MXRF11 – Maxi Renda

Fundo Imobiliário criado sob regime de condomínio fechado, com prazo Indeterminado de duração,o FII Maxi Renda (MXRF11) é classificado como sendo um fundo do tipo Papel e enquadra-se na segmentação IGPM, de acordo com os critérios do nosso Ranking dos FIIs.

mxrf1121

Gestor: XP Gestão de Recursos
Administrador: XP Investimentos
Data de início do fundo: 12/04/2012
Valor inicial da cota: R$100,00

Algumas características do Fundo:
Os rendimentos mensais não são necessariamente constantes, em função do tratamento contábil do rendimento que ele recebe dos CRIs, FIIs e LCIs. No 2º semestre de 2014, houve um pagamento maior em dezembro do que nos meses anteriores
Na analise deste fundo, é importante levar em conta os rendimentos futuros  que a SPE deve trazer, 70% de participação em Terra Mundi Jardim América para o FII, bem como os pagamentos não mensais dos CRIs e das LCIs do portfólio do fundo.

Taxa de Administração (inclui Custódia e Gestão): 0,47%a.a. (mínimo de R$45.000,00 mensais)
Taxa de performance: 30% sobre o retorno acima do Benchmark, distribuído semestralmente
Benchmark: NTN-C com prazo de vencimento mais próximo de 6 anos.

Objetivo: seus recursos na aquisição de ativos financeiros imobiliários como CRI, LCI, LH e Cotas de Fundos de Investimento Imobiliário

RI: ri@xpgestao.com.br

Tutor do FII: Ferraro

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517 comentários sobre “MXRF11 – Maxi Renda

  1. Gaia se mune de provas e insiste em falência da Urbplan, do Carlyle
    17 Setembro 2017 | 05h00

    A Gaia Securitizadora, que já pediu, no ano passado, falência da Urbplan, empresa de loteamento controlada pelo fundo americano Carlyle, está se movimentando para provar na Justiça que a companhia está sendo esvaziada, em detrimento dos credores detentores dos Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs).

    O caso envolve pouco mais R$ 500 milhões em CRIs. A securitizadora quer fazer valer o pedido de falência solicitado em 2016, alegando que a companhia está em situação de “insolvência notória” e que foi “abandonado pelo Carlyle”.

    Pulou fora
    A argumentação, segundo a Gaia, ganha força porque, no final de agosto, o Carlyle decidiu em assembleia fazer a liquidação do fundo pelo qual controla indiretamente a Urbplan. Para a securitizadora, essa é uma sinalização de sua saída da operação da loteadora, dias antes de contratar a IVIX Value Creation, empresa especializada em reestruturação de companhias.

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    • Saco vazio

      Outro argumento usado pela Gaia para fundamentar a falência é que o Carlyle constituiu um fundo, chamado de Itapeva VIII, para o qual a Urbplan transferiu 85% da carteira de seus recebíveis de maio de 2015 a maio de 2016, depois de ter decidido não aportar mais capital na loteadora. A explicação do Carlyle é que tais recebíveis foram os dados como garantias em empréstimo que o próprio fundo fez à Urbplan, quando as torneiras de bancos já tinham fechado para a empresa. Os recursos de tal empréstimo foram direcionados a compromissos com consumidores, impostos e passivos trabalhistas.

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    • Com a palavra

      Procurada, a securitizadora informa que “por regra atinente ao mercado financeiro, a Gaia Securitizadora possui o dever de manter sigilo sobre determinadas informações, se reservando a este direito, sobretudo sob risco de afetar as estratégias traçadas”. Carlyle e Urbplan não responderam.

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    • Carlyle redesenha seu portfólio no Brasil

      O Carlyle passa por um momento de rearrumação dos seus negócios no Brasil.

      Além da decisão já anunciada de vender a rede de ensino Uniasselvi e parte da varejista de brinquedos RiHappy, a gestora norte-americana procura também um comprador para a Urbplan, empresa de desenvolvimento imobiliário e urbano.

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      • Trata-se de um momento de inapetência pelo Brasil? Muito pelo contrário.

        O país receberá a maior parte dos recursos do novo fundo que o Carlyle está captando para investimentos na América Latina.

        Entre as prioridades, empresas de tecnologia e negócios na área de saúde avançada.

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      • Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs)

        Abaixo, evidencia-se o status de CRI com histórico recente de eventos que podem influenciar o fluxo de pagamentos dos papéis previsto
        na aquisição do título:

        (a) CRI Harte (14B0058368): Após o vencimento da operação e excussão das garantias, o Fundo deteve uma participação no edifício
        Oceanic na cidade de Santos. Neste mês houve uma maior movimentação a respeito de possíveis compradores. Ao todo, existem 3
        corretores locais trabalhando ativamente o imóvel. A XP Gestão tem feito reuniões com grandes consultorias imobiliárias para ajudar na
        divulgação. Também estamos buscando com os demais investidores a aprovação da colocação de uma placa para divulgar o Oceanic.

        (b) CRI Cameron (12L0033177 e 16F0132354): A operação foi vencida antecipadamente em 17 de março de 2017 e estão sendo tomadas
        as medidas judiciais para execução do devedor. Em paralelo, o processo de obtenção do “Habite-se” segue em curso por uma iniciativa
        encabeçada pelos mutuários do condomínio Felicitá, que criaram uma associação para juntar esforços para concluir a obra.

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      • (c) CRI Torp (12H0000804): O Devedor está em busca de investidores terceiros que estejam dispostos a entrar com participação no projeto,
        através da quitação do CRI.

        (d) CRI Esser (14K0050601): As negociações junto a Esser seguem em curso. Em paralelo às conversas, os advogados contratados estão
        seguindo os ritos normais de excussão das garantias.

        (e) CRI Urbplan Mezanino (11L0005713): Após a assembleia de vencimento antecipado da operação não ter sido instaurada, não ocorreram
        evoluções relevantes na renegociação com a Urbplan. Atualmente o CRI sênior é detido por uma base pulverizada de investidores, o que
        dificulta o alinhamento nas decisões perante a operação.

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  2. Está impossível falar com a XP para conseguir calcular o meu novo PM neste fundo.

    Eu tinha XPGA e MXRF, agora juntou tudo, a cota desdobrou em quase 10:1 e para calcular o PM, como faz?

    Alguém tem uma formula mágica?

    Att,

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  3. Urbplan, do Carlyle, pode partir para recuperação extra ou judicial

    A Urbplan, loteadora que tem o fundo de private equity Carlyle em seu controle, colocou o fim deste mês como nova data limite para resolver sua crise financeira, que já dura quase quatro anos.

    Curtido por 1 pessoa

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