BBFI11B – BB Fundo de Investimento Imobiliário Progressivo

O fundo é administrado pela Caixa Econômica Federal, em regime de condomínio fechado e tem prazo indeterminado de duração; classificado como sendo um fundo do tipo Tijolo e enquadra-se na segmentação Escritórios.

Possui dois imóveis em seus ativos: um em Brasília, localizado no Setor Bancário Sul, Quadra 01, Bloco “A” (Edifício Sede I), e outro no Rio de Janeiro, localizado na Rua Gomes Braga, 65, com entrada suplementar pela Rua Barão São Francisco, 177 (Centro Administrativo do Andaraí).

bbfi11b-bmp

O edifício de Brasilia(sede) conta com 46.135 m²,  23 andares e 27 pavimentos; já o do Rio de Janeiro(CARJ) conta com 104.498 m², 9 blocos integrados pelo subsole, mais 1 agência.

Centro Administrativo do Andaraí (CARJ)
O complexo Comercial está localizado na Zona Norte do Rio de Janeiro, região que possui uma ocupação mista entre os usos comercial/serviços, institucional e residencial. Entre os usos encontrados na região podemos citar agências bancárias, shopping center, comércio local, edifícios residenciais, entre outros. Destacam-se no entorno imediato o Shopping Center Boulevard Iguatemi Rio e o hipermercado Guanabara. A região é amplamente servida por diversas linhas de ônibus regulares que fazem a ligação com o centro e outros pontos da cidade. Quanto ao sistema de transporte por metrô, a estação mais próxima é a Saens Peña, localizada a cerca de 2 km (Linha 1) e a Maracanã, localizada a cerca de 2 km (Linha 2) da propriedade.

Imóvel CARJ – Centro Administrativo do Rio de Janeiro:
Valor: R$ 2.157.100,00 (em 07/04/16), Prazo: 5 (cinco) ano portanto com contrato de locação vigente até outubro de 2020.

Edifício Sede I
O imóvel situa-se na Quadra 04 Bloco A do Setor Bancário Sul, onde a atividade predominante é bancária, comercial / serviços. Suas principais vias de acesso são Eixo Rodoviário Sul, Eixinho L e as vias L-1 e BS-S1. A sua localização é central com relação ao Plano Piloto, beneficiada pela proximidade da Estação Rodoviária do Plano Piloto, do Setor Comercial Sul e da Esplanada dos Ministérios. Nesse setor foram construídos diversos edifícios comerciais com arquitetura não tão moderna, porém de bom padrão construtivo, fazendo com que o local se valorize em relação ao Setor Comercial Sul, que está com ocupação total e apresenta prédios bem mais antigos. A região possui uma ocupação mista entre os usos comercial/serviços e institucional. Entre as atividades encontradas podemos citar agências bancárias, praças de alimentação com lojas de apoio, shopping center, sede de bancos e de escritórios de advocacia, entre outros.

Locado parcialmente para o Banco do Brasil S.A. com contrato de locação vigente até janeiro de 2025 com valor de aluguel atual em R$ 754.105,33 ao mês.

130.000 cotas

Taxas:
Administração de 5,10% sobre a receita do fundo após deduções das despesas e provisões (mínimo R$ 36.000,00 mensais corrigido pelo IGPM).

RI: viter@caixa.gov.br, gemob@caixa.gov.br e gedef@caixa.gov.br

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401 comentários sobre “BBFI11B – BB Fundo de Investimento Imobiliário Progressivo

  1. Sindicato realiza ato contra privatização do BB e cobra solução para elevadores do Andaraí
    NOTÍCIAS 11, outubro 2017 17:42

    Adriana Nalesso disse que os ataques do governo Temer aos bancos públicos colocam em risco não apenas o emprego e os direitos dos bancários, mas também o futuro do país

    Pressão dos bancários garante a presença de equipe técnica por pelo menos 15 dias para acompanhar situação no prédio

    O Sindicato realizou na quarta-feira, 11, um ato público em frente ao prédio do Andaraí em protesto contra o desmonte e o projeto de privatização do Banco do Brasil implementados pelo governo Michel Temer. A atividade, que durou todo o dia, fez parte de um Dia Nacional de Lutas no banco.

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    • “O ataque deste governo aos bancos públicos coloca em risco não somente o emprego e os direitos dos bancários, mas o futuro e o desenvolvimento econômico e social do Brasil. Os bancos privados jamais cumprirão o papel social exercido pelo setor público”, disse a presidenta do Sindicato, Adriana Nalesso. O protesto contou com a presença do deputado estadual Gilberto Palmares (PT).

