HCRI11 – Hospital da Criança

Seu objetivo foi a aquisição do imóvel, das benfeitorias e instalações, onde funciona o Hospital da Criança (SP), para posterior exploração via locação; administrado pelo BTG Pactual, em regime de condomínio fechado e com prazo indeterminado de duração.

HCRI11B_fachada

Classificado como sendo um fundo do tipo Tijolo e enquadra-se na segmentação Hospital, é o mais moderno e completo hospital pediátrico do país, idealizado e construído pelo Grupo NSL – Hospital Nossa Senhora de Lourdes, em funcionamento desde 1998.

O imóvel está localizado na Rua das Perobas, 295 – Jabaquara – SP, são 4 andares e 3 subsolos, compondo uma área total construída de 5.843 m².

HCRI03  HCRI04

Por pertencer na época ao mesmo grupo, houve também para ele o pleito judicial da redução do aluguel em 10% e em Maio/12 houve a mudança do Locatário, para a Rede D’Or São Luiz.

Valor atual: R$ 429.951,19
Valor atual sem a redução da liminar : R$ 530.806,22
Indice de Reajuste: IGP-M
Data base de Reajuste: outubro
Duração dos Contratos: Início 01/10/2001 – duração 20 anos

Sobre o Hospital da Criança
• Endereço: Rua das Perobas, 295 – Vila Parque Jabaquara, São Paulo, SP
• Área Bruta Locavel: 5.518,20 m2
• Participação no empreendimento: 100%
• Constituição: 02/10/2000
• Registro: 03/10/2000
• Patrimônio Líquido: 53.440.000,00
• Cotas Emitidas: 200.000,00

Taxas:
Administração: 2,0% sobre o rendimento liquido do fundo (mínimo R$ 5.000,00 mensais).

RI: SH-contato-.fundoimobiliario@btgpactual.com

Tutor do FII: André

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302 comentários sobre “HCRI11 – Hospital da Criança

  1. Pessoal, ontem fiz uma planilha que gerou o valor comentado ontem. No entanto, pairam algumas dúvidas. Quem puder ajudar, agradeço. Quando estiver ok, publico no blog se for permitido.
    Vamos lá:
    1) Tanto o valor provisório inicial quanto as alterações e o valor definitivo tem a data base em fev/12. No entanto, a data de reajuste contratual é em outubro de cada ano. Como fica a data de reajuste neste caso? Passa a ser fevereiro ou permanece a data do contrato?
    2) A ação começou com um aluguel provisório de R$ 442.067,08 em fev/12 e em abril/13 passou a R$ 392.948,51. Tanto os 442 K quanto os 392 K tem a base de fev/2012 no meu entender, deveriam sofrer reajuste anual. Procede? Neste caso, o reajuste do provisório ocorreu apenas em nov/2014.
    Aguardo ajuda dos universitários.

    Curtido por 1 pessoa

    • Marcelo, eu entendo que a data base do reajuste não muda, pois no teor na decisão a juíza diz que todas as outras cláusulas do contrato permanecem inalteradas. Essa data de fevereiro foi o primeiro mês após a liminar, apenas isso em meu entendimento.

      Curtido por 1 pessoa

      • Eu também entendo isso, mas podemos estar errados. Perguntei isso porque deu uma confusão nos cálculos quando definiram os novos provisórios em abr/2013 e ficou sem reajuste até out/14. No meu entendimento deveria ser aplicado o reajuste de out/2012 aos novos provisórios.
        Em fim, logo logo finalizo as minhas planilhas.

