Cantinho do Conejo

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Conejo10, o Eterno Embaixador dos FIIs

“more pelo menos uma vez numa cidade grande, mas vá embora antes que ela o endureça; more pelo menos uma vez numa cidade a beira-mar, mas vá embora antes que ela o amoleça”

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1.328 comentários sobre “Cantinho do Conejo

  1. BRASIL ACIMA DE TUDO
    DEUS ACIMA DE TODOS

    7% DOS BRASILEIROS AFIRMAM QUE TERRA É PLANA,
    mostra pesquisa
    Crença é maior entre menos escolarizados e cristãos e cresce com redes sociais

    Uma parcela de 7% dos brasileiros acredita que o formato da Terra é plano, aponta uma pesquisa realizada pelo Instituto Datafolha no início deste mês. O levantamento contou com 2.086 entrevistados maiores de 16 anos em 103 cidades pelo país e foi o primeiro a estimar quantos no país duvidam que o planeta seja esférico —cerca de 11 milhões de pessoas.

    FSP de hoje

    Por favor, não me falem em opinião pública. O público não sabe o que quer, mesmo quando pensa que sabe.

    Curtido por 3 pessoas

    • Deve haver uns 10% de brasileiros que acreditam que o Lula é honesto e inocente e que a Dilma é eficiente e gerentona, então não duvido nada que acreditem em qualquer superstição ou mandinga

      Curtido por 3 pessoas

      • “We are socialists. We are the enemies of today’s capitalist system of exploitation … and we are determined to destroy this system under all conditions.”

        De quem será esse discurso?

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      • O “mito” sempre foi estatista e defensor de classes (no caso dele, militares), quase como um sindicalista. Isso o aproxima muito mais com a esquerda. Depois de passar por vários partidos do centrão, sem ideologia, achou o PSL que foi uma degeneração do antigo PL (esse sim, na teoria liberal e mais próximo da direita) e se filiou a esse partido e elegeu, como deputados, vários p…loucas sem ideologia nenhuma, mas que por razões lógicas, resolveu apoiar reformas liberalizantes que atraem eleitores cansados do estatismo e roubos dos governos anteriores. O S ao que parece é só um artifício para deixar o partido mais palatável para o eleitor que gosta da “ajuda” do Estado.
        Quando morava na Itália descobri que um partido (não me lembro o nome) dizia seguir a ideologia do socialismo liberal…nada mais incoerente sería possível…kkk

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      • Afinal, o nazismo era de esquerda ou de direita?

        Estava bem mais para a direita do que para a esquerda. Apesar de se chamar Partido Nacional Socialista dos Trabalhadores Alemães, o nazismo desprezava o comunismo ao estilo soviético.

        Por Tiago Cordeiro

        3 abr 2019, 11h58 – Publicado em 12 abr 2018, 17h37

        EDIÇÃO Felipe van Deursen

        Estava bem mais para a direita do que para a esquerda. Apesar de se chamar Partido Nacional Socialista dos Trabalhadores Alemães, o nazismo desprezava o comunismo ao estilo soviético. Ele tinha mais pontos em comum com o liberalismo econômico, uma bandeira tradicionalmente da direita, embora também tivesse elementos em comum com a esquerda (veja abaixo).

        Mais importante do que estar à direita ou à esquerda, o que realmente definia as políticas e os objetivos de Adolf Hitler não era nem o capitalismo nem o socialismo: era o racismo. O nazismo, da forma como se consolidou na década de 1930, era caracterizado por um nacionalismo para poucos, os alemães “arianos”. Qualquer outro grupo que não se encaixasse nisso não poderia participar do Estado alemão.

        MISTUREBA RACISTA
        Entenda os elementos do nazismo

        UMA ZONA
        O nazismo era claramente anticomunista, mas também era anticapitalista. Essa espécie de terceira via – que se manifestava, como diríamos no século 21, “contra tudo isso que está aí” – dizia que Karl Marx era detestável por ser judeu, e o capitalismo liberal era detestável por ser liderado por judeus

        NOME MENTIROSO
        O “Socialista” no nome do partido era propaganda política, pois os trabalhadores formavam a base eleitoral do país. A ideia era atrair esse público, até então ligado ao Partido Social Democrata. Já o Partido Comunista da Alemanha realmente era de esquerda e não tinha nada em comum com os nazistas

        OPOSIÇÃO DESTRUÍDA
        Até chegar ao poder, o Partido Nazista tinha um grupo socialista. Seu líder era Gregor Strasser, comandante da milícia armada SA. Mas, não por acaso, Strasser foi morto em 1934, na Noite dos Longos Punhais, ocasião que Hitler usou para afastar seus oponentes. Depois, a SA perdeu poder para uma nova tropa de elite, a SS

