Fórum de Fundos Imobiliários

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4.178 comentários sobre “Fórum de Fundos Imobiliários

  1. TIRARAM o COELHO na CARTOLA

    Desde 2016, temos assistido uma recuperação tremenda do mercado secundário de fundos imobiliários. Seja por conta da popularização desse tipo de investimento (devido a queda da taxa SELIC, ou não) na diversificação da carteira do investidor-consciente, seja pelo incremento vertiginoso do número de investidores… um fato é inegável: a Cotação se recuperou, em sua maioria. Saimos de um aparente fundo, e estamos… nas máximas, ou perto delas.

    A questão se resume em saber se os proventos mensais também tem acompanhado essa melhoria, otimismo; em outras palavras, me interessa saber se o efeito manada tem ou não… fundamento!

    Por isso, fiz um estudo / exercicío simplérrimo, mas para mim… revelador! Em uma planilha, tabelei todos os proventos mensais distribuídos e cotações de encerramento neste dia, desde 2014, para o Fundo de Fundo “BCFF”. Vejam o gráfico abaixo resultante, o qual exploro em seguida:


    O Fundo de Fundo “BCFF” foi escolhido por sua relevância no mercado, tanto em tamanho do Patrimônio Líquido (a 8a. emissão deve elevá-lo para a casa do Bilhão) quanto diversificação da carteira, a qual representaria uma “média” do comportamento do mercado imobiliário. E também, pelo fato de já ser um fundo estabelecido, com vários anos de negociação.

    Observem que há duas séries de dados: à esquerda, em azul, os proventos. E, à direita em cinza, a cotação. tracei duas linhas de tendência, uma para cada série de dados, esticando-as 12 meses para o futuro (até 2020). Reparem bem que, enquanto a linha de tendência dos proventos apresenta uma tendência de queda (de cerca de R$ 0,10 desde R$ 0,60 em 2014 até projetados R$ 0,50 em 2020), a tendência da cotação aponta (com vigor) para cima (saindo de R60,00 em 2014 para projetados R$ 100,00 em 2020). A seta vermelha, por sua vez, mostra o ponto de inflexão no ano de 2016 quando a cotação se descola dos proventos distribuídos, pelas razões apresentadas na introdução.

    O que isso … Proventos em tendência de queda de uns 15% enquanto a cotação cresce seus 65% … na minha opinião, mostra inequivocamente ? Me indica para FICARMOS ATENTOS, porque um dia … o coelho irá voltar para a cartola, e a festa… vai acabar! Por enquanto … o mágico está se dando mal … mas não será para todo o sempre.

    Então … o que os prezados colegas pensam a respeito ?
    Deixem aqui seus comentátios e observações 😏

    Curtido por 4 pessoas

    • Na minha opinião, o BCFF não me serviria de base para análise, pois é um Fundo que teve problemas. Se fizer a mesma análise com FIIB, SHPH, ABCP, PQDP, FCFL, BBRC, BBPO o resultado seria o de renda e cotações crescentes. Alguns com crescimento de renda nominal e outros real tb.

      Curtido por 1 pessoa

      • Obrigado, pessoALL … pelos comentários.

        Talvez, seja melhor analisar cada ativo individualmente, sem generalizações.

        Se não, vejamos o FIIB do @Felipe cujo gráfico se encontra abaixo:

        A linha de tedência de crescimento dos proventos vai na mesma direção do aumento da cotação. Mas há ressalvas… reparem nas setas vermelhas. A seta de 2016 indica o início da reversão da cotação, e em 2019 (seta à direita) uma certa “agulhada” para cima na cotação (devido a entrada de novos investidores).

        Reparem na interseção das duas linhas de tendências indicando que o crescimento da cotação avança em ritmo maior do que os proventos.

        Considerando ainda as linhas de tendência, temos que a cotação avançou uns 100% desde 2016 (saiu de uns R$250 chegando a uns R$500 ) enquanto os proventos cresceram uns 25% (saindo de R$ 2,00 indo a R$ 2,50) ]

        Vou plotar alguns outros gráficos, e posto durante o dia …

        >>> Ainda tem coelho FORA da cartola, eihm !! -rsrs

        Curtido por 1 pessoa

    • BCFF11 é um péssimo exemplo. Houveram problemas na gestão do mesmo.
      Em geral os FII tem realizado captações e os proventos não refletem o potencial real desses fundos.
      A SELIC não vai aumentar. Topo com SELIC em 5,5 e com expectativa de 4,75? O aumento da SELIC seria devido a inflação declinante? 60% do PIB é consumo e atualmente o desemprego e diminuição dos gastos públicos retraem o consumo.
      Topo é algo diferente de realidade atual.

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    • Gosto de analisar com os imóveis físicos. Portanto, os imóveis físicos não tiveram muita alteração nos preços, e o aluguel diminuiu. O resto segue a lógica da renda variável, Selic, mercado internacional, oferta e procura blá blá blá…

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    • “Desde 2016, temos assistido uma recuperação tremenda do mercado secundário de fundos imobiliários”
      Pesou também o fato da CVM, em acordo de compadres, ter atrelado a remuneração dos gestores ao valor de mercado das cotas quando deveria ter feito em relação aos rendimentos recebidos. Nós aqui do blog já nos organizamos contra essa injustiça, enchemos a CVM de pedidos para reverter essa anomalia mas infelizmente recebemos tratamento padrão, ou seja, nem resposta nos deram. É gritante e arrogância e falta de consideração dos burocratas da CVM em relação à nós cotistas. Ficou claro a serviço de quem esse pessoal está.

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      • Hmmmmm … E tem mais:

        Uma situação que aprofunda o problema é o fato de muitos fundos **não** possuírem nem Benchmark a ser perseguido, como baliza de entrega de resultado. Fica parecendo que entregam no fim do mês aquilo que der, e não aquilo que perseguem …

        Nesses casos, é comum ver que a taxa de performance é simplesmente uma porcentagem acima de um índice oficial “puro” (sem cupon anual) (ex. 30% do que exceder o CDI).

        ADOTAR um Benchmark que geralmente é expresso em termos do indexador oficial mais um cupon anual (ex. Benchmark = CDI + 6% a.a.) e atrelá-lo para determinar o desempenho do gestor tendo como referência o benchmarking… seria muito diferente do que simplesmente receber uma porcentagem daquilo que veio acima do índice “bruto/puro”.

        Por quê ?

        Ora … as chances de se vencer um CDI “puro”(ou qualquer outro indicador básico) é extremamente facilitada se comparada as chances de se vencer um benchmarking, pois esse último incorpora não só o indexador oficial “puro” como também uma parcela adicional, o cupon anual o que eleva o patamar a partir do qual o desempenho do gestor será mensurado, diminuindo seus ganhos! Aí, sim! o gestor teria que mostrar trabalho para vencer o benchmarking e fazer juz à remuneração por performance.

        Enfim … chôradêra que não vai mudar nada, mas fica a indignação.

        NOTA: Em um fundo em particular, o VRTA11, é simplesmente IMPOSSíVEL entender como a taxa de performance é calculada [artigo 6o. do regulamento do fundo]

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  2. “Operação da Polícia Federal apura vazamentos de resultados de reuniões do Copom”
    Fonte: Infomoney

    Envolvida ….. “fundo de investimento administrado pelo banco BTG Pactual.”

    Estou passado … ‘Dedé Esteves’ o que esse menino já fez, até Deus duvida!

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    • Charles Schwab zera corretagem para renda variável

      A corretora americana Charles Schwab vai eliminar a taxa de corretagem para negociações de ações, num dos movimentos mais dramáticos já ocorridos em uma guerra de preços ampla que está reduzindo a lucratividade de todo o setor financeiro.

      A decisão da Schwab, maior corretora eletrônica com 12 milhões de clientes, abalou as concorrentes, que têm sido espremidas pela expectativa dos investidores de que as tarifas por serviços financeiros devem ser reduzidas ou até eliminadas.

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    • IPC-Fipe encerra setembro com estabilidade

      Indicador registrou desaceleração ao longo do mês, após ter avançado 0,33% no fechamento de agosto

      A cidade de São Paulo encerrou com estabilidade de preços em setembro, um mês de desacelerações consecutivas medidas pelo Índice de Preços ao Consumidor (IPC) calculado pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe).

