MBRF11 – Mercantil do Brasil

O objetivo do fundo foi a aquisição e posterior locação ao Banco Mercantil do Brasil S.A., dos seguintes imóveis: Edifício Vicente de Araújo (Sede em MG), Agência Rio Branco (no RJ) e Imóveis do Complexo de Tecnologia (em MG); administrado pela Rio Bravo Investimentos DTVM, em regime de condomínio fechado e tem prazo de duração indeterminado.

MBRF11

Trata-se portanto de um FII de Tijolo – Imóveis Comerciais – Escritórios; sua cota inicial foi lançada a R$ 1.000,00 e teve início de atividade em Junho/2011.

A principal fonte de rendimentos vem do edifício sede com cerca de 64%, o complexo de tecnologia respondia por cerca de 21% (agora vago) e por fim a agência com 15%.

O edificio sede tem 20 andares, com área bruta de aproximadamente 16.750 m², somados ao 1º, 2º e 3º Subsolo com mais 1.809 m². Os aluguéis dos imóveis são reajustados pelo IGP-M em Fevereiro (antigamente era em Julho).

Conforme Fato Relevante divulgado em 4 de março, e mediante um pleito que partiu do próprio locatário, o Fundo celebrou junto ao Banco Mercantil do Brasil, locatário dos imóveis da Sede, em Belo Horizonte, e da Agência Bancária no centro do Rio de Janeiro, termo aditivo ao contrato de locação com redução dos valores de locação no montante de 20,0%, à partir de 1 de Fevereiro de 2016.

Em contrapartida à redução mencionada, foram acordadas alterações contratuais, de forma a aumentar substancialmente as penalidades do locatário em caso de eventual rescisão antecipada dos contratos. Dentre as alterações, destacam-se:

(i) garantia de permanência, pelo locatário, a partir de 1 de fevereiro de 2016, de 7 anos e 6 meses na Sede e 5 anos na Agência Bancária, de forma que, em caso de rescisão antecipada do contrato de locação durante este período, o Locatário pagará ao Fundo a somatória de todas as locações remanescentes até o final do Período de Permanência Garantida, além da multa rescisória contratual;
(ii) aumento da multa rescisória para 8 aluguéis, após o período de permanência garantida;
(iii) inclusão de aviso prévio, pelo Locatário, de 8 meses em caso de rescisão antecipada do contrato de locação;
(iv) postergação do próximo reajuste pelo IGP-M para 1 de fevereiro de 2017;
(v) postergação da próxima revisional dos aluguéis, conforme Lei de Locação 8.245, para 1 de fevereiro de 2019, e;
(vi) troca da modalidade de garantia, da Fiança Bancária atual em valor equivalente a 6 meses de locação por Seguro de Fiança Locatícia em valor equivalente aos mesmos 6 meses do valor de locação, além de taxas de condomínio e encargos locatícios, desde que mantenha-se um risco semelhante ao da instituição emissora atual.

Cientes da situação atual e projeções do mercado imobiliário e, diante da evidente redução dos valores quando ocorresse a revisional dos aluguéis, originalmente prevista para 13 de julho de 2017, entendemos por adiantar esta revisão em troca de garantias mais fortes em relação à ocupação dos Imóveis. Por fim, informamos que, realizadas as alterações acima previstas, a distribuição de rendimentos do Fundo deverá se estabilizar no patamar aproximado de R$ 7,30, a partir de março de 2016.

Taxas:
Administração: 0,30%a.a. sobre patrimônio liquido (mínimo R$ 18.000,00 mensais corrigido pelo IGPM).

MBRF11 – Mercantil do Brasil – CNPJ 13.500.306/0001-59
Fonte Pagadora:
Rio Bravo Invest S.A DTVM CNPJ 72.600.026/0001-81

RI: fi@riobravo.com.br

Tutor do FII:  Fabioccastro

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590 comentários sobre “MBRF11 – Mercantil do Brasil

    • FATO RELEVANTE

      RIO BRAVO INVESTIMENTOS DISTRIBUIDORA DE TÍTULOS E VALORES
      MOBILIÁRIOS LTDA., instituição financeira com sede na Cidade de São Paulo, Estado de
      São Paulo, na Avenida Chedid Jafet, nº 222, Bloco B, 3º andar, Vila Olímpia, inscrita no
      CNPJ/MF sob o nº 72.600.026/0001-81, na qualidade de instituição administradora do
      FUNDO DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO MERCANTIL DO BRASIL – FII, inscrito no
      CNPJ/MF sob o nº 13.500.306/0001-59 (“Fundo”), vem, por meio deste, em cumprimento
      ao disposto na Instrução CVM n° 472/08, conforme alterada, bem como de acordo com a
      sua Política de Divulgação de Fatos Relevantes, comunicar que, em 12 de setembro de
      2017, celebrou a Escritura Pública de Compra e Venda (“Escritura”) do imóvel denominado
      “Centro de Tecnologia” relativo às matrículas n° 108.149, nº 16.367, n° 43.941 e n° 85.855,
      todas registradas no 4° Ofício de Registro de Imóveis de Belo Horizonte – MG (“Centro de
      Tecnologia”).

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      • O Centro de Tecnologia foi alienado pelo Fundo pelo valor líquido de comissões de
        R$14.046.193,97 (quatorze milhões, quarenta e seis mil, cento e noventa e três reais e
        noventa e sete centavos), devidamente atualizado pelo IGP-M desde a assinatura do
        Instrumento Particular de Compromisso de Compra Venda até a assinatura da Escritura,
        conforme aprovado em Assembleia Geral de Extraordinária de Cotistas, realizada em 18
        de agosto de 2017. O Imóvel representava 11,64% da carteira imobiliária do Fundo e
        atualmente não tinha receita de locação.
        A administradora informa aos cotistas que convocará, até o dia 31/12/2017, uma nova
        assembleia para deliberar sobre a aquisição de um novo imóvel ou sobre a devolução dos
        recursos obtidos com a venda do Centro de Tecnologia.
        São Paulo, 12 de setembro de 2017.
        RIO BRAVO INVESTIMENTOS DTVM LTDA

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    • O fundo não paga rendimento, mas vai distribuir R$ 7,79/mês, a título de amortização, até o final do ano. Como esse valor é amortização, o mesmo deve ser descontado do seu preço de aquisição para fins cálculo de custo de aquisição para o imposto de renda. Até o final do ano deverá ser marcada nova Assembleia para deliberar sobre o que fazer com o valor recebido pela venda.

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      • Não sou especialista em contabilidade, mas, como o aluguel vai ser pago normalmente até o final do ano pelo Mercantil, esse dinheiro dos aluguéis deve entrar normalmente no caixa do Fundo, repondo o valor amortizado agora. Com relação ao prejuízo, é isso mesmo, mas, como na Assembleia a votação aceitou a proposta de vender o CT pelo preço oferecido, resta é aguardar a próxima Assembleia para ver as opções que a gestora vai apresentar para utilização desse dinheiro.

