Fórum Fundos Imobiliários

tetzner_blog-fundo_imobiliario

A Maior, mais Bem Informada e Ativa comunidade 100% FII

ABCP  AEFI  AGCX  ALMI  ATSA  BBFI  BBPO  BBRC  BBVJ  BCIA  BCFF  BCRI  BMLC  BNFS  BPFF  BRCR  CBOP  CEOC  CNES  CPTS  CTXT  CXCE  CXRI  CXTL  DOMC  DRIT  EDFO  EDGA  EURO  FAED  FAMB  FCFL  FEXC  FFCI  FIGS  FIIB  FIIP  FIXX  FLMA  FLRP  FMOF  FPAB  FVBI  FVPQ  GRLV  HCRI  HGBS  HGCR  HGJH  HGLG  HGRE  JRDM  JSRE1  KNCR  KNIP  KNRE  KNRI  MAXR  MBRF  MFII  MXRF  NSLU  ONEF  PLRI  PQDP  PRSV  RBBV  RBDS  RBGS  RBPD  RBRD  RBVO  RDES  RNDP  RNGO  SAAG  SDIL  SHPH  SPTW  TBOF  TFOF  THRA  TRNT  TRXL  VLOL  VRTA  WPLZ  XPCM  XTED

Juntos somos mais Fortes! Incentive o blog, assine os produtos e serviços:

Mini_FitaProdServ

Login   Registro   FII   Ações   Fundos   Diversão   Comentar   Loja   Ajuda   Comentários   RSS

Anúncios

5.551 comentários sobre “Fórum Fundos Imobiliários

  1. Pagar INSS ou investir em FIIs?

    Minha esposa parou de trabalhar há alguns anos, para se dedicar exclusivamente aos filhos.
    De tempos em tempos, discutimos sobre realizar ou não o recolhimento do INSS para ela.
    Estou pensando de ao invés do INSS, investir esse mesmo valor em FIIs. Oq vcs acham?

    Curtido por 4 pessoas

    • É algo bem pessoal… Mas minha esposa também não trabalha, mas também não recolhemos INSS… Até porque, cedo ou tarde, o governo vai retirar o esquema de “acumular” aposentadoria + pensão…Então, em caso de ela ficar viúva, vai receber só pensão… Eu prefiro investir a grana do que apostar na previdência pública. Tento não depender do desgoverno para nada. Mas como eu disse, é algo bem pessoal.

      Curtido por 3 pessoas

    • São coisas muito diferentes. Um não substitui o outro. O INSS é um “produto” que inclui aposentadoria e seguro, composto por 11 espécies de benefícios dentre eles benefícios de risco – invalidez, morte, etc – e benefícios programados – aposentadoria por tempo, por idade, etc. alguns benefícios de risco sequer tem carência, ou seja, você já tem cobertura imediatamente ao primeiro pagamento, outros tem 12 meses de carência. Sou advogado especialista em direito previdenciário, mas apesar de investir em FII, RF e ações, não deixo de pagar meu INSS.

      Curtido por 14 pessoas

    • Faça os dois, INSS não é só aposentadoria, tem também seguro social , auxilio doença (após 15 dias de atestado), auxilio prisão, licença maternidade, pensão para o marido e ou filhos menores etc. O INSS vai e tem de ser reformulado mas não dá para crer que será fechado para futuras adesões.

      Curtido por 6 pessoas

    • Então, não sei se vcs se lembram quando pedi a opinião dos amigos ano passado sobre minha aposentadoria, era um plano privado eu pedi a opinião dos ilustres se eu aderira ou sacasse a verba, resolvi entrar no jogo e estou satisfeito com a decisão, Ainda mais depois de ver q de lá pra cá como as coisas mudaram e parecem q vão tomar outros rumos. Imagine se eu tivesse apostado uma aposentadoria no governo bananez, teria me f…então diante disso sou mais um plano privado onde vc faz as regras e não deixar sua velhice nas mãos desses calhordas como temer e companhia

      Curtido por 2 pessoas

      • Plano privado também tem auxílio doença e invalidez caso queira incluir, tudo sem fila do sus, maca nos corredores dos hospitais e tudo mais, meu é brasilprev, mas tem bradesco e muitos outros com mais segurança q o do bananal, penso q os do bananal não vão honrar mais nada em questão de pouco tempo, aliás já estão devendo para os outros planos e seus possíveis beneficiários fãs muito tempo já

        Curtido por 3 pessoas

    • Gomes , pelo ( custo x benefícios ) o INSS é muito melhor do que a previdência privada , foi a conclusão que cheguei após estudos.
      Só perdendo para o modelo de previdência do ( produtor rural ), onde alem dos benefícios normais da previdência, o contribuinte tem descontos para comprar carros 0 KM , e incontáveis outros benefícios , que varia de qual sindicato ele esta filiado . Alem disso aposenta mais novo.
      Abraço.

      Curtido por 1 pessoa

      • Com a diferença de que por ser público e praticamente obrigatório, 100% paga e alguns % usam. Isso quando não desviam o dinheiro no meio da caminho. Essa mamata precisa acabar e a primeira etapa é a mudança de pensamento. Cada um deveria estudar e escolher seu método de “proteção” para a vida.

        Curtir

    • Com queda dos juros, taxas corroem rentabilidade dos planos de previdência

      Levantamento do ‘Estado’ mostra que 1 em 4 fundos de previdência em renda fixa renderam abaixo do CDI no 1º semestre

      Malena Oliveira, O Estado de S.Paulo 07 Agosto 2017 | 05h00
      A queda da Selic, a taxa básica de juros, já começou a espremer a rentabilidade de aplicações financeiras, incluindo a dos fundos de previdência. O momento, porém, pode favorecer o investidor na busca por aplicações com tarifas mais atrativas.

