Cantinho do Conejo

conejo1-11

Conejo10, o Eterno Embaixador dos FIIs

“more pelo menos uma vez numa cidade grande, mas vá embora antes que ela o endureça; more pelo menos uma vez numa cidade a beira-mar, mas vá embora antes que ela o amoleça”

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1.071 comentários sobre “Cantinho do Conejo

  1. Obrigado Conejo.
    Parabens Elisio e Conejo
    Eu tambem faço parte dos que ja estavam nesse mundo quando o basil foi campeao mundial pela primeira vez.
    quando o homem pisou na lua etc. rs..
    Fecho 60 anos, meio do ano.
    Estou gostando e me sinto insentivado, de ver veteranos investidores.
    abçs.

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    • E agora, o que vou dizer para minhas viúvas e órfãos? Vi no book uma resistência em UBSR que, ontem, vendi na faixa de 104,00, Pois agora botei o restante para vender a 105,47, mal fechei a ordem e as cotas já tinham sido vendidas? Então se o mercado está doido não chame o médico – vá vendendo o que está no azul e comprando o que está no vermelho. Depois que as melancias se acomodarem no caminhão dê uma parada e, enquanto os outros ficam se perguntando o que está ocorrendo, recicle sua carteira. Cavalo encilhado na porta da estância não se desperdiça…

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      • Valeu, Conejo !
        Excelente conselho, fruto da experiência !
        Vamos aproveitar e reciclar a Carteira, com as “paradinhas” para ” as melancias se acomodarem no caminhão”… Dê uma “olhada” se ficaram bem acomodadas e vamos em frente …
        Abraços

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  2. Regra dos 4% diz quanto se deve poupar para aposentar
    No Brasil, modelo é bom para investidor agressivo, já que aposta em ações
    • Michel Viriato
    São Paulo
    Com a recente queda das taxas de juros, aqueles que estão próximos de se aposentar ou estão planejando a aposentadoria provavelmente se questionam sobre as seguintes três dúvidas: quanto preciso possuir para me aposentar, quanto posso retirar por ano com essa soma, e se será suficiente por todo o prazo de minha aposentadoria.
    A convergência da taxa básica de juros brasileira para níveis mais próximos dos internacionais traz à discussão uma regra usualmente aceita no exterior sobre a taxa de retirada segura de recursos na aposentadoria, a regra dos 4%, proposta por William Bengen e publicada em 1994 no Journal of Financial Planning.
    Curiosamente as premissas de Bengen, na época de sua publicação, são próximas da realidade de taxas de retorno esperadas para o Brasil no atual momento. Seu estudo considerou como retorno esperado anual para renda fixa, bolsa e inflação, respectivamente as taxas de 5,2%, 10,3% e 3% ao ano. Atualmente, as taxas esperadas brasileiras para os mesmos ativos podem ser consideradas cerca de 1% maiores, ou seja, 6,4%, 11,3% e 4% ao ano.

    Bengen verificou que para um indivíduo com 65 anos e com horizonte de retiradas na aposentadoria de 30 anos, a taxa de retirada para que o portfólio seja suficiente seria de 4% no primeiro ano da aposentadoria e esse valor ser corrigido pela inflação. Por exemplo, se tem R$300 mil aos 65 anos, poderia retirar R$12 mil (4% de R$ 300 mil) no primeiro ano e esse valor de retirada subir com a inflação nos 30 anos seguintes.
    ….
    Considerando essa distribuição de 50% em cada uma dessas de classes de ativos e os respectivos retornos, o portfólio era esperado render 8,2% ao ano, ou seja, 5,2% acima da inflação. Veja que esse retorno significa 128% do CDI atual e o retorno acima da inflação é similar ao alcançado com os títulos públicos brasileiros de longo prazo.
    Seguindo essa regra dos 4%, se você deseja se aposentar com segurança aos 65 anos com uma renda de R$5 mil por mês, deveria ter um patrimônio de R$1,5 milhões. Com esse valor, poderia retirar R$60 mil (4% de R$ 1,5 milhão) no primeiro ano, pois por mês teria a retirada desejada.