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    • Produção industrial sobe 0,8% em agosto após 3 meses de queda, aponta IBGE

      Resultado na comparação com julho foi o melhor desempenho para o setor desde o pós-greve de caminhoneiros, em junho de 2018, quando cresceu 12,6%

      RIO – A produção industrial subiu 0,8% em agosto ante julho, na série com ajuste sazonal, divulgou nesta terça-feira, 01º, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O ajuste sazonal significa que épocas do ano ou eventos que podem alterar, positiva ou negativamente, os resultados foram descartados.

      A alta de 0,8% na produção industrial em agosto ante julho foi o melhor desempenho para o setor desde o pós-greve de caminhoneiros, em junho de 2018, quando cresceu 12,6%. Os resultados são da Pesquisa Industrial Mensal – Produção Física, divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O avanço no mês de agosto interrompeu três meses consecutivos de quedas, período em que a indústria acumulou uma perda de 0,9%.

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    • Bancos disputam crédito imobiliário

      Após redução da Selic, instituições privadas brigam por vice-liderança do setor; depois de corte, Bradesco tem a menor taxa do mercado

      Na esteira de mais um corte dos juros básicos da economia, anunciado na semana passada pelo Comitê de Política Monetária (Copom), os bancos privados deram início a uma ofensiva no mercado de crédito imobiliário. Após o Itaú ter anunciado na sexta feira uma queda na taxa mínima de 8,30% ao ano mais taxa referencial (TR) para 7,45%, nesta segunda-feira, 30, o Bradesco seguiu o movimento: redução de 8,10% para 7,30%, a menor taxa do mercado.

      Os dois maiores bancos privados disputam a vice-liderança do setor, dominado pela Caixa Econômica Federal, tanto em volume quanto em valor de concessões.

      Com a reação das duas instituições, considerando as cinco maiores do mercado, a taxa mínima para linhas de financiamento do segmento abre o mês de outubro com média de 7,91%, queda de 0,33 ponto porcentual. Em julho, o Santander também já havia reduzido a sua taxa de 8,50% para 7,99%.

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    • IPC-S desacelera em três das sete capitais pesquisadas em setembro, diz FGV

      O Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S) desacelerou em três das sete capitais pesquisadas na quarta quadrissemana de setembro frente à medição imediatamente anterior, informou a Fundação Getulio Vargas (FGV) nesta quarta-feira (2). Neste intervalo, o indicador permaneceu estável, com variação de 0,0% na taxa frente a 0,01% no resultado anterior.

      Na comparação, o nível de preços recuou em Belo Horizonte (0,12% para -0,04%), Recife (0,16% para 0,08%) e São Paulo (-0,03% para -0,10%). Outras quatro capitais registraram oscilação para cima nas suas taxas de variação: Salvador (0,40% para 0,41%), Brasília (-0,11% para 0,02%), Rio de Janeiro (-0,14% para -0,09%) e Porto Alegre (-0,05% para 0,0%).

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    • Taxas futuras de juros renovam mínimas com dólar fraco ante real e outras moedas

      Os juros futuros abriram em alta moderada, mas há pouco renovaram mínimas, acompanhando a virada do dólar, que passou a cair ante o real e se mostra fraco ante moedas emergentes e ligadas a commodities em movimento de ajuste em meio ainda a temores com a desaceleração global. Há pouco, as taxas operavam estáveis.

      Às 10h10, a taxa do contrato de depósito interfinanceiro (DI) para janeiro de 2021 estava em 4,96%, na mínima, de 4,95% no ajuste anterior. O vencimento para janeiro de 2023 marcava 6,05%, de 6,04% no ajuste anterior, enquanto o DI para janeiro de 2025 exibia 6,65%, de 6,64% no ajuste de ontem.

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    • Entenda como Forever 21 foi de sucesso mundial a pedido de recuperação

      Marca americana pediu recuperação judicial para evitar falência nos EUA
      Segundo a marca, os negócios no Brasil vão continuar normalmente
      Estratégia em abrir unidades físicas é apontada como um dos motivos
      A pouca presença online e consumidores cada vez mais conscientes também pesam em recuperação

      A Forever 21 nasceu do pouco dinheiro de um casal imigrante, se tornou uma empresa bilionária mundial, mas agora vai encarar um pedido de recuperação judicial para evitar a falência nos Estados Unidos. Mas, se a gente continua comprando várias blusinhas, como isso aconteceu?

      Bom, na verdade, o mundo mudou. Cada vez menos pessoas vão ao shopping ou a uma loja para comprar roupas. Além disso, hoje as marcas precisam ser cada vez mais transparentes e as peças cada vez menos passageiras. Segundo fontes ouvidas pela reportagem, esse conjunto de fatores atingiu em cheio a Forever 21, que já foi símbolo de mulheres descoladas.

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      • Conforme divulgado pela empresa no domingo, 350 unidades serão fechadas, especialmente na Europa e Ásia. Em nota, a Forever 21 afirma que os “negócios por aqui”, no Brasil, vão continuar normalmente, diz a porta-voz Alecia Pulman.

        Toda a situação começou, justamente, na tentativa de abrir o máximo possível de lojas da Forever 21 a partir dos anos 2000. As unidades costumavam ser instaladas em shoppings -47 países têm lojas da marca. No Brasil, a primeira unidade inaugurada em 2014 rendeu uma fila com cerca de 2.000 pessoas à espera das novidades em São Paulo.

        Se a inauguração tivesse ocorrido hoje, a fila seria, provavelmente, menor. De acordo com levantamento da PwC, uma das principais auditorias do mundo, 70% dos brasileiros compravam mensalmente em uma loja física em 2013. Em 2017, o índice foi a 55%.

        Hoje, os consumidores ligam cada vez menos computador para comprar: as vendas feitas em computadores caíram de 69% para 58%. Já as compras mensais feitas por smartphone passaram de 15% para 41%. Em tablet, de 20% para 30%. O comportamento é semelhante no Exterior. O relatório chega a dizer que as compras presenciais são “um hábito cada vez mais em desuso”.

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    • CVM revoga normas que exigiam registro de regulamento de fundos em cartório

      A Comissão de Valores Mobiliários (CVM) editou nesta quarta-feira, 2, a Instrução CVM 615, que altera e revoga dispositivos que tratavam do registro obrigatório em Cartório de Registro de Títulos e Documentos dos regulamentos de diferentes tipos de fundos de investimentos.
      A mudança acompanha a Lei da Liberdade Econômica, publicada em setembro, que determinou que o registro dos regulamentos dos fundos de investimentos na CVM passa a ser suficiente para garantir a sua publicidade e a oponibilidade de efeitos em relação a terceiros. A medida deve reduzir custos para a indústria de fundos.

      A revogação feita nesta quarta pela CVM inclui os seguintes fundos e normas: fundos mútuos de ações incentivadas (Instrução CVM 153), fundos de conversão (Instrução CVM 227), fundos mútuos de privatização – FGTS (Instrução 279), fundos de investimento em direitos creditórios (Instrução 356), fundos de índice (Instrução 359), FUNCINE (Instrução 398), FIDC-PIPS (Instrução 399), fundo de investimento do FGTS (Instrução 462), fundos de investimento imobiliário (Instrução 472), fundos de investimento (Instrução 555) e fundos de investimento em participações (Instrução 578).

      Em comunicado, a CVM destaca que as alterações e revogações da CVM refletem a modificação legal ocorrida e, por isso, estão restritas apenas à retirada da obrigação de registro em cartório. Por se tratar de uma adaptação à mudança na Lei, a Instrução CVM 615 não teve audiência pública.

      A Instrução CVM 615 entra em vigor a partir desta quarta, data de sua publicação.

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    • Pergunto:
      Se a corretora que recebo os proventos fosse de alguma maneira impedida por determinado tempo ou algo parecido, motivo qualquer, tipo como aconteceu com a Diferencial.
      Como faria para ter acesso aos proventos? Alguém já passou ou sabe como ficaria a situação?

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  3. Com queda da Selic, renda fixa atrelada à inflação e bolsa se destacam

    Ações se recuperam e Ibovespa registra valorização de 3,57% no mês de setembro

    Setembro termina como a imagem oposta de agosto no terreno dos investimentos. O último mês do terceiro trimestre trouxe uma retomada da aposta no risco, com a bolsa no topo do ranking dos ganhos, mas seguida de perto pelos títulos prefixados e papéis atrelados à inflação.

