PQDP11 – Parque Dom Pedro Shopping Center

O Fundo é administrado pelo BTG Pactual, em regime de condomínio fechado, com prazo indeterminado de duração.

Seu objetivo foi a aquisição da fração de 15% do Shopping Parque Dom Pedro em Campinas –  SP, visando a exploração comercial do empreendimento com locação.

PQDP11

Trata-se portanto de um FII de Tijolo – Shoppings Centers.

O Shopping tem 185 mil m² de área construída, pertence ao grupo português Sonae e seu projeto foi inspirado em parques temáticos.

Conta com 404 lojas sendo: 31 âncoras, 314 satélites, 59 de alimentação, 15 de cinemas, teatro, área de serviço e lazer; além de 8.000 vagas de garagem.

Taxas:
Administração: 0,23%a.a. sobre patrimônio liquido (mínimo R$ 20.000,00 mensais corrido pelo IGPM).

RI: sh-contato-fundoimobiliario@btgpactual.com

Tutor do FII: Mbp77

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638 comentários sobre “PQDP11 – Parque Dom Pedro Shopping Center

  1. Dados do último Informe Mensal (Janeiro/17 – referência Dezembro/16):

    Receita de vendas: R$ 186.455.916 (aumento de puco mais de 3% sobre mesmo mês de 2015)
    Receita de Estacionamento:R$ 2.908.099
    Fluxo de Veículos: 697.740
    Fluxo de Pessoas: 2.171.894

    Cotistas 2.495
    Patrimônio Líquido R$ 604.035.613,43
    Valor Patrimonial/Cota R$ 2.532,89
    Quantidade de Cotas 238.477

    Negociação no mês de dezembro/16

    Cotas negociadas: 1.899
    Cotação de fechamento: R$ 1.971,00
    Volume: R$ 3.738.640

    No final de dezembro/2016, a taxa de ocupação do imóvel era de 98,4% com 10 lojas vagas.

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  2. Rendimentos SHDP11B
    Data-base (último dia de negociação “com” direito ao provento)
    13/03/2017
    Data do pagamento
    20/03/2017
    Valor do provento por cota (R$)
    6,62969645487577
    Período de referência
    Fevereiro/2017

    Mes Anterior : 4,161975842 Crescimento 60% Implica que o Rendimento do PQDP11 no próximo
    mês vai crescer bastante.

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  3. SONAE SIERRA: COM CRÉDITO BARATO E AMBIENTE FAVORÁVEL, RECUPERAÇÃO PODE SER MAIS RÁPIDA

    São Paulo, 06/03/2017 – Após o ano de 2016 ser marcado pela deterioração das operações, os administradores da empresa de shopping centers Sonae Sierra Brasil incluíram uma mensagem com perspectivas mais otimistas no balanço da companhia, indicando que a recuperação pode ser mais rápida do que o previsto.

    Eles citam que os sinais de recuperação econômica se intensificaram durante o quarto trimestre de 2016, com quedas mais acentuadas na inflação e nas taxas de juros.

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    • Os gestores também avaliam que 2017 começou de modo semelhante, com novas reduções das taxas de juros e inflação em queda.

      “Este cenário, aliado às possíveis aprovações de medidas de ajuste fiscal, devem impulsionar a recuperação econômica do Brasil”, dizem.

      “Com crédito mais barato e ambiente mais favorável para investimentos, acreditamos que a recuperação do varejo e do setor de shopping centers pode ser mais rápida do que previamente antecipado”.

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    • RESULTADOS 4T16

      São Paulo, 6 de março de 2017 – a Sonae Sierra Brasil S.A. (BM&FBovespa: SSBR3), uma das maiores incorporadoras, proprietárias e administradoras de shopping centers do Brasil, anuncia seus resultados referentes ao quarto trimestre (4T16) e ao ano de 2016.

      DESTAQUES

      • A taxa de ocupação em nosso portfólio apresentou crescimento pelo quinto trimestre seguido, fechando 2016 em 95,4%. Durante o ano de 2016, este índice cresceu 223 pontos base.

