CXRI11 – CAIXA RIO BRAVO – FII

CXRI11_FII

Nome do Fundo: Caixa Rio Bravo Fundo de Fundos de Investimento Imobiliário – FII

Administradora: CAIXA ECONÔMICA FEDERAL
Valor Inicial da Cotas: R$1.000,00
Tx de Administração: 1,2%a.a  incidente sobre o PL, piso de R$30.000 por mês atualizada pelo IPCA, paga até o 5º dia útil de cada mês.
Prazo: O prazo de duração do Fundo é indeterminado.

O Fundo tem por objeto a realização de investimentos imobiliários mediante a aquisição de Ativos, com foco em Cotas de FII, selecionados de acordo com a análise e expertise da Gestora e da CoGestora, de forma a proporcionar aos Cotistas uma remuneração para o investimento realizado, por meio do fluxo de rendimentos gerado pelos Ativos e do aumento do valor patrimonial de suas Cotas.

O Fundo aproveitará, ainda, as oportunidades de investimento e desinvestimento junto ao mercado secundário. Buscará deter pelo menos 5% (cinco por cento) dos fundos imobiliários em que investir, de modo a poder convocar e ter maior representatividade nas assembleias gerais de cotistas dos referidos fundos, propondo melhorias na gestão e cobrando medidas dos administradores/gestores, como renegociações, revisionais, realização de obras e melhorias, compra ou venda de imóveis, etc.

O gráfico abaixo representa a estrutura da forma de investimento do Fundo.

CXRB11

Quem compra cotas desse fundo, está comprando a gestão de seus administradores e gestores, nesse caso a Caixa e a Rio bravo.

Neste FII as decisões de investimento precisam ser tomadas por unanimidade através de um comitê de investimento formado por 02 membros(e 01 suplente para cada); uma pessoa indicada pela CAIXA e outra pela Rio bravo.

Busca superar o IFIX – Índice de Fundos de Investimentos Imobiliários da Bovespa; bom lembrar que o gestor que  busca superar um índice de mercado, precisa buscar oportunidades dentro de mercado que se valorizem mais que o índice ao longo do tempo. Isso é mais fácil escrever do que efetivamente fazer ao longo do tempo.

Quem quer comprar esse FII, precisa entender que está comprando a capacidade de seus gestores(CAIXA e Rio Bravo) em trabalharem em conjunto para ganhar do IFIX ao longo do tempo.

Critérios de concentração:

I – até 100% (cem por cento) do Patrimônio Líquido do Fundo em Cotas de FII;

II – até 50% (cinquenta por cento) do Patrimônio Líquido do Fundo em cotas de fundos geridos pela Administradora, pela Co-Gestora ou por empresa a elas ligada;

III – até 20% (vinte por cento) do Patrimônio Líquido do Fundo em Cotas de FII de emissão de um mesmo fundo de investimento imobiliário;

IV – até 20% (vinte por cento) do Patrimônio Líquido do Fundo em ativos cujo emissor seja instituição financeira autorizada a funcionar pelo Banco Central do Brasil;

V – até 20% (vinte por cento) do Patrimônio Líquido do Fundo em ativos cujo emissor seja fundo de investimento, ressalvado o disposto na alínea I acima;

VI – até 10% (dez por cento) do Patrimônio Líquido do Fundo em ativos cujo emissor seja companhia aberta;

VII – até 10% (dez por cento) do Patrimônio Líquido do Fundo em ativos cujo emissor seja um mesmo fundo de investimento, ressalvado o disposto na alínea III acima;

VIII – até 5% (cinco por cento) do Patrimônio Líquido do Fundo em ativos cujo emissor seja pessoa física ou pessoa jurídica de direito privado que não seja companhia aberta ou instituição financeira autorizada a funcionar pelo Banco Central do Brasil; e

IX – Não haverá limites quando o emissor for a União Federal.

Adicionalmente aos critérios de concentração acima previstos, o Fundo não poderá deter mais de 20% (vinte por cento) de seu Patrimônio Líquido em títulos ou valores mobiliários de emissão de empresas ligadas à Administradora ou à Co-Gestora.

Os rendimentos auferidos pelo Fundo (já descontados das despesas ordinárias do Fundo) serão distribuídos aos Cotistas, mensalmente, até o 8º Dia Útil do mês subsequente ao recebimento dos recursos pelo Fundo.

