VINO11 – Vinci Offices

O Vinci Offices FII (VINO) irá investir, preferencialmente, em prédios ou lajes de edifícios corporativos, majoritariamente locados e que possuam pelo menos um dos atributos abaixo:

“Preço de Emissão” R$ 63,50 (sessenta e três reais e cinquenta centavos) por Nova Cota

Fundo: Vinci Offices Fundo de Investimento Imobiliário
Tipo e Prazo do Fundo: Condomínio fechado, com prazo indeterminado.
Gestão: Ativa pelo Gestor.
Segmento ANBIMA: Lajes Corporativas.
Administrador e Custodiante: BRL Trust Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários S.A.
Gestor: Vinci Real Estate Gestora de Recursos Ltda.
Escriturador BRL Trust Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários S.A., qualificada na seção
“Definições” na página 9 deste Prospecto Preliminar.
Auditor Independente: UHY Bendoraytes & Cia Auditores Independentes
Formador de Mercado: XP Investimentos

Objeto do Fundo: O objetivo do Fundo é a obtenção de renda, mediante a aplicação de recursos correspondentes, a, no mínimo, 2/3 (dois terços) de seu Patrimônio Líquido em Imóveis, prontos ou em construção, para obtenção de renda, bem como em quaisquer direitos reais sobre os Imóveis, ou, ainda, pelo investimento indireto em Imóveis, mediante a aquisição de Ativos Imobiliários (conforme definidos neste Prospecto Preliminar), bem como o ganho de capital obtido com a compra e venda dos Imóveis ou dos Ativos Imobiliários. A aquisição dos Imóveis pelo Fundo visa a proporcionar aos seus Cotistas (conforme definidos neste Prospecto Preliminar) a rentabilidade decorrente da exploração comercial dos Imóveis, bem como pela eventual comercialização dos Imóveis. O Fundo poderá realizar reformas ou benfeitorias nos Imóveis com o objetivo de potencializar os retornos decorrentes de sua exploração comercial ou eventual comercialização.
Mais informações sobre o Objeto do Fundo podem ser encontradas no seu Regulamento, constante do Anexo I do Prospecto.

Autor: Tetzner

Engenheiro, Investidor há mais de20 anos, autor de 2 livros e pioneiro em Fundos Imobiliários :)

176 comentários em “VINO11 – Vinci Offices”

  1. FATO RELEVANTE

    … As unidades situadas no térreo e 1° andar do prédio, que somam cerca de 2.321 m2 de área privativa passarão a ser locadas diretamente pelo Fundo à Abril Comunicações S.A. por meio de um contrato de locação padrão com prazo de 5 anos. Esta área abrigará a sede e um estúdio do grupo.

    Os 2.183 m² de área privativa remanescentes situados no 4°, 5° e 6° andares permanecem locados para a WeWork, com um modelo de aluguel mínimo mais aluguel variável. O Aluguel mínimo pago pela WeWork somado ao aluguel pago pela Abril Comunicações S.A., totaliza R$ 317 mil/mês, e representa cerca de 99% do aluguel recebido no modelo anterior. Além dessas receitas, o Fundo passará a fazer jus ainda à 75% do faturamento das receitas provenientes da operação da WeWork nesta área …

    》》》 👍👏👊🤗✌

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  2. VINCI OFFICES FII REALIZA A ALIENAÇÃO DE 100% DA
    LOJA DE VAREJO OCUPADA PELA RENNER S.A. NO
    TÉRREO DO EDIFÍCIO OSCAR FREIRE 585

    A VINCI REAL ESTATE GESTORA DE RECURSOS LTDA. com sede na Avenida Bartolomeu Mitre, nº 336, 5º andar, Leblon, na Cidade do Rio de Janeiro, Estado do Rio de Janeiro, inscrita no CNPJ sob o nº 13.838.015/0001-75, na qualidade de gestora do VINCI OFFICES FUNDO DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO – FII, inscrito no CNPJ sob o nº 12.516.185/0001-70 (“Fundo”) e a BRL TRUST DISTRIBUIDORA DE TÍTULOS E VALORES MOBILIÁRIOS S.A. com sede na Rua Iguatemi, nº 151, 19º andar, Itaim Bibi, na Cidade de São Paulo, Estado de São Paulo, inscrita no CNPJ sob o nº 13.486.793/0001-42, na qualidade de administradora do Fundo, informam aos cotistas e ao mercado em geral o que segue: Na data de hoje, o Fundo celebrou acordo, irrevogável e irretratável, para a venda de 100% da área destinada a loja de varejo ocupada pela Renner S.A. no edifício Oscar Freire 585.

    (“Venda”).

    O Fundo adquiriu 100% do edifício Oscar Freire 585 em 05 de dezembro de 2019, a um preço/m² de R$ 23.427/m². O imóvel estava 100% locado para Wework, Vitacon S.A e Renner S.A., que ocupa 2.045 m² de área BOMA, e representa 33,3% do total do edifício. O valor total da Venda foi de R$ 68.016.950,00 (“Valor de Venda”), o equivalente a R$ 33.260,12/m², e que representa uma taxa interna de retorno (TIR) nominal de 38,2% e um múltiplo de capital investido (MOIC) de 1,51x. O pagamento será efetuado em duas parcelas iguais, com 50% do Valor de Venda pago em janeiro de 2021 e os 50% remanescentes em julho de 2021, corrigido por IPCA.

