FEXC11B – BTG Pactual Fundo de CRI (Excellence)

O fundo é administrado pela BTG Pactual, sob condomínio fechado e com prazo indeterminado de duração; antigo FII Excellence.

fexc11b

O FII investe em empreendimentos imobiliários, por meio da aquisição de certificados de recebíveis imobiliários (CRI), letras hipotecárias (LH), letras de crédito imobiliário (LCI) ou de direitos a eles relativos, buscando rentabilidade anual de 105% do CDI; portanto, é classificado como sendo um fundo do tipo Papel e enquadra-se na segmentação IGPM

O rendimento elevado é explicado pela composição de papéis do fundo e trazem ao cotista uma proteção natural contra a inflação mais direta.

Este FII já está na 8ª emissão e foi liberado para negociação em Abril/08.

O Fundo investe exclusivamente em CRI’s seniores, com pagamento de juros, correção monetária e amortização mensais; pela sua característica e dos ativos que compõem o seu portfólio, a estratégia do Fundo não visa obter rentabilidade linear e, para preservar seu patrimônio, reinveste seus recursos recebidos como amortização em novos papéis.

Taxas:
Administração: 0,30%a.a. sobre valor total dos ativos do fundo (mínimo R$ 20.000,00 mensais corrigido pelo IGPM).

RI: sh-contato-fundoimobiliario@btgpactual.com

367 comentários sobre “FEXC11B – BTG Pactual Fundo de CRI (Excellence)

  1. Rendimentos
    Data da informação
    07/03/2017
    Data-base (último dia de negociação “com” direito ao provento)
    07/03/2017
    Data do pagamento
    14/03/2017
    Valor do provento por cota (R$)
    0,81
    Período de referência
    Fevereiro/2017

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  2. boa tarde amigos investidores
    abri o canal eletronico do investidor para ver a renda do mes de fevereiro que cairá agora em março e não aparece a renda de fexc e bcff

    com voces aparecem o mesmo??

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  3. FII EXCELLEN (FEXC – MB) Fato Relevante

    A BTG Pactual na qualidade de administradora do FEXC11B – FII BTG PACTUAL FUNDO DE CRI, (respectivamente, “Administradora” e “Fundo”)

    comunica aos cotistas e ao mercado que a PDG Realty S.A. Empreendimentos e Participações (“PDG Realty”), em conjunto com a PDG Companhia Securitizadora (“PDG Securitizadora”),

    divulgaram nesta data Fato Relevante (“Fato Relevante”) informando o ajuizamento, nesta data, em conjunto com mais de 500 sociedades cujo capital é integralmente detido pela PDG Realty,

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    • direta ou indiretamente ou em que a PDG Realty detém participações majoritárias ou minoritárias, pedido de recuperação judicial perante a Comarca da Capital do Estado de São Paulo,

      nos termos dos artigos 51 e seguintes da Lei n.º 11.101/05 e do art. 122, parágrafo único da Lei nº 6.404/76, em caráter de urgência, e nos órgãos societários competentes, o que inclui,

      como informado no Fato Relevante, o ajuizamento da Recuperação Judicial da PDG Securitizadora.

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    • IGP-M despencando e mais essa “meleca” da PêDêGê…

      poutz BêTêGê… o que você foi !fazê! ?

      “Construção PDG pede recuperação judicial para reestruturar R$ 6,2 bilhões 1
      Processo judicial, com 512 sociedades, respeitará regra de patrimônio de afetação”

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      • É uma pena!!
        Até ano passado o FEXC era um dos meus favoritos em Fiis de papel. Depois que ofereceu CRI pra PDG entrou em sinal amarelo na minha carteira. Por enquanto continuo com este papel porém a qualquer sinal de mais uma lambança e eu abandono esse barco.

