de Magalhães Jr., n° 700, 11º andar (parte), 13º e 14º andares (parte),
    Itaim Bibi, CEP: 04542-000, São Paulo, Estado de São Paulo, inscrita no CNPJ sob o nº
    61.809.182/0001-30, na qualidade de Instituição Administradora (“Administradora”) do
    CSHG RECEBÍVEIS IMOBILIÁRIOS – FUNDO DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO – FII,
    inscrito no CNPJ sob o nº 11.160.521/0001-22 (“Fundo”), vem, por meio deste, nos
    termos da Instrução CVM n° 472/08, conforme alterada, divulgar o presente comunicado.
    Em complemento aos fatos relevantes divulgados em 25 de maio de 2015, 23 de junho de
    2015 e 28 de setembro de 2015, a Administradora informa que os certificados de recebíveis
    imobiliários seniores da 35ª série da 1ª emissão, emitidos pela Ápice Securitizadora
    Imobiliária S.A (respectivamente, “CRI” e “Securitizadora”)1
    detidos pelo Fundo, foram
    vendidos na sua totalidade, pelo valor de R$ 8.250.00,00 (R$ 275.000,00 por CRI), o que
    representa um desconto de 0,83% em relação ao valor contábil registrado na carteira do
    Fundo no mês de novembro de 2016.
    São Paulo, 26 de dezembro de 2016.
    CREDIT SUISSE HEDGING-GRIFFO CORRETORA

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  4. Data-base (último dia de negociação “com” direito ao rendimento) 31/08/2016
    Data do pagamento 15/09/2016
    Valor do rendimento por cota R$ 9,00 (nove reais)
    Período de referência Agosto – 2016

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      • CRI MGrupo

        Este CRI corresponde a 8,63% do Patrimônio Liquido do CSHG Recebíveis Imobiliários FII na data de 30/06/2016. Na data de emissão, o saldo devedor do CRI
        correspondia a aproximadamente 26% do valor indicado no laudo de avaliação dos imóveis dados em garantia.

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      • CRI Goiabeiras

        Estes CRI corresponde a 7,76% do Patrimônio Líquido do CSHG Recebíveis Imobiliários FII na data de 30/06/2016.
        2 Conforme divulgado nos Fatos Relevantes
        mencionados, existiam três pendências judiciais que poderiam ameaçar de alguma forma o fluxo e as garantias dos referidos CRI, adquiridos pelo Fundo. Dois dos processos judiciais, após terem sido proferidas decisões protegendo as garantias e bens da Goiabeiras vinculados aos CRI, foram objeto de acordo pela devedora Jaú.
        Quanto ao processo ainda em discussão, trata-se de execução por parte do Fundo de Investimento em Direitos Creditórios Não Padronizados NPL I contra a Jaú S.A. – Construtora e Incorporadora, antecessora da Goiabeiras, devedora dos CRI e atual proprietária do Shopping Goiabeiras.3 Processo de Execução de Título Extrajudicial nº 0176460-46.1994.8.26.0002, em trâmite perante a 4ª Vara Cível do Foro Regional de Santo Amaro, da Comarca de São Paulo, distribuído em 01/07/1994

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      • CRI MGrupo

        é uma novelinha, o último episódio conforme relatório é esse:

        “Durante o mês de junho-16, o Comitê de investimento do Fundo, em conjunto com a área de risco, reavaliou o ativo, considerando uma perda de 10% do saldo remanescente, impactando o valor da cota patrimonial do Fundo. Entretanto, por não ter um efeito caixa, este lançamento não impacta na distribuição de resultados”

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      • CRI Goiabeiras

        bom aqui em termos de novela a globo perde feio… foram vários capítulos, com discussões e muito stress no mercado e no relacionamento gestor/administrador x cotistas

        a ultima informação que eles divulgam é:

