Fórum de FIIs

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3.402 comentários sobre “Fórum de FIIs

      • Ainda temos eleições em 2018. Governo deverá liberar muito financiamento para trazer o PIB para cima.

        Em relação aos FII acredito que o mercado esteja bem precificado. Devemos atingir os 1950 pontos e quem sabe 2000 pontos que seria um número redondo.
        Nesse patamar daria aproximadamente (chute) uma média de 0.7% de rendimento mensal nos FIIs. Com uma selic de 0.8% ao mês, 10% (anual) daqui 12 meses, manteríamos esse patamar no IFIX.

        Se tivermos uma euforia no mercado, as cotas podem chegar num retorno médio de 0.6%, ai eu diria “Sell in May and Go Away”.
        (É isso mesmo, já estou dizendo a data).

        Abraço a todos e ótimos investimentos.

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      • Essa projeção para juros e devido à depressão que se aproxima, nada ver com retomada ou melhorias nenhuma certo, tá todo mundo quebrado, físico e jurídico, mas mesmo assim vou repetir o q diz um amigo meu árabe nessas horas, “Ninguém Sabe”

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  1. Justiça bloqueia bens do banqueiro Joseph Safra
    Mastrangelo Reino – 4.mai.2011/Folhapress

    O banqueiro Joseph Safra

    A Justiça Federal de Brasília bloqueou os bens do banqueiro Joseph Safra. A decisão é do juiz Rodrigo Parente Bentemuller, da 15ª Vara Federal, que acatou um pedido do Ministério Público Federal para a indisponibilidade dos bens.

    A determinação foi tomada nesta terça (31) e Safra ainda não foi notificado. A coluna procurou advogados e a assessoria do banco Safra, que até agora não se manifestaram. O bloqueio de bens é uma medida corriqueira em ações de improbidade.
    Safra é investigado em ação civil pública de improbidade administrativa que o acusa de tentar subornar dois servidores da Receita Federal para que, segundo a acusação, “praticassem atos de ofício no bojo dos processos administrativos fiscais” para beneficiar a empresa JS Administração de Recursos S/A, que integra o Grupo Safra.

    Os valores discutidos “giram em torno de quase R$ 1,8 bilhão”, diz o Ministério Público.

    Curtido por 2 pessoas

    • Outros diretores da empresa também estão sendo investigados e tiveram os bens bloqueados.

      De acordo ainda com a acusação, um deles, João Inácio Puga, teria buscado “pessoalmente o grupo criminoso [da Receita Federal] para favorecer a JS em três processos administrativos do Carf (Conselho Administrativo de Recursos Fiscais)”, sendo “porta-voz da milionária vantagem indevida”, ou o pagamento de uma propina “superior a R$ 15 milhões”.

      Os fatos estão sendo investigados pela Operação Zelotes.

      Depois que a operação foi deflagrada, Safra foi processado também na área criminal, mas a ação penal contra ele foi arquivada em dezembro pelo Tribunal Regional Federal da 1ª Região.

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  2. Boa noite senhores, atualmente tenho 90% em tesouro selic e 10% em 6 fundos imobiliários. Como dependo dos rendimentos estou preocupado com essa tendência de selic baixa diminuindo assim o meu rendimento mensal. Nesse mês irei receber um valor de herança e estou pensando em colocar tudo nesses 6 FIIS para aumentar minha renda mensal. Fundos imobiliários são muito arriscados? Há possibilidade do fundo quebrar e eu perder todo o dinheiro? Em caso de quebra qual seria o procedimento perante os cotistas?

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    • Araújo, primeiro quais fiis vc tem é pretende alocar o dinheiro
      Tem risco, toda renda variável tem risco, mas dependendo do fii tem menos risco.
      Se o fii for sólido não tem como vc perder todo o dinheiro, pois o investimento é baseado em um imóvel q na pior das ipotese o fii fica sem o inquilino por um determinado tempo e consequentemente vc sem a renda, caso for um fii de qualidade um dia loca de novo e vc volta a receber a renda.

