FAMB11B – Fundo Edifício Almirante Barroso

Seu objetivo foi a aquisição de 100% do Edifício Almirante Barroso; fundo é administrado pela BTG Pactual em condomínio fechado e com prazo de duração indeterminado.

O empreendimento tem 126 vagas de estacionamento, 22 elevadores e 4 escadas rolantes. Além disso, conta com um Centro Cultural composto por: teatro; 2 salas de cinema com 90 lugares e 100 lugares cada; 2 salas de exposição; galeria e atelier.

famb11b

O prédio está locado para os escritórios administrativos da Caixa Econômica Federal e mais duas agências bancárias; o imóvel possui Área Bruta Locável (ABL)  de 56.331 m².

Localizado na avenida Rio Branco, 174, na Cidade do Rio de Janeiro.

Sua cota foi lançada inicialmente por R$ 1.000,00 e o fundo obteve a liberação da CVM em Março/03, quando começou a vigência do atual contrato com a Caixa, válido até 2013, renovável por mais dez anos; um fundo do tipo Tijolo e enquadra-se na segmentação Escritórios.

Existe uma disputa em andamento pelo revisional do aluguel, com solicitação de perito e questionamentos que pode mais adiante trazer algum bônus futuro.

O contrato de aluguel é reajustado pelo IGPM no mês de Março; foram reformados os 21 elevadores que o prédio possui

Ação Revisional: Conforme Comunicado ao Mercado de 28/12/12, o Fundo recebeu a quantia de R$ 20.596.761,31, que estava depositada em juízo para início de pagamento da diferença retroativa dos aluguéis que estão sendo discutidos na Ação Revisional de Aluguel em 18 de dezembro de 2012.

Relatórios de Obras: Conforme Comunicado ao Mercado de 28/12/12, o FII Almirante Barroso provisionou o montante de R$ 7.270.680,76 a serem direcionados exclusivamente para obras de impermeabilização necessárias no imóvel. Referidas obras consistirão na aplicação de manta asfáltica e cobertura com placas em concreto armado apoiadas em pequenos pilaretes nas áreas de esplanada e cobertura do imóvel, que juntas somam aproximadamente 5.145 m2. A troca da impermeabilização é imprescindível, pois a atual já ultrapassou a vida útil e começam a surgir pontos de infiltração no imóvel. Adicionalmente, serão instalados corredores de acesso aos equipamentos em chapa metálica para prolongar a vida útil das placas de proteção e serão substituídos o guarda-corpo e as proteções das saídas de ventilação danificadas pela corrosão.

Taxas:
Administração: 4,0% sobre receita operacional do fundo (mínimo R$ 20.000,00 mensais).

RI: sh-contato-fundoimobiliario@btgpactual.com

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900 comentários sobre “FAMB11B – Fundo Edifício Almirante Barroso

    • Caixa quer transferir operação do banco para o Porto Maravilha, no Rio de Janeiro
      Instituição tem dois prédios vazios na região, diz presidente do banco. Braço de Seguridade será o primeiro a ser privatizado

      RIO — O presidente da Caixa Econômica Federal, Pedro Guimarães, disse nesta sexta-feira que o banco pretende ocupar prédios no Porto Maravilha, na região portuária do Rio. A ideia é transferir toda a operação central do banco para a região. Ele reiterou que espera que pessoas físicas participem da abertura de capital das unidades da instituição.

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      • — Vai tudo para o Porto Maravilha. Lá temos R$ 8 bilhões de crédito. Somos credores. Temos dois prédios vazios lá. São dois dos Prédios dos mais modernos do Brasil, e a gente está pagando em outro lugar por um prédio em que não cabe todo mundo. A Caixa vem cortando custos. Foram R$ 3,5 bilhões em dois anos. Em São Paulo, há prédios que a gente não consegue achar – disse Guimarães, que participa do seminário “A nova economia liberal”, realizada na Fundação Getulio Vargas (FGV), na manhã desta sexta-feira, no Rio de Janeiro.

        Ele voltou ainda a falar sobre a venda de ativos. Disse que serão quatro operações no mercado de capitais, entre elas envolvendo a Loteria e os braços de Cartões e Seguridade.

