Carteiras Comentadas

Não fazemos recomendações de Compra/Venda de Ativos, cabendo a cada um decidir o que é mais adequado ao seu perfil. FIIs tem Risco e NÃO são Renda Fixa.

1- é recomendável a todo investidor, ler pelo menos os 2 últimos relatórios e informes gerenciais que podem ser encontrados na bovespa.

2- interessante também olhar a performance histórica do fundo, de preferencia dos 12 últimos meses, para ter uma noção da renda paga já que há fundos que tem a renda distorcida por conta de apgamentos anuais e semestrais. Lembrando que rentabilidade passada nao é garantia de rentabilidade futura

3- ler os comentários recentes e ficha dos fundos que deseja ter em carteira e postar as dúvidas de cada fundo que aos poucos nós vamos respondendo

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Os comentários aqui publicados não constituem recomendação de compra ou venda de ativos; são opiniões divulgadas para incentivar o debate. Não recomendo ou incentivo que sejam tomadas decisões sobre investimentos de qualquer tipo; nosso foco é educacional e não me responsabilizo por perdas, danos (diretos, indiretos e incidentais), custos e lucros cessantes.

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1.444 comentários sobre “Carteiras Comentadas

  1. Revisão da Carteira. Objetivo principal são os rendimentos, em seguida valorização das cotas.

    BCFF11, BPFF11, CPTS11B, CXRI11, FFCI11, FIIB11, HGCR11, JSRE11, KNIP11, KNRI11, MFII11, OUJP11, RNGO11, VRTA11, HGLG11, VISC11, HGRE11, MALL11

    A divisão da carteira por setor, já contando com os FIIs internos dos FoFs ficou mais ou menos assim:

    Recebíveis: 36,58%
    Híbridos: 19,32%
    Lajes: 14,32%
    Logística: 10,96%
    Shoppings: 9,10%
    Desenvolvimento: 5,68%
    Agências: 2,24%
    Outros: 1,80%

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  2. Olá pessoal,

    Sei que normalmente se comenta sobre fundos imobiliários por aqui mas gostaria de uma opinião sobre empresas (papeis) que pagam dividendos mensais / trimestrais.

    Atualmente tenho FLRY e BBSE na carteira mas estou em busca de novas e constantes opções.

    Sds,

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  3. Olá, abaixo minha carteira. AEFI estou ciente e só faço trades. Vou vender por estes dias novamente
    Se os amigos quiserem comentar, I’ll be happy
    % Carteira PM
    ABCP 1,39% 16,45
    FIGS 5,01% 92,88
    VISC 5,61% 102,21 12,01% Shoppings

    BCFF 6,23% 74,32
    BPFF 1,68% 103,37 7,91% FoF

    BBFI 7,24% 2665,87
    BBP0 13,54% 102,67
    SAAG 11,09% 100,26 31,87% Agencias

    BCRI 1,31% 104,82
    KNCR 12,25% 104,52
    HGCR 3,37% 102,19 16,93% Papel

    FIIB 2,13% 382,55
    FIIP 3,54% 199,25 Galpoes Logistica

    MFII11 10,54% 113,33 10,54%

    XPCM 6,47% 94,63 6,47%
    AEFI 1,36% 161,85 1,36%

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    • Pessoal por favor gostaria de obter opiniões sobre a minha carteira.

      BRCR11 – 5,86%
      FIGS11 – 9,16%
      FIIP11B – 11,86%
      HGLG11 – 10,52%
      HGRE11 – 11,71%
      JSRE11 – 8,38%
      KNCR11 – 6,70%
      KNRI11 – 6,01%
      RBRD11 – 4,82%
      RNGO11 – 6,22%
      TBOF11 – 5,05%
      VISC11 – 4,97%
      VLOL11 – 8,75%

      No radar para ser encarteirado HGBS11.

      A quem puder ajudar, ficaria muito agradecido.