      Os planos ou fundos de previdência privada são aplicações financeiras oferecidas por bancos e seguradoras para poupar dinheiro para a aposentadoria. São eles o Plano Gerador de Benefício Livre (PGBL), Vida Gerador de Benefício Livre (VGBL), Fundo de Aposentadoria Programada Individual (Fapi) e fundos de pensão – estes ofertados por empresas a seus funcionários. Cada modalidade tem benefícios distintos, como abatimento no Imposto de Renda (IR) ou facilidade maior para planejar a transmissão de recursos a herdeiros.

      No primeiro semestre, um em cada quatro fundos de previdência que aplicam em renda fixa tiveram um rendimento abaixo do Certificado de Depósito Interbancário (CDI), taxa que baliza investimentos conservadores. O levantamento foi feito pelo Estado com base nos dados da Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima), consolidados até o dia 9 de junho. Considerando o CDI acumulado no ano até a mesma data – que foi de 5,04% –, a rentabilidade de 125 entre 491 fundos desse tipo ficou abaixo da marca. Entre os multimercados, que têm mais liberdade para aplicar recursos inclusive no exterior, o desempenho desde o início do ano foi ligeiramente melhor: de 551 fundos analisados, 104 não bateram o CDI – cerca de 19%.

      No universo dos fundos, a taxa de administração é paga sobre o total de recursos aplicados e acaba corroendo parte dos rendimentos da aplicação. “Conforme a rentabilidade cai, essa taxa vai ficando mais pesada”, explica Mauro Calil, consultor de investimentos do banco Ourinvest.

      Comparação. No levantamento feito pela reportagem, por exemplo, há fundos de previdência de renda fixa que cobram taxa acima de 2% e que renderam abaixo de 3% no período (o resultado já traz a tarifa descontada). No caso dos multimercados, essa taxa é geralmente mais alta por conta da promessa de um resultado melhor. Mesmo assim, há fundos nessa categoria em que os mesmos 3% de rendimento foram entregues a taxas de administração entre 3% e 5%.

      Além da taxa de administração, alguns fundos também possuem taxas de carregamento, cobradas a cada aporte feito. Esse é outro custo que deve ser levado em conta nas aplicações.

      A possibilidade de portar recursos entre fundos de um mesmo banco ou seguradora, ou ainda de migrar para outras instituições, facilita a busca por tarifas mais favoráveis.

      É preciso, porém, avaliar condições além da rentabilidade e dos custos. “No caso de planos muito antigos, migrar pode não valer a pena por conta das características desses produtos. Eles podem oferecer, por exemplo, um retorno maior do que planos mais novos. A conversão em renda vitalícia também pode ter um critério mais favorável”, explica José Faria Junior, planejador financeiro certificado pela Associação Brasileira de Planejadores Financeiros Planejar.

      É necessário ainda atentar ao tipo de aplicação e ao regime de tributação do plano. “Não é possível sair de um regime regressivo para um progressivo, ou vice-versa. Também não é possível trocar um PGBL por um VGBL”, diz Calil.

      Idade. Para quem pensa em sair dos planos de previdência, Faria Junior diz que a idade do investidor é uma questão central. “Quem é jovem geralmente está disposto a arriscar mais em troca de uma rentabilidade maior. Daí é possível pensar em outros investimentos, tanto em renda fixa quanto em renda variável”, diz. O planejador recomenda mesclar inclusive aplicações em diferentes tipos de previdência privada para usufruir de seus diferentes benefícios.

      Porém, quem já tem algum patrimônio acumulado deve colocar na ponta do lápis os custos, tanto de sacar quanto de manter o dinheiro aplicado. “Não vale a pena resgatar tudo pensando apenas na queda dos juros. Assim, como também não vale seguir pagando altas taxas de administração por um rendimento que não vem sendo atrativo em um período mais longo. Cada caso tem de ser analisado à parte”, diz Faria Junior.

      Curtir

  2. para os que tem FII de agencias. Fechamento de 2mil agencias por ano nos EUA.. e crescendo. A 10 anos era justamente o inverso.
    Tendência na eh diferente no brasil. Vi um gráfico recente comparando abertura de agencias com download de app de bancos.

    Withdrawal symptoms
    The closing of American bank branches

    Banks have shuttered over 10,000 since the financial crisis

    WINDSOR, a community of 6,200 people two hours outside Albany in New York state, offers many of the amenities commonly found in a small town, including a bakery, a car-repair outfit and several restaurants. There is just one thing missing: a bank. The town’s only financial institution, First Niagara Bank, shut its doors in October.

    Towns like Windsor are becoming ever more common in America. Since the financial crisis, banks have closed over 10,000 branches, an average of three a day. In the first half of 2017 alone, a net 869 brick-and-mortar entities shut their doors, according to S&P Global Market Intelligence, a research firm. Some fret that branch closures risk turning poorer neighbourhoods into “banking deserts”, cut off from current accounts, loans and other basic services.

    Not long ago, the notion that Americans might lack sufficient access to bank tellers would have seemed absurd. In the years leading up to the crisis, bricks-and-mortar branches grew by about 200 each month. By 2009, according to the World Bank, America had 35 branches for every 100,000 adults, twice as many as Germany. Since then, however, ultra-low interest rates and thickets of new regulations have squeezed bank profits. They have responded by trimming branches from a peak of about 100,000 to roughly 90,000.

    Bank bosses maintain that they are “optimising” their branch networks to fit changing customer habits. But the cuts have not been made evenly. Data from the Federal Deposit Insurance Corporation (FDIC) show that the top fifth of all postal codes by household income lost around 3% of their branches between 2009 and 2016. During this period, the bottom fifth saw their branch numbers decline by 10%.