    Se em agosto a tônica foi a busca por proteção, o que levou ativos de proteção como o ouro a uma elevação de quase 18% e a moeda americana a ficar perto dos dois dígitos de valorização, em setembro o metal precioso recuou 3,86%, enquanto o dólar comercial registrou apenas 0,33% de alta. Os resultados da commodity e da moeda ficaram até mesmo abaixo da variação da taxa Selic, que marcou 0,46% no mês, e do referencial conservador pós-fixado de mercado, o CDI, com elevação igual.

    Na semana passada, o presidente americano, Donald Trump, reforçou a sinalização para a possibilidade de retomada das negociações sobre o impasse, além de adiar por 15 dias a entrada em vigor de tarifas sobre importações do país asiático. “Tivemos um mês um pouco mais calmo nesse front, o que deu suporte às bolsas internacionais”, aponta Bernardo Zerbini, chefe de estratégia macro da AZ Quest.

    Curtido por 2 pessoas

    • Eu vi esse movimento de alta (renda fixa atrelada à inflação) mas… não entendo!!

      A inflação não está em … BAIXA ????

      Podem tentar me explicar em termos de economêz que quiserem … (por exmeplo, li lá: “… Com a postura mais flexível do BC e a ajuda de um cenário externo mais favorável, os papéis de taxas prefixadas e de juro real tiveram fortes ganhos em setembro. Apesar de permanecer atrás dos 3,57% do Ibovespa em setembro, os índices de renda fixa IMA-B, que representa uma cesta de títulos públicos atrelados à inflação mais uma taxa de juro real, e o IRF-M, de papéis prefixados de várias maturidades, registraram o segundo e terceiro melhores resultados do mês passado….” ) mas PARA MIM … continua sem justificativa.

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      • (continuando …)

        … o BC se mostrou um pouco mais ‘dovish’ (menos preocupado com a inflação) do que o mercado imaginava, mais confortável com o cenário de inflação e juros”. Com isso, o mercado passou a refazer projeções para o patamar da Selic para este ano e o próximo, com muitas casas agora apostando em uma taxa abaixo de 5% já em 2019.

        Estima-se que a Selic termine este ano em 4,75% e recue para 4,5% em fevereiro de 2020. “Mesmo com depreciação cambial, não teve nenhuma revisão de inflação para cima nem pelos economistas nem pelo mercado – pela inflação implícita nos títulos públicos” …

        >>> E aí ? Entenderama explicação ? Se nào teve revisão da inflação apra cima, como pode a renda fica atrelada à inflação … render mais ? Para mim.. a conta não fecha mas enfim … É FATO que a RENDA FIXA pré-fixada e inflação estão rendendo até mais que muito FII !!!

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      • Renato, os fundos com terminação “inflação “ ou “ima-b” ou “preços “ se comportam sempre em alta se a selic cai ou se a mesma tem perspectiva de cair.

        É igual a quem comprou TD IPCA lá atrás pagando prêmio de +7% e viu para quanto foi o PU deste título a medida que a Selic foi caindo.

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      • O que me parece interessante sinalizar é que enquanto nosso BC está com postura dovish, o FED está com postura ou neutra ou até hawkish , o que levará a uma menor margem de lucro pro investidor estrangeiro, estimulando-o a retirar suas divisas daqui para lá.

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  4. Atualização Semanal: 28/09/19

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    Edições Semanais com:

    Carteiras do Blog:  Mbp77

    Matrix dos FIIs

    FII AnaliSYS

    Tetzner Journal

    Nesta Edição:

    • Carta ao Leitor…2
    • Panorama Econômico e Imobiliário…7
    • Fatos que marcaram a Semana…17
      • FII BC FFII (BCFF) Fato Relevante…18
      • FII BTG CRI (BTCR) Relatorio Gerencial…19
      • FII CAMPUSFL (FCFL) AGE – Resumo das Deliberacoes – 24/09/19…22
      • FII CAMPUSFL (FCFL) Fato Relevante…23
      • FII EXCELLEN (FEXC) Relatorio Gerencial…24
      • FII RIOB RC (FFCI) Comunicado nao Fato Relevante…27
      • FII GEN SHOP (FIGS) Relatorio Gerencial…29
      • FII RB CAP I (FIIP – MB) Relatorio Gerencial…32
      • FII FLORIPA (FLRP) Relatorio Gerencial…34
      • FII KINEA HY (KNHY) Fato Relevante…37
      • FII KINEA IP (KNIP) Comunicado nao Fato Relevante…39
      • FII VBI LOG (LVBI) Comunicado nao Fato Relevante…40
      • FII GGRCOVEP (GGRC) Fato Relevante…41
      • FII CSHG URB (HGRU) Fato Relevante…42
      • FII IRIDIUM (IRDM) Comunicado nao Fato Relevante…43
      • FII MERITO I (MFII) Esclarecimentos de consulta B3 / CVM…44
      • FII LOURDES (NSLU) Relatorio Gerencial…45
      • FII OURI FOF (OUFF) Relatorio Gerencial…47
      • FII OURILOG (OULG – MB) Relatorio Gerencial…50
      • FII OURILOG (OULG – MB) Fato Relevante…52
      • FII RBRESID2 (RBDS) Relatorio Gerencial…53
      • FII RIOB ED (RBED) Fato Relevante…55
      • FII RB GSB I (RBGS) Relatorio Gerencial…56
      • FII RBR PROP (RBRP) Relatorio Gerencial…57
      • FII RIOB VA (RBVA) Comunicado nao Fato Relevante…61
      • FII RD ESCRI (RDES) Fato Relevante…63
      • FII HIGIENOP (SHPH) Fato Relevante…64
      • FII TORRE NO (TRNT) Fato Relevante…65
      • FII VALREIII (VGIR) Relatorio Gerencial…66
      • FII VINCILOG (VILG) Fato Relevante…69
      • FII OLIMPIA (VLOL) Relatorio Gerencial…73
      • FII FATOR VE (VRTA) Relatorio Gerencial…75
      • FII XP MACAE (XPCM) Relatorio Gerencial…80
      • FII XP LOG (XPLG) Outros Docs da Oferta Distribuicao Cotas…82
      • FII YAGUARA (YCHY) Fato Relevante…83
    • Resumo dos FIIs…84

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    Conteúdos Exclusivos de Assinantes dos Blog:

    • InsightsUma página restrita e dedicada a revelar os FIIs como você nunca viu
    • Trix Report: O fechamento diário dos FIIs resumido para você
    • Fórum VIP: Textos e Conteúdos Exclusivos, trazendo sempre as últimas novidades dos FIIs
    • Entrevistas: O mundo imobiliário por quem Realmente faz acontecer!
    • FII Alerta: Avisos Exclusivos para novas Assinaturas dos Produtos e Serviços 😀

    E mais, muito mais nos comentários dos amigos aos Textos, informação valiosa para ampliar o seu estudo e conhecimento.

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    • XP e Esser
      nemamigoneminimigo

      A falta de zelo da XP Investimentos na estruturação de operações de mercados de capitais ficou mais que evidente em um operação de certificados de recebíveis imobiliários estruturada para a incorporadora Esser.

      Para variar, a XP quer que os investidores paguem por seus erros. Enquanto a CVM investiga o caso, a ANBIMA, controlada pelo Banco Itaú, que também é grande acionista da XP, faz vista grossa para o caso.

      Infelizmente, esta é mais uma prova que a ANBIMA só serve para perseguir as pequenas e médias instituições financeiras.

      qual é o FII que tem CRI da Esser micado mesmo?

