IRDM11 – Iridium Recebíveis Imobiliários – FII

IRDM11

Foco Principal : Investimento em Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI), desde que atendam aos critérios definidos na política de investimento do Fundo.

Outros Ativos Imobiliários: LCI, FII, Letra Imobiliária Garantida, Certificados de Potencial Adicional de Construção (CEPAC), com base na Instrução CVM nº 401, de 29 de dezembro de 2003.

ADMINISTRADOR: BTG Pactual Serviços Financeiros S.A. DTVM

CNPJ: 28.830.325/0001-10

TAXAS
0,17% Taxa de Administração
0,83% Taxa de Gestão

TRIBUTAÇÃO
IR PF: Rendimentos distribuídos aos cotistas são isentos. Haverá tributação de 20% no caso de ganho de capital em negociação.

IR PJ: Haverá incidência de 20% de imposto de renda sobre a distribuição de rendimentos e ganho de capital em negociação.

IR INR: Haverá incidência de 15% de imposto de renda sobre a distribuição de rendimentos.

Isenção sobre rendimento distribuído pelos FII para PF, inclusive em país com tributação favorecida.

RI: sh-contato-fundoimobiliario@btgpactual.com

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19 comentários sobre “IRDM11 – Iridium Recebíveis Imobiliários – FII

  1. No mês de abril, o fundo adquiriu cinco novas operações de CRI e, em maio (até a divulgação do
    presente relatório), investiu em mais duas emissões. Juntas, estas totalizam um volume de
    aproximadamente R$ 36 milhões, o que leva a alocação do fundo em CRI para 50,3% do PL. Em
    linha com a estratégia secundária da gestora para obter uma alocação mais eficiente dos recursos
    em caixa e por entender que se tratava de uma boa oportunidade de geração de valor, o fundo
    participou da oferta do FII Vinci Shopping Centers (VISC11).
    Com relação aos dividendos, estes ainda foram impactados negativamente por conta da fase mais
    intensa de alocação. Considerando que no geral os CRI adquiridos só passam a pagar a primeira
    parcela no mês subsequente ao da aquisição, a equipe de gestão espera uma melhora no dividendo
    do próximo mês.

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  2. Administradora fazendo proposta para que o fundo possa adquirir “ativos” emitidos pela administradora?? Não haveria conflito de interesses aí?? O que vocês pensam disso? É normal? Já ocorreu em outros fundos administrados pela BTG? Qual foi o resultado?

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    • Lucas

      eu falei que começou bem mal com a história de comprar cotas de FIIs e não ter onde alocar o capital da oferta, bem no estilo: “dá cá o teu dinheiro, eu garanto minhas taxas e tome lá Renda Fixa”

      agora então se aprovar que as garras nefastas da 3C cravem nas vértebras do cotista (porque na carne já estão)… aí vai pra vala literalmente a meu ver

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    • Se entendi bem o Iridium não é um FoF. É um Fundo de Recebíveis que comprou cotas de um Fundo de Recebíveis, é isso? Como disse o Tetzner tem a parte das taxas, das corretagens…não sei dizer se é melhor do que deixar o dinheiro na Renda Fixa, precisaria fazer os cálculos.

      Precisa tomar cuidado para não perderem o foco, o objetivo e não virar um samba do crioulo doido (sem nenhuma conotação racista, por favor).

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      • Fabio Castro

        é um FII de Recebíveis que pelo jeito não tem no que investir… esquisito captar e não ter onde alocar, fazer aporte em FIIs e virar um pseudo FoF

        afinal, tinha ou não tinha destinação para os Recursos?

        como você disse Fábio Castro, senão vira uma bagunça só…

        Fundo de Fundo de Fundos, Taxas sobre Taxas sobre Taxas … e o rendimento óhhh

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      • Pois é…até porque FoF tem outros objetivos e outras estratégias, outra forma de atuar no Mercado. O Fundo tem outro DNA. É a mesma coisa que o Tesouro Direto começar a vender ações, farmácia vendendo sapato…fica um pato manco.

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      • É preciso verificar se a estratégia de alocação de recursos em FIIs é algo perene ou meramente transitória, haja vista a escassez de bons papéis disponíveis no mercado, agravada pela concorrência com outros fundos de papéis novos ou já existentes no segmento de FIIs e em outros.
        Gostei do portfólio inicial e do formato do relatório gerencial, possui leitura e layout agradáveis e com informações adequadas sobre os CRIs adquiridos.
        Por outro lado, a presença da 3C é algo que incomoda, ainda que a gestora seja outra (Iridium) e cujo corpo de profissionais conte com pessoal de reconhecida expertise na área (egressos do Fator).
        Observar que conta com proposta em aberto da administradora (sim, a “dita”) em que esta se manifesta de forma a que o fundo possa adquirir ativos financeiros, fundos e valores imobiliários emitidos pela própria até o limite de 100% do PL do fundo.
        Algo que os cotistas devem ponderar com a devida atenção.
        Sds.

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    • Antonio, Fundo sem objetivo claro, sem DNA, e com as 3 consoantes no comando, Melhor que ele pensando em liquidez recomendo Renda Fixa, vários ativos de renda fixa são melhores opções que isto, isto é minha opinião particular.

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    • O fundo está no começo. Mostrou uma lista interessante de CRIs alvo que estão em estudo. Alocou apenas 2,5% do PL em 4 fiis de papel. Não acho ruim para o cotista. Rende mais que aplicações de curto prazo. E tem liquidez para alocar em CRI assim que for decidido. Preferia que tivesse alocado um % maior. Acho melhor do que travar em LCA de 1 ano pagando 94,5 % do CDI num momento de taxa baixa

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