Cantinho do Conejo

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Conejo10, o Eterno Embaixador dos FIIs

“more pelo menos uma vez numa cidade grande, mas vá embora antes que ela o endureça; more pelo menos uma vez numa cidade a beira-mar, mas vá embora antes que ela o amoleça”

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1.013 comentários sobre “Cantinho do Conejo

  1. VIVENDO DE RENDA II By Conejo Ink. CO.
    Quem paga o quê:
    Net 1 – FFCI
    Net 2 – SPTW
    Net 3 – BCRI
    Net 4 – FAMB
    Luz 1 – RNDP
    Luz 2 – JSRE
    Luz 3 – KNIP
    Luz 4 – CTPS
    C. Credito Titular – MFII
    Cartão Dependente – BBPO + VRTA
    Condomínio 1 – HCRI
    Condomínio 2 – XPCM
    Condomínio 3 – KNCR
    Condomínio 4 – FIGS
    E ainda sobra para diversão e reaplicação.
    Mas para saber o peso de cada fundo (e sua totalidade, são 23 fundos) somente no fim do mês e para quem é assinante do CARTEIRAS DO BLOG… ri ri (risada da hiena quando quer provocar o leão)

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  2. Meirelles diz que país está longe de cortar aposentadorias, mas precisa fazer reformas

    O ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, disse neste domingo que o Brasil ainda está longe de ser obrigado a reduzir valores ou cortar benefícios previdenciários, como aposentadorias e pensões, mas que mudanças na legislação são necessárias para evitar que a Previdência quebre, como já ocorreu em outros países.

    “Como sabemos, existem países que já tiveram dificuldades para pagar os benefícios e tiveram que sair cortando o valor das aposentadorias. Estamos longe disso e vamos tomar as medidas necessárias [para evitar que isso seja necessário]”, disse o ministro ao deixar o Palácio do Jaburu, em Brasília, onde se reuniu com o presidente Michel Temer e com o relator da reforma da Previdência, deputado Arthur Maia (PPS-BA).

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    • De acordo com Meirelles, a reunião, às vésperas da volta dos deputados federais e senadores do recesso parlamentar, foi mais um dos tantos encontros da equipe de governo para planejar uma estratégia para conseguir aprovar, no Congresso Nacional, no menor espaço de tempo possível, as mudanças nas normas de aposentadoria. A previsão é que a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que altera as atuais regras previdenciárias comece a ser apreciada em plenário no próximo dia 19.

      “A ideia é aprovar o projeto como está hoje. Este é o ideal. Agora, estamos entrando na semana onde se começa a decidir de forma mais objetiva sobre os pontos de resistência. Vamos ver o que é possível fazer para termos uma reforma da Previdência que, de um lado, preserve uma maior equidade entre todos os brasileiros e, por outro, preserve a capacidade do Estado de garantir as aposentadorias no futuro”, declarou Meirelles.

      As informações são da Agência Brasil.

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      • Estratégia vencedora :
        Funcionários públicos=privados JÁ.
        Sobraria grana para :
        1- cobrir déficit
        2-auxilio nsq ( não sei que ) para deputado e senador
        3- 1% de aumento para aposentados privados (= 30 milhões de votos contra os 3 milhões perdidos com os aposentados públicos)

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      • Padre:

        Acho que não sobraria grana nenhuma, pois o Governo iria ter que devolver, com juros e correção, aos servidores públicos, todo o valor deles descontado até hoje, que fora calculado acima do teto da iniciativa privada.

        Aliás, é exatamente por isto que o Governo não quer implementar a “conta única” de contribuição, como no Chile. Não há $ suficiente para devolver.

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      • Jorge, funcionários públicos recolhem 11% ; privados de 8 a 11 mais outro tanto que a empresa recolhe e ainda sofre , na hora de aposentar, reducao dos tais fatores é o “benefício” é a média de uma vida, enquanto os funcionários públicos recebem o último salário que são corrigidos igual aos da ativa e os da “privada” são achatados pelo salário mínimo. Por essas e outras acho que um bom cálculo atuarial prova quem deve pra quem.

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      • Para a maioria (setor publico e privado) adminstrar os recursos destinados a aposentadoria resultaria em rendimentos superiores aos da previdência oficial. O problema são distorçoes que alteram a médias. Alem disso ao adminstrar seus recursos estes seriam tranferidos aos seus herdeiros. Reforma é cada um receber de acordo com as contribuiçoes que realizou e separar os benefícios sociais (quem não contribui não deve se aposentar, deve receber um auxílio, mas totalmente desvinculado da previdência). Além disso, um aliquota de 70% sobre o salário de quem recebe acima do teto do STF atingiria os supersalarios pagos ao alto clero do funcionalismo e resolveria a questao dos chamados privilégios, digo, direitos adquiridos.

