BBFI11B – BB Fundo de Investimento Imobiliário Progressivo

O fundo é administrado pela Caixa Econômica Federal, em regime de condomínio fechado e tem prazo indeterminado de duração; classificado como sendo um fundo do tipo Tijolo e enquadra-se na segmentação Escritórios.

Possui dois imóveis em seus ativos: um em Brasília e outro no Rio de Janeiro. O edifício de Brasilia(sede) conta com 23 andares e 27 pavimentos; já o do Rio de Janeiro(CARJ) conta com 9 blocos integrados pelo subsole, mais 1 agência.

bbfi11b-bmp

Imóvel CARJ – Centro Administrativo do Rio de Janeiro:
Rua Barão de São Francisco, 177 – Rio de Janeiro – RJ
Área (m2): 40.176,69
Valor: R$ 2.157.100,00 (em 07/04/16), Prazo: 5 (cinco) ano portanto com contrato de locação vigente até outubro de 2020.
O complexo Comercial está localizado na Zona Norte do Rio de Janeiro, região que possui uma ocupação mista entre os usos comercial/serviços, institucional e residencial. Entre os usos encontrados na região podemos citar agências bancárias, shopping center, comércio local, edifícios residenciais, entre outros. Destacam-se no entorno imediato o Shopping Center Boulevard Iguatemi Rio e o hipermercado Guanabara. A região é amplamente servida por diversas linhas de ônibus regulares que fazem a ligação com o centro e outros pontos da cidade. Quanto ao sistema de transporte por metrô, a estação mais próxima é a Saens Peña, localizada a cerca de 2 km (Linha 1) e a Maracanã, localizada a cerca de 2 km (Linha 2) da propriedade.

Edifício Sede I
Setor Bancário Sul, Quadra 4 – Brasília – DF
Área (m2): 46.135,00
O imóvel situa-se onde a atividade predominante é bancária, comercial / serviços. Suas principais vias de acesso são Eixo Rodoviário Sul, Eixinho L e as vias L-1 e BS-S1. A sua localização é central com relação ao Plano Piloto, beneficiada pela proximidade da Estação Rodoviária do Plano Piloto, do Setor Comercial Sul e da Esplanada dos Ministérios. Nesse setor foram construídos diversos edifícios comerciais com arquitetura não tão moderna, porém de bom padrão construtivo, fazendo com que o local se valorize em relação ao Setor Comercial Sul, que está com ocupação total e apresenta prédios bem mais antigos. A região possui uma ocupação mista entre os usos comercial/serviços e institucional. Entre as atividades encontradas podemos citar agências bancárias, praças de alimentação com lojas de apoio, shopping center, sede de bancos e de escritórios de advocacia, entre outros. Locado parcialmente para o Banco do Brasil S.A. com contrato de locação vigente até janeiro de 2025 com valor de aluguel atual em R$ 754.105,33 ao mês.

130.000 cotas

Taxas:
Administração: 0,277% sobre o valor de mercado do FII (ante 5,10% sobre a receita do fundo após deduções das despesas e provisões).

RI: supot02@caixa.gov.br, viart@caixa.gov.br

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496 comentários sobre “BBFI11B – BB Fundo de Investimento Imobiliário Progressivo

  1. Srs.
    Depois de diversos emails enviados, reclamação na CVM me responderam a meus questionamentos e compartilho com vocês.

    Prezado Sr. XXX,
    Conforme solicitado segue abaixo o posicionamento do Gestor acerca dos questionamentos sobre os imóveis do FII BB Progressivo:

    Imóvel Brasília
    O Fundo tem se utilizado dos serviços de empresa de assessoria imobiliária, com conhecimento do setor imobiliário e com atuação no mercado de Brasília, para a prospecção de locatários para os pavimentos vagos do imóvel Edifício Sede I.
    No nosso entender, em razão das especificidades do mercado imobiliário de Brasília, a vocação natural do imóvel é para ocupação por órgãos públicos do executivo, legislativo ou judiciário Federal, ou ainda do Governo do Distrito Federal.
    A situação de vacância do imóvel é resultante da crise econômica que se abateu sobre o país nos anos recentes, da crise fiscal dos governos, que levou ao corte de despesas como locação de imóveis por entes públicos, impactando o setor imobiliário como um todo.
    Há que se considerar ainda as novas entregas de edifícios prontos na região de Brasília e a redução na demanda por ocupação, que vem pressionando o preço médio do metro quadrado de locação, dando maior poder de negociação aos potenciais locatários, permitindo que se instalem em imóveis mais modernos, com os mesmos valores de locação anteriores ou até menores. Conforme pesquisa da Cushman & Wakefield, contratada pelo Fundo para elaborar o laudo de avaliação do referido imóvel, Brasília possui estoque de aproximadamente 2,9 milhões m² de escritórios distribuídos nas classes A, B e C, com taxa de vacância no patamar de 12,40%.
    Ademais, o Fundo contratou uma inspeção técnica do Edifício Sede I com intuito de fornecer laudo técnico que apontasse as intervenções necessárias no imóvel. Referido relatório foi concluído pela empresa de engenharia no final de 2017, momento a partir do qual se passou ao entendimento do referido laudo, com suas mais de 500 páginas, para posterior contratação de obras necessárias no imóvel. Atualmente o Gestor vêm atuando no sentido de executar algumas ações prioritárias no imóvel.
    Além disso, o Gestor está conduzindo um processo de contratação de administrador condominial para o edifício para, entre outras atribuições, realizar o gerenciamento operacional e técnico do imóvel.
    Por fim, recentemente o Fundo enviou proposta de locação do Edifício Sede I, por meio de um Chamamento Público realizado pela ANVISA.

