FIGS11 – General Shopping Ativo e Renda – FII

FIGS11

No dia 28 de junho de 2013, conforme sua estratégia de investimento, o Fundo adquiriu uma fração correspondente a 36,5% do Shopping Bonsucesso através da aplicação de R$78.949.500,00 e 36,5% do Parque Shopping Maia através da aplicação de R$167.024.000,00 (Total: R$ 245.973.500,00).

(i) Shopping Bonsucesso; em Guarulhos – SP

GSAR11_sbs
(ii) Parque Shopping Maia, em Guarulhos – SP

GSAR11_psm

Áreas Shopping Bonsucesso / Parque Shopping Maia
Terreno: 87.932,25 m² / 24.160,71 m²
Construída: 35.080,86 m² / 89.776,97 m²
ABL Total: 24.293 m² / 31.711 m²

Shopping Bonsucesso: inaugurado em 5 de maio de 2006. Trata-se de um shopping center de pavimento único e conta atualmente com 114 lojas em operação distribuídas em um único piso, sendo 1 hipermercado, 5 âncoras, 1 cinema com 6 salas, 2 megalojas, 1 loja de lazer e 104 lojas satélites.

Parque Shopping Maia: inaugurado em 16 de abril de 2015. Faz parte de um condomínio que engloba um subdomínio residencial e um condomínio comercial (shopping center). Trata-se de um shopping center verticalizado, com dois pisos de estacionamento e 4 pisos de lojas. Conta atualmente com 174 lojas, sendo 138 lojas em operação. Destas, 5 âncoras, 1 cinema com 11 salas, 1 academia, 4 megalojas, 1 loja de lazer e 126 lojas satélite.

RMG: 2019 (48 meses após abertura do Maia)

Imóveis: Nome, Endereço, Área, Lojas % de Vacância % de Inadimplência (a partir de 90 dias de atraso)

Parque Shopping Maia 16,70% 30,30%
Avenida Bartolomeu de Carlos, 230 - Guarulhos/SP 
Área (m2): 31.711,00 
Nº de unidades ou lojas: 200

Shopping Bonsucesso 5,00% 12,00%
Avenida Juscelino Kubitscheck de Oliveira, 5.308 - Guarulhos/SP 
Área (m2): 24.437,00 
Nº de unidades ou lojas: 132

Taxas:

Administração: 0,20%  a.a. sobre patrimônio liquido (mínimo R$ 25.000,00 mensais corrigido pelo IGPM).
Gestão: 0,05%a.a. sobre patrimônio liquido (mínimo R$ 15.000,00 mensais corrigido pelo IGPM).
Consultor Imobiliário: 0,05%a.a. sobre patrimônio liquido (mínimo R$ 5.000,00 mensais corrigido pelo IGPM).

RI: investimentos@solisinvestimentos.com.br

Tutor do FII: Billie

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1.533 comentários sobre “FIGS11 – General Shopping Ativo e Renda – FII

    • Olá amigos, eu estava na assembleia e faltou pouquissimo. estamos em 23% vs 25% de quorum mínimo! a Vortex com seu 1 representante deu vexame e a Rio Bravo com seus 5 representantes conquistaram o pessoal. Eles irão enviar proposta formal até amanhã. o Sr. Mario Maia que é do grupo IRB Investimentos também apresentou proposta da HEDGE. dos +- 40 participantes foi feita uma votaçao informal, onde 100% votaram contra a liquidação do fundo, 2 votaram à favor da Vortex e todos os demais recurasam a vortex após a entrada da Rio Bravo na jogada.

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  1. Por dica do mbp77, fui pesquisar sobre a General Shopping. Balanço da empresa e a governança são ruins.

    18/01/2019 às 05h00
    Investidores devem processar General Shopping
    Por Adriana Mattos | De São Paulo
    Investidores estrangeiros com títulos da dívida da General Shopping (“bondholders”) consultaram advogados para processar a companhia no Brasil e nos EUA, apurou o Valor. Fazem parte desse grupo a gestora americana Pacific Investment Management Company (Pimco), a Moneda Asset Management e a chilena Inversiones Odisea.

