4.360 comentários sobre “Notícias

  1. Supersafra eleva demanda por armazéns

    A supersafra de grãos na temporada 2016/17 acelerou a procura de crédito para armazenagem privada.

    Com orçamento inicial de R$ 1,4 bilhão para esta safra, o Programa para Construção e Ampliação de Armazéns (PCA), gerido pelo BNDES, recebeu complementação de R$ 600 milhões

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    • Digitalização bancária atrai criminosos virtuais

      A crescente migração das transações bancárias das agências para os canais digitais também atraiu a atenção dos criminosos e aumentou a ocorrência de cibercrimes.

      A empresa de softwares de segurança Symantec estima que as perdas das instituições financeiras com esses golpes somaram R$ 2 bilhões no ano passado

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    • Governo prepara programa para ajudar concessões em municípios

      O presidente Michel Temer deve lançar nesta semana um pacote de estímulos à privatização de serviços públicos municipais para viabilizar investimentos em infraestrutura hoje comprometidos com a falta de recursos das prefeituras

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    • Grupo Pão de Açúcar acelera conversão de hipermercados em lojas de atacarejo

      O Grupo Pão de Açúcar pretende converter lojas de hipermercados Extra para o formato de atacarejos Assaí, em número muito maior do que foi feito no ano passado.

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    • Interessante… quando o mercado começa a voltar os olhos para alternativas de Renda Isenta 🙂

      Investimentos em renda fixa oferecem isenção de Imposto de Renda

      Quando se pensa em investimento isento de Imposto de Renda, lembra-se logo da poupança. Apesar de ser aplicação de baixo risco, seu problema é a rentabilidade, que perde para outras aplicações.

      Mas há outras opções na renda fixa livres de IR para pessoa física. São elas: LCI (Letra de Crédito Imobiliário), LCA (Letra de Crédito do Agronegócio), CRI (Certificado de Recebíveis Imobiliários), CRA (Certificado de Recebíveis Agrícolas) e debêntures incentivadas (ou debêntures de infraestrutura).

      Diferentemente da poupança, que tem remuneração fixa em todas as instituições, a rentabilidade dessas opções varia conforme o emissor.

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    • Setor atacadista e distribuidor vê 2017 com otimismo após faturar R$250,5 bi em 2016, diz Abad

      SÃO PAULO (Reuters) – Atacadistas e distribuidores estão otimistas quanto ao desempenho em 2017, após terem faturado 250,5 bilhões no ano passado, mostrou pesquisa divulgada nesta segunda-feira pela entidade que representa o setor Associação Brasileira de Atacadistas e Distribuidores (Abad).

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    • Dólar cai 1% e juros futuros recuam; eleição na França merece atenção

      O ambiente de apetite por risco no exterior abre caminho para a queda nas taxas de juros futuros nesta segunda-feira.

      O recuo é mais acentuado em contratos de Depósito Interfinanceiro (DI) de vencimentos longos, que são mais sensíveis à percepção de risco estrutural.

      O mercado de renda fixa acompanha ainda os ajustes nas expectativas de inflação e as discussões em torno da reforma da Previdência.

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    • Governo licita R$ 12,7 bilhões em linhas de transmissão de energia

      O leilão de concessões para a construção de novas linhas de transmissão de energia realizado pelo governo nesta segunda-feira (24) atraiu forte interesse de investidores, sinalizando uma melhoria no ambiente do setor.

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    • Pilotos e comissários ameaçam parar às vésperas de feriado contra reformas

      Os aeronautas —pilotos e comissários de bordo— ameaçam parar nesta sexta (28), às vésperas do feriado de 1º de maio, em adesão ao movimento contra as reformas trabalhista e previdenciária, organizado pelas centrais sindicais

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    • Aprovação de crédito para indústria no BNDES sobe 30% no começo do ano

      A presidente do BNDES, Maria Silvia Bastos Marques, afirmou que a economia dá sinais de retomada que podem ser vistos nos números preliminares do banco no primeiro trimestre deste ano.

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    • Balança comercial tem superávit de US$ 1,769 bi na 3ª semana de abril

      A média diária de exportações avançou 30,9% no período, quando comparada ao mesmo mês do ano passado

      SÃO PAULO – A balança comercial brasileira registrou superávit de US$ 1,769 bilhão na terceira semana de abril.

      As informações foram divulgadas na tarde desta segunda-feira pelo Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços.

