3.959 comentários sobre “Notícias

  1. Agência Moody’s piora perspectiva de nota do Brasil e cita crise política
    26/05/2017 | 17h58 > Atualizada 26/05/2017 | 17h58

    A agência de classificação de riscos Moody’s piorou nesta sexta-feira (26) a perspectiva da nota do Brasil de estável para negativa. Isso significa que a classificação da dívida pública brasileira corre o risco de ser rebaixada a qualquer momento.

    A mudança acontece pouco mais de dois meses após a agência ter melhorado a perspectiva brasileira de negativa para estável.

    A nota de crédito (“Ba2”) não foi alterada, e o país continua sem o “grau de investimento”, uma espécie de selo de bom pagador. Isso indica que ainda não é considerado um lugar recomendável para os investidores aplicarem seu dinheiro porque tem um alto risco de dar calote.

    De acordo com comunicado da agência, piora na perspectiva da nota do país foi motivada por “aumento de incerteza com as reformas após recente crise política”. Além disso, a Moody’s também cita uma “ameaça à recuperação econômica a médio prazo” como motivação para a decisão.

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    • Avaliação indica risco de calote

      Um governo ou empresa consegue dinheiro vendendo títulos no mercado. Os investidores compram papéis com a promessa de receberem o dinheiro de volta no futuro com juros. Quando um governo ou empresa tem avaliação ruim, considera-se que há risco de dar um calote e não pagar esses investidores.

      Se houver desconfiança sobre essa devolução, fica difícil conseguir vender esses títulos, e é preciso pagar mais juros aos investidores para compensar o risco maior. O rating, ou classificação de risco, indica aos investidores se um país, empresa ou negócio é considerado um bom pagador ou não.

      O chamado grau de investimento, por exemplo, indica que tem baixo risco de dar calote, e que as aplicações financeiras feitas por investidores estrangeiros nesse país ou empresa terão risco próximo a zero.

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    • mensagem de despedida de Maria Silvia Bastos aos funcionários do BNDES:
      “Prezados benedenses,

      Nesta sexta-feira, 26 de maio, informei pessoalmente ao presidente Michel Temer a minha decisão de deixar a presidência do BNDES.

      Todos os diretores permanecem no cargo e o diretor Ricardo Ramos, pertencente ao quadro de carreira do BNDES, responderá interinamente pela presidência do Banco.

      Deixo a presidência do BNDES por razões pessoais, com orgulho de ter feito parte da história dessa instituição tão importante para o desenvolvimento do país. Nas duas passagens que tive pelo Banco, como diretora, nos anos 90, e agora, como presidente, vivi experiências desafiadoras e de grande importância para a minha vida profissional e pessoal.

      Neste ano à frente da diretoria do BNDES busquei olhar para o futuro, estabelecendo novos modelos de negócios e estratégias para o Banco, sem descuidar do passado e do presente, sempre tendo em mente preservar e fortalecer a instituição e seu corpo funcional.

      Desejo boa sorte a todos, esperando que sigam trabalhando para que o BNDES continue sendo o Banco que há 65 anos faz diferença na vida dos brasileiros.

      Um grande abraço,

      Maria Silvia”

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    • Construção civil tem alta em vendas e queda no nível de emprego

      A construção civil apresenta dados de desempenho conflitantes: a venda de materiais cresceu 4,2% no primeiro trimestre em relação ao ano passado, mas o emprego formal no setor caiu 14% entre janeiro e abril

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    • Para analistas, reforma fica para 2018 e queda de juros desacelera

      A euforia que movia economistas e analistas deu lugar à moderação. Está cada vez mais cristalizada a percepção de que a reforma da Previdência não tem condições de ser tocada com a mesma desenvoltura nem por Michel Temer nem por um possível substituto e deve ficar para 2018.

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    • CRAs, papéis que financiam a agricultura, têm alta em 2017

      O estoque de CRAs (certificados de recebíveis do agronegócio) ultrapassou R$ 20 bilhões, mais que o dobro do valor no ano passado, quando eram R$ 9 bilhões.

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    • Melhora nas contas públicas leva a superavit de R$ 15 bilhões no ano

      O setor público teve superavit primário de R$ 12,9 bilhões em abril, de acordo com dados divulgados pelo Banco Central nesta sexta-feira (26). O resultado foi o melhor para um mês de abril desde 2015.