        — Haverá uma saída da Caixa em uma série de segmentos e haverá o fortalecimento de segmentos que fazem mais sentido. As aberturas de capital serão históricas. As operadoras já estão compradas. Estive no carnaval em Nova York e percebi que há muita demanda. A primeira será a Seguridade em setembro. Estou ansioso.

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      • Ele citou ainda a área de Securitização, que conta com R$ 500 bilhões em carteira de crédito.

        — Não consigo entender como temos menos de 800 mil pessoas físicas como investidores. Um dos pontos é incentivar o máximo a entradas das pessoas físicas. Ja falamos com a CVM sobre isso. Vamos buscar a governança — acrescentou o presidente da Caixa.

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  1. Data-base (último dia de negociação “com” direito ao provento) 28/02/2019
    Data do pagamento 15/03/2019
    Valor do provento por cota (R$) 28,2069812022901
    Período Fevereiro/2019

    Aumento de 10% em relação a última distribuição

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      • Esse é nosso problema , não gosto de avaliação de vp considerando a renda. Deveria considerar somente o imóvel. Por isso que existe essas distorções

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      • Andrade

        como ‘empresa’ o FII tem seu valor conforme o potencial de riqueza que pode ‘produzir’

        seja via fluxo (rendimentos) ou seja via valorização(desvalorização) do imóvel

        de certo pesou também o cenário regional mais pressionado

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  2. São Paulo, 18 de dezembro de 2018.

    REF.: Resumo das deliberações tomadas em Assembleia Geral Extraordinária de Cotistas do Fundo de Investimento Imobiliário – FII Edificio Almirante Barroso, realizada em 18 de dezembro de 2018.

    Prezado Cotista, Em cumprimento ao disposto na Instrução CVM nº 472/08, a Administradora informa que compareceram cotistas representando 32,821% do total das cotas emitidas do Fundo e os cotistas deliberaram:

    Por unanimidade de votos e sem quaisquer restrições, os cotistas presentes resolveram aprovar a distribuição de rendimentos do Fundo em montante inferior a 95% (noventa e cinco por cento) durante o primeiro semestre de 2019, com o objetivo de reter R$ 1.350.000,00 (um milhão trezentos e cinquenta mil reais) mensais para servir exclusivamente como provisão de gastos com a obra da fachada do imóvel objeto do Fundo, que atualmente encontra-se em fase de estudos.

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  3. “…vem por meio deste comunicar aos cotistas e ao mercado em geral que, após proferida a Decisão Administrativa da Prefeitura do Rio de Janeiro (“Prefeitura”) reduzindo a alíquota de IPTU do Imóvel a partir de 2018, a Administradora, em continuidade aos esforços para gerar valor para o Fundo, iniciou novo Processo Administrativo nº 04/66/304.388/2017 visando estender a redução dos valores de IPTU, aos anos anteriores a 2018 (“Processo Administrativo”).

    O Processo Administrativo foi analisado pela Prefeitura e, em primeira análise, foi proferida uma decisão favorável à redução do IPTU, determinando-se a devolução de R$ 6.395.619,30 (seis milhões, trezentos e noventa e cinco mil, seiscentos e dezenove reais e trinta centavos) ao Fundo.

    A Administradora ressalta que a decisão que determinou a restituição ainda pode ser objeto de revisão pela Prefeitura, motivo pelo qual o valor recebido ficará retido no Fundo, alocado em ativos de maior liquidez até que haja decisão definitiva quanto à restituição.

    Ademais, a Administradora manterá os cotistas e ao mercado informados sobre quaisquer novos andamentos do Processo Administrativo.

    Permanecemos à disposição para prestar quaisquer esclarecimentos adicionais que se façam necessários.

    São Paulo, 03 de Dezembro de 2018

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      • Se tomarmos como comparação o Torre Almirante (ALMI), uma edificação em (muito) melhor estado estrutural, o qual se encontra com vacância atual na casa dos 82%, sendo que o FAMB ainda fará obras de retrofit em sua fachada… o prognóstico não é dos melhores, ainda mais após a consumação da saída da CEF.
        Acho que além do prazo necessário para recolocação plena não induzir ser pequeno, outra forte tendência é de que o rendimento não será do mesmo patamar de outrora, dada a conjuntura do mercado carioca de lajes corporativas e do próprio ativo (carências, atrasos e aumento de custos de obra, etc.)
        É um fundo que vai levar anos para se recuperar plenamente do “tombo” que se aproxima.
        Sds.

