Fórum de FIIs

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4.533 comentários sobre “Fórum de FIIs

  1. IFIX subiu que nem um F15 , na vertical, full throttle. Foi até 45 mil pés.. Já passou do teto operacional faz tempo… A turbina continua com o afterburner ligado tentando ficar lá em cima… Mas o combustível já era e o motor só está pipocando…. O manche já não responde desde que chegou aqui… A asa já estolou….. Sensação de gravidade zero.. Mas é só sensação. A Terra está puxando com força….

    E agora?

    Cai na vertical e volta pra onde veio?
    Cai um pouquinho, consegue sustentação na próxima ata do copom e fica lá em cima planando mais um tempo?
    E agora José? O que vcs acham?

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  2. Fundos estão preparados para pressão de custos, diz Anbima
    Associação vê diminuição gradativa das taxas de administração nos últimos anos

    As taxas de administração dos fundos de investimento distribuídos no varejo já vêm caindo nos últimos anos e se confirmada a tendência de taxa Selic de um dígito no país, os bancos estarão preparados para fazer ajustes nos seus preços, segundo José Rocha, presidente do comitê de varejo da Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima).

    será que chega nos FIIs?

    a mudança da iCVM 571 que virou a taxa para o valor de mercado, juntamente com a alta recente das cotações, impactou e vai seguir impactando o operacional de alguns FIIs….

    Tem fundo que paga tanta taxa, chega a ser um IR mesmo com isenção….

    Curtido por 2 pessoas

  3. Sem choro nem vela: juros de 1% ao mês acabam semana que vem

    Se tudo correr bem e Donald Trump e o gordinho maluco da Coreia do Norte, também conhecido como Kim Jong-un, não acabarem com o mundo antes, o Comitê de Política Monetária (Copom) deve reduzir os juros básicos da economia, a taxa Selic, hoje de 12,25% ao ano, para 11,25% ao ano na reunião que começa dia 11 e termina dia 12 de abril. Com isso, na quinta-feira, o juro mensal ficará abaixo de 1% ao mês, o que não ocorria desde janeiro de 2015, para desespero de alguns investidores que têm nesse porcentual um número mágico para suas aplicações.

    Na verdade, o juro já está um tiquinho abaixo de 1%, 0,97% ao mês, ainda assim considerando o rendimento bruto. Líquido de imposto, o ganho da Selic já está em 0,82% ao mês, ou 10,33% ao ano na melhor das hipóteses, caso o investidor consiga 100% da taxa e com uma alíquota de imposto de 15%, para aplicações acima de dois anos. Para aplicações até seis meses, com alíquota de 22,5%, o ganho é ainda menor, 0,75% ao mês, ou 9,38%. Isso imaginando um mês perfeito, de 21 uteis, já que o rendimento varia de acordo com os feriados e dias úteis de cada mês.

    mais ou menos, mais ou menos … ainda temos nos FIIs, investimentos pagando mais de 1% am 😀

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    • Mfii11 é um deles, e o bbfi11 já no próximo reajuste será outro, pois tem reajuste garantido em contrato até 2025 em um contrato e até 2020 no outro. Viu como Ainda tem negócio bom em fiis. Basta garimpa e estudar, lógico

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      • Sim, mas tem tempo e renda boa Ainda, valor também tem margem de segurança, os imóveis são ótimos principalmente pela localização, mas e os outros, tipo almi e outros fiis q começou a despencar renda e aumentar vacância hoje, em pleno início de crise, e tem gente q enche a boca p falar q comprou, propio Tbof, vive problema hoje, Bbfi pode vir a ter problemas, mas não é hoje, tá muito longe de se comparar com os problemas q os outros já têm Hoje… agora daqui a três quatro anos , tem tempo, da p se fazer muita coisa com um gestor bom até lá. Até vender se for o caso como Tbof, e aí quem compra agora com valor patrimonial descontado, recebe grana garantida até lá, e Ainda munta na grana se for o caso. Mas se for o caso por q até lá tem muito chão, até o Pt deve voltar é o lula com certeza vai manter o centro lá, aquilo não se desfaz da noite pro dia, tem força sindical no meio, por isso o banco vem mandando recado q vai desativar coisa é tal, mas daí até sair não é fácil como um fato relevante. É sim bem mais complicado, o banco não é privado e sim uma estatal