      O saldo positivo na semana resulta de exportações de US$ 4,320 bilhões e importações de US$ 2,551 bilhões.

      No acumulado de abril a balança tem saldo positivo de US$ 5,189 bilhões e, no ano, de US$ 19,606 bilhões.

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    • Mercado melhora previsão para o PIB após 6 semanas e vê inflação menor

      Expectativa é de que IPCA encerre 2017 com alta de 4,04% e que economia mostre expansão de 0,43% no período, aponta Focus

      Taxa básica de juro, hoje em 11,25% ao ano, deve encerrar 2017 em 8,50%, conforme expectativa contemplada no Boletim Focus

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  2. Quem não Chora não Mama II – A missão!

    Montadoras vão se reunir com Temer por melhoras no setor
    by Mauricio Lima

    Os CEOs de doze montadoras instaladas no Brasil (entre elas, Fiat, Volkswagen, Ford, Toyota, Honda, Hyundai e GM), se reúnem com Temer na terça-feira para pedir apoio a um projeto de modernização da indústria.

    Os últimos anos têm sido muito duros para o setor automobilístico.

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    • Credores de Fittipaldi são mais rápidos que o ex-piloto
      by Mauricio Lima

      Os credores de Emerson Fittipaldi foram rápidos. Bastou o ex-piloto lançar seu novo carro no salão de Genebra, para eles entrarem na Justiça pedindo o bloqueio do dinheiro que Emerson vai receber.

      Chamado EF7, o esportivo é uma parceria com a Pininfarina.

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    • olha aí o povo gastando já… pistas lotadas!! cadê a crise?? rsrsrs

      Sobe de 17% a 21,3% percentual de brasileiros que planejam viajar

      Pesquisa da FGV para ministério do Turismo revela que 73% dos entrevistados pretendem viajar pelo Brasil

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    • É pra chorar mesmo, nunca vi tanta incompetência e tanta cara de pau juntas, já contam com toda reserva de mercado e querem mais apoio. Excelentíssimo Sr. Michel Temer, modernizar a indústria automobilística é muito fácil, basta abrir nosso mercado que as montadoras aqui instaladas irão se modernizar instantaneamente para poder sobreviver, quanto mais essa indústria for “protegida” mais atrasada ficará. Isso é tão obvio, até uma criança de 5 anos consegue entender, o problema é que para os governantes antes dos interesses dos consumidores vem uma série de interesses não tão nobres.

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      • Eu discordo Trix. Eu já estou na minha segunda montadora (trabalhei no startup da Nissan em 2013 e agora estou na Jaguar Land Rover tb desde seu startup em 2015) e só aconteceram investimentos na indústria nacional devido ao inovar auto que está acabando agora. Foi a partir dele que se fez necessário nacionalizar a produção pra que essas empresas pudessem ser competitivas. O que vai acontecer caso o governo não faça nada é justamente o contrário. As indústrias vão ao invés de investir pra modernizar e produzir aqui vão importar e a gente só vendendo laranja ao invés de vender o suco, o doce…

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      • Renatovr

        teve aquele plano de limitar a importação não? Precisa ter uma porção de exportação de carros produzidos aqui para conseguir os benefícios ou eu entendi errado?

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      • renatovr, primeiro não é verdade que só aconteceram investimentos na indústria nacional devido ao inovar auto, vários fabricantes haviam anunciado a instalação de fábricas antes do inovar, que pelo contrário gerou tanto empecilho que varias marcas desistiram de se instalar por aqui. Segundo nacionalizar a produção não tornou essas empresas competitivas, os preços dos modelos nacionalizados no mínimo ficaram no mesmo patamar de quando eram importados, devido uma série de fatores que tornam produzir aqui mais caro, p. ex. componentes nacionais, M.O. impostos, burocracia, corrupção, etc, etc, etc. Exportações e vendas internas desabaram provando mais uma vez que proteger mercado só destrói a indústria “protegida”.
        Segundo cada país deve se especializar em produzir aquilo em que é mais eficiente, caso contrário sai mais barato importar. Caso da nossa indústria automobilística, produzir veículos no Brasil sai mais caro do que importar os mesmos veículos, logo é ineficiente desviar recursos de setores onde o país é eficiente para setores onde é ineficiente. Isso é simples de entender, basta verificar os preços que pagamos pelos veículos defasados que nos são oferecidos, os que se equiparam aos de 1º mundo não são acessíveis a grande maioria dos consumidores. Agora vamos imaginar um cenário onde a indústria automobilística não teria sido instalada no Brasil, nós consumidores teríamos carros importados mais baratos e melhores ( vide p. ex. o Chile ) e o capital teria sido canalizado para setores da economia onde o Brasil é eficiente, p. ex. agroindústria, etc. Concluindo, de nada adianta ter uma indústria instalada em solo nacional se os seus produtos são mais caros e inferiores aos similares estrangeiros, isso não traz nenhuma vantagem aos consumidores, ao contrário é uma desvantagem, haja vista que o objetivo final numa economia de mercado é satisfazer o consumidor. Mas como infelizmente não temos uma economia de mercado, nem muito menos uma população acostumada a pensar dessa forma, seguimos algemados à uma mentalidade comunista socialista paternalista populista ultrapassada que domina o senso comum do brasileiro que aceita tais aberrações como normais.