      Descaso com a vida

      Os sindicalistas cobraram também providências em relação a falta de manutenção e a ausência de ascensoristas nos elevadores do prédio, que tem 13 andares. No último dia 9, um dos dezesseis elevadores despencou com 11 pessoas dentro. Duas pessoas foram levadas para o hospital, em função das lesões causadas pelo impacto do acidente. Durante a manifestação, os sindicalistas foram informados que pelo menos mais dois elevadores apresentaram problemas.

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    • “É um descaso com a saúde e com a vida dos funcionários e do grande número de pessoas que circula no prédio”, disse o diretor da Contraf-CUT, Marcello Azevedo.

      Excesso de pessoas e peso, falta de manutenção e utilização indevida dos elevadores estão entre os problemas verificados pelo Sindicato, que cobrou providências da administração e da mantenedora do Andaraí. Com a pressão dos bancários, uma reunião aconteceu no mesmo dia para buscar uma solução para o problema e o banco se comprometeu a colocar uma equipe técnica durante 15 dias para acompanhar a situação dos elevadores.

      “Cobramos e conseguimos, na reunião, uma equipe de técnicos até que a situação seja normalizada e a contratação imediata de ascensoristas para atender a demanda do prédio.

      A atual situação é fruto do desmonte imposto pela direção do BB e pelo governo Temer”, acrescenta Azevedo.

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    • Jurídico vai tirar dúvidas sobre processo de incorporação de função

      O Departamento Jurídico do Sindicato vai realizar uma palestra para tirar dúvidas dos funcionários do Banco do Brasil sobre o processo judicial de incorporação de função, além de outros temas do funcionalismo. Na terça-feira, 17, a palestra será ministrada no prédio do Sedan, das 12h às 14h30. Na quarta, 18, no mesmo horário, será a vez do prédio do Andaraí.

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    • Sem ascensorista, elevador cai no BB do Andaraí
      09, outubro 2017

      O Sindicato cobrou a emissão da CAT para os funcionários envolvidos no acidente para prevenir a ocorrência de futuras sequelas pós-traumas

      Um dos dezesseis elevadores do complexo do Banco do Brasil do Andaraí despencou do sétimo andar da torre até o segundo subsolo, com 11 pessoas dentro, nesta segunda-feira (9/10). Foram momentos de pavor, com a queda em alta velocidade e as portas abrindo e fechando, segundo relatos. Duas pessoas tiveram que ser levadas para o hospital, em função de lesões causadas pelo impacto. O prédio tem 13 andares e nele circulam, só de funcionários do banco, mil funcionários e, terceirizados.

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      • A queda talvez pudesse ser evitada, caso o BB não tivesse demitido, no dia 20 de setembro, todos os ascensoristas do Andaraí e do prédio da Senador Dantas. Estes profissionais poderiam identificar rapidamente qualquer mau funcionamento, solicitando, de imediato, o conserto. Segundo diversos funcionários, uma semana antes do acidente, um dos elevadores ficou parado, com várias pessoas dentro, por mais de 40 minutos.
        O Sindicato cobrou a emissão de Comunicação de Acidente de Trabalho (CAT), para todos os atingidos pelo acidente. Já entrou em contato com o deputado Gilberto Palmares e o vereador Reimont, ambos do PT, que vão denunciar o ocorrido, no plenário da Assembleia Legislativa e na Câmara dos Vereadores. E vai continuar exigindo a contratação de ascensoristas.

        Demissões ilegais
        A decisão de demitir os ascensoristas contraria leis estaduais e municipais que exigem a presença destes profissionais nos elevadores. A lei estadual 1.847, de 2 de julho de 1991, em seu artigo 1º não deixa dúvidas: “Fica obrigada a presença de ascensoristas em todos os elevadores instalados em prédios não residenciais durante o horário em que estiverem em serviço”. A justificativa é que devido ao grande número de pessoas nesses locais, as ocorrências de acidentes são constantes. Os casos vão desde uma simples retenção e inacessibilidade até a abertura de portas sem a presença do profissional no andar.

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      • Insegurança total
        E o perigo de novos acidentes aumenta. Segundo denúncias, já foram identificados vários problemas causados pela falta de ascensoristas como acesso de carga sem os devidos cuidados, excesso de passageiros, muitas pessoas manuseando de forma inadequada o painel, além da falta de controle das condições do elevador para alertar quando da necessidade de manutenção. Na última quinta-feira, em função do rompimento de um cano de abastecimento d’água, apenas dois dos seis elevadores da torre do Andaraí estavam funcionando. Como não havia ascensoristas, não foi feito o controle da entrada de pessoas, o que pode ter gerado sobrecarga.
        A mesma situação ocorre no prédio da Senador Dantas, com o agravante de que lá são 41 andares. Há relatos de funcionários que ficaram presos em elevadores aguardando, às vezes, mais de 15 minutos para serem liberados. São ao todo 13 elevadores no Sedan.

