Fórum Fundos Imobiliários

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7.199 comentários sobre “Fórum Fundos Imobiliários

  1. Crise abre oportunidade para negociar desconto no aluguel

    Quem está à procura de uma casa ou apartamento para alugar possui grandes chances de fechar um contrato mais vantajoso. A crise econômica tem tornado cada vez maior o volume de imóveis vagos, criando oportunidades para negociações entre inquilinos e proprietários

    Quem conseguiu baixar o aluguel aí?

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  2. Olá amigos, tenho um duvida mas tenho medo dela ser meio basica kkk

    Hoje vejo que alguns FIIs estão com Yield menor do que 0,60%, alguns com 0,65% e tals

    Por exemplo: FCFL11, KNRI11, HGRE11, AGCX11

    Enfim…

    Minha duvida é o seguinte… eu não estou ganhando MENOS, do que na poupança? Comprando estes FIIs?

    Um custo beneficio na poupança nao seria melhor?

    Desculpa a pergunta besta…

    Curtido por 1 pessoa

    • Não.

      Teoricamente na poupança você ganha uma juro sob o principal .
      No FII você ganha a possível valorização do imóvel + um aluguel.

      Mesmo que você consuma a renda o principal (imóvel) continua lá sendo atualizado.
      Na poupança você nunca ganha nada. Perde um pouco todo mês.

      Abraços.

      Curtido por 2 pessoas

    • MENOS é relativo. Passa uns 10 anos no mercado brasileiro e vc vai entender…. Veja o fundo do Shopping Higienópolis, tem gente que não vende cota dele nem amarrado e o valor pago ao mês é “baixo”. Mas aí vc olha para estabilidade, resiliência, etc…. 😉

      Curtido por 4 pessoas

    • Leonardo, quando vc decide investir em renda variável, voce deve esquecer qualquer comparação com poupança, renda fixa, cdb, lc, lci, lca, etc. A unica coisa que deve importar nesse momento é: Voce está comprando um bom ativo? Quais sao suas qualidades? Como é um imóvel: quem sao os possiveis locatarios? Localizacao é boa? Qualidade dos imoveis é boa? O que voce pretende fazer se os inquilinos começarem a abandonar o imovel e demorar para ocupar novamente? O m2 que vc está pagando é aceitável?

      Mas nunca, nunca mesmo, comparar com outros tipos de investimento, simplesmente pq nao faz o menor sentido.

      Curtido por 1 pessoa

      • Discordo em precificação não existe isso de não comparar , porém para fazer uma boa comparação é preciso ter conhecimento profundo dos itens listados a seguir.

        TIR, VPL , Fluxo de caixa descontando etc

        Não serve uma comparação grosseira de taxas , mas sim de potencial de valorização etc

        Obviamente que o investidor iniciante&Amador não sabe usar tais ferramentas adequadamente , até por isso faz comparação grosseira de taxas.

        O que você descreve é apenas uma das estratégias entre as várias que existem no mercado:
        Para iniciante é muito mais cômodo ignorar rentabilidade , VPL, TIR etc Principalmente por não ter conhecimento das ferramentas descritas a seguir, mas de forma alguma podes afirmar que é besteira tais comparações.

        Outra máxima do mercado: Rentabilidade passada não garante rentabilidade futura.

        Abraço

        Curtido por 2 pessoas

      • Senhor dos FII, nao descrevo nenhuma estrategia. Apenas aponto um caminho. Utilizar analise tecnica em fii é suicidio. Comparar com renda fixa é sintomas de loucura. A comparaçao com renda fixa vai fazer sempre comprar em topo e vender no fundo. RV é diferente de RF. Todo o ganho de anos de uma RF pode acontecer em 1 semana de RV. Por isso comparar é loucura.
        Basta alguma grande empresa anunciar a locação do PRSV que a cota valoriza 100% ou mais em 1 semana. Basta o BB anunciar que nao vai renovar as agencias do BBPO que as cotas despencam. É renda variável, cheia de riscos impossiveis de calcular, exceto se voce for um insider. Quem aplica na poupança ou em renda fixa nao tolera seu capital diminuir de tamanho com o passar do tempo. Quem investe em RV aceita sua variação com a expectativa de que varie mais para cima do que para baixo. Sao publicos distintos, investimentos distintos, nao possuindo absolutamente nada haver um com o outro. Qualquer correlação é meramente didática ou midiática.

        Curtido por 1 pessoa

      • Abraão é muito simples precificar um fundo 100% passivo:

        Aluguel m2 x ABL = Receita bruta
        Receita bruta ( – ) Taxa de despesas Total = FF0 Líquido

        Ai te pergunto por quanto vai locar PSVR no rio janeiro?
        Qual a taxa de vacância média .
        Quanto paga de IPTU, TAxas adm, condomínio?
        Qual custo oportunidade? lembrando que da para fazer cálculos levando diferentes taxas de vacância e estimando despesas do fundo.

        Supondo que no melhor cenário ” Ceu de brigadeiro renda um FFO de 0,70″ o que da yield anualizado de 7% , no cenário realista o yield cai para 3% , no pessimista vai para 0% ou até negativo durante 3 anos ou mais.

