Notícias

Noticias

A Maior e mais Ativa comunidade 100% FII

http://Tetzner.wordpress.com

Anúncios

5.768 comentários sobre “Notícias

  1. Se Tasso assumisse no lugar de Temer, Meirelles sairia
    Armínio Fraga seria o ministro da Fazenda do tucano
    Por Da Redação

    O senador Tasso Jereissati (PSDB-CE) – 19/04/2017 (Cristiano Mariz/VEJA)

    Em caso de saída de Michel Temer da presidência, um dos nomes cotados para assumir o seu lugar é o do senador Tasso Jereissati.

    Atual presidente do PSDB, Tasso é visto pelos seus pares como um político experimentado, sereno e sem rolos com a Justiça.

    A se confirmar seu nome como substituto de Temer, uma medida é certa: a demissão do ministro da Fazenda Henrique Meirelles.

    Tasso é um contumaz crítico de Meirelles. Mas essa não seria uma notícia terrível para o mercado financeiro.

    Em seu lugar, o tucano nomearia Armínio Fraga.

    Curtir

    • IPC-S acelera alta para 0,35% na terceira prévia de maio

      Puxada pelo aumento das contas de luz, a inflação apurada pelo Índice de Preços ao Consumidor – Semanal (IPC-S) acelerou de 0,30% para 0,35%, da segunda para a terceira quadrissemana de maio, informa a Fundação Getulio Vargas (FGV).

      Curtir

      • A previsão era de um corte de 1,25 ponto porcentual e agora ela acredita que a redução ficará em um ponto. “Mudamos a previsão neste caso, porque o BC vinha condicionando as reduções de juros ao andamento das reformas, que agora ficaram prejudicadas com o quadro político.”

        Curtir

    • Rali do Bitcoin continua e moeda ultrapassa US$ 2.200

      O bitcoin ultrapassou o nível de US$ 2.200 pela primeira vez nesta terça-feira e atingiu nova máxima histórica, já que o rali impressionante continua em meio a ruídos otimistas sobre o futuro da moeda.
      Preços da moeda digital subiram para o pico do dia de US$ 2.209,79 na itBit, corretora de Nova York, valor mais alto já registrado (BTC/USD).

      Outras grandes corretoras como Poloniex, BTC-e, Bitfinex, Kraken e BitStamp também apresentavam a criptomoeda em torno do nível de US$ 2.200 no início desta terça-feira.
      Os preços em maio já estão 60% mais altos até o momento. Desde o início do ano, o preço do bitcoin subiu 124%, levando o valor total em circulação da criptomoeda para mais de US$ 37,5 bilhões.

      Curtir

    • Feirão de imóveis da Caixa começa na próxima sexta em 14 cidades

      O Feirão Caixa da Casa Própria começa na próxima sexta-feira (26) e vai até 25 de junho em 14 cidades. No evento, 228 mil imóveis novos e usados serão ofertados em todas as modalidades e linhas de crédito habitacional da Caixa Econômica Federal.

      Curtir

  2. Chance de Michel Temer cair é de 100%, diz analista político à CNBC

    “Poucas pessoas acreditam que ele vai ficar até o fim de seu mandato no final de 2018”, afirmou Marcos Casarin à publicação

    SÃO PAULO – Em entrevista ao portal americano CNBC nesta segunda-feira (22), o diretor de pesquisa macro da América Latina da Oxford Economics, Marcos Casarin, atribuiu uma probabilidade extrema de saída do presidente brasileiro Michel Temer do cargo ocupado por ele. afirmou, dizendo que há uma chance de “100%” de ele sair antes do fim do seu mandato.

    Curtir

    • EM MEIO À CRISE, INVESTIDOR ESTRANGEIRO MANTÉM RECURSOS NA BOLSA E BUSCA OPORTUNIDADES

      São Paulo, 22/05/2017 – Enquanto um forte nervosismo parecia tomar conta do mercado de ações na última quinta-feira (18), com queda superior a 10% do Índice Bovespa e acionamento do circuit breaker, os investidores estrangeiros mantiveram o sangue frio.

      O Ibovespa terminou o dia em queda de 8,80%, mas o saldo líquido do recursos externos na Bolsa ficou positivo em R$ 190,032 milhões.

      Curtir

    • Temer vai a jantar na casa de Rodrigo Maia

      O presidente Michel Temer está nesse momento em um jantar promovido por Rodrigo Maia com deputados e lideranças do Congresso.