    Imóvel Rio de Janeiro
    Atualmente, o imóvel está 100% locado ao Banco do Brasil com contrato de aluguel vigente até out/2020.
    Não obstante, o Gestor já iniciou tratativas com o atual inquilino e, em paralelo, vêm mantendo contato com outro grande interessado na locação ou compra do imóvel.
    Com relação ao Bloco 9, onde está localizado o cofre, qualquer proposta de venda será analisada visando os melhores interesses do Fundo e submetida à deliberação dos cotistas em Assembleia Geral de Cotistas.
    Permanecemos à disposição.
    Att

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    • Boa cobrança Amaral, obrigado por compartilhar.

      Sobre a resposta, faltou esclarecer muita coisa mais, pois não houve maiores detalhamentos. Vejamos a seguir as minhas dúvidas:
      1) “O Fundo tem se utilizado dos serviços de empresa de assessoria imobiliária, com conhecimento do setor imobiliário e com atuação no mercado de Brasília, para a prospecção de locatários para os pavimentos vagos do imóvel Edifício Sede I”. De que forma esta empresa atua ? Através de anúncios? Qual a intenção ? alugar o prédio todo ou os andares ? Antes de locar é necessária a obra ? Porque ela ainda não foi feita ? Por causa do laudo ? A inspeção técnica só foi feita no final de 2017 porque se o prédio já está vago há muito mais tempo ?
      2) “A vocação natural do imóvel é para ocupação por órgãos públicos do executivo, legislativo ou judiciário Federal, ou ainda do Governo do Distrito Federal.” Com base em que se chegou a essa conclusão ? Partindo-se desta premissa, como órgãos públicos não se mudam com facilidade e muitos são proprietários dos imóveis que ocupam, nossa perspectiva de reocupação do imóvel é baixa, certo?
      3) “o Fundo contratou uma inspeção técnica do Edifício Sede I com intuito de fornecer laudo técnico que apontasse as intervenções necessárias no imóvel”. Quais são as conclusões do laudo ? Quanto deverá ser gasto para deixar o imóvel em perfeitas condições de ocupação ? Há recursos para as obras ? Qual o cronograma ? O laudo ficou pronto no final de 2017 e até agora estão tentando entender o laudo de 500 páginas ?
      4) “o Gestor está conduzindo um processo de contratação de administrador condominial para o edifício para, entre outras atribuições, realizar o gerenciamento operacional e técnico do imóvel”. Para que servirá este administrador condominial e quem será responsável pelo pagamento do administrador, o fundo ou o gestor ? O que ele fará que não é atribuição do gestor ?

      Ainda tem mais de 2 anos para se mexerem e rentabilizar o imóvel ou o fundo vai ficar com baixíssima receita. A notícia da venda do imóvel do rio de janeiro seria boa desde que o outro imóvel esteja gerando receitas, do contrário também será ruim.

      Em geral, nem um pouco tranquilizadoras as respostas. Uma pena, pois os imóveis são bem localizados, o que é o mais importante para um imóvel.

