VPSI11 – FII Polo Shopping Indaiatuba

vpsi11

O Fundo adquiriu quotas da sociedade de propósito específico (“SPE”) denominada BI Mall Indaiatuba Empreendimentos Imobiliários Ltda., cujo objetivo principal era promover a construção, incorporação e posteriormente exploração do shopping center denominado Polo Shopping Indaiatuba localizado no Município de Indaiatuba, Estado de São Paulo.

Com a dissolução da SPE em março de 2013, o Fundo possui como ativo alvo o imóvel onde está instalado o Polo Shopping Indaiatuba, localizado no Município de Indaiatuba, Estado de São Paulo.

O Polo Shopping Indaiatuba inaugurado em 28/04/2011, encontra-se com um ABL de 30.000 m² que está distribuído em 185 lojas, sendo 10 lojas âncoras, e 5 salas de cinemas. O Shopping possui 1.500 vagas de estacionamento.

As lojas âncoras são: Casas Bahia, Lojas Renner, Centauro, Le Biscuit, Magazine Luiza, Tenda Atacados, C&A, Kalunga, Cia da Criança e Topázio Cinemas.

A rentabilidade de fundo no 1º semestre de 2016 foi de 2,69%, contra uma queda de 8,83% no semestre anterior. Essa retração foi, principalmente, resultado da reavaliação do imóvel realizada em Dezembro/15, a qual foi afetada pelos indicadores macroeconômicos.

RI: vwmprodutosestruturados@votorantimwm.com.br

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18 comentários sobre “VPSI11 – FII Polo Shopping Indaiatuba

  1. TST: shopping não pode cobrar estacionamento de lojistas

    Vínculo com os lojistas abrange o dos funcionários, uma vez que servem ao lucro

    Tribunal Superior do Trabalho reforçou entendimento já adotado em alguns estados nas instâncias inferiores, e manteve decisão do Tribunal Regional da 15ª Região (Campinas/SP) que proibiu um shopping de Indaiatuba de cobrar dos empregados dos lojistas o estacionamento de seus automóveis e motocicletas.

    De acordo com o voto vencedor do ministro Alberto Bresciani, relator de recurso de revista julgado pela 3ª Turma do TST, não há dúvida de que o shopping auferia parte do faturamento das lojas, lucrando com o trabalho dos empregados.

    “Não houve repactuação das condições com os lojistas, que têm vínculo formal. Ao contrário, o shopping preferiu auferir lucro por via indireta, menos burocrática. O vínculo com os lojistas, entretanto, abrange o dos funcionários, uma vez que servem ao lucro e à atividade-fim do réu”, ressaltou o ministro Bresciani.

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    • O CASO

      No caso concreto, o Polo Shopping Indaiatuba, localizado às margens da rodovia Santos Dumont, em São Paulo, já tinha sido proibido de cobrar estacionamento de seus empregados pelo TRT da região, e foi condenado a restituir os valores já cobrados, em ação ajuizada pelo Sindicato dos Empregados no Comércio de Itu e Região. A cobrança teve início em 2011, e era feita mensalmente de forma antecipada, no valor de R$ 80. Antes de ir à Justiça, o sindicato tentou negociar com a empresa a isenção do pagamento, mas não teve êxito.

      O Ministério Público do Trabalho instaurou então inquérito, mas os representantes legais do shopping sustentaram não haver “suporte jurídico” para a pretensão do sindicato, no sentido de que os empregados tinham necessidade de usarem os seus próprios veículos devido à insuficiência de transporte público, agravada pela localização do shopping e pelo horário de trabalho até as 22 horas.

      Ao acolher o pedido, o TRT destacou que a cobrança resultava em redução salarial, em choque com o artigo 468 da da Consolidação das Leis Trabalhistas.

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    • No recurso ao TST, o centro comercial alegou que não ficara comprovada a redução salarial, nem qualquer interferência na relação de emprego entre os lojistas e seus empregados.

      Para o ministro Alberto Bresciani, relator do recurso, no entanto, foi imposta pelo shopping alteração abusiva em prejuízo direto dos empregados das lojas, com violação do princípio da boa-fé objetiva.

      A decisão da turma do TST de não conhecer do recurso de revista foi por maioria de votos. Ficou vencido o ministro Alexandre Agra Belmonte.

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  2. O Fundo tem por política básica a realização de investimentos em um único ativo, o Polo Shopping Indaiatuba, para exploração comercial por meio de locações e arrendamento de unidades de lojas, Mall & Midia e vagas de estacionamento, visando proporcionar ao Cotista remuneração para o investimento realizado.

    As disponibilidades financeiras do Fundo que temporariamente não estiverem aplicadas em imóveis serão aplicadas em fundos e/ou ativos de renda fixa, de acordo com as limitações legais em vigor.

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