Fórum Fundos Imobiliários

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19.215 comentários sobre “Fórum Fundos Imobiliários

  1. ‘Vai demorar para consumo voltar a ser o que era em 2010’

    Há uma demanda reprimida “gigantesca” na população e um otimismo “generalizado” entre os empresários, o que em tese pode levar a um crescimento mais forte da economia brasileira em 2019.

    Mas, depois de anos de recessão, de retomada frustrante da atividade e um desemprego insistentemente alto, cidadãos e empresas estão cautelosos, à espera de que as expectativas criadas durante a campanha eleitoral que levou Jair Bolsonaro à Presidência da República se tornem realidade.

    Esse é o cenário traçado por Renato Meirelles, presidente e sócio do Locomotiva, Pesquisa e Estratégia, instituto que faz diagnósticos e mapeia tendências da sociedade e economia brasileiras.

    Em sua opinião, teremos uma retomada rápida, moderada ou lenta?

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    • Reforma da Previdência prevê idade mínima de 57 e 62 anos

      Para atender ao presidente, essas devem ser, respectivamente, as idades de referência para mulheres e homens na transição em 2022

      O ministro da Economia, Paulo Guedes, busca uma forma de atender a vontade do presidente Jair Bolsonaro de que a idade mínima para aposentadoria seja de 57 anos para mulheres e de 62 anos, para homens. Uma das propostas é usar essas idades como referência no último ano do mandato do presidente, 2022, no desenho da regra de transição.

      A intenção é partir de idades mínimas iniciais de 55 anos para mulheres e 60 anos para homens com a promulgação da reforma da Previdência. Essas idades subiriam um ano a cada dois anos, a partir de 2020. Ou seja, a partir do ano que vem, as mulheres se aposentariam com 56 anos, e os homens, com 61.

      Com essa regra, as idades chegarão a 57 anos para mulheres e 62 anos para homens exatamente em 2022, como foi dito por Bolsonaro em entrevistas. “O presidente teve uma sensibilidade política e faz sentido para ele manter essa posição”, disse um integrante da equipe econômica.

      Quanto tempo dura? Em quantos anos joga para frente ‘o problema’ ?

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    • Construção: GWI negocia com gestoras saída para Gafisa

      Controlador da incorporadora, Mu Hak You está em contato com a Cerberus e a Starboard

      Na busca por um resgate financeiro para a incorporadora Gafisa, o grupo GWI já está em contato com ao menos duas gestoras habituadas a negociar capital e dívida em situações de estresse financeiro, apurou o Valor.

      Uma delas é a gestora americana Cerberus, com quem a administração anterior da Gafisa já tinha iniciado conversas, e a outra é a consultoria brasileira Starboard, que representa no Brasil o fundo americano de “distressed” Apollo.

      Alguém aqui interessado em fazer um grupo para comprar a posição (uma parte) do Mu Hak? Quais os riscos envolvidos nessa operação?? Ou seria melhor esperar a operação ‘desmoronar’ e disputar as sobras???

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    • O desemprego de Bolsonaro

      A equipe econômica de Jair Bolsonaro está dobrando suas apostas em relação às previsões do mercado de que o desemprego permanecerá na faixa de 12% do PIB em 2019. Estima que desce a 11% ou um pouco mais abaixo.

      Uma queda de um ponto percentual pode parecer pouca coisa, mas não é.

      O desemprego é uma das últimas variáveis econômicas a sofrer com a queda da atividade econômica e uma das últimas a subir com a melhoria.

      Em 2020 viria um aumento mais consistente da taxa de ocupação.

      Os últimos números dão alento. Em novembro, o aumento da ocupação foi de 428 mil postos, o que gerou uma taxa líquida de crescimento de empregos superior a 200 mil postos.

      Foi o quarto mês consecutivo da taxa líquida de crescimento da ocupação de mão de obra. A ver.

      RR

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  2. RC – Relatórios Comentados – Fevereiro/19 – Ed 63

    Relatórios Comentados - Mini

    Carta ao Leitor

    Muita informação sobre os Fundos Imobiliários reunida num só lugar 😀

    Seguimos acompanhando e reportando as novidades imobiliárias e levando até você o melhor conteúdo, mais atualizado e no momento em que a informação acontece!

    Estamos de olho para você ficar tranquilo e seguir seus estudos sempre muito bem informado.

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    Nesta Edição:

      • Carta ao Leitor…2
      • Aviso…7
      • Relatórios Comentados…8
          • ABCP11 – Gran Plaza Shopping FII…9
          • AEFI11 – AESAPAR FII…15
          • AGCX11 – Agências Caixa FII…22
          • BBFI11B – BB Progressivo FII…34
          • BBPO11 – BB Progressivo II FII…37
          • BBRC11 – BB Renda Corporativa FII…51
          • BBVJ11 – BB VJ Cidade Jardim FII…57
          • BCFF11 – BTG Pactual Fundos de Fundos FII…61
          • BCRI11 – Banestes Recebíveis FII…64
          • BMLC11B – BM Brascan Lajes Corporativas FII…67
          • BNFS11 – Banrisul Novas Fronteiras – FII…70
          • BPFF11 – FII Brasil Plural Absoluto…73
          • BRCR11 – BTG Pactual Corporate Office Fund FII…75
          • CBOP11 – Castello Branco Office Park FII…83
          • CEOC11 – CEO Cyrela Commercial Properties FII…85
          • CXRI11 – Caixa Rio Bravo FII de FII…88
          • EDFO11 – Ed Ouro Invest…92
          • EDGA11 – Edifício Galeria FII…94
          • EURO11 – FII Europar…99
          • FAED11 – Anhanguera Educacional FII…102
          • FAMB11B – Edifício Almirante Barroso FII…107
          • FCFL11 – Campus Faria Lima FII…112
          • FEXC11 – BTG Pactual Fundo de CRI FII…116
          • FFCI11 – Rio Bravo Renda Corporativa FII…119
          • FIGS11 – General Shopping Ativo e Renda FII…125
          • FIIB11 – Industrial do Brasil FII…128
          • FIIP11 – RB Capital Renda I FII…132
          • FLMA11 – FII Continental Square Faria Lima…137
          • FLRP11 – Floripa Shopping FII…141
          • FPAB11 – Projeto Água Branca FII…145
          • FVBI11 – VBI FL 4440 FII…149
          • GRLV11 – CSHG GR Louveira FII…152
          • HGBS11 – CSHG Brasil Shopping FII…155
          • HGCR11 – CSHG Recebíveis FII…166
          • HGJH11 – CSHG JHSF Prime Offices FII…170
          • HGLG11 – CSHG Logística FII…175
          • HGRE11 – CSHG Real Estate FII…182
          • HCRI11 – FII Hospital da Criança…190
          • JRDM11 – Shopping Jardim Sul FII…194
          • JSRE11 – Safra Real Estate FII…199
          • KNCR11 – FII KINEA RI…202
          • KNIP11 – Kinea Índice de Preços FII…205
          • KNRI11 – Kinea Renda Imobiliária FII…208
          • MAXR11B – Max Retail FII…215
          • MFII11 – II MERITO FII…221
          • MXRF11 – Maxi Renda FII…233
          • NSLU11 – Hospital N.S. Lourdes FII…239
          • ONEF11 – FII THE ONE…244
          • PQDP11 – Parque Dom Pedro Shopping Center FII…247
          • PRSV11 – Presidente Vargas FII…253
          • RBGS11 – RB Capital General Shopping Sulacap FII…258
          • RBRD11 – RB Capital Renda II FII…263
          • RDES11 – FII Renda de Escritórios…265
          • RNGO11 – Rio Negro FII…269
          • SAAG11 – Santander Agências FII…274
          • SDIL11 – SDI Logística Rio FII…281
          • SHPH11 – FII Shopping Páteo Higienópolis…288
          • SPTW11 – SP DOWNTOWN FII…292
          • TBOF11 – TB Office FII…296
          • TFOF11 – FII TOP Fund of Funds…301
          • THRA11 – Cyrela Thera – FII…304
          • TRNT11 – Torre Norte FII…308
          • TRXL11 – TRX Realty Logística FII…312
          • VISC11 – Vinci Shoppings FII…318
          • VLOL11 – Vila Olímpia Corporate FII…323
          • VRTA11 – Fator Verita FII…327
          • WPLZ11 – Shopping West Plaza FII…331
          • XPCM11 – XP Corporate Macaé FII…335
    • Resumo dos FIIs…342
    • Nota…344
    • Apêndice…345

