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  1. CCR opera em queda com suspeita de superfaturamento; ações foram suspensas

    As ações da concessionária de rodovias CCR (SA:CCRO3) operam em queda na bolsa paulista na manhã desta quarta-feira, após matéria do jornal Valor Econômico apontar superfaturamento de contratos com empreiteiras para abastecimento de esquema de caixa dois. Os papéis são negociados a R$ 14,00, baixa de 1,34%, às 11:39.

    O Valor teve acesso a depoimentos de ex-executivos ao Ministério Público do Estado de São Paulo (MP-SP). A CCR superfaturou contratos de prestação de serviços com construtoras em 2012 em aproximadamente R$ 13 milhões a valores de hoje. O esquema é semelhante ao da CCR com o doleiro Adir Assad, que desviava dinheiro de contratos de publicidade e destinava para políticos entre 2009 e 2012.

    Em fato relevante divulgado nesta manhã, a CCR disse estar impedida de fazer comentário sobre o caso, alegando sigilo. As ações da companhia tiveram as negociações suspensas com a divulgação do comunicado.

    A empresa reiterou no fato relevante que tomou medidas de aprimoramento dos mecanismos de controle e da estrutura da governança corporativa. Além disso, alegou que não há administradores da companhia ou de empresas ligadas ao Grupo CCR nas ilicitudes investigadas, e que a apuração do Comitê Independente constituído pelo grupo vai ser apresentada às autoridades competentes.

    Termo de Autocomposição
    A CCR se comprometeu em novembro a um Termo de Autocomposição após o MP-SP apurar os esquemas com o doleiro e as empreiteiras. A concessionária se comprometeu a pagar uma multa de R$ 81,5 milhões. Na época de assinatura do acordo, o MP-SP disse não ter sido comprovado se o repasse de dinheiro a políticos resultou em benefício ao Grupo CCR. Caso sejam descobertas novas irregularidades, o acordo de autocomposição é rompido e novas investigações abertas

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  2. Crédito imobiliário cresce 15% em 2018; projeção é mais 7% este ano
    Pavini

    O volume de empréstimos imobiliários cresceu 15% em 2018, para R$ R$ 117 bilhões , o melhor saldo desde 2015, informou hoje a Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip). Por segmento, a carteira de crédito com recursos de poupança, do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimos (SBPE) cresceu 33%, para R$ 57 bilhões, e a com recursos do FGTS para moradia popular aumentou 2%, para R$ 60 bilhões.

    “O mercado financeiro voltou a financiar imóveis com recursos da poupança após três anos de crise, antecipando-se ao novo cenário de crescimento da economia”, afirma Gilberto Duarte de Abreu Filho, presidente da Abecip. Segundo ele, a expectativa no começo do ano era de crescimento de 11%. “Mas foi uma reação a uma base ainda baixa”, lembrou.

    Segundo ele, a expectativa é de que este ano a carteira cresça 7% no total, com aumento de 20% no SBPE e queda de 5% no crédito com FGTS, terminando 2019 com R$ 126 bilhões. “Há maior apetite dos bancos em emprestar para a casa própria e as empresas também estão voltando a investir e a procurar crédito para novos projetos, que tem prazo de maturação de três anos”, explica.

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    • No ano passado, os financiamentos para pessoas físicas cresceram 30,4%, para R$ 44,3 bilhões, sendo 26,4% no caso de imóveis novos e 35% em usados. Já o crédito para empresas cresceu 43%.

      Para Abreu Filho, os juros do crédito imobiliário estão hoje nos menores níveis da história, chegando a 8,8% ao ano, e os preços dos imóveis ainda não começaram a se recuperar, o que torna o momento atual interessante para quem pensa em comprar imóvel para moradia. Segundo ele, com juros de 8,8%, quem comprar um imóvel financiado dando 30% de entrada pagará uma prestação igual ao aluguel. “O custo é o mesmo do aluguel, com a vantagem da compra do imóvel”, afirma.

      O presidente da Abecip acredita que a Letra Imobiliária Garantida (LIG), recém-criada pelo Banco Central, deve se tornar a grande fonte do crédito imobiliário alternativa a caderneta de poupança. “A LIG deve substituir as Letras de Crédito Imobiliário (LCI), papéis de prazo mais curto, que hoje chegam a R$ 156 bilhões hoje”, diz

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