FEXC11B – BTG Pactual Fundo de CRI (Excellence)

O fundo é administrado pela BTG Pactual, sob condomínio fechado e com prazo indeterminado de duração; antigo FII Excellence.

fexc11b

O FII investe em empreendimentos imobiliários, por meio da aquisição de certificados de recebíveis imobiliários (CRI), letras hipotecárias (LH), letras de crédito imobiliário (LCI) ou de direitos a eles relativos, buscando rentabilidade anual de 105% do CDI; portanto, é classificado como sendo um fundo do tipo Papel e enquadra-se na segmentação IGPM

O rendimento elevado é explicado pela composição de papéis do fundo e trazem ao cotista uma proteção natural contra a inflação mais direta.

Este FII já está na 8ª emissão e foi liberado para negociação em Abril/08.

FEXC11B_emissoes

O Fundo investe exclusivamente em CRI’s seniores, com pagamento de juros, correção monetária e amortização mensais; pela sua característica e dos ativos que compõem o seu portfólio, a estratégia do Fundo não visa obter rentabilidade linear e, para preservar seu patrimônio, reinveste seus recursos recebidos como amortização em novos papéis.

Taxas:
Administração: 0,30%a.a. sobre valor total dos ativos do fundo (mínimo R$ 20.000,00 mensais corrigido pelo IGPM).

RI: sh-contato-fundoimobiliario@btgpactual.com

311 comentários sobre “FEXC11B – BTG Pactual Fundo de CRI (Excellence)

      • Pedro, quais os valores que você enxerga nessa fii ?

        Eu acreditava ser um bom Fii, depois daquele cri da PDG e as despesas dos fundo que só aumentam, e ninguém da uma explicação aceitável, eu fiquei com o pé atrás

        Abraço!

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      • A cota de um fundo de papel varia muito com a distribuicao do mês anterior. Penso que se a cota chegar em 95 – 100, basta esperar um mês com IGPM pouco mais alto (Dezembro já deu 0.50%, Janeiro tb costuma ser alto) para vir uma distribuicao melhorzinha e cota dar um repique. É nisso que aposto. Eu gosto de fazer trade com fundos de papel. Tem dado certo nos últimos meses. Para mim, os FIIs que compro e não vendo, ou seja, os que compro para ter patrimonio, são os de tijolo (FLMA, KNRI, HGRE, SHPH, … ). São caros, mas acho que valem a pena no longo prazo.

        Re lendo o meu comentário acima, faltou eu dizer que para quem faz Trade com FII pode ser uma boa hora de entrar se a cota cair para menos de 100. Acho que não é possível editar o comentário, então fica a resslva aqui.

        Curtido por 1 pessoa

  1. Boa tarde amigos investidores
    Novamente, segue renda de fexc em queda, puxado principalmente por conta do arrefecimento do igpm, índice o qual é mt exposto

    Segue nota da administradora

    No mês de outubro a distribuição de rendimentos do FEXC foi de R$0,82 por cota, o que representa
    um DY doze meses de 12,41%, se considerada a cota de fechamento do mês
    (R$109,14). O valor patrimonial do fundo chegou a R$ 149,9 milhões, o maior valor desde
    janeiro/14, o que representa R$102,59 por cota. Com isso, o valor de mercado apresenta um
    prêmio de 6,38% frente ao valor patrimonial do Fundo.

    Em outubro a Gestora investiu pelo FII o total de R$ 13,7mm, ou 9,14% do PL, em dois novos CRIs
    emitidos pela RB Capital: o primeiro é lastreado no Shopping Bangu e tem um Loan to Value
    (relação dívida/garantia) de 65,0%, enquanto o segundo é lastreado no Hospital Caxias D’Or,
    unidade operada pela Rede D’Or em Duque de Caxias/RJ, também com um LTV de 65,0%. Ambas
    as séries apresentam remuneração próxima a 7%a.a. + IPCA e contam com a ali
    enação fiduciária dos ativos como garantia real. Com essas duas aquisições, o Fundo fechou o mês com
    aproximadamente 75% de seu portfolio alocado em CRIs, e 17% alocados em LCI, e as duas
    aquisições estão em linha com a política de investimentos do Fundo,
    apresentada na última AGE.
    Assim, a carteira de CRIs não –
    pulverizados soma 21% do patrimônio do FII, e os pulverizados com
    lastro residencial 54%. Nesse mês a Gestora declinou 8 operações, decisões motivadas pela
    insegurança frente às respectivas estrutura
    s de garantia. Em análise estão ainda outras 6
    operações, e a Gestora privilegia no momento a busca por operações de viés residencial (lastro
    pulverizado)

    Curtido por 2 pessoas

  2. Boa tarde amigos investidores.
    Novamente, renda em fexc em queda, arrastada principalmente por conta do arrefecimento do igpm, índice o qual o fundo é muito exposto.