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    • Imóveis: Grupo IWG, dono da Regus, prevê 100 escritórios

      Estão previstos investimentos de R$ 100 milhões para este ano, incluindo aportes próprios, de proprietários dos imóveis e franqueados

      O International Workplace Group (IWG) – que atua no Brasil por meio da Regus e da Spaces – pretende chegar ao fim de 2019 com 100 unidades de escritórios flexíveis, ante as 70 atuais.

      O plano de expansão inclui a atuação da Regus também por meio de franquias e a vinda de outras três marcas do IWG para o país – Signature By Regus, HQ e Nº 18. Estão previstos investimentos de R$ 100 milhões neste ano, incluindo aportes próprios, dos proprietários dos imóveis e dos franqueados.

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    • Construção: Ações da Gafisa têm queda de 1,37% na B3

      GWI, que tem 49,94% da companhia, divulgou que pode vender participação total ou parcial

      As ações da Gafisa fecharam o pregão de ontem da B3 cotadas a R$ 12,22, com queda de 1,37%. Na manhã de ontem, o grupo GWI divulgou que está tendo conversas com terceiros que podem resultar na venda total ou parcial de sua participação na Gafisa.

      A gestora possui 49,94% da companhia. No mercado, há questionamentos de quais serão os rumos da Gafisa, que vive um de seus momentos mais críticos, com endividamento elevado, atraso de obras e pagamentos a fornecedores, e imbróglio com a Polo Securitizadora.

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    • Setin e Capital serão sócias no Minha Casa Minha Vida

      A incorporadora paulista Setin e a amazonense Capital – tradicionais no mercado residencial de médio e alto padrão – serão sócias em uma nova empresa para construir moradias populares, aproveitando a onda positiva do Minha Casa Minha Vida (MCMV), segmento imobiliário que mais cresceu nos últimos anos no Brasil.

      Batizada de Mundo Apto, a nova incorporadora desenvolverá empreendimentos na cidade de São Paulo, com foco nas faixas 2 e 3, voltadas para famílias com renda mensal de até R$ 4 mil e R$ 7 mil, respectivamente.

      A meta para 2019 é lançar cinco projetos, com valor geral de vendas total estimado em R$ 150 milhões. O primeiro lançamento ocorrerá em maio, na Vila Mascote, e os demais virão nos bairros da Liberdade, Barra Funda, Pacaembu e Cambuci.

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    • Novi, com foco em home equity, amplia foco e aposta em grandes empresas

      Do lado financeiro, a concorrência também cresce. A Novi, especializada em crédito com garantia de imóvel – o antigo home equity – passou a olhar também para as empresas de porte maior. Antes, seu foco estava mais centrado na pessoa física e em pequenos e médios grupos. Para os grandes, aposta na oferta de empréstimo com o imóvel em garantia com valores entre R$ 2 milhões e R$ 5 milhões.

      Ataque.

      Ao expandir seu público-alvo, a Novi entra numa arena mais restrita aos grandes bancos de varejo no País. O antigo home equity ainda é pouco difundido no Brasil. No ano passado, o saldo da carteira atingiu R$ 11,5 bilhões, R$ 1 bilhão a menos do visto em 2017, segundo o Banco Central. Neste contexto, a Novi, que nasceu em 2012 na época ainda dentro da XP, espera dobrar sua originação de negócios em 2019. O novo segmento deve contribuir com 30% do volume.

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    • Agente autônomo detalha práticas de assédio da XP
      Coluna do Broadcast – 12 Fevereiro 2019 | 04h00

      O Cordier, escritório de agente autônomo independente (AAI) nascido em Sorocaba, detalhou práticas de incentivo ao assédio de agentes autônomos utilizadas pela XP Investimentos. Segundo documento apresentado à Justiça, o agente autônomo do interior paulista argumenta que, para aumentar sua rede de agentes, a XP muitas vezes financiava as operações de aquisição e fusão de escritórios, por meio de contratos de mútuo em condições bastante atraentes.

      Dica.

      A XP daria ainda orientações sobre como calcular o valor de mercado de escritórios de AAI e o retorno do investimento na contratação desses assessores – incluindo na hipótese de pagamento de incentivo. Assim como o Cordier, o banco BTG Pactual e o escritório One também foram acionados pela XP na Justiça.

      Desafeto.

      O Cordier, que migrou da XP para o BTG, lembra ter sido alvo dessa prática. No ano passado, perdeu sete profissionais para o escritório Manhattan, também plugado à XP, de acordo com o documento entregue à Justiça. Procurada, a XP não comentou.

