VISC11 – Vinci Shopping Centers

O fundo é administrado pela BRL Trust Investimentos e sob gestão da Vinci Partners (177 profissionais, sendo 24 sócios, e tem aproximadamente R$ 19 bilhões sob gestão).

Está na 3ª emissão onde serão emitidas adicionalmente até 5 milhões de cotas com valor unitário de R$ 100, perfazendo o montante total de até R$ 500 milhões.

Tem hoje R$ 317 Milhões em ativos,  mas com patrimônio líquido de apenas R$ 92 Milhões (os R$ 225 Milhões da diferença é a dívida estruturada em um CRI que eles almejam quitar com essa emissão).

A 1ª emissão foi em Julho de 2013 para captar R$ 50 Milhões e depois mais R$ 40 Milhões na 2ª emissão.

O Fundo tem por objetivo a obtenção de renda, mediante a aplicação de recursos, preponderantemente em shopping centers, bem como o ganho de capital obtido com a compra e venda dos mesmos.

Utiliza uma estratégia de crescimento focada em aquisições de imóveis prontos e não pretende investir em projetos greenfield, embora possa realizar reformas, expansões ou benfeitorias nos Imóveis com o objetivo de potencializar os retornos decorrentes de sua exploração comercial ou eventual comercialização.

Em março de 2014 concluiu a aquisição de participação em 2 shoppings centers: 49% do Shopping Ilha Plaza, localizado no bairro da Ilha do Governador, na Cidade do Rio de Janeiro, e 13,58% do Shopping Pátio Belém, localizado no centro de Belém, Pará.

Em 2015 fez um acordo de co-investimento com o BRL II – FII, por meio do qual o Fundo e o Co-Investidor adquiriram participações em quatro shoppings, sendo a participação do Fundo de 25% do Investimento total realizado:  17,5% do Shopping Crystal, localizado no bairro do Batel em Curitiba, Paraná; 11% do Shopping Paralela, localizado em Salvador, Bahia; 7,5% do West Shopping, localizado no bairro de Campo Grande, na Cidade do Rio de Janeiro; e 7,5% do Center Shopping Rio, localizado em Jacarepaguá, na Cidade do Rio de Janeiro.

Na média, os shoppings têm 19 anos desde suas inaugurações e apresentaram uma taxa de ocupação média de 95,4% na proporção do ABL.

ABL próprio: 24.670 m²
NOI de R$ 25,5 milhões em 2016  (ou R$ 1.033 de NOI/m²)

Imóveis % de Vacância % de Inadimplência (a partir de 90 dias de atraso)

West Shopping 5,04% 1,80% 
Estrada do Mendanha, 450 / 550 e 555 – Rio de Janeiro – RJ 
Área (m2): 41.405,00 
Nº de unidades ou lojas: 171

Shopping Paralela 5,59% -0,94% 
Avenida Luiz Viana, 8544 - Salvador - BA 
Área (m2): 40.247,00 
Nº de unidades ou lojas: 275

Center Shopping Rio 6,21% 5,31%
Avenida Geremario Dantas, 404 - Rio de Janeiro - RJ 
Área (m2): 15.163,00 
Nº de unidades ou lojas: 108

Shopping Crystal 17,51% 0,17% 
Rua Comendador Araujo, 731 - Curitiba - PR 
Área (m2): 14.280,00 
Nº de unidades ou lojas: 103

Ilha Plaza 5,46% 2,37% 
Av. Maestro Paulo e Silva, 400 - Rio de Janeiro - RJ 
Área (m2): 21.567,00 
Nº de unidades ou lojas: 127

Pátio Belém 1,62% 6,59% 
Trav. Padre Eutíquio, 1078 – Belém - PA 
Área (m2): 21.615,00 
Nº de unidades ou lojas: 189

Shopping Granja Vianna
Rodovia Raposo Tavares, 23.500 - Lageadinho, Cotia-SP 
Área (m2): 30.463,00
Nº de unidades ou lojas: 160

Informações Gerais / Visão Geral do Fundo
Gestor: Vinci Real Estate Gestora de Recursos Ltda.
Administrador e Escriturador: BRL Trust Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários S.A.
Código de Negociação – B3: VISC11
Tipo Anbima – foco de atuação: FII Renda Gestão Ativa – Segmento de Atuação:
Shopping Centers: Valor de Mercado da Cota¹ (31-08-18) R$ 99,50
Valor Patrimonial da Cota (31-08-18): R$ 98,97
Quantidade de Cotas: 8.160.575
Número de Cotistas (31-08-18): 27.840
Taxa de Administração²: 1,35% a.a.
¹ Valor da cota ex rendimentos
² Inclui remuneração do Gestor, Administrador e Escriturador

