Lançamentos

Espaço dedicado aos lançamentos (IPOs) de FIIs.

Todo cuidado é pouco com Fundos Imobiliários sem histórico, então muito cuidado para não cair no conto da “Renda Prometida”.

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416 comentários sobre “Lançamentos

  1. Pessoal,

    O FII Green Towers tem alguns detalhes que me chamaram a atenção. Após ler alguns reviews tentei juntar pontos que merecem um pensamento/reflexão maiores ao meu ver:

    – O empreendimento foi construído no conceito core & shell, onde é entregue apenas a envoltória e estrutura principal do ativo,
    de forma que, o investimento necessário para a estrutura interna fica sob responsabilidade do locatário. Como o BB gastou 200 milhoes para deixa-lo do jeito que deseja e para devolver o imóvel teria que desembolsar uma outra cifra similar para deixá-lo da forma neutra;

    – Para montar um Built-To-Suit, que poderia ser a alternativa mais provável para o banco deixar o empreendimento custaria muito mais caro. Lembrando que o BB precisa de certas “coisas” no empreendimento que demandam elevados custos para serem realizados;

    – O dividend yield projetado entre 7,7% e 7,8% para o cotista nos dois primeiros anos do fundo. o Alvo em 8-8,2%aa de rentabilidade alvo é bastante factível para o fundo;

    – O vencimento do contrato em 2023 é um RISCO não desprezível. Porém bastante controlado considerando os pontos destacados acima. 3 pra 4 anos o fundo estaria muito bem tranquilo e entregando tranquilamente um retorno superior a 7%aa. Se a Selix seguir nos 6,5% o yield recebido se mostra positivo e superior aos demais fundos de Corporate disponíveis. Se o alvo se elevar para 7,5-8% com o passar dos anos, o Fundo teria seu lugar de destaque na categoria;

    – 3 Torres de 16 andares cada o torna um empreendimento com potencial para futuras locações em casa de desocupação do BB. Não podemos esquecer ou ignorar que o imóvel conta com certificação LEED Gold concedido pela ONG GBC Brasil, heliponto, infraestrutura de retail (praça de alimentação e serviços) e pé direito livre de 2,7 m. Isso o deixa num certo conforto para “facilitar” um desdobramento dos andares e futuramente poder locar para várias empresas;

    – Depois das ofertas, o Fundo se torna dono único e exclusivo do empreendimento. Isso tb da potencial para o mesmo;

    – Claro que ser monoativo e mono inquilino tem seus RISCOS. Não podemos despreza-los. Ate 2023 o BB não sai e o fundo tem tudo pra atingir os números apresentados no prospecto. depois de 23 vira uma caixinha de surpresa. Este sera um momento de definição que com certeza tará muita oscilação a cota e irá gerar ótimas janelas de oportunidades.

    Enfim….o fundo tem seu potencial. O fundo esta certo e muito bem definido até 2023. O fundo tem opções para caso o BB saia. E considerando a estratégia do BB e ao Prédio em si….e a todos os investimentos feitos pelo Banco no imóvel….não podemos aceitar que 2023 o banco simplesmente gaste uma cifra elevada pra deixar o predio como entes e saia dele. Não esta gestão do BB. Não vejo isso ocorrendo por hora (opinião pessoal).

    Não estava de olho no fundo, mas depois de ler bastante e trocar algumas ideias percebi que pode ser sim uma opção para diversificar a carteira e ter pouca oscilação pelos próximos 4 anos.

    Não é recomendação de nada!!!

    Valeu!!!

    Curtido por 2 pessoas

    • Até 2023 o inquilino não sai???
      O contrato original de 5 anos foi de 2013 a 2018.
      Em out/2018 foi renovado por 5 anos conforme a lei de locações. Ou seja, pode ser denunciado pelo inquilino a qq tempo sem multa relevante.
      Então na minha opiniao não existe esta ” tranquilidade” até 2023.

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      • Léo,

        O BB para sair do BBFI indenizou o fundo em 6M e para entrar no Green Tower gastou + 200M para adaptar o empreendimento. O BB para sair do Green Tower vai ter que indenizar o GTWR em mais um montão de $$$ que vai ser bem mais que os 6M gastos no BBFI. Some-se a isso que a mudança do BBFI para o GT, a época, teve uma forte resistência dos funcionários e sindicato. O que pode ocorrer, por se tratar de um contrato típico, é uma revisional negativa em outubro/2021.

        Assim, não parece razoável, nem provável, que depois de gasto tanto $$$ e energia que o BB saia do GT para outro empreendimento equivalente, que pode até não existir até 2023 em Brasília com as mesmas características do GT (opinião pessoal).

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      • MrLimpo a gente costuma olhar o BB como uma empresa mas aquilo é um braço estatal. Mudou o governo, mudou o diretor-presidente e a situação tem mostrado que eles adoram contrariar decisões tomadas pela oposição. Temos também um forte viés simplista… aversão à pompas e gastanças, um jeito mais modesto de governar… chegando a ser Jeca até, mas com muito amparo na austeridade. Só levantando a lebre, ok?

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      • BB sair totalmente do GTowers também acho improvável.
        Mas … os 3 blocos do Gtowers somam +- 150000 m2 de abl. Ainda têm as sedes antigas.
        Não é muito para servir de sede administrativa do BB em Brasília?
        E em caso de desocupação parcial será que encontrará inquilino em BSB num momento que o discurso oficial é enxugar estruturas e cortar custos?