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  3. Juro futuro é pressionado e aguarda ata do Copom

    Os investidores adicionaram prêmio em todos os vencimentos dos juros futuros. Dos curtos aos longos, a alta das taxas foi resultado da combinação entre o tom mais duro que o esperado do Comitê de Política Monetária (Copom), sinalizações do governo de Jair Bolsonaro sobre um possível atraso na tramitação da reforma da Previdência e a piora do ambiente global para ativos de risco.

    Tinha uma galera crendo na elevação dos juros… como está a expectativa de vocês?

    Curtido por 1 pessoa

    • Não temos inflação que justifique aumento de juros. O que acredito que o Copom vai fazer é usar a pressão indireta sobre o congresso, dizendo que se aprovar a reforma da previdência, dá para baixar os juros de forma sustentável.
      Tá com toda cara que teremos deflação não só no IGPM, mas no IPCA também em breve. Aí é que quero ver o que o Copom vai fazer, se o congresso não se mexer.
      Mas quanto aos FII, acho muito arriscado neste momento ficar contando com as taxas de juros como fundamento. Estou mais no aguardo de ver indicadores positivos de retomada do ciclo de alta no setor imobiliário. Mas não acredito que será esse ano ainda, com o IGPM em queda.

      Curtido por 2 pessoas

    • Expectativa é de q façam o errado, mas o correto seria não mexer em nada, situação é caótica, só não disparou ainda devido a uma profunda recessão q já dura anos, essa única explicação, também c baixar mais some dinheiro de investidores do qual somos dependente sem mencionar q quando der uma ameaça de melhora por menor q seja, explode tudo, sobe preço duas vezes ao dia, não temos educação financeira, também é bom lembrar das outras vezes onde se precipitaram e erraram na dose ao baixar muito aí passaram vergonha e não conseguiram segurar mais e ouve as explosões.

      Curtido por 1 pessoa

    • A questão do juros futuros não é meramente inflação monetária, mas sim a taxa de juros nas praças desenvolvidas e situação fiscal caótica.

      Lembrando que reforma proposta é um puxadinho que vai ganhar tempo, porém lá na frente as graves questões vão voltar .

      A cada novo corte na reforma mais curto vai ser o voo de galinha promovido pela mesma. O mercado percebe que a conta não fecha! ,grandes investidores sabem disso. Eles querem ganhar tempo e especular no juros futuros, especular em cima de uma reforma insuficiente para sanar os rombos das contas públicas.

      Na outra ponta o governo precisa passar credibilidade ao mercado uma vez que a confiança é o principal indutor de investimentos de longo prazo, investimentos estes que geram emprego.

      Logo a situação não depende apenas do Brasil, mas da balança de riscos no exterior.

      A taxa neutra do Brasil já chegou ao limite, qualquer coisa que venha do governo tem de vir do fiscal ou das praças desenvolvidas. Ter que ser cauteloso para não corre risco de ter que subir juros em uma recessão.

      O ideal no momento é manter a taxa neutra por tempo indeterminado, enquanto não ocorrer ameaça externa e reformas que justifiquem novos cortes.

      Se você esperam uma nova rodada de cortes é melhor ficar esperto: Nós estamos longe de ter fundamentos que justifiquem juros baixos, e para falar o primeiro mundo também esta longe.

      Porém eles estão pedalando gravemente algumas questões para debaixo do tapete, vide que o preço do ouro esta subindo já faz alguns anos.

      Curtido por 3 pessoas

      • O preço do ouro é usado como seguro para lastrear o grau de desconfiança dos agentes de mercado no que tange solvência das contas públicas a nível mundial.

        O preço vem subindo muito após de 2008 , e quem esta comprando são justamente banco centrais da china e russia.

        A china pedalando na bolhas chinesas e PIB fake. O EUA com déficits ficais elevados e eleições perigosas por lá. Partidos populista que tem propostas graves no que tange tributação, e que tem recebido apoio de grande parte do eleitorado.

        Tudo isso alimenta a situação adversa no mercado: Basta qualquer peido na taxa de juros futuros para cima faz o mercado despencar muito. O mercado vem usando ouro como hedge, uma vez que os déficits fiscais continuam de vento em poupa e não diminuem.

        outra questão é solvência dos bancos frente ao colaterais lastreado em seguros e derivativos. Hoje a taxa de alavancagem dos bancos é ainda mais caótica que 2008. Então num crash da mesma magnitude os bancos não teriam colaterais suficiente para cobrir contratos de seguro. Uma vez que boa parte do dinheiro circulando no mercado é via derivativos.

        A situação é grave, porém querem parecer que é amena , tudo vai melhorar num passe mágica! justamente porque precisam induzir confiança no sistema financeiro. Porém na outra ponta eles mesmo não confiam nas suas estratégias, tanto que estão comprando ouro desde 2008.

        A especulação da bolsa nada tem haver com o crescimento da economia: Vide ultima comemoração por menor crescimento no PIB mundial.

        O sistema financeiro esta numa sinuca de bico. O endividamento privado e público é tamanho que numa próxima rodada de subida de juros as bolhas explodiriam juntos aos coletarias dos bancos , porém se manter o juros baixo a inflação real vai torar rendimento dos investidores. Então a saída encontrada pelos mesmo é fazer seguros lastreados em ouro e demais commodities.

        A inflação esta muito elevada: Se você pensar claramente sem se deixar levar pelas manchetes capciosas do mercado financeiro.

        Primeiro que as vagas no mercado de trabalho tem sido para base de pirâmide, ou seja. As pessoas estão ganhando menos e logo não podem manter o padrão de consumo elevado que tinham anteriormente.

        Na outra ponta temos recordes no numero de inadimplentes PF e PJ. Os bancos fingem não ver para que não tenha que levantar provisões para os mesmo.

        Se quer a verdade não espere ouvir de empresas e organismos governamentais respostas claras e objetivas. Eles tem metas a bater e conflito de interesses não pode ir contra a banca.

        Natural manter otimismo quando o barco esta afundando lentamente. A coisa ta feia sim , basta sair um pouco do mundo da especulação gráfico e olhar os indicadores de solvência, endividamento e fiscal dos governos.

        E garanto não esta feio só aqui não! Os países ditos desenvolvidos também tem vários pepino para descascar na próxima década.

        Uma deles é o mesmo que estamos passando aqui: Explosão dos gastos sociais via previdência, mas até momento ninguém diz nada sobre assunto.