      Curtido por 2 pessoas

    • A coisa é tão amadora que ontem tive resposta do meu primeiro email (10.05) e por outra pessoa e uma resposta apesar de diferente, basicamente sem esclarecer o que de fato irão fazer. Compartilho com os amigos.
      Prezado Sr. xxx
      1. Em relação aos seus questionamentos sobre o BB Fundo de Investimento Imobiliário Progressivo (“Fundo”) temos a informar que:
      2. O contrato de locação do imóvel CARJ que está 100% (cem por cento) locado pelo Banco do Brasil S.A., possui prazo de vigência de 5 (cinco) anos com início em 06/10/2015, findando-se de pleno direito, independentemente de aviso, ou notificação judicial ou extrajudicial, em 05/10/2020, com o valor do aluguel anualmente reajustado pela variação do índice Geral de Preços de Mercado – IGPM, divulgado pela Fundação Getulio Vargas – FGV.
      2.1 Em 26/12/2016 divulgamos fato relevante ao mercado informando que locatário Banco do Brasil não pretende renovar o contrato de locação do imóvel CARJ, vigente até 05/10/2020.
      3. O contrato de locação do imóvel SEDE I que está parcialmente locado pelo Banco do Brasil S.A., possui prazo de vigência de 10 (dez) anos com início em 09/01/2015, findando-se de pleno direito, independentemente de aviso, ou notificação judicial ou extrajudicial, em 08/01/2025, com o valor do aluguel anualmente reajustado pela variação do índice Geral de Preços de Mercado – IGPM, divulgado pela Fundação Getulio Vargas – FGV.
      4. No caso do imóvel SEDE I as áreas locadas são a loja, sobreloja, 1º e 2º subsolos (no anexo do prédio principal), totalizando aproximadamente 12.830 m2 de área construída, correspondente a aproximadamente 28% da área construída total.
      5. Estamos cotando atualmente novas imobiliárias para trabalhar a locação do imóvel SEDE I e para o imóvel CARJ.
      6. O principal retorno que recebemos, tanto por parte das imobiliárias, quanto dos possíveis locatários que tem visitado o imóvel CARJ, diz respeito ao atual estado de conservação do Edifício, que precisa de reformas, tanto para permitir que os possíveis locatários possam ocupar as instalações, quanto para poder competir com outros imóveis de Brasília.
      7. Assim, tão logo seja possível estabelecer um orçamento de obras, uma assembleia será convocada para deliberar a realização de reformas.
      8. Permanecemos à disposição para esclarecimentos.
      Atenciosamente

      Curtido por 2 pessoas

    • Tem novidade por aqui:

      CARTA RESPOSTA – CONSULTA FORMAL
      BB FUNDO DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO PROGRESSIVO
      Como exercer o seu voto
      Data limite para recebermos o seu voto: até às 10:00 do dia 09 de agosto de 2018, conforme disposto na cláusula 40 do regulamento do BB Fundo
      de Investimento Imobiliário Progressivo, inscrito no CNPJ/MF sob o nº 07.000.400/0001-46 (“Fundo”). O resumo das deliberações será divulgado ao
      mercado em 09 de agosto de 2018.
      Correio: para encaminhar seu voto por correio, preencha e assine o formulário abaixo, reconheça a firma e envie para: Caixa Econômica Federal –
      Endereço: Avenida Paulista, 2300 – 11º andar – Cerqueira Cesar – São Paulo – SP – CEP 01310-300, A/C: SUPOT – Sr. Luciano Garrido ou Sr.
      Vinicius Barbieri Domingues. No caso de pessoa jurídica, a carta resposta deverá ser acompanhada das cópias autenticadas dos seguintes
      documentos: (i) documento de constituição da pessoa jurídica, devidamente atualizado e registrado; (ii) atos societários que indiquem os
      Administradores da pessoa jurídica, se for o caso; e (iii) procuração e documento de identidade do procurador, se for o caso.
      Pessoalmente: os cotistas que desejarem entregar pessoalmente suas respectivas manifestações de voto poderão fazê-lo diretamente, mediante
      protocolo, nas dependências do escritório da Caixa Econômica Federal – Endereço: Avenida Paulista, 2300 – 11º andar – Cerqueira Cesar – São
      Paulo – SP – CEP 01310-300, A/C: SUPOT – Sr. Luciano Garrido ou Sr. Vinicius Barbieri Domingues.
      Os cotistas que porventura não tenham recebido a via física da carta resposta em seus respectivos endereços, poderão imprimi-la a partir da página
      eletrônica Comissão de Valores ( opção “Informações de Regulados” → opção “Fundos de Investimento” → opção “Consulta a
      Informações de Fundos” → opção “Fundos de Investimento Registrados” em seguida digitar o nome do Fundo), da B3 (
      selecionar “Produtos” → “opção “Renda Variável” → item “Fundos de Investimentos” → selecionar “FIIs listados” → localizar “BB FDO INV IMOB
      PROGRESSIVO”) e da Administradora ( opção “Downloads” → item “Aplicação Financeira – Fundo de Investimento Imobiliário
      Progressivo”), preenchê-la com seus dados, assiná-la, reconhecer a firma e enviá-la à CAIXA, conforme instruções nos itens acima.
      Em cumprimento ao art. 24 da Instrução CVM nº 472 e art. 42A do Regulamento do Fundo, não poderão votar sócios, diretores e funcionários da Caixa
      Econômica Federal ou de empresas ligadas; sócios, diretores e funcionários de prestadores de serviços do Fundo; e o cotista cujo interesse seja
      conflitante com o do Fundo.
      Decisão a ser tomada pelo cotista do Fundo:
      (i) as destituições da Administradora Caixa Econômica Federal e da custodiante, controladora e escrituradora CM Capital Markets CCTVM Ltda. e as
      eleições da nova administradora, custodiante, controladora e escrituradora BTG Pactual Serviços Financeiros S.A. DTVM, indicada pelos cotistas que
      detém, no mínimo, 5% (cinco por cento) das cotas emitidas, conforme proposta apresentada. A matéria possui o quórum de aprovação da matéria de
      25% (vinte e cinco por cento), no mínimo, das cotas emitidas, conforme arts. 20, § 1, I, e 18, II e III, da Instrução CVM nº 472/08.
      ( ) Aprovo ( ) Não aprovo
      (ii) caso seja aprovado o item (i), deliberar pelas alterações do Regulamento conforme proposta de cotistas que detém, no mínimo, 5% (cinco por
      cento) das cotas emitidas. A matéria possui o quórum de aprovação da matéria de 25% (vinte e cinco por cento), no mínimo, das cotas emitidas,
      conforme arts. 20, § 1, I, e 18, II e III, da Instrução CVM nº 472/08.
      ( ) Aprovo ( ) Não aprovo