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  2. Segue a sentença em seu todo:
    Processo Físico nº: 0223778-26.2011.8.26.0100
    Classe – Assunto Revisional de Aluguel – Locação de Imóvel
    Requerente: Instituto de Especialidades Pediatricas de São Paulo S/A – Hospital da
    Criança
    Requerido: Banco Ourinvest S/A e outro
    Juiz(a) de Direito: Dr(a). Thania Pereira Teixeira De Carvalho Cardin
    Vistos.
    INSTITUTO DE ESPECIALIDADE PEDIÁTRICAS DE SÃO
    PAULO S.A.- HOSPITAL DA CRIANÇA, ingressou com a presente ação revisional de aluguel
    de imóvel não residencial em face de BANCO OURINVEST S.A., pois, em síntese, alega que
    locou da ré o o imóvel localizado na Rua das Perobas, 295, São Paulo-SP, em 01 de outubro de
    2001, com o prazo de 19 anos, pelo valor mensal de R$ 260.283, 75 ou 8% sobre a receita bruta do
    hospital, o que fosse maior, com os reajustes de praxe. Ocorre que o valor se mostra excessivo e,
    conforme conclusão pericial contratada, o valor de mercado seria de R$ 283.481,00. Assim,
    pretende que seja esse o valor fixado definitivamente ou 8% sobre seu faturamento. Pleiteia a
    concessão da tutela para fixação dos alugueis provisórios em 80% do valor pago, R$ 491.185,64.
    Juntou documentos de fls. 08/185.
    A tutela foi deferida para estabelecer os alugueis provisórios no
    valor de R$ 442.067,08 a fls. 189/190.
    A decisão desafiou agravo de instrumento a fls. 203/402.
    Citada, a ré contestou o pedido a fls. 460/464. Em preliminar,
    arguiu carência de ação. Aduz que houve a transferência da administração do contrato. No mérito,
    aponta para a necessidade de produção de prova pericial. Juntou documentos a fls. 465/526.
    O Fundo de investimento Imobiliário Hospital da Criança
    contestou o pedido a fls. 528/531. Rechaça o pedido autoral, pois a locação se deu após a aquisição
    da propriedade fiduciária do imóvel do autor pelo Banco Ourinvest, com o objetivo de aprovar na
    Comissaõ de Valores imobiliários um Fundo de investimento, com lastro no contrato de locação.
    O valor da aquisição foi de R$ 20.000.000,00 e a ele locado por R$ 260.283,75, equivalente a
    1,3% do valor do bem. As cotas do Fundo foram alienadas à investidores. Pugna pela
    improcedência. Junta documentos a fls. 532/732.
    Processo Físico nº: 0223778-26.2011.8.26.0100
    Classe – Assunto Revisional de Aluguel – Locação de Imóvel
    Requerente: Instituto de Especialidades Pediatricas de São Paulo S/A – Hospital da
    Criança
    Requerido: Banco Ourinvest S/A e outro
    Juiz(a) de Direito: Dr(a). Thania Pereira Teixeira De Carvalho Cardin
    Vistos.
    INSTITUTO DE ESPECIALIDADE PEDIÁTRICAS DE SÃO
    PAULO S.A.- HOSPITAL DA CRIANÇA, ingressou com a presente ação revisional de aluguel
    de imóvel não residencial em face de BANCO OURINVEST S.A., pois, em síntese, alega que
    locou da ré o o imóvel localizado na Rua das Perobas, 295, São Paulo-SP, em 01 de outubro de
    2001, com o prazo de 19 anos, pelo valor mensal de R$ 260.283, 75 ou 8% sobre a receita bruta do
    hospital, o que fosse maior, com os reajustes de praxe. Ocorre que o valor se mostra excessivo e,
    conforme conclusão pericial contratada, o valor de mercado seria de R$ 283.481,00. Assim,
    pretende que seja esse o valor fixado definitivamente ou 8% sobre seu faturamento. Pleiteia a
    concessão da tutela para fixação dos alugueis provisórios em 80% do valor pago, R$ 491.185,64.
    Juntou documentos de fls. 08/185.
    A tutela foi deferida para estabelecer os alugueis provisórios no
    valor de R$ 442.067,08 a fls. 189/190.
    A decisão desafiou agravo de instrumento a fls. 203/402.
    Citada, a ré contestou o pedido a fls. 460/464. Em preliminar,
    arguiu carência de ação. Aduz que houve a transferência da administração do contrato. No mérito,
    aponta para a necessidade de produção de prova pericial. Juntou documentos a fls. 465/526.
    O Fundo de investimento Imobiliário Hospital da Criança
    contestou o pedido a fls. 528/531. Rechaça o pedido autoral, pois a locação se deu após a aquisição
