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6.740 comentários sobre “Notícias

  1. Drones atacam dois grandes centros de petróleo na Arábia Saudita. [O Globo]
    Maior campo de processamento de petróleo do mundo sofre ataque [Estadão]
    Arábia Saudita corta pela metade produção de petróleo após ataques de drones [Valor]

    … A Arábia Saudita cortou pela metade sua produção de petróleo depois de ataques com drones atingirem duas instalações da empresa Aramco, causando incêndios. A companhia reduziu a produção em cerca de 5 milhões de barris diários depois do ataque à planta de Abqaiq. Vale notar que a Arábia Saudita produz quase 10 milhões de barris por dia …

    >>> Em condições normais de temperatura e pressão … o OIL teria que dar uma “disparadinha” (das boas!!) na segundona. Ato contínuo … as ações da PETR acompanhariam bem!! acompanhado. A conferir …

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    • SINCERAMENTE !!! Já estão falando em preço do barril em “TRIPLE DIGITS” …

      [Tradução] … afetando 5% da produção diária de petróleo do mundo. E embora a Aramco esteja confiante de que você pode se recuperar rapidamente, se não puder, no entanto, o mundo poderá enfrentar uma produção curta de até 150MM de barris por mês. Um resultado que poderia enviar os preços do petróleo para os três dígitos …

      >>>> Prá que esse chilique todo!! 95% da produção está INTACTA ! E há literalmente centenas de produtores ávidos por vender OIL …

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    • O barril de petróleo Brent está sendo negociado a US$ 70,98 por barril nos mercados futuros de petróleo neste domingo, 15, um aumento de 18% em relação ao fechamento de sexta-feira de US$ 60,15. O petróleo intermediário de referência dos EUA abriu a US$ 61,27 por barril, uma subida de 12%.

      E o “analista”: … “Uma interrupção no fornecimento nessa escala é um evento extraordinário”, disse Pavel Molchanov, analista de petróleo da Raymond James, ao jornal Washington Post. “Nenhuma interrupção única nessa escala ocorreu em décadas.” …

      >>> O mundo consume 100 MM bpd. 95 MM estÃo fortes e punjantes. Se 5% causam 20% de aumento … sí fico imaginando 5x mais escassez (80% ainda intactos!!!): o preço sobe 100%. A curva do gráfico, para mim, não fecha … Q venha a PETR amanhã 🤑🤑🤑🤑🤑🤑

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  2. Even divulga os resultados do 2T19

    São Paulo, 14 de agosto de 2019 – A Even Construtora e Incorporadora S.A. – EVEN (B3: EVEN3), com atuação em São Paulo, Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul e foco nos empreendimentos residenciais a partir de R$250 mil, anuncia sua divulgação dos resultados do segundo trimestre de 2019.

    Geração de Caixa recorde de R$ 112 milhões no trimestre;
    VSO trimestral de 20,5%, melhor VSO desde 2013;
    Venda líquida de R$ 493 milhões no trimestre;
    Menor patamar de distratos dos últimos 4 anos;
    Alavancagem de 34,2% no 2T19, vs. 42,9% no 2T18.

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    • te-tec sempre te-tec…

      Eztec_header_2018

      Divulgação de Resultados 2T19

      EZTEC entrega Lucro Líquido de R$94,9 milhões e Margem Líquida de 58,6% no 2T19

      São Paulo, 14 de agosto de 2019 – A EZTEC S.A. (B3: EZTC3), com 40 anos de existência, se destaca como uma das Companhias com maior lucratividade do setor de construção e incorporação no Brasil. A Companhia anuncia os resultados do segundo trimestre de 2019 (2T19). As informações operacionais e financeiras da EZTEC, exceto onde indicado de outra forma, são apresentadas com base em números consolidados e em Milhares de Reais (R$), preparadas de acordo com as Práticas Contábeis Adotadas no Brasil (“BR GAAP”) e as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) aplicáveis a entidades de incorporação imobiliária no Brasil, como aprovadas pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC), pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM) e pelo Conselho Federal de Contabilidade (CFC).