    Community organisations worry that if branches continue to close in poor areas, many neighbourhoods could become reliant on payday lenders and cheque-cashing stores. In June the Federal Reserve Bank of St Louis estimated that there are now more than 1,100 banking deserts—defined as census areas at least ten miles from a bank—in America. That figure could easily double if small community banks continue to close. In May the National Community Reinvestment Coalition, a non-profit group, published a report showing that the number of banking deserts in rural areas has increased by 86 since the crisis.

    The situation may be less dire than it seems. An analysis of FDIC data by The Economist shows that banking deserts, using the Fed’s definition, are home to just 1.7% of the population. For most of the country, banks are still within easy reach—typically just two miles away. Nine out of ten Americans live within five miles of a bank; half live within one mile.
    Even if banks remain accessible to most, branch closures can take a heavy toll. “The loss of a bank has a significant impact on communities,” says James Chessen of the American Bankers Association. The cost is greatest for small businesses, which often lack audited financial statements and other information that can be analysed remotely. “At the local community level, so much of that business is driven by relationships,” says Chris Vanderpool of S&P Global Market Intelligence. “The farther out you are, the harder it is to manage those relationships.” A study in 2014 by Hoai-Luu Nguyen, now at the University of California, Berkeley, estimates that when branches close, new small-business lending falls by 13% in the surrounding area. In low-income neighbourhoods, such lending contracts by nearly 40%.

    Even if financial regulation loosens and interest rates rise, branches are likely to thin further. JLL, a property firm, reckons that by 2027 the number of bricks-and-mortar branches could have declined by another 20%. The risk of widespread banking deserts may be a mirage. But small-business lending could still suffer.

    Curtido por 6 pessoas

    • Muito sério e muito importante q se mantenha atento a isso aí quem investe em fiis e tem fiis de agências na carteira, não q se deve entrar em pânico, mas que analise uma possibilidade de isso pegar o investidor de surpresa, eu só entro com preços q tenha margem de segurança para q esses imóveis num futuro próximo sejam locados pelos preços de não agências, por que alugar pelos valores q os bancos estão pagando atualmente, esquece, então a conta é essa, por quanto vai alugar a medida q esses bancos fecharem às agências ou mesmo no caso deles virem a renovar o contrato em algumas q por ventura vir a permanecer no imóvel

      Curtido por 3 pessoas

      • isso é um grande problema para o economia como um todo, pois muitos comercios sao atraidos justamente pela presença da agencia bancaria, que possuem muitos empregados. É uma simbiose. Isso pode levar a morte gradual e lenta de vários “centrinhos de bairros”. Outro ponto que ja foi comentado aqui é o fechamento de redes de supermercados e shoppings. Quando acontecer isso, realmente será um problema. Será o fim da era das lojas e o reino do mundo virtual. Mas acho que falta bastante tempo ainda.

        Curtido por 6 pessoas

      • Não vejo um problema e sim a evolução. Melhores serviços, mais eficiente e mais baratos. Só não podemos utilizar os bancos como exemplo, pois é um cartel.

        Curtir

    • Tenho conta no banco Sofisa onde tem boas LCI e LCA sempre.
      Abri tudo online, transferência tudo online, vejo tudo online e não faço questão nenhuma de ir a uma agência.
      BB só vou quando tenho que resolver problemas que não consigo pelo app.

      É o futuro que chegou!

      Curtido por 1 pessoa

  3. Atualização Semanal: 05/08/17

    Blog_Prod_Serv_Livro_Cursos

    Edições de Hoje

    Carteiras do Blog

    Matrix dos FIIs

    FII AnaliSYS

    Tetzner Journal

    Não é assinante? Peça já sua Edição Aqui!

    Conteúdos Exclusivos de Assinantes dos Blog:

    • InsightsUma página restrita e dedicada a revelar os FIIs como você nunca viu
    • Trix Report: O fechamento diário dos FIIs resumido para você
    • Fórum VIP: Textos e Conteúdos Exclusivos, trazendo sempre as últimas novidades dos FIIs
    • Entrevistas: O mundo imobiliário por quem Realmente faz acontecer!

    E mais, muito mais nos comentários dos amigos aos Textos, informação valiosa para ampliar o seu estudo e conhecimento.


    Notícias da semana, você encontra aqui.

    Produtos (Mensal/Semanal)

    • a Revista a publicação vem com os Artigos dos amigos do blog, conteúdo ideal para que está aprendendo e quer um um material voltado aos Iniciantes (sai no começo do mês, dia 1)
    • o Jornal é ideal para quem já tem algum conhecimento dos FIIs e quer se manter semanalmente atualizado com os eventos de seus Fundos Imobiliários (todo sábado, no seu email)
    • os Relatórios Comentados são uma referência de pesquisa para quem busca mais sobre seu FII; nele você encontra um resumão de todos os fundos (edição atualizada todo dia 10)
    • nos Estudos o conteúdo é mais avançado, quem busca oportunidade de investimento para valorização por comparação de custo R$/m²  (Mensal, com atualização no dia 15)
    •  a Pesquisa também é voltada à turma mais adiantada, só que agora o foco é o aluguel pago x distribuído  (atualização Mensal no dia 20)

    Serviços (Diário: Segunda à Sexta)

    • o Radar traz rankings diários, ajuda no balanceamento da carteira, trazendo os FIIs mais interessantes no dia ordenados por vários critérios fundamentalistas (DY, VP, …)
    • o Nitro é a informação levada até você, a qualquer momento o fato acontece e vai direto em seu email

    Serviços (Semanal: Sábado)

    • AnaliSYS traz para você uma matriz de valores de Aluguel x Vacância x Renda
    • Matrix é uma coleção de informações com 60 páginas rankings para você virar os FIIs do avesso no seu estudo
    • Carteiras do Blog reúne a experiência de pessoas que se destacam no blog, com racionais das carteiras para você acompanhar

    MEGA Combos (Produtos/Serviços/Livros)

    • Combos são pacotes contendo os 5 Produtos da edição Mês fechado/anterior (nova edição depois do dia 20) com até 50% de desconto e envio pontual, ou então os 5 Serviços para 30 dias com até 25% de desconto, ou ainda os 2 Livros om 25% de desconto.