        Se um investimento de maior risco no melhor cenário possível pagar um FFO X inferior ao custo oportunidade ( Selic) , não há porque correr risco adicionais.

        Temos dúzias de casos assim nos fundos imobiliário, principalmente quem levou esta máxima de tijolo só valoriza, sabemos por experiência e matemática que não é deste jeito que a banda toca.

        Investimentos mais arriscados devem oferecer uma taxa de retorno mais elevada .
        Abraço

        Curtido por 2 pessoas

      • Discordo do abrahao, pode e deve-se comparar opções de investimento, mas ampliando a análise com risco, liquidez, etc. Se uma opção em renda variável tem o mesmo rendimento de uma opção em renda fixa, e muito mais risco, melhor ficar na renda fixa, ceteris paribus.

        Curtido por 2 pessoas

    • Tem que levar em conta a desinflação momentânea e a baixa da SELIC (influenciando no rendimento de alguns FIIs), mas a partir dos 8,50% ( provavelmente na próxima reunião do COPOM em setembro) a poupança vai render bem, mas bem menos.

      Curtido por 1 pessoa

      • Se por um lado custo oportunidade diminui ” Aluguel comercial tende ser afetado pelo reajuste negativos do IGPM, IPCA”.
        Coloca outro evento que não tem nada haver com taxa de juros: Estoques de imóveis batendo recorde atrás de recorde em algumas regiões.

        Neste cenário desolador aquele prédio que locava antes por 100 m2 hoje aluga por 80 .
        IPTU e condomínio que são reajustado frequentemente para cima.

        Então não é tão simples assim: Taxa caiu imóvel valoriza , Taxa subiu imóvel desvaloriza.

        Tem de levar em conta o m2 praticado na região que diga-se de passagem é muito mais importante que taxa de juros.

        Abraço

        Curtido por 1 pessoa

    • Leonardo,
      Fiz umas contas grosseiras descontando inflação e os rendimentos do IFIX e cheguei a algo como 1000 pts, ou seja, na média, uma carteira que replicasse o índice não teria nem valorizado e nem desvalorizado ao longo do tempo, em relação ao principal, e oque diferenciaria (para mais ou para menos), nesse período entre poupança e os FIIs, seria a soma das rendas mensais.Dessa forma, vejo certa lógica na sua comparação. Agora como será daqui para frente, acho que ninguém tem a resposta. Eu gosto dos FIIs como forma de renda passiva, já para ganho patrimonial, talvez não sejam tão bons.

      Curtido por 2 pessoas

  3. Lançamento de imóveis volta a crescer em São Paulo
    Natália Portinari

    Empreendimentos imobiliários em Moema, zona sul de São Paulo

    Os lançamentos de imóveis na cidade de São Paulo cresceram no primeiro semestre deste ano, o que não acontecia desde o início de 2013.

    Foram lançadas 6.547 unidades, 10,3% a mais que no mesmo período de 2016. Os dados são de pesquisa do Secovi (sindicato do mercado imobiliário) de São Paulo.

    Já as vendas de imóveis novos na cidade somaram 7.888, aumento de 9,6% em relação à primeiro metade de 2016.

    Curtido por 1 pessoa

    • O ano passado fechou com 16,2 mil unidades vendidas, pior resultado desde 2004, quando a pesquisa começou a ser feita pela entidade.

      Os lançamentos estão em queda na cidade há quatro anos, então o resultado deste semestre pode finalmente indicar melhora no setor imobiliário, segundo Flavio Amary, presidente do Secovi-SP.

      “É um resultado que nos deixa esperançosos. O aumento na captação líquida da poupança tem ajudado bastante”, afirmou Amary.

      O saldo para o SBPE (Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo), que financia unidades com perfil de classe média, aumentou em 6,5% no comparativo com o primeiro semestre do ano passado.

      A captação foi de R$ 4,6 bilhões no segundo trimestre.

      Curtido por 1 pessoa

  4. Pagar INSS ou investir em FIIs?

    Minha esposa parou de trabalhar há alguns anos, para se dedicar exclusivamente aos filhos.
    De tempos em tempos, discutimos sobre realizar ou não o recolhimento do INSS para ela.
    Estou pensando de ao invés do INSS, investir esse mesmo valor em FIIs. Oq vcs acham?

    Curtido por 4 pessoas

    • É algo bem pessoal… Mas minha esposa também não trabalha, mas também não recolhemos INSS… Até porque, cedo ou tarde, o governo vai retirar o esquema de “acumular” aposentadoria + pensão…Então, em caso de ela ficar viúva, vai receber só pensão… Eu prefiro investir a grana do que apostar na previdência pública. Tento não depender do desgoverno para nada. Mas como eu disse, é algo bem pessoal.

      Curtido por 3 pessoas

    • São coisas muito diferentes. Um não substitui o outro. O INSS é um “produto” que inclui aposentadoria e seguro, composto por 11 espécies de benefícios dentre eles benefícios de risco – invalidez, morte, etc – e benefícios programados – aposentadoria por tempo, por idade, etc. alguns benefícios de risco sequer tem carência, ou seja, você já tem cobertura imediatamente ao primeiro pagamento, outros tem 12 meses de carência. Sou advogado especialista em direito previdenciário, mas apesar de investir em FII, RF e ações, não deixo de pagar meu INSS.