      A partir de 1° de janeiro de 2013, entraram em vigor as normas IFRS 10 e IFRS 11, que tratam de operações controladas em conjunto. Adotando o normativo CPC 19, uma parcela dos ativos e passivos, receitas e despesas deixaram de ser consolidadas proporcionalmente. Essa adoção não impacta o Patrimônio Líquido e Resultado da Companhia.

      DESTAQUES FINANCEIROS E OPERACIONAIS:

      A EZTEC encerrou o 2T19 com posição de Caixa Líquido, de R$349,0 milhões, além de deter R$534,8 milhões em Recebíveis de empreendimentos imobiliários Performados. No período, houve Queima de Caixa de R$3,0 milhões, levando à posição de Caixa, Equivalentes de Caixa e Aplicações Financeiras de R$420,8 milhões e dívidas de R$71,8 milhões, provenientes de financiamento SFH;
      A Receita Líquida atingiu R$308,2 milhões em 1S19;
      O Lucro Bruto foi de R$117,6 milhões, para uma Margem Bruta de 38,2% em 1S19;
      O Lucro Líquido atingiu R$112,2 milhões, com Margem Líquida de 36,4% em 1S19;
      As Vendas Líquidas, participação EZTEC, atingiram R$675,7 milhões em 1S19, valor líquido de distratos; e
      Em 30 de junho de 2019, o Estoque de Terrenos totalizou R$5,8 bilhões em VGV próprio. O custo médio de aquisição dos terrenos, incluindo os custos com o aumento do potencial construtivo, está em 14% do VGV.

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  3. Fundos têm fortes perdas com Argentina
    Por Ben Bartenstein | Bloomberg

    A forte desvalorização dos ativos da Argentina trouxe perdas para alguns dos maiores gestores de recursos dos Estados Unidos. Fundos com alta exposição à Argentina despencaram na segunda-feira depois da derrota do presidente Mauricio Macri nas eleições primárias do fim de semana.

    O maior perdedor entre fundos de mercados emergentes com pelo menos US$ 1 bilhão em ativos foi o Templeton Emerging Markets Bond Fund, com ativos de US$ 13 bilhões, com queda de 3,5%, segundo dados compilados pela Bloomberg. Foi a maior queda diária desde a crise financeira global de outubro de 2008. Uma porta-voz da Franklin Templeton não quis dar entrevista.

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  4. HELBOR EMPREENDIMENTOS S.A. ANUNCIA OS RESULTADOS DO 2T19
    Geração de caixa líquida de R$ 100,3 milhões no trimestre

    Aluguel de 6 empreendimentos em contratos de longo prazo

    Mogi das Cruzes, 13 de Agosto de 2019 – A Helbor Empreendimentos S.A. (B3: HBOR3), incorporadora residencial e comercial com presença em 10 estados, abrangendo 28 cidades brasileiras, anuncia hoje seus resultados do segundo trimestre de 2019 (2T19). As informações trimestrais apresentadas foram comparadas com o 1T19 e 2T18. As demonstrações financeiras consolidadas foram preparadas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil que compreendem as normas da Comissão de Valores Mobiliários (CVM), as orientações técnicas e interpretações do Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC) e estão em conformidade com os padrões internacionais de contabilidade (International Financial Reporting Standards – IFRS) aplicáveis a entidades de incorporação imobiliária no Brasil e pelo Conselho Federal de Contabilidade (CFC).

