TGAR11 – TG Ativo Real FII

TGAR11

O TGAR11 é um fundo híbrido cuja carteira concentra Ativos de Recebíveis e Ativos de Desenvolvimento Imobiliário. Esta estrutura permite um equilíbrio entre boas distribuições mensais a partir do fluxo de caixa dos recebíveis e do excelente potencial de valorização das cotas do fundo advindo dos investimentos em desenvolvimento imobiliário.

A estratégia de investimentos oferece uma estrutura robusta de garantias, governança e controles internos na gestão dos recebíveis e dos empreendimentos imobiliários em desenvolvimento. Cada negócio conta ainda com a participação de parceiros operacionais com expertise comprovada e vasto conhecimento da região em que o empreendimento está inserido.

Todos os empreendimentos contam com Laudo de Avaliação emitido por empresas referências no mercado nacional, tais como: Colliers International, Binswanger e Cushman. Todas as sociedades com participação do fundo contarão com demonstrações contábeis auditadas por empresa de auditoria referência no mercado brasileiro, como a Baker Tilly, por exemplo.

Ao realizar gestão ativa de seu Fundo – envolvendo-se desde a seleção, negociação, aquisição e monitoramento dos ativos – a TG Core compromete-se a entregar a transparência e diligência necessárias aos investidores.

Ativos Imobiliários Performados
Empreendimento - Local - Tipo - % do PL
Residencial Setor SolangeTrindade - GO Carteira Recebiveis 18%
Jardim Maria Madalena - Turvânia - GO - Carteira Recebiveis 3%
Residencial Portal do Lago I e II Catalão - GO - Carteira Recebiveis 1% Residencial Nova Canaã - Trindade - GO - Carteira Recebiveis 1% 
Shopping Paraíso Mega Center - Valparaíso - GO - Equity - Shopping 33% 
Residencial Jardim Scala - Trindade - GO - Equity - Loteamento 5% 
Residencial Valle do Açaí - Açailândia - MA - Equity - Loteamento 3% 
Residencial Park JardinsAçailândia - MA - Equity - Loteamento 2% 
Residencial Cidade Nova I - Imperatriz - MA - Equity - Loteamento 3% 
Residencial Cidade Nova IIImperatriz - MAEquity - Loteamento 2% 
Jardim Tropical Alto Taquari - MTEquity - Loteamento 3% 
Total 76% 

Ativos Imobiliários 
Empreendimento - Local - Tipo - % do PL 
Residencial Ecológico Araguaia - Senador Canedo - GO - Equity - Loteamento 10% Residencial El Shadai Juína - Juina - MT - Equity - Loteamento 1% 
Residencial Laguna Trindade - GO - Equity - Loteamento 3% 
Residencial Morro dos Ventos - Rosário do Oeste - MT - Equity - Loteamento 0,2% Residencial Jardim do Éden - Águas Lindas - GO - Equity - Loteamento 0,3% 
Residencial Masterville I - Nerópolis - GO - Equity - Loteamento 0,5% 
Residencial Jardim Europa - Formosa - GO - Equity - Loteamento 2,5% 
Residencial Jardim Monte Carmelo - Cristalina - GO - Equity - Loteamento 1,3% Residencial CristaisCristalina - GO - Equity - Loteamento 0,7% 
Residencial São Domingos - Goiânia - GO - Equity - Loteamento 1% 
Residencial Jardim Cerrado - Nerópolis - GO - Equity - Loteamento 0% 
Total 24% 
Renda Fixa 0,03% 
Patrimônio FII R$80.863.943

CNPJ:25.032.881/0001-53
Início do Fundo:09 de dezembro de 2016
Patrimônio Líquido Atual:R$ 80.863.944,00
Prazo de Duração:Indeterminado

Público Alvo:Investidores em geral
Administrador:VORTX DTVM LTDA
Nome do Fundo:TG Ativo Real – FII
Gestor: TG Core Asset

Taxa de Administração: 1,5% a.a.
Taxa de Performance: 30% do que exceder 100% CDI

Tributação:Pessoas físicas que detém volume inferior a 10% do total do fundo, desde que o fundo possua, no mínimo, 50 cotistas e suas cotas sejam negociadas exclusivamente em Bolsa ou mercado de balcão organizado (Lei 11.196/05), são isentas de IR nos rendimentos distribuídos e tributadas em 20% de Imposto de Renda sobre eventual ganho de capital na venda da cota.