    Não tenho confiança em virar sócio por tabela de uma empresa dessas

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  2. Terceiro dia de alta pré-assembléia. Rumores que há duas ótimas administradoras interessadas no fundo (não Vortex). Tenho aumentando minha posição agora para diluir meu PM que atualmente é de 63 e estarei na assembleia na semana que vem. Algum colega do fórum estará por lá?

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  3. Bom dia senhores,

    Não tenho visto o pessoal aqui falar sobre a AGE!

    A Vórtx DTVM LTDA, administra:
    1) HBTT11 – Habitat I (CRI)
    2) TORM13 -Tourmalet I (Desenvolvimento) (Investido qualificado)
    3) TOUR11 – Tourmalet II (Desenvolvimento) (Investido qualificado)
    4) XPIN11 – XP Industrial (Galpões)
    5) XPLG11 – XP Log (Galpões)

    Sendo assim, a Vórtex já teria equipe para carregar o FIGS.

    Pelo último relatório gerencial, nós temos o Resultado Efetivo do Fundo x Renda Garantida
    Mês Result. Efetivo Div. Mensal
    12/17 51,00% R$ 0,42
    01/18 58,00% R$ 0,48
    02/18 36,00% R$ 0,30
    03/18 39,00% R$ 0,32
    04/18 39,00% R$ 0,32
    05/18 44,00% R$ 0,37
    06/18 42,00% R$ 0,35
    07/18 41,00% R$ 0,34
    08/18 44,00% R$ 0,37
    09/18 43,00% R$ 0,36
    10/18 42,00% R$ 0,35
    11/18 45,00% R$ 0,37
    12/18 54,00% R$ 0,45

    MÉDIA de dividendos pagos do Resultado efetivo: R$ 0,37

    Assim, podemos pensar em %% sobre o resultado que teríamos com o valor da cota atual e caso caia mais (vendam, vendam!!) e o fundo pagando a média do resultado efetivo R$ 0,37.

    Valor da Cota RETORNO (%)
    R$ 59,00 0,63%
    R$ 58,00 0,64%
    R$ 57,00 0,65%
    R$ 56,00 0,66%
    R$ 55,00 0,67%
    R$ 54,00 0,68%
    R$ 53,00 0,70%
    R$ 52,00 0,71%
    R$ 51,00 0,72%
    R$ 50,00 0,74%
    R$ 49,00 0,75%
    R$ 48,00 0,77%
    R$ 47,00 0,79%
    R$ 46,00 0,80%
    R$ 45,00 0,82%
    R$ 44,00 0,84%
    R$ 43,00 0,86%
    R$ 42,00 0,88%
    R$ 41,00 0,90%
    R$ 40,00 0,92%

    Sendo os Shoppings tendo uma rentabilidade média de 6,11% (aa) , o que nos leva aproximadamente 0,52% (am)

    Segundo o colega (@mbp77 no dia segunda-feira, 04 fevereiro, 2019 às 10:08)

    Maia
    % de vacância: 16,7%
    % de inadimplência (a partir de 90 dias de atraso): 30,30%
    % em relação às receitas do FII: 45,97%

    Bonsucesso:
    % de vacância: 5%
    % de inadimplência (a partir de 90 dias de atraso): 12%
    % em relação às receitas do FII: 54,03%

    Com um boa (quem sabe se a Vórtex é) administração, DIMINUI -se a vacância e a inadimplência. Olha quanto espaço o fundo têm para crescer!!

    Acabar com o fundo? Sei que cada um têm uma estratégia, mas ao meu ver esta seria a pior!

    Bem, isso aí!

    Curtido por 5 pessoas

    • Wesley;

      Precisamos ver com atenção duas possibilidades aqui:

      1) Se ocorrerão obras de melhoria no Bonsucesso após o fim da RMG e o quanto isso impactará na renda, a depender do montante requerido para tanto;
      2) Se haverá quórum suficiente para aprovar a nova administradora/gestora. Não duvido que o interesse venha a ser maior na extinção do fundo do que na sua manutenção, a depender do preço de entrada X VP.

      Sds.

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    • Um colega meu respondeu em um grupo de whats app duas perguntas sobre este FII, que eu achei interessante:

      Tem ideia por que aconteceu a renúncia?

      “Não me chegou nada, mas tenho duas hipóteses:
      1 – A RMG está acabando e ela não quer aguentar a revolta do pessoal que não sabe e vai ter uns 70% de redução.