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    • Ex-banqueiro com prisão decretada é ligado a Jucá,dizem investigadores

      José dos Santos é sócio da GBT S.A, com participação da Brasília Data Center S.A, integrada pela Aracuí Investimentos (ex-BVA Investimentos)

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  2. Temer luta por apoio no TSE, mas salvação é improvável

    A 12 dias da votação do pedido de impugnação da chapa Dilma-Temer, o presidente Michel Temer articula no Tribunal Superior Eleitoral a suspensão do julgamento. O plano, segundo apurou o Valor, é que um dos sete ministros do tribunal faça um pedido de vista, o que adiaria por tempo indeterminado a apreciação do caso

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    • Conjuntura Construção, máquinas e autos devem sofrer mais na ‘nova’ crise

      A retomada da economia puxada pelos três segmentos a partir do segundo semestre deve se tornar mais demorada do que se imaginava

      Consultoria revisa cenário e prevê recuo do PIB de 0,3% no ano

      FMI considera ‘cedo’ para avaliar impacto de delação e deve rever previsões sobre Brasil

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  3. Diferença na compra à vista ou com cartão

    O plenário aprovou ainda a MP 764/16, que autoriza desconto na compra de bens e serviços com pagamento à vista, proibindo contratos de prestadoras de serviço de excluírem essa possibilidade conforme a forma de pagamento (dinheiro, cartão de crédito, cheque). Pela proposta, o lojista deverá informar, em local e formato visíveis ao consumidor, eventuais descontos oferecidos em razão do prazo ou do instrumento de pagamento utilizado.

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    • Petrobras reduz preços da gasolina e do diesel

      Apesar da desvalorização do real e de acordo da Opep para segurar os preços do petróleo, a Petrobras anunciou nesta quinta (25) redução nos preços da gasolina e do diesel. A empresa alega que a decisão foi motivada por aumento nas importações dos produtos.

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    • Royalties do petróleo impulsionam aumento da arrecadação em abril

      A arrecadação federal voltou a ser salva pela receita com royalties de petróleo, e totalizou R$ 118 bilhões em abril, um aumento real (descontada a inflação do período) de 2,27% na comparação com o mesmo mês do ano passado, divulgou nesta quinta (25) a Receita Federal.

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    • Renan diz a interlocutores que já teria demitido Meirelles

      Renan Calheiros continua a disparar contra o governo. A colegas do Senado tem dito que, fosse ele o presidente, já teria demitido Henrique Meirelles.

      Isso porque o ministro da Fazenda, sempre avesso à relação com o legislativo, tem se aproximado do Congresso, sido até simpático, participado da agenda e costurando acordos com os deputados.

      Além disso, Meirelles vem dando declarações que podem ser interpretadas como uma tentativa de diminuir a influência do presidente no andamento das reformas. Ele tem defendido que a agenda econômica não pode mudar, mesmo com a saída de Temer.

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    • Em um estado, Huck aparece na frente de Doria para 2018

      Novo levantamento feito pelo Instituto Paraná Pesquisas mostra as intenções de voto para a corrida presidencial em Sergipe. Se as eleições fossem hoje, o ex-presidente Lula (PT) teria 45,3% dos votos dos sergipanos.

      Na segunda colocação, bem mais abaixo, aparece Marina Silva (Rede), com 8,6%. Em terceiro, Jair Bolsonaro (PSC), com 8,5%.

      Na quarta, e surpreendente, colocação, o apresentador Luciano Huck, com 7,6%. Em quinto, o prefeito de São Paulo, João Doria (PSDB), com 4,9%.

      Se a disputa fosse com o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, Huck também sairia na frente O apresentador teria 7,4%, enquanto Alckmin somente 5,5%.

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  4. J&F contrata Bradesco para vender Alpargatas, Eldorado e Vigor; ação da JBS sobe

    O grupo J&F contratou o banco Bradesco BBI para vender as empresas Alpargatas, Eldorado e Vigor. A informação foi confirmada pelo jornal O Estado de S. Paulo com uma fonte próxima à empresa e uma fonte próxima ao banco. A expectativa é de que com isso, a companhia possa centrar forças na operação da JBS que deve passar por forte turbulência com os acordos de delação, já fechado, e o de leniência que está em negociação com o Ministério Público Federal (MPF). Por volta das 13 horas, as ações da JBS, dona da marca Friboi, avançavam 10,15%, na máxima. Operadores dizem que a recuperação se dá por conta das perdas históricas vistas com a repercussão do acordo de delação premiada feito pelos executivos do grupo. A avaliação é de que a operação da dona das marcas Friboi e Seara é sólida e que pode resistir à turbulência gerada pelas revelações de corrupção. A situação financeira no grupo tende a ficar apertada, na medida em que os bancos tiverem que renovar as linhas de crédito para a empresa ou até mesmo com o acordo a ser firmado com o MPF. Segundo fontes, a empresa está otimista de que o acordo seja fechado em cerca de R$ 6 bilhões ou R$ 7 bilhões, mas os procuradores estão bastante rígidos em função da péssima imagem que está sendo transmitida ao mercado com o acordo firmado com os irmãos Batista, em que eles saíram imunes dos crimes que admitiram ter cometido. A oferta original do MPF era um acordo de R$ 11 bilhões a ser pago em dez anos. Interessados Segundo analistas, a tendência é que a Fíbria seja a primeira interessada na Eldorado, até pela sinergia que uma aquisição como esta traria à empresa e o poder de mercado mundial que a companhia ganharia. Mas a Fibria vai querer comprar por um preço baixo, segundo fontes. Já a Alpargatas teria o potencial de atrair os concorrentes que foram deixados para trás na disputa em 2015. A J&F pagou R$ 2,7 bilhões pela empresa, com dinheiro emprestado da Caixa. A Vigor teria a empresa PepsiCo interessada. Qualquer conversa, no entanto, estaria condicionada ao fechamento do acordo de leniência.

