FAMB11B – Fundo Edifício Almirante Barroso

Seu objetivo foi a aquisição de 100% do Edifício Almirante Barroso; fundo é administrado pela BTG Pactual em condomínio fechado e com prazo de duração indeterminado.

famb11b

O prédio está locado para os escritórios administrativos da Caixa Econômica Federal e mais duas agências bancárias; o imóvel possui Área Bruta Locável (ABL)  de 56.331 m² e 126 Vagas de estacionamento.

Sua cota foi lançada inicialmente por R$ 1.000,00 e o fundo obteve a liberação da CVM em Março/03, quando começou a vigência do atual contrato com a Caixa, válido até 2013, renovável por mais dez anos; um fundo do tipo Tijolo e enquadra-se na segmentação Escritórios.

Existe uma disputa em andamento pelo revisional do aluguel, com solicitação de perito e questionamentos que pode mais adiante trazer algum bônus futuro.

O contrato de aluguel é reajustado pelo IGPM no mês de Março; foram reformados os 21 elevadores que o prédio possui

Ação Revisional: Conforme Comunicado ao Mercado de 28/12/12, o Fundo recebeu a quantia de R$ 20.596.761,31, que estava depositada em juízo para início de pagamento da diferença retroativa dos aluguéis que estão sendo discutidos na Ação Revisional de Aluguel em 18 de dezembro de 2012.

Relatórios de Obras: Conforme Comunicado ao Mercado de 28/12/12, o FII Almirante Barroso provisionou o montante de R$ 7.270.680,76 a serem direcionados exclusivamente para obras de impermeabilização necessárias no imóvel. Referidas obras consistirão na aplicação de manta asfáltica e cobertura com placas em concreto armado apoiadas em pequenos pilaretes nas áreas de esplanada e cobertura do imóvel, que juntas somam aproximadamente 5.145 m2. A troca da impermeabilização é imprescindível, pois a atual já ultrapassou a vida útil e começam a surgir pontos de infiltração no imóvel. Adicionalmente, serão instalados corredores de acesso aos equipamentos em chapa metálica para prolongar a vida útil das placas de proteção e serão substituídos o guarda-corpo e as proteções das saídas de ventilação danificadas pela corrosão.

Taxas:
Administração: 4,0% sobre receita operacional do fundo (mínimo R$ 20.000,00 mensais).

RI: sh-contato-fundoimobiliario@btgpactual.com

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232 comentários sobre “FAMB11B – Fundo Edifício Almirante Barroso

  1. E agora ? Alguém pode ajudar a traduzir a informação ?

    Movimento:
    Resultado de Sessão de Julgamento – Julgado – Reformada a Sentença

    Trecho do documento:
    Certifico que a Egrégia 5ª TURMA ESPECIALIZADA ao apreciar o processo eletrônico em epígrafe, em sessão realizada nesta data, proferiu a seguinte decisão:
    Por unanimidade, deu-se provimento à apelação e aos agravos retidos, na forma do voto do Relator.
    A Subsecretaria juntará a degravação.

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    • À instituição BTG PACTUAL SERVIÇOS FINANCEIROS S/A DTVM
      Relatório do grupo de representantes dos cotistas do
      Fundo de Investimento Imobiliário do Ed. Almirante Barroso

      Prezados,
      nós, do grupo de representantes dos cotistas (“Grupo de Representantes”) do “FUNDO DE
      INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO -FII EDIFÍCIO ALMIRANTE BARROSO”(“Fundo”) que é administrado pela
      empresa “BTG PACTUAL SERVIÇOS FINANCEIROS S/A DTVM” (“Administradora”), eleitos na assembleia de
      cotistas do dia 31/05/2016, em atendimento ao disposto no Art. 26-A, incisos IV, V e VI da instrução CVM
      472/08; vem apresentar o relatório a seguir.

      Introdução
      Conforme entendemos a respeito do que foi solicitado pela nova redação da instrução CVM 472/08,
      devida a alteração promovida pela instrução CVM 571/15, o representante, ou o grupo de representantes
      dos cotistas é chamado a dar a sua apreciação pessoal a cerca das demonstrações financeiras do Fundo e
      fornecer um relato das atividades desempenhadas.
      Pedir ao representante dos cotistas sua apreciação pessoal, é o mesmo que pedir o ponto de vista do
      investidor. É fazer com que ele apresente o que, para ele, é relevante e fundamental para finalmente decidir
      o que fazer com o seu investimento. Dessa forma, traremos a seguir o que nos parece mais urgente e
      fundamental e que ressalta das contas de 2016 do Fundo.
      Como consequência de nossa apresentação, as atividades desempenhadas por nós, ligadas aos
      assuntos que irão ser abordados neste relatório, serão relatadas naturalmente mais adiante.