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  4. Não sei se esse é o local certo (talvez uma aba para discutir Ofertas Públicas de novos FIIs fosse interessante), mas estava dando uma olhada no prospecto do GGR Covepi Renda e achei umas coisas estranhas. O FII visa adquirir um imóvel logístico e alugá-lo na forma buil to suit, retrofit ou sale leaseback , todos na forma atípica (prazo maior que 5 anos e multa equivalente ao aluguel restante).
    1) Querem captar 250 milhoes, para adquirir imóveis à escolha do gestor, em qualquer região do Brasil, não é muito amplo? Algum de vocês confiaria neles?

    2) Quando se fala em built to suit, não deveriam apresentar o pacote imóvel+locatário alvos já na proposta?

    Sem querer criticar os gestores que nem conheço, mas acho o Brasil muito grande e não sentiria confortável em investir em imóveis em 90-95% do território nacional. Isso me faz lembrar do carnê do bau do Silvio Santos…pague antes e depois escolhemos o seu presente…kkk
    Se minhas impressões são absurdas, me desculpem, pois não tenho experiência nesse tipo de negócio ( Oferta Pública Inicial e no escuro).

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  5. So mais uma questao, no resultado da Incorporadora: se tiver uma valor parcelado com ela (se o banco nao financiar tudo), essa a parte do risco do negocio, tem que ver a politica das empresas, qual e o %, ver qual e a correcao e depois ver a inadimplencia.

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      • Tetzner o ideal e nao ter esse parcelamento alem do financiamento. O risco de inadimplencia/ atraso e alto. MRV e Cury trabalham no segmento popular/ economico, imagina o cara pagar financiamento + parcelamento + despesas normais + mudanca, etc, complicado. As Incorporadoras devem colocar um % de perda na viabilidade, ter uma estrutura mais pesada, ver qual taxa de juros (se tiver) e cobrada (se repoe a inflacao pelo menos). O imovel esta hipotecado ao banco, quem pode retomar o imovel e o banco.
        Vantagem e velocidade de vendas, repasse bancario, nao ter custos de condominio, manutencao, pos obras. Ai tem que ser feita analise oferta x demanda: preco esta esticado? posso correr riscos? posso ter custos? preciso de caixa?
        Reforco que este caso e se o imovel for financiamento na planta (chamado associativo). Eu acho o melhor modelo para primeiro imovel. O perfil destes clientes e altamente dependente da politica de credito dos bancos.
        Mas saindo do Popular/ Economico esta modalidade e bem mais complicada (Cyrela, Tecnisa, Gafisa, Even, etc).
        O perfil do cliente e totalmente diferente, muitos vezes e upgrade ou investimento e esse cliente nao gosta de assinar na planta o financiamento (as vezes nem pode por uma serie de razoes)
        A pior venda para a Incorporadora de alto/ medio padrao e o plano que o comprador da 20/30/40% no fluxo de obras e o saldo nas chaves, pos habite-se. Ai e para arrebentar com o resultado, com a queda de juros existe a tendencia a melhorar.

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  6. Com essa história da queda da Selic sabem de quem lembrei? De um personagem famoso numa época, e se ainda existir, pode voltar ao estrelato: a “Poupança Antiga”, aquela que não cai com a queda da Selic, mantendo 6%+TR. Há um tempo atrás, quem tinha era rei, e não trocava por nenhum outro investimento, lembram?
    Como mundo dá voltas, daqui a pouco teremos os supoerconservadores tirando sarro com sua poupança antiga 😀

    Curtido por 6 pessoas

  7. Construção civil Cury e MRV adotam modelo que reduz risco de distratos
    Venda só é registrada quando banco assina financiamento

    No novo modelo, que será implantado gradualmente, as duas incorporadoras consideram que uma unidade foi vendida apenas no momento em que o cliente obtém o financiamento pela Caixa Econômica Federal.

