CXCE11B – Caixa Cedae

O objetivo do FII foi  a construção do imóvel situado na Av. Presidente Vargas, nº 2.683, Rio de Janeiro/RJ, que sedia a Companhia Estadual de Águas e Esgotos – CEDAE, bem como suas instalações pronto para uso e locação (modalidade turn-key).

CXCE11B

É administrado pela Caixa Econômica Federal, em regime de condomínio fechado, com prazo indeterminado de duração; classificado como um FII de Tijolo – Imóveis Comerciais – Escritórios.

É um Fundo “monoativo” constituído especificamente para uma operação de built to suit; o prédio conta com mais de 11.070 m² de área privativa, entregue em Setembro/11 para o CEDAE e por isso com reajuste anual em Setembro pelo IGP-M.

Distante cerca de 3 Km do pólo comercial do centro da cidade, tem em seu entorno estação de metrô, agências bancárias, prédios comerciais (padrão AAA), sedes da Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro e dos Correios, prédio públicos e estacionamentos.

Esse fundo teve problemas no lançamento, uma vez que o prédio não foi entregue a contento do locatário e ficou uns meses sem distribuir rendimentos; no momento não apresenta qualquer anormalidade, o locatário vem cumprindo com pontualidade o pagamento do aluguel e o imóvel não apresenta qualquer problema.

prediocedae_frente-presidente-vargas

Ficha Técnica
Valor de Compra R$ 59.802.644,84
Área do Terreno 4.845,18 m2
Área privativa 11.070,14 m2
Data da entrega do imóvel (built to suit) Setembro de 2011
Vencimento do Contrato de locação Setembro de 2021
Reajuste anual Setembro – IGP-M

Taxas:
Administração: 5,0% ao mês sobre o resultado operacional liquido do fundo (mínimo R$ 45.000,00 mensais corrigido pelo IGP-M).
Custódia: 0,14%a.a. sobre patrimônio liquido (mínimo R$ 12.200,00 mensais corrigido pelo IGPDI-FGV)

RI: gedef@caixa.gov.br, gemob@caixa.gov.br

Tutor do FII: Losgomes

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166 comentários sobre “CXCE11B – Caixa Cedae

    • Pezão consulta o TCE para iniciar a privatização da Cedae

      O governador Luiz Fernando Pezão deu seu primeiro passo para privatizar a Companhia Estadual de Águas e Esgotos (Cedae).

      Pezão recebeu aval positivo para três consultas enviadas ao Tribunal de Contas. Primeiro, quis saber se as privatizações estão previstas na legislação estadual.

      Também questionou se poderá antecipar receitas oriundas da venda.

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      • E, por fim, se poderá utilizar pregão eletrônico para escolher a instituição financeira que irá tocar a privatização.

        Pelo regimento do TCE, as consultas não podem ter um caso concreto, mas apenas teses.

        Dessa forma, o relator do caso, o conselheiro substituto Rodrigo Melo do Nascimento, considerou possíveis essas três indagações.

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  1. Pezão na porta da Cedae

    O governador Luiz Fernando Pezão alijou a diretoria da Cedae e, por extensão, seus funcionários, do processo de privatização da companhia única moeda de troca do estado nas negociações para receber novos recursos federais.

    Para se ter uma ideia, o presidente da empresa, Jorge Luiz Ferreira Briard, sequer foi convidado para a solenidade do dia 12 de junho, quando Pezão e o presidente do BNDES, Paulo Rabello de Castro assinaram o acordo de cooperação técnica para a venda da estatal.

    Informado da cerimônia pela imprensa, Briard chegou a ligar para o Palácio Guanabara no mesmo dia. Não foi atendido por Pezão.

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    • Os assessores do governador lhe disseram apenas que a formalização do acordo se tratava de notícia velha.
      Por meio de sua assessoria, o governo do Rio conirmou ao RR que “participaram da assinatura Luiz Fernando Pezão e Paulo Rabello de Castro”.