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  3. Cês leram a coluna da Márcia Dessen hoje na FSP? Pois parece que ela anda lendo o Conejo10 aqui no Tetzner. O que ela diz é o que eu venho pregando há anos: as fases de acumulação de patrimônio e de usufruir. Para conhecer a argumentação você deve procurar o jornal do artigo eis que por respeito aos direitos autorais só podemos reproduzir trechos:

    Na primeira fase (dos 20 aos 60 anos), estamos ativos, trabalhando, gerando renda, investindo e acumulando o patrimônio que irá nos sustentar na aposentadoria. Nessa fase, podemos correr risco nos investimentos, respeitando o nível de tolerância de cada um, para tentar acelerar a formação de riqueza. Nessa fase estamos vivendo o presente, as variáveis econômicas, mais previsíveis (ou não).

    Nessa fase de acumulação, e somente nessa fase, é possível estimar rentabilidade real líquida de 0,5% ao mês? Não o brasileiro típico que investe somente em renda fixa e, na maioria das vezes, na poupança. Os investidores mais agressivos podem adotar a rentabilidade histórica de sua carteira de investimento lembrando que o desempenho passado não vai se repetir. Se as coisas não saírem como planejado e considerando que temos o tempo a nosso favor, podemos corrigir as premissas e ajustar o planejamento ao longo do tempo.

    Na segunda fase (dos 60 em diante), a da aposentadoria, chegou a hora de gastar o dinheiro que guardamos e o objetivo do investimento é um só: fazer o patrimônio durar pelo maior tempo possível. É ele que irá prover ou complementar nossa subsistência. Terá início a fase do desinvestimento, em que serão feitos saques regulares para substituir a renda antes proveniente do trabalho.

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    • E se o objetivo do investimento é aposentadoria, acho que há poucos investimentos que se encaixam tão bem como os Fundos Imobiliários. Pena que há poucas opções seguras, são poucos os FIs que dão segurança para ir fazendo aportes ao longo da fase de acumulação, por longo prazo; o risco de investir em XTDE e outras porcarias é bastante real.

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  4. 😀
    Ingleses do Rio Vermelho hoje ás 0:600, pescadores recolhem a rede do arrastão. Adivinhem qual FII banca esse deleite sem preço (condo + iptu + conforto = mais ou menos 2.000 reais)? XPCM? MFII? KNCR? FIGS?
    Vejam na minha carteira atualizada no fim do mês, eh eh

    Curtido por 2 pessoas

  5. Conejo, bom dia!

    Eu fiz o questionamento abaixo na aba “imposto de renda”, porém, vejo que o Senhor tem muita experiência e solicito, por favor, a sua ajuda:

    Eu vou abrir uma conta numa corretora em nome de minha filha de 12 anos. Vou investir para longo prazo. Eu vi que posso transferir o dinheiro da minha conta bancária para a conta dela na corretora. Ela é minha dependente no IR. Mas, tenho algumas dúvidas. Vejam se vcs podem me ajudar:

    1_ Eu continuo declarando ela com minha dependente no IR e declaro no campo BENS E DIREITOS as AÇÕES e FIIS que ela tiver em seu nome?

    2- Eu farei a compra de AÇÕES e FIIS com o meu dinheiro. Em termos de IR na compra e na venda o limite de isenção será de R$ 20.000 por CPF nas vendas de ações?

    3- Preciso fazer doação dos valores que transfiro pra conta dela na corretora?

    agradeço a atenção

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    • Boa tarde Nativo.
      Parabéns por começar aplicar em nome de sua filha já a partir dos 12 anos.
      1) Positivo, o fato de possuir bens próprios não retira o direito de continuar sua dependente para fins de IR, apenas terás que declarar todos os bens dela, e se houver renda tributável (não é o caso de FII e Ações) deverá ser paga no CPF dela
      2) Positivo também, as vendas dela não se misturam com as suas, é 20 mil para cada CPF
      3) Ao comprar cotas e ações em nome da filha mas com teu dinheiro, está havendo DOAÇÃO. Provavelmente a corretora não vai se preocupar com isso pois, legalmente, as contas conjuntas são consideradas pertencentes a todos os nomes que estão cadastrados na conta corrente (coloque o nome e CPF dela em sua conta bancária , e se já for conjunta com sua esposa nada impede 3 ou mais numa conta conjunta,haverá apenas um titular os outros serão dependentes). Mas atenção o patrimônio da filha vai crescer e a receita pode barrar alegando enriquecimento sem causa. O imposto é o IMPOSTO SOBRE TRANSMISSÃO CAUSA MORTIS E DOAÇÃO – ITCMD) e a taxação varia de zero até 8%, é estadual e varia de Estado para Estado. Busque no google o valor no seu Estado.
      Dica para pagar menos imposto ou não pagar nada: verifique qual o valor máximo da isenção (digamos 20 mil reais) e doe um pouco abaixo disso. Mas essa soma é no período de cada 12 meses, ou seja nos 12 últimos meses as doações, mesmo que mensais ou eventuais, são somadas. E como a Secretaria da Fazenda de seu Estado vai ficar sabendo que você fez doações ‘a filha? Pela sua declaração de IR: quando aparece em DOAÇÕES, a receita informa automaticamente a Secretaria da Fazenda. Por mais trabalho que dê, haja dentro da lei, mas sem abrir mão dos direitos que a mesma legislação lhe garante.
      Bons investimentos e pode voltar a perguntar. Não me custa nada enquanto ajuda muita gente.