      • Os aluguéis nas mesmas lojas (SSR) também continuaram crescendo no 4T16, +5,9% em comparação ao 4T15, o maior nível do ano. Em 2016, o SSR cresceu 5,0% sobre o ano anterior.

      • As vendas dos lojistas de nossos shoppings cresceram 2,1% no 4T16 sobre o mesmo período do ano passado, também apresentando o melhor desempenho relativo do ano.

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      • • As vendas nas mesmas lojas (SSS) tiveram outro trimestre positivo, crescendo 0,5% no 4T16 comparado ao último trimestre de 2015. Todos os segmentos de lojistas reportaram SSS positivas no trimestre.

        • A receita liquida totalizou R$ 93,1 milhões no 4T16, 7,5% superior ao 4T15. Em 2016, a receita liquida consolidada cresceu 3,4% y-o-y, alcançando R$ 342,3 milhões.

        • O NOI atingiu R$ 92,6 milhões no 4T16, aumento de 10,6% sobre o mesmo período de 2015. Em 2016, o NOI totalizou R$ 332,5 milhões, 5,4% superior a 2015.

        • O EBITDA totalizou R$ 66,6 milhões no 4T16, um crescimento de 10,6% frente ao 4T15. Em 2016, o EBITDA alcançou R$ 239,8 milhões, aumento de 3,1% sobre o ano anterior.

        • O FFO foi de R$ 41,7 milhões no 4T16, 25,3% acima do 4T15. Em 2016, o FFO totalizou R$ 140,1 milhões, apenas 1,7% abaixo de 2015.

        • O índice de pagamentos em atraso continuou a cair, e fechou o trimestre em 3,98%, o menor nível do ano.

        • O conselho de administração da Companhia irá propor pagamento de dividendos relativos ao exercício de 2016, totalizando R$34,8 milhões, ou R$0,455 por ação.

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    • A queda da inflação volto a dizer é às duras custas da pior depressão já sofrida pelo Brasil. Não existe nem um sinal q indica q isso é o início de uma dinâmica e próspera recuperação da economia como vem pintando o governo e pessoal das bolsas. A verdadeira situação é caótica, é o ciclo virtuoso do mais terrível fantasma do ser humano impera cada vez com mais veemências (o desemprego) assolando as famílias do país, enquanto um grupo de lunatcos prega um otimismo fictício, que se continuar vai derreter uma economia de anos e anos a pó, até que consigam nos transformar em uma Venezuela ou Grécia

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  4. kkk isso aqui é um circo mesmo kkk

    Após anunciar saída do país, Fnac muda o discurso
    by Pedro de Carvalho

    A Fnac mudou o discurso. A saída do Brasil, anunciada, agora não parece mais tão certa. Em comunicado, a filial brasileira contestou a versão da matriz ao afirmar que estão em busca de parceiros locais “para continuar e reforçar sua operação no país”.

    “A operação brasileira precisa ter um tamanho crítico no sentido de ser relevante e reforçar sua posição de mercado”, diz a carta.

    alguém falou demais, antes da hora e deve ter tomado uma “carcada” kkk

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    • As opções para a Fnac ficar no país

      O comando da rede varejista francesa Fnac Darty estuda algumas opções para sua operação no Brasil.

      Uma delas é vender uma fatia da rede a um sócio investidor e manter a marca no país, recebendo royalties.

      Dessa forma, não precisaria mais fazer investimentos no Brasil, mas a marca seria mantida

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      • Com os preços que a FNAC pratica e na era dos livros digitais acho que não prosseguirão com as operações no país não! Em todas as capitais que estão existe pelo menos uma livraria mais barata nos mesmos shoppings! Sem contar que a Cultura e Saraiva são mais baratas e bem servidas!

        Acho q FNAC a livraria Gourmet das livrarias Gourmet’s!

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  5. Será que apenas uma loja âncora irá sacudir seu mix ? Olha a composição das lojas do shopping :

    O Shopping é dividido em seis Alas nas quais reúne:
     Lojas Âncoras: 30
     Lojas Satélite: 300
     Alimentação: 69
     Cinema: 15 salas, sendo
    uma sala IMAX
     Estacionamento: 8.000 vagas

    VACÂNCIA :
    No final de novembro/2016, a taxa
    de ocupação do imóvel era de 98,2%
    com 13 lojas vagas.