    da propriedade fiduciária do imóvel do autor pelo Banco Ourinvest, com o objetivo de aprovar na
    Comissaõ de Valores imobiliários um Fundo de investimento, com lastro no contrato de locação.
    O valor da aquisição foi de R$ 20.000.000,00 e a ele locado por R$ 260.283,75, equivalente a
    1,3% do valor do bem. As cotas do Fundo foram alienadas à investidores. Pugna pela
    improcedência. Junta documentos a fls. 532/732.
    Processo Físico nº: 0223778-26.2011.8.26.0100
    Classe – Assunto Revisional de Aluguel – Locação de Imóvel
    Requerente: Instituto de Especialidades Pediatricas de São Paulo S/A – Hospital da
    Criança
    Requerido: Banco Ourinvest S/A e outro
    Juiz(a) de Direito: Dr(a). Thania Pereira Teixeira De Carvalho Cardin
    Vistos.
    INSTITUTO DE ESPECIALIDADE PEDIÁTRICAS DE SÃO
    PAULO S.A.- HOSPITAL DA CRIANÇA, ingressou com a presente ação revisional de aluguel
    de imóvel não residencial em face de BANCO OURINVEST S.A., pois, em síntese, alega que
    locou da ré o o imóvel localizado na Rua das Perobas, 295, São Paulo-SP, em 01 de outubro de
    2001, com o prazo de 19 anos, pelo valor mensal de R$ 260.283, 75 ou 8% sobre a receita bruta do
    hospital, o que fosse maior, com os reajustes de praxe. Ocorre que o valor se mostra excessivo e,
    conforme conclusão pericial contratada, o valor de mercado seria de R$ 283.481,00. Assim,
    pretende que seja esse o valor fixado definitivamente ou 8% sobre seu faturamento. Pleiteia a
    concessão da tutela para fixação dos alugueis provisórios em 80% do valor pago, R$ 491.185,64.
    Juntou documentos de fls. 08/185.
    A tutela foi deferida para estabelecer os alugueis provisórios no
    valor de R$ 442.067,08 a fls. 189/190.
    A decisão desafiou agravo de instrumento a fls. 203/402.
    Citada, a ré contestou o pedido a fls. 460/464. Em preliminar,
    arguiu carência de ação. Aduz que houve a transferência da administração do contrato. No mérito,
    aponta para a necessidade de produção de prova pericial. Juntou documentos a fls. 465/526.
    O Fundo de investimento Imobiliário Hospital da Criança
    contestou o pedido a fls. 528/531. Rechaça o pedido autoral, pois a locação se deu após a aquisição
    da propriedade fiduciária do imóvel do autor pelo Banco Ourinvest, com o objetivo de aprovar na
    Comissaõ de Valores imobiliários um Fundo de investimento, com lastro no contrato de locação.
    O valor da aquisição foi de R$ 20.000.000,00 e a ele locado por R$ 260.283,75, equivalente a
    1,3% do valor do bem. As cotas do Fundo foram alienadas à investidores. Pugna pela
    improcedência. Junta documentos a fls. 532/732.
    Houve réplica a fls. 748/757.
    Saneador a fls. 793, julgou extinto o feito face ao Banco Ourinvest
    S.A. e designou prova pericial. Embargos de declaração foram opostos a fls. 807/804.
    Quesitos das partes a fls. 806/811 e fls. 813/816.
    Recurso Especial desafiou a acordão do Tribunal a fls. 825/830,
    que foi negado.
    Os embargos de declaração não foram conhecidos e houve a
    redução do valor locatício para R$ 392.948,51 a fls. 831.
    Pedido de reconsideração a fls. 834/837, com documentos a fls.
    838/851.
    A decisão foi mantida a fls. 852.
    Agravo de instrumento a fls. 853/869 e fls. 872/885. O agravo de
    instrumento foi provido parcialmente, para determinar a ambas as partes que arcassem com as
    custas e despesas e honorários advocatícios pela extinção do processo.
    A perita arbitrou os honorários, que foram acolhidos a fls. 951. A
    decisão desafiou agravo de instrumento a fls. 954/972.
    Laudo pericial a fls. 994/1174.
    As partes se manifestaram acerca do laudo a fls. 1179/1180,
    1182/1188, 1190/1212 e 1214/1269.
    Esclarecimentos a fls. 1278/1284.
    Manifestação das partes a fls. 1287/1291 e fls. 1293/1301.
    Novos esclarecimentos a fls. 1308/1313.
    Manifestação das partes a fls. 1317/1321 e fls. 1323/1326.
    Novos esclarecimentos a fls. 1338/1413.
    Manifestação das partes a fls. 1415/1416 e fls. 1418/1421.