    Apesar de ser uma regra internacionalmente aplicada e simples para sanar as dúvidas iniciais, deve-se atentar para as características de cada investidor. Os riscos de investimento em bolsa no Brasil são significativamente maiores, então manter 50% em ações é considerado agressivo para quem se aposenta.
    Michael Viriato é professor de finanças do Insper e sócio da Casa do Investidor
    Este material, aqui editado por respeito aos direitos autorais, saiu hoje na F. de S. Paulo, onde o interessado por ler a íntegra.
    Embora eu pessoalmente, por meu perfil (idoso, aposentado, patrimônio formado), prefira 100% em FIIs, os mais novos têm a obrigação de estudar todas as possibilidades de formar patrimônio pensando na aposentadoria. Bons investimentos.

    Curtido por 2 pessoas

    • Olha ai, um colega de 80 anos (fiz 78 semana passada) pedindo sugestões. Existe algo mais positivo?

      É claro que posso analisar sua carteira. Mas algumas advertências:

      1) dizem que o Velho Diabo é sábio não porquê [e Diabo, mas porquê é Velho. Conheço alguma coisa de FII por ser uma testemunha ocular da história, já que invisto desde 2002.

      2) Você sabe que é vedado fazer recomendação quem não for credenciado pela CVM; neste blog do Tetzner fazemos no máximo sugestões;

      3) Não sou a pessoa mais apta para fazer análise, já errei muito sozinho.

      Isso posto exponha por favor sua carteira, expressa percentualmente (não precisa informar o valor real da carteira) que nossos diversos amigos aqui do blog vão dar seus pitacos. Do total muita coisa boa vai sair.

      Mãos à obra, Elíseo Loza!

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      • Grato Snr. Conejo por atender meu pedido. Segue minha carteira para analise.
        aefi11 7.5%
        bbpo11 15.16%
        brcr11 17.97%
        fexc11 6.10%
        fiib11 4.37%
        grlv11 8.23%
        kncr11 4.12%
        knri11 3.13%
        mxrf11 24.65%
        pqdp11 0.25%
        sdil11 4.36%
        visc11 4.12%

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      • Eliseo

        segue o consolidado setorial da carteira

        Segmento %
        Agências 15,2%
        FII de Papel 28,8%
        Escritórios 21,1%
        Universidades 7,5%
        IGPM 6,1%
        Logístico 12,6%
        Shoppings 4,4%
        Industriais 4,4%

        vejo demasiada concentração em FII de Papel… especialmente MXRF que provavelmente foi resultado da fusão XPGA+MXRF

        consideraria melhorar a distribuição e reduzir concentrações; da mesma foram que uma exposição de 0,25% em PQDP agrega pouco a meu ver

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      • Re-post do carteira comentadas aqui.
        não conheço a fundo todos os fundos dele, apesar de 5 fundos em minha carteira (bbpo, fiib, knri, sdil, visc) e já ter tido (aefi, brcr, mxrf)…
        E ai que vejo o problema sei pq sai de cada um deles:
        AEFI – vendi com lucro para comprar bens
        BRCR – risco “básico” das 3C sem previsibilidade de mercado, posteriormente com piora na qualidade dos imóveis e desconfiança total na gestora.
        MXRF – Eterna promessa, diz que vai e não vai, gestão que só quer o recurso da taxa adm assim como a 3C.
        Nessa situação o que me preocupa são esses dois últimos fundos, o % deles na carteira somados dão 42,62% de RISCO para mim mais alto pelo que entregam. outra atenção que tem que tomar é com BBPO na questão do final dos contratos.

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      • Eliseo, olha só que beleza. Além das análises de conteúdo dos colegas tivemos mais comentários lá em CARTEIRAS COMENTADAS, que replico aqui: Eu pessoalmente vejo que a carteira é conservadora e bem distribuída (12 fundos) e não vislumbro sugestões, mesmo porque 7 desses fundos também estão na minha carteira. Vamos lá?