    2

    Vinci Offices FII
    Fato Relevante
    18 DE DEZEMBRO DE 2020

    Além de cumprir com o objetivo de gestão ativa, permitindo a reciclagem do portfólio e gerando ganho de capital para seus cotistas, essa transação representa a alienação de um imóvel destinado ao segmento de varejo de rua, e, portanto, fora do escopo principal da estratégia do Fundo de investimentos em edifícios corporativos. O Fundo permanece com o controle (100,0% de participação) sobre as lajes corporativas destinadas a ocupação de escritórios do edifício Oscar Freire 585, que totalizam 4.100 m² de área BOMA. Receita e Resultado Esperado Uma vez concluída a transação, o ganho de capital gerado pela Venda resultará em um resultado caixa extraordinário não recorrente de aproximadamente R$ 19,4 milhões, o que representa R$ 1,53/cota, e que será distribuído ao longo do ano de 2021. Considerando esta transação estimamos que o rendimento mensal distribuído pelo Fundo
    para os próximos 12 meses se situe entre R$ 0,42 e R$ 0,46 por cota. A rentabilidade esperada não representa e nem deve ser considerada, a qualquer momento e sobre qualquer hipótese, como promessa, garantia ou sugestão de rentabilidade futura.

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      1. Comprou-se o prédio todo por $23/m2 e vendeu A LOJA por $33/m2. As lojas dos predios sempre tem um valor maior por M2. Se a diferença for distribuida aos cotistas, uma parte deveria ser amortizações.

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      2. Concordo com o Padre. Salvo engano, os 23k o m2 foram o preço pago para o imóvel inteiro, incluindo inclusive o subsolo. Me parece muito provável que a loja de rua tenha um valor muito superior ao resto. Agora, se na época não foi avaliado separadamente, não sei se teria ou outra maneira de calcular o lucro.

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    1. Depois desses R$ 33 mil/m2 … nessa lojinha de pilotis aí … aquele edifico ultra-moderno ainda-a-ser-construído da XPPR, no mesmo patamar de preço/m2, está até … BARATO !!!

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  3. A casa da LIQUIDEZ ARTIFICAL … caiu ?

    Gestor informa o ENCERRAMENTO DO CONTRATO DE FORMADOR DE MERCADO

    … Em decorrência do Fundo apresentar atualmente elevada liquidez, tendo negociado em média diária superior a R$ 2,3 milhões no mercado secundário nos últimos 180 dias, o Fundo optou por não renovar o contrato de formador de mercado firmado com a XP investimentos CCTVM S.A. (‘XP”) para fins de formador de mercado das cotas do Fundo no âmbito da BM&F BOVESPA S.A. (“B3”)….

    >>> Ë a perguntinha, quem nasceu primeiro “o ovo ou a galinha ?”: O fundo é liquido porque o pessoal compra-e-vende naturalmente, ou porque o pessoal compra-e-vende por assistência é que existe demanda/oferta ?

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  4. A casa dos coworkings caiu?

    Em 2005, o programador norte-americano Brad Neuberg vivia um dilema comum de muitos profissionais que deixam a vida de 8h às 17h para trás e se tornam freelancers. Embora gostasse da liberdade do home office, ele sentia falta do contato diário com outras pessoas (alô, quarenteners). Para resolver esse problema, então, ele teve uma ideia inusitada: convidar alguns amigos para dividir o aluguel de um apartamento em São Francisco, berço das empresas de tecnologia. Outras pessoas ficaram sabendo, gostaram da ideia e passaram a pagar a Brad para trabalhar em seu espaço, que ganhou um nome: Hat Factory. O americano ainda não sabia, mas estava criando um modelo de negócio milionário, que ganharia o mundo na década seguinte.

    A proposta de ambientes modernos, com internet à vontade, boa localização e contratos flexíveis de aluguel, ou seja, prazos menores e sem cobrança de multas enormes no caso de distratos, caiu no gosto das startups. E com um empurrãozinho da crise financeira de 2008, que popularizou a chamada economia compartilhada, logo virou febre também entre gigantes, como Microsoft, IBM e HSBC.

    De lá para cá, o setor disparou e originou grandes redes globais, como a WeWork e a Spaces. Segundo dados do Coworking Brasil, uma espécie de QuintoAndar de escritórios compartilhados, em 2019 existiam 1.497 negócios do tipo no Brasil. De acordo com a consultoria imobiliária Cushman & Wakefield, os coworkings saltaram de 53 mil m² ocupados, em 2015 por aqui, para 354 mil m² no ano passado. A previsão era de um aumento de 20 mil m² no território dessas empresas neste ano. Era, porque isso é passado.

    Se anos atrás uma crise ajudou a alavancar os coworkings, hoje outro revés econômico coloca à prova o modelo de negócio dessas empresas. A pandemia, que colocou boa parte da força de trabalho em home office na marra, atingiu em cheio os coworkings. Enquanto autoridades de saúde orientavam evitar escritórios, e home office virou norma, os coworkings assistiam suas finanças derreterem.

    Em julho, segundo um estudo do Coworking Brasil, 90% dos negócios do ramo haviam perdido mais de 15% da receita. Destes, 40% tiveram prejuízo de mais de 75% nos três meses anteriores e 23 espaços faliram de vez. “Foi um setor muito atingido pela pandemia. Cada uma em seu nível, tanto as gigantes como as pequenas tiveram de adotar atitudes para passar por esse momento”, diz Adriano Sartori, vice-presidente de Administração Imobiliária e Condomínios do Sindicato de Habitação de São Paulo (Secovi-SP).

    Nem o cafezinho escapou

    Para sobreviver à crise, todas as empresas de coworking ouvidas nesta reportagem tiveram de reduzir drasticamente suas despesas. Além de suspender jornadas e salários de funcionários e renegociar contratos, também abdicaram de algumas benesses famosas nesses escritórios, como frutas, snacks, garrafinhas de água – e até, vejam só, o cafezinho.

