Fórum de FIIs

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4.533 comentários sobre “Fórum de FIIs

  1. Quais as métricas você observa num para tomada de decisão nos FIIs?

    DY? VP? Vacância? Diversificação? Gestão/Administração? Mono/Multi? Participação no empreendimento?

    Tudo com mesmo peso ou alguma delas fala mais alto?

    Compartilhe sua filosofia de investimento com os amigos 😀

    Curtido por 2 pessoas

    • Um fii com Solidez,bom imóvel é bem localizado, se houver diversificação tipo um shopping (Shph, Pqdp) ou fii com vários imóveis bons(Knri) melhor Ainda, mas tudo tem um limite e se chama renda mínima, se for renda muito baixa, aí também não né…

      Curtido por 2 pessoas

    • A primeira linha do meu filtro é o DY, simplesmente por achar que a RV [seja FIIS ou ações] deva ter um prêmio maior que a RF função do risco dessa modalidade de investimento…

      Passando no primeiro filtro ai vem gestor, administrador, tipo de empreendimento, qualidade dos imoveis, localização e vacância, etc…..

      No início dos estudos os erros são inevitáveis, mas com o passar do tempo você vai se familiarizando com os FIIs e suas particularidades e vai aprendendo a usar todos filtros para fazer escolhas melhores.

      Curtido por 3 pessoas

    • A situação ideal de um FII é a seguinte:
      > Prédio novo, competitivo e bem localizado.
      >O melhor inquilino possível.
      >Prazos longos.
      > Contrato atípico (proteção contra vacância e reajuste assegurado.
      > Aluguel competitivo.
      > Preço com alguma margem de segurança.
      > Não ser possível replicá-lo com facilidade.
      > Outras coisas menos importantes como DY, P/PV, Gestão etc. etc.
      Existe algum FII que atenda todas essas premissas? Não.
      O que temos que fazer é procurar algum que preencha o maior número possível dessas premissas.

      Curtido por 3 pessoas

      • Barbado,
        Claro que tudo tem que ser visto com bom senso, mas entendo que se um Fii tiver todos seu principais pontos, que concordo, mas tiver um dy baixo em relação as opções do mercado para mim ele estaria caro em relação a outras oportunidades de investimento (ex um dy hoje de 0,4 sem visão de aumentar)
        Vc pode expor seu racional?
        Abraço e obrigado, Ivo
        Vc

        Curtido por 3 pessoas

      • Olá garoto Ivo….
        Vou usar um exemplo recente porque para explicar tudo teria que escrever muito e hoje na minha idade não tem sido mais possível.
        Exemplo:
        Montei posição em FCFL11b um fundo que preenche boa parte dos requisitos que listei por R$ 1.730,00 entre 10 e 20 de janeiro/2017.
        A renda era de 10,68 por mês ou 0,62% a. mês.
        A última renda foi de 11,49 (houve reajuste de 14% em 11/16 e 44% em 12/16).
        Quinta feira fechou a 1.990,00 ((valorização (ganho de capital) de 15,03%.
        Na época a renda estava se equiparando a fundos chinfrins.
        Numa situação dessas, o que deve prevalecer? o valor do imóvel.
        Os fundos que estão pagando os maiores DYs são os FII de papéis (não tenho um sequer na carteira nem para fazer um chá para dor de barriga).
        Pergunto: Quem ganhou mais (DY + ganhos de capital)?
        Acrescento mais, e podem me cobrar lá na frente: Daqui 6 meses quem estará ganhando mais: os donos dos FIIs como PQDP, FCFL, FAED etc. ou os donos dos FIIs de papéis? Afirmo quer serão os primeiros.
        Estude bastante, use seu próprio cérebro para tomar decisões, emprestar o cérebro de outro é uma péssima ideia.
        Grande abraço.

        Curtido por 3 pessoas

      • …Mas discordo de vc em um ponto, FIIs de papel excelentes ( KNCR, KNIP, VRTA, BCRI ) no país da inflação, dos juros, do descontrole fiscal dão altos retornos reais e são tranquilidade a vida inteira, por isso vou aproveitar bem as subscrições e emissões. Eu também em dezembro e janeiro quatrupliquei minha alocação em FCFL, pena que poucos dias depois a cota foi para 1900-2000.

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      • deutinvestimentos……

        Dos FIIs de papéis de você elencou dois são bombas, distribuem inflação, o terceiro KNIP não conheço.
        Vamos comparar o VP do VRTA:
        A última data que tenho é jan/15 era de R$ 107,35, hoje abril/17 é de R$ 102,45.
        Vamos comparar o VP do BCRI:
        A última data que tenho é jan/16 era de R$ 96,55, hoje abril/17 e de R$ 95,90.
        VRTA fechou na quinta-feira a R$ 116,50 logo você está comprando (hipoteticamente)notas de R$ 102,45 por R$ 116,50 isso nunca pode ser considerado um bom negócio sob qualquer ângulo de análise.
        BCRI está em pior situação pois a cotação na quinta-feira fechou a R$ 112,00.
        Lembre-se, as taxas de juros estão caindo, o IGP-M de fev/17 deu 0,08% e o de mar/17 0,01%.
        Só umas pinceladas, não sou dono da verdade, mas procure estudar mais FIIs de papéis e FIIs que chamam toda hora dinheiro novo como o MFII, veja também as taxas pornográficas que cobram dos cotistas.
        Grande abraço.

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      • Fundo de papel compra – se na emissão , mesmo preço do VP. Mas a 111 nem nesta subscrição pode-se comprar VRTA , mas os outros três encherei o carrinho mês que vem. SELIC aposto que vai ser derrubada até 7 ou 7,5, mas no máximo em 2-3 anos estará 10 – 12% pelo menos . Inflação baixa só neste ano por causa da depressão. Ano que vem ou em 2019, quando algo na economia melhorar ou subirá SELIC ou inflação ou ambos. Estes 4 fundos perfomaram muito bem nos últimos 5 anos, têm boa governança, bons CRIs, têm tudo para performar bem nos próximos 5 -10 anos.

