Fórum Fundos Imobiliários

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19.215 comentários sobre “Fórum Fundos Imobiliários

  1. Copom mantém juros em 6,5% ao ano e deixa espaço para quedas
    Pavini

    O Comitê de Política Monetária (Copom) manteve a taxa básica de juros em 6,5% ao ano e repetiu basicamente a visão sobre a tendência de inflação sob controle, economia fraca e a necessidade de juros abaixo do normal para estimular a economia da reunião anterior.

    O Copom manteve ainda uma porta aberta para novas reduções dos juros, ao afirmar que o balanço de riscos inclui uma queda maior da atividade, que permitiria juros ainda menores, mas condicionados à aprovação das reformas fiscais, em especial da da Previdência.

    O Comitê reconheceu que houve melhora no cenário externo de curto prazo, com a perspectiva de que os juros não subam tanto nos Estados Unidos e na Europa, mas ao mesmo tempo cresceu o risco de médio prazo, de desaquecimento ou até recessão nos países desenvolvidos, com as disputar comerciais entre EUA e China e o impasse em torno da saída do Reino Unido da União Europeia (Brexit).

    Curtido por 3 pessoas

    • Se não cai, fica estável

      Para não correr o risco de criar a expectativa de uma queda de juros logo mais, no entanto, o Copom reforçou que ainda existe uma “assimetria no balanço de riscos de inflação”. Trouxe, ainda, o parágrafo da recomendação de “cautela, serenidade e perseverança”, apresentado na Ata da última reunião e no RTI (mas não no comunicado de dezembro).

      Assim, a Rosenberg avalia que a mensagem trazida por este comunicado reforça a perspectiva de estabilidade de juros no cenário atual: seria preciso que uma evolução pior da atividade, ou melhor das reformas/cenário externo, alterasse seu balanço de riscos e eliminasse a assimetria, para trazer a discussão de nova queda de juros à mesa. “Por ora, este não é nosso cenário base, razão pela qual mantemos a expectativa de Selic estável ao longo do ano”, afirma a consultoria.

      Curtido por 2 pessoas

  2. Movimento da Gafisa com CRIs repete Urbplan antes de recuperação judicial
    07 de Fevereiro de 2019 – Estado de S.Paulo

    A revelação da securitizadora Polo de desvio pela Gafisa dos pagamentos de financiamentos feitos pela incorporadora para seu próprio caixa, a despeito de terem sido cedidos para a securitizadora, deixou o mercado de orelha em pé.

    O movimento é semelhante ao realizado pela incorporadora Urbplan pouco antes de entrar com seu pedido de recuperação judicial no ano passado. A Polo “comprou” esses créditos – recebíveis no jargão do setor – da Gafisa e os “vendeu” a investidores no formato de Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs).

    Se a Gafisa recorrer à recuperação judicial, com esse movimento, os recebíveis entram no bolo da dívida que normalmente é paga com desconto e em longo prazo.

    Tem mais

    A Polo tem pouco mais de R$ 56 milhões em CRIs da Gafisa. A incorporadora era responsável pela cobrança dos recebíveis e o mercado comenta que isso pode ter facilitado a manobra. A Polo não é a única que distribuiu CRIs a partir dos recebíveis da Gafisa.

    A Habitasec tem mais de R$ 223 milhões e a Ápice, cerca de R$ 16 milhões. Procurada, a Gafisa disse estar tomando as medidas cabíveis. A Ápice informou que R$ 14 milhões de CRIs estão sendo pré-pagos hoje, dia 7, e os R$ 2 milhões residuais em até dois meses. A Habitasec não comentou.