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      • Então, Tetzner, meu entendimento é que até o final desse semestre, o fundo vai ter prejuízo. Por isso, só pode amortizar. A partir de janeiro de 2018, inicia novo semestre e os rendimentos podem ser distribuídos normalmente.

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      • A informação passada pelo gestor é que, como o prejuízo ocorreu no segundo semestre de 2017, não pode distribuir lucros/rendimentos. Por isso, optou por amortizar. No primeiro semestre de 2018, volta a distribuir os rendimentos dos aluguéis normalmente.
        Ponto para o gestor. Respondeu em menos de uma hora.

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      • Essa questão da amortização é um registro dos atos e fatos contábeis, não é uma maquiagem. Financeiramente, não muda nada. Está ‘amortizando’ agora mas está tendo entradas de alugueis no mesmo valor durante o período. No final, terá em caixa para distribuir (ou adquirir outro imóvel) o valor exato do resultado da venda…

        Curtido por 2 pessoas

      • Fabio Castro muda até o seu informe de imposto de renda. Amortização é devolução do investimento principal. O aluguel que entra vem cobrir o prejuízo da venda… incorrido por um superfaturamento da compra…

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      • Concordo Alan, ainda mais com a intrínseca relação Cotação x Taxa que a iCVM 571 criou. Um erro crasso que vai trazer muito impacto no produto. Imaginem juros indo a 7… 6 … 5 … aluguéis baixos e taxas subindo mês após mês …

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      • Não é contabilidade criativa, é contabilidade correta, feita às claras e não mascarada.

        Muda a forma de declarar no I.R., mas no fim das contas não muda nada. Você declara a amortização este ano, conforme virá no Informe de Rendimentos, mas no ano que vem você declarará menos amortização. E financeiramente, dinheiro na conta, não muda nada, dá soma zero no final.

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      • Fabio o correto seria não distribuir nada. Qualquer coisa diferente disso tem algum interesse por trás. Mesmo que seja nobre e pensando no cotista que usufrui a renda para se manter.

        Eu juro que entendo seu ponto de vista e não me leve a mal, mas é o que é.

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      • Se não for contabilidade criativa vamos colocar logo na portaria que em caso de prejuízo no semestre o fundo deve amortizar. Ou então retirar logo o paragrafo inteiro.
        Não estamos dizendo que é ilegal. Contabilidade criativa não é crime. mas tem interesses não tão ocultos.
        Se o fundo teve prejuízo no semestre não distribui. Ponto.
        O legislador visou proteger o patrimônio do cotista.
        Amortizar deste modo é um artificio de valor duvidoso. Decidir após a assembléia amortizar o valor todo ou parcialmente é uma coisa. Amortizar algumas parcelas no exato valor que seria de rendimentos é outra.
        inclusive para quem visa o longo prazo a queda da cota nesse período de 4 meses facilitaria comprar mais cotas.

        Curtido por 2 pessoas

      • Gente, uma operação excepcional gera procedimentos excepcionais. Vender um imóvel e devolver o capital ao cotista não é algo que acontece todos os dias, não é o “normal” da operação de nenhum Fundo. Claro que os procedimentos decorrentes serão diferenciados também.

        O Fundo teve prejuízo no período e não distribuiu renda. Ponto. Porém antecipou a amortização. Se não tivesse efetuado uma venda não tendo assim capital para amortizar e tivesse fechado o semestre com prejuízo por outro motivo qualquer, aí sim não haveria o que distribuir, seja como renda seja como amortização, e se o tivesse feito aí poderíamos falar em uma irregularidade, uma “pedalada” ou seja lá o que for. O Fundo aproveitou dois eventos que tinha a sua disposição e os utilizou de maneira bem planejada. Particularmente, é isso que espero de um GESTOR, e não apenas assinar papelada.

        A operação foi feita de uma tal maneira que não causou maiores transtornos ao cotista…poderiam ter deixado pra amortizar o total no ano que vem e, da mesma forma, distribuído o resultado acumulado deste ano que não pôde ser distribuído agora devido ao prejuízo. Como eu disse, no final das contas daria na mesma e os cotistas receberiam exatamente o mesmo R$. Porém não deixaram de remunerar nenhum mês, ao invés de distribuir acumulado de uma vez.

        O que vocês estão dizendo não está errado também, entendi o ponto de vista de vocês. Aqui se trata de escolher entre seis e meia-dúzia…só que, no caso, o “meia-dúzia” é melhor do que o seis….

        Curtido por 3 pessoas

      • O fundo Maxr , no ano passado, teve o PL reduzido em 20M tb, pela avaliação dos auditores, sem amortização. Acho semelhante: comprou caro, o mercado corrigiu
        Se estamos numa fase ruim, é a gestora cumprir seu papel, com dinheiro em caixa, pode encontrar oportunidades, como a Mérito para o MFII..

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      • Concordo em Gênero, número e grau com o Fabioccastro. O fluxo de caixa do fundo não mudou. Só mudou o reconhecimento do prejuízo. Se o fundo não amortizar esses valores, o resultado mensal vai pro caixa do mesmo jeito. E tbm esse prejuízo da venda não é um evento que aconteceu agora. O valor do imóvel não caiu de forma abrupta…. Eu concordo com essa decisão do gestor de amortizar esses valores. Em fundos desse tipo, não dá pra usar a receita de aluguéis pra cobrir um prejuízo na venda de imóvel.
        Agora uma pergunta: Da mesma forma, se vender com lucro, é obrigado a distribuir, pela regra dos 95%? ou pode usar o valor total pra comprar um imóvel melhor, por exemplo?

        Curtido por 2 pessoas

      • Penso aqui que drenar o dinheiro da venda para os cotistas e reter os aluguéis recebidos dá soma zero, mas como vai receber amortização e baixar o valor de compra da cota, se o cotista vender a cota com lucro o imposto será maior, já que o preço de compra vai cair com a amortização.

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      • Fora isso, o dinheiro captado tem um custo… você pede 100 e geralmente recebe só 96. Amortização acaba sendo atestado de incapacidade de realocação… mas aqui o caso pode não ser este já que dizem ter em vista imóveis. Então fica óbvio a manobra para simular a renda… só que dessa forma altera o preço de compra.

        Curtido por 1 pessoa

      • Não era isso que estava em discussão até agora, mas isso é um efeito óbvio. Amortização, seja ela feita um pedacinho agora e o resto ano que vem ou feito tudo ano que vem, reduz seu custo e pode aumentar/gerar I.R. a pagar, dependendo dos preços de compra e venda. Mas se isso acontecer, é porque você teve lucro…..rsrsrs. E esse eventual I.R. será compensado justamente com o valor que te foi devolvido, uma vez que amortização não gera redução do número de cotas…matematicamente, não há diferença.