    A Co.W Coworking, rede de escritórios criada em 2015 na cidade de Joinville (SC), foi do céu ao inferno em poucos dias. Com seis unidades em São Paulo e duas na cidade catarinense, em março a empresa havia aumentado o faturamento em 25% acima do esperado. Mas a chegada da quarentena, em abril, mudou tudo. A taxa de ocupação dos escritórios caiu de 75% ao mês, em média, para menos de 50%. “O respiro foram as empresas de serviços essenciais que continuaram no local”, afirma Renato Auriemo, sócio-diretor do Co.W.

    Mas só a receita desses clientes não bancava o negócio. Por isso, a Co.W montou um comitê de crise para analisar possíveis cenários. “Fizemos um planejamento financeiro até dezembro de 2021 para que, mesmo com uma perspectiva ruim no médio prazo, pudéssemos manter os empregos e a operação”, diz Renato. A solução foi negociar descontos com os clientes para não perder a carteira e pausar reformas e outras melhorias no prédio – só escaparam os serviços de manutenção e limpeza.

    O Penal Creative, espaço compartilhado com capacidade para 50 pessoas, localizado em Curitiba, também teve de cortar na carne. Além de cancelar o serviço de limpeza, que era terceirizado, e renegociar o contrato do imóvel alugado, também demitiu dois dos cinco funcionários. “Foram medidas difíceis, mas necessárias. Do contrário, não teríamos sustentabilidade para encarar esse período”, conta Diego Costi, fundador do espaço.

    Outra saída foi se reinventar. Já que a demanda por lugares em que funcionários pudessem trabalhar fisicamente caiu, eles apostaram na oferta de escritórios virtuais. “Passamos a alugar endereços fiscais e comerciais para pequenas empresas. O Penal Creative fica responsável por gerir os serviços de correspondência, entregas, ligações e pagamentos nessa modalidade de contratação”, afirma Diego. Atualmente, cerca de 50 empresas são clientes à distância do espaço.

    Rachaduras visíveis

    Se empresas que estavam crescendo enfrentam dificuldades, imagine aquelas que já não iam muito bem. Entre elas está o WeWork, umas das maiores redes de coworking do mundo – e aqui a crise merece um capítulo à parte. Desde que surgiu, em 2010, nos EUA, a startup teve um crescimento meteórico. Seu ambiente foi incensado durante anos como o futuro do trabalho, principalmente por oferecer algo que se tornou o carro-chefe dos escritórios compartilhados: o networking. Com happy hours semanais com suprimento infinito de mimosa (espumante com suco de laranja), seus espaços eram vistos como os lugares ideais para quem quisesse encontrar um parceiro de negócios dentro do próprio prédio onde trabalha.

    A empresa logo atraiu atenção dos investidores, captando US$ 8,6 bilhões de empresas como o conglomerado japonês Softbank. O hype era tanto que, em 2019, o WeWork tinha um valor de mercado avaliado em US$ 47 bilhões, quarto maior do mundo entre startups. Sua estreia na bolsa de valores era dada como certa. Segundo o Morgan Stanley, um possível IPO da empresa faria com que ela passasse a valer US$ 104 bilhões. Mas, antes que botasse os pés em Wall Street, o reinado do WeWork caiu por terra. Em agosto de 2019 começaram a pipocar diversos escândalos sobre Adam Neumann, CEO e cofundador da empresa. O mais cabeludo deles foi o seguinte: Adam montou uma construtora em seu nome e passou a levantar edifícios para alugá-los para a WeWork, às vezes com empréstimos que ele adquiriu com a empresa – um baita conflito de interesses já que ele, como CEO, tinha a palavra final sobre quais edifícios alugar, e a quem a companhia poderia emprestar dinheiro.

    Pior. Papéis apresentados para a CVM dos EUA, na ocasião do IPO, indicavam que a rede vinha acumulando prejuízos ano após ano. Só em 2018, o WeWork havia perdido cerca de R$ 1,6 bilhão em receita. As revelações deixaram os investidores ressabiados e levantaram dúvidas sobre a má governança do CEO. Poucos meses depois, Adam foi pressionado a abandonar o comando da empresa. Mas aí o estrago já estava feito. O jeito, então, foi correr atrás do prejuízo. No final de 2019, a empresa demitiu 2.400 pessoas que atuavam nas 843 unidades espalhadas pelo mundo. Também vendeu alguns dos negócios, como a empresa de gestão de escritórios Managed by Q.

    Com a pandemia, o que era ruim piorou – inclusive porque, em abril de 2020, o SoftBank deu para trás de uma nova rodada de investimentos no valor de US$ 3 bilhões, alegando não cumprimento de contrato pelo WeWork. Resultado: unidades fechadas em diversos países – incluindo duas das 33 que a empresa mantinha no Brasil até o início do ano. “Desde 2019, a empresa está em um processo de adequação financeira no mundo todo com foco em se tornar mais rentável”, afirma Lucas Mendes, diretor geral do WeWork no Brasil.

    De acordo com o balanço do segundo trimestre de 2020, de abril a junho, 81 mil clientes deixaram os escritórios da empresa. E, claro, o WeWork foi uma das redes que precisou renegociar contratos com proprietários de imóveis para não ir para o buraco. Mesmo diante do cenário difícil, porém, a rede tem esperanças de recuperar o passado glorioso. “A pandemia acelerou o conceito de flexibilidade. Empresas e pessoas estão interessadas em novos modelos de trabalho e, por isso, já estamos de olho em novas ofertas de serviços”, diz Lucas. Ele cita a iniciativa batizada de all access, em que, com uma assinatura, os clientes do WeWork podem acessar todas as unidades da rede, inclusive as internacionais.