    Curtido por 3 pessoas

      • A B3 solicitou esclarecimentos sobre as seguintes noticias veiculadas na
        imprensa:

        Nome de Pregao: GAFISA (NM)
        Veiculo: O Estado de SP – 07/02
        Titulo/Assunto: Apos acusacao de desvio de recursos, Gafisa cai 6%, consta,
        entre outras informacoes que:
        1.A Gafisa viu seus papeis registrarem forte baixa ontem na B3, apos a
        companhia, que esta sob administracao da gestora de recursos GWI desde setembro
        passado, ser acusada por uma securitizadora de desvio de recursos;
        2.Segundo a Polo Capital Securitizadora, que comprou dividas da Gafisa e teria o
        direito de receber parte dos valores pagos pelos clientes da companhia, a
        construtora enviou, neste mes, novos boletos de cobranca a clientes em que
        listava seus proprios dados bancarios, em vez dos relativos a Polo Capital;
        3.O total, segundo fontes proximas ao caso seria de R$ 1,8 milhao;
        4.A Gafisa informou, por meio de nota distribuida a imprensa, que esta tomando
        as medidas cabiveis em relacao a acusacao de ter se apropriado indevidamente de
        creditos de compradores de moveis que deveriam ser usados para remunerar
        operacoes de securitizacao.

        Prazo de atendimento: 07/02/2019

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      • Resposta da Gafisa

        Prezado Acionista,

        Ontem à noite e hoje pela manhã, foram publicadas notícias envolvendo a Companhia, que em nossa opinião, apresentam uma visão distorcida dos fatos. Em linha com o nosso comprometimento de maior transparência gostaríamos de prestar os seguintes esclarecimentos.O Grupo Polofoi,por muito tempo, um acionista relevante e participativo na GAFISA, tendo, inclusive, eleito o Sr. Cláudio Andrade por alguns mandatos consecutivos, como membro do Conselho de Administração.Além da relação de acionista, o Grupo Polo e a GAFISA, juntamente com uma outra construtora, associaram-se para a execução de um empreendimento no Rio de Janeiro.Neste empreendimento, cada sócio deveria aportar no projeto os recursos necessários, equivalente à sua participação societária. Contudo, esse não foi o caso, tendo em vista que a GAFISA vem arcando sozinha com todos os custos inerentes a esse imóvel.Atualmente o saldo devedor do Grupo Polo com a Companhia é de aproximadamente R$11 milhões.Tentamos cobrar inúmeras vezes esta dívida de forma amigável sem êxito. Sendo assim, não nos restou outra alternativa, a não ser tomar medidas mais duras, que acabaram culminado em 3 ações: (i) arbitragem; (ii) Notificação Judicial nº 0077689-88-2018.8.19.0001, em curso perante a 45ª Vara Cível do Rio de Janeiro e (iii) Ação de Consignação em Pagamento nº5050554-49.2018.4.02.5101, em curso perante a 27ª Vara Federal do Rio de Janeiro. As sócias da GAFISA, além de não arcarem com os custos correntes de condomínio/IPTU das unidades em estoque, também não honraram o financiamento bancário obtido para a execução desse projeto.Paralelamente, a GAFISA e o Grupo Polo celebraram alguns contratos de cessão de recebíveis, sendo a GAFISA responsável pela cobrança. Se o Grupo Polo não estava de acordo com a forma de cobrança e repasse desses valores, poderia ter agendado uma reunião com a GAFISA, visando esclarecimentos e informações. Entretanto, a atitude tomada foi a publicação de fato relevante em 05.02.19, seguida de notificação extrajudicial à companhia, em 06.02.19. A impressão que a situação pode passar, a ser confirmada ou não, é que a intenção não seria a resolução da controvérsia, mas sim, a criação de uma movimentação comobjetivos ainda desconhecidos.No entanto, mesmo diante do cenário acima desenhado, comprometemo-nos a reportar oportunamente aos Srs. Acionistas todos os esclarecimentos sobre o montante que faz jus e que estão sendo discutidos na via adequada, qual seja, o Poder Judiciário.

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      • Pela resposta aí da Gafisa, os CRI vão ter problemas mesmo, pois o dinheiro que iria para a conta da Polo, era para pagar os detentores do CRI. Esse problema vai longe pelo visto.

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      • (retirado lá do site deles …)

        Clientes de Financiamento de imóveis Gafisa

        Caros Clientes,
        Em janeiro de 2019, a Polo Securitizadora, na qualidade de credora dos créditos originados pela empresa Gafisa S.A., optou pela migração da prestação de serviços de cobrança e envio de boletos para a empresa Interservicer Serviços de Cobrança. Assim, pedimos atenção aos clientes para que apenas efetuem o pagamento de boletos cujo beneficiário seja a Polo Capital Securitizadora S.A.

