EDGA11B – BM Edifício Galeria

Seu objetivo foi a aquisição de 100% do empreendimento denominado Galeria, edifício classe A, no centro do Rio de Janeiro; administrado pela BTG Pactual, em regime de condomínio fechado, com prazo indeterminado de duração.

edga11b211

O Fundo é proprietário de 100% do Edifício Galeria, localizado na Rua da Quitanda, nº 86, Centro, Rio de Janeiro/ RJ.
O empreendimento é composto por 8 pavimentos, somando 22.026 m² e mais um Shopping localizado no térreo e subsolo de 2.808 m²; classificado como sendo um fundo do tipo Tijolo e enquadra-se na segmentação Escritórios.

O Imóvel-Alvo data de 1940 e foi recentemente reformado e modernizado.

edga11b

Taxas:
Administração: 0,20%a.a. sobre valor total dos ativos do fundo (mínimo R$ 30.000,00 mensais corrigido pelo IGPM).
Consultoria imobiliária: 0,20%a.a. sobre valor total dos ativos do fundo.

Unidade Área BOMA (m²): Lojas: 101 610,83  /  102 486,25  /  103 460,94  /  104 63,47  /  105 192,82  /  106 825,16  /  107 169,10
Salas: 201 1.083,00  /   202 962,85  /  203 946,52  /  301 2.992,37  /  401 2.992,37  /  501 3.049,70  /  601 2.598,86  /  701 2.598,86  /   801 2.694,60
901 2.108,37

RI: sh-contato-fundoimobiliario@btgpactual.com

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767 comentários sobre “EDGA11B – BM Edifício Galeria

  1. EDGA
    A administração é uma vergonha
    Não tem informação
    Relatório vem com 2 meses de atraso
    Todos na BTG já sabem e não soltam nem um fato relevante.
    Não baixam o preço pra fechar locação nova em sala vaga e depois vão dar desconto nas revisionais, vai baixar o rendimento e não diminui a vacância, aos poucos estou me desfazendo dessa vergonha chamada BTG