    As partes concordaram com o julgamento do processo.
    É o relatório.
    Fundamento e decido.
    O pedido procede em parte.
    O art. 19 da Lei nº 8245/91 dispõe: “Não havendo acordo, o
    locador ou o locatário, após três anos de vigência do contrato ou do acordo anteriormente
    realizado, poderão pedir revisão judicial do aluguel, a fim de ajustá-lo ao preço de mercado.”
    Em análise do laudo produzido, nada há nas razões de
    inconformismo das partes que permita comprometer as conclusões do perito, bem como afastar o
    valor locativo encontrado pelo profissional nomeado pelo Juízo. Destaque-se do bem produzido
    laudo, que o perito judicial observou as características do imóvel apontado na petição inicial, sua
    localização e também características da região onde ele está situado.
    De acordo com a perita, há dois modernos critérios para
    determinação do valor locativo, sendo o primeiro por comparação e o segundo por renda. Na
    localidade em que situado o bem não havia imóvel semelhante para análise comparativa, razão
    pela qual foi empregado o método de renda. Consiste ele na obtenção do valor do capital imóvel,
    sobre o qual será aplicada a taxa de rentabilidade para se obter o valor locativo. No caso, seguiu-se
    os parâmetros estabelecidos na NBR 14.652 (fls. 1130/1131).
    Assim, de acordo com os valores obtidos em extensa pesquisa (fls.
    1132/1144), aplicando-se a taxa de renda de 10% ao ano, apurou a expert o valor locativo de R$
    421.000,00 ao mês, para fevereiro de 2012 (fls. 1146).
    Ainda, justificou-se ela de modo fundamentado acerca dos valores
    encontrados para o cálculo do aluguel, que teve como esteio a visita in loco no bem e a
    jurisprudência pacífica do Tribunal a respeito da taxa de rendimento. Todos os demais
    questionamentos das partes se tratam de inconformismo com o valor por ela alcançado e tem apoio
    em divergências de cunho subjetivo e não técnico, o que não se pode acolher.
    No mais, crê-se que os questionamentos do autor quanto a
    incompletude das instalações para o desenvolvimento da atividade hospitalar não tem o condão de
    interferir no valor de locação, já que quando da contratação estava o locatário ciente do objeto
    locado e assim optou por firmar o negócio jurídico. Caso ele não esteja mais adequado a sua
    realidade atual, a rescisão contratual seria a opção válida. Não se justifica a revisão do valor do
    aluguel por suposta defasagem do objeto locado que não sofreu qualquer alteração desde a
    contratação, motivo pelo qual o valor apontado pela expert do juízo deve ser acolhido em sua
    integralidade.
    Ante o exposto, JULGO PROCEDENTE EM PARTE o pedido
    formulado na inicial e o faço para fixar o aluguel mensal em R$421.000,00, atualizado para
    fevereiro de 2012, retroagindo para a data da citação, mantida as demais cláusulas do contrato
    celebrado entre as partes e DETERMINO o pagamento da diferença entre os aluguéis atuais e o
    definitivo nos termos do artigo 69, § 2 º, da Lei nº 8.245/91, com correção monetária pela tabela
    prática do TJSP e juros de mora de um por cento (1%) ao mês, a contar do vencimento de
    cada locativo mensal.
    Diante da sucumbência recíproca, cada parte arcará com as custas
    e despesas processuais eventualmente antecipadas de modo proporcional (artigo 86, caput, do
    Código de Processo Civil), sendo a autora condenada ao pagamento do equivalente a 50% e a ré
    sucumbente ao pagamento dos 50% restantes.
    Com fundamento no artigo 85, § § 2º e 14º, do Código de Processo
    Civil, condeno a ré sucumbente ao pagamento de honorários advocatícios em favor do patrono da
    autora no valor equivalente a 10% do valor da condenação. E, sem direito a compensação,
    condeno a autora ao pagamento de honorários advocatícios em favor do patrono do réu vencedor,
    que fixo em 10% (dez por cento) sobre o valor atualizado do proveito econômico não obtido pelo
    autor (diferença entre o valor do pedido e o valor da condenação).
    P.R.I.C.
    São Paulo, 29 de setembro de 2017

