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Fato Relevante: CRI Goiabeiras

Goiabeiras

FII CSHGSHOP (HGBS) & FII CSHG CRI (HGCR)

“Em 09 de maio de 2017, foram divulgadas decisões judiciais de segunda instância2 por meio das quais o Tribunal de Justiça de São Paulo reconheceu a exigibilidade de tais créditos e determinou a penhora”

“A GaiaSec – Gaia Securitizadora S.A., na qualidade de emissora dos referidos CRI, está tomando as medidas judiciais que entende cabíveis; sendo certo que a Administradora está acompanhando ativamente os procedimentos adotados pela Securitizadora, em defesa dos interesses do Fundo e seus cotistas.”

Confira detalhes, aqui:

https://tetzner.wordpress.com/2016/09/21/hgbs11-cshg-brasil-shopping/comment-page-6/#comment-241596

Tetzner Entrevista: Dâmaso

Nosso colega Dâmaso é incorporador imobiliário e construtor com 30 anos de atuação no mercado, formado em Engenharia Civil pela Politécnica da USP.

No histórico de sua empresa temos a experiência de 340 empreendimentos onde moram 70 mil pessoas, com atuação em 8 cidades brasileiras e 4 estados, além da recente presença internacional.

😀

Alteração da iCVM 571 – Remuneração sobre a Renda

Nosso blog mais uma vez quer participar ativamente da melhoria do mercado e da evolução dos seus participantes.

Uma das maiores distorções trazida pela instrução que regula os FIIs, foi vincular as taxas às cotações; o impacto no resultado no financeiro já pode ser visto na maior parte dos grandes fundos e preocupa bastante em alguns deles.

O Trix iniciou a discussão aqui, passei o texto formatado para o amigo Ricardong que também fez sugestões e chegamos à essa petição, apresentada logo abaixo.

Pedimos à todos que preencham e enviem pelo portal da autarquia: http://sistemas.cvm.gov.br/?SAC

Aproveitamos também para abrir uma discussão aqui sobre tema, quem já puder contribuir com as estatísticas do impacto em algum fundo, por gentileza apresente aqui 🙂

Juntos somos mais Fortes!

Se você participa de alguma comunidade ou grupo de investidores, compartilhe o link (https://goo.gl/R2uXe8) deste post 

Para: Superintendência de Desenvolvimento de Mercado

Assunto: Alteração da Instrução CVM Nº 571 – Art. 36 (Remuneração sobre a Renda)

[Cidade], 06 de março de 2017

Prezado(s) Senhor(es),

Eu, [Nome], brasileiro, [Estado Civil], portador do RG xx.xxx.xxx-x e CPF xxx.xxx.xxx-xx, como cotista de Fundo Imobiliário e participante ativo desse mercado, sempre em busca de melhorias e atento às regulamentações da autarquia, solicito a apreciação de minha sugestão de mudança na INSTRUÇÃO CVM Nº 571, DE 25 DE NOVEMBRO DE 2015, em especial no artigo 36, que se refere a remuneração do administrador de fundos.

Sugestão: Minha proposta de alteração visa a mudança da prioridade da base de calculo das taxas, para que esta não mais seja sobre o valor de mercado das cotas, mas sim que se priorize a aplicação do percentual a receita bruta, líquida ou sobre o rendimento distribuído.

Argumentação: Entendo ser esta a forma mais justa, pois vincula a remuneração do instituição administradora ao fluxo que indiretamente chega até nós cotistas, tornando-o assim um parceiro, com foco no bom desempenho operacional do FII e em maximizar o rendimento ao invés da cotação.

Esta forma também aproxima o segmento do mercado real, já que é a metodologia aplicada como remuneração dos administradores de imóveis, os quais recebem um percentual sobre o valor do aluguel praticado.

Outro ponto para o qual também solicito sua atenção, diz respeito a contratação de Formador de Mercado nos FIIs, restringindo sua contratação apenas em fundos onde o volume negociado em bolsa no último trimestre, seja inferior à 10% do fundo mais negociado no ano anterior. Tal contratação deverá também ser submetida e aprovada pelo cotista em assembleia.
 
Cordialmente,
[Nome]

Contratos Atípicos x Típicos

contratos

Os contratos podem ser tipificados pela norma ou, simplesmente, atípicos.

Os Contratos típicos (ou nominados) são aqueles tipificados em lei, ou seja, previstos e regulados no Código Civil ou em lei extravagante.

São exemplos os contratos de locação de imóveis urbanos (regulados pela Lei nº 8.245/91) e também os de incorporação imobiliária (regulados pela Lei nº 4.591/64).

Nos FIIs temos os Típicos na maioria dos fundos, com multas proporcionais e valores geralmente em 3 ou 4 vencimentos mensais; já os Atípicos em sua maioria representados pelo segmento de Agências Bancárias, a interrupção da locação implica no pagamento dos aluguéis até o seu vencimento, agregando grande segurança e uma componente a mais na seleção do investidor.

O Mercado Imobiliário Agora

mercado-imobiliario

Para podermos entender melhor o meio no qual os Fundos Imobiliários (FIIs) estão inseridos, vamos olhar um pouquinho para o mercado Real e a economia.

Acho que a maior parte dos cotistas já reparou que existe uma diferença importante entre fundos imobiliários e imóveis, certo?

Até pela concentração no eixo RJ/SP e um foco exagerado nas Lajes Corporativas (Escritórios) dos nossos FIIs, frente à imensidão geográfica e a diversidade de nosso país.

Onde está o VALOR de um Imóvel? Essa é só para começarmos!

Juros em Queda, FIIs em Alta

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Existe mesmo uma correlação direta entra a Taxa de Juros e a cotações dos Fundos de Investimento Imobiliário?

Se a expectativa dos juros é de queda, podemos criar uma expectativa de alta para as cotações e vice-versa?

Juros menos na renda fixa motivam a migração do capital para a renda variável, no caso os FIIs?

Para os mais acostumados ao mercado a resposta parece óbvia, mas e para os amigos que estão chegando ao blog, também é?

Como você explicaria de forma simples essa relação nos FIIs?