      Curtido por 14 pessoas

    • Faça os dois, INSS não é só aposentadoria, tem também seguro social , auxilio doença (após 15 dias de atestado), auxilio prisão, licença maternidade, pensão para o marido e ou filhos menores etc. O INSS vai e tem de ser reformulado mas não dá para crer que será fechado para futuras adesões.

      Curtido por 6 pessoas

    • Então, não sei se vcs se lembram quando pedi a opinião dos amigos ano passado sobre minha aposentadoria, era um plano privado eu pedi a opinião dos ilustres se eu aderira ou sacasse a verba, resolvi entrar no jogo e estou satisfeito com a decisão, Ainda mais depois de ver q de lá pra cá como as coisas mudaram e parecem q vão tomar outros rumos. Imagine se eu tivesse apostado uma aposentadoria no governo bananez, teria me f…então diante disso sou mais um plano privado onde vc faz as regras e não deixar sua velhice nas mãos desses calhordas como temer e companhia

      Curtido por 2 pessoas

      • Plano privado também tem auxílio doença e invalidez caso queira incluir, tudo sem fila do sus, maca nos corredores dos hospitais e tudo mais, meu é brasilprev, mas tem bradesco e muitos outros com mais segurança q o do bananal, penso q os do bananal não vão honrar mais nada em questão de pouco tempo, aliás já estão devendo para os outros planos e seus possíveis beneficiários fãs muito tempo já

        Curtido por 3 pessoas

    • Gomes , pelo ( custo x benefícios ) o INSS é muito melhor do que a previdência privada , foi a conclusão que cheguei após estudos.
      Só perdendo para o modelo de previdência do ( produtor rural ), onde alem dos benefícios normais da previdência, o contribuinte tem descontos para comprar carros 0 KM , e incontáveis outros benefícios , que varia de qual sindicato ele esta filiado . Alem disso aposenta mais novo.
      Abraço.

      Curtido por 1 pessoa

      • Com a diferença de que por ser público e praticamente obrigatório, 100% paga e alguns % usam. Isso quando não desviam o dinheiro no meio da caminho. Essa mamata precisa acabar e a primeira etapa é a mudança de pensamento. Cada um deveria estudar e escolher seu método de “proteção” para a vida.

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    • Com queda dos juros, taxas corroem rentabilidade dos planos de previdência

      Levantamento do ‘Estado’ mostra que 1 em 4 fundos de previdência em renda fixa renderam abaixo do CDI no 1º semestre

      Malena Oliveira, O Estado de S.Paulo 07 Agosto 2017 | 05h00
      A queda da Selic, a taxa básica de juros, já começou a espremer a rentabilidade de aplicações financeiras, incluindo a dos fundos de previdência. O momento, porém, pode favorecer o investidor na busca por aplicações com tarifas mais atrativas.

      Os planos ou fundos de previdência privada são aplicações financeiras oferecidas por bancos e seguradoras para poupar dinheiro para a aposentadoria. São eles o Plano Gerador de Benefício Livre (PGBL), Vida Gerador de Benefício Livre (VGBL), Fundo de Aposentadoria Programada Individual (Fapi) e fundos de pensão – estes ofertados por empresas a seus funcionários. Cada modalidade tem benefícios distintos, como abatimento no Imposto de Renda (IR) ou facilidade maior para planejar a transmissão de recursos a herdeiros.

      No primeiro semestre, um em cada quatro fundos de previdência que aplicam em renda fixa tiveram um rendimento abaixo do Certificado de Depósito Interbancário (CDI), taxa que baliza investimentos conservadores. O levantamento foi feito pelo Estado com base nos dados da Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima), consolidados até o dia 9 de junho. Considerando o CDI acumulado no ano até a mesma data – que foi de 5,04% –, a rentabilidade de 125 entre 491 fundos desse tipo ficou abaixo da marca. Entre os multimercados, que têm mais liberdade para aplicar recursos inclusive no exterior, o desempenho desde o início do ano foi ligeiramente melhor: de 551 fundos analisados, 104 não bateram o CDI – cerca de 19%.

      No universo dos fundos, a taxa de administração é paga sobre o total de recursos aplicados e acaba corroendo parte dos rendimentos da aplicação. “Conforme a rentabilidade cai, essa taxa vai ficando mais pesada”, explica Mauro Calil, consultor de investimentos do banco Ourinvest.

      Comparação. No levantamento feito pela reportagem, por exemplo, há fundos de previdência de renda fixa que cobram taxa acima de 2% e que renderam abaixo de 3% no período (o resultado já traz a tarifa descontada). No caso dos multimercados, essa taxa é geralmente mais alta por conta da promessa de um resultado melhor. Mesmo assim, há fundos nessa categoria em que os mesmos 3% de rendimento foram entregues a taxas de administração entre 3% e 5%.

      Além da taxa de administração, alguns fundos também possuem taxas de carregamento, cobradas a cada aporte feito. Esse é outro custo que deve ser levado em conta nas aplicações.

      A possibilidade de portar recursos entre fundos de um mesmo banco ou seguradora, ou ainda de migrar para outras instituições, facilita a busca por tarifas mais favoráveis.

