Fórum Fundos Imobiliários

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6.119 comentários sobre “Fórum Fundos Imobiliários

  1. A crise e os elefantes brancos

    No segundo trimestre de 2017, 15 prédios comerciais de alto padrão estavam totalmente vazios no Rio de Janeiro.

    Segundo levantamento de consultoria imobiliária, os espaços vagos dos edifícios totalizavam 372 mil m² de área livre.

    O maior deles é Eco Sapucaí, construído nas proximidades do sambódromo, no Centro do Rio, com 86 mil m² de espaço livre.

    No terceiro trimestre, no entanto, um alívio: quatro desses prédios começaram a ser ocupados parcialmente.

    Até o fim do período, o espaço vazio deve cair, portanto, para 201 mil m².

    Curtido por 2 pessoas

  2. IFIX já se assemelha à pirâmide financeira.

    O índice no seu segundo ano consecutivo de alta chega a uma situação paradoxal, como o “Dilema de Tostines” podemos dizer :
    Sobe mais porque estão comprando ? Ou Compram mais porque está subindo ?
    É óbvio que esta subindo porque existe uma força compradora muito forte, mas muitos são motivados a comprar pelo simples fato de que continua subindo, simplesmente isso.
    Aqui começa o perigo, a partir deste ponto o movimento de alta ganha características de pirâmide financeira uma vez que para a alta continuar se sustentando é preciso que cada vez mais pessoas comprem FIIs. Movimento este já constatado pelos últimos Boletins da Bovespa que dão conta que o número de investidores tem aumentado mês a mês.
    Para dar conta de absorver este aumento no número de investidores, a quantidade de FIIs disponíveis para investimento teria que aumentar proporcionalmente afim de aliviar a pressão compradora gerada pelos entrantes no mercado, fato esse que não vem ocorrendo. Esse aumento no número de investidores é saudável mas não tem força por si só para aumentar a indústria de FIIs sem a contrapartida no aumento do número de FIIs disponíveis, como consequência uma bolha pode estar se formando.

    Outro dia comentando com o Tetz sobre o potencial do pessoal da caderneta de poupança vir para os FIIs, quero ressaltar alguns pontos :
    1- Não é o zezinho que poupa R$100/mês, a grande maioria dos poupadores, que virá para os FIIs;
    2- Existe sim um número considerável de grandes poupadores, estes sim podem e já devem estar migrando para os FIIs;
    3- Porém o perfil deles é de poupador e não de investidor;
    4- São motivados pela preservação do patrimônio e enquanto o IFIX continuar subindo será um porto seguro para suas “poupanças”;
    5- Por características de perfil não suportam dormir nem com 1% de perda patrimonial, ao primeiro sinal de reversão do IFIX são os primeiros a liquidar posição.

    Estaria o IFIX numa bolha ?
    Se uma bolha estiver se formando, o seu estouro já teria hora certa para ocorrer ?

    Antes de terminar quero deixar um recado aos que vão me acusar de catastrofista, de ter perdido o ponto e de ficar choramingando, etc, antes de começarem com blá blá blá :
    52% do meu patrimônio financeiro esta alocado em FIIs;
    Os outros 48% estão muito bem alocados, obrigado;
    Se estivesse 100% alocado em FIIs iriam dizer que sou louco, enfim é impossível agradar a gregos e troianos ao mesmo tempo.
    Fácil é criticar, difícil é argumentar. Felizmente aqui no blog do Tetzner o nível dos blogueiros é bem elevado e temos participantes que realmente fazem uso racional do próprio cérebro.

    Nada mais sábio do que “prever para prover”.
    Boa reflexão e que este post instigue um debate salutar e proveitoso à todos.

    Curtido por 7 pessoas

    • 52%!!! WOW! acho q o maximo que cheguei foi uns 30%. Isso sim eh que ter o ¨skin in the game¨ vou levar suas considerações ainda mais a serio, Trix.
      Tres razoes pelas quais ainda não estamos em uma bolha dos bons FIIs:
      1 – Vacancia bem alta
      2- Valor dos alugueis re-negociados nos ultimos 3 anos sofreram fortes quedas em algumas regioes importantes
      3- valor de avaliacao de alguns imoveis ainda baixos, muitas vezes ainda abaixo de custos de reposicao do ativo
      fiquei bem curioso sobre os demais 48%. tem outros ativos de renda variavel? se sim, voce e meu idolo!