    Com a mudança, a venda leva mais tempo para ser registrada, resultando em queda inicial do volume comercializado.

    Por outro lado, o modelo elimina risco de distratos, porque atrela a venda ao repasse para o banco do que a companhia tem a receber do cliente.

    Muda muito? Melhora?? Reduz o Risco???

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    • Tetzner trabalho no mercado imobiliario e digo que faz muita diferenca isso. Mas acredito que farao isso apenas quem fizer financiamento na planta ou imovel pronto, se fizerem isso o risco do distrato e praticamente 0, pois pode haver problemas no registro do contrato. Ha muita venda ilusoria no mercado imobiliario: a pessoa compra e vai financiar 36 meses depois, em um pais instavel como nosso ha muitas variaveis que impactarao na assinatura do financiamento 36 meses depois. Se a venda for para investidores e pior ainda, pois ele so financia ou quita se achar que valorizou, que tem demanda, senao com certeza a Incorporadora vai ficar com prejuizo.
      Parabens pelo blog, excelentes debates, comunicados e informacoes, de pessoas que entendem do assunto.

      Curtido por 4 pessoas

      • Rodrigo,
        Concordo com Vc
        Andei estudando o mercado americano e entendi que lá o normal é a venda ser realizada com o imóvel pronto, aqui é que é comum os pagamentos em obra com o comprador financiando parte da obra

        Curtido por 2 pessoas

    • “No novo modelo…”

      Venhamos e convenhamos que há muito tempo já deveria ter sido adotada tal método na contabilização das vendas.
      Na verdade de novo não tem nada, mas sim de correto.
      Foram as “pedaladas no balanço”* que levaram mensagens incorretas ao mercado sobre bombas relógio como a PDG, por exemplo.
      Sds.

      *By Sr. dos FIIs
      All rights reserved

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      • mpb77, durante muito tempo as Incorporadoras faziam lancamentos nas coxas, por pressao de analistas, por metas, bonus, ganancia, etc. Faziam lancamentos sem os devidos cuidados, e analises de viabilidade. No mercado imobiliario aprendi uma coisa: Incorporadora gerida por engenheiro quebra, pois ele so quer saber de obra. Incorporado gerida por financeira quebra, pois nao entende de produto e mercado. Incorporadora tem que ter um equilibrio entre o financeiro e o engenheiro e isso e raro no Brasil.

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    • Para reforçar o caixa, o governo do Estado de São Paulo vai criar um fundo imobiliário para a venda de propriedades que passaram às mãos do poder público ao longo dos anos e agora estão sem uso. A ideia é contratar empresas com experiência em venda e aluguel e começar a ofertar as unidades em cerca de seis meses, mesmo em um momento em que o mercado imobiliário ainda patina.

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      • Maneira mais rentável p se vender imóveis hoje só através de fiis, tem uns malucos aí comprando de tudo e a qualquer preço, dai a ideia de vender através de fiis, pois vender no seco de outra maneira, só se quase der, não existe quase dinheiro, e quem tem não está disposto a empatar em um imóvel e ficar olhando ele se acabar vazio sem inquilino e dando só despesa. Dai a opção com os doido, q fracionado os maluco vão enfiando dinheiro suado em tudo q fii, tá na moda, é moda agora, uns falam como uma forma de previdência, cada um dá um nome e taca o pau compra…

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    • A primeira leva de imóveis a serem negociados vai incluir propriedades com menos pendências de documentação, para que as vendas sejam mais fáceis. A lista inicial dos ativos tem cerca de 300 imóveis de diferentes características. Há unidades residenciais, prédios comerciais, galpões e terrenos.

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    • A maioria deles está localizada na região metropolitana de São Paulo, mas há também opções em cidades do interior e propriedades rurais. O valor estimado pelo governo dessa lista inicial é de R$ 1,5 bilhão.

      “Existe um estoque bem maior. Na primeira experiência de oferta, estamos dando uma refinada para trabalhar melhor com o mercado. Tem desde coisas muito antigas a propriedades de institutos de pesquisa agropecuária no interior, imóveis remanescentes de desapropriação ou aqueles recebidos como forma de pagamento de dívida”, diz Mario Engler, diretor-presidente da Companhia Paulista de Parcerias (CPP). “A decisão de facilitar a venda desses imóveis acompanha as necessidades que o momento da economia impõe.