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    • Primeiro faço um filtro por gestores, histórico do FII, localização, preço do m². Depois disso, avalio DY e VP. Para entrar na minha carteira o FII tem que, ou pagar um DY razoável, ou ter uma perspectiva de crescimento de distribuições ( e valo da cota por consequência). Dessa forma, fico com uma carteira com alguns FIIs que garantem uma boa renda e outros que protegem o patrimônio. Se por outro lado algum desse apresentar algum sinal de fumaça, que possa ser indício de problemas, não penso duas vezes e vendo sem sentir pena.

      Curtido por 3 pessoas

      • Sobre a localização, divido o Brasil em 2. O Brasil 1 que tem origem na Colonização Portuguesa e o Brasil 2 que é resultado da Imigração (Sul, Centro Oeste, SP e parte de Minas). Com raras exceções, só invisto em Brasil 2. Não é questão de bairrismo, mas simplesmente porque vejo no Brasil 2 uma menor dependência do Estado e maior força da economia real puxada pela iniciativa privada.

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      • Não investindo no Brasil 1, você perde uma bela oportunidade de ser sócio de uma empresa espetacular, GRND, não obstante além dela não lembro-me de alguma oportunidade de investimento interessante .

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      • Deutinvestimentos, eu disse que com raras exceções não invisto em Brasil 1. Mas não é uma regra, tenho FII com imóveis no Rio e Bahia por exemplo, mas não são meus preferidos. Sobre a Grendene, não acompanho a empresa, mas achava que ela era do Sul. estou fora de ações, pois não me sinto seguro para analisar empresas. Já estudei um pouco de análise fundamentalista, mas mesmo assim, na prática não me sinto seguro (talvez não tenha talento para a coisa).

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    • No começo não entendia muito e escolhia mais pela renda que pagava. Perguntei um pouco e me disseram para começar pelos maiores. Com o tempo aquele ditado do nem tudo que reluz é ouro vai fazendo todo sentido. Deixei de dar tanto peso à renda e mais ao imóvel e sua administração. Bem parecido com imóveis mesmo o olho do dono é que faz a diferença, então observo se cuidam bem e mostram isso ao longo do tempo.

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  2. Pesquisa Aluguel/M² – Ed 36 – Abr/17

    Capa Pesquisa de Aluguel - FII

    Com muita informação e comparativos regionais dos valores de locação!

    Com a pesquisa de aluguel você poderá verificar a capacidade de reposição e manutenção do rendimento, ter acesso à informações valiosas, como datas dos reajustes, conferir as margens de segurança oferecidas pelos fluxos de receitas, vigência/duração dos contratos e multas.

    Ferramentas que ajudam o investidor no estudo aprofundado!

    Ao final definimos uma seleção para acompanhamento da evolução; peça já o seu exemplar!

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    • Tetzner Journal – 22 de Abril de 2017

      Capa Jornal Nova

      Carta ao Leitor

      Bem amigos do Blog, edição SEMANAL do nosso jornal para você ficar ainda mais ligado e atualizado nos FIIs 😀

      Isso mesmo, toda semana você vai receber a edição com os últimos acontecimentos; a edição mensal consolidada continua presente nos Relatórios Comentados.

      E no final da edição você encontra o Resumo dos FIIs Atualizado para você!

      Junte-se a nós, faça parte dessa família!

      Não é Assinante? Peça já a sua Edição, clique aqui!

      mini_Tetzner Tetzner

      Nesta Edição:

      • Carta ao Leitor…2
      • Conteúdo…3
      • Fatos que marcaram a Semana…6
      • Resumo dos FIIs…39
      • Nota…42

      Ícone Assine

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    • Atualização Semanal: 22/04/17

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      Edições de Hoje

      Carteiras do Blog

      Matrix dos FIIs

      FII AnaliSYS

      Tetzner Journal

      Não é assinante? Peça já sua Edição Aqui!

      Conteúdos Exclusivos de Assinantes dos Blog:

      • InsightsUma página restrita e dedicada a revelar os FIIs como você nunca viu
      • Trix Report: O fechamento diário dos FIIs resumido para você
      • Fórum VIP: Textos e Conteúdos Exclusivos, trazendo sempre as últimas novidades dos FIIs
      • Entrevistas: O mundo imobiliário por quem Realmente faz acontecer!

      E mais, muito mais nos comentários dos amigos aos Textos, informação valiosa para ampliar o seu estudo e conhecimento.

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  3. Você deixaria um Robô escolher sua carteira de FIIs?

    Já pensou em deixar um robô definir quais os investimentos mais adequados para o seu dinheiro?

    Esse serviço é muito comum nos EUA (com os chamados “robo advisors”) e tem se tornado cada vez mais acessível no Brasil.

    Curtido por 4 pessoas

    • A Sociedade de Propósito Específico (SPE) corresponde a uma sociedade com as mesmas características do consórcio, porém com personalidade jurídica, que é formada para a execução de determinado empreendimento.

      O contrato da SPE deve ser registrado na Junta Comercial e conter as informações de uma sociedade mercantil em geral, além de sua duração e o empreendimento objeto de sua constituição.

      Diferentemente dos consórcios, a SPE tem, além das personalidades negocial e judicial, a personalidade patrimonial, que confere a possibilidade de deter bens e de os registrar em suas contas de ativo.

      Além disso, a SPE também registra todas as suas obrigações e deveres em seu passivo, sejam contratuais, societárias ou mesmo fiscais. Assim, pode emitir notas fiscais, transferir mercadorias, registrar marcas, etc.

      E também o artigo 56, §2º, inciso IV, da LC 123/2006, diz que a SPE será tributada pelo lucro real, o que possibilita aplicar o conceito de receita menos despesa, objetivando que a tributação seja zero nessa sociedade.

      Consequentemente, a SPE deve se inscrever no CNPJ e recolher todos os tributos por ela devidos, além de se sujeitar às demais obrigações acessórias, como apresentar as declarações exigidas pela legislação fiscal (DIPJ, DCTF, DIRF, entre outras).