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  2. FII UBSOFFIC (RECT) Prospecto Distribuicao Cotas

    CNPJ/MF nº: 32.274.163/0001-59
    No montante total de
    R$ 420.000.000,00
    (quatrocentos e vinte milhões de reais)
    Código ISIN: BRRECTCTF000

    Tipo ANBIMA: FII de Títulos e Valores Mobiliários Gestão Ativa
    Segmento ANBIMA: Títulos e Valores Mobiliários
    Registro da Oferta na CVM: a Oferta foi aprovada e registrada na CVM sob o nº [•], em [•].

    Código de Negociação na B3 nº RECT11

    O FUNDO DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO – FII UBS (BR) OFFICE (“Fundo”) está realizando uma oferta pública primária, no âmbito da sua 1ª (primeira) emissão de cotas (“1ª Emissão”), que serão distribuídas por
    meio de uma oferta pública de distribuição de 4.200.000 (quatro milhões e duzentas mil) cotas (“Cotas”), nominativas e escriturais, em série única, com preço de emissão de R$ 100,00 (cem reais) cada (“Preço de Emissão” e
    “Oferta”, respectivamente), perfazendo o valor total de R$ 420.000.000,00 (quatrocentos e vinte milhões de reais), sem considerar as cotas do Lote Adicional (conforme abaixo definido), a ser realizada nos termos da Instrução
    da Comissão de Valores Mobiliários (“CVM”) nº 400, de 29 de dezembro de 2003 (“Instrução CVM 400”) e da Instrução da CVM nº 472, de 31 de outubro de 2008 (“Instrução CVM 472”).

    As Cotas serão colocadas em regime de melhores esforços de colocação pelo BANCO FATOR S.A., instituição financeira integrante do sistema de distribuição de valores mobiliários, com sede na cidade de São Paulo, estado de
    São Paulo, na Rua Dr. Renato Paes de Barros, nº 1.017, 12º andar, Itaim Bibi, CEP 04.530-001, inscrito no CNPJ/MF sob o nº 33.644.196/0001-06 (“Coordenador Líder”).

    Será admitida distribuição parcial, de forma que, após atingido o volume de colocação de R$ 50.000.000,00 (cinquenta milhões de reais) (“Valor Mínimo da Oferta”), correspondente a 500.000 (quinhentas mil) Cotas, o
    Coordenador Líder poderá encerrar a Oferta (“Distribuição Parcial”). Nos termos do artigo 14, §2º da Instrução CVM 400, será outorgada opção de distribuição de lote adicional.Adicionalmente, não haverá a possibilidade de
    exercício da opção de distribuição de lote suplementar, nos termos do artigo 14, §1º e do artigo 24 da Instrução CVM 400.
    Cada Investidor (conforme abaixo definido) deverá subscrever e integralizar a quantidade mínima de 100 (cem) Cotas, equivalente ao montante de R$ 10.000 (dez mil reais) (“Aplicação Inicial Mínima”).

    As Cotas serão registradas para negociação no mercado secundário em mercado de balcão organizado ou de bolsa, administrados pela B3 S.A. – Brasil, Bolsa, Balcão (“B3”), observado o disposto na página 23 deste Prospecto
    Preliminar e no Artigo 14, §4º do Regulamento do Fundo.
    O Fundo é administrado pela BRL TRUST DISTRIBUIDOR

    Curtido por 2 pessoas

    • Recebido da corretora participante:

      “Trata-se do Fundo de Investimento Imobiliário UBS Office, dos consultores do renomado banco suíço UBS.
      Será uma oferta de R$ 420 milhões para a compra de três imóveis corporativos da BR Propertis.
      – 3 andares do Ed. Alphaville, em São Paulo, alugado para a empresa Decolar;
      – 2 blocos inteiros do Ed. Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro, alugado para a empresa Vivo (em contrato atípico, onde a empresa é obrigada a pagar os alugueis até 2021);
      – 4 andares de escritório do Ed. Águas Claras, em Minas Gerais, alugado para a Vale (em contrato atípico, onde a empresa é obrigada a pagar os alugueis até 2025).
      Os fundos de lajes corporativas como este já disponíveis no mercado hoje, pagam um rendimento anual médio de 7,0% aa, isento de imposto de renda.
      Este novo lançamento do mercado tem projeção para os próximos dois anos de pagamento mínimo de 9,25% aa, isento de imposto, podendo ser ainda maior este rendimento. Um rendimento superior a 170% do CDI com três imóveis muito bons, alugados por excelentes empresas, com contratos de longo prazo.
      Dessa forma acredito que tem grandes perspectivas que este fundo, assim que for lançado ao mercado, tenha um ajuste do seu Yield (rendimento) com seus concorrentes, logo com boas chances de valorização da cota no curtíssimo prazo.
      O período de reserva para esta oferta se encerra na segunda, dia 12/04. E o pagamento desta oferta deverá ocorrer no dia 24/04.”

      Tem potencial? Imóveis e contratos? Já analisaram? Um IPO real ou já inflado com essa taxa potencial de mais de 9%aa? 😉

      Valeu!!!