      É preciso, porém, avaliar condições além da rentabilidade e dos custos. “No caso de planos muito antigos, migrar pode não valer a pena por conta das características desses produtos. Eles podem oferecer, por exemplo, um retorno maior do que planos mais novos. A conversão em renda vitalícia também pode ter um critério mais favorável”, explica José Faria Junior, planejador financeiro certificado pela Associação Brasileira de Planejadores Financeiros Planejar.

      É necessário ainda atentar ao tipo de aplicação e ao regime de tributação do plano. “Não é possível sair de um regime regressivo para um progressivo, ou vice-versa. Também não é possível trocar um PGBL por um VGBL”, diz Calil.

      Idade. Para quem pensa em sair dos planos de previdência, Faria Junior diz que a idade do investidor é uma questão central. “Quem é jovem geralmente está disposto a arriscar mais em troca de uma rentabilidade maior. Daí é possível pensar em outros investimentos, tanto em renda fixa quanto em renda variável”, diz. O planejador recomenda mesclar inclusive aplicações em diferentes tipos de previdência privada para usufruir de seus diferentes benefícios.

      Porém, quem já tem algum patrimônio acumulado deve colocar na ponta do lápis os custos, tanto de sacar quanto de manter o dinheiro aplicado. “Não vale a pena resgatar tudo pensando apenas na queda dos juros. Assim, como também não vale seguir pagando altas taxas de administração por um rendimento que não vem sendo atrativo em um período mais longo. Cada caso tem de ser analisado à parte”, diz Faria Junior.

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  5. para os que tem FII de agencias. Fechamento de 2mil agencias por ano nos EUA.. e crescendo. A 10 anos era justamente o inverso.
    Tendência na eh diferente no brasil. Vi um gráfico recente comparando abertura de agencias com download de app de bancos.

    Withdrawal symptoms
    The closing of American bank branches

    Banks have shuttered over 10,000 since the financial crisis

    WINDSOR, a community of 6,200 people two hours outside Albany in New York state, offers many of the amenities commonly found in a small town, including a bakery, a car-repair outfit and several restaurants. There is just one thing missing: a bank. The town’s only financial institution, First Niagara Bank, shut its doors in October.

    Towns like Windsor are becoming ever more common in America. Since the financial crisis, banks have closed over 10,000 branches, an average of three a day. In the first half of 2017 alone, a net 869 brick-and-mortar entities shut their doors, according to S&P Global Market Intelligence, a research firm. Some fret that branch closures risk turning poorer neighbourhoods into “banking deserts”, cut off from current accounts, loans and other basic services.

    Not long ago, the notion that Americans might lack sufficient access to bank tellers would have seemed absurd. In the years leading up to the crisis, bricks-and-mortar branches grew by about 200 each month. By 2009, according to the World Bank, America had 35 branches for every 100,000 adults, twice as many as Germany. Since then, however, ultra-low interest rates and thickets of new regulations have squeezed bank profits. They have responded by trimming branches from a peak of about 100,000 to roughly 90,000.

    Bank bosses maintain that they are “optimising” their branch networks to fit changing customer habits. But the cuts have not been made evenly. Data from the Federal Deposit Insurance Corporation (FDIC) show that the top fifth of all postal codes by household income lost around 3% of their branches between 2009 and 2016. During this period, the bottom fifth saw their branch numbers decline by 10%.

    Community organisations worry that if branches continue to close in poor areas, many neighbourhoods could become reliant on payday lenders and cheque-cashing stores. In June the Federal Reserve Bank of St Louis estimated that there are now more than 1,100 banking deserts—defined as census areas at least ten miles from a bank—in America. That figure could easily double if small community banks continue to close. In May the National Community Reinvestment Coalition, a non-profit group, published a report showing that the number of banking deserts in rural areas has increased by 86 since the crisis.

    The situation may be less dire than it seems. An analysis of FDIC data by The Economist shows that banking deserts, using the Fed’s definition, are home to just 1.7% of the population. For most of the country, banks are still within easy reach—typically just two miles away. Nine out of ten Americans live within five miles of a bank; half live within one mile.
    Even if banks remain accessible to most, branch closures can take a heavy toll. “The loss of a bank has a significant impact on communities,” says James Chessen of the American Bankers Association. The cost is greatest for small businesses, which often lack audited financial statements and other information that can be analysed remotely. “At the local community level, so much of that business is driven by relationships,” says Chris Vanderpool of S&P Global Market Intelligence. “The farther out you are, the harder it is to manage those relationships.” A study in 2014 by Hoai-Luu Nguyen, now at the University of California, Berkeley, estimates that when branches close, new small-business lending falls by 13% in the surrounding area. In low-income neighbourhoods, such lending contracts by nearly 40%.

    Even if financial regulation loosens and interest rates rise, branches are likely to thin further. JLL, a property firm, reckons that by 2027 the number of bricks-and-mortar branches could have declined by another 20%. The risk of widespread banking deserts may be a mirage. But small-business lending could still suffer.