    Cursos

    • Você tem o Tetzner à sua disposição e Ao Vivo para explicar os Fundamentos dos FIIs no curso básico, os conceitos que levam a construção de uma carteira no Intermediário e um curso avançado para responder todas as suas dúvidas em Geral.

    Livros

    • O passo a passo do mundo dos FIIs para você que gosta de conhecer os detalhes deste tipo de investimento.

    Curtir

  4. Incorporadoras vão priorizar Minha Casa Minha Vida nos próximos anos
    06/08/2017 – Maria Cristina Frias

    Os imóveis vendidos pelo programa MCMV (Minha Casa Minha Vida) seguirão como prioridade do setor imobiliário nos próximos anos, segundo empresas do setor.

    Os projetos serão direcionados principalmente para as faixas 2 e 3, que são financiadas pelo FGTS e custam de R$ 180 mil a R$ 240 mil.

    De janeiro a maio, foram lançadas 18.544 unidades no MCMV, contra 2.772 na categoria mais cara, segundo a Abrainc (associação que representa empresas do setor).

    A Benx, incorporadora do grupo Bueno Netto, vai investir R$ 100 milhões em seu próximo lançamento na faixa 3 em São Paulo, diz o diretor-geral Luciano Amaral.

    Curtido por 3 pessoas

    • Dos seis terrenos comprados pela companhia para imóveis no ano que vem, quatro serão para o MCMV, afirma. “Ainda há um deficit imobiliário de 6 milhões de habitações, e as classes C e D representam 70% a 80% disso.”

      A Cury, joint venture com a Cyrela, deverá lançar oito projetos até o fim do ano que vem, com a maioria das unidades enquadradas nas faixas 2 e 3 do MCMV.

      “Com empreendimentos desvalorizados e juros altos, fica difícil fazer o cliente de alto e médio padrão tomar hoje uma decisão que durará 30 anos”, diz Leonardo Mesquita, diretor da empresa.

      O nível maior de distratos em imóveis mais caros também levou construtoras a priorizarem o MCMV, diz Milton Bigucci, presidente da MBigucci, que atua na Grande São Paulo e que lançará quatro projetos até o fim de 2017.

      Curtido por 3 pessoas

  5. Com volta de imposto, LCI e LCA podem acabar
    Cynthia Decloedt – Estadão

    A ideia do governo de acabar com a isenção de Imposto de Renda para investimentos de pessoas físicas em letras de crédito rural e imobiliário (LCA e LCI) está gerando uma série de questionamentos no mercado.

    A medida, que está sendo cogitada para elevar a arrecadação do governo em 2018, tem potencial para mexer com um mercado de cerca de R$ 360 bilhões hoje e pode extinguir os dois instrumentos, criados para fomentar o crédito nesses setores.

    LCA e LCI são papéis de renda fixa que têm a vantagem para o poupador da isenção IR, no caso das pessoas físicas. As empresas já pagam 25% de IR nas aplicações.

    Curtido por 1 pessoa

    • Não há informações, por enquanto, sobre como isso seria feito, mas já existem diversos questionamentos: o fim da isenção recairia sobre o estoque atual? Como seria financiado o setor imobiliário, por exemplo, com o estoque da poupança em rota decrescente?

      No cenário em que o estoque seja afetado, a reação seria de saques para amenizar as perdas, uma vez que o IR incide sobre o rendimento, previu um especialista. Por consequência, afirma, haveria chance de um descasamento entre ativos e passivos dos bancos, que já emprestaram esses recursos.

      Uma coisa é certa, na opinião de vários profissionais: as LCAs e as LCIs tendem a desaparecer, pois perderão eficiência aos bancos, uma vez que os recursos captados com a emissão desses papéis são direcionados, por lei, para o agronegócio e para o segmento imobiliário.

      “Sem a isenção, esses papéis passam a ser iguais aos Certificados de Depósito Bancário (CDBs), que têm a vantagem de terem uso livre”, comentou outro profissional que também não quis se identificar.

      Curtido por 1 pessoa

  6. Investidor ainda não percebeu o fim do juro de 1% ao mês

    “A ata do Comitê de Política Monetária (Copom) reforçou as expectativas de que o juro básico Selic vai cair mais que o esperado inicialmente, superando o piso de 8% antes projetado pelos analistas do mercado para um percentual mais perto de 7% no fim deste ano.

    Não há consenso, porém, se a taxa vai continuar nesse nível, já que 2018 será um ano tumultuado pela eleição presidencial e pela renovação de parte do Congresso, além de uma retomada da economia que pode pressionar a inflação.

    Mas uma coisa parece definida: os juros de um dígito ao ano vieram para ficar.

    Essa nova realidade ainda não está sendo percebida por boa parte dos investidores, que ainda sonha com juros de 1% ao mês, diz assessoria”

    Concordam?

    Curtido por 2 pessoas

    • Bom dia, colegas investidores

      quase concordo hehehe.