        Vitor Euphrasio da Silva disse:
        segunda-feira, 21 maio, 2018 às 22:53
        Visto que a carteira é conservadora, eu colocaria uns 3% de pimenta, eu acrescentaria um MFII11 para dar uma elevada na renda ainda mais agora com preço bem atraente, batendo 1% de renda líquida, acho que o risco vale a pena.

        matheusmld disse:
        terça-feira, 22 maio, 2018 às 09:10
        não conheço a fundo todos os fundos dele, apesar de 5 fundos em minha carteira (bbpo, fiib, knri, sdil, visc) e já ter tido (aefi, brcr, mxrf)…
E ai que vejo o problema sei pq sai de cada um deles:
AEFI – vendi com lucro para comprar bens
BRCR – risco “básico” das 3C sem previsibilidade de mercado, posteriormente com piora na qualidade dos imóveis e desconfiança total na gestora.
MXRF – Eterna promessa, diz que vai e não vai, gestão que só quer o recurso da taxa adm assim como a 3C.
Nessa situação o que me preocupa são esses dois últimos fundos, o % deles na carteira somados dão 42,62% de RISCO para mim mais alto pelo que entregam. outra atenção que tem que tomar é com BBPO na questão do final dos contratos.

        Adaman disse:
        terça-feira, 22 maio, 2018 às 16:23
        Como ele é rentista, diminuiria a participação em Agencias Bancárias para evitar o “streess” que acontecerá no revisão dos contratos e aumentaria em Shoppings… Poderia aproveitar a queda do PQDP e colocar uns 5%, assim como aproveitar a oportunidade e entrar em ABCP …
Também pode “apimentar” um pouco e colocar uns 5% em MFII…
Deste 12 fii´s, tenho 8 na minha carteira de 18 fii´s.
Abs

        Espero que essas análises o ajudem a consolidar seus investimentos. Conhece meus 3 NUNCAS?

        NUNCA PARE
        NUNCA DESISTA
        NUNCA É TARDE.

        Bons investimentos para todos.

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  3. Mestre Conejo. Bom dia.
    Inflaçao podera voltar. Como os investidores iniciantes devem se comportar. deve aguardar sabendo que se a selic subir os fiis caem, ou deve comprar para aumentar o patrimonio, ou tem um setor nos fiis bom para investir nesse momento?

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    • Curtindo, iniciante tem de ir devagar. E para quem vai devagar, erra pouco. Uma Selic assim tão baixa não tem precedentes, os fundos estão caros (acima de seu valor patrimonial) e rendem pouco (ali pelos 0,65%). Mas possuem – os de tijolos, correção periódica da renda. Eu não dou bola para setor. Se galpões rendem mais que universidade, vou me preocupar com universidade? Se agencias rendem mais que hospitais, vou me preocupar com hospitais? Se logística rende mais que shopping, sou obrigado a comprar shopping? Você fala em aumentar patrimônio, então vá de fundos perenes (como HGLG e seus pares, KNIP e seus pares). O importante é: devagar e sempre…..

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      • PS você conhece o RADAR? É um bom farol para guiar-nos no meio de mais de 150 fundos: comparação de m2, valor patrimonial, valor de mercado, renda mensal, ultimos 12 meses, setorização etc…

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  4. Conejo, agradeço sua atenção e informações.No meu caso, realmente não tenho como escapar do recolhimento do IR.Os únicos Fiis em nome de minha esposa, FAMB11 E ALMI11 foram adquiridos no lançamento e as vendas são com lucro.

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    • Pois é comprou lá na fase dos mil reais. Infelizmente não existe correção monetária no PM dos fundos. Mas se não forem os únicos fundos em nome dela e se tem algum com prejuizo poderia vender esse fundo, realizar o prejuizo, compensar o lucro e, noutro dia (para evitar o day-trade) recomprar o mesmo fundo. Não se trata de uma isenção mas um diferimento (mais tarde esse fundo recomprado vai ser vendido mais caro).

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  5. Conejo, vendi quotas do FAMB11, adquiridas no CPF de minha esposa e constantes na minha declaração de imposto de renda.A conta (na CEF) para crédito da liquidação é conjunta.Posso utilizar prejuízos em outras operações com Fiis, estes no meu CPF, para compensação do imposto de renda?