      O objetivo é angariar apoio entre os parlamentares para sua permanência no cargo. Amanhã o governo tentará dar uma demonstração de normalidade com a leitura do relatório da reforma trabalhista.

      Nas palavras de um aliado de Temer, “temos de mostrar que este governo é capaz de continuar o processo de reformas”.

      Curtir

    • Com incerteza política, agência diz que pode rebaixar nota do Brasil

      A agência de classificação de risco S&P Global Ratings anunciou nesta segunda (22) que colocou a nota de crédito brasileira em revisão para possível rebaixamento nos próximos três meses.

      Curtir

      • Fazenda diz que decisão da S&P reflete eventos políticos e reafirma compromisso com reformas

        (Reuters) – O Ministério da Fazenda disse que a decisão da agência de classificação de crédito S&P de colocar a nota de risco soberano do Brasil em observação negativa se deve à incerteza criada pela crise política e reforçou seu foco na recuperação econômica e na realização das reformas.

        Curtir

    • Primeiro hotel cinco estrelas de Cuba abre suas portas

      Havana, 23 Mai 2017 (AFP) – O Grande Hotel Manzana, primeiro estabelecimento cinco estrelas plus de Cuba, abriu suas portas nesta segunda-feira em Havana, administrado pelo grupo suíço Kempinski, que o considera sua “porta” de entrada no continente.

      Curtir

    • Cyrela vai indenizar moradores de edifício que desabou em Vitória

      A construtora e incorporadora Cyrela vai investir R$ 130 milhões para reconstruir a área externa de lazer e reforçar as estruturas do condomínio Grand Parc Residencial Resort, em Vitória (ES), para entregar o empreendimento “em plenas condições de habitabilidade e segurança”

      Curtir

  3. Feirão da Casa Própria terá oferta menor de imóveis neste ano

    O Feirão da Casa Própria, promovido anualmente pela Caixa, não resistiu à continuidade da crise econômica e está menor neste ano.

    O número de imóveis colocados à venda no evento diminuiu, e o banco espera que o valor liberado em crédito imobiliário seja o mesmo do ano passado.

    Curtir

  4. Sinal do STF define futuro de Temer

    Marcada para quarta-feira, a decisão do STF sobre se suspende ou não a abertura de inquérito contra Michel Temer será importante para definir o destino do presidente da República e do governo

    Curtir

  5. Lojas virtuais recuperam R$ 35 mi em vendas no Dia das Mães
    Pedro de Carvalho

    As lojas virtuais recuperaram R$ 35,3 milhões em vendas que não seriam realizadas inicialmente pelos consumidores nesse Dia das Mães. Esse valor representa um crescimento de 7% em comparação ao mesmo período do ano anterior.

    Os segmentos que mais trouxeram clientes de volta no período foram Perfumaria e Maquiagem (26%), Moda e Calçados (23%), Eletrônicos e Eletrodomésticos (19%), Joias e Bijuterias (11%) e Lazer e Viagens (7%).

    A tecnologia de retargeting permitiu que 191,8 mil pedidos fossem recuperados pelas lojas virtuais, com um tíquete médio de R$ 184. Os dados são da ShopBack.

    Curtir

    • Fim da recessão já puxa emprego em SP
      Ernesto Neves

      Divulgado nesta segunda (15) pelo Banco Central, o fim da recessão já produz também saldo positivo de empregos em São Paulo.

      Segundo pesquisa da Fecomércio-SP, o setor de serviços criou 28.735 vagas nos três primeiros meses de 2017 no estado.

      Outro ponto bastante positivo é a disseminação da retomada.

      Sete das doze atividades agrupadas no setor de serviços registraram criação de postos de trabalho neste mês de março em São Paulo.

      Os destaques positivos são transporte e armazenagem (3.378 vagas) e administração pública, defesa e seguridade social (2.807 vagas).

      Curtir

    • Fluxo de visitantes em shoppings tem alta em abril
      by Pedro de Carvalho

      O fluxo de visitantes em shopping centers cresceu 1,66% em abril, na comparação com o mesmo mês do ano passado. Na comparação regional, o Nordeste obteve a maior alta, de 4,65%, seguido pelo Sul, com 3,27%. A região Sudeste apresentou queda de 1,12%. Já no acumulado do ano, entre janeiro e abril, o índice registrou crescimento de 0,45%.

