BCFF11B – BTG Fundo de Fundos

Fundo de Fundos de Investimentos Imobiliários, em condomínio fechado e por prazo indeterminado, com a administração e gestão do BTG PACTUAL.

Seu objetivo é investir em cotas de outros Fundos Imobiliários, Letras Hipotecárias (LH), Letras de Crédito Imobiliário (LCI) e Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI).

bcff11b

Investir em fundo de fundos tem a vantagem de concentrar seus custos na aquisição de uma única cota e já aproveitar a diversificação natural do produto.

A desvantagem fica por conta das despesas maiores com administração e gestão que acabam saindo dos rendimentos pagos.

Para quem quer investir e tem pouco conhecimento ainda, pessoalmente acredito que seja a melhor e mais segura escolha.

Outro ponto a favor é que o gestor decide e acompanha o melhor momento para comprar ou vender cotas de FII, transformando o lucro das operações em maiores rendimentos.

Taxa de Administracao: 0,15% do PL aa  (mínimo R$ 25.000,00 mensais corrigido pelo IGPM-FGV)
Taxa de Gestao: 1,5% do PL aa
Taxa de Performance: 20% do que exceder IGPM+3%aa ou 4,5% (o que for maior)

RI: sh-contato-fundoimobiliario@btgpactual.com

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518 comentários sobre “BCFF11B – BTG Fundo de Fundos

  1. Já pensou uma explodidinha daquelas q deu lá no Brcr hoje aqui nesse heim, nooossaaa eu ia para amanhã lá na estrela de prata, ligar para o dipencz e iriamos nos acabar no espeto corrido kkk

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    • Bom de yield em vista da maioria, também tem vantagem de ser bem diversificado por ser fii de fiis, pena só a bt, se os caras capricharem um pouquinho né, aliás era só não fazer cag…já tava de bom tamanho,
      Tetz vc q tem as manha, posta aí p gente qual a carteira do Bcff hoje.

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      • Eduardo

        a trupe das três letrinhas é tão relapsa que apesar de estarmos no mês de maio, só tem info de Dezembro

        então fiz parcial e mandei o total pro Interceptorfii19

        70% é volume que dá uma boa ideia já

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      • Bcff só existe para um fim e não ele é um fii.
        Ele é q fica girando a carteira comprando Tbof, Brcr, p sustentar as cotas nas alturas, esse é um dos maiores motivos de Tbof e Brcr e outros fiis BTG não terem caído Ainda , quando a cota vai cair eles entram comprando.
        Vai saber se esses fiis não tem acordos entre eles de um segurar a cota do outro se ajudando quando precisa… Brasil e foddddd não dá p confiar em nada mais, ficamos até meio paranóico no meio de tanta arapucas

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      • E tudo isso seria resolvido em prol do bem do mercado de fiis e cotista com apenas uma regrinha né Trix, basta q pagamos pelas taxas conforme o Rendimentos e não por valores manipulados pelos próprios q vão receber, isso chega ser uma piada, um dia vamos achar isso um absurdo e nos perguntarmos, como permitimos tal coisa. Uma pergunta já faço agora, como a CVM permitiu uma berrassão dessas, eu só vejo dois motivo, descaso ou conivência por interesse

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      • Interceptorfii19 , por isso entramos com pedido na CVM para alteração da Instrução CVM Nº 571 – Art. 36 (Remuneração sobre a Renda), já acolhida, agora se vão engavetar não sei, mas nós aqui do blog fizemos a nossa parte.

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      • essa alteração da i571 pra cotação foi nefasta e vai causar muitos problemas ainda

        quem não tem o hábito de ver, olhe o quanto cobra um FII de taxa hoje e o quanto cobravam há 1 ano…

        custos de administração dobraram, receitas de aluguel caíram, em alguns casos pela metade, …

        não precisa fazer muita conta para ver que essa foi a decisão mais estúpida de toda a história da indústria

        Curtido por 2 pessoas

      • Tetzner, mas várias pessoas defenderam a troca da taxa de um valor sobre o patrimônio para um valor sobre o preço de mercado, inclusive aqui no fórum. Lembro que à época eu alertei como o fato de a taxa ser sobre patrimônio ou valor de mercado é uma panaceia, no fim das contas ia dar na mesma, pois hora o valor de mercado do fii está acima do VP e em outras ocasiões encontra-se abaixo (naquela ocasião 90% dos fiis encontravam-se abaixo do VP,daí o favoritismo em torno de uma cobrança de taxas sobre o valor de mercado dos fiis). Ainda naqueles tempos eu dizia, apenas o ativismo do cotista irá alinhar (nem que seja a força) os interesses de cotistas e gestores/administradores, e os exemplos de ativismo nos últimos tempos são inúmeros, a começar com o de maxi retail, votorantim com assembléia pra reduzir taxa, rejeição de venda do imóvel pros chineses,etc. Mesmo que coloquem as taxas sobre a receita gerada, caso a economia (e as receitas) cresçam, vai ter gente lá na frente dizendo “ta vendo, era pra as taxas serem sobre o valor de mercado, daí seriam menores do que sobre as receitas”…essa discussão nunca vai ter fim.