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    • Entendo que você não pode utilizar as perdas de sua esposa na venda de FAMB para compensar perdas pessoais em suas negociações. Estou longe do computador com os programas da Receita mas se não me engano ao lançar as perdas e ganhos na declaração (Ganhos de capital) deve existir (não tenho certeza) a opção DECLARANTE/DEPENDENTE. Como você tem até o último dia útil do próximo mês para efetuar essa contabilização, espero que outras pessoas opinem. Mas como é um elemento novo na discussão e que pode interessar a muitos, sugiro repetir a pergunta lá em IMPOSTO DE RENDA….

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      • Claudio, acessei o programa da Receita e realmente tenho razão: ao registrar em 2019 os ganhos e perdas em negociação de fundos imobiliarios, a declaração separa ganhos do titular e ganhos do dependente. Portanto não vai ser possível compensar um com o outro. Mas o prejuizo que sua esposa teve poderá ser compensado lá adiante, é um direito que não prescreve. Ela pode inclusive vender algum fundo hoje com lucro, zera as perdas e os danos e no dia seguinte recompra o mesmo fundo hoje vendido. Passa a ter um preço médio mais alto o que é bom, quanto maior o preço médio menor o lucro e por consequente menor o IR a recolher.

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  6. Mestre Conejo, obrigado pela sua aulas e exclarecimentos aos investidores iniciantes.
    Por gentileza tenho uma duvida sobre HGLG11
    A cota deste fundo caiu de mil e pouco para 100 e pouco. Quando isso acontece o V VPA nao deve ser reduzido tambem?
    obrigado pela paciência abçs.

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    • Não sou Conejo, mas vou tentar ajudar.
      A resposta é não.
      O valor da cota não caiu, houve um desdobramento. Cada cota foi transformada em 10 cotas. Isto é feito para tornar as cotas mais acessíveis e consequentemente aumentar a liquidez do fundo.
      O valor do patrimônio do fundo não foi alterado. A proporção P/VP não se alterou.

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    • Curtindo FIIs, o Eduardo já bem explicou o desdobramento (split), ninguém perdeu nada, apenas a proporção 1/10 possibilita um número maior de pequenos cotistas. Antes você precisaria de um mínimo de 1.390,00 para comprar uma cota agora você compra a partir de 139,00. O valor patrimonial de cada cota também foi dividido por 10, assim se dá mais liquidez ao HGLG, a meu ver um dos poucos (ainda) fundos pétreos (comprar e esquecer). Bem vindo ao Cantinho, pergunte sempre, é uma oportunidade que tenho, ao responder, de retribuir a todos que me ajudaram nesses 16 anos de estrada aplicando em FII.

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      • Me expliquei mal. Quis dizer q o patrimônio se manteve intacto. O VP TB foi dividido por 10 como bem disse o Conejo, pois leva em conta o número de cotas.

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  7. ALVÍSSERAS

    Há tempos conversei com a Márcia, chamando sua atenção para os fundos imobiliários. Finalmente os apelos foram ouvidos e respondidos. Aqui parte de seu artigo hoje na FSP. Infelizmente, por questões de direitos autorais, tive de suprimir grande parte do artigo que é duplamente esclarecedor, na base de vantagens x desvantagem = você que julgue. À Márcia o muito obrigado dos mais de 130 mil investidores em FII, eh eh
    Marcia Dessen

    Riscos, vantagens e desvantagens dos fundos imobiliários

    A Aplicação em fundo imobiliário voltou ao cardápio das alternativas de investimento no contexto de juro baixo. Para o apaixonado pelo mercado de imóveis que não faz questão dos tijolos e cimento, a aquisição de cotas de fundo permite investir pouco (ou muito) dinheiro em um mercado que tradicionalmente exige muito capital e muita burocracia.

    Mas não se empolgue demais. Como todo investimento, investir em fundo imobiliário tem riscos, vantagens e desvantagens. Vamos começar falando das coisas boas.
    Trata-se de mercado regulado e fiscalizado pela CVM (Comissão de Valores Mobiliários). Excelente ponto de partida. As operações de compra e venda são feitas com a intermediação de uma corretora de valores.