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      • Seria a situação do governo heim. Na época da tia não tinha isso não. Sindicatos têm q se mobilizarem e impedir o desmonte do andarai, muita gente depende de lá, falam em mais de mil q circulam por lá, caramba da uma mobilização boa e com resultados, basta quererem

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      • Com certeza, se bem q enquanto locado a responsabilidade é do locatário, terão entregar em perfeitas condições de uso e conservação na entrega do imóvel. Mas por outro lado o responsável pelo fii tem o direito e o dever como representantes dos cotistas de visitarem o imóvel quando quiserem e impedir seu sucateamento

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      • Já, conseguiram o número de votos na última consulta q tevê, tá tudo certo, pelo menos eu acho né, afinal faltava só a votação atingir o número suficiente e atingiu

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      • Vou tentar um contato com eles amanhã e ver o q eles têm a dizer, mas pelo jeito vão ficar sabendo disso só pela mídia, tamanha a importância q dão

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      • Sindicato sendo usado como plataforma política do mesmo tipo que as militâncias alienantes da maior marte do nosso professorado.
        Nada de novo nisso. Mais do mesmo.
        Não sabia que ascensoristas tinham super-poderes e que poderiam evitar a queda de um elevador.
        Alguém poderia levar essa ideia ao Stan Lee, a fim de que ele criasse uma nova personagem de quadrinhos.
        Sds.

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      • Sobre o acidente com o equipamento, interessante observar qual será o resultado do laudo de perícia a ser realizado no local e que deverá determinar a causa da queda (manutenção mal feita, excesso de peso, sabotagem, etc.).
        Antes deste, qualquer afirmação categórica fica no campo da adivinhação ou do leviano.
        Ademais, não há a menor necessidade de se ter ascensoristas nestes elevadores, vez que a inserção de meros alertas de sobrepeso (com devida trava de segurança) já seriam suficientes para resolver o desleixo aparente (ou falta de preocupação com a própria segurança) demonstrados na matéria.
        Sobre a questão do rompimento no duto de água, é uma coisa muito comum de se acontecer em edificações mais antigas como esta e que, aparentemente, não contam com manutenção preventiva adequada (seja em sazonalidade, seja em qualidade).
        Sds.

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      • Acho q cada um sabe onde dói mais quando aperta o dedo na ferida, pra quem é cotista e vê o seu bem sendo degradado, da um certo arrepios Ainda mais sabendo q para se por em ordem novamente só se dará através de ações judicial em meio a uma justiça morosa como é a justiça do Brásil

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      • Hhhaha cada uma KKKK ADM pública e sindicatos são uma piada.

        Isso tem haver com a falta de sistema de segurança nos elevadores + falta de manutenção preventiva.
        Não tem nada haver com ascensorista.

        Prédios públicos sucateados há décadas ! Este elevadores são da pré historia, novs elevadores novos existe um sistema para travar elevadores nesta situação e umas ou dois sistema para conter estes acontecimentos.

        Existe centena de condomínios sem ascensorista e isto não acontece.

        Alias nem deviam existir estes prédios públicos . BB devia deveria alugar torres comercias novas e entregar quando foste conveniente pagando aluguel baratinho.

        ADM pública é um lixo e tem gente aqui pedindo mais estado e mais boquinhas no sindicato KKKK

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  2. Em homenagem ao amigo Interceptor…

    Aqui tem!!!
    Pelo menos até 2020… até lá…

    Data-base (último dia de negociação “com” direito ao provento) 31/08/2017
    Data do pagamento 15/09/2017
    Valor do provento por cota R$ 23,459819
    Período de referência AGOSTO/2017

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  3. As cotas de Fii caíram bastante nestes últimos dias. E não tem, pelo menos conhecido, nenhuma novidade. O banco do Brasil deste o final do ano passado informou que pretende não renovar o contrato com uma das unidades. Mas o contrato é longo ainda. Então o movimento atual parece mais desinformação que qualquer outra coisa

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    • Parece-me (não acompanho este fundo pois não sou mais cotista) que foi divulgado FR informando que o BB VAI DEVOLVER todos os imóveis deste fundo. Se és cotista sugiro confirmar a informação, aqui mesmo ou então no RI do fundo.

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      • Conejo, não houve nenhum fato relevante este ano sobre saída do BB. A noticia da saída é do ano passado. Por isso estou associando a queda de preço a efeito manada. Mas posso estar errado..

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      • Eu imagino, tomando por base o que aconteceu em outros FIIS que é incide trading e que daqui um , dois meses para sair um FR horripilante, dizendo por exemplo que o BB irá deixar o fundo de imediato e que não pagará multa nenhuma e que se o fundo quiser multa , que vá atrás da justiça brasileira . É meu palpite.

