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6.073 comentários sobre “Notícias

  1. Maximus, da Alcateia, fecha e deixa 50 mil pessoas no prejuízo

    É o fim de uma novela que começou há dois anos, e que entrou no radar da CVM em abril do ano passado, quando a autarquia divulgou um alerta ao mercado

    Prejuízo: Investidores lesados devem acionar a Justiça

    Foi a crônica de uma morte anunciada, parafraseando o livro de Gabriel Garcia Marquez. A empresa de fomento mercantil, ou factoring, Maximus Digital, que havia assumido os negócios da Alcateia Investimentos e seus 50 mil investidores, anunciou hoje que está desfazendo o negócio e encerrando as atividades.

    Em comunicado em seu site, a Maximus diz que gastou R$ 4,5 milhões de seu capital próprio para sustentar a operação, mas “em virtude do descumprimento das cláusulas contratuais por parte da Alcateia Investimentos”, a única alternativa viável foi processar a Alcateia e encerrar as atividades. A empresa não informou qual o valor total devido aos investidores.

    A Maximus, cuja sede seria em Belo Horizonte, diz ainda que, “a fim de manter a transparência e a lisura que sempre marcaram a conduta desta instituição”, informava o número da ação de rescisão contra a Alcateia, na 3ª Vara Cível do Foro Regional de Santana, em São Paulo, sob número 1003566-10 2018.8.26.0001. E que todas as demais ações serão informadas aos investidores que ainda têm saldo a receber.

    A Máximus diz ainda que, “como demonstração de boa fé”, deixou à disposição do Poder Judiciário “imóvel constituído de 50 lotes, avaliados em R$ 90.000,00 cada, no Estado de Minas Gerais, em fase de averbação”. A nota não diz em que cidade estão os lotes, que teriam um valor estimado de R$ 4,5 milhões pelo que afirma a empresa.

    A nota termina pedindo “escusas” a todos que “acreditaram em nosso projeto”, e que “infelizmente sem o repasse dos fundos provenientes da carteira de clientes originários da Alcateia Investimentos é inviável a manutenção das atividades”.

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    • Investidores já vinham há cerca de um mês reclamando em redes sociais da dificuldade em receber os valores aplicados e o descumprimento de promessas de pagamento. Alguns visitaram a sede da Maximus em Belo Horizonte, mas foram informados que ninguém aparecia por lá há algumas semanas. Os gerentes responsáveis pelas contas deixaram de atender os telefonemas e e-mails e a Maximus parou de responder às reclamações no site Reclame Aqui. Era um sinal do fim do jogo.

      É o fim de uma novela que começou há dois anos, e que entrou no radar da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) em abril do ano passado, quando a autarquia divulgou um alerta ao mercado sobre a Alcateia Investimentos, que se autodenominava um grupo de investimentos e prometia rendimentos de 0,01% a 2% ao dia. Na ocasião, a Alcateia foi assunto de reportagem do portal Arena do Pavini, chamando a atenção para os absurdos do esquema.

      Os ganhos, segundo o site da Alcateia, eram obtidos em investimentos “day trade” (nome dado a operações iniciadas e encerradas no mesmo dia) diversificados, em mercados tão distintos como ações, opções, Forex (moedas no exterior, atividade não permitida pela CVM), criptomoedas (Bitcoins), ações estrangeiras e outros não especificados. Se cumprida apenas em parte a promessa da Alcateia, com um ganho médio de 1% ao dia, o investidor teria um retorno de 22% em um mês de 20 dias úteis, ou 987% ao ano, em um momento em que os juros estavam em 11,25% ao ano. Ou seja, o equivalente a 25 anos de aplicação. Tudo isso sem risco de perdas, graças a um robô que antecipava os movimentos de todos os mercados, e ainda por cima sem tarifas ou taxas.

