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5.583 comentários sobre “Fórum

  1. A pergunta que não quer calar : ainda dá tempo de colocar um dimdim no dólar ou o bonde já passou? Conheço um sujeito que mexe com consultoria e que diz que sendo a fulana reeleita pode-se esperar algo acima dos 3,00. Será?!

    Curtido por 1 pessoa

      • Não é de se duvidar uma escalada do dólar de forma progressiva no decorrer dos próximos meses… Se vai chegar a R$ 3,00 ou R$ 4,00, se vai recuar (o que duvido e muito), só a saudosa Mãe Dinah para cravar alguma certeza… :)
        Segurou-se por tempo demais o real valorizado, agravado pela baixa produtividade pátria em bens de valor agregado (leia-se indústria) e sua substituição por importações (mais baratas, especialmente, pela demanda menor em outros mercados) o que vai impactar, não importa quem for eleito ou reeleito, a inflação.
        Como investimento, creio que ainda continua sendo uma forma de proteção de patrimônio, sendo uma mera visão cautelosa essa minha.

        Curtido por 1 pessoa

      • Caro Barão das Rúpias

        O que eu posso dizer para você é o seguinte: todas as previsões que eu ouvi sobre valor do dólar para hoje seis meses atrás furaram. Quem fizer uma previsão para os próximos seis meses terá uma enorme chance de errar também.

        O que não podemos esquecer é como a atual administração do MinEc/BC vem conduzindo a economia de forma artificial. Não me surpreenderia se o BC gastasse todas as suas reservas em dólar só para segurar a cotação do mesmo até o fim da eleição e evitar uma explosão inflacionária.

        Uma coisa eu garanto. Um pouco antes de sair o resultado da eleição eu voou no posto de gasolina com os meus dois carros, abasteço até não sobrar mais espaço no tanque e ainda levo uns galões no porta-malas. No dia seguinte (ou nos dias subsequentes) é aumento de combustível na certa.

        Abrs

        Sun Tzu

        Curtido por 1 pessoa

    • Olha….meus 0,02 cents:

      A carteira ilimitada do BC com swap cambial real X dolar me faz acreditar que movimentos dessa magnitude precisam de muito fluxo para acontecerem.

      Essa invenção no Brasil do Armínio fraga -swap foi usando pela primeira vez em 1999, se não me engano – conjugado com reserva altas e deficit do balanço de pagamentos sob controle(hoje o investimento direto financia 80% deficit) faz segurar uma aposta contra o governo ser muito caro por muito tempo.

      Todo mundo vende dolar físico(indo embora), dolar contrato(BMF) e o cambio começa a subir sem parar. Vem o BC emite 2~3bi de 2 em 2 dias de swap… Como é que sustenta a alta?

      O BC liquida o swap em reais então enquanto tiver comprador para a dívida pública brasileira, a roda gira. E no limite, se emite moeda.

      Curtido por 3 pessoas

    • Dificil saber.
      Mas depois de ler um comentário aqui no site, vi que operar com câmbio não é para mim.
      Os movimentos são muito grandes e as oportunidades de ganho ou perda também. No fundo é um jogo de soma zero, em que ganham os mais espertos e perdem as sardinhas.
      Para usar um exemplo extremo, em 2002 o Câmbio foi de 1,80 a 4 reais e depois voltou para 2,30. Quem acertou a subida, parabéns. Mas quem comprou no momento errado pode ter perdido 50% do investimento em meses.
      Prefiro ativos compreensíveis e previsíveis (até certo ponto, claro), que gerem renda (como FIIs, NTNBs, debentures etc).
      Câmbio (que no fundo afeta minha vida apenas de maneira direta), eu deixo para os profissionais do mercado financeiro.

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  2. Imóvel não tem risco?
    Na planta tem!!!! Por isso para mim é $$$ para lá e escritura para cá e o imóvel tem que estar pronto se não acontece isso…

    Consumidores se revoltam contra empresa imobiliária em Criciúma

    A comerciante Maria Helena Meis, de 44 anos, pagou R$ 160 mil à vista em julho de 2012 por um apartamento que deveria ser entregue ao final de 2013.

    – Tem menos de 30% da obra construída. Não foi colocado um tijolo em dois anos. Ficou do mesmo jeito. Vou ter que gastar mais de R$ 100 mil para terminar – reclama.

    Indignada, Maria Helena tomou a frente de um movimento de consumidores que se revoltaram contra a empresa. Organizados por meio do Facebook, em maio o grupo fez uma manifestação com faixas no portão da empresa, além de marcar reuniões com o Comitê Gestor de Crises e o advogado da construtora.
    Na semana passada a Justiça proibiu a empresa Criciúma Construções Ltda de vender e fazer divulgação de imóveis dos condomínios Alameda Brasil, Vivendas de Barcelona, Moradas do Bosque e Ecovillage. A multa diária para caso de descumprimento é de R$ 2 mil. A penalidade é resultado de uma ação civil pública do Ministério Público de Santa Catarina (MPSC), que alega prejuízo a 8.801 consumidores que teriam adquirido imóveis os quais ainda não foram entregue.

    Além disso, foi determinado que os consumidores deixem de pagar as prestações até que a empresa entregue os imóveis ou apresente alguma garantia. Todo o patrimônio dos empreendimentos, inclusive os imóveis ainda não comercializados, foram bloqueados para eventual ressarcimento aos consumidores.

