Fórum de FIIs

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4.533 comentários sobre “Fórum de FIIs

  1. Em um cenário hipotético em que um fundo passe a ter uma má gestão e rentabilidade abaixo do esperado. Os cotistas poderiam se unir,
    pressionando os gestores para vender todo o patrimônio e distribuir a receita do fundo (tipo acabando com o fundo)?

    Digo isso pois há fundos que geram uma receita ruim e até abaixo da inflação (o XTED11 que nem pagando está)

    E que não faz sentido uma vez que os cotista podem ganhar mais (mesmo com a selic em queda) ou até em outras classes de ativos.

    Os cotista poderiam ser mais unidos e cobrar mais dos fundos.

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      • É o que eu falo. RV não é RF. É preciso acompanhar sempre a RV para não entrar nessas e se acontecer, sair o mais breve possível com o mínimo de prejuízo.

        Quem não tem tempo de se dedicar à RV é melhor partir para a RF. Lá é só fazer aportes regulares e deixar os juros compostos trabalharem.

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      • Me perdoem minha ignorância, sou novato e gostaria de expor minha concepção.

        -Penso que não importa se é renda variável ou Fixa, o que não pode é um fundo gerar uma receita abaixo da inflação (creio que os gestores e administradores recebem ótimos salários)

        – Se um fundo está com muita vacância, o problema não é nosso os gestores que tem se virar pra gerar uma receita aceitável para os cotistas (Para isso que delegamos nosso trabalho para terceiros).

        — Poderíamos ter uma plataforma com voluntários dispostos a ir nas assembleias de um fundo especifico e lutar por melhorias deste fundo e todos os cotistas que tem cotas desse respectivo fundo delegar a essa pessoa poder de voto de modo massivo. Este blog é a maior comunidade de FIIS do Brasil.

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  2. Relatórios Comentados Ed.41 – Abril/17

    Relatórios Comentados - Mini

    Carta ao Leitor

    Muita informação sobre os Fundos Imobiliários reunida num só lugar 😀

    Seguimos acompanhando e reportando as novidades imobiliárias e levando até você o melhor conteúdo, mais atualizado e no momento em que a informação acontece!

    ABCP11 – Gran Plaza Shopping FII…11
    AEFI11 – AESAPAR FII…18
    AGCX11 – Agências Caixa FII…26
    ALMI11B – Torre Almirante FII…43
    BBFI11B – BB Progressivo FII…47
    BBPO11 – BB Progressivo II FII…51
    BBRC11 – BB Renda Corporativa FII…61
    BBVJ11 – BB VJ Cidade Jardim FII…68
    BCFF11B – BTG Pactual Fundos de Fundos FII…75
    BCRI11 – Banestes Recebíveis FII…82
    BMLC11B – BM Brascan Lajes Corporativas FII…85
    BPFF11 – FII Brasil Plural Absoluto…94
    BRCR11 – BTG Pactual Corporate Office Fund FII…96
    CBOP11 – Castello Branco Office Park FII…112
    CEOC11B – CEO Cyrela Commercial Properties FII…114
    CNES11B – CENESP FII…117
    CXRI11 – Caixa Rio Bravo FII de FII…122
    DRIT11B – Multigestão Renda Comercial FII…129
    EDFO11 – Ed Ouro Invest…132
    EDGA11B – Edifício Galeria FII…136
    EURO11 – FII Europar…143
    FAED11B – Anhanguera Educacional FII…150
    FAMB11B – Edifício Almirante Barroso FII…154
    FCFL11B – Campus Faria Lima FII…158
    FEXC11B – BTG Pactual Fundo de CRI FII…161
    FFCI11 – Rio Bravo Renda Corporativa FII…167
    FIGS11 – General Shopping Ativo e Renda FII…176
    FIIB11 – Industrial do Brasil FII…181
    FIIP11 – RB Capital Renda I FII…188
    FLMA11 – FII Continental Square Faria Lima…196
    FLRP11B – Floripa Shopping FII…200
    FMOF11 – FII Memorial Office…208
    FPAB11 – Projeto Água Branca FII…212
    FVBI11B – VBI FL 4440 FII…217
    GRLV11 – CSHG GR Louveira FII…222
    HCRI11B – FII Hospital da Criança…226
    HGBS11 – CSHG Brasil Shopping FII…229
    HGCR11 – CSHG Recebíveis FII…238
    HGJH11 – CSHG JHSF Prime Offices FII…243
    HGLG11 – CSHG Logística FII…247
    HGRE11 – CSHG Real Estate FII…254
    HCRI11B – FII Hospital da Criança…263
    HTMX11B – FII HOTEL MaxInvest…265
    JRDM11B – Shopping Jardim Sul FII…271
    JSRE11 – Safra Real Estate FII…277
    KNCR11 – FII KINEA RI…281
    KNRI11 – Kinea Renda Imobiliária FII…284
    MAXR11B – Max Retail FII…297
    MBRF11 – Mercantil do Brasil FII…304
    MFII11 – II MERITO I (MFII)…309
    MXRF11 – Maxi Renda FII…325
    NSLU11B – Hospital N.S. Lourdes FII…331
    ONEF11 – FII THE ONE…335
    PQDP11 – Parque Dom Pedro Shopping Center FII…340
    PRSV11 – Presidente Vargas FII…348
    RBGS11 – RB Capital General Shopping Sulacap FII…353
    RBPD11 – RB Capital Prime Realty II FII…358
    RBRD11 – RB Capital Renda II FII…359
    RDES11 – FII Renda de Escritórios…361
    RBVO11 – Rio Bravo Crédito Imobiliário II FII…364
    RNGO11 – Rio Negro FII…367
    SAAG11 – Santander Agências FII…371
    SDIL11 – SDI Logística Rio FII…378
    SHPH11 – FII Shopping Páteo Higienópolis…383
    SPTW11 – SP DOWNTOWN FII…386
    TBOF11 – TB Office FII…389
    TFOF11 – FII TOP Fund of Funds…400
    THRA11B – Cyrela Thera – FII…402
    TRNT11B – Torre Norte FII…409
    TRXL11 – TRX Realty Logística FII…417
    VLOL11 – Vila Olímpia Corporate FII…426
    VRTA11 – Fator Verita FII…432
    WPLZ11B – Shopping West Plaza FII…436
    XPCM11 – XP Corporate Macaé FII…441
    XPGA11 – XP Gaia Lote FII…453
    XTED11 – TRX Edifícios Corporativos FII…459
    Resumo dos FIIs…467

    Estamos de olho para você ficar tranquilo e seguir seus estudos sempre muito bem informado.

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  3. Juros: Taxas caem após Focus apontar IPCA abaixo de 4,5% em 2018

    (Bloomberg) — Taxas dos contratos futuros de juros caem em semana do Copom que começa com descongelamento da projeção para IPCA de 2018, que passou para 4,46% após ficar 36 semanas estacionada em 4,50% na pesquisa Focus.

    Além da melhora da expectativa, IGP-M fica bem abaixo do piso das estimativas, ainda que Previdência siga como ponto- cego para BC acelerar ainda mais o corte da Selic

    Após IPCA desacelerar para 0,25% em março, IGP-M aponta deflação de 0,74%, após alta de 0,25% no levantamento anterior, e fica bem abaixo do melhor cenário dos economistas para o comportamento do índice, que era de -0,56%

