Carteiras Comentadas

Não fazemos recomendações de Compra/Venda de Ativos, cabendo a cada um decidir o que é mais adequado ao seu perfil. FIIs tem Risco e NÃO são Renda Fixa.

1- é recomendável a todo investidor, ler pelo menos os 2 últimos relatórios e informes gerenciais que podem ser encontrados na bovespa.

2- interessante também olhar a performance histórica do fundo, de preferencia dos 12 últimos meses, para ter uma noção da renda paga já que há fundos que tem a renda distorcida por conta de apgamentos anuais e semestrais. Lembrando que rentabilidade passada nao é garantia de rentabilidade futura

3- ler os comentários recentes e ficha dos fundos que deseja ter em carteira e postar as dúvidas de cada fundo que aos poucos nós vamos respondendo

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Os comentários aqui publicados não constituem recomendação de compra ou venda de ativos; são opiniões divulgadas para incentivar o debate. Não recomendo ou incentivo que sejam tomadas decisões sobre investimentos de qualquer tipo; nosso foco é educacional e não me responsabilizo por perdas, danos (diretos, indiretos e incidentais), custos e lucros cessantes.

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1.270 comentários sobre “Carteiras Comentadas

  1. Pessoal, estou iniciando em FIIs e pretendo montar minha carteira dessa forma:

    BCRI11 35%
    RNGO11 35%
    HGLG11 30%

    Aos poucos pretendo entrar em outros, mas penso em não ter tantos fundos na carteira, talvez chegar num total de 6. Procurei diversificar os tipos, escolhendo os que julguei mais vantajosos dentro de cada segmento.

    Busco fundos para gerar dividendos, e com os aluguéis mensais, comprar novas cotas dos fundos que já tenho. Estratégia de longo prazo, buy and hold.

    O que acham?

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  2. boa tarde.

    Tenho aprendido muito com esse blog. Minha carteira atual é a seguinte:

    BRCR11 8,1%
    HTMX11 8,4%
    BBRC11 6,8%
    RBRF11 4,7%
    MFII11 7,5%
    SAAG11 7,1%
    FEXC11 7,8%
    FIGS11 7,5%
    KNRI11 7,9%
    FCFL11 15,4%
    ggrc11 11,4%
    VISC11 7,6%

    Confesso que quando iniciei os estudos em FII eu seguia relatórios de consultorias (Coisa que não faço mais hoje) e tomei uma bela paulada em FEXC11 (depois disso que comecei a olhar com mais atenção o blog do nosso colega Tetzner). No entanto, não está em meus planos vende-lo. Comprei RBRF11, que, apesar de ser BTG, tem um gestor que me agrada, mas não aumentarei posição nele. Penso seriamente em me desfazer de BRCR11, que, tem, além de problemas de vacância, uma gestão que não me parece nada transparente. Também penso em me desfazer de FIGS11 no ano que vem (dar mais uma surfada na RMG) e buscar cotas de JRDM11. Se possível, ainda tenho em mente comprar KNIP11 ou VRTA11. Também estou muito exposto em FCFL11 e, por isso, não pretendo comprar mais cotas desse fundo.
    Minha intenção é formar uma carteira de longo prazo, não quero “trades”

    Aceito sugestões e críticas. Muito obrigado e bons investimentos a todos

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  3. Carteira Atual. Sim, gosto de recebíveis… Hehe

    BPFF11 – 22,10%
    VRTA11 – 12,10%
    CPTS11B – 11,12%
    MXRF11 – 10,76%
    FFCI11 – 10,54%
    BCFF11B – 8,60%
    MFII11 – 7,36%
    KNIP11 – 6,02%
    HGCR11 – 5,90%
    JSRE11 – 5,50%

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  4. galera podem dar uma analisada e algumas dicas sobre a minha carteira
    tenho + 5 mil para aplicar e queria alguns conselhos
    tenho uma seleção de 15 FIIs os 8 que ja fazem parte da minha carteira e mais estes
    (PQDP, MAXR, FIIP, FAED, FIIB, RBRD, VISC)
    escritórios
    BRCR 12%
    FFCI 11%
    XPCM 16%
    Papel
    KNCR 14%
    BPFF 9%
    CXRI 20%
    Logistico
    TRXL 13%
    Des. Imobiliario
    MFII 6%