    Curtido por 6 pessoas

    • Muito sério e muito importante q se mantenha atento a isso aí quem investe em fiis e tem fiis de agências na carteira, não q se deve entrar em pânico, mas que analise uma possibilidade de isso pegar o investidor de surpresa, eu só entro com preços q tenha margem de segurança para q esses imóveis num futuro próximo sejam locados pelos preços de não agências, por que alugar pelos valores q os bancos estão pagando atualmente, esquece, então a conta é essa, por quanto vai alugar a medida q esses bancos fecharem às agências ou mesmo no caso deles virem a renovar o contrato em algumas q por ventura vir a permanecer no imóvel

      Curtido por 3 pessoas

      • isso é um grande problema para o economia como um todo, pois muitos comercios sao atraidos justamente pela presença da agencia bancaria, que possuem muitos empregados. É uma simbiose. Isso pode levar a morte gradual e lenta de vários “centrinhos de bairros”. Outro ponto que ja foi comentado aqui é o fechamento de redes de supermercados e shoppings. Quando acontecer isso, realmente será um problema. Será o fim da era das lojas e o reino do mundo virtual. Mas acho que falta bastante tempo ainda.

        Curtido por 6 pessoas

      • Não vejo um problema e sim a evolução. Melhores serviços, mais eficiente e mais baratos. Só não podemos utilizar os bancos como exemplo, pois é um cartel.

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    • Tenho conta no banco Sofisa onde tem boas LCI e LCA sempre.
      Abri tudo online, transferência tudo online, vejo tudo online e não faço questão nenhuma de ir a uma agência.
      BB só vou quando tenho que resolver problemas que não consigo pelo app.

      É o futuro que chegou!

      Curtido por 1 pessoa

  6. Atualização Semanal: 05/08/17

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    E mais, muito mais nos comentários dos amigos aos Textos, informação valiosa para ampliar o seu estudo e conhecimento.


    Notícias da semana, você encontra aqui.

    Produtos (Mensal/Semanal)

    • a Revista a publicação vem com os Artigos dos amigos do blog, conteúdo ideal para que está aprendendo e quer um um material voltado aos Iniciantes (sai no começo do mês, dia 1)
    • o Jornal é ideal para quem já tem algum conhecimento dos FIIs e quer se manter semanalmente atualizado com os eventos de seus Fundos Imobiliários (todo sábado, no seu email)
    • os Relatórios Comentados são uma referência de pesquisa para quem busca mais sobre seu FII; nele você encontra um resumão de todos os fundos (edição atualizada todo dia 10)
    • nos Estudos o conteúdo é mais avançado, quem busca oportunidade de investimento para valorização por comparação de custo R$/m²  (Mensal, com atualização no dia 15)
    •  a Pesquisa também é voltada à turma mais adiantada, só que agora o foco é o aluguel pago x distribuído  (atualização Mensal no dia 20)

    Serviços (Diário: Segunda à Sexta)

    • o Radar traz rankings diários, ajuda no balanceamento da carteira, trazendo os FIIs mais interessantes no dia ordenados por vários critérios fundamentalistas (DY, VP, …)
    • o Nitro é a informação levada até você, a qualquer momento o fato acontece e vai direto em seu email

    Serviços (Semanal: Sábado)

    • AnaliSYS traz para você uma matriz de valores de Aluguel x Vacância x Renda
    • Matrix é uma coleção de informações com 60 páginas rankings para você virar os FIIs do avesso no seu estudo
    • Carteiras do Blog reúne a experiência de pessoas que se destacam no blog, com racionais das carteiras para você acompanhar

    MEGA Combos (Produtos/Serviços/Livros)

    • Combos são pacotes contendo os 5 Produtos da edição Mês fechado/anterior (nova edição depois do dia 20) com até 50% de desconto e envio pontual, ou então os 5 Serviços para 30 dias com até 25% de desconto, ou ainda os 2 Livros om 25% de desconto.

    Cursos

    • Você tem o Tetzner à sua disposição e Ao Vivo para explicar os Fundamentos dos FIIs no curso básico, os conceitos que levam a construção de uma carteira no Intermediário e um curso avançado para responder todas as suas dúvidas em Geral.

    Livros

    • O passo a passo do mundo dos FIIs para você que gosta de conhecer os detalhes deste tipo de investimento.

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  7. Incorporadoras vão priorizar Minha Casa Minha Vida nos próximos anos
    06/08/2017 – Maria Cristina Frias

    Os imóveis vendidos pelo programa MCMV (Minha Casa Minha Vida) seguirão como prioridade do setor imobiliário nos próximos anos, segundo empresas do setor.

    Os projetos serão direcionados principalmente para as faixas 2 e 3, que são financiadas pelo FGTS e custam de R$ 180 mil a R$ 240 mil.

    De janeiro a maio, foram lançadas 18.544 unidades no MCMV, contra 2.772 na categoria mais cara, segundo a Abrainc (associação que representa empresas do setor).

    A Benx, incorporadora do grupo Bueno Netto, vai investir R$ 100 milhões em seu próximo lançamento na faixa 3 em São Paulo, diz o diretor-geral Luciano Amaral.

    Curtido por 3 pessoas

    • Dos seis terrenos comprados pela companhia para imóveis no ano que vem, quatro serão para o MCMV, afirma. “Ainda há um deficit imobiliário de 6 milhões de habitações, e as classes C e D representam 70% a 80% disso.”

      A Cury, joint venture com a Cyrela, deverá lançar oito projetos até o fim do ano que vem, com a maioria das unidades enquadradas nas faixas 2 e 3 do MCMV.