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  4. O retorno mensal em relação aos setores que encontramos no mercado dos FIIs, evidencia a minha percepção sobre os fundos imobiliários, a de que os fundos de recebíveis são opções fundamentais. No atual momento, para o investidor interessado em renda, que tem a perspectiva que o otimismo e a valorização do tijolo só atrapalha sua estratégia de obtenção de renda, os FIIs de recebíveis são a minha tábua de salvação. É possível dizer que o yield médio do setor de varejo gira em torno de 0,5% a.m, setor que inclui shoppings, que na minha visão é uma opção defensiva que traz bastante segurança para a carteira em função da resiliência desse segmento, por isso esse setor sempre teve peso relevante na minha carteira. Já o yield médio do setor de recebíveis gira em torno de 0,9% a.m.. É possível encontrar opções que oferece muita segurança ao investimento pagando muito próximo do número mágico, tão caro ao investidor sacrificado, ou seja 1% de retorno. O KNCR11, yield de 0,98%, é um exemplo. Esta é a opção mais conservadora entre os FIIs, mas não tem só essa, existem outras opções excelentes. Contudo, nenhuma, ouçam bem o que eu estou dizendo, “nenhum FII é mais interessante do que o KNCR11”, afirmo isso em relação a todos os aspectos relativo à seleção de investimento, fatores relativos à análise do risco/retorno. O KNCR11 tem os empreendimentos, além de outras garantias na modalidade alienação fiduciária. Quem sabe o que significa, entende o que estou defendendo quando falo em segurança. Ele recebe juros das companhias que exploram o setor de varejo no Brasil. Convenhamos, juros é melhor que alugueis. O setor mais lucrativo no Brasil que o diga, ou seja, os bancos. Sua carteira é composta por ativos financeiros lastreadas em bens imobiliários que funcionam como mitigadores de risco, resultantes do processo de securitização de direitos creditórios. Ativos dessa natureza além serem muitos seguros não estão sujeito a intempéries do tempo, a obsolescência tecnológica, gastos com manutenções, enfim, são inúmeras vantagens em relação aos ativos físicos. Chegará um tempo que a noção de patrimônio será totalmente alterada. Todavia, não se trata de uma noção nova, mas de algo muito antigo. Os bancos são as instituições mais ricas, poderosas e lucrativa do nosso sistema econômico. A riqueza dessas instituições é baseada na ideia de opcionalidade e intangíveis, ou seja, na propriedade das dívidas das empresas e das pessoas físicas, com a opção de poderem negativar seus nomes ou razões sociais além da opção de executar as garantias. Baseado nessa lógica, os bancos se tornaram instituições poderosíssimas e muito lucrativas. Essas instituições não fazem questão de possuírem bens imóveis, para elas servem somente para “lastrear” e “garantir”. Pense nisso e depois reflita sobre o receio que os investidores de fundos imobiliários tem em relação aos fundos de recebíveis, pense sobre a segurança que ele esperam encontrar em fundos de tijolos. Trata-se definitivamente de uma mentalidade atrasada, completamente fora de sintonia com as inovações da vida moderna. Nossa compreensão precisa ser alterada para poder entender o impacto que a mais nova inovação do setor financeiro no Brasil, a securitização, está causando. Ela democratizará o acesso a ativos constituídos de operações elaboradas baseado naquela lógica que fizeram os bancos tão poderosos. Hoje já disponíveis no fundos imobiliários de recebíveis. Então, baseado no exposto, o retorno que o KNCR11 está proporcionando não parece resultante de uma completa distorção? Os FIIs de tijolo sempre serão limitados ao mercado imobiliário e sempre estarão sujeitos aos seus ciclos, já as opções que podem ser geradas por meio da securitização não tem restrição a setores econômico. Não existe capitalismo sem alavancagem. A alavancagem sempre foi o mercado dos bancos. Mas agora, com a securitização, passará a ser nosso também. Nesse mercado, o físico serve somente para lastrear o bem escritural. Para entender as vantagens dessas mudanças é preciso mudança de mentalidade. Quem se antecipar, obterá o melhor que a ignorância do mercado pode oferecer.

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    • “Então, baseado no exposto, o retorno que o KNCR11 está proporcionando não parece resultante de uma completa distorção?”

      O retorno que fala, é o yield? Vi ali que comparou os 0,5% com os 1% (tijolo/CRI), mas tem que ter cuidado com essa comparação.

      Eu, por exemplo, considero a renda vindoura de tijolos como líquida (bons imóveis, bem localizados, historicamente blablaba inflação, longo prazo…), já a dos CRI creio que devemos descontar a inflação.
      Se descontar, vai ver que não tem uma opção ‘claramente melhor’ (pra variar, nada de almoço grátis pra gente).

      Sim, considero fundos de recebíveis bem seguros e uma excelente opção de investimento, pelo menos em tese. Na prática, ainda estamos vendo o que acontece com ocorre algum problema com os pagamentos (acompanhe o caso do Goiabeiras, ‘virou’ imóvel, vamos ver o desenrolar).

      No mais, cuidado com os:
      “trata-se definitivamente de uma mentalidade atrasada”,
      ” juros é melhor que alugueis”,
      “Chegará um tempo que”,
      “Quem sabe o que significa, entende o que estou defendendo”,
      “Quem se antecipar, obterá o melhor que a ignorância do mercado”

      E principalmente com:
      ““nenhum FII é mais interessante do que o KNCR11”

      Não é querendo te agourar, mas essas certezas costumam ser cruelmente massacradas no mercado financeiro. Até acho estranho quando a gente demora a se f…, digo, quebrar a cara, rs

      Curtido por 9 pessoas

      • Só eu e o @Assalariado achamos que os fundos de papel tem um valor quase constante, que o valor da cota perde valor todos os anos devido à inflação? Para mim para comparar fundos de papel com fundos de tijolo, tem que descontar a inflação dos de papel, pois como foi dito, trata-se de juros… Mesma coisa se eu colocar na poupança, CDB, TD, ou qualquer outro tipo de renda fixa. O rendimento não é liquido. tem que descontar a inflação. A perspectiva para a inflação até que está bonita agora… Mas pouco tempo atras, tivemos inflação de quase 11%aa… E os FIIs de papel, simplesmente ignoraram isso… tendo cotação estável… Ignorar 3 e pouco % de inflação ao ano, já está errado, agora o nosso histórico aqui é de muito mais que isso… Não dá para ignorar…

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      • valadaressite;

        “E os FIIs de papel, simplesmente ignoraram isso… tendo cotação estável…”

        Desculpe, mas vou discordar neste ponto.
        XPGA, que não é lá estas coisas, saiu de 78 a cota para mais de 110 em torno de um ano (ou menos).
        Há outros fundos de papel que tiveram uma valorização de monta na cota em lapso temporal parelho.
        Concordo que são produtos e em segmentos distintos e entendo que o colega Beto 10k frisou que os de papel podem ser excelente opção para os rentistas, já os patrimonialistas teriam uma opinião parecida com a sua.
        É uma questão de gosto e/ou estratégia.
        Eu, por exemplo, tenho os dois (tijolo e papel).
        Sds.

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    • Interessante o raciocínio, faz muito sentido. Tenho KNCR na carteira pagando hoje 0,975% e CTXT 0,875%. Olhando para trás vejo o CTXT tendo uma valorização de 310% em relação a IPO e rendas crescentes desde a IPO até o mês atual, enquanto o KNCR não presentou evolução nem na renda e nem nas distribuições.Desprezando o fato de KNCR ser um FII grande e CTXT pequeno, olhando para perspectiva de renda, qual das opções parece mais promissora?

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      • Já dei uma olhada. Tem potencial para se tornar uma excelente opção também. Não vejo razão para preferir este em vez do KNCR11. Aliás, não entendo a opção da gestora de ter dois fundos com a esma politica de investimento.

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  5. Cidades no interior querem ser Vales do Silício brasileiros


    Vista de San Jose, no Vale do Silício (Califórnia), que concentra empresas de tecnologia

    O desenvolvimento de ecossistemas regionais leva muitos de seus participantes a compararem o que existe ali com o que foi desenvolvido pelo mais famoso dos ambientes de empreendedorismo no mundo, o Vale do Silício, na Califórnia (EUA), onde floresceram empresas como Google, Apple e Facebook.

    O Vale da Eletrônica, especializado no desenvolvimento de hardwares, é um dos mais tradicionais entre as versões brasileiras do ecossistema de negócios.

    Ele fica em Santa Rita do Sapucaí (MG), cidade de 40 mil habitantes e 170 empresas de tecnologia.

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    • Dessas, 55 passaram pela incubadora de negócios do Inatel (Instituto Nacional de Telecomunicações), diz Rogério Abranches, coordenador de empreendedorismo da instituição.

      Uma das primeiras a se instalar na cidade foi a Leucotron, fundada em 1983 e que fornece equipamentos e serviços na área de telecomunicações para empresas.

      Marcos Goulart, sócio da empresa, conta que, além de se beneficiarem da qualidade do ensino local, empresas de tecnologia tiveram incentivos da prefeitura.

      “Quando chegamos, não existia nada. A Prefeitura decidiu que iria pagar o aluguel de galpões por alguns meses para empresas que se instalassem na cidade”, conta.

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      • Olá Tetzner. Aqui sinto muito falta de centro de convenções e hoteis. A região do vale da eletrônica tem muitas empresas que fazem exposições de produtos/soluções em grandes cidades, mas os clientes em potencial são do Brasil todo. O deslocamento para SP é constante. Além disso, a região aqui tem potencial para criação de eventos não só comerciais, mas também acadêmicos, como congressos. A população interessada em aprender cada vez mais é grande, na área de ciências exatas. Um FII de centro de convenções aqui seria uma boa. É claro que o centro não seria tão grande quanto o Center Norte. Pelo menos inicialmente. Também somos pobres em hotel em Santa Rita do Sapucaí. Existe apenas 1 bom. Mas, é difícil conseguir vaga nele em vários momentos do ano, devido à formaturas, festa da cidade, Hack Town e carnaval. Falando em carnaval, procure no Youtube por ‘Bloco do Urso 2017’. E veja o tamanho impressionante dessa festa para uma cidade de quase 40.000 habitantes apenas. Artistas muito famosos já vieram aqui mais de uma vez. Então, os turistas se viram como podem para conseguir hospedagem. FII aqui perto atualmente só sei de um galpão do KINEA. A Unilever está lá, se não me engano. Entre no site hacktown ponto com ponto br e veja que legal esse evento. Você bem que poderia vir aqui divulgar a existência dos FII para a população do vale da eletrônica.