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  2. Negociado há pouco a R$ 1.400,00, BBFI já distribui rendimentos próximos de 1% ao mês. Não vai parar de cair não? Já tô coçando para aumentar posição. Mesmo com os riscos existentes…

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  3. Achei!

    “Informamos aos senhores cotistas do BB FUNDO DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO
    PROGRESSIVO (“Fundo”), CNPJ nº. 07.000.400/0001-46, o resumo das deliberações tomadas na
    Assembleia Geral Extraordinária, convocada pela Administradora, por meio de consulta formal,
    conforme prerrogativa prevista no artigo 40 do regulamento do Fundo (“Regulamento”) realizada no
    dia 6 de fevereiro de 2017.

    Os cotistas que representam 38,56% (trinta e oito inteiros e cinquenta e seis centésimos por cento)
    aprovaram, por meio de envio de carta-resposta válida, a alteração do Regulamento nos termos
    propostos na Ordem do Dia.

    Os cotistas que representam 0,01% (um centésimo por cento) não aprovaram, por meio de envio de
    carta-resposta válida, a alteração do Regulamento nos termos propostos na Ordem do Dia.
    Conforme artigo 41, §2º, I do Regulamento, para que a matéria constante da consulta formal fosse
    aprovada, era necessária a aprovação de cotistas que representassem 25% (vinte e cinco por cento),
    no mínimo, das cotas emitidas.

    Dessa forma, foi aprovada pela maioria dos cotistas, titulares de 38,56% (trinta e oito inteiros e
    cinquenta e seis centésimos por cento) das cotas emitidas pelo Fundo, a alteração dos artigos 3º, §
    1º, e 4º, II, e a exclusão dos artigos 3º, § 2º, 4º, IV, 23, 24, 25 e 36, IX do Regulamento de forma a
    permitir a locação dos imóveis do Fundo para locatários diversos do Banco do Brasil

    Curtido por 2 pessoas

      • Acho q não tem algo a mais do q já foi dito aqui. Brasília continua abandonado ou seja vai mal.
        Rio janeiro já avisou q vai sair e já está desmontado aos poucos as atividades ali, com isso como mais cotista vai sabendo ou vendo com os próprios olhos o andar da carruagem, sendo q o mercado sempre antecipa ao fatos, começa então a volatilidade, agora está aberta a consistência de cada investidor, não vai ser brincadeira não, mas também são imóveis em localizações boas embora antigo (mas com estrutura boas), pena um pouco por um ser no rio, mas está bem abaixo do valor patrimonial. Então meus amigos, é um ponto positivo lá um negativo k, com certeza volatilidade ok

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      • Na realidade esse cenário será visto em vários fundos que estão precificando o contrato não o imóvel. A medida que chega o vencimento, alguma hora os investidores vão correr. A questão é acertar o time. Há um ano compramos BBFI a esse preço. Com um ano a menos de contrato e um a mais de depreciação, com a mesma cotação, deve ter algo errado. Cabe a cada um decidi, se o erro foi na cotação passada ou na atual.

        Curtido por 2 pessoas

      • Belo ponto de vista… opinião contundente… a meu ver quando a administração mostra um mínimo de preocupação… se mexe. SAAG pelo comentário do Fábio e AGCX pelos fatos recentes, mostram a preocupação com o futuro… então o cotista deve sempre avaliar também quem cuida do FII, além do Imóvel e do Contrato como já bem destacou o amigo Hennan

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      • Tetz q eu me lembre já foi votado e autorizado em assembleia esse quesito de alugar a outros. Na questão dos cotistas votarem já foi, pelo menos q eu lembro tá tudo certo

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      • Fui no histórico buscar os resultados das últimas AGEs

        “Os cotistas que representam 0,64% (sessenta e quatro centésimos por cento) das cotas
        emitidas pelo Fundo encaminharam carta-resposta válida manifestando-se acerca da Ordem
        do Dia.
        Foi aprovada pela maioria dos cotistas, titulares de 0,53% (cinquenta e três centésimos por
        cento) das cotas emitidas pelo Fundo, a manutenção da taxa de administração do Fundo
        nos moldes atuais, nos termos dos art. 36, § 4º, da Instrução CVM nº 472/08 e do art. 7º, §
        1º, I, da Instrução CVM nº 571/15.