        E por ultimo: A questão do menor crescimento do Pib mundial também esta relacionada com a demografia, justamente isso vai estopim das próximas crises. Uma vez que não teremos dinheiro suficiente para manter os gastos sociais elevados, consequentemente o governo vai passar tributar mais o setor privado e investimentos = Menos dinheiro circulando na economia.

        Curtido por 2 pessoas

      • Para um situação aonde desemprego mundial é elevado , empregos quando aumentam quase sempre é na base da pirâmide.
        Isso faz com que consumo fique abaixo do esperado = Menor inflação

        Alguns fatores que estão contribuindo para inflação modesta a nível de Brasil.
        BNDES não estão jorrando dinheiro como fez antigamente.
        Bancos públicos diminuíram participação na concessão de crédito.
        Ociosidade elevada na indústria, o que possibilita aumentar e diminuir produção sem criar inflação de demanda.
        Os bancos estão compensando concessão de crédito com juros finais mais elevados ( Spread bancário).
        O nível de empresas em situação caótica é grande = menos dinheiro para pedalar.
        Até o momento nenhuma medida desenvolvimentista extrema foi tomada por parte do governo como: Forçar bancos públicos a emprestar por uma taxa juros muito menor que a média do setor privado.

        Induzir aumento de gastos públicos como programas de desenvolvimento social.
        Aumentar dívida pública para manter estes programas sociais e assim por diante.

        A mistura elevada com poder de compra menor e impostos elevados faz com que fiquemos numa situação aonde podemos consumir apenas com crédito. E como crédito é mais restrito a inflação monetária tendem a não dar as caras tão cedo.

        Salvo conduta entrar algum desenvolvimentista daqui alguns anos. E para falar a verdade eu aposto que deva acontecer algo nessa direção.

        Então eu não coloco minha mão no fogo pela inflação atual: Uma vez que ela é fruto de uma recessão, e não de um ajuste estrutural.

        Tão logo governo volte jorrar dinheiro via bancos públicos , as empresas voltem refinanciar suas dívida e receber subsídios. Natural que inflação tende voltar induzida via crédito.

        Outra fator que esqueci acima é que as empresas estão refinanciando suas dívidas, ou seja rolando .
        Não estão tomando mais crédito para ampliar operações .

        Curtido por 2 pessoas

      • Sr dos FIIs e ficamos enxugando gelo… mas não me parece que essa equipe que assumiu vai querer forçar uma retomada usando a máquina como a anterior fez. Logo, imagino que esse marasmo dure ainda um bom tempo… pelo visto não vão usar a reforma do Temer e uma nova só mais para o final do ano.

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      • Penso como vc, tem que ficar com esses juros. Lembrando que depois da reforma da previdência, vem algumas privatizações e reforma fiscal. Tudo isso vai ganhado tempo para manter o juros mais ou menos como está . Assim o emprego vai surgindo devagar e a ociosidade vai caindo .

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  4. Tava vendo o Twitter e me deparei outra vez com uma notícia alarmante sobre “O fim dos shoppings com o comércio online” e cita a venda de um na Europa pelo preço de um apto.
    Ok, Cada um publica o que quer.
    O aquecimento global ia acabar com o mundo até o ano de 2000…
    A guerra fria ia acabar com o mundo…
    A blockbuster ia acabar com as locadoras…
    O cd ia acabar com o vinil…
    Uber ia acabar com taxi…
    Netflix vai acabar com tv paga…
    Banco digital vai acabar com o banco físico…
    Robôs vão acabar com o emprego…
    Uma consultoria de investimentos pregou o fim do brasil em 2014…

    Ensinamento bíblico: Não escute quem fala muito, ou mais alto.

    Bons estudos e bons investimentos.
    Bom domingo, ótima semana a todos.

    Curtido por 3 pessoas

    • Catador a única certeza do futuro é a constante busca do ser humano por mudança e sua consequente evolução. Dos shoppings x comércio eletrônico o Fabio Castro fez um artigo pra revista que eu achei muito coerente. Podemos dizer que o Uber será o fim das empresas de ônibus com já praticamente o fez com as de Taxi? Que ninguém mais terá carros e que todos os transportes serão compartilhados? Podemos extrapolar e dizer que até as habitações serão coletivas? Tinha uma época que diziam que contrutoras iam quebrar pois estavam embarcando prédios inteiros na China… habitação modular de baixo custo e com tecnologia em qualquer lugar do globo.

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      • Tudo pode, desde q não seja aqui, o Brasil não é para amadores, aqui é uma zona, nada funciona, tudo torna se corrupção ou serviço mal prestado, e o pior sem lei, faz se o q quiser e nada c paga pelos atos inconsequentes q se pratica, começando pela Vale, quer um exemplo mais convincente doque estou dizendo, um massacre humano com mais de 300 pessoas soterradas vivas, sem nenhum respeito, depois de toda essa barbarie a empresa ainda segue firme na bolsa gozando de estar no país mais impune do planeta, onde solta se governador ladrao como o ex governador do Paraná q foi flagrado em conversas telefônicas sem q pairam nenhuma dúvida sobre suas propinas recebidas, é sabido q ele detém uma praça de pedágios com laranjas no comando, praça essa implantada por ele próprio, aí vem Gilmar Mendes e outros juízes e soltam o camarada, aí eu pergunto, por o Lula está preso se não há uma prova física das suas falcatruas, e c realmente o molusco for inocente, não q eu acredite nisso ou esteja defendendo ele, mas se for entre Lula e Beto Richa, prefiro acreditar na inocência do Lula por não ter provas de seus crimes, vergonha vergonha vergonha….

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  5. BR Properties atinge recorde histórico de locações em 2018

    A BR Properties registrou em 2018 o maior volume de locações de sua história. Só no 4T18 foram 39.050 m² locados. Ao longo do ano passado, a companhia comercializou 117.920 m² de Área Bruta Locável (ABL) e reduziu sua vacância em aproximadamente 6 pontos percentuais no período. O portfólio da BR Properties fechou o ano com taxas de vacância financeira e física consolidadas de 19,5% e 24,6%, respectivamente.

    O mercado do Rio de Janeiro se sobressaiu em 2018: 62% das locações foram na capital carioca. Com isso, a BR Properties representou mais de 30% do market share da absorção bruta do ano na cidade. O Edifício Passeio Corporate, por exemplo, é considerado um caso de sucesso. Adquirido em 2016, a estratégia da empresa foi a de capturar as movimentações de flight-to-quality que se iniciavam no centro da capital fluminense. Em dezembro de 2018, o edifício atingiu 82% de ocupação com valor de aluguel médio em linha com a tese de investimento. Outro destaque se deu na capital paulista, onde a companhia pré-locou 100% do Edifício Centenário para a multinacional WeWork.