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    • O vale mais popular da nova onda de start-ups, iniciada nesta década, é o San Pedro Valley, em Belo Horizonte. Ele surgiu como uma piada pelo bairro que duas empresas novatas –e premiadas– estavam instaladas, São Pedro. O apelido se espalhou e atraiu mais empresas. Hoje, “San Pedro Valley” dá nome a uma comunidade de 250 start-ups.

      Já Piracicaba ganhou o apelido de “Agritec Valley”, por desenvolver tecnologia voltada ao agronegócio. O projeto local é uma incubadora patrocinada pela Esalq-USP (Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz).

      A incubadora da faculdade abriga 20 projetos, a maioria resultado de pesquisas de mestrado e doutorado, diz Sergio Marcus Barbosa, gerente executivo da iniciativa.

      Desde 2014, companhias que passaram pela incubadora receberam investimentos do fundo de Inovação paulista, gerido pela empresa de capital de risco SP Ventures, com tem recursos da Desenvolve SP, do Sebrae e da Finep

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    • Polos de inovação empresarial crescem fora do eixo Rio-SP


      Porto Digital, um parque tecnológico instalado no centro histórico de Recife (PE)

      Do Amazonas ao Rio Grande do Sul, empreendedores de fora do eixo Rio-São Paulo vêm desenvolvendo negócios inovadores com o objetivo de ultrapassar fronteiras.

      A start-up de Manaus eMercado desenvolve um aplicativo para comparar preços em supermercados com informações dadas pelos usuários.

      A empresa, criada em 2015, atua no Amazonas e em Rondônia. Seu cofundador Flavio Montenegro Filho conta que a start-up negocia com investidores uma injeção de capital para a expansão nacional do serviço. Também já faz testes para entrar em Portugal.

      Essa empresa é a segunda de Montenegro Filho; a primeira fechou em 2013.

      De lá para cá, ficou mais fácil empreender em Manaus, diz. A região ganhou uma aceleradora (empresa que investe em start-ups), a FabriQ.

      “Antes, não existia tanto suporte. Tenho assessoria contábil, jurídica e acesso a especialistas de fora da cidade. Se não fosse por isso, acredito que teria fechado.”

      Segundo Rafael Ribeiro, diretor-executivo da ABStartups, empresas baseadas em tecnologia da informação têm como característica o potencial de buscar clientes mundo afora, não importando onde a companhia tem sede.

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    • De Maceió, a Trakto tem clientes nos EUA, Canadá, Colômbia, Bolívia, Portugal, Alemanha e Reino Unido.

      Ela desenvolveu uma plataforma para ajudar trabalhadores autônomos em seus materiais de divulgação, como livros eletrônicos, posts em redes sociais e propostas comerciais.

      Seu fundador, Paulo Tenório, conta que a companhia começou em 2013, período em que Maceió recebeu eventos de empreendedorismo patrocinados por investidores e pelo governo local.

      No início, a empresa deixou suas origens e passou por programas de aceleração em Minas Gerais e nos EUA. Mas, em 2015, Tenório decidiu voltar a Alagoas.

      Entre as vantagens da cidade ele aponta a presença de mão de obra qualificada com custo menor do que em grandes centros.

      “De uma sala de Maceió conseguimos fazer negócios com empresas do mundo inteiro, algo que, até alguns anos, era impensável.”

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    • APOIO

      Além da facilidade de crescer pela internet, as start-ups brasileiras também se beneficiam de estruturas de apoio para seu crescimento.

      Segundo a Anprotec (associação que reúne parques tecnológicos e incubadoras de empresas), o Brasil tem com 369 incubadoras de empresas, cerca de 90 iniciativas de parques tecnológicos e 35 aceleradoras (essas últimas, praticamente todas abertas desde 2011).

      Jorge Audy, presidente da Anprotec, considera o surgimentos de ambientes de inovação como “joias raras”, que conseguem se desenvolver apesar das dificuldades para empreender no país.

      Em Pernambuco, o ecossistema para inovação começou a ganhar corpo com o parque tecnológico Porto Digital, em 2000, iniciativa que uniu empresários, pesquisadores e governo estadual.

      Em 2017, o parque reuniu suas estruturas para fomento de novos negócios em um casarão de 1.600 metros quadrados do Século 19. Ali ficam incubadora de empresas (para aqueles que, em geral, demandam pesquisa e mais tempo de maturação), aceleradora de start-ups, coworking e espaço com material para criar protótipos.

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    • Atualmente 29 empresas participam dos programas de apoio a start-ups.

      A In Loco Media é uma das companhias incubadas ali e que começam a expandir, inclusive para fora do país.

      Aberta em 2011, a empresa desenvolveu tecnologia para identificar a localização de smartphones em ambientes fechados.

      A companhia diz ter faturado R$ 50 milhões com propaganda para usuários de celulares, levando em conta sua localização e hábitos de consumo. A empresa atua também na Argentina, México, EUA e Alemanha.

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  6. Novas leis vão elevar preços de imóveis em São Paulo

    O novo Plano Diretor e a Lei de Zoneamento de São Paulo, sancionados no ano passado, tendem a elevar o preço dos imóveis na capital paulista e deslocar os moradores para áreas menos nobres.

    Segundo o Sindicato da Construção (Sinduscon-SP), as estimativas feitas até agora apontam para aumentos entre 8% e 10% no preço final dos imóveis. Mas há estudos acadêmicos que estimam aumentos de até 15% nos preços,dependendo da região.

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  7. Gente, lá vai uma denúncia. Acabo de abrir correspondência em envelope do BANCO FATOR com a seguinte ameaça: as despesas da nova chamada de capital do BRCR que superarem R$ 1,00 pago pelo novo cotista deverão ser suportadas pelo fundo, ou seja VOU TER DE PAGAR AS CUSTAS DA IPO. Pode isso, Arnaldo? Sei que tem gente aqui que aceita tudo, até que o RI se negue a dar informações não confidenciais sobre novas locações, porém eu não sou vaquinha de presépio; SOCORRO A FATOR ESTÁ ME ASSALTANDO.

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  8. Tetzner Journal – 08 de Abril de 2017

    Capa Jornal Nova

    Carta ao Leitor

    Bem amigos do Blog, edição SEMANAL do nosso jornal para você ficar ainda mais ligado e atualizado nos FIIs 😀

    Isso mesmo, toda semana você vai receber a edição com os últimos acontecimentos; a edição mensal consolidada continua presente nos Relatórios Comentados.

    E no final da edição você encontra o Resumo dos FIIs Atualizado para você!

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    mini_Tetzner Tetzner

    Nesta Edição:

    • Carta ao Leitor…2
    • Conteúdo…3
    • Fatos que marcaram a Semana…8
    • Resumo dos FIIs…34
    • Nota…37

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  9. Inflação desacelera em março e é a menor para o mês desde 2012

    Com queda nos serviços de transportes e comunicação, a inflação desacelerou em março e fechou o mês em 0,25%, 0,08 ponto percentual abaixo da registrada em fevereiro, informou nesta sexta (7) o IBGE. Foi o menor valor para março desde 2012.

    A dúvida agora é de quanto vai ser o corte do COPOM rs

    Selic na Reunião de Abril/17 vai:


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    • Na verdade eu diria q a recessão se aprofundou, dai consequentemente o recuo da inflação, legal q treme treme e mengueli tem a capacidade de se glorificar se Chandon a si a queda da inflação, como se não fosse pura proeza da senhora recessão que assola o país, pra mim um ser q tem a coragem de insinuar tal situação, Jamais poderia estar onde está, taí por que confiamos desabando economicamente e em todos os sentidos

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      • Desculpe, mas não entendi o que vc está “contestando”.

        Quando se aumenta os juros é justamente para fretar a atividade econômica e, por consequinte, fretar junto a inflação.

        Foi justamente o que houve..portanto isso era intencional…aumentar os juros para diminuir a atividade econômica e levar junto a inflação.

        A recessão tão prolongada, parece ser um sinal de que a dose do aumento dos juros possa ter sido exagerada.

