HGCR11 – CSHG Recebiveis Imobiliarios- FII

Classificado como sendo um fundo do tipo Papel e enquadra-se na segmentação IGPM; foi criado sob regime de condomínio fechado, com prazo Indeterminado de duração e administrado pelo CSH Griffo.
hgcr11
Tem por objetivo investir preponderantemente em Certificados de Recebíveis Imobiliários (“CRIs”), visando superar o Certificado de Depósito Interbancário – CDI bruto.

CRI são títulos lastreados em créditos imobiliários com promessa de pagamentos periódicos conforme fluxo de amortização pré-estabelecido que advém de qualquer operação imobiliária de compra e venda a prazo, financiamento ou locação, envolvendo imóveis residenciais, comerciais ou industriais.
HGCR11_cri
No processo de securitização, a Securitizadora adquire os direitos de crédito imobiliário de uma empresa credora, que possui um fluxo financeiro a receber, e emite o CRI tendo tais direitos como lastro. Com os recursos provenientes dos Investidores na colocação do CRI no mercado, a Securitizadora paga a empresa credora e, durante o prazo de duração do CRI, o fluxo financeiro é pago diretamente pelo gerador do crédito (o Devedor que contraiu um financiamento, comprou a prazo ou alugou um imóvel, por exemplo) à Securitizadora, que utiliza os recursos recebidos para remunerar os Investidores pelo CRI.

O Fundo deve alocar no mínimo 51% de seus recursos em Certificados de Recebíveis Imobiliários que se enquadrem nos requisitos de concentração, alavancagem e risco de crédito previstos no regulamento. Os recursos não alocados em CRIs são investidos em cotas de Fundos Imobiliários e de Renda Fixa, assim como em Letras de Crédito Imobiliário.

Início das atividades: Dezembro de 2009
Administradora: CSHG Corretora de Valores S.A.
Escriturador: Itaú Unibanco S.A.
Taxa de administração: 0,8% ao ano sobre o valor de mercado
Ofertas concluídas: 2 emissões de cotas realizadas

Taxas:
Administração: 0,80%a.a. sobre valor de mercado do fundo.

RI: list.imobiliario@cshg.com.br

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63 comentários sobre “HGCR11 – CSHG Recebiveis Imobiliarios- FII

    • GOIABEIRAS

      Conforme os acórdãos prolatados, o mencionado Tribunal

      (i) reconheceu a exigibilidade do crédito do credor/exequente, deduzindo que os supostos bens livres de titularidade da Jaú configuravam apenas uma expectativa de direito quando da venda do Shopping à atual proprietária, bem como que a utilização de informações sigilosas para a aquisição do crédito não teria reflexos para o caso, podendo ser objeto de análise e sanção próprias na esfera administrativa pelos órgãos competentes;

      (ii) determinou, anulando a perícia realizada anteriormente para apuração do crédito do credor/exequente, a realização de nova perícia com base em parâmetros que foram especificamente fixados e que são distintos daqueles até então defendidos tanto pela executada/devedora Jaú, como pelo credor/exequente; e

      (iii) autorizou a penhora dos imóveis objeto das 419 matrículas que compunham a configuração original do Shopping, antes das expansões viabilizadas pelo financiamento que lastreou os CRI aqui referidos; bem como de 30% (trinta por cento) das receitas de aluguel auferidas com a exploração de tais imóveis.

      A GaiaSec e a Administradora estão avaliando as medidas jurídicas cabíveis com o objetivo de obter a suspensão e a reforma perante as instâncias superiores da referida decisão autorizadora da penhora apontada acima.

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      • do relatório

        1. Estes CRI corresponde a 6,91% do Patrimônio Líquido do CSHG Recebíveis Imobiliários FII na data de 31/05/2017.

        2. Conforme divulgado nos Fatos Relevantes mencionados, existiam três pendências judiciais que poderiam ameaçar de alguma forma o fluxo e as garantias dos referidos CRI, adquiridos pelo Fundo.

        Dois dos processos judiciais, após terem sido proferidas decisões protegendo as garantias e bens da Goiabeiras vinculados aos CRI, foram objeto de acordo pela devedora Jaú S.A. – Construtora e Incorporadora (“Jaú”).

        Quanto ao processo ainda em discussão, trata-se de execução por parte do Fundo de Investimento em Direitos Creditórios Não Padronizados NPL I contra a Jaú, antecessora proprietária de imóveis que compõem parte do Shopping Goiabeiras e que atualmente são de propriedade da Goiabeiras, devedora dos CRI e atual proprietária do Shopping Goiabeiras.

        3 Processo de Execução de Título Extrajudicial nº 0176460-46.1994.8.26.0002, em trâmite perante a 4ª Vara Cível do Foro Regional de Santo Amaro, da Comarca de São Paulo, distribuído em 01/07/1994.

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