        “Diante do valor do crédito total declarado judicialmente, os embargos de terceiro opostos pela Gaia Securitizadora foram, em 18 de
        junho de 2015, julgados procedentes pelo juízo de primeira instância, rejeitando-se a pretensão do credor/exequente de penhorar os
        bens e créditos que constituem garantia dos Certificados de Recebíveis Imobiliários – CRI das séries 22ª, 33ª, 42ª e 55ª da 4ª
        emissão emitidos pela Gaia Securitizadora. Reconheceu o juízo de primeira instância, para fundamentar a sentença de procedência
        dos embargos de terceiro, que a devedora/executada Jaú, proprietária anterior de imóveis que compõem parte do Shopping, tinha
        outros bens livres e suficientes ao pagamento de sua dívida perante o credor/exequente, devendo por isso ser protegidos os bens
        imóveis conferidos em garantia da securitização. A referida sentença também ainda não é definitiva e foi objeto de recurso de
        apelação endereçado ao Tribunal de Justiça de São Paulo.
        A Administradora continua acompanhando ativamente os procedimentos adotados pela Gaia Securitizadora, a fim de resguardar os
        interesses dos cotistas do Fundo. Decisões que representarem impactos no patrimônio do Fundo e/ou representem mudanças no
        curso dos processos serão comunicadas ao mercado através de Fatos Relevantes.”

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      • Que baita rolo! Como é que consegue manter um rendimento alto assim? Fiis de papel que são comprovadamente melhores e sem nenhum problema nos CRis não pagam isso!Como a renda engana mesmo….

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  5. Data-base (último dia de negociação “com” direito ao rendimento) 29/07/2016
    Data do pagamento 12/08/2016
    Valor do rendimento por cota R$ 9,00 (nove reais)
    Período de referência Julho – 2016

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    • Olhei aqui meio “por cima”, não cheguei a pesquisar muito sobre os ativo, mas de cara já percebo uma posição relevante problematica, que é a do CRI Goiabeiras, e também a posição do MGrupo, que não contribui atualmente com nada para o resultado do fundo. As outras posições parecem boas, porém algumas com taxas muito baixas, como um com taxa de 5,20% + IGPM, ou 6,30% + IPCA.

      Também não entendi porquê as distribuições vem caindo nos últimos meses, mesmo com um IGPM alto acumulado, este mês o fundo distribuirá R$ 9,50, o que no preço atual dá 1%, o que não é muito interessante para um fundo de papel. Ademais, ano passado tivemos um mês com IGPM de 0,28% e outros em torno de 0,6x% e o rendimento do fundo pelo que vejo aqui nunca ficou abaixo de R$ 10,00, ficando com uma média de quase R$ 11,00, já este ano mesmo com IGP-M de 1,14 em janeiro e 1,29 em Fevereiro, as distribuições estão caindo e ficando em torno de R$ 9,00-9,50. Talvez seja fruto da falta de pagamentos por parte do MGrupo e talvez o Goiabeiras (Esse eu não sei se está contribuindo para o caixa, creio que ainda sim), além disso o fundo possui alguns FIIs em carteira, estes FIIs podem estar pagando menos também, gerando resultados menores, mas eu teria que ver com atenção.

      Ponto positivo é a taxa de administração, que é de 0,8% sobre o valor de mercado, acho que uma das mais baixas entre os fiis. Também achei interessante ele ter FIIs em carteira, pois permite ao fundo obter valorização de ativos reais no patrimônio a lp, embora possa ter resultados negativos a curto prazo referentes a distribuições, além de fazê-lo ficar com cara de FoF.

      Atualmente o fundo negocia abaixo do VP, parecendo talvez uma opção interessante de investimento…

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  6. FUNDO DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO – FII BTG PACTUAL FUNDO DE CRI