      Sobre a diretoria da Cedae, nenhuma palavra. Ao que parece, Pezão não está nem aÌ para manifestações, uma nova onda de quebra-quebra no Centro do Rio e, muito menos, para a sua popularidade junto aos servidores públicos. Talvez não haja mesmo outro jeito de privatizar a Cedae.

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    • Enquanto Rio privatiza, por que Paris, Berlim e outras 265 cidades reestatizaram saneamento?

      Estudo mapeou casos no mundo, neste milênio, em que sistema de água e esgotos foram remunicipalizados após problemas em gestões privadas, como serviços inflacionados e ineficiência.

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  2. Data-base (último dia de negociação
    “com” direito ao rendimento ou
    amortização)
    24/02/2017
    Data do pagamento 15/03/2017
    Quantidade de cotas emitidas 68.518
    Valor do Rendimento por cota R$ 18,27007
    Período de referência 02/2017

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      • Com certeza, amigo vcd . Já ouviu falar no famoso “efeito manada”? Pois é, estamos aqui de camarote assistindo a esse fenômeno mais uma vez. É triste ver pessoas que lutam tanto para juntar algum patrimônio entregar mais de 5%, 9% dele em um instante por pura instabilidade emocional. Dá até dor na consciência ganhar algum dinheiro deles assim. Mas enfim….

        Nada há de novo debaixo do céu.

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    • Rio quer manter produção de água estatal após privatização da Cedae

      O governo do Rio pretende manter em poder do Estado a produção de água para a população. A ideia inicial é conceder à iniciativa privada a distribuição e os serviços de esgoto em diferentes contratos

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      • A modelagem de venda da Cedae (Companhia Estadual de Água e Esgoto) deve ser feita em parceria com o Banco do Brasil.

        A privatização da estatal foi aprovada na Assembleia Legislativa nesta segunda (20), permitindo ao estado usar as ações da empresa como garantia para um empréstimo de R$ 3,5 bilhões.

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      • Nesta terça (21), a Alerj (Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro) aprovou duas emendas ao projeto, garantindo a manutenção da tarifa social para baixa renda e carimbando os recursos do empréstimo para o pagamento de salários.

        As duas propostas tiveram apoio da base do governo Luiz Fernando Pezão. Outras nove emendas foram rejeitadas e três retiradas da pauta.

        Com a aprovação do projeto, o governo cumpre uma das contrapartidas exigidas pelo governo federal para socorrer o estado. A ajuda, porém, depende de aprovação no Congresso do projeto de renegociação da dívida dos estados.

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      • “Ainda não saímos da iminência do caos. Demos um passo importante, mas temos um caminho longo pela frente”, disse o deputado André Correa (DEM), que deixou a secretaria de Meio Ambiente para reforçar a base na votação do pacote anticrise.

        Após a aprovação, o governo tem um prazo de seis meses, renovável por mais seis, para estruturar o modelo de venda da companhia.

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      • “O que se coloca na mesa é o desejo de que a produção de água permaneça pública”, disse Correa, que assumiu a secretaria pela segunda vez no início do mandato de Pezão e foi exonerado em novembro para compor a base do governo na Alerj.

        Ele defende a concessão da distribuição de água e da coleta de esgoto por bacias hidrográficas, para ampliar a concorrência e permitir a comparação entre os serviços.

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      • “A meta é chegar a um equilíbrio entre o maior valor pelo ativo com o cumprimento de metas ambientais”, comentou, citando metas de ampliação do atendimento à população.

        Após violentos protestos nas primeiras sessões de discussão do tema, a votação das emendas nesta terça transcorreu de forma tranquila. Do lado de fora da Alerj, poucos manifestantes mantiveram uma vigília.

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  3. Alerj aprova venda da Cedae
    Votação ainda está em andamento e deputados ainda podem alterar o voto.
    G1 – 20/02/2017 12h10

    O projeto de lei que prevê a privatização da Cedae foi aprovado pelo plenário da Assembleia Legislativa do Rio (Alerj) nesta segunda-feira (20). Às 12h10 a votação ainda estava em andamento, mas já havia ultrapassado os 36 votos necessários.