A Assembleia Geral de Cotistas poderá ser convocada pela Administradora, atuando como representante do Fundo, ou por Cotistas que detenham, no mínimo, 5% (cinco por cento) do total de Cotas emitidas pelo Fundo.

Não podem votar nas Assembleias Gerais de Cotistas do Fundo: (a) a Administradora; (b) a Gestora; (c) a Co-Gestora; (d) os sócios, diretores e funcionários da Administradora, Gestora ou Co- Gestora; (e) empresas ligadas à Administradora, Gestora ou Co-Gestora, seus sócios, diretores e funcionários; e (f) os demais prestadores de serviços do Fundo, seus sócios, diretores e funcionários.

E-mail: gedef@caixa.gov.br, institucionais@riobravo.com.br

Tutor do FII: Git

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389 comentários sobre “CXRI11 – CAIXA RIO BRAVO – FII

  1. CONVOCAÇÃO
    ASSEMBLEIA GERAL ORDINÁRIA DE COTISTAS
    Convidamos os senhores cotistas do CAIXA RIO BRAVO FUNDO DE FUNDOS DE
    INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO, cadastrado sob o CNPJ n.º 17.098.794/0001-70
    (“Fundo”), a comparecer à Assembleia Geral Ordinária de Cotistas a realizar-se no
    escritório da Caixa Econômica Federal (“Administradora”) localizado no Condomínio
    Edifício São Luis de Gonzaga, na Avenida Paulista, 2300, 11º andar, Cerqueira
    César, São Paulo/SP, no dia 18 de outubro de 2017, às 10h, em primeira
    convocação e, em segunda convocação, no dia 18 de outubro de 2017, às 10h30,
    para deliberar sobre as demonstrações financeiras do Fundo referentes ao exercício
    social findo em 31 de dezembro de 2016.
    Os cotistas devem comparecer ao local designado para a Assembleia portando
    documento de identidade original com validade em todo o território nacional e, no caso
    daqueles que se fizerem representar por procuradores, estes devem ter sido
    constituídos há menos de 1 (um) ano e devem comparecer ao local designado portando
    procuração original com firma reconhecida e com poderes específicos.

    São Paulo, 12 de setembro de 2017

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  2. Pequeno trecho da carta mensal de junho desse fundo.
    Achei interessante compartilhar.

    “Mais precisamente sobre os fundos imobiliários, o balanço do semestre foi marcante. O retorno agregado do IFIX entre janeiro e junho foi de 11,27%, bem acima dos 5,44% do
    CDI. A análise dos retornos mensais, por sua vez, indica outra perspectiva. Quase 70% do movimento observado ocorreu nos meses de janeiro e fevereiro, quando houve um
    claro movimento de fechamento adicional da curva de juros e, importante, queda do juro real. Nos demais meses, a rentabilidade verificada foi em linha com o dividend yield, o
    que indica que as cotas no mercado secundário, em média, não tiveram movimentos significativos. Nosso entendimento é que o reflexo do mercado de FII em função da taxa de
    juros está próximo do esgotamento e novas valorizações serão, exclusivamente, fruto do resultado operacional de cada fundo. Esta condição deve ser mantida até o momento em
    que as reformas fiscais retornem aos holofotes, potencialmente permitindo uma nova rodada de queda da taxa real de juros.”

    Curtido por 4 pessoas

  3. Olah pessoal,
    Sou cotista deste fundo, desde a dica do Tetzner no inicio de 2016. Eu vi as cartas que o Tetzner divulgou ha alguns dias e gostaria de saber como conseguir acesso aas mesmas. Outra coisa que gostaria de acessar eh a lista de FIIs exatos do fundo, ou seja, a quantidade de cotas de cada FII que ele possui. Essa informacao era divulgada mensalmente, mas deixaram de faze-lo ha alguns meses.
    Obrigado,
    Rafael Del Rey

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      • Mandei email pra eles. Um email que peguei no ultimo edital de convocacao. Alguem teria um contato mais direto com a administradora do fundo? Sei que eh a CEF, mas ligar pra lah eh um suplicio. Ninguem sabe de nada. Como faz reclamacao na CVM?