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  6. Boa noite, colegas investidores

    Não com o propósito vil de disseminar infundado pânico, mas com o trazer informações que afetam este FII (no shopping center Dom Pedro há uma loja âncora FNAC):

    (do Estadão)
    Fnac planeja deixar as operações do Brasil

    Rede francesa de produtos eletrônicos, culturais e de eletrodomésticos informou que a subsidiária brasileira será ‘descontinuada’ e que o ‘grupo vai buscar um parceiro’ para o negócio no País

    Um mês após trocar o comando no Brasil, a rede francesa Fnac Darty, de livros e produtos eletroeletrônicos, planeja deixar o País. A companhia anunciou ontem, durante divulgação de seu balanço global de resultados, que a subsidiária brasileira foi classificada como uma “operação descontinuada e que o grupo vai buscar um parceiro” para passar adiante o negócio no País.

    Com desempenho de vendas considerado fraco – o Brasil responde por menos de 2% da receita total do grupo, a Fnac já estava procurando há algum tempo sair do Brasil, informou uma fonte de mercado ao Estado. “O modelo de negócio se tornou problemático nos últimos anos com a concorrência de vendas de livros online. O grupo chegou a conversar com muitas empresas, mas não conseguiu passar a operação adiante”, disse essa fonte.

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      • PSB, veja:

        7 empresas (gigantes) que morreram nos últimos anos por não inovar
        Para continuar inovando, empresas podem tomar dois caminhos: conversar com startups ou criar programas de R&D

        Blockbuster
        Esse é um dos casos mais famosos das últimas décadas. Quem não tem memórias de ir até uma “locadora” para alugar alguns filmes? Bom. Essa era já morreu e levou a maior franquia desse segmento junto com ela.

        A Blockbuster era uma companhia gigante e com uma grande clientela fiel. E mesmo assim, morreu em pouquíssimos anos, quase de maneira surreal. As pessoas deixaram de alugar DVDs para assistir através de serviço de streaming em demanda, como Netflix e o Net Now. Para piorar: a companhia pode comprar a Netflix em 2000 e não comprou. Tudo bem, na época a Netflix era só um serviço de DELIVERY de DVD. A empresa faliu em 2013.

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      • Kodak
        Outra história famosíssima de marca super popular, reconhecida, praticamente sinônimo de seu setor e que faliu por falta de inovação. Na década de 1970, a Kodak chegou a ser dona de 80% da venda das câmeras e de 90% de filmes fotográficos. E na mesma década, ela mesmo inventou o que ia falir a empresa: a câmera digital.

        Só que, prevendo que câmera digital iria prejudicar a venda de filmes, eles engavetaram a tecnologia. Duas décadas depois, as câmeras digitais apareceram com força e quebraram a Kodak. Ela até tentou sobreviver, lançou câmeras digitais, mas seu nome não era mais sinônimo de fotografia. Faliu em 2012 e acabou com uma marca famosíssima.

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      • Yahoo!
        Em 2005 o Yahoo! era o maior portal de internet do mundo e chegou a valer US$ 125 bilhões. Pouco mais de 10 anos depois, a companhia acaba de ser vendida por um preço modestíssimo para a Verizon, apenas por US$ 4,8 bilhões. Uma fração dos US$ 44,6 bilhões oferecidos pela Microsoft em 2008, quando a empresa já estava em crise.

        O que deu errado? O posicionamento da companhia e a falta de inovação. Ela poderia ser o maior portal de pesquisa da internet, mas decidiram ser um portal de mídia. Foi por isso que não compraram o Google e não conseguiram comprar o Facebook. Aliás, a primeira oportunidade de comprar o Google foi por US$ 1 milhão, quando a atual empresa mais valiosa do mundo era só uma startup.

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      • Xerox
        Se as outras histórias são mais famosas, essa é a mais espetacular. Ela não faliu exatamente, mas vale muito menos do que duas décadas atrás, mesmo sendo uma das companhias que ajudaram a criar várias tecnologias que usamos atualmente – com um dos times mais inovadores de toda a história. E seu nome, que é sinônimo no Brasil de cópia, hoje é muito menos relevante.