        Qualquer outro boleto que venha a ser recebido, cujo beneficiário não seja a Polo Capital Securitizadora S.A., deve ser desconsiderado e encaminhado ao email do ri.

        Este comunicado destina-se apenas a clientes cujo crédito tenha sido cedido à Polo Capital Securitizadora S.A. Em caso de dúvidas entre em contato conforme instruções acima.

        Contamos com a sua colaboração e nos colocamos à disposição para prestar quaisquer esclarecimentos que se façam necessários.

        Atenciosamente,
        Polo Capital Securitizadora S.A.

        >>>> Me parece que a GAFISA não está apenas trocando os números dos boletos… está na verdade enviando boletos totalmente novos. Imagina, começar a receber boleto duplicado para a mesma dívida. Q complicação … porque não estou “surpreso” ?

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  3. Securitizadora acusa Gafisa de emitir boleto com dado alterado para receber valores de clientes
    Acusação foi feita pela Polo Capital Securitizadora, empresa que é titular de créditos imobiliários emitidos pela construtora

    Fernando Nakagawa e Cynthia Decloedt, O Estado de S.Paulo

    06 Fevereiro 2019 | 17h32

    A Gafisa está sendo acusada de enviar boletos de pagamento aos clientes com dados bancários alterados para beneficiar a própria empresa. A acusação foi feita pela Polo Capital Securitizadora, empresa que é titular de créditos imobiliários emitidos pela construtora e que, por isso, deveria receber parte do dinheiro arrecadado através dos boletos pagos pelos clientes da Gafisa.

    “A Gafisa passou, a partir de janeiro de 2019, de forma unilateral, a emitir boletos contendo os dados de contas bancárias da própria Gafisa em notória violação à cessão dos créditos correspondentes”, diz fato relevante da Polo Capital, que acusa a construtora de “descumprimento das suas obrigações de gestão e cobrança dos créditos prevista nos contratos de cessão firmados entre as partes”.

    Com a alteração dos boletos, a Polo Capital diz que “a Gafisa passou a receber indevidamente os créditos de compradores de imóveis de titularidade da securitizadora”. Diante do ocorrido, a Polo Capital informou que “em prol da proteção dos investidores dos CRI está, tempestivamente, adotando as medidas cabíveis para restabelecer a normalidade do fluxo de pagamentos”.

    Segundo informações de mercado, há cerca de R$ 300 milhões em Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI) emitidos pela Gafisa. Não há detalhes sobre qual parcela foi securitizada pela Polo Capital.

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    • Outro lado

      A Gafisa informou, por meio de nota distribuída à imprensa, que está “tomando as medidas cabíveis” em relação à acusação. “A Gafisa passou, a partir de janeiro de 2019, de forma unilateral, a emitir boletos contendo os dados de contas bancárias da própria Gafisa em notória violação à cessão dos créditos correspondentes”, diz fato relevante da Polo, que acusa a construtora de “descumprimento das suas obrigações de gestão e cobrança dos créditos prevista nos contratos de cessão firmados entre as partes”.

      Com a alteração dos boletos, a Polo Capital diz que “a Gafisa passou a receber indevidamente os créditos de compradores de imóveis de titularidade da securitizadora”. Diante do ocorrido, a Polo Capital informou que “em prol da proteção dos investidores dos CRI está, tempestivamente, adotando as medidas cabíveis para restabelecer a normalidade do fluxo de pagamentos”.

      Segundo informações de mercado, há cerca de R$ 300 milhões em Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI) emitidos pela Gafisa. Não há detalhes sobre qual parcela foi securitizada pela Polo Capital.

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    • Concordo com a galera….o novo gestor (o coreano) sempre apronta. O que não entendo é o cara seguir com muitos “adoradores”. Vai entender….

      Se o que a Polo falou for verdade (o que acho que foi), a Gafisa ta se enterrando lentamente. A Polo não iria acionar B3 e CVM se não tivesse como provar que a empresa mandou boletos para clientes pagarem diretamente a ela. Uma manobra de burlar o acordado entre as partes.