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  3. FUNDO DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO
    FII UBS (Br) FUNDOS IMOBILIÁRIOS
    CNPJ nº 30.091.408/0001-87
    Código ISIN nº BRUBSFCTF005

    Tipo ANBIMA: “FII de Títulos e Valores Mobiliários Gestão Ativa”

    A XP INVESTIMENTOS CORRETORA DE CÂMBIO, TÍTULOS E VALORES MOBILIÁRIOS S.A., com endereço na Avenida Presidente
    Juscelino Kubitschek, nº 1.909, Torre Sul, 25º ao 30º andar, Vila Nova Conceição, inscrita no CNPJ sob o nº 02.332.886/0011-78
    (“Coordenador Líder”), na condição de coordenador líder da oferta pública de, inicialmente, 1.500.000 (um milhão e quinhentas mil) cotas e, no máximo, 2.025.000 (dois milhões e vinte cinco mil) cotas de classe única de emissão do FUNDO DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO – FII UBS (Br) FUNDOS IMOBILIÁRIOS, fundo de investimento imobiliário inscrito no CNPJ sob o nº 30.091.408/0001-87 (“Oferta”, “Cotas” e “Fundo”, respectivamente), com valor nominal unitário de R$100,00 (cem reais) por Cota, perfazendo o montante de, inicialmente, R$ 150.000.000,00 (cento e cinquenta milhões de reais) (“Montante Inicial da Oferta”), e as demais instituições distribuidoras contratadas para participar da Oferta vem COMUNICAR o cancelamento da Oferta e a liquidação do Fundo, nos termos do artigo 13, § 2º, II da Instrução CVM 472, tendo em vista que não foi atingido o Montante Mínimo da Oferta durante o Período de Colocação.

    Ainda, tendo em vista que não haverá liquidação e, portanto, não serão recebidos quaisquer recursos dos investidores que subscreveram as cotas do Fundo no âmbito da Oferta, não será necessário realizar o procedimento de devolução de recursos aos investidores nos termos previstos na seção “Sumário da Oferta”, “Distribuição Parcial” constante da página 17 do Prospecto Definitivo.

    Os termos em maiúscula possuem o significado a eles atribuído no Prospecto Definitivo.
    A data deste comunicado ao mercado é 21 de março de 2019

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  4. Pessoal,

    O VILG11, o logístico da Vinci já esta em operação.

    Eles estão preparando uma emissão nos moldes do seu primo Vinci Shopping. Se preparem….teremos muito em breve um fundo logístico com milhares de cotistas.

    POr hora o fundo é um bebê. 2 Imóveis e multiinquilinos. Ambos em MG. A última renda a que tive acesso foi de 0,94. Não tenho dados para poder informar aqui se é uma renda cheia, com gordura de alguma não distribuição passada e etc.

    O RI já esta funcionando. Já comecei a testa-lo….e estou no aguardo de detalhes da possível oferta e mais dados sobre as rendas e portfólio.

    Valeu!!!

    Curtido por 3 pessoas

      • Apareceu na aba de ofertas da 2C

        Publicação do Segundo Comunicado ao Mercado
        de Deferimento da Modificação da Oferta(10)
        Início do prazo para manifestação dos Investidores da Oferta
        sobre desistência de sua intenção de participar da Oferta,
        conforme indicado no Terceiro Comunicado ao Mercado
        Disponibilização do Prospecto Definitivo Atualizado(11)
        25/02/2019
        21.
        Término do prazo para manifestação dos Investidores da Oferta
        sobre desistência de sua intenção de participar da Oferta,
        conforme indicado no Terceiro Comunicado ao Mercado
        01/03/2019
        22.
        Divulgação do Comunicado ao Mercado de Início do Período
        de Subscrição(12)
        Início do Período de Subscrição
        06/03/2019
        23. Término do Período de Subscrição 25/03/2019
        24. Procedimento de Alocação 26/03/2019
        25. LIQUIDAÇÃO DAS COTAS 29/03/2019
        26. Divulgação do Anúncio de Encerramento 01/04/2019
        27. INÍCIO DA NEGOCIAÇÃO DAS COTAS NA B3 02/04/2019

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    • Perguntei para meus assessores de corretoras se há possibilidade de rateio, a fim de aferir se há alta demanda, mas não me retornaram. Estou ponderando entrar para flipar. Mais alguém querendo entrar nesse barco?

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  5. RBRP11 – RBR Properties FII
    Tipo: Tijolo: Escritórios
    Administrador: Planner Corretora de Valores
    Gestor: RBR Asset Management

    Benchmark: IGP-M + 8% a.a.
    Periodicidade dos Rendimentos: Semestral, com antecipação mensal

    Sumário: Carteira Imobilária composta por 4 ativos imobiliários, sendo 3 edifícios comerciais e 1 instituição de ensino. Contratos(01/19): 84% dos contratos são típicos. 72% dos contratos são reajustados pelo IGPM e 28% pelo IPCA.
    Vencimentos(01/19): 51,4% dos contratos vencem em 2021 e o restante pós 48,6%.