    COMUNICADO AO MERCADO

    A BTG Pactual Serviços Financeiros S.A. DTVM, na qualidade de administradora do FUNDO DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO – FII BTG PACTUAL FUNDO DE CRI, (respectivamente, “Administradora” e “Fundo”) comunica aos cotistas e ao mercado que, visando uma maior proteção ao patrimônio do Fundo e de seus cotistas, o Fundo, por meio da BTG Pactual Gestora de Recursos Ltda., sua gestora (“Gestora”), renegociou com a PDG Realty S.A Empreendimentos e Participações (“PDG”) os termos e garantias da repactuação dos certificados de recebíveis imobiliários da 25ª Série da 1ª Emissão da PDG Companhia Securitizadora (“CRI”), em conjunto com os demais investidores dos CRI, incluindo, porém não se limitando, aos termos a seguir elencados: (i) permuta da atual garantia correspondente à exposição em ações na REP Real Estate (57,56% da empresa) por estoque complementar de imóveis prontos, em regime de alienação fiduciária; (ii) destinação integral das receitas provenientes da venda de parte ou totalidade dos novos imóveis para a amortização antecipada do CRI; (iii) correção imediata dos juros remuneratórios do CRI de CDI+5% a.a. para CDI+6% a.a. até o vencimento do papel; (iv) prorrogação do prazo de vencimento do CRI para julho de 2017; e (v) pagamento integral da amortização devida pela PDG em julho de 2017.

    O saldo devedor atual é de R$ 95,4 milhões, dos quais o Fundo detém 12,5%. Esse ativo representa, considerando o fechamento de maio de 2016, 8,0% do Patrimônio Líquido do Fundo. A Gestora acredita que dentre as alternativas disponíveis a repactuação era a que melhor atendia aos interesses do Fundo e, consequentemente, dos seus cotistas.

    São Paulo, 30 de junho de 2016.

    BTG PACTUAL SERVIÇOS FINANCEIROS S.A. DTVM

    Administradora

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  7. CSHG Recebíveis Imobiliários FII – Maio de 2016

    O Fundo distribuirá R$ 9,50 por cota como rendimento referente ao mês de maio. O pagamento será realizado em 14/06/16, aos detentores de cotas em 31/05/16. A política de distribuição de rendimentos do Fundo permanece em linha com a regulamentação vigente, que prevê a distribuição de pelo menos 95% do resultado semestral auferido a regime de caixa.

    Fluxo HGCR 11 mai-16

    Receita CRI 855.390
    Receita FII 105.057
    Receita Renda Fixa 60.098

    Total de Receitas 1.020.546
    Total de Despesas (74.954

    Resultado 945.592
    Rendimento 994.736

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    • a composição do resultado gerado por cota nos últimos 12 meses, o qual é impactado principalmente pela inflação do mês antecedente – especialmente IGP-M, que corresponde a 34% da correção mensal

      No fechamento deste mês, o valor de mercado da cota do Fundo foi de R$980,00 e o valor patrimonial foi de R$1.040,53.

      Curtido por 1 pessoa

      • Mbp77

        Queima de Caixa é questão recorrente nos HGs, mesmo o HGLG que estava melhor de renda deve sentir alguma pressão também.

        As receitas não são regulares, então precisa sempre olhar o acumulado de 12 meses; queimar um pouco de caixa é normal, afinal reserva-se 5% do lucro para se usar entre outras coisas, em tempos bicudos.

        Hoje o que mais preocupa a mim é o RE que está muito distante e com horizonte de aumento de vacância; de novo, minha opinião, minha visão, minha percepção.

        Cada um faça a sua, as informações estão todas ai 🙂

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  8. olha a papelada ai gente… subiu um pouco 🙂

    FII CSHG CRI (HGCR) – DISTRIBUICAO DE RENDIMENTO

    Data-base: 31/03/2016
    Data para pagamento: 14/04/2016
    Valor distribuido por cota: R$ 9,50
    Periodo de referencia: marco/2016

    Norma: a partir de 01/04/2016 cotas ex-rendimento.

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    • HGCR

      Março/16

      Nota da Administradora
      Encontram-se disponíveis na seção “CRI MGrupo” deste documento, informações
      atualizadas em referência aos Certificados de Recebíveis Imobiliários adquiridos pelo
      Fundo com lastro de 3 shopping centers situados no Rio Grande do Sul (Shopping
      Bento Gonçalves, Shopping Aldeia e Shopping Max).

      Também está disponível na seção “CRI Goiabeiras” deste documento, informações
      atualizadas em referência aos Certificados de Recebíveis Imobiliários adquiridos pelo
      Fundo com lastro no financiamento da expansão do Shopping Goiabeiras.