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    • Identificando um ponto relevante para a fiscalização
      A gestão do Fundo Imobiliário do ed. Almirante Barroso encontra-se num momento bem singular. E
      se pode verificar esse fato observando, primeiramente, o mais básico fator que pode causar o impacto mais
      direto sobre o rendimento das cotas do Fundo: os custos.
      Tomemos, como um caminho para verificar o que afirmamos acima, a tabela a seguir que apresenta
      as informações sobre os custos operacionais dos três últimos meses de 2016, presentes nas respectivas
      demonstrações financeiras.

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    • Pode-se observar claramente que, conforme foi destacado na tabela, com caracteres sublinhados,
      nos três últimos meses de 2016 não houve um só custo, em magnitude e crescimento, mais significativo do
      que aquele identificado pela rubrica “Despesas com Consultoria”. Nos últimos três meses de 2016, essas
      despesas cresceram mais de 56% e de maneira linear, isto é, sempre crescente, com o mês posterior
      apresentando mais gastos de que o anterior. Coincidentemente, tal situação não se repete com nenhum
      outro gasto.
      Olhando mais detidamente essa despesa pudemos verificar através dos demonstrativos anteriores
      que antes de 2014, sob essa rubrica, os valores contabilizados costumavam ser bem menos relevantes,
      ocupando no máximo o 4º ou 5º lugar entre os fatores mais dispendiosos, conforme indica a tabela abaixo:

      Ano Ranking entre as maiores despesas
      operacionais acumuladas*
      2010 4º lugar
      2011 4º lugar
      2012 4º lugar
      2013 5º lugar
      2014 3º lugar
      2015 3º lugar
      2016 2º lugar
      *foram consideradas as despesas sob a rubrica “Despesas com consultoria” e “Despesas com assessoria técnica”, presentes nos demonstrativos financeiros de dez/2010, dez/2011, dez/2012, dez/2013, dez/2014, dez/2015 e dez/2016

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    • Assim se percebe que, ao menos paulatinamente, o Administrador passou a se utilizar mais desses
      serviços na gestão, mais notadamente a partir de 2014. Porém, quando comparamos essa despesa, em base
      anual, como percentual do total de custos anuais do Fundo, verificamos que o aumento que percebemos no
      início dessa exposição (o que ocorreu nos últimos 3 meses de 2016) estava obedecendo a um padrão que já
      existia num prazo maior, de acordo com o que o gráfico abaixo pode evidenciar:

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    • Creio que pudemos demonstrar que aí existe uma situação singular na administração do Fundo que
      é relevante o suficiente para atrair a nossa atenção e procurar os meios apropriados para exercer a função
      fiscalizadora que nos é própria.

      Solicitando documentação à Administradora

      Dificuldades na fiscalização
      A subida repentina dos custos com consultoria não passou despercebida por nós e ela foi objeto de
      solicitação de verificação de documentos já no ano de 2015. Estávamos procurando examinar, não apenas
      os valores pagos, mais que tipos de serviços de consultoria e sua real relevância para a gestão imobiliária do
      Fundo, a fim de entender a real necessidade desse aumento tão significativo.
      Foi formulado um pedido para se ter acesso aos contratos de consultoria – o que somente fora
      permitido pela Administradora por meio de visita `a sua sede, no Rio de Janeiro, para se examinar os tais
      contratos, sem que se tirasse qualquer tipo de cópia dos mesmos.
      Apesar dessa dificuldade que vigorava nesse período como também até recentemente, pudemos
      constatar que grande parte dos contratos previam a realização de projetos e estudos que visavam futuras
      obras no imóvel objeto do Fundo.