    A venda da companhia é uma das condições do Plano de Recuperação Fiscal, segundo acordo firmado em janeiro com a União, que prevê a suspensão do pagamento da dívida do estado com o Governo Federal. Segundo o executivo estadual, as medidas do plano trarão um alívio de R$ 62 bilhões em três anos.

    Para aprovação do projeto de lei que autoriza a venda da Cedae era necessário o voto da maioria simples dos 70 deputados, ou seja, metade mais um voto dos parlamentares presentes na sessão.

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      • Agora é ficar de olho na mão de quem vai parar essa empresa no futuro, e se ajeitar com os novos proprietários para que permaneçam no imóvel. Não sei ao certo mas parece que na mão do governo federal é apenas um momento transitório, G/A tem ser ágil e procurar ageitar as coisas. Não dar espaço para concorrência q com certeza é enorme.

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    • O texto base do projeto de lei que autoriza a venda da Cedae (Companhia Estadual de Águas e Esgotos) foi aprovado pela maioria dos deputados estaduais do Rio de Janeiro, em votação na manhã desta segunda-feira (20).

      O PL 2.345/17 permite que ações da empresa sejam usadas para viabilizar um empréstimo de R$ 3,5 bilhões da União e foi apresentada pelo governo como a principal forma de sanar o rombo do Estado, que se encontra em estado de calamidade financeira.

      Durante reunião dos líderes partidários, que durou pouco mais de meia hora, antes do início da votação, não houve acordo sobre as 211 emendas apresentadas na semana passada.

      Em seguida, no começo da sessão, por volta das 11h30, a CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) rejeitou o parecer do relator, deputado Luiz Paulo (PSDB-RJ), que considerava cinco emendas e duas subemendas.

      Por isso, o texto base enviado pelo governo estadual à Alerj (Assembleia Legislativa do Rio) não foi alterado.

      Para ser aprovada, a matéria deveria ter votos favoráveis da maioria simples dos deputados, ou seja, metade mais um voto dos parlamentares presentes na sessão. Dos 70 integrantes da Casa, 41 votaram a favor do projeto, 28 contra, e o deputado Dr. Deodalto (DEM-RJ) não compareceu à votação.

      Emendas
      A partir de agora, os parlamentares vão votar destaques sobre as emendas apresentados pelas bancadas. Seguindo o regimento interno da Alerj, cada bancada terá direito a destaques na proporção de dois (destaques) para cada três (parlamentares), ou fração.

      Uma bancada com seis integrantes pode apresentar quatro destaques, e assim por diante.

      O presidente da Casa, Jorge Picciani (PMDB-RJ), disse esperar que aproximadamente 20 destaques sejam apreciados, o que pode se entender até a sessão já convocada para esta terça (21).

      Na semana passada, o projeto foi colocado em pauta até a próxima quinta. Nesta segunda, o peemedebista disse esperar conseguir encerrar a votação ainda hoje.

      Antes da votação, Picciani também declarou que esperava a aprovação do texto base do projeto. “Não tem outra solução”, disse.

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  4. Reportagem que está no UOL sobre a privatização da Cedae:

    Na próxima segunda-feira (20), os deputados estaduais do Rio de Janeiro decidem se aprovam ou não a venda da Cedae (Companhia Estadual de Águas e Esgotos), apresentada pelo governo como a principal forma de sanar o rombo do Estado. O projeto encaminhado à Alerj (Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro) autoriza a privatização da empresa como garantia para o Estado buscar um empréstimo com a União de R$ 6,5 bilhões — a companhia é avaliada em cerca de R$ 3,5 bilhões.

    Originalmente marcada para a primeira semana de fevereiro, a votação tem gerado violentos protestos de servidores do Rio. Na última segunda (13), Pezão fechou acordo com o Ministério da Defesa para que as Forças Armadas ajudem no patrulhamento do Estado.

    A Cedae hoje atende cerca de 12 milhões de pessoas em 64 municípios e conta com 5.940 funcionários. De acordo com o projeto de privatização, a companhia seguiria responsável pela captação e produção da água, que seria então vendida a entes privados que se responsabilizariam pela distribuição, coleta de esgoto e futuros investimentos.