      2 – Não quer se meter nesse rolo enorme que a General Shopping está criando com os credores dela. Antes que vire um problema igual ao Goiabeiras, eles vão sair.”

      Há alguma informação sobre reforma no Bonsucesso após o RMG?

      “Nenhuma…

      E não acho que a General Shopping tem a grana necessária pra isso. Nem cabeça…”

      Curtido por 2 pessoas

  4. Algumas ponderações sobre FIGS:

    Postalis continua sob intervenção da Previc até fins de março deste ano, salvo nova prorrogação, e ainda possui algo em torno de 40K cotas, ou seja, aproximadamente 1,5% do PL do fundo.
    Portanto, se houver real interesse dos cotistas em evitar a liquidação do fundo, este movimento deverá ser bem coordenado para atingir o quórum necessário à aprovação do novo administrador (25%).

    Curtido por 2 pessoas

    • No último relatório trimestral disponibilizado (setembro/18), constam os seguintes números para cada shopping que compõem o fundo:

      Maia

      % de vacância: 16,7%
      % de inadimplência (a partir de 90 dias de atraso): 30,30%
      % em relação às receitas do FII: 45,97%

      Bonsucesso:

      % de vacância: 5%
      % de inadimplência (a partir de 90 dias de atraso): 12%
      % em relação às receitas do FII: 54,03%

      Interessante observar os números em negrito e imaginar qual o impacto na renda futura quando duma eventual reforma/retrofit do Bonsucesso e verificar a performance do Maia até aqui.

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    • Por fim, consta o seguinte processo em que o fundo figura como parte (na figura de autor)*:

      Processo n° 0499308-14.2015.8.19.0001. Juízo: 1ª Vara Empresarial da Capital – RJ. Réus: BNY MELLON DTVM; e BNY MELLON Administração de Ativos Ltda. Valor da Causa: R$ 3.841 mil em 17.12.2015. Objeto: Trata-se de Ação Ordinária, na qual se postula, em síntese, a condenação solidária dos réus ao pagamento dos prejuízos decorrentes da má administração e/ou gestão do Fundo de Investimento General Shopping Ativo e Renda – FII.

      Sds.

      *Ressalto que não verifiquei o andamento/status do referido processo, bem como, não encontrei menção ao dito nos últimos relatórios, por isso a postagem.

      Curtido por 2 pessoas

      • Por outro lado, uma boa gestora / administradora pode diminuir vacâncias e trazer um retorno mais do que esta média sem RMG. Tem um monte de achismo neste fundo. Sou cotista e estou inerte com minhas cotas.

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  5. Banif processa General Shopping e sobe pressão contra plano da empresa

    SÃO PAULO – (Atualizada às 20h29) Depois dos investidores estrangeiros, a Banif Finance (USA), Corp, empresa americana de crédito imobiliário, decidiu processar a General Shopping ao solicitar à Justiça brasileira para se tornar terceira interessada na atual ação em trâmite contra a companhia.

    Curtido por 2 pessoas

    • Shoppings da discórdia

      A General Shopping estaria negociando a venda de 11 shoppings em um só pacote.

      Trata-se de mais um capítulo no contencioso com minoritários.

      Fundos globais acusam o clã Veronezi de transferir as unidades para outra empresa de seu grupo, a Top Center, de forma a lesar os acionistas da General Shopping.

      RR

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  6. Boa tarde pessoal,
    Conversei hoje com o administrador, na pessoa do Gabriel que é o gerente que cuida da parte de administração de fundos.
    Há viabilidade de manifestar o voto fazendo uma minuta e enviando para a administradora.
    Ele(Gabriel) ficou de me enviar um email com os detalhes para essa manifestação haja visto que muitos dos 11 mil cotistas são de fora de SP e não poderão estar presentes na AGE.

    Assim que eu receber o email, sinalizo por aqui e vejo com o Tetzner de colocar o modelo aqui .
    Quem estiver em SP e for cotista recomendo que esteja na AGE.