      A CVM alertou o mercado pela Deliberação CVM 766 que o Grupo de Investimentos Alcateia e seu sócio Regis Cristiano Leite não estavam autorizados a exercer a atividade de administração de carteiras e distribuição de valores mobiliários por não possuírem autorização do órgão regulador. Apesar dos alertas e da multa diária de R$ 5 mil, a empresa continuou captando investidores com aplicação a partir de R$ 99,00. Até uma bailarina do Domingão do Faustão, Tainá Grando, chegou a aparecer fazendo propaganda da Alcateia, afirmando que a aplicação “rendia 10 vezes mais que a poupança”, sem tarifas ou taxas.

      O esquema tinha gerentes responsáveis pelas contas, os Lobos Alfa, que incentivavam os investidores a trazer novos participantes para a Alcatéia e assim ganhar uma “comissão”, num claro movimento de pirâmide financeira. Havia o “lobo pai”, que era estimulado a trazer outros parentes, ou lobinhos, incluindo filhos, netos e bisnetos (a partir da quarta geração, a filiação à matilha já era proibida).

      A empresa não divulgava onde o dinheiro era aplicado, nem em que mercados operava, nem as corretoras ou bancos onde tinha operações, alegando “sigilo”. O mesmo sigilo era usado para não informar onde ficava a sede da empresa, como convém a todo bom covil de lobos, bem como não divulgava seu telefone de contato, mas dizia que em breve estaria inaugurando uma sede em Porto Alegre. O único meio de contato era por meio dos Lobos Alfa, que agora estão desaparecidos.

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    • Como era de se esperar, o esquema começou a desmoronar no fim do ano passado, com atrasos nos pagamentos dos resgates à medida que a captura de novos “lobinhos” se tornava mais difícil. Foi então que, surpreendentemente, em outubro do ano passado, surgiu a Máximus Digital, uma empresa de factoring, ou seja, compra de faturamento, e que também ofertava irregularmente aplicações ao público com lastro em fomento mercantil.

      Em um comunicado conjunto, a Alcateia anunciou que estava transferindo seus clientes para a Maximus Digital e esta informou que a migração de sistema de clientes terminaria em 30 de outubro deste ano. “O que significa dizer que os saques estarão indisponíveis de 24/10/2017, terça-feira, a partir das 15h, com retomada programada para dia 01/11/2017, quarta-feira, às 15h”, dizia o comunicado, que celebrava a união e era assinado pelo presidente da Alcateia, Regis Cristiano Leite, e pelo Chief Executive Officer (CEO) da Máximus, Luiz Fernando Correa. Já na ocasião, vários investidores começaram a reclamar de dificuldades em acessar suas contas e do não pagamento de resgates.

      De lá para cá, a Maximus fez vários esforços para tentar captar novos investidores e ampliar as aplicações dos atuais, com sorteios e promoções. Mas, já em 17 de dezembro, divulgou um comunicado informando que enfrentava dificuldades, pois a empresa responsável pelos pagamentos da Alcateia, a Pagbem Pagamentos, não teria dado conta de processar os saques, que saltaram de 200 a 500 por dia para 2.500.

      “Pois bem, a Pagbem Pagamentos não honrou o compromisso de liquidação dos clientes e começou uma bola de neve”, disse a Máximus em comunicado. A empresa se queixava ainda que vários clientes estavam reclamando em redes sociais “por valores irrisórios, como se a Maximus Digital não possuísse capacidade de liquidar tais solicitações.”

      Junto com as explicações para não pagar os resgates, a Maximus divulgou um novo sistema de remuneração, substituindo o ganho de até 2% ao dia por uma “atualização monetária de 1% sob (sic) o valor de todas as solicitações de saque pendentes no sistema em atraso”, sem informar a periodicidade da taxa. Além disso, ofereceu aos investidores da Alcateia a opção de se associar a Máximus, com um ganho de 0,01% ao dia composto, equivalentes ao “dobro do que uma caderneta de poupança alcança”.