    Curtido por 1 pessoa

    • Uma análise rápida (daqui a pouco tem Grêmio x Corinthians, e já estou concentrado para esse jogo, que é um simples treinamento para a Libertadores 🙂 ) gerou as seguintes constatações:

      a) O relatório de setembro informa aluguel bruto de R$ 492.868,00 (R$ 693.848,00 – R$ 200.980,00, ajuste vinculado à ação judicial).
      b) No site do TJSP, há duas tabelas práticas de atualização monetária, uma vinculada ao INPC e outra ao IPCA-E
      c) A tabela vinculada ao INPC gera, para agosto de 2017, um aluguel de R$ 599.246,86, tendo sido distribuídos R$ 470.512,00
      d) A tabela do IPCA-e gera, para agosto de 2017, um aluguel de R$ 596.742,73
      e) Além da atualização monetária, há juros de mora de 1% ao mês

      Concluo, salvo engano gerado pela avaliação rápida (e solicito que me corrijam, caso eu tenha me equivocado), com base no exemplo de agosto de 2017, que a decisão é bem favorável aos cotistas, já que haverá um montante bem significativa para rateio relativo aos aluguéis retroativos, sendo que as próximas distribuições terão valor próximo a R$ 3,00 por mês (caso a sentença tivesse aplicação imediata, o que não é o caso).
      Lembrando que há outro processo de revisional em curso e que a a decisão prolatada em 29 de setembro pode ser alterada pela via recursal.

      Curtido por 2 pessoas

      • Verdade André, decisão foi favorável aos cotistas. Sobre esse valor atualizado que vc postou de aproximadamente 590 mil, uns 100 mil a mais que o valor atual, não podemos esquecer que pau que bate em Chico bate em Francisco. A perícia chegou a esses 421 mil com base na taxa de rendimento, que a atual jurisprudência diz ser 10% ao ano sobre o investimento. O valor atual de aluguel Aprox 492 mil corresponde a esses 10% anual sobre o valor patrimonial. Então acredito que a segunda ação revisional deverá reduzir esse valor corrigido de +- 590 mil para o valor atual.

        Curtido por 2 pessoas

      • André, você assistiu o jogo e eu fiquei planilhando.
        Você gritou: Vai curinthia e eu pensando aqui se f$%#@ Rede D’Or.
        Segundo os meus cálculos, em valores nominas, o saldo para o FII chegou a ficar devedor em 300k em mar/13, quando veio outro balde de água fria quando determinaram a redução dos valores provisórios.
        Hoje, em valores nominais o FII é credor em 4.406.163, a confirmar, fora os juros de mora e correção monetária.
        Para 200.000 cotas, seria bruto em valores nominais um crédito de R$ 22,03.
        Vou revisar a planilha e depois mando para o Tetzner publicar.
        Mas se não vejamos, Logo vem outra revisão do novo processo.

        Curtido por 2 pessoas

      • Andrade Silva e André, esses 421 mil são correspondentes ao valor patrimonial com base em 2012, não? Sobre o valor patrimonial atual, seria quanto? Acho que isso será levado em conta também em uma eventual decisão sobre a segunda ação ou em instâncias superiores.

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      • Sim, Andrade Silva. É como eu havia dito, ao final não haverá grandes mudanças em relação ao que é hoje para o Fundo, salvo que há um saldo retroativo mais ou menos bom a favor para receber e elimina-se uma grande fonte de insegurança e instabilidade, pelo menos por alguns anos.

        Agora precisamos saber como ficará a questão até que a outra ação seja julgada e esta primeira seja resolvida na segunda instância. Será que os novos valores (590k) passam a valer imediatamente (se não houver liminar)? Se for assim, toca continuar a fazer provisão para a eventual redução retroativa futura….

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      • Fabio, no geral as decisões só são colocadas em prática depois que o processo for transitado em julgado, ou seja não haver mais recursos. Toda decisão de 1 grau é uma decisão monocrática, sendo assim,as partes tem direito recorrer na 2 instância, onde o julgamento é feito por um colegiado. Alguns casos em que contrariam alguma jurisprudência ou lei federal pode recorrer em terceira instância, e nos casos que se contraria a constituição pode tentar levar ao stf. A batalha é sempre longa.

        Curtido por 2 pessoas

  3. Pessoal, estamos marcando toca.

    Olha a decisão da primeira revisional de aluguel.
    03/10/2017 Remetido ao DJE
    Relação: 0408/2017 Teor do ato: Ante o exposto, JULGO PROCEDENTE EM PARTE o pedido formulado na inicial e o faço para fixar o aluguel mensal em R$421.000,00, atualizado para fevereiro de 2012, retroagindo para a data da citação, mantida as demais cláusulas do contrato celebrado entre as partes e DETERMINO o pagamento da diferença entre os aluguéis atuais e o definitivo nos termos do artigo 69, § 2 º, da Lei nº 8.245/91, com correção monetária pela tabela prática do TJSP e juros de mora de um por cento (1%) ao mês, a contar do vencimento de cada locativo mensal. Diante da sucumbência recíproca, cada parte arcará com as custas e despesas processuais eventualmente antecipadas de modo proporcional (artigo 86, caput, do Código de Processo Civil), sendo a autora condenada ao pagamento do equivalente a 50% e a ré sucumbente ao pagamento dos 50% restantes.Com fundamento no artigo 85, § § 2º e 14º, do Código de Processo Civil, condeno a ré sucumbente ao pagamento de honorários advocatícios em favor do patrono da autora no valor equivalente a 10% do valor da condenação. E, sem direito a compensação, condeno a autora ao pagamento de honorários advocatícios em favor do patrono do réu vencedor, que fixo em 10% (dez por cento) sobre o valor atualizado do proveito econômico não obtido pelo autor (diferença entre o valor do pedido e o valor da condenação).P.R.I.C. Advogados(s): Marcio Antonio Bueno (OAB 26953/SP), Jaques Bushatsky (OAB 50258/SP), Ariane Cristina Vilalta (OAB 274434/SP)