      Parece-me que pelas reformas já feitas e mudanças menores (no financiamento eleitoral, cláusula de barreira, teto de gastos, etc.) e pela própria lentidão e dificuldade do país em se desenvolver, este país pode seguir uma trilha * mais* responsável, ao menos o suficiente para que juros de 13%, 14% sejam eventos raríssimos. Claro, nenhum país bem estruturado está protegido de líderes loucos (não falo de um Lula, falo de um Maduro, por exemplo)

      ademais, não querer fazer previsões de 50, 70 anos é disparate e, como todo mundo, estamos sujeitos a eventos imprevistos (um Bolsonaro eleito, uma guerra da Coréia e por aí vai)

      Paulo

      Curtido por 3 pessoas

    • Não concordo, primeiro por que como se diz sempre aqui no blog, aqui no bananal até o passa é incerto, prova disso é q no passado o povo achou q tinham perdido um salvador da pátria quando Aecio perdeu as eleições para a tia Dilma, hoje já sabemos q ele é pior ainda do q a tia… apenas um exemplo ok. Outra fator relevante sobre juros no Brasil eu resumo em uma só tacada, juros está ligado a questão da educação econômica e cultural do povo q Hbita o país onde o cidadão mora, quem faz a economia é o cidadão, produto subiu, não compra, procura alternativas, votar em políticos decentes também é importantíssimo, protesto também acho relevante embora isso também se faz através das urnas com o voto. Estou já surpreso por que Ainda não anteciparam as altas dos juros, pois dizem q o mercado antecipa tudo, p mim já tá na hora de antecipar juros altos, pois p mim isso é uma questão de tempo, principalmente no caso de se levar em conta quando anteciparam a queda dos juros, correto, isso foi a dois anos, será que os juros vão demorar tudo isso p voltar a subir novamente, se sim, será apenas por um motivo péssimo e não de glória a equipe econômica, pois se ele não subir será apenas pelo fato do desemprego se manter em alta e continuarmos com essa deflação devassadora a qual nos encontramos, e não por uma estabilização da economia, sinto muito mas essa é a grande verdade, não um grande péssimo, infelizmente

      Curtido por 1 pessoa

      • É colegas, a única coisa certa por aqui é que vivemos em um momento de incertezas.
        Aumento de impostos tem limite e o Brasil já ultrapassou essa linha faz tempo, enquanto o custo do governo não diminuir, estaremos fadados ao fracasso, se por um lado o governo precisa diminuir o tamanho da máquina (seus custos) por outro, a venda de ativos e desregulamentação poderá acirrar ainda mais diferenças sociais que poderão levar um “Maduro” ao poder.
        Infelizmente, enquanto o País não aumentar o índice de poupança interna, estaremos condenados ao fracasso econômico, e pra que isso aconteça, o investimento em educação de qualidade é primordial.

        Curtido por 2 pessoas

    • Tenho opinião contrária. Os analistas ainda não perceberam que essas taxas são apenas temporárias. Divida pública crescendo a largos passos, levando ao aumento do risco e por consequência dos juros. É só olhar a relação entre nossa divida pública entre os créditos compromissados e não compromissados. Houve um crescimento substancial das primeiras, a taxa bem mais elevada e prazos mais curtos. Resumindo, o governo está tendo cada vez mais dificuldade em rolar a divida, nas taxas atuais. A questão é: isso é sustentável no longo prazo? Com possível redução da liquidez mundial e principalmente com piora da nossa divida? Enquanto uns vendem, estou de atento a uma oportunidade para migrar das ações para o DI futuro.

      Curtido por 1 pessoa

      • Falando em popança ela vem aí, se continuar assim ela vai virar vedete. Aquilo q disse logo acima, aqui tudo é incerto ou passageiro, veja q ninguém podia ouvir falar em poupança nos últimos anos, já agora já está nos radares como aplicação

        Curtido por 1 pessoa

    • Meu caro, depende do teu objetivo. Vc já tem bons fundos. Se vc pretende entrar , com um porcentual menor, porém com aumento do seu dividend yield, sugeriria o FIGS11 . Só precisará ter um pouco de paciência pois o que há para evoluir ainda, provavelmente será lentamente.

      Curtido por 2 pessoas

      • Sem conselhos, às coisas vão ficar difíceis de agora em diante, sinceramente, vou citar um ditado muito antigo e já malhado ao longo dos séculos…..CADA UM POR SI E DEUS POR TODOS de agora em diante ok…..na dúvida contradizendo o q eu disse põe a grana viva p corrigir o mais seguro possível e não arrisque nada… minha opinião. Opinião de quem anda na corda bamba e no fio da navalha todos os dias…..ressaltando apenas uma opinião isolada….

        Curtido por 2 pessoas

      • Dama,

        fui logo ‘as contas e cheguei aos seguintes números:
        JRDM última renda conhecida R$ 0,52 / ultima cotação R$ 86,90 = 0,52%
        HGBS r$ 12,40/2.155,00 = 0,57%.

        Mas você está certo: calculando pela média anual (há grande sazonalidade nos shoppings com meses de pico no verão), as contas mudam totalmente: 0,71% e 0,62% ou 8,5% e 7,5% a.a.

        Para um período de inflação baixa efetivamente esses fundos podem ser um porto seguro como reserva de valor. Não vai enriquecer ninguém e para renda tem coisa melhor. Mas quem monta carteira visando o futuro realmente as dicas são pertinentes.

        Em suma nossas contas estão certas mas as suas representam melhor a realidade do produto.

        Vou repensar o assunto.

        Curtido por 1 pessoa

  7. Residências estudantis entram no radar de incorporadoras no País

    Por estar vinculado à educação, mais resiliente a crises, segmento de locação para universitários tem sido aposta de investidores frente a ramos tradicionais do mercado imobiliário; nos EUA e na Europa, segmento tem fundos imobiliários exclusivos

    Empreendimentos terão sala de estudos

    Pouco explorado e quase desconhecido no Brasil, o segmento de residência estudantil começa a atrair investidores e, segundo analistas, deve se desenvolver de forma acelerada nos próximos anos no País.