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    • Minhas opiniões – que devem ser olhadas com senso crítico.
      Fundos que tenho e estou com boa segurança:
      XPCM 16%
      KNCR 14%
      BPFF 9%
      Fundos que não tenho mas gostaria de ter comprado:
      FFCI 11%
      MFII 6%
      CXRI 20%
      Fundo que tive e me desfiz porque fiquei preocupado
      BRCR 12%
      Fundo que não tenho e não compraria
      TRXL 13%
      Dos que tu não tens eu compraria preferencialmente :
      FIIB (talvez o mais seguro, embora consequentemente com DY mais baixo)
      RBRD
      VISC
      PQDP – acho ótimo mas parece caro (alguns dizem que sempre parece caro, mas continua subindo.
      FAED – eu acho que não compraria atualmente
      MAX R – não conheço bem

      Curtido por 2 pessoas

      • obrigado pela opinião
        TRXL eu ja pensei em me desfazer dele para substituir por outro logístico (o qual não decidi ainda )
        o BRCR eu acabei de me desfazer de mais metade pra poder investir em outro (são os 5 mil q mencionei) o resto estou em duvida ainda se continuo ou não
        os que já tenho em carteira eu não penso em aumentar posição no momento, (talvez FFCI) pq quero diversificar mais um pouco
        vou dar uma estudada para tomar minhas decisões
        mais uma vez obrigado por opinar

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    • Hora de vender BRCR é agora, não é hora de comprá-lo. Na minha opinião fiis bons com bom preço de entrada : MFII , KNCR e VRTA.
      Ótimos FIIS com DY: PQDP e FIIB . Não acho PQDP a 3180 e FIIB a 380 caros, acredito que a renda destes dois vai aumentar.

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      • Deutinvestimentos,
        Porque acredita que a renda do FIIB vai aumentar? Pergunto pois esta informação pode ser o que falta para eu entrar neste FII.
        Este FII é um que namoro tem tempo mas ainda não comprei. Ultimas compras (ultimos 2 meses) ficaram em MFII, VISC, ABCP, RBRD, FIIP e HGLG.

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  5. Boa noite, colegas.

    Primeiramente gostaria de parabenizar a todos pelo elevado nível das discussões e pelo conteúdo que ajuda demais.

    Sou um novato em FIIs, estudando há duas semanas. Atualmente tenho 100℅ da minha carteira em renda fixa, e quero começar a diversificar.

    Vi nos FIIs uma grande oportunidade para meu objetivo, que é renda passiva no longo prazo, com segurança. Ocorre que, como todo iniciante, estou compilando informações principalmente sobre quais os principais fatores a ser observados na escolha de um FI (rentabilidade, liquidez, vacância, valor da cota…). Enfim, o início é bastante complicado, pois se acaba lendo muito e nem sempre se absorve.

    Queria perguntar para os nobres colegas quais os cinco ou seis fundos que se encaixam mais nesse objetivo: segurança no longo prazo (sobretudo) com ganhos mensais de rendimentos (em segundo grau de importância), e com cotas com valor baixo e justo.

    Sei que é uma pergunta complicada, mas estou realmente perdido diante de tantas possibilidades. Passei as últimas três horas lendo e não consegui chegar a uma conclusão.

    Pelo que pude perceber, fundos de educação, agências bancárias e shoppings são seguros, mas não sei se estou certo. E ainda tem essa questão de vários contratos de agências bancárias terminando em 2022 (não sei como isso pode impactar no investimento, se é que o fundo vai prosseguir), e o fato de cotas de fundos de shopping ser bem carinhas. Também me chamaram atenção os fundos de fundos..

    Bom, se puderem me indicar uns fundos nesses moldes, ao menos para eu conseguir me situar nesse início e começar o estudo por eles, agradeceria muito.

    Muito obrigado!!

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    • RMayer,

      A escolha dos FIIs que você irá investir é muito pessoal. Todo FII tem um porém… Nem que o porém seja renda muito baixa por ele ser de muito baixo risco. Não existe FII do Faraó… Não existe FII unânime… Não existe FII que serve para todo mundo.

      Por exemplo…
      1 – BBPO (são 64 agências bancárias do Banco do Brasil), possui contratos atípicos (se o inquilino sair paga todo o até o final do contrato) com vencimento em 2022. Está pagando em torno de 8% ao ano nos preços atuais. Porém… quando chegar 2022 não se sabe como será a renegociação dos aluguéis ou mesmo se o BB manterá as 64 agências.

      2 – ABCP (1 shopping center), este aqui é um dos queridinhos, por se shopping não tem o problema de término de contrato que por exemplo o BBPO tem e no longo prazo a tendência é ser mais estável ao longo dos anos. Porém o pagamento anual nos preços atuais é de aprox 6%, bem menor que outros FIIs.