    Os rendimentos do fundo, entre eles os de aluguéis, quando distribuídos a pessoas físicas, são (ainda) isentos do Imposto de Renda, desde que o fundo tenha pelo menos 50 cotistas, nenhum deles detenha mais de 10% do fundo e as cotas sejam negociadas em Bolsa ou balcão.
    Os administradores cuidam de tudo: compra e venda dos imóveis, documentação, manutenção, impostos, busca de inquilinos. E o custo é menor do que as taxas das imobiliárias.
    Como se pode comprar apenas uma fração do fundo, é possível diversificar, adquirir cotas de fundos com diferentes estratégias de investimento. Antes, o investidor deve pesquisar e analisar atentamente as 
características de cada um deles.

    Agora, vamos conferir os riscos, que não são poucos, mas podem ser gerenciados, com diversificação e definindo uma participação adequada.
    Risco de mercado: o valor da cota do fundo pode se desvalorizar em razão de circunstâncias do mercado imobiliário ou em razão dos ativos que compõem a carteira do fundo.
    O fluxo de pagamento de rendimentos pode ser reduzido ou interrompido em razão do risco de vacância e pela inadimplência do inquilino.

    Finalmente, a tributação sobre o ganho de capital, situação quando o preço líquido de venda for superior ao de compra. O IR é de 20% e deve ser recolhido pelo investidor, assim como é feito no mercado de ações. Eventuais perdas podem ser compensadas de ganhos futuros em operações de mesma natureza.

    Marcia Dessen é planejadora financeira pessoal, diretora e autora

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  8. Boa tarde caro amigo, olha eu incomodando o senhor novamente, mas se puder tirar mais uma dúvida? É que fui tentar comprar o FII HCRI em duas ocasiões, uma no final do mês de março e outra hoje e no meu HB que é do BB, não aparecem negócios. O senhor sabe se é porque não está tendo negócios ou é porque pelo Home broker do BB não é possível comprar este fundo? Desde já agradeço a atenção do nobre amigo. Grande abraço e uma ótima semana

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    • Existem bancos que se recusam a operar com fundos de baixa liquidez, como o Itaú.
      BB deve ser o mesmo caso.

      a) Dirija-se ao banco e peça para fazer a operação

      b) Escolha outra corretora, existem corretoras que operam FII de graça, é só fazer a transferência previa dos recursos financeiros.

      Eu estou a dois dias tentando subscrever KNIP (exclusividade do Itaú) e não consigo!