      Curtido por 2 pessoas

    • Tetzner em REVISTA – Outubro/19 – Ed 89

      tetzner-em-revista-capa

      Carta ao Leitor

      Nesta edição temos as contribuições dos amigos Sr Mercado, Gama e Trix. Artigos repletos de informação e muito conhecimento sobre o mundo dos investimentos. Aproveitem e confiram um trechinho de cada um deles, abaixo:

      “Sempre tive a consciência que uma das grandes falhas do sistema educacional brasileiro, dentre tantos, é a falta de educação financeira e também aritmética simples. Por essa razão, e antes de informar o caso pratico que adoto para minha filha, é que todos os dias dou aulas de matemática para minha filha, baseado em ensino cingales (Singapore).” leia mais em  Educação Financeira para nossos Filhos por Sr Mercado

       “O susto que os cotistas do Grand Plaza Shopping tomaram recentemente vale um acompanhamento para verificarmos como os fundamentos, notícias e expectativas se traduzem nas cotações. Não é indicação de compra e/ou venda, apenas para fins didáticos. Durante o mês de setembro faremos a atualização semanal do gráfico no Blog.” confira em ABCP11 – Um estudo Gráfico por Trix

      “Procuro mesclar os ativos que mais tem a ver comigo. Pois minha estratégia começa com os investimentos trabalhando pra mim e não o contrário. Os investimentos tem que se moldar a mim, e nunca… NUNCA ao contrário. Sabemos que se dominamos um conhecimento a um nível máximo, podemos ter um foco nele. Isso realmente potencializa os resultados que o investidor pode vir a ter.” confira em Como opero minha carteira? por Gama

      “O conceito de finanças comportamentais nos ajuda a reconhecer nossos preconceitos naturais que nos levam a tomar decisões ilógicas e muitas vezes irracionais quando se trata de investimentos e finanças. Um excelente exemplo disso é o conceito da teoria das perspectivas, que é a ideia de que, como seres humanos, nossa resposta emocional às perdas percebidas é diferente da de ganhos percebidos.” leia mais em 8 tendências comuns que influenciam as decisões de investimento por Trix

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      mini_Tetzner Tetzner

      Nesta Edição:

        • Carta ao Leitor…2
        • O Mês em Revista…4
        • COPOM…6
        • Indicadores…7
        • iFIX…12
        • Tesouro Direto…16
        • Artigos do Mês…17
          • Educação Financeira para nossos Filhos por Sr Mercado…19
          • ABCP11 – Um estudo Gráfico (atualização) por Dagoberto Corrarello *…22
          • Como opero minha carteira? por Marcelo Gama *…26
          • 8 tendências comuns que influenciam as decisões de investimento por Dagoberto Corrarello *…29
        • Matriz dos FIIs do Tetzner…33
        • Tetzner Range…34
        • Resumo dos FIIs…36
      • Nota…34

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      • Renato é um conjunto de fatores: caixa remunera CDI que está em queda como a Selic. As emissões elevam o denominador e não refletem resultados imediatos no numerador, diminuindo o resultado. A economia ainda não engatou a segunda marcha, então as negociações com inquilinos seguem desfavoráveis aos proprietários. Por último, a inflação controlada reduz o efeito de reajustes. A tendência é essa já que estamos vendo migração da renda fixa para variável, vide aumento do número de investidores nos FIIs 😁

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      • Tá muito estranho isso, @Tetzner … explica, mas não justifica … Tá muito estranho isso tudo; estou sofrendo de dissonância cognitiva financeira Renda Fixa Pré-Fixada está rendendo mais que muito FII que pouquíssimos meses atrás pagam bem mais.

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      • Uma queda de 0.75% pp na SELIC/CDI… de 6.25% p/ 5.5%, por exmeplo … nào dá p/ justificar quedas de 10, 20 … 30% no rendimento de FIIs maduros, seja de papel seja tijolo. A coisa tá fêia!!

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      • Selic 2019 sai de 5,00% para 4,75% ao ano e segue em 5,00% para 2020, diz Focus

        Os economistas do mercado financeiro alteraram suas projeções para a Selic (a taxa básica da economia) no fim de 2019 e passaram a prever juros ainda menores. O Relatório de Mercado Focus trouxe nesta segunda-feira, 30, que a mediana das previsões para a Selic este ano foi de 5,00% para 4,75% ao ano. Há um mês, estava em 5,00%. Já a projeção para a Selic no fim de 2020 permaneceu em 5,00% ao ano, ante 5,25% de quatro semanas atrás.

        No caso de 2021, a projeção foi de 6,75% para 6,50%, ante 7,00% de um mês antes. A projeção para a Selic no fim de 2022 permaneceu em 7,00%, mesmo porcentual de quatro semanas antes.

        Há duas semanas, o Comitê de Política Monetária (Copom) do BC cortou a Selic em 0,50 ponto porcentual, de 6,00% para 5,50% ao ano. Foi o segundo corte consecutivo da taxa básica. No comunicado sobre a decisão, o BC avaliou que o cenário externo, apesar de incerto, está favorável para países emergentes. Além disso, reconheceu avanços nas reformas econômicas e divulgou projeções comportadas de inflação para 2019 e 2020.

        Neste contexto, a instituição também indicou que pode promover novos cortes na Selic. Estas mensagens foram reforçadas pela ata do encontro e pelo Relatório Trimestral de Inflação (RTI), divulgados na semana passada.

        No grupo dos analistas consultados que mais acertam as projeções (Top 5) de médio prazo, a mediana da taxa básica em 2019 permaneceu em 4,75% ao ano, ante 5,00% de um mês antes. No caso de 2020, passou de 4,75% para 4,50% ao ano, ante 5,00% de quatro semanas atrás.

        A projeção para o fim de 2021 no Top 5 permaneceu em 6,50%. Há um mês, estava em 7,00%. Para 2022, a projeção do Top 5 seguiu em 6,50% ao ano, ante 7,00% de um mês antes.

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      • E o dolar de 3,80 para 4,00…

        Hong kong está com inflação 0% (zero)..
        É um período no qual o mundo estará passando sem saber muito o que fazer. O BR, defasado como sempre, e como todos os emergentes, receberão os últimos investimentos dos países ricos. Mas, será que entrará nessa fase de inflação zero e juro negativo também??🤔
        Bom dia, ótima semana a todos.

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      • @Catador .. se o Brasil vai entrar na onda do juros “-” eu não sei. O que sei é que … essa palhaçada de atrelar tudo ao tal “crescimento” econômico. Ora! E a economia de “reposição” ? Se não cresce… no mínimo 100% anteriores ainda estão lá! Mas … só se preocupam com o tal do “crescimento” …

        Juros é o valor do dinheiro no tempo … não é ferramenta contra “inflação”. Esse modelos econométricos aí … são teóricos e piores que os modelos climáticos. É tudo sem nexo-causal. Mas a mente humana adora fingir que est’ano controle … mesmo contra uma mão-invisível gigantemente complexa e que portanto, modelo ecnométrico algum será capaz de absorver … Enfim …

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      • Apenas comentei sobre essa “celeuma” de relacionar juros x inflação x crescimento PIB. E achar que em se seguindo “aquela” regrinha de três… Economia cresce, inflação sob, aumenta juros, economia desacelera, inflação cai … não só se descreve o fenômeno como também ficamos todos (pseudo-)felizes.

        Eu acho que juros “-” vai ser a próxima queridinha do Sr. BC, aliada às outras, que terão obrigatoriamente que utilizar para “recolher” (excesso) dinheiro do mercado já que é tudo … big to fail, pelo social, etc. Em que velocidade recolherão sem causar grande depressão, como antigamnete quando TUDO vinha abaixo ? Quem viver… verá.

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    • Mercado imobiliário cresce no Estado de SP, mas de forma desigual, diz pesquisa

      O mercado imobiliário tem mostrado uma recuperação lenta e gradual no Estado de São Paulo, com crescimento das atividades de compra e venda. No entanto, essa melhora ainda permanece restrita a algumas regiões, e não a todo o Estado.

      Essas são as principais constatações do levantamento Indicadores de Registro Imobiliário, divulgado nesta segunda-feira, 30, pela Associação dos Registradores de Imóveis de São Paulo (Arisp) em parceria com a Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe).

      A pesquisa computou 575.043 operações de compra e venda de imóveis nos últimos 12 meses até junho de 2019, montante 1,55% maior do que no acumulado dos 12 meses encerrados em junho de 2018.

      O montante também é 16,2% maior do que no acumulado até a metade de 2016, quando o setor atingiu o nível de atividade mais baixo da série, com 494.853 transações, em meio à crise nacional. No entanto, ainda está 32,6% abaixo do ponto mais alto da série, na metade de 2012, com 631.899 transações.

      “Após o período da crise, estamos na fase do retorno da liquidez”, avaliou o pesquisador da Fipe Eduardo Zylberstajn. Ele comentou que o preço dos imóveis caiu relativamente pouco durante os anos de crise no Brasil, o que inibiu as compras e vendas.