    Empresas do setor Brasil, planejam colocar à disposição de universitários pelo menos 6 mil camas até 2021.

    Curtido por 1 pessoa

    • Chamado no exterior de “student housing”, o segmento de locação para estudantes universitários é maduro nos Estados Unidos e na Europa – há inclusive fundos imobiliários exclusivos para o setor.

      Como está vinculado à área de educação, mais resiliente a crises, o segmento tem sido uma aposta de investidores frente a ramos tradicionais do setor imobiliário.

      Um levantamento da consultoria imobiliária JLL aponta que, apenas no Reino Unido (um dos mercados mais desenvolvidos da Europa), foram investidos n£ 3,2 bilhões ( R$ 12 bilhões) em 2016.

      Não há pesquisas sobre “student housing” no Brasil, mas analistas dizem que o potencial é grande.

      Curtido por 5 pessoas

    • “É inegável que há demanda. O segmento reúne um grupo (os estudantes) denso e com perfil muito parecido. Vai ter um momento em que o setor vai explodir, só não sei dizer quando será”, afirma o vice-presidente de investimentos da gestora HSI, Diogo Bustani, que tem estudado o potencial da área no Brasil.

      “Temos de entender ainda quanto podemos cobrar, qual o custo e quanto tempo levará para que os empreendimentos sejam ocupados.”

      Curtido por 1 pessoa

    • A Uliving Brasil é pioneira em São Paulo, onde tem 138 camas em operação (na capital e em Sorocaba) e deverá oferecer mais 303 até o fim do ano.

      A empresa tem como meta atingir 3,5 mil camas em cinco anos, um projeto que demandará aporte de R$ 100 milhões.

      Para alcançar o objetivo, a Uliving montou um conselho de administração, do qual faz parte Roland de Bonadona, ex-presidente da rede hoteleira Accor na América do Sul.

      Curtir

    • “Há uma demanda latente no País e a participação das residências é quase inexistente. Quando começamos na hotelaria econômica (com a Accor), também era assim. Pensei: ‘quem sabe a história se repete’. Agora precisamos desenvolver uma maneira local, brasileira, de operar”, diz Bonadona.

      A Uliving estuda instalar unidades em Minas Gerais, Rio de Janeiro e Pernambuco, além de São Paulo, de acordo com o diretor de operações, Celso Martineli. Até o ano passado, a empresa vinha trabalhando em parceria com a incorporadora Mitre Realty.

      As duas companhias, no entanto, separaram seus projetos e, agora, a Mitre projeta colocar no mercado outras 2,5 mil camas em quatro anos, com investimento de R$ 320 milhões.

      Curtir

    • Para Fabricio Mitre, sócio da empresa, a crise do setor imobiliário fez com que as incorporadoras buscassem oferecer produtos diferentes, e a redução da taxa de juros torna o momento ideal para investimentos em residenciais para renda.

      A Mitre fechou parceria com a Readstone, que opera 13 mil camas para estudantes nos EUA e deverá ficar responsável pela administração dos empreendimentos no Brasil.

      A incorporadora Vitacon é outra que desenvolve projeto semelhante em São Paulo.

      A empresa instalará um residencial próximo à ESPM (Escola Superior de Propaganda e Marketing).

      Curtir

    • Diferente de suas concorrentes, a Vitacon optou por permitir que não estudantes também aluguem os apartamentos.

      “Ter pessoas de diferentes perfis morando aumenta nossa chance de sucesso. Acredito que seja preciso uma fase de transição para tornar o prédio exclusivo a estudantes. Agora, pode não ter demanda suficiente”, diz Alexandre Frankel, presidente da Vitacon.

      Preços. A Mitre estima que o aluguel do apartamento (que inclui o condomínio) para um estudante em seu primeiro empreendimento custará R$ 2.600.

      Curtido por 1 pessoa

      • Talvez aqui esteja o problema.
        O região da av. Paulista até a estação Conceição do metrô tem sido alugada por estudantes (acesso ao metrô e toda infraestrutura de um bairro desenvolvido). Com o aluguel de 2.000,00 a 2600,00 com 2 quartos que dá para dividir com outro estudante.
        Na minha opinião, o aluguel tem que ser em conta e vender serviços.

        Curtido por 1 pessoa

      • Way Park, do MFII, perto da UF de Santo André, VENDE apto. de 2 dorm., suíte sala coz. Piscina salão de festas etc. Com prestação de $3000/m quase igual ao valor do aluguel mencionado.

        Curtido por 1 pessoa

      • Padre gostei do comentário de alugar para o coleguinha. rs
        Mas, estou falando de uma linha reta do metrô ( av. Paulista até conceicao) . Da uma olhada no m3 da vl. Mariana por ex.
        Sim, tem muitos jovens como disse a reportagem do ceo da Mercedes que não se interessam por carros.
        Eu não sei da uf de Santo André. Mas, na usp o pessoal que chega de outro estado ou da interior tem dificuldade de ter com quem dividir apartamentos

        Curtir

    • Segundo Fabricio Mitre, o valor é semelhante ao aluguel e condomínio de um apartamento de um dormitório na mesma região onde o empreendimento será construído. O executivo ressalta ainda que os imóveis são mobiliados e que o prédio terá sala de estudos, academia e piscina.

      No residencial da Uliving que já está em operação, uma suíte individual custa R$ 2,1 mil por mês, incluindo luz, água, internet e limpeza a cada 15 dias. A cozinha é compartilhada.

      Curtido por 1 pessoa

      • Com esse ticket só vai funcionar em grandes cidades e próximo a algumas Universidades (Insper, Espn,como mencionado, Mackenzie, FGV, etc).