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      • Sou ruim de chute, mas ali é o coração do centro do Rio, se o sujeito escorregar no elevador cai dentro da estação Carioca do metrô, de modo que a recolocação não deve ser longa, kkkk

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  4. Caixa anuncia novo programa de demissão voluntária com meta de atingir 1600 funcionários
    Expectativa do banco é economia anual de aproximadamente R$ 324 milhões.
    Por G1

    23/11/2018 10h53 Atualizado há 5 horas

    A Caixa Econômica Federal anunciou nesta sexta-feira abertura de novo programa de demissão voluntária, com meta de atingir até 1600 funcionários, o que representaria uma economia anual de cerca de R$ 324 milhões por ano.

    O anúncio foi feito um dia depois de o governo do presidente eleito Jair Bolsonaro anunciar o economista Pedro Guimarães para a presidência da Caixa.

    “O objetivo do programa é dar continuidade aos ajustes de estrutura do banco diante do cenário competitivo e econômico atual, buscando mais eficiência”, afirmou a Caixa em comunicado ao à imprensa.

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    • Desde 2016, cerca de 12,5 mil empregados se desligaram da banco, sendo 8,6 mil por adesão aos programas de demissão voluntária, segundo a Caixa.

      O período de adesão do novo programa será de 26 a 30 de novembro. Podem aderir empregados aposentados ou aptos a se aposentar até o último dia do ano; empregados com mais de 15 anos de trabalho na Caixa; ou ainda aqueles que possuem adicional de incorporação de função de confiança.

      Lucro da Caixa
      No terceiro trimestre, a Caixa registrou lucro líquido de R$ 4,8 bilhões, resultado 122% maior que em igual período de 2017. No acumulado no ano, o banco registrou lucro líquido recorde de R$ 11,5 bilhões, alta de 83,7% na comparação com o mesmo período do ano passado (R$ 6,2 bilhões).

      Ao comentar o resultado, o atual presidente da Caixa, Nelson de Souza, disse que o banco não precisa de mais aportes e garantiu que a empresa não vai descumprir mais as exigências do setor bancário. Entre 2016 e 2017, a Caixa passou por restrições de capital.

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  5. Onde há fumaça…

    FUNDO DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO – FII EDIFÍCIO ALMIRANTE BARROSO (FAMB11B)

    CNPJ/MF N.º 05.562.312/0001-02- Código CVM: 30300-2

    FATO RELEVANTE

    A BTG PACTUAL SERVIÇOS FINANCEIROS S.A. DISTRIBUIDORA DE TÍTULOS E VALORES MOBILIÁRIOS, com sede na Cidade do Rio de Janeiro, Estado do Rio de Janeiro, na Praia de Botafogo, nº 501 – 5º andar parte, inscrita no CNPJ/MF sob o nº 59.281.253/0001-23 (“Administradora”), na qualidade de administradora do FUNDO DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO – FII EDIFÍCIO ALMIRANTE BARROSO (“Fundo”) proprietário do Ed. Almirante Barroso, localizado na Avenida Rio Branco, nº 174, na Cidade do Rio de Janeiro, Estado do Rio do Janeiro (“Imóvel”),

    vem por meio deste comunicar aos cotistas e ao mercado em geral que a atual locatária Caixa Econômica Federal (“CEF”), enviou nesta data o ofício informando sua intenção de desocupar o referido Imóvel. Além disso, a CEF informou que a data para a desocupação ainda está pendente de definição e que comunicará o Fundo no prazo previsto na legislação vigente.

    Ademais, a CEF manifestou interesse em permanecer com a locação do espaço de 2.411,80 m2 localizado no térreo do Imóvel, ocupado atualmente pela Agência Rio Branco (“Agência Rio Branco”).

