Cantinho do Conejo

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Conejo10, o Eterno Embaixador dos FIIs

“more pelo menos uma vez numa cidade grande, mas vá embora antes que ela o endureça; more pelo menos uma vez numa cidade a beira-mar, mas vá embora antes que ela o amoleça”

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879 comentários sobre “Cantinho do Conejo

  1. O repouso do guerreiro

    O leitor chega em casa cansado.

    Labutou a semana inteira, administrou suas dívidas, contornou a ameaça de desemprego, discutiu no trânsito, aborreceu-se com o chefe.

    Pega o velho chinelo, busca uma loura gelada ou um uísque e até, quem sabe, um champanhe francês que a queda do dólar tornou mais acessível que o nacional.

    Conversa com os filhos, pergunta pelas notas, dá um beijo na companheira, também ela uma lutadora e se refugia na TV a cabo ou na internet… Meia noite de sábado, vai dormir, cansado.

    É o merecido repouso do guerreiro.

    Só que não consegue dormir: caminhão de lixo na madrugada, desajustados do volante que buzinam porque um veiculo à frente parou para desembarcar alguém. E, lá pelas seis horas, é o danado do cão do vizinho, daqueles que correm atrás do próprio rabo. Afinal poucos sabem que não é permitido fazer barulho das 22 às 7 horas. De dia é buzina, bate-estaca, sirene e britadeira. De madrugada é motocicleta sem silenciador, discussão de bêbados, alarme de carros, “pegas”, a boate da esquina sem acústica…

    E aí ele pensa: por que vim para a cidade grande?

    Só que, no silêncio absoluto do campo, o simples cantar de um galo soa tonitruante como um alto-falante de estádio de futebol.

    Então vem o velho conselho:

    “More pelo menos uma vez numa cidade grande, mas vá embora antes que ela o endureça.
    More pelo menos uma vez numa cidade a beira mar, mas vá embora antes que ela o amoleça…”

    Publicado inicialmente no DC em 14/10/2005

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  2. Brasileiro guarda pouco e mal para a aposentadoria, alerta especialista do Itaú

    O brasileiro não guarda dinheiro para a aposentadoria e, quando guarda, faz isso errado. A constatação é de Rodrigo Noel, especialista em carteiras da Itaú Unibanco.

    Segundo ele, pouca gente guarda dinheiro para a aposentadoria.

    “Só 5% da população brasileira poupa, mesmo a de alta renda, na qual os que poupam são 4,7%”, diz.

    Além disso, os que guardam, poupam mal. Um sinal disso é que 91% dos fundos PGBL são indexados ao juro diário Selic, diretamente ou via swap.

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    • Esse tipo de aplicação, observa Noel, está ameaçada pela provável queda dos juros, que reduzirá o valor potencial que a pessoa terá no futuro e obrigará o poupador a guardar mais, além de estar desvinculado do passivo das pessoas, que segue a inflação.

      “As pessoas deveriam primeiro ver qual é o seu passivo, que é o seu gasto futuro, em relação ao ativo, sua capacidade de poupar hoje”, diz.

      Pouca gente, porém, faz isso ao planejar a aposentadoria.

      “Por isso elas continuarão descasadas”, afirma.

      Para ele, os poupadores deveriam estar aumentando a alocação em ativos indexados à inflação com juros ainda altos pelo longo prazo ou aumentando o valor de suas reservas financeiras para compensar o descasamento e as surpresas.

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    • se eles baixarem as taxas de manutenção das contas, os juros do cartão e outras cobranças… sobra mais dinheiro pra economizar kkk

      ou poderiam oferecer como remuneração os 380% dos juros do cheque especial… que tal? eu poupo!

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  3. Aposentadoria pública e privada tendem a se unificar, dizem especialistas

    O Brasil gasta com a Previdência de seus servidores parcela maior de seu PIB que os 34 países desenvolvidos reunidos na OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico).

    Foram 3,5% do PIB no Brasil em 2016, contra 2,3% no Reino Unido, 1,5% na Alemanha e 0,8% nos EUA, relatam os pesquisadores do Ipea Rogerio Nagamine Costanzi e Graziela Ansiliero.

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    • Teto para todas as aposentadorias cortaria despesas em R$ 50 bi/ano

      O governo economizaria por ano ao menos R$ 50 bilhões (em valores atualizados) em despesas da Previdência se todos benefícios já fossem limitados ao teto.

      Hoje, o teto da Previdência (R$ 5.531,31 em 2017) vale para trabalhadores do setor privado e servidores que ingressaram a partir de 2013 —desde que tenham acesso a previdência complementar.