        O PARC (Palo Alto Research Center) da Xerox tinha objetivo de criar novas tecnologias inovadoras. E conseguiram: computadores, impressão à laser, Ethernet, peer-to-peer, desktop, interfaces gráficas, mouse e muito mais. Steve Jobs só criou a interface gráfica de seus computadores após uma visita ao centro da Xerox, no coração do Vale do Silício. E ele não foi o único a “copiar” uma tecnologia deles com o intuito de lucrar. Muitos outros o fizeram e ganharam bastante dinheiro com as tecnologias desenvolvidas pela Xerox.

        Contudo, um player do mercado pouco aproveitou das tecnologias desenvolvidas pela companhia: a própria Xerox. Isso é uma prova de que não adianta ter um time de inovação dentro da sua empresa criando coisas sensacionais. Inovação também é gestão. Não adianta ter os melhores inovadores na companhia se seus gerentes não conseguem implementar essas inovações.

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      • MySpace
        A primeira grande rede social dos Estados Unidos, que teve o mesmo destino do Orkut. O MySpace começou a ganhar fôlego e tração baseada na ideia de que as pessoas queriam se conectar com outras ao redor do mundo, dividir fotos e outras mídias. Parecia bacana, mas a plataforma estagnou.

        Pouco tempo depois, o Facebook surgiu do nada e tomou o espaço do MySpace facilmente, criando inúmeras novas funcionalidades. O Facebook se tornou muito popular em pouco tempo e roubou todo o espaço que o MySpace tinha. Foi vendido e depois sumiu.

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      • Atari
        Outra empresa do Vale do Silício que foi engolida pelos competidores por produzir produtos de qualidade questionáveis (alguém se lembra do jogo do ET?). Não bastou criar um mercado gigante de videogames praticamente sozinha, inovando com o Pong ou com o Atari 2600.

        A companhia superaqueceu o mercado de videogames no início da década de 1980 e chegou a ter que enterrar milhares de fitas não vendidas e assumir o prejuízo. Quando o mercado se recuperou, outras empresas mais inovadoras haviam tomado a liderança, como a Nintendo. A Atari até tentou entrar novamente no mercado, mas nunca mais teve sucesso. Faliu, ressuscitou, faliu de novo e atual fase da empresa foi vendida em 2008 apenas para manter a valiosa marca viva.

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      • Blackberry
        Mais uma grande empresa que faliu recentemente e que você vai lembrar do que ocorreu. A real inventora do smartphone foi a RIM no começo dos anos 2000. A companhia chegou a ter mais de 50% do mercado de celulares nos Estados Unidos, em 2007. Contudo, naquele mesmo ano, começou a sua derrocada.

        O primeiro iPhone foi lançado no dia 29 de junho de 2007. A Blackberry ignorou as tecnologias que o iPhone estava trazendo, como o touch-screen e julgou que a empresa nunca seria capaz de se tornar o standard corporativo por não conseguir lidar com a segurança a nível de e-mail empresarial.

        Mas a Apple dominou o mercado de consumidores pessoas-físicas e promoveu o BYOD (Bring Your Own Device, traga seu próprio aparelho) dentro das empresas. Com isso, o mercado foi redefinido e a Blackberry perdeu quase todo seu marketshare. A empresa faliu (o que foi muito bom para o ecossistema de startups de Toronto) e atualmente tenta se redefinir lentamente, com aparelhos que usam o sistema operacional Android.

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      • eu arrisco que a Net é a próxima a falir! kkk

        Youtube anuncia serviço com canais de TV paga por US$ 35 mensais nos EUA

        O YouTube entrou na disputa com as operadoras de TV a cabo americanas ao anunciar o aplicativo YouTube TV, nesta terça-feira (28). O serviço será liberado nos próximos meses, segundo a companhia.

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      • já que estamos no assunto…

        O que a chegada das agências digitais muda para bancos, clientes e funcionários
        Ana Freitas 19 Set 2016 (atualizado 20/Set 18h43)

        Digitalização total dos serviços pode significar, no futuro, uma mudança até no que se entende por um banco.