      A constituição de uma SPE é mais interessante do que um consórcio sem personalidade jurídica, pois nela há um maior comprometimento, por parte das consorciadas, para atendimento do objetivo traçado, já que tudo se torna uma coisa só. Não se fala mais dessa ou daquela consorciada, mas sim da SPE.

      Fonte: Sebrae

      Curtido por 4 pessoas

    • Tetzner, foi bom você explicar porque no vídeo sobre MFII só se fala na sigla sem que ela seja explicada. Quem não é do ramo fica boiando. É preciso lembrar, na hora das entrevista, desses detalhes técnicos e ser mais didático.

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  4. Capitalização à vista na BR Properties

    A GP Investimentos prepara um aumento de capital na BR Properties, seu tentáculo na área de real estate.

    Segundo o RR apurou, a operação será realizada no início do segundo semestre.

    A injeção de recursos terá como objetivo viabilizar a execução de projetos no segmento de galpões e armazéns industriais, além de aquisições.

    É como se a crise tivesse lançado a companhia no túnel do tempo. Em 2014, a BR Properties se desfez de praticamente todo o seu portfólio na área industrial: no total, foram mais de R$ 6 bilhões em ativos vendidos para GLP, Brookfi eld e Blackstone.

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    • Hoje, o segmento responde por menos de 10% de toda a Área Bruta Locável (ABL), em torno de 650 mil metros quadrados.

      Mais do que um foco estratégico, avançar no segmento industrial tornou-se uma necessidade da BR Properties diante da brutal retração do mercado de escritórios, disparadamente o seu maior negócio.

      Só no Rio de Janeiro, a BR Properties tem 36 andares, ou 41 mil metros quadrados, encalhados. Entre 2010 e 2016, sua taxa de vacância na cidade saltou de 3% para quase 20%.

      Em tempo: de acordo com informações filtradas da própria BR Properties, a empresa permanecerá aberta em bolsa.

      Desde o fi m de março, quando a companhia anunciou um programa para a recompra de ações, circulam no mercado rumores de que a operação seria uma antessala para o fechamento do capital.

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      • “Mais do que um foco estratégico, avançar no segmento industrial tornou-se uma necessidade da BR Properties diante da brutal retração do mercado de escritórios, disparadamente o seu maior negócio.”

        Enquanto isso, as “gestões ativas” dos FIIs tradicionais (de tijolo e com PL de monta) continuam a repousar em berço (nada) esplêndido.
        Coma, animação suspensa, letargia e/ou cegueira?
        Façam as suas escolhas.
        Sds.

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      • Mbp77

        essa inércia foi foco na entrevista ontem

        nosso mercado já cresceu, mas tem muito que amadurecer ainda

        alguns artifícios utilizados surtem efeitos pontuais, mas no longo prazo a gente percebe que não gerou resultado consistente

        falta estratégia a meu ver, vemos muita reação e pouca pró-atividade

        Curtido por 2 pessoas

      • De fato, e isso chega a ser desanimador.
        Dado que a curva de juros está na descendente, muitos “fundos sem fundos” contam com a falta de oferta para terem valorização exponencial em seu VM.
        Não há meritocracia fundamental alguma nesse movimento.
        Triste premiação esta.
        Sds.

        Curtido por 2 pessoas

      • Mbp77

        muito fundos tomaram decisões político-financeiras, para tentar salvar a marca ou seu bônus anuais

        mas a maré baixa e mostra o resultado

        ai você vê:
        – gente que pulou do barco
        – barco que ficou a deriva
        – barco afundando

        faltou pulso e capitão na maioria dos navios 🙂

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      • Dado que a curva de juros está na descendente, muitos “fundos sem fundos” contam com a falta de oferta para terem valorização exponencial em seu VM.

        É o que eu falei outro dia. A maré baixou e quem estava sem calção apareceu.

        Curtido por 3 pessoas

      • geral Mbp77

        tem reflexo direto nos contratos de aluguel e na parcela de inflação

        mas o meu ponto nem foi esse… consumada essa queda o Copom passa o podão com gosto na próxima reunião rsrs

        CDI vai rendendo cada vez menos

        Curtido por 2 pessoas

      • mas é bom porque força o capital a voltar para a economia, viabiliza muito projeto e gera emprego

        por outro lado, tira da zona de conforto a turma da renda fixa, mais dinheiro entrando em renda variável e claro, os FIIs tem sua parcela nisso

        Curtido por 4 pessoas

      • Sem dúvida, bem observado sobre o capital buscar remunerações mais altas em outros veículos que não a RF!
        Sobre os contratos de locação, fiz menção primeiro aos recebíveis, pois serão estes a sentir os reflexos mais imediatos na renda.
        Os tradicionais terão um gap maior, a depender das respectivas datas bases de reajuste.
        Ressalta aquela percepção de “premiação indevida”.

        Curtido por 1 pessoa

      • na verdade é pior para os Tijolos Mbp77, pois estão pressionados pelas revisionais atuais, dado o momento favorável aos inquilinos, além de tirar um correção mais adiante do horizonte mais curto, antes de uma revisional

        então imagine o seguinte:

        contrato teve uma revisional, o inquilino conseguiu baixar o aluguel e ainda caminha pra uma correção anual bem baixa

        isso tudo com uma inflação acumulada de 20% a grosso modo

        a papelada e os FIIs que tem características híbridas, foram repassando a inflação e guardam muito prêmio nas carteiras

        Curtido por 3 pessoas

      • Além, é claro, do reflexo no menor custo de carrego das dívidas corporativas/empresariais.
        Juros em queda, Economia em alta.
        Sem reformas, vôo de codorna.
        Com as ditas, vôo de faisão.

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      • Tetz;

        Azul é azul, não é verde. 🙂
        Veja bem, também acho que para os de tijolo tal situação é pior num prazo maior, dado o recente quadro/ciclo que se desenrolou (e ainda vem se desenrolando).
        O que eu fiz referência foi ao reflexo na renda mais imediata dos recebíveis frente aos de tijolo, ou seja, curto prazo.
        Também considero os fundos de papel um excelente veículo de estabilidade na renda, a depender da qualidade do portfólio (claro) e no atual quadro.
        Lembrando que esta é uma visão mais rentista e (muito) menos patrimonialista.