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      • Mais um detalhe importantíssimo, caso vc opte por aplicar em fiis, faça o mais lento possível, sem pressa, estude muito e pergunte bastante aqui no blog para q possamos ajudar vc, não tenha pressa, quanto mais tempo passar estudando mais chance de cair o preço (já q está muito alto) e de vc vir daiquirir um fii melhor, pois o estudo vai lhe dar mais lucidez no assunto e te direcionar ao seu perfil, abraço

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    • Araújo, uma pergunta: quando você saca dá renda fixa, você saca o que precisa ou saca apenas o que excedeu a inflação do período? Nas minhas simulações, estou ainda acumulando, trabalho apenas com o que excede a inflação. Algo em torno de 2% a 3% a.a. Sacar acima disso significa que o dinheiro da renda fixa acabará. No meu caso particular, não quero que isso aconteça, pois pretendo deixar o saldo para os herdeiros.

      Você pergunta se um FII pode quebrar. Pode. Um incêndio, uma favela ao lado, uma invasão etc. Tudo é possível. Quebrando, liquida-se o fundo e você poderá receber mais ou menos se comparado ao valor inicialmente alocado.

      Além disso, dependendo do ciclo econômico, o valor da cota pode oscilar demasiadamente para baixo e se, na sua estratégia, for necessário vender a cota, esse dinheiro alocado em FII (renda variável) pode acabar antes do dinheiro que estava na renda fixa, ainda que com a SELIC “baixa”.

      Na minha estratégia, não trabalho com a ideia de vender cotas para sobreviver. Contudo, por várias razões, não importa qual, esta pode não ser a sua. Então, antes de se expor mais em FIIs, sugiro fazer mais contas, considerando o seu cenário financeiro. Faça uma conta com a possibilidade de o valor da cota cair 30% e a partir daí veja se o capital acumulado atende as suas expectativas.

      Investir em FIIs é arriscado, menos pelo “produto” e mais pela nossa própria condição psicológica ou “quantidade” do patrimônio. Como diz o pessoal: na alta, só tem gênio; na baixa, criancinhas.

      Sendo você, porém, alguém mais hábil, você pode tirar partido da oscilação e ganhar alguma grana. Mas, aqui é outra história.

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  3. Cuidado com a renda gorda!

    Vejam FIIP11b até uns dias atras estava R$174-177 e o povo tudo desesperado por causa da renda gorda que sempre paga em fevereiro. Pois bem, a renda saiu e a cota caiu como sempre.
    Cota caindo pros R$169,00 e com compra agora nos R$166,00

    O ideia é sempre se afastar destes FIIs próximo s renda gorda e sempre comprar depois. Seu bolso agradece e ano que vem tem renda gorda de novo…

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      • Pela ideologia do Value Investing, acredito que sim

        Porque não basta comprar coisa ruim, porque está barato. Nem coisa boa, mesmo estando caro. O ideal é comprar coisa boa por preço bom

        Mas tem aquele lance também: preço é o que você paga. Valor é o que você recebe

        Isso soa meio utópico, mas pessoalmente prefiro não comprar um FII com DY(%) abaixo de certo valor, pra fugir um pouco do “efeito manada”

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    • geralmente dá na mesma…

      um vendeu a 173 e “perdeu” a gorda de 3,6, então foi como ter vendido a 169,4
      outro pagou 173 e recebeu a gorda de 3,6, então foi como ter comprado a 169,4

      não vejo ganho nem perda de nenhum dos lados, a não ser naquele caso extremo do cidadão que comprou 01 cota a 177, mas aí não é mais devido à baixa liquidez?

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    • Tenho esse FII há um tempinho e meu PM está em torno de 143. Em janeiro fiz mais duas comprinhas a 169 e 174. Cotação atual, 169,25. Recebi a gorda e não estou preocupado. Também não me preocupa a vacância nos próximos meses. Para quem investe para o longo prazo e não faz trades, acho que essas variações, como as de hoje não fazem muita diferença. Por outro lado, se a minha opinião sobre o FII, sua gestão e seus imóveis mudar, não tenho problemas em diminuir a exposição ou mesmo encerrá-la.

