NSLU11 – Hospital Nossa Senhora de Lourdes

Seu objetivo foi a aquisição da totalidade imóvel Hospital e Maternidade Nossa Senhora de Lourdes (SP), para sua posterior exploração comercial; tem administração do BTG Pactual, em regime de condomínio fechado, com prazo indeterminado de duração.

NSLU11B

O FII Hospital N.Sra. Lourdes (NSLU11B) é classificado como sendo um fundo do tipo Tijolo e enquadra-se na segmentação Hospital, de acordo com os critérios do nosso Ranking dos FIIs.

O Hospital está localizado na Rua das Perobas, nº 342/344, Bairro Jabaquara, Município de São Paulo, Estado de São Paulo.

NSLU11B

O prédio conta com 9 pavimentos destinados ao hospital, compondo uma área total construída de 23.523,27m². Área Locável do Empreendimento 19.788,72m².

O contrato de locação é reajustado em Abril pelo IGPM e seu aluguel está com um redutor de 20% devido a uma liminar judicial, impetrada pelo ex-locatário, no evento da discussão dos valores pagos pelo hospital ao fundo ( paga em Maio e repassa em Junho ).

O contrato de locação foi firmado em 2006 e tem duração de 20 anos.

NSLU02  NSLU03

O novo Locatário do hospital é a Rede D’Or São Luiz e uma reunião foi realizada quando da mudança de comando em Maio/12, para discussão da questão do aluguel e ação judicial (processo para consulta 583.00.2011.228774).

Total de Cotas: 1.144.800

Valor atual: R$ 1.805.572,42 (já contemplando o reajuste total)
Valor atual sem a redução da liminar : R$ 2.256.965,30 (já contemplando o reajuste total)
Indice de Reajuste: IGP-M
Data base de Reajuste: abril
Duração dos Contratos: Início 20/04/2006 – duração 20 anos

Taxas:
Administração: 2,50% sobre receita mensal do fundo (mínimo de R$ 18.000,00 mensais corrigido pelo IGPM).

RI: SH-contato-fundoimobiliario@btgpactual.com

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842 comentários sobre “NSLU11 – Hospital Nossa Senhora de Lourdes

  1. Epidemia

    Os sócios da Rede D´Or – Carlyle, GIC e o médico Jorge Moll – estão com a pressão a 18 por 12.

    De um lado, Antonio Palocci, que sabe de cor como foi aprovada a MP permitindo o capital estrangeiro
    em hospitais; do outro, a iminente delação de Sergio Cortes, exsecretário de Saúde do governo Cabral e ex-diretor médico do grupo.

    A Rede D´Or diz desconhecer “citações ao seu nome em
    depoimentos de Palocci e Cortes”.

    RR

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    • Carlyle redesenha seu portfólio no Brasil

      Trata-se de um momento de inapetência pelo Brasil? Muito pelo contrário.

      O país receberá a maior parte dos recursos do novo fundo que o Carlyle está captando para investimentos na América Latina.

      Entre as prioridades, empresas de tecnologia e negócios na área de saúde avançada.

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      • Uma vez eu sugeri pros caras tentarem uma parceria com a Prevent Senior. Eles têm dúzias de imóveis hospitalares, clínicas…poderiam desimobilizar todo esse capital e investir no negócio-fim deles. E eles demandam muitos imóveis. Aqui perto de casa mesmo estão reformando um hospital que estava fechado e, pelo layout, tem muito cara de que vai ser da Prevent. Daria um baita FII. Claro que o estudo de viabilidade para um negócio desses é muito mais complexo e técnico do que esse meu argumento simplório, mas…

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      • Fabio

        se for um negócio sólido, em empresa que não está alavancada, endividada, etc acho válido

        a questão é pagarem um aluguel compatível com a expectativa de mercado

        geralmente pagam menos e quando vem para FII super avaliam

        o resultado? NSLU

        Curtido por 1 pessoa

      • Vai tudo da negociação que fizerem. Até não vejo problema em um aluguel um pouco mais favorável ao inquilino para um pacote grande de locação. Quanto à solidez da Prevent Senior, dá uma olhada depois na Exame, os números estão todos lá. Faturamento e lucro em crescimento, endividamento em queda.

        Mas isso é só um delírio nosso aqui. Não há nenhuma negociação com a Prevent. Não que eu saiba, pelo menos.

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      • Sim, sim, só para exemplo

        mas aí avaliam alto, para dar a renda atraente, capta uma bolada

        paga a renda enquanto a grana está no caixa…

        depois que acaba… pede revisional…

        parece familiar? rs

        (só provocando kkk)

        Curtido por 2 pessoas

    • Acabei de descobrir este FII de hospital da rio bravo (por acaso estava me inteirando dos acontecimentos com o mercantil).
      No caso este FII Northwest não é listado em bolsa não é? não o encontrei pra comprar.

