CTXT – CENTRO TEXTIL INTERNACIONAL

O FII  é proprietário de 75%​ do condomínio denomin​ado Centro Têxtil Internacional – (ITM Expo), situado na Avenida Engenheiro Roberto Zucollo, 555, Vila Leopoldina, São Paulo – SP; administrado pela Rio Bravo, em regime de condomínio fechado e com prazo indeterminado de duração.

CTXT11

As cotas do Fundo são negociadas na Bolsa de Valores de São Paulo, sob código CTXT11, com baixa Liquidez.

Área Bruta Locável (ABL): 45.450m²
Vagas de garagem: 1.096
Participação no empreendimento: 75%

Taxas:
Administração: R$ 20.000,00 mensais corrigido pelo IGPM.

RI: fundosimobiliarios@riobravo.com.br

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285 comentários sobre “CTXT – CENTRO TEXTIL INTERNACIONAL

  1. Boa noite amigos.
    Bobeei e não ajustei minhas cotas antes do agrupamento e “sobraram” 2 cotinhas sem agrupar no 14/1.
    Onde devo procurar por elas?
    Parece que seriam vendidas certo? Não recebi aviso, nem sei a data que deve ocorrer, pois ainda não entraram na minha conta.
    Poderiam me orientar?
    Obrigado!

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    • Flash;

      “Caso Aprovado o grupamento, o Administrador sugere que sejam aprovados os seguintes procedimentos: i) os cotistas terão prazo para ajustar suas posições até 31/01/2019; (ii) as cotas do Fundo serão negociadas até 31/01/2019, inclusive, na condição de não grupadas; (iii) as cotas passarão a ser negociadas grupadas, a partir de 01/02/2019, inclusive; (iv) os cotistas que não ajustarem suas posições terão suas frações de cotas vendidas em leilão, a ser realizados na [B]3 Brasil, Bolsa e Balcão S.A. (“B3”). Os valores das frações serão creditados em data a ser informada oportunamente aos cotistas por meio de Fato Relevante que deverá tratar também de maiores detalhes acerca dos procedimentos necessários à adequação dos cotistas e da data base final definida pela assembleia.”

      Portanto, se tiver interesse em reconstituir a participação anterior, tem que ficar atento aos avisos de leilão do fundo no sistema da B3.
      Sds.

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      • Boa tarde a todos,
        mbp77 , você sabe qual o procedimento para participar destes leilões?
        é só colocar a ordem de compra e pronto?

        *é uma dúvida antiga que tenho rs….:) então aproveitando o momento pergunto aos mais experientes rs…

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      • O.R.S.;

        Não há um procedimento especial neste caso específico.
        Só colocar uma OC no modo VAC (válida até cancelar) no preço do leilão, ou um pouco acima (quando for uma quantidade grande de cotas) que executa.
        Claro, desde que a demanda não seja maior do que a oferta.
        Sds.

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      • Boa noite mbp77 e amigos.
        Recebi o crédito relativo a fração de duas cotas, de 8,72.
        Segundo a informação acima, 57,68/14 = 4,12, ou seja, não deveria receber “apenas” 8,24?
        Sei que são valores irrisórios, mas gostaria de entender a contabilidade e lançar corretamente do IR.
        Agradeço quem puder ajudar!

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      • Flash;

        Eu entenderia como amortização e não venda de cotas, pura e simplesmente, o que deveria ser abatido do seu PM para fins de DIRPF (a ser preenchida no próximo ano).
        Até porque o comando da operação não partiu de você.
        Ainda assim, sugiro averiguar se não houve algum comunicado da RB a respeito dessa questão tributária, e acaso inexista, entre em contato com o RI para esclarecer essa questão.
        Só não esqueça de compartilhar a resposta aqui conosco.
        Curioso para saber qual o entendimento da RB.
        Sds.