      Curtido por 3 pessoas

      • ali martins , FIIs nada mais são do que ativos financeiros lastreados em imóveis que possuem características tanto do mercado imobiliário, as que você citou, quanto do mercado de capitais, onde são negociadas as cotas. Eu invisto em FIIs desde 2010, tenho notado que na formação de preço, prevalecem as caraterísticas do mercado financeiro, tais como correlação com a taxa de juros, expectativas de ganhos futuros, etc, já as características do mercado imobiliário prevalecem pontualmente, tais como uma nova vacância, um novo contrato, a compra ou venda de um imóvel, etc.
        Ah, os 48% estão alocados em renda fixa, um pouco em multi mercados e um pouco em ações.

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    • Trix, para mim valor de imóvel e de fundo imobiliário é inversamente correlacionado com a taxa de juros do mercado. Assim como IFIX está respondendo , o valor dos imóveis físicos vai responder lá na frente.

      Pareia os números (IFIX x SELIC) e faz um teste de correlação de Spearman. Acho que ambas as variáveis devem ter uma distribuição normal. Vai dar correlação de quase -1, aposto… Se alguém tiver paciência de me dar isso em excel eu faço o teste.

      Você também pode fazer uma regressão linear. Coloca o IFIX como variável dependente e como variáveis independentes a Selic e o número de CPFs do mercado, você vai medir a força que cada uma destas variáveis tem em predizer o IFIX.

      Podemos até bolar um modelo de regressão múltipla com outros fatores, como por exemplo PIB, número de reportagens sobre o tema veiculado/mês, etc..

      “Without data you’re just another person with an opinion.” – W. Edwards Deming

      Vamos testar?

      Curtido por 4 pessoas

      • PS: Eu não acho que é bolha. Pra mim uma clara bolha especulativa é o bitcoin. Sobe pq sobe.
        As chamadas para bitcoin são: pessoas fizeram fornutas. Venha você também. Bolha. Bolha Bolha. Depois que a bolha estourar vou comprar pq realmente acho revolucionário no longo prazo. Tipo NASDAQ em 2000.

        Agora: eu vejo pouca gente comprando FII só pq subiu. Pelo contrário..

        Curtido por 2 pessoas

      • HEMMER, ótima idéia, se você é estatístico então é o homem certo no lugar certo na hora certa, eu não uso excel no dia a dia , mas tem colegas aqui que tem muita prática com isso e podem colaborar com você, o Tetz faz a ponte entre vocês, será muito útil para todos nós.

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      • Concordo em relação aos FIIS que a cotação caiu muito. Discordo em relação aos imóveis que a meu ver ainda estão absurdamente caros, acredito que o preço tem que cair mais

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    • Acho que nesse caso o louco sou eu.
      Do patrimônio financeiro estou 100 % em fii. Do patrimônio total um pouco mais de 10%, porém pretendo aplicar o restante, 4 imóveis,em fiis quando melhorar o mercado para venda.

      Curtido por 2 pessoas

    • Não sei se chega a ser bolha, mas que Fii está caro, isso está. Por isso estou estudando ações , que também acho que estão caras, mas acho que vai abrir oportunidade ante que FIIs.
      Por exemplo, me recuso a pagar o preço que PQDP está hoje.

      Curtido por 4 pessoas

      • Louis, não é uma dica(aliás segundo as recomendações dos maiores investidores nunca se deve aceitar uma dica em renda variável), mas em linha com seu comentário algumas ações q são do grupo menos vulnerável e Ainda pode dar ponto de entrada e eu estou comprando elas como está ou aguardar mais quedas são, cesp6, tiet11, vez ou outra bbse3, Petr4, Cple6, Embr3, egie3 quando cai também São boas p composição da carteira. pra quem gosta de pimenta, estão comentando muito sob Ogxp3 de que existe uma possibilidade de se tornar novamente uma boa empresa já que ela entrou com pedido de retirada de concordata por não ter mais dívidas e estar redonda, ela agora pertence aos acionistas q assumiram a empresa e contrataram um bom Ceo q vem transformando a empresa do caos para o q está hoje, mas lembre se, não é uma dica, apelas sugestões para o amigo estudar e pesquisar mais a fundo caso tenha interesse, cuidado, ABS

        Curtido por 2 pessoas

      • Investimentos financeiros 50% total, sendo:
        55 % Fiis, 27 % ações, 9% renda fixa, 8% moedas.
        Os outros 50% em imóveis.
        Ano passado eu estava 60% ações. Aí nestes 9 meses fui realizando lucros de 30-80% ( WEGE e GRND dobraram! !!!! ). E coloquei o Cash em PQDP e FCFL em Janeiro, MFII, BCRI e KNIP e TD SELIC nos outros meses. E sempre comprando Itaú claro. Não consigo entender o pessoal que tem mais de 35 % de renda fixa.