      Parece aquela história….do cara malandro que vende o morro pra várias pessoas de uma vez e nem é o dono do morro!

      Sério…..ser dono do morro é o de menos. O malandro vendeu o mesmo “ativo” pra muita gente….isso que é o perigo!!!

      Alem dos fundos imobiliarios, a Polo tem fundos de CRI e de MM que podem ter créditos privados. Quem tem precisa se atentar.

      Quando a gente acha que o mercado ta mais maduro….aparece isso. Que bagunça! Temos muito que aprender ainda.

      Valeu!!!

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  4. Construção: Sinduscon prevê retomada neste ano com 2% de expansão

    Crescimento previsto para o PIB da construção, depois de queda acumulada de quase 30% em cinco anos, considera aumento de 2,5% na economia do país

    Depois de acumular queda de quase 30% em cinco anos, o Produto Interno Bruto (PIB) da construção terá crescimento de 2% em 2019, conforme estimativa do Sindicato da Indústria da Construção do Estado de São Paulo (Sinduscon-SP) e da Fundação Getúlio Vargas (FGV).

    A projeção considera expansão para o PIB do país de 2,5% neste ano. “As expectativas são positivas para o Brasil e para o setor de modo geral”, disse o presidente do Sinduscon-SP, Odair Senra. Autoconstrução e edificações devem puxar a retomada.

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    • BC deve apontar melhora em balanço de riscos

      Os investidores devem acompanhar de perto as indicações a serem dadas hoje pelo Copom no comunicado que será divulgado junto com a decisão sobre o patamar da Selic.

      De acordo com economistas consultados pelo Valor, é esperado que o BC adote um tom mais favorável aos juros baixos, considerando as perspectivas para a inflação e o ambiente internacional menos rigoroso para os emergentes.

      O consenso é que a taxa básica seja mantida em 6,5% ao ano nesta primeira decisão de 2019. Esses são alguns pontos a serem observados pelos investidores no comunicado do Copom.

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    • @Catador, eu vejo assim: eu acho a subscrição uma excelente oportunidade de diminuir o preço médio ao adquirir a cota por um preço geralmente abaixo da cotação de mercado; e, no processo aumentar os ganhos tanto de capital quanto rendimento.

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  5. Os dilemas do Grande ABC

    Para quem observa os dados agregados da economia do Grande ABC, composta por 7 municípios que respondem por aproximadamente 2% do PIB nacional, com mais de 700 mil trabalhadores empregados formalmente e detentora do 5º maior potencial de consumo do país, pode avaliar que se trata de uma região pujante, amplamente competitiva e com excelente perspectiva de crescimento futuro.

    Tudo isso induzido por sua grandeza e marcada pela trajetória da indústria, cuja participação se mostra mais intensa quando comparada às economias nacional e paulista.

    Valor de hoje

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    • Frustração com 2018 amplia expectativas para este ano

      Acumulam-se os sinais de que a economia terminou 2018 mais fraca do que se esperava, intensificando as expectativas para este ano.

      A indicação mais recente vem da indústria, cuja produção cresceu em ritmo insuficiente para ampliar a oferta de trabalho formal e reduzir de modo significativo a desocupação. Se o emprego não melhora, o consumo segue tímido, insuficiente para alavancar a produção, mesmo porque o crédito ainda está contido.

      São facetas de um mesmo quadro, que se retroalimentam.

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    • Log mantém plano de crescimento mesmo com capitalização menor

      A Log Commercial Properties mantém a expectativa de elevar sua área bruta locável (ABL) em 130 mil metros quadrados, neste ano, mesmo sendo provável que o aumento de capital da companhia, que será encerrado na quinta-feira, fique bem abaixo do esperado inicialmente.

      A capitalização tende a ser inferior à projetada porque o preço por ação, na operação, é de R$ 22, mas o papel tem sido negociado em torno de R$ 20, o que desestimula a adesão dos acionistas.

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    • Mercado de espaços para armazenagem começa a reagir

      As empresas de locação de espaços para armazenagem (“self storage”) começam a sentir aumento da demanda por áreas. Nos últimos meses, a procura tem crescido, principalmente, por parte de empresas que utilizam esses espaços para armazenamento de estoques e pretendem voltar a investir em função da expectativa de crescimento da economia.