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    • Os problemas principais para uma boa verificação eram de dois tipos:

      1 – A quantidade e variedade de contratos de prestação de serviço era grande demais para ser examinada
      sem a possibilidade de ter cópias delas a nossa disposição;
      2 – Os contratos apenas previam o serviço a ser prestado e a forma de pagamento e a importância a ser
      paga, o que é somente metade da informação necessária. Precisávamos ter acesso aos serviços
      propriamente ditos, ter cópia dos estudos encomendados, por exemplo.
      Se essas dificuldades não forem superadas, será impossível empreender uma atividade relevante
      para a defesa dos interesses dos cotistas.
      Infelizmente, a Administradora não entendia dessa forma e tivemos que recorrer a CVM para
      conseguir a possibilidade de, pelo menos, superar o primeiro problema, que era a possibilidade de ter a
      cópia dos documentos solicitados para a fiscalização.
      Somente após a primeira quinzena de janeiro deste ano pudemos ter acesso as cópias dos contratos
      de consultoria.
      Restava o problema do acesso aos serviços propriamente ditos, para sabermos exatamente do que
      se trata, se foram bem prestados ou não esses serviços e qual a verdadeira relevância deles.

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    • Outras providências

      O motivo da assembleia extraordinária

      Para superar o segundo problema para a fiscalização, fizemos a seguinte proposta a alguns cotistas que
      solicitaram a assembleia propondo os seguintes tópicos que implicam em uma alteração de regulamento.
      Essas alterações propostas foram examinados também pela Administradora que a modificou chegando a
      seguinte forma final :
      (i) Aprovar a inclusão de artigo no regulamento do Fundo dispondo que só poderão ser contratados
      pelo Fundo quaisquer tipos de estudos ou projetos referentes a obras feitas ou por ocorrer,
      mediante apresentação prévia de necessidades e orçamentos sujeitos à aprovação em assembleia
      geral;

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    • (ii) Aprovar a inclusão de artigo no regulamento do Fundo dispondo que (i) os representantes dos
      cotistas, em quaisquer processos de contratação pelo Fundo de auditoria independente, auditoria
      de obras ou auditoria de serviços de arquitetura e/ou engenharia, obras, projetos e estudos
      referentes obras feitas ou por ocorrer, terão a opção de apresentarem prestadores de serviços
      para participarem de concorrência pela contratação, que deverão ser considerados pela
      Administradora para fins de eleição da melhor proposta, sempre levando em consideração, no
      mínimo, preço, qualidade dos serviços, histórico de prestação dos serviços a serem contratados e
      diligência interna pela Administradora; (ii) caso os representantes dos cotistas tenham
      apresentado propostas de prestadores de serviço aceitos pela Administradora nos termos do item
      (i) acima e tal escolha tenha sido levada a deliberação em assembleia geral de cotistas do Fundo,
      os representantes de cotistas se absterão de votar em referida pauta;
      (iii) Aprovar a inclusão de artigo no regulamento do Fundo dispondo que uma vez contratada
      qualquer obra pelo Fundo, o Administrador do Fundo deverá fornecer aos representantes dos
      cotistas, o cronograma de obra junto ao prestador de serviços contratado e um relatório dos
      serviços já realizados, ao menos mensalmente, a partir da data de contratação;
      (iv) (iv) Aprovar a inclusão de artigo no regulamento do Fundo dispondo que uma vez contratado pelo
      Fundo qualquer tipo de estudo ou projeto referente a obra feita ou por correr, o administrador do
      fundo deverá fornecer aos representantes dos cotistas cópias do tal estudo, bem como suas
      possíveis modificações e/ou atualizações, a partir do momento em que o prestador de serviço
      disponibilizá-lo ao administrador.
      Apesar das modificações da Administradora, os referidos dispositivos, se aprovados, poderão se tornar
      os mecanismos capazes de superar o problema do acesso aos estudos encomendados e fazer com que os
      cotistas possam ter uma melhor noção do que está sendo feita da gestão imobiliária do Fundo.

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    • Lidando com outro gasto relevante

      Dificuldades semelhantes encontramos quando fizemos a fiscalização do contrato de honorários
      advocatícios da ação revisional de aluguel que ainda está em curso e é um dos assuntos mais importantes
      para os investidores deste Fundo.
      Esse contrato de honorários foi objeto de parecer desfavorável, emitido por nós, em 2014.
      Mais uma vez, a Administradora não teve a mesma apreciação do contrato e a denúncia contida no
      parecer foi objeto de solicitação de informações através de ofício da CVM.
      Como relatamos à autarquia que regula o mercado de fundos, houve uma coincidência bastante
      favorável aos cofres do Fundo : no mesmo momento em que a CVM instaura um procedimento
      administrativo para investigar possíveis abusos no contrato de honorários denunciado por nós em 2014, a
      Administradora consegue em fim negociar com os advogados que acabam extinguindo do contrato de
      honorários exatamente uma das cláusulas que denunciamos como abusivas em nosso parecer. Isto reduziu
      pesadamente os custos que essa cláusula impunha ao Fundo.