      As reclamações de dificuldades em resgatar os recursos aumentaram em sites como o Reclame Aqui e nas redes sociais e grupos começaram a ser formados para acionar a Maximus na Justiça. Agora, restará aos 50 mil investidores tentar recuperar ao menos parte do dinheiro investido por meio de ações judiciais. Mas com poucas chances de sucesso.

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      • A burrice é muito grande no que tange informação, depois vai tudo reclamar para CVM KKKk

        O cara não entende nem matemática financeira e quer investir com promessas de riqueza fácil e rentabilidade astronômicas KKKK

        Isso já estava uns 3 anos falando que era pirâmide, mas ninguém acreditou KKKK

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      • Curioso que a picaretagem costuma nomear os seus “negócios mirabolantes” com alguma referência ao mundo animal.
        Já tivemos “Avestruz Master” (enfiar a cabeça num buraco, deixando o traseiro exposto), “Fazendas Reunidas Boi Gordo” (efeito marido traído) e agora “Alcatéia” (uivando dia e noite pelos próprios prejuízos).
        Só o cardume a cair na rede que é sempre o mesmo: sardinhas.
        Para ser sincero, não tenho pena alguma das últimos.
        Sds.

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  2. Tradicional loja de moda fecha após mais de 40 anos em Ipanema
    by Ancelmo Gois

    A tradicional loja de moda Dimpus, fundada em 1972, em Ipanema, na Zona Sul do Rio, colocou um aviso na porta dizendo: “Amamos o nosso Brasil, a moda, a nossa Ipanema, porém… chegou a hora de fecharmos”.

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  3. Next, banco digital do Bradesco, lança conta corrente gratuita

    SÃO PAULO – O Next, banco digital do Bradesco, lançou a conta corrente gratuita “Next Na Faixa”. Os clientes que aderirem terão cartão de crédito internacional sem anuidade e vantagens exclusivas para universitários.

    “Desde o seu lançamento, em outubro de 2017, o Next vem passando por um contínuo processo evolutivo para atender às necessidade de seus clientes, e essa novidade representa um passo fundamental”, afirma Mauricio Minas, vice-presidente do Bradesco.

    No início deste ano o Next já contava com mais de 34 mil correntistas.

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  4. Milicianos que dominam a localidade Jesuítas, em Santa Cruz, na Zona Oeste, estão expulsando moradores do condomínio Aterrado do Leme 2, do programa federal “Minha Casa, Minha Vida”, e distribuindo os apartamentos a comparsas.

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  5. Disensa no Brasil
    by Clarissa Stycer

    A LafargeHolcim, maior indústria de cimento e materiais de construção no mundo, está trazendo para o mercado brasileiro a Disensa, sua rede de varejo.

    As primeiras três lojas foram inauguradas nesse final de semana no Rio de Janeiro, e outras sete serão abertas na cidade até o fim do mês.

    O plano é iniciar a operação na região Sudeste e, no ano que vem, expandir para o resto do país. A empresa projeta 350 lojas para os próximos anos.

    Para tanto, o investimento será de US$ 8 milhões. No ano passado, a LafargeHolcim faturou R$ 1,2 bilhão no Brasil apenas com a fabricação de cimento.

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  6. Queda na Selic leva bancos a ajustar a remuneração de títulos de renda fixa

    Já não anda mais tão simples atrair o investidor para a renda fixa. Pudera. Os juros brasileiros, historicamente altos, estão no patamar mais baixo desde sempre – e seguem descendo. A expectativa do mercado financeiro é de que a Selic, taxa básica de juros do País, seja reduzida uma vez mais (para 6,75% ao ano), na reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) que começa amanhã. Para tentar garantir que o dinheiro dos clientes continue a pingar, os bancos começaram a se mexer.

