Cantinho do Conejo

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Conejo10, o Eterno Embaixador dos FIIs

“more pelo menos uma vez numa cidade grande, mas vá embora antes que ela o endureça; more pelo menos uma vez numa cidade a beira-mar, mas vá embora antes que ela o amoleça”

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1.352 comentários sobre “Cantinho do Conejo

  1. Bom dia Conejo!

    Acompanho o blog há um tempinho e em especial a sua coluna, sempre compartilhando bastante experiência. Obrigado.
    Gostaria que você expressasse sua opinião sobre o seguinte assunto.
    Possuo dois filhos pequenos e não tenho nenhum investimento específico pra eles.
    Sempre tive um pensamento que se eu faço meu patrimônio crescer, isso lá na frente vai dar uma boa condição pra eles e no fim das contas vai ficar pra eles também.
    Quais seriam as desvantagens/ vantagens de abrir conta no nome deles e já iniciar esses investimentos ou manter os investimentos concentrados em meu nome?
    Qual caminho pagarei mais imposto? Pensando tanto em passar patrimônio na idade adulta dos meus filhos como pensando em imposto pós morte ou iniciando o investimento no nome deles desde já.
    Uma última questão. O que você acha de possuir um seguro de vida?
    Muito Obrigado.
    Abraço.

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    • Olá David, já que voce abriu a pergunta para nós outros tb, resolvi dar minha contribuição:
      Vc pode ter duas contas em duas corretoras. Também é possível ter duas ou mais contas pessoais na mesma corretora. Assim voce pode usar uma só para os investimentos para os filhos e outra para voce.
      Eu tenho uma conta minha e outra no nome da minha esposa. Temos objetivos diferentes para as duas carteiras.
      O que importa é que a transferência de conta bancária para a corretora e vice-versa seja feita entre mesmos cpf’s.

      Também é possível ter tudo em uma conta só e voce faz o acompanhamento em uma planilha pessoal tendo uma carteira de FII’s por exemplo, em tua conta na corretora, que seja dos filhos e outra que seja tua.
      Basta para isso, voce montar uma planilha simples, no excel mesmo, ou no google planilhas e anotar ali as rendas, as cotas etc. Claro que nesse caso, haverá sempre uma sobra na conta que vc terá que decidir se no próximo mês vai para a carteira dos filhos ou não. Dá mais trabalho mas é perfeitamente possível.
      Quanto aos impostos, vai tudo para o cpf, seja seu ou de seus dependentes.

      no entanto tem que ficar atento às regras de tributação de cada investimento: Previdência privada, Tesouro Direto, cdb’s respeitando os prazos, renda variável como em fundo de ações, fundos multimercados, lucro na valorização de ações, de cotas etc.

      Eu montei uma carteira para meus sobrinhos, e calculei o prazo para dois resgates. Então a carteira deles tem renda fixa com prazos próximos dos dois momentos em que imagino que eles irão precisar mais renda variável, entre fundo de ações e fundos imobiliários. Faço aportes trimestrais para eles e combinei com eles que no lugar de presentes, serão aportes especiais. Isso despertou a curiosidade deles a ponto deles estarem muito interessados na educação financeira, segundo meu irmão relata. 🙂

      Espero ter ajudado

      abs

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      • Catador, muito obrigado pela sua atenção e disponibilidade.
        Estou com dúvida mais especificamente com relação a vantagem de ter uma conta com CPF deles desde já e fazer investimentos pra eles ou se acumulo todo patrimônio em meu nome, na minha conta, e na idade adulta deles eu transfiro algum bem para cada um, ou em uma outra possibilidade isso ficar pra eles como herança.
        Qual caminho é mais vantajoso em termos de imposto, burocracia, etc?
        Obrigado.
        Agradeço quem quiser opinar também.

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      • David, quanto ao IR, na minha opinião nada muda. Ganho de capital seu ou do seu dependente, tudo é rendimento para o Leão.

        As corretoras permitem abrir contas em nome dos menores, apenas as TED’s tem que ser de cpf para cpf. Aí tem que ter conta bancária tb no nome deles. Nesse caso não entra no espólio.

        De outra forma, conta conjunta, pai e filho, na ausência do responsável, todas as contas vão para espólio. Mesmo a conta sendo movimentada pelo menor titular resgatando os investimentos, o outro menor poderá questionar no espólio a ausência de alguma conta bancária ou corretora ou a quantidade retirada pelo outro menor.