      Nos dois últimos anos, as empresas de “self storage” foram mais cautelosas em relação ao ritmo de expansão projetado devido às incertezas da economia e da política.

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    • Lucro líquido do banco Itaú cresce e vai a R$ 25 bilhões em 2018
      No último trimestre do ano passado, lucro líquido da instituição foi de R$ 6,454 bilhões.

      O banco Itaú informou nesta segunda-feira (4) que encerrou 2018 com lucro líquido de R$ 24,977 bilhões, um crescimento de 4,2% na comparação com o ano anterior (R$ 23,965 bilhões). No quarto trimestre, o lucro líquido foi de R$ 6,206 bilhões, alta de 6,6% ante o mesmo período de 2017.

      Já o lucro líquido recorrente do banco, que exclui fatores extraordinários no trimestre fiscal, somou R$ 25,733 bilhões no ano passado, crescimento de 3,4% na comparação com 2017. No quarto trimestre, foi de R$ 6,478 bilhões, um valor 3,1% acima do registrado no mesmo período de 2017.

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    • e com essa ‘ajudinha’ do Itaú… vai lá hein rs

      Ibovespa segue em alta e está a apenas 1,4% dos 100 mil pontos

      O Ibovespa começou a semana a apenas 1,4% de atingir a simbólica marca dos 100 mil pontos.

      As expectativas com uma reforma da Previdência capaz de controlar a escalada dos gastos públicos voltaram a dar suporte à alta de ações de peso, como as do setor bancário, o que acabou levando o índice a superar a faixa dos 98 mil pontos no fechamento pela primeira vez.

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    • Cuidado com a carteira de crédito dos bancos . Boa parte do aumento de lucro vem de redução no PDD.
      Uma horas eles vão ter que reconhecer empresas e inadimplentes ali contidos e aumentar o PDD reduzindo o lucro na linha final.

      Todo cuidado é pouco quando se analisa números frios. Os executivos são remunerados pelo lucro efetivo , então eles pedalam bastante nos resultados.

      Se olhar a qualidade do lucro nos últimos anos vem caindo sistematicamente.

      Curtido por 2 pessoas

      • ( 2018) = 131.317.000
        ( 2017) = 149.572.000
        ( 2016 )= 174.984.000

        Receitas
        ( 2018) 165.858.000
        ( 2017) 170.079.000
        ( 2016) 190.681.000

        PDD

        Provisão/Reversão de Créds. Liquidação Duvidosa
        ( 2018) -8.954.000
        2017 -19.774.000
        2016 -22.870.000

        No final da contas não existe mágica, diminuíram as provisões para devedores duvidosos para manter o lucro.

        Curtido por 3 pessoas

      • Sua análise está certa. O lucro veio e vem de uma diminuição do PDD. Contudo, o banco não diminui o PDD do nada.
        Ele vem trabalhando para diminuir o PDD a mais de 3 anos. Existe muito trabalho, muito trabalho mesmo para diminuir um PDD desse tamanho. A forma como você coloca pode levar a quer que a coisa é fácil e é só eles darem uma canetada que diminui. Não é.
        As ações caíram hoje porque o mercado criou uma expectativa muito grande, principalmente após o resultado do Bradesco. Só isso.

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      • Exatamente.
        Muito bom o comentário.

        Há normas, muito rígidas e claras, do Bacen, para considerar um crédito “duvidoso” com a conseguente necessidade de provisionamento no balanço ..o chamado PDD.

        Da mesma forma estão lá as normas para se reduzir esse provisionamento à medida que os créditos são retirados da categoria de “duvidosos” ou mesmo liquidados.

        Não é uma mera decisão contábil ou de gestão. Há muita regulamentação e fiscalização aí.

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      • Marcos C regras claras.

        Leia as regras novamente : A classificação de crédito é feita pelo instituição financeira não é de competência BC nada tem haver com isso. O Bc decide apenas compulsórios, Basileia etc

        As regras são tão claras que até um tempo atrás a caixa transformou crédito D em AAA de um balanço para o outro visando diminuir provisões para devedores duvidosos.