    De acordo com Martin Jaco, CEO da BR Properties, o ano de 2018 correspondeu à expectativa da companhia de se beneficiar das movimentações de flight-to-quality nas cidades de São Paulo e Rio de Janeiro, encerrando, assim, o ano com o recorde histórico de locações. “Com um cenário de mais previsibilidade para os investidores, o mercado vai mostrando números mais consistentes e de crescimento, e o movimento de locação segue para os ativos de maior qualidade”, ressalta.

    A companhia encerrou o ano com receita líquida de R$ 421,3 milhões, representando redução de 2% ante o mesmo período do ano passado. O EBITDA (lucros antes de juros, impostos, depreciação e amortização) ajustado foi de R$ 316,6 milhões, em 2018, e margem de 75%, uma das mais altas do setor. O lucro líquido ajustado (FFO) foi de R$ 40,7 milhões, com margem de 10%, impactado negativamente pela alta nos índices de inflação (IGP-M), refletindo as paralisações no setor de transportes de cargas que afetou o abastecimento no País no final de maio, além da forte desvalorização cambial no período.

    Em continuidade ao processo de reposicionamento no segmento de galpões industriais e logísticos, em 2018 a BR Properties concluiu as aquisições dos Galpões Tucano e Araucária, ambos localizados em Jarinu (SP), além da compra de terreno em Cajamar com ABL potencial de 134 mil m².

    No âmbito financeiro, a BR Properties deu início, nos últimos meses, a importantes processos de desinvestimentos, que além de representarem um significativo passo na otimização de sua estrutura de capital e reciclagem do portfólio, colocam a companhia em uma posição favorável para concentrar seus esforços na redução da vacância e capturar todo benefício do novo ciclo econômico que se inicia a partir de 2019.

    Entre os meses de dezembro e janeiro, a companhia celebrou, sob condições resolutivas, documentos visando as vendas do Edifício Paulista pelo preço total de R$ 405,0 milhões e dos seguintes imóveis comerciais: Edifício Alphaville, em Barueri (SP), Edifício Águas Claras, em Nova Lima (MG) e Edifício Barra da Tijuca, localizado na cidade do Rio de Janeiro, pelo preço total de R$ 395,0 milhões.

    Por fim, após o encerramento do trimestre, a BR Properties efetuou o resgate antecipado total dos títulos de dívida perpétuos (Perpetual Notes) no montante de US$ 185,0 milhões (R$ 726,2 milhões).

    Atualmente, a empresa conta em seu portfólio com 46 imóveis comerciais, que totalizam 844 mil m² de ABL, dos quais seis são terrenos que correspondem a 208 mil m² de ABL potencial. Parte fundamental da estratégia da BR Properties é a gestão proativa dos imóveis de seu portfólio por meio da BRPR A. A subsidiária administra 28 ativos, todos de escritório.

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      • Zac e nos desinvestimentos só não tem BRCR aí porque não deixaram 😂

        Mas é isso, os FIIs acabaram dando alento nessas transações porque o cotista é induzido a olhar só a promessa imediata de rendimento…

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  6. Mu Hak está perto de pedir água e já admite vender a Gafisa

    Consultoria Alvarez & Marsal está reunindo investidores interessados em fazer uma oferta pela empresa. A intenção deles é agir rápido antes que seja necessário um pedido de recuperação judicial
    Ana Paula Ragazzi
    8 de fevereiro de 2019

    Demorou quatro meses, mas Mu Hak You, dono da gestora de recursos GWI, parece admitir que não tem condições de tocar a Gafisa. O Seu Dinheiro apurou que ele já está disposto a vender sua participação de 49,9% na companhia e sinaliza que aceitará até mesmo um preço abaixo do que está na tela da B3 atualmente. As primeiras conversas com investidores interessados devem acontecer nas próximas semanas.

    A GWI assumiu o comando da empresa em outubro passado e desde então a Gafisa enfrenta uma série de problemas. As medidas da nova administração depreciaram o operacional da empresa e trazem preocupações sobre a continuidade do negócio. Por outro lado, ações como a polêmica decisão de recomprar ações da companhia – e enxugar o caixa da Gafisa – sustentaram as cotações da ação. Ainda que não seja pelo valor de hoje na bolsa, Mu Hak deve sair dessa investida atabalhoada com lucro.

    O Seu Dinheiro apurou que a consultoria Alvarez & Marsal, que costuma olhar atentamente empresas em situações de estresse, está acompanhando a evolução da Gafisa nos últimos meses. A consultoria chegou à conclusão que a marca Gafisa é muito sólida e tem muitas condições de voltar a crescer diante da expectativa de retomada do setor imobiliário no Brasil, após os últimos anos de crise. A avaliação é de que Mu Hak tomou o controle da empresa por interesse financeiro, de vender com lucro sua posição. Desde então, tomou mediadas desencontradas que prejudicaram o negocio.

    “A percepção é que a empresa tem problema de caixa e de pessoal, diante das demissões que ele comandou. Mas, por outro lado, pelo que se tem notícia, o landbank (banco de terrenos) da Gafisa é muito valioso e continua por lá. Ele não mexeu nisso, que é vital para a empresa, e a credibilidade da marca também se mantém”, disse um dos investidores que conversaram com a Alvarez & Marsal e tem interesse em investir na companhia.

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    • Dá para salvar a Gafisa?

      Chances de recuperação do negócio se mantém desde que haja uma solução rápida e ela necessariamente tem de incluir a saída de Mu Hak da Gafisa.
      “Ninguem topa ser sócio dele. Ele deve ter um preço que lhe garante um retorno e vai livra-los de problemas que poderá ter se acabar com o negocio”, afirma o investidor. Procurada por Seu Dinheiro, a Alvarez & Marsal não deu entrevista.

      Na próxima semana, as primeiras conversas entre os investidores e Mu Hak deverão acontecer, inclusive para que possam ter um diagnóstico mais preciso sobre a saúde atual da Gafisa e se a percepção sobre suas chances de recuperação se confirmam.

      “Tem gente olhando para entrar na empresa pelo preço correto. Só que tem que ser rápido, se não ele vai destruir a operação”, diz uma fonte que acompanha as negociações.

      “A proposta que vai ser leva a ele será basicamente dar a ele uma oportunidade de saída do negocio”, diz.