CNPJ: 17.554.274/0001-25

RI: ri@vincishopping.com.br

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1.516 comentários sobre “VISC11 – Vinci Shopping Centers

  1. Defesa Civil aponta problemas em estacionamento do Shopping Paralela

    Empreendimento nega risco estrutural e diz que problema afeta ‘estética’ e ‘conforto’

    Não bastasse a sensação de insegurança do lugar, quem passa no Shopping Paralela convive com um misto de preocupação e curiosidade. Uma rápida olhada no estacionamento do estabelecimento já denuncia. A olho nu, ao tentar parar o carro numa das vagas, percebe-se que o piso do G2, que fica no subsolo, está ondulado. O desnível pega de surpresa quem está desavisado, já que dá a entender que parece um quebra-molas.

    As imagens foram enviadas por um leitor do Jornal da Metrópole. “A terraplanagem provavelmente foi feita errada. Fica parecendo uma montanha-russa e o shopping construindo um terceiro piso. Será que esse shopping tem mesmo segurança?”, questiona.Também é possível notar rachaduras na região.

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    • Com vistoria velha, shopping minimiza problemas no G2

      Após questionamento do Jornal da Metrópole, a Defesa Civil de Salvador (Codesal) afirmou que fez duas vistorias na área do estacionamento e identificou problemas no “abatimento do solo e deformação na laje”. Em nota, o órgão informou que notificou o estabelecimento em 12 de abril do ano passado e deu prazo de 60 dias para a solução do problema.

      Como resposta, o shopping enviou um parecer de quase dois anos atrás e declarou que foi feita uma avaliação estrutural, realizada em 2017, que não identificou “risco à estrutura do shopping” e que a ondulação causa “apenas problemas estéticos e de conforto aos usuários”.

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    • Mesmo com ondulação e desnível, shopping nega risco estrutural

      Procurado pelo Jornal da Metrópole, o Shopping Paralela, através da assessoria, afirma que não há problemas no estacionamento do empreendimento, mesmo com as ondulações. Em nota, o empreendimento declarou que checou a situação do G1 e do G2 com profissionais da área técnica e não viu necessidade de intervenções. “A administração do Shopping Paralela esclarece sobre as ondulações existentes no estacionamento: toda a área foi analisada por especialistas, que descartaram qualquer risco estrutural”, disse o centro de compras no texto.

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      • Fiz questionamento ontem à noite ao RI e recebi o retorno hoje reafirmando a segurança de laudos anteriores e novas vistorias, mas que uma novo empresa especializada está sendo contratada para ratificar a segurança do shopping. Aguardemos

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      • Morilson

        o shopping também manifestou o mesmo:

        “Nota de Esclarecimento – Shopping Paralela

        A administração do empreendimento esclarece que as ondulações existentes no estacionamento do piso G2 não possuem nenhum risco estrutural de acordo com o laudo emitido e protocolado junto aos órgãos competentes, onde atesta a solidez e segurança de todo os pilares de sustentação do centro de compras. Conforme já informado pela Secretaria de Desenvolvimento Urbano, o shopping possui licença para ampliação do terceiro pavimento. O Shopping reforça ainda que se encontra com toda a documentação regularizada.”

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    • Vazamento de resíduos atinge consumidores

      O Shopping Paralela está há alguns meses recebendo uma obra de expansão para um terceiro piso do centro de compras. Lojistas e consumidores passam pelos corredores atravessados em vigas, que fazem parte da reforma do espaço. Na última semana, houve um rompimento na tubulação de água potável e resíduos acabaram despejados em uma das formas no forro do corredor.

      De acordo com o estabelecimento, os incidentes foram pontuais e prontamente identificados pelos técnicos. Em nota, o Paralela afirmou que a área terá uma expansão de 18 mil metros quadrados.

      Curtido por 2 pessoas

      • Sendo da área … comento o vídeo que mostra Laje apoiada sobre o solo que funcionando como elemento de fundação para toda a laje. Devido à passagem de veículos, combinado ou não com infiltração, o solo vai se compactando e se deformando; cada vez mais a ponto de imperdir o tráfego. Mais cedo ou mais tarde, deverá haver serviço de recuperação – não há escapatória. Isso aí é problema construtivo, basicamente. Se romper uma laje dessas aí… do solo não passa -rsrsr

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      • Renato pelo que eu soube é isso mesmo, alguma coisa relacionada à compactação do solo. Não muito tempo atrás… ocorreu no West Plaza um desalinhamento das lajes e que depois com obras foi reparado, mas não lembro de ter visto essas ‘barrigas’ no chão. Toda estrutura é feita para suportar um certo grau de deformação, mas que fica estranho do lado estético… fica.