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      • Mesmo q fosse, não vejo assim, o q vejo foi a quebra do país e consequentemente de tudo q a dentro dele, o q aconteceu foi q acabou de a distribuição de dinheiro, que o governo vinha fazendo através de oba oba, como o dinheiro não era dele, e o governo que garantia os financiamentos (casa, carro, máquinas agrícolas, máquinas industriais, Cachorro, papagaio, piriquito, etc por se financiava tudo lembra) não tem credibilidade para tal, a fonte secou, aí como alguém vai comprar alguma coisa sem dinheiro, finaciamentos para indústrias e tudo mais acabou se, aí vem desemprego e babau…

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      • O governo tá tão perdido e não tem nada a ver com a queda inflação q esses dias eles tiveram q publicarem uma errata por conta de anunciar erroneamente ipca a favor dele próprio, até quando o vento sopra a favor dele ele não consegue aproveitar o momento por estar como coruja de dia.

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      • E tem mais se o governo não teve mérito com altas de juros, vai ter mérito por estragar a estabilidade da inflação, pois cortar juros drasticamente como e vem fazendo , reduz a consistência da queda da inflação fazendo com q ela volte Ainda pior em um período curto de tempo.

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      • Você então acha que, diante da maior recessão da história do país, maior e mais longa que aquela resultante da Depressão mundial em 1930, ainda devemos manter os juros altos?

        Com que propósito?

        Aprofundar mais a recessão? (pois é isso que resulta se mantivermos juros altos)

        Ou será que devemos manter os juros altos para piorar o já preocupante nível do endividamento público? (porque manter os juros altos significa aumentar o serviço da dívida e, consequentemente aumentar a divida)

        Eu não vejo nenhum economista sério..mesmo os mais ortodoxos (incluindo o Alexandre Schwartman..conhecido por pregar aumento de juros) pregando isso…É quase uma unanimidade a opinião pela queda dos juros.

        imagine juros de 13% comum. a inflação abaixo de 4%..juros reais quase em 9%…Nenhuma economia aguentaria a tremenda depressão que isto causaria.

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      • Não disse q não deva cortar os juros, disse apenas q a queda tem d ser branda, solavancos em economia não combina, outro detalhe juros muito baixo no Brasil, ninguém vai mandar dinheiro p cá, vai mandar p EUA ou outro lugar com segurança, coisa q aqui não existe, aí se isso acontecer vai nos moer mais q já estamos. A única coisa q podemos contar é com exportações e dinheiro de fora para investimentos e outros, se for contar com dinheiro do governo, esquece, já falam em um rombo de 156bilhao p ano q vem, tenho um amigo empreiteiro q não recebe dinheiro de obras entregues ao governo a dois anos, tem q ter um atrativozinho aqui se não não vai, é isso significa um Jurinho, caso contrário vai Fede isso aqui vai por mim,

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      • Interceptorfii19
        Foi escrito por alguns por aqui que a renda dos FIIs de papéis iriam cair.
        Eu estou tranquilo, quero que a taxa caia 2%, vai ser bom pro Brasil (o serviço da dívida vai diminuir) e MUITO BOM para quem em FIIs de tijolos.
        O Brasil sempre foi assim, ganha dinheiro quem sabe aproveitar essa gangorra, agora quem está com o pé trocado (e são muitos)……

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      • Então barbado, a questão não deveria ser por juros baixos mas por pouco dempo, a questão seria Ter um juros sustentável e estável por um tempo longo, ( claro q quanto menor melhor)coisa q no Brasil não tem, na questão de estar em papel ou tijolo, ate hoje não descobri Ainda qual seria melhor, o papel como sobe desce no final sai a média, no tijolo, se tiver inquilino tudo bem, mas e se perde o inquilino, exp. Almi, então na minha opinião e claro se puder, tenha de tudo o máximo diversificado possível, tenho tijolo, papel, imóveis físicos seguimentos e geografia diversificados também, ações, aposentadorias, e outras aplicações, sendo assim tanto faz o rio correr p baixo ou p sima , tanto faz😉

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      • Interceptorfii19….
        Diversificar para buscar proteção e média de rendimento a meu ver não é uma boa estratégia.
        Essa média se consegue com Tesouro Direto, ninguém precisa ler relatórios, procurar distorções do mercado, frequentar fóruns etc. etc.
        Na minha humilde opinião o que traz o dinheiro grande é apostar naquilo que vai subir mais, sempre “com alguma margem de segurança”, quem não buscar isso a meu ver deve sair de renda variável.
        É um pouco “fria” essa afirmação mas é a triste realidade, sardinhas servem para lubrificar as engrenagens do mercado.
        Num outro fórum que frequento vejo como muita frequência a seguinte afirmação: Tenho prejuízos a compensar, esqueci de colocar na declaração do ano passado, etc. etc.
        Ora, se num ano como 2016 alguém perdeu dinheiro com ações posso apostar 100 ações da Vigorelli (dou a cartela junto, parece um Diploma de Faculdade) que foi a sardinhada despreparada, esta deveria ficar no Tesouro Direto, estudar muito e só entrar no mercado quando puder analisar o mercado e os ativos com o “próprio cérebro”.
        O resto é trololó…
        Abs.

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      • Pois é barbado, A minha humilde opinião é q aquele q puder diversificar com fiis top e ações top, além de proteção, raramente perde em renda variável, desde que antes de apertar o botão esteja ciente de q não vá precisar ou que aquele dinheiro não lhe fará falta. Agora falando em humildade lembrei do meu amigo árabe, kkk ele sempre dizia q aquele q olha muito lá na frente, e quer ganhar muito e sempre de uma só vez, pode não enxergar um belo buraco que estava diante de seus pés, mas não o viu pela ganância. Cair nesse buraco aí sim pode tirar o ser vivo da renda variável de uma vez,

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    • Não sei de onde tiram esses números de que a inflação despencou.

      Fui ontem no supermercados e o preço das coisas está um absurdo.

      Um queijo Minas daqueles pequenos estava uns 13 reais. Um litro de leite tipo A 4,90 o litro.

      Minha cesta de mão cheia de produtos ficou mais de 120 reais.

      Isso pra comprar só o necessário.

      Índices de inflação oficiais não são nem um pouco confiáveis.

      Abçs!

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      • Problema é que no campo nós vendemos ele a 1,30 para os espertalhões revenderem a esse preço aí, fora descontos e outros roubos q acometem o produtor rural, na verdade sai por menos de 1 real, é uma injustiça esse bananal aqui. Mas como dizia meu amigo árabe povo brasileiro povo Carneiro, isso já se vão mais de 30 anos q eu me lembre

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  10. Haha, Tetz, eu estava me segurando aqui mas sinto muito, não deu :
    Obrigado ao amigo HEMMER pelo gancho, eu ia postar lá mas ficou meio grandinho kkk.
    E agora para onde vai o IFIX, graficamente :
    No gráfico diário a Me9 cruzou a Me20 para baixo confirmado pelos indicadores, mostrando início de correção, conforme mostra o gráfico diário logo abaixo, se a correção vai continuar ou não veremos nos próximos candles.
    Para quem não quer se aventurar nos “paranaues” da análise gráfica, como diz nosso amigo Ahchaves, uma dica bem fácil de ser seguida é comprar quando o preço tocar e/ou estiver abaixo de uma média de longo prazo, p. ex. a média de 200 períodos no gráfico diário ou média de 100 períodos no gráfico semanal. De tempos em tempos o preço fica abaixo das médias de longo prazo, afinal como o nome mesmo diz, é uma média.

    Maaais fácil ainda de ser seguida é a tendência, pegar uma logo no início, confirmada pelos indicadores é simples de operar, conforme gráfico abaixo.