    Empresa de caráter misto, atualmente a Cedae tem o Rio como acionista majoritário, com cerca de 99% do capital. Em 2015, a companhia teve um lucro líquido de R$ 248,89 milhões – de acordo com o governo, ainda não é possível divulgar os dados financeiros referentes a 2016.

    O governo também não divulgou o valor de custeio mensal da companhia, informando apenas que, como tem capital misto, a empresa é “independente e com orçamento próprio, respondendo exclusivamente por todo seu custeio e investimento com recursos próprios”.
    Ricardo Borg

    Seis PMs e um manifestante ficaram feridos após protestos contra a votação no dia 9
    A privatização da Cedae, argumenta o governo, é única forma de garantir caixa ao Estado e quitar os salários atrasados dos servidores que receberam nesta semana o pagamento referente a janeiro. Seria também uma forma de aumentar os investimentos na universalização de acesso à água e ao tratamento de esgoto sem a necessidade de gastos por parte do Estado. Na mensagem que enviou aos deputados, o governador Luiz Fernando Pezão diz que a venda é uma obrigação “irretratável e irrevogável” assumida com o governo federal.
    O Governo Federal deu um prazo de seis meses para que o estado defina como vai vender a Cedae. O projeto já recebeu mais de 200 emendas dos mais diferentes partidos, e um colégio de líderes será definido em breve para analisar a propostas.

    “Essa negociação vai fazer com que os salários dos servidores voltem a ficar em dia, teremos uma postergação de dívida por parte da União de três anos; a Cedae é condição vital pro acordo”, disse o secretário de Fazenda do Estado, Gustavo Barbosa.

    Água mais cara na capital
    O custo médio do metro cúbico de água produzido pela Cedae é de R$ 0,80. De acordo com o engenheiro e pesquisador da COPPE-UFRJ (Coordenação dos Programas de Pós-Graduação em Engenharia da Universidade Federal do Rio), que coordenou a criação do programa estadual de saneamento do Estado, para que a proposta seja atrativa para grupos privados será necessário subir o preço da água na capital e baixar o valor da água vendida para abastecer o interior e a região metropolitana.

    Para o pesquisador, no entanto, a privatização ou não da Cedae deveria partir de uma discussão entre o governo, estudiosos e sociedade, e não de uma necessidade de fazer caixa. O governo argumenta que, com a privatização, a capacidade de investimento para a universalização do saneamento e do tratamento de esgoto aumentaria, mas Carneiro não vê garantias que de fato isso vá ocorrer e, em especial, de que as áreas mais carentes terão ampliação dos serviços.

    “O saneamento não é uma mercadoria qualquer”, diz Carneiro. “A privatização traz uma pergunta: o processo de universalização será de fato alcançado? Quando? Quem irá regular esse sistema?”, questiona.

    Contra a maré mundial
    Para o relator das Nações Unidas para o Direito à Água e ao Saneamento, Léo Heller, há uma tendência mundial de rever antigas concessões de áreas que são consideradas estratégicas, como a de gestão da água.

    “O que podemos observar é um discurso forte no sentido de privatização do sistema, como grande saída para resolver o problema”, disse em um comunicado da ONU divulgado em setembro em que cita o caso da Cedae. “Mas não é essa a lição de experiências de privatização em outras partes do mundo. Por trás desse discurso poderíamos ler uma tentativa de afastamento do Estado em sua obrigação de oferecer saneamento”, declarou.

    Segundo a ONU, há ao menos 180 casos de remunicipalização nos últimos 15 anos em 35 países, em cidades como Paris (França), Berlim (Alemanha), Buenos Aires (Argentina), Budapeste (Hungria), La Paz (Bolívia) e Maputo (Moçambique). “As empresas privadas não colocam dinheiro (próprio no negócio). Ou recebem dinheiro público ou fazem (investimentos) com recursos arrecadados das tarifas”, afirma em relatório

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  5. Rio cancela privatização após alerta da Inteligência
    by Ernesto Neves

    O adiamento da privatização da Cedae foi causado por um grave comunicado feito pela Secretaria de Segurança à Assembleia Legislativa do Rio.