      O plano de Mu Hak para a tomada de controle da Gafisa foi desenvolvido ano passado e levou a ação, que estava abaixo de R$ 10 para a casa dos R$ 16 até o inicio do ano _ mas ele não encontrou um comprador a esse preço e aparentemente seu fôlego acabou. É difícil entender a mente de Mu Hak, mas é possível supor que desde o início o plano da GWI seria vender a participação para um investidor a preços elevados. Só que essa segunda parte, depois de tantas trapalhadas não será possível.

      Uma eventual saída de Mu Hak é uma boa notícia para o acionista minoritário. A companhia caminha ladeira abaixo e corre o risco de entrar na fila da recuperação judicial se a GWI insistir em tocar o negócio do seu jeito.

      Caminho difícil

      A negociação deve ser delicada. Além do problema das cotações infladas, haverá a discussão sobre a necessidade ou não de uma oferta pública de ações para todos os acionistas (OPA) da Gafisa. Em tese, a companhia não teria um controlador definido e a chegada de alguém para exercer a função não dispararia a OPA. No entanto, com recompras e cancelamentos de ações, a GWI, involuntariamente, segundo alega, atingiu o percentual superior a 50% que torna a oferta obrigatória.

      Segundo o Seu Dinheiro apurou, a ideia inicial não é levar a empresa para uma recuperação judicial. Só que essa medida depende da velocidade das negociações. A situação na Gafisa é alarmante. De acordo com fontes próxima à companhia, o caixa acabou. A atual presidente, Ana Recart, fiel escudeira das empreitadas de Mu Hak, anda abatida e já consultando advogados para saber a melhor forma de abandonar o barco: a renúncia da executiva não será uma surpresa para ninguém.

      A prévia operacional da empresa para o quarto trimestre, quando a GWI assumiu o comando, decepcionou os investidores pela falta de lançamentos somado às fracas vendas de estoques. Mu Hak prega que vem fazendo uma reestruturação na empresa, mas tem destruído o negócio: mandou embora, de um dia para outro, toda a diretoria, assumiu a gestão sem nenhuma experiência no segmento imobiliário residencial e sugou o caixa da empresa na recompra.

      Entre os funcionários, os comentários são de que os salários só não estão atrasados porque o dinheiro para o pagamento estaria vindo da controladora, a GWI. Os corretores que trabalhavam oferecendo imóveis da construtora estão em debandada _ nos últimos meses, o número foi reduzido a um terço. Fornecedores, sem receber, estão ajuizando ações pedindo bloqueio dos apartamentos.

      Como estão as obras?

      Os clientes que compraram imóveis com a Gafisa estão se organizando em grupos via redes sociais para cobrar satisfações da empresa sobre o andamento das obras. O que acendeu de vez o sinal amarelo para essas pessoas foi o fato de, em resposta a uma reportagem veiculada no jornal Estado de S. Paulo que informava que a empresas suspendera obras, a Gafisa escreveu em comunicado, encaminhado à CVM e também aos clientes, que “não tomou qualquer decisão relacionada à paralisação das obras”. Os clientes consideraram o posicionamento vago demais ou pouco convincente.

      O problema, diz um funcionário, é que já há fornecedores deixando de prestar serviços para a Gafisa. “Se não houver concreto, não há como a obra continuar, em tese, nem precisa de uma decisão da empresa”, resumiu. Um dos compradores ouvidos pela reportagem revela que o grupo tem se revezado em visitas às obras e, embora não tenha identificado uma paralisação, é possível notar uma diminuição do número de funcionários trabalhando.

      Outra questão que tem levado muita preocupação é a quantidade de clientes que não consegue pegar as chaves dos apartamentos já prontos. Uma explicação possível seria o fato de que para entregar as chaves a companhia precisa quitar parte dos valores em aberto principalmente das unidades não vendidas e os bancos têm de liberar as hipotecas.

      Procurada pela reportagem para comentar essas questões, a Gafisa não respondeu ao pedido de entrevista.

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  7. Atualização Semanal: 09/02/19

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    Edições de Hoje

    Carteiras do Blog: Mbp77, SunTzu e Sr dos FIIs

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    FII AnaliSYS

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    Não é assinante? Peça já sua Edição Aqui!

    Conteúdos Exclusivos de Assinantes dos Blog:

    • InsightsUma página restrita e dedicada a revelar os FIIs como você nunca viu
    • Trix Report: O fechamento diário dos FIIs resumido para você
    • Fórum VIP: Textos e Conteúdos Exclusivos, trazendo sempre as últimas novidades dos FIIs
    • Entrevistas: O mundo imobiliário por quem Realmente faz acontecer!
    • FII Alerta: Avisos Exclusivos para novas Assinaturas dos Produtos e Serviços 😀

    E mais, muito mais nos comentários dos amigos aos Textos, informação valiosa para ampliar o seu estudo e conhecimento.

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    • Com desova de ativos, Vinci compensa perda com PDG

      Coluna do Broadcast – 03 Janeiro 2018 | 09h20

      A ofensiva da gestora Vinci Partners na venda de ativos em 2017 foi suficiente para compensar a perda nos últimos anos com a incorporadora PDG, em recuperação judicial.

      Após uma baixa de cerca de R$ 600 milhões com a empresa de construção apenas no braço de private equity, a salvação veio com o Burger King, que poderá render quase R$ 500 milhões somente em sua abertura de capital.

      Entre fatias vendidas e o porcentual de 11% que a Vinci manteve na rede de fast food, o fundo já registra mais de R$ 1 bilhão com o ativo, um alto retorno ante o aporte inicial de pouco mais de R$ 300 milhões.

      Fora isso, a gestora ainda vai embolsar R$ 145 milhões com a rede de locação de veículos Unidas, alvo de fusão com a Locamerica.

      Na Unidas, foram investidos R$ 100 milhões em 2011, mas uma parte da empresa já havia sido vendida para a Enterprise.

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      • Problemáticos

        Embora com desinvestimentos bem sucedidos como o do Burger King, outros negócios da Vinci enfrentam desafios.

        Na avaliação do mercado, o portfólio inclui empresas compradas a preços altos no boom econômico ocorrido de 2010 a 2014 e que em alguns casos enfrentaram a crise muito endividadas.

        Na PDG, os aportes milionários desde 2012 foram insuficientes para evitar a série de prejuízos que levou à recuperação judicial. O patrimônio da PDG será entregue aos credores para quitar quase R$ 6 bilhões em dívidas.

        A Vinci também é acionista do grupo de moda InBrands e, no passado, fracassou na tentativa de fusão da companhia com a Restoque.