Gestão:  TC Consultoria

RI: contato@tgativoreal.com.br

Tutor do FII:  Romulo Cianci

Autor: Tetzner

Engenheiro, Investidor há mais de20 anos, autor de 2 livros e pioneiro em Fundos Imobiliários :)

316 comentários em “TGAR11 – TG Ativo Real FII”

    1. Vi que o aumento do resultado final do TGAR11 nos meses de maio e junho, para R$ 4,5 e R$ 4,9 kk , contra R$ 2,8 kk em abril, propiciando um salto na distribuição por cota, operou-se maciçamente pelo aumento das receitas com CRIs, que saíram de algo como R$ 1kk, em abril, para R$ 2,8 KK e 3,0KK ,em maio e junho.
      O que ocasionou tão forte aumento ? Alguém sabe ? Não houve alteração na taxa de juros média da carteira de CRIs nem aceleração dos índices que corrigem tais ativos .
      Este ponto, com certeza, foi determinante para o aumento das cotações com o mercado ajustando-as para cima para fazer arbitragem entre o yield e o cdi.
      Se alguém souber explicar, agradeço.

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      1. Maio-20

        “Certificados de Recebíveis Imobiliários
        A grande novidade advinda desta classe de ativos no mês de maio diz respeito
        ao entendimento da gestora a favor da distribuição das receitas referentes à
        correção monetária dos CRI. Até então eram distribuídos apenas recursos
        advindos dos juros da operação. Se, por exemplo, uma dada operação fora
        pactuada em 12% a.a. + IGP-M, era distribuída apenas a parte concernente à
        correção dos 12% a.a. sobre o saldo devedor. No mês de maio foram
        distribuídos além dos juros da operação, a correção monetária referente ao
        mês de maio e parte da correção acumulada entre janeiro e abril.”

        Curtido por 1 pessoa

    2. Fiz um comentário aqui sobre a forte elevação das receitas com CRIs no TGAR11, seus impactos nos lucros e, por consequência, distribuições.
      Creio que tenha sido ajuste no valor da carteira por conta de redução de Selic. O relatório mesmo faz um referencia a possibilidade de isto ocorrer.
      Se for, na minha opinião, deveria ter sido demonstrado em uma linha específica na demonstração de resultados por tratar-se de receita com característica não recorrente.
      Resumindo: em princípio, não gostei.
      Se estiver certo, estas últimas distribuições em descompaço com o passado recente do fundo poderão não se repetir.
      E aí ? O que acontecerá com os preços.
      Enfim, como os mercados hoje seguem o enterro sem sequer se preocuparem com quem é o defunto, tudo é possível.

      Curtido por 1 pessoa

      1. Apesar de todas as ressalvas já feitas sobre a (baixa) eficiência financeira/operacional, (re)montei pequena posição faz mais ou menos um mês… a título apenas de diversificação dentro da carteira de Fundos do segmento “Desenvolvimento”.

        Tendo em vista o que ocorreu de lá prá cá … a decisão foi … ACERTADA. Seguimos monitorando. LEMBRANDO que … a COTAÇÃO já voltou aos patamares do ano passado; muito forte essa daqui !!!

        Curtido por 2 pessoas

    1. Feliz…feliz…e saudade da cota beliscando 100…aproveitei bem 😉

      Trabalho bem feito. RI alinhado. Dúvidas sempre respondidas. Boa transparência. Bom controle de ativos. Boa equipe. outros ativos/produtos interessantes na casa…tudo somado mostra e reforça por que o Fundo esta onde esta e pra onde deve seguir indo.

      Não é indicação de nada!!!

      Valeu!!!

      Curtido por 2 pessoas

  1. Data da informação
    29/05/2020
    Data-base (último dia de negociação “com” direito ao provento)
    29/05/2020
    Data do pagamento
    08/06/2020
    Valor do provento por cota (R$)
    1,25
    Período de referência
    05-20
    Ano
    2020
    Rendimento isento de IR*
    Sim

    C A R A M B A!!!!

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  2. Seu gestor, TG Core Asset, assumiu o compromisso voluntário nesta quinta-feira, de reduzir a sua remuneração na taxa de performance referente ao ano de 2020, a que faz jus em razão da gestão da carteira do fundo.

    Neste cenário adverso, com ciclo profundo de corte da taxa básica de juros (Selic), a TG Core decidiu renunciar a parte da taxa de performance em prol de maior alinhamento com seus cotistas com o propósito de maximizar a transparência em relação aos resultados, à complexidade do fundo e ao seu trabalho enquanto gestores.

    A decisão vale para a cobrança de performance em 2020, observando que o cálculo é baseado no resultado anual consolidado da cota patrimonial e o pagamento ocorre após o término do exercício contábil.