        Cuidado acredita em regras claras, já ouvi este papo na terra do tio san em 2008. Imagina no brasil .

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      • Tem fiscalização assim como sub prime , assim como crédito duvidosos que se transformam em AAA da noite para o dia, assim como barragens da vale, assim como MFII que mesmo sobre suspeita faz dúzia de emissões.

        Meu amigo existe mais interesses por de trás do sistema financeiro do que você possa imaginar. E a questão da caneta é exatamente assim que acontece. Uma vez quem decide a classificação de crédito é a instituição ( ler normas do BC)

        Já ouviu falar em refinanciamento de operações? Você deve ao banco ele te coloca em uma classificação de crédito para devedores duvidosos.

        Após um tempo ele faz um acordo contigo em troca de um contrato pré acordado visando refinanciar seu créditos no futuro. Até o momento a empresa em questão não pagou nada ao banco, mas o seu crédito é reclassificado no sistema do banco para positivo.

        Este processo se chama rolagem: E como sei que os bancos estão torcendo números? Você já consultou indicadores de crédito , endividamento privado, Recuperação judicial e Serasa de 2018.

        Só estou colocando aqui para alerta os incautos que acreditam em maravilhosas fiscalizações e normais contábeis facilmente manipuláveis.

        Quem estuda contabilidade a fundo e estatísticas enviesadas, pode pegar uma centena de artifícios contábeis para inflar lucros.

        Lembrado que o executivos no banco são remunerados pelo lucro.

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      • Classificação das Operações de Crédito do Sistema Financeiro A Resolução n° 1.748, de 30.8.1990, vigente até 29.2.2000, estabelecia procedimentos para classificação das operações de crédito, baseados exclusivamente no prazo de inadimplência,desconsiderando o risco potencial do tomador de recursos
        .

        Leiam este documento do BC que regulamenta a classificação de crédito.

        E logo mais na mesma resolução aqui mora o detalhe mais importante:

        As metodologias de classificação são de responsabilidade da instituição financeira, porém, deverão levar em consideração, dentre outros, os seguintes fatores:a) em relação ao devedor e seus garantidores:
        I- situação econômico-financeira;
        II- grau de endividamento;
        III- capacidade de geração de resultados;
        IV- fluxo de caixa;
        V- administração e qualidade de controles;
        VI- pontualidade e atrasos nos pagamentos;
        VII- contingências;
        VIII- setor de atividade econômica;
        IX- limite de crédito;b) em relação à operação:
        I- natureza e finalidade da transação;
        II- características das garantias, particularmente quanto à suficiência e liquidez;
        III- valor.Além disso, foi determinado que a classificação nos níveis de risco deve ser revista, no mínimo:a) mensalmente, por ocasião dos balancetes e balanços, em função de inadimplemento verificado no pagamento de parcela de principal ou de encargos financeiros, sendo que, para as operações com prazo a decorrer superior a 36 meses, é admitida a contagem em dobro dos prazos previstos, devendo o enquadramento ser feito na forma abaixo:
        I- atraso entre 15 e 30 dias: risco nível B, no mínimo;
        II- atraso entre 31 e 60 dias: risco nível C, no mínimo;
        III- atraso entre 61 e 90 dias: risco nível D, no mínimo;
        IV- atraso entre 91 e 120 dias: risco nível E, no mínimo;
        V- atraso entre 121 e 150 dias: risco nível F, no mínimo;
        VI- atraso entre 151 e 180 dias: risco nível G, no mínimo;
        VII- atraso superior a 180 dias: risco nível H;b) a cada seis meses, para operações de um mesmo cliente ou grupo econômico cujo montante seja superior a 5% do patrimônio líquido ajustado;c) uma vez a cada 12 meses, em todas as situações, exceto para as operações de crédito contratadas com cliente cuja responsabilidade total seja de valor inferior a R$ 50 mil, que podem ter sua classificação revista de forma automática unicamente em decorrência dos atrasos nos pagamentos do principal ou dos encargos financeiros.

        Espero que tenha ficado claro que é instituição responsável pela classificação de crédito e a principal interessada em fazer reclassificação de crédito para liberar provisões.