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  4. Gostaria da opinião de vocês em que setor investir para equilibrar a carteira. Adicionei na coluna central o PM dos ativos. Objetivo é LP.

    PS: A concentração em FIGS se deu pela valorização da cota mesmo.

    FUNDO – PM – % CART.
    ABCP11 – 15,98 – 1,5
    BBRC11 – 105,2 – 11
    BCFF11 – 69,49 – 10,1
    CPTS11 – 100,11 – 6,9
    EDGA11 – 51,2 – 1,2
    FIGS11 – 68,09 – 22,8
    FIIB11 – 389 – 0,7
    FIXX11 – 81,5 – 9,1
    FPAB11 – 315,95 – 5,5
    GRLV11 – 1005,2 – 7,9
    HGRE11 – 1488 – 4,6
    KNCR11 – 108,21 – 7,4
    MFII11 – 104,71 – 10,5
    VRTA11 – 117,99 – 1

    Curtido por 1 pessoa

    • 14 fundos divididos na seguinte proporção:

      24,3% Shoppings
      19,2% FoFs
      15,3% Papéis
      11,3% Lajes corporativas
      11% Agências
      10,5% Desenvolvimento
      7,9% Logístico
      0,7% Industrial

      Por essa distribuição, faltaria investir nos educacionais e nos de hospitais, mas se estes compuserem as carteiras dos seus FoFs, seria como replicar posição (contraproducente).
      Particularmente, prefiro operar uma carteira mais enxuta em quantidade de fundos, a não ser que esteja com alata participação de FIIs na carteira global.
      Por fim, observar com cuidado a evolução da renda real em FIGS, pois será esta a vigorar a partir de 2019.
      Sds.

      Curtido por 1 pessoa

      • Entendo que tenho uma concentração em shoppings. Mas foi fruto da valorização de figs.
        Os fofs foram adquiridos no início da composição da carteira.
        Dado estes fatos, seria interessante me desfazer de um segmento pra compensar em outros?

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  5. FUNDOS IMOBILIÁRIOS
    pessoal essa certeira construií ha um mes, pensando em proventos e valorização, intencao é reinvestir proventos para longo prazo, ainda estou construindo meu capital, gostaria da opiniao de vcs
    FUNDOS IMOBILIÁRIOS
    ABCP1 – 5,47%
    THRA11- 15,22%
    FVBI11 -15,90%
    TBOF11 57 – 16,35%
    VRTA11 -9,88%
    HTMX11 – 5,24%
    XPML11 – 5,08%
    BCFF11 -10,93%
    VISC11 – 4,93%
    PQDP11 – 11,31%

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    • Ajuda ai pessoal?
      Tenho iniciado minha carteira a pouco tempo e valor pequeníssimo, mais para aprender mesmo, diante disso tenho posição 100% em MFII, tendo um valor em poupança para algum imprevisto. Diante disso qual e o momento para se desfazer de parte de MFII e equilibrar os riscos?
      A partir de abril devo recomeçar a aportar um valor mais representativo. Meu objetivo inicial e ter uma carteira para médio prazo em torno de 2 a quatro ano, ja que meu trabalho de funcionário publico esta indo ladeira abaixo, terei que iniciar um negocio próprio que e meu sonho. Tou tentando aprender algo em ações, pode haver oportunidade em RBFS3, na real tou esperando dia 22/02 para ver o relatório do ano passado da RBF para continuar a analise.
      Agradeço pessoal.

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      • Boa estratégia para quem começa, ir devagar e testar o perfil. Seja para entender o funcionamento de um FII ou do segmento, abrir uma posição de estudo e sentir na prática a dinâmica das oscilações de cotação, assim como os créditos de rendimentos. O melhor momento para alguma mudança virá da maturação do seu estudo, se já extraiu toda a experiência que buscava, hora de ampliar e começar a pensar no conceito de carteira, ao invés do ativo isoladamente.

