CTXT – CENTRO TEXTIL INTERNACIONAL

O FII  é proprietário de 75%​ do condomínio denomin​ado Centro Têxtil Internacional – (ITM Expo), situado na Avenida Engenheiro Roberto Zucollo, 555, Vila Leopoldina, São Paulo – SP; administrado pela Rio Bravo, em regime de condomínio fechado e com prazo indeterminado de duração.

CTXT11

As cotas do Fundo são negociadas na Bolsa de Valores de São Paulo, sob código CTXT11, com baixa Liquidez.

Área Bruta Locável (ABL): 45.450m²
Vagas de garagem: 1.096
Participação no empreendimento: 75%

Taxas:
Administração: R$ 20.000,00 mensais corrigido pelo IGPM.

RI: fundosimobiliarios@riobravo.com.br

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185 comentários sobre “CTXT – CENTRO TEXTIL INTERNACIONAL

  1. RIO BRAVO INVESTIMENTOS – DISTRIBUIDORA DE TÍTULOS E VALORES MOBILIÁRIOS
    LTDA., instituição financeira com sede na Cidade de São Paulo, Estado de São Paulo, na
    Avenida Chedid Jafet, nº 222, Bloco B, 3º andar, Vila Olímpia, inscrita no CNPJ/MF sob o nº
    72.600.026/0001-81 (”Administradora”), na qualidade de instituição administradora do FUNDO
    DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO CENTRO TÊXTIL INTERNACIONAL (“Fundo”), inscrito no
    CNPJ/MF sob o nº 00.762.723/0001-28, vem, por meio deste, comunicar os cotistas do Fundo
    que recebeu, em 25 de agosto de 2017, notificação (“Notificação”) da cotista Cyrela
    Commercial Properties S.A. Empreendimentos e Participações (“CCP”), referente à Assembleia
    Geral Extraordinária de cotistas realizada em 27 de setembro de 2016, por meio da qual a CCP
    informa, considerando que até a presente data as alterações solicitadas pela CCP não
    puderam ser implementadas e a fim de evitar qualquer prejuízo aos interesses do Fundo e de
    seus cotistas, que a administração da CCP reavaliou os motivos que a levaram a solicitar a
    realização da referida assembleia e decidiu por ora não prosseguir com o pedido de alteração
    da administradora do Fundo, ou com alteração dos respectivos serviços de custódia e
    controladoria.

    Por fim, a Administradora comunica aos cotistas que a Notificação foi peticionada à CVM para
    solicitar o arquivamento de consulta apresentada à CVM nos termos acordados em assembleia
    acima referida, em razão da perda de seu objeto. Assim que houver manifestação da CVM, a
    Administradora divulgará fato relevante ao mercado.
    Permanecemos à disposição para prestar quaisquer esclarecimentos adicionais que se façam
    necessários.

    São Paulo, 31 de agosto de 2017.

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  2. Perus e Suzano disputam a nova CEAGESP, que deixará a Vila Leopoldina em 2020

    A CEAGESP (Companhia de Entrepostos e Armazéns Gerais de São Paulo) deve deixar a Vila Leopoldina – na Zona Oeste de São Paulo -, até 2020. A informação partiu do prefeito João Dória (PSDB), durante uma visita realizada ao bairro da Lapa em 25 de março de 2017, de acordo com ele, a mudança é de comum acordo com os Governos Federal, Estadual e Municipal e ainda não há um lugar definido.

    Criada no fim da década de 60 com a fusão das operações do CEASA (Centro Estadual de Abastecimento) e da CEAGESP, órgãos então vinculados ao Governo do Estado, a atual CEAGESP é uma empresa gerida pelo governo federal, integrando o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, que hoje administra o Ceasa de São Paulo.

    Projeto de Revitalização === A área de 700 mil m² tem o valor venal de R$ 1,7 bilhão e por isso o interesse do Governo Federal em vendê-la. A intenção da gestão João Doria é revitalizar a área, criando um centro internacional de tecnologia (uma instituição integradora de tecnologia, ensino e geração de negócios) e uma Faculdade de Tecnologia (FATEC).

    Na gestão Fernando Haddad (PT), a Prefeitura e o Governo Federal firmaram um acordo para desativar a atual CEAGESP e construir um novo entreposto em Perus, na Zona Norte/Noroeste, o que proporcionaria a criação de cerca de 30 mil empregos e desenvolvimento econômico para a região Norte/Noroeste, gerando e distribuindo renda na cidade de São Paulo. Hoje, passam pela CEAGESP 10 toneladas de alimentos por dia, que em 2016 gerou um faturamento de R$ 10,5 bilhões.

    Menos veículos e poluição === A mudança também e retiraria cerca de 14 mil veículos (entre carros e caminhões) da região da Vila Leopoldina, melhorando o trânsito. Na cidade de São Paulo, 90% da poluição é causada pelos carros, de acordo com dados da CETESB. Os paulistanos vivem em média dois anos a menos pelos efeitos da poluição no organismo, que mata quase 20 pessoas por dia, segundo o laboratório de poluição atmosférica da USP.