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    • NOTA À IMPRENSA

      Ref. Deformação e fissuras na laje do piso G2 – Shopping Paralela

      Atendendo a solicitações feitas pelo telefone 199 e a demandas dos meios de comunicação, equipe da Defesa Civil de Salvador (Codesal) realizou, nesta sexta-feira (15/02) nova vistoria na área do estacionamento que apresenta problemas, notificando e dando um prazo de 15 dias à direção do referido shopping a apresentar novo laudo técnico sobre o problema.
      Em abril de 2018, a Codesal havia realizado duas vistorias na área do estacionamento que apresenta problemas, confirmando a existência e notificando o shopping a proceder a recuperação do piso da G2 que sofreu abatimento do solo e que causou a deformação na laje.

      Foi dado um prazo de 60 dias para o cumprimento, como indica a notificação de número 82.129, datada de 12 de abril de 2018. Em resposta, o Shopping Paralela, encaminhou à Codesal, dia 24/05/18, carta e parecer estrutural realizado em setembro de 2017, assinado pelo engenheiro civil João Gabriel Silva Freire (CREA – RJ 96-1-225227-1) o qual, segundo a direção do shopping, “constata a ausência de qualquer tipo de risco à estrutura dos Shopping”.

      Curtido por 2 pessoas

      • Afirma textualmente o parecer:

        “Salientamos que o problema (…) não põe em risco a estabilidade da estrutura, causando apenas problemas estéticos e de conforto dos usuários(…)”.
        Maiores esclarecimentos devem ser procurados junto à direção do Shopping.

        Participaram da vistoria de hoje os engenheiros Esmeraldo Tranquilino, José Roberto Casqueiro e José Carlos Palma.

        ASCOM – CODESAL

        Curtido por 1 pessoa

  2. No relatório de janeiro, vê-se que o resultado recorrente ficou em R$ 0,69/cota. Acima do distribuído. Isso reflete os resultados de Natal e fim de ano.

    Outra coisa que chama a atenção é que o fluxo de veículos/receita com estacionamento vem caindo mês a mês. Fenômeno, aliás, observado em geral nos shopping centers. Troquei umas ideias com o pessoal da Vinci e isso é reflexo principalmente da mudança de comportamento do público, que está usando menos o próprio carro e mais outros meios de locomoção, como o Uber.

    A tendência é que no médio para longo prazo as áreas de estacionamento sejam redimensionadas e deem espaço para outras áreas de negócio, como delivery centers, gerando outras fontes de recurso e vendas para os shoppings. Como já discutimos amplamente (inclusive escrevi sobre isso na revista do Tetzner este mês…), o comércio está mudando. Parece-me que para melhor.

    Curtido por 6 pessoas

  3. a Saraiva do Shopping Crystal… fechou 😦

    Pedido de despejo deve levar Saraiva a fechar mais lojas

    Em recuperação judicial, a Saraiva deve fechar mais lojas no país.

    A questão é tratada no último relatório de atividades da rede, arquivado no dia 28 de dezembro na Comissão de Valores Mobiliários (CVM).

    O Valor apurou que 33 unidades, entre as 85 lojas em operação hoje, são alvo de pedidos de despejos pelos proprietários dos pontos.

    Por conta dessa questão legal, parte dessas 33 lojas pode ser fechada.

    Em outubro, a empresa já havia encerrado 19 unidades.

    Curtido por 1 pessoa

  4. Pessoal,

    Relatorio de Dezembro…..gostei 🙂

    As vendas/m² dos shoppings apresentaram crescimento de 11,3% no comparativo com o ano anterior e foram positivamente impactadas pela inclusão dos novos shoppings adquiridos em setembro (Shopping Iguatemi Fortaleza e Shopping Tacaruna) que apresentam indicadores acima da média do portfólio prévio. No acumulado do ano, o portfólio acumula crescimento
    de 5,6%.
    Gama: um baita indicador de eficiência e mostrando uma tendência de crescimento ano sobre ano. O crescimento de 2 dígitos é um belo sinal de pra onde o fundo deve ir ao meu ver

