CXRI11 – CAIXA RIO BRAVO – FII

CXRI11_FII

Nome do Fundo: Caixa Rio Bravo Fundo de Fundos de Investimento Imobiliário – FII

Administradora: CAIXA ECONÔMICA FEDERAL
Valor Inicial da Cotas: R$1.000,00
Tx de Administração: 1,2%a.a  incidente sobre o PL, piso de R$30.000 por mês atualizada pelo IPCA, paga até o 5º dia útil de cada mês.
Prazo: O prazo de duração do Fundo é indeterminado.

O Fundo tem por objeto a realização de investimentos imobiliários mediante a aquisição de Ativos, com foco em Cotas de FII, selecionados de acordo com a análise e expertise da Gestora e da CoGestora, de forma a proporcionar aos Cotistas uma remuneração para o investimento realizado, por meio do fluxo de rendimentos gerado pelos Ativos e do aumento do valor patrimonial de suas Cotas.

O Fundo aproveitará, ainda, as oportunidades de investimento e desinvestimento junto ao mercado secundário. Buscará deter pelo menos 5% (cinco por cento) dos fundos imobiliários em que investir, de modo a poder convocar e ter maior representatividade nas assembleias gerais de cotistas dos referidos fundos, propondo melhorias na gestão e cobrando medidas dos administradores/gestores, como renegociações, revisionais, realização de obras e melhorias, compra ou venda de imóveis, etc.

O gráfico abaixo representa a estrutura da forma de investimento do Fundo.

CXRB11

Quem compra cotas desse fundo, está comprando a gestão de seus administradores e gestores, nesse caso a Caixa e a Rio bravo.

Neste FII as decisões de investimento precisam ser tomadas por unanimidade através de um comitê de investimento formado por 02 membros(e 01 suplente para cada); uma pessoa indicada pela CAIXA e outra pela Rio bravo.

Busca superar o IFIX – Índice de Fundos de Investimentos Imobiliários da Bovespa; bom lembrar que o gestor que  busca superar um índice de mercado, precisa buscar oportunidades dentro de mercado que se valorizem mais que o índice ao longo do tempo. Isso é mais fácil escrever do que efetivamente fazer ao longo do tempo.

Quem quer comprar esse FII, precisa entender que está comprando a capacidade de seus gestores(CAIXA e Rio Bravo) em trabalharem em conjunto para ganhar do IFIX ao longo do tempo.

Critérios de concentração:

I – até 100% (cem por cento) do Patrimônio Líquido do Fundo em Cotas de FII;

II – até 50% (cinquenta por cento) do Patrimônio Líquido do Fundo em cotas de fundos geridos pela Administradora, pela Co-Gestora ou por empresa a elas ligada;

III – até 20% (vinte por cento) do Patrimônio Líquido do Fundo em Cotas de FII de emissão de um mesmo fundo de investimento imobiliário;

IV – até 20% (vinte por cento) do Patrimônio Líquido do Fundo em ativos cujo emissor seja instituição financeira autorizada a funcionar pelo Banco Central do Brasil;

V – até 20% (vinte por cento) do Patrimônio Líquido do Fundo em ativos cujo emissor seja fundo de investimento, ressalvado o disposto na alínea I acima;

VI – até 10% (dez por cento) do Patrimônio Líquido do Fundo em ativos cujo emissor seja companhia aberta;

VII – até 10% (dez por cento) do Patrimônio Líquido do Fundo em ativos cujo emissor seja um mesmo fundo de investimento, ressalvado o disposto na alínea III acima;

VIII – até 5% (cinco por cento) do Patrimônio Líquido do Fundo em ativos cujo emissor seja pessoa física ou pessoa jurídica de direito privado que não seja companhia aberta ou instituição financeira autorizada a funcionar pelo Banco Central do Brasil; e

IX – Não haverá limites quando o emissor for a União Federal.

Adicionalmente aos critérios de concentração acima previstos, o Fundo não poderá deter mais de 20% (vinte por cento) de seu Patrimônio Líquido em títulos ou valores mobiliários de emissão de empresas ligadas à Administradora ou à Co-Gestora.

Os rendimentos auferidos pelo Fundo (já descontados das despesas ordinárias do Fundo) serão distribuídos aos Cotistas, mensalmente, até o 8º Dia Útil do mês subsequente ao recebimento dos recursos pelo Fundo.