      Em relação a março de 2017, mês em que muitos brasileiros começaram a resgatar o FGTS inativo, houve queda de 4,62%.

      O levantamento é realizado pela Associação Brasileira de Shopping Centers (ABRASCE)

      Curtir

    • Reforma terá de ser mais forte se for adiada, diz secretário da Previdência

      A reforma da Previdência segue independentemente do destino político do país, afirma o secretário Marcelo Caetano, um dos principais formuladores da proposta

      Curtir

    • Reforma terá de ser mais forte se for adiada, diz secretário da Previdência

      A reforma da Previdência segue independentemente do destino político do país, afirma o secretário Marcelo Caetano, um dos principais formuladores da proposta.

      Curtir

    • Medo da recessão prolongada volta ao radar dos investidores

      O aprofundamento da crise política ameaça abortar a frágil recuperação da economia brasileira e acentuou o risco de prolongamento da recessão, que parecia ter ficado para trás.

      Curtir

    • Equipe econômica tenta frear onda de pessimismo com crise política

      Apesar da gravidade da crise política, a posição da equipe econômica é que a turbulência terá impacto temporário sobre a economia e que tanto o crescimento do PIB quanto o da arrecadação não serão afetados.

      Curtir

    • Analistas veem risco de agências voltarem a rebaixar nota do país

      Algo descartado pelo mercado até poucos dias atrás, o risco de um novo rebaixamento da nota de crédito do Brasil voltou a ser discutido por economistas em razão da crise política, intensificada com a delação de Joesley Batista.

      Curtir

    • ‘O mercado quer alguém, não sei quem, com capacidade para tocar as reformas’

      Não está claro como as delações que atingiram o presidente Michel Temer afetarão a capacidade de articulação política do governo, mas há a percepção de que as reformas trabalhista e da Previdência podem ficar para depois das eleições presidenciais de 2018, diz o diretor de pesquisas para a América Latina do Goldman Sachs, Alberto Ramos.

      Segundo ele, o mercado não personifica a questão. “Isso não é um ‘love affair’.

      Curtir

  6. TSE deve derrubar Temer, equipe econômica continua, mas reformas só em 2019

    O presidente Michel Temer vai tentar se manter no poder alegando que as fitas divulgadas na delação premiada dos donos da Friboi não comprovam a mesada a Eduardo Cunha.

    Mesmo assim, seu governo já morreu e ele acabará deposto pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que deverá cassar a chapa Dilma-Temer no começo do mês que vem. A partir daí, um presidente provisório será escolhido pelo Congresso para levar o país até a eleição de 2018, mantendo a equipe econômica atual.

    Mas as reformas serão deixadas de lado e o país viverá um ano de recuperação fraca neste ano puxada pela agricultura e de incerteza para 2018. O cenário é da MCM Consultores, que espera um aumento da taxa de risco brasileira e do dólar.

    Curtir

    • Goldfajn diz que país tem “amortecedores robustos” para enfrentar crise

      O presidente do Banco Central (BC), Ilan Goldfajn, disse hoje que o Brasil tem “amortecedores robustos” e, por isso, está menos vulnerável a choques internos e externos. A afirmação foi feita em reunião-almoço, promovida pelo banco Santander, em São Paulo, em evento fechado à imprensa.

      “A política econômica doméstica mudou de direção há um ano, e as reformas implementadas neste curto período mostraram resultados positivos, por isso a importância de se continuar nesse caminho virtuoso”, disse Goldfajn, de acordo com informações divulgadas pela assessoria de imprensa do Banco Central.

      Curtir

  7. Brasil tem ‘amortecedores robustos’ para crise, diz presidente do BC

    O país tem ‘amortecedores robustos’ e por isso está menos vulnerável a choques internos ou externos, afirmou o presidente do Banco Central, Ilan Goldfajn nesta sexta-feira (19), em reunião-almoço na sede do banco Santander, em São Paulo.

    Curtir

    • Fitch mantém nota do Brasil baixa por instabilidade política

      Rio de Janeiro, 19 mai (EFE).- A agência de qualificação de risco Fitch manteve a nota do Brasil em BB com perspectiva negativa, dois graus abaixo da de países considerados seguros para o investimento, pela incerteza na recuperação econômica e pelos casos seguidos de “instabilidade política”.

