Cantinho do Conejo

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Conejo10, o Eterno Embaixador dos FIIs

“more pelo menos uma vez numa cidade grande, mas vá embora antes que ela o endureça; more pelo menos uma vez numa cidade a beira-mar, mas vá embora antes que ela o amoleça”

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714 comentários sobre “Cantinho do Conejo

  1. As pirâmides financeiras 1

    Vanio Coelho *

    O sonho acabou … Agora, é recolher os cacos e começar de novo. Dinheiro fácil não existe! 

    A insustentável progressão geométrica de um esquema em pirâmide clássico.

    Os leitores desta Revista são pessoas esclarecidas, fazem parte daqueles 3% que, segundo Francisco Daudt, na Folha de S. Paulo, não são patetas:
    “… o fato de que a imensa maioria da população mundial é composta de patetas… Diria que são 97% –um percentual “impressionista”, não “cientificamente embasado”. São simplórios, pessoas reativas, sem capacidade de reflexão, imediatistas. Deixam que a vida (ou o pastor, o partido ou a opinião dos outros) as leve. Quem chegou até aqui na leitura não está com eles, e sim nos outros 3%. Agarram-se de maneira inconsciente ao que “já está decidido, resolvido e pensado”, por isso “não esquentam a cabeça”.
    O esquema de pirâmide pode ser mascarado com o nome de outros modelos comerciais que fazem vendas cruzadas legais. A maioria dos esquemas em pirâmide tira vantagem da confusão entre negócios autênticos e golpes complicados, mas convincentes, para fazer dinheiro fácil. A ideia básica por trás do golpe é que o indivíduo faz um único pagamento, mas recebe a promessa de que, de alguma forma, irá receber benefícios exponenciais de outras pessoas como recompensa. Um exemplo comum pode ser a oferta de que, por uma comissão, a vítima poderá fazer a mesma oferta a outras pessoas. Cada venda inclui uma comissão para o vendedor original.
    As pessoas na pior situação são aquelas na base da pirâmide: aquelas que assinaram o plano mas não são capazes de recrutar quaisquer outros seguidores

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    • As pirâmides financeiras 2

      O começo….
      Os esquemas em pirâmide ocorrem em muitas variações. Os primeiros esquemas envolviam uma corrente postal, distribuída com uma lista de 5–10 nomes e respectivos endereços. Ao destinatário era dito que enviasse uma pequena quantia de dinheiro para a primeira pessoa da lista. O destinatário então removeria esta primeira pessoa da lista, moveria todos os nomes restantes para cima uma posição e acrescentaria o seu próprio nome (e possivelmente outros nomes) à parte de baixo da lista. Então, ele enviaria uma cópia da carta com a nova lista de nomes para os indivíduos listados. Esperava-se que este procedimento fosse repetido e repassado e então o destinatário original seria movido para o topo da lista e passaria a receber dinheiro de outros destinatários da corrente.
      Ponzi, o inventor do esquema de pirâmide financeira
      Os casos mais famosos são de Ponzi e Bernard Madoff, mas cada cidade tem seu “Ponzi”.
      Há incontáveis casos de pirâmides financeiras que deixaram milhões de investidores no prejuízo. Na década de 20, nos EUA, o imigrante italiano Charles Ponzi montou um esquema que oferecia uma rentabilidade de 50% em 45 dias. O negócio consistia em trocar cupons postais por selos dos Estados Unidos, a um preço mais elevado. Mais de 17 mil pessoas tiveram perdas. Ele foi preso, cumpriu pena e em 1949 morreu pobre no Rio de Janeiro.
      No fim dos anos 2000, um dos mais brilhantes investidores de Wall Street, Bernard Madoff arrecadou bilhões de dólares de investidores, entre eles celebridades, como Steven Spielberg, gente do mercado financeiro, bancos e até brasileiros, prometendo uma retorno de 1% ao mês. Parte dos recursos nem foi investida. O dinheiro que entrava pagava aqueles que pediam resgate. Foram 16 mil investidores em 16 anos de atividade. Em 2009, ele foi condenado a 150 anos de prisão, entre outros crimes por fraude financeira.
      Identificando
      A característica distintiva destes esquemas é que o produto vendido tem pouco ou nenhum valor intrínseco ou é vendido por um preço fora da realidade do seu valor de mercado. Entre os exemplos, “produtos” tais como brochuras, fitas cassete ou sistemas que meramente explicam ao comprador como arregimentar novos membros, ou a compra de listas de nomes e endereços de possíveis candidatos. Outro exemplo é um produto (como um modem dial-up que pretensamente usa alta velocidade e/ou Voip), vendido por um valor acima do preço médio de mercado para produto igual ou similar, em qualquer parte. O resultado é que somente uma pessoa envolvida com o esquema seria capaz de comprá-lo e o único modo de fazer dinheiro é recrutar mais e mais pessoas, que também pagarão mais do que deveriam. Este valor adicional pago é então usado para embasar o esquema da pirâmide. Efetivamente, o esquema é bancado muito mais pelas compras superfaturadas dos novos associados do que pela “taxa de adesão” inicial.
      As pirâmides financeiras 3