    Luz no fim do túnel

    Com o afrouxamento da quarentena em diversas regiões do Brasil, muitos escritórios compartilhados estão voltando às atividades e revertendo parte do prejuízo. De acordo com o mesmo estudo do Coworking Brasil, em abril, 73% dos escritórios estavam parcialmente ou completamente fechados. Em julho, o número caiu para 43%. Para Fernando Aguirre, cofundador da plataforma, o pior já passou. “Os coworkings que conseguiram chegar até aqui provavelmente não quebram mais. Agora já estão mais planejados e organizados para avançar”, diz.

    Mas, se o auge da crise ficou para trás, isso não quer dizer que as coisas tenham voltado aos patamares de antes do coronavírus. Primeiro, porque muitas pessoas ainda estão receosas em retornar aos escritórios enquanto não houver uma vacina. Segundo que, para voltar com as atividades presenciais, as empresas de coworking estão tendo de investir pesado para garantir a segurança e diminuir o risco de contágio.

    A GoWork, maior rede fundada no Brasil, com 15 unidades, gastou R$ 1 milhão em divisórias de acrílico, reforço na higienização dos ambientes e equipamentos de filtragem do ar-condicionado. O esforço valeu a pena. A procura por locação dos espaços da rede no mês de agosto foi a maior dos últimos 12 meses. “Novos perfis também estão aparecendo. Antes, cerca de 85% dos clientes eram da área de tecnologia. Agora existe uma procura por bancos, consultorias e escritórios de direito”, diz Fernando Bottura, CEO da GoWork.

    Mas a verdade é que a rede, focada no aluguel de andares inteiros, e que possui clientes como Rappi, Nextel e Grupo Globo, atravessou a crise de forma mais tranquila. “Cerca de 80% dos nossos clientes não cancelaram os contratos, alguns diminuíram postos ocupados, mas nada drástico”, diz Fernando.

    Quem não tem tanto poderio acaba recorrendo a parcerias para continuar relevante. O Co.W, que tinha seis unidades, se juntou com outra rede, o ON Offices, para abrir mais duas em São Paulo. “Nosso objetivo é aumentar as opções regionais da marca. Neste momento é preciso juntar forças”, afirma Renato, diretor do Co.W. Além disso, a rede reformou outros dois escritórios, também em São Paulo. Estes últimos foram equipados para a produção de vídeos. Como resultado, a empresa recuperou 55% do faturamento de antes da pandemia.

    Adriano, do Secovi-SP, salienta que a demanda de verdade chegará com a vacina – assim como em outros setores. Mas, até lá, os coworkings não devem sumir do mapa. “É um modelo de negócio que funciona. Não é preciso se preocupar em montar um escritório, nesses espaços vem tudo pronto. Fora que possibilita algo que o brasileiro gosta muito: contato humano”, afirma. Fernando Aguirre, do Coworking Brasil, compartilha da mesma visão. “O networking sempre foi um diferencial muito importante no negócio. Coworkings que conseguiram desenvolver comunidades se destacaram agora”, diz.

    Este foi o caso do O Penal Creative, por exemplo. No mês de setembro, cerca de dez clientes voltaram a ocupar o espaço diariamente depois que o fundador da empresa, Diego Costi, conversou diretamente com eles para informar as medidas de segurança, como sanitização dos espaços e distanciamento entre as mesas. “Também mantive o contato com os clientes durante todo o tempo, realizando consultorias e pesquisas”, diz ele.

    Como será o amanhã

    A consultoria Cushman & Wakefield destaca que haverá um aumento na demanda de escritórios compartilhados por profissionais individuais. A lógica é simples: de um lado, algumas empresas estão decretando home office de forma definitiva. Do outro, muitas pessoas que estão trabalhando em casa não possuem espaços ou equipamentos adequados para manter a produtividade no teletrabalho. É filho chorando, vizinho fazendo obra, cachorro, aquele “Olha o gás!” na hora do Zoom… Logo, a demanda por coworkings tende a subir agora que “todo mundo é frila”, mesmo que tenha carteira assinada.

    Outra possibilidade é explorar novos nichos. Começam a surgir coworkings que não são escritórios, mas cozinhas (para restaurante que só faz delivery) ou consultórios médicos. “Em comparação com os escritórios tradicionais, os coworkings ainda alcançam um público pequeno. É possível expandir para diversos outros setores e se especializar em certos públicos”, diz Adriano, do Secovi-SP.

    Não são só os coworkings, claro. Todos os negócios de economia compartilhada estão sofrendo com a crise do coronavírus – caso do Airbnb e do Uber, símbolos da proposta de ter menos e dividir mais. Compartilhar qualquer coisa, afinal, virou sinônimo de contágio. Mas esse período foi um soluço. Quando a vacina chegar, a compartilhada será novamente a mais promissora das economias. E os coworkings voltarão para o futuro – o futuro brilhante que têm pela frente.

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    1. Pode até cair, mas aqui vai ser a última peça do dominó. Em geral, imóveis bem localizados. Vide We Work, que saiu de outros imóveis em FII, mas ficou nesse, mesmo com a gestora dxando “à vontade” p/ sair (quase pedindo p/ largar), pois tinham outros interessados no imóvel.

      Mercado de coworking pode até dar uma refinada, mas acredito que o impacto aqui é pouco provável.

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      1. A WeWork com certeza está sofrendo nessa pandemia. Não fosse a recente injeção monstruosa de capital poderia estar insolvente.
        Os imóveis alugados para a WeWork no VINO11 são bons, bem localizados e com caprate de locação competitivos.
        Não estou defendendo o fundo. O risco permanece. No auge da crise a WeWork permaneceu. Hoje esse risco é menor.

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    2. A minha empresinha tem domicílio fiscal em um co-work desses daí, só que é uma empresinha dqui da cidade mesmo que disponibiliza o serviço… em um andar de um edificio que ela mesma é proprietária. TUDO muito simples, transparente, eficiente… LEGAL!