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      • Trix;

        Em linhas gerais, faz sentido uma parcela relevante do seu raciocínio; mas convém lembrar que assim como a indústria de construção civil, a automobilística trabalha com uma cadeia produtiva relevante e, apesar de todos os avanços tecnológicos recentes, ainda emprega considerável massa de trabalhadores (inclusive muitos Engenheiros especializados como o colega Renato, por exemplo).
        O correto seria um plano de longo prazo, com salvaguardas de ambas as partes, em que o Estado diminuísse consideravelmente a carga tributária em veículos mais econômicos, mais modernos e mais seguros (ao contrário da afamada presunção do “carro popular”) e a indústria diminuísse sua margem de lucro (uma das mais altas do mundo) e aumentasse sua eficiência produtiva para que isso não impactasse por demais o preço final.
        Todos ganhariam com isso (consumidores, governo e indústria).
        Infelizmente, o peso dos lobbies no “pequeno” dado denominado emprego, num quadro como o atual, acaba por desequilibrar essa relação e, não duvido, teremos mais uma daqueles planos mirabolantes de curto prazo.
        Espero estar enganado e que saia um programa de renovação de frota de longo prazo e com bases sólidas.
        A conferir.
        Sds.

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      • Amigo mbp77 , ontem entrei de sola com o amigo renatovr, peço à ele que me desculpe se fui deselegante em algum momento, hoje vou pegar mais leve kkk.
        Concordo que a transição do modelo de mercado fechado atual para um de livre mercado deve ser feito a longo prazo, 10 anos talvez, gradativamente ir abrindo o mercado, diminuindo impostos e dando condições para que as fábricas aqui instaladas possam competir com igualdade com os importados no final desse período de transição.
        Vejo isso como a única maneira da indústria se tornar competitiva a nível mundial.
        Caso contrário vamos ficar protegendo uma indústria “ad aeternum”, o que já vem ocorrendo há mais de meio século. Proteger uma indústria incipiente nos primeiros 20 anos faz todo sentido, depois desse período tem que andar com as próprias pernas.
        Mas infelizmente isso não vai acontecer nunca, irão se reunir “na calada da noite” como de costume para se protegerem mutuamente, o governo e o cartel chamado “Anfavéia” mais uma vez se confraternizarão as nossas custas.
        Concluindo, temos um modelo de Estado socialista cuja finalidade nada mais é do que proteger os monopólios, oligopólios e grandes corporações e assim continuará sendo enquanto favorecerem os donos do dinheiro. Em última análise todos nós cidadãos comuns trabalhamos pra o governo uma vez que pagamos 50% de impostos na compra de um veículo e em tudo o mais que adquirimos a carga tributária não foge muito disso, é a versão do comunismo do século 21, que não mais expropria propriedade ( a não ser pelo imposto sobre herança ), que agora age de maneira mais eficiente expropriando nossa renda e nosso tempo dado que temos que trabalhar mais para adquirir o que necessitamos.

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      • Nossas fábricas não são atrasadas. Ao contrário. Elas são bem modernas, mas o motivo é outro. A automatização acaba por eliminar a mão de obra cara e burocrática. Mais ou menos o que acontece no sistema bancário.

        Olhando de forma estratégica eu não investiria em simples fábricas montadoras. A inovação nesse campo é pequena (na matriz é outra história), o emprego de mão de obra já não é mais como antigamente. Existem diversas outras áreas na indústria que poderiam ser beneficiadas com retorno melhor para o país.