        MUNDO COMPLICADO
        A ideologia do nazismo mostra que o mundo era – e é – mais complexo do que a divisão tradicional entre direita e esquerda. Líderes capitalistas, como Winston Churchill, e comunistas, como Josef Stalin, concordavam com conceitos de superioridade racial, que estavam na moda na época, mas nunca defenderam abertamente o extermínio de um povo inteiro, como fazia Hitler

        CONTROLE RELATIVO
        Os nazistas usavam o Estado para controlar a economia, mas nunca pensaram em socializar todos os bens. Na prática, eles não eram totalmente contra os liberais capitalistas, desde que eles fossem favoráveis aos “verdadeiros alemães”, os “arianos”. Ou seja, o que importava no nome do partido não era o “Socialista”, era o “Nacional” – e “Nacional” significava um grupo específico de alemães

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      • Israel

        Por Caio Quero, BBC — Jerusalém

        02/04/2019 11h45  Atualizado há 3 meses

        Bolsonaro homenageia as vítimas do Holocausto em museu em Israel — Foto: Reuters/Ronen Zvulun

        O presidente Jair Bolsonaro visitou nesta terça-feira (2) o centro de memória do Holocausto Yad Vashem, em Jerusalém, museu público israelense que lembra as vítimas e aqueles que combateram o genocídio de seis milhões de judeus pelos nazistas.

        Bolsonaro visitou a exposição Flashes of Memory – Fotografia durante o Holocausto. Ele também depositou flores em homenagem às vítimas do nazismo e assinou o livro de honra do memorial.

        Além do museu, o complexo Yad Vashem abriga um importante centro de pesquisas sobre o período nazista.

        Em seu site, a instituição traz um breve histórico sobre a ascensão do partido nazista na Alemanha entre guerras.

        ’Protejam-se, não comprem de judeus’: além de perseguir judeus, Holocausto também levou à morte de ciganos e homossexuais — Foto: Museu Yad Vashem

        Ao abordar a situação alemã após o Tratado de Versailles, que selou a paz entre as principais potências europeias após a Primeira Guerra, o museu explica que havia um clima de frustração que, “junto a intransigente resistência e alertas sobre a crescente ameaça do Comunismo, criou solo fértil para o crescimento de grupos radicais de direita na Alemanha, gerando entidades como o Partido Nazista”.

        Em um post recente em seu blog, Metapolítica 17, Araújo escreveu que “a esquerda fica apavorada cada vez que ressurge o debate sobre a possibilidade de classificar o nazismo como movimento de esquerda”, explicando que, em um sua opinião, o nazismo foi um movimento de esquerda.

        “Livres dessa inibição, podemos facilmente notar que o nazismo tinha traços fundamentais que recomendam classificá-lo na esquerda do espectro político”, escreveu o chanceler, que já havia expresso opiniões semelhantes em outras ocasiões.

        Araújo faz parte da comitiva que acompanhou Bolsonaro na visita ao memorial.

        Direita ou esquerda?

        A discussão sobre se o movimento nazista alemão teria as mesmas origens do marxismo ganhou fôlego com a polarização do debate político no Brasil.

        Mas historiadores entrevistados pela BBC Brasil dizem que há uma “confusão de conceitos” que alimenta o debate e explicam que o movimento se apresentava como uma “terceira via”.

        “Tanto o nazismo alemão quanto o fascismo italiano surgem após a Primeira Guerra Mundial, contra o socialismo marxista – que tinha sido vitorioso na Rússia na revolução de outubro de 1917 –, mas também contra o capitalismo liberal que existia na época. É por isso que existe essa confusão”, afirma Denise Rollemberg, professora de História Contemporânea da Universidade Federal Fluminense (UFF).

        “Não era que o nazismo fosse à esquerda, mas tinha um ponto de vista crítico em relação ao capitalismo que era comum à crítica que o socialismo marxista fazia também. O que o nazismo falava é que eles queriam fazer um tipo de socialismo, mas que fosse nacionalista, para a Alemanha. Sem a perspectiva de unir revoluções no mundo inteiro, que o marxismo tinha.”

        A ideia de uma “revolução social para a Alemanha” deu origem ao Partido Nacional-Socialista alemão, em 1919. O “socialista” no nome é um dos principais argumentos usados nos debates de internet que falam no nazismo como um movimento de esquerda, mas historiadores discordam.

        “Me parece que isso é uma grande ignorância da História e de como as coisas aconteceram”, disse à BBC Brasil Izidoro Blikstein, professor de Linguística e Semiótica da USP e especialista em análise do discurso nazista e totalitário.

        “O que é fundamental aí é o termo ‘nacional’, não o termo ‘socialista’. Essa é a linha de força fundamental do nazismo – a defesa daquilo que é nacional e ‘próprio dos alemães’. Aí entra a chamada teoria do arianismo”, explica.

        ‘Besteira completa’

        Em setembro do ano passado, em entrevista ao jornal “O Globo”, o embaixador alemão no Brasil, Georg Witschel, afirmou ser “uma besteira completa” dizer que o nazismo foi um movimento político de esquerda. O diplomata afirmou que há amplo consenso entre historiadores alemães e mundiais de que Hitler liderava uma corrente política de direita.