      Sem essa FIRULAGEM de start-up disso, empreendedor daquilo… investidor aanjo daquele outro … esse dESLUMBRE e viad4gem toda !

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      1. A minha maior preocupação era a concentração na wework. Revisitei o preço de aquisição das Lajes da WW e verifiquei um preço muito competitivo.
        A nova emissão diluiu boa parte do risco WW tbm.
        Por enquanto sigo tranquilo nesse ativo. Por enquanto a Vinci tem feito um.bom.trabalho com FIIs.

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    3. Eu acredito que não é o fim das Coworkings. Eu fiz como o Renato, entreguei meu conjunto em um edificio comercial de escritórios aqui em Curitiba e mudei o domicilio fiscal para uma coworking. Lá me oferecem tudo que preciso, não pretendo ter escritório só meu de novo. E não fui o unico, aqui aumentou a procura por elas.
      Lá em SP também ocorreu muito disso, eu sei de um caso emblemático: a SKY. Ela entregou uma grande área na Torre Norte e se mudou para uma Regus. Eu sempre que olho uma reportagem dessa, ficou pensando quem financiou e com que interesse.

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      1. Mais de 1/4 de séc. anos atrás … qdo me formei … putz!! -rsrsr … o “sonho” era alugar uma sala e montar um escritorizioniho de projetos, e aos poucos, ir juntando até consegui comprar uma salinha! à medida que o negócio fosse … crescendo.

        E hoje ? Não precisa de sala alguma! Aluga-se um endereço co-work pela FRAÇÃO de preço de um condomínio [eu estou pagando R$ 150/mês com dierio até a secretária HUMANA para transferir chamadas!!!], e trabalha-se [remotamente, de preferência] de casa; pode até ser … a partir de UMA CASA DE PRAIA !! (ou do exterior.).

        Com um celeular pré-pago na mão de R$ 10/mês, utiliza-se o ZAP para tudo. Detalhe: eu nào tinha celular até pouco tempo atrás, mas de tanta apurrinhação .. ehehe … já [fui obrigado a!!] comprei um galaxy m51 … @tetz … qdo chegar aqiu eu me cadastro no “clube” 😉 .

        Uma CONTA PJ gratuita em um banco digital [conta simples, banco inter, cora …] resolve 100% as necessidades; não precisa de… pagar tarifas, ter crédito p/ empréstimo bancário (capital de giro, financiamento,) que só te faz se enrolar cada vez mais, etc.

        Ou seja … NUNCA ESTEVE TÃO FÁCIL e BOM !!!

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  5. Na data de hoje, o Fundo celebrou compromisso de compra e venda para aquisição de 12 pavimentos do edifício “Haddock Lobo” (“Ativo”), que equivalem a 85,7% da área BOMA total do edifício. O Ativo está localizado na Rua Haddock Lobo, 347, Paulista, na cidade de São Paulo, estado de São Paulo, e possui 8.140 m² de área BOMA total (“Aquisição”).
    O valor da Aquisição será de R$ 132.026.368,00 (“Preço”) e o Ativo passará por obras de retrofit em suas áreas comuns, custeadas pelo Fundo, com valor total estimado de R$ 7,0 milhões (“Custo de Retrofit”). O Preço e o Custo do Retrofit combinados totalizam um investimento total de R$ 139,0 milhões sobre o qual a gestão estima um cap rate de 7,5%, para os próximos 12 meses.
    A expectativa é que a Aquisição seja concluída até o dia 06 de novembro de 2020.
    Caso as minhas contas estejam corretas a aquisição foi feita por um preço de + ou – 18,9 mil / m2.
    A localização é excelente mas o ativo está caro. O contrato atípico de 5 anos…..

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    1. Eu vi … fiz as mesmas contas tbém .. cheguai a mesma conclusão -rsrsrs
      Aquele im;ivel do XPPR, ainda a ser construído por R$ 33 mil/m2 está até … BARATO !!! kkk

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      1. O ativo é muito bem localizado e excelente. O preço de aquisição alto frente as incertezas com home office é um ponto de atenção. Nada que impeça uma possivel valorização patrimonial daqui a 5 anos.
        Em geral esse fundo tem feito bons negócios. Segue como um dos meus preferidos na área de lajes corporativas.

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      2. Senti falta de informarem mais detalhes sobre a qualidade construtiva do imóvel.
        Masssss, por ter um contrato atípico vinculado, o inquilino se dispor a fazer sacrifícios para a realização do retrofit (o que vai agregar na qualidade) e localização top, acho que valeu o preço pago! (Só achismo mesmo)

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  6. Vinci Offices FII
    Comunicado ao Mercado
    13 DE OUTUBRO DE 2020
    RESULTADO FINAL DE ALOCAÇÃO DA OFERTA PÚBLICA DE DISTRIBUIÇÃO PRIMÁRIA DE COTAS DA 5ª
    EMISSÃO
    VINCI OFFICES FUNDO DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO
    CNPJ nº 12.516.185/0001-70
    Código ISIN nº BRVINOCTF001
    Código de Negociação na B3: VINO11