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      • “Uma vez recebidas as propostas comerciais para a confecção dos projetos executivos, será
        convocada oportunamente uma Assembleia Geral Extraordinária pela Administradora, para que os
        cotistas deliberem à respeito da contratação do serviço de confecção de projetos executivos.
        Em se aprovando a contratação dos projetos executivos, após a sua entrega pelo
        respectivo escritório de engenharia contratado, se buscará no prazo de até 60 (sessenta) dias
        após o recebimento dos projetos, obter cotações para a execução das obras necessárias ao
        edifício, com base nos apontamentos trazidos pelo laudo de inspeção técnica.
        VII Encerramento
        Nada mais havendo a tratar, a Assembleia foi suspensa pelo tempo necessário à lavratura
        da presente ata que, após lida e aprovada pelos presentes, sem qualquer ressalva e conforme lista
        de presença anexa, foi assinada conforme abaixo, sendo encerrada às 13h30.
        São Paulo, 29 de maio de 2017

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      • E no fim fechou o dia com queda de apenas 1,48%
        ALMI passou por uma situação semelhante, quando a Petro decidiu sair do imóvel.
        Concordo que FAMB pode caminhar pro mesmo caminho.
        Acompanhar pra ver o desfecho, mas confesso que minha expectativa com esse fundo não é das melhores.

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  4. Algumas coisas não entendo, fizeram a convocação para aprovação das demonstrações financeiras de 2017, porque não aproveitaram a assembleia para discutir sobre reformas no edifício Sede e consequentemente sobre locações futuras, sei que o fundo possui acionistas que não querem deixar de receber os rendimentos (mas uma hora não vai ter rendimento) e uma gestora que não tá afim de trabalhar, mas esta sempre é a hora de discutir sobre estes assuntos.

    Curtido por 1 pessoa

    • amaralneto

      aprovar demonstração financeira é procedimento rotineiro e obrigatório (ordinário)

      geralmente chamam evento específico e extraordinário para fazer essas mudanças

      tem a questão de quórum mínimo também, aprovar DF você faz com 1 cota… mudar regulamento pela nova instrução que eu lembre são 25%

      Curtido por 1 pessoa

      • Exato, os 25% são necessários, outras assembleias do fundo já foram canceladas por falta de quorum de 25%, se não me engano, uma delas não atingiu 25% nem com a possibilidade de votação via carta resposta, por isso meu comentário que neste caso até os acionistas são negligentes. Mas Tetzner poderiam aproveitar já que existe todo um custo para convocações.

        Curtido por 1 pessoa

      • amaralneto

        o problema aqui é histórico… os cotistas votaram contra as reformas dos imóveis ao longo dos anos…

        suspeito que boa parte das cotas então nas mãos de poucos grandes… cujos interesses não vão de encontro com o bem dos demais

        investir em reformas e manutenção é primordial para manutenção da competitividade do imóvel

        precisa alguém com volume “comprar a briga” para alterar isso ai

        Curtido por 3 pessoas

    • Concordo com os dois, mas um bom administrador tem q insistir e tentar convencer seus cotista do melhor para o bem, não desistir em uma tentativa só e meio q desanimante para os sócios, tem q esclarecer melhor as coisas, nem todo mundo sabe de mercado imobiliário, localização etc, aí q entra a competência do gestor coisa q não temos na esmagadora maioria dos fiis no Brasil, aliás já tá na hora de começar a mudar isso antes q seja tarde, cotista tem q cobrar os serviços pagos a eles, serviço caro e desmontados na fonte, e q quando querem ajustar os valores em favor deles fazem uma duas ou mais assembleias, investe em divulgar vantagens q são divergidas pela maioria dos cotistas, tratam dessa em qualquer assembleia ou marca uma por mês se for preciso. Pronto falei, e tenho dito.