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    • São Paulo, 18 de agosto de 2017.
      Aos
      Senhores Cotistas do Fundo de Investimento Imobiliário Mercantil do Brasil – FII
      Ref.: Deliberações da Assembleia Geral Extraordinária de Cotistas do Fundo de
      Investimento Imobiliário Mercantil do Brasil – FII realizada em 18 de agosto de 2017.

      Prezado(a) cotista,
      A Rio Bravo Investimentos Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários Ltda., na
      qualidade de Instituição Administradora do FUNDO DE INVESTIMENTO
      IMOBILIÁRIO MERCANTIL DO BRASIL – FII (“Fundo”), vem, pela presente,
      informar aos senhores cotistas acerca das deliberações discutidas e aprovadas em Assembleia
      Geral Extraordinária, realizada no dia 18 de agosto de 2017, às 10 horas, horário de Brasília,
      conforme abaixo:

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    • • “Aberta a assembleia, a Administradora ressaltou o grande esforço
      realizado, com disponibilização de modelo de voto por escrito e
      realização de teleconferência explicativa prévia à assembleia, de forma a
      garantir a maior participação possível dos cotistas do Fundo na
      assembleia, em se tratando de um assunto desta importância para o
      Fundo. Foi novamente esclarecido que uma das condições para
      efetivação do Compromisso de Compra e Venda assinado é a aprovação
      da venda pela assembleia geral de cotistas, sendo que nenhuma
      penalidade será aplicada a nenhuma das partes, caso a venda não seja
      concretizada. Após os devidos esclarecimentos, deu-se início à discussão
      da matéria constante das ordens do dia, e os cotistas do Fundo, presentes
      ou através de carta resposta enviada à Administradora, deliberaram da
      seguinte forma:

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    • • (I) Cotistas representando 6,81% (seis vírgula oitenta e um por cento) do
      total das cotas emitidas votaram pela aprovação da venda do Imóvel pelo
      valor líquido de R$ 14.016.000,00 (quatorze milhões e dezesseis mil reais);
      e
      • (II) Cotistas representando 6,80% (seis vírgula oitenta por cento) do total
      das cotas emitidas votaram pela aprovação da amortização extraordinária
      dos recursos auferidos do caixa gerado nos meses de setembro/2017 a
      dezembro/2017, no valor por cota de até R$ 7,79 (sete reais e setenta e
      nove centavos) ao mês até o dia 31 de dezembro de 2017.

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      • • (II) Cotistas representando 6,80% (seis vírgula oitenta por cento) do total
        das cotas emitidas votaram pela aprovação da amortização extraordinária
        dos recursos auferidos do caixa gerado nos meses de setembro/2017 a
        dezembro/2017, no valor por cota de até R$ 7,79 (sete reais e setenta e
        nove centavos) ao mês até o dia 31 de dezembro de 2017.

        Não entendi. Pode desenhar ?

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    • A administradora informa aos cotistas que convocará, até o dia
      31/12/2017, uma nova assembleia para deliberar sobre a aquisição de um
      novo imóvel ou sobre a devolução dos recursos obtidos com a venda do
      Centro de Tecnologia.”.
      Sendo o que nos cabia para o momento, ficamos à disposição dos Senhores para eventuais
      esclarecimentos que se façam necessários.
      São Paulo, 18 de agosto de 2017.
      Rio Bravo Investimentos DTVM Ltda.
      Instituição Administradora do
      Fundo de Investimento Imobiliário Mercantil do Brasil – FII

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      • Acho que não tem relação, afinal são somente 6 negócios com valor negociado de R$ 12.579,97. Na minha opinião, valor baixíssimo para refletir alguma tendência do mercado.

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      • Divirjo, mestre.
        Primeiro parabéns por postar aqui os resultados da assembleia, procurei alhures e não achei, no entanto a resposta estava na minha frente (este blog). Realmente sempre um passo à frente da concorrência.
        Mas divirjo da queda devido ao resultado da assembleia – menos 1%. Ante ontem comprei XX cotas a R$ 1.021,01, portanto acima do preço mínimo de hoje (1.026) e no momento (após a assembleia) melhor oferta por 1.060,00.

        Esse banco – Mercantil de Minas – está se capitalizando e o gestor do fundo ofereceu-se para comprar algumas agências para alugar ao próprio banco. Vá que eles topem, pois estão se capitalizando e trocando imobilizado por dinheiro em caixa pode ser economicamente uma boa.

        Aí a renda melhora e a cota se revitaliza e todos ficam felizes menos os que se desfizeram, eh eh

        Curtido por 2 pessoas

      • Conejão como um lince, cravando as garras já?

        Esse não perde uma!!

        Então o volume financeiro é normalmente baixo, dada a elevada concentração nas mãos de pessoa jurídica, como já postei

        Imagino que poucos negociem, girem suas cotas, tem ainda a turma do Buy and Hold … então apesar de pequeno volume financeiro… para mim dá algum sinal sim rs

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      • Concordo com o Conejo. Não vejo relação com o resultado da Assembleia. A divulgação foi feita às 14:08h. Hoje de manhã, teve 1 negócio: 1 cota a R$ 1.026,02. Depois da divulgação foram 3 negócios: 2 cotas a R$ 1.055,00; 3 cotas a R$ 1.050,00; 3 cotas a R$ 1.048,99. Olhando dessa forma, poderia dizer que a reação do mercado foi positiva. Mas, na minha opinião, são valores irrelevantes para definir alguma tendência do mercado.

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      • Tetzner, apatia, eu concordo com você. O resultado da AGE não sensibilizou em nada o mercado. Acho que houve alguma reação antes, com a convocação e a divulgação da proposta de venda do imóvel.

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      • Eu que vendi, mas eram poucas cotas. Comprei a menos de R$ 1000,00 a algumas semanas vendo um rendimento mediado e a chance de ganhar alguns % quando o CT fosse alugado/vendido, com o aumento da cotação com a proposta resolvi que os 5%, em um mês, já eram suficientes e fechei posição.

        Curtido por 1 pessoa

    • Ei @Richie , participei , estava com celular e ” toda hora ” caía. Rs rs .
      Da a entender que haverá oferta de imóveis por parte do banco , cabe aos cotistas aprovar a compra dos imoveis ou não . Isso depois de aprovado a venda do CT.
      O resto , sem mais novidades !

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  1. Mercantil terá aporte de capital de até R$ 60 milhões

    Maior parte dos recursos da capitalização virá do investidor Pedro Ribeiro de Oliveira Neto

    Ele se comprometeu a entrar com até R$ 45 milhões na capitalização, que será feita com a emissão de ações ordinárias (com direito a voto).

