VGHF11 – Valora Hedge Fund FII

O Fundo tem como objetivo o investimento em Ativos-Alvo: (a) Ações Imobiliárias, (b) Debêntures Imobiliárias; (c) Participações em SPE Imobiliária; (d) cotas de FIP Imobiliário; (e) cotas de FIA Imobiliário; (f) CEPAC; (g) cotas de FII; (h) CRI; (i) cotas de FIDC Imobiliário; (j) letras hipotecárias; (k) letras de crédito imobiliário; (l) letras imobiliárias garantidas; e (m) Outros Títulos Imobiliários, em conformidade com os critérios de elegibilidade definidos na política de investimento.

Taxa de Administração e Gestão
0,90% ao ano sobre o patrimônio líquido do Fundo, com valor mínimo mensal de R$10.000.
Taxa de Performance
20% sobre o que exceder IPCA + média do yield anual do IMAB5 no semestre civil anterior, com o valor mínimo de IPCA + 3% ao ano. Caso essa média seja menor que 4% ao ano, a mesma será acrescida de 1% ao ano; caso a mesma seja maior ou igual a 4% ao ano e menor que 5% ao ano, será utilizado 5% ao ano. A taxa é paga semestralmente nos meses de julho e janeiro.

Autor: Tetzner

Engenheiro, Investidor há mais de20 anos, autor de 2 livros e pioneiro em Fundos Imobiliários :)

10 comentários em “VGHF11 – Valora Hedge Fund FII”

  1. Emissão: até o momento, foram subscritas e integralizadas 5.876.606 novas cotas durante o Período de Exercício do Direito de Preferência, restando, portanto, 10.686.541 (1/3 das cotas, eihm !)

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  2. Gostei da estratégia deste FII, segue uma breve análise…

    O VGHF11 busca trazer o clássico conceito de HEDGE FUND aos investidores,
    ou seja, o time de gestão irá calibrar a exposição direcional em múltiplas
    classes de ativos conforme as oportunidades surjam dentro de um
    determinado ciclo de investimentos.

    Na prática, o foco será entregar um resultado ancorado por uma renda-base
    robusta, porém, dando ao gestor à capacidade de se expor a determinadas
    estratégias que podem entregar resultados acima do que os investidores
    estão acostumados no mercado atual, podendo chegar, por exemplo, a
    prêmios entre 20% e 25% acima do CDI ou inflação.

    Fica evidente que, além de operações de crédito (privado + imobiliário), o
    time buscará alocações em Ações (Shoppings Centers, Properties, etc.),
    onde há flagrantes descontos frente às expectativas após o processo de
    imunização da população brasileira. Claro, são teses de investimentos mais
    amplas em que o VGHF11 irá navegar e trará mais sofisticação ao mercado.

    Vejamos alguns pontos adicionais das alocações frente às estratégias
    focadas em renda (core) e valor (tático):
    ▪ CRIs – alocação entre 30% e 70% com rentabilidade esperada em IPCA + 7,75% .
    ▪ FIDC Imob iliár io + Debêntures Imob iliár ias – alocação entre 10% e 30% com
    rentabilidade esperada em IPCA + 8%.
    ▪ FIIs – alocação entre 20% e 60% com rentabilidade esperada em 7%
    + v alorização em 5%.
    ▪ FIP Im obiliário + SPE Im obiliár ia – alocação entre 5% e 25% com rentabilidade
    esperada em 20%.

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    1. os fundos (FII ou FIDC) geridos pela VALORA terão
      exposição máxima de 20% do PL do fundo e não será cobrada a taxa de gestã o
      sobre a parcela investida em fundos geridos pela própria gestora.

      O Estudo de Viabilidade aponta que o DY no “Ano 01” será de 8,3% e, a
      partir daí, o objetivo da gestão é entregar um resultado na órbita de 10%
      ao ano. Obviamente, a tese é bastante ampla e variável – é difícil fazer
      projeções com exatidão nesse momento.

      De toda forma, foi interessante perceber que a VALORA considerou que o
      resultado via ganho de capital terá pouca representatividade nas receitas
      totais do fundo (7% a 8%). Logo, podemos assumir que o fundo irá ancorar
      a distribuição-base com CRIs e FIIs (75%) e, com isto, as outras opções de
      investimentos deverão funcionar mesmo como um plus dentro da
      composição de resultados.

      O fato é que a VALORA tem vasta experiência em desenvolvimento e crédito
      imobiliário e, com base nisso, será interessante verificarmos os resultados
      nos primeiros 06 a 12 meses deste fundo. A princípio, estamos bem otimistas
      dada à modernidade e ousadia da estratégia.

      Adicionalmente, avaliamos que a cota ter sido lançada a R$ 10,00 deve trazer
      maior liquidez ao fundo.

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      1. Em abr-21, o Fundo seguiu alocando recursos obtidos no IPO e, com isso, está com 89% do PL alocado em ativos-alvo, sendo 34 operações diferentes distribuídas da seguinte forma: 53,3% em CRIs, 1,9% em Debêntures, 9,5% em FIDCs, 17,5% em FIIs, 6,6% em Ações e o restante (11,2%) em caixa.

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