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      • Se a reforma em discussão no Congresso for aprovada, todos eles terão prazo de dois anos para criar a previdência complementar.

        A partir daí, o teto valerá para todo servidor contratado após 2013.

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  4. Veja quando alugar um imóvel é melhor que comprar
    Carolina Muniz

    O casal Ludmila Milochi e Marcel Bioni, no apartamento de 50 metros quadrados em que vivem, em São Paulo

    Nem sempre pagar aluguel é jogar dinheiro fora. Em alguns casos, locar um imóvel em vez de comprá-lo pode ser mais vantajoso financeiramente. Mas, antes de fazer a escolha, é preciso analisar uma série de variáveis.

    Para quem já tem o montante suficiente para comprar à vista, o primeiro critério a ser analisado é o tempo de permanência no imóvel.

    “Se a pessoa pretende ficar menos do que cinco anos, o aluguel é a melhor escolha, por causa dos altos custos da documentação”,diz Lucas Vargas, diretor-executivo imobiliário.

    O passo seguinte é a pessoa calcular o quanto conseguiria obter se investisse esse dinheiro em aplicações conservadoras como poupança e CDB em vez de usá-lo na compra. Se os rendimentos forem maiores que o valor do aluguel, pode ser melhor continuar inquilino.

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    • A empresária Raquel (nome fictício), 69, deve receber uma herança de R$ 1 milhão até o fim deste ano. Com isso, teria condições de adquirir o apartamento de 120 metros quadrados onde mora, em Higienópolis, na região central de São Paulo.

      “Para que vou comprar um imóvel nessa idade se posso ter uma renda extra e viver melhor?”, diz a empresária, que paga, juntando aluguel e condomínio, R$ 3.900 e espera receber cerca de R$ 7.000 por mês com os rendimentos da aplicação da herança.

      “Essa é a conta financeira pura, mas também é preciso analisar se a tendência do imóvel é de valorização ou não”, afirma Alberto Ajzental, professor da Fundação Getúlio Vargas de São Paulo.

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    • A analista de sistemas Ludmila, 29, sempre ouviu dos pais que morar de aluguel era mau negócio. Quando ela e o arquiteto Marcel, 29, ficaram noivos, em 2013, decidiram comprar um apartamento de 85 metros quadrados na planta, em Diadema, na região metropolitana de São Paulo.

      Como não tinham o valor para a entrada, precisaram pagar 30% do imóvel em parcelas iguais até março de 2016, quando pegariam as chaves e iniciariam um financiamento. Foi aí que Marcel perdeu o emprego, e os planos foram por água abaixo.

      “Como sou pessoa jurídica, não conseguimos o financiamento e tivemos que desfazer o contrato”, conta Ludmila. “Percebemos que pagaríamos uma fortuna para o banco, mais que o dobro do valor do imóvel.”

      Desde novembro do ano passado, quando se casaram, eles alugam um apartamento de 50 metros quadrados no Jardim Aeroporto, na zona sul da capital paulista.

      Como o preço do aluguel é quase a metade da parcela que pagariam no financiamento, os dois conseguem economizar a diferença. Hoje, ela vai para a poupança, mas a ideia é investir no Tesouro Direto.

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    • Segundo Calil, especialista em investimentos, todo mundo deve ter pelo menos um imóvel em seu nome. Mas isso não significa entrar logo de cara em um financiamento.

      “O aluguel pode fazer parte da estratégia para conseguir comprar imóvel no futuro em condições melhores.”

      Para isso, ele recomenda fazer as contas.

      Primeiro, estabelecer o prazo do financiamento e calcular quanto o imóvel vai custar até lá, incluindo os juros.

      Em seguida, a pessoa deve ver quanto teria de rendimento se aplicasse o valor da entrada e da diferença entre a parcela e o aluguel.

      “Se em 15 anos vou pagar R$ 1 milhão por um imóvel de R$ 500 mil no financiamento, devo ver em quanto tempo chego nos R$ 500 mil se investir esse dinheiro”, exemplifica.

      Se esse prazo for bem inferior, vale seguir no aluguel e aplicar esse valor. Se for quase igual ou maior, melhor ir para o financiamento.