        Hoje referência em papéis são:

        KNCR
        JSRE
        BCRI
        VRTA

        Essa é a primeira divisão

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      • A PDG nasceu em 2003 como uma área focada no ramo imobiliário em um banco de investimentos. Em 2006, tornou-se uma unidade de negócios independente. Com a abertura de capital em janeiro de 2007 e com o forte crescimento do mercado imobiliário brasileiro, ela adquiriu três grandes empresas: a Goldfarb, uma das maiores incorporadoras e construtoras focadas no segmento econômico do Brasil, a CHL, uma das construtoras e incorporadoras mais respeitadas do Rio de Janeiro e, posteriormente, em 2010, a AGRE, com capilaridade expressiva e forte presença em São Paulo e nas regiões Norte e Nordeste do país.

        obs: Não sabia que a PDG tinha o “dna” BTG. Bem, acho que isso explica pq faliu , né,kk.

        Curtido por 1 pessoa

      • nooossa quando a gente pensa que o rolo era limitado à PêDêGê do BêTêGê… olha o mar de lama ai geeeenteeeee!

        Filho de Sergio Cabral é demitido da Vinci Partners
        by Pedro de Carvalho

        O filho de Sergio Cabral, João Pedro, foi dispensado da Vinci Partners, gestora de Gilberto Sayão. Ele trabalhava na empresa desde 2010.

        Curtido por 1 pessoa

  4. FATO RELEVANTE
    A BTG Pactual Serviços Financeiros S.A. DTVM, na qualidade de administradora do
    FUNDO DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO – FII BTG PACTUAL FUNDO DE CRI,
    (respectivamente, “Administradora” e “Fundo”) comunica aos cotistas e ao mercado que a
    PDG Realty S.A. Empreendimentos e Participações (“PDG Realty”), em conjunto com a
    PDG Companhia Securitizadora (“PDG Securitizadora”), divulgaram nesta data Fato
    Relevante (“Fato Relevante”) informando o ajuizamento, nesta data, em conjunto com mais
    de 500 sociedades cujo capital é integralmente detido pela PDG Realty, direta ou
    indiretamente ou em que a PDG Realty detém participações majoritárias ou minoritárias,
    pedido de recuperação judicial perante a Comarca da Capital do Estado de São Paulo, nos
    termos dos artigos 51 e seguintes da Lei n.º 11.101/05 e do art. 122, parágrafo único da Lei
    nº 6.404/76, em caráter de urgência, e nos órgãos societários competentes, o que inclui,
    como informado no Fato Relevante, o ajuizamento da Recuperação Judicial da PDG
    Securitizadora.
    Nesse sentido, considerando que a exposição do Fundo em certificados de recebíveis
    imobiliários emitidos pela PDG Securitizadora (“CRI”) é equivalente a 6,3% de seu
    patrimônio líquido, a Administradora informa que, em conjunto com a BTG Gestora de
    Recursos Ltda., continua trabalhando na efetividade das renegociações já informadas ao
    mercado em 08/10/2015 e em 30/06/2016 (“Renegociações”) e reforça o seu compromisso
    de continuar adotando todas as medidas cabíveis para proteção dos interesses do Fundo,
    buscando obter o maior valor possível de recuperação nesse caso específico, tendo
    adicionalmente sido constituída uma reserva de garantia no valor de R$ 1.240.911,94, o que
    equivale a 0,84% do patrimônio do Fundo.
    Como resultado de tais Renegociações e providências adotadas até o momento, informamos
    que o saldo devedor original dos CRI era de R$ 112.500.000,00 e que nesta data equivale a
    R$ 85.736.388,75, dos quais o Fundo detém 12.5% desse valor, os quais contam com
    alienação fiduciária constituída sobre 120 apartamentos.
    São Paulo, 22 de fevereiro de 2017.

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    • Melhorou bastante comparado com o mês anterior.

      Mas é um fundo atrelado a inflação, portanto se a inflação cai o rendimento também vai cair. O que no final das contas é bom pois inflação alta é pior pra todos.