      “Com empreendimentos desvalorizados e juros altos, fica difícil fazer o cliente de alto e médio padrão tomar hoje uma decisão que durará 30 anos”, diz Leonardo Mesquita, diretor da empresa.

      O nível maior de distratos em imóveis mais caros também levou construtoras a priorizarem o MCMV, diz Milton Bigucci, presidente da MBigucci, que atua na Grande São Paulo e que lançará quatro projetos até o fim de 2017.

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  8. Com volta de imposto, LCI e LCA podem acabar
    Cynthia Decloedt – Estadão

    A ideia do governo de acabar com a isenção de Imposto de Renda para investimentos de pessoas físicas em letras de crédito rural e imobiliário (LCA e LCI) está gerando uma série de questionamentos no mercado.

    A medida, que está sendo cogitada para elevar a arrecadação do governo em 2018, tem potencial para mexer com um mercado de cerca de R$ 360 bilhões hoje e pode extinguir os dois instrumentos, criados para fomentar o crédito nesses setores.

    LCA e LCI são papéis de renda fixa que têm a vantagem para o poupador da isenção IR, no caso das pessoas físicas. As empresas já pagam 25% de IR nas aplicações.

    Curtido por 1 pessoa

    • Não há informações, por enquanto, sobre como isso seria feito, mas já existem diversos questionamentos: o fim da isenção recairia sobre o estoque atual? Como seria financiado o setor imobiliário, por exemplo, com o estoque da poupança em rota decrescente?

      No cenário em que o estoque seja afetado, a reação seria de saques para amenizar as perdas, uma vez que o IR incide sobre o rendimento, previu um especialista. Por consequência, afirma, haveria chance de um descasamento entre ativos e passivos dos bancos, que já emprestaram esses recursos.

      Uma coisa é certa, na opinião de vários profissionais: as LCAs e as LCIs tendem a desaparecer, pois perderão eficiência aos bancos, uma vez que os recursos captados com a emissão desses papéis são direcionados, por lei, para o agronegócio e para o segmento imobiliário.

      “Sem a isenção, esses papéis passam a ser iguais aos Certificados de Depósito Bancário (CDBs), que têm a vantagem de terem uso livre”, comentou outro profissional que também não quis se identificar.

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  9. Investidor ainda não percebeu o fim do juro de 1% ao mês

    “A ata do Comitê de Política Monetária (Copom) reforçou as expectativas de que o juro básico Selic vai cair mais que o esperado inicialmente, superando o piso de 8% antes projetado pelos analistas do mercado para um percentual mais perto de 7% no fim deste ano.

    Não há consenso, porém, se a taxa vai continuar nesse nível, já que 2018 será um ano tumultuado pela eleição presidencial e pela renovação de parte do Congresso, além de uma retomada da economia que pode pressionar a inflação.

    Mas uma coisa parece definida: os juros de um dígito ao ano vieram para ficar.

    Essa nova realidade ainda não está sendo percebida por boa parte dos investidores, que ainda sonha com juros de 1% ao mês, diz assessoria”

    Concordam?

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    • Bom dia, colegas investidores

      quase concordo hehehe.

      Parece-me que pelas reformas já feitas e mudanças menores (no financiamento eleitoral, cláusula de barreira, teto de gastos, etc.) e pela própria lentidão e dificuldade do país em se desenvolver, este país pode seguir uma trilha * mais* responsável, ao menos o suficiente para que juros de 13%, 14% sejam eventos raríssimos. Claro, nenhum país bem estruturado está protegido de líderes loucos (não falo de um Lula, falo de um Maduro, por exemplo)

      ademais, não querer fazer previsões de 50, 70 anos é disparate e, como todo mundo, estamos sujeitos a eventos imprevistos (um Bolsonaro eleito, uma guerra da Coréia e por aí vai)

      Paulo

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    • Não concordo, primeiro por que como se diz sempre aqui no blog, aqui no bananal até o passa é incerto, prova disso é q no passado o povo achou q tinham perdido um salvador da pátria quando Aecio perdeu as eleições para a tia Dilma, hoje já sabemos q ele é pior ainda do q a tia… apenas um exemplo ok. Outra fator relevante sobre juros no Brasil eu resumo em uma só tacada, juros está ligado a questão da educação econômica e cultural do povo q Hbita o país onde o cidadão mora, quem faz a economia é o cidadão, produto subiu, não compra, procura alternativas, votar em políticos decentes também é importantíssimo, protesto também acho relevante embora isso também se faz através das urnas com o voto. Estou já surpreso por que Ainda não anteciparam as altas dos juros, pois dizem q o mercado antecipa tudo, p mim já tá na hora de antecipar juros altos, pois p mim isso é uma questão de tempo, principalmente no caso de se levar em conta quando anteciparam a queda dos juros, correto, isso foi a dois anos, será que os juros vão demorar tudo isso p voltar a subir novamente, se sim, será apenas por um motivo péssimo e não de glória a equipe econômica, pois se ele não subir será apenas pelo fato do desemprego se manter em alta e continuarmos com essa deflação devassadora a qual nos encontramos, e não por uma estabilização da economia, sinto muito mas essa é a grande verdade, não um grande péssimo, infelizmente

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      • É colegas, a única coisa certa por aqui é que vivemos em um momento de incertezas.
        Aumento de impostos tem limite e o Brasil já ultrapassou essa linha faz tempo, enquanto o custo do governo não diminuir, estaremos fadados ao fracasso, se por um lado o governo precisa diminuir o tamanho da máquina (seus custos) por outro, a venda de ativos e desregulamentação poderá acirrar ainda mais diferenças sociais que poderão levar um “Maduro” ao poder.
        Infelizmente, enquanto o País não aumentar o índice de poupança interna, estaremos condenados ao fracasso econômico, e pra que isso aconteça, o investimento em educação de qualidade é primordial.