    Curtido por 1 pessoa

    1. O texto da gestora foi lindo… mas na prática, n mudou nada. Vejamos:

      como era como ficou
      De 0% a 100% do benchmark Alíquota de 0% Alíquota de 0%
      De 100% a 150% do benchmark Alíquota de 30% Alíquota de 0%
      150% a 200% do benchmark Alíquota de 30% Alíquota de 20%
      Acima de 200% do benchmark Alíquota de 30% Alíquota de 30%

      Isso é pra exercício 2020. Selic atual … 3%, mt provavel ir a 2,25%, ou até menos. Distribuindo uns 5% no ano (nossa, hein… DY5%), bate a ultima faixa e continua td igual …os mesmos 30%.

      Seria muito mais coerente mudar o benchmark, ou ainda, reduzir o valor da taxa mesmo ( e nao manter 30% em um patamar que obviamente vai ser atingido).

      Na pratica, esse comunicado é, “olha, eu distribuindo 5% ao ano p/ vcs, continua td igual, tá ? “

      Curtido por 3 pessoas

      1. A mudança atende a pedidos de muitos cotistas nas lives que a gestão tem feito. Concordo que pouco muda, mas a intenção ajuda.

        Sou a favor de baixar os custos na taxa de gestão e administrativa do fundo. Manter a performance em 30% e alterar o target. Teríamos um maior alinhamento da gestão com os investidores. O fundo já esta operando ha algum tempo e a máquina para mante-lo rodando já esta feita. Por isso acho que tx de gestão e administração deveriam ser repensadas e deixar a de performance intocada. Seria algo: ganha-ganha para todos os envolvidos.

        6 por meia dúzia? Pro momento é…mas se ficar assim ate uma nova alteração pode significar algo. A gestão segue ouvindo e fazendo um belo trabalho. Este fundo na minha visão é um dos poucos perpétuos em nossa indústria.

        Não é recomendação de nada!!!

        Valeu!!!

        Curtido por 1 pessoa

    2. Gama,

      Respeito muito suas opiniões aqui no blog. Mas nessa, discordo de vc. A gestora jogar algo que não vai mudar nada (na divulgação, deixa claro que é p/ 2020) não foi uma atitude boa, a meu ver.

      Q n mudassem, então. Mas fazer um embromation desse tipo, aí nao.

      abraço

      Curtido por 2 pessoas

      1. Entendo e seu contra ponto tem fundamento.

        Mesmo sendo pra 2020, o momento pode fazer com que o fundo possa ficar numa destas janelas da nova performance. Já pensou nisso? Acho e acredito que foi justamento por isso que a gestora buscou atender ao desejo de seus clientes.

        Por mais que a gestão busque não alterar o fluxo de pagamentos, o cenário e o mercado podem obrigar a ajustes. Se irão ter? Não sei. torço para não ter. E mesmo com uma gestão ideal e muito boa, sabemos que algumas coisas fogem ao nosso controle. E tem toda uma questão de insegurança jurídica ocorrendo nos bastidores do governo onde cada dia uma coisa nova aparece e rasga um contrato feito. Isso é bem ruim para os negócios e gera algumas incertezas.

        Agora, seu ponto tem justificativa. A gestão não alterou pra causar imediato ou atender ao apelo dos seus cotistas. Pensou bem em apresentar algo que fosse na direção. Acho que é válido entender ao menos como algo positivo no sentido da gestão ter ouvido seus clientes. Realmente não vejo como “enrolação”, pois ficou bem claro a coisa toda.

        Enfim, visões diferentes que nos fazem ficar mais atentos e mais próximos de nossos investimentos. 🙂

        Valeu!!!

        Curtido por 1 pessoa

  3. Pessoal,

    Divulgado agora pela TGAR

    “Diante dos acontecimentos recentes, temos recebido diversas dúvidas e questionamentos sobre a saúde financeira das operações investidas pelo Fundo Imobiliário TG Ativo Real com fins de justificar o movimento do preço do fundo em mercado secundário.

    Gostaríamos de esclarecer que o mercado financeiro global está passando por um momento de forte oscilação de preços provocado pelas incertezas quanto aos impactos econômicos que poderão ser provocados pela pandemia do COVID-19, sendo que alguns efeitos práticos já são sentidos no Brasil.

    Ainda é cedo para estimar com precisão quais os reflexos que poderão ser provocados no fluxo de rendimentos do TGAR, mas já estamos trabalhando para traçar cenários e executar planos de ações para diminuir possíveis impactos negativos.