      Curtido por 1 pessoa

      • E quem gostou gostou, quem não gostou põe açúcar e tenta engolir q é melhor, pois é a verdade, esse sou eu indignado com varios administrador/gestor q poderiam se esforçar um pouquinho mais, apenas um pouco mais de dedicação e todos ganharíamos mais juntos, e principalmente, pelo menos deixaríamos de continuar a perder, pois em uma grande parte dos fiis o estamos vendo nos últimos anos são quedas nos rendimentos ou até mesmo zerando as rendas e cotação indo a topo, p mim isso é um absurdo, será q só eu to vendo isso………
        É muito sério isso é grave, são empreendimentos imobiliários de primeira qualidades em localização e seguimentos importantes, isso tem q render ou ao menos segurar a renda, agora um fii pagar rendimentos menor q 5 a 6 anos atrás ou até zerar, tem q ter algo errado

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      • Por isso q sempre digo Tetz q o cotista tem q cobrar, pois ele não tem e não pode fazer outra coisa a não exigir do administrador, eles têm o poder nas mãos, só resta ao cotista exigir, pois para fazer algo só através do administrador, não tem outra opção a não ser via R B, vender e pular p outro fi como já fiz aqui depois q mandei um único Mail depois de ser cotista a mais de 10 anos do fii, pedindo informações sobre elevadores caindo, inundações pelo prédio, protestos de funcionários em prol de segurança p trabalhar no prédio, tudo isso divulgado em primeira mão aqui nesse espaço e q só depois veio a ser a público em outros meios

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      • Interceptorfii19

        o processo de “cobrança” só é eficiente quando temos de um lado alguém cobrando e do outro lado alguém ouvindo… aqui só um dos lados funciona, o outro lado é surdo ou se faz de…

        só mesmo se um grande investidor se doer e convocar uma AGE para obrigar alguma mudança… senão vai no ritmo da maré… deixa a onda levar…

        Curtido por 2 pessoas

      • Amigos Interceptorfii19 e Tetzner,

        O quotista, mesmo o pequeno, tem força, basta que nos unamos mais e utilizemos o nosso poder de barganha. Os quotistas com a partir de 0,5% das quotas podem solicitar o envio ao administrador o envio de procuração visando se determinado posicionamento ou proposta em assembléia.

        Nós podemos, se reunidos, retirar administradores ruins. Claro que não é fácil, é trabalhoso, pode encontrar resistências. Mas com um trabalho bem elaborado é possível.

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  5. Perguntei ao Administrador sobre a situação do imóvel de Brasilia.
    Vide abaixo a resposta:

    “Em resposta ao seu questionamento, informamos que a perspectiva para 2018 do Edifício Sede I, localizado em Brasília, é a de dar continuidade ao processo de reforma do edifício para deixar a parte não locada do imóvel em condições de locação.”

    Minha opinião:
    O imóvel é excelente e bem localizado.
    Se a reforma for bem feita loca fácil.

    Curtido por 2 pessoas

      • Tetzner, boa tarde.
        Depois de um tempo afastado dos Fundos Imobiliários, estou de volta, dando uma passada em alguns para analisar a possibilidade de ingresso.
        Quanto ao BBFI11, me parece que está ocorrendo um impasse, onde grandes cotistas não estão estimulando a reforma de uma parte do empreendimento.
        Eu gostaria de ter uma idéia de qual seria o valor provável desta reforma e qual seria o retorno em aluguel, após concluída. Se for possível, uma idéia de quanto tempo seria necessário para realizá-la.
        Creio que os maiores cotistas devam ter suas razões financeiras para não estimularem a tal reforma, não é verdade? E se não é conveniente para êles, porque seria para nós pequenos?

        abç.

        aurich49

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      • aurich49

        seria algo bem vultoso se fosse feita agora, recolocar o imóvel em condições de competição depois de anos a fio sem o devido investimento…

        pegue como exemplo o FAMB… a estimativa foi de R$ 40 milhões para mais uma reforma, e lá eles acabaram de fazer uma relativamente há pouco tempo

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    • O problema é o custo de uma reforma dessas. Além do que, duvido que o gestor vai tirar a bunda da cadeira. Se fosse, já teria feito. Para mim BBFI é uma prova de como esse mercado está distorcido, cade a margem de segurança daqui. O valor da cota está bem mais alto do que há um ano, mas o contrato com o BB está cada dia mais perto de acabar e os cotistas estão sentados esperando o desastre.

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    • 1) teve sorte amigo patavio, ao menos responderam sua solicitação, eu fiz algumas e nunca retornaram, já estava desanimado com a gestão foi a gota d’água, hoje praticamente zerei o fii.

      2) sim e daí, por que não se mexeram ainda, estão esperando o q, zerar a renda p piorar ainda mais a coisa, devido a gestão to fora…

      3) realmente potavio, localização é top, sendo como vc disse se fizer uma reforma legal, também acho q surtiria efeito com certeza. Mas infelizmente pessoal aí deixaram a desejar, a começar por conseguir perder o inquilino, caminha para uma futura BTG pode crê

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      • @Interceptorfii19, pelo jeito o BBFI já não tem mais jeito… Até você achando que não tem horizonte… agora me pergunto, já que a cota está em 2610, e renda de 0,89%am, se ainda não não é hora de entrar, nem que seja para usufruir da renda por alguns meses e desfazer com lucro. O que mudou tanto nos últimos dias? A questão da reforma que não sai? Ele caiu uns 9% em poucos dias, isso que tem inquilino garantido por um bom tempo aínda… Será que tem alguma informação que só nós ainda não estamos sabendo? Agora está batendo 2500, ou seja um aqueda de quase 13% em poucos dias e um rendimento de 0,93%am… tem algo aí…

