XTED11 – TRX Edifícios Corporativos

O Fundo é administrado pelo BTG Pactual, em regime de condomínio fechado e com prazo indeterminado de duração.

O objetivo do fundo é a aquisição de imóveis corporativos e posterior exploração dos aluguéis.

xted11

O FII TRX Edifícios Corporativos (XTED11) é classificado como sendo um fundo do tipo Tijolo e enquadra-se na segmentação Escritórios, de acordo com os critérios do nosso Ranking dos FIIs.

Os imóveis de Propriedade do Fundo

1) Atlântico Office O edifício Atlântico Office, localizado à avenida Rui Barbosa, 2.390 em Macaé-RJ, foi inaugurado em 2007 em um terreno de 1.600 m2, com área total construída de 12.462,49 m2 , em linha com estudo efetuado pela Gestora, no município de Macaé/RJ.
É composto por uma torre com 12 pavimentos, divididos em quatro andares de garagem com 154 vagas e andar térreo com pé direito duplo no foyer. Possui um centro de negócios e um auditório com capacidade para 50 pessoas, seis pavimentos com cinco salas por andar, um mezanino e cobertura composta por quatro salas com terraço privativo.
O edifício Atlântico Office está localizado em zona comercial da cidade, próximo da rotatória de acesso à sede operacional da Petrobras, o que lhe proporciona um posicionamento adequado no mercado de locação de edifícios corporativos.
O Imóvel não se enquadra no conceito de propriedade especializada, permitindo o uso adequado por atividades convencionais, para o que se destina, atendendo as necessidades de uma grande quantidade de usuários.
O valor de mercado do imóvel, conforme avaliação patrimonial que considera o método de fluxo de caixa descontado, realizada em dezembro de 2015, é R$ 61.959.000,00.

2) GT Plaza Inaugurado em 1991, localizado à rua Eng. Francisco Pitta Brito, 779, Santo Amaro, em São Paulo-SP, próximo à Avenida das Nações Unidas e à estação de Metrô Santo Amaro, o edifício passou por um retrofit completo para adequação de suas características e relocação de mercado, no ano de 2011. O edifício possui 7 andares, dois conjuntos por andar, 1 subsolo e 146 vagas de garagem divididas entre o subsolo e o pátio externo.
O edifício GT Plaza, está localizado no bairro de Santo Amaro, em região de grande concentração de edifícios corporativos e comerciais, com infraestrutura urbana e serviços. A poucos metros da marginal do rio Pinheiros e próximo à estação da CPTM do metrô, o imóvel se integra às principais malhas modais do município.
O recém inaugurado shopping Largo 13, dista poucas quadras do empreendimento, oferecendo serviços essenciais à micro região. Em futuro próximo, o empreendimento Shopping 25 deverá ser inaugurado ao lado do GT Plaza. O valor de mercado do imóvel, conforme avaliação patrimonial que considera o método de fluxo de caixa descontado, realizada em dezembro de 2015, é R$ 30.576.000,00.
Valor Patrimonial Em 31 de março, o valor do patrimônio Líquido do Fundo totalizou R$ 94.237.354,75, resultando numa cota patrimonial de R$ 64,24.

Taxa de Adm. / Custódia / Gestão Consultoria Imobiliária 1,28% a.a sobre o Patrimônio
*Conforme disposto no regulamento e prospecto a taxa sobre gestão será de 0,5% no primeiro ano.

Código Bovespa XTED11
Quantidade de Cotas 1.467.000 Cotas
Número de Cotistass 7.539 cotistas
CNPJ 15.006.267/0001-63

Locatário: Petrobrás  |  Peugeot
Localização: Macaé/RJ  |  São Paulo/SP
Perfil do Imóvel Sede Administrativa  |  Sede Administrativa
Área do Terreno: 1.600 m²  |  4.069 m²
Data de Pagamento 5º útil  |  Dia 5 de cada mês
Índice de Reajuste: IGPM  |  IGPM
Data de Reajuste: Julho  |  Janeiro
Garantia: Não há Fiador  |  Gefco

Vencimento:   2017  |  2021
Receita:    64%   |   36%

Fevereiro/ 2014
O fundo contou, em fevereiro, com o pagamento reajustado do aluguel referente ao imóvel locado para a Peugeot, que está localizado em São Paulo/SP. O valor do aluguel passou de R$ 309.500,88
para R$ 326.862,56.