        Se for para espólio:
        ITCMD incide sobre o espólio que inclui sim as contas de investimentos, salvo isenção para até 1.000 ufesp, se não me engano.
        Além disso, caso as contas entrem no espólio, elas engordam o montante a ser partilhado. Vale lembrar que honorários e algumas custas judiciais ou extrajudiciais podem ser calculadas em cima do montante a ser partilhado.

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    • O problema de contas para as criancas é que algumas corretoras exigem conta de banco correlacionada a conta da crianca e os bancos nao querem fazer uma conta sem custo . O que fiz foi fazer uma conta na corretora para cada filho e ai transfiro p minha conta la e depois realoco para as contas deles e ai faço o investimento. Outra corretora por exemplo exige uma conta de banco vinculada, ‘ja a Fator nao. Abraco a todos.

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  2. Me parece que subscrever BCIA a R$ 118,26 é uma boa oportunidade para não cotista. Hoje o fundo está por 132,80 e paga 0,85 reais.
    Pelo custo da subscrição, os atuais 0,66% aumentam para 0,72%.
    Existe coisa melhor?
    Sim, sei que existe rendas maiores e mais seguras e que fundo de papel deve ter participação limitada na carteira, mas agora se trata de cavalo selado passando na porta….”

    Curtido por 1 pessoa

      • Anderson, MXRF a 10,82 está dando um retorno de 0,65%. Fala-se em chamada de capital, aí dependendo do valor da subscrição, pode vir a ser interessante. No momento não estou comprando nem vendendo este fundo.
        Moisés: BCIA já anunciou seus planos – cotas a 118,26 com 41,26% de direitos. Me parece que as cotas ainda estão COM direitos. Realizei lucro de uma parte, agora é aguardar a subscrição. Quanto a VRTA estou indo devagar, vendi tudo lá em cima e depois recomprei uma parte a 129,30 (hoje: 124,35). Como fiquei sem direitos, vou flipar quando começar a desova. No patamar que estava (150 reais no começo do mês) me parecia miragem no deserto, ver água onde existe areia.
        Bons investimentos a ambos.
        PS Não sou consultor, apenas compartilho minhas experiências.

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  3. FUNDO IMOBILIÁRIO É OPÇÃO DE RENDIMENTO EM CENÁRIO DE JURO BAIXO
    Índice do setor acumula alta de 24% em 12 meses. Para analistas, com recuperação, tendência vai se manter
    Patricia Valle O GLOBO (*)

    RIO – A taxa básica de juros (Selic) está na mínima histórica, de 6% ao ano, e especialistas esperam mais quedas à frente. Esse cenário reduz bastante a atratividade da renda fixa, e investidores vêm buscando alternativas para garantir sua rentabilidade. Uma opção que vem ganhando força são os fundos imobiliários: o Ifix, índice que acompanha esses fundos, acumula valorização de 24% em 12 meses. Já o número de investidores saltou 133%, superando 360 mil.

    E quem investiu se torna dono de parte deles, de acordo com o número de cotas compradas. A rentabilidade vem tanto pelos aluguéis pagos mensalmente pelos locatários quanto pela variação do valor das cotas, negociadas na Bolsa.
    Mas é preciso ficar atento à tributação. O ganho com aluguéis em fundos imobiliários é isento de Imposto de Renda. Já o possível ganho de capital com a venda das cotas é tributado em 20%.

    Retorno maior que aluguel
    Levantamento da Economática mostra que os fundos imobiliários deram retorno médio de 8% ao ano em pagamento de dividendos …
    – A maioria dos investidores está em busca de renda, até mesmo para a aposentadoria. Temos visto muitos investidores migrando aos poucos da renda fixa para esse ativo, como alternativa ao cenário de juros baixos.
    Especialistas veem tendência de valorização desses fundos, com a perspectiva de retomada da economia e do mercado imobiliário.
    – Há dois anos, a vacância média era de 20%, agora está em 10%, com tendência de redução. Com isso, o poder de barganha para negociar os aluguéis, que na crise estava com os locatários, está indo para os locadores – diz um analista da Rio Bravo.