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    • Xico, eu tenho os três fundos que escolhestes e pretendo mantê-los.
      Mas creio que se vais aplicar maiores valores em FII deves diversificar mais pois todos são relacionados com o BB – agências, embora alguns considerem o BBFI corporativo, – o que não acho muito recomendável.
      Sugiro que procures selecionar pelo menos um de cada setor (logística, shopping e corporativos). Não existem recomendações objetivas quanto a fundos específicos pois pelo que avalio, se estiveres diversificado, os movimentos econômicos são extremamente relevantes para todo o mercado.
      De qualquer modo sugiro que avalies :
      logística ( FIIB, HGLG, GRLV, SDIL).
      Shopping (ABCP, HGBS) que eu tenho e PQDP (que muitos recomendam.
      Lajes – RNGO, CBOP entre outros –

      Ressalto que nos últimos anos os FII aumentaram muito de preço, portanto atualmente é muito importante que os aportes sejam graduais para evitar entrar em um topo de mercado.

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      • Prezado Luiz Fernando Bodanese:
        Fiquei menos ignorante no assunto. Vou seguir tuas informações.
        Muito obrigado pela atenção. Saúde e Sucesso.
        Xico.

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  6. CONSULTA FORMAL – BB FUNDO DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO PROGRESSIVO

    A Caixa Econômica Federal, instituição financeira sob a forma de empresa pública, regendo-se pelo Estatuto
    aprovado pelo Decreto nº 7.973, de 28 de março de 2013, inscrita no CNPJ/MF sob o nº 00.360.305/0001-04
    (“Administradora”), na qualidade de instituição administradora do BB Fundo de Investimento Imobiliário
    Progressivo, inscrito no CNPJ/MF sob o nº 07.000.400/0001-46 (“Fundo”), vem, por meio desta, nos termos do
    artigo 40 do regulamento do Fundo (“Regulamento”), consultá-los formalmente (“Consulta Formal”) sobre a seguinte
    ordem do dia:

    (i) manutenção da taxa de administração do Fundo nos moldes atuais, nos termos dos art. 36, § 4º, da Instrução
    CVM nº 472/08 e do art. 7º, § 1º, I, da Instrução CVM nº 571/15.

    (ii) caso não seja aprovado o item (i), deliberar pela alteração da cobrança da taxa de administração do Fundo, caso
    o Fundo integre ou passe a integrar índice de mercado, nos termos dos art. 36, § 1º, da Instrução CVM nº 472/08 e
    do art. 7º, § 1º, I, da Instrução CVM nº 571/15.

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    • Segue abaixo a proposta da Administradora:

      “Art. 32 – A ADMINISTRADORA receberá, pelos serviços de gestão do FUNDO, com exclusão de qualquer outra,
      caso as cotas do FUNDO tenham integrado ou passado a integrar, nesse período, índice de mercado, a seguinte
      remuneração, cobrada mensalmente: o equivalente à 0,3% (três décimos por cento) ao ano incidente sobre o Valor
      de Mercado do Fundo, calculado diariamente à taxa “1/252” (um duzentos e cinquenta e dois avos) de forma linear,
      tendo como piso mensal o valor de R$ 43.000,00 (quarenta e três mil reais), corrigido anualmente pelo IGP-M da
      FGV.

      § 1º – Caso as cotas do FUNDO deixem de integrar índice de mercado, A ADMINISTRADORA receberá, pelos
      serviços de gestão do FUNDO, com exclusão de qualquer outra, a seguinte remuneração, cobrada mensalmente: o
      equivalente à 2,23% (dois inteiros e vinte e três centésimos) ao mês sobre o total de receitas do FUNDO, deduzidas
      todas as despesas e provisões do FUNDO, antes da incidência da referida taxa, tendo como piso mensal o valor de
      R$ 43.000,00 (quarenta e três mil reais), corrigido anualmente pelo IGP-M da FGV.

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    • § 2º – Pela prestação dos serviços de custódia, controladoria o Banco do Brasil S.A. receberá o equivalente a 0,08%
      (oito centésimos por cento) ao ano incidente sobre o Patrimônio Líquido do FUNDO do dia anterior, calculado
      diariamente à taxa “1/252” (um duzentos e cinquenta e dois avos) de forma linear, tendo como piso mensal o valor de R$ 17.500,00 (dezessete mil e quinhentos reais), corrigido anualmente pelo IGP-M da FGV.