      Conclusão
      Oferecemos aqui neste relatório uma demonstração de como procedemos no exercício de nosso
      mandato e aproveitamos a oportunidade para chamar a atenção, da Administradora e dos cotistas do Fundo,
      do que consideramos, no atual momento, os assuntos mais palpitantes e que exigem os maiores esforços da
      representação dos cotistas para a defesa de seus interesses.
      _____________________________ _______________________________
      Luiz Gustavo Aurnheimer Vieira Gabriel José Lindenbaum

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      • Explica-se tudo só com três letras. Não é a toa que o seu mandatário está com o nome na Lava Jato. Realmente, tem que pensar muitas vezes antes de comprar um produto da BTG, tem que ter uma margem muito grande, pois se o produto, no caso o FII, for ter um aumento de rendimento, me parece que começam a aparecer despesas para que este lucro volte para a administrador. Talvez, seja aquele pensamento, o cotista não faz nada, só compra, então…….

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      • Aplausos de pé para os colegas, isso sim é acompanhar “o gado no olho”. Não possuo o FAMB, mas certamente é digno de nota esse ativismo dos cotistas, desejo sucesso aos mesmos.

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      • Pior aliás, prefeitura tem eleições e consequentemente chances reais de eliminar o q não presta, mas no caso de Fiis, tá feia coisa..se não fizermos nada p defender nosso patrimônio os cara vão moer ele… tem fii com renda a cinco ano no mesmo, isso os bom, por outros tão caindo ou ficando sem renda,,, os imóveis físico já já desperta um interesse diferenciado se comparado com fiis. Diria q p quem sabe escolher um bom imóvel físico, bem localizado, comercial de preferência, já tá dando banho em fiis

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  2. Algum advogado aqui para explicar os movimentos do processo em 2017 ?

    18/04/2017 12:01 Remessa Interna-Divisão de Distribuição, Registro e Autuação
    17/04/2017 11:12 Intimação de Decisão – Registro no Sistema
    11/04/2017 19:35 Remessa Interna-5a.TURMA ESPECIALIZADA
    11/04/2017 14:01 Conclusão para Decisão – Declarado impedimento ou suspeição
    06/04/2017 16:26 Remessa de Conclusão-Gabinete 15
    03/04/2017 12:42 Devolução de Remessa
    09/03/2017 14:36 Remessa P/ CEF – Caixa Econômica Federal por motivo de Contrarrazões
    09/03/2017 14:24 Remessa Interna para A pedido-5a.TURMA ESPECIALIZADA
    07/02/2017 16:17 Remessa de Conclusão – Despacho/Decisão-Gabinete 15
    07/02/2017 16:15 Devolução de Remessa
    07/02/2017 16:07 Juntada
    02/02/2017 19:26 Remessa P/ Ministério Público Federal por motivo de Parecer
    02/02/2017 19:01 Intimação de Despacho – Registro no Sistema
    02/02/2017 18:26 Remessa Interna para Em face de Decisão/Despacho-5a.TURMA ESPECIALIZADA
    31/01/2017 15:52 Conclusão para Despacho – Determina Intimação

    Eu tento entender, mas sou uma porta mesmo. Em outubro de 2016, saiu uma decisão do juiz que dizia: “…deverá ser feito imediatamente, independentemente de
    interposição recurso por parte da CEF…”. Então pq até agora nada do $$$ atualizado ?

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    • Ramom,
      Onde conseguiu essas informações de andamento do processo ?
      Não consigo visualizar esses dados no site da justiça federal do RJ.
      Obrigado.
      P.S. como vc também fico sem entender esses trâmites.

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    • Ramon;

      Não tenho acompanhado este FII e nem o respectivo processo, aqui fico meio limitado a ajudar.
      Tem como me dizer ao que o juiz decidiu sobre “ser feito imediatamente”? O texto está incompleto.
      Sds.