A Assembleia Geral de Cotistas poderá ser convocada pela Administradora, atuando como representante do Fundo, ou por Cotistas que detenham, no mínimo, 5% (cinco por cento) do total de Cotas emitidas pelo Fundo.

Não podem votar nas Assembleias Gerais de Cotistas do Fundo: (a) a Administradora; (b) a Gestora; (c) a Co-Gestora; (d) os sócios, diretores e funcionários da Administradora, Gestora ou Co- Gestora; (e) empresas ligadas à Administradora, Gestora ou Co-Gestora, seus sócios, diretores e funcionários; e (f) os demais prestadores de serviços do Fundo, seus sócios, diretores e funcionários.

E-mail: gedef@caixa.gov.br, institucionais@riobravo.com.br

Tutor do FII: Git

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317 comentários sobre “CXRI11 – CAIXA RIO BRAVO – FII

  1. Relatório de Setembro de 2016
    Comentários do Gestor

    Os ativos financeiros encerraram o mês de setembro em direções excepcionalmente opostas às observadas até meados do mesmo período.
    Apesar dos dados divulgados em linha com as expectativas de mercado no que tange à situação das principais economias mundiais, a tranquilidade dos mercados foi interrompida
    com o discurso de um dos diretores do FED. Na expectativa de um discurso dovish sobre a direção da política monetária dos EUA, o caráter incisivo do discurso sobre o
    momento do próximo aperto monetário surpreendeu o mercado e repercutiu negativamente nos ativos financeiros. O modo “risk-off” dos investidores foi ativado e observou-se
    um forte movimento de desvalorização dos principais índices de ações, assim como aumento das taxas de juros e ativos correlatos.
    A estabilidade foi alcançada novamente após outro diretor vir a público e acalmar a situação. Reiterando este segundo discurso, as decisões tomadas nas reuniões dos principais
    bancos centrais (FED, ECB, BoJ e BOE) se mantiveram dentro do esperado. A expectativa de aperto monetário nos EUA convergiu para o precificado na curva de juros, com
    apenas um aumento até o fim do ano. Já os demais BCs afirmaram o compromisso em manter a atual liquidez. E por último, a OPEP também surpreendeu o mercado com o
    acordo para congelamento marginal da produção, o que ajudou na recuperação do preço da commodity, impulsionou assim as moedas dos países emergentes.
    No âmbito doméstico, o movimento mais agudo aconteceu na queda da curva de juros futuros impulsionado pela divulgação de um IPCA-15 abaixo do esperado e pela fala dovish
    de Henrique Meirelles apontando para o início do ciclo de corte da Selic. Todos os índices associados à performance dos títulos públicos apresentaram performance positiva, com
    IMA Geral subindo 1,53%, contra 1,11% do CDI. Se a volatilidade inicial fez com que o Ibovespa cedesse de 5,5%, a recuperação até o fim do mês fez o índice valorizar 0,80% no
    período. Movimento similar foi observado no câmbio, com a cotação do dólar atingindo R$ 3,35, mas recuando para R$3,26, valorização de apenas 1,1% frente ao real.
    Novamente o grande destaque foram os fundos imobiliários. Em nossa opinião, este comportamento decorre do majoritário passivo de investidores pessoa física. A pequena
    presença de investidores estrangeiros neste mercado, além do perfil de valor e longo prazo destes investimentos induzem a uma menor correlação com outros mercados, quando
    da ocorrência de perturbações externas. Nestes moldes, o índice dos fundos imobiliários – IFIX, encerrou o mês com valorização expressiva de 2,77%, reflexo da grande confiança
    dos investidores neste tipo de ativo. A difusão de performance entre os fundos que compõem o índice foi elevada, mas o segmento de agências bancárias permanece se
    beneficiando da alta previsibilidade oferecida aos cotistas. Nosso cenário base contempla juros reais de títulos de longa duração na casa de 5,0% a 5,5% a.a. até o fim de 2016 e,
    caso este cenário se materialize, é de se esperar uma tendência adicional de valorização dos fundos imobiliários.
    Assim, o Fundo CXRI11 apresentou valorização no mês de 3,18% da cota patrimonial ajustada (que incorpora os rendimentos previamente distribuídos), enquanto a cota de
    mercado valorizou 0,92%. Desde o início do Fundo, a cota patrimonial ajustada pelos rendimentos valoriza fortes 32,97% contra 28,55% do IFIX. Importante notar que a cota de
    mercado encerrou o mês com desconto de 6,57% para a cota patrimonial.