        Curtido por 3 pessoas

      • Caro Interceptor, agradeço as dicas, ainda estou “engatinhando” em ações, estou estudando aos poucos, objetivo de ter alternativa aos FIIs. Quero estar preparado para investir um pouco mais quando eu achar que abriu oportunidade boa. Para diversificação mesmo, meu objetivo é ter futuramente 50% FII, e 20% ações.
        Abraços

        Curtido por 2 pessoas

    • Na minha opinião o movimento dos fii’s segue muito a selic, quanto mais baixa a selic mais as cotas se valorizam para manter o “yield” pareado com a selic.

      Por isso eu não vejo como uma bolha, a valorização vem simplesmente do ciclo de queda da selic.

      Curtido por 1 pessoa

    • O pensamento é bastante interessante. Comprar por estar subindo é uma característica forte do “investidor” em renda variável. Lembro que antes da crise de 2008 várias pessoas se aventuraram e se tornaram investidores por profissão, e vale ressaltar que naquela época qualquer coisa que você comprasse subia, e fácil fácil conseguiam 3 ou 4% a.m.. Aí fica fácil “ganhar” dinheiro. Hoje por exemplo MGLU tem P/L de qse 70, e alguns estudiosos recomendam não mais do que 15. E por que sobe tanto quase todo dia? Tem comprador, e não sou eu. PQDP é um FII que já tive já passou dos 3k/cota hj, super caro na minha opinião, e continua subindo. Quero ver se alguém tiver 20 cotas e quiser vender a que preço isso vai chegar, mas continua subindo. Por que? Tem gente comprando, talvez o gerente do banco recomendou a compra por simplesmente estar subindo.

      Se as pessoas analisarem fundamentos básicos dos FIIs verão que muitos bons já estão acima do valor patrimonial, porém alguns com DY ainda atrativos visto o rumo que a renda fixa está tomando. Acho que para aqueles que estudam pelo menos um pouco (P/VP, DY, vacância, inquilinos e contratos a vencer, tipo de reajuste) e tem uma ideia melhor de onde estão colocando o dinheiro talvez não sejam pegos totalmente por uma bolha quando acontecer, mas para os seguidores da manada o impacto vai ser grande.

      Curtido por 2 pessoas

  3. olá Pessoal! Passando aqui num ar de tranquilidade. Feriadão em curitiba! E para melhorar, vou olhar minha carteira e passei de um numero redondo, ô maravilha! Destaques para AGCX, BBPO, ALMI, CNES, HGRE, PQDP, RBRD, FVBI, FFCI, JRDM, NSLU, RNGO, FLMA . Patinhos feios da carteira: BCFF(esperando para pegar mais incautos), BRCR(lenga lenga), EDGA(ta na uti), FMOF(ancorou), FPAB(ancorou), PRSV(esse ja superou qualquer nivel de feiura), TRNT(ancorou), TRXL(fortes emocoes).

    Curtido por 3 pessoas

    • Minha estrategia no momento ainda é renda fixa, mas com tendencia de trocá-la por um imovel físico. Acho que ainda nao é o momento, pois o juros real ainda é alto. Mais alto que na época da Dilma. Quando SELIC chegar em 7,XX% será o ponto de comprar o imóvel. Essa inflacao de 2,xx%, desculpem-me, mas isso nao existe no Brasil. Isso é totalmente um ponto fora da curva. Inflacao no Brasil é acima de 5% no mínimo. 200bilhoes de déficit?! Liga a maquininha de imprimir dinheiro! Estou quase convicto que esse restinho de ano é o fundo do poço para os imóveis físicos.