    BRL TRUST DISTRIBUIDORA DE TÍTULOS E VALORES MOBILIÁRIOS S.A., com sede na Rua Iguatemi, nº 151
    – 19º andar – Itaim Bibi, na Cidade de São Paulo, Estado de São Paulo, inscrita no CNPJ sob o
    nº 13.486.793/0001-42, habilitada para administração de fundos de investimento conforme ato declaratório
    expedido pela Comissão de Valores Mobiliários (“CVM”) nº 11.784, de 30 de junho de 2011, neste ato
    representada na forma de seu Estatuto Social, na qualidade de instituição administradora (“Administrador”) do
    VINCI OFFICES FUNDO DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO, fundo de investimento imobiliário, inscrito no CNPJ
    sob o nº 12.516.185/0001-70 (“Fundo”), em cumprimento ao quanto disposto no inciso XIII do §2º do artigo 41
    da Instrução da CVM nº 472, de 31 de outubro de 2008, conforme alterada (“Instrução CVM nº 472”), vem
    comunicar aos cotistas (“Cotistas”) e ao mercado em geral o quanto segue.
    Foi encerrada, em 09 de outubro de 2020, a oferta pública de distribuição primária de cotas (“Novas Cotas”) da
    5ª (quinta) emissão do Fundo, todas nominativas e escriturais, em série e classe únicas (“Novas Cotas”, e, em
    conjunto com as cotas já emitidas pelo Fundo, “Cotas”), todas com preço de emissão de R$ 55,00 (cinquenta e
    cinco reais) por Nova Cota (“Valor da Nova Cota”), observado que o Valor da Nova Cota não considera a Taxa
    de Distribuição Primária, no valor de R$ 1,92 (um real e noventa e dois centavos) por Nova Cota, de modo que
    somando-se ao Valor da Nova Cota a Taxa de Distribuição Primária, perfaz-se o valor de R$ 56,92 (cinquenta e
    seis reais e noventa e dois centavos) por Nova Cota, distribuídas com esforços restritos de colocação, nos termos
    da Instrução da CVM nº 476, de 16 de janeiro de 2009, conforme alterada (“Instrução CVM nº 476”), da Instrução
    CVM nº 472 e das demais leis e regulamentações aplicáveis (“Oferta Restrita”).
    Durante o Período de Distribuição, foram subscritas e integralizadas, por Investidores Profissionais, 1.282.904
    (um milhão, duzentas e oitenta e duas mil, novecentas e quatro) Novas Cotas, perfazendo o montante de
    R$ 70.559.720,00 (setenta milhões, quinhentos e cinquenta e nove mil e setecentos e vinte reais), considerando
    o Valor da Nova Cota.
    Com o encerramento da Oferta Restrita, em 09 de outubro de 2020, informamos que foram subscritas e
    integralizadas 2.731.142 (dois milhões, setecentas e trinta e uma mil, cento e quarenta e duas) Novas Cotas no

    âmbito da Oferta Restrita, considerando as cotas subscritas durante o Período do Direito de Preferência, o
    Período do Direito de Subscrição de Sobras e de Montante Adicional e o Período de Distribuição, perfazendo
    assim o montante total colocado de R$ 150.212.810,00 (cento e cinquenta milhões, duzentos e doze mil,
    oitocentos e dez reais), considerando o Valor da Nova Cota.
    Em razão da distribuição parcial, os Investidores Profissionais ou Cotistas, conforme o caso, que tenham
    condicionado sua adesão à Oferta Restrita a que houvesse distribuição: (i) da integralidade do Volume Total da
    Oferta; ou (ii) de quantidade mínima de Novas Cotas, mas que não poderia ser inferior ao Montante Mínimo da
    Oferta; receberão, em 14 de outubro de 2020, o respectivo preço de integralização, acrescido da Taxa de
    Distribuição Primária, bem como dos rendimentos líquidos auferidos pelas aplicações do Fundo nos
    investimentos temporários realizados com os recursos da Oferta Restrita, sem juros ou correção monetária
    adicionais, sem reembolso de custos incorridos e com dedução dos valores relativos aos tributos incidentes, se
    existentes, e aos encargos incidentes, se existentes, de acordo com os procedimentos do Escriturador.
    Adicionalmente, ainda em razão da distribuição parcial, as ordens relativas à quantidade de 10.829 (dez mil,
    oitocentas e vinte e nove) Novas Cotas foi cancelada, em decorrência do condicionamento realizado pelos
    Investidores ou pelos Cotistas, conforme o caso.
    A Oferta Restrita foi coordenada pela XP INVESTIMENTOS CORRETORA DE CÂMBIO TÍTULOS E VALORES
    MOBILIÁRIOS S.A., instituição financeira integrante do sistema de distribuição de valores mobiliários, com
    escritório na cidade de São Paulo, estado de São Paulo, na Avenida Presidente Juscelino Kubitschek, 1.909, Torre
    Sul, 25º a 30º andares, CEP 04538-132, inscrita no CNPJ sob o n° 02.332.886/0011-78 (“Coordenador Líder”),
    sob o regime de melhores esforços de colocação.
    Informações aos Investidores Profissionais que Alocaram na Oferta Restrita
    As Novas Cotas adquiridas pelos Investidores Profissionais na Oferta Restrita somente poderão ser negociadas
    nos mercados regulamentados de valores mobiliários após a Conversão dos Recibos Investidores Profissionais
    e decorridos 90 (noventa) dias da subscrição pelos Investidores Profissionais.
    Informações Adicionais
    Exceto quando especificamente definidos neste Comunicado ao Mercado, os termos aqui utilizados iniciados
    em letra maiúscula terão o significado a eles atribuído no Fato Relevante divulgado aos Cotistas em 11 de
    agosto de 2020 (“Fato Relevante”) ou no Ato do Administrador para Aprovação da Oferta Primária de Cotas da
    5ª (quinta) Emissão do Vinci Offices Fundo de Investimento Imobiliário, registrado perante o 8º Ofício de