    1. Ed. Castello Branco (RJ)
    Localização: Av. República do Chile, 230
    Aquisição: Julho/15
    ABL: 1.065 m²
    Vacância: 0%
    Valor de Avaliação: R$ 9.100.000

    2. Ed. Mykonos (SP)
    Localização: Rua Gomes de Carvalho, 1356
    Aquisição: Maio/17
    ABL: 1.427 m²
    Vacância: 0%
    Valor de Avaliação: R$ 12.970.000

    3. SLB Somos (SP)
    Localização: Av. João Dias, 1645
    Aquisição: Março/18
    ABL: 5.405 m²
    Vacância: 0%
    Valor de Avaliação: R$ 13.266.483

    4. Ed. Celebration (SP)
    Localização: Rua Casa do Ator, 1155
    Aquisição: Abril/18
    ABL: 5.590 m²
    Vacância: 0%
    Valor de Avaliação: R$ 59.000.000

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  6. FUNDO DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO – FII UBS (BR) OFFICE

    Montante Inicial da Oferta: O Montante Inicial da Oferta é de, inicialmente, R$ 420.000.000,00 (quatrocentos e vinte milhões de reais), correspondente a, inicialmente, 4.200.000 (quatro milhões e duzentas mil) Cotas, podendo o Montante Inicial da Oferta ser (i) aumentado em virtude do Lote Adicional; ou (ii) diminuído em virtude da Distribuição Parcial, desde que observado o Montante Mínimo da Oferta.
    Preço por Cota: O preço por Cota e integralização de cada Cota será de R$100,00 (cem reais) por Cota.
    Aplicação Mínima Inicial por Investidor: Cada investidor deverá subscrever, no mínimo, 100 (cem) Cotas, equivalentes a R$10.000,00 (dez mil reais) por Investidor .

    DESTINAÇÃO DOS RECURSOS

    Os recursos da 1ª Emissão serão destinados, prioritariamente à aquisição dos Imóveis Alvo objeto dos Contratos de Aquisição, conforme a seguir descrito. A aquisição do Imóvel Barra da Tijuca representará 66,83% (sessenta e seis inteiros e oitenta e três centésimos por cento) de participação em relação aos recursos líquidos da Oferta, enquanto que a aquisição do domínio útil do Imóvel Alphaville representará 13,16% (treze inteiros e dezesseis centésimos por cento) de participação em relação aos recursos líquidos da Oferta e a aquisição do Direito Real de Superfície do Imóvel Águas Claras representará 20% (vinte por cento) de participação em relação aos recursos líquidos da Oferta.

    Imóvel Alphaville: locado, parcialmente, pela Decolar. Contrato típico, vencimento 2028 (Revisional em 2021)
    Área Locável Total: 10.965 m2. Aluguel: R$ 34,00/m2.

    Imóvel Barra da Tijuca: locado à Vivo Telefônica. Contrato Atípico (BTS) vencimento 2021.
    Área Locável Total: 23.210 m2. Aluguel: R$ 118,45/m2.

    Imóvel Águas Claras: locado à Vale. Contrato Atípico (BTS) vencimento 2025.
    Área Locável Total: 8.932 m2. Aluguel: R$ 70,53/m2.

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    • Pessoal,

      Vcs já tem alguma opinião formada?

      Qualidade dos imóveis?
      Preços atualmente cobrados?
      Localização?
      Gestão UBS?

      Podemos projetar algo de renda na casa de 0,5-0,6% pra este FII?

      Um contrato atitpico na Barra (RJ) pra vencer em 2021 seria um risco que deveria pedir um premio maior? Justamente o de maior valor por m2.

      Queria poder debater com vcs 🙂

      Valeu!!!

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      • Gama
        Os três imóveis foram adquiridos recentemente da BR Properties. No site dela ainda é possível encontrar algumas informações em apresentações institucionais. Os três imóveis são AAA, se não me engano, então com relação à qualidade me parecem ok. Os inquilinos tb são ok na minha opinião. A UBS está fazendo um bom trabalho no UBSR, mas não sei como serão com tijolo. A localização em Nova Lima e Alphaville pesa um pouco contra, mas ainda estava vendo como uma opção de diversificação em lajes. Agora, com os contratos, fiquei com o pé atrás. O mais longo é típico, com revisional logo ali, e o de maior peso para o fundo termina em 2021. Acho o risco um pouco elevado.

        Curtido por 2 pessoas

      • ZAC, os imoveis não foram adquiridos recentemente não, o Alphaville foi em 2.007 e Águas Claras e Barra em 2012. Minha percepção é que trata-se de reciclagem de portfólio, a avaliar pelas aquisições mais recentes da BRPR3, que foram concentradas em 2 segmentos: Escritórios Triple A, e galpões industriais (prontos ou em construção).
        Aliás, o mercado de FII até tendo tido acesso a imóveis de qualidade no segmento logístico-industrial, sinal de que a confiança dos empresários assim como a oferta é alta. Já em escritórios, infelizmente os AAA não estão chegando a nós, pois os grandes players internacionais tem tido a preferência nos poucos negócios realizados, vide os negócios feitos por FFCI, HGRE e BRCR em comparação com as aquisições de Private equities que tem absorvido quase a totalidade… isso é uma pena…

        Curtido por 1 pessoa

      • Ah, e os imoveis não são AAA!

        Gama, sempre gera a suspeita de que um FII possa estar assumindo uma bucha de canhão, com o atual proprietário tendo informações privilegiadas de que o inquilino possa já ter a saída do imóvel planejada. Lembro daquela oferta absurda do imóvel Cittá America cujo prospecto não falava nada sobre a construção de uma nova sede da Vale no RJ, sem contar a dívida absurda de IPTU que o fundo iria assumir e a derrocada que o imóvel já vinha sofrendo de outros locatarios.