    Em última análise preço se traduz em margem de segurança.
    Ora, RV ( renda variável ) não é como comprar um título do tesouro. Quando vão te vender uma ação, um FII, só contam o lado bom , não contam que do dia pra noite você pode perder 40% do seu capital, se contar quase ninguém compra, douram a pílula demostrando o quanto se pode ganhar e geralmente minimizando os riscos e o quanto se pode perder. A verdade é que investir em RV não é para “amadores”, se é para sentar em cima e esquecer então melhor ficar na poupança. A boa notícia é que todo mundo pode deixar de ser “amador” se dedicando, estudando, não pode ter preguiça, o único caminho é estudar, estudar e estudar, sempre, conhecer o ativo que está comprando, o mercado, o cenário, tendências, etc e tals.
    Em mercado de alta todos ganham, qualquer FII por pior que seja sobe também, o problema é que altas não duram pra sempre, um dia a correção vem e a baixa também, e de nada adianta comprar um FII com preço no topo só porque está com DY de 10% se adiante o preço cai 10%, lá se foi o DY.
    E para quem diz que preço não importa, nada mais falacioso, enganando a si próprio, é só uma âncora emocional.
    Vamos dar um exemplo bem primário, pra ficar “didático” e bem próximo do dia – dia :
    Seu José foi ao mercado comprar ovos de páscoa, o preço do ovo estava $100, achou caro, mas como o preço poderia subir ainda mais e haviam outros consumidores comprando, deduziu que se não comprasse agora poderia pagar mais caro amanhã, ou pior, poderia ficar sem se todos comprassem antes dele, analisou, considerou que o ovo era de ótima qualidade, saboroso, já havia comprado antes, de marca líder, inclusive com comercial mostrando gente linda, jovem, bem sucedida e feliz consumindo seus produtos, decidiu comprar apesar do preço alto.
    Passaram-se alguns dias e seu José voltou ao mercado, foi até os ovos de páscoa para ver se os preços haviam subido e se ainda haviam sobrado alguns. Para seu espanto não sá haviam sobrado como estavam quase todos lá e o preço que antes ele havia pago de $100 agora era de $50. E agora seu José ?
    Seu josé constatou que o ovo que havia comprado estava agora pela metado do preço, ou seja, ele pagou o dobro do que estava sendo ofertado agora, em outros termos ele perdeu 50% do que havia desembolsado pelo mesmo ovo.
    O que ele teria feito em seguida :
    a – De pronto teve um ataque cardíaco;
    b – Foi embora do mercado reclamando da vida, se sentindo perseguido e culpando tudo e todos pela sua desventura.
    c – Pensou em comprar mais, mas já havia gasto todo seu dinheiro, impossibilitando aproveitar a baixa de preços;
    Moral da história, por mais qualidades que um ativo tenha, seu preço está sujeito ao mercado, os prós e contras do ativo, as expectativas futuras do mercado, tudo está precificado, o que não quer dizer que o preço seja justo num dado momento. Em suma preço resume a equação custo/benefício, isto é vital tanto para o “trader” quanto mais para o “holder” que pretende manter o ativo em carteira por vários anos, talvez décadas a frente .
    É incrível como as pessoas deixam de comprar bens e serviços quando estão muito caros e aumentam o seu consumo quando estão mais baratos, porém parece que utilizam a lógica reversa quando se trata de investir dinheiro. Talvez Froid possa explicar.
    E para terminar, especialmente para quem vive repetindo que preço não importa, por favor reponda, seja sincero com você mesmo.
    Quantas unidades do mesmo ovo de páscoa você estaria disposto a comprar ao preço de $/unidade:
    i – $100;
    ii – $50;
    iii – $10.
    Então, vai continuar repetindo que preço não importa ?

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    • Pra quem compra bons ativos o preço não importa, pois só longo dos anos a tendência é o investimento se pagar.

      Pra mim análise gráfica de índice que é uma total besteira, com todo respeito ao amigo que criou este testamento gigantesco que eu não tive ânimo pra ler.

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      • Amigo Construção, há estudos que comprovam, quem compra na baixa tem lucro maior quanto maior o período de investimento.
        Quanto a premissa de pra quem compra bons ativos o preço não importa, a economia é dinâmica, o que é bom hoje pode deixar de ser amanhã.
        Quanto a premissa de que ao longo dos anos a tendência é o investimento se pagar, tendências muitas vezes não se concretizam, ainda mais em investimentos de longo prazo, quanto maior o tempo mais exposto aos riscos inerentes, o que confirma mais uma vez que preço é margem de segurança.
        Por gentileza tenha “ânimo” para ler o “testamento gigantesco”, digo post, para depois apresentar uma argumentação mais bem fundamentada.

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      • Ta bom Trix, voce ta certo e eu que estou errado.

        Voce ganhou.

        Sem paciencia pra discutir, pois nao adianta, no dia que a galera enxergar que o que vale é manter o dinheiro em bons ativos ao inves de ficar olhando cotacao, grafico, yield, vao concordar comigo.

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      • Amigo Construção concordo contigo em partes, é fundamental escolher bons ativos para comprar e manter, afinal ficar comprado num ativo por anos e anos é quase um casamento. Pois de nada adianta comprar um ativo ruim na baixa, o “holder” não pode ou não deveria carregar ativos ruins, salvo se houver expectativas de melhora desse ativo, é assumir risco pois a melhora pode não se concretizar, apesar do prêmio as vezes compensar.
        Mas para não me alongar, escolhido ativos de boa qualidade, esperar um melhor momento para “dar o bote” pode proporcionar maior lucro ou menor prejuízo caso as condições se deteriorem, enfim uma margem de segurança maior, o que vai resultar em mais felicidade, mais bem estar, etc e tals.

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      • Quanto à questão dos preços, é muito ruim olhar setores de sua carteira (ou ela toda) e perceber, após anos, que se tivesse deixado na poupança ou num fundo DI básico vc teria mais com infinito esforço menor.

        O que são “bons ativos”? Como vc reconhece um “bom ativo” a priori? Um “bom ativo” não pode, em algum momento, perder os fundamentos? Elétricas não eram “bons ativos” na bolsa, barbadas sem erro? A Petro não era um “bom ativo” em 2007, 2010? BRCR não era um bom ativo, e o maior?

        Isso de “bom ativo” é um raciocínio circular, tipo “o bom é comprar o que é bom. E bom é o que vai trazer rentabilidade e valorização”. Hummm…

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      • “Pra quem compra bons ativos o preço não importa..”

        Fale isso para o Graham e para o Buffet. Por que será que adotam valuation, afinal?
        Parabéns, Trix!
        Seja pelo “testamento gigantesco” (que eu li), seja pela educação nas respostas.
        Sds.

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      • Há uns tempos atrás fiz uma análise de investimento comparando comprar cotas de KNRI11 ou investir em TD pré-fixado ou em LCA de bancão. As premissas eram as mesmas, sendo que para KNRI os rendimentos eram investidos e considerei o valor de mercado da cota para avaliar. Plotei o gráfico e constatei que os FIIs de qualidade seriam imbatíveis se comprados com preços baixos…caso contrário os outros investimentos davam de lavada. Assim, pra mim, o preço importa qualquer que seja o investimento! Seja FII de qualidade ou aquele super lote! Hoje há muitas opções de RF com ganhos melhores que RV, especialmente TD, portanto, não olhar preço dos FIIs é loucura!

        Mas concordo com o Construção sobre bons ativos…é sempre melhor focar neles! Mas será que vale mais a pena comprar SHPH11 agora ou investir a grana em TD e esperar uma queda e efetuar uma pescaria??? É só uma dica!

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      • Trem

        acho que a grande questão é como simplificar essa questão de “olhar o preço” para o pequeno investidor que, além de não ter muito tempo, dedica-se pouco aos investimentos

        o método de “não olhar preço” se sustenta basicamente em sua simplicidade: compra, acumula e acompanha

        mas o fato é que a maioria pratica o compra e esquece

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      • Como disse, vocês sabem tudo, eu não sei nada. Eu não olho preço pois nem tenho tempo pra isto, como a galera fica aqui o dia inteiro postando, devem ser milionários que passam o tempo vendendo e comprando FIIs (estão errados? Não. Pode ser um hobby de vocês).

        Como eu ainda formo meu patrimônio, eu preciso trabalhar, logo, não tenho tempo de acompanhar mercado e minha análise é fundamentalista: Se o FII é bom, eu não vou perder meu tempo esperando uma ordem de venda baixa, eu compro a mercado, exceto em casos de extremo spread (Exemplo: BCIA da vida e outros sem liquidez).

        O que desanima aqui é que, se você posta algo contrário, é massacrado, é por isto que a muitas pessoas mudaram pra outros locais pra discutir FIIs, e eu acho que devo fazer o mesmo.

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      • Construção;

        Sem vitimismos, por favor.
        Primeiro, você fez uma postagem contrariando a do Trix sem argumentar de forma adequada, sendo que nota-se até um certo desrespeito com o colega (“testamento gigantesco”). Aliás, você sequer a leu até o fim, conforme cita.
        Segundo, quem não quis debater a ideia contrária foi você no post seguinte, após a resposta (educada) do Trix, e novamente sem argumentar de forma adequada, limitando-se a proferir frases de efeito já conhecidas de muitos aqui.
        Terceiro, aqui não é seita e ninguém fica repetindo mantras, é um ambiente livre de discussão. Uns preferem praticar B & H, outros alocação pontual e outros realizam trades. No mundo as pessoas tem a tendência a pensar diferente uma das outras, ainda bem.
        Sds.

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      • Concordo que a análise dos fundamentos de um ativo é mais apropriada, mas comprar um bom ativo pela metade do preço significa o dobro da rentabilidade, no longo prazo, que comprar um bom ativo pelo preço padrão. Preço sempre importa.

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      • Uma coisa é você abrir uma posição grande e acertar o fundo.