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    • Rafael, eles não estão divulgando as cartas mensais na Bovespa.
      Mas, se entrar na Rio Bravo, em investimentos- multi assets e portfolios- aí clica no nome do fundo. Vai acha todos os relatórios mensais, com comentários e a distribuição aberta de investimento em cada FII.
      Tá tudo explicado direitinho lá.

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    • Tetz gostaria q vc desse um parecer sobre esse fii, tenho ele gosto dele, vc também já teve, mudou algo, continua tudo certo? fala algo dele aí p gente, e qual a carteira dele hoje? Obrigado

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      • “O grande evento do mês foi o choque observado nos ativos financeiros no dia 18 de maio.

        Até meados do mês a perspectiva positiva do ambiente macroeconômico doméstico imprimia otimismo único aos ativos financeiros. O consenso de que as reformas trabalhista e previdenciária seriam aprovadas rapidamente e com efeito adequado desapareceu no instante em que veio à público gravação envolvendo o presidente da república como parte da delação da JBS.

        A abertura dos mercados no dia 18 fugiu a todos os parâmetros de volatilidade, precificando, especificamente, o fim do ciclo de cortes de juros por parte do Banco Central (BC). Na semana seguinte as agências de rating colocaram em análise para rebaixamento a perspectiva de crédito do país, confirmando a deterioração do cenário macro e aumentando ainda mais a angústia dos agentes econômicos.”

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      • “Durante o período de maior volatilidade, destaca-se a atuação do BC.

        Através de swaps cambiais para segurar a desvalorização da moeda – que bateu R$3,40 – e recompras de títulos públicos para injetar liquidez e dar parâmetro ao mercado, a autoridade monetária continuou movimento de corte da Selic com 100bps, apesar de mostrar preocupação quanto à velocidade futura dos cortes e implementação das reformas fiscais no curto prazo. Os últimos dias do mês foram de recuperação e mesmo fluxo de entrada de estrangeiros.

        Mesmo assim, não foi suficiente para compensar as perdas observadas no dia 18.

        No consolidado mensal, o índice de ações encerrou com perda de 4,12% e o dólar com valorização de 1,58%, contra o retorno do CDI de 0,93%”

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      • “No que diz respeito aos fundos imobiliários, o movimento foi razoavelmente distinto.

        Apesar da queda acentuada no pior da crise, mais pela falta de parâmetros do que por venda de ativos, o IFIX encerrou o mês com valorização acima do CDI, 1,03%. Em nossa opinião, esta situação retrata o nível de maturidade do mercado de FII, uma vez que a perspectiva de melhora dos fundamentos microeconômicos se mostrou soberana à volatilidade de curto prazo.

        Nessa linha, a gestão segue acreditando na classe de fundos imobiliários, na medida em que a inflação deve permanecer em níveis confortáveis,
        permitindo a continuidade sustentável do movimento de corte da taxa de juros pelo Banco Central, e a expectativa de melhora do mercado imobiliário no médio prazo passa a ficar cada vez mais próxima.

        Por fim, o Fundo CXRI11 apresentou valorização no mês de 0,67% da cota patrimonial ajustada (que incorpora os rendimentos previamente distribuídos),
        diferente da cota de mercado, que apresentou retorno negativo de 0,49%.

        Desde o início do Fundo, a cota patrimonial ajustada pelos rendimentos valoriza 46,10% contra 45,58% do IFIX

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      • InterceptorFII19

        num fundo de fundos, como o CXRI, o que você compra além da carteira é a gestão

        a maioria dos Gestores, por incrível que pareça, simplesmente não agrega nenhum valor ao produto

        mas uma coisa que me atraiu na época aqui foi que ele efetivamente fazem gestão ativa no FII

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      • Apesar de ser um FII com liquidez mais reduzida, tem um PL “médio”

        são R$ 175.140.758,32

        a cota lançada a 1000, caiu até 700,00 que foi onde fiz posição (Jan/16)

        o fundo tinha 187 cotistas em 2015

        de lá para cá, a cota chegou a bater 1.100 e ter mais de 550 cotistas

        num fundo pouco comentado, muito bem cuidado

        Curtido por 1 pessoa

  4. Pô Turma… ninguém foi??

    Quórum Não houve o comparecimento de Cotista. Presentes apenas a Administradora e Gestora do Fundo, Caixa Econômica Federal, e a Co-Gestora do Fundo, a Rio Bravo Investimentos Ltda.

