Lançamentos

Espaço dedicado aos lançamentos (IPOs) de FIIs.

Todo cuidado é pouco com Fundos Imobiliários sem histórico, então muito cuidado para não cair no conto da “Renda Prometida”.

965 comentários em “Lançamentos”

  1. Pessoal,

    Temos o QAMI11 o novo FIF de Recebíveis da Quasar

    O material da oferta ta disponível nas corretoras que irão participar. Dando uma olhadinha rápida alguns pontos que se destacaram:

    3 Ativos já prontos pra ingressar na carteira – Aprenderam que o mercado e os cotistas PF não curtem demora na alocação.

    Ativos bem distintos: Um do setor Agro (que teria sido colocado dentro do Quasar Agro?) + 1 do setor de construção de imóveis de luxo (hoteis, apartamentos e etc) + Planta solar e hídricas. Ativos diversificados e bem diferente da grande maioria dos CRI encarteirados pelos demais FII de Papel. Por hora um achismo meu 🙂

    Gestão Quasar na área de crédito tem renome e histórico. Um target previsto na casa de 9.7%aa

    Oferta na casa de 150M

    Como ta em período de oferta não tem como tirar algumas dúvidas com a gestão. Mas podemos debater o material público já divulgado.

    O que vcs acham? Um FII dentro do setor que eles mais entendem? Um FII pra mostrar ao mercado que aprenderam tudo e que tanto este como o Quasar Agro seguirão super bem?

    Vou ler com mais calma e tentar pegar mais detalhes. Nesta primeira leitura, parece que a Quasar se preparou super bem e deixou um FII de CRI bem redondinho.

    Valeu!!!

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      1. VCs são fogo!

        Já viram o Quasar Agro rodando redondinho agora? Ninguém menciona o Yield dele? Os ativos? O trabalho do RI?

        O de papeis só mostra que a operação que deveria estar dentro do Agro, vai vingar no de papeis. Tava quase pronta. Mas a sede de velocidade e de queima de etapas na análise de risco deixam muitos investidores bem nervosos 😉

        Pega o histórico de dívida da Quasar. Pega o Fundo de bonds dele. Veja os ativos. Veja o histórico. Veja o risco/retorno. Pegar essa qualidade e envelopar num FII. Um caminho natural e que ate demorou pra ocorrer. Vejam, apenas minha opinião.

        A turma sequer sabe quem são nos nomes das pessoas a frente do fundo. Sequer sabem o que elas ja fizeram e fazem no mercado.

        Mas vamos deixar o tempo mostrar o que vale no final. É um lançamento e devemos debater sobre. Me lembro bem quando o DEVA e o TORD foram lançados…e hoje a foto é 100% outra. Tempo. Este é o que diz se acertamos ou erramos 🙂

        O Agro é felicidade pra mim por hora. Não tem nada de Azar. Se ainda irei enfrentar problemas? Talvez. Mas isso em qualquer um dos meus FII.

        Gostei que os ativos e tese deste de papel terá ativos distintos dos demais Papeis listados. Isso é positivo. Vai dar certo? Novamente, o tempo dirá.

        Valeu!!!

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  2. AVISO AO MERCADO DA DISTRIBUIÇÃO PÚBLICA DE COTAS DA 1ª (PRIMEIRA)
    EMISSÃO DO XP FUNDO DE INVESTIMENTO EM COTAS DE FUNDOS INCENTIVADOS DE INVESTIMENTO EM INFRAESTRUTURA RENDA FIXA CNPJ nº 37.404.867/0001-12 (“Fundo”)

    No montante de, inicialmente, R$350.000.000,00* (trezentos e cinquenta milhões de reais) *

    A Taxa de Distribuição Primária (conforme abaixo definida) não integra o montante total da Oferta Valor unitário das Cotas (conforme abaixo definidas): R$100,00 (cem reais) na Data de Liquidação (conforme abaixo definida) (“Preço de Emissão”)
    Taxa de Distribuição Primária: R$3,62 (três reais e sessenta e dois centavos) por Cota efetivamente integralizada

    Preço Efetivo por Cota (conforme abaixo definido): R$103,62 (cento e três reais e sessenta e dois centavos) por Cota subscrita, na Data de Liquidação

    Quantidade Inicial de Cotas (conforme abaixo definida): 3.500.000 (três milhões e quinhentas mil)

