MBRF11 – Mercantil do Brasil

O objetivo do fundo foi a aquisição e posterior locação ao Banco Mercantil do Brasil S.A., dos seguintes imóveis: Edifício Vicente de Araújo (Sede em MG), Agência Rio Branco (no RJ) e Imóveis do Complexo de Tecnologia (em MG); administrado pela Rio Bravo Investimentos DTVM, em regime de condomínio fechado e tem prazo de duração indeterminado.

MBRF11

Trata-se portanto de um FII de Tijolo – Imóveis Comerciais – Escritórios; sua cota inicial foi lançada a R$ 1.000,00 e teve início de atividade em Junho/2011.

A principal fonte de rendimentos vem do edifício sede com cerca de 64%, o complexo de tecnologia respondia por cerca de 21% (agora vago) e por fim a agência com 15%.

O edificio sede tem 20 andares, com área bruta de aproximadamente 16.750 m², somados ao 1º, 2º e 3º Subsolo com mais 1.809 m². Os aluguéis dos imóveis são reajustados pelo IGP-M em Fevereiro (antigamente era em Julho).

Conforme Fato Relevante divulgado em 4 de março, e mediante um pleito que partiu do próprio locatário, o Fundo celebrou junto ao Banco Mercantil do Brasil, locatário dos imóveis da Sede, em Belo Horizonte, e da Agência Bancária no centro do Rio de Janeiro, termo aditivo ao contrato de locação com redução dos valores de locação no montante de 20,0%, à partir de 1 de Fevereiro de 2016.

Em contrapartida à redução mencionada, foram acordadas alterações contratuais, de forma a aumentar substancialmente as penalidades do locatário em caso de eventual rescisão antecipada dos contratos. Dentre as alterações, destacam-se:

(i) garantia de permanência, pelo locatário, a partir de 1 de fevereiro de 2016, de 7 anos e 6 meses na Sede e 5 anos na Agência Bancária, de forma que, em caso de rescisão antecipada do contrato de locação durante este período, o Locatário pagará ao Fundo a somatória de todas as locações remanescentes até o final do Período de Permanência Garantida, além da multa rescisória contratual;
(ii) aumento da multa rescisória para 8 aluguéis, após o período de permanência garantida;
(iii) inclusão de aviso prévio, pelo Locatário, de 8 meses em caso de rescisão antecipada do contrato de locação;
(iv) postergação do próximo reajuste pelo IGP-M para 1 de fevereiro de 2017;
(v) postergação da próxima revisional dos aluguéis, conforme Lei de Locação 8.245, para 1 de fevereiro de 2019, e;
(vi) troca da modalidade de garantia, da Fiança Bancária atual em valor equivalente a 6 meses de locação por Seguro de Fiança Locatícia em valor equivalente aos mesmos 6 meses do valor de locação, além de taxas de condomínio e encargos locatícios, desde que mantenha-se um risco semelhante ao da instituição emissora atual.

Cientes da situação atual e projeções do mercado imobiliário e, diante da evidente redução dos valores quando ocorresse a revisional dos aluguéis, originalmente prevista para 13 de julho de 2017, entendemos por adiantar esta revisão em troca de garantias mais fortes em relação à ocupação dos Imóveis. Por fim, informamos que, realizadas as alterações acima previstas, a distribuição de rendimentos do Fundo deverá se estabilizar no patamar aproximado de R$ 7,30, a partir de março de 2016.

Taxas:
Administração: 0,30%a.a. sobre patrimônio liquido (mínimo R$ 18.000,00 mensais corrigido pelo IGPM).

MBRF11 – Mercantil do Brasil – CNPJ 13.500.306/0001-59
Fonte Pagadora:
Rio Bravo Invest S.A DTVM CNPJ 72.600.026/0001-81

RI: fi@riobravo.com.br

Tutor do FII:  Fabioccastro

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704 comentários sobre “MBRF11 – Mercantil do Brasil

  1. Indicadores mais atualizados do Mercantil do Brasil, publicados no “valor”:

    Entre janeiro e março de 2018, o Mercantil registrou lucro líquido de R$ 19,683 milhões, superando o montante de um ano antes, quando ganhou apenas R$ 1,040 milhão.

    O resultado bruto da intermediação financeira teve alta de 6,8%, para R$ 304,9 milhões. As receitas de prestação de serviços cresceram 7,8% e ficaram em R$ 67,954 milhões. As despesas administrativas encolheram 2%, a R$ 140,657 milhões.

    A carteira de crédito diminuiu 5,3%, se situando em R$ 5,968 bilhões. O crédito para pessoa jurídica caiu 25,2%, para R$ 1,909 bilhão, enquanto, para pessoa física, houve expansão de 8,2%, a R$ 4,058 bilhões.

    As despesas com provisões para devedores duvidosos (PDD) recuaram 28,3%, a R$ 131,5 milhões. A inadimplência caiu de 12,7% para 9%. O retorno anualizado sobre o patrimônio líquido médio saltou para 10,1% no primeiro trimestre deste ano, em relação a 0,6% em igual período de 2017.

    O balanço do Mercantil aponta que o banco participou do aumento de capital da subsidiária Banco Mercantil de Investimentos (BMI). Do total de R$ 60 milhões levantados, o Mercantil ficou com R$ 59,5 milhões. A operação foi homologada pelo BC no dia 4 deste mês.

    Curtido por 2 pessoas

    • Porta estreita de saída, em caso de eventuais problemas, dada a reduzida liquidez.
      Apenas dois imóveis que perfazem um PL de pouco mais de R$ 110M e alta dependência de um mesmo inquilino, ainda que este demonstre uma boa situação financeira.
      Eu acho que dada as características do dito na relação risco X retorno, é natural que pague um prêmio.
      Sobre similares, a quais você se refere especificamente: XPCM, SPTW e/ou outro(s)?
      Só a título de curiosidade mesmo.
      Sds.

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  2. Cotista de FII é um bicho meio relapso….

    Os cotistas presentes deliberaram, por unanimidade, alterar a política de investimento
    do Fundo, de modo a prever que os ativos imobiliários do Fundo não sejam
    exclusivamente locados ao Banco Mercantil do Brasil S.A, com a consequente
    alteração do Regulamento do Fundo. No entanto, o quórum qualificado não foi
    atingindo com o percentual de cotistas votantes na presente assembleia, nos termos do
    Art. 20, §1º da Instrução CVM 472, e Art. 13.12 do Regulamento do Fundo. Nesse
    sentido, não será alterada a política de investimentos do Fundo, tampouco o
    Regulamento do Fundo.

    Curtido por 1 pessoa

      • Na verdade existem algumas correspondência e forma de votos q ao cotistas vem recebendo ultimamente, mas o cotista tem andado com o traseiro tão dolorido ultimamente q isso faz com que mesmo tendo boa intenção alguns gestores, os cotistas se mostraram meio em dúvida do q é bom ou do q é golpe, tudo isso por conta de alguns querem dar uma de espertos e com isso enrolar o pobre do cotista q muito das vezes é leigo em certos assuntos q ele não domina, não faz parte da área dele, se existisse um órgão de fiscalização do qual chegasse ao cotista já certificado de ser uma ato bom para todos e não fraude, certamente daria certo. Não adianta dizer q existe à cvm pois essa não fede e não cheira, já cai em cilada por culpa dela

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