Agosto / 2013
O fundo contou com o reajuste no contrato do imóvel locado para a Petrobras.
O valor do aluguel passou de R$ 559.635,00 para R$ 594.953,54.

RI: ri@trx.com.br

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662 comentários sobre “XTED11 – TRX Edifícios Corporativos

      • kkkkkk Macaé tem várias obras que não servem pra absolutamente nada! (mas já serviram pra encher o bolso dos políticos)
        Listo duas “memoráveis”:
        – Parque da cidade (virou um matagal e grande incubador de dengue/zika/chikungunya)
        – Ginásio poliesportivo (um amontoado de ferro velho, esses dias acharam carros da prefeitura abandonados por lá)
        Em compensação, o aeroporto não recebe aeronaves de grande porte, a rodoviária é a mesma de sempre e o porto opera sobrecarregado (o “grande Tepor”, que resolveria esse problema, não sai do papel há anos).
        Correm boatos que a Petrobras vai manter apenas o essencial aqui: terminal de Cabiúnas, que recebe o gás e parte do petroleo produzido offshore e o Parque de Tubos, que é basicamente um almoxarifado gigante com algumas oficinas de manutenção.
        Vida longa XTED e XPCM…. sqn!

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    • Vai quebrar então…paguei R$77,35 e agora posso escolher: vendo a R$18 hoje ou espero virar pó. Vai virar pó. Obrigado, BTG e TRX, por suas incompetências e aos políticos e empresários que há décadas vem escravizando a população desse país na defesa de suas fortunas e agora contribuindo até mesmo para que um investimento em FII se transforme em R$zero ou menos.

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    • Paulo Gomes,

      Quando alguém compra um apartamento, uma sala comercial, uma loja de rua e estes imóveis ficam vazios, entre locações, deve-se :

      a) Imediatamente vender, a qualquer preço, porque sem fluxo de caixa não há como descontar fluxo de caixa futuro, logo valor do ativo é igual a zero;

      b) Aceita pagar os custos operacionais de condomínio, iptu, segurança, etc e entende que são custos inerentes ao investimento realizado inicialmente. Sabe também que durante uma recessão o momento é de comprar e não de alienar patrimônio, por escassez de compradores e preços totalmente deprimidos;

      c) O investidor entende que os imóveis mantém seu valor, em algum momento serão alugados, porém está sem caixa para pagar os custos operacionais durante a vacância e necessita que um outro investidor o assista com os gastos na vacância, oferecendo a quem está disposto a colocar dinheiro novo condições para lá de camaradas.

      Acima estão as três premissas quanto ao XTED11.

      Alguns fatos para auxiliar em sua análise:

      1) Os imóveis são edificios corporativos que eram ocupados por empresas exigentes; Nomeadamente o imóvel de Macaé tinha a Petrobras que fez melhorias e as deixou para um próximo inquilino. A Peugeot em SP também é um inquilino exigente, logo os imóveis não estão “naked”, como usual em edificios recem construidos e que demoram tempo e recursos para poderem ser ocupados. Na realidade o XTED carrega imóveis corporativos, novos, prontos para ocupação imediato.

      2) Os imóveis estão valendo a mercado 2,000 reais o metro quadrado; Óbvio que muito abaixo de qualquer custo de reposição. Ainda que pretenda considerar o imível de Macaé como perda total pela situação ATUAL da cidade, teríamos o imóvel de SP valendo uns 4,000 reais/m2. Naquela região os imóveis valem próximo de 6,000 R$/m2, no atual cenário. E… devemos considerar Macaé uma cidade eternamente perdida, sendo um polo de receitas tão importante para o estado do Rio ?

      3) Em 2016 na região de SP onde o imóvel está inserido houve somente quatro negociações, uma delas captada pelo XTED. Um indicador do marasmo que foi o mercado imobiliário na região e que o imóvel tem alguma atratividade.

      4) Estes imóveis estão aptos a disputar qualquer inquilino, porque podem oferecer descontos significativos. A mesma premissa não pode ser usada por imóveis parcialmente ocupados, porque derrubariam o aluguel de inquilinos já instalados, levando à diminuição de yield de todo o edificio.