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      • FII de Papel da Griffo, com risco goiabeiras e mais MGrupo

        Distribuição de Rendimentos
        O Fundo distribuirá R$ 9,50 por cota como rendimento referente ao mês de março. O
        pagamento será realizado em 14/04/16, aos detentores de cotas em 31/03/16. A
        política de distribuição de rendimentos do Fundo permanece em linha com a
        regulamentação vigente, que prevê a distribuição de pelo menos 95% do resultado
        semestral auferido a regime de caixa

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      • a. No fechamento deste mês, o valor de mercado da cota do
        Fundo foi de R$975,00 e o valor patrimonial foi de
        R$1.028,76. O gráfico abaixo compara o CDI acumulado* em
        relação ao valor da cota e aos rendimentos distribuídos desde o
        início do Fundo.

        IGP-M, que corresponde a 35% da correção mensal. Objetiva-se manter a distribuição de rendimentos o mais uniforme possível durante o semestre, mesmo com a variabilidade dos índices de inflação que corrigem os CRI.

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      • CRI MGrupo

        Conforme Fato Relevante divulgado em 28 de setembro de 2015, o CRI teve sua recompra compulsória novamente declarada em assembleia geral dos titulares realizada nesta mesma data, aprovada por unanimidade, tendo em vista que, sem prejuízo da notificação enviada pela Securitizadora às cedentes dos créditos e aos fiadores das obrigações, não houve recomposição do Fundo de Reserva de 18 de setembro de 2015, data do pagamento da remuneração mensal do CRI. A Securitizadora está autorizada desde então a tomar todas as medidas necessárias para (i) notificar as cedentes e os fiadores sobre o vencimento antecipado e a consequente recompra compulsória e (ii) iniciar os procedimentos de excussão/execução das garantias caso a recompra compulsória não seja honrada.
        1Este CRI corresponde a 9,65% do Patrimônio Liquido do CSHG Recebíveis Imobiliários FII na data de 31/03/2016. Na data de emissão, o saldo devedor do CRI correspondia a aproximadamente 26% do valor indicado no laudo de avaliação dos imóveis dados em garantia.

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      • CRI Goiabeiras

        Diante do valor do crédito total declarado judicialmente, os embargos de terceiro opostos pela Gaia Securitizadora foram, em 18 de junho de 2015, julgados procedentes pelo juízo de primeira instância, rejeitando-se a pretensão do credor/exequente de penhorar os bens e créditos que constituem garantia dos Certificados de Recebíveis Imobiliários – CRI das séries 22ª, 33ª, 42ª e 55ª da 4ª emissão emitidos pela Gaia Securitizadora.

        Reconheceu o juízo de primeira instância, para fundamentar a sentença de procedência dos embargos de terceiro, que a devedora/executada Jaú, proprietária anterior de imóveis que compõem parte do Shopping, tinha
        outros bens livres e suficientes ao pagamento de sua dívida perante o credor/exequente, devendo por isso ser protegidos os bens imóveis conferidos em garantia da securitização. A referida sentença também ainda não é definitiva e foi objeto de recurso de apelação endereçado ao Tribunal de Justiça de São Paulo.

        A Administradora continua acompanhando ativamente os procedimentos adotados pela Gaia Securitizadora, a fim de resguardar os interesses dos cotistas do Fundo. Decisões que representarem impactos no patrimônio do Fundo e/ou representem mudanças no curso dos processos serão comunicadas ao mercado através de Fatos Relevantes.
        1 Estes CRI corresponde a 7,72% do Patrimônio Líquido do CSHG Recebíveis Imobiliários FII na data de 31/03/2016.

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      • Fechamento a 975 e no mês útil andando entre 930 ~ 955… eita festa…

        A impressão que tenho é que a cshg foi um tanto descuidada na escolha dos cris deles. Tomo por exemplo fexc e vrta. Muitos comentários negativos sobre os gestores e os cris selecionados, mas aimda sem defaults dessas magnitudes.

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  9. HGCR

    Fev/16

    “Encontram-se disponíveis na seção “CRI MGrupo” deste documento, informações atualizadas em referência aos Certificados de Recebíveis Imobiliários adquiridos pelo Fundo com lastro de 3 shopping centers situados no Rio Grande do Sul (Shopping Bento Gonçalves, Shopping Aldeia e Shopping Max).