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      • Bom dia a todos.
        mpb – encontrei este FR publicado no dia 28/2. Creio que explique minha dúvida. Segue:

        “1 – Em 21 de dezembro de 2018, os cotistas representando 58,30% (cinquenta e oito inteiros
        e trinta centésimos por cento) do total das cotas emitidas pelo Fundo aprovaram o
        grupamento de cotas existentes do Fundo, à razão de 14/1, de forma que cada 14
        (quatorze) cotas do Fundo passaram a corresponder a (1) (uma) cota. Os cotistas
        tiveram o prazo determinado até 31 de janeiro de 2019 para ajustar suas posições em
        múltiplos de 14 cotas.
        2 – No dia 15 de fevereiro de 2019 ocorreu o leilão na [B]3 Brasil, Bolsa e Balcão S.A.
        (“B3”) (antiga BM&FBovespa) das frações de cotas dos cotistas que não ajustaram suas
        posições para múltiplos de 14 até o prazo mencionado acima (“Leilões”).
        3 – Posto isso, o Leilão negociou as frações não ajustadas que na proporção de 14/1
        totalizaram R$100.668,45 (cem mil, seiscentos e sessenta e oito reais e quarenta e cinco
        centavos), representados por 1.639 cotas, a um valor unitário de R$ 61,4207 (sessenta
        e um reais e quarenta e dois centavos e sete centésimos de centavos), ou seja,
        correspondente a R$ 4,3872 (quatro reais e trinta e oito centavos e setenta e dois
        centésimos de centavos) na proporção antiga, sendo que referido valor é liquido das
        taxas de transação. Os cotistas que tiveram as frações leiloadas receberão os valores
        proporcionais no dia 12 de fevereiro de 2019 junto com os rendimentos de tal mês,
        sendo de sua responsabilidade o recolhimento do IR no caso de ganho de capital.”

        Como havia dito, o valor foi 61,4207=4,3872 por cota , por isso minhas contas não batiam
        Como consta no final do comunicado, se é responsabilidade do cotista o recolhimento de ganho de capital, devo considerar como VENDA e não AMORTIZAÇÃO, correto?

        Curtido por 1 pessoa

      • Olá Flash,
        Usei a força de expressão “infelizmente” pois todo troco da conta eu comprava uma cota rs…
        Sobre as outras duas perguntas não sei lhe responder com precisão, pois nunca olho muito se o ativo tem liquidez ou não, e também não sei dizer o que nos reserva o futuro.
        O que sei é que gosto dos números deste Fii, então permaneço sócio.

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  2. Grupamento aqui também…

    A Rio Bravo Investimentos – Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários Ltda., na qualidade
    de instituição administradora do Fundo de Investimento Imobiliário Centro Têxtil
    Internacional, inscrito perante o CNPJ/MF sob o nº 00.762.723/0001-28 (“Fundo”), nos termos
    do Art. 13º do Regulamento do Fundo, bem como do art. 19 da Instrução CVM nº 472, de 31
    de outubro de 2008, conforme alterada (“Instrução CVM nº 472”), convoca os Senhores
    Cotistas para participar da Assembleia Geral Extraordinária do Fundo, a ser realizada no dia 21
    de dezembro de 2018, às 10:30 horas, na sede da Administradora, na Cidade de São Paulo,
    Estado de São Paulo, na Av. Chedid Jafet, nº 222, 3º andar, Bloco B a fim de examinar, discutir
    e votar:
    (a) Acerca do planejamento orçamentário do Fundo para o ano de 2019;
    (b) Grupamento das cotas do Fundo;

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    • que o grupamento de cotas do Fundo, seja aprovado na proporção de 14/1, de forma que cada 14 (quatorze) cotas do Fundo passarão a corresponder a 1 (uma) cota. A proposta visa melhorar as condições necessárias para redução da volatilidade que as cotas do Fundo estão sujeitas no mercado secundário, em virtude do baixo valor unitário por cota, e visa o aumento da liquidez nas negociações deste ativo. A proporção sugerida é a proporção mais próxima a deixar a cota próximo a base de R$ 100, de forma que a quantidade de cotas total do Fundo seja divisível após o grupamento (36.319.906 antes do grupamento e 2.594.279 após o grupamento). Caso Aprovado o grupamento, o
      Administrador sugere que sejam aprovados os seguintes procedimentos: i) os cotistas terão prazo para ajustar suas posições até 31/01/2019; (ii) as cotas do Fundo serão negociadas até 31/01/2019, inclusive, na condição de não grupadas; (iii) as cotas passarão a ser negociadas grupadas, a partir de 01/02/2019, inclusive; (iv) os cotistas que não ajustarem suas posições terão suas frações de cotas vendidas em leilão, a ser realizados na [B]3 Brasil, Bolsa e Balcão S.A. (“B3”).