        Aqui a impressão é de reciclagem mesmo, BRPR3 parece estar se concentrando em AAA e logísticos-industriais, até porque já temos valor pré-acordado de renovação no imóvel Barra. O que me preocupa mais em relação a telecom é a rápida transformação de mercado, que poderá fazer com que as operadoras façam novas rodadas de redução de custos para investir na rede 5G e os riscos de competição dos negócios complementares, como a contínua redução da telefonia fixa, o negócio de TV a cabo que tende a perder mercado para plataformas de streaming e o próprio serviço de BL fixa que pode ser canibalizado pelos serviços 5G, pelo menos para PF.

        Curtido por 1 pessoa

    • Olá Morilson
      Minha informação de que os imóveis foram adquiridos recentemente pelo fundo baseou-se no fato relevante da própria BRPR de 11 de Janeiro, divulgando o negócio. Se passei uma informação errada, me desculpe. Concordo que se trata de uma processo de reciclagem de portfólio da empresa, e ela mesma deixa isso claro no press release do 4º trimestre. Esse trecho foi retirado de lá:
      “Em continuidade ao processo de reciclagem do portfólio, a BR Properties celebrou, em janeiro, sob condições resolutivas, documentos visando a venda dos seguintes imóveis comerciais: (i) Edifício Alphaville, localizado na Cidade de Barueri, Estado de São Paulo, (ii) Edifício Águas Claras, localizado na Cidade de Nova Lima, Estado de Minas Gerais e (iii) Edifício Barra da Tijuca, localizado na Cidade do Rio de Janeiro, Estado do Rio de Janeiro. O valor total da transação é de R$395,0 milhões.”
      Não acho que apenas por ser uma reciclagem do portfólio seja algo ruim, pode ser também uma boa oportunidade para um fii, se as condições forem bem investigadas pelo gestor. Concordo com as ressalvas que você colocou sobre os fiis serem usados para desovar um abacaxi, por isso a gestão é tão importante. Quanto aos imóveis serem triplo A, como disse no comentário anterior, não tinha certeza, mas a questão dos contratos já foi suficiente pra me deixar cauteloso.
      Fazendo um gancho com o seu comentário sobre os AAA e a postagem do Renato sobre o RBRP, o gestor da RBR disse algo nessa linha. Ele adoraria comprar AAA em São Paulo, mas não tem recursos para tanto. Por isso ele vai dar preferência a imóveis de um nível inferior, mas com localização privilegiada. Achei uma posição honesta, e por isso vou acompanhar as próximas aquisições do fundo e e manter ele como um candidato a diversificação. Como diz o Gama, não é indicação de nada! Abraço!

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  7. Recebi indicação desse Fundo do meu gerente do Banco do Brasil, mas sempre surge a pergunta: vale ou não a pena? Como o grande inquilino é o Banco do Brasil, a expectativa inicial parece ser boa. O que acham?

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  8. Prologis vê potencial para ampliar oferta de galpões

    A Prologis Brasil avalia dar início, neste ano, à construção de empreendimentos de galpões que vão possibilitar, quando concluídos, elevar sua área em até quase 70% em relação ao portfólio atual de um milhão de metros quadrados. A tomada de decisão em relação ao início das obras vai depender da demanda.

    Por enquanto, está definida a construção de 160 mil metros quadrados em 2019. “Estamos muito animados para este ano e para as próximas fases de crescimento do Brasil”, afirma o vice-presidente sênior e gerente regional da Prologis no país, Armando Fregoso, que ocupa o cargo desde outubro.

    Eu vi algum FII deles ou usando o nome deles… mais alguém viu?

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    • Parece um fundo novo, mas é restrito. Acabou uma primeira emissão com somente 2 investidores estrangeiros que aportaram R$ 2, 33 Bilhões nesta emissão. Dinheiro de investimento externo chegando!

      Prologis Brazil Logistics Venture
      Adm: BLR Trust

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    • Gestão: : Valora Gestão de Investimentos
      Data de início do Fundo: 27-jul-18
      91,3% dos Ativos em CRIs. O restante em caixa.
      78% atrelados ao CDI, 18,9% ao IGP-M e o restante ao IPCA.

      O fundo VGIR11 iniciou suas atividades em 27 de julho de 2018, com a captação de R$40.161.800,00 distribuídos em 143 cotistas.

      O Fundo encerrou seu primeiro mês de atividade com 91,3% de seu patrimônio líquido alocado em CRI, distribuídos em 10 diferentes operações, num total investido de R$35,8 milhões. Isso demonstra o comprometimento da equipe de gestão em fazer a alocação do Fundo com bastante agilidade, buscando minimizar o volume de recursos em caixa, totalmente em linha com a estratégia de alocação. A equipe de gestão acredita que essa estratégia permite ao Fundo alcançar mais rapidamente níveis de distribuição de rendimentos próximos a rentabilidade alvo do Fundo.

      Durante os últimos meses, a equipe de gestão analisou mais de trinta operações em um volume total de mais de R$400 milhões, tanto no mercado primário como secundário. As operações que foram selecionadas para compor a carteira do Fundo tiveram como critérios principais, sua qualidade de crédito, composição das garantias imobiliárias e a relação risco e retorno do ativo.

      Para os próximos meses a equipe de gestão irá trabalhar para finalizar a alocação dos recursos remanescentes no caixa e para aumentar a diversificação na carteira, sempre mantendo a disciplina de seleção de ativos.