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    • PERFIL DO PORTFÓLIO

      O portfólio do fundo terminou o mês de agosto com 13,2% alocado em títulos públicos, 12,4% em Letras de Crédito Imobiliário e 74,5% em cotas de fundos imobiliários. Em relação aos setores de atuação dos
      fundos, são 22,2% do setor de agências bancárias, 22,7% de recebíveis, 9,4% de ativos corporativos – monoativo, 6,5% de ativos corporativos – multiativo e 13,7% de shoppings centers. No mês em questão, as
      posições em KNCR11 e KNRI11 foram marginalmente aumentadas.

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    • Quero destacar: “Novamente o grande destaque foram os fundos imobiliários. Em nossa opinião, este comportamento decorre do majoritário passivo de investidores pessoa física. A pequena presença de investidores estrangeiros neste mercado, além do perfil de valor e longo prazo destes investimentos induzem a uma menor correlação com outros mercados, quando da ocorrência de perturbações externas.”

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  2. Informe mensal – 08/2016

    Patrimônio Líquido: R$ 162.670.985,92
    Número de cotistas: 484
    Número de Cotas Emitidas: 157.576,00
    Valor Patrimonial das Cotas: R$ 1.032,33351475
    Total investido: R$ 141.407.826,99 (sendo R$ 121.259.759,91 em FIIs e R$ 20.148.067,08 em LCI)
    Taxa de Administração: R$ 157.809,21

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  3. CAIXA RIO BRAVO FUNDO DE FUNDOS DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO – FII

    RELATÓRIO DO ADMINISTRADOR
    SEMESTRE FINDO EM 30 DE JUNHO DE 2016

    I – Descrição dos negócios realizados no semestre
    No período, o capital integralizado estava investido em Títulos Públicos, cotas de fundos imobiliários, cotas de fundos de certificados de recebíveis imobiliários e LCI (Letra de Crédito Imobiliário). O resultado apurado pelo Fundo foi proveniente de aplicações nos ativos citados acima. Na tabela abaixo segue a quantidade líquida de cotas negociadas (compras menos vendas) no semestre, detalhada por ativo.

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    • II – Programa de investimentos para o semestre seguinte

      Segundo análise do gestor do Fundo, a Rio Bravo Investimentos Ltda. (“Gestor”), no exterior, a combinação de baixo crescimento das principais economias com afrouxamento monetário por parte dos respectivos bancos centrais deve continuar promovendo níveis elevados de liquidez nos mercados de ativos. Este cenário e a perspectiva positiva do rumo da economia brasileira podem ajudar a contínua valorização de ativos financeiros brasileiros com fluxo positivo de recursos estrangeiros e mesmo diversificação de investimentos de grandes investidores institucionais nacionais. Neste universo os fundos imobiliários se valorizaram fortemente no período e devem continuar a se beneficiar com o movimento. Mesmo com a grande valorização das cotas e consequente diminuição dos yields destes fundos neste semestre passado, as transações observadas envolvendo ativos reais foram concretizadas a preços razoavelmente acima do valor obtido através do mercado secundário das cotas de FIIs. Esta dinâmica denota que o valor de mercado dos ativos ainda está aquém do valor real e, por tanto, existem oportunidades interessantes para apreciação de capital. Para posicionar o Fundo, o plano consiste na maior aquisição de cotas de fundos ligados à operação e desenvolvimento de ativos reais. O posicionamento estratégico deve trazer valorização dos recursos investidos no longo prazo, por conta da maior busca pelo ativo por investidores especializados ou mesmo necessidade de retorno acima do novo patamar do custo de oportunidade. Assim como realizado no semestre passado, o movimento tático permanece. A perspectiva da taxa Selic em patamares menos nocivos para a economia real, refletida nas taxas de juros futuros, e a alta correlação com os ativos financeiros já traz o preço médio de aquisição a favor da realização de ganhos de capital. Os fundos com baixo potencial de upside no curto prazo devem ser vendidos (realização de lucro). A composição balanceada do rendimento distribuído entre dividendos dos fundos investidos e realização de ganho de capital por conta da alienação de cotas no mercado secundário será o pilar da gestão para um semestre de maior clareza do cenário doméstico.