    Curtido por 5 pessoas

  2. Sentença (prolatada em 05.04.2017) no processo promovido pelo FII contra CHL Desenvolvimento Imobiliário S/A:

    Relata o autor que figura desde 20.8.2014 como cessionário de Instrumento Particular de Contrato de Locação Não-Residencial celebrado entre TS-6 Sul Desenvolvimento Imobiliário Ltda. e a Ré em 9.5.2012, pelo qual foi locado à Ré parte da sala 401 do 4º pavimento do Edifício Galeria (´Sala 401´), no Rio de Janeiro/RJ com vencimento em 1.5.2017. Informa que o Contrato Locação também apresentava garantia de seguro fiança emitida por Austral Seguradora S/A, cujo vencimento deu-se em 8.5.2016, e que o aluguel mensal inicialmente acordado foi de R$ 119.857,10, e atualmente é de R$ 159.092,83. Narra que a Ré foi notificada em 5 oportunidades, a saber, 15.9.2015, 9.12.2015, 1.2.2016, 4.3.2016 e 1.4.2016 acerca da ausência de pagamento de aluguel, taxas condominiais e IPTU e que tais pagamentos continuam atrasados. Conclui e diante da inadimplência da Ré, mesmo após reiteradas cobranças, não há outra maneira de satisfazer a pretensão resistida do Autor senão mediante esta ação judicial. Requer, liminarmente, a desocupação do imóvel mediante caução no valor de R$ 477.278,49, equivalente a 3 aluguéis, e, ao final, a rescisão do Contrato de Locação 401, com a consequente condenação ao pagamento dos alugueis, taxas condominiais e IPTU vencidos e não pagos, no montante atualizado de R$ 1.374.171,57, a ser devidamente corrigido monetariamente e acrescido de juros legais, e a condenação da Ré ao pagamento dos alugueis, taxas condominiais e IPTU que se vencerem no curso da demanda referentes à Sala 401. A fl. 116 diferiu-se o exame da liminar para após a contestação. Contestação as fls. 138/148 alegando preliminarmente, inépcia da inicial. No mérito relata que que quando do recebimento das notificações encaminhadas pelo requerente, a contestante imediatamente encaminhou uma contra notificação informando quanto ao seu desinteresse na continuidade do contrato, bem como quanto à desocupação ocorrida em 18 de dezembro de 2016. Reitera que a rescisão do contrato já se operou desde a desocupação, na data de 18 de dezembro de 2016, motivo pelo qual não há em que se falar em liminar de despejo, muito menos em decretação de rescisão. Frisa que a requerente já está na posse no imóvel desde o dia 18/12/2016 e aponta para perda superveniente de objeto. Pondera que não houve qualquer objeção ou recusa do requerente ao receber as chaves. Destaca o excesso na cobrança , salientando que nos cálculos apresentados não há discrição quanto ao que é aluguel, o que é IPTU e o que é condomínio. Aduz que é dever do requerente, ao ajuizar a ação, trazer aos autos cálculos que demonstrem os aluguéis e acréscimos discriminados mês a mês, separadamente, com clara demonstração do total pretendido. Sustenta ´que em nenhum momento a requerida se esquiva de sua obrigação de quitar o que realmente é devido, todavia, é certo que os valores cobrados deverão ser aqueles efetivamente inadimplidos, e não aqueles que o requerente a seu alvedrio os impõe.´, requerendo, ao final, a improcedência demanda. Réplica às fls. 196/198 reiterando os termos da exordial e rechaçando a preliminar. Destaca que ´a estratégia de desocupar a sala 401 antes de sua citação visa apenas e exclusivamente tentar esvaziar esta ação judicial.´ É o relatório. Decido. A causa está madura para o julgamento, sendo suficientes os elementos probatórios para permitir a cognição da demanda. As demais provas genericamente requeridas afiguram-se desnecessárias conforme a fundamentação abaixo, sobretudo ante a natureza da lide. Não se discute que é dever do magistrado indeferir as provas protelatórias, consoante se transcreve: Processo : 2004.002.19663 AÇÃO OBJETIVANDO A ABSTENÇÃO DE COBRANÇA, O RECONHECIMENTO DE INEXISTÊNCIA DE DÉBITO E NULIDADE DE CONTRATO DE MÚTUO, C/C INDENIZAÇÃO POR DANOS MORAIS E PEDIDO DE TUTELA ANTECIPADA PARA A NÃO INCLUSÃO DO NOME DA AUTORA EM CADASTROS RESTRITIVOS. PROVA ORAL. INDEFERIMENTO. O JUIZ É O DESTINATÁRIO DA PROVA, DEVENDO INDEFERIR AS QUE REPUTAR PRESCINDÍVEIS AO JULGAMENTO DA CAUSA. DESPROVIMENTO DO AGRAVO. Tipo da Ação: AGRAVO DE INSTRUMENTO Número do Processo: 2004.002.19663 Data de Registro : // Órgão Julgador: OITAVA CAMARA CIVEL Des. DES. ODETE KNAACK DE SOUZA Julgado em 05/04/2005 Inicialmente rejeito a preliminar de inépcia ante a ausência dos pressupostos do parágrafo único do art. 330 § 1º do Código de Processo Civil/2015, e mesmo porque da leitura dos fatos descritos na referida peça decorrem logicamente os pedidos, os quais se encontram perfeitamente determinados. Ademais, as questões relativas ao valor da cobrança se referem ao mérito, a seguir, apreciado. A ação foi distribuída em 11/11/2016, e sustenta a ré que efetuou a notificação do autor/locador comunicando a devolução do imóvel em 18/12/2016, nos termos do documento de fls. 150/153, recebido em 19/12/2016 ( fl.150). O autor ao se manifestar em réplica, não rechaça o recebimento da referida notificação e nem nega expressamente, portanto, o recebimento das chaves. Limita-se, em verdade, a aduzir que ´a estratégia de desocupar a sala 401 antes de sua citação visa apenas e exclusivamente tentar esvaziar esta ação judicial.