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  6. Logo_BTG Pactual_Cor_menor
    FUNDO DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO – FII EDIFÍCIO ALMIRANTE BARROSO

    CNPJ/MF N.º 59.281.253/0001-23 – Código CVM: 30300-2

    COMUNICADO AO MERCADO

    24 de julho de 2018

    190/2018 – SAF

    BTG Pactual Serviços Financeiros S.A. DTVM

    At. Sr. Allan Hadid

    Diretor Responsável do Fundo de Investimento Imobiliário – FII Edifício Almirante Barroso

    Ref.: Solicitação de esclarecimentos sobre oscilação atípica

    Prezado Senhor,

    Tendo em vista as últimas oscilações registradas com as cotas de emissão do fundo, o aumento do número de negócios e da quantidade negociada, conforme demonstrado abaixo, vimos solicitar que nos seja informado até às 9h do dia 25/07/2018, se há algum fato do conhecimento dessa administradora que possam justificá-las.

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    • A BTG PACTUAL SERVIÇOS FINANCEIROS S.A. DISTRIBUIDORA DE TÍTULOS E VALORES MOBILIÁRIOS, com sede na Cidade do Rio de Janeiro, Estado do Rio de Janeiro, na Praia de Botafogo, nº 501 – 5º andar parte, inscrita no CNPJ/MF sob o nº 59.281.253/0001-23 (“Administradora”), na qualidade de administradora do FUNDO DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO – FII EDIFÍCIO ALMIRANTE BARROSO (“Fundo”) proprietário do Ed. Almirante Barroso, localizado na Avenida Rio Branco, nº 174, na Cidade do Rio de Janeiro, Estado do Rio do Janeiro (“Imóvel”), locado atualmente para a Caixa Econômica Federal (“CEF”), em atendimento ao pedido acima,

      vem esclarecer a seus cotistas e ao mercado que não teve conhecimento de fato que possa ter impactado diretamente o Fundo e que, consequentemente, possa ter influenciado o número de negócios e a quantidade negociada das cotas do Fundo.

      Contudo, a Administradora teve conhecimento do Comunicado ao Mercado divulgado no dia 23/07/2018 pela BR Properties S.A. informando que foi celebrado com a CEF um contrato de locação tendo por objeto 36.014 m² do imóvel “Passeio Corporate”, localizado na Cidade do Rio de Janeiro, Estado do Rio de Janeiro, podendo este fato ter influenciado investidores na decisão de negociar as cotas do Fundo.

      Em referência ao Comunicado citado acima, a Administradora esclarece que, até o momento, não recebeu qualquer notificação oficial da CEF informando a intenção de entregar o Imóvel de propriedade do Fundo. Caso a Administradora receba qualquer posicionamento formal da CEF, irá comunicar a seus cotistas e ao mercado em geral por meio de Fato Relevante.

      Permanecemos à disposição para prestar quaisquer esclarecimentos adicionais que se façam necessários.

      24 de Julho de 2018

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      • Piada pronta!

        Os caras, nunca sabem de nada…

        O BTG tem negócios com a Caixa, a Tishman e a Br Properties, mas não sabem de nada, não viram e sequer ouviram falar de alguma coisa que esteja acontecendo no momento.

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      • Eu não entendo o motivo de vocês continuarem aplicando nos FIIs desse banco……
        Tive cotas do BRCR11. Vendi com prejuízo. Caso tivesse mantido na carteira teria amargado um prejuízo muito maior e ficado com um ativo sem perspectiva de melhoras.
        Qual inquilino vai pagar o mesmo valor de aluguel da CEF nesse prédio hj? A resposta é óbvia.

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      • Boa vcmarcos!

        É por pensar assim, que diminui drasticamente minha exposição ao BTG, que representava uns 40% de minha carteira de Fii’s, hoje só está presente no FAMB e no FCFL (entre 4% e 7%, já contando as compras de hoje), se bem que continuo monitorando o PQDP para uma volta, sem contar que, assim como o FAMB é ótimo para pequenos trades.

        Aqui a gente compra a localização e a perspectiva de ganho da capital. Diferente do XTED, cujo imóvel de Macaé, não tem nem mesmo a localização pra salvar.