        Outra coisa é você comprar aos poucos, ao longo do tempo, investindo os rendimentos, parte do q você consegue poupar do seu salário.

        Para esse 1% que entra grande legal. Para os outros 99% não importa.

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    • Trix

      Parabéns amigão, poucas vezes vi um texto tão conciso e explique tão bem o operacional de forma didática

      Interessante mesmo, pois é um debate para páginas e mais páginas, resumiu bem a questão do preço médio e da necessidade de qualidade

      Agora respondendo:

      Não teria comprado nos 100 mas entendo quem tenha comprado por perfil (por exemplo, quem tem filhos sabe que criança não olha preço, só os brinquedos que vem dentro e o comercial da TV)

      Nos 50 teria comprado, estaria no que eu julgo “preço justo” para um ovo de chocolate

      Mas se já tivesse provado, visto que o chocolate era bom e desse de cara com 10 pilas enchia o carrinho kkk

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    • Amigos Tetzner e Construção, essa é a essência do meu post, vamos imaginar que cada FII seja um ovo de páscoa desses do exemplo, um FII de primeira linha ao preço de $50, onde passa a média de 200 períodos p.ex. eu compro, por $10 então eu me entupo. Já um FII de terceira linha, desses com imóveis ruins, administradores duvidosos, etc, exemplos abundam infelizmente, até por $10 eu pensaria muito antes de comprar e se decidisse por comprar não deixaria passar de uma porcentagem pequena da minha carteira.

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      • Ô looco amigo! Meu postzinho rendeu essa aula!
        Muito obrigado Trix!!!
        Eu não sei ler gráfico.. Mas vejo meu HB todo dia, só por diversão mesmo.. E comecei a ver quedas pontuais até altas em ativos bons. Isso pra mim me deu um sinal de alerta.

        Construção.. Dinheiro é dinheiro… amanhã ou depois passa um cavalo selado na tua frente, e tu está com ativos bons porém desvalorizados em uns 40%.. E aí? É um contexto geral… Tudo importa.. Inclusive o preço.

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    • Trix, uma coisa com referencia à sua analise tecnica. Cerca de 2 meses perguntei se não seria bom vender tudo e depois montar a carteira novamente aos poucos pois os preços estavam nas alturas como voce mesmo havia dito, e voce respondeu que nada indicava que os preços iriam cair em 2017, ao contrario, que iriam subir, pelo menos em 2017. E agora falas que sofrerão correção. Por favor, o que aconteceu ?

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      • Amigo Mariano , a 2 meses atrás não haviam sinais gráficos indicando mudanças de tendência, nem mesmo de correção. Neste momento o gráfico diário do IFIX mostra o início de uma correção dentro da tendência que ainda é de alta.
        O que aconteceu, no meu modo de ver, a euforia se dissipou um pouco contaminada pelos problemas políticos internos principalmente, ficou mais claro que a recuperação econômica será mais lenta do que se esperava antes, a crise econômica em que meteram o Brasil com consequência direta no aumento de vacância refletindo em queda de renda deu ensejo a realizações de lucros com esse capital indo em busca de menor risco ou de ganhos de capitais projetados mais expressivos.
        Creio ainda que a tendência de alta do IFIX deva continuar até o fim do ciclo de baixa da Selic, provavelmente até um pouco antes.

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      • Cerca de 2 meses perguntei se não seria bom vender tudo e depois montar a carteira novamente aos poucos pois os preços estavam nas alturas como voce mesmo havia dito, e voce respondeu que nada indicava que os preços iriam cair em 2017, ao contrario, que iriam subir, pelo menos em 2017. E agora falas que sofrerão correção. Por favor, o que aconteceu ?

        Mariano

        Esse é o dinamismo do mercado. Em dois meses tudo pode mudar ou nada pode mudar. Mas como o Trix mesmo respondeu, graficamente dois meses atrás não existiam indicações de mudanças.

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    • Gostei do post apesar de não ligar muito pra análise técnica. Estou “sentado” nos ativos até achar que preciso mudar. Preço é relativo, prefiro acreditar que importa e que não importa ao mesmo tempo. Esses assuntos são muito dinâmicos, difíceis de reproduzir em regras. Sim acho que o sistema é caótico. Um ponto que complica a decisão é a pressão, isso prejudica demais a escolha. No caso do ovo de páscoa, existe um tempo certo pra presentear. Esperar a manada passar pode ser frustante pra quem recebe e trabalhoso de escolher ovos inteiros.

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      • Concordo plenamente com o Linelson, caso ocorra a aprovação de reformas que estamos aguardando a tendência é de melhora na economia e consequente valorização ainda maior do IFIX. O que ocorreu nos últimos dias diz respeito a deteriorização da expectativa sobre a reforma da previdência, com privilégios das aposentadorias especiais (professores, etc), rurais, exclusão na reforma de aposentadorias de servidores municipais e estaduais, etc.

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      • Pois é amigão, o Temer deu uma “tremida” e o mercado sentiu

        Tem muita expectativa depositada nele e na mudança

        Só que o povo esquece que a “turma” lá do congresso e senado se mantém a mesma…

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    • Espero que seja só retórica e que esteja fazendo o contrário.
      Gráficos servem para pouca coisa, só algo me desperta curiosidade, a tendência.
      A tendência é de que hein? De alta…
      Não tenham medo de ganhar o “dinheiro grande”, se ficarem nervosos, tranquem-se no banheiro e falem para as respectivas mulheres só abrirem a porta depois que fechar o pregão, senão vão fazer besteiras…….
      Abs. do Dom Quixote.

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    • Pq o seu José ficou com raiva, já que não tem como saber se o preço do ovo ia baixar?
      E se em vez de baixar, tivesse subido, ele teria ficado feliz ou seria esperto por ter comprado a 100?
      Depois dos acontecimentos, fica bem fácil e óbvio avaliar, queria ver na hora que só tinha ovo por 100 reais, como ele ia deduzir que iria baixar.

      Claro que preço importa.
      Se indagar uma criança se ela quer comprar sorvete por 1 real ou 2 reais, até uma que nem sabe ler e escrever ainda, vai dizer que prefere comprar a 1 real.

      Comprar ação quando tá barato é rentável, fantástica e incrivelmente rentável.
      O problema é saber se tá barata, cara, se vai subir, cair, ficar de lado etc 😉

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      • Li agora que é um ovo de chocolate, e não um ovo comum.

        Preço de ovo de chocolate, na páscoa, sabemos cirurgicamente quando vai subir, descer e o motivo.
        Não entendi essa relação com RV (pra mim é o contrário, não sabemos se vai subir, descer, nem quando e os motivos rs).

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      • Amigo Assalariado o ovo foi só um exemplo, poderia ser qualquer outra coisa.
        É justamente nisso que a análise gráfica nos auxilia, a prever e antecipar os movimentos do mercado, pense como a previsão do tempo, há a probabilidade de acertar mas também de errar. Pense também o seguinte : olhar o mercado sem a análise gráfica é como olhar o céu a olho nu, já com a análise gráfica é como olhar o céu com um telescópio.

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      • Aí é que está a utilidade da análise gráfica, no gráfico de Heiken Ashi suavizado p. ex. o início e o fim da tendência são fáceis de serem identificados no momento em que estão acontecendo. Já para saber a extensão de uma tendência existem técnicas e instrumentos para tentar mensurar , mas isso daria um post no mínimo duas vezes maior que este.

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    • Legais os gráficos Trix, poste mais de vez em quando.

      Sobre os preços de compra, é claro que eles importam. O problema é que ninguém NUNCA saberá se hj eles estão baratos ou caros 🙂 . Quando o ifix estava em 1302 pontos, muita gente vendia achando que o fundo era mais embaixo… e passamos dos 2000 pts. Hj muita gente acha 2000 pontos caro, mas é impossível saber se o ifix irá a 4000 (ou se volta pra 1000). Nem a análise técnica tem a pretensão de encontrar topos e fundos futuros (aponta apenas a tendencia mais provável).

      Eu não tenho pretensão de acertar os topos e fundos… Então me contento em estar na média do mercado. Para isto seleciono os ativos por critérios fundamentalistas e compro pequenas posições TODO mês. Pronto! Sem emoção vou ficando na média de longo prazo. Já quem quer estar acima da média do mercado tem que assumir o risco de fazer timing (adivinhar topos e fundos). Não tenho esta capacidade… mas quem tem boa sorte.

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    • Construção

      Tenho ótimos ativos na carteira. Posso vender para você pelo dobro do preço que paguei. Não se preocupe com o preço. Ao longo dos anos a tendência será o investimento se pagar. Basta entrar em contato comigo no pvt.