    Até maio deste ano, dos 92 projetos da construtora, espalhados por 13 municípios catarinenses e dois gaúchos, apenas 45 estão em andamento – mas quase todos os prazos estão vencidos.

    Diante da dificuldade em negociar com os credores, a Criciúma Construções decidiu instaurar um Comitê Gestor de Crise. Entretanto, a situação permaneceu a mesma por mais 60 dias, com a maioria das obras paradas e os prazos de entrega desrespeitados. Contatada pela reportagem, a empresa comunicou por meio de assessoria que o comitê foi desfeito e que informações mais precisas serão divulgadas ao final da próxima semana.

    Fonte: Diário Catarinense

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    • Ja vi isto antes. Em momentos de euforia empresas lançam empreendimentos adoidadas, fortemente alavancadas. Daí vem a retraçāo e ficam totalmente insolventes. É pura imprevidência e falta de planejamento. Prever ” vôo da galinha” na economia brasileira é tāo simples como prever calor em Cuiabá.

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      • O pior o sonho de muita gente trabalhorada que as vezes juntou um dinheiro de uma vida inteiro indo pro ralo.
        Alguém lembra da Incor?
        Tinha 2 prédios lá na minha cidade natal(Londrina -PR) que o pessoal que levou calote tocou a obra.
        Detalhe a região valorizou 2000% pois era um matagal e agora é um bairro de classe AAA+

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    • Acho que aí tem também falta de entendimento dos compradores do que estão fazendo.

      – Imóvel na planta NÃO EXISTE.

      O que é existe é contrato onde você entrega uma montanha de dinheiro, avista ou a prazo, para um empresa te entregar um imóvel no FUTURO.

      Toda compra de imóvel na planta tem levar em conta as oportunidades e ameaças do que eu escrevi acima.

      Curtido por 1 pessoa

  3. Galera, lindo estudo para quem tem FII em prédios no Rio de Janeiro, principalmente no Centro (PSV, EDGA, TORRE NORTE TORRE ALMIRANTE ETC). Origem: Folha de S. Paulo de 28/09/2014

    Indústria petroleira infla os alugueis corporativos no Rio
    Cidade lidera aumento de custos imobiliários no mundo, diz consultoria

    Alugueis subiram 86% em seis anos; crise econômica e redução de investimentos no setor interrompem altas

    FABIO BRISOLLA DO RIO
    O crescimento da indústria de petróleo no Rio gerou uma nova safra de investimentos em imóveis corporativos e elevou os alugueis acima dos patamares registrados em outras metrópoles do mundo.

    Um relatório recente produzido pela consultoria imobiliária inglesa Savills citou o Rio como a cidade com o maior aumento no custo imobiliário nos últimos seis anos –um crescimento de 85,6% desde 2008. Os dados consideram os valores de alugueis comerciais e residenciais.

    Especializada no segmento corporativo, a Cushman & Wakefield, outra consultoria internacional, identificou um aumento acima de 100% nos valores de locação comercial entre 2007 e 2012.

    “O preço dos alugueis mais que dobrou em cinco anos”, diz Thierry Botto, gerente da Cushman & Wakefield.

    A curva ascendente, no entanto, foi interrompida pela retração constatada, principalmente no último ano, na indústria do petróleo no Estado do Rio.

    “O cenário econômico nacional, a redução de alguns investimentos da Petrobras e os problemas com a EBX [petroleira do empresário Eike Batista] interromperam aquela curva de crescimento. Os valores agora estão estabilizados”, avalia Marcio Vitorino, coordenador da divisão de escritório da consultoria Colliers no Rio de Janeiro.

    Desde o início da década de 1960, quando o Rio deixou de ser a capital federal, houve um esvaziamento progressivo de investimentos no Estado, e muitas indústrias migraram para outras regiões.

    O contexto econômico desfavorável provocou uma estagnação na construção de empreendimentos imobiliários corporativos.

    “Quando as empresas de óleo e gás começaram a chegar ao Rio, havia poucos imóveis comerciais de qualidade disponíveis, e isso levou os preços às alturas”, lembrou Thierry Botto.

    BENEFICIADAS

    Duas regiões da cidade acabaram beneficiadas: a Cidade Nova (bairro na região central do Rio onde fica a sede da prefeitura) e a zona portuária. Ambas com terrenos de grandes dimensões ainda disponíveis, concentraram os novos empreendimentos privados e do setor público.

    Um dos edifícios projetados, batizado de Centro Administrativo Cidade Nova, começou a ser ocupado neste mês de setembro.

    A companhia francesa Technip alugou metade do empreendimento, que soma 35 mil metros quadrados de área alugável. Vai pagar em torno de R$ 1,4 milhão por mês de aluguel.

    “Nos próximos meses, teremos mais 115 mil metros quadrados em novos escritórios para oferecer aos nossos clientes”, acrescenta Marcio Vitorino, da Colliers.

    Diante de um cenário econômico que considera desfavorável, ele admite que a oferta de novos empreendimentos pode ser maior do que a demanda: “A tendência atual é de redução dos valores”.

    Para os próximos cinco anos, porém, a Cushman & Wakefield aposta em nova alta do mercado corporativo imobiliário. “As projeções sinalizam que a produção de petróleo tende a dobrar até 2019. Se isso acontecer, será necessário haver muito mais gente trabalhando.”

    Curtido por 5 pessoas

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