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  6. Olá, colegas do blog. Estou com minha carteira em construção há 8 meses, e modéstia a parte, está indo bem. Porém, tenho umas projeções pro futuro baseadas em um DY algo da carteira médio específico. Porém, uma carteira no longo prazo pode ter um DY bem superior ao médio dos FII’s atuais, certo?
    Gostaria de saber o DY médio da carteira atual dos colegas, aqueles que já tem posições montadas há mais tempo (4 anos mínimo) para completar uma análise para projeção de patrimônio.
    Aqueles que puderem ajudar, obrigado.

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    • Amanda qual a estratégia por trás da concentração de 40% em BCFF? As outras posições são mais modestas. HGBS multi shoppings com boa gestão, BBPO agências com dispersão geográfica, nos Escritórios pegou bastante RJ com FAMB e parte do BBFI… SP só em SPTW e nenhum deles em Alto Padrão construtivo. Tem de estar ciente disso se o foco foi só o DY ou renda

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  7. Olá a todos, gostaria da opinião sobre a minha carteira atual.
    Optei por uma carteira que mesclasse valorização das cotas e distribuições elevadas.
    O que acham?

    ABCP11 – 8,5%
    AEFI11 – 8,4%
    ALZR11 – 5,3%
    FIGS11 – 8,0%
    FLMA11 – 8,9%
    HTMX11 – 8.8%
    MBRF11 – 7,3%
    MFII11 – 10,7%
    MXRF11 – 8,0%
    RBRD11- 8,4%
    XPCM11 – 8,3%

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  8. Minha carteira atual:

    ABCP – 13,56%
    JRDM – 6,66%
    JSRE – 8,47%
    KNCR – 16,96%
    KNIP – 8,66%
    MFII – 10,18%
    SHPH – 18,57%
    VISC – 12,33%
    VRTA – 6,03%

    Representação de 49% da Carteira contabilizando com ações e debênture incentivada.

    BBSE – 14,29%
    IRBR – 7,15%
    ITSA – 15,87%
    MPLU – 6,34%
    TAEE – 13,45%
    TIET – 15,50%
    UNIP – 6,74%
    WIZS – 20,66%

    Representação de 34% da carteira com FII e debênture incentivada.

    CSRN-DEB71 – 16% da carteira com FII e ações.

    Minha estratégia é rentabilidade mensal em FII, trimestral em ações e a debênture junto com Prev. Priv a LP.
    Estou analisando apenas a permanência em PREV.PRIV para continuar ou transacionar para algum CDB LP ou TDireto.

    Aberto a comentários.
    Abraço.

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  9. Ola, montei de novo minha carteira de FIIs. Gostaria da opinião de vcs a respeito dela. Sugestões de aumentar, diminuir posições nos que estou posicionado e/ou sugerir outros para compor. Meu objetivo é mais renda do que valorização, mas claro que se der pra juntar as 2 coisas melhor… Abs

    7,82% BPFF11
    7,55% BCFF11
    7,14% CXRI11
    9,68% OUJP11
    8,53% VRTA11
    7,68% CPTS11B
    6,59% HGCR11
    6,98% KNIP11
    6,26% KNRI11
    6,87% JSRE11
    6,06% RNGO11
    6,75% FFCI11
    5,49% FIIB11
    6,60% MFII11

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  10. Bom dia Tetzner e todos do blog,

    gostaria da ajuda de vocês para futuras mudanças na minha carteira. fiquei um tempo off de mercado, mas agora 2018 vou voltar a acompanhar mais, nesse tempo continuei fazendo as reservas mas não consegui buscar muitas informações para investir de melhor maneira

    Hoje minha carteira total é a seguinte.
    40,85% – FII, Ações e aplicação renda fixa para aplicar nos mesmos.
    32,20% – Renda Fixa – tesouro direto Selic – valor para compra de primeiro imóvel
    15,11% – Reserva de emergência – renda Fixa
    5,94% – Fundo de ações small caps
    5,90% – Previdência privada da empresa em que trabalho.

    Hoje tenho 27 anos, emprego em banco privado.