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      • Suntzu, basta colocar a sua venda a mercado, como todos fazem. Se for a hora e ordem de minha compra, baseado em minha análise fundamentalista, quem sabe eu não compre? Acho que esta te faltando um pouco de interpretação de texto, sei lá, talvez esteja perdendo muito tempo no seu “compra e vende” na bolsa e esta deixando de ler mais livros e se tornar mais culto. Fica uma dica pra você, viver mais, deixar o seu dinheiro trabalhar sozinho pra você no mercado, pois ao longo do tempo bons ativos tendem a se valorizar …

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    • Trix, excelente gráfico. Concordo com tudo que escreveu, já usei análise gráfica e comprovei na prática que funciona com ações, desde que usada com disciplina e bom senso. Meu único senão é a sua aplicação com o IFIX que ao meu ver é distorcido pela inclusão dos rendimentos.
      Como se comportou a análise gráfica aplicada ao IFIX em back tests?

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      • Caro Felipe Mendes, vamos pensar no IFIX como se fosse uma fotografia do mercado, no seu momento atual, de onde veio e pra onde esta indo.
        Não se preocupe com inclusão dos rendimentos, pois é apenas um índice, serve pra dar uma geral no mercado , as decisões de compra e venda sempre em cima do gráfico de cada FII.
        Com relação à sua pergunta, usando apenas uma métrica bem fácil, basta olhar no gráfico acima, toda vez que o Trix cruzou a linha zero pra cima e Aroon up alcançou 100 uma alta teve início.

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      • Entendi Trix, então esse setup está funcionando bem para o IFIX. Pelo que consegui enxergar ai no gráfico o mesmo cruzamento da Me9 com a Me20 ocorreu em nov de 2016 e em seguida houve uma quedinha no curto prazo, mantendo a alta no médio, mais ou menos oque está se desenhando agora?

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    • Meu muito obrigado a todos os amigos que colaboraram comentando o meu post, o debate sempre enriquece, afinal muitas cabeças pensam melhor do que uma.
      “Nóis briga mas nóis é unido”, por isso somos a família Tetzneriana.

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    • Rapaz adoro quando alguém cita Graham ou Buffett.

      Os homens que são exceção da exceção da exceção, um o maior gênio do mundo dos investimentos, o outro o mais bem sucedido investidor da história.

      Citar eles pra dizer que deve olhar preço, é que nem dizer:
      – Estude Física, veja o Einstein, ganhou o Nobel e ficou milionário
      – Vá jogar Futebol, olha o Neymar, ganhando rios de dinheiro
      – Lute MMA, veja como o Anderson Silva está rico, ganha mais de milhão por luta

      Então é isso moçada, só comprem baseado no preço, façam valuation…se tiverem dúvidas, perguntem pra Buffett se valeu a pena ou não. Usem gráficos, veja por exemplo aquele investidor, que no longo prazo saiu bastante no lucro…aquele da análise técnica…aquele que vive há anos da renda gerada por AT, como é mesmo…esqueci agora o nome, mas tem vários 🙂

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      • Contribuindo com meu 1 centavo aqui:

        Para começar, uma estratégia do Holder nem sempre é puramente financeira. Sua grande sacada é que combina dois elementos fundamentais para proteger e rentabilizar o pequeno investidor: A estratégia de alocação de ativos (de valor) e o custo de oportunidade do seu tempo pessoal.

        1) a estratégia de alocação de ativos tem uma premissa muito elegante que diz: se VOCÊ escolher ativos que VOCÊ considera que tem valor e alocar todo seu patrimônio em percentuais fixos nesses ativos (com verificação anual por causa dos balanços); caso você sempre faça seu aporte mensal para tentar voltar aos percentuais anteriormente fixados, você não consegue comprar no topo e vender no fundo.

        Com essa estratégia você tem uma proteção dupla: Proteção contra o mercado (pela diversificação) e proteção contra sua manadisse interna (comprar no topo e vender no fundo).

        2) a estratégia de maximizar seu custo de oportunidade é excelente e vou tentar dar um exemplo prático para defendê-la:

        Você acha que mesmo que se treinasse muito você conseguiria ser melhor que o Michael Jordan no basquete? ou que o Pelé no futebol? uma coisa é você assistir os jogos deles, ler livros e bibliografias sobre eles… outra é você estar no campo e fazer o que eles fazem. Então, por mais que você leia, estude, e tente agir como o Warren Buffett, você precisa partir da hipótese de que você é burro e vai fazer merda se tentar fazer com seu dinheiro o que ele fez com o dele.

        Mesmo que você seja o próximo gênio (escolhido) das finanças e vá superar o Warren Buffet, com certeza você não estaria lendo esse post na comunidade se você o fosse (risos).

        Então dada essa introdução vamos ao exemplo:

        Imagine por um absurdo que você conseguiu acertar o mesmo investimento que o Warren Buffet fez em 1987 quando comprou 6% da Coca-Cola. Naquela época o patrimônio da Berkshire beirava em torno de 2 bilhões e o WB comprou 1 Bilhão em ações da Coca-cola. Em 27 anos esse valor multiplicou por 16 (tendo como muitos o melhor investimento do Buffet até agora)

        Suponha que você possui um patrimônio de R$ 2000,00 e fez a mesma alocação. Comprou R$ 1.000,00 de Coca-Cola e esperou 27 anos para ter 16.000,00.

        Aqui é que entra o custo de oportunidade:
        Você pode perder seu tempo monitorando o mercado para tentar (de forma impossível) acertar um movimento desses tendo pouco patrimônio, ou, nesse caso, gastar seu tempo trabalhando ou economizando para conseguir aportar R$20,00 reais por mês a mais do que você aporta agora. (fazendo os cálculos, 20 reais por mês na poupança, a 0,05% ao mes, durante 27 anos já é maior do que os 15 mil reais de lucro que você teve nessa operação)

        Pelo mesmo racicínio, suponha que seu patrimônio hoje fosse de R$ 200.000,00 e você aportasse 100.000 em coca-cola em 1987, em 27 anos você teria 1.600.000,00 em Coca-cola. Porém, se você usar seu tempo extra, economizar, se qualificar e melhorar seu emprego e aportar R$2.000,00 reais a mais todo mês na poupança (0,05% ao mês) você já consegue um valor R$1.613.000,00.

        Agora eu te pergunto, qual é mais fácil fazer:

        – Conseguir acertar o timing perfeito de um investimento genial que um cara como WB fez (e foi seu melhor investimento em termos de retorno até hoje)

        OU

        – Se qualificar, poupar, fazer hora extra, aumentar sua renda e seus aportes e conseguir exatamente o mesmo resultado (dado que seu patrimônio é pequeno/médio)?

        Pessoal, investidores e autores como Warren Buffet, Jeremy Siegel, Philip Fisher, Luiz Barsi, Lirio Parisotto… são caras que analisam patrimônios Bilionários. Para eles é essencial olhar o preço na hora da aquisição. Mas até mesmo eles fazem isso por uma análise muito mais de experiência própria (estamos falando de gênios) do que usando números e valuation com fluxo de caixa que usa dados do FUTURO para estimar valor presente.

        Perceba que no meu exemplo pegamos casos absurdos: Você faz um movimento genial acertando o timing de um cara como WB ou consegue o mesmo resultado “investindo” em algo como a poupança.

        Para concluir, acredito que a estratégia de ser Holder é excelente para o pequeno investidor porque além de protegê-lo, mostra que pelo custo de oportunidade você pode ganhar mais dinheiro se preocupando com seu emprego do que perder tempo monitorando o mercado encontrando rentabilidades impossivelmente geniais.

        Fico a disposição para ver o comentário dos colegas e qualquer ponto a acrescentar (ou discordar) estamos sempre aprendendo juntos aqui na comunidade. Quis defender essa tese porque estou (matematicamente) convencido de que ela é excelente para proteger o pequeno/médio investidor, tanto em ações quanto em FIIs

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      • Amigo Cristian.Gadelha, antes de tudo obrigado por acrescentar seu ponto de vista ao debate.

        Realmente quem tem uma profissão que ocupa a maior parte do tempo e faz aportes pequenos todos os meses, depois de 10, 20, 30 anos terá conseguido um preço médio próximos as médias de preço. Esse operacional talvez seja o mas eficiente para esse perfil de investidor.

        Já para quem é investidor profissional, aquele que tem isso como ocupação principal, que vive disso, pode usar outros operacionais que sejam mais eficientes para esse perfil de investidor.

        Possivelmente o perfil da grande maioria dos participantes do blog se enquadre no primeiro exemplo. Uma sugestão de operacional para esse perfil de investidor, muito fácil de operar é seguir tendência, dá resultados maiores do que fazer aportes periódicos.