    Curtido por 1 pessoa

    • Eu comentei em abril:
      “O informe mensal de dezembro coloca o aluguel como R$ 487.942,63. O hospital pleiteou R$ 392.948,51 em 2012 e o juiz deu R$ 442.067,08. O fundo queria uns R$ 694.538,00 (relatório de outubro/16). Então está sendo efetivamente pago o primeiro valor, que é intermediário entre o valor pretendido (quase 700k) e o pedido pelo hospital (uns 400K). Em resumo atualmente o hospital queria pagar uns 400k, o juiz mandou pagar 500k e o fundo queria receber uns 700k.”
      Então o valor final ficou ainda abaixo do que o juiz havia fixado inicialmente? (442.067,08)

      Curtido por 1 pessoa

      • Obsevem o trecho:
        “DETERMINO o pagamento da diferença entre os aluguéis atuais e o definitivo nos termos do artigo 69, § 2 º, da Lei nº 8.245/91, com correção monetária pela tabela prática do TJSP e juros de mora de um por cento (1%) ao mês, a contar do…” Fala sobre o pagamento da diferença.

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      • Não sou advogado mas acho que, na prática, não muda muita coisa em relação ao que é hoje. O aluguel foi liminarmente reduzido e o Fundo retém uma parte como provisão.

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      • Fabio Castro

        o real problema aí é a incerteza que cria, além do valor bem vultoso que vai acumulando

        é uma bola de neve que quanto mais o tempo passa… pior fica

        ninguem ganha, além dos advogados das trÊs consoantes claro, com toda essa enrolação

        naquele outro FII de hospital que não tem negócios, chegaram num acordo… aqui como é do interesse e do feitio das três consoantes… vão enrolando sem fim

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      • Certeza, Tetzner. Quem ganha nessa história são sempre os advogados. Parece birrinha de criança….se fossem, era pegar as duas partes pelas mãozinhas e colocar sentadinhas pra conversar até chegar num acordo civilizado. Sem precisar brigar na Justiça.

        Mas, enfim…está feito. De qualquer forma, pelas contas que fiz aqui não muda muita coisa para o rendimento do Fundo. Tanto que a cotação nem sentiu. Ao contrário, está em alta em relação ao fechamento do mês passado.

        Curtido por 1 pessoa

      • Acho que estou com dificuldades no entendimento, não consigo perceber essa “marcação de toca” da nossa parte. O que poderíamos fazer a respeito como cotistas?

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      • Em Nov/11 o aluguel era 502k;
        – dez/11, Jan/12 e fev/12 450k
        – em mar/12 foi 443k – consta no relatório a diminuição de 10% pelo juiz
        – abr/12 458k

        Então era por volta de 500k no final de 2011, e ficou por volta de 450k depois.

        De 450k para 421k o fundo deveria devolver 29k +/-?

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      • Conforme consta no relatório: “Em maio/2013, foi publicado o Comunicado ao Mercado nos autos da Ação Revisional de Aluguel do Imóvel, na qual foi deferida a redução do valor do aluguel provisório pago pelo Hospital, sendo estipulado o montante de R$ 392.948,51”.

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      • Richie está certo.
        Sem esquecer que a devolução, pelo FII, deve computar a correção da diferença e os juros.
        Como não acompanho este FII, não sei se a “bolada” vai ser muita ou pouca frente ao que recebe mensalmente (pois também tem que calcular se a retenção/provisão é suficiente para cobrir a diferença).

        Mas por essas e por outras, eu me recuso a comprar FII de hospital, salvo descontos absurdos.