        Neste “filão”, aparentemente, não tem crise. Dos imóveis que tenho, os que têm este perfil, ficam muito pouco tempo vagos…Mas tem seus problemas também.

        Curtido por 3 pessoas

      • Vejo potencial próximo a universidade pública e de preferencia em grandes centros. Mas nesses locais, creio que já exista oferta. Já perto de universidades privadas, os 50% de inadimplência do FIES assustam.

        Curtir

      • Tetzner,

        – Problemas frequentes com os condomínios;
        – O Locatário não é o morador. Em geral é o pai de um dos inquilinos. Dificuldades de comunicação e na resolução de problemas;
        – Problemas nos pagamentos de despesas de responsabilidade do Locatário ( IPTU, condomínio, etc). (optei por incluir o valor no aluguel);
        – Certa desvalorização do imóvel;
        Instabilidade de alguns locatários (saída de “sublocatarios” no meio do contrato);
        – Razoável competição de imóveis.

        Curtido por 1 pessoa

      • Não entendi Tetzner. São imóveis para um público de classe média e média alta, que geralmente se concentra em universidades públicas. Fora que ainda poderia atingir médicos residentes e profissionais em especialização.

        Curtir

      • Hennan minha referência ou ponderação foi essa mesmo, classe média e alta, onde entra também as particulares. Não só Estudantes mas profissionais mesmo pela localização e facilidades.

        Curtir

  8. o interessante se não me engano é que abriu ontem dia 3 a 110, ou seja, deu indicios que começaria a corrigir desde dia 1/08 e depois despencou num dia só e na abertura… achei estranho ser na abertura. nehuma noticia entre dia 2 e 3 para isso acontecer. unico fato é que detentores de cota fechamento dia 2 teriam direito à subscrição. vai ver que foi isso. no di 3 não tinha comprador….

    Curtir

  9. Pessoal, veio dar meu depoimento de quem investe em Fii ha 4 anos. Procurei montar uma carteira bem diversificada, so comprando quando acredita no potencial do empreendimento. Há pouco mais de 1 ano fiquei desempregado. E digo que minha carteira de Fii já me ajuda a pagar as contas. Quando fiquei desempregado, minha carteira estava em torno de -20% negativa, comparado ao preço de compra. Hoje está em +20% e esse ano comecei a sacar os rendimentos.

    A dica que eu posso dar é sair dessa neura de querer girar a carteira. Aqui no blog mesmo, quando houve panico no SDIL a maioria tacou pedra e so veio com noticia ruim. Alguns dias depois o preço estava o mesmo. Eu emocionado com os comentarios aqui no blog, vendi esse fundo no maior prejuizo. Maior arrependimento.

    Enfim, uma carteira bem diversificada, salva. PQDP ja me deu mais de 100%, fora os rendimentos. Um ganha muito, outro perde muito, na media sobe.

    Muito dificil usar analise tecnica nesses ativos, pois a liquidez é bem restrita. Acho uma otima ferramenta para uma aposentadoria. Eu nao pago INSS e nem pretendo, enquanto desempregado e autonomo. Prefiro comprar cotas.

    A previdencia uma hora chegará ao colapso. Nossos pais e avós ainda desfrutam disso e talvez alguns vizinhos. Mas o tempo está contado. O dinheiro tem que ir para onde há valor, onde possa resultar trabalho. Com isso Fii e açoes, sao otimos.

    Curtido por 25 pessoas

      • Hennan, nao sei quanto tempo vc investe e nem quanto tempo dedica aos investimentos. O que eu percebi ao longo de 16 anos acompanhando o mercado é que absolutamente ninguem (exceto aqueles detentores de informações privilegiadas) sabe qual ativo vai valorizar mais ou desvalorizar. É claro que com alguma analise dos dados é possível verificar qual ativo possui mais valor que outro, baseado na localizacao do imovel, padrao construtivo, crescimento da regiao e pulverizacao dos inquilinos. Mesmo assim, grandes ativos irão sucumbir. PQDP chegou a cair 50% de valor na época das obras. FPAB 30%. Um investidor que coloca tudo em 2 ou 4 ativos, se for um investidor comum, que ainda tem que trabalhar para viver, que sua renda passiva é pequena, ou que embora viva de renda passiva, ela nao é 10x superior aos seus gastos, terá sérios problemas psicologicos nesse cenário e acabará por vender no fundo. Nunca gostei de diversificação também. Mas o tempo me ensinou a ser paciente com investimentos e o que importa é a consistencia a longo prazo e não grandes oscilações rápidas.

        Como voce disse, nao existe certo ou errado para investir, mas nao conheco ninguem que tenha adquirido independencia financeira fazendo ganhos certeiros. Conheco pessoas que ganharam dinheiro para comprar o carro, mobiliar a casa, dar uma festa, numa tacada de sorte. Mas o longo prazo é cruel. No longo prazo até os bons investidores viram analistas, pq descobrem que nao conseguem pagar as contas fazendo acertos pontuais. E o povao que trabalha, o mais fácil é diversificar: renda fixa (tesouro, cdb, LC), Fii ( minimo de 10), ações (minimo de 10), imoveis (minimo 2un de quarto e sala), dinheiro em caixa entre 3 a 6 meses de gastos.

        Com isso a pessoa vive tranquila e vai com ctz ser milionária antes dos 50 anos se nao levar grandes tombos na vida profissional.
        Hoje eu ja consigo pagar 100% das minhas despesas de sobrevivencia com renda passiva, ou seja, eu adquiri a independencia financeira e com apenas 33 anos. Eu me sinto realizado como ser humano.