    Hoje minha carteira de FII/Ações é formada da seguinte forma.

    FII % carteira Preço Médio
    BBPO11 7,86% 95,30
    CXRI11 8,01% 923,95
    EDGA11 2,35% 79,61
    FIIB11 7,65% 350,43
    FIIP11 3,63% 200,11
    KNRI11 6,04% 117,79
    MFII11 4,54% 120,11
    MXRF11 15,9% 9,00
    NSLU11 11,22% 181,87
    RNGO11 8,34% 83,53
    SDIl11 3,29% 78, 00
    VISC11 3,90% 107,34
    XPCM11 4,01% 88,79

    Ações
    ITSA4 9,07% 9,76
    TIET11 4,18% 12,45

    Curtido por 2 pessoas

    • Pessoal, não consegui terminar o comentário anterior, pq tive que ir trabalhar, essa vida não é fácil, hehehehe….
      Meu interesse é para saber a opinião de vocês sobre os ativos que tenho, a intenção de investir em ações para rendimento (além da valorização né), e algumas mudanças já previstas para minha carteira, ex: Venda MXRF e EDGA principalmente.

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    • Minha modesta opinião…seus ativos, de maneira geral, são bons. Ações de Bancos, como o ITSA dificilmente vão te deixar rico, mas também dificilmente vão te deixar pobre. Para esse fim (qualquer um dos dois…rs) ações small caps e de novos negócios, tambémIPOs podem ser mais indicados – tudo dependendo é claro de seu traquejo para analisar essas opções, que creio demandarem um conhecimento mais consolidado de análise de números e mercados. Ações para rendimento…bem, eu investiria principalmente em FIIs para esse fim.

      Sua carteira de FIIs tem no geral uma qualidade boa para ótima…tem um ou outro que eu trocaria, tem o FIIB que tem um belíssimo portfolio, o pessoal elogia bastante aqui, mas eu particularmente não me dou bem com fundos logísticos…acho-os tremendamente instáveis. RNGO tem algum problema de vacância que é de toda a região em que os imóveis se localizam, mas eu gosto dele, tem uma ótima localização. EDGA tem problemas de vacância e preço de locação que são agravados pela situação do RJ, além de problemas com inquilinos…mas vc tem um percentual pequeno nele, não?

      De maneira geral, acho que está tranquilo…. 🙂

      Curtido por 3 pessoas

      • Sim, esqueci de tocar no ponto dos preços médios, que o Luiz comentou aí embaixo. Também acho que estão ótimos. Vc já deve ter começado a formar essa carteira a algum tempo, não? Parabéns! Como eu disse com outras palavras, você não tem muito com o que se preocupar com o que tem em mãos não…

        Curtido por 2 pessoas

      • Bom dia Fabioccastro,

        obrigado pelo seu comentário. Então Vamos lá.
        Sei que ações grandes, bancos, dificilmente me deixarão rico ou pobre, mas te digo que só nas ações de ITSA já recebi mais de 30% em número de ações + os dividentos e lucro, então é algo que gosto XD…

        Então minha carteira é meio antiga, hehehe, comecei ela em 2012 com uma grande corretora que só visa lucro (mas que empresa privada não visa?), de lá para cá, aumentei minha renda, meu conhecimento e mudei de corretora, hehehehe… isso me deixou alguns preços médios lá embaixo, mas isso me da medo hoje de adquirir alguns fundos nesse “topo”…

        Sobre os fundos que me comentou nenhum deles me incomoda por estar na minha carteira, o único que me “arrependo” de não ter zerado posição é EDGA, mas do jeito que está, fica… minha carteira vai aumentando e posição dele reduzindo, quando der liquido.

        Curtido por 1 pessoa

    • Muito boa a carteira, só senti falta de FII de shopping já consolidado (ABCP, SHPH ou PQDP) que pra mim é obrigatório em qualquer carteira. Mas no resto tá muito bom e com preços médios muito bons, por exemplo BBPO a 95… rsrsrsrs

      Agora de ações eu acho que seria legal tu dar uma olhada em ações do setor elétrico, especial naquelas que na minha opinião são as 2 melhores, TAEE11 e EGIE3.