        Curtido por 2 pessoas

      • northeasteconomy,

        sobre o resultado e sendo uma taxa justa, aí é interesse do cotista que o administrador/gestor rale mesmo pra aumentar… é igual pagar imposto sobre o lucro, todo mundo chora as pitangas mas se pagou imposto é porque teve lucro

        duro é pagar taxa pra gestor/administrador que destruiu o patrimônio do cotista

        Curtido por 3 pessoas

      • a proposta do Ricardong é melhor que eu ouvi até agora:

        um mínimo do mínimo fixo, porque administrador tem custo, até com imóvel vazio tem que pagar salário pra funcionários cuidarem

        e um percentual da receita operacional líquida

        Curtido por 2 pessoas

      • Lá em Cingapura alguns fiis que eram sobre a receita operacional, sabe o que os gestores faziam? Compravam prédios consolidados, com cap rate não muito atrativa, mas com a certeza que aquele investimento iria aumentar a receita operacional líquida (usando um exemplo, grosseiro, seria como comprar patio higienopolis confiando na capacidade da perpetuidade do ativo). Faziam isso alavancando (via empréstimos), captando dinheiro do cliente, etc. Você tem alguma dúvida que no caso de as taxas serem sobre a receita, vai pipocar de gestor querendo fazer emissão pq agora sim, eles descobriram imóveis “bons” para comprar e aumentar a receita do fii?! Também existe esse pequeno (grande) detalhe de qual seria a “taxa justa” sobre a receita.

        Curtido por 3 pessoas

      • north;

        Num hipotético caso semelhante ao que citou, partindo do princípio que o gestor usasse da má-fé para adquirir um ativo (ou um conjunto destes) com pseudo perenidade na renda ofertada (e provavelmente superfaturado), caberia aos cotistas decidirem em AGO/AGE pela celebração ou não do negócio.
        Por mais que eu concorde com as suas precisas observações, e suas eventuais brechas, a propositura de uma taxa sobre a receita, assegurada por uma taxa mínima fixa (nos moldes da ideia do Ricardong) me parece a melhor saída.
        Gostando, ou não, os gestores se veriam obrigados a fazer os fundos crescer em patrimônio e receita, teriam que praticar gestão ativa verdadeira (e não mais efeito Placebo).
        Não sou contra pagar bem a quem mostra trabalho e alinhamento de interesses com o público deste mercado.
        A isso dá-se o nome de meritocracia e, penso eu, ser esta a forma mais justa de remuneração.
        Seja qual ramo de atividade for.
        Sds.

        Curtido por 4 pessoas

      • Mbp, lá nos anos 2006 a 2012 os diretores de venda das grandes incorporadoras tinham bônus atrelados a quê? Advinha, atrelados às vendas, “óbvio”, nada mais justo, né? O que ocorreu então? Se meus bônus são atrelados às vendas (que nada mais são do que as receitas das incorporadoras), vamos vender (gerar receitas) de ruma!! Naquela época ser diretor comercial de incorporadoras era o sonho de 9 entre 10 profissionais da área de vendas, os bônus eram milionários. De fato no período da bolha imobiliária as vendas de imóveis aumentaram exponencialmente, só tinha um problema: a má filtragem dos compradores, armou a bomba que estourou nos últimos anos e cujo caso mais emblemático é a PDG. Te pergunto, a primeira vista, o que pode ser mais meritocrático do que pagar bônus pro diretor comercial baseado na evolução da receita da empresa?! Deu certo? Claro que não. O desenvolvimento do sistema de preços (livre) como regulador da oferta e demanda deve ter sido a maior invenção da humanidade desde a roda e o fogo. De outro modo, poucas variáveis podem ser mais justas para capturar a evolução – ou não – de um ativo do que o seu valor de mercado. Aí você me diz “north, mas isso é injusto pq ta cheio de gestora ganhando mais dinheiro com a vacância subindo, simplesmente pq as taxas de juros de longo prazo caíram”. Eu te digo, você acha que algum fii no longo prazo que não gere receita (seja via alugueis, seja via venda dos imóveis) vai tender a um valor diferente de zero? É muito mais fácil pra uma gestora manipular a receita dela do que o valor de mercado em bolsa, basta um conluio com o contador, basta comprar um monte de imóvel já estabelecido, basta fazer uma emissão atrás da outra e aumentar a ABL,etc. Por último, você pode argumentar que no mundo real dos imóveis a remuneração é sobre o aluguel gerado. Bem, então nesse caso basta comprar imóveis reais ao invés de investir via fiis, essa diferença (a precificação baseada em vários outros fatores além da receita operacional) permite ter fiis com uma liquidez que não se encontra em nenhum imóvel físico. Se for o caso, podemos tentar alterar o percentual do valor de mercado pago como taxa de adm/gestão, entretanto, com todo respeito a quem pensa diferente, as taxas incidentes sobre o valor de mercado de um fii foi a melhor coisa que aconteceu nessa área em muitos e muitos anos.