    Registro de Títulos e Documentos da Cidade de São Paulo, Estado de São Paulo, em 17 de agosto de 2020, sob
    o nº 1.508.065 (“Ato do Administrador”), disponíveis para acesso no site do Administrador, localizar o “Fato
    Relevante” ou o “Ato do Administrador”).
    A Oferta Restrita foi automaticamente dispensada do registro de distribuição pública pela CVM de que trata o
    artigo 19 da Lei do Mercado de Valores Mobiliários, e nos termos do artigo 6º da Instrução CVM nº 476. A Oferta
    Restrita não foi objeto de análise prévia pela CVM, pela Associação Brasileira das Entidades dos Mercados
    Financeiro e de Capitais – ANBIMA ou por qualquer entidade reguladora ou autorreguladora.
    Informações adicionais poderão ser obtidas no Departamento de Relações com Investidores do Fundo

    Vinci Offices FII
    Comunicado ao Mercado
    13 DE OUTUBRO DE 2020

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  7. comunica ao mercado AQUISIÇÃO de 30,0% da fração imobiliária do edifício “BMA Corporate”, passando a ter 100% do imóvel com essa aquisição. O imóvel, localizado no Largo do Ibam, 1, Humaitá, bairro da zona sul do Rio de Janeiro, RJ, possui 8.264 m² de área BOMA.

    O valor total da aquisição, pago à vista nesta data, foi de R$ 39.300.000,00 (“Preço”), o que equivale a um cap rate estabilizado de 7,3%.

    >>> Hmmmm … 🙄😯😕🤨 poupança antiga paga 6% a.a … limpim-limpim.

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      1. -rsrrs … fgalando sério: em países “desenvolvidos” com taxa de financiamento de imovel na casa dos atuais 3-4-5% a.a. … o cap_rate está na faixa dos mesmo 8-9-10%; ou seja, 2x mais. Já no Brasil … o cap_rate praticado aqui segue o mesmo patamar do praticado lá fora só que!! a taxa de financiamento de compra de imóvel é quase igual.

        É de se pensar … Procede o cap_rate aqui praticado ?

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      2. Mas o financiamento aqui está nessa faixa também, se vc descontar a inflação do financiamento de 7%+TR, teria o equivalente a uns 3 a 4% … novos contratos de CRI hj em dia pagam CDI +2 a 3%. Mas isso só vale para o mercado imobiliário, em que a execução em caso de inadimplência existe.

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  8. comunica ao mercado a AQUISIÇÃO de 100% do edifício “Cardeal Corporate” (“Ativo”). O Ativo, localizado na Rua Cardeal Arcoverde, 563, no bairro de Pinheiros, na cidade de São Paulo, possui 2.682 m² de área BOMA, encontra-se em fase final de construção e está 100% locado para a Camicado, com garantia do grupo Lojas Renner S.A.

    O Cardeal Corporate é um edifício de alto padrão construtivo (classe A) e arquitetura diferenciada, com 2.682 m² de área BOMA, distribuídos em 7 pavimentos com lajes que variam entre 150 e 560 m². O valor total da aquisição será de R$ 29.280.000,00 (“Preço”), o que equivale a um preço de R$ 10.917/m². Nessa transação, a gestora estima um cap rate de 8,0%. O contrato de locação típico apresenta prazo de 10 anos, com os valores de aluguel corrigidos por IGP-M anualmente e prevê multa de 15 meses em caso de rescisão do contrato de aluguel nos primeiros 15 meses e multa de 10 aluguéis até o quinto ano de locação. O contrato conta com garantia do grupo Lojas Renner S.A. e está aproximadamente 20% abaixo do valor médio/m² praticado na região

    Impacto na renda mensal: R$ 0,02 (bruto); R$ 0,01 (líquido)

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  9. WeWork garante novo financiamento de US$ 1,1 bilhão do SoftBank

    A WeWork anunciou nesta quinta-feira (13) um novo aporte de US$ 1,1 bilhão liderado pelo SoftBank, seu principal investidor.

    Essa é a última parcela da rodada de financiamentos feita pelo conglomerado japonês na startup, fruto de um acordo firmado entre as companhias em outubro de 2019, quando o SoftBank assumiu o controle da WeWork após o cancelamento do seu IPO e revelações que levantaram desconfianças sobre sua administração interna.

    Em um e-mail enviado aos seus funcionários, a empresa confirmou que reduziu seus custos de operação pela metade desde o final do ano passado e que seus negócios foram severamente impactos pela pandemia de coronavírus.

    “Nossos esforços iniciais para nos tornarmos uma organização mais simplificada e consciente do dinheiro nos colocam em uma posição melhor para nos adaptarmos rapidamente, navegar por novas realidades e cumprir nossos objetivos de negócios futuros”, disse Kimberly Ross, diretor financeiro da WeWork.

    A empresa perdeu 81 mil membros no segundo trimestre encerrado em junho, de acordo com seu balanço. A empresa encerrou o último trimestre com 612 mil membros, contra 693 mil membros registrados no final do trimestre anterior.

    A receita no trimestre atingiu US$ 882 milhões, um aumento de 9% em relação ao mesmo período do ano passado, porém inferior aos US$ 1,1 bilhão reportados no primeiro trimestre de 2020.

    A empresa afirmou ter US$ 4,1 bilhões disponíveis em seu caixa, valor que inclui os US$ 1,1 bilhão do novo financiamento.

    “Embora a receita tenha diminuído em relação ao primeiro trimestre, devido a interrupções nos negócios relacionadas à Covid-19, nossa base financeira em geral, assim como nosso pipeline de vendas, continuam a crescer mais fortes”, escreveu Ross.

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    1. Discordo um pouco, a Vinci é uma boa gestora e tem acertado nos fundos dela.
      Esse aqui mesmo, tem mais de R$ 1 em resultado acumulado não distribuído…
      Pretendo aumentar minha posição nele, ou via emissão, ou via mercado mesmo, caso o preço esteja atrativo!

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      1. Esse resultado acumulado será diluído. Além disso ele não está lá de bobeira. O fluxo de vencimentos dos CRI’s vão derrubar os resultados do fundo por 3 anos seguidos e é nesse momento que esse resultado acumulado deve ser utilizado para manter uma boa parte dos rendimentos.