      Saturação de mercado
      Todos os esquemas exigem que uma pessoa recrute duas outras, que devem recrutar outras duas, que devem recrutar duas outras etc.
      Versões prévias deste golpe foram chamadas de “Golpe do Avião” e os quatro níveis foram rotulados de “comandante”, “co-piloto”, “tripulação” e “passageiro” para indicar o nível da pessoa: cada um dos oito passageiros deve pagar (ou “doar”) certa quantia (por exemplo 2 mil reais) para se juntar ao esquema. Esta quantia (neste caso, R$ 16.000) vai para o comandante, que sai do esquema, com os níveis abaixo dele subindo um degrau. Agora existem dois novos comandantes, de modo que o grupo se divide em dois, cada um exigindo oito novos passageiros. Uma pessoa que se junte ao esquema como passageiro não terá qualquer retorno financeiro a menos que saia dele como comandante. Isto exige que, abaixo dele, outras 14 pessoas tenham de ser persuadidas a se associar. Desta forma, os três níveis inferiores da pirâmide sempre perdem o dinheiro investido quando o esquema finalmente entra em colapso.
      O Marketing Multinível (MMN) funciona recrutando pessoas para vender, divulgar ou consumir um produto. Recebe comissão em forma de bônus quem recruta pessoas para vender ou representar seus produtos, como seus “downlines” (ou “parceiros de negócio”). Pode ser exigido dos novos associados que paguem pelo treinamento/material de propaganda, ou que comprem uma grande quantidade dos produtos para o sistema que irão vender. Um teste de legalidade utilizado amiúde é verificar se o MMN ou empresa
      No Brasil
      Fundado em Goiânia em 1998, o grupo Avestruz Master oferecia contratos de compra e venda de avestruzes com compromisso de recompra dos animais. Assim, quem investisse em uma ave com 18 meses de vida, ganharia um retorno de 10% sobre a aplicação até o mês em que a avestruz fosse readquirida pela empresa. O lucro seria assegurado pela suposta exportação da carne. Mas o negócio propriamente dito jamais chegou a ir para frente: em sete anos de operação, nenhuma ave foi abatida. Na teoria, a Avestruz Master teria comercializado mais de 600 mil animais. Na prática, só possuía 38 mil. Apostando antes na propaganda do que nas aves em si, o grupo conquistou 40.000 investidores no Brasil, 30.000 deles só no estado de Goiás. Para engordar a base da pirâmide, foram gastos 4 milhões de reais em publicidade em 2004 – e apenas 100.000 reais em ração para as avestruzes. Quando a pirâmide ruiu em 2005, a empresa fechou as portas e seus sócios fugiram para o Paraguai. Em 2010, a Justiça Federal condenou os dois filhos e o genro do dono da Avestruz Master a indenizar os investidores em 100 milhões de reais. Jerson Maciel, controlador do grupo, morrera dois anos antes da decisão. Os acusados também receberam penas de 12 a 13 anos de prisão. A execução da indenização, contudo, só irá acontecer quando todos os recursos judiciais tiverem se esgotado. Se executada, ela não será suficiente para cobrir o prejuízo total amargado pelos investidores, estimado em 1 bilhão de reais.
      Acusado de provocar um prejuízo que beira 100 milhões de reais, o mineiro Thales Emmanuelle Maioline montou seu esquema de Ponzi em Belo Horizonte. O produto oferecido – e comprado por 2.000 investidores – era a participação em um Fundo de Investimento Capitalizado (Ficap), que só existia de fato no site da empresa criada por ele, a Firv Consultoria e Administração de Recursos Financeiros. Como os demais golpes do tipo, o fundo prometia um retorno de 5% ao mês acrescido de um bônus semestral. Mas depois que um investidor solicitou o resgate de 3 milhões de reais em julho de 2010, a pirâmide não conseguiu se manter de pé. Maioline desapareceu por 140 dias, sendo preso em dezembro de 2010.