        Curtido por 2 pessoas

    • Suntzu

      Me explique como é ruim receber 12% ao ano em papéis com uma inflação cada vez mais baixa e até uma possível volta dá deflação?

      Eu não sei quanto a você mas pra mim tá ótimo papéis. O único que entrou no meu sinal amarelo foi FEXC e até pode entrar em um sinal vermelho com o desenrolar dos meses.

      BCRI, JSRE e VRTA só com CRIs bons e adimplentes.
      KNCR,KNIP e CPTS são outros que estão dando muitas alegrias nessa onda de inflação e juros em baixa.

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  5. Tetzner Entrevista: Marcos Baroni

    Bem amigos do blog Tetzner, o professor dos FIIs está de volta 😀

    É com enorme alegria que divulgo aqui a entrevista que acabei de gravar com o amigo Baroni!

    E ele vem contar todas as novidades do mundo dos Fundos Imobiliários para você 🙂

    Confira:

    Curtido por 26 pessoas

    • Quando eu comecei a investir em FII aprendi muito com o professor Baroni e Tetzner (ainda aprendo, melhor dizendo)

      Acho que consegui pegar um pouco do propósito de investimento e fundamentos dele com o Professor Baroni e consegui captar um pouco de toda a sagacidade do mundo dos investimento com Tetzner.

      Obrigado pelo Hangout. Irei assistir hoje a noite.

      Curtido por 5 pessoas

    • Sensacional, Tetzner, vou assistir hj a noite, pra mim é sempre uma aula e um prazer enorme ouvir o professor Baroni, sinto muito a falta de sua participação aqui no blog. Teve um lendário chat (aquele da piramide vermelha-amarela e verde 😃) que mudou minha forma de investir e foi um divisor de águas nas minhas escolhas, sou grato até hj ao professor por aquela aula. Obrigado novamente ao Tetzner e Baroni, e vê se não some professor!!! 😃

      Curtido por 1 pessoa

    • Parabéns por entrevistar nosso querido “Teacher” Baroni, Tetz!

      Simplesmente uma das pessoas que mais me ensinou a analisar FIIs, juntamente contigo e a velha guarda do blog!

      Difícil mensurar a gratidão que nutro por vocês pelo constante aprendizado!

      Como sempre as já conhecidas humildade e simplicidade na didática, suas marcas pessoais, se fazem notar no decorrer da entrevista.

      A quem ainda não a viu, sugiro fortemente que o faça! Ajudará a muitos colegas em ampliar a percepção sobre a conjuntura do mercado de FIIs e suas perspectivas futuras.

      Por fim, gostaria de desejar toda a sorte do mundo na sua nova empreitada, mestre Baroni!

      Tenha a certeza de que uma pessoa como você sempre foi, é e será bem vinda aqui!

      Sds. deste seu aluno.

      Curtido por 7 pessoas

    • Parabéns Baroni e Tetzner. Desde o meu início em investimentos em FIs adotei o “método Baroni”: ir comprando todos os meses, reinvestindo rendimentos, ajustando a carteira aqui e acolá, pontualmente, sempre com foco em renda mas em ativos com “perpetuidade”, como ele gosta de enfatizar. Lia todos os posts do professor e me convenci que este é o método correto de investimento para pequenos investidores (pra mim, pelo menos).

      Curtido por 1 pessoa

    • Parabéns ao Baroni pela enorme dedicação à “causa” dos FIIs no Brasil. Só com uma visão crítica e sugestões factíveis vamos conseguir amadurecer este mercado que ainda está bem verdinho.

      Vou fazer algumas ponderações, que são opiniões pessoais e minha visão da história, calcadas no meu acompanhamento das visões de investimento do blog desde que ele era recém nascido (lembro da página de entrada do blog onde tinha um mapa do mundo e os locais de acesso, lembra Tetzner? 🙂 )

      Uma coisa que ficou clara pra mim é a diferença entre o ‘conceito’ e a ‘realidade’: o conceito dos FIIs é muito legal, um investimento com lastro em imóveis que te proporciona uma renda mensal e uma provável valorização do principal reajustando a inflação. É fácil de entender, acompanhar, serve para criar patrimônio (reinvestindo os rendimentos) e serve para usufruir do patrimônio (usando a renda mensal). E o Baroni anteriormente tinha uma estratégia muito simples, acessível ao investidor mais leigo ou com menos disposição para acompanhar o mercado, estratégia embasada em muita literatura internacional: diversifique e não ache que sabe mais que o mercado. Ou seja, tenha uma carteira bem diversificada, já que vc não sabe de onde surgirão os riscos, e vá pescar que o bolo vai crescer. Simples e prático e acessível.

      Mas o que me ficou da entrevista é que “o sonho acabou” :-). A realidade dos FIIs é mais crua e bem menos generosa do que o ‘conceito’: dois terços, 66% dos fundos, citado pelo Baroni, não repôs sequer a inflação desde o IPO. E realmente isso é muito sério, e obriga o investidor a estudar muito mais e selecionar bem os seus fundos, sob risco de não ter sequer o principal protegido. Acabou o sonho do investimento “”””ingênuo””” (muitas aspas 🙂 ), onde basta alocar, diversificar e esperar. Digo que a abordagem conceitual acabou, e agora a abordagem é ‘pragmática’: qual é o real resultado do seu fundo? Por mais que as premissas sejam favoráveis, ele as vem cumprindo? E descobre-se que o mercado é muito mais restrito, e exige muito mais acompanhamento.

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      • Lembro sim Richie, bons tempos 🙂

        Esse despertar do investidor para a realidade do mercado só vem com o tempo, assim como nós cotistas amadurecemos, os demais participantes do mercado evoluem

        Quem imaginaria um Gestor ou Administrador dando entrevista, vindo ao blog responder dúvidas, relatórios mais completos e mobilizações de investidores para lutar pelos seus interesses?