    Obrigado, 🙂

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    • Prezados recebi o retorno com o modelo para manifestação de voto para os cotistas que não puderem estar presentes no dia.
      Segue abaixo.
      Enviei também um email para o Tetzner com o anexo pra ver se ele consegue anexar aqui ou enviar por email para quem necessitar.
      Obrigado,
      🙂
      ================================================================
      Boa tarde.
      Prezado Cotista
      Sr.
      Inclusa procuração para completar e subscrever.
      Esperamos com firma autenticada em cartório. Expedir ao endereço infra, aos cuidados do Sr. Gabriel [Cc]:
      Av. Brig. Faria Lima, 1.355 ∙ 15° andar ∙ São Paulo/SP ∙ 01452-002
      A disposição para ulteriores informações que julgar necessário.
      Atenciosamente,
      LEANDRO MENDES DAVANSO

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  7. e por falar no outro FII da General que vem ai… olha só:

    GENERAL SHOPPING E OUTLETS DO BRASIL S.A. Companhia Aberta
    CNPJ nº 08.764.621/0001-53 COMUNICADO AO MERCADO

    GENERAL SHOPPING E OUTLETS DO BRASIL S.A., companhia aberta com sede na
    Avenida Angélica, nº 2.466, 24° andar, conjunto 241, na Cidade de São Paulo, Estado
    de São Paulo (“Companhia”), em complemento ao Comunicado ao Mercado divulgado
    em 18 de janeiro de 2019 e os Fatos Relevantes divulgados em 26 e 28 de dezembro de
    2018, vem informar o que segue.

    Em assembleia geral extraordinária de cotistas do Fundo de Investimento Imobiliário –
    FII Top Center (“Fundo”) realizada em 29 de janeiro de 2019, às 17h00 (“AGC”), a
    Companhia, única cotista do Fundo, aprovou, nos termos da ata da AGC, dentre outros:

    (i) a alteração da denominação do Fundo, que passa a girar sob a denominação de
    “GENERAL SHOPPING E OUTLETS DO BRASIL FUNDO DE INVESTIMENTO
    IMOBILIÁRIO – FII”;

    (ii) a alteração do inteiro teor do regulamento do Fundo;

    (iii) o grupamento das cotas do Fundo, na proporção de 6.092 cotas para formar 1 cota com
    valor nominal unitário de R$ 9,21;

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    • (iv) a emissão, pelo Fundo, de 68.482.097 novas
      cotas (“Novas Cotas”), com valor nominal unitário de R$ 9,21, no montante total de
      R$ 630.720.113,37, a ser realizada por meio de oferta pública com esforços restritos de
      colocação, nos termos da Instrução CVM nº 476, de 16 de janeiro de 2009, conforme
      alterada, sendo admitida a integralização das Novas Cotas mediante (a) conferência ao
      Fundo da totalidade das quotas de emissão da Vanti Administradora e Incorporadora
      Ltda. atualmente detidas pela Companhia e/ou (b) com aportes em moeda corrente
      nacional; e

      (v) a requisição da listagem do Fundo na B3 S.A. – Brasil, Bolsa, Balcão e a
      admissão à negociação de suas cotas em ambiente de bolsa de valores e/ou mercado de
      balcão organizado.

      A ata da AGC e o novo regulamento do Fundo serão disponibilizados a partir desta data
      no website da Planner Corretora de Valores S/A, administradora do Fundo
      , e no sistema Fundos.NET da Comissão de Valores Mobiliários.

      Por fim, a Companhia reitera seu compromisso de manter os acionistas e o mercado em
      geral informados acerca do andamento destes e de qualquer outro assunto de interesse
      do mercado, na forma da legislação aplicável.

      São Paulo, 30 de janeiro de 2019.
      Marcio Snioka
      Diretor de Relações com Investidores

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      • Este é o último ou penúltimo pagamento de RMG?

        Não seria desagrupamento? Está a 60 e parece que está desmembrando em cotas de 9.

        Emissão de cotas agora no fim da RMG é muito suspeito. Parece que é para paga dívida. O fundo não consegue nem gerar lucro, e investir em novas aquisições agora é um mal momento.