        E como a metodologia é de acordo com a instituição não há nada que os órgão reguladores possam fazer, obviamente os bancos privados são mais meticulosos a reclassificar crédito que os públicos, mas não se engane! existe varias reclassificações que são feita para inflar lucros, tão logo processo de rolagem e atrasos comecem o banco é obrigado aumentar provisões novamente.

        Outra forte indicador: Se a qualidade do crédito esta melhorando como alegam as instituição porque o spread bancário não cai? O spread bancário não cai, porque os bancos tem de compensar o risco do sistema financeira ( Inadimplência elevada cobrando mais juros dos adimplentes). E uma melhora sistêmica do crédito o juros cobrado na ponta final tende ser melhorado, mas isso envolve várias coisas até mesmo o fiscal do governo.

        Na outra ponta você tem que cruzar dados com indicadores de endividamento e crédito: Serasa experian, Número de recuperação judiciais em andamento , índice de inadimplência do consumidor e empresas que tem apresentado uma pequena piora nos primeiros meses do ano.

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      • Empresa quando não tem para onde crescer tem que distribuir dividendo.

        O outro motivo aparente para elevação do payout é capitalizar itausa. Ruim é quando empresa não tem para onde crescer e fica retendo lucro visando investir em tranqueira com dinheiro do acionista.

        No mercado não tem meio termo: Ou entrega crescimento ou entrega dividendo.

        Crescimento tem um limite : Uma hora todas empresas de crescimento vão se tornar dividendos , não tem como fugir disso.

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      • Sr dos Fiis gosto muito das suas ponderações, muito racionais, se possivel poderia traduzir para um investidor leigo o que quiz dizer com “O outro motivo aparente para elevação do payout é capitalizar itausa. Ruim é quando empresa não tem para onde crescer e fica retendo lucro visando investir em tranqueira com dinheiro do acionista.”.
        Sou o tipico investidor com o clivo itau, tenho ITSA ha muitos anos, com Pm abaixo de R$ 5,00 e com posição relevante,se puder agradeço, tks.

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      • A itausa é holding constituída basicamente por Itaú, Alpargatas e mais algumas outra participações minoritárias em outras empresas.

        Sempre que o itaú distribui bastante dinheiro a itaúsa por ser majoritaria em Itaú vai receber grande quantidade de dinheiro este dinheiro pode ser direcionado para comprar mais participações em outras empresas por meio do grupo itausa.

        O grupo Itaú usa itausa para fazer aquisições estratégicas : Usa distribuição do itaú para capitalizar itaúsa visando comprar outras empresas com caixa gerado pelos dividendos distribuídos.

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  6. Estratégia de desinvestimento

    A Petros (fundo de pensão da Petrobras) prepara a venda, no mercado secundário, de quotas de um dos Fundos de Investimento em Participações (FIP) de sua carteira. A operação é inédita e, se tiver sucesso, pode servir de estratégia de desinvestimentos ao setor, diz Daniel Lima

    será que eles vão soltar algumas cotinhas de FIIs também?? 😀

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  7. Lidando como imposto de renda:

    Comprei o FII A por 110 e o B por 90, o mesmo número de cotas. Depois de um tempo, o FII A subiu para 140 e o FII B caiu para 60.
    Quero vender B co prejuízo agora, mas não tenho planos para vender A.
    Vamos supor que vendi B com 30 reais de prejuízo e 5 anos depois vendi A por 180 (70 reais de lucro).

    Então se eu vender B agora e vender A só depois de 5 anos, poderei usar o prejuízo de B para diminuir o imposto de renda (40 em vez de 70 reais de lucro)?
    Ou alternativamente, eu vendo A e B hoje e compro A novamente pelo mesmo preço. Não pagarei IR porque meu lucro é 0. 5 anos depois, quando eu for vender, meu preço médio será maior (140).

    Isso me faz pensar em outro caso.

    Suponhamos que comprei um FII por 100 reais. Depois vendi por 120, recomprei pelo mesmo preço na mesma semana e paguei 4 reais de IR. Depois fiz a mesma coisa quando chegou a 140 reais (preço médio de 140 e mais 4 reais de IR). Por fim, vendi o FII por 160 pagando mais 4 reais de IR. Somando tudo isso, meu IR é 12. Se eu tivesse comprado por 100 e vendido por 160, pagaria 12 de uma vez.