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    • A gente sabe que os entes públicos têm dificuldade de aumentar suas receitas e a medida vai servir para isso, converter parte do patrimônio em receita.”

      Neste sábado, o governo vai anunciar uma consulta pública para definir as regras do edital de contratação das companhias que vão gerir a carteira de imóveis. O objetivo é escalar empresas que já tenham experiência em administração de fundos com essas características e na negociação de imóveis de alto valor, para tentar evitar o encalhe na hora das vendas, como acontece em diversos leilões de bens públicos.

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    • “Os primeiros 30 dias vão ser usados para olhar as sugestões, calibrar o rascunho do edital. Depois, acreditamos que a escolha dos gestores do fundo vai demorar cerca de três meses. Os imóveis, então, devem estar disponíveis para o mercado daqui a seis meses, mas pode demorar um pouco mais que isso”, diz Engler.

      Estoque. Em princípio, a Secretaria da Fazenda estima que chegue a 5 mil o estoque total de imóveis que hoje estão em poder do Estado e que deverão ser negociados no futuro pelo fundo, mas o número definitivo ainda deve ser revisto. Na lista vai estar, por exemplo, um edifício em que funcionava a Fundação do Desenvolvimento Administrativo (Fundap), extinta no ano passado. O prédio fica na zona oeste da capital paulista.

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    • Segundo o governo, todos os imóveis ofertados nessa primeira lista já estarão desocupados.

      A expectativa do executivo é que a criação do fundo imobiliário, que será fiscalizado pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM), permita uma gradativa redução do estoque de imóveis não utilizados pelo Estado e representará a entrada de importantes recursos no caixa estadual. A oferta dos imóveis, porém acontece em um momento em que a venda e o aluguel não tenham se recuperado da crise. “O mercado imobiliário ainda não está em um bom momento, mas acredito que tenha já passado do ponto de inflexão. 

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  8. Relatório de Estabilidade Financeira do Bacen. Nenhuma novidade….

    O Banco Central (BC) divulgou hoje o Relatório de Estabilidade Financeira (REF) referente ao segundo semestre de 2016. O REF é uma publicação semestral destinada a apresentar o panorama da evolução recente e perspectivas para a estabilidade financeira no Brasil.

    O Relatório está sendo reformulado em estrutura e conteúdo e, a partir desta edição, terá maior foco nos principais riscos à estabilidade, seus mitigadores e na resiliência do sistema financeiro, incluindo uma abordagem prospectiva. O Relatório concentra-se no segundo semestre de 2016, trazendo, quando pertinente, eventos mais recentes.

    A situação econômica do País – com atividade fraca, desemprego, inadimplência e diversas incertezas –, não se propagou de forma acentuada para o Sistema Financeiro Nacional. Embora alguns riscos tenham se materializado ao longo de 2016, o sistema mantém resiliência para auxiliar na retomada da economia. Mais recentemente, houve melhora na expectativa dos agentes em relação ao risco para a estabilidade financeira no curto e médio prazo.

    A recessão econômica causou impacto negativo em parte dos setores da economia, contribuindo para deterioração na carteira de crédito a empresas não financeiras. A materialização do risco de crédito foi observada no aumento da inadimplência e dos ativos problemáticos, bem como na redução da rentabilidade do sistema bancário.

    O estoque das operações de crédito concedidas pelo setor bancário, que apresentou queda de 3,5% em 2016, deve manter crescimento nominal negativo no curto prazo, principalmente pelo processo de redução no endividamento das empresas não financeiras.

    O risco de crédito das empresas não financeiras, em especial das grandes corporações, deve continuar sendo monitorado com atenção. Contudo, a queda da taxa de juros básica gera expectativa positiva tanto para as empresas não financeiras quanto para as famílias.