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  5. 😀

    Eran cinco de la tarde

    Quem já não considerou o trabalho sob o prisma bíblico de um castigo, aquele do que só com teu suor ganharás o pão? Quando não nos assola o espectro da desolação, da inutilidade do que fazemos, do tédio profissional, da armadilha da repetição, vícios dos quais não conseguimos escapar? Dessa angústia que de tempos em tempos nos acomete? De que tudo parece igual, insípido, monótono, aquela descida no gráfico da existência? Minutos são horas, a bateria humana envia sinal de baixa carga, o entusiasmo arrefece, os dias se sucedem sem esperança e o intelecto sofre paralisia? “Sem trabalho, toda vida apodrece. Mas, sob um trabalho sem alma, a vida sufoca e morre”, advertia Albert Camus.

    Garcia Lorca descreve a morte do toureiro Ignacio Sánches Mejías sob as badaladas do relógio na praça, às cinco da tarde: “Ay qué terribles cinco de la tarde! ¡Eran las cinco en todos los relojes! ¡Eran las cinco en sombras de la tarde!” Pois aproveite, amigo, o fim de semana e faça um balanço social de sua vida. Responda com sinceridade: amo minha família, mereço meus amigos, justifico minha existência? Se preciso, experimente mudar seu estilo de vida antes que o fantasma da fatalidade passe a ditar seu rumo. Transforme as cinco badaladas de seu relógio existencial numa segunda chance de ser útil para ser amado.

    Leia a seguir o poema na íntegra:
    La cogida y la muerte
    A las cinco de la tarde.
    Eran las cinco en punto de la tarde.
    Un niño trajo la blanca sábana
    a las cinco de la tarde.
    Una espuerta de cal ya prevenida
    a las cinco de la tarde.
    Lo demás era muerte y solo muerte
    a las cinco de la tarde.

    El viento se llevó los algodones
    a las cinco de la tarde.
    Y el óxido sembró cristal y níquel
    a las cinco de la tarde.
    Ya luchan la paloma y el leopardo
    a las cinco de la tarde.
    Y un muslo con un asta desolada
    a las cinco de la tarde.
    Comenzaron los sones del bordón
    a las cinco de la tarde.
    Las campanas de arsénico y el humo
    a las cinco de la tarde.
    En las esquinas grupos de silencio
    a las cinco de la tarde.
    ¡Y el toro solo corazón arriba!
    a las cinco de la tarde.
    Cuando el sudor de nieve fue llegando
    a las cinco de la tarde,
    cuando la plaza se cubrió de yodo

    a las cinco de la tarde,
    la muerte puso huevos en la herida
    a las cinco de la tarde.
    A las cinco de la tarde.
    A las cinco en punto de la tarde.
    Un ataúd con ruedas es la cama
    a las cinco de la tarde.
    Huesos y flautas suenan en su oído
    a las cinco de la tarde.
    El toro ya mugía por su frente
    a las cinco de la tarde.
    El cuarto se irisaba de agonía
    a las cinco de la tarde.
    A lo lejos ya viene la gangrena
    a las cinco de la tarde.
    Trompa de lirio por las verdes ingles
    a las cinco de la tarde.
    Las heridas quemaban como soles
    a las cinco de la tarde,
    y el gentío rompía las ventanas
    a las cinco de la tarde.
    A las cinco de la tarde.
    ¡Ay qué terribles cinco de la tarde!
    ¡Eran las cinco en todos los relojes!
    ¡Eran las cinco en sombra de la tarde!

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  6. Conjuntura: Um terço dos aposentados precoces trabalha

    Dados mostram que grande parte dos inativos estão em plena capacidade produtiva, aponta Ipea

    Um em cada três aposentados com menos de 60 anos no Brasil continua trabalhando. Dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) de 2015 compilados pelo economista Rogerio Nagamine Costanzi, do Instituto de Pesquisa Economica Aplicada (Ipea), mostram que 1,4 milhão dos 4,4 milhões de aposentados com até 59 anos permanecem ativos no mercado de trabalho.

    “Era natural esperar que o gasto previdenciário para pessoas não idosas estivesse acima do padrão”

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  7. A mulher na minha cama

    Quando Georges Moustaki compôs a música La femme qui est dans mon lit (“A mulher que está na minha cama/ Não tem mais 20 anos há muito tempo/ Não ria/ Poupe suas lágrimas/ Guarde seu sarcasmo) quis apenas homenagear aquela mulher que, maltratada pelas paixões frustradas, assim mesmo consegue renovar seu amor por um novo romance. Dizem que ele estava pensando em Edith Piaf, a mulher que mais amou que menos foi amada e a quem tantos ajudou (o próprio Moustaki, Charles Aznavour, Yves Montand). Essa contudo não foi a visão das feministas, que caíram em cima do cantor franco-grego.