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  8. Bom dia pessoal,
    Enviei um mail para a administradora, para validar se a manifestação de voto poderá ocorrer de forma eletrônica(email), estou no aguardo do retorno.
    Mas caso alguém já tiver esta resposta e puder postar aqui fico agradecido.
    🙂

    Curtido por 1 pessoa

      • da convocação da age e proposta da administradora :
        “faz-se necessária a convocação da Assembleia Geral de Cotistas, sendo certo que caso não
        ocorra a eleição da Vórtx DTVM S.A. (“Vórtx”) como administradora fiduciária para substituir a Administradora ou
        indicação dos cotistas de nova administradora fiduciária devidamente habilitada para a atividade de administração
        fiduciária de fundo de investimento imobiliário para substituir a Administradora com a apresentação da proposta formal,
        serão iniciados os procedimentos de liquidação do Fundo conforme definido pela Comissão de Valores Mobiliários
        (“CVM”).
        Assim, sugere-se aos cotistas não favoráveis a liquidação do Fundo que aprovem a eleição da Vórtx, ou ainda, que
        busquem nova administradora fiduciária devidamente habilitada para a atividade de administração fiduciária de fundos
        de investimento imobiliário para substituir a Administradora até a data da Assembleia. “

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      • Dureza vai ser reunir os 25%…
        esse é um ponto que a CVM precisaria rever… quando parte do Adm a decisão de abandonar o fundo, não deveria ser necessário o fórum qualificado… a opção de liquidação é muito mais radical, essa sim exigiria o fórum qualificado…
        Agora partindo dos cotistas, concordo com o fórum qualificado pra dar legitimidade a troca

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      • Morilson e Eduardo;

        Se algum “big shark” partir para compras agressivas no secundário, objetivando um takeover, pode rolar uma liquidação forçosa à frente por um preço “convidativo”, por assim dizer.
        Creio que se o Postalis ainda detiver alguma posição relevante aqui – os Informes Mensais de Set/17 em diante deixam dúvidas a respeito – e tiver interesse em evitar a liquidação, conjuntamente com outros cotistas, daí pode se ter uma chance de se evitar isso.
        Confesso que estou cético, mas vamos ver o desenrolar dos fatos.
        Sds.

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    • Não posso reclamar nada deste fundo imobiliário, ganhei uma boa grana com ele. Mas, ele não evoluiu como prevíamos e além disso, tem o Bonsucesso que vai consumir uma grana muito forte para uma boa reforma. O shopping está muito mal tratado. Acredito que os cotistas vão sofrer com a renda devido a reformas.

      Curtido por 1 pessoa

      • Também não posso reclamar, recebi até esse mês os proventos, contudo a performance e a administração dos shoppings deixaram muito a desejar. Vendi as cotas com lucro e vou aportar em outro shopping. Estou acompanhando o XPML parece bom, gosto também do HGBS mas tem alguns eventos deixando a desejar. Enfim vou estudar um que se enquadre na minha carteira.

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    • Alguma coisa me diz que essa ‘treta’ da desistência de Administração e Consultoria tem a ver com isso aqui:

      General Shopping transfere ativos para fundo

      A General Shopping, controlada pela família Veronezi, vai transferir 11 empreendimentos para um fundo imobiliário cujo controlador indireto é a própria companhia. Ontem, analistas buscavam informações com o comando do grupo sobre como ficará a operação da empresa – praticamente sem ativos no portfólio e com uma dívida líquida de R$ 1,1 bilhão.

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      • Lembrando que a chance desse verdadeiro “passa moleque” nos credores da GSHP terminar mal é muito grande.
        O prazo para deliberação da proposta foi prorrogado a pedido da CVM.
        Tempo suficiente para algum/alguns credor(es) ingressarem com ação solicitando a suspensão do negócio.
        Pelo visto essa novela ainda vai longe.
        Sds.

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      • A estrategia e mais do que obvia, e ja foi utilizada por varias empresas…. em resumo se livra de todos os bens possiveis e pede recuperacao judicial, dai faz uma proposta indecente aos credores, que aceitam ou ficam seu nada…. por exemplo, pago a divida em 20 anos, sem juros com carencia de 3 anos e desconto de 80%…. assim a divida trazida a valor presente magicamente cai mais de 90%…. vice exemplo recente da editora abril que com toda a cara de pau ofereceu aos credores pagar apenas 8% das dividas e ter92% da divida perdoada….
        Os planos de recuperacao judicial das empresas sao publicos… e so pesquisar, se tiver estomago.

        Curtido por 1 pessoa

      • MBP77, na verdade os credores já ingressaram com uma ação contra o negócio

        GENERAL SHOPPING E OUTLETS DO BRASIL S.A.