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      • Negócio aqui até pra trade tá complicado… mas em alguns poucos meses , a quem curte o termo “comprar vacância” , será uma bela oportunidade. Mas é preciso frieza e paciência

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    • Caixa escolhe nova sede no RJ na Cinelândia e ignora revitalização do porto
      Decisão é novo capítulo das divergências entre prefeitura e Caixa na revitalização do porto
      23.jul.2018 às 20h49 – Italo Nogueira

      RIO DE JANEIRO
      A Caixa Econômica Federal escolheu a sua nova sede no Rio de Janeiro atendendo a pedido de funcionários, mas ignorando o projeto de revitalização da zona portuária, na qual já investiu mais de R$ 5 bilhões do FGTS.

      O banco decidiu mudar a sede para o Passeio Corporate, perto da Cinelândia. O acordo foi anunciado pela BR Properties, dona do imóvel, em comunicado ao mercado nesta segunda-feira (23).


      Região da zona portuária do Rio de Janeiro – Ricardo Borges/Folhapress

      A decisão contrariou membros da Prefeitura do Rio de Janeiro. Eles esperavam que a Caixa escolhesse o Aqwa Corporate, da Tishman Speyer, que fica na região portuária. A ida dos cerca de 2.000 funcionários para o local ajudaria a movimentar a região, que sofre com a falta de projetos imobiliários.

      A decisão da Caixa vai ao encontro, contudo, do pleito de funcionários do banco. Eles se queixavam da falta de serviços no porto, dificuldade de acesso e a possível insegurança na área.

      Os valores do negócio não foram anunciados. No mercado especulava-se que a oferta de ambos os imóveis eram semelhantes, de cerca de R$ 2 milhões mensais. A Caixa vai deixar sua sede na avenida Almirante Barroso onde atualmente paga R$ 4,2 milhões mensais a um fundo gerido pelo BTG Pactual.

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    • O contrato firmado com a BR Propetiers é de 15 anos.

      A decisão é mais um capítulo das divergências entre prefeitura e Caixa na condução da revitalização da região portuária. No mês passado, o banco informou ao município não ter dinheiro para bancar a 7a etapa do projeto.

      O município suspendeu o início da fase, interrompeu a atuação da concessionária Porto Novo —contratada por PPP— e assumiu a responsabilidade pelos serviços públicos da região.

      O projeto vem sofrendo com a falta de recursos desde 2015, causada pelo encalhe dos títulos imobiliários (chamados Cepacs) que autorizam a construção de prédios altos na região.

      Há sete anos, fundo imobiliário gerido pela Caixa comprou os 6,4 milhões de Cepacs e 400 mil metros quadrados de terrenos na zona portuária. Ele pagou à vista R$ 3,5 bilhões, com dinheiro do FGTS, e se comprometeu a repassar outros R$ 6,5 bilhões –em valores atualizados– por 15 anos.

      Era com a revenda desses terrenos e papéis que o banco manteria o cronograma de repasse acertado com o município até 2026. Porém, com a crise econômica afetando o setor imobiliário, menos de 10% dos Cepacs foram vendidos.

      O problema é que esse dinheiro é usado pela prefeitura para pagar a concessionária Porto Novo, responsável pelas obras e serviços básicos da região, como limpeza e gerenciamento de trânsito.

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      • Você:Há sete anos, fundo imobiliário gerido pela Caixa comprou os 6,4 milhões de Cepacs e 400 mil metros quadrados de terrenos na zona portuária.

        Pode informar que fundo imobiliário é esse?

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      • Conejo:

        FII Porto Maravilha (um FII não negociado em bolsa)

        “A Caixa tornou-se a maior investidora do Porto Maravilha quando, em 2010, comprou todos os certificados de potencial adicional de construção (Cepacs) da Operação Urbana Porto Maravilha, usando R$ 8 bilhões do FGTS. Assumiu também a gestão dos fundos imobiliários criados especialmente para a operação, dentre os quais o Fundo de Investimento Imobiliário Porto Maravilha (FII PM), onde foram depositados todos os Cepacs. Na condição de proprietário desses títulos, o fundo passou a investir nas torres comerciais de alto padrão e associou-se aos empreendedores da região, que não mais precisaram comprar os certificados correspondentes àqueles empreendimentos.”