    Analistas apostam principalmente no setor de escritórios corporativos em São Paulo, bem como shoppings e galpões logísticos.
    – Vemos um ciclo de melhora em São Paulo, enquanto o Rio ainda parece um mercado desafiador. A vacância em shoppings tem melhorado, e apostamos muito em galpões logísticos com o crescimento do e-commerce, que exige infraestrutura mais eficiente e em mais locais – explica Renan Manda, chefe de Análise de Fundos Imobiliários na XP.


    Mas, como em todo investimento, há riscos. Se algum inquilino deixar o imóvel, os dividendos pagos caem. Uma alta de juros pode desvalorizar as cotas, assim como um crescimento econômico abaixo do esperado.
    — Os preços das cotas já consideram a expectativa de crescimento da economia e do mercado imobiliário. Se ela não acontecer, os preços são corrigidos para baixo. Estamos saindo da pior crise do setor imobiliário, sendo difícil pensar em piora, mas uma frustração com a melhora pode acontecer — diz a gestora Alianza.
    Além disso, é importante saber quem é o gestor e em que ativos investe. Fundos que só têm um imóvel, por exemplo, trazem maior risco.

    (*)editado, em respeito aos direitos autorais. Para a íntegra buscar na edição de hoje

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    • Legal este seu texto em uma 2a.feira com a “tela vermelha” e todo investidor puto com a CVM e Rio Bravo…

      Isto é como um gelinho flutuando no copo do Chiva´s…
      Bom lembrar que a vida continua …
      Abraços

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      • Vamos lá, cara: tá bom para comprar. E o dinheiro? Venda o que subiu demais, venda um que desceu demais (para prejuizo fiscal) e vá às compras Hoje fui de VRTA a 127,97 (um mês atrás era 154,00 a cota com direitos). Acho até que nesse valor o pessoal deve estar aguardando que os direitos de subscrição sejam vendidos (a partir do dia 15) a 10 reais cada um