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      • Pedro, quais os valores que você enxerga nessa fii ?

        Eu acreditava ser um bom Fii, depois daquele cri da PDG e as despesas dos fundo que só aumentam, e ninguém da uma explicação aceitável, eu fiquei com o pé atrás

        Abraço!

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      • A cota de um fundo de papel varia muito com a distribuicao do mês anterior. Penso que se a cota chegar em 95 – 100, basta esperar um mês com IGPM pouco mais alto (Dezembro já deu 0.50%, Janeiro tb costuma ser alto) para vir uma distribuicao melhorzinha e cota dar um repique. É nisso que aposto. Eu gosto de fazer trade com fundos de papel. Tem dado certo nos últimos meses. Para mim, os FIIs que compro e não vendo, ou seja, os que compro para ter patrimonio, são os de tijolo (FLMA, KNRI, HGRE, SHPH, … ). São caros, mas acho que valem a pena no longo prazo.

        Re lendo o meu comentário acima, faltou eu dizer que para quem faz Trade com FII pode ser uma boa hora de entrar se a cota cair para menos de 100. Acho que não é possível editar o comentário, então fica a resslva aqui.

        Curtido por 1 pessoa

  5. Boa tarde amigos investidores
    Novamente, segue renda de fexc em queda, puxado principalmente por conta do arrefecimento do igpm, índice o qual é mt exposto

    Segue nota da administradora

    No mês de outubro a distribuição de rendimentos do FEXC foi de R$0,82 por cota, o que representa
    um DY doze meses de 12,41%, se considerada a cota de fechamento do mês
    (R$109,14). O valor patrimonial do fundo chegou a R$ 149,9 milhões, o maior valor desde
    janeiro/14, o que representa R$102,59 por cota. Com isso, o valor de mercado apresenta um
    prêmio de 6,38% frente ao valor patrimonial do Fundo.

    Em outubro a Gestora investiu pelo FII o total de R$ 13,7mm, ou 9,14% do PL, em dois novos CRIs
    emitidos pela RB Capital: o primeiro é lastreado no Shopping Bangu e tem um Loan to Value
    (relação dívida/garantia) de 65,0%, enquanto o segundo é lastreado no Hospital Caxias D’Or,
    unidade operada pela Rede D’Or em Duque de Caxias/RJ, também com um LTV de 65,0%. Ambas
    as séries apresentam remuneração próxima a 7%a.a. + IPCA e contam com a ali
    enação fiduciária dos ativos como garantia real. Com essas duas aquisições, o Fundo fechou o mês com
    aproximadamente 75% de seu portfolio alocado em CRIs, e 17% alocados em LCI, e as duas
    aquisições estão em linha com a política de investimentos do Fundo,
    apresentada na última AGE.
    Assim, a carteira de CRIs não –
    pulverizados soma 21% do patrimônio do FII, e os pulverizados com
    lastro residencial 54%. Nesse mês a Gestora declinou 8 operações, decisões motivadas pela
    insegurança frente às respectivas estrutura
    s de garantia. Em análise estão ainda outras 6
    operações, e a Gestora privilegia no momento a busca por operações de viés residencial (lastro
    pulverizado)

    Curtido por 2 pessoas

  6. Boa tarde amigos investidores.
    Novamente, renda em fexc em queda, arrastada principalmente por conta do arrefecimento do igpm, índice o qual o fundo é muito exposto.

    E a cotação acompanha também já que o mercado passa a exigir um retorno atualizado pela renda presente.

    Segue nota da administradora

    No mês de outubro a distribuição de rendimentos do FEXC foi de R$0,82 por cota, o que representa
    um DY doze meses de 12,41%, se considerada a cota de fechamento do mês
    (R$109,14). O valor patrimonial do fundo chegou a R$ 149,9 milhões, o maior valor desde
    janeiro/14, o que representa R$102,59 por cota. Com isso, o valor de mercado apresenta um
    prêmio de 6,38% frente ao valor patrimonial do Fundo.