      Curtido por 1 pessoa

    • Bolsa sobe 1,7% e dólar cai 4% um dia após pânico que sacudiu mercados

      O mercado brasileiro recuperou nesta sexta-feira (19) parte das perdas registradas no pregão de quinta-feira (18), quando delações envolvendo o presidente Michel Temer assustaram os investidores e criaram uma sensação de incerteza que derrubou a Bolsa e fez o dólar disparar no país.

      Curtir

  8. Temer se recusa a renunciar e crise política se intensifica

    A divulgação do diálogo entre Michel Temer e Joesley Batista deixou o presidente em situação delicada. Na avaliação do governo, o áudio não é comprometedor.

    Em pronunciamento à nação, Temer foi claro: “Não renunciarei”.

    Ao decidir ficar, fez uma aposta de alto risco

    Curtir

    • Via legal indefinida na sucessão presidencial

      Uma eventual cassação da chapa Dilma-Temer pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) ou um impeachment do presidente conduzido pelo Congresso Nacional passam por dois cenários jurídicos distintos e indefinidos pela falta de regulamentação e de precedentes sobre o tema no país

      Curtir

    • Turbulência abre espaço a uma coalizão

      A fraqueza da economia e o risco de que a crise política comprometa a recuperação abrem espaço para que uma saída do presidente Michel Temer seja resolvida com a formação de um governo de coalizão.

      Essa é uma hipótese aventada por Luiz Carlos Mendonça de Barros, ex-presidente do BNDES

      Curtir

    • Mendonça de Barros: “É o caos ou o Brasil enfrenta a situação com razoabilidade e monta um governo que vá até 2018”

      Em um cenário hipotético em que a presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Carmén Lúcia, assuma a presidência até a realização de novas eleições, o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, poderia se manter no cargo e dar sequência à agenda econômica.

      Dessa forma, ele pondera, as reformas trabalhista e da Previdência passariam, ainda que a aprovação fosse postergada em “dois ou três meses”, sem grande desidratação. O cenário alternativo, que ele avalia como menos provável, é o “caos”.

      Curtir

      • Como fica a economia?

        Luiz Carlos Mendonça de Barros: Não dá pra dizer nada. O que aconteceu é o que se chama no mercado financeiro de “black swan”, um cisne negro. É um evento importante, mas que ninguém espera.

        Isso. Então, o Temer sai. O que vai acontecer? Vai ter que ter um consenso político de quem vai terminar o mandato. Nesse aspecto, essa questão econômica acaba ajudando, porque hoje está todo mundo apavorado. Estão falando na presidente do STF [Supremo Tribunal Federal, Cármen Lúcia]. Se esse é o caminho, ela vai fazer um governo de coalizão com um grupo de forças. Eventualmente, o [ministro da Fazenda, Henrique] Meirelles, que não está sendo acusado de nada, pode continuar; aí as coisas se acalmam.

        Você tem dois cenários: o caos ou o Brasil, mais uma vez, enfrenta uma situação como essa, com razoabilidade, monta um governo que vá chegar até 2018, e aí a questão das reformas vai reaparecer. Esse é o cenário positivo, e eu prefiro acreditar nele.

        Curtir

      • Mesmo no cenário positivo as reformas serão postergadas?

        Mendonça de Barros: Mas está tudo pronto. Aí é uma questão de mais dois ou três meses. Todo mundo está tão assustado que isso seria aceito como preço a ser pago.

        Não haveria desidratação das reformas?

        Mendonça de Barros: Não, porque os empresários vão entrar, os banqueiros vão entrar… porque se entregar na mão dessa oposição histérica que tem aí… então vai se compor um governo de consenso e, como a agenda está colocada, vai se tocar. Com mais dificuldade, mas vai se tocar. Esse seria o desdobramento mais provável. Pra mim, é o mais provável.

        Curtir

      • Haveria mudança na expectativa para crescimento e inflação, que poderia acelerar com um choque do dólar, por exemplo?

        Mendonça de Barros: A inflação, que vinha desacelerando, com esse cenário desacelera mais, porque aprofunda a paralisia. A única coisa que pode amolar é o câmbio.

        Mas o Brasil tem uma situação cambial hoje muito favorável. Se alguma coisa acontecer é que a inflação vai ser mais baixa e o espaço para o BC reduzir juros, maior.

        Curtir

    • Reformas da CLT e da Previdência não têm como avançar, dizem relatores

      Após a divulgação das denúncias contra o presidente Michel Temer, o relator da reforma da Previdência, deputado Arthur Oliveira Maia (PPS-BA), afirmou que o cenário é crítico e que não há espaço para o governo avançar com a proposta no Congresso Nacional.