        Desde abril de 2016, o governo permite que clientes possam abrir ou fechar uma conta em um banco sem precisar ir até uma agência. Isso pode ser feito por aplicativos de celular ou no computador.

        Os bancos brasileiros não são obrigados a oferecer essa opção. Mas a decisão assinala uma tendência crescente no Brasil e no mundo: a digitalização completa dos serviços bancários.

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      • A vantagem para o cliente é clara: desburocratização e flexibilidade. Fica cada vez menos essencial se deslocar até uma agência bancária. O banco, por sua vez, tem gastos menores com infraestrutura de agências presenciais.

        As dimensões da digitalização
        A digitalização bancária consiste na migração para ambientes digitais de serviços que antes só podiam ser feitos em agências bancárias, de pagamento de contas até pedidos de crédito, aconselhamento com gerentes e, agora, abertura e fechamento de contas.

        Transações bancárias digitais barateiam os custos de infraestrutura dos bancos. Na medida em que cada vez menos gente procura agências para fazer transações, menos funcionários são necessários. Há menos gastos com luz e energia, equipamentos e mão de obra.

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      • Mas a digitalização não parte apenas de uma busca dos bancos para baratear custos operacionais. É fruto, também, de uma demanda natural do mercado – e de uma necessidade de oferecer serviços e produtos adequados a uma sociedade digital.

        “Na medida em que a sociedade se digitaliza em todos os aspectos do cotidiano e do consumo, o cliente também espera isso do banco. E o banco precisa fornecer um serviço adequado a esse novo paradigma”, afirmou ao Nexo Leonardo Azevedo, diretor de vendas da GFT, consultoria em tecnologia para serviços financeiros.

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      • Se hoje a digitalização consiste simplesmente na migração dos serviços bancários já tradicionais para o celular ou o computador, no futuro, ela pode significar uma mudança até no que se entende por um banco – e os serviços que ele fornece.

        De acordo com Azevedo, a tendência a médio e longo prazo é que os bancos usem “big data”, isto é, o conjunto massivo de dados sobre os gastos e preferências dos clientes para oferecer serviços e produtos personalizados. Por exemplo: se você compra uma passagem aérea no cartão de crédito, o banco pode lhe oferecer desconto em um restaurante no destino.

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      • Tecnologia sempre foi um ramo competitivo, quem investe neste tipo de negocio tem de estar preparado para mudar constantemente.

        Por exemplo futuramente facebook pode morrer dando entrada para outros players de mercado, muitas vezes mudança é tão rápida e súbita que a empresa acabar por perder o bonde.

        Empresas que lideres deste setor tem de investir constantemente em aperfeiçoamento : Google, APPLE etc

        Se não fizer o concorrente faz KKK

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      • Tetzner,

        Que post (ou posts) fantástico!!
        Parabens, muito boa ilustração dos tempos empresariais atuais…em 5 anos o cenário vai ser todo diferente. Quem não inovar , ou pelo menos acompanhar de perto, vai ficar de fora…Não importa o tamanho, nem a longevidade.

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      • A HP já foi muito mais que uma empresa de impressoras também, mas essa foi dividida e vendida por partes, restando só impressoras e poucas coisas!

        A Nintendo só se manteve até agora pela força da franquia Mario e olhe lá!

        A Motorola já foi referência em telecomunicações e acabou sendo vendida por preço irrisório para a LeNovo!

        A Sony tá bem mal das pernas!

        Enfim, na área de tecnologia eu não apostaria em longo prazo! Acho aue só a Microsoft e Apple tem sido mais constantes! Mas será assim nos próximos 5 anos?

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    • Puxa, estou estupefato!

      Como não consegui ver que a saída da FNAC do mercado brasileiro significa a inviabilidade do empreendimento e consequente venda do imóvel, bem abaixo do seu VM e de seu custo de reposição para um grupo estrangeiro?

      Os sinais ali, tão claros, e eu me recusei a enxergá-los: alta vacância, má gestão, diminuição do fluxo de pessoas, diminuição de renda com estacionamento, inadimplência gigantesca, dificuldade na reposição de locatários, alta dependência de um inquilino, uma sócia majoritária altamente endividada, má localização e – de suma importância – a péssima manutenção estrutural do empreendimento.