    A situação fiscal dos entes subnacionais, agravada com a queda da arrecadação, é motivo de atenção e de monitoramento por parte do BC em função da exposição do sistema financeiro nacional a tais contrapartes. Contudo, simulações indicam que o sistema bancário está preparado para eventuais problemas de solvência dos estados e municípios financeiramente vulneráveis, de seus servidores e de suas respectivas cadeias de fornecedores e empregados.

    Fatores externos não têm provocado consequências relevantes para a estabilidade financeira. Não obstante, o BC permanece atento ao potencial impacto do ambiente global nos mercados domésticos.

    O sistema bancário brasileiro apresenta boa resistência, com baixo risco de liquidez e sólidos índices de solvência. Os resultados dos testes de estresse demonstram que o sistema bancário está preparado para absorver choques, sendo que necessidades relevantes de capital só ocorreriam em cenários extremamente severos.

    Uma possível retomada do crédito no País tende a ser liderada pelos bancos privados, que apresentam maior nível de capitalização.

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    • A novidade do relatório está aqui.

      duas das projeções divulgadas na semana passada em seu Relatório Trimestral de Inflação (RTI) estavam erradas. Segundo o BC, o problema se deveu a um “erro operacional”. No cenário de referência (com juros e câmbio constantes), a projeção para a inflação em 2017 havia sido de 3,9%. Após a correção, ficou em 3,6%.

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  9. Santander: Escritórios

    Os últimos dados divulgados pela consultoria Cushman Wakefield (4ºTri/2016), com indicadores do segmento de escritórios, mostram que:

    (I) Na cidade de São Paulo, a vacância atingiu 29,1%, +1,2 p.p. em relação ao trimestre anterior.

    O aumento pode ser explicado em grande parte com a entrada da EZ Tower B (47 mil m2) no período.

    Nosso cenário-base considera que a vacância na cidade está em processo de estabilização nesse ano de 2017, caminhando para uma recuperação ainda que lenta, a partir de 2018.

    O preço médio pedido médio nas locações recuou 0,5% no período, a R$ 96,38 por m2

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    • (II) Na cidade do Rio de Janeiro, a vacância atingiu 37,6%, +5,1 p.p. em relação ao trimestre anterior, impulsionada pelo expressivo aumento no volume de entregas no Centro, juntamente com a inversão da tendência de ocupações.

      A perspectiva para os próximos anos segue desafiadora, dada a dependência da cidade ao setor de petróleo e gás.

      O preço médio pedido das locações na cidade ficou em R$ 114,38 por m2.

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      • Esse é o ponto FabioCastro

        Se chegamos no tal “fundo do poço”, depois de um período de acomodação, vem a recuperação

        Eu acho que ainda vamos acomodando, um tempo

        e o tal “Relógio do Mercado”…. Que horas são? 😀

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      • Caro fabioccastro

        É essa a questão. Estamos num fundo (se para por aqui eu não sei) econômico e as cotas dos FII estão numa máxima histórica. Tem alguma coisa que está faltando no meio disso.

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      • Pois é, Tetzner. Tudo dependerá do tamanho da curva no fundo do gráfico….rs. Essa é a famosa pergunta de 1 milhão de dólares….

        suntzu400, acho que tem de tudo um pouco aí….tem uma parte (mais esclarecida? Talvez não?) do mercado que já percebe uma inflexão do mercado imobiliário e já se antecipa nas compras…isso é potencializado pelas quedas nos juros que traz mais gente em busca de alternativas…tem o pessoal que compra porque está subindo….

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      • A curva vai até onde for o desemprego, é tudo muitíssimo simples, enquanto houver esse massivo desemprego assolando o país, não existe nada q sobreviva mero otimismos, pois quem domina tudo chama se emprego, o resto é lirismos baratos

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      • Pode cortar selic, pode espalhar notícias boas a role, pode fazer o raio q o parta, mesmo q sejam pontos positivos para retomada de empregos isso demora, empresário demora até o fim para demitir, mais depois q ele demite quando as coisas melhorem, contratar gente é a última coisa q ele vai fazer, é muito burocrático demitir e admitir um funcionário aqui no bananal. Enquanto os empresários não sentirem confiança total não tem emprego, se não tiver emprego não tem boca p nada aqui no bananal.