      3 – FAMB (1 prédio alugado para a CEF), um prédio somente alugado para a caixa econômica, contrato típico (se inquilino sair não paga nada exceto um prazo pequeno previsto no contrato), a vantagem é o pagamento que nos preços atuais deve dar em torno de 10,5% ao ano. O porém é que se a caixa sair você fica com um elefante branco desalugado por muitos e muitos meses (ou até para sempre rsrsrsrsrs).

      Não estou recomendando os FIIs acima, são apenas 3 casos bem diferentes para você ter uma idéia do que tem que avaliar.

      Recomendo conhecer bem antes de comprar (não obrigatoriamente nesta ordem):
      1 – Ativos que o FII possui – se Monoativo(um imóvel) ou Multiativo (muitos imóveis), onde se localizam
      2 – Inquilinos – se é monoinquilino ou multinquilino, qual a sáude financeira dos mesmos (por exemplo estado do Rio não está pagando).
      3 – Tipo dos contratos – Se é Atípico ou típico.
      4 – Valor patrimonial x Valor da cota
      5 – Histórico de Dividendos para referência – Não tem jeito todo mundo avalia isso apesar de não ser garantia futura. Importante conhecer os eventos atrelados as dividendos passados se houverem.
      6 – Avaliar potencial futuro do FII – Vencimento dos contratos, análise do setor do FII (por exemplo Lajes corporativas no Rio de Janeiro estão em crise mas em São Paulo começou a recuperar timidamente).
      7 – Conhecer as administradoras dos FIIs – Tem umas que tem históricos de operações obscuras, má gestão e baixa qualidade de atendimento ao cotista.
      8 – Conhecer seu perfil – Vai fazer trade? Vai comprar e ficar 20 anos? Precisa da renda hoje? Topa correr risco? E se desalugar e ficar sem renda?
      9 – Tem processos judiciais movidos pelo FII ou contra o FII?
      10 – ….. Enfim conhecer tudo o que você puder. Tem mais coisa para pesquisar… Quanto mais informação melhor para o seu perfil será sua escolha.

      Não parar de acompanhar nunca… O FII para comprar hoje pode ser diferente do FII de amanhã.
      Importante diversificar.

      Curtido por 4 pessoas

      • Agradeço profundamente pela resposta.

        Toda ajuda é bem vinda. E um dia espero chegar no nível do amigo.

        Sei que a escolha é muito pessoal, mas qualquer direcionamento nesse início é importante.

        E faço mais uma pergunta. Estou pensando em começar por fundo de fundo, devido à diversificação natural que traz certa segurança, ainda que os rendimentos possam sofrer com a queda da SELIC. Esse é um entendimento acertado? Ouço muito que fundo de fundo é muito bom para começar com investimentos mais baixos, até pegar o jeito.

        Mais uma vez obrigado!

        Sucesso e bons investimentos.

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      • Com relação a Fundo de Fundos (FOF) eu não tenho nenhum…. Uma vez que você passa a conhecer cada FII você faz o seu próprio FOF de gestão ativa :).
        O ruim é pagar taxa de administração no FII e depois novamente no FOF , sem falar que tem vários que sofrem de conflitos de interesse comprando FIIs da mesma administradora.
        Não é o melhor caminho mas pode ser um começo. Equivale a você comprar Fundo de Ações, a diferença é que de ações tem uns tops com histórico de ganho acima do IBOV, com relação aos FOF a história é bem diferente.

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      • Verdade.

        Fundo de fundo tem essa questão da taxa de administração. Mas enfim, vou estudando e quando me sentir seguro, começo a carteira.

        Agradeço novamente aos amigos.

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    • Perfeita a explanação do Dino. Gostaria de acrescentar sobre a segurança dos setores mencionados, Agências difere de Shopping porque os primeiro são seguros artificialmente, já o segundo, naturalmente. O que garante (em teoria) a perpetuidade de renda nos bancos, é a força dos contratos. Já nos shoppings bons, ao contrário, a segurança advém da pulverização de inquilinos e atratividade do ponto comercial. Olhando para frente, ainda vislumbramos uma demanda por shoppings, já no caso das agências é meio duvidoso.
      Como estamos no Br, não confio na segurança dos contratos, visto que qualquer juiz maluco pode decidir em favor do inquilino, limitando suas obrigações.
      Em relação às agências, por exemplo, só gosto do BBRC, porque, além do contrato, vejo valor nos imóveis devido a suas localizações privilegiadas.