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      • Próximo

        O calendário da Vinci para 2018 promete ser movimentado. Inclui mais desinvestimentos do fundo II e, em paralelo, investimentos do seu fundo III.

        Um dos ativos na manga é o grupo de seguros e resseguros Austral. Há conversas para venda a um investidor estratégico após negociação frustrada com o chinês Fosun, mas um IPO também é possível. Outro alvo é a rede de ensino superior a distância Uniasselvi.

        Apesar de a empresa estar na fila para um IPO, nesse caso fontes consideram que a Vinci deve permanecer como um acionista relevante diante do potencial de crescimento da companhia. Procurada, a Vinci não comentou. (Com Dayanne Sousa e Circe Bonatelli)

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    • Estimating the Size of the Commercial Real Estate Market in the U.S.
      https://tetzner.wordpress.com/internacional

      Fechamento do dia, Fatos relevantes, Agenda econômica e mais:
      Semanais IMOB, IFIX, HGLG11, BBPO11, KNRI11.
      Destaque do Trix : FIGS11, FVQP11, VLOL11, BRCR11 .
      https://tetzner.wordpress.com/trix-report

      Prêmio Walter do Mercado 2018 – IFIX : 3ª semana fevereiro/19 (dia 15 – 210ª Edição).
      Já está aberta a votação, não perca tempo vote djá !
      Parabéns ao campeão da semana: crsviana
      IFIX – Mapeamento de Tendência janeiro/19.
      https://tetzner.wordpress.com/walter-do-mercado

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  8. As alas da esquerda disputam entre si, o direito de carregar o caixão de Lula.
    Caminho livre para as reformas.
    Bolsonaro a passos lentos mas firme (normal) para a alta hospitalar.
    Vem pibinho pela frente. Apesar da turma do DI estar alvoroçada, não me surpreenderei se a Selic cair, anote aí.

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  9. Hoje esta faltando 120 Abcp11 cotas que comprei depois do agrupamento na sexta feira, simplesmente desapareceu da minha conta. As explicação que tive que pode ser alguem que vendeu ser ter as mesma, Ja aconteceu isso com alguém?

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  10. Fonte: Banco Central.

    Crédito cresceu 5,5% em 2018 após dois anos de contração

    Crédito livre, que engloba, por exemplo, financiamento para aquisição de veículos e desconto de duplicatas por empresas, continuou em recuperação e cresceu 11,2% em 2018.

    Após dois anos de contração (-3,5% em 2016 e -0,5% em 2017), o mercado de crédito voltou a crescer em 2018. De acordo com a edição de dezembro das Estatísticas Monetárias e de Crédito, o saldo de crédito total aumentou 5,5% no ano, alcançando R$3,3 trilhões em dezembro. 54,1% do total – R$1,8 trilhão – foram destinados para operações de crédito livre, aquelas livremente destinadas pelas instituições financeiras, com taxas de juros pactuadas entre elas e os tomadores de crédito.

    “Elas compreendem as operações de crédito destinadas ao consumo das famílias, tais como financiamentos para aquisição de veículos, crédito pessoal, crédito consignado, cartão de crédito e cheque especial, além de diversas modalidades destinadas às empresas: capital de giro, desconto de duplicatas, antecipações de recebíveis, financiamentos a exportações e a importações”, explica Renato Baldini Junior, chefe adjunto no Departamento de Estatísticas do Banco Central (BC).

    “O crédito com recursos livres continuou se recuperando em 2018 e cresceu 11,2%. O desempenho foi muito semelhante nas carteiras de pessoas jurídicas e de pessoas físicas (expansões de 11,2% e 11,3%, respectivamente). No crédito direcionado, houve retração de 0,6%”, ressalta Baldini.

    Concessões

    As concessões do crédito total acumuladas em 2018 foram 11,2% maiores que em 2017. Novamente, a expansão foi mais positiva no crédito livre, cujas concessões aumentaram 12,8% em relação ao ano anterior. Destacaram-se as concessões às empresas, que cresceram 15,4% e, entre as modalidades, os descontos de duplicatas e recebíveis, as antecipações de faturas de cartão de crédito e os financiamentos de veículos para reposição ou ampliação de frotas comerciais. No crédito livre para as famílias, cujas concessões aumentaram 10,8% em 2018, os destaques foram o crédito consignado e o cartão de crédito parcelado.

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  11. Dúvidas sobre MCMV abalam confiança do setor de construção

    As indefinições sobre o Minha Casa, Minha Vida têm abatido a confiança das empresas que têm no programa habitacional seu principal mercado.

    Uma desagregação do indicador de confiança do setor de construção elaborado pela Fundação Getulio Vargas (FGV) mostra que esse grupo de companhias é o que tem a confiança e as expectativas mais baixas.

    https://tetzner.wordpress.com/forum-vip/comment-page-68/#comment-327894

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    • Percepção de desemprego registra maior queda em um ano, aponta FGV

      A percepção de desemprego mostrou em janeiro a mais forte queda em um ano. É o que mostrou ontem a Fundação Getulio Vargas (FGV), que divulgou dois indicadores relacionados ao mercado de trabalho, com sinais de melhora na abertura de vagas.

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    • Construção: Gafisa vive seu momento mais crítico

      No mercado, já se questiona momento difícil pode culminar em pedido de recuperação judicial

      A Gafisa – uma das mais tradicionais incorporadoras com atuação principalmente na cidade de São Paulo – vive um dos seus momentos mais críticos. Ontem, no mais recente contratempo da companhia, a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) abriu processo administrativo para investigar o imbróglio com a Polo Securitizadora.

      Há insegurança no mercado em relação aos rumos da Gafisa, em cenário de redução do ritmo de obras e atraso no pagamento a fornecedores.

      A sequência de informações negativas pode se refletir em mais distratos e menos vendas, e há receio de que, se houver agravamento da situação, a companhia possa ter de recorrer à recuperação judicial. Procurada, a Gafisa disse que não considera essa opção.

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    • Polo obtém na Justiça liminares bloqueando emissão de boletos

      O Tribunal de Justiça de São Paulo concedeu ontem duas liminares pedidas pela Polo Securitizadora em que determina que a Gafisa interrompa a emissão de boletos bancários para receber pagamentos de clientes em seu favor. Também ordena a restituição do dinheiro recebido indevidamente.

      Alguém ai já verificou se esse caso da Polo afeta o PLRI11 ou o PORD11 ?