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      • Amigo sun, de fato as montadoras tem plantas fabris de ponta, robotizadas e tudo o mais necessário, o problema é o produto que sai que é de qualidade duvidosa, prova disso são os mercados para onde conseguimos exportar, o consumidor brasileiro sabe disso muito bem , mas por falta de opção se vê forçado a aceitar pelo preço imposto por causa da tal reserva de mercado em benefício de um cartel e prejuízo de todos os consumidores que são espoliados quando precisam adquirir os produtos dessa indústria.

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      • Tetzner, esse programa estabeleceu alguns requisitos para a indústria que, se forem atendidos, compensariam a elevação de 30 pontos percentuais no IPI dos veículos importados (e com menos de 65% de conteúdo nacional) anunciada em 2011.
        Trix, fica tranquilo. A discussão é válida!
        Estou de acordo com praticamente tudo o que foi dito. Na visão de industria, foi um grande salto com a instalação de 9 novas fábricas no país (se eu não me engano). Para a mão de obra desse setor, foi uma grande oportunidade de estar em contato com tecnologia de ponta (nas fábricas fora do país). Para os processos produtivos, o próprio inovar auto junto com os acordos de incentivo fiscal com os governos estaduais obrigaram as industrias a ter menos automatização para gerar mais vagas (vi alguns casos práticos disso) do que as fábricas de fora do país. Mesmo assim, ainda instalaram processos e estruturas mais eficientes que as já existentes no país.
        Mas de fato o foco não é redução de custos para o consumidor e sim aumentar os lucros, como já foi dito.
        Mas uma pergunta para vocês para dar continuidade a discussão:
        Por que as industrias deveriam baixar os preços se o consumidor aceita pagar esse preço?

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      • “Por que as industrias deveriam baixar os preços se o consumidor aceita pagar esse preço?”
        Amigo @renatovr, pergunta bem recorrente essa, vira e mexe ouvimos essa justificativa que nada mais é do que a perversa lógica inversa, colocar a culpa na vítima, tática comumente adotada pelas ideologias de esquerda, que infelizmente tem sido a tendência de nossos governos.
        Mas abordando o cerne da questão, o consumidor é obrigado a aceitar os extorsivos preços impostos por falta de opção.
        Ora se ele precisa adquirir um veículo tem duas alternativas :
        1 – Comprar;
        2 – Não comprar.
        Aí voltamos no início da questão, preços permanecem elevados devido principalmente à dois fatores : reserva de mercado e alta carga tributária, depois vem uma série de outros fatores, mas quero destacar ainda um outro fator que é uma prática comum aqui em terra brasilis, devido talvez ao fato de não sermos um país capitalista, nem de longe termos uma economia de mercado, vivemos nossa trágica realidade de sermos um país socialista, mas prática essa que é a seguinte e que é artifício operacional para manter os preços elevados e constantemente subindo :
        Regular a balança através da produção, procurando manter níveis de estoque sempre o mais baixo possível, fazendo com que a demanda sempre seja maior que a oferta, embora ocasionando alta capacidade ociosa nas fábricas e desemprego em toda cadeia produtiva do setor, a típica mentalidade burra posta em prática, produzir menos e ganhar mais.
        Ao contrário dos países capitalistas onde a balança entre oferta e demanda é regulada pelo preço, produção sempre mantida em alta mantendo custos unitários baixos resultando em preços competitivos, produzindo mais e ganhando menos ( por unidade ), vendendo mais, ganhando mais no total, gerando mais empregos, mais impostos, enfim contribuindo para a economia girar, aí esta o cerne do progresso de uma economia, de uma sociedade, de um país.

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  3. De Novo??? Eeee BêTêGê!!

    Com pneumonia, banqueiro escapa de busca e apreensão
    by Mauricio Lima

    Alvo da operação Conclave, o banqueiro André Esteves escapou do constrangimento da busca e apreensão que ocorreu em sua casa e no escritório do BTG.

    Um dia antes, ele internou-se no Sírio com pneumonia.

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  4. Petrobras deixa de contratar 6.000 fornecedores em três anos

    O número de empresas que vendem produtos ou prestam serviços à Petrobras caiu 22% no ano passado e 11% em 2015, segundo informações obtidas pela coluna.

    ai eu pergunto: em quantos desses havia algum tipo de irregularidade nos contratos?

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    • Cresce procura por automóveis em leilões, mas compra exige cuidados

      Comprar um veículo com valor até 30% menor do que o praticado no mercado é o que tem atraído consumidores para os leilões.