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  3. Tenho reparado um movimento de vendas com alto volume ao longo do mes que me deixaram de orelha em pé…alguém teria alguma informação que poderia justificar esse movimento? Porque no curto e médio prazo nao vejo grandes riscos, o contrato com itau acabou de ser renovado…

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    • Olhei um gráfico do CTXT no ano todo, com o volume negociado. A liquidez dele até vem diminuindo nos últimos meses, e o volume não teve nada de anormal recentemente. O que você pode ter observado pode ter sido algum dia isolado; ativo com baixa liquidez como esse qualquer coisinha pode parecer muito.

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  4. GOVERNO PROMETE DEFINIR NOVA CEAGESP ATÉ O FIM DO ANO

    A decisão sobre o local que deve abrigar a nova Ceagesp, prevista para a semana passada, foi adiada mais uma vez. O governo paulista agora calcula que o projeto vencedor do edital sobre o entreposto, lançado em outubro de 2017, será anunciado até o fim do ano. Os presidentes do Sindicato dos Permissionários em Centrais de Abastecimento de Alimentos do Estado de São Paulo (Sincaesp), Cláudio Furquim, e da Associação dos Permissionários do Entreposto de São Paulo (APESP), Onivaldo Comim, participaram nesta sexta-feira (20/07) de reunião com o governador Márcio França e o secretário de Governo, Saulo de Castro.

    Há mais de uma década, o vereador Police Neto defende a criação do novo entreposto em Perus, na Zona Norte da capital. O entreposto já era previsto no projeto de lei que cria o Plano de Bairro de Perus. A expectativa é que o empreendimento privado na região poderia gerar cerca de 30 mil empregos. “Perus é a melhor opção. Com planejamento e adequação da infraestrutura do bairro, a cidade ganha, não apenas a região”, disse Police Neto.

    Durante a última semana, em nota e artigo publicados na imprensa, os representantes dos permissionários da Ceagesp reclamaram do “descaso” do governo estadual. Segundo eles, o “inexplicável descumprimento do prazo” para anunciar o vencedor tem gerado “um amargo resultado”: “insegurança para o abastecimento da população, permissionários, feirantes e varejistas”.
    Também por meio de nota, o governo rebateu as críticas, alegando que a responsabilidade pela Ceagesp é do governo federal, e não cabe ao Estado decidir sobre a transferência do atual entreposto. Após a reunião desta sexta-feira com Furquim e Comim, França alegou que o objetivo do edital referia-se a um ou mais novos entrepostos, em qualquer cidade de São Paulo. Os quatro projetos inscritos no edital foram discutidos no encontro. Dois deles estão localizados em Perus; um terceiro fica num terreno em Carapicuíba e o quarto, em Santana do Parnaíba. Apenas um dos terrenos é de propriedade do grupo responsável pela proposta – o do NESP, em Perus -, os outros três teriam de ser desapropriados, em processos com intermediação do Estado, que seria indenizado posteriormente pelos empresários responsáveis.