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    • Varejo: Assembleia da General Shopping é suspensa

      CVM atendeu pedido de acionista que também é ‘bondholder’

      A Comissão de Valores Mobiliários (CVM) decidiu suspender a assembleia geral extraordinária (AGE) da General Shopping marcada para hoje, quando seriam deliberados temas relacionados ao plano de reorganização de ativos da empresa.

      Desde o fim de janeiro, o plano é alvo de processo na Justiça.

      Ontem, antes da comunicação feita pela CVM, a ação da empresa chegou a subir 15% e fechou em alta de 7,82%.

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      • O mais ‘crítico’ aqui é que fazem ‘propaganda’ dessa cisão da empresa em fii como se fosse algo ótimo, compre uma ação e ‘ganhe’ cota de fii + dividendo… não importa o que te oferecem… você vai levar a General no pacote e o resultado a médio e longo prazo de uma má gestão é o mesmo, em FII ou em Ação…

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      • Demorou quatro meses, mas Mu Hak You, dono da gestora de recursos GWI, parece admitir que não tem condições de tocar a Gafisa. O Seu Dinheiro apurou que ele já está disposto a vender sua participação de 49,9% na companhia e sinaliza que aceitará até mesmo um preço abaixo do que está na tela da B3 atualmente. As primeiras conversas com investidores interessados devem acontecer nas próximas semanas.

        A GWI assumiu o comando da empresa em outubro passado e desde então a Gafisa enfrenta uma série de problemas. As medidas da nova administração depreciaram o operacional da empresa e trazem preocupações sobre a continuidade do negócio. Por outro lado, ações como a polêmica decisão de recomprar ações da companhia – e enxugar o caixa da Gafisa – sustentaram as cotações da ação. Ainda que não seja pelo valor de hoje na bolsa, Mu Hak deve sair dessa investida atabalhoada com lucro.

        Dá para salvar a Gafisa?
        Chances de recuperação do negócio se mantém desde que haja uma solução rápida e ela necessariamente tem de incluir a saída de Mu Hak da Gafisa. “Ninguem topa ser sócio dele. Ele deve ter um preço que lhe garante um retorno e vai livra-los de problemas que poderá ter se acabar com o negocio”, afirma o investidor. Procurada por Seu Dinheiro, a Alvarez & Marsal não deu entrevista.

        Caminho difícil
        A negociação deve ser delicada. Além do problema das cotações infladas, haverá a discussão sobre a necessidade ou não de uma oferta pública de ações para todos os acionistas (OPA) da Gafisa. Em tese, a companhia não teria um controlador definido e a chegada de alguém para exercer a função não dispararia a OPA. No entanto, com recompras e cancelamentos de ações, a GWI, involuntariamente, segundo alega, atingiu o percentual superior a 50% que torna a oferta obrigatória.

        A prévia operacional da empresa para o quarto trimestre, quando a GWI assumiu o comando, decepcionou os investidores pela falta de lançamentos somado às fracas vendas de estoques. Mu Hak prega que vem fazendo uma reestruturação na empresa, mas tem destruído o negócio: mandou embora, de um dia para outro, toda a diretoria, assumiu a gestão sem nenhuma experiência no segmento imobiliário residencial e sugou o caixa da empresa na recompra.

        Entre os funcionários, os comentários são de que os salários só não estão atrasados porque o dinheiro para o pagamento estaria vindo da controladora, a GWI. Os corretores que trabalhavam oferecendo imóveis da construtora estão em debandada _ nos últimos meses, o número foi reduzido a um terço. Fornecedores, sem receber, estão ajuizando ações pedindo bloqueio dos apartamentos.

        Os clientes que compraram imóveis com a Gafisa estão se organizando em grupos via redes sociais para cobrar satisfações da empresa sobre o andamento das obras. O que acendeu de vez o sinal amarelo para essas pessoas foi o fato de, em resposta a uma reportagem veiculada no jornal Estado de S. Paulo que informava que a empresas suspendera obras, a Gafisa escreveu em comunicado, encaminhado à CVM e também aos clientes, que “não tomou qualquer decisão relacionada à paralisação das obras”. Os clientes consideraram o posicionamento vago demais ou pouco convincente.

        O problema, diz um funcionário, é que já há fornecedores deixando de prestar serviços para a Gafisa. “Se não houver concreto, não há como a obra continuar, em tese, nem precisa de uma decisão da empresa”, resumiu.

        Outra questão que tem levado muita preocupação é a quantidade de clientes que não consegue pegar as chaves dos apartamentos já prontos. Uma explicação possível seria o fato de que para entregar as chaves a companhia precisa quitar parte dos valores em aberto principalmente das unidades não vendidas e os bancos têm de liberar as hipotecas.

        Procurada pela reportagem para comentar essas questões, a Gafisa não respondeu ao pedido de entrevista.
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      • Rapaizzzz

        mas olhem esses trechos:

        “Ainda que não seja pelo valor de hoje na bolsa, Mu Hak deve sair dessa investida atabalhoada com lucro.”

        e este:

        “Se não houver concreto, não há como a obra continuar, em tese, nem precisa de uma decisão da empresa”

        mas a ‘cereja’ do bolo é:

        “Outra questão que tem levado muita preocupação é a quantidade de clientes que não consegue pegar as chaves dos apartamentos já prontos. Uma explicação possível seria o fato de que para entregar as chaves a companhia precisa quitar parte dos valores em aberto principalmente das unidades não vendidas e os bancos têm de liberar as hipotecas.”

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      • Eu gosto de observar os detalhes de um investimento. Por aí se vê um bom trabalho da adm e do gestor.
        Seja no relatório bem escrito, transparente,
        seja na manutenção eficaz e eficiente,
        seja na inovação e desenvolvimento do fundo.
        Dá pra acompanhar sim.

        Este shopping, não tem concorrentes na região, mas, nem por isso, deixa de inovar, de prestar um bom serviço.
        Já ouvi de uns jovens que queriam dar uma passada lá para ver as novidades.
        No natal eu havia reclamado das filas dos caixas de estacionamento. Substituíram tudo e melhoraram o serviço.
        Este shopping é dinâmico e agrega valor aos serviços.
        Talvez tenha outros shoppings assim, e deve ter, recomendo aos investidores em shoppings e outros imóveis, que acompanhem de perto. Administração, gestão, imóvel. Tripé básico.

        Quanto à renda, bom, se for uma renda conservadora, ele pode fazer parte do time como defensor.
        Se for arrojada, que seja como atacante.
        Se for mediana, componha o meio de campo.

        Sendo bom o tripé, tem que estar na carteira.

        Boa noite, bons estudos.

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