        As declarações de Witschel foram dadas depois que a divulgação de um vídeo explicativo sobre o nazismo, publicado pela embaixada embaixada da Alemanha no Brasil e pelo consulado alemão no Recife (PE), provocou forte reação nas redes sociais no Brasil. Muito brasileiro contestou a representação alemã no país, questionando se o Holocausto realmente existiu e afirmando que o nazismo foi um movimento de esquerda.

        Com a legenda “Os alemães não escondem o seu passado. Saiba como se ensina história na Alemanha”, o vídeo tem pouco mais de um minuto de duração. A ideia era ressaltar a importância de não se esquecer os crimes do nazismo entre 1933 e 1945, período em que o Holocausto levou à morte de cerca de 6 milhões de judeus e de 5 milhões de pessoas de outros grupos, como homossexuais e ciganos.

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      • Caroline Aragaki – AtualidadesJornal da USP no ArRádio USP% dias atrás

        Nazismo ultrapassou tendências de esquerda ou de direita

        A discussão sobre se o movimento nazista alemão – cujo governo matou milhões de pessoas e levou à Segunda Guerra Mundial – teria as mesmas origens do marxismo voltou depois das declarações do presidente Jair Bolsonaro e do ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo. O ministro afirmou, em Jerusalém, que uma nova vertente de pesquisadores vê semelhanças entre o movimento nazista e a extrema esquerda, e sugere que as pessoas “estudem” e “leiam a história de uma perspectiva mais profunda”. Após visitar o Memorial do Holocausto, o presidente Bolsonaro defendeu que o nazismo foi um movimento de esquerda.

        O Jornal da USP no Ar analisa o tema, pela perspectiva do discurso e da história. O primeiro ponto é abordado por Izidoro Blikstein, professor de Linguística e Semiótica da USP e especialista do discurso nazista. A abordagem histórica é retomada com Everaldo de Oliveira Andrade, professor do Departamento de História Contemporânea da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP.

        Análise do discurso

        download do áudio

        De acordo com Blikstein, “o discurso nazista tinha um foco fundamental: enaltecer o povo alemão em defesa direta dos chamados arianos, uma população que viveu na Índia antiga e que corresponde à origem dos povos de línguas indo-europeias, entre elas o povo e a língua alemã”. Essa é a origem do arianismo, movimento que constitui o eixo da ideologia nazista.

        “A questão referente às tendências de esquerda ou de direita fica muito aquém do foco fundamental do nazismo”, afirma o especialista. O movimento desenvolveu diversas frentes por meio da propaganda e de discursos. Dentre eles, estava o antissemitismo, contrário do arianismo, e o anticomunismo, adversário do nazismo ao buscar o apoio das classes populares.

        Um exemplo citado por Blikstein consiste na ilustração do tabloide Der Stürmer (O Tempestuoso), que representava Trótski com o rosto típico de caricaturas judaicas por orelhas e nariz enormes, além de chifres na cabeça como referência à figura do diabo.“Trótski [um dos líderes do comunismo da Rússia e adversário de Stalin] era judeu e comunista. [A imagem era acompanhada] de um slogan que dizia que ‘judeus são a nossa desgraça, e o comunismo também’. Então Trótski encarnava os inimigos do povo: os judeus e o comunismo”.  

        Campo de concentração – Foto: vincent desjardins on Visual hunt / CC BY

         

        Partido Nacional-Socialista dos Trabalhadores Alemães era o nome do partido liderado por Hitler. O professor aponta que colocar o “nacional” em primeiro lugar enfatizava a importância do nacionalismo. “Era importante que o partido nazista celebrasse a necessidade do nacionalismo alemão, e que fosse um nacionalismo com raízes populares [representado pela palavra folks, que indicava o povo].”

        Ainda de acordo com ele, “a questão do apoio à extrema direita acabou ficando em uma posição secundária”, mas a propaganda nazista optou por não insistir nos ataques à burguesia e ao capitalismo, porque precisava desse capital. “O foco principal acabou sendo o semita, o judeu – não só o judeu, mas as ‘antirraças’ que eram consideradas degeneradas (ciganos, negros e também os homossexuais e deficientes físicos), que não poderiam contaminar o ariano alemão, a raça pura que garantiria a paz e felicidade para o mundo.”

        Quanto ao movimento negacionista que trata o Holocausto como algo que não existiu, Blikstein ressalta que se trata de algo falso. O Holocausto existiu e está comprovado pelo livro Os crematórios de Auschwitz: a maquinaria do assassínio em massa, de Jean-Claude Pressac. “Na verdade, o que aconteceu é que o genocídio praticado pelo nazismo foi único, porque partiu de uma teoria da qual os seguidores estavam completamente convencidos”, questão abordada no livro Os carrascos voluntários de Hitler: o povo alemão e o Holocausto, de Daniel Goldhagen. A obra diz justamente que “a Alemanha inteira sabia do que estava acontecendo e não reagiu porque Hitler estava oferecendo a prosperidade ao povo alemão”.