´ e que ´a afirmação acima nada mais é do que uma confissão de que a Ré ficou de maio a dezembro de 2016 na posse da sala 401 do Edifício Galeria sem, contudo, qualquer contraprestação ao Autor´. Desta forma, impõe-se a extinção da demanda com relação ao pedido de despejo em razão da perda superveniente de objeto decorrente da entrega das chaves comunicada em 19/12/2016. Aliás, o autor reconhece expressamente a fl. 198 que em 18/12/2016 houve a desocupação do imóvel. No que se refere ao valor do débito, veja-se que o réu locatário não nega sua inadimplência. Aliás, afirma expressamente em sua contestação ´que em nenhum momento a requerida se esquiva de sua obrigação de quitar o que realmente é devido, todavia, é certo que os valores cobrados deverão ser aqueles efetivamente inadimplidos, e não aqueles que o requerente a seu alvedrio os impõe.´ Assim, inconteste seu débito, nem se justificaria discussões, objetivando quantificá-lo, até porque caberá ao autor exeqüente apresentar planilha da quantia que entende ser devida, em cumprimento de sentença, assumindo os ônus de seus cálculos, consoante entendimento jurisprudencial, inclusive de nosso Egrégio Tribunal de Justiça, que se transcreve: 0043343-56.2014.8.19.0000 – AGRAVO DE INSTRUMENTO DES. CLAUDIO DELL ORTO – Julgamento: 08/09/2014 – DECIMA OITAVA CAMARA CIVEL AGRAVO DE INSTRUMENTO. AÇÃO DE DESPEJO POR FALTA DE PAGAMENTO CUMULADA COM COBRANÇA DE ALUGUÉIS. Réus confessadamente inadimplentes. Inicial que veio instruída com planilha detalhada do débito. Pedido dos réus, aqui agravantes, de remessa dos autos ao Contador Judicial para apuração do valor devido. Indeferimento. Correta a decisão que indeferiu o pleito dos agravantes de produção de prova pericial contábil, na forma do art. 475-B, inciso II, do CPC, eis que ainda se está na fase de conhecimento, onde não há necessidade de produção de tal prova. EVENTUAL DISCUSSÃO ACERCA DE EXCESSO NA COBRANÇA EFETUADA PELA AGRAVADA DEVE SER VEICULADA NA FASE DE CUMPRIMENTO DA SENTENÇA, cuja prova requerida poderá ser produzida, com vistas a definir o valor da execução. RECURSO A QUE SE NEGA SEGUIMENTO, NA FORMA DO ARTIGO 557, CAPUT, DO CPC. 0029137-71.2013.8.19.0000 – AGRAVO DE INSTRUMENTO DES. LINDOLPHO MORAIS MARINHO – Julgamento: 15/10/2013 – DECIMA SEXTA CAMARA CIVEL PROCESSUAL CIVIL. DEMANDA. DESPEJO C/C COBRANÇA. CUMPRIMENTO DE SENTENÇA. EXCEÇÃO DE PRÉ-EXECUTIVIDADE. EXCESSO DE EXECUÇÃO. MATÉRIA QUE DEVE SER DEDUZIDA POR MEIO DE IMPUGNAÇÃO. RECURSO MANIFESTAMENTE IMPROCEDENTE. A discussão sobre possível excesso de execução é matéria típica DE IMPUGNAÇÃO (art. 475-L, V, do Código de Processo Civil), não podendo ser ventilada em exceção de pré-executividade por demandar dilação probatória. Quanto às custas processuais e à alegada ausência de valor da causa não assiste razão ao recorrente, já que o cumprimento de sentença passou a ser uma fase do processo, e não mais uma ação autônoma como era antes, motivo pelo qual dispensa o recolhimento das custas processuais e de indicação do valor da causa. Precedentes do TJERJ. Recurso manifestamente improcedente, ao qual se nega seguimento com fulcro no art. 557, do Código de Processo Civil 2007.001.24370 – APELACAO CIVEL DES. ANTONIO SALDANHA PALHEIRO – Julgamento: 05/06/2007 – QUINTA CAMARA CIVEL AÇÃO DE DESPEJO C/C COBRANÇA. SENTENÇA DE PROCEDÊNCIA, CONDENANDO OS APELADOS AO PAGAMENTO DOS ALUGUÉIS E ENCARGOS DA LOCAÇÃO VENCIDOS, ACRESCIDOS DE JUROS LEGAIS E MULTA CONTRATUAL.RECURSO DO LOCADOR PRETENDENDO SEJAM RECONHECIDAS E ESPECIFICADAS AS MULTAS EXPRESSAMENTE PACTUADAS NO CONTRATO DE LOCAÇÃO.MATÉRIA A SER VENTILADA NA FASE DE CUMPRIMENTO DA SENTENÇA.IMPOSSIBILIDADE DE APRECIAÇÃO DE EVENTUAL EXCESSO NAS CLÁUSULAS CONTRATUAIS SOB PENA DE REFORMATIO IN PEJUS.NEGADO PROVIMENTO AO RECURSO. 2007.002.00288 – AGRAVO DE INSTRUMENTO DES. ANA MARIA OLIVEIRA – Julgamento: 13/02/2007 – OITAVA CAMARA CIVEL Agravo contra decisão monocrática do Relator que negou seguimento a agravo de instrumento interposto de decisão que em ação de despejo cumulado com cobrança de aluguéis e encargos de locação comercial, em fase de execução, determinou a intimação do devedor para cumprimento da obrigação, nos termos do artigo 475-J do CPC. Determinação do valor da condenação que depende apenas de cálculo aritmético, não se justificando a pretendida liquidação por arbitramento ou por artigos. Credor que requerera o prosseguimento do feito, não se verificando atuação de ofício pelo julgador ao deferi-lo, observando a disciplina atual do cumprimento de sentença que contém obrigação por quantia certa. Regras de natureza processual que são aplicáveis ao processo em curso. Desprovimento do agravo. O termo final deverá ser fixado na data de 19/12/2016, quando então houve a notificação do autor acerca da entrega da chaves ( fl.150). Isto posto, julgo: a) extinta a demanda com relação ao pedido de despejo em razão da perda superveniente de objeto, na forma do art 485 IV. Custas pelo autor b) procedente o pedido de cobrança, na forma do art 487, I do Código de Processo Civil e condeno a ré ao pagamento dos alugueres e encargos locatícios, devidamente corrigidos, com os acréscimos legais e contratuais, desde os respectivos vencimentos até 19/12/2016. Condeno a ré ao pagamento das custas e honorários advocatícios, os quais, ao teor do art.85§ 2º do Código de Processo Civil fixo em 10% sobre o valor da condenação. Transitada em julgado e certificado quanto ao regular recolhimento das custas, dê-se baixa e arquivem-se os autos, cientes as partes de que, caso necessário, o presente processo será remetido à Central de Arquivamento.