      Obs.: Em tempo, pelo que entendi do andamento, em 11/04 um desembargador declarou-se impedido de julgar a causa e os autos foram remetidos à distribuição para determinação de outro/novo julgador (desembargador).

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      • É do fato relevante abaixo que foi publicado em 21/10/2016.

        FUNDO DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO – FII EDIFÍCIO
        ALMIRANTE BARROSO
        CNPJ/MF N.º 05.562.312/0001-02 – Código CVM: 0090-6
        FATO RELEVANTE
        A BTG PACTUAL SERVIÇOS FINANCEIROS S.A. DISTRIBUIDORA DE TÍTULOS E VALORES MOBILIÁRIOS, com sede na Cidade do Rio de Janeiro, Estado do Rio de Janeiro, na Praia de Botafogo, nº 501 – 5º andar parte, inscrita no CNPJ/MF sob o nº 59.281.253/0001-23 (“Administradora”), na qualidade de administradora do FUNDO DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO – FII EDIFÍCIOALMIRANTE BARROSO, inscrito no CNPJ/MF n.º 05.562.312/0001-02, código CVM nº 0090-6 (“Fundo”), informa a seus cotistas e ao mercado que, em 20/10/2016, foi disponibilizada no website da Justiça Federal – Seção do Rio de Janeiro (www.jfrj.jus.br) cópia de decisão proferida nos autos da Ação Revisional de Aluguel nº 0023109-25.2010.4.02.5101 (“Ação Revisional”), proposta pelo Fundo em face da Caixa Econômica Federal (“CEF”), locatária do Imóvel de propriedade do Fundo localizado na Avenida Rio Branco, nº 174, Rio de Janeiro/RJ, dando provimento aos embargos de declaração opostos pelo Fundo contra a sentença proferida nos autos da Ação Revisional, decidindo, entre outros assuntos, que o pagamento das diferenças de alugueis fixados provisoriamente e aqueles pagos ao longo da ação, no montante total de R$7.856.412,87 (sete milhões, oitocentos e cinquenta e seis mil, quatrocentos e doze reais e oitenta e sete centavos), deverá ser feito imediatamente, independentemente de interposição recurso por parte da CEF, bem como que a CEF deverá pagar o valor do aluguel mensal fixado em sentença de R$4.281.578,29 (quatro milhões, duzentos e oitenta e um mil, quinhentos e setenta e oito reais e vinte e nove centavos) desde a prolação da referida decisão (“Decisão”).
        A Decisão aguarda publicação no Diário Oficial da União e, após isso, poderá ser objeto de recurso por parte da CEF.
        A Administradora continuará mantendo relatório atualizado da Ação Revisional em seu website
        21 de outubro de 2016.
        BTG Pactual Serviços Financeiros S.A. DTVM

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      • Ramon;

        Atente-se ao seguinte trecho constante no Informe Anual do fundo (especialmente o em negrito):

        “Proferida sentença confirmando liminar que determinou o pagamento dos alugueis provisórios, homologando os cálculos do perito judicial e julgando procedente o pedido do FII para fixar em R$4.281.578,29 (quatro milhões, duzentos e oitenta e um mil, quinhentos e setenta e oito reais e vinte e nove centavos), na data-base de 17.10.2010, devendo a CEF pagar ao autor as diferenças devidas durante a ação de revisão e condenando a CEF ao pagamento de custas e honorários advocatícios fixados em 10% do valor da causa 02.09.2016 Ambas as partes opuseram embargos de declaração 20.10.2016 Os embargos foram julgados parcialmente procedentes para estabelecer a necessidade de imediato pagamento da diferença apurada entre o valor do aluguel fixado em sentença e o valor efetivamente pago durante o curso do processo 28.11.2016 execução provisória da Sentença pelo fundo 16.12.2016 A Locatária apelou da decisão de primeira instância. Os autos estão no Tribunal Regional Federal aguardando análise desde 19.12.2016. 16.12.2016 a CEF recorreu da decisão que arbitrou a multa por descumprimento, tendo o Tribunal suspendido liminarmente a decisão.”

        Como o desembargador originalmente designado se declarou impedido, haverá a distribuição dos autos para outro(a) que deverá proferir decisão a respeito.
        Acho, só acho, que ainda neste ano teremos alguma novidade neste sentido.
        Sds.