        Perspectiva histórica

        download do áudio

        Para Andrade, “a afirmação do presidente é preocupante”, no que diz respeito a uma identidade entre o comunismo, o socialismo e o movimento nazista. “Não sei se é por falta do conhecimento elementar, que os estudantes têm já no fundamental, sobre isso. Se é uma questão que visa a desqualificar o trabalho dos historiadores, da ciência. Ou se é uma proposta que visa a desviar o foco das questões mais centrais do Brasil.”

        O movimento nazista é fundado em janeiro de 1919, na cidade de Munique, na Alemanha, e tem origem com muitos ex-militares combatentes da 1ª Guerra Mundial frustrados com a derrota da Alemanha. “Na década de 20, esse movimento tem um crescimento principalmente com um discurso e ação de rua combatendo justamente a esquerda alemã, que era muito forte – com dois grandes partidos que possuíam milhões de apoiadores (mais de 11 milhões de votos): o SPD (Partido Social-Democrata) da Alemanha e o Partido Comunista”, afirma o professor.

        O que pode ter provocado a confusão de que o nazismo se associa com comunismo e socialismo, de acordo com Andrade, “é o fato de que o partido tem o nome ‘nacional socialismo’, que não é uma identificação com o socialismo, mas um subterfúgio para enganar os trabalhadores do real intuito do partido nazista: combater o movimento operário”.

        O historiador aponta que “o partido nazista não teve o maior apoio popular da época”. Nas eleições próximas à chegada de Hitler ao poder, em 1932, o partido nazista chega a conseguir 11 milhões de votos, enquanto o Partido Comunista e o Partido Socialista alemães conseguiram, juntos, 13 milhões e 200 mil votos. “É até famosa uma posição do Trótski clamando que os comunistas e socialistas se unissem porque teriam mais força para derrotar o nazismo.” Diferentemente, poucos conhecem sobre a perseguição nazista contra movimentos de esquerda: “Milhares de militantes do partido socialista e comunista também foram mutilados nos campos de concentração. Não há nenhuma identidade entre as duas posições”.

        Andrade destaca a tentativa dos setores liberais de desvincularem os empresários e o capitalismo alemão do nazismo, o que considera “uma grande imprecisão, pois o movimento nazista teve financiamento dos empresários alemães. O período nazista no governo foi um período de prosperidade do capitalismo alemão”.

        Por fim, o especialista explica que a história é uma ciência com 200 anos de trabalho. O trabalho do historiador é baseado em documentação – não só escritos, mas fotografias, declarações, imagens. Esse material é interpretado pelo historiador com técnicas nas mais diversas plataformas. E com debate de outros historiadores e interpretações. “Não é uma opinião sobre determinado assunto. É um conhecimento científico construído através da comprovação documental e confrontação com outras opiniões (historiografia)”, enfatiza Andrade.

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      • SIM !!! O nazismo desprezava o comunismo ao estilo soviético… SÓ QUE!!!!
        Queria implantar o comunismo / socialismo estilo alemão, Pô!!

        >>>>> Parem de divulgar essas análises rasas.

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      • Pare você com análises rasas. Infelizmente, ou felizmente, a internet permite pessoas como você.

        Não há um post seu sobre FII, ou qualquer outro assunto, que se salva. Você reclama de tudo e de todos. Capacidade analítica, em qualquer assunto, igual a zero.

        Um dia, você reclama do DY; no outro, da gestão, no outro, do sistema; no outro, do Judiciário. Ah, claro, aquilo que você pensa do mundo é que o certo.

        Não é a toa que um fritador de hambúrguer, com todo respeito a quem trabalha na chapa, acha que é capaz de ser embaixador.

        Fui…

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    • O cidadão pode acreditar naquilo que ele julgar pertinente. Por sorte não existem argumentos minimamente plausíveis contra aquilo que foi comprovado pela ciência. A ciência não possui inclinação religiosa e política.
      7% é um número relativamente baixo em um país cuja grande maioria da população não lê pelo menos 1 livro por ano.

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      • Sim. Análise científica alguma é pura. Tudo depende do ponto de vista do observador. Ni fundo, tudo é uma questão de consenso a respeito do paradigma. Não que eu seja adepto do relativismo, mas por entender que o conhecimento nunca é absoluto. Há sempre algo por descobrir.

        Exemplo clássico: a terra como centro do sistema; hoje, porém, o consenso é que este centro seria o sol.

        Não há nada de errado na análise revisionista. O problema é como essa análise é feita, como se fosse algo impositivo, sem pesquisa. Apenas fundada na opinião.

        Exemplo atual: a terra não é plana e, contra isso, não existe estudo sério algum. Pode algum dia surgir, claro que pode. Mas, por enquanto, o melhor consenso é no sentido de a terra ser “esférica”. Se a pessoa quer acreditar na terra plana, ela estará acreditando em uma opinião. Idem quanto ao nazismo.

