PQDP11 – Parque Dom Pedro Shopping Center

O Fundo é administrado pelo BTG Pactual, em regime de condomínio fechado, com prazo indeterminado de duração.

Seu objetivo foi a aquisição da fração de 15% do Shopping Parque Dom Pedro em Campinas –  SP, visando a exploração comercial do empreendimento com locação.

PQDP11

Trata-se portanto de um FII de Tijolo – Shoppings Centers.

O Shopping tem 185 mil m² de área construída, pertence ao grupo português Sonae e seu projeto foi inspirado em parques temáticos.

Conta com 404 lojas sendo: 31 âncoras, 314 satélites, 59 de alimentação, 15 de cinemas, teatro, área de serviço e lazer; além de 8.000 vagas de garagem.

Taxas:
Administração: 0,23%a.a. sobre patrimônio liquido (mínimo R$ 20.000,00 mensais corrido pelo IGPM).

RI: sh-contato-fundoimobiliario@btgpactual.com

Tutor do FII: Mbp77

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814 comentários sobre “PQDP11 – Parque Dom Pedro Shopping Center

  1. Resultado do mês de junho-17 foi de R$ 14,099…. fizeram uma retenção a título de reserva de contingência de $ 169 mil…O caixa fundo está com quase R$ 11 milhões.. Não entendo este BTG Pactual… tenho este fundo porque a Sonae administra o shopping … Se não já tinha caído fora !!!

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  2. É possível acontecer um split com a PQDP11? Não sei se com Fii isso acontece ou se é comum acontecer, desde que comecei a acompanhar estou vendo que o gigante não para de crescer e o valor da cota já ta quase mordendo os R$ 3.000, vocês acreditam que em algum momento vai rolar uma divisão de ações?

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  3. Alguns meses atras, lembro que vi alguns comentários aqui sobre a possível saída da Fnac do Brasil e algumas especulações sobre o que aconteceria com a loja do shopping Dom Pedro, hoje saiu a noticia (no globo e na folha) que a Livraria Cultura comprou as operações da Fnac no Brasil.

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    • Bem lembrado Caio

      eu li a notícia há pouco, segue:

      Livraria Cultura compra operações da Fnac no Brasil

      Rede francesa licenciará a marca e fará uma recapitalização para melhorar sua posição de mercado; valor da operação não foi revelado.

      A Livraria Cultura comprou as operações da rede francesa de livros e produtos eletrônicos Fnac Darty no Brasil, anunciaram as duas empresas por comunicado nesta quarta-feira (19).

      O valor da operação não foi informado.

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      • A Fnac Darty licenciará a marca Fnac e fará uma recapitalização para ajudar a melhorar sua posição de mercado.

        Para a rede francesa, o acordo vai permitir à Livraria Cultura “diversificar sua atividade” com os produtos técnicos da empresa.

        Segundo o presidente do Conselho de Administração da Livraria Cultura, Pedro Herz, a conclusão da venda deve ocorrer “nas próximas semanas”.

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      • Operações no Brasil

        Varejista de produtos editoriais e eletrônicos, a Fnac possui 12 lojas em sete estados brasileiros e atividades de comércio eletrônico.

        A companhia opera no Brasil desde 1999 e emprega hoje cerca de 550 funcionários. Segundo o grupo francês, as operações no Brasil são responsáveis por menos 2% das vendas anuais do grupo, de 7,4 bilhões de euros.

        A unidade brasileira da Fnac estava entre várias empresas de varejo de eletrodomésticos e eletrônicos colocados à venda depois que o modelo de negócios de lojas amplas e baixo giro de estoque se tornou cada vez mais insustentável na pior recessão vivida pelo Brasil, destaca a Reuters.

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      • Em fevereiro, a Fnac anunciou a intenção de se retirar do Brasil, ao mesmo tempo em que indicou que a companhia havia registrado um resultado líquido em equilíbrio (zero) em 2016.

        A Fnac já havia apontado, há alguns anos, dificuldades para atingir um nível crítico no país.

        Já a Livraria Cultura foi fundada há cerca de 70 anos e tem hoje 18 lojas, além da operação de comércio eletrônico. O faturamento em 2016 foi de R$ 380 milhões.

        Segundo a empresa, a união entre os dois grupos criará “valores e sinergias, compartilhando culturas similares” e permitirá que a empresa “diversifique seus negócios adicionando novas linhas dos produtos e serviços”.

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    • “O mercado de livros foi surpreendido com a venda da Fnac Brasil (12 lojas) para a endividada Livraria Cultura, que desde o ano passado tem deixado de cumprir compromissos com as editoras — ou seja, o pagamento pelos livros vendidos.

      Como se explica, então, o negócio?

      A Fnac está botando R$ 150 milhões no negócio para sair com zero. Com esse dinheiro, a Cultura renegociará seus passivos com os bancos e cria a sinergia entre as duas operações para torná-las enxutas e rentáveis.

      A dívida da Cultura com bancos é de cerca de R$ 60 milhões. Já a Fnac não tem dívidas com a banca. O dinheiro vai financiar o fluxo de caixa negativo das empresas, rompimento em contratos de aluguel e pagamento de impostos.”

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  4. Boa noite.
    Só umas observações a respeito do PQDQ. Trabalho ao lado do Alphaville de Campinas e vou sempre nesse shopping.
    Realmente o T-Rex está sendo muito comentado aqui na região. Antes da estréia tinha muita gente na espectativa e agora muitas reclamando do valor do ingresso. Quando passei pela bilheteria o valor era de $100,00 ou $110,00 a inteira, não me lembro exatamente mas.parece ser.legal e só de irem ver ja aumenta o público e consequentemente o consumo.
    De uns anos pra cá melhorou a imagem do shopping que antes era visto como shopping de povão e alguns anos atrás com a abertura da Alameda ( uma área externa que liga ao outro lado do shopping com lojas novas e restaurantes bons como o Madero por ex. entre outros) está sendo mais frequentado por pessoas com poder aquisitivo maior.
    Na.minha opinião estão fazendo um bom trabalho. Sempre inovando e gosto de ir lá.
    Sou novato em Fii e.nao consigo dar informações técnicas, mas quem sabe um dia rs. Pelo que entendi esse fundo é bom né!?
    Abss

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  5. “T-Rex Park”, parque de dinossauros, é inaugurado em Campinas (SP)

    Atração deve ser aberta no fim de junho, perto das férias escolares de julho. Espaço reúne montanha-russa e roda-gigante

    “T-Rex Park” é um parque habitado por dinossauros e brinquedos para crianças, será inaugurado em Campinas (São Paulo) no fim de junho. Com 7 mil quadrados de área, a atração ocupa a área externa do Parque D. Pedro Shopping.

    Além de dinossauros animatrônicos, o parque deve reunir montanha-russa, roda-gigante, passeio de jipe na floresta, skyloop e outras atrações.

    Claramente inspirado nos filmes da franquia “Jurassic Park” (“O Parque dos Dinossauros”), o parque é criação da empresa D32 Entertainments.

    A produtora, especializada em montar atrações de grande porte em shopping centers, trouxe a exposição “O Mundo dos Dinossauros” para o Brasil. A versão mais recente, ao ar livre, está montada no Zoológico de São Paulo desde o segundo semestre de 2014.

    Agradecimento: amigo Mão Forte (informação de valor é com o nosso forte).

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