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  2. Proposta da Administradora para a Assembleia Geral Extraordinária a ser realizada em 18/08/17

    Mercantil do Brasil (MBRF11)

    Em setembro de 2015, o Banco Mercantil do Brasil rescindiu o contrato de locação e desocupou o imóvel “Centro
    de Tecnologia” de propriedade do Fundo de Investimento Imobiliário Mercantil do Brasil (“Fundo”). Desde então, a
    Rio Bravo Investimentos DTVM Ltda. (“Rio Bravo”), vem trabalhando a comercialização do imóvel, para locação ou
    venda.
    Após inúmeras tentativas de locação infrutíferas, nossos esforços de locação passaram a ser divididos com as
    tentativas de alienação do ativo, resultando na convocação de AGE para deliberar sobre a venda do Centro de
    Tecnologia ocorrida no dia 08 de novembro e que contemplava uma proposta de R$ 11,88 milhões para o ativo.

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    • Recentemente assinamos um Compromisso de Compra e Venda (“CCV”) em condições mais favoráveis,
      contemplando um proposta que avalia o Centro de Tecnologia em R$ 14,6 milhões (23% acima da proposta
      anterior). Pelo Regulamento do Fundo, para que a venda do imóvel se concretize, faz-se necessária a aprovação
      pelos cotistas. Assim, foi convocada uma Assembleia Geral Extraordinária para deliberar sobre a venda pelo
      valor de R$ 14,016 milhões (líquido de comissão) e destinação dos recursos, a qual ocorrerá no dia 18/08/2017
      (sexta-feira) às 10h.
      Desta forma, este material foi preparado com o objetivo de apresentar as informações pertinentes, bem como
      explicitar a recomendação da Rio Bravo sobre a venda, no intuito de auxiliar os cotistas na tomada de decisão para
      a assembleia em questão.

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    • Centro de Tecnologia

      ▪ Endereço: Rua Teixeira Soares, 595 – Belo Horizonte/MG
      ▪ Área de Terreno: 6.521 m²
      ▪ Área Construída: 4.553 m²
      ▪ Data de Aquisição: 12/07/2011
      ▪ Valor de Aquisição: R$ 21.363.333,33 (R$ 4.692/m² ABL)
      ▪ Valor do Laudo (2016): R$ 14.840.000,00 (R$ 3.259/m² ABL)
      ▪ Valor do Laudo (2015): R$ 14.700.000,00 (R$ 3.228/m² ABL)
      ▪ Data da Desocupação: 30/09/2015

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    • Fluxo de Caixa Anual (R$ milhões)
      e Taxa de Retorno (TIR)*

      * Caso a presente proposta seja aprovada em Assembleia Geral de Cotistas e considerando o reinvestimento dos proventos ao rendimento do CDI no período
      ** O fluxo de caixa de 2017 é inferior ao valor líquido de venda do imóvel devido as despesas com IPTU e segurança do imóvel Desocupação do Imóvel, em setembro/15

      TIR:* 7,4% a.a. (= IGP-M + 1,7% a.a.)
      Considerado o preço pago, os aluguéis, a multa de rescisão, as despesas incorridas, e o preço de venda, a
      rentabilidade do imóvel será de 7,4% a.a., caso seja concretizada a venda, ou seja, IGP-M + 1,7% a.a.

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    • Melhor Proposta
      Valor de Venda:
      R$ 14.600.000,00
      4% no CCV*
      92% na Escritura
      4% Comissão

      Valor 23% acima da ultima proposta e
      apenas 1,6% abaixo do Laudo de Avaliação (2016)

      * Em caso de não aprovação da venda, não há qualquer penalidade ao fundo, apenas devolução dos valores recebidos

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    • Porque não alugar o imóvel?

      • Desde a desocupação do imóvel, em setembro de 2015, o ativo vem sendo trabalhado tanto
      para locação quanto para venda. Foram realizadas algumas visitas e foram recebidas algumas
      propostas para venda, mas nenhum cliente até o momento se interessou pela locação.

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    • Também foi oferecido a opção de locação para a Unimed BH, que recusou preferindo fazer a
      compra do imóvel;
      • Desde sua desocupação, o Fundo já incorreu em despesas na ordem de R$ 400 mil reais com
      IPTU e manutenção/segurança do imóvel. Manter o imóvel na carteira do Fundo acarretará na
      manutenção destas despesas até eventual locação;

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    • Devido ao alto investimento que seria necessário para fazer as adequações no imóvel, tanto as
      estéticas quanto as de acessibilidade, a possibilidade de encontrarmos um inquilino para o
      imóvel é muito baixa. Segundo um estudo da Athie, os valores para fazer estas adequações são
      de aproximadamente R$ 2.500/m². Como base de comparação, o ultimo laudo previa um valor
      de R$ 3.260 /m² para o imóvel. Ou seja, seria necessário desembolsar um valor perto de 77%
      do imóvel para deixa-lo em condições de alugá-lo.

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      • Epa, Epa!!

        Ou seja, o “bagulho” é um “lixo imprestável” que chegou a ser avaliado por R$ 23,5 milhões na hora de “entubar” o cotista… mas para gerar $$ para ele… melhor demolir e jogar no lixo porque “vale só” R$ 14 milhas e tem que por mais R$ 11 milhões para locar?

        Sério isso Rio Bravo? Tem coisa ai moçada, Alerta LARANJA ligado!!!

        Curtido por 2 pessoas

    • Por fim, a locação de qualquer ativo do portfólio do Fundo para qualquer empresa que não seja
      o Banco Mercantil do Brasil, acarretaria em uma mudança de regulamento que precisaria ser
      aprovada em AGE com quórum qualificado, ou seja, exigiria uma participação de mais de 25%
      das cotas do Fundo. Com todos os esforços comerciais que a Rio Bravo fez, o quórum da
      ultima AGE que rejeitou a venda foi de 18,43%.

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      • Caracas… serio?

        Quer dizer que fazer AGO para aprovar a venda vale, mas para mudar o regulamento não? rrsrss

        Moçada da Rio Bravo, sério:

        Fico claro que vocês querem a DESOVA do imóvel, mas fazer “corpo mole” e apresentar como motivo é piada né?