        O mesmo vale para os FIIs. Exemplo: XPCM é um fundo ruim? Quem ganhou DY alto pode achar que não; quem está no prejuízo, pode achar que sim. Entretanto, FII, ou qualquer outro investimento, não é achismo, mas análise séria. Quem comprou XPCM sabendo dos riscos, não há nada do que reclamar. Quem comprou sem saber dos riscos, fez compra no achismo e não em uma análise.

        Menos achismo e mais estudo.

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      • A Datafolha, como é de praxe, formula pesquisas utilizando certas perguntas, que induzem o entrevistado a dar respostas que favoreçam a tese que lhes são convenientes. Quem preza pelo rigor estatístico e não tem problemas cognitivos consegue perceber isso muito facilmente.
        Nesse caso, será que o fator determinante para essas respostas que afrontam as coisas mais banais demonstradas pelas ciências é o posicionamento político ou religioso?
        Eu aprendi sobre o heliocentrismo na escola, então para mim, o fator mais relevante seria a destruição do Sistema Educacional do País em todos os governos pós 90. Poderia fazer uma pesquisa para demonstrar essa tese tb….rs

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  2. Saiu hoje em CARTEIRAS DO BLOG os fundos que compõem minha carteira, são 21 fundos, com uma renda média de 0,76%, o que é muito bom e muito ruim. Bom porque dificilmente você recebe hoje mais de 9% liquido ao ano. Ruim por haver uma forte dependência de fundos de papel (38,70%). Noto também 21% em fundos de agências que todos DEVEM saber vão pipocar problemas a partir de 2013.

    Mas como escrevi naquele estudo ENCONTREI ALGUÉM PARA PAGAR MINHAS CONTAS (disponível aqui, ir descendo até agosto), não dá para montar uma carteira e ir comer uma fondue em Chamonix: temos que acompanhar o dia-a-dia do mercado dos FIIs.

    Bons investimentos para todos.

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    • Sim, vendi hoje. Minha idéia era vender e no dia seguinte recomprar: criaria um prejuizo fiscal para pagar menos IR nas minhas vendas lucrativas e ficaria com XPCM num patamar suportável por mais 12 meses, à espera de algum milagre.
      Mas tive acesso a uma nota oficial da Petrobrás em que se explica, porque vai sair e para onde vão seus funcionários.
      Para mim, não tem volta: prédio sofisticado numa cidade fantasma, ninguém vai querer, seria como comprar uma Mercedes para rebocar areia.

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      • Essa sua idéia de vender para pagar menos IR e recomprar é interessante. Para mim não no caso da XPCM (pois vendi há 2 meses (graças aos comentários daqui do Blog). Vendi sem lucro, mas considerando os rendimentos, foi bom. Mas ainda tenho FIGS (perdi o timing).

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      • Renata, perder em um fundo faz parte, o perigo é quando a carteira não é diversificada.
        Até a subida dos fundos eu tinha perdido 270 mil reais que já recuperei integralmente e se vendesse hoje minha carteira ainda ganharia mais 150 mil reais fora os 100 mil que já ganhei neste ano vendendo com lucro.
        Por isso que náo choro o leite derramado de XPCM, cujo prejuizo (29.000,00) será integralmente compensando nas vendas que ainda farei neste ano (no momento estou tentando vender OUJP com lucro de 6 mil reais).

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  3. XPCM11

    Se és capaz de manter a calma quando
    Ao teu redor todo mundo a perdeu e te culpa
    E a todos, no entanto, encontrares uma desculpa….

    Quantidade de cotas vendidas até as 10:45 = 13.000
    Quantidade de cotas disponíveis = 2.414.570

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    • Me pegou de surpresa. No máximo esperava uma negociação para baixo no aluguel.
      Estou acompanhando o IFIX, muita gente querendo cair fora, o mercado abriu na faixa de 75 reais mas tem gente querendo vender por 60 reais, levando o assunto para o leilão. Como meu PM é em torno de 90 reais, ou aguardar a poeira acentar para só depois me decidir. Recomendo cautela….

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  4. Fundos novos ou recentes que constam na minha carteira:

    OULG11B (110,00/0,82 = 0,74)
    OUJP11 (112,50/0,80 = 0,71%)
    BCIA11 (121,60;1,00 = 0,82%)
    UBSR11 (109.82/0,94 = 0,85%)

    Não são indicações. Não tenho nem capacidade cognitiva (conhecimento pleno) nem legitimidade profissional (inscrição na CVM) para recomendar nada.