        FATO RELEVANTE
        GENERAL SHOPPING E OUTLETS DO BRASIL S.A., companhia aberta com sede na Avenida Angélica, nº 2.466, 24° andar, conjunto 241, na Cidade de São Paulo, Estado de São Paulo (“Companhia” ou “General Shopping”), vem, em cumprimento às disposições da Instrução CVM nº. 358/02, informar que foi citada nos autos de um pedido de tutela cautelar em caráter antecedente ajuizado pelos investidores estrangeiros Moneda Deuda Latinoamericana Fondo de Inversión e Moneda Latin American Corporate Debt e Inversiones Odisea, alegando a titularidade de títulos de dívida emitidos por subsidiárias da Companhia no exterior em 2010, 2012 e 2016, no qual requerem, liminarmente, dentre outros, a suspensão dos efeitos das deliberações tomadas na reunião do Conselho de Administração da Companhia iniciada em 21 de dezembro de 2018 e concluída em 26 de dezembro de 2018 (“RCA”), pela qual foi aprovada a alocação de parte dos ativos da Companhia para o Fundo de Investimento Imobiliário Top Center e a distribuição de dividendos pela Companhia, conforme os Fatos Relevantes divulgados pela Companhia em 26 e 28 de dezembro de 2018.
        O Exmo. Sr. Dr. Juiz de Direito da 2ª Vara Empresarial de São Paulo concedeu à Companhia prazo para manifestação, não tendo sido, portanto, prolatada decisão sobre a tutela requerida.
        A General Shopping ressalta que adotará imediatamente todas as medidas judiciais cabíveis para resguardar os seus interesses e de seus acionistas.
        Por fim, a Companhia reitera seu compromisso de manter os acionistas e o mercado em geral informados acerca do andamento deste e de qualquer outro assunto de interesse do mercado.

        São Paulo, 24 de janeiro de 2019.

        Curtido por 1 pessoa

    • Acho que o fim do RMG já está “quase” totalmente prefixado pelo Sr. Mercado…

      O FIGS com a renda real de R$ 0,37/cota e a cota a 68/69 dá uma renda em torno de 0,54 % ao mês…

      >>> Comparando com os top´s do segmento SHOPPING, ( por exemplo ABCP e PQDP ) o Sr. Mercado acha que uma renda de entre 0,48% a 0.50% ao mês está bom… Então uma renda 10% acima do ABCP e PQDP, o Sr. Mercado acha razoável, talvez considerando que existe uma condição favorável no futuro da Economia para o resultado do FIGS melhorar um pouco.

      Obs. Não é uma recomendação de compra, apenas uma tentativa em explicar porque ao preço da cota não caiu abaixo dos 68 com a aproximação do fim da RMG… Tentei ver o cenário do ponto de vista do Mercado secundário, olhando “apenas” para o segmento Shopping.

      Sucesso em 2019 pra todos !

      Curtido por 3 pessoas

    • A receita bruta foi 4,5% superior a do ano passado, o que é até razoável, porem os custos é que foram substancialmente mais altos… se foi em investimentos para novos inquilinos, pelo menos é uma luz no fim do túnel…
      a apresentação dos números melhorou mas parou por aí, falta transparência do Adm mostrar as perspectivas do negocio

      Curtido por 1 pessoa

    • GENERAL SHOPPING E OUTLETS DO BRASIL S.A.
      CNPJ/MF 08.764.621/0001-53
      Companhia Aberta
      FATO RELEVANTE

      GENERAL SHOPPING E OUTLETS DO BRASIL S.A., companhia aberta com sede
      na Avenida Angélica, nº. 2.466, 24º andar, conjunto 241, Cidade de São Paulo, Estado
      de São Paulo (“Companhia”), vem, em cumprimento às disposições da Instrução CVM
      n°. 358/02, conforme alterada, informar aos seus acionistas e ao mercado em geral o
      quanto segue.