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      • Conejo,

        Mais uma vez, muito obrigado pelos seus ensinamentos. Acho que no momento o custo/benefício de abrir conta pra minha filha não vai valer a pena.

        Agradeço sua atenção e boa tarde!

        Nativo.

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    • NATIVO NÃO DESISTA! Quando tua filha fizer 18 anos vais sentir a felicidade interna que te aquecerá vendo um patrimônio e lições de economia financeira que você passará a ela ao longo dos anos… Pense com mais calma. Se o ITCMD de aborrece, faça repasses mínimos, mesmo não incluindo ela na sua conta conjunta, já que ela tem conta na corretora.

      Curtido por 1 pessoa

  6. Eu daria outro conselho para a Maria: invista em FII, observe a constância do valor de suas cotas para não perder da inflação – nesse caso reaplique alguma sobra mensalmente – e viva eternamente. Com renda bem superior a esses 0,5% a.m. Eu estou tirando 0,65%…

    Guardei o suficiente para me aposentar?

    Marcia Dressen (*)

    Maria cresceu ouvindo os conselhos do pai de que devia guardar pelo menos 20% do salário para formar uma confortável reserva financeira para o futuro. Bendito conselho! Maria não desprezou o ensinamento paterno e, com muita disciplina e esforço, conseguiu acumular R$ 1 milhão!
    Há algum tempo vem pensando em reduzir a carga de trabalho, ter mais tempo livre para desfrutar a vida e colher os frutos da poupança que tem. A empresa onde trabalha vem sinalizando mudanças na política de recursos humanos, renovando a equipe de colaboradores. Maria sente que, em breve, estará aposentada.
    Debruçada sobre a planilha do seu orçamento, fez um exercício para definir os fluxos de receitas e despesas futuras e apurou que precisará de uma renda mensal de R$ 5.000 para complementar a pensão do INSS. E se pergunta por quanto tempo o capital de R$ 1 milhão será capaz de prover essa renda mensal antes que se esgote.
    Maria definiu a renda complementar de R$ 5.000 com base nos valores atuais, mas sabe que esse valor aumentará em razão da inflação dos preços.

    ….
    Vamos utilizar uma taxa de juros real líquida de 0,20% ao mês
    Outra premissa deve ser definida: Maria deseja preservar o capital e criar um fluxo perpétuo de saques ou pretende esgotar o capital ao longo do tempo? No caso dela, a segunda opção. Como não tem familiares que dependem de sua ajuda financeira, pretende fazer saques até esgotar o capital.
    Fazendo cálculos rudimentares e supondo que não haverá nenhum rendimento, podemos dividir 1 milhão por 5.000 e dizer que o dinheiro será suficiente para 200 saques (16,6 anos). Entretanto, e felizmente, o capital atual produzirá juros que estenderão sua duração.
    Alimentamos uma calculadora financeira com as premissas de Maria: valor presente de R$ 1 milhão, retiradas mensais (PMT) de R$ 5.000, juros de 0,20 (i). Pressionada, a tecla (n) indicará a quantidade de saques: 256 meses (21,3 anos).
    Ela não gostou do resultado. Um cálculo feito anteriormente, estimando juros de 0,5% ao mês, indicou que o capital suportaria cerca de mil saques, mais de 80 anos, induzindo ao erro de imaginar que poderia fazer retiradas maiores sem correr o risco de o dinheiro acabar antes de sua morte.
    Maria entendeu a importância de ser prudente nas projeções. Se a taxa de juro real for maior, ela poderá fazer saques extraordinários, uma viagem a mais, um curso novo, desfrutar a vida como bem entender.
    Considerando sua expectativa de vida de mais 35 anos (420 meses), projetando juros de 0,20% e saques de R$ 5.000, a calculadora indica um valor presente de R$ 1,42 milhão. Ela precisa, portanto, aumentar seu capital ou reduzir o valor das retiradas para minimizar a incerteza dessa projeção.
    A tabela informa a quantidade de retiradas que determinado capital suporta até que se esgote, com premissa de taxa de juros real líquida de 0,2% ao mês. Há casos em que o capital se esgota na próxima geração. Em outros, quando o saque é igual ou inferior ao valor dos juros reais, o capital não acaba nunca, provê um fluxo perpétuo de pagamentos.
    (Editado por razões de direitos autorais. Ver íntegra na própria FSP)

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    • Concordo Conejo. Mesmo que fosse uma renda um pouco menor dos 0,65% que você consegue, se dividir em alguns fundos que eu considero de risco pequeno (vamos supor SHPH, PQDP, ABCP e FIIB), dificilmente seu capital se esgotaria gastando a renda mensal. É a velha regra de ouro: gaste a renda, não o capital.