      Associações do setor estimam que houve um aumento de 40% na procura por esse tipo de negócio no Brasil.

      Leilão = Desconto sinal que voltou o interesse nesse segmento

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    • Petrobras se prepara para mais um rombo bilionário
      by Mauricio Lima

      A Petrobras reconheceu em balanço uma possível perda de 5,4 bilhões de reais no processo que a americana EIG move contra a estatal em Washington.

      A estrangeira culpa a empresa brasileira por ter investido na Sete Brasil.

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  5. Ganhos da Blackstone mais do que dobram com alta nos valores de ativos

    (Reuters) – A Blackstone, maior gestora de private equity e ativos imobiliários, anunciou nesta quinta-feira um salto maior que o previsto no lucro do primeiro trimestre, com Wall Street ajudando suas unidades a atingir receitas recordes.

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    • (Reuters) – A Blackstone, maior gestora de private equity e ativos imobiliários, anunciou nesta quinta-feira um salto maior que o previsto no lucro do primeiro trimestre, com Wall Street ajudando suas unidades a atingir receitas recordes.

      Os preços das ações subiram com a expectativa de mudanças na política sob o governo de Donald Trump nos EUA. “Estamos vendo benefícios da maior confiança na comunidade empresarial”, disse o presidente Blackstone, Tony James.

      A Blackstone disse que a venda de ativos por um bom preço permitiu pagar seu segundo maior dividendo trimestral por 0,87 dólar por ação ordinária.

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    • O lucro líquido por ação mais que dobrou chegando a 0,82 dólar, ante 0,31 dólar no último ano. Os dados superaram as estimativas médias de analistas que previam 0,68 dólar por ação, segundo a Thomson Reuters I/B/E/S.

      O lucro distribuível, recurso disponível para pagar dividendos, subiu 212 por cento, a 1,23 bilhão de dólares.

      A divisão de private equity apresentou o maior crescimento de lucro, de 219 por cento. O lucro da unidade de negócios imobiliários subiu 86 por cento.

      Os ativos administrados cresceram 7 por cento com valor de 368,2 bilhões de dólares em 31 de março.

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  6. “O importante é aprovar”, diz Meirelles sobre reforma da Previdência

    O ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, disse ontem à noite (21) que um eventual atraso de “uma semana ou duas” na votação do relatório da reforma da previdência não fará diferença:

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    • Carceireiros receberam Sérgio Côrtes na prisão com ironia

      Preso recentemente, o ex-secretário de Saúde do Rio, Sérgio Côrtes foi recebido em Bangu com uma manifestação apoteótica: os carceireiros do complexo celebraram sua chegada com lenços brancos na cabeça. Como se sabe, Côrtes é um dos ícones da Turma do Guardanapo, a quadrilha de Sérgio Cabral que comemorava em Paris os milhões surrupiados por aqui.

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    • Rio caminha para se tornar a capital da delação
      by Gabriel Mascarenhas

      Desde a eclosão do esquema de Sérgio Cabral, o Ministério Público no Rio de Janeiro vem recebendo uma enxurrada de propostas de delação premiada.

      A tomar pela quantidade de gente que já está colaborando, ainda há muita lama para vir à tona. Só o advogado de Eike Batista, Fernando Martins, tem pelo menos quatro clientes contando o que sabem.

      Eike caminha a passos velozes para ser o quinto.

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    • É imperativo que o Brasil aprove a reforma da previdência, diz FMI

      O FMI (Fundo Monetário Internacional) disse, em documento sobre América Latina divulgado nesta sexta-feira (21), que é “imperativo” que o Brasil aprove a reforma da previdência para restabelecer a sustentabilidade fiscal do país.

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    • Consumidores e firmas pagaram mais de R$ 50 bi em juros em fevereiro

      Consumidores e empresas pagaram, somente em fevereiro deste ano, mais de R$ 50 bilhões em juros, informou nesta quinta-feira (20) o Banco Central.

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    • Demanda por voos no Brasil cresce em março pela 1ª vez em 20 meses

      A demanda por voos domésticos subiu 5,9% em março ante o mesmo período de 2016, no primeiro resultado positivo nesta base de comparação em 20 meses, informou a associação que representa as principais empresas do setor, Abear (Associação Brasileira das Empresas Aéreas), nesta quinta-feira (20).