      Nesta data, em reunião do Conselho de Administração da Companhia iniciada em 21 de
      dezembro de 2018 e concluída hoje após suspensão dos trabalhos (“RCA”), foi
      reconhecida a realização de lucros registrados na reserva de lucros a realizar (“RLAR”)
      verificada conforme o balanço patrimonial da Companhia levantado em 31 de dezembro
      de 2017 (“Balanço de Referência”), no montante de R$ 828.955.780,04 (oitocentos e
      vinte e oito milhões, novecentos e cinquenta e cinco mil, setecentos e oitenta reais e
      quatro centavos), decorrente da conferência pela Companhia de Ativos (abaixo
      descritos), a valor de mercado, ao Fundo de Investimento Imobiliário Top Center,
      inscrito no CNPJ/MF sob o n. 11.769.604/0001-13 (“FII”), cujas cotas são atualmente
      detidas indiretamente pela Companhia, a ser implementada nos termos de Compromisso
      de Subscrição das Cotas do FII, celebrado entre a Companhia e o FII (“Compromisso”),
      com o objetivo de permitir o aproveitamento de benefícios advindos da estrutura do FII
      e atender a legislação e a regulamentação aplicáveis.

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      • Nos termos do Compromisso, os Ativos a serem conferidos ao FII: (i) correspondem às
        participações societárias detidas, diretamente e indiretamente, pela Companhia nas
        subsidiárias descritas no Anexo I deste fato relevante (“Subsidiárias Objeto”),
        detentoras dos shoppings também descritos no Anexo I (“Ativos”);

        (ii) deverão ser conferidos ao FII pelo seu valor de mercado, tal como registrado nas Demonstrações
        Financeiras da Companhia de 31 de outubro de 2018, pelo valor total de
        R$ 619.951.105,67 (seiscentos e dezenove milhões, novecentos e cinquenta e um mil,
        cento e cinco reais e sessenta e sete centavos); e (iii) incluem o valor de
        R$ 1.765.729,33 (um milhão, setecentos e sessenta e cinco mil, setecentos e vinte e
        nove reais e trinta e três centavos) a ser contribuído pela Companhia ou suas controladas
        para fazer frente aos custos e despesas referentes à manutenção do FII.

        Previamente à conferência dos Ativos no FII, será realizada realocação de ativos
        envolvendo a Companhia e as suas controladas, Levian Participações e
        Empreendimentos Ltda. (“Levian”) e Securis Administradora e Incorporadora Ltda.
        (“Securis”), abrangendo, mas não se limitando, a cisão parcial da Levian e da Securis
        com versão das participações societárias detidas nas Subsidiárias Objeto para as
        respectivas Subsidiárias Objeto, além de dívidas e adiantamentos devidos pela Levian
        ou Securis, conforme o caso, contra as mesmas Subsidiárias Objeto, de modo que a
        Companhia passe a deter participação direta nas Subsidiárias Objeto (“Realocação de
        Ativos”).

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      • Em razão da realização de lucro registrado na RLAR, foi aprovada, ainda, na RCA, ad
        referendum da assembleia geral da Companhia, a distribuição de dividendos aos
        acionistas da Companhia, no valor total de R$ 828.955.780,00 (oitocentos e vinte e oito
        milhões, novecentos e cinquenta e cinco mil, setecentos e oitenta reais), sendo:

        (i). o montante de R$ 207.238.945,00 (duzentos e sete milhões, duzentos e
        trinta e oito mil, novecentos e quarenta e cinco reais), correspondente à parcela do lucro
        equivalente ao dividendo mínimo obrigatório de que trata o art. 202, caput, da Lei das
        S.A, e art. 33, inciso (iv), do Estatuto Social da Companhia, alocado na RLAR
        conforme o Balanço de Referência, a ser pago em dinheiro (“Parcela em Dinheiro”); e

        (ii). o montante de R$ 621.716.835,00 (seiscentos e vinte e um milhões,
        setecentos e dezesseis mil, oitocentos e trinta e cinco reais), correspondente à parcela
        remanescente dos lucros destinados para a RLAR conforme o Balanço de Referência, a
        ser pago mediante a entrega de cotas do FII para os acionistas da Companhia (“Parcela
        In Natura”), na proporção de suas respectivas participações no capital social da
        Companhia, ou, alternativamente, a subscrição de debêntures a serem emitidas pela
        Companhia, conforme abaixo descrito.