    E a cotação acompanha também já que o mercado passa a exigir um retorno atualizado pela renda presente.

    Segue nota da administradora

    No mês de outubro a distribuição de rendimentos do FEXC foi de R$0,82 por cota, o que representa
    um DY doze meses de 12,41%, se considerada a cota de fechamento do mês
    (R$109,14). O valor patrimonial do fundo chegou a R$ 149,9 milhões, o maior valor desde
    janeiro/14, o que representa R$102,59 por cota. Com isso, o valor de mercado apresenta um
    prêmio de 6,38% frente ao valor patrimonial do Fundo.

    Em outubro a Gestora investiu pelo FII o total de R$ 13,7mm, ou 9,14% do PL, em dois novos CRIs
    emitidos pela RB Capital: o primeiro é lastreado no Shopping Bangu e tem um Loan to Value
    (relação dívida/garantia) de 65,0%, enquanto o segundo é lastreado no Hospital Caxias D’Or,
    unidade operada pela Rede D’Or em Duque de Caxias/RJ, também com um LTV de 65,0%. Ambas
    as séries apresentam remuneração próxima a 7%a.a. + IPCA e contam com a ali
    enação fiduciária dos ativos como garantia real. Com essas duas aquisições, o Fundo fechou o mês com
    aproximadamente 75% de seu portfolio alocado em CRIs, e 17% alocados em LCI, e as duas
    aquisições estão em linha com a política de investimentos do Fundo,
    apresentada na última AGE.

    Assim, a carteira de CRIs não pulverizados soma 21% do patrimônio do FII, e os pulverizados com
    lastro residencial 54%. Nesse mês a Gestora declinou 8 operações, decisões motivadas pela
    insegurança frente às respectivas estrutura
    s de garantia. Em análise estão ainda outras 6
    operações, e a Gestora privilegia no momento a busca por operações de viés residencial (lastro
    pulverizado)

    Curtido por 1 pessoa

    • Quem for mais criterioso, nota-se também uma redução consideravel na receita de cris, em relação ao mes anterior, justamente pelo motivo exposto acima. IGPM recuou.

      Além disso, receita de lci também diminuiu, mt provavelmente pq é atrelada ao cdi e houve corte na selic, pouco mas houve.
      O agravante também foi que as despesas quadruplicaram, com relação ao mes passado. Provavelmente por conta dos giros feitos com prejuízo

      pdg também anda com problemas e há um cri com bastante % no pl do fii, com cerca de 7%

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  3. Boa tarde amigos investidores.
    Novamente, renda em fexc em queda, arrastada principalmente por conta do arrefecimento do igpm, índice o qual o fundo é muito exposto.

    E a cotação acompanha também já que o mercado passa a exigir um retorno atualizado pela renda presente.
    Mt provavelmente os próximos meses continuem vindo menores.
    abçs e bons investimentos

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  4. E o Fexc…é o Q “responde” mais precoce ,entre os recebiveis, aos IPCAs/IGPMs,mais civilizados dos últimos meses … nestes momentos bate aquele velha dúvida,em relação à porcentagem ideal de tijolos na carteira rs

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      • Olá Tetzner. Aproveitando a deixa sobre a inflação mais baixa, me lembrei da entrevista que vc concedeu e me lembrei de uma coisa que vc disse naquela oportunidade: ‘que costuma ir bastante ao supermercado’. Então eu t pergunto, como consumidor, vc tem sentido essa queda da inflação? Realmente tem caído? Isso porque não tenho visto isso, pelo menos na minha região. Eu faço compras constantemente também, e só tenho visto o aumento do preço das coisas, até mesmo de hortifrutis, que pouco ou quase nada são tributados. Além disso, a tal gasolina, que cairia de preço, haja vista a diminuição na refinaria, não caiu, mto pelo contrário, aumentou de preço aqui no interior de são paulo, assim como o alcool, que é produzido em larga escala nessa região onde habito.
        Então questiono mais uma vez: realmente a inflação caindo da para ser sentida??? Pq eu não tenho sentido isso, e começo a desconfiar desses índices medidos por aí.
        Bom, quem quiser mais opinar e comentar fique à vontade. Agradeço!

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      • Lucas ao contrário… sem brincadeira o que subiram os produtos de mercado. Tem sempre oscilação mas a coisa tá feia e a queda que vimos nos indicadores mostram mesmo é retração de consumo. As pessoas estão consumindo menos ou procurando alternativas mais em conta.

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