      Chego a ter vontade de me atirar da Ponte Estaiada!

      Ao menos durante a queda terei como última visão o TBOF, sinônimo de sucesso, resiliência, competência e resiliência no mercado de FIIs.

      Sds.

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  7. Na Demonstração de resultado do PQDP de jan/17 (que servirá para pagar o DY de compet. fev/17 – pgto em março/17) teve um resultado final de R$ 9,87… Se compararmos com o mês de nov/16 que teve um DY gordo… conclui-se: Não houve queda de faturamento de aluguéis e estacionamento….(muito importante … resiliência) O Motivo da queda do DY está no item : “ DESPESAS OPERACIONAIS (NÃO PAGAS)… que talvez seja o pagamento das benfeitorias !!!! lembando que o PQDP recebe o DY de participação do SHDP11…que também sofreu o desembolso proporcional !!!

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  8. Eu tenho uma dúvida. Como é formado o valor que os lojistas pagam para o shopping ? Pagam um valor inicial de luvas, depois aluguel mensal com base no faturamento.? Ou este aluguel mensal tem variações sazonais, por exemplo é mais caro em dezembro e mais barato em fevereiro?

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  9. Bloquinhos agitam Carnaval no Parque D. Pedro Shopping

    Ter, 14 de Fevereiro de 2017 07:51
    Fonte: Paulínia VIP

    O Parque D. Pedro Shopping promove, pelo segundo ano consecutivo, o ‘Bloquinho de Carnaval’. A folia acontecerá nos dias 18 e 19 e de 25 a 28 de fevereiro. A programação especial é gratuita e inclui oficina de máscaras e pinturas faciais.

    Ao som de marchinhas e músicas infantis, os pequenos foliões percorrerão os corredores do shopping em três horários: às 14h, 16h e 18h. O desfile contará com músicos profissionais e animadores. A concentração acontece na Entrada das Águas (pergolado em frente da Alameda). Quem quiser participar apenas do desfile deve chegar com, no mínimo, 15 minutos de antecedência.

    Podem cair na folia crianças na faixa etária até 12 anos, acompanhadas de um responsável. As oficinas de pintura de rosto e máscaras terão inicio uma hora antes da saída do ‘Bloquinho de Carnaval’. Não serão permitidos confetes, serpentinas ou sprays. Fantasias e adereços estão liberados.

    Serviço:
    Bloquinho de Carnaval 2017

    Quando: 18 e 19 e de 25 a 28 de fevereiro
    Horário do bloco: 14h, 16h e 18h.
    Evento gratuito

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    • Ontem passei lá no D. Pedro para almoçar…
      Estava vazio, mesmo para uma 2a.feira que já é fraca… Achei mais vazio que o usual, principalmente os restaurante
      Mudanças em relação a Janeiro :
      1- O Banco do Brasil fechou a agência ( Conforme já previsto aqui no site na pag. do BBPO)
      2- O preço do estacionamento voltou ao preço usual de R$ 8,00 ( em Janeiro tinham reduzido para R$ 4,00 na promoção)
      Abs

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      • Ontem frequentei um shopping aqui da cidade e ficou a impressão que fevereiro vai ser o pior mês pra shopping em muito tempo. Tomara que cheguemos logo no fundo do poço, até lá fiis de shopping na sua maioria serão ativos bons, mas caros.

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      • Fecharam no Brasil mais de 108,7 mil lojas em 2016….Alguns shoppings que tem FIIs estão demonstrando resiliência nesta crise terrível… 2017 começou terrivelmente !! MAS TUDO PASSA… TUDO PASSARÁ !!!! A ESQUERDA PREGA QUE O ESTADO TEM QUE REATIVAR A ECONOMIA SE ENDIVIDANDO E A NOSSA DIREITA DIZ QUE É PRECISO ENXUGAR O ESTADO PARA REATIVAR NOVOS INVESTIMENTOS QUE POSSIBILITARÁ O REAQUECIMENTO NA ECONOMIA… E ASSIM VAI !!! QUE DEUS NOS PROTEJA !!!

        Curtido por 2 pessoas

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