      A distribuição de rendimentos do Fundo referente ao mês de agosto de 2018 (primeiro mês de funcionamento do Fundo) foi de R$0,60 por cota, o que é equivalente a uma rentabilidade líquida de CDI + 0,36% ao ano com base no valor da cota de R$100,00 (valor da cota na 1ª. Emissão).

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  9. Oferta Pública de Fundo de Investimento Imobiliário FII Green Towers

    O objetivo do Fundo é proporcionar aos cotistas rentabilidade ao
    seu investimento por meio da busca de renda decorrente da
    exploração dos Ativos Alvo e também por meio da obtenção de
    ganho de capital decorrente da negociação dos Ativos Alvo nos
    termos da Instrução CVM nº 472/08. O Fundo terá por Política de
    Investimentos a aquisição dos seguintes ativos:

    I. Primordialmente, a aquisição, direta ou indiretamente, de
    fração ideal ou da totalidade dos imóveis integrantes do
    condomínio denominado “Green Towers Brasília”, localizado em
    Brasília, Distrito Federal, SAUN – Setor de Autarquias Norte,
    quadra 5, Lote B, composto por três torres comerciais (a Torre I, a
    Torre II e a Torre III);

    II. A aquisição de outros imóveis comerciais, prontos ou em
    construção, terrenos, vagas de garagem, outros tipos de imóveis
    onde poderão ser desenvolvidos empreendimentos comerciais ou
    direitos relativos a imóveis, todos com a finalidade de venda,
    locação típica ou atípica built to suit, arrendamento ou
    exploração do direito de superfície das unidades comerciais,
    podendo, ainda, ceder a terceiros os direitos e créditos
    decorrentes da sua venda, locação, arrendamento e direito de
    superfície dessas unidades, e a participação em outras sociedades
    para a realização de investimentos nos Ativos Imobiliários
    adquiridos;

    Curtido por 2 pessoas

    • Investimento Mínimo por Investidor

      Todo e qualquer Investidor deverá adquirir, no âmbito da Oferta, a
      quantidade mínima de 10 (dez) Cotas, que totalizam no
      investimento mínimo de R$ 1.000,00 (mil reais).

      Período de Reserva O período compreendido entre 30 de janeiro de 2019 e 08 de
      março de 2019, inclusive, no qual os Investidores interessados
      poderão celebrar Pedidos de Reserva para participar da
      Oferta.

      Período de Subscrição e Aquisição
      Período que se iniciará em 20 de março de 2019 e se encerrará em
      27 de maio de 2019, no qual os Investidores poderão realizar seus
      Pedidos de Subscrição ou Aquisição para participar da Oferta.

      Ofertantes
      TS-7 PARTICIPACOES, L.P.
      TISHMAN SPEYER BRAZIL INVESTMENTS L.P.

      Custo da Oferta por Cota: 2,997

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    • O Fundo de Investimento Imobiliário Green Towers é um fundo de renda com gestão passiva,
      pertencente ao segmento de atuação Lajes Corporativas.

      O Fundo tem por objeto o investimento direto ou indireto nas Torres e nos Ativos Alvo, que
      consistem na aquisição dos seguintes ativos:
      I. Primordialmente, a aquisição, direta ou indiretamente, de fração ideal ou da totalidade
      dos imóveis integrantes do condomínio denominado “Green Towers Brasília”, localizado em
      Brasília, Distrito Federal, SAUN – Setor de Autarquias Norte, quadra 5, Lote B, composto por três
      torres comerciais;

      II. A aquisição de outros imóveis comerciais, prontos ou em construção, terrenos, vagas de
      garagem, outros tipos de imóveis onde poderão ser desenvolvidos empreendimentos comerciais
      ou direitos relativos a imóveis, todos com a finalidade de venda, locação típica ou atípica built to
      suit, arrendamento ou exploração do direito de superfície das unidades comerciais, podendo,
      ainda, ceder a terceiros os direitos e créditos decorrentes da sua venda, locação, arrendamento e
      direito de superfície dessas unidades, e a participação em outras sociedades para a realização de
      investimentos nos Ativos Imobiliários adquiridos

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    • ADMINISTRADORA, COORDENADORA, GESTORA e ESCRITURADORA

      A Administradora e Gestora do Fundo é a Votorantim Asset Management DTVM Ltda., empresa de
      gestão de recursos de terceiros integrante do grupo societário do Banco Votorantim, constituída
      em 10 de setembro de 1999.

      A Votorantim Asset Management ocupa a 9ª posição no ranking de Gestão de Fundos de
      Investimento da ANBIMA, atuando nos segmentos de empresas, investidores institucionais, private
      banking e distribuição, bem como administrando o volume de R$ 50.167,36 milhões (abril/2018).

      O Consultor Imobiliário é uma empresa coligada da Tishman Speyer, empresa desenvolvedora,
      proprietária, operadora e administradora de investimentos imobiliários em todo o mundo,
      localizados em áreas metropolitanas nos Estados Unidos, Europa, Brasil, China e Índia.
      Combinando a experiência multidisciplinar de uma equipe global com a visão de equipes locais, a
      Tishman Speyer está posicionada no desenvolvimento residencial e comercial sustentáveis,
      construindo no Brasil e no mundo, grandes empreendimentos.