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    • III – Informações, acompanhadas das premissas e fundamentos utilizados em sua
      elaboração, sobre:

      a) conjuntura econômica do segmento do mercado imobiliário em que se concentrarem as
      operações do Fundo, relativas ao semestre

      Conforme análise do Gestor o cenário projetado para o próximo semestre gira em torno, principalmente, da retomada da atividade econômica. A esperada reforma fiscal, proveniente da possível reforma da previdência e PEC dos gastos, aliada à grande liquidez encontrada no mercado internacional em razão da postergação de apertos monetários pontuais, coloca a economia doméstica em momento oportuno para recebimento de investimentos. Agentes financeiros internos já mostram que há uma busca pela diversificação dos portfólios, e o mercado brasileiro voltou a estar no radar do investidor estrangeiro. Toda esta conjuntura pode ser observada pela performance dos ativos financeiros, com retornos elevados nas diversas classes de ativos e o índice de fundos imobiliários IFIX atingindo máximas históricas. Apesar da alta valorização dos fundos imobiliários, continua a preocupação com os fundamentos microeconômicos que servem de embasamento para a performance futura de cada ativo. Existe um problema de oferta de espaços corporativos no mercado paulista, ao mesmo tempo em que há falta de demanda com relação ao polo do Rio de Janeiro, em função da deterioração do setor que puxava a busca por imóveis corporativos. A estimativa do Gestor para este parâmetro competente aos dois principais polos de ativos corporativos do Brasil deve atingir valores acima de 25% ao final de 2017. Além disso, mesmo com as alterações de direção da economia, o fortalecimento da tendência positiva da confiança do empresário e do consumidor ainda é incipiente, limitando investimentos para aumento de produção e ainda comprimindo índices de venda. Entendendo o atual ambiente e seus fundamentos como ainda extremamente desafiador, o Gestor considera um bom momento para aquisição de fundos imobiliários que ainda necessitem de tempo para maturação de suas operações. Nestes moldes, a atuação do Fundo ocorrerá de maneira defensiva, buscando a combinação entre a aquisição de fundos já consolidados, que tenham melhores fundamentos microeconômicos e que permitem uma valorização saudável no longo prazo, com fundos
      de maior potencial e que necessitem de maior tempo para maturação. Acredita o gestor também que deve haver janelas pontuais de oportunidade por conta de eventual realização de mercado após o forte movimento de valorização dos FIIs. Finalmente, com intuito de evitar maiores oscilações no patamar de distribuição dos dividendos, continuaremos a utilizar uma abordagem tática de realização de lucros pela venda de cotas no mercado secundário, agregando cada vez mais valor para os cotistas do Fundo.

      b) o valor de mercado dos ativos integrantes do patrimônio do Fundo
      Em 30/06/2016 o Fundo possuía R$ 156.503.078,53 investido em títulos públicos, cotas de fundos
      imobiliários e LCI (Letra de Crédito Imobiliário)

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    • IV – Relação das obrigações contraídas no período

      1º Semestre de 2016 (R$)
      Taxa Administração/ Custódia/Controladoria/Escrituração/Gestão – 918.638,92
      Taxa CVM 20.699,14
      Taxa SELIC 632,60
      Taxa CETIP 8.110,20
      Serviços de Terceiros 43.476,00
      Outras Despesas 9.552,99
      Total 1.001.109,85

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    • V – Rentabilidade nos últimos quatro semestres

      Período Rentabilidade Semestral
      2º Semestre de 2014 – 4,7416%
      1º Semestre de 2015 – 4,3180%
      2º Semestre de 2015 – 4,7763%
      1º Semestre de 2016 – 5,3880%
      Acumulado Últimos 4 Semestres – 19,2240%

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    • Bigode;

      Quanto era o rendimento com a cota nos 725? Quanto é hoje?

      Quem era presidentE quando comprou a cota nos 725? Quais são as perspectivas monetárias e fiscais no atual governo?

      Quanto era o desconto sobre o VP do fundo na faixa dos 725? Dentro do portfólio dele, o desconto era maior do que o preço de mercado destes no secundário (via exposição direta)?

      Sds.