      Curtido por 2 pessoas

      • Bom dia Luiz, obrigado pelo comentário.

        Esse é um dos pontos que desejo entrar em breve, porém hoje os valores estão mais altos e dai eu estou segurando uma entrada em um valor com melhor DY, mas vejo em VISC ótimas possibilidades para um futuro. BBPO é antigo, comprei no IPO, vendi com lucro, e após uma vale voltei a adquirir ele, depois que fiquei meio longe ele teve essa alta e agora acompanhando para comprar ativos com ótima qualidade.
        Obrigado pelas informações das ações, irei atrás.

        abraço

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    • Prezado amigo investidor, qual seria o seu perfil?
      Risco moderado? agressivo?
      QUal alocação pretende ter no futuro de sua carteira?
      Achei bem interessante a sua carteira.
      os ativos sao de pedigree e tenho a maioria em carteira.
      Olhando a exposição, percebi que nslu e mxrf compoem grande parte da sua carteira.
      Apesar do mxrf estar mitigado pelo PM bem abaixo do mercado atualmente, nslu também, este último vejo como um risco so próprio setor de hospitais em que o inquilino tem certo poder de barganha em caso de redução do aluguel já que em eventual inadimplencia, mt dificilmente o juiz despejará um inquilino que presta um serviço essencial à população.
      Quanto a mxrf se nao me engano tem alguns cris com default do antigo xpga e vale ficar atento.
      Excelente aquisição em bbpo! Por esse PM, dá mais de 1% ao mes.
      Carteira bem equilibrada, com excelentes ativos. mt boa mesmo
      Quanto as ações itsa e taee são aquelas pra nunca se vender!
      excelente!
      abs e bons investimentos

      Curtido por 3 pessoas

      • Bom dia Ahchaves.
        Olha, trabalho em banco, fiz adm e pós em finanças e mercado financeiro, meu perfil dá o que eu quero no dia, hehehehe, mas acredito que seja mais para agressivo, me faltando tempo para trabalhar mais com ações durante o dia a dia do trabalho, isso me incomoda um pouco.
        Vejo minha carteira de FII e ações como meu principal investimento, é nele que quero minha independência financeira e programar minha futura aposentadoria, já que pelo INSS a chance é zero com bom padrão de vida.
        Então, MXRF sempre tive grande posição nele e XPGA, ai devido a fusão já viu, ficou minha maior posição, mas esse ano quero dar uma mexida nisso, apesar de não me dar dor de cabeça.
        Já NSLU o risco dele é o inquilino, isso a muito tempo e ha vários debates sobre isso, sei do risco e até me agrado, até tenho vontade de comprar mais, mas no preço atual o risco não está valendo tanto a pena, hehehehe…
        Então, BBPO como já disse na outra resposta, já vem de longa data, sei do prazo de validade dele e dos cuidados que tenho que tomar, então vou tranquilo.
        Essas ações penso nisso tb, só compro, compro, compro e compro, vender jamais, hehehehe…
        Obrigado pelas informações, abraço e ótimos investimentos tb.

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      • Bacana Matheus.
        Mxrf também uma das minhas maiores exposições em fiis, justaente por essa fusão

        o que podemos fazer é deixar de aportar por um tempo. Não necessariamente vender.

        abs

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    • Eduardo

      Vamos lá… imagino que as posições em “*” sejam aquelas que você já esteja reconsiderando, certo?