      “Quem queria vender não aceitava baixar o preço. E quem queria comprar não se dispunha a pagar o valor pedido. Então as transações diminuíram, num ajuste pela liquidez. Agora estamos vendo uma retomada, o que pode até abrir espaço para um aumento nos preços no futuro”, completou Zylberstajn.

      Os dados englobam números de 317 cartórios e 645 municípios paulistas, além de todos os tipos de imóveis – casas, apartamentos, terrenos, salas comerciais, lojas, galpões e fazendas – novos e usados.

      As 575.043 operações de compra e venda respondem por 69,2% do total de 830.844 atividades imobiliárias apuradas, que envolvem também permuta, cessão de direitos, arrematação em hasta pública, doação, herança, desapropriação, dação em pagamento, entre outras.

      Se considerado o total de atividades imobiliárias, o Estado mostrou um crescimento de 0,50% nos últimos 12 meses até junho de 2019 em relação ao mesmo período do ano anterior.

      Outra boa notícia para o setor é a queda na quantidade de imóveis retomados pelos bancos por falta de pagamento dos mutuários. Foram 7.840 nos últimos 12 meses até junho de 2019, 7,3% menos do que os 8.459 nos últimos 12 meses até junho de 2018.

      “Com a melhora no cenário macroeconômico, redução leve do desemprego e queda dos juros, há menos pessoas inadimplentes”, apontou Zylberstajn.

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      • Regiões

        O levantamento separou os dados em 17 cidades e regiões. Em sete delas, as compras e vendas aumentaram, enquanto em dez, caíram.

        A cidade de São Paulo, maior mercado imobiliário do Brasil, teve um crescimento de 2,33% nas operações de compra e venda, segundo os registros em cartório, ficando portanto acima da alta média de 1,55% no Estado.

        As maiores altas foram registradas nas regiões de Campinas (12,86%), Vale do Paraíba (7,69%) e Itapetininga (6,80%). Já as maiores baixas ocorreram em Marília (-17,05%), litoral Sul (-15,87%) e Piracicaba (-5,36%).

        “No geral, o mercado passou por uma melhoria, mas esse efeito é muito heterogêneo”, disse o pesquisador da Fipe. “Em algumas regiões, o mercado já esta bem mais forte. Em outros, essa melhora ainda não chegou”.

        Referência internacional

        A publicação dessa pesquisa, com dados inéditos, pode ajudar o Brasil a subir algumas posições no ranking organizado pelo Banco Mundial sobre os melhores países para fazer negócios, o “Doing Business”. Atualmente, o Brasil está no 109º lugar.

        O ganho de colocações pode vir porque um dos dez temas avaliados pelo relatório do Banco Mundial é justamente o registro de propriedades, bem como seus custos e prazos em cada região. Na categoria de registros, o Brasil é um dos piores colocados, na 137ª posição, devido à carência de pesquisas sobre o volume de transações imobiliárias, o que deixa investidores no escuro sobre o nível de demanda no setor.

        Os levantamentos já divulgados por associações empresariais até aqui – como os de Secovi, Abrainc e CBIC, por exemplo – usam dados baseados nos contratos de compromisso de compra e venda de apartamentos negociados na planta, informado pelas incorporadoras, o que representa só uma fatia no setor.

        “Estamos mudando o padrão de transparência do mercado imobiliário no País. É a primeira vez que um Estado inteiro disponibiliza os resultados das operações”, destacou a coordenadora de pesquisas da Arisp, Patrícia Ferraz. “Isso permitirá uma mudança no padrão de investimentos públicos e privados por se entender como está a dinâmica do mercado em cada região”. avaliou.

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    • Prêmio Walter do Mercado 2019 – IFIX : 1ª semana outubro/19 (dia 04 –243ª Edição)
      Ainda dá tempo de participar e concorrer ao prêmio semanal, não perca tempo vote djá.
      Campeão da semana: phbell
      Mapeamento de Tendência setembro/19.
      No walter-do-mercado

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  5. BC estima inflação em 3,7% em 2021 e em 3,9% em 2022

    Para 2019 e 2020, projeção é de alta de 3,4% e de 3,6% no IPCA, respectivamente

    O Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) deve subir 3,4% em 2019, 3,6% em 2020, 3,7% em 2021 e 3,9% em 2022, conforme o Relatório de Inflação (RI) de setembro, divulgado nesta quinta-feira pelo Banco Central (BC). Essas projeções pressupõem juros estáveis em 6% ao ano e a taxa de câmbio na média de R$ 4,05, vigente nos cinco dias úteis anteriores à reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) da semana passada.

    No documento de junho, as estimativas eram de inflação em 3,6% em 2019, 3,7% em 2020 e 3,9% em 2021. Não havia estimativa de inflação para 2022. Naquele mês, utilizou-se taxa de juros estável em 6,5% ao ano e taxa de câmbio de R$ 3,85 vigente nos cinco dias anteriores à reunião do Copom.

    O BC também publicou previsão de PIB em 2020 de 1,8%, abaixo dos 2% previstos na última pesquisa Focus. “Indica crescimento contido para 2020 e é um fato que ajuda a estímulo monetário”, salientou José Raymundo Faria Júnior, sócio-diretor da Wagner Investimentos.

    Às 9h23 desta quinta, a taxa do contrato de depósito interfinanceiro (DI) para janeiro de 2021 estava em 4,98%, de 5,00% no ajuste anterior. O vencimento para janeiro de 2023 marcava 6,10%, na máxima, de 6,12% no ajuste anterior, enquanto o DI para janeiro de 2025 exibia 6,71%, na máxima, de 6,73% no ajuste de quarta-feira.

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    • Congresso aprovará parte da PEC da cessão onerosa para viabilizar leilão

      O ministro da Economia, Paulo Guedes, os presidentes da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), e líderes partidários decidiram ontem fatiar a proposta de emenda à Constituição (PEC) que viabiliza o leilão do excedente de petróleo da cessão onerosa do pré-sal.

      Com isso, seguirá para promulgação o trecho que permite a realização da licitação, que deve render mais de R$ 100 bilhões em bônus de assinatura. A divisão dos recursos entre União, Estados e municípios, que tem gerado divergências, continuará em discussão na PEC que está na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara.

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    • Brasil sofre de queda no turismo com onda de violência

      A hotelaria do Rio de Janeiro está apavorada. São inúmeros cancelamentos dos turistas estrangeiros que não virão ao Brasil durante os festejos de fim de ano. O Rio é porta de entrada do turista rico no Brasil, no entanto a onda de violência, que não só se abate no Rio, agora mesmo está no Ceará, afasta o turista que tem recursos.

      Resta saber onde vamos encontrar turistas para o reveillon do Rio, o carnaval e o Rock in Rio. Até o Nordeste está sendo afetado. Vários estados nordestinos também enfrentam violência como Ceará, Alagoas, Bahia e Maranhão. A imprensa estrangeira continua divulgando este quadro que nos afeta. Vamos contabilizar mais prejuízos no turismo onde o Brasil não consegue decolar.

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      • Quando o país era comandado por governos de esquerda, a violência era maior (os números comprovam isso), mas era tratada como algo romântico, o traficante era tratado como um revolucionário que venceu as dificuldades impostas pela sociedade elitista, por essa imprensa e classe artística.
        Agora virou algo horrível…rs
        Com boa ou má vontade deles, o Rio já era mesmo.

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      • Realmente tem aumentado. Mas as estatísticas mostram que caiu 25% esse ano. E vejo que melhorou tanto no estado que moro quanto no que trabalho. Além disso, refletiu nos prêmios do seguro, cujo preço caiu consideravelmente.

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      • VcMarcos, pode ser que turista não se preocupe com ideologia, mas baseiam suas opiniões influenciados pelos correspondentes internacionais que certamente levam isso em consideração em suas “análises”. A violência caiu em 2018, vem caindo em 2019, mas leia oq eles escrevem…somos governados por um presidente fascista, que apóia uma polícia paralela (milicianos) que transformou o Rio em um campo de guerra.
        Não nego o problema no Rio, inclusive não vejo solução para a cidade, porém, dizer que está piorando, sei não.