    Segundo o órgão de inteligência da pasta, o Batalhão de Choque pode entrar em greve a qualquer momento, e passar para o lado dos manifestantes. Como se sabe, os policiais são hoje a única barreira capaz de manter a Alerj em funcionamento.

    Ao contrário do que diz Pezão, a tensão na polícia fluminense cresce de forma exponencial. Foi identificado, inclusive, trocas de mensagens entre parentes de policiais do Choque para barrá-los.

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    • Bom dia! Vou repetir a minha pergunta simplória, para a qual ainda não encontrei resposta satisfatória: Qual a lógica de vender a companhia, dentro do plano de recuperação do RJ? Perfeito quanto a oferece-la como garantia aos empréstimos, mas a venda de uma (a única…) empresa rentável do Estado….não entendi ainda onde isso se encaixa. Vender ou fechar empresas deficitárias, perfeito. Mas a Cedae….? Bem….só se for por um princípio de “Estado mínimo”.

      Só para esclarecer, não sou contra a venda da Cia. Isso não é da minha conta, nem moro no RJ. Mas se o Estado vender que seja o controle da Empresa (51%), o lastro para garantir empréstimos não diminui?

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      • Não tenho dúvida de que não faltaria comprador. Eu mesmo compraria se pudesse…. 🙂 ….mas o que o Estado ganha com isso? Minha pergunta não é por que alguém compraria. É por que alguém venderia…

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      • Fábio;

        Se me permite complementar a resposta do Tetz, vamos comparar a cidade do RJ com Niterói?
        A primeira tem em torno de 71,92% do esgoto tratado (Cedae – estatal operando com este nome desde 1975).
        A segunda tem em torno de 95% do esgoto tratado (Águas de Niterói – concessionária privada operando desde 1999).
        Só aqui percebe-se a diferença abissal entre a eficiência da inciativa privada e a letargia típica do Estado.
        Ademais, é mais fácil encontrar um comprador para um negócio que dê lucro, do que para outro que só oferta prejuízo (e dívidas). Dada a urgência que o estado do RJ precisa de recursos, penso que faz sentido.
        Por fim, realmente o lastro para garantir empréstimos diminuiria. Mas aí penso que a solução seja simples: sanear as contas do Estado, permitindo que este possa existir sem depender daqueles.
        Gastar mais do que se arrecada: hábito pernicioso de nossa “casta” política.
        A conta chega, sempre chega.
        Sds.

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      • Pois é, essa é a explicação que sempre trombo. Aí é que entra a coisa…isso parece mais uma decisão tomada por uma senhora que vai penhorar os anéis do que uma decisão técnica tomada por uma equipe de gestão econômica…ainda mais levando-se em conta que a equipe do Henrique Meirelles está por trás. A empresa teria mais valor como garantia para uma renegociação.

        Mas, enfim…quem somos nós para apartar essa briga de cachorro grande, não?

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      • Deve ser por aí mesmo, mbp77. Como eu disse, um princípio de “Estado mínimo”. É inegável que a iniciativa privada faz melhor, basta ver as estradas que foram privatizadas e compara-las com as que não.

        Do ponto de vista da REENGENHARIA da dívida do Estado, que é onde entra a privatização, é que acho que está o problema. Mas…se eu tivesse competência para tratar disso, estaria lá, não dando pitaco aqui….kkk.

        Abs.

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  6. Rio adia para quinta discussão sobre privatização do saneamento
    06/02/2017 19h45 – Atualizado às 20h19


    Protesto contra Temer e Pezão com apoio de sindicatos da empresa estadual de saneamento, Cedae

    A Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) adiou para quinta-feira (9) o início das discussões do projeto de lei que autoriza a privatização da empresa estadual de saneamento Cedae e garante ao governo estadual um empréstimo para pagar salários dos servidores.