    Também está disponível na seção “CRI Goiabeiras” deste documento, informações atualizadas em referência aos Certificados de Recebíveis Imobiliários adquiridos pelo Fundo com lastro no financiamento da expansão do Shopping Goiabeiras.

    O Fundo distribuirá R$ 9,40 por cota como rendimento referente ao mês de fevereiro. O pagamento será realizado em 14/03/16, aos detentores de cotas em 29/02/16.

    Abaixo, pode-se observar a composição do resultado gerado por cota nos últimos 12 meses, o qual é impactado principalmente pela inflação do mês antecedente – especialmente IGP-M, que corresponde a 36% da correção mensal.

    Objetiva-se manter a distribuição de rendimentos o mais uniforme possível durante o semestre, mesmo com a variabilidade dos índices de inflação que corrigem os CRI.

    CRI MGrupo
    Conforme Fato Relevante divulgado em 28 de setembro de 2015, o CRI teve sua recompra compulsória novamente declarada em assembleia geral dos titulares realizada nesta mesma data, aprovada por unanimidade, tendo em vista que, sem prejuízo da notificação enviada pela Securitizadora às cedentes dos créditos e aos fiadores das obrigações, não houve recomposição do Fundo de Reserva de 18 de setembro de 2015, data do pagamento da remuneração mensal do CRI. A Securitizadora está autorizada
    desde então a tomar todas as medidas necessárias para (i) notificar as cedentes e os fiadores sobre o vencimento antecipado e a consequente recompra compulsória e (ii) iniciar os procedimentos de excussão/execução das garantias caso a recompra compulsória não seja honrada.

    CRI Goiabeiras
    Diante do valor do crédito total declarado judicialmente, os embargos de terceiro opostos pela Gaia Securitizadora foram, em 18 de junho de 2015, julgados procedentes pelo juízo de primeira instância, rejeitando-se a pretensão do credor/exequente de penhorar os bens e créditos que constituem garantia dos Certificados de Recebíveis Imobiliários – CRI das séries 22ª, 33ª, 42ª e 55ª da 4ª emissão emitidos pela Gaia Securitizadora. Reconheceu o juízo de primeira instância, para fundamentar a sentença de procedência dos embargos de terceiro, que a devedora/executada Jaú, proprietária anterior de imóveis que compõem parte do Shopping, tinha outros bens livres e suficientes ao pagamento de sua dívida perante o credor/exequente, devendo por isso ser protegidos os bens imóveis conferidos em garantia da securitização. A referida sentença também ainda não é definitiva e foi objeto de recurso de apelação endereçado ao Tribunal de Justiça de São Paulo.
    A Administradora continua acompanhando ativamente os procedimentos adotados pela Gaia Securitizadora, a fim de resguardar os interesses dos cotistas do Fundo. Decisões que representarem impactos no patrimônio do Fundo e/ou representem mudanças no curso dos processos serão comunicadas ao mercado através de Fatos Relevantes.”

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  10. FII CSHG CRI (HGCR)

    COMUNICADO AO MERCADO

    Enviou o seguinte Comunicado ao Mercado:

    “Esclarecimentos ao Mercado

    CSHG Recebiveis Imobiliarios – Fundo de Investimento Imobiliario – FII CNPJ/MF
    no 11.160.521/0001-22 Codigo Cadastro CVM: 141-4

    Questionada a respeito das ultimas decisoes proferidas em 13 de novembro de 2015
    sobre os processos relacionados aos Certificados de Recebiveis Imobiliarios –
    CRI adquiridos pelo Fundo1, que foram objetos de Fatos Relevantes divulgados
    anteriormente, a CREDIT SUISSE HEDGING-GRIFFO CORRETORA DE VALORES S.A.,
    sociedade por acoes, com sede na Rua Leopoldo Couto de Magalhaes Jr., no 700,
    11o. andar, Itaim Bibi, CEP: 04542-000, Sao Paulo, Estado de Sao Paulo, inscrita
    no CNPJ/MF sob o no. 61.809.182/0001-30, na qualidade de Instituicao
    Administradora (“Administradora”) do CSHG RECEBIVEIS IMOBILIARIOS – FUNDO DE
    INVESTIMENTO IMOBILIARIO – FII, inscrito no CNPJ/MF sob o no. 11.160.521/0001-22
    (“Fundo”), informa, por meio deste, que a decisao proferida pelo Juizo de
    primeira instancia na referida data, entre outras materias, reafirma a decisao
    recente do Tribunal de Justica de Sao Paulo, que suspendeu quaisquer tentativas
    de penhora dos bens e creditos que constituem garantia dos CRI adquiridos.