    Para Elizabeth Alexandre “elas têm que ter 10, 15, às vezes 20 anos a menos que seu companheiro para que eles sintam essa mistura de segurança e vulnerabilidade”.

    Não foi Ibsen (A Casa das Bonecas) que registrou que a dificuldade para quem tem plateia é superar o dualismo existente entre o superficial (aquilo se passa em público) e a realidade (a vida secreta das pessoas que assistem)?

    Ocorre que, se não houvesse pessoas que ousam dizer o que pensam, correríamos o grave risco de fazer parte de um mundo em silêncio, o que seria mais insuportável ainda.

    É porisso que, sem medo de levar porrada, este seu criado aqui, ao contrário dos 3 macaquinhos (nada vejo, nada ouço, nada digo) comparece para dizer e contar sim, o que viu, o que ouviu e o que aconteceu.

    Para uma melhor compreensão deste texto, publicado no meu livro, busque a música LA FEMME QUI EST DANS MON LIT no seu buscador e se deleite com as lindas letras e música neste fim de fim de semana

    Au revoir e merci

    Curtido por 4 pessoas

  8. AS IMAGENS QUE O TEMPO NÃO APAGA

    1.- A menina vietnamita queimada por napalm

    Uma daquelas fotografias que dizem mais do que palavras. “lembro-me como se fosse hoje” quando a vi pela primeira vez, em alguma aula do
    ensino fundamental, na apostila .. chocou e choca até hoje
    – efeito esse que deve tocar a todos, imagino.
    Na imagem, a menina sempre vai ter 9 anos e gritará “Muito quente! Muito quente” ao fugir correndo nua de um vilarejo vietnamita com partes do corpo cobertas por Napalm. Ela sempre será uma vítima sem nome. No
    entanto, Kim Phuc, a menina sem nome, passou grande parte de sua vida tentando não se tornar vítima da imagem que a tornou famosa mundialmente, ainda que pouquíssimas pessoas soubessem quem ela realmente era.

    2.- Chinês enfrenta tanques em manifesto na Praça Vermelha, 1989

    Estudante enfrenta tanques de guerra em frente à praça da Paz Celestial, em 4 de junho de 1989; essa imagem entrou para a história da luta pela democracia e a
    liberdade na China.

    3.- Menino sírio salvo em meio a bombardeio aéreo na Siria

    Um menino de 5 anos foi resgatado com vida sob os escombros de um edifício alvo de um bombardeio aéreo em Aleppo, no norte da Síria. Pelo menos 33 civis e 19 rebeldes morreram nos ataques, segundo o
    Observatório Sírio de Direitos Humanos (OSDH).
    A imagem que mostra Omran Daqneesh, de shorts, sujo de sangue e completamente coberto de poeira foi muito compartilhado e causou comoção nas redes sociais. Em estado de choque, o menino aguarda atendimento em uma ambulância.

    4.- A Guerra Civil Espanhola

    ‘O miliciano ferido’, em Cerro Muriano, Córdoba. A fotografia de Robert Capa, feita em 5 de setembro de 1936, transformou-se num ícone que retrata a Guerra Civil Espanhola por ser capaz de mostrar a morte ‘ao vivo’.

    5.- Garoto Judeu se rendendo

    Vítimas do racismo, o antissemitismo dominou a Europa nos anos 30 terminado pelo extermínio em massa pelos alemães na II Guerra

    6.- O beijo da vitória.

    Marinheiro beija a Enfermeira em plena Times Square, Nova York, fim da II Guerra. Quando os Estados Unidos saíram vitoriosos contra o Japão, em 1945, o fotógrafo Alfred Eisenstaedt no dia 14 de Agostode 1945 na Times Square, em Nova Iorque, teve a sorte de clicar o momento em que o marinheiro que acabava de aportar em seu país.
    O fotógrafo perdeu as anotações sobre quem seria o casal.

    7.- Tostão, Pelé e Jairzinho comemoram gol sobre a Itália na Copa do Mundo de 1970

    Foto de meu colega de Manchete Carlos Orlando Abrunhosa

    8.- Menino levantando o pai bêbado

    Em qualquer lugar do mundo, o menino tenta proteger
    o pai levantando-o para ir para casa.

    9.- O Garoto de Tubarão e a Miss Universo

    O moço de Tubarão (SC) entrevistando Miss Universo 1964
    – IEDA MARIA VARGAS – em sua passagem por Curitiba

    Curtido por 8 pessoas

    • Vocês vão me perdoar a vaidade mas não posso conter meu orgulho.