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  5. Eu morro e não vejo tudo. Linda matéria hoje no GLOBO sobre os próximos passos para os fundos imobiliários, Infelizmente não consegui dar um print para trazer para cá, mas espero que o censor de plantão libere o link já que vai cair na moderação.
    Bom fim de semana e sempre os melhores investimentos, eh eh


    Fundos imobiliários vão se valorizar ainda mais, dizem gestores

    Para esses profissionais, escritórios, shopping centers e galpões são os melhores investimentos, nessa ordem
    Por Júlia Lewgoy, Valor Investe — São Paulo

    05/07/2019 15h47 Atualizado há 18 horas

    Com queda de juros e perspectiva de retomada do crescimento econômico no longo prazo, os fundos imobiliários já trouxeram ótimos ganhos a investidores. O índice Ifix, que pode ser encarado como o “Ibovespa dos fundos imobiliários”, rendeu 11,67% no primeiro semestre deste ano. Para se ter uma ideia de como esse percentual é bom, a taxa Selic está em 6,5% ao ano. A grande pergunta agora é: eles já renderam tudo que tinha para tender? Longe disso.

    Para os gestores de fundos imobiliários Leandro Bousquet, da Vinci Partners, e Ricardo Almendra, da RBR Asset Management, a valorização não vai parar por aqui e ainda é um ótimo momento para investir nesses ativos.

    “A queda de juros ainda não refletiu no preço dos fundos imobiliários e existe oportunidade agora”, disse Bousquet, durante o Expert 2019, evento de investimentos realizado em São Paulo.

    Escritórios, shopping centers e galpões são os investimentos preferidos dos gestores, nessa ordem. “O preço do aluguel de escritórios em São Paulo vai subir muito, independentemente do Brasil ir bem. Nas melhores localizações, já vejo o aluguel subindo de 30 a 40%”, disse Almendra.

    As regiões da capital paulista onde os escritórios mais devem se valorizar são Faria Lima, Itaim, Vila Olímpia e Paulista, onde o nível de vacância — período em que os imóveis não estão ocupados — é muito baixo. Já a região da Chácara Santo Antônio e a zona Sul ainda tem um nível de vacância alto.

    Outra aposta de Almendra é que o preço de aluguel de imóveis de alto padrão em São Paulo também vai subir bastante, acima da inflação, mas não tanto como o valor dos escritórios. “É uma boa hora para investir e para comprar apartamento”, disse.

    E o que é uma expectativa satisfatória de retorno para investir em um fundo? Para fundos de tijolo, como são conhecidos os que têm o objetivo de comprar ou construir imóveis para alugar e gerar uma renda mensal, a partir de 12% ao ano, segundo Almendra.

    Já para fundos de CRI (Certificado de Recebíveis Imobiliários), que têm o objetivo de aplicar em títulos de dívida imobiliária, 7% ao ano mais a inflação é considerada uma boa taxa de retorno.

    Entenda o que são fundos imobiliários
    Os fundos imobiliários são recomendados como uma alternativa para diversificar a carteira de investimentos. Eles são investimentos de renda variável, mas, diferente das ações, aplicam em imóveis em vez de empresas.

    Assim como um imóvel próprio alugado, as cotas garantem uma remuneração mensal ao investidor. Porém, o retorno dos fundos pode ser maior, pois o gestor pode diversificar os investimentos e tem acesso a grandes empreendimentos.

    Outra vantagem dos fundos imobiliários é a isenção de imposto de renda sobre os rendimentos. Porém, a venda das cotas com lucro é taxada em 20%. Além disso, esses fundos podem cobrar taxas de administração, gestão e performance.

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      • Enquanto a Selic se mantiver baixa, acredito em cenário muito favorável para FII, mais na subida das cotações do que dos rendimentos. Mas engraçado a cabeça do investidor Conejo, a cota sobe e o yield abaixa, automático né, aí o investidor já reclama da gestão.

        Ou seja, para alguns a Gestão também teria que atuar como reguladora de preços das cotas, coisa que quem faz é o Senhor Mercado. E quase sempre sem uma razão.

        Em tempo: hoje vou do chileno Carmenere!

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  6. Boa Noite Conejo, tudo certo?

    Gostaria de saber se continua com sua “estratégia” de NSLU11. Sempre que vejo ele subindo e descendo, lembro de suas palavras aqui no grupo, comprar na casa dos 210 e vender na casa dos 260, não será de um mês para outro as ele sempre faz esse movimento.

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    • Salve Matheus, bom ouvi-lo novamente.
      Pode me chamar de inconsequente mas escolho o copo de acordo com o vinho.
      NSLU realmente voltou a chamar minha atenção quando ficou abaixo de 250 reais, com retorno de 0,67%, excelente nesses momentos de alta.
      Tenho tentado comprar mais até no máximo 252,00, vida que segue. Me chamou a atenção um fundo novo, de papel: MGFF está rendendo 0,8%.
      Espuma de espertos? Veremos dia 7, quando deve ser anunciada a renda para julho. Bons investimentos.