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    • Prezados Senhores Cotistas,
      A Rio Bravo Investimentos Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários Ltda. (“Administradora”), na qualidade de instituição
      administradora do Fundo de Investimento Imobiliário Mercantil do Brasil – FII, inscrito no CNPJ/MF sob n° 13.500.306/0001-59
      (“Fundo”), nos termos do Art. 19 da Instrução CVM n° 472, de 31 de outubro de 2008, conforme alterada (“Instrução CVM nº 472”), vem
      por meio desta, convocar V.Sas. a participar da Assembleia Geral de Cotistas, a ser realizada no dia 18 de agosto de 2017, às 10:00 horas,
      na sede da Administradora, na Cidade de São Paulo, Estado de São Paulo, na Av. Chedid Jafet, nº 222, 3º andar, Bloco B, CEP: 04551-065, a
      fim de examinar, discutir e votar acerca de:

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    • (i) autorização para a venda do imóvel “Centro de Tecnologia” (“Imóvel”) composto pelas matrículas nºs 108.149, 16.367, 43.941 e 85.855,
      todas do 4° Ofício de Registro de Imóveis de Belo Horizonte – MG, pelo valor líquido mínimo de R$ 14.016.000,00 (quatorze milhões e
      dezesseis mil reais), bem como autorização para a Administradora do Fundo outorgar a competente Escritura Definitiva de Venda e
      Compra do Imóvel após a superação de todas as condições previstas no Compromisso de Compra e Venda, bem como efetuar registros,
      averbações e quaisquer outras medidas que se façam necessárias para a transferência da propriedade do Imóvel; e

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    • (ii) caso o item “(i)” acima seja aprovado e a venda do imóvel concluída, autorização para amortização extraordinária dos recursos
      auferidos do caixa gerado nos meses de setembro/2017 a dezembro/2017, no valor por cota de até R$ 7,79 (sete reais e setenta e nove
      centavos) ao mês até o dia 31 de dezembro de 2017, que, devido ao prejuízo em regime de caixa gerado no segundo semestre, não
      poderão ser distribuídos como rendimentos.
      ¹ Caso o item (i) da matéria da ordem do dia seja aprovado, o Fundo terá prejuízo em regime de caixa de R$7.347.333,33, decorrente da
      aquisição do Imóvel no valor de R$ 21.363.333,33 e a venda no valor líquido de R$ 14.016.000,00, que impedirá que o Fundo continue a
      fazer distribuições de rendimentos mensais aos cotistas.
      ¹ Caso o item (i) da matéria da ordem do dia seja aprovado, o Fundo terá prejuízo em regime de caixa de R$7.347.333,33, decorrente da aquisição do Imóvel
      no valor de R$ 21.363.333,33 e a venda no valor líquido de R$ 14.016.000,00, que impedirá que o Fundo continue a fazer distribuições de rendimentos
      mensais aos cotistas.

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      • olha o “fumo” ai…

        SE aprovado… RENDA ZERA

        Vão camuflar a Amortização de Prejuízos como renda mensal

        Olha o ROMBO:

        R$ 21,36 Milhões na hora de ENTUBAR o cotista

        e

        R$ 14 Milhões para pegar o ABACAXI de volta…

        Evaporaram com R$ 7.347.333,33 !!

        9 meses de renda do FII nas condições atuais… é dinheiro para dedéu…

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    • Análise
      • Após quase 2 anos da desocupação, entendemos que a proposta atual é bastante satisfatória para
      o Fundo. Entendemos que não deverá haver propostas no médio prazo que superem este valor e
      que possam remunerar o capital desta transação adequadamente;
      • O valor da proposta é 23% superior à última proposta recebida pelo ativo, além de estar muito
      próximo ao valor das duas ultimas avaliações elaboradas por avaliadores independentes: R$
      14.840.000,00 em 2016, feita pela Colliers e R$ 14.700.000,00, em 2015, feita pela Nai Dworking;

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      • Mas nem montar o estacionamento montaram… ou tentaram

        Viraram videntes agora pra antever que da mesma forma que a nova oferta foi de 23% acima da anterior, uma maior não possa vir?

        caracas entrega logo a gestão e administração gente…

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    • As tentativas de locar o imóvel tem sido infrutíferas, conforme explicado no slide 13, acarretando
      um dispêndio durante esse período de cerca de R$ 400 mil ao Fundo (referente aos pagamentos
      de IPTU e segurança do imóvel);
      • Para um ativo que sofre com vacância há 2 anos e que sofreu com as mudanças tecnológicas da
      sua destinação atual, entendemos que a rentabilidade auferida (IGP-M + 1,7% a.a. ) estará dentro
      das possibilidades
      • Portanto, recomendamos o aceite da presente proposta, no valor bruto de
      R$ 14.600.000,00 e no valor líquido de comissões de R$ 14.016.000,00.

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    • Importante
      Independentemente da recomendação da Rio Bravo, é importante ressaltar que os cotistas devem
      ponderar todos os fatores envolvidos para sua decisão, tais como: perspectiva pessoal de recuperação
      da economia e mercado imobiliário, precificação do Fundo no mercado secundário, necessidades
      pessoais de liquidez, oportunidades para reinvestimento, entre outros.
      A Rio Bravo ressalta que, apesar de existir uma recomendação sobre a transação, a
      decisão final sobre a eventual venda do imóvel é dos cotistas do fundo.

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    • A venda do imóvel irá gerar um prejuízo em regime de caixa de R$ 7.347.333,33 , que impedirá que o
      FII continue distribuindo rendimentos no semestre.
      • Portanto, a sugestão da administradora é distribuir o caixa gerado nos meses de setembro/2017 a
      dezembro/2017 como amortização, no valor de R$ 7,79 por cota, feitas nas datas em que seriam pagas
      as distribuições de rendimentos.
      • A administradora convocará, até o dia 31/12/2017*, uma nova assembleia para deliberar sobre a
      aquisição de um novo imóvel ou sobre a devolução dos recursos obtidos com a venda do Centro de
      Tecnologia.

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      • Ai é “prá cabá”

        o inquilino entuba no cotista R$ 21 milhões, devolve algo que avaliam por R$ 14 milhas gerando um prejú de R$ 7,3 Milhões

        mudar o regulamento “dá preguiça” na Rio Bravo, então provavelmente estão falando de outro imóvel Super Hiper Mega avaliado do próprio banco…

        mais uns anos e começam a pipocar de novo

        cara tem coisa que é melhor não ler poutz

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    • Caro Tetzner

      Li os comentários sobre a proposta de venda e você parece ser a única voz que se opõe à venda. Sou um cotista e me posiciono a favor.

      Entendo seus argumentos e ponto de vista, aliás bem ponderados.
      Fica-me uma impressão de que você pensa como um investidor disposto a certo risco e pensando a longo prazro, e a maioria dos cotistas como investidores que não botam mais fé nesse imóvel ou acham que o risco não vale a pena

      Uma posição não é necessariamente mais correta que outra. difícil saber qual escolha traria mais lucro ao cotista, afinal, mesmo coisas tidas como prováveis podem não ocorrer.