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  7. Viver de renda de FII? Neste mês troquei dois aparelhos de ar condicionado por splits e paguei a vista 5 carnês de IPTU, economizei 10% e evitei pagar 60 boletos (5 carnês por mês x 12 meses = 60 boletos). A fonte? Renda de FII, eh eh

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    • Conejo, teus ensinamentos rendem frutos: estou bancando meu filho numa Universidade da Europa com a renda dos FIs. Quando fomos fazer o planejamento dos gastos ele achou engraçado , fiquei anotando “esta despesa pago com PQDP, esta do FIIB, esta com BBPO, etc). Resultado: todas as despesas serão bancadas com a renda dos “meus preciosos”.

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      • ADOREI!! João Terra. Outro dia escrevi por aí que ofereci um banquete aos meus parentes (quis fugir dessa ideia de que parente só se reúne em velório, há 5 anos faço isso seguido) e quem pagou foi o XPCM, eh eh. E o que mais importa – e isso É relevante – não estamos depredando nosso patrimônio.

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  8. Conejo, deixo aqui algumas dúvidas que poderiam estar no “imposto de renda”, mas fica aqui para você ou quem queira responder:
    1. Quando fazemos subscriçao ou sobras de subscrição, as corretoras costumam não emitir nenhum comprovante desta operação, como emitem no mercado secundário via “nota de corretagem”. Como resolvem isso?
    2. Estou calculando meu preço médio de ativos que possuo em mais de uma corretora tudo junto, não tenho um preço médio por corretora. Está certo?

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    • Zava me perdoando pela demora:
      1.- Falta de comprovantes nas subscrições – preserve o comprovante de pagamento e ou imprima a folha de custódia da corretora onde aparece o registro das quantidades ou guarde os comprovantes semestrais das custodiantes. Entendo que nesses casos qualquer tipo faz prova.
      2.- Para definir o PM (preço médio) que vai servir de base para lucros e perdas na venda TODAS AS COTAS devem ser somadas, se na corretora A você pagou 100 reais e na corretora B você pagou 110 seu preço médio nas duas será 105 reais.

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    • Tem aquela propaganda – Existe coisa melhor: um belo jogo de futebol, uma loura gelada e um cartão…?
      Sim, existe: FII permite seguir o exemplo do FabInvest e torrar a renda sem depredar o patrimônio num cruzeiro de transatlântico. Ali, para quem ainda não curtiu, as bebidas são vendidas sem qualquer imposto, apenas o lucro do bartender eh eh

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  9. Prezado Conejo 10.

    Boa tarde. Mais uma vez preciso escutar a sua opinião.

    Comprei um terreno na minha cidade. A prefeitura já valorizou o mesmo terreno, para calcular o ITBI. Mas, valorizou muito acima do valor que eu paguei. Isso seria vantagem ou desvantagem para mim de alguma forma?

    Eu deveria contestar isso? É possível contestar? Qual é o procedimento normal que eu devo seguir, caso eu não concorde com o valor dado pela prefeitura? É comum as prefeituras fazerem valorizações bem acima dos valores pagos em terrenos?

    Mudando de assunto, deu certo o seu filho editar o livro que ele escreveu? Eu tenho uma versão em PDF e irei ler assim que me sobrar tempo, enviada pelo site da vaquinha.

    Muito obrigado pela atenção.
    Abraços e feliz ano novo.

    Rodrigo.

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    • Olá. Fiz uma pesquisa numa Imobiliária, falei com algumas pessoas e fiz um estudo na Internet. Desconbri como proceder. Basicamente o que eu farei será recorrer administrativamente e nada mais. Abraços a todos os amigos do blog.

      Curtido por 1 pessoa

    • Rodrigo
      1) As prefeituras costumam utilizar a metragem, sem avaliar área não edificandi, pirambeiras etc.
      2) Não vale a pena manter o valor elevado, ao vender vale para fins de ITBI o que for maior – valor da escritura (real) ou a avaliação
      3) Deves recorrer, juntando ao mínimo 03 laudos de corretoras locais
      4) O livro de meu filho – A luz no fundo do tubo – está na fase de pré-impressão (revisão final, catalogação etc, a gráfica já está contratada, obrigado pelo apoio.

      Curtido por 1 pessoa

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