        Quanto aos investidores bem sucedidos citados, todos ou muitos deles começaram com pouco dinheiro. Se quisessem fazer dinheiro no mercado financeiro nos EUA teriam que ir para a bolsa pois os títulos do tesouro americano rendem quase nada, ao contrário do Brasil onde rendem muito, mesmo assim investidores como Luiz Barsi e Lirio Parisotto não teriam chegado onde chegaram aplicando na poupança, fosse assim teríamos milhões de brasileiros milionários apenas investindo em poupança.

        Discordo quando você afirma que Warren Buffet, Jeremy Siegel, Philip Fisher, Luiz Barsi, Lirio Parisotto, são gênios. Não são gênios, nem sortudos, eles dedicaram suas vidas aos investimentos e tiveram um desempenho compatível à dedicação, empenho e preparação que foram adquirindo todos os dias, se sacrificaram, enquanto muitos gastavam tempo se divertindo, eles estavam estudando, aprofundando seu conhecimento, de fato não são pessoas comuns, são bem sucedidos pois se prepararam e aproveitaram as oportunidades que surgiram. Claro que não podemos esperar desempenho acima da média do investidor amador, aquele que tem outra profissão e apenas dedica uma porção de tempo livre aos investimentos, mas o investidor profissional tem condições e pode sim ter um desempenho acima da média do mercado em proporção direta à sua dedicação e conhecimento.

        Agora uma pergunta para reflexão : Se eles tivessem passado a vida toda fazendo pequenos aportes todos os meses, teriam chegado onde chegaram ?

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      • Grande Trix,

        Eu concordo contigo sobre as diferenças entre o investidor profissional e o investidor que está iniciando. Meu ponto de vista não se exclui ao seu, muito pelo contrário, acho que se complementam no seguinte argumento:

        Quanto mais passivo for o seu investimento, menor será o seu retorno. (ex: ETF, LFT etc)
        Quanto mais ativo, maior poderá ser o seu retorno.

        Eu acredito que no início uma pessoa deve sempre procurar aumentar sua própria renda ativa. Porém se você chegou em um ponto onde não pretende mais aumentá-la (está feliz no trabalho, se sente realizado, não quer ser empreendedor, etc) ai vale a pena começar a desenvolver uma filosofia de investimentos um pouco mais ativa, um pouco mais agressiva.

        Na minha análise só quis mostrar que um Holder consegue ter pelo menos um retorno médio de mercado (e já supera muita gente que compra no topo e vende no fundo), e se ele está sempre melhorando seus aportes, isso equivale em termos de quantidade de dinheiro a um retorno financeiro alto. Por outro lado, retorno médio não deixa ninguém bilionário (a menos que você seja um empreendedor). Nesse ponto, ai eu concordo em começar a estudar mais a fundo e perceber essas oportunidades de preço no mercado e se aproveitar delas para conseguir retornos maiores (já que ela não está mais disposta a aumentar a renda ativa)

        Por fim, sobre a genialidade dos investidores citados, não há dúvidas de que talvez sejam apenas 10% talento e 90% esforço próprio e muito estudo. Eu apenas sempre parto do pressuposto de que eu sou mais burro do que a média (risos), isso me protege de movimentos mais arriscados sem estar protegido. Também acredito que esses 10% talento conta muito… por mais que a gente hoje treinasse muito, não conseguiríamos bater o Bolt em uma corrida, mas podemos sim aprender princípios do próprio treinamento dele para pelo menos não cometer os erros que ele mesmo cometeu (embora dificilmente nos igualemos a ele em resultados).

        Sobre o texto que você escreveu sobre uma análise mais técnica do IFIX e precificação, ficou excelente, mas a meu ver ainda não está para o meu próprio nível de burrice conseguir acompanhar o mercado de tal forma rsrsrs

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      • PS: mas mesmo assim já salvei sua publicação aqui nos meus arquivos pessoais, todo e qualquer aprendizado é sempre útil por que os investimentos sempre crescem junto com o investidor, muito obrigado por compartilhar essas coisas (que deve ter te dado um trabalho gigantesco )

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      • Cristian.Gadelha, obrigado pela tréplica e pela elegância da resposta, acredito que todos aqui estejam acima da média, o simples fato de todos aqui estarem em busca do saber já nos destaca da multidão de brasileiros que não conseguem se quer sair do círculo do endividamento.

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      • Cristian.Gadelha, parabéns pelo post. Em todo esse debate, que vez ou outra sempre retorna ao blog, o seu foi um dos melhores, talvez o melhor.

        Preço importa, mas ninguém sabe quando estará caro ou barato.

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    • Trix,

      Para quem vai aportar um tantão de uma vez, preço importa MUITO.

      Para quem aporta 500 pratas por mês por 10 anos? Nem tanto, SE a carteira tiver bons ativos, SE for diversificada.
      Percebeu a quantidade de condicionantes ? Aqui diversificação também vai proteger de topos, erros de analise e do psicológico.

      Enfim, a importância da cotação está diretamente associada a estratégia.

      Não tratem nada em investimentos e na vida como absolutos. Racionalizações extremas geralmente levam a ruína.

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      • Amigo ricardong,
        A proporção está diretamente relacionada ao montante pelo tempo de investimento, quanto maior for o aporte e o tempo de investimento maior será a diferença entre pequenos aportes periódicos e grandes aportes pontuais.

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      • O grande problema dos FIIs é sua governança, pouco tempo de vida, perpetuidade. Preço importa menos quanto mais tempo vc fica com um ativo na carteira, então quem pode garantir que daqui a 30 anos a maioria dos teus FIIS estará bem ? É um mercado pequeno, novo, sem liquidez muito diferente do acionário. Além disso o mercado imobiliário é cíclico depende da Macro e Microeconomia, o preço das cotas depende dos juros futuros, então semelhante a empresas ciclicas vc tem que evitar entrar no topo. Quem entrou em EZTC , PETR no topo, tiveram um bom retorno? Para o pequeno e inexperiente investidor é muito difícil, talvez impossível fazer buy hold puro ou passivo com FIIS no mercado brasileiro. Quem tem algum estudo mostrando a superioridade do buy hold de ” bons Fiis” no mercado brasileiro nos últimos 10,20, 30, 50 anos ? NINGUÉM! !!!!! Muto diferente da bolsa, eu por exemplo só entro em empresas de mais de anos de lucros consistentes, fluxo de caixa monstro, divida pequena, líderes em suas respectivas áreas. Como vou conseguir isto nos FIIs ????????Buy hold é para boas empresas americanas, européias, canadenses e Australianas e só, pois nestas temos estudos de 100, 50, 30 anos. Pode ser até que dê certo no Brasil, mas só com poucas como ITUB, WEGE, RADL, GRND , Ultra Par, ABEV e B3 (antiga BVMF que está com um monopólio absurdo ) pois já temos um acompanhamento maior de 15 a 20 anos em que estas boas empresas ganharam de TD, SELIC, DI, POUPANÇA neste período. Mas mesmo assim nada é garantido. Então raciocinem deixem de ser manada, usem a cabeça para analisar a realidade, sejam humildes e queiram aprender com quem está no mercado, na área de FIIs a muito tempo. Comprem só os bons FIIS, só os filés, mas tenham cuidado com o topo! !!!!

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      • Analisar FIIs é muito diferente de analisar ações. Gostaria de agradecer ao Tetzner, ao Trix e a todos os outros colegas por estes 8 meses de aprendizado no blog, que valeram muito mais que anos e anos de estudo em outros sites ou materiais de bancos, etc.

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      • Aos que gostam de repetir o mantra de outros : ” manada” , “preço não importa ” , pensem em aprender mais, estudar mais e novamente alerto : ações são diferentes de FIIs. Fiis podem ser mais ariscados que empresas cíclicas, ” invistam em vcs, ” invistam em valor, na educação de vcs” para não serem ” sardinhas deslumbradas ” e ” comprarem no topo e venderem no pânico ” e sejam mais educados, menos agressivos e mais versados ao diálogo ou querem ficar malucos ” batendo em mulher ” ou ” brigando na assembléia da Eternit” que nem um povo estressado e afetado que existe por aí?

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      • Ainda sobre a precificação dos Fundos Imobiliários, quero ressaltar que esta obedece a duas forças de mercado :
        1 – Mercado imobiliário;
        2 – Mercado financeiro.
        Sendo que no curto prazo as forças do mercado financeiro prevalecem na formação do preço, já no longo prazo as forças do mercado imobiliário é que prevalecem na formação do preço.

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  11. Pessoal,

    Preciso de ajuda. Estava estudando fundos de papel (CRI) para a carteira. Falavam sobre a duration dos títulos. Eu entendia duration como o tempo para recuperar o dinheiro investido. Está correto? Como interpretar duration da carteira de um FII de papel? É um parâmetro que vocês utilizam?

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