        Farão jus aos dividendos ora declarados os detentores de ações da Companhia no
        encerramento do pregão de 02 de janeiro de 2019 (“Data de Corte”), de forma que as
        ações da Companhia passarão a ser negociadas ex-dividendos na B3 S.A. – Brasil,
        Bolsa, Balcão a partir de 03 de janeiro de 2019. O pagamento dos dividendos ora
        declarados será realizado até 22 de fevereiro de 2019.

        As cotas de emissão do FII, objeto da Parcela In Natura, serão listadas para negociação
        na B3 S.A. – Brasil, Bolsa, Balcão com arquivamento do respectivo prospecto, nos
        termos e prazo da legislação e regulamentação aplicáveis, conferindo liquidez das cotas
        do FII, em benefício dos acionistas da Companhia.

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      • Alternativamente ao pagamento de dividendos com cotas do FII, os acionistas que não
        puderem ou não desejarem receber tais cotas poderão utilizar a totalidade de seu crédito
        decorrente da declaração dos dividendos relativos à parcela remanescente dos lucros
        realizados para integralizar debêntures perpétuas, simples, não conversíveis em ações,
        da espécie subordinada, sem garantias, resgatáveis a qualquer tempo, cujo valor total de
        emissão será equivalente a até o montante da Parcela In Natura, a serem emitidas pela
        Companhia em reunião a ser oportunamente realizada por este Conselho, com
        autorização para a Diretoria da Companhia praticar todos os atos necessários à referida
        emissão, que terá, além das características descritas acima, como principais termos e
        condições as seguintes disposições (“Debêntures Perpétuas”):

        (i) espécie: no caso de liquidação da Companhia, o pagamento das
        Debêntures Perpétuas será subordinado a todos os credores da
        Companhia, incluindo, sem limitação, os bônus de dívida subordinados e
        perpétuos (12.00% Perpetual Subordinated Fixed to Floating Rate Notes
        with Interes Deferral Option) emitidos pela General Shopping
        Investmentes Limited, controlada da Companhia (“Bonds Perpétuos”),
        observado que referido pagamento será realizado aos titulares das
        Debêntures Perpétuas previamente ao reembolso dos haveres dos
        acionistas da Companhia;

        (ii) direito de diferir pagamento da remuneração: a Companhia terá o direito
        de diferir o pagamento da remuneração a ser paga aos debenturistas; e

        (iii) data de vencimento: as Debêntures Perpétuas terão prazo indeterminado,
        vencível somente na hipótese de liquidação da Companhia.

        A entrega de cotas do FII em pagamento de dividendos permite a distribuição, pela
        Companhia aos seus acionistas, do lucro realizado alocado na RLAR excedente ao
        dividendo mínimo obrigatório mediante a entrega de ativos com potencial liquidez, ou,
        alternativamente, o pagamento por meio das Debentures Perpétuas em termos e
        condições compatíveis com o saldo e fluxo de caixa da Companhia, os quais deverão ser
        prioritariamente destinados ao pagamento de custos e despesas orçados correntemente e
        de sênior notes de emissão da Companhia.
        Informações adicionais a respeito do pagamento dos dividendos, incluindo a Parcela In
        Natura, estarão descritas em “Aviso aos Acionistas” a ser oportunamente divulgado aos
        acionistas da Companhia e ao mercado em geral.
        Por fim, a Companhia reitera seu compromisso de manter os acionistas e o mercado em
        geral informados acerca do andamento destes e de qualquer outro assunto de interesse
        do mercado.

        São Paulo, 26 de dezembro de 2018.
        MARCIO SNIOKA
        Diretor de Relações com Investidores

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    • Tenho um FIGS11 desde inicio de 2018
      sou bem amador nisso também. Pelo que entendi esses shopping forma incorporados a outros? procede?
      Isso vai representar uma valorização da cota? Vai ter uma aumento dos rendimentos por cota? a RMG que fecha agora em 2019, como fica?

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    • Xiii

      “melô” ? rs

      CVM analisa operação da General Shopping

      (Atualizada às 17h38) A Comissão de Valores Mobiliários (CVM) começou a avaliar a reorganização de ativos anunciada pela General Shopping e que resultará na distribuição extraordinária de dividendos de R$ 829 milhões.

      A operação chamou atenção e está sendo analisada pela Superintendência de Relações com Empresas (SEP) da autarquia, conforme apurou o Valor.

      Curtido por 1 pessoa

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