    Registro automático da Oferta na Comissão de Valores Mobiliários (“CVM”), nos termos do artigo 22 da Instrução CVM nº 555/14: RFIV/2020/01094, em 29 de outubro de 2020

    Código ISIN das Cotas: BRXPIDCTF005
    Código de Negociação na B3 S.A. – Bolsa, Brasil, Balcão: XPID11
    Classificação ANBIMA: Renda Fixa Duração Livre Crédito Livre

    Cronograma da Oferta:
    18/02/2021 – Encerramento do Período de Reservas
    19/02/2021 – Bookbuilding
    24/02/2021 – Liquidação

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      1. Justamente aí que o risco aumenta, vai que a dupla resolve “aventurar” em algo mais lucrativo. Eu vou pagar o pato de novo ?! Mas vão dizer que os dois que entendem do agro e blá blá blá … Errar é humano, continuar errando é burrice, já tomei no Quiazar, não vou arriscar de novo com esses dois expertos até que provem que são profissionais idôneos.

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      2. Sinceramente, não acredito. Saíram de uma gestora de investimento “desconhecida” para fundar um FII AGRO em um bancão muito maior, líder, e ato contínuo, levaram parte da carteira que eles mesmos prospectaram (caso contrário, creio, estariam sendo “processados”). Caso pensado ou acaso do destino, ñ sei, mas o que importa é o porte da casa que os acolheu. Os FII da casa, cito BTLG11… eu não tenho nada a reclamar até o momento.

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  3. BTG AGRO … Agora é OFICIAL!

    R$ 500.000.000,00 + 20%
    >>> Preço de Subscrição = R$ 104,32
    Preço de Emissão (R$ 100) + Custo Unitário (R$ 4,32)


    Status (A): exclusividade do Fundo, com diligência em fase final e contratos em discussão; (B) exclusividade em renovação, com diligência iniciada e contratos em discussão; (C) exclusividade em renovação e contratos em discussão; e (D) exclusividade do Fundo.

    >>> Eu creio que vai faltar cota ….

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      1. Eu estou tendo uma excelente experiência com o BTLG11, o fundo logístico. Apesar das negociações deste agro se iniciarem apenas em JUL… eu fiz reserva (aliás, gostei da TRANSPARÊNCIA em relação à tx de emissão; VPA = $ 100)

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    1. >>>> operando notícia de jornal… saiu assim hj (No GLOBO):

      O objetivo do BTG Agro Logística é comprar imóveis concentrados em regiões por onde passa a produção do agronegócio. A estratégia abarca de silos para armazenagem a terminais portuários de transbordo e prevê o processamento de produtos como insumos e combustíveis.

      O BTG está buscando levantar R$ 500 milhões em uma oferta aberta a investidores de varejo prevista para acontecer no fim de janeiro. O objetivo do BTG Agro Logística é comprar imóveis concentrados em regiões por onde passa a produção do agronegócio. A estratégia abarca de silos para armazenagem a terminais portuários de transbordo e prevê o processamento de produtos como insumos e combustíveis.

      Será consultor imobiliário do fundo do BTG a Funchal Investimentos [taxinha ?! -rsrs], especializada na estruturação de produtos financeiros voltados para o agronegócio.

      O setor do agronegócio já tinha protagonizado outro IPO de meio bilhão entre os fundos imobiliários este ano. O Riza Terrax, da Riza Asset, captou 90% do dinheiro junto a 9 mil investidores pessoas físicas. Mas sua tese é bastante diferente da do novo fundo do BTG: comprar grandes fazendas do agronegócio brasileiro.

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      1. Tem nomes que estavam na Quasar que agora estão a frente da Funchal Investimentos.

        O BTG viu potencial. Existe a experiência do pessoal. Uniram e vão buscar os recursos pra competir direto com o Quasar Agro.

        A tese é a mesma. Se captarem, e alocarem dentro do prazo…será um belo “tapa de luva” no Quasar. Deixa de ser o único e fica apenas com o selo de pioneiro. E ainda carrega os memes e piadas com toda a demora na alocação.

        Eu gostei por ver o BTG apostar na tese. Não deixa de ser um alento pra saber que o Quasar tem pra onde caminhar.

        Ainda não li material deste fundo. Estas são apenas minhas primeiras impressões.

        Valeu!!!

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    2. Apesar da gestão ser feita pelo BTG Pactual, haverá uma Consultoria Imobiliária (Funchal Investimentos), sendo este time liderado pelos mesmos players que fizeram parte do IPO do QAGR11 (Olivier Colas e Eça Correia).