    Nasce o NESP === Em 2016, o grupo Novo Entreposto de São Paulo (NESP), uma alternativa criada pela iniciativa privada para o abastecimento e comércio de hortifrutigranjeiros, protocolou um projeto por meio de uma manifestação de interesse público (MIP) junto à gestão Haddad, que a tornou pública e abriu chamamento. Diferentemente de uma incorporadora, a grande vantagem da NESP é que ela é formada por pessoas que tem vivência no ramo e que hoje, são permissionários no CEAGESP e conhecem todas as dificuldades que podem acontecer. O nome técnico disso tudo? Experiência….

    Como não houve mais interessados, o NESP ganhou o processo, com o compromisso de custear a mudança (compra do terreno, edificações), além da fazer reurbanização e obras no local. A iniciativa chegou a receber sinalização de apoio financeiro do Governo Federal (proprietário da área da CEAGESP), porém as negociações não foram à frente e o projeto do grupo de comerciantes seguiu de forma independente.

    O NESP ocupará uma área de 1.606.285,00 m² (que antes pertencia à CIA Melhoramentos de Papel e Celulose) e está localizado próximo à Rodovia dos Bandeirantes, a 3km do Rodoanel Mario Covas e a apenas 14km da Marginal Tietê . Em dezembro de 2016, Haddad assinou o decreto do Projeto de Intervenção Urbana (PIU), elaborado pelo processo administrativo número 2016-0.163.343-9, que autoriza os usos e parâmetros requeridos pelo NESP para o terreno adquirido na região de Perus.

    Um estudo elaborado pelo NESP indicou que a localização permitirá uma redução de 25% o tempo gasto pelos usuários no trânsito, em relação ao gasto atualmente. Além do acesso rodoviário, haverá também a opção de acesso através da Linha 7 Rubi da CPTM. O projeto prevê ainda, a construção de uma nova estação da CPTM dentro do NESP.

    Ao longo do segundo semestre de 2016 a idéia foi disseminada e conquistou a adesão de mais de 200 permissionários, menos de 10% das 3 mil empresas que hoje mantém boxes na CEAGESP.

    Como funciona a CEAGESP === Hoje, quem trabalha na CEAGESP paga basicamente ao governo federal duas tarifas: o Termo de Permissão Remunerada de Uso (TPRU) – uma espécie de aluguel pelo uso dos boxes e o condomínio (divisão dos custos operacionais com portaria, segurança, limpeza, manutenção). O condomínio teve uma alta de 40% ao ano, nos últimos três exercícios fiscais e mesmo assim, o prédio não recebe uma reforma há mais de 20 anos. Para ter um boxe, é necessário participar de uma concorrência pública.

    “Os comerciantes investiram no ponto comercial, reformando e modernizando os boxes por conta própria e não queremos perder isso. Alguém terá que nos indenizar. O ideal é que a gestão ficasse por conta da gente”, afirma um permissionário da CEAGESP ouvido pelo DiárioZonaNorte e que pediu anonimato, sobre a relutância em aderir ao NESP.

    O projeto do NESP, inspirado no Mercabarna de Barcelona e no Rungis Marché International em Paris, foi apresentado oficialmente na 5ª feira (03/08/2017) no auditório da UMC, na Vila Leopoldina, para permissionários da CEAGESP, convidados e imprensa.

    O Projeto === Com um custo de R$ 1,5 bilhão, o projeto do NESP (Novo Entreposto de São Paulo) é assinado pelos arquitetos Marcel Monacelli e Marcos Vieira e terá pavilhões específicos para venda de legumes e frutas, para verduras, pavilhão estanque climatizado para comércio de pescados e carnes, pavilhão para venda de mercadorias a granel, como melancias, além de espaço dedicado para o comércio de plantas. Todas as áreas são interligadas por passarelas e há uma grande disponibilidade de vagas para estacionamento.

    O projeto, desenhado com linhas modernas, atende as questões ambientais com previsão de iluminação natural, reaproveitamento de água, tratamento de resíduos, além de geração de energia, tanto fotovoltaica quanto a partir do lixo. A área total do terreno supera a do atual entreposto e garante mais conforto para os comerciantes e usuários.

    “O consórcio Monacelli Vieira entendeu a dinâmica de um grande entreposto e aproveitou muito bem as informações coletadas pelo grupo de sócios na visita aos mercados europeus em 2016”, disse Sérgio Benassi, presidente do NESP, “O resultado foi este projeto que valoriza o espaço físico, considerando as diferentes características e necessidades das mercadorias”.

    Já Rafael Benassi, coordenador do Comitê de Projetos do NESP, afirma que “’É importante enfatizar que o projeto tem sido desenvolvido de maneira participativa com os permissionários que já aderiram ao novo entreposto”.