        Curtido por 11 pessoas

      • Prezado Hennan, concordo contigo sobre não generalizar. Fiquei curioso em conhecer o seu racional por trás de abominar diversificação e buy and hold. Qual o seu operacional? investe todo o patrimônio num ativo só e troca com certa frequência?

        Curtido por 1 pessoa

      • Realmente nenhum investidor normal sabe o que vai cair ou subir e quanto, o que podemos fazer é confiar nos nossos estudos. Lógico que não compro apenas um ativo, mas mantenho minha carteira bem pequena, de forma que me permita entender o negocio em que invisto e acompanhar a dinâmica do seu mercado. Procuro comprar ativos que considero descontados e faço entradas parciais próximo a suportes gráficos. Da mesma forma que faço redução parcial quando os mesmo valorizaram acima do que acredito, em resistências gráficas. É evidente que erro, mas no meu histórico, os acertos compensam bem mais que o custo dos erros. Evidente que precisa ter sangue frio, tempo e gostar disso.

        Curtido por 4 pessoas

    • abrahao

      Parabéns pelo seu relato e que bom que você achou o seu caminho nos FII. No entanto, existem diversas formas de investimento e de se investir. Não há certo ou errado. Siga a fórmula que mais se adapta ao seu perfil.

      E fica aqui a lição não ir na cola dos outros. O que é bom para um, pode não ser bom para outro.

      Curtido por 4 pessoas

    • Esse é o caminho certo. Devo investir há um pouco mais tempo que você mas a lição que recebi foi a mesma, no começo caímos nessa de vender no fundo e vemos como não dá pra querer ser mais inteligente que o mercado e ficar girando patrimônio. Que no fim, o verdadeiro ganho disso é ter uma reserva para momentos difíceis e tentar aos poucos construir um patrimônio real, sem muita especulação, com calma.

      Curtido por 2 pessoas

    • Abrahao;

      Antes de mais nada, muito bacana vê-lo postando por aqui de novo.
      Mais legal ainda é ver um relato tão franco e equilibrado quanto o seu.
      Meus sinceros parabéns!
      E sobre a questão profissional que citou, tenha a convicção que você irá passar por esta fase em muito melhor forma e desta sairá mais forte porque seguiu seu plano e suas convicções advindas do aprendizado.
      Só por isto, já és um vencedor!
      Sds.

      Curtido por 6 pessoas

    • Inspirador, abrahao!

      Tetzner, acho que caberia criar um espaço aqui no blog apenas para os testemunhos de vida, historias como as do amigo abrahao. De vez em quando lemos os amigos aqui, vários compartilham suas histórias, mas isso acaba sumindo depois. Se pudesse ficar reunido num só lugar, seria bacana. Ficaria como uma galeria pro pessoal se inspirar e, por que não, se animar. Ver que é possível. Fica uma sugestão…..

      Curtido por 3 pessoas

  10. Para driblar a crise, hotéis do Rio miram no público da cidade
    Daniel Brunet

    Novotel vai levar seu bar de drinques para evento de foodtruck

    Por causa da crise hoteleira, os hoteis do Rio se esforçam para atrair… os cariocas, seja para hospedagens curtas, um dia na piscina ou seus restaurantes.

    No próximo sábado, veja só, o Circuito Interno, evento de foodtruck e cervejas artesanais, na Antiga Fábrica da Bhering, no Rio, terá a participação do Novotel.

    A turma vai instalar lá um bar de coquetéis.

    Curtir

  11. Bom dia, galera. Apos anos de ausência, voltei aos FII, he, he, bah, eu tinha uns 5 na carteira, apenas o AEFI aumentou de valor, KKK, o PRSV então nem comento. Vamos ver, aproveitei o preço e recomecei com o MFII11. Um grande abraco a todos.

    Curtido por 3 pessoas

      • Ola, Interceptorfii19.
        Bah, vi que iniciou-se um canal de “Depoimentos” no grupo. Muito massa. Parabéns pela iniciativa.
        Respondendo ‘a pergunta, minhas joias da coroa eram:

        AEFI
        FIGS
        RNGO
        RBGS
        BRCR
        PRSV

        Ja vendi tres deles (com lucro). Com o dinheiro estou comprando os outros, diluindo o preço médio.
        Cara, eu nao quero influenciar ninguém no jeito de investir. DE FORMA ALGUMA.
        E embora sei que vou receber pedrada de uns, hehe, olha, DESCONFIE de quem esta pagando muito ao mes.
        Sao raras as empresas com crescimento sustentáveis. quando vejo os gráficos do MFII, ai meu Deus, parece uma pirâmide, de captar fundos novos para pagar rendimentos. Eles ainda estao em meu purgatório, nao tenho opinião formada final deles. Mas sim, comprei, ao menos a médio prazo acredito que valha a pena. Mas seria para o meu plano de aposentadoria ? Nao. Uma AEFI seria ? sim.
        No meu processo de decisão de um FII, após estudar os FII e LER MUITO O TETZNER, hehe, a finaleira sempre foi o valor do fundoXpatrimonio, ai na pior das hipóteses, na teoria, com fundo falindo, vendendo os ativos e confusão, sobraria no mínimo o investimento inicial. Estudar. Acompanhar. Rendimento mensal. Valor PatrimonialXpreco nominal.
        Uma coisa que comecei a praticar neste hiato meu, de FII, foi fazer short na bovespa. Achei bem interessante. Me salvou algumas noites de sono, heheheh tipo, deu noticia ruim pro JBS, da-le short, e assim foi.
        Espero ter mais tempo para voltar a este grupo.
        Nao existe outro igual na internet. O pessoal aqui se ajuda, sem egoísmo.
        Abraco, Tp.

        Curtir

Não postar Links, nem referências à sites Externos, Emails, Telefones.

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s