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    • País pode receber R$ 50 bi em investimentos em infraestrutura em 2020

      O Brasil poderá receber R$ 50 bilhões de investimentos, nacionais e estrangeiros, nas áreas de infraestrutura em 2020. A estimativa é do ministro da Infraestrutura, Tarcísio Freitas, que participou, nesta quarta-feira (25), da inauguração da nova pista do Aeroporto Santos Dumont, no Rio de Janeiro. Ele esteve nos Estados Unidos nos últimos dias, quando realizou várias reuniões de negócios com investidores estrangeiros, principalmente americanos e canadenses.

      “A gente teve reuniões com 68 fundos, bancos de investimentos, fundos de pensão, fundos soberanos. Foram 21 reuniões. Se a gente somar o que só os fundos administram de ativos, dá mais de US$ 2 trilhões. Eles estão olhando para tudo: aeroportos, portos, rodovias, companhias brasileiras, Eletrobras. O apetite é enorme”, disse Tarcísio.

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      • Colocamos o país à venda quando uma classe “rouba” bilhões de dólares de empresas estatais ou recebe subsídios vergonhosos.

        Vender empresas estatais no Brasil deveria ser pauta até da esquerda.

        Basta a Eletrobras.. o mesmo grupo “maranhense” domina as empresas estatais desde a redemocratização…Passou por todos os governos por lá.

        Se quisermos eliminar essas oligarquias temos que diminuir o Estado…pois é do gigantismo desse que eles se alimentam.

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      • @Felipe … tem que VENDER tudo, e não fazer concessão.

        Agora … pô!!! convenhamos: estão vendendo o país prá fora … A china não fez isso, porque temos que fazer ?
        É aquela mentalidade de “complexo de vira-lata” … pô!! será que não enxergam que os fundos de pensão e investimentos estrangeiros estão aqui para remunerar os pensionistas e investideores deles lá, e não nós aqui ?

        Pagaremos pedágio nas estradas, tarifas de linhão de energia, usina eólica, etc… para remeter prá lá, e o governo fazer um tal de “superávit primário” …

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      • Mais um leilão do Governo @jairbolsonaro com sucesso. 27o ativo do @minfraestrutura e 1a rodovia de um programa ambicioso que vai estruturar 16 mil km até 2022. Jataí (GO) – Uberlândia (MG). Deságio de 33,14%, tarifa R$ 4,69364. R$ 4,59 BILHÕES em investimentos

        >>> Via imposto … Pagamos para construir. Pagamos para manutenir (bem ou mal) nos anos que se seguiram. Pagamos para recuperar antes de conceder. Pagamos pedágio depois de concedido. E… continuaremos a pagar os mesmos impostos que antes, sem redução nem contra-partida alguma. É contra isso que liguei meu fod4-se e, ultimamente, só me preocupo com meus investimentos!

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    • Crédito imobiliário atinge R$ 6,71 bilhões em agosto, alta de 18,4% em um ano

      Estadão Conteúdo – 26/09/19 – 15h08 – Atualizado em 26/09/19 – 15h26

      O crédito imobiliário com recursos da poupança somou R$ 6,71 bilhões em agosto, cifra 18,4% maior que a vista um ano antes, segundo dados divulgados pela Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip). Em relação a julho, teve leve alta de 0,1%. Com tal desempenho, o crédito imobiliário teve em agosto seu melhor mês de 2019, renovando o título já alcançado em julho.

      Nos primeiros nove meses deste ano, foram aplicados R$ 47,1 bilhões na aquisição e construção de imóveis com recursos das cadernetas, elevação de 31,4% em relação a igual período de 2018, segundo a Abecip.

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      • Unidades financiadas

        Em agosto, foram financiados, nas modalidades de aquisição e construção, 26,4 mil imóveis, 6% mais do que em julho e 17,3% acima do registrado em agosto de 2018. Este também foi o melhor resultado mensal de 2019, de acordo com a Abecip.

        Entre janeiro e agosto de 2019, os recursos da poupança propiciaram a aquisição e a construção de 180,5 mil imóveis, com aumento de 27,6% em relação a igual período de 2018.

        Recentemente, a Abecip revisou para cima suas projeções. A entidade espera que a carteira de financiamento cresça 13% neste ano, para R$ 132 bilhões. Por segmento, se forem considerados apenas os recursos do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE), a previsão de crescimento é ainda mais forte, de 31%, atingindo R$ 75 bilhões. Já a previsão para o crédito através dos recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) é de redução de 4% neste ano.

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    • Jair M. Bolsonaro – @jairbolsonaro
      ·
      4 min
      O mercado imobiliário voltou a evoluir positivamente no segundo trimestre de 2019, segundo estudo do
      @MinEconomia

      Em junho, foram lançados 16.298 novos imóveis, o segundo maior resultado da série histórica iniciada em janeiro de 2014.

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    • Shoppings brasileiros evoluem para não repetir apocalipse do varejo dos EUA

      Lançamento do Iguatemi 365 no próximo mês é um dos sinais de adaptação dos shoppings brasileiros – que são resilientes, mas não imunes

      SÃO PAULO – “O shopping não é mais das 10h às 22h. Precisamos ser omnichannel”, admitiu Claudio Dall’Acqua Jr., diretor de desenvolvimento e gestão do Iguatemi, no Investor Day, evento da XP Investimentos com profissionais de escritórios de AAI de todo o Brasil.

      O Iguatemi 365, marketplace da empresa cujo lançamento está marcado para o mês de outubro (leia mais aqui), tem o objetivo de inaugurar o conceito de e-commerce de alto luxo no país e garantir a relevância da companhia como marca online antes que os hábitos de consumo efetivamente mudem de uma vez por todas. Assim como as iniciativas online da CCP e do Shopping Cidade Jardim, essa é mais uma antecipação dos shoppings brasileiros ao movimento de “apocalipse” que acometeu o varejo americano.

      Nos EUA, mais de doze mil redes varejistas fecharam as portas nos últimos nove anos, esvaziando e inviabilizando shoppings centers locais como efeito do crescimento do comércio eletrônico e da mudança no consumo com a geração Y. A provável próxima vítima é a Forever 21, que estaria ensaiando seu pedido de falência para as próximas semanas.

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      • A tese brasileira é, em si, mais sólida que a americana por não depender somente do varejo. Por aqui, ir ao shopping é buscar por serviços, alimentação, segurança e conforto – o que garante resistência aos efeitos do e-commerce. Ainda assim, o período de crise econômica colocou em dúvida a resiliência do setor, com números preocupantes de venda e vacância.

        No início de 2018, eram 12,5 mil lojas desocupadas no país – os shoppings mais novos chegaram a atingir vacância de 46% em 2017, conforme os dados da Abrasce (Associação brasileira de shoppings centers) e do Ibope Inteligência na época. A retomada começou só agora, em 2019: a vacância neste ano deve chegar a algo entre 4,5% e 5%, de acordo com a Abrasce, leve queda em relação aos 5% do fim de 2018.

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      • Dall’Acqua defende que os anos de crise foram “ótimos” para a operação do Iguatemi individualmente, porque funcionaram como uma peneira: lojas destoantes do portfólio de classe A e B acabaram deixando os shoppings do grupo e melhorando o equilíbrio para o público-alvo. Já aquelas que passaram por dificuldade, mas são consideradas importantes para o ‘mix’, receberam apoio especial. “Entendemos que precisamos acolher lojas maiores, ter um bom relacionamento com os lojistas”, diz.

        No geral, a situação é um pouco diferente. Marcelo Hannud, especialista em imóveis da XP, lembra que, como são muito dependentes da macroeconomia, os shoppings demoram mais para se recuperar que o restante do mercado imobiliário. Quando a retomada se inicia, apresenta o chamado “efeito cebola”: os mais próximos dos grandes centros são os primeiros registrar queda na vacância e números mais saudáveis. “Isso já está acontecendo”, diz.

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    • Commercial Real Estate and REITs Get a Second Wind
      No internacional

      Semanais : IMOB, IFIX, HGLG11, HGBS11, KNRI11.
      Destaque do Trix : TRNT11, BRCR11, FFCI11, XPCM11 .
      Especial ABCP11
      No trix-report

      Prêmio Walter do Mercado 2019 – IFIX : 1ª semana outubro/19 (dia 04 –243ª Edição)
      Já está aberta a votação, não perca tempo vote djá.
      Campeão da semana: phbell
      Mapeamento de Tendência agosto/19.
      No walter-do-mercado

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  6. Boa noite.
    Fazendo um exercício de “futurologia”, o que imaginam que aconteceria hoje, se taxassem os proventos em 15%?
    – valor das cotas cairia os mesmos 15%, menos ou mais?
    CDI líquido hoje pagando 4,6%a.a.
    Vários fundos pagando 6% ou mais.
    Minha opinião: se a partir de amanhã fossem tributados os dividendos, as cotas cairiam bem menos que os 15%, após a “depressão” inicial.
    Qual a opinião dos nobres colegas?