    IV Composição da Mesa O Sr. Alexandre Pereira Nascimento com a presidência da mesa, que convidou o Sr. Vinicius Barbieri Domingues para secretariar os trabalhos.

    V Ordem do Dia Deliberar sobre as demonstrações financeiras do Fundo referentes ao exercício social findo em 31 de dezembro de 2016. VI Deliberações Como não houve o comparecimento de Cotista, a Assembleia não pôde ser instalada.

    Diante da ausência de Cotistas, será convocada nova Assembleia Geral Ordinária em data oportuna. Nada mais havendo a tratar, foi lavrada a presente ata às 14h30

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  5. Pô Git… você não foi na AGO? rsrs

    CAIXA RIO BRAVO – FII (“Fundo”), CNPJ nº. 17.098.794/0001-70, o resumo da Assembleia Geral Extraordinária, convocada pela Administradora, por meio de consulta formal, conforme prerrogativa prevista no item 8.4 do regulamento do Fundo (“Regulamento”), realizada no dia 27 de abril de 2017.

    Os cotistas que representam 0,76% (setenta e seis centésimos por cento) das cotas emitidas pelo Fundo encaminharam carta-resposta válida manifestando-se acerca da Ordem do Dia. Conforme art. 20, § 1, da Instrução CVM nº 472/08, para que as matérias constantes da Assembleia fossem aprovadas, era necessária a aprovação de cotistas que representassem 25% (vinte e cinco por cento), no mínimo, das cotas emitidas, quórum esse que não foi atingido pela participação dos cotistas. Dessa forma, não houve votação da Ordem do Dia pela ausência de quórum de aprovação da matéria de 25% (vinte e cinco por cento), no mínimo, das cotas emitidas,

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  6. Bom dia a todos. Recebi uma carta resposta para votação por correio sobre a proposta de manutenção da taxa de administração nos moldes atuais ou aletração para valor de mercado. Alguém recebeu a mesma coisa? Alguém já tem opinião para compartilhar. A princípio eu acho valor de mercado mais justo. O prazo de resposta é 27/04/2017.

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    • Bom dia!

      Tetzner, este FII cai naquela categoria que conversamos por estes dias, de Fundo de Fundos, como o FIXX, não? A diferença é que tem a Rio Bravo como gestora. Tem alguma opinião formada sobre ele, sobre a gestão? Sei que vc não vê sentido em Fundo dessa categoria para quem já tem uma carteira formada e tudo mais, mas acho que o interessante neste tipo de ativo é justamente comprar a “gestão”, a expertise, de quem o administra.

      Abs.

      Curtido por 1 pessoa

      • Bom Dia Fábio!

        Sim para quem tem uma carteira grande de FIIs, fundos de fundos acabam sendo redundantes e se você limita a exposição em um FII pode acabar passando dela se o gestor resolver aumentar a dele

        No plano dele pode fazer sentido, mas no seu gerar conflito então eu acredito que FoF é mais para quem está começando carteira e não consegue fazer seleção ainda ou em casos de desconto da posições a mercado

        É um bom fundo, bem cuidado, mas vai se expor mais aos escritórios para depois embalar numa recuperação do segmento

        tem muita RMG no patrimônio, melhor dar uma estudada na carteira e na expectativa do gestor

        Curtido por 4 pessoas

      • onde você viu que é 95% de grupos institucionais??? Achei interessante, mas Fundo de FII eu nunca gostei, pois paga 2x taxa de administração e IR, se não me engano. Tetzner, você não tem mais???

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      • Não sei se chega a 95%, hoje acho que já está bem mais pulverizado, mas uma boa parte ainda está principalmente nas mãos de Fundos de Pensão. Por isso a gestão tende a buscar um desempenho que prime pela ‘previsibilidade’ dos rendimentos, uma gestão mais conservadora, sem grandes flutuações. Para mim, isso é um ponto a favor.