      😱😱😱😱😱😱

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  4. **PROSPECTO DE DISTRIBUIÇÃO PÚBLICA DE COTAS DA 2ª EMISSÃO**
    Hmmmmm … MORE REAL ESTATE FOF … R$ 140 MM (+60MM PL anterior)
    Preço = 99,70 [cota] + 4,25 [custos] = 103,95

    >>> Cotação atual nos … R$ 111,00. 💣🔥

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    1. Olhei rapidamente.

      Um FII com cara de FIP 😉

      Prazo determinado. Estratégia ativa de venda. Não mira renda.

      4 projetos. Tudo ligado a galpão logístico. Regiões são boas.

      O 4 projeto é o que não tem nada assinado ainda. E se captar tudo leva 14% do PL. Se tudo der errado, fica só no projeto 1

      Projetos pra concluir em 21 e 2022. Saída do Fundo em 2024. A princípio este é o prazo pra ficar sem renda e aguardando a venda dos ativos e seu potencial lucro.

      Não fiz cálculo. No prospecto tem os valores por m2. Tem que pegar e projetar pra fazer as contas certas. Gosto de renda em FII. Pra ficar sem renda foco em FIP DNA puro ou investimentos estruturados. Mas isso sou EU 🙂

      Valeu!!!

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      1. Dando uma melhorada apos ler com um pouco mais de calma:

        Vai construindo e vai alugando. O foco não é no aluguel. Aluga, pois na hora de vender pra alguem o ativo locado é melhor avaliado. Por alugar, a cada semestre vai entregar 95% aos cotistas. Tem que reforçar que renda não é foco.

        Cap rate num range de 6 a 8%? Seria isso? Ter o cuidado pra não confundir, pois aqui iremos vender e não comprar…não escondo que posso ter errado nas contas aqui 🙂

        Target de Inflação + 13% ao final do prazo. Seria factível? Não achei essa informação. Me foi passada por um escritório de assessoria. Tenho que buscar mais info e tentar ouvir a gestão ou olhar a apresentação institucional do produto (se houver). Acredito que deva rolar apresentações no mesmo molde que houve com o FIP EB Capital de Fibra….esperar pra ver.

        A Exelter tem nome no mercado.

        Vale a pena? Não sei. Desenvolvimento e logístico me chama a atenção. Se alguém souber mais e puder…posta ai pra gente melhorar o debate.

        Valeu!!!

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    1. Pensando em entrar com uma pequena parcela, e aumentar caso a cotação caia após a estreia das cotas no mercado, pois o “dono” atual da maioria das cotas já falou que pretende se desfazer da sua posição.
      A “Empitacus” recomendou compra aqui também.

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      1. As cotas desse aqui estreiam dia 22/12.
        Acabei não comprando na distribuição, vamos ver o comportamento no dia.
        Das 12 milhões de cotas que vão entrar no mercado, 8 são de emissões anteriores (fechadas).

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    1. Em 29 de outubro de 2020 foi encerrada a oferta primária de cotas da 1ª (primeira) emissão do Fundo (“Oferta”)
      no âmbito da qual foram subscritas e integralizadas 2.632.885 (dois milhões, seiscentas e trinta e duas mil,
      oitocentas e oitenta e cinco) cotas.

      Os recibos resultantes da Oferta serão convertidos em cotas do Fundo e estarão disponíveis para negociação
      a partir de 12 de novembro de 2020, sob o código de negociação “KNSC11”, código ISIN nº BRKNSCCTF008 e
      preço inicial de R$ 100,00.

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  5. Achei a estratégia bem interessante, a proposta deles é valida, bem diferente do modelo do QAGR11. Conseguiram viabilizar um fundo de crédito pro agronegócio com uma estrutura bem criativa, com segurança pra ambos os lados. O gestor parece ter bastante conhecimento da área, e só de já alocarem tudo tão rápido, já é um ponto positivo.

    Mas…. (sempre tem o mas) achei a rentabilidade baixa frente o risco. Uma pena, acredito no modelo, mas, pagando isso, acho que não compensa.

    Em tempo, os riscos não tem como fugir, são inerentes ao modelo. Faz parte. Só poderia pagar um prêmio maior exatamente por isso.

    Só opinião, sem indicação de nada.

