Cantinho do Conejo

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Conejo10, o Eterno Embaixador dos FIIs

“more pelo menos uma vez numa cidade grande, mas vá embora antes que ela o endureça; more pelo menos uma vez numa cidade a beira-mar, mas vá embora antes que ela o amoleça”

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1.258 comentários sobre “Cantinho do Conejo

  1. Conejo, td bem: espero que sim.
    por favor ajude numa duvida.
    O IR de lucro de uma operação deve ser pago levando-se em conta a data do pregão ou a data da liquidação financeira?
    exemplo : fiz venda de FII no ultimo dia util do mes de abril com lucro de 1.000,00, IR de 200,00
    a liquidação financeira deu-se em maio.
    pago o IR de 200,00 em maio levando-se em conta a data do pregão que foi ultimo dia de abril, ou pago em junho levando-se em conta a liquidação financeira que deu-se em maio?
    obrigado

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    • Mariano, numa dessas salas de bate-papo, uma contadora me garantiu: a receita trabalha com a data do desembolso, não do compromisso. Como a BOVESPA praticava o D+3 (agora vai ser reduzido para D+2), você tem até o dia 31 de maio para pagar o DARF. Apenas anotar que o fato gerador se deu no dia 06 de maio (acho eu, confira na nota de corretagem) porque houve no meio o feriado de 01 de maio.
      Bons investimentos

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      • Sim Mariano, na primeira linha (período de apuração) registre 06/05/2019 e você estará em dia com a Receita.Não desconte o IR na fonte (0,005%): este imposto será registrado no local devido e compensado pelo próprio sistema. Bons investimentos.

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      • Conejo, porque não descontar o IR na fonte.? foi debitado na fonte e foi pra receita correto?
        aí eu devo pagar o IR calculado menos o imposto retido, minha opinião. porque não descontar esse imposto retido?

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  2. O OLHAR DOS OUTROS.
    HOJE EM O GLOBO

    Investidores migram para fundos imobiliários por melhor rendimento
    Regina Pitoscia
    03 de maio de 2019 | 03h11
    A entrada de investidores nos fundos imobiliários nesses últimos meses deixa clara a decisão de abandonar a mesmice dos resultados na renda fixa em busca de um retorno mais interessante, mesmo que em troca de riscos e liquidez mais baixa.
    A rentabilidade média acumulada no ano pelos fundos até ontem estava em 6,47%, enquanto a da caderneta deve estar girando em torno de 1,2 ou 1,3% no mesmo período de comparação. Por aí já dá para entender a migração, mas há diferenças importantes entre os dois tipos de aplicação que devem ser consideradas pelos aplicadores.
    Segundo o sócio da Hedge Investments e especialista no setor, André Freitas, o universo dos fundos imobiliários no final do ano passado era composto por cerca de 200 mil cotistas, já no final de março deste ano essa marca passou para 287 mil, com avanço de nada menos de 44%. “A expectativa é a de que os fundos terminem o primeiro semestre com algo em torno de 350 mil aplicadores e crescimento de 75%”, projeta ele.
    O mercado parece convencido de que juros mais baixos e uma remuneração em torno de 0,40% ao mês na renda fixa vieram para ficar, na opinião do executivo. Se em meados do ano passado havia a expectativa de que os juros aqui poderiam até subir, especialmente para fazer frente à elevação os juros nos EUA, no momento ela está afastada. Primeiro porque há sinalizações de que os juros americanos não devem ser elevados no curto prazo e, segundo, pela economia doméstica que segue combalida e seria ainda mais afetada se as taxas subissem por aqui.
    Com esse cenário mais definido, é natural que as atenções se voltem para a renda variável como as ações e os próprios fundos imobiliários. Dois segmentos que atraíram os investidores e foram beneficiados com os juros baixos. Os fundos, no entanto, são menos vulneráveis a fortes oscilações do que as bolsas de valores. E por várias razões.
    Segundo Freitas, “os fundos têm previsibilidade maior de comportamento com um ativo identificado, contam com menos ingerência em seu operacional do que uma empresa com ações em bolsa”. Além disso, o lastro dos fundos, os imóveis, ficam menos expostos a fatores dos mercados externos, e sem tanta interferência da movimentação do capital estrangeiro. Condições que afetam diretamente e costumam provocar o sobe e desce nos preços das ações.

    “No final do ano passado o otimismo era maior”, diz Tiago Galdino, diretor financeiro da Imovelweb, um dos maiores portais de imóveis do País. Esperava-se que a tramitação da reforma da Previdência seria mais rápida, com definições ainda no primeiro trimestre. “Houve avanços, que ela vai acontecer, vai, é preciso saber quando”. …

    Ainda que dependa do desempenho do mercado de imóveis, Galdino destaca que outras variáveis influenciam e tendem a dar suporte aos fundos imobiliários. A primeira delas é que existe um amplo espaço para o crescimento do setor. “Nos Estados Unidos, 80 milhões de pessoas têm a sua poupança em fundos imobiliários, no Brasil, algo em torno de 265 mil. Aqui o mercado está ainda engatinhando”, constata ele. A segunda é que os dividendos proporcionados pelos fundos são isentos de imposto de renda, o que confere boa atratividade aos aplicadores.
    ….
    Tiago ressalta a importância de o investidor saber exatamente qual o tipo de investimento está aderindo. Isso porque dentro do setor há diferentes famílias de fundos, os que têm lastro em shoppings, hospitais, lajes corporativas (prédios comerciais), em prédios voltados para a educação ou logística. Ele explica que é necessário ler com atenção o prospecto, conhecer os detalhes do empreendimento, porque dependendo do seu lastro o fundo poderá ter maior ou menor liquidez, maior ou menor rentabilidade.

    (*) Texto editado em respeito aos direitos autorais do jornal. Ler a íntegra em O GLOBO

    Curtido por 2 pessoas

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