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  3. Dados do processo:

    Processo No 0391118-20.2016.8.19.0001

    TJ/RJ – 25/05/2017 10:59:44 – Primeira instância – Distribuído em 11/11/2016

    Comarca da Capital 3ª Vara Cível
    Cartório da 3ª Vara Cível

    Ação: Despejo Por Infração Contratual / Locação de Imóvel / Espécies de Contratos

    Assunto: Despejo Por Infração Contratual / Locação de Imóvel / Espécies de Contratos

    Classe: Despejo por Falta de Pagamento Cumulado Com Cobrança

    Autor FUNDO DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO ? FII EDIFÍCIO GALERIA
    Representante Legal BTG PACTUAL SERVIÇOS FINANCEIROS S.A. DTVM
    Réu CHL DESENVOLVIMENTO IMOBILIÁRIO S/A

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  4. Bowwwwwwwww!

    Data da informação 24/05/2017
    Data-base (último dia de negociação “com” direito ao provento) 24/05/2017
    Data do pagamento 31/05/2017
    Valor do provento por cota (R$) 0,108871341048332
    Período de referência Abril/2017
    Rendimento isento de IR*

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    • Logo logo será um xted o edga.
      Graças a Deus sai dele é o melhor, mesmo saindo no prejuízo me ajudou a pagar menos IR por causa de lucro do RNGO,BBPO e SAAG que vendi.

      Estou me desfazendo de toda minha carteira da BTG para nunca mais voltar!

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      • Com todo respeito, mas comparar EDGA com XTED nao tem nada a ver.
        A unica similaridade é a gestao ruim em ambos os FIIs.
        Este negocio de justificar prejuizo com “lucro” de outras vendas tambem é algo que discordo, de forma educada.
        O dinheiro perdido nunca é recuperado.
        Voce pode ate ganhar outro dinheiro, mas nao é o mesmo perdido.

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      • Claro, pode discordar.

        Mas você não pode discordar que o RJ está em um momento péssimo, o Brasil está em um momento péssimo. A administração então nem se fala…
        Não dá pra ficar esperando o dinheiro “empatar” e ficar esperando anos e anos.
        Infelizmente edga é um pedimos negócio e não vejo melhorar pelos próximos 3 ou 4 anos.