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      2. Mas são somente 78MM de dívidas (13MM com vcto em 12 meses) para um Caixa de 60MM… como isso vai impactar tanto a distribuição?

        Penso que a emissão elimina de vez qq impacto , com a diluição da dívida no PL…

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  10. EM NOVA FASE, WEWORK ATRAI GRANDES EMRPESAS

    Com espaços flexíveis e adequados aos novos protocolos sanitários, rede ganha força entre empresas que planejam a volta aos escritórios

    A WeWork, líder global em espaços de trabalhos flexíveis, tem despertado a atenção e o interesse de empresas de grande porte. Dados globais da companhia apontam que o segmento de Enterprise (empresas com mais de 500 funcionários) representou mais 50% da receita da WeWork globalmente pela primeira vez no segundo trimestre de 2020. As vendas no segmento triplicaram nos últimos três anos, de 13 mil posições no primeiro trimestre de 2017 para 39 mil posições no primeiro trimestre de 2020. Com isso, as empresas de grande porte têm 284 mil posições em unidades WeWork em todo o mundo, número 15 vezes maior do que em 2017.

    O segmento de pequenas e médias empresas (PME) também tem crescido globalmente, mas a participação de enterprise aumenta hoje a níveis duas vezes maior que as PME. “Em um momento em que os negócios em todo o mundo ainda navegam os desafios trazidos por conta da pandemia, vemos cada vez mais uma busca por parte dessas empresas por soluções flexíveis e que possam apoiar suas estratégias de adaptação a este novo momento”, afirma Lucas Mendes, diretor geral da WeWork no Brasil.

    Por aqui, a rede segue seu plano de expansão e chega a 30 unidades em operação com a inauguração, no mês de agosto, da WeWork Rio Claro 241, em São Paulo – nova sede da empresa no país. De março a julho de 2020, a empresa já havia iniciado as operações em outros seis prédios, incluindo a WeWork Bossa Nova Mall, no Rio de Janeiro (RJ), e a WeWork Cerro Corá 2175, em São Paulo (SP).

    Plano de retorno ao trabalho

    As novas unidades já contam com as adequações de segurança presentes no Plano de Retorno ao Trabalho, desenvolvido pela empresa com aplicação em todos os seus prédios no mundo. O objetivo é facilitar a transição dos membros para a volta ao escritório, priorizando seu bem-estar, conforto e segurança. O protocolo é focado em três pilares principais: distanciamento profissional, ampliação de higienização e sinalização comportamental.

    No pilar de distanciamento profissional, a WeWork realizou ajustes no design dos espaços compartilhados, com assentos escalonados e áreas vazias, a fim de priorizar o espaço pessoal entre membros e colegas de equipe. Para ampliar a higienização, as medidas de limpeza foram aprimoradas para garantir a saúde e o bem-estar de todos, com desinfecção mais frequente nas áreas comuns e fornecimento de produtos de sanitização, como álcool em gel, em suportes touch free em diversos pontos de cada uma das unidades. Por fim, os novos protocolos são reforçados com sinalizações estrategicamente posicionadas a fim de evitar aglomerações em corredores e áreas comuns. Espaços como áreas de copa e recepções, que possuem uma grande movimentação, contam com sinalizações nas paredes e pisos para que todos mantenham uma distância segura.

    Sobre a WeWork

    A WeWork é líder global em espaços de trabalhos flexíveis, oferecendo soluções a clientes em mais de 800 locais em 140 cidades e 38 países. Seus mais de 600 mil membros representam empresas de diversos tamanhos em vários setores, incluindo 38% das 500 empresas da Global Fortune 500. No Brasil desde 2017, a empresa possui hoje 30 unidades, em São Paulo (São Paulo, Alphaville, São Bernardo do Campo, Osasco e São José dos Campos), Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Porto Alegre.

    Curtido por 1 pessoa

    1. A “mídia” especializada é tão … tacanha … que não percebem que o aumento do tal “distanciamento social” culminará em mais demanda por espaço de escritórios ja que menos pessoas trabalharão juntas por m2. Imagina um call center … sendo obrigado a aumentar a distância entre seus “colaboradores” em, digamos, 25. É só fazer as contas … É por isso que estou de OLHO nas oportunidades do segmento como escrevi na aba “Avisa Aí”

      Curtido por 2 pessoas

      1. Certeza disso Renato? Acho que o trabalho remoto parece ser uma nova realidade que veio pra ficar, o que vai tornar esses escritórios menos necessários. Então acho que a tendência é sobrar escritórios. Apenas minha opinião.

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      2. @Raton … eu creio que pode até haver algum tipo de “revezamento” mas substituição plena do trabalho local pelo remoto … isso non ecxiste.

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      3. Li nalgum lugar que a expectativa é que 70% das empresas que estão em HO voltem ao trabalho presencial porque detectaram perda de sinergia na interação entre os funcionários. Este é o copo meio cheio. O meio vazio é que 30% vai priorizar HO. Isso é muita coisa !

        Curtido por 3 pessoas

      4. Pelo que eu li também, essa priorização seria mais no sentido de permitir que alguns empregados trabalharem alguns dias da semana, 1 ou 2 (não mais), em casa. E, em regime de revezamento com os demais empregados. Isos permitiria, em tese, aumentar a distância entre as posições de trabalho dentro do escritório.

        Curtido por 1 pessoa

      5. Revezamento ou mais pessoas trabalhando em casa, em ambos os casos há economia para as empresas. Onde trabalho msmo, fizeram um levantamento e a economia foi considerável. Acredito então que isso no médio/longo prazo vai impactar escritórios.

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