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    • Nem de um, nem de outro.
      Abriu-se o processo, ainda falta instruí-lo com provas (robustas) ao invés de discursos duros e comprovar a responsabilidade do Trumpete no episódio.
      Como eu acho que não vão conseguir nem provar e nem passá-lo no Senado, o efeito pode ser contrário ao almejado pelos democratas.
      Aguardemos, tudo muito cru ainda.
      Sds.

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    • Mesmo se instaurado, economia americana bombando isso não da em nada, vide Clinton/Monica Lewinsky
      Tudo gira em torno da economia, com ela forte o Bill se deu ao luxo de peripécias no salão oral, digo, oval da Casa Branca. Por aqui economia em frangalhos derrubou a Anta em mal sucedidas pedaladas.

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    • Pelo pragmatismo anglo saxão, é tudo espuma, o que importa para eles é a economia.
      “A expansão econômica nos Estados Unidos está completando seu décimo aniversário e, em julho, superará o recorde anterior de 120 meses seguidos de crescimento.”El País Nova York – 16 JUN 2019
      “O produto interno bruto (PIB) dos Estados Unidos cresceu a uma taxa anualizada de 2% no segundo trimestre deste ano,”Revista Exame Publicado em 29 ago 2019,
      “A despesa dos consumidores, que nos EUA representa dois terços da atividade econômica, aumentou 4,7% no segundo trimestre deste ano. A previsão era de 4,3%.” Revista Exame Publicado em 29 ago 2019,

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  7. Brasil tem o menor juro real da história

    Taxa de juro real projetado para um ano recua a 1,37% e vai além de níveis registrados em 2012

    O forte recuo das taxas de mercado aliado à perspectiva de que a inflação seguirá bastante contida, num mundo em desaceleração, derrubou os juros reais para suas mínimas históricas.

    Analistas apontam que parte do movimento se deve a fatores cíclicos e ainda haveria algum espaço para quedas adicionais no curto prazo, mas destacam que este ainda não pode ser considerado um “novo normal” para a economia brasileira.

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    • Quatro capitais têm deflação pelo IPC-S na 3ª prévia de setembro

      Em Salvador e em Recife, contudo, IPC-S apresenta aceleração no ritmo de alta

      Quatro de sete capitais pesquisadas pela Fundação Getulio Vargas (FGV) encerraram a terceira medição de setembro com deflação no Índice de Preços ao Consumidor – Semanal (IPC-S). Foi o caso de São Paulo, que registrou baixa de 0,03% no período, após aumento de 0,03% na segunda prévia do mês.

      Em Brasília, o IPC-S deixou recuo de 0,08% na segunda leitura de setembro para queda de 0,11% na medição seguinte. O mesmo movimento foi verificado no Rio de Janeiro (-0,05% para -0,14%) e em Porto Alegre (-0,03% para -0,05%).

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    • BRASIL *não* é para AMADOR!

      Governo gastará R$ 64 bilhões em subsídios em 2020 | o maior peso fica com o Fundo de Compensação das Variações Salariais (FCVS), com R$ 15,8 bilhões. O fundo foi criado na década de 1960 para garantir a amortização da dívida de financiamentos habitacionais. Ainda entre os subsídios explícitos calculados para 2020, o governo previu R$ 2,7 bilhões para o programa habitacional Minha Casa Minha Vida. Neste ano, foram R$ 5,1 bilhões para esse fim.

      >>> Caderneta de poupança, FGTS, PIS/PASEP… jaboticabas que só existem no brasil. SEQUESTRAM o dinheiro do trabalhador para financiar políticas públicas. Essa é a PIOR FORÇA DE VIOLÊNCIA ESTATAL – impressioanante como o destino de milhões de brasileiros que nem nascidos ainda estavam foi canetado nessa déc. de 60 … Enquanto não destruirem TUDO que foi feito lá trás, NADA irá melhorar!

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    • Juros baixo, inflação baixa, pena tudo isso ser meramente transitório, apenas consequência da nossa economia que está na UTI, bom seria que juros e inflação baixos fossem consequência de uma economia saudável para que fossem duradouros.

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    • Prêmio Walter do Mercado 2019 – IFIX : 4ª semana setembro/19 (dia 27 –242ª Edição)
      Última chamada, votação encerra hoje às 17:00, não perca tempo vote djá.
      Campeão da semana: Investidor007
      Mapeamento de Tendência agosto/19.
      No walter-do-mercado

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      • Quem decifra o enigma ?
        Está subindo por que estão comprando ou estão comprando por que esta subindo ?
        Numa tendência de alta que vem desde 2016, já tem gente acreditando que FII é RF e que vai subir pra sempre.
        Então …

        Não é indicação de nada, estude antes de arriscar seu dinheiro, cada um é responsável por suas próprias decisões, ganhos e perdas.

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    • Sou a favor da Selic menor, mas, ta na cara de que isso não vai resolver. Pode botar selic negativa, se quiser.
      Tem que passar pelo fiscal. O BC já fez e faz o que pode.
      E o governo ta fazendo mas o ajuste fiscal, ou a falta dele vai pesar.

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  8. Tetzner Journal – 21 de Setembro de 2019

    Capa Jornal Nova

    Carta ao Leitor

    Bem amigos do Blog, edição SEMANAL do nosso jornal dos FIIs já está no seu Email!

    Isso mesmo, toda semana você vai receber a edição com os últimos acontecimentos; e nos Relatórios Comentados a consolidação do Mês e tudo que foi destaque no mundo dos Fundos Imobiliários:)

    Edição ESPECIAL com uma Super Novidade: ainda mais informação sobre o mundo imobiliário 😀

    E no final da edição você encontra o Resumo dos FIIs Atualizado para você!

    Junte-se a nós, faça parte dessa família!

    Não é Assinante? Peça já a sua Edição, clique aqui!

    mini_Tetzner Tetzner

    Nesta Edição:

      • Carta ao Leitor…2
      • Panorama Econômico e Imobiliário…7
      • Fatos que marcaram a Semana…16
        • FII BMBRC LC (BMLC – MB) Relatorio Gerencial…17
        • FII BC FUND (BRCR) AGE – Proposta da Administradora…19
        • FII EUROPAR (EURO) Relatorio Gerencial…21
        • FII RB CAP I (FIIP – MB) Fato Relevante…23
        • FLMA11 FII Continental Square Faria Lima…24
        • FII A BRANCA (FPAB) Relatorio Gerencial…26
        • FII MEMORIAL (FMOF) Relatorio Gerencial…29
        • FII HABITAT (HBTT – MB) Relatorio Gerencial…31
        • FII HEDGEBS (HGBS) Relatorio Gerencial…33
        • HGRE11 – Fato Relevante – CSHG Real Estate FII…40
        • FII CSHG URB (HGRU) Fato Relevante…41
        • FII HOTEL MX (HTMX) Relatorio Gerencial…42
        • FII IRIDIUM (IRDM) Relatorio Gerencial…45
        • FII JS REAL (JSRE) Relatorio Gerencial…47
        • FII VBI LOG (LVBI) AGE – Edital de Convocacao…50
        • FII VBI LOG (LVBI) Relatorio Gerencial…52
        • FII MALLS BP (MALL) Fato Relevante…56
        • FII MERITO I (MFII) Comunicado nao Fato Relevante…57
        • FII MOGNO (MGFF) Relatorio Gerencial…58
        • FII PATRIA (PATC) Relatorio Gerencial…61
        • FII D PEDRO (PQDP) Relatorio Gerencial…64
        • FII RBR PROP (RBRP) Aviso aos Cotistas…67
        • FII HTOPFOF (TFOF) Relatorio Gerencial…69
        • FII TG ATIVO (TGAR) Comunicado nao Fato Relevante…72
        • FII BM THERA (THRA) Relatorio Gerencial…73
        • FII TORRE NO (TRNT) Fato Relevante…76
        • FII TRX LOG (TRXL) Relatorio Gerencial…77
        • VISC11 – Conclusão da Venda de Participação de 6,67076% do Shop Tacaruna…80
        • FII W PLAZA (WPLZ) Relatorio Gerencial…81
        • FII XP MALLS (XPML) Fato Relevante…84
      • Resumo dos FIIs…85

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    Edições Semanais com:

    Carteiras do Blog

    Matrix dos FIIs

    FII AnaliSYS

    Tetzner Journal

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    • PROJETO DE LEI nº 2015 de 2019: altera o art. 10 da Lei nº 9.249, de 26 de dezembro de 1995, para dispor sobre a incidência do Imposto de Renda relativamente aos lucros ou dividendos distribuídos pela pessoa jurídica.