      5) A taxa de gestão da TRX está zerada e são remunerados por receitas de imóveis; Alinhamento total com os interesses do investidor. Por outro lado, enquanto vazios não incide custos ao investidor tendo este seu patrimonio corrigido, pelo menos, pela inflação, como usual em imóveis que são, no longo prazo, corrigidos por inflação mais um %.

      6) O País sai da recessão e juros reais no Brasil devem caminhar para mínimas históricas, algo abaixo de 4%. Então a perda percebida, matematicamente, é de menos de 4%/ano. Bastaria uma locação para termos uma disparada o valor a mercado de dois dígitos percentuais no valor da quota – ou seja ainda que fique 2,5 anos vazio, o investidor será facilmente compensado pelo ganho patrimonial.

      7) Para um downside extremamente limitado, se existir, existe o upside superior a 100%.

      8) Voltando à premissa inicial, o XTED é atualmente um ativo para quem busca ganhos patrimoniais expressivos e não atende a necessidades de quem busca fluxo de caixa regular.

      Acredito que terá bastantes argumentos para ponderar sua decisão final.

      PS – Vale lembrar que os direitos de subscrição, pelas regras do edital, podem apenas ser adquiridos por aqueles que eram investidores do XTED até 12/Maio/2016. Desconheço se quem comprar os direitos, sem ser antes investidor do FII, será bem sucedido quando tentar exercer a subscrição a 18,70.

      Curtido por 5 pessoas

    • Esse fundo entrou para o meu currículo. Sou remanescente do IPO. Paguei R$100,00 e recebi de volta R$22,65 quando a Itambé abandonou o barco, de modo que cada cota me custou R$77,35. Se eu vender hoje a R$19,00, meu lucro será de menos R$58,35/por cota. Em termos percentuais, 75,4% de depreciação em valor de cota. Para os especuladores de plantão, vejam como “está barato”, kkkkkk (já que não adianta chorar, vamos rir). Enfim, penso que a melhor saída é alguém comprar os dois prédios. Com certeza, com ponto de vista especulativo, sobretudo para alguém que tiver conhecimento de interessados na compra, há uma margem para ganhar um troco nesse final de fundo…sim, final de fundo, não boto fé que vai continuar a existir na condição de locador de imóveis corporativos. E vai ficar a lição de que FII reúne os dividendos de aluguéis de imóveis de um lado com os riscos típicos de bolsa de valores do outro. Infelizmente essa é a pior forma de aprender: com a perda.

      Curtido por 2 pessoas

  1. Nenhuma novidade mas no FR de hoje sobre o XTED:

    Por maioria de votos, os cotistas representando 87,22% dos presentes, considerando 12,78% dos presentes de abstenção, resolveram aprovar a possibilidade do Gestor do Fundo negociar a venda dos imóveis integrantes da carteira do Fundo, dentro de parâmetros a serem estabelecidos na Assembléia.

    Curtido por 3 pessoas

  2. ENFIM ALGUMA NOTICIA PARA O XTED…

    Desde a desocupação parcial do GT Plaza em dezembro de 2015 e a desocupação total do Atlântico Office em maio de 2016 a TRX junto à CBRE trabalha na prospecção de novo sinquilinos
    Como resultado, no GTPlaza,o Fundo celebrou contrato de locação com a BR Connection (Cipher)
    QUEM É
    Cipher compra BRconnection
    , empresa paulista especializada em segurança da informação, acaba de comprar a totalidade da Brconnection, uma companhia conterrânea com produtos focados em segurança de redes.
    O negócio foi divulgado pelo DLM, um fundo de investimentos que tem entre seus sócios Jorge Steffens e Paulo Caputo, ex-Datasul.
    A compra foi feita em julho do ano passado e concluída em janeiro.
    Fundada em 2000, com escritórios no Brasil, Estados Unidos e Reino Unido, a Cipher já havia recebido US$ 15 milhões do BNDES em troca de uma participação de 15% na companhia em 2011.