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    • Especialista em imóveis para a área de saúde, o fundo canadense NorthWest International Healthcare Properties comprou, por R$ 725 milhões, quatro dos 32 hospitais da Rede D’Or. Os hospitais Santa Luzia e Coração (em Brasília, DF) e Caxias (RJ) foram adquiridos em dezembro de 2013 por R$ 447 milhões, enquanto o Hospital e Maternidade Brasil, em Santo André (SP), custou R$ 250 milhões em dezembro de 2012. As informações são do jornal Valor Econômico.

      Do total, R$ 270 milhões foram captados pela NorthWest no banco de investimento brasileiro BTG, sócio da Rede D’Or. A empresa de Toronto possui investimentos no Brasil que ultrapassam R$ 800 milhões, somando a gestão do prédio do Hospital Infantil Sabará, em São Paulo.

      Segundo o Valor, a Rede D’Or pagará aluguel de aproximadamente R$ 70 milhões por ano pelos quatro hospitais por cerca de 25 anos, com direito a três renovações de contrato de igual duração. Ouvido pelo jornal, Gerson Amado, diretor geral da NorthWest no Brasil, diz que o negócio é interessante para os grupos hospitalares na medida em que se capitalizam sem entrada de capital estrangeiro – operação proibida no País – e reduzem custos relativos à posse do imóvel. Para os investidores canadenses, a taxa anual de retorno varia de 9,5% a 10,3%.

      Entre estes investimentos no País, a NorthWest também participa da expansão do estacionamento do Hospital Coração, que custará cerca de R$ 20 milhões. Além do Brasil, a NorthWest atua na Austrália, na Nova Zelândia, na Alemanha e, claro, no Canadá.

      * com informações do Valor Econômico

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  2. Dinheiro para pagar o aluguel não tem… mas para pagar “luvas” sobram milhões… :/

    Oncologista recebe R$ 50 milhões de luvas para trocar Sírio-Libanês pela rede D’Or
    by Lauro Jardim

    Para trocar o comando da oncologia do Sírio-Libanês (SP) pelo da Rede D’Or, Paulo Hoff negociou o mais alto valor que um médico já recebeu na história da medicina brasileira.

    Foram inacreditáveis R$ 50 milhões de luvas e mais um salário mensal acima de R$ 1 milhão.

    Curtido por 6 pessoas

  3. Hospitais Rede D’Or capta US$ 210 milhões

    Recursos são da IFC,braço do Banco Mundial, e serão destinados à expansão orgânica

    A Rede D’Or, maior grupo hospitalar do país, fechou um empréstimo de longo prazo de US$ 210 milhões com a International Finance Corporation (IFC), braço financeiro do Banco Mundial para o setor privado.

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  4. Dono da Cyrela quer crescer na área de saúde

    Diante das incertezas do abatido mercado imobiliário, um dos principais empresários do setor no País aposta em um segmento cujos resultados têm sido mais estáveis nesses anos de crise. Após ter assinado ontem a compra de um hospital, o fundador da Cyrela, Elie Horn, prepara-se para expandir a atuação na área de saúde por meio de seu fundo familiar, o Abaporu.

    A ideia, disse ele ao Estado, é adquirir pelo menos mais um hospital ainda neste ano – em parceria com a gestora Bozano Investimentos. O Abaporu concluiu ontem a compra de cerca de 65% do capital do Hospital Vera Cruz, em Campinas (SP) – e vai investir em clínicas e “hospitais de retaguarda”.

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    • Esse tipo de hospital, ainda raro no Brasil, é um modelo intermediário entre o hospital tradicional e a moradia para idosos. É um empreendimento para pacientes que não precisam ficar internados, mas necessitam de atendimento de profissionais, como nutricionistas e enfermeiros.

      O projeto do fundo Abaporu e da Bozano inclui aportes em praticamente todos os segmentos de prestação de serviço de saúde, com exceção de laboratórios, área considerada pelos investidores com forte concorrência.

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    • Tanto aquisições quanto construções de empreendimentos novos estão no radar de Horn. “Estamos no começo. Por enquanto, estamos de portas abertas (a novos projetos). Se você tiver alguma coisa para oferecer, agradecemos.”

      Sem revelar quanto desembolsou pelo negócio, Horn afirmou que, em dez anos, o Abaporu deverá ter uma receita de “centenas de milhões” de reais. O primeiro hospital adquirido pelo fundo tem receita anual em torno de R$ 300 milhões e lucro de cerca de R$ 15 milhões.

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    • Resiliência

      Com a aposta em saúde, Horn entra em um setor cuja rentabilidade é maior que a do setor imobiliário. O faturamento bruto dos 80 associados à Associação Nacional de Hospitais Privados (Anahp) alcançou R$ 28,3 bilhões em 2016, valor 24,7% superior ao de 2015 – quando havia 72 associados.