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      • 1) O rendimento era 8…agora não sei.;
        2) Na época não tínhamos presidente…kkk perspectivas agora, melhores;
        3) O VP subiu. Devido ao aumento da cotação dos FIIs que compoem o FII, certo?

        Mas a questão é, quais as perspectivas para o FII? Se hoje paga 8, daria 0,8%, equivalente a um FII de agências ou mesmo um bom tijolo. Não estou afirmando nada, mas to na dúvida se ainda se é vantagem continuar com ele. Mas isso, porque não consigo enxergar além…ou seja, as perspectivas pro FII daqui 1 ano, por exemplo.

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  4. Listando apenas 2016…

    Tabela Rentabilidade – 07/2016

    jan/16
    Patrimônio Líquido do Fundo: R$ 136.314.605,52
    Valor Patrimonial da Cota: R$ 865,07
    Distribuição Mensal: R$ 7,50

    fev/16
    Patrimônio Líquido do Fundo: R$ 140.329.445,24
    Valor Patrimonial da Cota: R$ 890,55
    Distribuição Mensal: R$ 7,75

    mar/16
    Patrimônio Líquido do Fundo: R$ 150.125.087,44
    Valor Patrimonial da Cota: R$ 952,72
    Distribuição Mensal: R$ 7,75

    abr/16
    Patrimônio Líquido do Fundo: R$ 153.931.599,59
    Valor Patrimonial da Cota: R$ 976,87
    Distribuição Mensal: R$ 9,00

    mai/16
    Patrimônio Líquido do Fundo: R$ 156.440.105,45
    Valor Patrimonial da Cota: R$ 992,79
    Distribuição Mensal: R$ 9,90

    jun/16
    Patrimônio Líquido do Fundo: R$ 156.225.700,67
    Valor Patrimonial da Cota: R$ 991,43
    Distribuição Mensal: R$ 11,98

    jul/16
    Patrimônio Líquido do Fundo: R$ 161.509.236,75
    Valor Patrimonial da Cota: R$ 1.024,96
    Distribuição Mensal: R$ 8,00

    Quantidade de Cotas: 157.576
    PL Médio dos últimos 12 meses: 148.325.267,81
    Rentabilidade acumulada dos últimos 12 meses: 10,164368%

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  5. QUENTINHO DO FORNO !!

    RELATÓRIO DE JULHO-16

    O mês de julho acompanhou cenário observado no mês anterior, com poucas novidades no âmbito doméstico e dados econômicos na sua maioria em linha com as
    expectativas.
    No cenário internacional, o discurso de afrouxamento monetário permaneceu sólido. Os principais bancos centrais do mundo, se não aumentaram a liquidez fornecida ao
    mercado, mantiveram o tom dovish nos discursos pós-reunião. Mesmo nos Estados Unidos, no momento a única economia global com potencial perspectiva de aperto
    monetário no curto prazo, a maior probabilidade do próximo aumento da taxa básica ficou para o primeiro trimestre de 2017 por conta da decepção do número de
    crescimento do Produto Interno Bruto competente ao segundo trimestre de 2016 divulgado no último dia do mês.
    No mercado interno, a pauta foi a transparência quanto aos números ainda ruins da economia. Apesar da divulgação de meta fiscal de 2017 em déficit de R$ 140 bilhões,
    resultado fiscal consolidado do setor público de junho de déficit de R$ 10,1 bilhões e inflação resiliente conforme o Relatório Prisma, as taxas de juros reais dos títulos
    longos atingiram o menor patamar em mais de um ano. A mensagem de que o cenário básico ainda não permite espaço para flexibilização da política monetária promovida
    pelo Banco Central também manteve a confiança do investidor em relação ao rumo da economia brasileira.
    Nestes termos, o câmbio oscilou dentro da normalidade esperada – dólar se fortaleceu apenas 1,1% contra o real, enquanto os demais ativos brasileiros apresentaram
    grande valorização ao longo do mês. Os índices de títulos públicos permanecem com retornos acima do custo de oportunidade: 2,5% e 1,3% para o IMA-B e IRF-M,
    respectivamente. O Ibovespa não ficou para trás e, novamente, trouxe retorno importante de 11,3% no período, e acumulando 32,2% no ano.
    Acompanhando o movimento, os fundos imobiliários também refletiram o fechamento das taxas de juros futuros. O índice IFIX apresentou uma rentabilidade positiva de
    5,97% em julho, atingindo 23,21% no acumulado de 2016. Com pouca clareza de melhores resultados operacionais dos fundos imobiliários que lidam com a operação de
    ativos reais no curto prazo, acreditamos que a tendência do dividend yield não seja positiva, pela perspectiva de aumento de dividendos. Pelo lado de fechamento adicional
    da curva de juros, ainda pode haver, sim, valorização das cotas no mercado secundário em função de fluxo para ativos de maior risco. Importante notar que situação
    macroeconômica da economia brasileira ainda é sensível e retomada de crescimento com responsabilidade no âmbito fiscal não é proposta trivial, abrindo janelas de
    investimento pontuais por conta de eventual volatilidade.
    Assim, o Fundo CXRI11 apresentou valorização no mês de 4,39% da cota patrimonial ajustada (que incorpora os rendimentos previamente distribuídos), enquanto a cota
    de mercado valorizou 1,60%. Desde o início do Fundo, a cota patrimonial ajustada pelos rendimentos valoriza 27,15% contra 22,88% do IFIX. Importante notar que a
    diferença entre a cota de mercado e a patrimonial encerrou o mês com apenas 6,83% de desconto.
    ¹ O objetivo de retorno não configura, sob qualquer hipótese, como promessa de garantia ou sugestão de rentabilidade e poderá sofrer alterações. É recomendada a leitura cuidadosa