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  4. Percentual Liquido (-IPCA) dos rendimentos pagos pelos fundos listados em Bolsa em relação ao ano anterior.
    Ano…………………………………………………2015…….2016
    Agencias Bancarias……………………..14,34%……23,65%
    Comerciais…………………………………..-6,70%…….3,14%
    Escritórios …………………………………..-10,08%….-25,35%
    Fundos Fundos…………………………….-20,89%…..-2,13%
    Hospitais………………………………………-5,70%…….0,96%
    Industrias……………………………………..-18,05%…..3,80%
    Hotel……………………………………………..-64,84%…..-50,52%
    Logistico………………………………………..137,42%…..-15,23%
    Papeis……………………………………………24,63%……..-0,54%
    Residenciais…………………………………-4,02%……….-13,25%
    Shopping……………………………………..-5,99%……….32,30%
    Universidades……………………………… 5,79%……….-2,50%
    pelo acima, consistência, apenas em Agencias.

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  5. Tetzner em REVISTA – Fevereiro/17 – Ed 57

    tetzner-em-revista-capa

    Carta ao Leitor

    Bem amigos do Blog Tetzner… Vai começar tuuuudo de nooooovo!!

    Energias renovadas, com as sete ondinhas puladas e muitas promessas realizadas 🙂

    Para ajudar você a ficar em dia com os estudos, temos uma edição ESPETACULAR da revista, com a atualização do Estudo de Alocação de Ativos do amigo Rodolfosrb, as Crônicas de um Fundo de Fundos com o BCFF na berlinda e ACMattos no comando, o Raio-X 2016 deste fundo feito pelo amigo FlashTrader e para fechar com chave de ouro o Trix explica porque a Volatidade do mercado é sua Aliada!

    Muita informação compilada para você numa edição histórica da revista!!
    Blog Tetzner, Junte-se a nós, faça parte dessa família!

    Não é Assinante? Peça já a sua Edição, clique aqui!

    mini_Tetzner Tetzner

    Nesta Edição:

    • O Mês em Revista…4
    • COPOM 2017…6
    • A Carteira do IFIX…9
    • Artigos do Mês…11
      • Panorama do Mercado…12
      • Estudo de Alocação de Ativos por Rodolfosrb *…16
      • Crônicas de um FII – BCFF11b por ACMattos…24
      • BCFF11B – Raio X 2016 por Flash Trader *…45
      • Porque a volatilidade é sua aliada por Dagoberto Corrarello *…49
    • Matriz dos FIIs do Tetzner…52
    • Tetzner Range…53
    • Resumo dos FIIs…55
    • Nota…58

    Ícone Assine

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    • Boletim do mercado imobiliário – dez/16

      Destacando alguns pontos

      Sobre novembro o valor de mercado dos FIIs subiu 0,67% e o patrimônio líquido caiu 1,47%, se aproximaram mais pela queda no patrimônio líquido do que pela alta no valor de mercado.

      Aumento de apenas 593 novos investidores, ou seja o mercado de FIIs segue estagnado, não deslancha enquanto não superar a barreira dos cem mil investidores.

      Aumentou o número de negócios porém o volume em R$ diminuiu, o que induz a pensar que os grandes teriam diminuído sua participação, mas não é o que indica o próximo gráfico

      Nov/16

      Dez/16

      Chama atenção os seguintes pontos :
      Não residentes dobraram sua participação
      Investidores financeiros diminuíram sua participação pela metade
      Investidores institucionais aumentaram sua participação em 2,19 p.p.
      Investidores pessoas físicas diminuíram sua participação em 4,91 p.p.

      De fato os grandes investidores apenas diminuíram o ritmo mas os investidores pessoas físicas também agiram com mais cautela o que pode ser reflexo da desaceleração típica do mês de dezembro.
      Vamos aguardar o próximo boletim, se o número de negócios e o volume em R$ continuar o movimento na mesma direção e o número de investidores institucionais diminuir ou permanecer estável isso pode indicar que o IFIX esta próximo de fazer novo topo histórico.

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  6. Setor de shopping centers vê faturamento subir 4,3% em 2016

    O faturamento do setor de shopping centers cresceu 4,3% em 2016, movimentando R$ 157,9 bilhões, segundo dados divulgados pela Associação Brasileira de Shopping Centers (Abrasce), com base em levantamento com 500 estabelecimentos em operação no país.