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      • Comprei alguma coisa de HCRI (bati martelo numa oferta de 363,000 (vendi parte de FIGS) pois essa decisão da juíza (correção monetária + JUROS DE 1% AO MES fica melhor do que os “doidões” FIGS (92,00) e MFII (125,00).

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      • Tá confuso o comunicado … Num primeiro momento meu entendimento foi que o fundo que terá que devolver dinheiro para o Hospital com correção + 1% de juros ao mês….

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      • Está confuso mesmo, FII na veia. Como sempre são essas coisas….eu entendi que o aluguel que estava fixado liminarmente em 392k em 2013 foi definido para 421k com base fevereiro/2012. O resto, não entendi muito bem…esse juridiquês é coisa de maluco.

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  4. Data da informação 13/09/2017
    Data-base (último dia de negociação “com” direito ao provento) 13/09/2017
    Data do pagamento 20/09/2017
    Valor do provento por cota (R$) 2,3525587
    Período de referência Agosto/2017
    Rendimento isento de IR*

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  5. HCRI – Remetido ao DJE em 25/08
    Relação: 0446/2017
    Teor do ato: Vistos.Efetivamente omissa a decisão saneadora, razão pela qual acolho os embargos de declaração para acrescer:1) Afasto a preliminar de ilegitimidade passiva sustentada por BANCO OURINVEST S/A, tendo em vista que o contrato de locação de imóvel não residencial de fls. 95/110 foi celebrado entre a autora e o réu BANCO OURINVEST S/A e, a despeito da sucessão evidenciada pelo documento de fls. 480, não consta ter o banco réu ou a sucessora providenciado o aditamento do contrato, de modo que, a princípio, remanesce o aludido banco na qualidade de locador.2) No que toca à preliminar de carência de ação arguida pelo réu FUNDO DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO HOSPITAL DA CRIANÇA, esta igualmente merece ser afastada.Dispõe o artigo 19 da Lei nº 8.245/91 que é possível o ajuizamento de ação revisional após três anos de vigência do contrato ou de acordo anteriormente realizado. No caso em questão, não houve prévio acordo e o contrato está em vigor desde outubro de 2001. A anterior ação revisional, proposta em 2011, não é óbice ao ajuizamento desta demanda para adequação do valor do aluguel ao preço de mercado, considerando que a decisão que fixou o aluguel provisório naquela ação data de 09/01/2012, marco inicial do novo valor locatício (art. 69 da Lei nº 8.245/91) e termo a quo para a contagem do novo prazo trienal. 3) Decorrido o prazo para manifestação do réu (Banco Ourinvest) quanto ao determinado a fls. 671, intime-se o perito.Intime-se.

    Entendo que a nova ação revisional prossegue.

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    • Tradução de engenheiro. Se tiver algo incorreto me avisem.
      1) Foi solicitado a saída do Banco Ourinvest, uma vez que o BTG passou a administrar o fundo. A Exa. juíza diz que o Banco Ourinvest permanece como requerido porque não houve alteração contratual.
      2) Entendo que o BTG pediu improcedência da ação revisional, uma vez que existe uma revisional anterior ainda em andamento. A Exa. juíza justifica que o prazo legal, neste caso passou a contar após a fixação do aluguel provisório, e, neste caso, a ação continua.

      Acho que o próximo passo é a fixação de novo aluguel provisório.

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  6. Com algum atraso …..
    Rendimentos já conta ….
    Tutor relapso este …..

    Data da informação
    11/08/2017
    Data-base (último dia de negociação “com” direito ao provento)
    11/08/2017
    Data do pagamento
    18/08/2017
    Valor do provento por cota (R$)
    2,35622705
    Período de referência
    Julho/2017

    Curtido por 1 pessoa

    • Andamento do processo 0223778-26.2011.8.26.0100 (revisional de aluguel):

      31/07/2017 Conclusos para Sentença
      Tipo de local de destino: Juiz de Direito
      Especificação do local de destino: Renata Martins de Carvalho

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      • Últimos andamentos do processo 1023440-43.2016.8.26.0003:

        17/08/2017 Petição Juntada
        Nº Protocolo: WJAB.17.70130898-9
        Tipo da Petição: Petições Diversas
        Data: 17/08/2017 15:01

        15/08/2017 Certidão de Publicação Expedida
        Relação :0434/2017
        Data da Disponibilização: 15/08/2017
        Data da Publicação: 16/08/2017
        Número do Diário: 2410
        Página: 2890/2907