      Curtido por 3 pessoas

      • Concordo plenamente abrahao. estamos na ¨exuberancia irracional¨! segui exatamente o plano que voce descreve ha seis anos. Unico ativo fixo que comprei foi quando a Caixa ofereceu 420 meses com juros de 7,5% pelo SFH, financiando 80% do valor do imovel e os demais 20% com o FGTS. AI nao deu para dizer nao.
        Unicos pontos para lembrar e que o emprego ainda pode demorar para voltar aos 7-8% que tinhamos e tamanho da poupanca ja nao eh o mesmo. talvez demore um pouco mais que o final deste ano mas diria que 2018 e um bom ano para ficar de olho.

        Curtido por 2 pessoas

      • Abrahão. concordo.
        Só cuida o seguinte.. Aqui na minha cidade salinha comercial todo mundo abandonou.. Deve ter mais salinha pra alugar do que habitantes…. Em parte por causa de criminalidade, em parte pq muito do que essas salinhas de rua entregavam a internet hoje entrega.. em parte pq os donos dos imóveis estão bem loucos nos preços…

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  4. Tetzner Journal – 09 de Set 2017

    Capa Jornal Nova

    Carta ao Leitor

    Bem amigos do Blog, edição SEMANAL do nosso jornal dos FIIs já está no seu Email!

    Isso mesmo, toda semana você vai receber a edição com os últimos acontecimentos; e nos Relatórios Comentados a consolidação do Mês e tudo que foi destaque no mundo dos Fundos Imobiliários:)

    Edição ESPECIAL com uma Super Novidade: ainda mais informação sobre o mundo imobiliário 😀

    E no final da edição você encontra o Resumo dos FIIs Atualizado para você!

    Junte-se a nós, faça parte dessa família!

    Não é Assinante? Peça já a sua Edição, clique aqui!

    mini_Tetzner Tetzner

    Nesta Edição:

    • Carta ao Leitor…2
    • Conteúdo…3
    • Panorama Econômico Imobiliário…7
    • Fatos que marcaram a Semana…10
    • Resumo dos FIIs…93
    • Nota…95

    Ícone Assine

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  5. Construção Incorporadoras devem ter que mudar registro de receita

    Área técnica de comitê de interpretação das normas IFRS diz que reconhecimento deve ocorrer na entrega das chaves; decisão deve vir dia 12

    “O martelo ainda não foi batido. Mas oito anos após flertarem com essa possibilidade, as incorporadoras imobiliárias brasileiras estão bem próximas de ter que mudar, a contragosto, a forma de reconhecer a receita da venda de imóveis na planta para clientes de classe média e classe média alta, que deixaria de ser feita ao longo da obra (em um método conhecido como POC) para o momento da entrega das chaves.”

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  6. Terceira emissão de Vinci Shopping Centers

    O Fundo parte com seis Shoppings performados. 3 no Rio, 1 Curitiba, 1 Salvador e 1 em Belem. Em 5 deles, um fundo e pensão do Canada chamado PSP, para quem eles fazem a gestão, é sócio dos empreendimentos junto com eles. Eles so tem mais de 50% de participação no Shopping de Curtitiba (eles + os canadenses), mas tem ascendência sobre a dm em todos.
    Preocupa um pouco a exposição ao Rio, mas na explicação Shopping a Shopping, parece que estão bem. O shopping mais novo é de 2009 e os outros. dos anos 90. Taxa de vacância baixa, sendo a maior (85%) o Cristal de Curitiba. O de Curtitiba esta se reposicionando e recebeu um restaurante do Coco Bambu de 1200m2.

    Se captarem os 500milhoes e comprarem o que desejam, o alvo é 8% aa. Captação minima 200milhoes

    A participação nestes shoppings foram compradas entre 2013 e 2015.

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  7. Tem analista propagando que agora se inicia o boom imobiliário: “depois de anos de espera, os imóveis finalmente voltaram a ser a bola da vez. …tudo o que você precisa saber para aproveitar esse BOOM Imobiliário…”.

    Acho que esse é o primeiro sinal pra começar a se desfazer dos FII’s “BOOMba”, só dos bombas, é claro. Isso aqui não é recomendação de nada, rsrsrs

    Curtido por 4 pessoas

  8. Cinco dicas para ganhar dinheiro com a queda da taxa Selic
    Michael Viriato

    A queda de um ponto percentual da taxa Selic, reduzindo-a para 8,25% ao ano nessa última quarta-feira já era esperada e comentei sobre ela no artigo anterior. Essa foi a sexta redução de juros realizada nesse ano pelo Banco Central (BC), mas ainda não será a última. O mercado ainda espera que a Selic seja reduzida mais duas vezes até o final do ano. Entretanto, como já anunciado pelo próprio BC as próximas duas reduções serão em menor intensidade. O mercado espera que a próxima queda de juros seja de 0,50% e a seguinte de 0,25%. Assim, a taxa básica da economia encerraria o ano em 7,5% ao ano.