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      • Em um fundo que está pagando mais de 1% ao mês, com “contrato até 2020″ , valor da cota bem superior ao VP, SELIC indo a 8% , em uma Bolsa onde o valor de cota de muito fundo” só os bagaços ” está subindo, sinceramente em um cenário destes, não vejo motivo da cota baixar de 2700 para 2500 até agora. Imagino que alguma desgraça está para ser anunciada. Algum FR retardado como já vimos em vários FIIS. Renegociação valor de contrato, rompimento com um valor simbólico ou sem multa, etc.

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      • deutinvestimentos, apenas uma correção no seu comentário. O VP do fundo é 3.653,70 e a cota ontem fechou em 2.480,00 . Portanto a cota está com um grande desconto em relação ao VP e não o contrário. Aliás fala-se muito que o fundo vai acabar. Me estranha que investidores de fundo imobiliário pensem assim. Os imóveis estão lá e com a alteração das regras do fundo eles podem ser alugados para outras entidades ou vendidos. E como a cota está muito abaixo do VP…..Tirem suas conclusões….

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      • Eu queria dizer o que vc escreveu, o VP lá no alto, a cota lá em baixo. Imagino que era para a cota subir. Eu não sou sócio, e estas observações que faço é só para os cotistas raciocinarem em cima delas.

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      • Eu citei vários fatores para que o fundo seja procurado, comprado e com isso a cota subir, não obstante paradoxalmente ela cai. Acho que é inside trading. Já vimos isso com HGBS e com trocentos fundos da BTG.

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      • O VP leva em consideração o potencial econômico do fundo, certo?
        Então, se o BB sair do CARJ, como já anunciou, o VP também cai, certo?
        E, dependendo do valor da venda de parte do prédio de BSB, o VP também pode cair, certo?
        Apenas uma provocação para quem está ancorado no VP que consta no relatório do fundo!

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    • Entrei em contato com a caixa que é a administradora e as informações permanecem a mesma do ano passado:
      CAJAR: Não interessa mais ao banco e existe um contrato longo em vigência.
      Imóvel de Brasília: Parcialmente alugado,
      Acredito que (o efeito manada e o leilão judicial que teve esta semana) favoreceram para sua queda.

      Curtido por 3 pessoas

      • O BB FII Progressivo, fundo imobiliário lastreado em contratos assinados com o Banco do Brasil, caminha para o seu epílogo.

        O banco decidiu não renovar a locação dos dois imóveis que compõem a carteira:

        o prédio do Centro Administrativo do BB no bairro do Andaraí, no Rio de Janeiro, e o Edifício Sede I, em Brasília.

        Nesse segundo caso, o BB FII negocia a venda de parte do imóvel para a norte-americana Tishman Speyer.

        Procurado pelo RR, o BB passou a bola para a Caixa Econômica, gestora do fundo, que também não se pronunciou

        Curtido por 1 pessoa

    • Fiz uma consulta aos gestores, segue a resposta:
      ============================================================================================
      1. Informamos que não ocorreu nenhum fato que não fosse de conhecimento público que pudesse configurar fato relevante a ser divulgado ao mercado, referente ao BB FII Progressivo.
      2. Permanecemos à disposição.
      ============================================================================================

      Deve ser algum fato de insider então…….

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  4. ” Cotistas ,
    Eu venho do mercado imobiliário p/ os Fundos de investimentos imobiliários, os ( FIIS). E ao ofertar um imóvel sempre tinha aquele pensamento da comida: ( Tenho que oferecer comida de gato para gatos , comida de peixe para peixes, comida de ave para aves , etc… ) .
    Pergunto ao senhores: O ( CAJR ) , seria apropriado para um Hospital ou seria possível um Hospital particular adaptar ao imóvel ( CAJR) ? “

    Curtido por 2 pessoas

      • Leonardo, possível é sim!
        Mas creio que o custo de adaptação seria bem alto, agora o principal, quem seria o locatário? Já pensou, se fosse o Governo Estadual?

        Creio que teremos muitos desafios para um futuro bem próximo nesse FII, talvez algum colega do Rio e que conheça bem a região, possa nos ajudar com outras possibilidades. Agora o grande atrativo é o tamanho do terreno em que ele está localizado.

        Abraços,

        Curtido por 5 pessoas

    • Taí Leonardo L, gostei da ideia, é uma ideia considerável, como deve haver muitas outras, basta usar a inteligência e boa vontade como vc fez.
      Aliás devíamos fazer como vc, cada um q tiver uma ideia registre aqui no blog, quem sabe eles resolvem pelo menos ouvir nossas ideias, já que não se interessam por correr atrás de uma, usem as nossas criatividades quem dá certo

      Curtido por 2 pessoas

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