    Valeu

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  6. ALIANZA FOF fundo de investimento imobiliário (3ª emissão)
    Montante: R$ 200.000.000,00
    Investimento Mínimo por Investidor: R$ 25.000,00 {na minha opinião, MUITO ALTO]
    >>>> REGISTRO junto a CVM pendente.

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  7. FII RIZA TERRAX RZTR11
    o FII de arrendamento rural

    Agoooooooooooora entendo como esse Fundo irá funcionar. Vê-lo rodar redondinho, entrando ou não no IPO, é outra estória a ser conferida no decorrer dos próximos meses/anos … mas até onde pesquisei, ouvi e li … aqui vai o ESCOPO geral e inicial do fundo:

    1. O fundo não vai adquirir a terra vaga de um produtor rural que queira arrendar, ao contrário, ele vai arrendar a terra de quem já está na terra produzindo.

    2. As terras adquiridas serão arrendadas para o produtor rural por 6% a.a.., pelo prazo de 10 anos, dando ao mesmo opção de compra preferencial ao findar o contrato por um valor pré-acordado (geralmente, 50% ano1 + 50% ano 10 reajustado, com 6% a.a. de taxa de arrendamento anual). Assim, com essas duas estratégias o fundo monta os 6% do arrendamento + 6% dos juros de exercício da opção de compra.

    3. A variável principal de funcionamento do fundo seria então o produtor rural não exercer sua opção de compra, mas rolá-la. Ou seja, pagar os 6% e solicitar uma nova opção de compra do mesmo quinhão de terra para +10 anos, situação que pode ocorrer com mais frequência nos primeiros anos, quando o produtor ainda estiver necessitando da capitalização. Essa possivelmente seria uma das melhores opções para o fundo.

    4. E se o arrendamento não for pago? Nesse caso execpcional, não será igual a uma rescisão de contrato típico/atípico, com multas etc e tal. Possivelemnte o produtor perderá a OPÇÃO de COMPRA, e o fundo teria que encontrar um novo produtor rural para arrendar a terra por outra taxa

    5. Os arrendamentos são pagos, normalmente, de forma adiantada. Ou seja, o fundo já receberá os 6% de arrendamento logo no primeiro mês, que deve sustentar o rendimento do fundo ao longo do ano. O arrendamento é fixo de 6%, sem correção, ao longo de 10 anos. Ou seja, uma disparada da inflação poderia levar a uma perda inflacionária dos cotistas Entretanto, de acordo com o regulamento do fundo, o mesmo pode trabalhar com instrumentos financeiros de derivativos, por exmeplo, seria possível o fundo fazer um hedge para inflação

    6. Caso dê tudo certo para o fundo, ele não terá uma terra agrícola e não participará em nenhum momento desse ganho de valorização dessas terras. Isso mesmo!!!, se o fundo rodar como o planejado, não haverá nenhuma terra no portifólio, pois o planejado é receber o arrendamento e realizar a revenda das terras, pelo valor de compra, acrescido de 6% a.a., não ficando com nenhuma terra ao final do período contrato.

    7. Se a estratégia der errado … ou seja, o agricultor não pagar o arrendamento ou não exercer a sua opção de compra … neste caso o fundo teria condições de ficar com as terras e capturar a valorização da terra no longo prazo, além do ganho de ter pago mais barato na terra, mas teria a sua rentabilidade reduzida pela falta da opção de compra.

    8. Concluindo … o RZTR11 tem como objetivo genérico e primordial proporcionar um retorno bruno de 12% a.a., uns 9-10% a.a. líquido (?!) a partir do ano 2!!!, sem correção da inflação … destacando que tanto os rendimentos quanto o valor patrimonial NÃO sofreriam valorização pela inflação, pelo modelo adotado, nem pela reavaliação dos imóveis, tendo em vista a trava pela opção de compra.

    Bom pessoal … é isso ! Agoooora eu entendi como funciona!

    Boa sorte aos colegas que participarem da emissão.

    Eu, por enquanto, irei apenas observar …

    Curtido por 2 pessoas

      1. É um “sale-leaseback”, estilo GGCR ou ALZR só que … com terras rurais e não galpão … com opção de compra ao final do período e … sem contrato (a)tipico.

        Do ponto de vista do produtor rural, não é uma operação de venda propriamente dito, mas uma operação de crédito, em que ele está tomando emprestado um valor ao juro de 12% a.a. E, desde que honre com o seu compromisso, terá suas terras novamente.