      Cria alíquota de 15% para o imposto de renda sobre lucros ou dividendos recebidos de pessoas jurídicas

      Matéria constante da Pauta da 36ª Reunião da Comissão de Assuntos Econômicos, agendada para o dia 24/09/2019.

      Para votar na consulta pública:

      https://www12.senado.leg.br/ecidadania/visualizacaomateria?id=136156

      VOTE NÃO

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      • Antes do ano de 1995, a tributação incide tanto sobre as pessoas jurídicas quanto de seus acionistas, sendo o percentual do imposto de renda (IR) de 15% para as pessoas físicas.

        Entretanto, as normas mudaram com a implementação da Lei 9.249/95 — altera a legislação do IR para pessoa jurídica e a contribuição social sobre o lucro líquido (CSLL) — e a tributação passou a recair exclusivamente sobre as empresas.

        Ressalta-se que os dividendos já são gerados líquidos de impostos, isso significa que a empresa já pagou todos os tributos de distribuí-los.

        >>> o IR de 15% apenas irá mudar de ponta.

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      • 23/09/2019 09:19:00
        IPCA para 2019 passa de 3,45% para 3,44%, prevê Focus

        Os economistas do mercado financeiro alteraram levemente a previsão para o IPCA – o índice oficial de preços – em 2019 e 2020. O Relatório de Mercado Focus divulgado nesta segunda-feira, 23, pelo Banco Central (BC), mostra que a mediana para o IPCA este ano passou de alta de 3,45% para elevação de 3,44%. Há um mês, estava em 3,65%. A projeção para o índice em 2020 seguiu em 3,80%. Quatro semanas atrás, estava em 3,85%.
        O relatório Focus trouxe ainda a projeção para o IPCA em 2021, que seguiu em 3,75%. No caso de 2022, a expectativa permaneceu em 3,50%. Há quatro semanas, essas projeções eram de 3,75% e 3,50%, respectivamente.

        A projeção dos economistas para a inflação está abaixo do centro da meta de 2019, de 4,25%, sendo que a margem de tolerância é de 1,5 ponto porcentual (índice de 2,75% a 5,75%). Para 2020, a meta é de 4%, com margem de 1,5 ponto (de 2,50% a 5,50%). No caso de 2021, a meta é de 3,75%, com margem de 1,5 ponto (de 2,25% a 5,25%). Já a meta de 2022 é de 3,50%, com margem de 1,5 ponto (de 2,00% a 5,00%).

        Na semana passada, o Comitê de Política Monetária (Copom) do BC atualizou suas projeções mais recentes para a inflação. Considerando o cenário de mercado, a projeção para o IPCA em 2019 está em 3,3%. No caso de 2020, está em 3,6%.

        Em 6 de setembro, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) informou que o IPCA avançou 0,11% em agosto. No ano, a taxa acumulada é de 2,54% e, em 12 meses até agosto, de 3,43%.

        No Focus agora divulgado, entre as instituições que mais se aproximam do resultado efetivo do IPCA no médio prazo, denominadas Top 5, a mediana das projeções para 2019 seguiu em 3,40%. Para 2020, a estimativa do Top 5 seguiu em 3,73%. Quatro semanas atrás, as expectativas eram de 3,51% e 3,90%, nesta ordem.

        No caso de 2021, a mediana do IPCA no Top 5 seguiu em 3,80%, ante 3,75% de um mês atrás. A projeção para 2022 no Top 5 permaneceu em 3,75%, ante 3,60% de quatro semanas antes.

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    • Empacotadora de lixo
      nemamigoneminimigo

      Com a recente melhora dos indicadores econômicos e com a forte queda da taxa de juros básica, para manter sua rentabilidade e concluir com sucesso sua abertura de capital em Nova York, a XP Investimentos tem trazido ao mercado cada vez mais operações mais sofisticadas e arriscadas para seus clientes, especialmente os pouco qualificados.

      Com processos na CVM que evidenciam sua falta de zelo na estruturação e distribuição de ofertas públicas que geraram milhões de prejuízos a pequenos investidores, a XP e sua legião de agentes autônomos já não convence tão facilmente qualquer um e está ganhando fama, entre os magos das finanças, de empacotadora de lixo.

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    • Prêmio Walter do Mercado 2019 – IFIX : 4ª semana setembro/19 (dia 27 –242ª Edição)
      Ainda dá tempo de participar e concorrer ao prêmio semanal, não perca tempo vote djá.
      Campeão da semana: Investidor007
      Mapeamento de Tendência agosto/19.
      No walter-do-mercado

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  9. Ainda não consegui entender como os fundos de desenvolvimento, tipo MFII11, TGAR11 e DMAC11 se portarem pelos próximos anos, se vier a crise anunciada. Sei que são posições de risco. Será que este risco já está precificado. Para mim, a maior incógnita é o DMAC11.
    Se os colegas quiserem discutir, ficaria feliz.
    Obrigado.

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    • Esse daí … DMAC11 … é queimão de estoque. Não h amuito o que dizer a não ser que … é sempre muito mais fácil pegar um empréstimo no banco e sair construindo que nem lôco… do que… vender.

      Os outros.. no quesito de desenvolvimento “loteamento” e “multifamiliares” … é aquela: o comprador do lote / time-share pagará a mensalidade de compra que couber no orçamento familiar. Quero crer que são prestações … baixas. E ainda, vivem na ilusão de que investimento sólido é … imóvel físico.

      Com a queda então da taxa SELIC… aind abem que há fundos cobrando no CRI … indexador (igpm,ipca,etc.)+10%… +12% … +13% …senÃo… o lucro vai vir de onde ?

      Quando (ou perto) a SELIC omecar a subir, a inflaç

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    • Juro a 5,5%: Fundo de varejo de bancão perde da inflação

      Nenhum fundo de varejo de bancão bate a inflação com nova Selic
      Taxa de administração faz com que rendimentos de fundos de varejo com aporte de R$ 1 mil percam para o IPCA

      Depois da redução da taxa básica Selic na noite de quarta-feira para 5,5% ao ano, nossa equipe procurou nos sites de Banco do Brasil, Itaú, Bradesco, Caixa e Santander por todos os fundos DI e renda fixa conservadores com aplicação mínima de até R$ 1 mil, que são aqueles acessíveis para o público de varejo, presumindo que o investidor queira e consiga ter um portfólio diversificado.

      entendem porque o pessoal está migrando pros FIIs?

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      • E tem oportunidades boas aí…
        Antes eu era reticente em subscrever, mas agora dos que estão na minha carteira, entrei em todos.

        Só não entendi uma coisa:
        Comprei direitos VRTA12 enviei email para a 2c mas nada foi concretizado. Alguém pode me ajudar a entender?

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  10. Em um mundo de taxa de juros de 5,5% ao ano não vejo espaço para pagamento de quase 5% de comissão para emissões e subscrição (veja pagar para a corretora vender o que já esta vendido 🙂 )de Fundos Imobiliários; taxa de administração de 2% para fundos (lembrando que os 20% de performance é algo que adoraria pagar, e muito); taxa de 0,30% para a CBLC custodiar os títulos públicos ( considerando a taxa atual aproximadamente 5,5% do rendimento); taxas de gestão nos Fundos Imobiliários, que no atual cenário representam aproximadamente 17% do total dos rendimentos anuais.
    Com a tributação do IR existente só falta a CPMF para o investidor ter 2 sócios de peso e que poderiam representar 50% dos rendimentos.
    Acho que esta na hora dos investidores começarem a pressionar para redução destas taxas ou poupar será um ótimo negócio para muita gente, menos o investidor.

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