    Em 2016 foram inaugurados 20 empreendimentos, o que representa uma leve melhora em relação a um ano antes. Em 2015 foram lançados 18 novos shoppings e, em 2014, a conta era de 25. Os investimentos em expansão, reforma e construção de novos complexos alcançaram R$ 8 bilhões, abaixo da expectativa de R$ 15 bilhões anunciada pela Abrasce no início do ano.

    “A construção de um shopping é um processo muito complexo: há necessidade de inúmeras licenças, a situação econômica pesa e se o empresário pode esperar, ele espera. Há ainda a questão de disponibilidade de mão de obra”, disse o presidente da associação Glauco Humai a jornalistas. “Não é só a crise que causa o adiamento da abertura de shoppings.” Segundo ele, devido a aberturas abaixo do previsto, os aportes também ficaram aquém do esperado.

    Curtido por 2 pessoas

    • O país terminou o ano passado com 558 shoppings em operação, 3,7% a mais do que no ano anterior. A expectativa é de 30 inaugurações neste ano e investimentos de R$ 16 bilhões.

      O número de lojas subiu 1,8% no ano passado, para quase 100 mil, enquanto as salas de cinema totalizaram 2.707, alta de 4,9%.

      Os números contrastam com levantamento divulgado pela Associação Brasileira dos Lojistas de Shopping (Alshop) no fim de 2016, apontando queda de 13% no número de lojas, para 121,6 mil pontos, e vendas 3,2% menores, totalizando R$ 140,5 bilhões. “Não posso comentar os dados da outra associação”, disse Humai, que destacou que a metodologia da Abrasce é consistente e é aplicada há mais de 10 anos no setor.

      A vacância fechou o ano passado em 4,6% da área bruta locável (ABL), ante 4,3% em 2015. O fluxo de visitantes caiu 1,7%, para 438 milhões de pessoas mensalmente, o que a associação considera ?dentro da razoabilidade’. “Vamos trabalhar arduamente para recuperar isso em 2017”, disse Humai.

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    • O número de empregos no setor cresceu 2,7% em 2016, o equivalente a 26,3 mil novos postos, somando mais de 1 milhão de pessoas empregadas. A expectativa é adicionar 52 mil novos postos de trabalho neste ano.

      “Pior já passou”

      Para 2017, a expectativa é de R$ 166 bilhões em vendas, equivalente a crescimento de 5%. Com a inflação estimada entre 4,5% e 4,8% pela associação, o setor voltaria a ter crescimento real positivo no ano que vem.

      “O resultado de 2016 está longe de ser maravilhoso, mas é sólido. Ele reflete o que a associação espera para a economia em 2017, porque entende que o pior já passou. O cenário político ainda é complicado, mas tudo indica um ano um pouco mais tranquilo”, concluiu o executivo.

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  7. Aliansce faz emissão de R$ 180 milhões de recebíveis imobiliários

    A Aliansce prepara a emissão de R$ 180 milhões de certificados de recebíveis imobiliários (CRI) lastreados em créditos imobiliários da Aliansce Shopping Centers.

    Os ativos terão vencimento em junho de 2022, não contarão com atualização monetária e terão remuneração correspondente a 99% da taxa interbancária (CDI).

    O roadshow da operação começa amanhã (dia 1º) e o registro da operação na Comissão de Valores Mobiliários (CVM) é esperado para 3 de março.

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  8. Receita de hotéis no Brasil cai 4% em 2016, mesmo com Olimpíada

    A taxa de ocupação dos hotéis no Brasil ficou em 56,7% em 2016, 6,3% a menos que no ano anterior, segundo o Fohb (fórum de redes hoteleiras).

    Mais grave é a queda de 3,7% no RevPar (receita por apartamento disponível), afirma Orlando de Souza, diretor-executivo da entidade.

    “Às vezes é possível compensar a ocupação com uma maior diária média, mas o RevPar mostra que a receita caiu em um momento de mais gastos com pessoal, taxas de comissão, luz e água”, diz.

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    • “Em 2017, o mais natural é que as empresas tentem diminuir os lançamentos e entregas de obras.”

      Empreendimentos de luxo tiveram melhor desempenho entre as categorias analisadas.

      “A Olimpíada teve um impacto maior nos hotéis de alto padrão, mas não é um resultado considerado excelente, pois essas operações têm custos muito altos.”