    Com a queda da taxa Selic, separei algumas dicas para que você consiga impulsionar a rentabilidade de seus investimentos.

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    • Está na hora de alongar os prazos das aplicações de renda fixa

      Os preços negociados dos títulos públicos de curto prazo já incorporam as próximas quedas da Selic. Portanto, como forma de elevar a rentabilidade, recomenda-se adquirir títulos com prazo mais longo, pois esses ainda possuem um maior prêmio. Esse maior prêmio é encontrado nos títulos prefixados e referenciados a inflação de prazos superiores a 2020.

      A compra de títulos prefixados deve ser feita com parcimônia, pois apesar de se esperar novas quedas para a taxa Selic, existem riscos associados à capacidade do governo em aprovar as reformas, além do calendário eleitoral de 2018. Avalie a compra de CDBs prefixados de vencimento mais longo que três anos. Apesar da carência desses CDBs, a remuneração é mais atrativa que a dos títulos públicos.

      Os títulos referenciados ao IPCA continuam sendo uma boa opção para os recursos de longo prazo. Apesar da inflação estar surpreendendo para baixo, é sempre interessante contar com essa proteção para os investimentos de longo prazo, além de garantir um juros real (acima da inflação) mais elevado no longo prazo. Com esse mesmo intuito, avalie fundos de debêntures incentivadas isentos de IR. Esses fundos são uma forma de ter exposição de forma diversificada a uma carteira de títulos privados referenciados à inflação e isentos de IR. Por possuírem maior risco, os títulos privados proporcionam maior retorno. Esse maior retorno, aliado ao benefício de isenção de IR e a escolha de investir em um fundo de forma diversificada, é uma boa alternativa para elevar os ganhos com risco controlado.

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    • Invista em bolsa, câmbio e juros de forma mais eficiente

      Com os juros mais baixos, o investidor que busca maiores ganhos deve aplicar nos mercados de risco. Os fundos multimercados são uma excelente alternativa para aquele investidor que deseja elevar os ganhos de seus investimentos nos mercados de bolsa, câmbio e juros. Por meio desses fundos o investidor delega a tarefa de seleção do melhor momento para comprar e vender todos os ativos no mercado financeiro. A decisão é realizada por uma equipe de especialistas que envolve economistas, analistas e gestores. Portanto, o investidor poupa tempo em estudar e acompanhar todos os mercados, tem ganhos de escala, pois pelo tamanho os fundos têm vantagens sobre os pequenos investidores, além de contar com um controle de risco em tempo integral.

      Os fundos dessa categoria também são uma forma de o pequeno investidor aplicar no mercado internacional de forma mais barata e menos burocrática. Vários fundos multimercados realizam investimentos internacionais e nesse momento de menores taxas no Brasil, diversificar internacionalmente se torna mais interessante.

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    • Aproveite os rendimentos isentos de IR dos fundos imobiliários

      Vários fundos de investimento imobiliários (FIIs) estão proporcionando rendimentos superiores a taxa Selic. Aproveite para construir um portfólio que pode te permitir viver de renda na aposentadoria. No último ciclo de queda de taxas de juros que ocorreu em 2012 e 2013, houve uma forte alta dos FIIs. A melhora econômica esperada para o próximo ano, junto com as quedas de juros desse ano devem impulsionar a valorização dos FIIs em 2018.

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    • Potencialize seus ganhos com o mercado acionário

      Até mesmo investidores conservadores com horizonte de longo prazo podem investir de forma cautelosa no mercado de ações. Basta alocar uma parcela de até 5% de seu patrimônio em fundos de dividendos ou da categoria Long Biased. Os fundos categorizados como Long Biased são interessantes, pois em uma reversão econômica, o gestor pode pelo seu mandato reduzir a exposição ao mercado de ações. Para quem está começando, não se arrisque a fazer a escolha das ações e montar sua própria carteira. Delegue essa gestão para uma equipe de especialistas que poderá fazer esse trabalho de forma a mitigar o risco.
      Com a queda de taxa de juros, as empresas devem apresentar melhoria de resultado por redução de despesas financeiras, além de facilitar o investimento destas empresas para crescer, pois fica mais barato financiar seus projetos. Adicionalmente, a retomada esperada para a economia a partir de 2018 e as empresas com capacidade e custos controlados pelos prejuízos no passado recente são elementos catalisadores para crescimento de lucros e valorização das ações.