        14/08/2017 Remetido ao DJE
        Relação: 0434/2017
        Teor do ato: Vistos.1. Nos termos do art. 1.023, § 2º, do Código de Processo Civil, manifestem-se as partes sobre os embargos de declaração de fls. 675/676, no prazo de 5 (cinco) dias.2. Sem prejuízo, traga o autor certidão de objeto e pé, cópia da inicial, eventual sentença e/ou acórdãos do processo nº 0223778-26.2011.8.26.0100, da 6ª Vara Cível do Foro Central da Comarca da Capital, no prazo de 15 (quinze) dias.3. Fls. 672/673, 677/682, 683/685 e 686/687: Aguarde-se o cumprimento do determinado nos itens 1 e 2 acima.Intime-se.
        Advogados(s): Marcio Antonio Bueno (OAB 26953/SP), Jaques Bushatsky (OAB 50258/SP), Thais Cintra Sousa (OAB 267790/SP), Ariane Cristina Vilalta (OAB 274434/SP), Bruna Correa Bueno (OAB 353160/SP)

        12/08/2017 Decisão Proferida
        Vistos.1. Nos termos do art. 1.023, § 2º, do Código de Processo Civil, manifestem-se as partes sobre os embargos de declaração de fls. 675/676, no prazo de 5 (cinco) dias.2. Sem prejuízo, traga o autor certidão de objeto e pé, cópia da inicial, eventual sentença e/ou acórdãos do processo nº 0223778-26.2011.8.26.0100, da 6ª Vara Cível do Foro Central da Comarca da Capital, no prazo de 15 (quinze) dias.3. Fls. 672/673, 677/682, 683/685 e 686/687: Aguarde-se o cumprimento do determinado nos itens 1 e 2 acima.Intime-se.

        09/08/2017 Conclusos para Despacho

        08/08/2017 Conclusos para Decisão

        07/08/2017 Petição Juntada
        Nº Protocolo: WJAB.17.70123646-5
        Tipo da Petição: Petições Diversas
        Data: 07/08/2017 17:18

        02/08/2017 Quesitos/Indicação de Assistente Juntados
        Nº Protocolo: WJAB.17.70120507-1
        Tipo da Petição: Apresentação de Quesitos/Indicação de Assistente Técnico
        Data: 02/08/2017 13:02

        24/07/2017 Conclusos para Decisão

        24/07/2017 Quesitos/Indicação de Assistente Juntados
        Nº Protocolo: WJAB.17.70113467-0
        Tipo da Petição: Apresentação de Quesitos/Indicação de Assistente Técnico
        Data: 24/07/2017 10:47

        18/07/2017 Conclusos para Despacho

        17/07/2017 Embargos de Declaração Juntados
        Nº Protocolo: WJAB.17.70109043-6
        Tipo da Petição: Embargos de Declaração
        Data: 17/07/2017 15:29

        12/07/2017 Certidão de Publicação Expedida
        Relação :0394/2017
        Data da Disponibilização: 12/07/2017
        Data da Publicação: 13/07/2017
        Número do Diário: 2386
        Página: 2202/2217

        10/07/2017 Remetido ao DJE
        Relação: 0394/2017
        Teor do ato: Vistos.Para solução dos pontos controvertidos necessária a produção de prova pericial.Para tanto, nomeio o Dr. Luis Felipe Santiago, que deverá ser intimado para estimar seus honorários em cinco dias, manifestando-se, após, as partes.Os honorários periciais serão rateados pelas partes, nos termos do artigo 95 do CPC.As partes poderão, em quinze dias, indicar assistente técnico e apresentar quesitos.Após, tornem os autos conclusos.Intime-se.
        Advogados(s): Marcio Antonio Bueno (OAB 26953/SP), Jaques Bushatsky (OAB 50258/SP), Thais Cintra Sousa (OAB 267790/SP), Ariane Cristina Vilalta (OAB 274434/SP), Bruna Correa Bueno (OAB 353160/SP)

        Curtido por 1 pessoa

  7. Entendo que o risco desse FII é o prédio não atender mais o inquilino caso venha no futuro a se torna e obsoleto. Trabalho num orgão público que alugou um prédio onde funcionou por muitos anos um hospital/maternidade.
    Depois de um tempo deixou de servir para essa finalidade, inclusive por exigências de vigilância sanitária. Por outro lado, há muitos hospitais que ainda funcionam em prédios antigos reformados. Um outro ponto é que hospitais não costumam trocar de lugar com frequência. Alguém saberia dizer sobre a idade do imóvel e sua situação atual de conservação?

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