HCRI11 – Hospital da Criança

Seu objetivo foi a aquisição do imóvel, das benfeitorias e instalações, onde funciona o Hospital da Criança (SP), para posterior exploração via locação; administrado pelo BTG Pactual, em regime de condomínio fechado e com prazo indeterminado de duração.

HCRI11B_fachada

Classificado como sendo um fundo do tipo Tijolo e enquadra-se na segmentação Hospital, é o mais moderno e completo hospital pediátrico do país, idealizado e construído pelo Grupo NSL – Hospital Nossa Senhora de Lourdes, em funcionamento desde 1998.

O imóvel está localizado na Rua das Perobas, 295 – Jabaquara – SP, são 4 andares e 3 subsolos, compondo uma área total construída de 5.843 m².

HCRI03  HCRI04

Por pertencer na época ao mesmo grupo, houve também para ele o pleito judicial da redução do aluguel em 10% e em Maio/12 houve a mudança do Locatário, para a Rede D’Or São Luiz.

Valor atual: R$ 429.951,19
Valor atual sem a redução da liminar : R$ 530.806,22
Indice de Reajuste: IGP-M
Data base de Reajuste: outubro
Duração dos Contratos: Início 01/10/2001 – duração 20 anos

Sobre o Hospital da Criança
• Endereço: Rua das Perobas, 295 – Vila Parque Jabaquara, São Paulo, SP
• Área Bruta Locavel: 5.518,20 m2
• Participação no empreendimento: 100%
• Constituição: 02/10/2000
• Registro: 03/10/2000
• Patrimônio Líquido: 53.440.000,00
• Cotas Emitidas: 200.000,00

Taxas:
Administração: 2,0% sobre o rendimento liquido do fundo (mínimo R$ 5.000,00 mensais).

RI: SH-contato-.fundoimobiliario@btgpactual.com

Tutor do FII: André

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218 comentários sobre “HCRI11 – Hospital da Criança

  1. Amigos, só para informar (quiçá tranquilizar), conversei com umas pessoas lá na gestora a pouco, e entre outros assuntos perguntei sobre essas oscilações fortes no HCRI. Ninguém lá tem ciência de qualquer fato novo que possa justificar as recentes quedas na cotação. Portanto…..

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  2. Não sei pq tanto pânico, nos dois processos vê-se claramente que tanto laudo pericial quanto os juízes estão achando os pedidos da requerente absurdos​. Claro que o papel dela é entrar com recurso. Quem tem fii de hospital tem que ter em mente que ações como essas são corriqueiras e abrem possibilidade de compras baratas.

    Curtido por 2 pessoas

      • Igreja eu não acho assim tão complicado, ja vi alguns casos em que a imobiliária conseguiu despejar com relativa facilidade, colocaria nesse nicho de blindagem escolas e hospitais, aí o bicho pega mesmo.

        Curtido por 1 pessoa

  3. O segundo processo revisional de aluguel, relativo a HCRI, é o de número 1023440-43.2016.8.26.0003, ajuizado em 2016.

    Alguns destaques que podem ser visualizados no andamento processual:

    a) Não houve antecipação de tutela, conforme despachos que seguem:

    “Vistos.1] Avaliação unilateral, produzida por profissional da confiança de uma parte, sem contraditório, não permite que o Judiciário intervenha em contrato de locação e reduza brutalmente o aluguel praticado.Indefiro o pleito de fls. 10, letra “a”.2] Diante do que consta no penúltimo parágrafo de fls. 10, diga a autora se realmente tem interesse na realização de audiência de conciliação, lembrando que a pauta de audiências do CEJUSC está em MARÇO do próximo ano.Positiva a resposta, encaminhem-se os autos ao Centro. Na hipótese inversa, cite-se o réu para oferecer contestação, por petição, no prazo de 15 (quinze) dias, sob pena de ser considerado revel, presumindo-se verdadeiras as alegações de fato formuladas na petição inicial, cuja cópia segue anexa. Servirá o presente, por cópia digitada, como carta postal. Para afastar suposição de nulidade, derivada da falta de audiência de conciliação, observo que o Superior Tribunal de Justiça já decidiu: “Nos termos da jurisprudência desta Corte, não há nulidade na sentença pela não realização da audiência de conciliação, pois cabe ao magistrado decidir pela realização ou não do ato, tendo em vista o seu caráter de instrumento de dinamização do processo na busca de uma composição entre as partes” (AgRg no AREsp 552.564/SP, 3ª Turma, rel. Ministro MOURA RIBEIRO, j. 28/04/2015 – sem destaques no original).Int.”