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  9. eeeee Betegê…. ups… quer dizer Pedêgêêê….

    PDG perde prazo de cura sobre obrigações de CRI
    Reuters 01/02/2017 08h37

    SÃO PAULO (Reuters) – A PDG informou na noite de terça-feira a expiração de prazo de cura de cinco dias úteis para que a empresa pagasse obrigações relacionadas ao resgate de Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI) da 15a série da 1a emissão.

    “Tal inadimplemento impossibilitou a securitizadora de efetuar o resgate dos referidos CRI”, afirmou a PDG em comunicado ao mercado sem detalhar os valores envolvidos.

    Em 10 de janeiro, a empresa já havia anunciado que estava inadimplente com o pagamento de juros da 3a emissão de CRI.

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  10. BNDES encolhe e volta ao nível de 20 anos atrás
    Números divulgados ontem pelo BNDES mostram um encolhimento nunca visto na atuação do principal banco de desenvolvimento do país. Os desembolsos do ano passado somaram apenas R$ 88 bilhões, uma redução de 35% em relação a 2015 – R$ 135,9 bilhões em valores constantes, corrigidos pela inflação

    Instituição emprestou R$ 88,2 bilhões no ano passado

    e tem o FIES abrindo o bico também… os malfeitos deixaram um legado a ser superado nos próximos anos…

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    • Desemprego sobe para 12% e 2016 termina com 12,3 mi de desocupadosDesemprego cresce no Brasil

      A taxa de desemprego no Brasil subiu para 12% no trimestre encerrado em dezembro, divulgou o IBGE na manhã desta terça-feira (31).

      O dado veio acima do centro de expectativas de economistas consultados pela agência internacional Bloomberg, que esperavam desemprego de 11,9%.

      A taxa é a mais elevada já registrada da série histórica da pesquisa, iniciada em 2012. O número de desocupados foi de 12,3 milhões no trimestre encerrado em dezembro, recorde também.

      No quatro trimestre móvel de 2015, a taxa era de 9%. Em um ano, o número de desocupados cresceu em 3,3 milhões, aumento de 36% em relação ao mesmo período de 2015.

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      • O IBGE considera que houve estabilidade no desemprego em relação aos três meses encerrados em setembro, quando a taxa foi de 11,8%. Houve aumento de 300 mil pessoas no número de desocupados no período.

        O rendimento médio dos trabalhadores ficou estável nos três meses encerrados em dezembro, em R$ 2.043. De julho a setembro, o número foi de R$ 2.026. No quarto trimestre móvel de 2015, o valor tinha sido de R$ 2.033.
        A média de desemprego de 2016 foi de 11,5%, enquanto o rendimento médio dos trabalhadores foi de R$ 2.029 no ano passado.

        Os dados são da Pnad Contínua, pesquisa divulgada mensalmente, mas cuja coleta de informações é feita em bases trimestrais. Para poder comparar a passagem de um trimestre para o outro, o IBGE considera o trimestre fechado, sem sobreposições de meses. O trimestre imediatamente anterior ao encerrado em dezembro, portanto, é o que termina em setembro.

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      • FORMALIZAÇÃO

        No ano, houve queda de 3,9% no número de postos de trabalho com carteira assinada. Isso significa que menos 1,4 milhão de pessoas deixaram o mercado formal. O país encerrou dezembro com 34 milhões de empregados com carteira.

        A população ocupada, que é a que de fato está trabalhando, cresceu 0,5% em relação ao trimestre encerrado em setembro, para 90,3 milhões de pessoas. Em um ano, houve queda de 2,1%, ou 2 milhões de pessoas a menos.

        Os trabalhadores do setor privado sem carteira assinada cresceram 2,4% em relação aos três meses anteriores, o que significa aumento de 248 mil pessoas fora do mercado formal. Em um ano, a alta foi de 4,8%, crescimento de 481 mil pessoas.

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    • IPC-S acelera na última quadrissemana de janeiro

      A inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor – Semanal (IPC-S) acelerou de 0,68% para 0,69%, da terceira para a quarta quadrissemana de janeiro, informa a Fundação Getulio Vargas (FGV).