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      • As pirâmides financeiras 4

        O que se passa na mente dos escroques financeiros?
        No seu livro “The Ponzi Scheme Puzzle: A History and Analysis of Con Artists and Victims” [“O Enigma da Pirâmide: História e Análise de Vigaristas e Vítimas”], um livro Tamar Frankel estuda o assunto. Eis parte de sua entrevista
        P. Algumas vítimas de Bernard Madoff sentem que justificadamente depositaram sua confiança em um veterano do mercado. Então, onde está a linha entre confiança justificada e credulidade irracional?
        R. Como eu noto no meu livro, muitos vigaristas fazem parecer que limitam o acesso a seus investimentos, disponibilizando-os apenas para alguns escolhidos. Mas, racionalmente, por que um administrador de dinheiro faria isso? Olhe ao redor e verá fundos hedge, fundos mútuos, fundos de capitais privados e assessores, todos salivando para conseguir mais clientes. No entanto, há aqueles que acreditam que quanto mais difícil for entrar em um investimento, mais valioso ele é. Isso é credulidade.
        P. Madoff não prometeu retornos estratosféricos – ele apenas ofereceu uma consistência estável. A senhora não acha que os futuros fraudadores vão tirar uma lição do roteiro de Madoff?
        R. Eu duvido. As pessoas estão mais preocupadas com os riscos do que estavam antes da crise. Mas os fraudadores não adaptam suas histórias à cultura atual e ao sentimento público, eles sobretudo se concentram em seu público-alvo. Por exemplo, um estelionatário que operou uma organização de caridade atraiu organizações semelhantes com a história de que um doador anônimo faria investimentos iguais aos deles. Essa história foi convincente porque os gerentes das instituições de caridade têm doadores que desejam permanecer anônimos.
        (Texto produzido de acordo com artigos de diversos autores, disponíveis na internet)
        Artigo originalmente publicado na REVISTA DO TETZNER

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      • A previdência do INSS é uma gigantesca pirâmide financeira. A base da pirâmide que entra agora banca quem já se aposentou. O dia que a base ficar menor que o topo da pirâmide, quebra.

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      • Para Raphis, a mais recente piramide no Brasil foi a do Telexfree:
        “Detido nos EUA com US$ 20 milhões em colchão ganha ‘corrente’ na web
        Em texto, família admite a relação do acusado com o sócio da Telexfree.
        Cléber Rene saiu do ES e foi detido com dinheiro em Massachusetts.”
        Para Louis: seu raciocínio está correto: se para cada aposentado devem existir 5 contribuintes, para 50 milhões teriam que existir 250 milhões de novos empregados. Assim, se toda a população brasileira (205.000.000) voltasse ao trabalho ainda faltaria dinheiro, eh eh
        Aproveitem essas “educações financeiras” e continuem INVESTINDO!!!!

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      • Grande Embaixador! Eu conheci um investidor do Maioline, este “investidor” é um amigo de um amigo. Vi na cara o que a ganância faz com o sujeito. Formado, professor de universidade com mestrado e doutorado (enfim, desculpa de baixo QI não tinha) aplicava ganhando 5% ao mês. Eu e meu amigo em comum sempre achamos tudo muuuuito suspeito; achávamos que era alguma agiotagem, não era possível esta taxa num mercado normal. Alertávamos deste fato, mas nunca ouvia. Depois começaram a sair notificações da CVM sobre a irregularidade, e aí dobramos os alertas, mas era impressionante como o sujeito mudava de assunto. O Maioline até fez um encontro dos investidores num hotel chique de Belo Horizonte mostrando um extrato onde garantia os fundos do “fundo”. E todos caminharam para o precipício andando em fila indiana, preferindo acreditar no ganho do que encarar a realidade. Perdeu tudo.