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    • Tenho opinião contrária. Os analistas ainda não perceberam que essas taxas são apenas temporárias. Divida pública crescendo a largos passos, levando ao aumento do risco e por consequência dos juros. É só olhar a relação entre nossa divida pública entre os créditos compromissados e não compromissados. Houve um crescimento substancial das primeiras, a taxa bem mais elevada e prazos mais curtos. Resumindo, o governo está tendo cada vez mais dificuldade em rolar a divida, nas taxas atuais. A questão é: isso é sustentável no longo prazo? Com possível redução da liquidez mundial e principalmente com piora da nossa divida? Enquanto uns vendem, estou de atento a uma oportunidade para migrar das ações para o DI futuro.

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      • Falando em popança ela vem aí, se continuar assim ela vai virar vedete. Aquilo q disse logo acima, aqui tudo é incerto ou passageiro, veja q ninguém podia ouvir falar em poupança nos últimos anos, já agora já está nos radares como aplicação

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    • Meu caro, depende do teu objetivo. Vc já tem bons fundos. Se vc pretende entrar , com um porcentual menor, porém com aumento do seu dividend yield, sugeriria o FIGS11 . Só precisará ter um pouco de paciência pois o que há para evoluir ainda, provavelmente será lentamente.

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      • Sem conselhos, às coisas vão ficar difíceis de agora em diante, sinceramente, vou citar um ditado muito antigo e já malhado ao longo dos séculos…..CADA UM POR SI E DEUS POR TODOS de agora em diante ok…..na dúvida contradizendo o q eu disse põe a grana viva p corrigir o mais seguro possível e não arrisque nada… minha opinião. Opinião de quem anda na corda bamba e no fio da navalha todos os dias…..ressaltando apenas uma opinião isolada….

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      • Dama,

        fui logo ‘as contas e cheguei aos seguintes números:
        JRDM última renda conhecida R$ 0,52 / ultima cotação R$ 86,90 = 0,52%
        HGBS r$ 12,40/2.155,00 = 0,57%.

        Mas você está certo: calculando pela média anual (há grande sazonalidade nos shoppings com meses de pico no verão), as contas mudam totalmente: 0,71% e 0,62% ou 8,5% e 7,5% a.a.

        Para um período de inflação baixa efetivamente esses fundos podem ser um porto seguro como reserva de valor. Não vai enriquecer ninguém e para renda tem coisa melhor. Mas quem monta carteira visando o futuro realmente as dicas são pertinentes.

        Em suma nossas contas estão certas mas as suas representam melhor a realidade do produto.

        Vou repensar o assunto.

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  10. Residências estudantis entram no radar de incorporadoras no País

    Por estar vinculado à educação, mais resiliente a crises, segmento de locação para universitários tem sido aposta de investidores frente a ramos tradicionais do mercado imobiliário; nos EUA e na Europa, segmento tem fundos imobiliários exclusivos

    Empreendimentos terão sala de estudos

    Pouco explorado e quase desconhecido no Brasil, o segmento de residência estudantil começa a atrair investidores e, segundo analistas, deve se desenvolver de forma acelerada nos próximos anos no País.

    Empresas do setor Brasil, planejam colocar à disposição de universitários pelo menos 6 mil camas até 2021.

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    • Chamado no exterior de “student housing”, o segmento de locação para estudantes universitários é maduro nos Estados Unidos e na Europa – há inclusive fundos imobiliários exclusivos para o setor.

      Como está vinculado à área de educação, mais resiliente a crises, o segmento tem sido uma aposta de investidores frente a ramos tradicionais do setor imobiliário.

      Um levantamento da consultoria imobiliária JLL aponta que, apenas no Reino Unido (um dos mercados mais desenvolvidos da Europa), foram investidos n£ 3,2 bilhões ( R$ 12 bilhões) em 2016.

      Não há pesquisas sobre “student housing” no Brasil, mas analistas dizem que o potencial é grande.

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    • “É inegável que há demanda. O segmento reúne um grupo (os estudantes) denso e com perfil muito parecido. Vai ter um momento em que o setor vai explodir, só não sei dizer quando será”, afirma o vice-presidente de investimentos da gestora HSI, Diogo Bustani, que tem estudado o potencial da área no Brasil.

      “Temos de entender ainda quanto podemos cobrar, qual o custo e quanto tempo levará para que os empreendimentos sejam ocupados.”

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    • A Uliving Brasil é pioneira em São Paulo, onde tem 138 camas em operação (na capital e em Sorocaba) e deverá oferecer mais 303 até o fim do ano.