        Então e isso vai continuar, imaginem o mercado em 2 ou 3 anos… em 5 anos então…

        Se todos participam, ajudam e trocam informações, esse crescimento/evolução acontece muito mais rápido 😀

        Curtido por 2 pessoas

  6. O maior concorrente das agências não é a conta digital… é o celular!

    Tecnologia mobile, acessibilidade em qualquer hora e lugar, contato com seu gerente via Whatsapp e outros comunicadores.

    Bancos não vão retroagir e ficar na mão de sindicatos, altos custos de mão de obra, aluguel caro, gastos com segurança, …

    Bancos encerram conta digital gratuita para vender mais serviços na agência

    Alternativa para quem deseja usar o banco só pela internet, a conta digital sem cobrança de mensalidade chega ao fim nos bancos Itaú, Bradesco e Banco do Brasil.

    Curtido por 2 pessoas

    • Essa é matéria da Folha de hoje. Ou seja, se encerraram as contas digitais é porque estavam deixando de ganhar dinheiro (não exatamente perdendo).

      Mesmo na mão de sindicatos (olha que isso vai mudar com a reforma trabalhista), custos de mão de obra, aluguel, etc. a conclusão que eu faço é que a agência física dá mais retorno para o banco.

      Curtido por 1 pessoa

      • SunTzu

        não vejo assim…

        a conta digital 100% free com TED grátis, sem Tarifas na maioria dos serviços foi uma ferramenta fundamental para atrair o povo

        agora que o serviço de “digitalização” foi feito, entra a fase da rentabilização

        o tempo e algumas mudanças vão induzir o cliente a migrar para alguma modalidade de serviço tarifado

        é até perigoso ir na agência, veja: quem tem conta digital ao usar o caixa eletrônico é “convidado” a migrar num clique de volta ao plano tarifado

        o celular é o caminho, se você puder resolver seu problemas de casa e o seu gerente falar contigo pelo fone…

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      • Tetzner, eu também não.

        Só que tudo permanecerá como está enquanto existir o oligopólio. Eles dão as cartas e será como eles quiserem até que algo “fora do comum” aconteça.

        Movimentos de resistência aos avanços tecnológicos sempre existirão. Veja o caso taxi X Uber. Onde está a vanguarda? Qual o serviço que a população quer? Quanto custa cada um deles?

        Mas como existem resistências de certos setores organizados (ou seria oligopólio?) nós não damos o “passo para frente”. É por essas e outras que a CLT não caiu em pleno Século XXI. Somos um país amarrado ao passado com dificuldades em avançar.

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      • SunTzu

        Lucro dos bancos e bônus dos diretores… é só isso que importa

        Agência é custo e custo alto, só vai ficar a que gerar retorno

        Se chegarem a conclusão que um ponto de atendimento VIP com 100 m² dá o mesmo resultado que uma agência de 800 m²… onde você acha que o banqueiro vai investir?

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    • Deus me livre… Pra eles um problema, pra mim foi uma solução.

      Digitalizei tudo ano passado e vivo muito melhor hoje sem ninguém no meu pé e sem encheção de saco. rs

      Sem taxas, corretagem mais barata, sem anuidade de cartão e etc.

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    • Pelo que entendi, acabaram com abertura de novas contas digitais gratuitas, mas por enquanto as já existentes devem continuar gratuitas.
      Outra opção seria abrir uma conta de “serviços essenciais”, que é gratuita exigida pelo Banco Central. Uma das diferenças é que são cobradas taxas em TED/DOC. Mas normalmente dá trabalho conseguir, os funcionários do banco se fazem de bobos e não querem abrir de jeito nenhum, inventam mil desculpas esfarrapadas, até você citar a lei e ameaçar ir no procon.

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    • O Brasil está retrocedendo tanto nos últimos ano que acho:

      Vamos voltar a usar gasogênio nos carros como na década de 1940.
      A tv colosso irá voltar pra globo.
      Menudo,polegar e RPM serão moda.
      Máquina de escrever será matéria obrigatória nas escolas.
      Internet 56kbps discada será luxo.
      Os orelhões voltaram com tudo.
      Michel temer anunciará a volta dá produção do Fusca.

      Não duvide do Bananistão

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  7. Ata do COPOM: 1,25% na próxima?

    Com a divulgação da Ata ficam maiores as chances de uma intensificação no ritmo de cortes da Taxa Selic.

    Citaram inclusive que já para essa última reunião havia espaço para um corte maior, mas que por cautela seguirão acompanhando as informações.

    Trocando em miúdos: ficou para a próxima… será??? 😀

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      • Já votou na Pesquisa? Não?? Olha ai a parcial!

        Selic em 11,25% aa e agora o COPOM vai:
        Decepar 1% de novo para 10,25% aa 42.2%
        Hardcore 1,25% arredonda pra 10% aa 22.94%
        Podão de 0,75% para 10,50% aa 14.68%
        Subir a Taxa (+0,5%/+0,75%) 8.26%
        Ai Jesuis 1,5% e caímos para 9,75% aa 6.42%
        Cortar só 0,5% para 10,75% aa 4.59%
        Manter sem Cortes (0%) 0.91%

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    • FMI eleva previsão para PIB do Brasil em 2018, mas destaca reformas

      O FMI (Fundo Monetário Internacional) manteve, em seu novo relatório, a estimativa de crescimento do PIB (Produto Interno Bruto) brasileiro em 0,2% neste ano. Para 2018, no entanto, a previsão divulgada nesta terça (18) é mais otimista do que anterior: expansão de 1,7% contra os 1,5% estimados em janeiro.

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    • Banco Central considerou corte de juros maior na última reunião, diz ata

      O Banco Central avaliou realizar um corte maior na taxa básica de juros da economia, a Selic, já na última reunião do Copom (Comitê de Política Monetária), informou a autoridade monetária na ata nesta terça-feira (18).