      Curtido por 1 pessoa

  6. Ola pessoal, comecei a montar minha carteira esse mes. Gostaria de opiniões e sugestões. Meu foco seria renda, mas um ganho nas cotas não faz mal a ninguém tb…

    BPFF11 – 31,14%
    VRTA11 – 17,02%
    CPTSB11 – 15,98%
    MXRF11 – 15,66%
    BCFF11B – 12,16%
    JSRE11 – 8,04%

    Curtido por 1 pessoa

    • Olá. Veja bem, nao existe receita de bolo. O que é bom pra um nao é pro outro e assim vai.
      MAs como pediu opiniao aqui vai meu pitaco.
      Vc está dando muito dinheiro pra gestor. Fundo de Fundos como o bcff, mxrf sao péssimos do meu ponto de vista., pois vc esta pagando altas taxas de adm para fazerem giro da carteira e entregaraem resultados horriveis. Vc mesmo com pouco estudo conseguiria melhores resultados.
      Espero ajudar….
      Abs,

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      • ghuerren, vc não acha que isto já está refletido no valor da cota?
        Se estivessem acima do VP concordaria com vc, mas a estes preços atuais entregam um DY interessante.

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      • Ah, sugiro vc omprar o carteiras comentadas do blog que já vai tirar grandes ensinamentos. Alem disso vai comparar perfis diferentes de investidor e, quem sabe, conseguir alguma carteira que seja de acordo com o seu perfil.
        #ficaadica

        Curtido por 2 pessoas

    • Luis;

      Eu achei excessiva a concentração num único ativo (quase 1/3 da carteira), aliás sugiro que leia os comentários da ficha deste fundo e tire as suas próprias conclusões:
      https://tetzner.wordpress.com/2016/09/21/lc-brasil-plural-absoluto-fundo-de-fundos-fii/#comments

      Prosseguindo, pela maneira que estruturou a sua carteira, tenho a impressão de que assim procedeu objetivando a diversificação de exposição via FoFs (fundo de fundos), os quais correspondem a 58,96% do total investido em FIIs.
      À primeira vista, seria uma estratégia inteligente, mas sugiro que olhe o histórico deste tipo de produto e verifique se estes tem entregado resultados condizentes com o que se propõe (gestão ativa lucrativa, alinhamento de interesses da administração com os cotistas, etc.).
      Sobre os dois fundos de recebíveis escolhidos, simpatizo com VRTA e considero CPTS mais arriscado por conta do seu portfólio de CRIs. Ademais, ambos carregam posição em Urbplan, a qual está em péssima situação financeira. Tendo ciência disso e adotando uma margem de desconto condizente com aquelas posições, pode dar ponto de entrada (observar o VP).
      Lembre-se que fundos de papel não são muito indicados para carrego de LP, vez que distribuem juros e inflação do período, ou seja, o principal não sofre correção monetária (algo comum aos de tijolo, por exemplo).
      JSRE considero como fundo misto e não gostei da sua última aquisição (a achei cara).
      Sugiro refletir sobre uma maior e melhor diversificação da sua carteira, objetivando mitigar riscos.
      Sds.

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      • Luis;

        Sugiro, antes de mais nada, estudo dos ativos que pretende adquirir.
        Vou dar meus pitacos sobre os fundos citados:
        FIIP: Observar que três dos sete contratos de locação estarão vencendo dentro do espaço de pouco mais de um ano. A questão é se vão renovar e a qual preço por m². Ademais, não conta com distribuição linear, vez que o aluguel de Ambev é pago anualmente (não mensalmente). Boa diversificação geográfica e bom mix entre varejo/logística no portfólio dos imóveis que o compõe. Ponderar os riscos e as qualidades para ver se este atende o seu perfil.
        MFII e FFCI: veja mais abaixo o que escrevi sobre estes.
        BRCR: Bom portfólio de imóveis, mas com maior concentração no mercado carioca, o qual está sentindo a crise no setor de forma mais profunda. Particularmente, não gosta do histórico da gestora deste, bem como, vejo letargia nesta em proceder alterações no regulamento que possibilitem ao fundo adentrar em outros segmentos que não o de lajes corporativas (a exemplo do KNRI), mitigando os riscos de tal concentração. Acho que muita coisa precisa mudar aqui para ele se tornar atraente, ressalto, no meu modo de ver.
        HGCR: não acompanho de perto, só me lembro que carrega no portfólio CRI relativo ao Shopping Goiabeiras, o qual está gerando boas dores de cabeça à gestora (vide impacto no HGBS).
        Sds.