    A Companhia concluiu no 2T19 duas operações financeiras estruturadas através de certificados de recebíveis imobiliários (CRI) envolvendo contratos de locação de empreendimentos comerciais e estoque de unidades prontas, tendo como objetivo, a redução de custos financeiros e operacionais e alongamento do perfil de sua dívida.
    As Vendas Totais Contratadas atingiram R$ 400,3 milhões, sendo as Vendas parte Helbor equivalentes a R$ 301,8 milhões, 37,2% superior ao 1T19, e 17,5% superior ao 2T18.
    Os Lançamentos Totais no 1º semestre de 2019 superaram em 57,8% os lançamentos no 1º semestre de 2018 e atingiram R$ 419,5 milhões, sendo R$ 273,2 milhões a parte Helbor, correspondendo a três novos empreendimentos.
    As Vendas sobre Oferta (VSO), considerando-se a parte Helbor, atingiram 13,3% no trimestre, aumento de 361 bps em relação ao 1T19.
    A Receita Operacional Líquida aumentou 242,7% comparada com o mesmo trimestre do ano anterior (2T18), atingindo R$ 335,9 milhões.
    O Lucro Bruto totalizou o R$ 52,1 milhões no 2T19, com Margem Bruta de 15,5% e Margem Bruta Ajustada de 23,2%.
    O Prejuízo Líquido resultou no valor de R$ 17,0 milhões no 2T19, com Margem Líquida de -5,1%.
    O Endividamento Líquido no 2T19 reduziu-se em 6,5% em relação ao 1T19 e 16,0% em relação ao 2T18, representando uma geração de caixa líquida de R$ 100,3 milhões no trimestre.
    A empresa assinou contratos de locação de longo prazo envolvendo 6 de seus empreendimentos comerciais, e uma área locável total de 44,8 mil m2, com inquilinos como o We Work, Grupo Ânima e Unimed Rio.

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  5. Nova CPMF é uma péssima ideia
    Tentativa de recriar imposto põe em questão a capacidade do governo de reerguer economia

    O descaminho da reforma tributária põe em xeque as expectativas sobre a capacidade do governo Jair Bolsonaro de recuperar a economia. O principal ponto de atenção é a tentativa de recriar um imposto sobre contribuições financeiras.

    Denominado Contribuição Previdenciária (CP) e imaginado como forma e suprir a deficiência de arrecadação criada pelo fim da contribuição das empresas sobre a folha de pagamento, o novo imposto ressuscitou o pior fantasma tributário na mente do brasileiro: a CPMF, o imposto do cheque extinto pelo Congresso em 2007.

    O governo argumenta que o novo imposto seria distinto e tenta apresentá-lo como um forma de taxação mais adequada, por atingir também setores informais e simplificar a arrecadação. Não apresenta nenhum embasamento acadêmico para tal afirmativa.

    A verdade é que não existe. Todas as evidências recolhidas por economistas a respeito dos impostos sobre transações financeiras atestam o contrário do que o governo pensa a respeito. Taxas nos moldes da CPMF ou da CP apresentam três defeitos.

    Primeiro, incentivam a circulação de recursos fora do sistema bancário e as transações em dinheiro vivo. Os valores imaginados pelo governo para a alíquota desejada não levam em conta tal mecanismo. Levantamentos feitos com dados da época da CPMF sugerem que a arrecadação cairia até 40% sobre os patamares aventados. Se aumentar a alíquota para tentar recuperá-la, o governo estará diante do impasse clássico do taxador, pois estimulará ainda mais a sonegação.

    Segundo, induzem a ineficiência produtiva. No formato proposto pelo goveno, a tal CP seria cobrada nas duas pontas da transação financeira, tanto de quem compra quanto de quem vende produtos e serviços. Ao contrário de impostos sobre o valor adicionado, incidiria várias vezes sobre a mesma cadeia de produção e estimularia as empresas a concentrar atividades internamente. A verticalização diminuiria o ganho trazido pela competição dessas atividades no mercado e reduziria ainda mais a já exígua produtividade da economia brasileira.

    Terceiro, são injustas, pois recaem de modo uniforme sobre todas as transações. Impõem os mesmos custos a todo tipo de contribuinte. É compreensível que alguns empresários vejam vantagem na CP em relação à contribuição sobre a folha de pagamento, pois passariam a dividi-la com todos os consumidores. O cidadão comum, em especial o mais pobre, ficaria com a conta.

    Não é de hoje que o secretário da Receita Federal, Marcos Cintra, tem uma espécie de fetiche pela cobrança de impostos nas transações financeiras. Ele foi, nos anos 1980, o autor original da proposta do “imposto único”, ressuscitada por um grupo de empresários interessados em extinguir as demais formas de taxação (este post explica por que tal ideia não passa de delírio).

    A CP proposta do governo guarda mais semelhança com a velha CPMF que com a fantasia do imposto único. É rechaçada por economistas de todas as correntes, liberais e desenvolvimentistas – quase por unanimidade, feito surpreendente em nossa cena conflagrada.