    Tal decisão foi mantida pelo despacho subsequente:

    “Vistos.1] Sem desdouro aos argumentos da “Rede D’or”, considero que os elementos de convicção produzidos ab initio não são suficientes para a brutal redução do aluguel praticado.Não vislumbrando omissão, ou contradição, ou obscuridade, ou ainda erro material no pronunciamento de fls. 426 (item 1), rejeito os declaratórios da autora (fls. 428 e ss.).2] Item 7 de fls. 431: cite-se o banco (vide fls. 426, item 2).Int.”

    b) Houve contestações e ainda não foi deferida perícia, conforme despacho de 05.05.2017, abaixo reproduzido

    “Teor do ato: Vistos.Diga a autora sobre as duas contestações (há preliminares/defesas processuais em ambas) e documentos que as instruem, ESCLARECENDO se, caso venham a ser afastadas as objeções, pretende produzir PERÍCIA DE ENGENHARIA (prova pertinente, no caso).Int.
    Advogados(s): Jaques Bushatsky (OAB 50258/SP), Thais Cintra Sousa (OAB 267790/SP), Ariane Cristina Vilalta (OAB 274434/SP)”

    Pelos termos do primeiro despacho supra reproduzido, constata-se que a pretensão é de que o aluguel seja reduzido “brutalmente”.

    Há outro despacho que indica isso:

    “Teor do ato: Vistos.1] Os elementos de convicção produzidos até aqui não caracterizam base minimamente segura para o Judiciário promover a brutal redução do locativo, pretendida pelo Hospital-locatário.Desse modo, indefiro o pleito de fls. 10, letra “a”.2] Dada a opção manifestada pela autora (fls. 431, item 7), está designado o dia 13 de março de 2017, segunda-feira, às 15h30, para audiência de conciliação a ser realizada na sala 100 do Bloco II deste Foro Regional (entrada pela Rua Afonso Celso, n. 1.065), com atuação de Conciliador(a) regularmente cadastrado(a) no CEJUSC.Expeça-se carta postal destinada à citação e intimação do banco para fazer-se representar na audiência, advertido de que: i) se não houver acordo em audiência, pouco importando o motivo, passará a fluir o prazo de 15 dias para oferecimento de contestação, sob pena de ser considerado revel, presumindo-se verdadeiras as alegações de fato formuladas na petição inicial, cuja cópia segue anexa; ii) eventual desinteresse na autocomposição deverá ser comunicado ao juízo, por petição, até 10 dias antes da audiência, sob pena de multa por ato atentatório à dignidade da Justiça; iii) comunicado o desinteresse na audiência de conciliação, o prazo para contestar (15 dias) fluirá a partir do protocolo da petição referida no item “ii”.Advirto o Hospital de que, caso não se faça representar na audiência designada acima, também sofrerá multa derivada da prática de ato atentatório à dignidade da Justiça.Servirá o presente, por cópia digitada, como carta postal.Int.
    Advogados(s): Jaques Bushatsky (OAB 50258/SP), Thais Cintra Sousa (OAB 267790/SP)”

    Curtido por 4 pessoas

  4. Há, como bem destacou o mbp77, há um segundo processo discutindo o aluguel de HCRI (falarei sobre este na próxima postagem).

    O primeiro processo é o de número 0223778-26.2011.8.26.0100, ajuizado em 2011, que aguarda a manifestação das partes sobre o seguinte despacho do juiz:

    “Teor do ato: Como é cediço, sabido e consabido, o destinatário único das provas produzidas pelas partes contendentes é o Órgão Jurisdicional, a quem cabe, no momento oportuno, expender juízo de valor a propósito dos elementos de prova enfeixados nos autos, sendo certo que, tangentemente à prova de cunho técnico-pericial, não está, absolutamente, adstrito às conclusões do perito judicial, podendo perfeitamente decidir com lastro e arrimado em outros adminículos probatórios conflitantes com o laudo pericial, inclusive nas conclusões divergentes dos assistentes técnicos indicados pelas partes litigantes, isto na hipótese, é óbvio, de convencer-se do seu acerto.Pois bem, no caso sub judice, este Juízo não vislumbra qualquer razão plausível a justificar nova complementação do laudo plasmado pela digna expert nomeado neste processo, cuja íntegra se encontra entranhada a fls. 994/1160 – seus complementos, em face do inconformismo e da insurgência das partes contendentes, estão a fls. 1278/1284, 1308/1313 e 1338/1343 -, acima de tudo porque os trabalhos de peritagem – de fôlego – foram confeccionados e plasmados com esmero, logicidade e proficiência técnico-científica, tendo as questões pontuais supostamente não aclaradas pela Drª Maria Lúcia Garrobo Pinto – isso do ponto de vista do Demandante – sido esclarecidas e esmiuçadas quantum satis nas oportunidades em que Sua Senhoria complementou seu laudo.Por conseguinte, dando-se por satisfeito este Juízo com os esclarecimentos prestados pela digna Perita Judicial, declara ultimada a prova de índole técnico-pericial, determinando às partes desavindas que, em uma quinzena, esclareçam sobre se concordam com o encerramento da fase procedimental instrutória ou se eventualmente pretendem produzir alguma outra modalidade de prova, devendo, em caso afirmativo, justificá-las.Oportunamente, volvam conclusos para sentenciamento.Intimem-se.
    Advogados(s): Marcio Antonio Bueno (OAB 26953/SP), Jaques Bushatsky (OAB 50258/SP), Ariane Cristina Vilalta (OAB 274434/SP)”