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  9. E COMO É BOM UMA SEGUNDA PROFISSÃO
    Já contei aqui e alhures que fui jornalista profissional dos 17 aos 52 anos, quando me aposentei, retirei do armário meu diploma de bacharel em direito e fui à luta durante os 20 anos seguintes.
    A seguir, tirado de uma matéria do Estadão, reproduzo trechos:
    As Vinícolas das Celebridades
    As vinícolas que valem um Oscar: tendência no mundo dos vinhos, é cada vez maior o número de celebridades que se tornam proprietárias de vinícolas
    1) Citamos o exemplo da família de produtores de vinho Perrin que fizeram uma parceria em 2013 com o ex-casal Brad Pitt e Angelina Jolie, para o lançamento de seu vinho rosé, o Miraval.
    Embora os casos mais vistosos sejam mais ou menos atuais, algumas personalidades têm produzido e vendido seus vinhos há mais de 30 anos. É o caso do ator Gérard Depardieu e do diretor Francis Ford Coppola. Embora tais iniciativas tenham lhes custado milhões de dólares em investimentos, eles desenvolveram e prosperaram em seus negócios, com a vantagem de alavancagem inicial da fama.
    2) Depardieu, por sua vez, além do sucesso de seus vinhos, é um apaixonado por eles. Ele mesmo se descreve como um “vigneron”, produtor de vinhos, no seu passaporte francês. O ator adquiriu seu primeiro vinhedo em 1979, na célebre sub-região de Nuits-Saint-Georges, na Borgonha. Seus demais vinhedos estão localizados, desde a França, Espanha, até Itália e Argentina. Seu business é muito lucrativo e, além disso, em 2001, Depardieu colaborou em parceria com o produtor de vinhos Bernard Magrez na criação e no desenvolvimento de outros vinhos com a marca que leva seu nome. Ele mesmo cita: “O vinho tem uma alma. Se trata de amizade e compartilhar simples prazeres. Eu posso estar feliz com pouco na terra, mas tenho que ter uma taça de vinho bem cheia”.
    3) Coppola já era um enófilo quando teve, inicialmente, a intenção de adquirir uma casa para as férias de verão no Vale de Napa (Califórnia), onde imaginou produzir vinhos apenas para sua família e seus amigos. Em vez disso, ele acabou adquirindo uma propriedade de 670 hectares com vinhedos em Inglenook, uma das melhores localizações da região e com uma história fascinante de produção de vinhos. Nos últimos 40 anos, Coppola investiu mais de 45 milhões de dólares, fazendo com que Inglenook se tornasse uma vinícola famosa, produzindo um dos melhores vinhos com a marca Coppola.
    4) Mas nem todas as celebridades encaram esse investimento do ponto de vista de negócio. Em 2008, o jogador de futebol David Beckham adquiriu um vinhedo na Califórnia e presenteou sua esposa Victoria. Ela, por sua vez, criou seu próprio vinho, com o qual ocasionalmente presenteia sua família e seus amigos.
    5) O também ator Antonio Banderas sempre quis ser proprietário de um vinhedo em Napa, mas, mesmo tentando adquirir um, não conseguiu por vários anos. Imediatamente após ter visitado seu país natal, a Espanha, na cidade de Anta, ele percebeu grande potencial naquelas terras e se apaixonou pelo lugar. Foi ali que adquiriu e iniciou a produção de seus vinhos na vinícola Bodega Anta Banderas.
    6) A vinícola do músico Sting, na Toscana, a maravilhosa Tenuta del Palagio com seus 100 hectares e 80% de produção de vinhos denominados Chianti Classico. Sting e sua esposa, Trudy, adquiriram a propriedade em 1999, após se apaixonarem pelo lugar.
    7) Não menos prestigiosa é a vinícola de propriedade de Renzo Rosso, famoso no mundo da moda por sua marca, a Diesel, mas que hoje em dia é uma entre outras marcas de seu império. Rosso adquiriu a Diesel Farm em 1993, com 100 hectares, nas colinas de Marostica, praticamente na terra de sua origem, no Vêneto. Ele define sua decisão desta forma: “Na minha vida, sempre cultivei várias paixões, sonhos e desejos, e jamais esqueci a terra, a minha terra. Quando estou em meus vinhedos e oliveiras, volto no tempo, o tempo da minha infância e aquilo que meu pai me ensinou. Minhas mãos, além de trabalhar com os tecidos (moda), trabalham com a terra. É a mesma paixão”.
    (Reportagem original de PATRICIA KOZMANN: Brasileira radicada em Verona)

    Curtido por 2 pessoas

  10. Grande Conejo, sou fã de suas postagens e principalmente de sua experiência de vida, sempre que posso estou aqui no seu cantinho lendo e acompanhando. Já vi várias vezes o amigo dizendo que a família investe em fundos de Hospital, em particular NSLU11, o que o colega acha a respeito da segurança do investimento nesse segmento e se valeria a pena investir também em HCRI11? Tem um que seja melhor que o outro?
    Desde já agradeço a atenção e fique com Deus

    Curtido por 2 pessoas

    • Rodrigo bom dia, são questões de perfis. Minha família está até hoje (nove anos) em NSLU porque são sabem mexer com isso e por isso foram beneficiados (estabilidade da cota). A renda caiu 40% (menos vinte e depois menos vinte por cento) mas está dando acima da média (mais de 0,7%), vejo o futuro desse fundo com tranquilidade, não vamos mexer.