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  4. Conheça os fundos imobiliários que mais renderam no 1º semestre
    Levantamento a pedido do Valor Investe mostra quem se deu bem, seja em distribuição de dividendos ou em valorização da cota
    Por Naiara Bertão, Valor Investe — São Paulo
    Brasileiro gosta de imóvel. Tradicionalmente, ter casa própria é sinônimo de conforto, segurança e tranquilidade financeira. Mas, a mudança nos hábitos de consumo dos brasileiros, especialmente dos jovens, já muda o mercado. Enquanto incorporadoras se desdobram para pensar em novos modelos de negócio, os investidores começam a procurar os fundos de investimentos imobiliários (FIIs) como alternativa de investimento – e muitos já perceberam que pode ser um negócio lucrativo.
    Se um apartamento pode demorar anos até ser vendido, uma cota de um fundo imobiliário pode, em teoria, ser comercializada a todo momento na bolsa de valores, a B3. Hoje, são 183 fundos com cotas negociadas livremente, que somam um valor de mercado de aproximadamente R$ 62 bilhões.
    E tem fundo que já pagou um dividend yield (indicador de rendimento dos dividendos) de 14% apenas no primeiro semestre de 2019. Em retorno sobre o valor da cota, alguns fundos chegaram a se valorizar mais de 30% nos primeiros seis meses.
    A pedido do Valor Investe dois rankings que mostram os vencedores de 2019, pelo menos até agora. Em um deles são listados os fundos imobiliários que mais pagaram dividendos. No outro, os que tiveram o maior avanço de valor de suas cotas na bolsa.
    Retornos
    Apesar de o FII possibilitar que o investidor ganhe das duas formas (tanto via dividendos quanto valorização das cotas), é importante saber a diferença entre elas.
    • O dividend yield, por exemplo, é um indicador do lucro distribuído aos cotistas do FII. Está ligado diretamente à gestão do fundo, ou seja, à administração das receitas que entram, da taxa de vacância do(s) imóvel(eis), das despesas e dos investimentos necessários para fazer melhorias. O fundo é obrigado a repassar no mínimo 95% do lucro aos acionistas. Para o investidor, esse é um ganho isento de Imposto de Renda, diferente do retorno com a valorização do preço da cota, que é tributado em 20%.
    • Já o segundo, o retorno da cota na bolsa, é um rendimento mais especulativo, apesar de ter relação com a expectativa de valorização da carteira do fundo. Há casos, por exemplo, de fundos que estão pagando bons dividendos aos acionistas, mas o preço da cota se desvalorizou muito, como é o caso, por exemplo, de alguns dos vencedores do semestre (Veja a tabela). Isso pode acontecer porque há expectativa de que o inquilino do imóvel vá entregar o prédio, por exemplo. E se o gestor não conseguir alugá-lo rapidamente, pode não apenas perder sua principal fonte de receita (aluguel), como ter prejuízo (manutenção e condomínio).
    “É muito importante o investidor ler o prospecto antes de comprar um FII e observar quais os tipos de ativos ele pode comprar. Também ver se ele vai aplicar o dinheiro em um único imóvel ou mais”, diz Ludmila Braga, sócia da área de Imobiliário do Tauil & Chequer Advogados.
    Para fundos que já investiram o patrimônio em imóveis, a dica é ver quais os ativos, sua situação de vacância e quando os contratos dos inquilinos vão vencer. “Conhecer quem é o administrador é essencial.O sucesso de um fundo depende bastante de sua capacidade de gestão”, lembra também José Paulo Marzagão, sócio do Tauil & Chequer Advogados.
    Leia nossa matéria sobre como escolher um fundo imobiliário aqui.
    Melhores do semestre
    A análise dos vencedores do semestre, com dados da Economatica, considera alguns critérios. Um deles é a liquidez. Só são avaliados fundos listados na B3 e com negociação em 100% dos pregões (alta liquidez). Não foi feito corte por data de lançamento – fundos mais recentes (com menos de 12 meses de negociação na B3) também foram considerados.
    “Dentre os fundos que apresentaram o maior retorno em 2019 até julho, uma característica em comum é a resiliência dos ativos, localização e perspectiva de melhora dos rendimentos”, comenta um especialista em FIIs.
    Leia também: Compare aqui as principais taxas cobradas pelas plataformas de investimento
    Perspectiva – Para o segundo semestre, o analista espera que a retomada da economia ajude a diminuir a vacância de imóveis, especialmente os comerciais nos grandes centros e os galpões industriais e logísticos. Os shoppings localizados em regiões metropolitanas, como os de São Paulo, também têm boas perspectivas.
    “Acreditamos que os fundos que poderão ter destaque em distribuição de dividendos serão fundos com investimento em shopping centers, principalmente, pelo fato de o segundo semestre ter mais datas festivas e mais incentivo ao consumo, com possível liberação do FGTS, 13º salário e manutenção da taxa de juros básica em patamares baixos’, comenta Grego.
    E já começamos a sentir melhoras. A taxa de vacância de escritórios comerciais de alto padrão na cidade de São Paulo, por exemplo, caiu pelo terceiro trimestre consecutivo e a expectativa é que continue baixando. Segundo a consultoria JLL, a taxa caiu 0,1 ponto percentual no segundo trimestre do ano em relação aos três primeiros meses, e está em 23%. Em relação ao período de abril a junho de 2018, diminuiu 0,3 ponto percentual.
    Já a desocupação de condomínios logísticos de alto padrão do Estado de São Paulo ficou pela primeira vez em quatro anos abaixo dos 20% (em 19%) no segundo trimestre, de acordo com dados da consultoria Colliers International Brasil.
    (…)

    Matéria parcialmente publicada em respeito a direitos autorais. Também tomei a liberdade de omitir a relação de fundos que mais renderam e que mais valorizaram porque se trata de um retrato e não de uma análise: muitos fundos ali presentes estão com problemas. Ver completo em VALOR.

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  5. ESTAVA BOM?
    POIS VAI FICAR MELHOR…

    “Locações de condomínios logísticos de alto padrão sobem 24%
    por Athos Moura
    O volume de locações de condomínios logísticos de alto padrão cresceu 24% no Brasil no primeiro semestre deste ano, se comparado com o mesmo período de 2018.
    Segundo levantamento inédito da consultoria JLL, o aumento foi de 1,06 milhão m² para 1,3 milhão. O valor médio do metro quadro se manteve praticamente estável, subindo de R$ 18 para R$ 18,77.

    O estado de São Paulo foi responsável por impulsionar os números. A maior movimentação foram os 111 mil m² absorvidos pelo Mercado Livre, em Cajamar.
    O GLOBO

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