    Nos últimos meses, eles vêm melhorando as condições de remuneração para quem aplica em CDBs (Certificados de Crédito Bancário) e nas letras de crédito, sejam as imobiliárias (LCIs) ou as agrícolas (LCAs). Mas, na prática, a queda da Selic foi tão intensa que os ajustes promovidos pelos bancos não conseguem compensar completamente a diferença.

    Papéis como os CDBs são vendidos pelos bancos para captar recursos e financiar suas atividades. Quem os compra, na prática, empresta dinheiro para as instituições financeiras, em troca de uma remuneração. Os CDBs e as letras de crédito mais comuns oferecem como rentabilidade um porcentual do CDI, que é a principal referência de remuneração para as aplicações de renda fixa.

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    • E é aí que as mudanças estão acontecendo. Um levantamento feito pelo aplicativo Renda Fixa a pedido do Estado mostra que, na média, os bancos elevaram o porcentual do CDI pago aos investidores do ano passado para cá, especialmente nos últimos seis meses. A pesquisa considerou o histórico de rentabilidade de CDBs, LCIs e LCAs com prazos de vencimento de um ou dois anos, com aplicação mínima de R$ 5 mil, R$ 10 mil, R$ 30 mil e R$ 50 mil, emitidos por 30 instituições de pequeno e médio porte.

      No início de 2017, a remuneração dos CDBs com aplicação mais baixa, por exemplo, era de 110% do CDI para vencimento em um ano e de 116% para dois anos. Atualmente, segundo o Renda Fixa, é possível obter taxas de 119% e 127%, respectivamente. “Não foi algo pontual. Percebemos várias instituições oferecendo taxas mais altas nos títulos bancários”, diz Vinícius Maeda, diretor de relações com investidores da consultoria Magnetis. Ao que tudo indica, é uma tentativa de manter um certo nível de atratividade diante da concorrência com investimentos menos conservadores e mais rentáveis, como os fundos multimercado.

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    • Bancos

      O movimento chegou também aos maiores bancos. No Banco do Brasil, por exemplo, a remuneração das LCAs passou de 77% para 83% do CDI nos últimos quatro meses – e a aplicação mínima, de R$ 30 mil, caiu para R$ 10 mil. “Apesar da redução dos juros, a renda fixa continua sendo uma parte importante dos investimentos dos clientes. Com o acerto das taxas, buscamos dar uma rentabilidade efetiva melhor”, diz Rodrigo Ayub, gerente executivo de captação do banco.

      Melhor sim, mas nem de longe superior ao que já foi. Um CDB hipotético que oferecesse 100% do CDI em janeiro de 2017 teria rendido 9,95% ao longo do ano, quando os juros estavam mais altos. Hoje, mesmo que a taxa fosse elevada para supostos 105% do CDI, a rentabilidade efetiva em um ano seria bem menor, de 7,23%, aponta a Magnetis.

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    • Oportunidades

      A regra, agora, é manter os olhos abertos para as oportunidades. O banco Daycoval, por exemplo, iniciou uma campanha, na semana passada, oferecendo LCIs e LCAs com taxa de 95,5% do CDI, e para valores tão baixos quanto R$ 1 mil. A remuneração, até então, ficava na faixa de 94%. “Foi uma estratégia que encontramos para conquistar novos clientes”, diz Maurício Carlos Giarrante, superintendente de captação do Daycoval.

      Especialistas, no entanto, recomendam que cada oferta seja estudada com atenção. Em troca de uma rentabilidade melhor, os papéis de bancos como o Daycoval exigem uma permanência maior. Em geral, não é possível resgatar o dinheiro antes do vencimento, que pode variar de poucos meses a alguns anos. “É preciso combinar os prazos dos produtos com as necessidades do investidor”, diz Felipe Cesar Giacomini Ferreira, planejador financeiro certificado pela Associação Brasileira de Planejadores Financeiros (Planejar). As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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    • Bigode: O mundo anda muito louco e que sustenta mercado são injeções de dinheiro feitas pelos quatro bancos centrais.