    É um processo que tende, no mínimo, a uma procedência parcial, já que o próprio réu admitiu que o valor do aluguel estava sobrevalorizado, conforme despacho de maio de 2013, abaixo reproduzido:

    “Juiz(a) de Direito: Dr. Alberto Alonso Muñoz Vistos. Petição retro, na qual a parte ré pretende a revisão da decisão que reduziu o valor do locatício: não pode ser deferida. Veja-se que o próprio laudo juntado pela parte ré indicou que o locatício está sobrevalorizado. O laudo pericial juntado pela ré aponta para locatício no valor de R$ 480.000,00 (o locatício atual é de R$ 491.185,64). Assim, se mesmo a parte ré, com seu laudo, aponta para redução, ainda que da ordem de 2,2%, pode-se concluir que o valor, ao menos prima facie, não condiz com o valor de mercado. Por tais fundamentos, mantenho a decisão de fls. 831. Cumpra-se o último parágrafo, intimando-se a perita. Intime-se. São Paulo, 20 de maio de 2013.”

    Lembrando que o aluguel, em antecipação de tutela, foi reduzido, inicialmente, para R$ 442.067,08, tendo sido novamente reduzido, em maio de 2013, para R$ 392.948,51, conforme transcrições que seguem:

    “CONCLUSÃO Aos 9 de janeiro de 2012, às 17h01, promovo e subo os presentes autos à conclusão do MM. Juiz de Direito, Dr. ALBERTO ALONSO MUÑOZ. Eu, …, escrevente, subscrevi. Vistos. Cuida-se de ação revisional de valor do locatício. A parte autora sustenta, em síntese, que o valor, corrigido pelo IGP-M, teria atingido valores que ultrapassariam a média de mercado e comprometeriam a própria atividade empresarial do autor. Pediu a revisão do valor em sede de tutela antecipada para aquele apresentado em laudo pericial que junta aos autos, a saber, R$ 392.948,51. Juntou documentos. É o essencial. De fato, o art. 478 do CC assim dispõe: Art. 478. Nos contratos de execução continuada ou diferida, se a prestação de uma das partes se tornar excessivamente onerosa, com extrema vantagem para a outra, em virtude de acontecimentos extraordinários e imprevisíveis, poderá o devedor pedir a resolução do contrato. Os efeitos da sentença que a decretar retroagirão à data da citação. O princípio do Direito Privado que impõe a manutenção dos contratos, ainda que sujeitos a sua revisão, como primeira hipótese em lugar da resolução, deve ser chamado à colação aqui. Há nos autos início de prova de que a mera incidência do índice de reajuste não corresponde ao valor de mercado, havendo extrema vantagem para uma das partes contratantes, em detrimento da outra, a quem está a impor-se obrigação excessivamente onerosa. Por outro lado, de modo inegável que o laudo pericial que concluiu que o valor de mercado seria inferior àquele resultante da incidência do índice de correção é prova produzida unilateralmente e pela parte autora. A leitura atenta dos jornais, e especialmente do suplemento de Economia do jornal O Estado de S. Paulo do último domingo (8/1/2012), em pesquisa efetuada com os imóveis lançados a mercado para locação, indica que o preço do locatício se encontra em patamares bastante elevados, encontrando-se a cidade de S. Paulo como uma das mais caras do mundo. Assim, entendo razoável fixar como valor do locatício provisório a média entre o valor a ser pago e aquele pretendido pelo autor, a saber, R$ 442.067,08, ou o valor de 8% do faturamento mensal, na forma do contrato, DEFERINDO a antecipação dos efeitos da tutela nos termos anteriores. CITE-SE, INTIMANDO-SE desta decisão, na forma do art. 172, § 2.º do CPC. São Paulo, segunda-feira, 9 de janeiro de 2012, às 17h01. ALBERTO ALONSO MUÑOZ Juiz de Direito RECEBIMENTO Aos 9 de janeiro de 2012, às 17h01, recebi baixados estes autos em cartório do MM. Juiz de Direito, Dr. ALBERTO ALONSO MUÑOZ. ”