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  7. Tenho só a agradecer esse forum de Fi’s. Nos últimos meses estive sempre de olho e aprendi muita coisa boa com vocês.
    Comecei devagar no ano passado a investir em FI, peguei gosto. Em Agosto resolvi vender cotas que eu tinha investido em Tesouro Direto e investir 80% em FI, 10% em Ações e 10% em outros investimentos.

    Estou criando minha carteira mais ou menos nesta ordem.

    Agências
    AGCX10%

    Comerciais
    MFII 20%

    Escritórios
    BBFI 10%
    FFCI 5%
    HGRE 5%

    Fundos de fundos
    CXCE 5%

    Hotel 0%

    Hospital
    HCRI 5%

    Indústria
    CTXT 10% (Não sei se realmente este fundo se encaixa neste setor)
    FIIB 10%

    Logístico
    HGLG 5%
    GRLV 5%

    Papel 0%

    Residencial 0%

    Shopping
    Figs11 10% (Provisório, venderei quando a cota começar a cair).

    Universidades 0%

    O que vocês acham desses Fi’s? Alguma dica ou opinião? Entre 13/17 fundos acham muito complicado para fazer a declaração do IR?

    Curtido por 1 pessoa

    • Young fox;

      Achei meio confusa a estruturação da sua carteira.
      Confira comigo no replay (de quebra vão uns pitacos):

      Agências
      AGCX10% – Observar a queda na renda oriunda dos investimentos atrelados ao CDI (Selic). Por outro lado, a gestora pretende diversificar o portfólio /segmento explorado pelo fundo, já constante em seus comunicados sazonais, o que pode ajudar numa diminuição de risco futuro com o fim do contrato com a CEF (2022).

      Comerciais (?!)
      MFII 20% – Como já dito pelo colega Ghuerren acima, ele se enquadra no setor de desenvolvimento, ok? Gosto do fundo e carrego posição nele. Não obstante, sugiro mais moderação no percentual atribuído a ela na carteira, vez que o segmento em que atua reflete diretamente os ciclos imobiliários do mercado real, e este não se encontra num bom momento (ainda que esteja esboçando reação). Por outro lado, este detém uma gestora factualmente ativa e acessível aos cotistas, cujo histórico até aqui tem sido quase impecável. Se vai persistir assim, com o crescimento do fundo, só o tempo dirá. Questões a se ponderar, portanto.

      Escritórios
      BBFI 10% – Não gosto deste fundo. A conservação dos imóveis não me inspira confiança, assim como a idade destes.
      FFCI 5% – Sua última emissão falhou fragorosamente. Apesar de conta com uma boa gestora, não é um fundo que me atraia, seja pelo segmento em que atua, seja pela participação minoritária que detém nos empreendimentos do portfólio.
      HGRE 5% – Gosto do portfólio deste e da gestora como um todo. Não obstante, tem realizado algumas operações que não vem me agradando muito (autofagia), bem como, a queima de caixa aqui tem sido considerável. Destaque para a base de cálculo da taxa de administração (sobre o PL e não sobre o VM).

      Fundos de fundos (?!)
      CXCE 5% – Não é um FoF, mas sim um fundo mono-mono, ou seja, um imóvel locado para a Cedae (em processo de privatização) e cujo contrato de locação vence em 2021. Sugiro que pesquise para ver qual o valor pago por m² e se este se encontra dentro da realidade do mercado carioca de lajes corporativas. O termo “fundo jabuticaba” lhe cai como uma luva.

      Hotel 0%

      Hospital
      HCRI 5% – Liquidez baixa, empreendimento mais antigo na comparação com o seu para natural (NSLU), o único inquilino possui ação judicial de redução de aluguel contra o fundo. Me questiono se vale a pena carrego sem saber se a inflação do período será reposta no aluguel para receber em contrapartida uma certa resiliência na renda.

      Indústria
      CTXT 10% (Não sei se realmente este fundo se encaixa neste setor) – Não, não se encaixa. Está inserido no de logística. Não o acompanho para poder opinar.
      FIIB 10% – Talvez um dos melhores fundos disponíveis nos mercado, com excelente localização e boa gestão. Anda num preço “meio salgado”, caso contrário, eu o teria em carteira.