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      • Não esqueça que o Brasileiro​ e seus políticos tem uma capacidade que não existe em nenhum outro lugar no mundo, aumentar o buraco. Aliás, tem um país chamado Argentina que já fez pior…Porém não conta pois faz parte dá América Latrina.

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    • Sim. Estamos perto do fundo do poço. Por isso todo mundo está comprando FII. É lógico…

      Teria alguma lógica? Imagina:

      – Ah, estamos no fundo do poço! Que legal, agora vou comprar! Ainda tem um monte de coió me vendendo baratinho pq só eu no mundo sou esperto o suficiente para saber que agora vai subir… Lógico que não..

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  10. Sócio de Donald Trump ergue prédio de luxo em São Paulo
    Jorge Pérez investe 150 milhões de reais em São Paulo – Por Juliene Moretti

    uem passa pela Rua Eusébio Matoso, nas imediações do Shopping Eldorado, deve ter se deparado com o VHouse.

    Trata-se de um dos edifícios mais luxuosos da capital, agora em fase de finalização.

    Previsto para terminar em agosto de 2017, o empreendimento tem um conceito chamado “residencial-boutique”.

    O que isso significa?

    A área comum terá cara de galeria de arte, com obras de artista como Flavio Samelo, Ricardo Alcaide e Tulio Pinto; um chef fará a comida dos condôminos quando requisitado, seja para uma pessoa ou mais convidados; serviços de hotel como camareira.

    As unidades variam de 36 a 197 metros quadrados, com preços que vão de 850 000 a 4,5 milhões de reais.

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    • O edifício recebeu um investimento de 150 milhões de reais e já vendeu cerca de 60% de seus 303 apartamentos

      “Em vez de receber seus convidados no apartamento, que tal ter um chef a sua disposição para atendê-lo em outra área do prédio?”, questiona Jorge Pérez, o homem por trás do empreendimento.

      Ele é filho de cubanos nascido na Argentina.

      Com fortuna avaliada em quase 2,8 bilhões de dólares de acordo com a Forbes, o empresário de 67 anos ficou conhecido como o “Trump dos Trópicos” nos Estados Unidos ao construir uma série de prédios de luxo, especialmente em Miami.

      Donald Trump, presidente dos Estados Unidos, é seu sócio em quatro de seus prédios, no estado da Flórida.

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    • * Você e Donald Trump eram amigos. Como está essa relação hoje?

      Nós continuamos muito amigos, por mais de vinte anos agora. Nós só estamos em lados opostos na política.

      * O senhor discorda dele em quais aspectos?

      Ele está muito conservador.

      Não apenas nas questões de imigração, com a construção do muro o que eu sou totalmente contra, mas também em relação aos cortes de orçamento.

      Eu espero que ele escute o que tenho escrito a ele por e-mail.

      Ele é de Nova York, um homem de negócios, e nova-iorquinos costumam ser bem mais liberais que o resto do país.

      * Trump pediu para o senhor participar do governo dele?

      Sim, ele me convidou para o departamento de moradia e desenvolvimento urbano, no departamento de relações com a América Latina.

      Teria, assim, ligação com a construção do muro…

      Eu disse “não, não estou interessado”.

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  11. Novos shopping centers operam com mais da metade das lojas vagas
    Para atrair lojistas, saída tem sido apostar em serviços e lazer e ter mais flexibilidade na hora de negociar aluguéis e luvas

    Márcia De Chiara, enviada especial* , O Estado de S.Paulo 04 Abril 2017 | 05h00

    PUNTA DEL ESTE, URUGUAI – Os shopping centers que vêm sendo abertos no Brasil encaram uma dificuldade cada vez maior de atrair lojistas. Segundo um estudo feito pelo Ibope Inteligência, os vinte centros de compra abertos no ano passado operam com uma vacância média de 55% – ou seja, mais da metade das lojas estão vagas.
    A situação difícil já tinha sido registrada em pesquisas anteriores do Ibope. Os shoppings abertos entre 2013 e 2015, por exemplo, vinham operando com 45% das lojas vazias. “A situação se agravou para os shoppings novos”, afirmou Márcia Sola, diretora de Varejo e Shopping do Ibope Inteligência, que participou do 2.º Simpósio Nacional de Varejo e Shopping, realizado pela Associação de Brasileira de Lojistas de Shopping (Alshop), em Punta Del Este, no Uruguai.