    “Teor do ato: Vistos. Os embargos de declaração de fls. 802/804 não podem ser conhecidos, eis que lhes falta requisito de admissibilidade. De fato, a decisão de fls. 793 enfrentou a matéria impugnada, não havendo que se falar em omissão. Por conseguinte, não conheço dos embargos de declaração. Defiro a indicação de assistentes técnicos e bem assim os quesitos apresentados. Fls. 800/801: diante dos termos da contestação, DEFIRO a redução do locatício provisório para o valor de R$ 392.948,51 (trezentos e noventa e dois mil e novecentos e quarenta e oito reais e cinquenta e um centavos). Intime-se a sra. Jusperita para que apresente sua estimativa de honorários periciais. Intime-se.
    Advogados(s): Marcio Antonio Bueno (OAB 26953/SP), Jaques Bushatsky (OAB 50258/SP), Ariane Cristina Vilalta (OAB 274434/SP)”

    Curtido por 2 pessoas

    • Isto que estamos vendo hoje com este papel é um ataque de pânico irracional? Não consegui saber de nenhuma informação nova sobre os processos que justifiquem esse comportamento. Mesmo que o ganho de causa tivesse sido dado ao Hospital….

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      • Não há como saber, fabioccastro.
        Não há andamentos processuais que possam gerar tal reação do mercado.
        Há cotistas vendendo e não há ordens de compra em valores melhores, o que acaba derrubando a cotação de forma expressiva.
        Até este momento foram negociadas 1.550 cotas, sendo que 800 cotas foram vendidas através da corretora A e 600 cotas foram vendidas através da corretora B.

        Curtido por 3 pessoas

      • “Volumes tão grandes em apenas duas corretoras, André? Hum……”

        Pois é, fabiocastro.
        Pode significar algo de ruim, ou pode nada significar.
        Vamos esperar amanhã, e ver para que lado HCRI vai.

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      • MarcosC

        O primeiro processo não me preocupa tanto, eis que o aluguel fixado pelo juiz em antecipação de tutela (decisão ainda não definitiva) coincide com aquele pretendido pelo autor da ação.

        Já o segundo processo não permite qualquer avaliação neste momento (falarei sobre ele em breve).

        Curtido por 2 pessoas

      • ricardong,

        – Para 1o. Processo, considero que , se for perdido é o valor atual que já esta sendo pago de acordo com o fizado pelo Juiz.
        – Para o 2o, Processo considerei redução de 20% do aluguel.

        Assim temos os rendimentos do fundo, pagando hoje R$ 2,32, iriam para R$ 1,86.
        Para uma cota com o valor de R$ 285,00, teríamos 0,65% , “yield” de, aproximadamente, 8,11%.

        Para estes “novos tempos” nos FIIs (Selic em 8,5%), está razoável. Apenas porque este fundo não tem e há chances muito pequenas de vacância.

        André,

        Vou também dar uma estudada mais a fundo neste segundo processo, mas creio que 20% de redução seja uma margem razoável.
        Vamos confrontar depois nossas conclusões a respeito para irmos evoluindo na análise de risco do fundo.

        Curtido por 3 pessoas

  5. Como bom papai desta criança, informo o que segue:

    Informações sobre Pagamento de Proventos

    Nome do Fundo:
    FII HOSPITAL DA CRIANÇA
    Data-base (último dia de negociação “com” direito ao provento)
    12/05/2017
    Data do pagamento
    19/05/2017
    Valor do provento por cota (R$)
    2,33877771
    Período de referência
    Abril/2017

    Curtido por 2 pessoas

    • Para o DY em relação ao preço que chegou representa 0,8%.
      Posso estar enganado, mas interpreto da seguinte forma:
      1) Inflaram o book e elevaram o valor da cota a 350,00;
      2) Com a expectativa de eventual nova redução de aluguel, os players reduziram o risco com o preço da cota em topo histórico e socaram a butina na sardinhada que ficou eufórica com a alta e apregoou um monte de compra;
      Se não vejamos os próximos capítulos desta novela.

      Curtido por 1 pessoa

  6. Cota de HCRI caindo 7,24% neste momento, com 683 cotas negociadas.

    Consultei o andamento do processo vinculado à revisional de aluguel (0223778-26.2011.8.26.0100), não havendo movimentação importante posterior àquela datada de 26.04.2017, já reproduzida neste blog (há registro de petição protocolada em 09.05.2017, sem identificação da parte que se manifestou e sem pronuciamento judicial a respeito).

    Curtido por 3 pessoas

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