      VISC: fundo novo, mas com bom histórico de resultados da sua gestão; tem transparência na condução e cumpre o prometido no prospecto. Confirmou que vai fazer nova emissão para seguir crescendo, vejo o fundo com bons olhos desde o seu lançamento, o DNA imobiliário é forte neste FII

      ABCP: o valor está não só no ativo como na região e em sua gestora; casos assim trazem muita alegria para todos que investem em fundos imobiliários e buscam perpetuidade. A única ressalva era a liquidez, mas depois do leilão de cotas o FII ganhou muitos novos sócios e segue captando a recuperação da economia em seus resultados

      KNRI: da família Kinea é a “pepita”, a menina os olhos do Itaú; tem gestão atuante nos inquilinos e propriedades, relutaram por anos em manter a renda pensando na mensagem que uma redução traria mas finalmente esse defeito foi corrigido. Fez emissão, quitou os CRIs lastreados nos imóveis do fundo e agora que o pior da crise passou, pode captar parte da melhora econômica dedicando-se mais ao mercado paulista e alienando algumas posições cariocas.

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    • PQDP: nosso gigante dos FIIs, acabo de ler a matéria que o grupo Sonae está de olho nas operações do Wallmart… já imaginaram um FII de Supermercados sob a batuta deles, como fazer aqui? Esses exemplos explicam mais do valor inerente à este FII do que ficar relistando suas qualidades: tem localização, tem público, tem produto e tem procura… que mais dizer? é o Gigante 😀

      HGLG*: sofreu para aprovar a emissão e já anunciou uma aquisição (Air Liquid) com a posição em caixa de vendas anteriores. A nova gestão tem sido muito fiel à comunicação e transparência desde que assumiram. Se cumprirem a proposta de só adquirir imóveis com contratos atípicos vai continuar sendo uma referência nos FIIs logísticos. Acredito que o cotista deveria dar mais um voto de confiança nessa emissão, o crescimento do FII ajuda a mitigar riscos de concentração e dependência das suas participações isoladamente. Gosto do que vejo nele então, por enquanto removeria o “asterisco” ai 🙂

      SDIL*: seu maior diferencial é também sua mais explícita fraqueza, a dependência de um só inquilino, com planos de internacionalização e mudanças na preferência inicialmente dada ao imóvel. Com a troca da gestão resolveu a questão da vacância, está melhor cuidado agora do que antes, então é mais uma questão de aguardar a movimentação ou não da BRF no imóvel. Boa localização mas com espaço na região para novos empreendimentos; imóvel recente, competitivo e com capacidade de atender um pool diversificado de inquilinos. Eu manteria o “asterisco” e aguardaria o reajuste de março para ver se ocorre alguma alteração.

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    • AEFI*: fundo veio com uma proposta muito interessante, incorporação para educacional mas se perdeu na incompetência e inaptidão da sua gestora anterior. Falta comunicação, falta transparência e em várias oportunidades trouxemos fatos aqui que omitiram em relatórios e comunicados. Com a renúncia do gestor quem assumiu olhou de perto e não gostou muito do que viu. O cotista deveria se questionar o que faz um inquilino pagar um aluguel de um prédio que não existe? Ao que tudo indica a melhor solução seria a liquidação do fundo, com a precificação atual bem acima do valor patrimonial, ficaria atento à evolução desse imbróglio que vem desde o seu IPO em 2011!

      BRCR*: se num fundo onde a 3C só administra o cotista já fica exposto… o que dizer num onde ela ainda faz a gestão? Complicado acreditar ou confiar em qualquer coisa que venha daqui… tem dois ótimos imóveis, mas um no Rio com vacância acentuada e o restante sem muito diferencial competitivo. Num ambiente onde Triple A está disputando a tapa inquilino, imóvel BB e A vai sofrer um bom tempo ainda. Teve a chance de saída honrosa com a oferta para liquidação do FII… mas a 3C tem seu foco na Taxa multi-milionária extraída do fundo, então dificilmente aceitaria a liquidação. Quem é cotista tem que entender e aceitar que este produto existe para atender um interesse que não é o do cotista, mas o de sua gestora.