      A taxa é maior que a do encerramento de dezembro, quando o indicador subiu 0,33%.

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    • Produção da indústria fecha 2016 com queda de 6,6%
      De novembro para dezembro, indústria registrou aumento de 2,3%, segundo o IBGE.

      A produção da indústria brasileira terminou dezembro em alta de 2,3% em relação ao mês anterior, mas acumulou, ao longo de 2016, queda de 6,6% – foi o terceiro ano seguido em que o segmento registrou resultado negativo, segundo dados divulgados nesta quarta-feira (1º) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

      Com esses dados, o IBGE indica que o quarto trimestre do ano passado encerrou com uma retração de 3,1%.

      Em 2016, a maioria dos segmentos da indústria mostrou resultados negativos, com destaque para os desempenhos das indústrias extrativas (-9,4%), de coque, produtos derivados do petróleo e biocombustíveis (-8,5%), além de veículos automotores, reboques e carrocerias (-11,4%).

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      • Olho vivo no ciclo de corte de juros , quando a Selic estabilizar muito provavelmente nessa época o atual ciclo de alta do IFIX se esgote ou até um pouco antes dado que o mercado geralmente antecipa os fatos.

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      • Fábio Castro , o IFIX ao final do ciclo da baixa de juros pode até passar um período congestionado ( sem tendência definida ) mas certamente outra tendência de baixa virá, é inevitável, essa é a mecânica da cotação a mercado e se você pegar o gráfico do IFIX desde seu início em nenhum período ele ficou sem tendência definida, sempre alternou movimentos de alta e baixa.

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      • Trix, vc não acha que os baixos volumes podem distorcer as análises gráficas no mercado de FIIs? Desculpe-me, estou te bombardeando de perguntas porque sei que vc entende muito do assunto e quero aprender com quem sabe…. 😉

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      • Fábio, os princípios da análise gráfica são os mesmos, o que acontece é que os baixos volumes afetam a probabilidade do que o gráfico esta indicando vir a se concretizar uma vez que quanto menor o volume mais fácil manipular cotação. Na prática FIIs com volume diário mediano, R$ centenas de milhares, já apresentam um bom grau de confiabilidade, inclusive da pra seguir tendência neles tranquilamente.

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    • MEIRELLES: GOVERNO DEVE ANUNCIAR NA PRÓXIMA SEMANA PACOTE DE MEDIDAS MICROECONÔMICAS

      São Paulo, 01/02/2017 – O ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, afirmou há pouco que o governo deve anunciar na próxima semana um pacote de medidas microeconômicas, que estão sendo estudadas em conjunto pela sua pasta, o Planejamento e o Banco Central.

      “Existe uma série enorme de medidas microeconômicas, de desburocratização, fortalecimento da capacidade de crédito, queda dos spreads”, comentou ao chegar para um evento do Credit Suisse.

      Entre as medidas que devem ser detalhadas estão uma reformulação da lei de recuperação judicial, além de ações de fortalecimento do mercado de crédito, como mudanças que visem reforçar garantias, incluindo alterações no mecanismo de alienação fiduciária.

      Ele também citou medidas que já foram anuncias, mas ainda não foram totalmente implementadas, como a criação da duplicata eletrônica e da LIG, o aperfeiçoamento do cadastro positivo, o e-social, o sistema público de escrituração contábil e a nota fiscal de serviços eletrônica. (Álvaro Campos e Eduardo Laguna)

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  11. Chegou agora e não sabe por onde começar? Veja primeiro estes tópicos!

    ABC dos FIIs
    Seja Bem Vindo à Maior, mais Ativa e bem Informada comunidade de Investidores em FIIs
    https://tetzner.wordpress.com/abc-dos-fiis

    Fundamentos
    Esta compilação de informações teve como base os relatórios de referências no mercado imobiliário
    https://tetzner.wordpress.com/fundamentos

    Glossário
    Para quem começa a investir em FIIs muitas vezes se depara com dificuldades que vão além do investimento em si
    https://tetzner.wordpress.com/2016/04/28/glossario

    Hangouts em Tetzner
    https://tetzner.wordpress.com/category/hangout

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    • Eu tinha um professor de literatura inglesa/americana no 2 grau quando fiz nos EUA que sempre começava com a seguinte frase:
      “knowledge is Power and Power is money”
      “Conhecimento é poder e poder é dinheiro”

      Quando se tem 16 anos não se liga muito nessas frases, mas o tempo vai passando e agente vê que primeiro temos que adquirir conhecimento pra depois conseguir o poder do dinheiro.