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      • Olhando agora o Maioline tem até verbete na wikipedia. Lá diz que após a prisão divorciou da sua esposa, e foi liberado em 2012 voltando para casa como hóspede.
        Como o Embaixador é advogado, lembrei de uma história de outro amigo advogado. Ele representou uma cliente, e seu amigo o esposo na separação. Houve muitas brigas e discussões, foi uma separação complicada. Mas ao chegar em frente ao juiz, ele passou todos os bens e imóveis para a esposa, além de concordar com uma alta pensão. Ninguém entendeu. E depois de um tempo, descobriram que ele tinha voltado a viver com a ex-esposa, mas tinha passado todos os bens para ela para blindar o patrimônio da falência da sua empresa.
        E outro amigo que separou, depois fez as pazes com a esposa mas não cancelou o acordo de separação, já que continuou pagando pensão à esposa e filho e descontando o pagamento do IR…

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  2. VIVER COM A RENDA

    ou

    POUPAR PARA A VELHICE?

    POR VANIO COELHO (*)

     

    Gastar nos estudos e pagar previdência e casa própria também são poupanças para a velhice mas Tio Patinhas começou cedinho e nunca viveu a vida

    Um colega me fez uma intrigante pergunta:

    “Juntar dinheiro para uma velhice tranquila ou aproveitar mais a vida enquanto se é jovem e saudável?”

    E agora, José?

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    • Vou começar, como sempre faço, contando uma historinha.

      O Diabo chegou para o jovem de 20 anos e provocou: “E daí, vamos curtir a vida?”

      O jovem foi sincero: “Não posso. Tenho tempo e disposição, mas não tenho dinheiro!”

      O Diabo deu um tempo e mais tarde perguntou ao Quarentão: “E agora, vamos curtir a vida”?

      “Não posso, respondeu o agora o jovem na meia idade, tenho disposição e dinheiro, mas não tenho tempo!”

      Vinte anos depois retorna o Diabo ao agora Sessentão: “E aí vamos curtir a vida”?

      “Não posso, respondeu o Coroa, tenho tempo e dinheiro, mas não tenho disposição!”

      Como vemos, quase sempre não há possibilidade de gozar a vida, no sentido de prazeres mundanos: ou falta dinheiro, ou falta tempo ou falta disposição. Ou falta tudo!

      Pois para economizar se dá a mesmíssima coisa: não posso, não tenho, acabei de comprar um carro, acabei de me casar, acabei de ganhar um filho!

      Mas vale a pena guardar tanto assim o seu dinheiro e não aproveitar as outras coisas da vida?

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    • Por outro lado, será que é preciso gastar até o último centavo e se endividar na busca da felicidade, ao ponto de, na velhice, não ter nenhuma segurança nem garantia?

      Eis o drama do amigo que me questionou:

      “Entre a vida vivida e velhice empurrada e a vida sacrificada em prol de uma velhice segura existe uma terceira opção? A melhor opção seria o equilíbrio. O problema é que é fácil de falar e difícil de cumprir. Vivo esse dilema no meu dia a dia, tenho 44 anos e um bom salário, porém com 3 filhos em escolas particulares, plano de saúde etc., fica difícil juntar dinheiro e ao mesmo tempo viajar e frequentar bons restaurantes. Quando solto o freio acabo gastando demais e quando seguro a onda acabo sacrificando o lazer da família.”

      Como já dizia o filósofo Confúcio, “a virtude está no meio”. No caso da vida financeira, isso quer dizer que você deve pensar em poupar, mas sem cometer o exagero de deixar de viver só para guardar mais dinheiro.

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    • Eu já falei na Revista do Tetzner sobre a Pirâmide de Maslow: o homem quer um carro aos 20 anos, um filho aos 30, uma casa aos 40. E quando pensar na aposentadoria pode ser um pouco tarde. Quanto mais sobre na escala social seus desejos são mais hedonistas. Primeiro a sobrevivência, depois a segurança depois a lancha, o Lamborghini, o esqui na neve.