    “A BRconnection sempre esteve em nosso radar, por apresentar uma oferta complementar a nossa e atender ao segmento de pequenas e médias empresas, diversificando também a base de clientes da Cipher”, afirma Eduardo Bouças, CEO e fundador da Cipher.
    O ONME 3, carro chefe da BRconnection,  conta com mais de 1000 clientes corporativos ativos, funciona como um gerenciador unificado de ameaças e foi estruturado de forma modular, permitindo que os clientes possam escolher quais módulos contratar, desde firewall, sistema de prevenção de intrusão, filtro de conteúdo web, acesso remoto seguro, até proteção de e-mails.
    A DLM afirma ter levantado mais de R$180 milhões que foram investidos em 10 empresas. O público alvo são empresas de software ou serviços baseados em software com faturamento entre R$ 15 milhões e R$ 150 milhões anuais e crescimento com margem Ebtida de, aproximadamente 20%.
    Nos últimos dois anos, o fundo investiu R$ 10 milhões na OpenTech, joinvilense de SaaS para gestão logística em transporte e gerenciamento de risco e comprou 35% da operação da Clic Holding Company, empresa do segmento de tecnologia para viagens de negócios e lazer formada pelas paulistas Argo IT e Connect-c mais a gaúcha Travel Explorer.
    Joint-venture nasce com foco global a partir da compra da BRconnection por R$ 20 milhões. Estratégia prevê IPO até 2020
    A brasileira Blockbit chega ao mercado com grandes ambições: disputar o mercado global de soluções de cibersegurança. A companhia nasce de uma joint-venture formada pelo BNDES, o fundo de investimento DLM e a integradora Cipher. O negócio foi viabilizado a partir da compra da BRconnection, por R$ 20 milhões, há cerca de seis meses.
    A provedora oferece soluções de UTM (Unified Threat Management), VCM (Vulnerability and Compliance Management) e SMX (Secure eMail eXchange), o que a coloca na disputa contra players já estabelecidos no segmento, como CheckPoint, WatchGuard, Dell, Fortinet e Cisco, para citar apenas alguns exemplos.
    “Trata-se de um mercado maduro, mas que tem investimentos gigantes”, reconhece Eduardo Bouças, CEO da companhia, para adicionar: “As empresas estão carentes de produtos para segurança de rede que sejam de fácil uso”.
    O executivo revela o interesse da empresa em ganhar o mercado externo por meio de uma estratégia de vendas indiretas. Para dar suporte ao plano, a provedora já abriu escritórios em São Paulo, Miami (EUA) e Londres (Inglaterra).
    Além disso, a companhia tem no radar uma abertura de capital (IPO) até 2020. Só não há uma definição clara se esse movimento ocorreria em uma bolsa de valores no Brasil ou em outro país.

    Curtido por 1 pessoa

    • Conejão

      não é novidade, esse documento não é um Relatório Mensal, mas um documento para ajudar a disfarçar a situação calamitosa ao que o FII chegou, veja:

      “Após a desocupação parcial da Peugeot do edifício GT-Plaza prevista para maio de 2017, o Fundo apresentará uma vacância financeira de 98,4%, considerando os últimos valores recebidos de aluguel”

      ou seja THE END

      98% de vacância financeira meus amigos… que isso?

      BR Connection = Empresa do Grupo Cipher – Conforme aditivo contratual firmado em 15 de julho de 2016, o locatário Cipher cedeu o contrato de locação para outra empresa do mesmo grupo, BR Connection nos mesmos termos e condições firmados no contrato inicial.
      TIPO Típico
      PRAZO 05 anos
      VENCIMENTO Mai/2021
      ÁREA OCUPADA 450 m2 <- 2,36% do ABL (NADA)

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  3. Vale uma leitura ao comparativo elaborado pela TRX referente aos imóveis do XTED11 em relação a similares de mercado, tanto em São Paulo como em Macaé.

    Mesmo nos cenários mais negativos a margem de upside é significativa, de acordo com o relatório, algo na casa dos 100%

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  4. CHEGOU O DIA MAIS (OU MENOS) ESPERADO!

    Não estou falando de inquilino, estou falando da Assembleia para deliberar sobre a 2 emissão ou venda dos ativos!

    Eu quero a venda!

    Infelizmente sou do Rio e não conseguirei comparecer à assembleia.

    Vamos fazer aquela tradicional movimentação, munindo um membro de procuração para que votemos a liquidação dos ativos, extirpando a TRX do mercado de FIIs?

    Curtido por 1 pessoa

      • Quais são as opções que podem ocorrer?

        Eles anunciarem uma 2 emissao e ngm comprar?
        Ai a conta nao vem para os cotistas?

        Quem vender vai receber comissão também nao?