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    • Dois detalhes interessantes e que não podem passar despercebidos:

      “… em função da péssima imagem que está sendo transmitida ao mercado com o acordo firmado com os irmãos Batista, em que eles saíram imunes dos crimes que admitiram ter cometido

      … Já a Alpargatas teria o potencial de atrair os concorrentes que foram deixados para trás na disputa em 2015. A J&F pagou R$ 2,7 bilhões pela empresa, com dinheiro emprestado da Caixa.”

      Nem vou comentar nada.
      A indignação me emudeceu.
      Sds.

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      • Mbp77

        o acordo foi mega bem costurado, desde que eles não cometam crimes exatamente pelos quais estão sendo “imunizados” continua valendo

        o “crime” financeiro de operar com informação privilegiada não está no acordo

        é coisa pra deixar o povo indignado mesmo

        :/

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      • Cadeia pra quem firmou esse acordo, distorceu completamente o espírito da delação premiada que é de diminuir a pena do delator, nunca isentar o delator da pena. Ora, isentar o bandido da pena pelo crime cometido é admitir que o crime compensa, é tornar o Estado condizente com o crime. Só nesta bagunça chamada Brasil é que é possível um absurdo desses.

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  5. Grampo de Temer com Loures pode virar novo inquérito

    Temer foi gravado quando dava informações ao aliado sobre um decreto que ele assinaria seis dias depois. A medida beneficiaria concessionárias de portos, que tiveram suas concessões renovadas por 35 anos, sem licitação.

    Após a conversa, Loures repassou as informações a um interessado no decreto: Ricardo Conrado Mesquita, diretor da Rodrimar. O executivo festejou a notícia e disse que o deputado afastado seria “o pai da criança”.

    A conversa interceptada pela PF ocorreu em 4 de maio, quando Loures ligou para o Planalto e foi atendido por Temer. O telefone do deputado afastado estava grampeado com autorização judicial.

    O presidente avisou a Loures que o decreto dos portos seria assinado na quarta-feira seguinte. Também contou que as concessões de 35 anos teriam o prazo dobrado, chegando a 70 anos de duração.

    “Aquela coisa dos 70 anos lá para todo mundo parece que está acertando aquilo lá”, disse Temer.

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  6. Impasse na sucessão agrava crise

    Há um impasse na sucessão de Michel Temer e aumentam as dúvidas quanto ao prosseguimento da reforma da Previdência, na hipótese de renúncia. A relação dos cotados, que já foi mais extensa, concentra-se em três nomes – Tasso Jereissati, Rodrigo Maia e o ex-ministro do Supremo Tribunal Federal Nelson Jobim

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    • Para agência Fitch, crise política causa incerteza a ajuda fiscal a Estados

      As turbulências políticas enfrentadas pelo governo do presidente Michel Temer criam um cenário de incerteza para a ajuda fiscal a Estados em crise, de acordo com nota da agência de classificação de risco Fitch divulgada nesta quarta-feira (24)

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    • Rio aprova aumento da contribuição previdenciária de servidor para 14%

      A Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) aprovou nesta quarta (24) o aumento da contribuição previdenciária dos servidores do estado de 11% para 14%.

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      • Votação na Alerj tem protesto, bombas e tiros de borracha

        Enquanto deputados da Alerj (Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro) votavam nesta quarta-feira (24) o aumento da contribuição previdenciária dos servidores do Estado de 11% para 14%, servidores que protestavam entraram em confronto com a polícia.