    Os projetos estão sendo analisados por uma comissão técnica composta por representantes do governo federal (Ministério da Agricultura e Ceagesp), governo estadual e Prefeitura de São Paulo.
    “Todos são boas ideias, mas nenhum (projeto) está pronto, completo”, disse o governador. “Todos dependem de (vias de) acesso que o governo tem de fazer.” Dentro de um mês, segundo o secretário Saulo de Castro, a Secretaria de Transportes deve se manifestar sobre a possibilidade de garantir o acesso em cada projeto (com estudos, por exemplo, de impacto de fluxo nas rodovias atingidas). Os consórcios e empresários responsáveis pelos projetos também terão de se pronunciar sobre como poderiam compensar o governo pelas obras em tais acessos e sobre qual valor seria cobrado para a operação dos permissionários em cada proposta. Só então a comissão técnica deve atribuir notas aos projetos e se manifestar sobre o melhor.

    França admitiu ter recebido uma quinta proposta – não inscrita no edital – de permissionários interessados em “revitalizar” a Ceagesp, mas reiterou que tal decisão cabe ao governo federal. “A razão de estarmos hoje aqui é pedir que o governo dê celeridade a todo esse processo”, disse Furquim. “Aquilo que compete à União, que ela o faça, o Estado está fazendo através do chamamento. Mas essa indefinição tem provocado, sim, uma instabilidade entre os permissionários.”

    Fonte: página do vereador citado na matéria

    Curtido por 1 pessoa

    • Projeto de mudança da Ceagesp e não de revitalização!!!

      Falou-se em Osasco, Perus e se não engano agora a bola da vez é Santana do Parnaíba.

      Dizem por ai também, que tem muitas incorporadoras de olho na região (Vila Leopoldina), inclusive já com reservas de terrenos, o próprio prédio do fundo se não me engano pertence também a uma construtora e talvez se torne um shopping no futuro, espaço para expansões tem de sobra.

      Curtido por 1 pessoa

      • Bolseiro;

        A princípio sim, pois a presença do Ceagesp na região prejudica os arredores (excesso de tráfego de caminhões, sujeira no entorno, etc.).
        A efetiva saída dele proporcionará uma valorização do m² nos imóveis adjacentes/próximos, incluso o do fundo.
        O quanto isso impactará positivamente fica na dependência da destinação que o Estado dará a área no estágio posterior (parque, escolas, venda do terreno à incorporadoras, etc.).
        Sds.

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    • Gosto muito do FII, a regiao durante decadas vem sido cotada como um lugar a se revitalizar de SP. Eh uma area que (infelizmente) o pessoal cracudo acabou indo depois de prefeito apos prefeito ficar “empurrando” eles, de um lado para o outro, tem a CEAGESP(um grande atacadista de alimentos/abastecimento, ocupa uma area enorme) mas pretendem mudar de lugar, pois realmente estraga a regiao. Nao acho que com a atual situacao economica ira haver uma mudanca la, mas com um crescimento da economia, acredito que sim, pois possui uma boa localidade.

      Eu mesmo trabalhava la perto, num predio comercial — tem uns predios comerciais, mas no geral, nao se eh um lugar de se querer trabalhar pelos pontos que disse acima.

      De fato nao eh um FII pra se ter muito da carteira, eu tenho uma posicao de uns 8%(que acho que eh a maior da minha carteira), mas nao mecho, comprei ha anos qd n sabia o que fazer e venho mantendo desde entao.

      Gosto tb por ser da Rio Bravo, minha esperanca eh que daqui um booom tempo, eles decidam fazer uma emissao maior ou coisa do tipo e dar uma turbinada no imovel, dado que a regiao se desenvolva. Caso nao aconteca, tb n acho que va piorar, como disse acima, ja trabalhei na regiao. Definitivamente nao eh trabalhar na Faria Lima, mas em Sao Paulo tem empresa em todo lugar e mercado pra todo tipo de construcao.

      Tb tem a questao de qual tipo de carteira q vc esta construindo, a minha no caso, eh carteira de previdencia, a renda me interessa, como tb uma prospeccao futura bem distante.

      Nao nego que quase outros meus investimentos sao em predios tipo AAA, ao contrario desse.

      Curtido por 2 pessoas

      • Mantenho uma pequena participação nesse fundo e tive que comprar mais algumas cotas para adequar os quantitativos ao agrupamento.Trata-se de um fundo pequeno e sem alternativas de crescimento, apesar de ter um bom DY.

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