      Não da para saber!
      porque no caso japonês o banco central sustenta estes bancos quebrados ” conhecidos como banco zumbis” por anos a fio e o melhor com dinheiro do contribuinte.

      Acredito que seja mesma coisa com deutchebank, alias os bancos europeus estão ferrados já que não conseguem repassar spread com taxa de juros negativas , além disso tem que absorver custos maiores.

      A saída é transformar o banco em vendedores de produtos, coisa que no Brasil já vem ocorrendo há alguns anos.

      Grande parte do produto bancário vai vir de serviços oferecidos em detrimento de crédito direcionado.

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  7. Para quem lembra do rolo BR Properties / BC Fund… lá se vai a jóia da coroa!

    Petrobras deixa de locar área de 30 mil m² da BR Properties no Rio
    Por Chiara Quintão | Valor SÃO PAULO –

    A BR Properties informou nesta sexta-feira (2) que a Petrobras vai devolver 30,6 mil metros quadrados ocupados por sua área de exploração no empreendimento Ventura Corporate Towers, localizado no Rio de Janeiro. Desse total, os 8.740metros quadrados que eram ocupados pela estatal na Torre Oeste do complexo já foram entregues à companhia de propriedades comerciais. Por volta do meio-dia, as ações da BR Properties tinham queda de 2,90% na B3, cotadas a R$ 10,37…

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  8. Alguém tem mais informações sobre isto:

    Em pregão, Estado de SP define gestor de Fundo Imobiliário
    Medida inédita visa otimizar e racionalizar os recursos públicos disponíveis; empresa que venceu certame no valor de quase R$ 1 bilhão
    ter, 30/01/2018 – 16h27 |
    Do Portal do Governo

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    • O governo do Estado de São Paulo promoveu nesta terça-feira (30) o pregão para contratação de serviços técnicos especializados para estruturação, administração, custódia e operação do Fundo de Investimentos Imobiliário do Estado de São Paulo (FII).

      O certame foi realizado na sede da Secretaria da Fazenda e teve como vencedor uma corretora, que ficará responsável pela administração do fundo por cinco anos, prazo que pode ser prorrogado.

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    • “Hoje é um dia importante, novamente de inovação. Nós criamos o primeiro fundo imobiliário no Brasil e hoje fizemos a licitação para a contratação do consórcio administrador e do operador imobiliário. O Estado tem 30 mil imóveis, muitos deles acabam sendo vendidos, o custo de manutenção é muito alto e o governo não sabe operar no mercado imobiliário”, disse Alckmin logo após a definição.

      O Fundo de Investimento Imobiliário do Estado de São Paulo conta com um portfólio de 264 imóveis de um estoque de mais de 5 mil, presentes em todas as regiões do Estado e avaliados inicialmente em R$ 972 milhões.

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    • “Estamos criando um fundo imobiliário único e público que poderá vender os imóveis, fazer incorporação, permutar. Estamos colocando inicialmente imóveis que somam quase R$ 1 bilhão de reais. Imagine quantos imóveis públicos existem no Brasil e o custo para manter”, completou o governador.

      Desta forma, o Estado criou uma espécie de imobiliária pública. Nessa primeira oferta ao mercado, foram selecionados imóveis com documentação regularizada e que podem ser vendidos com mais facilidade. No estoque, estão contemplados imóveis comerciais, residenciais, terrenos, barracões, oficinas e ginásios incorporados pelo Estado ao longo do tempo.

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    • São Paulo é pioneiro na criação de um mecanismo para otimizar e racionalizar os recursos públicos disponíveis com a venda de imóveis, que representa não apenas o ingresso de valores no Tesouro Estadual, mas também uma importante redução de despesas administrativas e de custeio.

      A Companhia Paulista de Parcerias – CPP, ligada a Secretaria da Fazenda, será responsável por conduzir a licitação, contratar o administrador e acompanhar a gestão do fundo com o agente privado.