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  12. MACROECONOMIA
    No longo prazo, meta de inflação no Brasil será de 3%, prevê Ilan
    Ilan: Brasil está menos vulnerável a choque externo

    “No longo prazo, tomando decisões a cada junho, vamos levar a inflação para uma meta parecida com outros países emergentes que têm meta de 3%. Por enquanto, focamos na nossa meta, que é de 4,5%”, disse Ilan em evento do Credit Suisse.

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    • Temer diz a investidores que país está no rumo certo
      Flávia Albuquerque – Repórter da Agência Brasil

      O presidente Michel Temer disse hoje (31), em São Paulo, ao participar da abertura da Conferência de Investimentos da América Latina 2017, que a economia brasileira tem apresentado bons resultados por causa de medidas que vêm sendo tomadas e “não por obra do acaso, mas porque quem planta responsabilidade colhe indicadores saudáveis”.

      Segundo o presidente, o governo atual herdou uma “crise de proporções inéditas e 2016 foi o ano em que o Brasil e não pôde fugir do encontro com a verdade fiscal”.

      “O que fizemos foi recolocar o Brasil no rumo certo, compatível com a nação moderna que somos. O abatimento em que havíamos caído era de ordem psicológica, que não é nosso estado natural, porque o brasileiro é sempre entusiasmado com tudo que faz”, disse a investidores.

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      • Entre os bons resultados, o presidente citou a queda de inflação, a estimativa de que a safra de grãos 2016/2017 terá recorde de 215 milhões de toneladas, aumento significativo da produção de petróleo e a geração recorde de 103 milhões de megawats/hora da Hidrelétrica de Itaipu.

        Temer também mencionou o bom relacionamento do governo com o Congresso Nacional. “Ao assumirmos, passamos a governar sem imposições, ouvindo e propondo. E restabelecemos o diálogo com o Congresso Nacional, estabelecendo harmonia entre poderes. O apoio do Legislativo é fundamental, por isso estabelecemos o diálogo.”

        Temer disse que a inflação estava acima dos 10%, a retração da economia estava perto de 8% e desemprego de quase 12 milhões de pessoas. Ele afirmou ainda que a atitude de enfrentamento permitiu ao governo traçar diagnósticos realistas dos problemas do Brasil e que ficou claro que a crise tem origem fiscal, com um descontrole dos gastos públicos que, segundo ele, foi ignorado.

        A inflação oficial do país, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), fechou 2016 em 6,29%. O número ficou abaixo do teto da meta fixada pelo Banco Central (BC), de 6,5%.
        O presidente ressaltou que o governo buscou dar transparência às contas públicas e enfrentou o déficit primário.

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      • Reforma da Previdência

        Temer defendeu a reforma da Previdência, que tramita no Legislativo, e a criação do teto dos gastos públicos, que entra em vigor neste ano, como medidas essenciais para reverter o déficit. De acordo com o presidente, o teto não afetará os recursos destinados para as áreas de saúde e educação.

        “Definimos o teto para os gastos públicos e garantiremos a gradual correção do déficit do Estado sem prejudicar as áreas da saúde e da educação. Eu ofereço o documento que é o Orçamento deste ano, que foi aprovado, já aplicando o teto dos gastos, e que mostra que aumentamos as verbas para a saúde e a educação”.

        O presidente Michel Temer destacou que não adotará medidas populistas e, sim, medidas populares, que podem aparentar dificuldade em um primeiro momento, mas que se revelam benéficas para o povo.

        Ele destacou que as medidas para o ajuste fiscal não serão completas se a reforma da Previdência e a adequação das leis trabalhistas não forem implementadas.

        O presidente disse que foi estabelecida uma agenda de produtividade para o Brasil. “Temos uma agenda de produtividade para o Brasil construída em torno de uma relação transparente entre Estado e empresas privadas, dando segurança jurídica para os investidores interessados no país”, disse.

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