        Já para o fundo, não é uma operação de crédito simplesmente, pois torna-se proprietário das terras, mas ao mesmo tempo, não é um investimento em terras rurais diretamente. Vai investir na área rural, mas -em tese- e se tudo der certo… o fundo não terá NENHUM benefício de ter investido em área rural do ponto de vista de lucratividade e de ganho, apenas do ponto de vista de “segurança” (lastro em terra produtiva)

        Curtido por 1 pessoa

      2. Conseguiram complicar uma coisa q seria simples, eu quero e aguardo um fii do agronegócios q seja normal, q a fazenda seja do fii, a safra e todos os investimentos sejam do cotistas, dando certo ou errado, quero q a valorização da terra seja minha, quero q a super safra seja minha, quero q o prejuízo de uma safra seja amparada por um seguro, é muito simples, seria um ótimo negócio, basta ser como já é as grandes agropecuárias q já temos por aí. P encerrar, copiar e melhoras as coisas q já estão dando certo, evitar as coisas q não tem dado certo, e por fim, jamais inventar moda com com dinheiro do outros, principalmente se vc não domina o assunto, cara de ar condicionado mexer com lavoura, nada ver, to fora não perco nem 15 minutos mais p estudar isso

        Curtido por 1 pessoa

    1. Pessoal,

      Apenas minha opinião…não é indicação de nada (tudo retirado/interpretado do material público relacionado a oferta):

      – O Fundo compra as terras nuas. Terá escrituras lavradas. Não é hipoteca e muito menos alienação fiduciária;

      – O fundo não pode ser considerado como de PAPEL. Ele será dono legal das terras compradas. Não terá uma securitização direta e muito menos indireta. Ta mais pra laje, onde o dono do andar aluga pra alguém;

      – De fato a questão inflação deixa uma lacuna de preocupação. Só que o regulamento prevê mecanismos de proteção. Mas seria algo que só iniciaria se o cenário fosse alterado para algo muito elevado;

      – Compra a terra a vista. Arrenda pro produtor. E tem a opção pra ser ou não exercida. Isso de forma anual. A gestão sabe quanto vai cair na conta do FII todo ano e com a gestão ativa vai seguir comprando e girando os ativos. Se inflação disparou, vai ter nos novos contratos com correção…ano após ano vai se “alimentando” e gerando fluxo contínuo pro FII seguir seu caminho;

      -Maior risco na minha opinião: Selic subir forte e beirar os 6% – Isso tiraria o plus do Fundo. Afetaria risco retorno e o deixaria abaixo dos demais FII;

      – Imagina comprar uma terra nua (altamente produtiva, no melhor solo do Mundo, com o melhor clima do Mundo e sem problemas com indígenas, Desastre natural ou invasões) com bom desconto. E poder preparar a opção de compra com um certo alfa a favor do FII? Possível? Acredito que sim. Muitos esquecem dessa possibilidade;

      – A equipe a frente não são de pessoas da cidade. São pessoas que visitam as terras. Andas horas e mais horas de caminhonete e colocam a mão literalmente na terra. Olham a produção que esta la. Conversam com os grandes produtores olho no olho. É algo bem distante de achar que pessoas de terno e gravata irão conduzir algo AGRO ficando apenas nas suas mesas do escritório. Opinião pessoal que considero ter peso para este tipo de estratégia;

      – O FII terá monitoração de satélite para queimada e qualidade do solo. Terá isso por ser dono das terras adquiridas. Aqui temos na prática o cuidado para que os ativos sejam duradouros;

      – Terra nua. Melhor solo do Mundo (ok, um dos melhores). Sem problemas naturais. Produtores médios e grandes e de forte peso nas suas respectivas regiões. Não existe depreciação de benfeitorias ou equipamentos;

      – Riscos? De crédito fica baixo por receber os valores antecipadamente. Ligados a terra? Nenhum. Quem arrenda responde por tudo. Não existe solidariedade neste tipo de contrato.

      A tese não é armazenagem. Logo, é 100% diferente do Quasar Agro
      A tese não é produzir. Logo, é 100% diferente da Brasil Agro
      A tese é ter terras nuas e ser o “braço” financeiro para os produtores rurais. Não depende da vontade de quem arrenda. O contrato é feito na hora. Paga tudo antecipado. O contrato já dita o futuro do FII. Exerceu a compra? Vida segue. Não exerceu temos a terra e surfamos a valorização delas.