    O projeto foi apresentado na quinta (2) pelo governador do Estado, Luiz Fernando Pezão (PMDB).

    A venda é uma das exigências do governo federal no plano de recuperação fiscal do Estado do Rio, que prevê também aumento de contribuição previdenciária dos servidores públicos.

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    • A votação do projeto seria realizada nesta terça (7), mas foi adiada para que as comissões permanentes da Alerj que analisarão o texto sejam instaladas.

      Com a aprovação do projeto, Pezão espera levantar R$ 3,5 bilhões por meio de empréstimo, que seria pago após a venda da totalidade das ações da companhia.

      Situação dos Estados

      Um eventual saldo adicional será usado para pagar dívidas do estado com a União.

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    • Servidores prometem novos protestos contra a privatização da companhia a partir desta terça. Na semana passada, confrontos entre manifestantes e policiais transformaram o centro do Rio em uma praça de guerra.

      Nesta segunda, a bancada do PSOL na Alerj entrou na Justiça com um pedido de liminar para suspender o debate sobre a venda da companhia. Segundo o deputado Marcelo Freixo (PSOL), o processo deveria passar por audiências públicas em todos os municípios impactados.

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      • Os funcionários da Companhia Estadual de Água e Esgoto (Cedae) estão paralisados por 72 horas desde a meia-noite desta terça-feira (7) no Rio de Janeiro. O diretor Humberto Lemos do Sindicato dos Trabalhadores em Saneamento Básico e Meio Ambiente (Sintsama) afirmou que a paralisação será feita até quinta-feira (9). No entanto, nenhum serviço será interrompido e a população não será afetada.

        Ainda de acordo com Humberto Lemos, aproximadamente 30% do efetivo de funcionários da companhia permanecerá trabalhando para garantir o serviço essencial. Caso tenha alguma necessidade emergencial, funcionários em greve podem ser convocados.

        A medida tomada pelos funcionários tem o objetivo de protestar contra o projeto do governador do Rio, Luiz Fernando Pezão, de privatização da empresa que será analisada na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) na quinta-feira (9).

        O presidente da Cedae, Jorge Briard, informou que acompanha todas as atividades da empresa, inclusive a produção e distribuição de água e garantiu que o serviço funcionará normalmente.

        A Alerj transferiu para a próxima quinta-feira (9) a análise do projeto de lei que autoriza a venda da Cedae e o empréstimo de R$ 3,5 bilhões para o pagamento dos salários atrasados dos servidores estaduais.

        Fonte: G1

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      • Hoje a Alerj está reunida para tratar do oferecimento das ações da Cedae como garantia para os empréstimos. Depois disso, deve ser marcada uma data para início das discussões sobre o projeto de privatização da companhia, que devem durar 6 meses.

        O que os leva a pensar que, se a Cedae for privatizada, vai deixar a Sede que ocupa hoje (CXCE11B)?

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    • Venda da estatal de saneamento do Rio será votada na terça, diz Picciani

      Apesar dos protestos de servidores, o presidente da Alerj (Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro), Jorge Picciani (PMDB), disse que o projeto de privatização da estatal de saneamento Cedae será votado na próxima terça (14).

      O projeto também enfrenta resistência da oposição ao governo Luiz Fernando Pezão e motivou forte confronto entre manifestantes e policiais no centro do Rio nesta quinta (9).

      Na noite desta quinta, os deputados começam a discutir o projeto, que permite ao governo estadual dar ações da empresa como garantia para tomar um empréstimo de R$ 3,5 bilhões, enquanto são realizados estudos para a privatização da companhia.

      O debate sobre o tema vem sendo retardado por manobra da oposição, que estendeu ao máximo as discussões sobre a avaliação de vetos do Executivo que trancavam a pauta.

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      • A estratégia teve por objetivo adiar a votação para depois de segunda (13), quando o STF (Supremo Tribunal Federal) decidirá se o Rio poderá antecipar a tomada de empréstimos ou terá que esperar aval do Congresso.

        A oposição no Rio acredita que a antecipação será negada, eliminando a urgência para a votação da privatização da Cedae e desmobilizando a base do governo.