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    • Diretora do FMI diz que economia brasileira ‘virou a página’

      A diretora-gerente do FMI (Fundo Monetário Internacional), Christine Lagarde, disse nesta quinta-feira (20) que a economia brasileira “virou a página” por causa, em parte, das políticas fiscal e monetária adotadas recentemente pelo governo

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  7. EZTEC anuncia Prévia dos Resultados Operacionais do 1T17

    EZTEC apresenta venda líquida positiva
    Vendas brutas alcançaram R$ 114 milhões no primeiro trimestre de 2017

    São Paulo, 20 de abril de 2017 – A EZTEC S.A. (BOVESPA: EZTC3; Bloomberg: EZTC3:BZ), anuncia a prévia dos resultados operacionais do primeiro trimestre de 2017 (1T17).

    Os resultados aqui apresentados são gerenciais e estão sujeitos à revisão da auditoria externa. Os resultados do 1T17 têm divulgação programada para 11 de maio de 2017 após o fechamento do mercado.

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    • Vendas e Distratos

      A EZTEC apresentou no 1T17 leve queda em vendas líquidas se comparado ao trimestre anterior, mas manteve a condição de vendas líquidas positivas, finalizando o trimestre com R$ 9 milhões.

      Para a compreensão desse resultado, formado por vendas brutas de R$ 114 milhões e distratos de R$ 105 milhões, é válido destacar alguns pontos:

      [i] os esforços em torno da campanha De Pai Para Filho surtiram o efeito desejado, revigorando as vendas do final de janeiro e princípio de fevereiro, contrapondo a sazonalidade negativa do início do ano;

      [ii] as festividades do “pré-carnaval”, que foi particularmente longevo neste ano, prejudicaram as vendas dos finais de semana de fevereiro;

      [iii] considerando os padrões de média-alta e alta renda, para onde a Companhia direciona seus próximos lançamentos, houve venda líquida de R$ 34 milhões;

      [iv] iniciam-se as mobilizações de estandes de vendas em preparação para os lançamentos esperados para o 2T17, o que tende a revigorar as vendas como um todo;

      [v] dado o ciclo de menos lançamentos que vigorou até então, a composição de estoque tende na direção de mais unidades performadas, não sujeitas a distratos.

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    • Entregas

      O 1T17 marcou a entrega de duas fases do empreendimento Cidade Maia: o Alameda e o Praça, com VGV de lançamento respectivos de R$ 127 milhões e R$ 211 milhões (448 e 451 unidades).

      Vale notar que o Praça teve sua entrega adiantada, sendo outrora prevista para o 2T17, que agora passa a não ter nenhuma entrega projetada.

      É importante ressaltar o maior volume de entregas previsto para a segunda metade de 2017, cujo principal componente são as três fases remanescentes do Cidade Maia, empreendimento residencial em Guarulhos inteiramente controlado pela EZTEC.

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  8. Teremos um “remake” do Show de Calouros?

    Temer se encontrará com Silvio Santos em São Paulo
    by Gabriel Mascarenhas

    Michel Temer marcou um encontro com Silvio Santos em São Paulo, hoje à noite. Há a possibilidade, porém, de o bate-papo ficar para amanhã.

    Seja quando for, o apresentador terá a oportunidade de desabafar com o presidente da República sobre a operação da Polícia Federal deflagrada essa semana para investigar a compra de ações do Banco Panamericano pela Caixapar.

    Como se sabe, o hoje Panamericano é o antigo banco Santos, que era controlado pelo dono do SBT. Não por acaso, a Justiça Federal determinou a quebra de sigilos do irmão caçula de Silvio, Henrique Abravanel, ex-diretor do banco Panamericano.

    Temer, por sua vez, levará ao apresentador suas preocupações a respeito da previdência e pedirá o apoio de Silvio à proposta de reforma encaminhada ao Congresso. O presidente já fez o mesmo com Ratinho.

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    • Rio pede 500 milhões em royalties atrasados
      by Da Redação

      A Procuradoria Geral do Estado do Rio de Janeiro tenta hoje, em audiência junto ao Supremo Tribunal Federal (STF), uma liminar para que o Tesouro Nacional repasse os royalties do petróleo ao Estado do Rio de Janeiro com correção monetária.

      Atualmente, todo o montante de royalties e participações especiais que a indústria petrolífera recolhe para os estados fica, em média, 60 dias depositado na conta do Tesouro, que não repassa os recursos com correção monetária.