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    • Evite a caderneta de poupança

      A caderneta de poupança já não era um produto tão interessante e perde agora ainda mais atratividade. Como a Selic está agora abaixo de 8,5% ao ano, a remuneração da poupança passa a ser de 70% da taxa Selic + TR. Como a TR está quase nula, o rendimento da caderneta passa a ser de aproximadamente 5,8% ao ano ou 0,47% ao mês isento de IR. Para investidores com perfil conservador e com horizonte de investimento de curto prazo, sugiro buscar a alternativa do Tesouro Selic, ou CDBs (fundos DI) com remuneração superior a 92% do CDI, ou LCIs e LCAs com retorno superior a 80% do CDI.

      Essas cinco dicas permitirão a você extrair mais rentabilidade de seus investimentos com a queda da Selic.

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  9. Notícias da semana, você encontra aqui.

    Produtos (Mensal/Semanal)

    • a Revista a publicação vem com os Artigos dos amigos do blog, conteúdo ideal para que está aprendendo e quer um um material voltado aos Iniciantes (sai no começo do mês, dia 1)
    • o Jornal é ideal para quem já tem algum conhecimento dos FIIs e quer se manter semanalmente atualizado com os eventos de seus Fundos Imobiliários (todo sábado, no seu email)
    • os Relatórios Comentados são uma referência de pesquisa para quem busca mais sobre seu FII; nele você encontra um resumão de todos os fundos (edição atualizada todo dia 10)
    • nos Estudos o conteúdo é mais avançado, quem busca oportunidade de investimento para valorização por comparação de custo R$/m²  (Mensal, com atualização no dia 15)
    •  a Pesquisa também é voltada à turma mais adiantada, só que agora o foco é o aluguel pago x distribuído  (atualização Mensal no dia 20)

    Serviços (Diário: Segunda à Sexta)

    • o Radar traz rankings diários, ajuda no balanceamento da carteira, trazendo os FIIs mais interessantes no dia ordenados por vários critérios fundamentalistas (DY, VP, …)
    • o Nitro é a informação levada até você, a qualquer momento o fato acontece e vai direto em seu email

    Serviços (Semanal: Sábado)

    • AnaliSYS traz para você uma matriz de valores de Aluguel x Vacância x Renda
    • Matrix é uma coleção de informações com 60 páginas rankings para você virar os FIIs do avesso no seu estudo
    • Carteiras do Blog reúne a experiência de pessoas que se destacam no blog, com racionais das carteiras para você acompanhar

    MEGA Combos (Produtos/Serviços/Livros)

    • Combos são pacotes contendo os 5 Produtos da edição Mês fechado/anterior (nova edição depois do dia 20) com até 50% de desconto e envio pontual, ou então os 5 Serviços para 30 dias com até 25% de desconto, ou ainda os 2 Livros om 25% de desconto.

    Cursos

    • Você tem o Tetzner à sua disposição e Ao Vivo para explicar os Fundamentos dos FIIs no curso básico, os conceitos que levam a construção de uma carteira no Intermediário e um curso avançado para responder todas as suas dúvidas em Geral.

    Livros

    • O passo a passo do mundo dos FIIs para você que gosta de conhecer os detalhes deste tipo de investimento.

    Para Você ficar ligado nos FIIs!

    >>> Clique Aqui e Peça já o Seu <<<

    Curtido por 1 pessoa

    • Radar dos FIIs: Edição Especial Selic 8,25%aa

      Radar dos FIIs

      E o COPOM baixou hoje a Taxa Selic em 1,00% para 8,25% aa motivo mais que suficiente para uma edição especial do Radar dos FIIs, já no seu Email!

      A decisão foi unânime e era esperada pelo mercado; foi inclusive antecipada pela pesquisa do blog 😀

      Veja trechos que nortearam esta decisão:

      “Para a próxima reunião, caso o cenário básico evolua conforme esperado, e em razão do estágio do ciclo de flexibilização, o Comitê vê, neste momento, como adequada uma redução moderada na magnitude de flexibilização monetária (corte de juro”

      Ainda não é assinante? Faça seu pedido, clique aqui.

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