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      • Edga trilhou o caminho da maior parte dos imóveis no RJ, situação do estado é partilhada por outras unidades da república e que sofre por escolhas do povo. Escolher este ou aquele FII tem um resultado de curto, médio e longo prazos. Basta estar ciente e considerar a aderência ou não ao perfil. Quanto à administração… essa está com os dias contados no segmento.

        Curtido por 2 pessoas

      • Uma vez lá no passado eu pensei:
        “Caraca! Esse FII já valeu menos de R$ 70 e hoje tá pagando mais de 70 cents (o tão sonhado 1% a.m. livre de IR).”
        Mal sabia eu do que estava por vir… hehehe
        Essa LTB do gráfico tá bonita de ver, quando será a reversão? 🤔

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      • Billie

        todo mundo que compra vacância cai no canto de sereia de olhar o preço atual, comparar com o antigo e imaginar a renda

        só que a realidade mostra que o momento econômico era outra fora os trambiques das três letrinhas para conseguir locatário

        a realidade é outra… TBOF, EDGA, ALMI, … coloca na ponta do lápis o valor de uma locação REAL e o quanto pagaria o FII com 100% de ocupação

        usa um redutor de 10% porque sempre teremos vacância e veja o quanto vai pagar QUANDO locar

        é um custo alto, tem de ter perfil e estar disposto a carregar

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      • Pelas minhas contas esse imóvel com 80% alugado a 90 o m2, teríamos algo em torno de 40 centavos. O que daria algo em torno de 0,83% mês a 48 reais.

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      • Edga e Almi realmente estão interessantes no secundário.

        Só que comprar vacancia relevante, bom, tem que pensar muito bem.

        você aposta em taxa(imagina a cota do secundário como um PU de título) ao seu favor mas tem o tempo contra(função exponencial). De partida, a matemática está contra você.

        Curtido por 1 pessoa

      • Ricardong

        tem vacâncias que já estão fazendo aniversário… já dá para fazer conta da “taxa de espera”

        óbvio que qdo virar, vai fechar a conta, mas se usarmos as expectativas pra um “norte” teríamos algo como 2018 pra SP e 2019 ou 2020 pra RJ

        Curtido por 1 pessoa

      • Tetzner,

        Será que fecha?

        Secundário 40% de desconto no VP. OK. Isso é taxa na conta.
        Tempo é exponencial na conta. Qual seria o tempo? o número de meses em que a renda da cota fica abaixo da Selic?É assim que o mercado se comporta.

        Então 2020 para ter uma vacancia decente.
        3 anos na exponencial geram menos “taxa” do que esse desconto de 40% ?

        Entendeu?

        Curtido por 1 pessoa

      • Ricardong

        isso é pré requisito pra resolver, igual TRX

        deixa literalmente quebrar para eles largarem o osso

        ai junta as cinzas do que sobrou e coloca nas mãos de quem tem competência

        EDGA é outro que já já vai ter de emitir pra pagar cotas nesse ritmo zera a renda e aí …

        Curtido por 2 pessoas

      • Tetzner,

        Então pro grande, rola.
        Junta 25% das cotas. Da um pé na bunda do gestor/adm/consultor.

        Coloca um cara esperto. Reduz o m2 para 50% do atual e bate na porta das empresas no entorno. Fecha essa ocupação pra 50% rápido . E ajusta o m2 quando o mercado melhorar.
        Fazendo as contas, de repente, vale a pena.

        Agora pro PF micro?

        É aquela conta de brigar com tempo no juros compostos. Caminho pro cemitério.

        Curtido por 2 pessoas

      • Realmente hoje não aluga nada por esse preço, mas penso no futuro. 45 reais hoje na renda fixa, com a selic atual renderia no total aproximadamente 74 reais em 4 anos. Ainda assim, teríamos um desconto de mais de 10% do VP desse fundo.

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      • De toda forma não tem pressa para fazer a aquisição, torcer para zerar o aluguel. Agora decorrente da baixa liquidez pode ser que nunca chegue no valor que desejo pagar.