    Desta forma, a Administradora entende que tal decisao nao representa mudanca no
    curso dos processos e nao impacta o patrimonio do Fundo. A Securitizadora, em
    conjunto com a Administradora, continuarao adotando as medidas necessarias a fim
    de resguardar os interesses dos cotistas do Fundo, sendo que eventuais novidades
    do processo (Execucao2, Embargos a Execucao2 e Embargos de Terceiro3, cujas
    identificacoes encontram-se nas notas abaixo) podem ser acompanhadas diretamente
    no TJSP e nos relatorios gerenciais mensais do Fundo.

    Sao Paulo, 19 de novembro de 2015.
    CREDIT SUISSE HEDGING-GRIFFO CORRETORA DE VALORES S.A.

    Instituicao Administradora do CSHG RECEBIVEIS IMOBILIARIOS – FUNDO DE
    INVESTIMENTO IMOBILIARIO – FII

    1 Este CRI corresponde a 7,56% do Patrimonio Liquido do CSHG Recebiveis
    Imobiliarios FII na data de 18/11/2015.
    2 Processo de Execucao de Titulo Extrajudicial no. 0176460-46.1994.8.26.0002, em
    tramite perante a 4a Vara Civel do Foro
    Regional de Santo Amaro, da Comarca de Sao Paulo, distribuido em 01/07/1994.
    3 Embargos de Terceiro no. 1037933-96.2014.8.26.0002, em tramite perante a 4a
    Vara Civel do Foro Regional de Santo Amaro, da
    Comarca de Sao Paulo, distribuido em 22/08/2014.”

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  11. COMUNICADO AO MERCADO

    A BTG Pactual Serviços Financeiros S.A. DTVM, na qualidade de administradora do FUNDO DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO – FII BTG PACTUAL FUNDO DE FUNDOS, (respectivamente, “Administradora” e “Fundo”) comunica aos cotistas e ao mercado que, visando uma maior proteção ao patrimônio do Fundo e de seus cotistas, o Fundo, por meio da BTG Pactual Gestora de Recursos Ltda., sua gestora (“Gestora”), renegociou com a PDG Realty S.A Empreendimentos e Participações (“PDG”) os termos e garantias da repactuação dos certificados de recebíveis imobiliários da 25ª Série da 1ª Emissão da PDG Companhia Securitizadora (“CRI”), em conjunto com os demais investidores dos CRI, incluindo, porém não se limitando, aos termos a seguir elencados: (i) em adição à atual garantia (57,56% das ações da REP Real Estate), está sendo incorporado, em regime de alienação fiduciária, um volume adicional de garantia em estoque residencial da PDG; (ii) foi prorrogado o prazo de vencimento dos CRI para dezembro de 2016; (iii) foi estabelecido patamar crescente de juros remuneratórios do papel; (iv) foi estabelecido pagamento integral da amortização devida em dezembro de 2016; e (v) as receitas provenientes de eventual venda de parte ou da totalidade dos imóveis e/ou SPE em garantia serão destinadas exclusivamente para a amortização antecipada e pagamento de juros dos CRI.

    O saldo devedor atual dos CRI é de R$ 112,5 milhões, dos quais o Fundo detém 4,3% (R$ 4,8 milhões), e a Gestora acredita que dentre as alternativas disponíveis a repactuação era a que melhor atendia aos interesses do Fundo e, consequentemente, dos seus cotistas.

    São Paulo, 08 de outubro de 2015.

    BTG PACTUAL SERVIÇOS FINANCEIROS S.A. DTVM

    Administradora

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