      O objetivo da PGE é obter uma liminar que garanta o pagamento de R$ 522 milhões de atrasados nos últimos cinco anos e que, a partir de agora, a correção seja repassada integralmente ao Estado.

      A audiência, no fim da tarde de hoje, será com o ministro Marco Aurélio, que também convocou a ANP e a União.

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    • Meirelles demonstra preocupação com a Reforma da Previdência
      by Da Redação

      De cada dez perguntas que Henrique Meirelles ouviu nas conversas com investidores e representantes do FMI, dez foram sobre a Reforma da Previdência. O ministro garantiu que a reforma será aprovada e minimizou as idas-e-vindas do projeto.

      Mas a um assessor, confessou que se a reforma não passar, ou passar com muitas concessões, a reação do mercado será muito dura, mais do que supõe o Congresso.

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    • Número de cheques devolvidos diminui em março, diz SCPC, e reforça sinais de recuperação

      O número de cheques devolvidos (segunda devolução por falta de fundos) como proporção do total de cheques movimentados atingiu 2,29%

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    • Petrobras decide aumentar preço da gasolina e do diesel

      Valor da gasolina vai subir em média 2,2% nas refinarias; do diesel, 4,3% a partir desta sexta-feira (21).

      Segundo a estatal, a decisão foi tomada com base na “elevação dos preços dos derivados nos mercados internacionais” desde a última decisão de preço. Essa variação “mais que compensou a valorização do real frente ao dólar”, acrescenta a empresa. Também motivaram o aumento ajustes na competitividade da Petrobras no mercado interno.

      “É preciso destacar ainda que o comportamento dos preços de derivados foi marcado por volatilidade nos mercados internacionais em resposta a evento geopolítico, como o ocorrido na Síria”, informa a estatal.

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  9. Data 20/04/2017 15:46:00
    Caged: Brasil perdeu 63.624 vagas formais de emprego em março

    O Brasil perdeu 63.624 vagas formais de emprego em março deste ano, de acordo com dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho. No trimestre, o Brasil registra fechamento líquido de 64.378 empregos. Em março do ano passado, o saldo foi negativo em 118.776 vagas.
    O resultado foi pior que o intervalo de estimativas de analistas do mercado financeiro consultados pelo Projeções Broadcast. A pesquisa consultou 18 instituições, cujas previsões iam do fechamento de 37 mil vagas à abertura de 40 mil postos de trabalho.

    O número de março ficou abaixo da mediana das previsões, que indicava abertura de 9.954 pontos no mês passado.

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  10. Diretor do BC reforça mensagem sobre acelerar corte de juros

    BRASÍLIA – O diretor de Política Econômica do Banco Central (BC), Carlos Viana de Carvalho, reforçou a mensagem de que o Comitê de Política Monetária (Copom) discutiu abertamente imprimir um ritmo de corte maior que o 1 ponto percentual decidido na reunião de abril nos próximos encontros do colegiado.

    Mas, por outro lado, os membros argumentaram que, dada a natureza prospectiva da política monetária, a continuidade das incertezas e fatores de risco que ainda pairam sobre a economia seria mais apropriado manter a ritmo estabelecido na reunião de abril.

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  11. Números do 1º tri serão melhores

    Juros em baixa, real valorizado, preços altos das commodities e expectativa do primeiro crescimento trimestral do Produto Interno Bruto (PIB), depois de oito períodos consecutivos de queda, devem ter impacto positivo aos balanços das empresas no primeiro trimestre

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    • Incêndio atinge prédio do fundo Valia no Rio, ex-sede da Vale
      Ainda não há informações sobre feridos ou sobre a causa do incêndio

      RIO – Um incêndio atinge nesta quarta-feira (19) o prédio onde funcionou até o ano passado a sede da mineradora Vale. Atualmente, o edifício, que pertence à Valia, fundo de pensão dos funcionários da mineradora, está fechado para reformas.

      Ainda não há informações sobre feridos ou sobre a causa do incêndio, mas labaredas e muita fumaça preta podem ser vistas da rua. O edifício fica na Avenida Graça Aranha, uma das principais vias do centro do Rio.

      Desde fevereiro do ano passado, a Vale tem como sede um prédio na Barra da Tijuca, na zona oeste da capital fluminense.