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    • IPC-S desacelera em cinco de sete capitais na segunda prévia de abril

      Exceções ficaram com São Paulo e Brasília, onde inflação ganhou força no período, aponta FGV

      São Paulo é a locomotiva do país e já está aquecendo a caldeira! kkk

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      • Em São Paulo, o IPC-S subiu de 0,23 % para 0,25%. Ou seja continua com inflação baixa. Nada de caldeira aquecendo, ainda.

        Este ano, se tudo der certo, crescemos 0,5%… qualquer deslize é recessão…Seriam 3 anos de recessão, o que seria uma catástrofe para um país de renda média como o Brasil.

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    • Queria aqui externar minha admiração pelo segmento, impressionante a resiliência do campo:

      Puxado por agronegócios, PIB tem leve alta em fevereiro, diz Serasa

      Atividade econômica do país cresceu 0,2% em fevereiro, ante janeiro, feitos os ajustes sazonais

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  8. Prédio do Mappin é arrematado por R$ 81,7 milhões
    Esse era o último e mais valioso bem disponível da massa falida

    Parte do edifício onde funcionava uma das unidades mais famosas da rede de departamentos Mappin – a maior do país nos anos 90 – foi arrematada ontem por R$ 81,7 milhões. Esse era o último e mais valioso bem disponível da massa falida. Com a venda, o processo de falência, que já dura quase duas décadas, encaminha-se para o encerramento.

    A parte do Mappin foi comprada pela Gazit, que já tinha 70% do prédio

    “Chegou a hora… Venha correndo!!” kkk

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      • Tetz, acho que ainda demora uns dois anos para termos alguma alteração.
        Creio que vão adotar estratégia de manter um hipermercado no empreendimento, a exemplo do Morumbi Town (Zaffari).
        Dá uma olhada:

        PARCELA DO IMÓVEL DO EXTRA ITAIM SERÁ VENDIDA

        Área supera 57 mil metros quadrados em uma das regiões mais nobres de São Paulo; especialistas esperam que transação seja concluída na segunda etapa, com preço mínimo de R$ 81 milhões¹

        São Paulo – Uma parcela de 30% do imóvel que foi do Mappin no Itaim Bibi, uma das regiões mais caras de São Paulo, vai a leilão no próximo dia 17 por R$ 135 milhões. A área de 17.849 metros quadrados conta com edificações e benfeitorias que somam 57.080 metros quadrados. A maior parcela do imóvel pertence ao fundo JK Town².

        Especialistas consideram que somente o terreno já tem “potencial extraordinário de reaproveitamento” e que o imóvel dificilmente será arrematado na primeira praça, a ser realizada exclusivamente por via eletrônica, com término previsto para o dia 20. A segunda rodada terá início imediato e encerramento presencial em 17 de abril.

        Ana Paula de Carvalho Faro, advogada da Faro Leilões, empresa responsável pelo leilão da massa falida do Mappin, informa que, nesse caso, o preço mínimo cai para R$ 81 milhões. “Por se tratar de um leilão atípico, não apenas pelo valor, mas pela crise atual e pelo fato de o imóvel não estar sendo leiloado em sua totalidade, acredito que o investidor preferirá esperar pelo segundo leilão”, explica.

        Ela lembra que o arrematante será minoritário. Por um lado, esse aspecto pode até afastar alguns interessados, mas, por outros aspectos, trata-se de uma aposta significativamente atrativa, avalia Clécio Oliveira de Carvalho, presidente da Associação Brasileira de Leiloeiros Públicos Judiciais (Asbralej).

        Ele elenca três pilares fundamentais para o sucesso do leilão, que conta com a figura de um sócio. Primeiro, se informar sobre os demais condôminos e suas condições de estabelecer boas relações comerciais. Depois, verificar o tipo de negócio e, finalmente, saber se o investimento irá se transformar em renda.

        Neste caso, o imóvel que abrigou o Mappin, uma das lojas de departamentos mais tradicionais e pioneiras do comércio varejista no Brasil, e que fechou as portas, parece reunir pelo menos duas dessas condições. Ele já tem um destino comercial certo e ainda está locado para o Grupo Pão de Açúcar (GPA) até julho de 2019. “Isso mostra expectativa de lucratividade”, diz Carvalho.

        Por questões estratégicas, o GPA não informa o valor da locação. Diz que avalia a participação no leilão e, caso não o faça, avaliará o cenário pós-leilão para decidir se renovará ou não o contrato de locação, que se encerra em meados de 2019. Carvalho, da Asbralej, avalia que se o GPA se interessou por aquele imóvel quando o locou, é porque era um bom negócio. “Além de renda garantida até 2019, a possibilidade de um ganho de capital, se o leilão for mesmo para uma segunda rodada, é importante.”

        Reinaldo Fincatti, engenheiro e diretor da Empresa Brasileira de Estudos de Patrimônio (Embraesp), calcula que, pelas suas dimensões, seria possível construir um empreendimento quatro vezes maior que a sua área. “Isso não pode ser desprezado”, diz. Fincatti ressalta que o imóvel, além de estar em área de excelente localização, apresenta boas opções de uso comercial e residencial.

        O engenheiro argumenta também que, se o leilão for para uma segunda rodada, o preço do metro quadrado do empreendimento cairia para cerca de R$ 15 mil, valor cobrado hoje nessa região apenas por terrenos.

        O diretor da Embraesp aponta uma dificuldade na venda. Para elevar o potencial do uso, o proprietário terá que adquirir Certificado de Potencial Adicional de Construção (Cepac). “É caro e seria um dos poucos fatores a prejudicar o potencial do empreendimento”, afirma o especialista.

        Fonte: DCI – São Paulo

        ¹Compraram pelo valor mínimo (rs).
        ²Descobri que é um FII, mas creio que seja fechado e controlado pela Gazit.

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      • Baconefritas,

        você tocou num ponto que norteia meu pensamento: Rolo é por demais desgastante

        Encerrou suas atividades em 1999, durante a administração Ricardo Mansur. Teve falência decretada junto com as lojas Mesbla, que haviam sido incorporadas ao Mappin em 1996.