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    • Agora saberemos:

      – onde foram parar os milhões do Tbof?
      – BRCR cabeças vão rolar?
      – qual a finalidade da RMG de CEOC e THRA?
      – onde estão os inquilinos de EDGA?
      – como foi o contrato da Petro em ALMI?
      – quem acordou os honorários advocatícios em FAMB?
      – qual o motivo do abandono de MAXR por anos?
      – como foi a compra “garantida” de NSLU e HCRI que acabou em redução de aluguel?
      – por quê TRNT não segura inquilino mesmo com milhões em reformas?
      – FLRP e WPLZ: ali nasceram as RMGs surreais?

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  7. S&P coloca rating de 3 estados e 38 instituições financeiras em observação negativa

    Decisão tem relação com o anunciado na noite de segunda-feira de colocar o rating soberano em revisão para um possível corte
    SÃO PAULO – A agência de classificação de risco Standard & Poor’s colocou os ratings da cidade do Rio de Janeiro e dos Estados de São Paulo e Santa Catarina em observação para possível rebaixamento. A decisão é resultado da decisão da S&P de ontem de colocar o rating soberano do Brasil em observação, também para possível rebaixamento.

    A agência lembra em comunicado que os ratings da cidade e dos dois Estados estão no mesmo patamar do rating soberano do País. Os ratings em escala nacional das três administrações locais também foram colocados em observação para possível rebaixamento.

    “Nós não acreditamos que essas entidades poderiam ter um rating maior que o do soberano”, argumenta a S&P.

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    • No caso do Brasil, a agência apontou o maior risco de uma ruptura ou de uma solução lenta para a crise política, o que poderia minar a capacidade da classe política para avançar em medidas de correção econômica em um ritmo apropriado, enquanto os desafios econômicos e fiscais continuam a se avolumar.

      Os ratings globais de longo prazo do Estado de São Paulo, de Santa Catarina e da cidade do Rio de Janeiro são BB, como o do Brasil.

      A S&P diz que a observação para possível rebaixamento deve ser decidida em até três meses. Caso o cenário positivo para os ratings do Brasil se materializem nos próximos 90 dias, a agência diz que pode reafirmar os ratings de São Paulo, Santa Catarina e da cidade do Rio. Caso contrário, os ratings podem ser rebaixados.

      Além disso, a agência também colocou o rating de 38 instituições financeiras brasileiras em observação negativa. A ação reflete o aumento do risco que uma resolução disruptiva ou a demora dos recentes desenvolvimentos no cenário político prejudiquem a habilidade da classe política em avançar nas medidas de correção em tempo oportuno, e comprometa a recuperação econômica, elevando o risco para o setor financeiro.

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    • Segundo a S&P, os ratings de 25 das 38 instituições são limitados pela nota soberana e devem ser alterados posteriormente.

      A agência colocou o rating de outras 13 entidades, cujas classificações não estão limitadas pela nota soberana, em observação negativa, enquanto avalia o potencial mais fraco das perspectivas de crescimento econômico que poderiam afetar o investidor e a confiança da população e nos resultados financeiros dessas entidades.

      Confira as 38 instituições:
      1 – Caixa Econômica Federal
      2 – BNDES
      3 – BNDESPar
      4 – Banco do Brasil
      5 – Ativos S.A.
      6 – Bradesco
      7 – Bradesco Capitalização
      8 – Itaú Unibanco Holding
      9 – Itaú Unibanco
      10 – B3
      11 – GP Investments
      12 – Haitong Banco de Investimento do Brasil
      13 – Santander Brasil
      14 – Banco Olé Bonsucesso Consignado
      15 – Banco do Nordeste
      16 – Banco ABC Brasil
      17 – Safra
      18 – Votorantim
      19 – BV Leasing Arrendamento Mercantil
      20 – BTG Pactual
      21 – BRB – Banco de Brasília
      22 – Daycoval
      23 – Banco do Estado do Pará
      24 – Paraná Banco
      25 – Banco do Estado do Rio Grande do Sul
      26 – China Construction Bank Brasil Banco Múltiplo
      27 – Banco Pan
      28 – Banco de Tokyo-Mitsubishi UFJ Brasil
      29 – Banco Morgan Stanley
      30 – JP Morgan
      31- Banco Toyota
      32 – BNP Paribas
      33 – Banco Volkswagen
      34 – Citibank
      35 – Banco Paulista
      36 – Banco Pine
      37 – Banco Intermedium
      38 – Caruana S.A.

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  8. Conjuntura: Reajuste salarial negociado supera inflação pelo 3º mês

    Acordos obtêm aumento real médio de 1,4% em abril
    Em 12 meses, IPCA-15 fica em 3,77% e reforça cenário de desaceleração de preços
    Expectativa de inflação do consumidor recua, diz FGV

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