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  7. Pensando em subscrever VRTA?
    Tentei fazer previsão do custo de um direito comprado para quem não é cotista ou quer adquirir mais cotas:
    A compra de direitos foi aberta a terceiros. Mas tem que fazer a conta: custo da cota na subscrição + valor pago pelo direito de preferencia = valor menor que comprar no secundário. Exemplificando: digamos que esses direitos estejam sendo vendidos a 35 reais cada. Então 115,00 + 35,00 = 150,00. Nesse caso fica maior que o preço no mercado secundário. Para que haja alguma vantagem em adquirir direitos de preferencia seria se se valor fosse no máximo 20 reais (custo da subscrição = 135,00, que talvez seja para onde o futuro preço, após liberação, vai se acomodar).
    Mais do que 20 reais NÁO ENTRAREI, abaixo de 20 reais, quanto menor mais tentarei comprar.

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  8. OS FUNDOS ESTÃO CAROS?
    Pois continuam subindo.

    Fiz uma revisão nos dados da carteira (*) e a mesma está retornando 0,69% a.m., mesmo com elevação do custo no mercado secundário.

    Ou seja, os fundos estão retornando 8,28% sem contar juros sobre juros.

    A poupança rendendo em torno de 4,55% ao ano.

    A renda fixa, com o come-cotas, acompanha a inflação (4,66%).

    Então, FII é ou não é a oitava maravilha do mundo?

    Mas para quem está chegando, como iniciar, como aplicar, como administrar, sobretudo como escolher?

    Só estudando. O Tetzner oferece alguns cursos e sempre tem corretoras que simulam carteira segundo o perfil do investidor.

    E não esquecer nunca: tem dúvidas? Pergunte.

    Como eu digo sempre: “Mais vale ficar vermelho um minuto na vida do que amarelo para o resto da vida”.

    (*) Acompanhe minha carteira na próxima edição de Carteiras do Blog.

    (Scrou…barulho do tilintar das pedras de gelo no meu Chivas semanal, eh eh)

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  9. OS FIIs ESTÃO CAROS?

    Sim, se consideramos os retornos. Meus 23 fundos estão rendendo na média 0,61%. Outros colegas, que estudam mais, conhecem mais, pesquisam mais, provavelmente possuem rendimento bem melhor.
    Mas se considerarmos que a caderneta de poupança em abril de 2019 foi de 0,3715% e que os fundos de renda fixa estão batendo com a inflação, em torno de 5%, então há espaço para deixarmos dinheiro nos fundos imobiliários.
    Mas e os preços de aquisição, não importa?
    Não vou entrar nessa discussão, final o que veio antes, o ovo ou a galinha?
    Se me pedissem uma dica (e não sou credenciado pela CVM para dar conselhos) eu diria o que estou fazendo: estou entrando nas IPOS e nas chamadas de capital.
    Mas as chamadas de capital estão sendo direcionadas para os atuais cotistas e investidores qualificados ou profissionais!
    Bom, então adquiro no secundário os direitos de preferência ou compro cotas COM DIREITOS. Do preço pago abato a próxima renda e o valor fica mais palatável.
    E assim vamos girando a carteira: vendendo os fundos inflados e comprando os fundos esquecidos, agregando cada vez mais metros quadrados em meu patrimonio.
    Bons investimentos!

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    • Estou nesse mesmo racional. De metro quadradro em metro quadrado a galinha enche o Papo.

      Sr. CONEJO, vou perguntar uma dúvida pessoal: o Sr. tem paciência para ir aguardando o melhor timing para compras, ou seja, vai colocando mensalmente o dinheiro dos aportes numa reserva para aproveitar oportunidades ou todo — talvez quase todo — mês tem que fazer aportes?

      Há várias vertentes, a que diz que o aporte é o mais importante, independente do preço; a que o preço é o mais importante entre outras tantas.

      Ou seja, numa época de excesso de informação, a falta de paciência pode proporcionar o famoso “comprar caro”.

      Eu valorizo muito a experiência. E as vezes os mais jovens podem pagar caro pelo excesso de ansiedade, o famoso querer ficar rico rapidamente.

      Obrigado desde já.

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  10. Conejo, td bem: espero que sim.
    por favor ajude numa duvida.
    O IR de lucro de uma operação deve ser pago levando-se em conta a data do pregão ou a data da liquidação financeira?
    exemplo : fiz venda de FII no ultimo dia util do mes de abril com lucro de 1.000,00, IR de 200,00
    a liquidação financeira deu-se em maio.
    pago o IR de 200,00 em maio levando-se em conta a data do pregão que foi ultimo dia de abril, ou pago em junho levando-se em conta a liquidação financeira que deu-se em maio?
    obrigado

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    • Mariano, numa dessas salas de bate-papo, uma contadora me garantiu: a receita trabalha com a data do desembolso, não do compromisso. Como a BOVESPA praticava o D+3 (agora vai ser reduzido para D+2), você tem até o dia 31 de maio para pagar o DARF. Apenas anotar que o fato gerador se deu no dia 06 de maio (acho eu, confira na nota de corretagem) porque houve no meio o feriado de 01 de maio.
      Bons investimentos

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      • Sim Mariano, na primeira linha (período de apuração) registre 06/05/2019 e você estará em dia com a Receita.Não desconte o IR na fonte (0,005%): este imposto será registrado no local devido e compensado pelo próprio sistema. Bons investimentos.