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      • Sim Baconefritas mas veja a que ponto chegou… uma hora a corda ia ceder

        regime de previdência tinha de apartar o recolhimento e distribuição do povão que contribui a vida toda pra receber depois 1500-1600

        dessa turma que se aposenta para ganhar 30 mil

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  9. Fundos Imobiliários são “Renda Fixa” ???

    Os fundos imobiliários (FII) são vistos por muitos investidores como uma alternativa de investimento comparado com a renda fixa. Por quê?

    A renda fixa, na prática, acaba sendo aquele investimento em que, no momento da aplicação, a condição de rentabilidade é conhecida, possui um indexador e apresenta um risco de perda do valor investido menor que diversas outras classes de ativos.

    E os fundos imobiliários?

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    • E os fundos imobiliários?

      Como diria aquele famoso jogador de futebol, “uma verdadeira caixinha de surpresas”.

      Vou enumerar alguns itens:

      – Os contratos de aluguel são diferentes, vencem em datas distintas e nem sempre temos todos os clientes do fundo adimplentes.
      – Os reajustes podem ocorrer “para baixo”
      – A vacância oscila com o tempo, com a geografia, com a oferta
      – Gestores mudam seus interesses ou são “mudados” pelos cotistas, impactando o fundo
      – Risco jurídico (lembram o caso do reajuste do aluguel nos hospitais, ou de decisões judiciais sobre CRI?)
      – Riscos diversos no IPO (o histórico é desfavorável ao cotista)

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  10. É tempo de “liquidação” na Aliansce
    RR

    A Aliansce pretende reduzir sua participação em alguns de seus empreendimentos, a começar pelo Shopping Leblon.

    A empresa precisa fazer caixa para recomprar a torre de escritórios Boulevard Corporate, em Belo Horizonte.

    Em 2014, quando fechou a aquisição do edifício, o CTBH Fundo de Investimento – administrado pela Kinea, leia-se Itaú – garantiu uma opção de venda para a própria Aliansce por R$ 270 milhões três anos depois, caso nenhum outro investidor oferecesse esse valor pelo ativo.

    O prazo expira no fi m do mês e, no mercado, todos dão como certo que a Kinea vai exercer a opção e jogar o Boulevard Corporate de novo no colo da Aliansce

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  11. Em alta, fundos imobiliários são opção para dar o pontapé na renda variável
    Com queda dos juros, FIIs são alternativa para diversificar carteira; analisar composição do fundo é chave
    Jéssica Alves, O Estado de S.Paulo 17 Abril 2017 | 05h00

    Em 2016, os fundos imobiliários se valorizaram 32,3%, chegando a dar retorno de quase 10% só em março daquele ano. O surpreendente desempenho fez crescer as expectativas de que, em 2017, poderiam repetir o feito, principalmente diante do cenário de queda dos juros, que motiva o investidor a sair da zona de conforto.

    No entanto, analistas divergem sobre as perspectivas de retorno para este ano e aconselham o investidor a olhar para outros fatores além da Selic na hora de optar por esse investimento.

    Os fundos imobiliários (FII) são investimentos de renda variável e funcionam como ações, mas, em vez de empresas, o aporte é em imóveis. Dentro do fundo, cada investidor tem uma cota correspondente ao montante aplicado, que rende um valor mensal. Como investir em imóveis já é comum ao brasileiro, dentro do volátil universo de renda variável, ele acaba sendo um investimento mais “amigável”. 

    (Por questões de direitos autorais deixo de publicar a íntegra da matéria, que vou disponibilizar no FORUM VIP….)

    Curtido por 4 pessoas

    • Estava com uma senhora agora de manhã e ela acabou de receber uma boa herança. O problema é que esta herança não gera renda (são terrenos, imóveis velhos etc). Sugeri dar uma olhada em FIs de pelo menos uma parte do valor, o suficiente para gerar a renda necessária à sua sobrevivência. Até citei seu exemplo – ao que consta o colega é aposentado – de como fazer os ativos gerarem renda para uma aposentadoria tranquila. Mesmo com todos os problemas, exaustivamente comentados aqui, ainda acho que os FIs como geradores de renda são imbatíveis.

      Curtido por 5 pessoas

      • Postei no Estadão de hoje, abaixo daquela matéria sobre FII, o seguinte comentário que pode ser útil a essa senhora:

        “Sou aposentado e invisto em fundos imobiliários há mais de 15 anos basicamente por duas razoes:

        1) Recebo mensalmente, em dias variados, o pinga pinga dos alugueis recebidos pelo administrador, mas isento de imposto de renda

        2) Posso gastar sem remorso essa renda pois meu patrimônio, consubstanciado nos imóveis do port folio do fundo estão lá, se valorizando. Ou seja, usufruo do patrimônio sem depredá-lo; tenho uma qualidade de vida melhor, com maior renda, e mantenho patrimônio que ficará para meus herdeiros.

        O maior senão é a negligência do administrador: como ele é remunerado pelo valor de mercado do patrimônio, mesmo que a renda fique zerada (no caso de vacância do imóvel) o administrador continua retirando seus honorários. Existe um fundo cujos honorários MENSAIS são de 3 milhões de reais (BRCR11).

        Acho o ativo ideal para viúvas, órfãos e aposentados. Para aqueles que querem formar patrimônio devem existir melhores opções…”

        Curtido por 6 pessoas

      • Imóvel velho fica assim se abandona em alguns casos tem que investir um pocado antes de começar a pagar aluguel. Já terreno é mais para construir se o bairro for bom e comercial pode achar alguma empresa interessada.

        Curtido por 1 pessoa

    • Infelizmente só sai na grande mídia depois que já subiu, por que será ?
      Esse filme repetidíssimo por sinal, funciona assim : mais alguns entram animados com a alta recente, quase todos investidores menos experientes em bolsa, nesse momento geralmente estamos iniciando uma onda 5 que vai puxar os preços um pouco mais para cima , depois de algum tempo os mais experientes já desfizeram da maior parte da posição, é o momento do topo, dali em diante é ladeira à baixo.