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  7. Data-base (último dia de negociação “com” direito ao rendimento ou amortização): 02/01/2017
    Data do pagamento: 11/01/2017
    Quantidade de cotas emitidas: 157.576
    Valor do Rendimento por cota: R$ 8,3962801
    Período de referência: 12/2016

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  8. COMENTÁRIOS DO GESTOR- NOVEMBRO DE 2016

    O mês de novembro se encerra com alta volatilidade dos mercados, por conta das incertezas domésticas e globais.
    Imrpovável até o dia das eleições, o candidato republicano, Donald Trump, foi eleito Presidente dos Estados Unidos. Com uma retórica econômica expansionista e protecionista,
    os agentes de mercado precificaram rapidamente alta acentuada das taxas de juros nos EUA. Como referência, os títulos do Tesouro de 10 anos passaram de 1,77% para 2,25%
    em apenas dois dias (e continuam subindo). Neste movimento, o sell-off de ativos de risco era inevitável e atingiu os índices de ações nos diversos mercados, com exceção do
    americano, uma vez que tal retórica é positiva para crescimento; Euro, Yen e moedas dos países emergentes todas sofreram com a força do dólar; e assim, riscos de crédito dos
    títulos soberanos e corporativos acompanharam a tendência. De modo ilustrativo, o índice DXY, que mede a performance do USD contra uma cesta de moedas de países
    desenvolvidos, subiu 3,10%, maior nível observado desde 2003. Contra o Real, o movimento foi de 6,02% em novembro.
    Ofuscada pela eleição, houve também a reunião do FOMC, para deliberação da taxa básica de juros, o FED Funds Rate. Como esperado, foi mantido o nível entre 0,25% e 0,50%,
    porém praticamente confirmando a elevação da taxa na reunião de dezembro. Após o resultado da eleição e o movimento dos juros futuros, além da revisão do PIB do 3º
    trimestre acima do esperado, o principal risco para os mercados globais passou a ser a necessidade de um aperto monetário mais agudo pelo FED.
    No cenário interno, continua a deterioração da atividade econômica. Todos os dados divulgados afirmaram este arrefecimento, atingindo também as estimativas de crescimento de
    2017. Antes em 1,6%, a nova expectativa do Banco Central para Produto Interno Bruno de 2017 ficou em 1,0%. Já para os economistas, o consenso é de 0,80%. Nesta linha,
    também foi divulgado o PIB do 3º Trimestre de 2016, com queda de 0,8% sobre o trimestre anterior. O ponto de destaque no mês foi a inflação medida pelo IPCA-15, com
    aumento de 0,26%, abaixo da mediana do mercado de 0,29%. Além disso, como afirmado pela própria autoridade monetária, as expectativas de preços para 2017 e 2018 estão
    ancoradas.
    Ao final do mês, houve também a 203ª reunião do Comitê de Política Monetária – COPOM. Conforme esperado, foi promovido o segundo corte da taxa básica de juros, de
    0,25%, levando-a para 13,75% a.a.. A combinação do fraco nível de atividade com as expectativas de inflação e, por último mas não menos importante, o trânsito das medidas do
    ajuste fiscal no Congresso, torna possível uma atuação mais agressiva do Banco Central cortando juros mais rapidamente em 2017. Uma aceleração deste movimento seria
    altamente positiva para os ativos financeiros, e não acreditamos que a mesma esteja precificada.
    Acompanhando o aumento do risco brasil através dos títulos públicos indexados à inflação, os fundos imobiliários também encerraram o mês em terreno negativo, com retorno
    de -2,59% do IFIX, e -1,22% do IMA-B. Dentre os principais fundos imobiliários e mais representativos, houve uma queda média nas cotas de 6%, aproximadamente. Nesta linha,
    performance negativa do setor de agências bancárias impactou fortemente a cota patrimonial do Caixa Rio Bravo Fundo de FII.
    Assim, o Fundo CXRI11 apresentou desvalorização no mês de 2,50 % da cota patrimonial ajustada (que incorpora os rendimentos previamente distribuídos), assim como a cota de
    mercado, com desvalorização de 7,11%. Desde o início do Fundo, a cota patrimonial ajustada pelos rendimentos valoriza 33,60 % contra 30,04% do IFIX. Importante notar que a
    cota de mercado encerrou o mês com desconto de 7,23% para a cota patrimonial.

    Curtido por 1 pessoa

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