      Pessoalmente, hoje penso que vale mais se livrar de imóvel ruim (pelo que li, parece que a localização é excelente), assumir certo prejuízo e partir para outros investimentos que se arriscar e esperar uma proposta melhor

      aproveitando as palavras de um colega investidor, não defenderia vender qualquer imóvel vago, mas imóvel ‘elefante branco’, sim (dentro de certa proposta e condições de mercado)

      enfim, talvez o erro não seja vender agora, mas tenha sido incorporar esse imóvel ao fundo OU não livrado dele antes quando ainda estava alugado e bem mais avaliado

      Paulo

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      • Ihhhh Tetzner cismou com a RioBravo… agora ferrou!! rs
        Tetzner, eu também queria que abrissem um estacionamento, um Mcdonald´s, 2 farmácias, uma agência do BB e uma academia nos terrenos, mas esse é o melhor dos mundos, muito fora da situação atual!
        A realidade é: fundo passivo, sem caixa para realização deste tipo de investimento, amarrado a um inquilino……
        Enfim, vários motivos que levam o adm. a propor a venda como solução mais viável para a situação de vacância.

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      • Do ponto de vista do investidor de valor, ou do investidor imobiliário, até pode até ser que essa venda seja ruim. Realmente, ao que parece, o Banco empurrou um imóvel por um valor acima do real. Mas fazer oquê agora? Já foi e o mercado está disposto a pagar esses 14 mi. Eu entrei no FII meses atrás a 900 a cota, sabendo do risco de ser monoinquilino e também do bônus que poderia ser esse imóvel em questão. Entre esperar uma melhor venda e pagar o custo de oportunidade, manutenções, etc, prefiro que vendam. Com o dinheiro poderiam comprar outro imóvel e locá-lo ou devolver o dinheiro ao cotista. De uma forma ou de outra iria conseguir uma renda extra e estaria satisfeito.

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  3. Pagaram uns R$ 21,36 Milhões no Centro Tecnológico

    Vão vender por R$ 14,01 Milhões

    Vai gerar um prejuízo de R$ 7,35 Milhões

    Considerando a Renda do último mês:

    Junho 791.962,56

    Receitas 874.813,00

    Ou seja, tem um custo “Rio Bravo” aí de R$ 82.850,44

    9 meses para zerar o prejuízo da renda

    uma gestação sem poder distribuir lucros

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    • Bom dia!

      Então, Tetzner. É mais uma arrumação contábil que vão fazer. Vão lançar esses 7 milhões como prejuízo no semestre (regime de caixa). Isso impedirá o pagamento de rendimentos. Então vão pagar como antecipação de amortização por uns 9 meses. Enquanto isso o Banco está pagando o aluguel normalmente. Ano que vem, depois que o fundo tiver recebido os 14 milhões e tiverem zerado esse “prejuízo” contábil, se não forem comprar outro imóvel paga-se a amortização restante. Vai sobrar no caixa…7 milhões. Que serão amortizados junto com o saldo. Na prática, não muda muita coisa. É mais uma forma contábil de fazer a coisa. Não sou contador, mas conversei com um.

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      • Fabio Castro

        SE for isso Lascou em dobro… tem a questão da isenção fiscal

        e o fato de AMORTIZAR

        Rendimento só pode vir de Lucro, se não tem lucro, o cotista vai ter um trabalhão pra abater do custo a cada distribuição

        Para todos os efeitos, a RENDA zera por nove meses

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      • imagina a bagunça que vai virar o preço de compra da turma: comprou, amortizou tem que ajustar… mês seguinte outra amortização e novo ajuste de preço de compra, mais uma e outra, … por 9 meses…

        senhor…

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      • Tetzner;

        Até onde já li a respeito, nas situações de amortização de capital com lucro, o IR deve ser recolhido na fonte pelo gestor/administrador.
        Acaso a operação seja aprovada, esta restou em prejuízo, não havendo incidência de imposto algum.
        Para preenchimento da DIRPF, deve-se aguardar o Informe Anual enviado e incluir o ali declarado.
        A única “complicação” seria se o administrador do fundo exigir a apresentação da nota de aquisição das cotas, se o beneficiário do rendimento efetuou essa aquisição no mercado secundário, conforme consta na IN 1585 da Receita Federal (Subseção X, art. 34, § 4º). Lembrando que incide sobre ganho de capital.
        Como aqui a operação se configurou num prejuízo nominal e real, creio que não teremos maiores problemas aos cotistas.
        Por fim, não me lembro do BRCR ter feito isso no ano passado, por exemplo.
        E olha que o quadro foi diferente.
        Sds.

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      • Tetzner;

        Não faço referência ao pagamento de dividendos, pois a princípio concordo com o seu ponto de vista e com o do amigo Fábio (curti o comentário dele, inclusive).
        Faço menção à tributação em si ou a alguma complicação advinda desta “amortização”.
        Sobre o caso do BRCR, não faço menção às unidades vendidas com lucro, mas sim aos 400M distribuídos no início do ano passado.
        Sds.

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      • MBP77 me ajuda no seguinte: realizando venda abaixo do valor contábil, o MBRF contabiliza com prejuizo que será contabilizado como tal, segue as normas da CVM retendo distribuição de rendas e saca parte do recebido na venda. Mas como os imóveis vem sendo rebaixados de preço a cada no (vide fundos múltiplos), por que, então, nesses casos, os fundos múltiplos (HGRE, BRCR, KNRI) também não reconhecem os prejuízos e suspendem a transferência da renda? Será que a Rio Bravo não está sendo mais realista que o próprio rei?

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      • Conejo10

        BRCR usou um contrato pra garantir a venda pelo que pagou mais juros; ou seja, não vendeu no prejuízo

        HGRE colocou os juros no preço de venda final e “parcelou sem juros” para não gerar prejuízo

        aqui a faca desceu no osso e está querendo partí-lo

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      • Mestre Conejo;

        Não o fazem porque reavaliação patrimonial negativa é uma coisa, prejuízo é outra.
        O valor patrimonial de um FII de tijolo tradicional oscila ao sabor do ciclo em que o mercado se encontra, seu decréscimo ou acréscimo (nominal ou real) advém desta característica implícita a sua estruturação.
        O prejuízo pressupõe uma venda de ativo do portfólio por valor inferior ao de aquisição, de forma simplista.
        Não é o caso dos exemplos citados por ti nos “Big Three”.
        Por isso que acaso a venda do CT do MBRF se concretize nos termos postos, seria um evento bem diferente dos demais.
        Curioso para ver o desdobramento.
        Sds.

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      • Liguei para a Rio Bravo a informação é a seguinte
        1. Proposta ( vende ou não o CT)
        2. Se vender : ( amortização ou não)
        A. Se amortizar: deverá ser parcelado até o final do ano, junto aos rendimentos.
        B. Poderá ter propostas do inquilino para outros imóveis
        C. Se não amortizar : ( compra outro imóvel)
        3. Estão abertos a sugestões na assembléia
        Obs. O informativo da Rio Bravo esta muito confuso.