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    • O consórcio formado por corretora e gestora de recursos, venceu o pregão desta terça-feira (30) e vai administrar e operar o fundo imobiliário criado pelo Estado de São Paulo para vender 267 dos seus 5.000 imóveis em estoque.

      A corretora ficará responsável pelo FII (Fundo de Investimentos Imobiliário) por cinco anos, prazo que pode ser prorrogado.

      “Depois de dois anos, o governo pode reavaliar o consórcio e nossa performance. Mas a corretora tem um braço muito forte em administração de fundos, temos mais de R$ 30 bilhões sob administração. Estudamos o edital, percorremos os imóveis e estamos entrando para fazer o melhor trabalho possível”, disse Marcelo diretor da corretora.

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      • “O Estado tem 30 mil imóveis, muitos deles acabam sendo vendidos, o custo de manutenção é muito alto e o governo não sabe operar no mercado imobiliário”, disse o governador Geraldo Alckmin (PSDB) logo após a definição do certame.

        O portfólio do fundo foi avaliado pelo governo inicialmente em R$ 972 milhões.

        Nessa primeira oferta ao mercado, foram selecionados imóveis com documentação regularizada e que o governo considera que podem ser vendidos com mais facilidade. No estoque, há unidades comerciais, residenciais, terrenos, barracões, oficinas e ginásios.

        A maioria deles (188) está localizada na região metropolitana de São Paulo, mas há também opções em cidades do interior e propriedades rurais distribuídas por 57 municípios.

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      • Alguns imóveis estão desocupados, outros, não, como um pátio de veículos da Polícia Civil na Mooca (zona leste), ou há ocupação irregular.

        Além da alienação dos imóveis, outras negociações serão possíveis, como permutas ou participações do governo em eventuais investimentos nos terrenos. Hoje, o governo só pode receber pela venda de um imóvel em dinheiro.

        “O principal objetivo do fundo é a alienação dos imóveis. Vamos analisar caso a caso e direcionar a melhor saída, podemos alugar ou propor uma incorporação, por exemplo”, explica Marcelo.

        A CPP (Companhia Paulista de Parcerias), ligada à Secretaria da Fazenda, será responsável por conduzir a licitação, contratar o administrador e acompanhar a gestão do fundo.

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  9. Assalto real de moeda virtual: homens armados roubam Bitcoins no Reino Unido

    A disparada dos preços do Bitcoin está chamando a atenção dos ladrões também. Um britânico que administra uma empresa de negociação de criptomoedas foi ontem forçado a transferir uma quantidade não revelada de Bitcoins a quatro homens sob ameaça de uma arma. As informações são do site Coindesk e de agências internacionais.

    saiba mais: https://tetznerinvest.wordpress.com/bitcoin/comment-page-3/#comment-17019

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  10. Prefeitura do Rio vai cobrar IPTU de imóveis vazios na Vila dos Atletas
    by Lauro Jardim

    Não bastasse o encalhe superlativo de 3,4 mil apartamentos do supercondomínio onde foi montada a Vila dos Atletas na Olimpíada, Carlos Carvalho vai arcar com mais um gasto este ano: a Prefeitura do Rio de Janeiro passou a cobrar o IPTU dos imóveis vazios. O dono da Carvalho Hosken terá que tirar do bolso R$ 20 milhões.

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  11. Fundo gigante americano quer comprar ativos ‘tóxicos’ da Caixa Econômica Federal
    Ancelmo Gois

    Ativos tóxicos

    O gigante americano Cerberus Capital Management, fundo que administra mais de US$ 25 bilhões, conversou, semana passada, com a Caixa Econômica Federal.

    Quer comprar, com desconto no valor de face, claro, os chamados ativos “tóxicos” da instituição, como são chamados os empréstimos para devedores duvidosos.

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