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    • Desde que você declare e ‘carregue’ anualmente o prejuízo… não há prazo para expirar. A única regra é o prejuízo vir primeiro e então o lucro depois, no meio do mês tanto faz mas fechando o mês vale a regra da anterioridade.

      Isso 3 parciais de 4 ou uma de 12… esqueçamos os custos de mercado com emolumentos, liquidez, … se seus pontos de saída e reentrada são iguais o imposto vai ser igual à soma das parcelas.

      Esse é o princípio do come-cotas semestral em fundos tradicionais… o governo vai ‘fatiando’ a gordurinha da picanha 😂😂

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      • A vantagem nos FIIs é que o imposto de um você pode usar ou misturar com outro, no exemplo A com B. Nos fundos tradicionais não… você toma um prejuízo num FIA e depois tem lucro noutro… creu… perde num multi mercado e ganha no outro… creu…

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  8. Postei lá no fórum ações, mas vou replicar aqui:
    “O investidor que se deixa levar pela massa, está transformando, de forma perversa, sua vantagem em desvantagem básicas. Sua angústia cresce em função de erros de avaliação de outras pessoas que ele mesmo nunca ouviu falar.”
    Graham – o investidor inteligente.

    Vale pra vida isso, não?

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  9. Tetzner Journal – 02 de Fevereiro 2019

    Capa Jornal Nova

    Carta ao Leitor

    Bem amigos do Blog, edição SEMANAL do nosso jornal dos FIIs já está no seu Email!

    Isso mesmo, toda semana você vai receber a edição com os últimos acontecimentos; e nos Relatórios Comentados a consolidação do Mês e tudo que foi destaque no mundo dos Fundos Imobiliários:)

    Edição ESPECIAL com uma Super Novidade: ainda mais informação sobre o mundo imobiliário 😀

    E no final da edição você encontra o Resumo dos FIIs Atualizado para você!

    Junte-se a nós, faça parte dessa família!

    Não é Assinante? Peça já a sua Edição, clique aqui!

    mini_Tetzner Tetzner

    Nesta Edição:

    • Carta ao Leitor…2
    • Panorama Econômico e Imobiliário…6
    • Fatos que marcaram a Semana…14
      • FII BB PROGR (BBFI – MB) AGE – Resumo das Deliberacoes…15
      • FII BC FFII (BCFF) Aviso ao Mercado Distribuicao de Cotas…16
      • FII BANRISUL (BNFS) Relatorio Gerencial…17
      • FII BC FUND (BRCR) Fato Relevante…18
      • FII BC FUND (BRCR) Fato Relevante…19
      • BRCR11 – Informativo Mensal – Janeiro 2019…20
      • FII CEO CCP (CEOC) Relatorio Gerencial…22
      • FII CX TRX (CXTL) AGE – Ata da Assembleia – 29/01/2019 16:00…24
      • FII OURINVES (EDFO – MB) Relatorio Gerencial…26
      • FII EUROPAR (EURO) Fato Relevante…27
      • FII ANH EDUC (FAED) Relatorio Gerencial…28
      • FII EXCELLEN (FEXC) Relatorio Gerencial…30
      • FII GEN SHOP (FIGS) Fato Relevante…32
      • FII MEMORIAL (FMOF) Comunicado nao Fato Relevante…34
      • FII MALLS BP (MALL) Relatorio Gerencial…35
      • FII MAX RET (MAXR) Fato Relevante…38
      • FII MERITO I (MFII) Comunicado nao Fato Relevante…39
      • FII MAXI REN (MXRF) Fato Relevante…40
      • FII OURI JPP (OUJP) Fato Relevante…41
      • FII RBRHGRAD (RBRR) Fato Relevante…42
      • FII BM THERA (THRA) Relatorio Gerencial…43
      • FII OLIMPIA (VLOL) Fato Relevante…46
      • FII XP HOT (VREH – MB) Fato Relevante…47
      • FII FATOR VE (VRTA) Relatorio Gerencial…49
    • Resumo dos FIIs…53

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