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  6. Relação das demandas judiciais ou extrajudiciais

    A CAIXA ECONÔMICA FEDERAL, instituição financeira sob a forma de empresa pública, regendo-se
    pelo Estatuto aprovado pelo Decreto nº 7.973, de 28 de março de 2013, inscrita no CNPJ/MF nº
    00.360.305/0001-04, com sede em Brasília/DF, no SBS, Quadra 04, Lotes 3/4, por meio da VicePresidência
    de Gestão de Ativos de Terceiros, sita na Avenida Paulista nº 2.300, 11º andar, São Paulo/SP,
    na qualidade de Administradora do CAIXA RIO BRAVO FUNDO DE FUNDOS DE INVESTIMENTO
    IMOBILIÁRIO – FII (“Fundo”), inscrito no CNPJ 17.098.794/0001-70, declara para fins de cumprimento
    ao prescrito no artigo 39, Inciso III da Instrução CVM nº 472 de 31/10/2008, que não tem conhecimento
    de demandas judiciais ou extrajudiciais propostas na defesa dos direitos de cotistas ou desses contra a
    administração do Fundo no 1º semestre de 2016.

    São Paulo, 03 de agosto de 2016.
    CAIXA ECONÔMICA FEDERAL
    Instituição Administradora

    Curtido por 2 pessoas

  7. o relatório da administração comparado com o balancete mensal de 30-06-2016 não está batendo !!!! Trocaram o nome dos fundos…. compare-os !!!

    Este valor do FIGS está no relatório da ADM como CHSG SHOPPING….

    relatório ADM- CHSG – R$ 14.952.240,00

    balancete – GENERAL SHOPPING ATIVO E RENDA – FII – R$ 14.952.240,00

    outra divergência :

    relatório ADM – CHSG REAL ESTATE FII – R$ 6.810.536,00

    balancete – FII CSHG BRASIL SHOPPING – R$ 6.810.536,00

    mais erros ainda !!!!!

    Nem o nome os caras acertam !!! Como diria o SAUDOSO DR. MANEZÃO … Etah estagiário !!!!

    Curtido por 4 pessoas

    • KKKKK, meu deus, fui olhar agora o novo informe Ferraro, nunca foi mas parece agora que sim. colocaram 14MM em FIGS
      Nos ultimos meses, as maiores carteiras eram BRCR,TBOF,SAAG,BBPO, zeraram BRCR, e voltaram com 2MM agora.
      Nao entendi mesmo mais um movimento abrupto, agora em FIGS, aqui acabei terceirizando parte da gestao ativa da minha carteira. vamos ver que coelho vao tirar da cartola.

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      • Se já tinham e compraram mais, devem ter aproveitado para reduzir o preço médio da posição e elevar a renda mas de olho no final da rmg. Já olharam a situção do gêmeo carioca? Ali a coisa está feia e a renda acaba já já.

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