      Quem optar por este FII tem que entender seu funcionamento. Classifica-lo corretamente. Entender sua correlação e descorrelação com demais ativos. Riscos, potencial de lucro e limitações. Refletindo sobre tudo isso vai tomar uma boa decisão final.

      Quem me acompanha sabe como gosto do setor AGRO. Como fico feliz quando novas alternativas e produtos surgem para trabalhar essa área fantástica do nosso Brasil. Este FII, gostando ou não, é pioneiro em permitir que pessoas do varejo, o investidor geral, possa ter terras agrícolas em seu portfólio. Vai servir pra todo? Não. Cada um que tome sua decisão. Só que com boas ponderações e reflexões.

      Se vou entrar? To bem inclinado. Gosto de tudo e acho que a equipe vai lidar bem e que o Mundo esta de olho em produtos assim. E acho que 750M é pouco. Espero que tenha demanda absurda e que venha mais capacitação para que este produto seja gigante dentro de um setor gigante. Reforçando….isso é apenas minha visão/desejo!

      Não é indicação de nada!!!

      Valeu!!!

      Curtido por 1 pessoa

      1. Completando…

        Ao entrar no lançamento, aceito os riscos do momento. O Mundo ainda esta em Pandemia. Coisas planejadas podem se alterar. intenções podem ser ignoradas. Logo…como qualquer lançamento elevo um pouco meu risco.

        Só que se tudo for conforme o prospecto e tudo sair redondinho…existe tb a chance do mercado olhar e entender como algo bom e crescente. Ai o preço sobe fazendo com que a minha entrada no lançamento seja mais lucrativa do que de quem estiver entrando depois. Ou seja…

        MESMA COISA RELACIONADA A QUALQUER OUTRO PRODUTO 🙂

        Entrar no lançamento neste ou em qualquer outro FII da na mesma. Serão as mesmas ponderações que terão que ser pensadas e respondidas por cada um de nós. Aqueles que acharem que é mais positivo do que negativo…irão entrar. Os que acharem que não vale…esperarão um tempo. Não tem mistério nisso 😉

        Valeu!!!

        Curtido por 1 pessoa

    2. Pessoal,

      Levantou 500M

      Queria 750M….foi bem ao meu ver. Considerando momento do mercado e toda essa agitação sobre fiscal no Brasil e no mundo….Bolsas derretendo e risco se elevando…captou acima do que queriam no primeiro prospecto e abaixo do que achavam que poderiam conseguir quando o material foi divulgado.

      500M faz o planejado. Conseguem colocar em andamento o pipeline e já deixar o Fundo redondinho. É o que acho.

      Se a gestão andar e entregar o Fundo rodando dentro de uma janela ideal de tempo, o mercado vai olhar com outros olhos. Achismo meu 😉

      Se atrasarem. Se mudarem a trajetória anunciada…o mercado não vai perdoar. Sempre atento aos dois lados da coisa.

      Brasil, com os juros futuros na casa de 7% da uma pressão no objetivo do Fundo. Isso é fato e deve ser considerado por todos. Este é o risco real deste FII no meu entendimento. Agora, com Juros de 2% o FII começa bem. Com juros subindo ate 4% o FII segue bem. Se isso demandar uma janela de 4 a 5 anos, temos um bom espaço pra surfar. E nesse tempo o próprio FII vai estar se adaptando ao cenário. Tem que ficar atento ao mercado AGRO e ao Juros praticados.

      Agora ter uma diversificação em Terra nua e cultivável num dos melhores solos do Mundo…é algo bastante interessante ao meu ver. Sai pacote de lajes, logístico, bancos, shopping, residencia, incorporação, hospital, ensino…e abre uma frente totalmente não relacionada. Não é pelo potencial retorno. Talvez pelo risco/retorno e diversificação. Sabendo por que esta dentro, ajuda muito a levar a posição bem tranquilo.

      Vai disparar? Vai afundar? Não vai andar? Tudo especulação. Não tem como saber. Dia apos dia veremos a tese andar e o mercado precificar. Acho que para o mercado de FII e para nós, investidores de FII, ter um Fundo como este é algo a se comemorar. Nosso mercado esta crescendo e evoluindo. Pioneirismo tem disso. Alguns acham louco. Outros arriscados demais. Outros como algo inovador…e assim vai.

      Aos que entraram…vamos que vamos. 🙂

      Não é indicação de nada!!!

      Valeu!!!

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