        Hoje, Pezão tem os votos necessários para aprovar o projeto.

        “Não sou contra privatizações. O que não posso é dar um cheque em branco a um governo sem credibilidade e que acaba de ser cassado pelo TRE (Tribunal Regional Eleitoral)”, argumentou o deputado Carlos Osório (PSDB).

        Em entrevista, Picciani voltou a defender o projeto, alegando que é uma alternativa para regularizar o pagamento de salários no Estado.

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    • tá pior que novela mexicana isso já…:/

      Com paralisação na PM, deputados do Rio adiam votação de venda da Cedae

      A Alerj (Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro) anunciou nesta segunda (13) a suspensão da sessão que votaria projeto de privatização da Cedae (Companhia Estadual e Água e Esgoto), prevista para esta terça (14).

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    • Deputados de vários partidos se unem contra venda da Cedae
      Marcada para hoje, a votação do projeto de privatização foi adiada para a semana que vem

      O projeto que autoriza a privatização da Companhia Estadual de Águas e Esgotos (Cedae) – uma das contrapartidas exigidas do Rio de Janeiro pela União dentro do plano de recuperação fiscal – conseguiu a proeza de unir parlamentares estaduais dos mais diferentes matizes ideológicos contra a venda da empresa controlada pelo Estado.

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      • Ainda não consegui entender a lógica de vender a companhia, dentro do plano de recuperação do RJ. Perfeito quanto a oferece-la como garantia aos empréstimos, mas a venda de uma (a única…) empresa rentável do Estado….não entendi ainda onde isso se encaixa.

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  7. Já que o Sistema da BMFBovespa é Imprestável, segue:

    Data-base (último dia de negociação “com” direito ao rendimento ou amortização) 31/01/2017
    Data do pagamento 15/02/2017
    Quantidade de cotas emitidas 68.518
    Valor do Rendimento por cota R$ 18,276562
    Período de referência 01/2017 Declaração de isenção de IR* SIM

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  8. não é o FII mas a Empresa, o inquilino

    Venda da Cedae é opção para aliviar crise do Estado do Rio
    A venda da Companhia Estadual de Águas e Esgotos (Cedae) está no centro do plano de recuperação fiscal do Estado do Rio, que vem sendo costurado pelo Ministério da Fazenda e o governo fluminense

    Curtido por 1 pessoa

    • O prédio pertence ao fundo mas se a CEDAE for privatizada é bem certo que os privatizantes vão querer pesado desconto para manterem-se no imóvel que, quero crer, é administrativo e não funcional (estação de bombeio/captação/tratamento/distribuição)

      Curtido por 2 pessoas

      • Perfeito conejo20 !
        Após a privatização a empresa vai com gana atrás de lucro.
        E lucro que dizer: mais receitas e/ou menos despesas.
        Se o aluguel da sede (prédio de administrativo pertencente ao CXCE) estiver acima do praticado pelo mercado, vão com tudo em cima para abaixar o valor.
        Se o locador não atender, vão procurar outro imóvel (oportunidade para o PRSV!).

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      • Havendo sucessão de empresas, como no caso de eventual privatização da Cedae, ocorre a sub-rogação da sucessora nos direitos e obrigações decorrentes do contrato celebrado entre o Fundo e a Cedae. Assim, salvo engano, como o contrato é atípico, nada muda até setembro de 2021.

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      • Rendimento = 18,389/ cota por mais quase 5 anos e com reajuste e locação garantida, pra mim só isso q importa, acabei de vender um pouco para recomprar depois, confesso q foi com dor no coração, jamais imaginei buli nas cotas desse fii no momento, mas sigo fornecendo o mercado comprador,

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    • nossa é interessante acompanhar, olha o peso da CEDAE…

      Contas públicas Empréstimo ao Rio depende de valor da Cedae

      O aval do Tesouro Nacional nessa operação está vinculado à privatização da estatal fluminense, preliminarmente estimado por técnicos do governo em torno de R$ 4 bilhões

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