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      • Ramon;

        Estava olhando com mais calma e pode ser que seja melhor entrar em contato com o RI do fundo.
        Digo isso por causa desse trecho:

        “… a CEF recorreu da decisão que arbitrou a multa por descumprimento, tendo o Tribunal suspendido liminarmente a decisão.”

        Como não ficou claro, pelo menos para mim, se a diferença no aluguel a ser paga de imediato compõem este valor (multa), fiquei na dúvida se a suspensão atinge o valor total devido ou só parte.
        Sds.

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  3. Estou estudando esse fundo, não estou entendendo alguns pontos. Vários fundos deram desconto para manter os inquilinos. Esse, esta brigando para não ceder um desconto. Afinal o que tem nesse imóvel de diferente para fazer a caixa não procurar outro prédio e fazer o fundo não ceder. Digo isso por causa de vacâncias como o xted e almirante por exemplo, que se pudessem certamente entrariam em acordo com a Petro.

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  4. M39,

    A BTG disponibilizou um material para a assembléia. Tentei colocar o link da bmf&bovespa, mas caiu na moderação. Quem tiver interesse é só pesquisar.
    Inclusive tem a informação no material que o escritório de advocacia renunciou aos honorários mensais, coisa que eu não sabia. Tem outras informações interessantes.
    O foco da assembléia são as tais “despesas com consultoria” que no 1º semestre de 2016, por exemplo, foi maior que a própria taxa de administração. Espero que a partir dessa assembléia limitem-se tais gastos, além de aprovarem a referida auditoria.
    Seria interessante saber em que pé está a elaboração do novo projeto de fachada, conforme consta no último relatório mensal.

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    • Corrigindo: “O foco da assembléia são as tais “despesas com consultoria” que no 1º semestre de 2016, por exemplo, foi maior que a METADE da taxa de administração”. A informação foi retirada do último relatório semestral.

      Demonstração do fluxo de caixa do período findo em 30 de junho de 2016 (em milhares de reais):
      Pagamento de taxa de administração = 910
      Pagamento de despesas com consultoria = 549

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  5. São Paulo, 06 de Janeiro de 2017.
    PROPOSTA DO ADMINISTRADOR
    Prezado Sr (a). Cotista,
    A BTG PACTUAL SERVIÇOS FINANCEIROS S.A. DTVM, instituição financeira, inscrita
    no CNPJ/MF sob o nº 59.281.253/0001-23, na qualidade de instituição administradora
    (“Administradora”) do FUNDO DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO – FII EDIFÍCIO
    ALMIRANTE BARROSO (“Fundo”), nos termos do artigo 19, §1º da Instrução CVM nº
    472/08, conforme alterada (“Instrução CVM nº 472”), informa que recebeu a solicitação de
    alguns cotistas do Fundo, que detêm mais de 5% do total das cotas, para realizar uma
    assembleia, na qual deverá ser deliberada a autorização de uma auditoria nos contratos de
    consultoria de prestados ao Fundo em 2015.
    A Administradora sempre seguiu de forma diligente e de acordo com estritas políticas de
    compliance, realizando cotações com principais prestadores de serviços para escolha das
    melhores condições ao Fundo, considerando qualidade e custo x benefício, além de envidar
    melhores esforços para otimizar as contratações e diminuir os custos, sempre visando o
    interesse do fundo. Esclarecemos ainda que já contamos com auditoria externa anual das
    demonstrações financeiras do Fundo. De toda forma, esta Administradora é sempre a favor de
    quaisquer medidas que visem ainda maior transparência às suas atividades na qualidade de
    administradora do Fundo, razão pela qual não vê problemas em fazer uma nova auditoria nos
    contratos firmados pelo Fundo, tal como sugerido pelos representantes de cotistas do Fundo e
    alguns cotistas com percentual suficiente para convocação de assembleias, com a ressalva de
    que isto implicará em custos adicionais ao Fundo, não previstos inicialmente.
    Nesta mesma assembleia, a Administradora propõe aos cotistas do Fundo a alteração do
    regulamento, excluindo a necessidade de divulgar no jornal “Folha de São Paulo”, as
    demonstrações financeiras do Fundo, acompanhadas do parecer dos auditores independentes, e
    o relatório de atividades do Fundo conforme art. 31 § único do Regulamento, uma vez que a
    publicação das demonstrações financeiras de fundos de investimento imobiliário em jornais
    deixou de ser obrigatória. Com essa exclusão, o Fundo economizará semestralmente com o
    valor de publicação.
    Atenciosamente,
    BTG PACTUAL SERVIÇOS FINANCEIROS S.A. DTVM,
    Administradora do Fundo de Investimento Imobiliário – FII Edifício Almirante Barroso