      Curtido por 4 pessoas

      • E isso é um enorme desserviço ao mercado. Essas pessoas menos experientes entram no topo aconselhadas por esses “experts”, perdem dinheiro, saem do mercado traumatizadas e nunca mais voltam. É um investidor a menos e assim o mercado nunca deixará de ser nanico.

        Curtido por 2 pessoas

      • Em janeiro e fevereiro de 2016 estes mesmos que agora dizem para comprar diziam que renda variável era muito perigoso e que fii não eram investimento para amadores. Chega a ser comico……….

        Curtido por 3 pessoas

      • Você aí da poltrona, não entre nessa, se não quiser reinvestir as rendas até acho razoável, agora vender as “galinhas dos ovos de ouro” neste momento não é uma boa ideia.
        Os lobos estão salivando para comprar suas cotas, fique esperto, por acaso sua carteira deteriorou. Não né, então porque vender.
        Por aqui as instituições estão funcionando, as pessoas estão casando, tendo filhos e comprando coisas, a inflação está em queda e a taxa de juros idem.
        Essa balela de “armagedon” não tem no menor sentido.
        Só uma opinião…..

        Curtido por 5 pessoas

      • barbado;

        Fui verificar nos comentários dos colegas acima e não constatei ninguém afirmando/defendendo que era hora de vender cotas ou que estamos vivendo um Armagedon.
        Eu abstraí que os colegas não estão fazendo novos aportes ou os reduziram consideravelmente.
        A crítica foi direcionada à nossa “grande mídia especializada” e seu timing “magavilhoso”.
        Achei a postagem meio fora de contexto, apesar de filosoficamente concordar com seu raciocínio.
        Sds.

        Curtido por 3 pessoas

      • tem os dois lados da coisa, explico

        realmente uns poucos FIIs conseguiram manter qualidade e preservar valor; muitos não resistiram ao teste e mostraram gestores fracos, acomodados e despreparados

        digo gestores porque falo dos fundo onde há essa figura; descarto do comentário acima os fundos passivos

        Curtido por 1 pessoa

      • fique esperto, por acaso sua carteira deteriorou.

        Sim. Quando a maré baixou, muitos foram vistos sem calção.

        O interessante é que mesmo assim o mercado está pagando horrores para fundos que distribuem metade do que faziam no ano passado. Vacância subindo no telhado. Contratos renovados por valores lá no chão. Atípicos viraram típicos… Era hora de mexer na carteira.

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    • Pessoal meio sem saber onde posta esta noticia aqui no site. Esta empresa “Even” é ligada algum FII?

      Lançamentos da Even mais do que triplicam no primeiro trimestre Por Rodrigo Rocha | Valor SÃO PAULO – A Even informou em prévia operacional que seus lançamentos no primeiro trimestre somaram R$ 418 milhões em valor geral de venda, número 226% maior do que o informado no mesmo período do ano passado.

      Curtido por 1 pessoa

      • Interessante a coincidência dessa notícia sair bem no momento em que a Kinea está alardeando um FII com a Even. Eu tenho a impressão (só tenho) que esse tipo de notícia é para “dar uma força” para o IPO de KINP.

        Curtido por 1 pessoa

      • Pelo que li outro dia, parece que os projetos aprovados antes do novo plano diretor estão com os dias contados para lançamento. Ou lança nos próximos meses ou perde o carimbo de aprovação do projeto, tendo que resubmeter as novas regras. Como exemplo, Somente ali na Vila Mariana, a Trisul está lançando 3 projetos similares em um raio de 2 km. Talvez seja o motivo da Even correr pra captar grana mesmo sem as “vendas” de pré-lançamento.

        Aos conhecedores do processo de aprovação, procede esta informação de prazo?

        Curtido por 2 pessoas

      • A Kinea Itaú está em captação de um novo fundo de 100 milhões exclusivo para compra de terrenos e permuta financeira com a Even. Foco aptos de 40 a 70 m2 na grande sp. Prazo de 6 anos. Meta de rentabilidade de IPCA mais 10.5% a.a.
        Captação aberta somente para clientes Private itau. Investimento mínimo 300 mil.
        Previsão captar rápidinho. 100 mi para Kinea eh fichinha….

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      • Tetzner, pelo que entendi a idéia nao é ter renda mensal. Provavelmente haja algumas distribuições.
        Vai ser um fundo semelhante ao KNRE – estou usando ele como referencia para este fundo, com algumas garantias complementares.

        Entendo que tenha seu ‘público’.

        abs

        Curtido por 1 pessoa

      • pois é Dâmaso com certeza tem um público senão o Itaú não teria viabilizado (a menos que haja alguma outra motivação)

        mas pelo prospecto o fluxo só permitiria distribuição após o mês 50 e acabaria por volta do 75; ou seja, um FII que nasce com data para acabar e que fica 67% do tempo de vida sem distribuição alguma 😦

        são dois pontos chaves a meu ver: não ter renda e não ter perpetuidade

        talvez por isso uma oferta tão pequena, para os padrões do banco

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      • Nessas horas que falta faz um Fii com caixa pra fazer uma oferta tentadora pra quem está com a corda no pescoço… poderia ser um BRCR, um HGBS da vida…. não conheço os imóveis, mas imagino que um shopping no Leblon, mesmo que esteja meia boca, tem valor por ser irreplicável

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      • Opa, local errado! Para esse post, meu comentário é que em 24 meses pescaremos umas cotas no secundários pelo mesmo valor de emissão…. sempre tem gente que não se planeja e no meio do caminho precisa resgatar investimento do LP pra emergências. Aí teremos um Fii pagando 15% + IPCA… hehe

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  12. Calendário

    Alguém escolhe as cotas ou compra uma fração da carteira pensando na data do pagamento?

    Parece estranho, mas ouvi muito isso nos últimos dias, cotistas que destinam parte das compras para FIIs que pagam em datas diferentes da maioria (Ex dia 30 Pagto dia 15).

    Quais são os FIIs e as datas desses “atrasadinhos” ?

    Curtido por 1 pessoa

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