      Ainda no ano passado, a receita líquida por paciente-dia desses hospitais subiu 18,1%. Enquanto isso, o PIB da construção caiu 5,2%. “Vai haver crescimento (na saúde) porque o País precisa de planos de saúde, de mais camas hospitalares e mais médicos. Achamos que (a área) tem muito futuro”, disse Horn.

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    • O presidente da Anahp, Francisco Balestrin, lembra que investidores têm buscado o setor por ser mais resiliente. “O desemprego afeta menos. O que sofre mais são os prontos-socorros, mas a taxa de ocupação dos hospitais se mantém.”

      Além da intenção de investir em um segmento mais resistente a crises, Horn diz ter optado pela área de saúde por depender menos de decisões do governo. O empresário se refere à definição de uma nova regulamentação dos distratos (cancelamentos de compra de imóveis).

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    • O mercado imobiliário aguarda a tramitação de um projeto de lei que regulamente essas devoluções de imóveis que ajudaram a devastar o setor nos últimos anos – hoje, entre 60% e 90% do valor pago pelo consumidor precisa ser devolvido em caso de desistência do negócio.

      “O setor tem o distrato, que é uma desgraça, uma porcaria total. Se o governo não resolver essa questão, a situação vai piorar”, destacou. A Cyrela registrou R$ 6 bilhões em distratos nos últimos quatro anos, sendo R$ 2,8 bilhões apenas em 2016.

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    • País

      Diante da crise econômica e política brasileira, Horn disse continuar otimista. “Não há mal que não venha para o bem.” O empresário acrescenta que a delação da JBS fez com que os negócios ficassem mais parados do que já estavam. “Tudo isso atrasa o processo de recuperação, infelizmente, não tem jeito.” Para ele, porém, o cenário deve melhorar e as empresas precisam ter fôlego para atravessar esse período mais difícil.

      Sobre as reformas previdenciária e trabalhista, Horn destacou que, o quanto antes elas forem aprovadas pelo Congresso, melhor será para o Brasil. “As reformas são essenciais ao País.

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    • Não é normal que a gente esteja vivendo numa época de outro século com um País que poderia ser moderno e dar pleno emprego à sua população. As reformas resolvem o emprego, a situação econômica, (os entraves do) País e combatem a pobreza”, destacou.

      O fundador da Cyrela defendeu ainda que o governo trabalhe para que o Brasil seja mais aberto economicamente. “Enquanto não formos abertos e modernos, o País vai sofrer.” As informações são do jornal OESP.

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  5. Data-base (último dia de negociação “com” direito ao provento)
    31/05/2017
    Data do pagamento
    07/06/2017
    Valor do provento por cota (R$)
    1,56994609538784
    Período de referência
    Abril/2017

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      • E do último relatório:

        Ação Revisional de Aluguel: Em dezembro de 2011, houve o ajuizamento de Ação Revisional pelo Hospital Nossa Senhora de Lourdes. Em agosto de 2013, foi proferida sentença que julgou procedente a ação para o fim de fixar para a parte do imóvel objeto da ação o aluguel mensal de R$ 1.261.546,50, válido a partir da citação, permanecendo inalteradas as demais cláusulas contratuais. Houve interposição de recursos de apelação por ambas as partes. Em maio de 2015, foi negado provimento a ambos os recursos. Houve interposição de embargos de declaração pelo locatário, que foram rejeitados pelo Tribunal. Ambas as partes interpuseram recurso especial. O recurso especial interposto pelo Hospital Nossa Senhora de Lourdes foi inadmitido por meio da decisão prolatada em 03.06.2016. O Hospital interpôs Agravo em Recurso Especial contra a decisão de inadmissão do recurso em 19.08.2016, ainda não julgado. Em 02.12.2016 foram juntadas aos autos as contra-razões ao agravo do hospital.

        Aguarda-se o julgamento do agravo para verificação da continuidade do Recurso Especial inadmitido. Em 03.04.2017 houve uma audiência de tentativa de conciliação, mas face a ausência de interesse do réu, o juiz determinou o valor de mercado do aluguel e para comprova-lo indicou um laudo pericial, e ficou um prazo de 15 dias para as partes indicarem um assistente técnico e apresentação dos quesitos. Em 28/04/2017 o fundo fez uma indicação do assistente técnico. Estamos aguardando a avaliação dos peritos e a manifestação do Juízo. Julgamento desfavorável ao Autor, em 19/01/2017, de seu Agravo denegatório de Recurso Especial proposto em 19/08/2016.
        Processo: (0228774-67.2011.8.26.0100).

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  6. Inflação médica chega a recorde, e operadoras pedem ‘Lava Jato’ na saúde

    A inflação médico-hospitalar, que em 2016 atingiu seu maior patamar da série histórica, deverá se manter entre 18% e 20% neste ano, segundo o IESS (Instituto de Estudos de Saúde Suplementar).

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