    Shoppings buscam alternativas para atrair clientes e ocupar lojas ainda vagos. Na imagem, “Maridodromo”, do Bragança Garden Shopping

    Em números absolutos, a ociosidade que há nos shoppings novos, abertos após 2013, é de 900 mil metros quadrados, o que corresponde a 7,6 mil lojas vagas. Somada à desocupação que há nos shoppings consolidados, que abriram as portas até 2012, o número de lojas vazias no setor atinge 13,4 mil ou 1,46 milhão de metros quadrado. Nas contas da especialista, essa área desocupada equivale a 49 shoppings “fantasmas” de 30 mil metros quadrados cada.
    Apesar do grande volume de lojas vazias, a pesquisa mostra que houve uma pequena queda, no último ano, na vacância entre os shoppings consolidados. Mas, segundo Márcia, ainda “não dá para dizer que o pior já passou”. No ano passado, a vacância, em número de lojas dos shoppings consolidados ficou em 8,5%, ante 9,1% em 2015, nas contas do Ibope. Mas, em área, o recuo foi maior: a ociosidade estava em 7,6% em 2015 e recuou para 5% em 2016.
    Saídas. A especialista explica que os shoppings mais antigos estão conseguindo trazer lojas âncoras ou redirecionar os espaços vazios para outra finalidade, como áreas de lazer, alimentação e serviços. Mas ainda estão com dificuldade de alugar para lojas menores, que foram as mais afetadas pela crise.

    Márcia observou que ocupar grandes áreas vazias com prestação de serviço, como Poupa Tempo, restaurantes, lazer e até eventos temporários tem sido uma alternativa. Glauco Humai, presidente da Associação Brasileira de Shopping Centers (Abrasce), concorda. “Rever o mix de lojas é o segredo”, afirmou.
    Um sinal nítido de que essa estratégia começa a dar resultados já aparece na receita. O faturamento dos shoppings em fevereiro caiu 0,9% na comparação com o mesmo mês de 2016. No entanto, enquanto a venda de produtos deu marcha à ré, a receita com lazer cresceu 8% e com serviços, 2,5%. “Com a crise, houve uma aceleração na fatia dos serviços nos shoppings”, destacou Humai. Até pouco tempo atrás, a prestação de serviços e alimentação representava 8% do mix de lojas de shoppings. Hoje, é de 11%.

    Flexibilidade.

    Para reduzir a vacância, Humai disse que os lojistas estão mais flexíveis nos aluguéis e nas luvas, que é a comissão pelo ponto de venda. Apesar do esforço dos empreendedores de dar a volta por cima, Márcia, do Ibope, acha que o futuro do setor é “um pouco preocupante”, mesmo quando a economia retomar o crescimento.
    “Não tem mais ‘mosca azul’”, disse ela, fazendo referência a cidades que seriam mercados inexplorados pelo setor. Dos mais de 5 mil municípios existentes no País, todos os com mais de 300 mil habitantes têm shoppings. A alternativa, segundo ela, seria mudar os formatos, desenvolver shoppings de vizinhança, que têm muitas lojas de prestação de serviço. Na avaliação dela, o modelo de outlet é limitado, os shoppings de lazer não fecham a conta e os regionais não têm mais o mesmo poder atração do passado.
    *a repórter viajou a convite da Associação Brasileira de Lojistas de Shopping

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    • Conheço alguns shoppings na região de SP e do ABC paulista, e tenho notado pouca vacância! O shopping mais vago que eu visitei foi em santo andre, Atrium.. é um Fii também, ninguém fala dele aqui, é um shopping bem complicado! de resto… sem novidades! basta ler os relatórios e visitar os empreendimentos, tem shopping com lucros constantes, ano após ano! mesmo em tempos de crise!

      Curtido por 2 pessoas

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