      A verdade é que é extremamente penoso alguém ganhar dois mil reais e querer economizar: isso só será possível se houver corte em despesas da própria subsistência. Mas a economia terá que ser feita. Pode-se ir aplicando num fundo de ações, de rendimentos, na poupança e mesmo nos fundos imobiliários. Ações adquiridas ao longo da vida nunca vão dar dor de cabeça.

      Além do que comprar uma casa própria é ao mesmo tempo ganhar (o aluguel) e economizar (as parcelas pagas, tirados os juros). Já um automóvel é, quase sempre, bancar as despesas de uma segunda família.

      Existem prazeres que nos ajudam a viver a vida com alegria e sem gastarmos muito: um churrasco aos sábados, uma partida de futebol nos domingos, um cinema na quinta com a esposa, uma visita ao zoológico com o filho num feriado, férias em alguma praia primitiva, jantar fora com a esposa uma vez ou outra, uma viagem longa.

      É preciso também entender que algumas “despesas” na verdade são investimentos. Aplicar dinheiro na própria formação profissional é investir em melhores empregos e salários. Investir na educação dos filhos é ser dispensado de ser seu provedor no futuro, já que poderão conseguir bons empregos.

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    • E isso pode ser feito paralelamente a algum tipo de poupança: tesouro direto a partir de 300 reais, fundos de ações, fundos imobiliários do tipo fundo de fundos, a velha caderneta. E, claro, os dois principais: um plano de aposentadoria, que pode ser o próprio INSS que vai limitar a renda nuns 2.500 reais mais a residência própria.

      E qual a meta a ser preenchida para uma aposentadoria confortável? Bom, o plano de saúde deve ser bom, e se os filhos já estiverem diplomados, uns 10 mil reais mensais além da aposentadoria podem estar de bom tamanho. Recentemente Tetzner lançou um questionamento:

      Renda Mensal ou Valorização do Investimento?

      A maior parte respondeu que deseja RENDA, o que é um indicativo de que seus investimentos são para complementar salário e ou curtir a vida. No meu caso é mais para lazer e pequenos desejos, mas meu protótipo é especial (aposentado, 74 anos, filhos encaminhados, sem dívidas).

      Existem pessoas que não sabendo poupar e sendo perdulárias confessas, gastam tanto que, depois de mortas, seus bens precisam ir a leilão para pagar as dívidas. Não podemos abrir mão de um planejamento financeiro, afinal a vida não é um processo linear que se repete continuamente. Se hoje você tem uma boa remuneração, que permite a você viver muito bem, isto nem sempre permanecerá assim.

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    • Na medida em que vamos envelhecendo, nossa remuneração tende a diminuir e até mesmo nossa aceitação no mercado profissional vai se tornando menor. Muita gente tem dificuldade em poupar por não compreender bem esta dinâmica ou por, simplesmente, não querer pensar nela, acreditando que a velhice demora muito para chegar.

      A grande questão nesse ponto, conforme explica o consultor da Dinheiro em Foco e autor do livro ‘O Ciclo da Cigarra Milionária’, Ricardo Fairbanks, é pensar mais no longo prazo do que no curto prazo. Quando a pessoa é mais imediatista, a tendência é considerar um gasto desse tipo como um desperdício, pois há um grande desembolso momentâneo que não trará um retorno tão rápido.

      E com que idade começar? Junto com o primeiro emprego!

      Para quem está começando a recomendação é aplicar sempre que possível em FII e reaplicar a renda.

       

      Artigo publicado orignalmente na REVISTA DO TETZER Junho 2014

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    • Belo texto. Parabéns Conejo.

      Eu poupo desde o primeiro emprego. Às vezes mais outras menos, mas sempre procurando guardar um pouco, ainda que o pouco parecesse bem pouco.

      Na velhice, não sei se dará certo. Afinal, o que pode acontecer em trinta anos. Mas, a minha parte eu fiz, faço e continuarei fazendo: poupar. O futuro a Deus pertence!

      Parabéns novamente, Conejo.

      Ao Tetzner, parabéns também pelo blog.

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