      A Tishman Speyer é uma empresa imobiliária privada com raízes em uma empresa familiar
      fundada em 1978, conhecida como uma das principais proprietárias, operadoras, incorporadoras e
      gestoras de fundos imobiliários. Atualmente a empresa possui aproximadamente 1.200
      funcionários. A Tishman Speyer está presente em 28 mercados, 7 países, desenvolveu e/ou
      operou mais de US$ 88 bilhões em propriedades, incluindo cerca de 15,5 milhões de metros
      quadrados de escritório, varejo e espaço residencial.

      TAXA DE ADMINISTRAÇÃO
      Pela prestação de serviços de gestão, administração, custódia, controladoria e escrituração ao
      Fundo, a Administradora receberá uma taxa de administração equivalente a 0,25% a.a. (vinte e
      cinco centésimos por cento ao ano), sobre (i) o valor de mercado do Fundo

      TAXA DE CONSULTORIA IMOBILIÁRIA
      Pela prestação dos serviços de consultoria imobiliária ao Fundo, o Consultor Imobiliário fará jus
      ao recebimento de uma Taxa de Consultoria Imobiliária equivalente a 0,25% a.a. (vinte e cinco
      centésimos por cento ao ano), sobre (i) o valor de mercado do Fundo

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    • DESCRIÇÃO DAS TORRES E PROVIDÊNCIAS REFERENTES ÀS TORRES

      A Via Engenharia e a TS-7 construíram as Torres no terreno objeto da Matrícula nº 64.163 do 2º
      Cartório de Registro de Imóveis de Brasília, Distrito Federal. Após o término da construção das
      Torres, a TS-7 passou a deter 85% (oitenta e cinco por cento) das Torres, enquanto a fração
      restante equivalente a 15% (quinze por cento) ficou para a Via Engenharia

      Os recursos captados pelo Fundo por meio da Oferta Primária serão, em parte, utilizados para a
      quitação do Financiamento contratado para o desenvolvimento da Torre II e da Torre III do
      Condomínio Green Towers Brasília, que possui 03 (três) torres, sendo a Torre I; Torre II; e Torre III,
      descritas e caracterizadas no item “Descrição das Torres”.

      Referida quitação do Financiamento tem
      por objetivo (i) a liberação da hipoteca que recai sobre as Unidades Autônomas das Torres II e III de
      titularidade do Fundo e da TS-7; (ii) a liberação da Cessão Fiduciária de Direitos Creditórios; (iii) a
      liberação da Alienação Fiduciária das Cotas Ofertadas constituída em garantia ao Financiamento; e
      (iv) a redução de capital da TS-7 para transferência, mediante dação em pagamento, de seu
      patrimônio ao Fundo, sendo que, para esta operação, incidirá ITBI sobre a fração ideal pertencente
      à TS-7 da Torre II e da Torre III a serem transferidas ao Fundo. Por fim, após a redução de capital
      da TS-7 e consequente transferência de seu patrimônio ao Fundo, a TS-7 será vendida a valor de
      mercado à TS-7 L.P.

      A TS-7 é a atual e legítima proprietária da fração ideal equivalente a 42,5% (quarenta e dois
      inteiros e cinco décimos por cento) da Torre II e da fração ideal equivalente a 85% (oitenta e
      cinco por cento) da Torre III. A fração ideal equivalente a 85% (oitenta e cinco por cento) da Torre I
      e a fração ideal equivalente a 42,5% (quarenta e dois inteiros e cinco décimos por cento) da Torre II
      são de titularidade do Fundo, conforme quadro esquemático abaixo. A fração ideal remanescente
      equivalente a 15% (quinze por cento) das Torres é de propriedade da Sapucaí Rio.

      Para a construção da Torre II e da Torre III, a TS-7 tomou um financiamento bancário no valor de
      R$ 355.167.700,00 (trezentos e cinquenta e cinco milhões, cento e sessenta e sete mil e setecentos
      reais), mediante a celebração do “Instrumento Particular, com Efeito de Escritura Pública de
      Abertura de Crédito para Construção de Empreendimento Comercial com Garantia Hipotecária e
      Outras Avenças nº 330.700.989”, em 20 de março de 2014, com o Banco do Brasil, na qualidade de
      credor hipotecário, e com a Via Engenharia, na qualidade de interveniente construtora, hipotecante
      e anuente. O saldo devedor do Financiamento, em 31 de novembro de 2018 é de R$ 285.827.271,54
      (duzentos e oitenta e cinco milhões oitocentos e vinte e sete mil, duzentos e setenta e um reais e
      cinquenta e quatro centavos).

      Após a redução de capital da TS-7 e a transferência de 85% (oitenta e cinco por cento) da fração
      ideal da Torre I, e 42,5% (quarenta e dois inteiros e cinco décimos por cento) da fração ideal da
      Torre II para o Fundo, o Fundo passou a figurar no referido contrato de financiamento como
      garantidor. Posteriormente, com a aquisição da fração ideal pertencente à Via Engenharia pela
      Sapucaí Rio, esta passou a assumir a posição contratual da Via Engenharia, na qualidade de
      anuente hipotecante, no Financiamento.