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    • Em 2015, o FGTS teve de aportar mais R$ 1,5 bilhão para manter o cronograma das obras. Em 2016, nova engenharia financeira teve de ser feita. Desta vez, com o município emprestando R$ 198 milhões para o fundo gerido para a Caixa.

      Todas essas negociações, feitas na gestão Eduardo Paes (DEM). A administração Marcelo Crivella (PRB), contudo, não quer aceitar nova negociação. Entende que o município não pode se responsabilizar pelo risco de mercado da operação, assumido pela Caixa ao adquirir os títulos.

      Na avaliação de membros da prefeitura, ao relegar o porto na escolha de sua sede, o banco não estimula a ocupação da região por outras empreendimentos imobiliários.

      A Caixa ainda não comentou a decisão até a conclusão desta edição.

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      • E ainda tem gente que entende que o FGTS é uma “garantia do trabalhador”.
        Só se for de ser passado para trás como o famoso “passa moleque” no episódio de capitalização da Petro, quando da descoberta do pré-sal – alguém se lembra? – e agora mais esse exemplo de ótimo uso dessa “garantia”.
        Sds.

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      • Não se preocupe. 2,5k é pouco. Se a caixa realmente desocupar, quando a renda deixar de ser paga. Ai sim, veremos a verdadeira queda na cotação. Lembrem de PRSV, a cotação já esteve em 1000. Vacância mata qualquer imóvel e esse é o pior momento para um ativo ficar desocupado no RJ.

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  7. Cadê a CVM para ponir o inside trading que houve no FAMB e cadê o fato relevante, já vai fazer um ano que todo mundo sabe que a CEF vai sair do prédio, cadê o estagiário do André Esteves para escrever fato relevante de madrugada????

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    • Vai sair mesmo, ou foi uma pedalada para tentar baixar o preço do aluguel?

      O super gestor tentou uma nova emissão com uma oferta definitiva da Caixa e sem contraoferta, que se não fosse aceita, a CEF deixaria o prédio imediatamente, e nada…

      O inside aqui pode ser chamado nas boas rodas, de Truco! Um grita o outro arrega, ou grita mais alto.

      Será que a Caixa vai gritar nove?

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      • O bom desse fundo é que a base de cotistas é sólida, os robozinhos quase não atuam e a pouca liquidez permite que um bocó como eu compre 5 cotas por 3000 cada no começo do mês e venda uma semana depois por 3250.

        Nesse vai e vem, baixei meu PM de 4700 para míseros 2900, e mantendo praticamente o mesmo número de cotas, possibilitou-me também vender BBPO, MFII, PQDP e FCFL sem ter que pagar IR, pois abati meus ‘prejus’ aqui, no que teria que pagar de IR lá, mas claro, que cada um tem sua estratégia.

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      • Meu FII, Minha Vida!

        Não tem carência, não… a caixa irá deixar o prédio entre 11/2018 e 06/2019, então até lá, tem pingado.

        Ps.: Não achei em nenhum lugar se irão deixar as agências também…

        Alguém sabe informar???

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      • Meu FII, Minha Vida!

        Hoje baixei bem… vendi na abertura e recomprei um pouco antes do fechamento… Agora é aguardar as novas quedas.

        Ps.: Minha posição é pequena, permitindo fazer esses trades loucos, e só faço por que o valor da cota permite, a partir do momento que tiver um split de cotas aqui, eu caio fora e não volto!

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  8. Adoro esse fundo!!!

    Conforme sobe, eu vendo…
    conforme cai, eu compro…

    Baixei meu PM em quase 2k, gerei prejuízos que abati do IR que teria que pagar em outras vendas e mantive os rendimentos mensais praticamente constantes.

    Agora se a Caixa sair, tudo bem, se ficar e baixar o aluguel, tudo bem também!