    Licenças e inicio das obras === Os próximos passos são dar início ao processo de aprovações de projetos e licenças junto à Cetesb e Prefeitura para então iniciar a terraplanagem e preparação do terreno. O cronograma do projeto inclui uma longa parte burocrática e financiamentos. A previsão é que em 2021 o mercado já esteja em funcionamento. O projeto contempla ainda um hotel e um shopping Center. “Queremos que o mercado seja completo, útil, acessível e moderno, tornando-se o melhor entreposto do mundo. Não nos cabe dizer que vai fechar a Ceagesp ou não”, conclui Sergio Benassi, presidente do NESP.

    Suzano entra na disputa === Um dia antes da apresentação do projeto do NESP (4ª feira – 02/08/2017), o prefeito João Dória realizou audiência com o deputado estadual Estevam Galvão (DEM), sobre a inclusão da cidade de Suzano, na disputa pela instalação da CEAGESP. Na oportunidade, o deputado apresentou ao prefeito e ao secretário municipal de Governo, Julio Semeghini, a proposta de instalação do entreposto em Suzano, juntamente com o estudo elaborado pela empresa Contern, comprovando a viabilidade da obra. Na apresentação, o novo entreposto foi denominada como CLEMIR – Centro Logístico e Mercado Internacional.

    “A hora não poderia ser mais adequada. Exatamente neste momento o Governo Federal, Estadual e Prefeitura de São Paulo estudam a nova localização da CEAGESP”, disse o prefeito João Dória.

    A proposta foi bem avaliada pelo prefeito Dória: “Fiquei bem impressionado com a qualidade da apresentação e com os modais que estão integrados a este sistema. O secretário Julio Semeghini já está com a incumbência de levar o programa aos dois grupos de trabalho que estão diretamente envolvidos com a escolha do novo local que abrigará a CEAGESP”.

    Novamente o Rungis === O modelo de entreposto de alimentos apresentado pelo deputado Estevam Galvão ao prefeito João Dória segue as diretrizes do Rungis Marche Internacional, o maior do setor no mundo. O DiárioZonaNorte lembra que é o mesmo adotado como base para o projeto do NESP. Em um comparativo com a estrutura da atual CEAGESP, a unidade francesa movimenta R$ 21 bilhões a mais com menor quantidade de alimentos fornecidos.

    “O sistema de gerenciamento do entreposto francês é muito mais eficiente e produtivo. Veja que no último ano mais de R$ 32 bilhões foram movimentados com o fornecimento de 2,4 milhões de toneladas de alimentos, contra R$ 10,5 bilhões acumulados na CEAGESP e 3,4 toneladas de alimentos fornecidos. Além disso, em uma área de 2,5 milhões de metros quadrados, podemos expandir o serviço com um completo Centro Logístico e de Desenvolvimento Tecnológico no setor. Será o maior entreposto de alimentos do mundo”, alertou o deputado.

    O local escolhido para abrigar o CLEMIR – Centro Logístico e Mercado Internacional receberá mais de 50 mil pessoas, 12 mil veículos e 11 mil toneladas de alimentos frescos por dia. Hoje o local representa o maior centro de abastecimento de frutas, legumes, verduras, flores e pescados da América Latina. Os produtos chegam de 1,5 mil municípios brasileiros e 18 países.

    Integração com o Complexo Intermodal Viamar e Via Leste === O CLEMIR – Centro Logístico e Mercado Internacional deverá se tornar o maior mercado de alimentos do mundo e será instalada em uma área de 2,5 milhões de metros quadrados (contra 700 mil metros quadrados na Vila Leopoldina), próximo à segunda alça do Rodoanel Leste, na Estrada dos Fernandes, a 40 quilômetros do Aeroporto de Guarulhos, 22 quilômetros do Ferroanel, integrado ao Complexo Intermodal Viamar e Via Leste.

    “Além da realidade da segunda alça do Rodoanel, o CLEMIR – Centro Logístico e Mercado Internacional poderá contar com acesso direto ao Centro de São Paulo, pela avenida Aricanduva e ao Porto de Santos, respectivamente através da execução dos projetos Via Leste e Viamar, ambos em fase de estudos já avançados. Suzano tem local privilegiado, com as melhores vias de acesso para atender o entreposto em todas as suas necessidades”, afirmou o deputado Estevam.

    Empregos === Com a construção do CLEMIR – Centro Logístico e Mercado Internacional em Suzano, a expectativa é que mais de 150 mil empregos diretos e indiretos sejam gerados, garantindo a retomada do crescimento econômico, geração de emprego e renda para toda a população suzanense e da região. Nos próximos dias o deputado deverá se reunir novamente com o secretário Semeghini (que representa a Prefeitura neste projeto) e com o secretário estadual de Agricultura, Arnaldo Jardim, para dar sequência aos estudos.

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