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      • north;

        Antes de mais nada, quero ressaltar que aprecio trocar de ideais com quem conhece e o faz de maneira polida como você.
        Prosseguindo, ainda que eu compreenda seu ponto de vista, o exemplo citado das incorporadoras não se aplica aos FIIs, vez que a taxa teria como base a receita real e não a hipotética (vendas pré-distrato*, por exemplo). Aquilo foi um erro crasso da imensa maioria das empresas deste segmento, pois ciclos vem e vão. Falta de planejamento misturado com soberba, penso eu.
        Ademais, teríamos dois filtros de controle importantes:
        1) A resiliência de renda nos ativos adquiridos estaria implícita pela qualidade/diferencial dos mesmos e a manutenção dos rendimentos seria de interesse do gestor/administrador, vez que sua remuneração estaria atrelada a esta, o que evitaria a aquisição de empreendimentos “parecem, mas não são”;
        2) Tal movimento deveria passar pelo crivo dos cotistas via AGO/AGE para aprovação (ou não). Dados os recentes “naufrágios” de alguns IPOs “lata velha/pegadinha do Mallandro”, entendo eu que o mercado está mais maduro e capaz de barrar tais maracutaias quando em assembleias.
        A bem da verdade, taxa de administração sobre valor de mercado, por si só, é uma métrica meio distorcida no segmento dos FIIs, seja pela reduzida liquidez (e que sujeita à manipulação de preços), seja pelo atrelamento deste ao cenário macroeconômico nacional (em constante mutação).
        A taxa atrelada aos rendimentos auferidos resultaria num alinhamento de interesses entre gestão e cotistas, proporcionando valor de mercado “justo” em última instância, justamente pelos motivos que citei acima.
        Sds.

        *Ou como nosso colega “Mr. FIIs” gosta de chamar: pedaladas… 😀

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      • De acordo com as informações recebidas do Itaú Unibanco S.A., Banco Escriturador, até o momento, foram
        subscritas e integralizadas 500.259 (quinhentas mil e duzentas e cinquenta e nove) Novas Cotas, restando, portanto, 1.201.869 (um milhão e duzentas e uma mil e oitocentos e sessenta e nove) Novas Cotas que poderão ser subscritas e integralizadas pelos Cotistas e/ou terceiros (cessionários) durante o Período de Direito de Subscrição de Sobras e de Montante Adicional, sem prejuízo das Cotas Adicionais e das Cotas do Lote Suplementar.

        29,4%, portanto.

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      • Cabrones

        não tem gestão da carteira, vende e recompra mais caro, pelo menos nos últimos 6 meses não vi nada que justificasse o pesado custo de terceiriza para um FoF

        na verdade falta ao BCFF a estratégia, faz o arroz com feijão, meio frio e sem sal

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      • Achei até muito atingir quase 30%, pela performance no último ano depois das inúmeras promessas feitas. Cada giro de carteira sem sentido algum que não consigo entender como alguém possa ter aderido. Tenho uma pequena posição do meu início dos fiis, até comemorei naquela época algumas estratégias utilizadas, mas depois de aprender sobre o mercado na alta e na baixa, vejo a quantidade de equívocos que este fundo cometeu…

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  2. olá, esse fundo, apesar de todos os problemas já apontados pelos colegas aqui, está com o valor bem descontado. Considerando que sou iniciante nesse mercado, gostaria de saber se vocês acham que ele é uma boa opção pra diversificar. Eu iria colocar uns 5% dos meus recursos nele. Obrigado e bons investimentos a todos.

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