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  6. São Paulo, 06 de Janeiro de 2017.
    Ref.: Convocação para Assembleia Geral Extraordinária de Cotistas do FUNDO DE
    INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO – FII EDIFÍCIO ALMIRANTE BARROSO
    Prezado Sr (a). Cotista,
    A BTG PACTUAL SERVIÇOS FINANCEIROS S.A. DTVM, instituição financeira, inscrita no CNPJ/MF sob o nº 59.281.253/0001-23, na qualidade de instituição administradora (“Administradora”) do FUNDO DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO – FII EDIFÍCIO ALMIRANTE BARROSO (“Fundo”), nos termos do artigo 19, §1º da Instrução CVM nº 472/08, conforme alterada (“Instrução CVM nº 472”), bem como nos termos do artigo 21, §1º do regulamento do Fundo (“Regulamento”), em observância ao prazo de 30 (trinta) dias contados da solicitação, vem por meio desta, em cumprimento à solicitação encaminhada por cotistas detentores de mais 5% (cinco por cento) das cotas emitidas do Fundo (“Solicitação”), convidar V.Sa. a participar da Assembleia Geral Extraordinária de Cotistas, a ser realizada no dia 26 de janeiro de 2017, às 15hrs, na Avenida Brigadeiro Faria Lima, nº 3.477, 14º andar, na Cidade de São Paulo, Estado de São Paulo, CEP 04538-133 (“Assembleia”), a fim de examinar, discutir e votar as seguintes matérias constantes da ordem do dia:
    (i) Contratação de auditor independente para auditar os contratos do Fundo que são
    identificados sob a rubrica “despesas com consultoria” nos relatórios mensais “Informações
    Financeiras” do Fundo dos últimos cinco anos.
    A Administradora vem, ainda, nos termos do artigo 19, §1º da Instrução CVM nº 472, bem
    como nos termos do artigo 21, §1º do Regulamento do Fundo, convidar V.Sa. a examinar,
    discutir e votar na Assembleia a seguinte matéria:
    (ii) Excluir do Regulamento do Fundo a obrigação de publicar em jornal as informações
    obrigatórias do Fundo. Para tanto, excluir os seguintes itens do Regulamento do Fundo:
    Parágrafo Primeiro do Artigo 30, Parágrafo Único do Artigo 31 e Artigo 32. Os efeitos dessa
    deliberação serão válidos para a publicação em jornal das demonstrações financeiras do fundo
    de dezembro de 2016, inclusive.
    A Assembleia se instalará com a presença de qualquer número de cotistas, nos termos do Art.
    19 da Instrução CVM nº 472 e do Art. 70 da Instrução CVM n.º 555/14, conforme alterada. Os
    Srs. Cotistas ou seus representantes deverão apresentar seus documentos de identificação1
    e/ou prova de representação, bem como assinar o Livro de Presença de Cotistas.
    Atenciosamente,
    BTG PACTUAL SERVIÇOS FINANCEIROS S.A. DTVM,
    Administradora do Fundo de Investimento Imobiliário – FII Edifício Almirante Barroso

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    • Boa !!!! Tem que auditar tudo mesmo. O contrato com o escritório de advocacia, por exemplo, é um dos maiores absurdos que já vi. Como pode pagar um valor fixo mensal de 60 mil pros caras não fazerem praticamente nada. Pros advogados, quanto mais tempo a causa se arrastar tanto melhor.
      Pau no BTG.

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      • Seria muito bom se alguém daqui fosse nessa assembléia; o pau deve quebrar

        Inclusive seria bom saber quem representa os 5% das cotas emitidas pelo fundo que requereu a referida auditoria

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      • M39,

        É muito bom saber que estamos bem representados; reparei que eles são reeleitos há vários anos, só não tinha idéia que possuíam tanto capital investido no fundo.
        Não tenho como ir nessa assembléia, pena, sabes de alguém que vá? Algumas coisas que são ditas na assembléia não são transcritas na ata.

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