    Em outubro a Gestora investiu pelo FII o total de R$ 13,7mm, ou 9,14% do PL, em dois novos CRIs
    emitidos pela RB Capital: o primeiro é lastreado no Shopping Bangu e tem um Loan to Value
    (relação dívida/garantia) de 65,0%, enquanto o segundo é lastreado no Hospital Caxias D’Or,
    unidade operada pela Rede D’Or em Duque de Caxias/RJ, também com um LTV de 65,0%. Ambas
    as séries apresentam remuneração próxima a 7%a.a. + IPCA e contam com a ali
    enação fiduciária dos ativos como garantia real. Com essas duas aquisições, o Fundo fechou o mês com
    aproximadamente 75% de seu portfolio alocado em CRIs, e 17% alocados em LCI, e as duas
    aquisições estão em linha com a política de investimentos do Fundo,
    apresentada na última AGE.

    Assim, a carteira de CRIs não pulverizados soma 21% do patrimônio do FII, e os pulverizados com
    lastro residencial 54%. Nesse mês a Gestora declinou 8 operações, decisões motivadas pela
    insegurança frente às respectivas estrutura
    s de garantia. Em análise estão ainda outras 6
    operações, e a Gestora privilegia no momento a busca por operações de viés residencial (lastro
    pulverizado)

    Curtido por 1 pessoa

    • Quem for mais criterioso, nota-se também uma redução consideravel na receita de cris, em relação ao mes anterior, justamente pelo motivo exposto acima. IGPM recuou.

      Além disso, receita de lci também diminuiu, mt provavelmente pq é atrelada ao cdi e houve corte na selic, pouco mas houve.
      O agravante também foi que as despesas quadruplicaram, com relação ao mes passado. Provavelmente por conta dos giros feitos com prejuízo

      pdg também anda com problemas e há um cri com bastante % no pl do fii, com cerca de 7%

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  7. Boa tarde amigos investidores.
    Novamente, renda em fexc em queda, arrastada principalmente por conta do arrefecimento do igpm, índice o qual o fundo é muito exposto.

    E a cotação acompanha também já que o mercado passa a exigir um retorno atualizado pela renda presente.
    Mt provavelmente os próximos meses continuem vindo menores.
    abçs e bons investimentos

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  8. E o Fexc…é o Q “responde” mais precoce ,entre os recebiveis, aos IPCAs/IGPMs,mais civilizados dos últimos meses … nestes momentos bate aquele velha dúvida,em relação à porcentagem ideal de tijolos na carteira rs

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      • Olá Tetzner. Aproveitando a deixa sobre a inflação mais baixa, me lembrei da entrevista que vc concedeu e me lembrei de uma coisa que vc disse naquela oportunidade: ‘que costuma ir bastante ao supermercado’. Então eu t pergunto, como consumidor, vc tem sentido essa queda da inflação? Realmente tem caído? Isso porque não tenho visto isso, pelo menos na minha região. Eu faço compras constantemente também, e só tenho visto o aumento do preço das coisas, até mesmo de hortifrutis, que pouco ou quase nada são tributados. Além disso, a tal gasolina, que cairia de preço, haja vista a diminuição na refinaria, não caiu, mto pelo contrário, aumentou de preço aqui no interior de são paulo, assim como o alcool, que é produzido em larga escala nessa região onde habito.
        Então questiono mais uma vez: realmente a inflação caindo da para ser sentida??? Pq eu não tenho sentido isso, e começo a desconfiar desses índices medidos por aí.
        Bom, quem quiser mais opinar e comentar fique à vontade. Agradeço!

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      • Lucas ao contrário… sem brincadeira o que subiram os produtos de mercado. Tem sempre oscilação mas a coisa tá feia e a queda que vimos nos indicadores mostram mesmo é retração de consumo. As pessoas estão consumindo menos ou procurando alternativas mais em conta.

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