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  5. Data-base (último dia de negociação “com” direito ao provento)
    24/05/2017
    Data do pagamento
    31/05/2017
    Valor do provento por cota (R$)
    0,108871341048332
    Período de referência
    Abril/2017
    Ano
    2017

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  6. A BTG PACTUAL SERVIÇOS FINANCEIROS S.A. DTVM, com sede na Cidade do
    Rio de Janeiro, Estado do Rio de Janeiro, na Praia de Botafogo, nº 501, 5º andar, inscrita no
    CNPJ/MF sob o nº 59.281.253/0001-23, (“Administradora”), na qualidade de administradora do
    FUNDO DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO – FII EDIFÍCIO GALERIA, inscrito no
    CNPJ/MF sob o nº 15.333.306/0001-37, código CVM nº 231-3 (“Fundo”), proprietário de 100% do
    Edifício Galeria, localizado à Rua da Quitanda, nº 86, Rio de Janeiro, RJ (“Imóvel”) e
    TSP PARTICIPAÇÕES LTDA. (“Consultora”), com sede na Cidade de São Paulo, Estado de São
    Paulo, na Avenida das Nações Unidas, nº 12.901, 34° andar, sala 274, CEP 04578-000, inscrita no
    CNPJ/MF sob o nº 10.262.910/0001-04, na qualidade de Consultora de Investimentos do Fundo,
    informam a seus cotistas e ao mercado que em vista da situação atual de mercado, a Consultora
    reduzirá, por mera liberalidade, a partir Maio/2017, por tempo determinado de 12 (doze) meses o
    valor de sua remuneração atualmente cobrada do Fundo de 0,20% a.a. para 0,17% a.a. sobre o valor
    total do Imóvel, vigente no último dia útil do mês anterior à prestação de serviços.
    Permanecemos à disposição para prestar quaisquer esclarecimentos adicionais que se façam
    necessários.
    Rio de Janeiro, 19 de maio de 2017
    FUNDO DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO – FII EDIFÍCIO GALERIA

    Curtido por 1 pessoa

  7. No informe mensal, na parte do ativo consta somente cerca de R$ 1,5 mi pra receber, mas nas minhas contas e o que já apareceu nos relatórios gerenciais esse número já chega a R$ 10,0 mi. Alguém percebeu isso? Ou se estou enganado poderia me explicar?

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  8. Caros, podem me ajudar. Minhas cotas de EDGA11 sumiram da relação de FIIs em custódia na corretora do Banco do Brasil. No sistema aparece que cotas foram transferidas. Alguém sabe porque isto ocorreu. Sei que perdeu o “B” de balcão. Mas isto não justificaria sair da custódia. Ou justificaria? Há dois dias que pergunto pelo sistema de contato e a única resposta é que estão vendo.

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  9. teve seu pleito deferido por meio do Ofício 2011/2017-DRE de 25 de abril de 2017, para a transferência do segmento de negociação das cotas de emissão do Fundo do mercado de balcão organizado para o mercado de bolsa administrado pela BM&FBOVESPA.

    A Administradora informa ainda que, de forma a que os cotistas tenham tempo hábil para tomarem conhecimento e se prepararem para a referida alteração, de acordo com o referido Ofício, a efetiva negociação das cotas no mercado de bolsa passará a ocorrer somente a partir de 02/05/2017.

    Com esta transferência, o código de negociação do Fundo (ticker) se altera de EDGA11B para EDGA11, excluindo-se, portanto, apenas a indicação de mercado de balcão organizado feita por meio da letra “B”.

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  10. Resumo das deliberações tomadas em Assembleia Geral Ordinária de Cotistas do FII Edifício Galeria, realizada em 24 de abril de 2017. Prezado Cotista,

    Em cumprimento ao disposto na Instrução CVM nº 472/08, informamos que compareceram cotistas representando 11,25% do total das cotas emitidas do Fundo e por deliberação tomada em Assembleia Geral Ordinária, 99,53% dos presentes decidiram aprovar as demonstrações financeiras do Fundo, considerando 0,47% de abstenções, referentes ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2016.

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  11. Alguma resistência, além da nossa: “O cotista Fred Calim pediu que consignasse em ata que considera equivocada a estratégia do consultor imobiliário do Fundo, pois não produz o retorno financeiro esperado pelos cotistas.
    Os cotistas solicitaram, ainda, que o Administrador entre com ação de despejo em relação ao locatário que se encontra inadimplente há mais de um ano, sem prejuízo a alugueis, tributos, condomínio, multas e juros acumulados até a data do despejo”.

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