      Ao abrir meu PC encontrei a carta a seguir, enviada por meu filho, aquele que trabalha nas mais perigosas regiões do mundo (Vai filho ser gauche na vida), no momento na Síria.

      Mas se não podemos partilhar nosso orgulho com os amigos, vamos fazer com quem?

      “Meu Pai:
      A duas semanas atrás eu fui convidado para colaborar em um projeto para reabrir um hospital na Síria. Um projeto de estrema importância estratégica, que deverá prestar cuidados médicos a pessoas vivendo nos front de batalha e a toda uma população sofrendo as consequências de um pais devastado pela guerra e um sistema de saúde em colapso.
      Depois de 18 horas de viagem sem dormir, partindo de Bruxelas passando pela Turquia e chegando no Iraque, eu estava em um barco atravessando a fronteira em direção a Síria. Neste momento, eu olhei ao meu redor, e admirando a natureza em um momento de “paz”, com as minhas mãos pequei um pouco da água do rio Tigris e refresquei a minha cabeça para a aliviar o calor de 40 graus e pensei: quando na minha vida eu pensaria em estar vivendo esta experiência? Dos subúrbios do rio de janeiro para o oriente médio.
      Os meus amigos me perguntam de onde vem a minha vontade de sair pelo mundo, conhecer novos lugares e atravessar dificuldades para realizar o meu trabalho. A resposta desta pergunta não é simples e necessita uma profunda reflexão, mas a influência que eu tive para me tornar o que sou e fazer o que faço é clara: meu pai.
      Quando criança tive esta imagem de você como uma mistura de Indiana Jones e Virgulino Ferreira da Silva, sempre na busca de uma aventura, mas não por puro prazer ou diversão e sim por motivos ideológicos e uma necessidade pessoal de expandir seus limites, suas fronteiras. Estas “aventuras” eram motivadas por razoes políticas, uma fome de conhecimento e objetivos profissionais. Guiado pelo seu desejo de e atravessar fronteiras e ir além de Tubarão, você percorreu o mundo, viajou de porta-aviões e submarino e conheceu pessoas incríveis e também lindas. De alguma forma eu acabei por seguir este sonho e como você, me tornei uma pessoa literalmente Sem Fronteiras.
      Com saudades da todos vocês (e especialmente da farofa da Vaninha) um grande beijo,
      Guiga
      Guilherme

      Curtido por 9 pessoas

  9. Brasileiro está preocupado com aposentadoria e custo da saúde

    Estudo da gestora BlackRock mostrou que os brasileiros estão mais preocupados em investir pensando na velhice.

    Aposentadoria: Saúde é um dos temas que mais preocupam os brasileiro

    São Paulo – A principal preocupação financeira para os brasileiros é economizar dinheiro para investir e para a aposentadoria. No entanto, os brasileiros veem a economia doméstica como o maior risco para seu futuro financeiro, seguido pelo alto custo de vida, especialmente com a saúde.

    O impacto do congelamento no investimento em saúde, aprovado pelo governo no final de 2016, está aumentando as preocupações sobre os custos de saúde, de acordo com a pesquisa do Global Investor Pulse da gestora americana BlackRock.

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    • Os brasileiros citaram a aposentadoria como a prioridade financeira mais importante (20%) depois de economizar dinheiro em geral (13%). Dois terços dos brasileiros começaram a poupar para a aposentadoria.

      Atualmente, 80% estão contribuindo mais do que o que são obrigados a colocar na sua aposentadoria proveniente da empresa empregadora, quando consideradas todas as formas de aposentadorias.

      Enquanto 26% dizem que contribuem apenas com o valor obrigatório para os planos de aposentadoria de trabalho, 8% dessas pessoas estão contribuindo para outros tipos de poupança para aposentadoria também.

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    • Duas vezes mais brasileiros estão poupando por meio de um plano privado do que contribuindo mais para os planos corporativos. Aqueles que começaram a poupar para aposentadoria economizaram, em média, 13% da renda mensal, o segundo maior nível depois de Cingapura

      “Embora os níveis de conhecimento e confiança estejam altos, cerca de seis em cada dez brasileiros estão preocupados em viver mais tempo do que suas economias ou em ser um fardo para sua família. Isso pode ser explicado porque há uma grande diferença entre a expectativa do rendimento anual de aposentadoria que esperam e a compreensão sobre o quanto eles precisam economizar para financiar essa renda “, diz Carlos Takahashi, consultor sênior da BlackRock.

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