      Uma vez realizada a captação integral das Novas Cotas objeto da Oferta e quitado o
      Financiamento, o Fundo deterá 85% (oitenta e cinco por cento) da propriedade plena sobre as
      Torres e fará jus à renda oriunda dos pagamentos dos aluguéis decorrentes das locações do
      Empreendimento, na referida proporção de 85% (oitenta e cinco por cento),

      Curtido por 1 pessoa

    • Área total das Torres: 163.467m²

      5 subsolos, mezanino, térreo, 16 pavimentos tipo e um 17º
      pavimento cobertura
      Subsolos: vagas de veículos, bicicletário, casa de bombas,
      reservatórios de água (bruta, reuso e potável), poços de
      ventilação, áreas técnicas, salas BMS, depósitos de lixo,
      instalações sanitárias masculina e feminina para
      funcionários, salas de geradores
      Mezanino do 1º subsolo: casas de máquinas de pressurização
      e vestiários masculino e feminino
      Térreo: Acesso ao empreendimento, acesso aos demais
      pavimentos, praça de alimentação, espelho d’água, áreas
      técnicas e jardins gramados
      1º ao 16º pavimento: salas comerciais, áreas técnicas
      (sprinkler, telefonia, elétrica), instalações sanitárias,
      depósitos para material de limpeza e de lixo
      17º pavimento: Cobertura técnica – casas de máquinas de ar
      condicionado, de exaustão e elevadores. Sala de antenas,
      áreas técnicas
      18º pavimento: Casas de máquinas de elevadores, acesso ao
      heliponto
      Heliponto sobre a laje da cobertura das Torres Central e
      Norte

      Área construída conforme
      Habite-se
      Torre I – 51.718,98 m².
      Torre II – 57.047,86m².
      Torre III – 54.700,48 m².
      Vagas de Garagem 2163
      Estrutura Concreto Armado
      Fechamentos laterais Alvenaria

      Pé direito 2,70 nos pavimentos tipo
      Ar condicionado Central
      Elevadores
      8 elevadores sociais, 3 de acesso aos subsolos e 1 de serviços,
      por torre, totalizando 36 elevadores
      Certificação Green Building com certificação LEED® Core & Shell Gold

      Torre I (1) Torre II (2) Torre III (3)
      LOCATÁRIOS
      Banco do Brasil e
      terceiros(4)

      Banco do Brasil

      Banco do Brasil e
      terceiros(4)

      RECEITA DE LOCAÇÃO
      (2017)
      R$ 36.867.086,24
      R$ 35.741.771,59
      R$ 35.678.430,65
      LOCALIZAÇÃO DO IMÓVEL Brasília Brasília Brasília
      ÁREA CONSTRUÍDA 51.718,98m² 57.047,86m² 54.700,48m²

      1. A Torre I é detida 85% pelo Fundo e 15% pela Sapucaí Rio, sendo seu aluguel dividido nestas
      proporções.
      2. A Torre II conta com as seguintes participações: (i) 42,5% participação direta pelo Fundo; (ii)
      42,5% participação indireta pelo Fundo, já que a propriedade é detida pela TS-7; e (iii) 15% pela
      Sapucaí Rio, sendo seu aluguel dividido nestas proporções.
      3. A Torre III é detida 85% indiretamente pelo Fundo (através da TS-7) e 15% pela Sapucaí Rio,
      sendo seu aluguel dividido nestas proporções.
      4. A Torre I e a Torre III possuem lojas comerciais no andar térreo, que encontram-se locadas a
      terceiros

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    • RENTABILIDADE ESPERADA

      De acordo com o Estudo de Viabilidade, o yield esperado do Fundo é de 8,00% (oito por cento) no
      primeiro ano, considerando a venda da TS-7 à TS-7 L.P, conforme mencionada no item “d. Venda
      da TS-7 à TS-7 L.P.”, constante da página 133 deste Prospecto.

      Não existe nenhuma garantia que tal rentabilidade seja alcançada, bem como não há como
      assegurar que as Cotas do Fundo terão quaisquer rendimentos, o que poderá frustrar qualquer
      expectativa de rentabilidade dos investidores. Nesse sentido, não será devido pelo Fundo ou pela
      Administradora, Gestora, Consultor Imobiliário, Coordenadores da Oferta e Instituições
      Participantes da Oferta qualquer indenização, multa ou penalidade de qualquer natureza, caso os
      Cotistas não alcancem a rentabilidade esperada com o investimento no Fundo ou caso os Cotistas
      sofram qualquer prejuízo resultante de seu investimento no Fundo em decorrência de quaisquer
      dos riscos descritos neste Prospecto. É recomendada ao Investidor a leitura da seção Fatores de
      Risco, nas páginas 96 a 117 deste Prospecto, em especial os fatores de risco (i) “Risco de não
      confiabilidade do Estudo de Viabilidade”,

      Taxa Percentual de Ocupação
      nos Últimos 5 anos
      Torre entregue em dezembro de 2012. Conjuntos comerciais
      100% (cem por cento) locados para o Banco do Brasil.

      Prazo da Locação 60 (sessenta) meses contados da data de assinatura do
      Contrato de Locação BB, podendo ser renovado por iguais
      períodos sucessivos. O Contrato de Locação BB foi renovado
      e está vigente por 60 (sessenta) meses contados de 1º de
      novembro de 2018.

      Garantias Não há.
      Seguro Patrimonial Sim.
      Valor do Aluguel R$ 9.500.000,00
      Índice de Reajuste IGP-M pela menor periodicidade permitida por lei.
      Percentual do Aluguel Mensal
      Vigente Sobre Receita do FII
      100% (cem por cento)

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