      Curtir

    • Associação de shoppings pede solução rápida para crise política

      A Associação Brasileira de Shoppings Centers (Abrasce) defende uma solução rápida para o impasse político gerado pelas novas denúncias contra o presidente Michel Temer para que o setor não volte a sofrer com a deterioração da confiança entre os consumidores e investidores.

      Curtir

    • Setor de construção defende reformas e diz ser cedo para avaliar denúncias

      A indústria de construção sinaliza preocupação de que as mais recentes denúncias contra o presidente Michel Temer possam comprometer a aprovação das reformas, mas avalia que ainda é cedo para mensurar o impacto da crise política na perspectiva de retomada do setor.

      Curtir

    • Temer antecipou corte de juros do BC a Joesley, segundo delação

      O presidente Michel Temer antecipou ao empresário Joesley Batista que o Comitê de Política Monetária (Copom) cortaria a taxa de juros em 1 ponto porcentual

      Curtir

    • Tesouro diz que atuará para manter funcionalidade dos mercados

      O Tesouro publicou nota na manhã desta quinta-feira (18) afirmando que está monitorando os mercados para avaliar os impactos das notícias envolvendo a JBS e o presidente Michel Temer, e que atuará se necessário. No entanto, precisou suspender leilões de títulos públicos

      Curtir

    • Taxas de juros futuros têm altas históricas com pânico no mercado

      Ao fim do pregão regular, às 16h, o DI julho/2017 subia a 10,760% (10,380% no ajuste anterior).

      O DI janeiro/2018 avançava a 10,075% (8,991% no último ajuste). O DI janeiro/2019 ia a 10,410% (8,826% no ajuste anterior).

      O DI janeiro/2021 tinha alta a 11,390% (9,607% no ajuste de ontem). E o DI janeiro/2025 alcançava 11,910% (10,128% no último ajuste).

      Curtir

  9. Depois da Quarta Cinzenta…

    Quinta-feira negra: perda de 219 bilhões na bolsa
    by Ernesto Neves

    A bolsa de valores brasileira perdeu 219 bilhões de reais nesta quinta-feira (18). Veja abaixo as empresas com maiores perdas:

    Petrobras: R$ 27,4 bilhões

    ItauUnibanco: R$ 26,6 bilhões

    Bradesco: R$ 24,4 bilhões

    Banco do Brasil: R$ 18,7 bilhões

    Ambev: R$ 13,1 bilhões

    Santander: R$ 11,9 bilhões

    BBSeguridade: R$ 6, bilhões

    CCR SA: R$ 5,3 bilhões

    Eletrobras: R$ 4,5 bilhões

    Curtir

  10. Os preços recebidos pelos produtores rurais registraram forte declínio no mês de abril. O Índice de Preços recebidos pelos Produtores Rurais (IIPR), divulgado pela Assessoria Econômica do Sistema Farsul, nesta quarta-feira (17), aponta queda de 8,98%, a segunda maior da série histórica. No acumulado do ano, o resultado é de -18,11%.

    Arroz (-11%), Soja (-10%), Milho (8%), e Suínos (-8%), foram os principais responsáveis pelo resultado.

    Tradicionalmente, abril é um mês de redução nos preços por uma maior oferta de produtos, pressionando os valores pelo alto volume de comercialização.

    Curtir

  11. Um pouco da história do “circuit breaker” no Brasil

    RIO – A turbulência no mercado financeiro provocou a suspensão das negociações das ações na B3 (empresa resultante da fusão de BM&FBovespa e Cetip). É o chamado circuit breaker, mecanismo de controle da variação dos índices. Quando as cotações superam limites estabelecidos de alta ou de baixa, as negociações são interrompidas, para evitar movimentos muito bruscos de queda ou de alta. As negociações de câmbio já tinham sido suspensas mais cedo, após a disparada do dólar de mais de 5%, o que obriga esse procedimento.

    Ao todo, o Brasil já teve pelo menos 16 episódios de circuit breaker na Bolsa. Apenas durante a crise financeira internacional de 2008 o mecanismo foi acionado por seis vezes, nos meses de setembro e outubro. Antes da crise de 2008, o mecanismo foi acionado nas bolsas brasileiras em pelo menos dez ocasiões. A mais recente tinha sido em 14 de janeiro de 1999, no ápice da maxidesvalorização do real e na véspera da adoção do câmbio livre no país.