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  12. PF quebra sigilo de Esteves, do BTG, e Henrique Abravanel, do Pan Por André Guilherme Vieira | Valor SÃO PAULO – A Operação Conclave, deflagrada nesta quarta-feira pela Polícia Federal (PF), incluiu a quebra de sigilo bancário e fiscal dos executivos André Esteves, do BTG Pactual, e Henrique Abravanel, do Banco Panamericano – irmão do dono do SB

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  13. Caixa diz que tomou decisão sobre Panamericano utilizando critérios técnicos

    O vice-presidente de Governo da Caixa Econômica Federal, Roberto Derziê Sant’anna, disse que não ter motivo “para dizer que a compra de ações do banco Panamericano foi um mau negócio”. A compra pela CaixaPar é alvo da operação Conclave, da Polícia Federal, deflagrada nesta quarta-feira, 19.
    “A Caixa tomou a decisão utilizando critérios técnicos. Tanto é que tudo que foi feito será colocado à disposição das autoridades para que sejam apurados os fatos”, afirmou Derziê, após participar de seminário na sede da Firjan, no Rio.

    Funcionário de carreira do banco, o executivo disse nunca ter visto qualquer movimento que tenha chamado atenção por conta de possíveis irregularidades. “Quando estive à frente do conselho diretor, sempre vi que as decisões da Caixa eram pautadas por decisões adequadas”, acrescentou.

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  14. Robôs podem construir casas e suprir mão de obra nos EUA

    (Bloomberg) — O futuro da construção de residências nos EUA depende de mais pessoas como Cyndicy Yarborough, de 26 anos, uma ex-balconista do Wal-Mart sem experiência na construção.

    Na Blueprint Robotics, em Baltimore, ela trabalha em uma fábrica que constrói casas como carros, em uma linha de montagem, usando robôs que disparam milhares de pregos em vigas todos os dias e nunca erram. Yarborough opera uma máquina que levanta pisos e paredes e os embala em um caminhão plataforma, o passo final antes da entrega em um canteiro no qual serão montados.

    “Eu gosto de fazer parte de algo novo, de estar na vanguarda”, disse Yarborough, mãe solteira que começou a trabalhar na Blueprint em maio passado.

    Apesar de toda a preocupação com a eliminação de postos de trabalho pela automação, empresas como a Blueprint estão na verdade ajudando a diminuir a escassez de mão de obra que restringiu a construção de residências e propriedades comerciais por todo o país. As plantas permitem que as incorporadoras preencham o vazio com a fabricação de casas e edifícios de apartamentos em um local externo, por menos dinheiro e em uma fração do tempo. Até mesmo a Marriott International, maior operadora de hotéis do mundo, está recorrendo cada vez mais à construção modular em algumas de suas propriedades.

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    • Legos gigantes

      Para atender à demanda crescente, plantas de alta tecnologia estão sendo abertas e fábricas mais antigas que foram fechadas após o colapso imobiliário da última década — muitas em regiões como a área rural da Pensilvânia, por exemplo, onde os custos da mão de obra são baratos — estão sendo recuperadas.

      As construtoras contratam as fábricas para que produzam casas em partes, que são transportadas em caminhões e depois são colocadas sobre os alicerces por meio de guindastes, como se fossem Legos gigantes. Às vezes os módulos compreendem cômodos completos, inclusive banheiros azulejados e cozinhas gourmet.

      “Esta deverá ser a onda do futuro — do contrário, não sei como será resolvida a escassez de mão de obra”, disse John Burns, consultor de construção em Irvine, Califórnia. “A vantagem da construção modular é a capacidade de construir a casa com um melhor custo-benefício.”

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    • As construtoras dos EUA afirmam que a escassez de mão de obra é seu maior desafio e está elevando os custos em até 5,2 por cento em média, segundo pesquisas do ano passado da Associação Nacional para Construtoras de Casas (NAHB, na sigla em inglês) e do Wells Fargo.

      A proposta do presidente dos EUA, Donald Trump, de reprimir os trabalhadores ilegais pode pressionar ainda mais o setor, fortemente dependente da mão de obra imigrante.

      A ideia de transportar residências em partes pré-fabricadas é do início dos anos 1900, quando os proprietários podiam comprar kits de um catálogo da Sears, Roebuck & Co. para montagem em lotes de terra recentemente adquiridos.

      Nos anos 1980 e 1990, a atividade foi se tornando cada vez mais popular para a construção de casas de baixo custo em fábricas, segundo Gary Fleisher.

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