        Eu comprei este FII a $41 para especular, e chegou a R$20. Tenho poucas cotas, mas meu patrimonio caiu pela metade. Já é o suficiente para eu ficar bem chateado hehehe

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  5. tinha R$ 290 k mês passado :/

    “Os recursos não alocados em empreendimentos imobiliários totalizavam, no fechamento de fevereiro de 2017, R$ 174.843,40 o equivalente a 0,2% do patrimônio atualizado do fundo.”

    cara que velocidade de consumo… esse dinheiro acaba no final do mês !

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  6. R.I.P. TRX XTED

    “Destinação dos Recursos:

    Dada a alta vacância atual nos imóveis integrantes do patrimônio do Fundo, propomos aceitarem a realização da 2º emissão de cotas, para que o Fundo continue conseguindo honrar com seus compromissos financeiros.

    Curtido por 3 pessoas

      • Sinto-me roubado por essa gestão. Investi R$77,35 por cada cota desse fundo e estou vendo isso indo em direção a zero. Investimento em imóveis??????????? Da próxima vez que alguém falar comigo que FII investe em imóveis é bom falar a distância, porque se falar perto eu vou dar-lhe uma bordoada que vai ver só…

        Curtido por 1 pessoa

      • heitor100

        Tenho uma péssima notícia. O fundo deverá realizar novas emissões para cobrir o rombo e pagar a própria taxa de administração. Com isso a diluição será maior.

        O problema é esse. Uma excelente forma de investimento financeiro nas mãos de alguns picaretas. Acaba por denegrir o produto.

        Curtido por 1 pessoa

    • Triste fim!!!

      Tenho menos de 0,4% de meu patrimônio nesse FII com PM em R$ 21,xx, não vou subscrever, quero que o gestor seja banido do mercado e sou favorável à liquidação dos ativos, se bem que o de MACAÉ, vai ser bem difícil achar comprador.

      Hoje é um ativo puramente especulativo, a maioria dos que compram, apostam na venda dos ativos.

      Curtido por 1 pessoa

  7. No XTED percebo elementos que têm passado despercebidos aos quotistas/investidores:

    a) Enquanto não alugar a TRX também nada recebe. Temos a TRX e investidores totalmente alinhados nos objetivos. Creio ser o único FII no Brasil em que a administradora se solidarizou com seus quotistas, zerando voluntariamente sua receita e mesmo sem quorum em Assembleia.

    b) O custo de carregamento do imóvel de Macaé, que é 2/3 do FII, está francamente baixo, incide basicamente custos de segurança patrimonial para evitar invasões. Um total de 70k/mês, somados segurança e IPTU.

    c) O custo de vacância no imóvel de SP está caro, a 110k/mês, bem mais alto que o custo no imóvel de Macaé; Seria mais economico fechar o predio de SP porque o único inquilino do prédio de SP obriga o FII a arcar com o condomínio/despesas de todas as unidades devolutas e custos inerentes a um prédio em funcionamento. O custo de carregamento do imóvel aumenta a partir de Jun/2017 para 180k/mensais.

    Investidores de longo prazo aceitam carregar ativos cujo valor de mercado está em menos da metade de sua avaliação, principalmente em um ambiente de juros de uns 3%/ano reais, acima da inflação, quando o valor de carregamento não é onerado por taxas de administração. No XTED não existem taxas de administração até que o FII volte à solvência e o custo de carregamento no Brasil tende a diminuir fortemente.

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    • Apesar desse alinhamento, acho difícil confiar em uma administradora que processa o próprio FII que administra porque os cotistas tentaram tirá-la…

      Tem que lembrar também que a emissão não é para aumentar o fundo, e sim para pagar as contas do fundo.

      Curtido por 1 pessoa

      • Considero impossível essa nova emissão passar. Observem: pra quem entrou no IPO desse fundo, o custo de aquisição per cota foi de R$77,35. Nessa emissão vão oferecer a quanto? R$15,00? O que está acontecendo nesse fundo é um pouquinho de Brasil iaiá! Desse Brasil que canta e é feliz…olha a minha cara de felicidade. Peguei dinheiro suado, fruto de economia de salário e coloquei nisso. Agora vejo o dinheiro escorrer pelo ralo. Tem que vender esses prédios e ratear a merreca com os cotistas e acabar com isso. E nunca mais comprar FII que não seja de Agência bancária ou outra coisa minimamente com cara de aluguel de imóveis mesmo. XTED bom é XTED encerrado.