      § 3º – Pela prestação dos serviços de escrituração de cotas, o Banco do Brasil S.A. receberá o equivalente R$
      5.000,00 (cinco mil reais), corrigido anualmente pelo IGP-M da FGV, somado ao valor unitário de R$ 1,15 (um real e
      quinze centavos) por investidor.

      § 4º – O Valor de Mercado do FUNDO será calculado com base na cotação de fechamento do dia anterior ou da
      última cotação de fechamento disponível multiplicado pela quantidade de cotas do fundo.
      Art. 33 – A taxa de administração, custódia, controladoria e escrituração serão pagas mensalmente, por período
      vencido, até o 5º dia útil do mês subsequente ao dos serviços prestados.”

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    • tetzner boa tarde. Qual sua opinião sobre bbfi. Estou interessado mas nao consigo obter mais informacao. E como a cot e quase 3 mil quero comprar com consciencia. Aproveita e me explica como cadastrar senha pra ter asseso aos links das informacoes que estao dentro dos seus comentarios, obrigado

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      • Henrinvest a senha para áreas de acesso ao Forum Vip, Insight e Entrevista e concedida a quem assina os produtos e serviços do blog. Bbfi tem o prédio vago em Brasília e o CARJ no Rio locado mas com aviso de não renovação quando vencer, pelo que me lembre. Se achar factível a locação do espaço vago pode ser uma oportunidade, porém há sempre o risco da vacância aumentar.

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      • obrigado. Estou querendo ampliar minha carteira com escritorio, mas sei que os triple a tem melhor mercado. Voce pode me indicar alguns pra que eu possa pesquisar? Pode ser misto

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  7. Algum bancário na área? Impacto no CARJ??

    Sistema de compensação lançado pelo BC permitirá que cheques de qualquer valor sejam compensados em 1 dia útil

    Até então, a compensação de cheques era segregada por faixa de valor. Instituições têm até 180 dias para se adequar à regra.

    Quem recebe pagamentos em cheque poderá contar com o dinheiro na conta em um dia útil, independentemente do valor do documento. Essa é uma das consequências da unificação da compensação de cheques no país, determinada pela Circular nº 3.859/2017, publicada nessa segunda-feira (27) pelo Banco Central (BC). Os bancos terão até 180 dias para se adequar à mudança.

    Hoje a compensação dos cheques ocorre de forma segregada, com os documentos divididos em três faixas, de acordo com o valor. Cheques de até R$299,99 compõem a primeira; na segunda faixa estão os documentos de R$299,99 a R$ 250 mil; e na terceira, chamada Valor de Referência para Liquidação Bilateral de Cheques (VLB-Cheque), os cheques de R$250 mil ou mais.

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    • Enquanto os VLB-Cheques são liquidados bilateralmente entre as instituições financeiras, as duas primeiras faixas são compensadas pela Centralizadora da Compensação de Cheques (Compe), sendo o resultado multilateral apurado e liquidado no Sistema de Transferência de Reservas (STR). Com o novo processo, em que os cheques não serão separados por valor, todos os documentos serão compensados no ambiente da Compe e a liquidação do resultado multilateral, no STR, ocorrerá em até um dia útil da troca, com a liberação de recursos na noite desse mesmo dia.

      Segundo o chefe do Departamento de Operações Bancárias e de Sistema de Pagamentos do BC, Flávio Tulio Vilela, a unificação da compensação permitirá ganho de eficiência e redução de custos, operacionais e financeiros, para todo o sistema, em linha com a Agenda BC+. “As alterações seguem o esforço do BC de aprimorar os vários instrumentos de pagamento, tornando-os mais seguros e eficientes para o usuário”, afirmou.

      A adoção da compensação única para todos os documentos foi possível porque a quantidade de cheques em circulação diminuiu e a capacidade tecnológica para o seu processamento aumentou. Isso eliminou, na avaliação do BC, a necessidade de mais de uma sessão para troca de cheques. Para se ter uma ideia, enquanto em 1997 foram processados quase 3 bilhões de cheques, nos últimos 12 meses esse número chegou a pouco mais de 500 milhões.

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    • Eu nao sei se já é assim, mas tinha escutado que o papel ia deixar de existir, de ficar correndo de um banco para o outro, o banco de origem ia scannear e pronto . . . .

      CARJ perdeu sentido para o BB há muito tempo . . . .

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      • Seria perfeito se o CARJ fosse do lado do Shopping (mesma quadra/calçada). Mas não é.

        Acredito que a chance é virar condominio. Mas nesse momento com o mercado imobiliario do jeito que está, desemprego em alta, e violencia bombando, vai demorar muito para sair alguma coisa dali.

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    • Contagem regressiva…
      É pessoal, comercialmente não vejo muitas perspectivas, não vislumbro outra empresa ocupando os prédios.
      Daria um hospital ou campus universitário, mas acredito que o caminho seja mesmo a incorporação imobiliária, mas não conheço a região e qualquer observação minha é superficial.

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