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  9. Caixa cogita alternativa para a mudança do Barrosão
    NOTÍCIAS 28, junho 2018 20:43 (Sindicato dos Bancários)

    MATILETI: “Foi a pressão do funcionalismo que fez a direção da Caixa acenar, agora, com uma alternativa para a mudança”

    A Caixa Econômica Federal estuda a possibilidade de transferir os setores que funcionam no prédio da Avenida Almirante Barroso para outro na Rua do Passeio.

    A informação foi dada ao vice-presidente do Sindicato, Paulo Matileti por um representante do banco em Brasília, na última terça-feira (26/6).

    A opção analisada, até então, era o Acqua Corporante, na Via Binário, Porto Maravilha, região de alto risco, sem segurança, sujeita a assaltos e tiroteios, sem restaurantes e com transporte precário.

    Matileti foi cobrar que se a mudança ocorresse que fosse para um lugar com as condições ideais para o funcionamento.

    “Não aceitamos ir para o Porto Maravilha, mas qualquer outra opção tem que ser analisada e apresentados os motivos, com total transparência, inclusive os valores dos contratos que comprovem serem menores os gastos deste novo local que os do Barrosão”, afirmou Matileti.

    Sustentou que se a Caixa insiste na transferência, que comprove a sua necessidade e que seja para um lugar seguro, onde as atividades possam ser exercidas de maneira adequada.

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    • Manutenção dos empregos

      Matileti disse aos interlocutores do banco que a mudança não pode significar nenhuma demissão de terceirizados da Barroso.

      Cobrou, ainda, a manutenção do funcionamento das agências Rio Branco e Largo da Carioca e do Centro Cultural, hoje na Barroso.

      “A Caixa tem a obrigação de ser transparente em todo esse processo que envolve um dos prédios mais importantes da cidade, e em respeito ao funcionalismo e à própria sociedade carioca, apresente os valores dos custos desse projeto e os ‘“benefícios esperados’”, advertiu.

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    • Entenda o caso

      Desde o ano passado quando a Caixa começou a cogitar a retirada de todas as unidades instaladas no prédio da Barroso visava a transferência para a antiga Zona Portuária.

      O sindicato iniciou uma marcação cerrada sobre a direção do banco, lançando uma campanha contra a mudança tendo em vista se tratar de uma região perigosa e sem as condições básicas de funcionamento.

      Foi entregue ao Conselho Administrativo da empresa abaixo-assinado que alcançou mais de mil assinaturas do funcionalismo para que o assunto fosse avaliado.

      O conselho decidiu suspender a medida inicialmente apresentada pela direção do banco. Após as pressões do funcionalismo e do Sindicato, a direção da Caixa agora apresenta uma segunda alternativa.

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    • Pessoal

      entendam de uma vez por todas: A Caixa NÃO quer mais ficar no FAMB

      se uma parte vai pra outro prédio e o resto para o Acqua… ok até porque para o tanto de andares que compraram do Acqa não ia caber todo mundo mesmo

      não é boato… é fato que há uma intensa mobilização e um cabo de guerra que está atrasando a migração

      mas é questão de tempo, a meu ver

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      • Tetzner, que saia!!!

        Porque essa demora toda, tão esperando o que pra sair?

        O resultado das eleições, pra ver se a situação vai melhorar ou piorar, se o banco continuará público ou vai ser privatizado?

        Ou tão com “medim” de sair e tomar na cabeça com um novo processo revisional daqui alguns anos?

        Aliás, quem deveria mesmo sair é o Gestor, que nada faz, nada vê, e que deveria ser o primeiro a tomar fumo!!!

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      • A demora é natural pela logística da operação. Você tem o sindicato no meio também fazendo barulho. Tem de preparar o local destino para receber toda a estrutura. Isso leva tempo mesmo.

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      • A Caixa não quer ficar no FAMB, mas não quer perder seu centro cultural e sua principal agência no estado (em número de correntistas e movimento financeiro, principalmente habitacional), então vão continuar enrolando e pagando o aluguel, mas claro o que a Caixa quer é uma super redução no preço do aluguel e o fim da revisional. Só parece esquecer que está negociando com um monte de ex-funcionários e gente ligada ao setor imobiliário que comprou as cotas do fundo em 2002, e que não vendem nem à pau! Porque será?

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