        Curtido por 4 pessoas

      • Depois do sucesso nos cinemas “Querida encolhi as Crianças”… estrelando TRX: Cotistas encolhi o Patrimônio de vocês

        o que eu não entendo é como deixam continuar… CXTL, XTED e TRXL… não salva um e todos sendo dissolvidos

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      • Perfeito, Heitor. Eu entrei em R$41 e mesmo assim tive prejuízo, sorte que eu, macaco velho, botei uma parcela ínfima do capital nesse FII (controle de risco salva!!). Do ponto de vista individual, eu mesmo fiz minha “amortização” (vendi minhas cotas no mercado) e dei adeus a isso. Na ótica coletiva, vendas dos imóveis com amortização dos trocados que restarem seria a única solução que contaria com o meu voto (caso eu ainda fosse cotista).

        Curtido por 3 pessoas

      • Tem que vender esses prédios e ratear a merreca com os cotistas e acabar com isso.

        heitor100

        Esse é o problema. A situação de Macaé é tão ruim que o pessoal não está querendo o prédio nem de graça.

        Curtido por 2 pessoas

    • Apesar de reiterar os pontos positivos acima, me preocupa profundamente a inação da TRX quanto à apresentação de alternativas aos investidores.

      Entendo que uma das alternativas a ser apresentadas aos investidores em Assembleia seria o resultado de conhecido leilão de venda de todo ou parte do patrimonio do FII, e haver pelo menos três ofertas firmes para que os investidores analisem e votem, como ocorreu em outros FIIs.

      A TRX opta por confiar que será aprovada a nova emissão e opta por confiar que dinheiro novo será aportado. São duas apostas arriscadas porque dependem de voto e em caso de falha de qualquer uma delas o FII está em risco, sem capacidade financeira para cumprir suas obrigações legais já a partir de Maio/17.

      A TRX, questionado o RI, não apresentou resposta a este último parágrafo para o caso de falhas de emissão ou falta de aportes. Trabalha apenas com as possibilidades de locação, venda por valor que a TRX considere adequado ou nova emissão, lamentando a realidade de Macaé e daquela região de SP.

      Assim, tenho fortes dúvidas sobre o encaminhamento da Assembleia de 27/4 e parece-me que a CVM necessitará intervir para analisar a gestão reativa neste FII.

      Os investidores têm o direito de conhecer as melhores ofertas firmes de alienação de patrimonio ou aporte de novos recursos para então decidir e votar. A TRX opta por pedir uma chance para continuar, através de cheque em branco para manter os edifícios ou autorização em branco para venda.

      Se e quando alguém tiver informações complementares da TRX vale adicionar aqui.

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      • Em reunião com a TRX sugeri fortemente a produção e disponibilização de material para a tomada de decisões nesta Assembleia e acredito que este material seja apresentado ao Mercado antes de 27/4.

        Entendo que vale aguardar e manter as mentes abertas para argumentos pró e contra.

        Decisões financeiras devem ser tomadas com a mente fria e não com um fígado inflamado – Tenho certeza que alguém já deve ter dito isto, em algum momento.

        Curtido por 1 pessoa

    • Esses valores de manutenção são absurdos. 70K de segurança e IPTU? Quantos agentes de segurança são colocados nesse prédio? E qual o valor desse IPTU? E no prédio de São Paulo? Olha só que coisa de louco: quem é o “condomínio”? Já vi diversos condomínios Brasil afora em que a maior parcela do custo é artificialmente causado pela empresa de administração. Um prédio praticamente vazio gastando essa fortuna de 110k/mês é surreal. Estão querendo quebrar mesmo.

      Curtido por 3 pessoas

      • XTED seguramente é um dos três piores fiis do Brasil. Aqui só resta aprender a lição: não confiar em contratos típicos, não confiar em pouca diversificação, não confiar em fundo com marketcap muito baixo (sem escala), não confiar em gestor com RI quase inexistente,etc. TRX não tem mais ”tesão” nenhum em gerir os próprios fiis, só querem saber das demais áreas de negócios, e o pior, como aquele menino pentelho que todo mundo já conheceu um na infância, nem joga bola e nem deixa os outros jogarem. Único fim viável pra XTED é justamente colocar um fim nesse sofrimento e vender logo os dois imóveis, amortizar as cotas e encerrar o fundo.

        Curtido por 4 pessoas

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