    O circuit breaker é disparado quando a baixa do Índice Bovespa (Ibovespa) atinge os 10%. Os negócios são então paralisados por trinta minutos e retomados em seguida. Depois da retomada do pregão, se a queda persistir, os negócios são novamente interrompidos quando a baixa chega a 15%.

    Ele foi instituído pela Bolsa de Nova York em 1987. Lá, o circuit breaker tem três estágios: no primeiro, qualquer queda ou alta de mais de 50 pontos interrompe as ordens automáticas por computador. As ordens de compra e venda de ações passam a ser verbais. No segundo estágio, o pregão é paralisado se a queda ou a alta ultrapassa os 350 pontos. Finalmente, se a oscilação ultrapassar 550 pontos, o pregão pára por uma hora.

    ANOS 90

    Antes da crise de 2008, quando o circuit breaker virou quase rotina na Bolsa, o país tinha permanecido quase dez anos sem nenhuma ocorrência. Em 14 de janeiro de 1999, no ápice da maxidesvalorização do real e na véspera da adoção do câmbio livre no país, houve histeria no mercado. A Bovespa, em apenas 12 minutos de negócios, caiu mais de 10%, acionando o circuit breaker. Enquanto o presidente interino do Banco Central, Francisco Lopes, explicava, em Brasília, as mudanças no câmbio, as bolsas europeias caíam mais de 5%.

    O circuit breaker já havia sido acionado no dia anterior, quando o mercado financeiro viveu seu pior dia desde a decretação da moratória russa, em setembro de 98. A decisão da agência de classificação de risco Standard & Poor’s de rebaixar de BB- para B+ os títulos de longo prazo dos estados de Rio de Janeiro, Bahia e Ceará, no meio da tarde, somada à notícia de que o diretor de Fiscalização do Banco Central, Cláudio Mauch, pedira demissão acirraram os ânimos. O mercado, que tinha começado com altas de até 4% na Bolsa de Valores de São Paulo, virou por completo e, às 16h48m, foi acionado o circuit breaker, com queda de 10%. A Bovespa acabou fechando com desvalorização de 9,96% e volume de R$ 549 milhões. Na Bolsa do Rio, a queda foi de 9,03%. Às 15h15m, o Banco Central anunciou um leilão de dólares pelo câmbio comercial para tentar acalmar o mercado. A cotação ficou em R$ 1,32, o teto da banda. A seguir, o BC fez outro leilão pelo câmbio flutuante pela mesma taxa.

    Anteriormente, o circuit breaker havia sido acionado em plena crise da Rússia, primeiro, no dia 10 de setembro, quando os mercados viveram um dia de tensão. Tanto a Bolsa do Rio (BVRJ) quanto a de São Paulo (Bovespa) tiveram que acionar duas vezes o circuit-breaker, fato que nunca tinha acontecido antes. A primeira paralisação ocorreu quando a baixa chegou aos 10% e a segunda, aos 15%. Naquele dia, os mercados já abriram em queda e, desde o início da manhã, só fizeram cair. O principal motivo foi a ação desastrosa do Banco Central (BC) na véspera, quando, após o fechamento das bolsas, o BC não conseguiu vender, num leilão informal, títulos de sua emissão com taxas prefixadas e prazos curtíssimos. Com isso, mostrou que poderia aumentar os juros. No dia 17 de setembro, o mecanismo voltou a ser utilizado.

    As outras três vezes que o pregão das bolsas brasileiras foi interrompido por baixas a partir de 10% foi em 1997, durante a crise asiática: nos dias 27 de outubro (dia em que foi criado e usado pela primeira vez), 28 de outubro e 12 de novembro.

    Excessão – 11 De Setembro de 2001

    No dia dos atentados terroristas contra os Estados Unidos, 11 de setembro de 2001, os negócios também foram interrompidos na Bovespa, mas o circuit breaker não foi acionado. Naquele dia, o índice Bovespa recuou 9,17% em pouco mais de uma hora de negócios. No entanto, antes que as negociações fossem interrompidas, a bolsa fechou, seguindo um movimento feito pela maioria das bolsas do mundo. A reabertura só ocorreu no dia seguinte.

    Curtido por 1 pessoa

Não postar Links, nem referências à sites Externos, Emails, Telefones.

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s