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      • Conejo, porque não descontar o IR na fonte.? foi debitado na fonte e foi pra receita correto?
        aí eu devo pagar o IR calculado menos o imposto retido, minha opinião. porque não descontar esse imposto retido?

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      • O IR descontado na fonte, de apenas 0,005%, serve para a Receita acompanhar nossas vendas, daí o nome dedo-duro.

        Ele será compensado na Declaração de Ajuste Anual no local devido (Aba GANHOS DE CAPITAL, ação OPERAÇÕES COM FUNDOS IMOBILIÁRIOS, coluna IMPOSTO A COMPENSAR).

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  11. O OLHAR DOS OUTROS.
    HOJE EM O GLOBO

    Investidores migram para fundos imobiliários por melhor rendimento
    Regina Pitoscia
    03 de maio de 2019 | 03h11
    A entrada de investidores nos fundos imobiliários nesses últimos meses deixa clara a decisão de abandonar a mesmice dos resultados na renda fixa em busca de um retorno mais interessante, mesmo que em troca de riscos e liquidez mais baixa.
    A rentabilidade média acumulada no ano pelos fundos até ontem estava em 6,47%, enquanto a da caderneta deve estar girando em torno de 1,2 ou 1,3% no mesmo período de comparação. Por aí já dá para entender a migração, mas há diferenças importantes entre os dois tipos de aplicação que devem ser consideradas pelos aplicadores.
    Segundo o sócio da Hedge Investments e especialista no setor, André Freitas, o universo dos fundos imobiliários no final do ano passado era composto por cerca de 200 mil cotistas, já no final de março deste ano essa marca passou para 287 mil, com avanço de nada menos de 44%. “A expectativa é a de que os fundos terminem o primeiro semestre com algo em torno de 350 mil aplicadores e crescimento de 75%”, projeta ele.
    O mercado parece convencido de que juros mais baixos e uma remuneração em torno de 0,40% ao mês na renda fixa vieram para ficar, na opinião do executivo. Se em meados do ano passado havia a expectativa de que os juros aqui poderiam até subir, especialmente para fazer frente à elevação os juros nos EUA, no momento ela está afastada. Primeiro porque há sinalizações de que os juros americanos não devem ser elevados no curto prazo e, segundo, pela economia doméstica que segue combalida e seria ainda mais afetada se as taxas subissem por aqui.
    Com esse cenário mais definido, é natural que as atenções se voltem para a renda variável como as ações e os próprios fundos imobiliários. Dois segmentos que atraíram os investidores e foram beneficiados com os juros baixos. Os fundos, no entanto, são menos vulneráveis a fortes oscilações do que as bolsas de valores. E por várias razões.
    Segundo Freitas, “os fundos têm previsibilidade maior de comportamento com um ativo identificado, contam com menos ingerência em seu operacional do que uma empresa com ações em bolsa”. Além disso, o lastro dos fundos, os imóveis, ficam menos expostos a fatores dos mercados externos, e sem tanta interferência da movimentação do capital estrangeiro. Condições que afetam diretamente e costumam provocar o sobe e desce nos preços das ações.

    “No final do ano passado o otimismo era maior”, diz Tiago Galdino, diretor financeiro da Imovelweb, um dos maiores portais de imóveis do País. Esperava-se que a tramitação da reforma da Previdência seria mais rápida, com definições ainda no primeiro trimestre. “Houve avanços, que ela vai acontecer, vai, é preciso saber quando”. …

    Ainda que dependa do desempenho do mercado de imóveis, Galdino destaca que outras variáveis influenciam e tendem a dar suporte aos fundos imobiliários. A primeira delas é que existe um amplo espaço para o crescimento do setor. “Nos Estados Unidos, 80 milhões de pessoas têm a sua poupança em fundos imobiliários, no Brasil, algo em torno de 265 mil. Aqui o mercado está ainda engatinhando”, constata ele. A segunda é que os dividendos proporcionados pelos fundos são isentos de imposto de renda, o que confere boa atratividade aos aplicadores.
    ….
    Tiago ressalta a importância de o investidor saber exatamente qual o tipo de investimento está aderindo. Isso porque dentro do setor há diferentes famílias de fundos, os que têm lastro em shoppings, hospitais, lajes corporativas (prédios comerciais), em prédios voltados para a educação ou logística. Ele explica que é necessário ler com atenção o prospecto, conhecer os detalhes do empreendimento, porque dependendo do seu lastro o fundo poderá ter maior ou menor liquidez, maior ou menor rentabilidade.

    (*) Texto editado em respeito aos direitos autorais do jornal. Ler a íntegra em O GLOBO

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