    Por ora, pontuamos que nossa estimativa, em termos de distribuição de resultados, é de elevação para março, em comparação com os resultados de janeiro e fevereiro, com condições de estabilidade para os meses de abril a junho. Além disso, consideramos que a diversificação dos ativos do fundo em termos de empreendimento, localização e segmento, possibilita ao fundo bons fundamentos para diminuir possíveis efeitos negativos.

    Sendo assim, consideramos que há forte relevância no preço contábil dos ativos investidos pelo fundo, que traduzem um valor de cota patrimonial em R$ 133,21 ao final de fevereiro, fornecendo uma sólida referência para tomada de decisões por parte dos investidores.

    Por fim, estreitaremos nossas comunicações com o mercado nos próximos dias com fins de abordar tópicos relevantes, à medida que o cenário se desenvolva.”

    Valeu!!!

    Curtido por 1 pessoa

    1. Gama vou responder com suas palavras… se me permite 😊

      “Pois é,

      Só que aqui existe um componente que o mercado não gosta. A desaceleração ou possível recessão podem afetar os projetos em andamentos? E novos lançamentos? E a região onde estão os projetos? E as pessoas?

      Neste momento com certeza é só pânico mesmo. Mas temos que entender que as pessoas seguem no modo pânico por mais tempo. Algum distrato pode ocorrer. Algum problema com fluxo de caixa pode ocorrer. Algum problema com parceiros pode ocorrer….e isso devido ao modo Pãnico. Logo, este momento esta diretamente ligado a oscilação no preço do ativo.

      Se justa ou não….não sou Eu que posso afirmar. 😉

      O cenario ficou esquisito. O gestor tem que esperar pra ver. O que sei é que este setor tende a sofrer mais oscilações enquanto durar esse modo pânico.

      Não é recomendação de nada!!!”

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  4. Taxa de performance muito alta (30%) combinada com um parâmetro de referência muito baixo (CDI) drena grande parte dos resultados, limitando demais o retorno para o investidor em um FII com perfil de risco alto. Estou fora.

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      1. Eu acho que o que esta ocorrendo nos Fundos de RF vai acabar chegando aos MM e aos Fii. Um ajuste nos custos para refletir o novo momento do Brasil.

        Não da pra sair baixando taxa só pq achamos que esta elevada. Tem que olhar o cenário todo. Tem que entender o que esta sendo considerado para a escolha do benchmark. Mexer num time que esta ganhando? A regra sempre foi esta. Quem virou cotista sabia disso. Veja, sou cotista e tb gosto de taxas baixas e lucros mais altos. Mas preciso ver o que esta envolvido.

        Acho que debater o assunto é um caminho sadio. Alterar o benchmark talvez seja melhor e mais alinhado do que mexer na taxa em si. Sou muito a favor de performance alta quando o resultado vem a meu favor tb. E por hora, este fundo tem me entregado resultados que justificam em muito uma taxa desse porte.

        Tenho ouvido e conversado com alguns gestores sobre esta questão. Alguns admitem que ajustes terão que vir. Outros desconversaram. E alguns, não querem nem saber. Como tudo na vida, vai depender de todos nós debatermos o assunto e sustentar um pedido muito bem fundamentado.

        O cenário já ajuda. 😉

        Valeu!!!

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      2. Sim, o mercado é soberano. O que vale é quanto o FII entrega (DY , transparência e seguraça). Porém, no caso de um fundo de desenvolvimento, que precisa de emissões para continuar, é salutar ter um parâmetro de remuneração realista para que não fracasse.

        Curtido por 1 pessoa

    1. resultado … FRACO! para esse tipo de fundo.

      Encerrou distribuição faz uns 45 dias …. ainda não alocou ? Não tinmha pipeline ? Para que emitiu, então ? Esses daqui GOSTAM de cobrar uma taxinha de admin(s) mas na hora de devolver em forma de renda … hmmm… VAMOS AO QUE INTERESSA:

      Total de Receitas (R$): 11.553.685 + 21.596.724 = 33.150.409,00
      Total das Despesas (R$): 5.826.350 + 9.341.980 = 15.168.330,00
      DESPESA / RECEITA: 45.75%

      >>> AMANHÃO, minhas cotas irão para a LATA DO LIXO ! Nesse fundo aqui, não entro mais.

      Curtido por 1 pessoa

      1. Os dados acima são do 1o. sem + 2o. sem / 19.
        Do total de despesas, cerca de 2/3 foi para pagamento de TX. de PERFORMANCE.

        Esses 2/3 correponderam a uns 25% da RECEITA
        A distribuição aos cotistas representou cerca de 51.5% da RECEITA.

        >>>> Ôh, lôco !!!!!

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