      Quanto ao HCRI, mesmos tropeços, mas como tem um bom passivo de aluguel reajustado e ainda não pago, estou nele.

      O que acho?

      Bom para longo prazo, não há inadimplência, não há vacância, não haverá devolução e com as revisões judiciais o aluguel deve estar ajustado ao mercado e o cliente (é uma rede muito forte) economicamente saudável.

      Que a Paz esteja com você e com todos os homens na terra com boa vontade.

      Curtido por 3 pessoas

      • Conejo, muito bom relato sobre os dois FIIs. Confesso que tenho percepções semelhantes, certamente influenciadas pelas suas contribuições no Blog, mas o fato de ser um FIIs das 3c, tira um pouco meu sossego. Hoje possuo apenas HCRI, mas já tive NSLU no passado, sem me arrepender nenhum pouco.
        E pra você, as 3C também causam preocupação?

        Curtido por 1 pessoa

      • Mestre Conejo, não tenho palavras para agradecer tamanho aprendizado e presteza que sempre teve comigo. Que Deus abençoe você e toda família. Grande abraço 🤗

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      • O do bigode, meu respeitoso colega. Os fundos sobreviveram quando as 3 consoantes estavam nas duas pontas, tanto como locador (como administrador) e também como locatário (copropriedade do hospital). Mas com a entrada da Rede D ‘Or – e a saída das 3 c – como locatários, estou tranquilo.

        Não compro mais porque sou rentista e busco desafios (minhas movimentações recentes envolvem HGLG, KNIP, VISC) me tornando um investidor ativo.

        Mas como eu dizia antigamente – esses hospitais são fundos que eu aconselharia minhas viúvas e meus órfãos, eh eh

        Rodrigo disponha. Esta comunidade aqui é solidária.

        Curtido por 2 pessoas

      • Muito bom ouvir a opinião do caro amigo, pela grande experiência. Tenho a mesma visão com relação aos dois fundos de Hospitais, apesar da maioria dos colegas ficarem temerários com relação à administradora, acredito que nesses dois fundos não teremos problemas enquanto o inquilino estiver saudável. A propósito tenho NSLU desde 2013 e atravessamos juntos todo esse período sem grandes solavancos, estou pensando em comprar cotas de HCRI também, vejo esses fundos como defensivos, apesar de muitos acreditarem que não.

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  11. Olá Conejo tudo bem? Sempre acompanho suas postagens e acho elas muito interessantes. Se eu tivesse um avô com a experiencia e vivencia no mundo das finanças que nem a sua, eu ja teria um mentor que me guiasse nos investimentos desde criança.

    Tenho 31 anos, invisto desde os 26 anos de idade. Basicamente tenho uma carteira agressiva em FII (85%), Renda fixa (uns 10%) e o resto em criptomoedas. Cada vez que vejo os meus alugueis de FII aumentando, fico mais e mais empolgado. Ainda penso em adentrar nas ações neste ano ou ano que vem.

    Que dicas voce me daria caso tivesse na minha idade? Sou solteiro, trabalho e busco poupar e investir todo mês uns 65% do meu salário. Abraço

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    • Cara, investidor inveterado já aos 26 anos (e continua aos 31, prova que é obstinado). Poupar e investir 65% do salário é excelente. Solteiro melhor ainda (para economizar, porque a vida a dois é melhor, tipo assim sozinho vou depressa, com você vou mais longe). Eu não posso recomendar, nem legalmente nem por conhecimento. Mas posso dizer que, fosse você, aportaria mais em ações. Estas, como renda mensal ou anual, não ajuda, mas para formar patrimônio mais rápido é possível, só que exige tempo e conhecimento. Ou seja, levaria como você está levando, porém de olho em alguma alavancagem em ações (a recente abertura de capital da BR Distribuidora foi um achado), a fusão daquelas duas empresas nesta semana (não me lembro dos nomes mas estão nos jornais de economia), apostar nos escândalos da JBS – queda abrupta seguida de pronta ascensão- podem lhe dar um retorno mais rápido. Mas positivo mesmo é a poupança do salário, a melhor dica de economia financeira….

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