    O presidente da Câmara, Rodrigo Maia instalou a Comissão Especial da reforma tributária logo depois da aprovação da reforma da Previdência no primeiro turno, com base na proposta do Centro de Cidadania Fiscal (CCiF), apresentada pelo deputado Baleia Rossi.

    Ela diverge da proposta que deverá ser encaminhada ao Congresso por Cintra ao unificar, num novo imposto sobre valor adicionado, dois impostos estaduais e municipais além de três federais. Caberá ao Parlamento decidir se adota essa ideia ou a do governo, que reúne apenas os federais. A tentativa de ressuscitar o imposto sobre transações financeiras contribui apenas para tornar o cenário da reforma tributária mais turvo.

    Maia já declarou que ela não tem condição alguma de prosperar no Congresso. Poderá ter, contudo, um efeito político nefasto. Pacificados pela tramitação da reforma da Previdência, Executivo e Legislativo deverão voltar a se afastar. A nova CPMF é um alvo fácil de atacar, pois desperta repúdio instantâneo na população. É o pretexto ideal para qualquer congressista que queira distância deste governo num momento em que a economia estagnada não esboça reação.

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  6. DIRECIONAL ANUNCIA GERAÇÃO DE CAIXA DE R$ 107 MILHÕES E LUCRO LÍQUIDO DE R$ 26 MILHÕES NO 2T19. MARGEM BRUTA AJUSTADA ALCANÇA 34%.

    Belo Horizonte, 12 de agosto de 2019 — A Direcional Engenharia S.A., uma das maiores incorporadoras e construtoras do Brasil, com foco no desenvolvimento de empreendimentos populares de grande porte e atuação em todas as regiões do território Nacional, divulga seus resultados referentes ao 2º trimestre de 2019 (2T19).

    Lucro Líquido: no 2T19 o Lucro Líquido atingiu R$ 26 milhões, melhor dos últimos 3 anos.
    Recorde de Lançamentos de Incorporação: VGV de R$ 562 milhões no 2T19. No acumulado dos últimos 12 meses o valor ultrapassa R$ 1,9 bilhão.
    Geração de caixa R$ 107 milhões no 2T19, equivalente a 6% do valor de mercado da Companhia.
    Melhor Margem Bruta Ajustada desde 2009: 34%.
    Margem Bruta Ajustada no Segmento MCMV atinge 38%.
    ROE anualizado de 8,2%.

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    • São Carlos Anuncia os Resultados do 2T19

      São Paulo, 12 de agosto de 2019 – A São Carlos Empreendimentos e Participações S.A. (B3: SCAR3), anuncia hoje seus resultados referentes ao segundo trimestre de 2019.

      PRINCIPAIS DESTAQUES

      Receita bruta com locações atinge R$ 62,8 milhões no trimestre, um crescimento de 5,5% em relação ao 2T18. Na mesma base de ativos, o crescimento da receita foi de 5,8%
      Performance financeira consistente, com crescimento do EBITDA de 6,0%, atingindo R$ 44,3 milhões e destaque para o crescimento do FFO de 50,0% no trimestre, alcançando R$ 17,4 milhões
      Lucro líquido alcança R$ 60,0 milhões no 2T19, impulsionado pela venda dos terrenos no empreendimento Jardim Tietê. O lucro líquido recorrente totaliza R$ 6,9 milhões no 2T19, um crescimento de 4,9 vezes o lucro líquido do 2T18 de R$ 1,4 milhão
      NAV (net asset value) por ação atinge R$ 55,6, um aumento de 5,7% em relação ao 2T18
      Portfólio encerra o trimestre com taxas de vacância física e financeira de 15,2% e 13,2%, respectivamente, substancialmente abaixo das médias de mercado
      Captação de financiamento no montante de R$ 150 milhões ao custo anual equivalente a 102% do CDI e liquidação de dívidas no montante de R$ 125,5 milhões com custo médio de 10,1% ao ano. A alavancagem da Companhia se reduziu para 5,1x dívida líquida sobre EBITDA, contra 5,6x no 2T18

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