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      • Conejão

        A compra define o preço de referencia, igualzinho nossas cotas

        de tempos em tempos, anualmente, o FII é obrigado a reavaliar, tem o efeito das oscilações de cota a mercado mesmo sem negociar faz um ajuste “virtual”

        o Real só na venda

        aí apura-se Lucro ou Prejuízo

        Se Lucro, pode engordar a renda, como fizeram por exemplo DRIT e FFCI da própria Rio Bravo

        Já Prejuízo… é osso, podem amortizar, mas aí assina atestado …

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      • mbp77, complementando seu comentário, pelo que já li sobre amortização é como vc falou. Acrescento que, pelo que li, vc pagaria imposto no caso de lucro, ou seja, depende do seu PM de compra e não tem como o gestor saber disso.

        Como funcionaria: vc vai abatendo as amortizações do seu PM (vc está recebendo de volta o que pagou). SE ao final receber MAIS do que pagou como amortização, o valor a mais paga imposto como lucro.

        Tivemos este pensamento qd estudamos o HTMX que iria amortizar quando acabasse (o q não ocorreu até agora). Outros esclarecimentos para melhor entendimento são bem vindos.

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    • Fabio

      saber fazer a coisa é só parte da questão

      eu vejo uma certa ânsia em se livrar do Abacaxi, naquela lista de motivos deles para justificar a operação

      Investimento imobiliário é longo prazo, vai vender só porque vagou?

      Imóvel não presta?

      sei lá… minha cabeça

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      • Saber fazer a coisa é uma forma de dizer que não vão arrebentar o Fundo, perder isenção, essas coisas…. 🙂

        Sobre vender ou não, será com os cotistas. EU particularmente, não vejo muito futuro naquele imóvel não. Infelizmente foi um negócio que não deu certo. O negócio agora é realizar logo, lamber as feridas e tocar a vida. Não necessariamente precisa devolver a grana pros cotistas. Existem ainda as opções de se alterar o estatuto para poder comprar um imóvel e alugar para terceiros ou conversar com o Banco para ver se não eles não tem interesse em passar algum outro imóvel para o Fundo. Talvez até já tenham feito isso…

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      • Particularmente, votarei para amortizar. Até porque, quando entrei neste Fundo, no primeiro trimestre, já o fiz de olho na receita que esse imóvel poderia gerar para mim, seja realocando, seja vendendo. Foi uma espécie de bônus que veio junto. Mas aí, os que forem votar, decidirão. Tenho poucas dúvidas de que a proposta de venda será aceita. O que será feito com o dinheiro depois, acho que vai depender das cartas que estiverem sobre a mesa….

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      • AGO é uma caixinha de surpresas Fábio… de acordo com o discurso na hora, povo muda de ideia…

        ainda acho que o imóvel foi comprado para longo prazo, então seria apressado vender só porque vagou…

        aliás, os FIIs acabariam se toda vez que um imóvel vagasse o povo votasse pra vender e liquidar

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      • Billie

        você entendeu a proposta de “fracionar” a amortização e disfarçar como rendimento?

        vai receber um “picadinho” mensal, ao invés da renda que vai zerar

        o comunicado mensal vai vir assim:

        Informa o rendimento R$ 0,00

        Amortização de capital R$ 7,79

        por 9 meses

        não vem “bolada” de amortização não

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      • Eu não acho que só porque o imóvel, qualquer imóvel, vagou deve ser vendido. Mas nesse caso, acho que deve. Ficar com aquele baita capital imobilizado só depreciando….só aumenta o prejuizo, a sangria. Este caso é uma exceção. Mesmo que se conseguisse encontrar um inquilino, não seria fechado um bom contrato de locação com ele.

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      • Complementando, não acho que a RB está querendo ‘se livrar do abacaxi’ simplesmente. Senão, fariam isso também em AGCX e devolveriam a grana, seria muito mais simples. Mas vamos combinar que este imóvel do CT é mesmo um elefante branco…..por que entrou no Fundo, por que aceitaram, é uma outra questão. A questão agora é dar um andamento no problema….

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      • Tetzner,

        Ao meu ver, a chance maior deste desfecho é a amortização.
        As outras possibilidades são:
        – Comprar outros imóveis do MB (até hoje esperando isso no AGCX);
        – Mudar regulamento do fundo para diversificação dos inquilinos (pouco provável devido quórum mínimo).

        Quero meu dinheiro!!! kkkkkkk

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      • Não entendo a pressa…

        de 11 pra 14 e só precisou esperar

        espera chegar nos 20 e vende sem realizar prejuízo

        vender no fundo do poço… aproveitar que a reavaliação jogou o preço do imóvel na lona porque não está locado

        a meu ver é jogar contra o cotista

        Rio Bravo chutando a bola pra fora pro jogo acabar logo…

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      • Tetz,
        O imóvel custa R$ 200k/ano em despesas (IPTU e segurança).
        9% a.a. de 14 milhas = R$ 1,26 milhão a.a.

        Ou seja, o custo total (manutenção + oportunidade) do imóvel é de um milhão e meio por ano.
        Em qual ano as condições de mercado permitirão vender o imóvel por 20 milhões? Não faço a menor ideia, mas do jeito que as reformas estão andando (pra trás), deve demorar mais que o esperado. Chuto uns 3+ anos tranquilamente. Só aí são R$ 4,5 milhões…..
        Cada um que faça seu julgamento, o meu é pela venda+amortização.

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      • E quem vai alugar aquele puxadão? (puxadinho em larga escala)
        A Unimed que não vai ser, no dia que comprar tão botando abaixo pra fazer um hospital….
        E os caras tão frenéticos, aqui em Macaé tão construindo um (possuem outro).

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      • Ué…

        vamos lá

        tem o terreno ao lado, já daria para abrir um estacionamento… porque ninguém ofertou aquilo ainda para uma “estapar” da vida?

        o prédio teve escola interessada em ocupar, troca pela despesa que aluga

        interessados tem

        o que eu ando vendo é um certa “tendência” em ofertar o imóvel só pra esse comprador

        ficaria de olho nesse lance, bem de perto…

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    • A Rio Bravo Investimentos Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários Ltda. (“Administradora”), na
      qualidade de instituição administradora do Fundo de Investimento Imobiliário Mercantil do Brasil – FII,
      inscrito no CNPJ/MF sob n° 13.500.306/0001-59 (“Fundo”), nos termos do Art. 19 da Instrução CVM
      n° 472, de 31 de outubro de 2008, conforme alterada (“Instrução CVM nº 472”),

      vem por meio desta,
      convocar V.Sas. a participar da Assembleia Geral de Cotistas, a ser realizada no dia 18 de agosto de 2017,
      às 10:00 horas, na sede da Administradora, na Cidade de São Paulo, Estado de São Paulo, na Av. Chedid
      Jafet, nº 222, 3º andar, Bloco B, CEP: 04551-065, a fim de examinar, discutir e votar acerca de:

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      • (i) autorização para a venda do imóvel “Centro de Tecnologia” (“Imóvel”) composto pelas matrículas
        nºs 108.149, 16.367, 43.941 e 85.855, todas do 4° Ofício de Registro de Imóveis de Belo Horizonte
        – MG, pelo valor líquido mínimo de R$ 14.016.000,00 (quatorze milhões e dezesseis mil reais), bem
        como autorização para a Administradora do Fundo outorgar a competente Escritura Definitiva de
        Venda e Compra do Imóvel após a superação de todas as condições previstas no Compromisso de
        Compra e Venda, bem como efetuar registros, averbações e quaisquer outras medidas que se façam
        necessárias para a transferência da propriedade do Imóvel; e

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      • (ii) caso o item “(i)” acima seja aprovado e a venda do imóvel concluída, autorização para amortização
        extraordinária dos recursos auferidos do caixa gerado nos meses de setembro/2017 a
        dezembro/2017, no valor por cota de até R$ 7,79 (sete reais e setenta e nove centavos) ao mês até
        o dia 31 de dezembro de 2017, que, devido ao prejuízo em regime de caixa gerado no segundo
        semestre, não poderão ser distribuídos como rendimentos1
        .
        A Administradora convocará, até o dia 31 de dezembro de 2017, uma nova assembleia para deliberar
        sobre a aquisição de um novo imóvel ou sobre a devolução dos recursos obtidos com a venda do Imóvel.

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      • Conforme previsto, a sugestão da RB é que se aceite a proposta:

        • Após quase 2 anos da desocupação, entendemos que a proposta atual é bastante satisfatória para
        o Fundo. Entendemos que não deverá haver propostas no médio prazo que superem este valor e
        que possam remunerar o capital desta transação adequadamente;
        • O valor da proposta é 23% superior à última proposta recebida pelo ativo, além de estar muito
        próximo ao valor das duas ultimas avaliações elaboradas por avaliadores independentes: R$
        14.840.000,00 em 2016, feita pela Colliers e R$ 14.700.000,00, em 2015, feita pela Nai Dworking;
        • As tentativas de locar o imóvel tem sido infrutíferas, conforme explicado no slide 13, acarretando
        um dispêndio durante esse período de cerca de R$ 400 mil ao Fundo (referente aos pagamentos
        de IPTU e segurança do imóvel);
        • Para um ativo que sofre com vacância há 2 anos e que sofreu com as mudanças tecnológicas da
        sua destinação atual, entendemos que a rentabilidade auferida (IGP-M + 1,7% a.a. ) estará dentro
        das possibilidades
        • Portanto, recomendamos o aceite da presente proposta, no valor bruto de
        R$ 14.600.000,00 e no valor líquido de comissões de R$ 14.016.000,00.

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      • Comprar outro imóvel. Mas não sei se o estatuto do Fundo permite adquirir outros imóveis que não para alugar ao MB. Aí, teria de ser mudado…..mas acho que os cotistas vão querer a grana, a não ser que já tenham algum bom negócio na agulha.

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  4. MAMÃE EU VOU ÀS COMPRAS:
    Valor da cota hoje mais ou menos 1.000,00 (deu um pouco menos – 987,00 mas para comprar só acima de mil)
    Renda hoje R$ 7,79 ou 0,759%
    Valor líquido da proposta 14.016.000
    Divididos por 101.664 cotas
    Amortização por cota R$ 137,86
    Novo valor de mercado da cota (descontando a amortização e sem contar com a eventual valorização) R$ 863,00
    Neste caso a renda será de 0,90% (10,83% anual).
    Alguém aí na poltrona pode me dizer que fundo de tijolo com contrato longo oferece esse retorno?
    (Tetzner, bote aqui os carneirinhos…..
    Méé méé 🐑🐑🐑🐑🐑
    PS Amanhã ás 7,30 já estarei registrando minhas ofertas de compra eh eh

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  5. Até parece que vocês possuem informação privilegiada e não querem partilhar. Para quem não está entendendo o dialógo acima a gestora Rio Bravo recebeu uma proposta da Unimed para venda do Centro Tecnologico por 14 milhóes. me parece que a oferta anterior eram 11 milhoes….˜

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      • FUNDO DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO MERCANTIL DO BRASIL – FII,
        (“Fundo”), inscrito no CNPJ/MF sob o nº 13.500.306/0001-59, vem, por meio deste, em
        cumprimento ao disposto na Instrução CVM n° 472/08, conforme alterada, bem como de acordo
        com a sua Política de Divulgação de Fatos Relevantes, informar que celebrou, em 26 de julho de
        2017, Instrumento Particular de Compromisso de Compra e Venda de Bens Imóveis e Outras
        Avenças (“CCV”) junto à empresa UNIMED BELO HORIZONTE COOPERATIVA DE
        TRABALHO MÉDICO, inscrita perante o CNPJ/MF sob o nº 16.513.178/0001-76,
        (“Compradora”), relativo às matrículas n° 108.149, nº 16.367, n° 43.941 e n° 85.855, todas
        registradas no 4° Ofício de Registro de Imóveis de Belo Horizonte – MG, e que, em conjunto,
        compõem o imóvel denominado “Centro de Tecnologia”, pelo valor de R$ 14.600.000,00
        (quatorze milhões e seiscentos mil reais) (“Preço”). Será devido, a título de sinal e
        princípio de pagamento (“Sinal”), o valor de 4% (quatro por cento) do Preço, correspondente
        a R$ 584.000,00 (quinhentos e oitenta e quatro mil reais), que será pago em até 03 (três)
        dias úteis contados do ato da assinatura do CCV. O restante do Preço será pago no ato da
        escritura definitiva, reajustado pela variação positiva do índice IGPM/FGV, após aprovação em
        Assembleia Geral de Cotistas. Também será devida uma comissão de intermediação à corretora
        responsável pela originação da Compradora no valor de 4% (quatro por cento) do valor do
        Preço, correspondente a R$ 584.000,00 (quinhentos e oitenta e quatro mil reais) a ser
        pago no ato do Registro desta venda nas matrículas dos Imóveis. Desta forma, a Administradora
        informa que é condição precedente, indispensável e necessária à conclusão da compra e venda
        do Centro de Tecnologia, a aprovação da operação e da venda pela Assembleia Geral de Cotistas
        do Fundo, a qual será convocada após o recebimento do Sinal, para deliberar sobre a venda do
        Centro de Tecnologia pelo valor líquido de R$ 14.016.000 (quatorze milhões e dezesseis
        mil reais).

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      • Tetzner;

        Eu acho que fizeram a limpeza no terreno para receber a visita/vistoria do possível comprador.
        O lapso entre a divulgação dos trabalhos e o anúncio da oferta foi muito pequeno para dizermos que foi mera coincidência, não acha?
        Se não for aprovada a venda dessa vez, é só monitorar tal situação no futuro.
        “Sem tomar banho, com sandálias Havaianas surradas, axila fétida e barba por fazer” = sem interessados.
        “Cheiroso, roupa social, barba feita e desodorizado” = tem comprador na área.
        Sds.

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