      A empresa tem como meta atingir 3,5 mil camas em cinco anos, um projeto que demandará aporte de R$ 100 milhões.

      Para alcançar o objetivo, a Uliving montou um conselho de administração, do qual faz parte Roland de Bonadona, ex-presidente da rede hoteleira Accor na América do Sul.

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    • “Há uma demanda latente no País e a participação das residências é quase inexistente. Quando começamos na hotelaria econômica (com a Accor), também era assim. Pensei: ‘quem sabe a história se repete’. Agora precisamos desenvolver uma maneira local, brasileira, de operar”, diz Bonadona.

      A Uliving estuda instalar unidades em Minas Gerais, Rio de Janeiro e Pernambuco, além de São Paulo, de acordo com o diretor de operações, Celso Martineli. Até o ano passado, a empresa vinha trabalhando em parceria com a incorporadora Mitre Realty.

      As duas companhias, no entanto, separaram seus projetos e, agora, a Mitre projeta colocar no mercado outras 2,5 mil camas em quatro anos, com investimento de R$ 320 milhões.

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    • Para Fabricio Mitre, sócio da empresa, a crise do setor imobiliário fez com que as incorporadoras buscassem oferecer produtos diferentes, e a redução da taxa de juros torna o momento ideal para investimentos em residenciais para renda.

      A Mitre fechou parceria com a Readstone, que opera 13 mil camas para estudantes nos EUA e deverá ficar responsável pela administração dos empreendimentos no Brasil.

      A incorporadora Vitacon é outra que desenvolve projeto semelhante em São Paulo.

      A empresa instalará um residencial próximo à ESPM (Escola Superior de Propaganda e Marketing).

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    • Diferente de suas concorrentes, a Vitacon optou por permitir que não estudantes também aluguem os apartamentos.

      “Ter pessoas de diferentes perfis morando aumenta nossa chance de sucesso. Acredito que seja preciso uma fase de transição para tornar o prédio exclusivo a estudantes. Agora, pode não ter demanda suficiente”, diz Alexandre Frankel, presidente da Vitacon.

      Preços. A Mitre estima que o aluguel do apartamento (que inclui o condomínio) para um estudante em seu primeiro empreendimento custará R$ 2.600.

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      • Talvez aqui esteja o problema.
        O região da av. Paulista até a estação Conceição do metrô tem sido alugada por estudantes (acesso ao metrô e toda infraestrutura de um bairro desenvolvido). Com o aluguel de 2.000,00 a 2600,00 com 2 quartos que dá para dividir com outro estudante.
        Na minha opinião, o aluguel tem que ser em conta e vender serviços.

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      • Way Park, do MFII, perto da UF de Santo André, VENDE apto. de 2 dorm., suíte sala coz. Piscina salão de festas etc. Com prestação de $3000/m quase igual ao valor do aluguel mencionado.

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      • Padre gostei do comentário de alugar para o coleguinha. rs
        Mas, estou falando de uma linha reta do metrô ( av. Paulista até conceicao) . Da uma olhada no m3 da vl. Mariana por ex.
        Sim, tem muitos jovens como disse a reportagem do ceo da Mercedes que não se interessam por carros.
        Eu não sei da uf de Santo André. Mas, na usp o pessoal que chega de outro estado ou da interior tem dificuldade de ter com quem dividir apartamentos

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    • Segundo Fabricio Mitre, o valor é semelhante ao aluguel e condomínio de um apartamento de um dormitório na mesma região onde o empreendimento será construído. O executivo ressalta ainda que os imóveis são mobiliados e que o prédio terá sala de estudos, academia e piscina.

      No residencial da Uliving que já está em operação, uma suíte individual custa R$ 2,1 mil por mês, incluindo luz, água, internet e limpeza a cada 15 dias. A cozinha é compartilhada.

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      • Com esse ticket só vai funcionar em grandes cidades e próximo a algumas Universidades (Insper, Espn,como mencionado, Mackenzie, FGV, etc).

        Neste “filão”, aparentemente, não tem crise. Dos imóveis que tenho, os que têm este perfil, ficam muito pouco tempo vagos…Mas tem seus problemas também.

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      • Vejo potencial próximo a universidade pública e de preferencia em grandes centros. Mas nesses locais, creio que já exista oferta. Já perto de universidades privadas, os 50% de inadimplência do FIES assustam.

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      • Tetzner,

        – Problemas frequentes com os condomínios;
        – O Locatário não é o morador. Em geral é o pai de um dos inquilinos. Dificuldades de comunicação e na resolução de problemas;
        – Problemas nos pagamentos de despesas de responsabilidade do Locatário ( IPTU, condomínio, etc). (optei por incluir o valor no aluguel);
        – Certa desvalorização do imóvel;
        Instabilidade de alguns locatários (saída de “sublocatarios” no meio do contrato);
        – Razoável competição de imóveis.

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      • Não entendi Tetzner. São imóveis para um público de classe média e média alta, que geralmente se concentra em universidades públicas. Fora que ainda poderia atingir médicos residentes e profissionais em especialização.

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      • Hennan minha referência ou ponderação foi essa mesmo, classe média e alta, onde entra também as particulares. Não só Estudantes mas profissionais mesmo pela localização e facilidades.

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