      Logístico
      HGLG 5% – Observar para qual rumo navegará após captar o montante da emissão recentemente aberta. Anteriormente, vinha sofrendo pressão no seu nível de distribuição pelo descasamento entre a distribuição e seu fluxo de caixa. Goza com bom portfólio de imóveis e gestora com expertise.

      GRLV 5% – É um “fundo jaboticaba” com o qual simpatizo, por incrível que pareça. Prós: Qualidade construtiva (não chega a ser um diferencial neste segmento), boa localização, bons inquilinos e boa rentabilidade. Contras: Fundo mono ativo, alta dependência de um inquilino e pouco menos de 02 anos para a revisional da Ambev.

      Papel 0%

      Residencial 0%

      Shopping
      Figs11 10% (Provisório, venderei quando a cota começar a cair). Vai vender quando a cota começar a cair… Não me leve a mal, mas por qual motivo entrou? Pelo yield atrativo, apenas? Qual o seu preço de entrada? Será que o mercado vai demorar a perceber que a renda real será bem inferior e cobrará seu preço na cota pouco antes do término da RMG? Creio que cabem algumas reflexões a respeito. Dito isto, gosto do fundo pela diversidade de classes de consumidores atingida pelos dois shoppings (públicos-alvo diferentes) e pela boa perspectiva futura que vejo no Maia. Não obstante, é uma incógnita se haverá futuro retrofit no Bonsucesso e a qual custo para o fundo, se o sócio majoritário conseguirá manter um nível de investimento mínimo nos shoppings condizente, se não procederá com mais alguma “peripécia” como a tentativa de venda do usufruto dos estacionamentos, etc.

      Sds.

      Curtido por 3 pessoas

      • Muito obrigado pelas dicas, eu classifiquei os setores da minha carteira usando esse link:
        https://tetzner.wordpress.com/setores/
        Os meus favoritos são CTXT e FIGS. Entrei nos dois quando estavam bem bem baixos, o CTXT a 3,70 e o Figs a 66.
        Fui pessoalmente a ver os dois fundos. O CTXT é em uma zona que eu acho que promete crescer e de valorizar em SP. É um fundo mono, alugado pelo Itaú em sua maior parte, o contrato vence no final do ano.
        O FIGS eu tenho um pé atras. Eu fui em um dos shoppings em Guarulhos e era depressivo, não tinha ninguém. O estacionamento caro, lojas vazias com vendedores na porta conversando. Como eu comprei esse fundo a 66 e agora chegou a bater os 93, quero me desfazer de uma parte dele.
        O FIIB é o meu preferido da carteira, mas realmente é caro.
        Muito agradecido pelo seu tempo e disposição!! 🙂

        Curtido por 1 pessoa

    • Italoguy young fox*;

      Peço desculpas, li CTXT e pensei noutro fundo.
      Era para ser um imóvel comercial, a bem da verdade. Tem as dimensões de um shopping e hoje está locado para o Itaú em quase sua totalidade. Conta com uma boa gestora (Rio Bravo).
      Uma parte do contrato de locação já venceu e a outra (maior) vence no final deste ano.
      Creio que vão unificar o vínculo contratual, o renovando, mas a um preço menor dada a conjuntura de mercado.
      Se isto não for um problema e seu foco for o MP/LP, pode ser uma opção interessante de valorização patrimonial, haja vista a (cada vez mais) provável mudança do Ceagesp do entorno. O problema é o prazo e a vontade política (e econômica) real para que isso aconteça.
      Sds.

      Curtido por 1 pessoa

      • Concordo com você, é um fundo pra deixar na carteira e esquecer que existe por uns anos. Eu fui até o prédio quando eu estive em SP, a zona é feia. Tem até alagamentos por ali, o prédio está em condições boas. O bairro se chama Villa Leopoldina, era uma zona horrível, cheio de galpões e pouco a pouco está virando um bairro de classe média alta. Eu sei que esse fundo no momento não é o top, mas eu tenho confiança que aquela área de SP vai pouco a pouco se desenvolver. Eu não tenho pressa, eu tenho só 26 anos e estou pouco a pouco criando o meu futuro para ter uma renda de emergencia.

        Curtido por 1 pessoa

    • italoguy;

      Conheço bem a região, pois morei próximo (Alto da Lapa) por mais de 10 anos.
      Realmente o entorno do outro lado da ponte sofreu uma radical transformação para melhor.
      Questão nevrálgica é a saída ou permanência do Ceagesp das proximidades do empreendimento.
      Na primeira hipótese se materializando, isto será o start dum processo de valorização dos demais imóveis no entorno.
      Sds.

      Curtido por 1 pessoa

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