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    • RBGS*: o projeto do shopping era bom, mas a execução não foi bem feita. Teve muitos problemas com o Mix de Lojas e infra-estrutura básica para seu público e logistas desde o começo. Até hoje reclamam do odor nas garagens e da falta de sinal na região; o público também não comprou a ideia de ir até a região, vai levar um tempo maior que o previsto para atingir a maturação. Quem ainda é cotista deve ter o foco no longuíssimo prazo, ainda mais com a situação econômica do Rio.

      RBVO *: fundo de papel com data para acabar, alguns CRIs tiveram problemas e já iniciou a fase de amortizações; tem chão pela frente ainda, Dez/12 +12 anos, tem de confiar na capacidade da gestão para reverter a situação e continuar torcendo para a melhora na situação econômica do país. Aguardaria o desfecho das execuções de vencimento antecipado antes de tomar uma decisão aqui.

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    • MFII: fundo relativamente novo na bolsa, atua no segmento de incorporação mas é classificado como híbrido, devido a sua flexibilidade em fazer negócios imobiliários. O caso dos jazigos mostrou bem que a gestão não dispensa um bom negócio, sendo bem fundamentado e oferecendo ao cotista um retorno adequado (TIR 20%). Essa preocupação com o cotista se reflete agilidade das respostas do RI, no acompanhamento mensal e trimestral dos resultados e no crescimento apresentado nos últimos anos. A medida que cresce seus riscos de concentração ou dependência de projetos são mitigados, também foram muito felizes no timing da oferta, entrando capitalizados num mercado repleto de oportunidades. O time que cuida do dia-a-dia do fundo também investe nele, sinal de confiança no produto e no negócio em que estão inseridos.

      SHPH: o sonho de consumo de todo cotista, ter participação num investimento com perpetuidade, público fidelizado e diferenciado, dominante na sua área de atuação. Bem gerido e sempre atento às oportunidades de crescimento, acabou de realizar uma emissão de cotas com sucesso; quem compra cotas aqui não foca muito na renda, mas no potencial de retorno total dada a valorização da região e do negócio por elas representadas.

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    • FIIB: sozinho não existe, tem de olhar o Perini e a região em que está inserido; o Perini Business Park é o maior condomínio multissetorial do Brasil, inserido no terceiro maior pólo industrial do Sul do Brasil e responsável por aproximadamente 14% do Produto Interno Bruto de Santa Catarina. Empresas Nacionais e Multinacionais compartilham recursos do condomínio e este a meu ver é seu maior diferencial. Apesar de ser um setor mal tratado ao longo da história do nosso país, o empreendimento se destaca por ter conseguido ao longo dos anos manter a competitividade e o mix adequado de seus ocupantes. Deve continuar se beneficiando da melhoria na economia e retomada do crescimento do país.

      KNCR: o maior FII da bolsa com liquidez, muitos usam até como reserva de emergência pela isenção e facilidade de negociação. Tem uma carteira com mais de 40 CRIs numa pulverização de risco que aliada à gestão mitiga bastante questões de primeira preocupação em FIIs de papel. Atrelado ao CDI e com a redução da taxa selic, refletiu na renda a baixa inflação e toda essa queda que vimos desde os 14,25% até os atuais 6,75% aa. Novamente Kinea e Itaú mantém o FII em posição de destaque entre seus pares, gerindo bem a carteira de seu produto.

      KNIP: fundo novato que foi lançado em meio a deflação, visando captar alguma retomada dos índices inflacionários; cresceu com a força e capilaridade do banco Itaú e anunciou mais uma emissão de cotas. Foram ágeis dessa vez na alocação dos recursos, sempre costurando os lastros com operações de empresas de renome ou grande projeção. A carteira ainda é modesta, está em formação mas já mostra uma diretriz muito boa. O status conta em tudo que é Kinea, você opta por ter mais qualidade e isso gera valor agregado na operação, compensando em parte os rendimentos. Fundos que fazem a alegria dos acionistas do banco, o crescimento das receitas de gestão imobiliária crescem ano após ano, mesmo nos períodos de crise.

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