    As vendas das mesmas lojas (SSS) apresentaram crescimento de 3,2% em relação ao mesmo mês do ano anterior. No cumulado do ano, o indicador apresenta um crescimento acumulado de 1,1%.
    Gama: Mais um indicador mostrando crescimento ano sobre ano e no principal mês para os shoppinig. Um belo e forte sinal para o fundo

    A inadimplência liquida do mês foi de 4,4%, 2,8 pontos percentuais abaixo quando comparado com o mesmo período do ano anterior.
    Gama: Pra mim….quanto menos inadimplência melhor. Mostra eficiência operacional e qualidade na gestão

    A taxa de ocupação encerrou o mês em 95,2%, em linha com o mês anterior e 1,6 ponto percentual superior ao mesmo mês do ano anterior.
    Gama: Pra mim…quanto mais espaço ocupado melhor

    O fluxo de veículos apresentou queda de 0,4% quando comparado ao mesmo mês do ano anterior.
    Gama: Poderia ter vindo um incremento. Não veio. Nada que coloque o fundo em alerta. Mas temos um espaço para somar em receitas e resultados quando essa indicador voltar a mostrar crescimento. Acredito que isso favorece ao fundo no futuro devido a qualidade da gestão

    O aluguel das mesmas lojas (SSR) apresentou crescimento de 4,9% em comparação ao mesmo mês do ano anterior.
    Gama: Se recebo renda que vem dos alugueis…quanto mais melhor.

    Enfim….resultados operacionais bons ao meu ver. E possuem espaço para melhorarem se a economia melhorar. Sigo bastante confortável com o fundo e vendo um baita cenário pra ele no futuro.

    Valeu!!!

    Curtido por 3 pessoas

    • As remessas dos shoppings totalizaram R$ 3.986 mil, o equivalente a R$ 0,49/cota e ainda foram impactadas pela ineficiência temporária em relação à estrutura de aquisição dos Shoppings Tacaruna e Fortaleza. Sem esta ineficiência e o efeito não recorrente, o resultado do mês teria sido de R$ 0,52 por cota. Conforme fato relevante do dia 26/12/2018 e do dia 02/01/2019, o Fundo concluiu o processo de migração para a participação direta em ambos os shoppings.
      Gama: Os shopping ainda estao freando o resultado. Mais tempo que o desejado e projetado (vide nota da gestão logo após a aquisição de ambos). Alguns vão dizer que se desconsiderar tais eventos, a renda ainda ficaria abaixo dos 0,61. Correto. Só que não esqueçam que temos 200M pra alocar e que estes irão performar a favor do fundo podendo trazer esta renda pra 0,6-0,61 tranquilamente. Claro que isso vai depender da qualidade do empreendimento a entrar na carteira.

      Pegando os dados operacionais vemos um belo fundo com gestão afinada e mostrando crescimento nas linhas que geram nossa renda. A maturação dos investimentos requer tempo. Apenas destacando que temos 32% do PL do fundo em aplicações financeiras. Um alto valor que deve baixar para níveis que atendam apenas aos compromissos de curto prazo. Isso só reforça oq ue já falei sobre os 200M esperando serem alocados.

      As duas últimas aquiições foram muito bem feitas e já começam a mostrar seu eficiência dentro da carteira. Isso tb reforça que a próxima, mantida esse nível deixará o fundo bem tranquilo no quesito de renda distribuída (target de 0,61).

      Gostaria que os amigos que possuem outro FII de Shopiing comentassem os dados operacionais para podermos ter uma noção média do setor. Será mesmo que este FII é uma referência dentro do setor? Será mesmo que os dados são bons frente a concorrência? O que sei é que estão vindo mês a mês melhores e mostrando crescimento ano sobre ano. Isso é bom pra mostrar a direção do fundo.

      Valeu!!!

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  5. No dia 08 de janeiro de 2019, o Fundo adquiriu do Grupo Fulwood a totalidade do centro de distribuição locado para a Privalia “BTS Privalia”, localizado na Estrada da Servidão (Rodovia Fernão Dias) km 933, no Município de Extrema,
    Estado de Minas Gerais. O preço de aquisição do referido ativo foi de R$ 76,9 milhões. Essa operação, em conjunto com a
    aquisição do Fernão Dias Business Park, anunciada em fato relevante divulgado no dia 12 de dezembro de 2018, finaliza
    a alocação dos recursos captados no âmbito da 1ª emissão de cotas do Fundo. As duas aquisições combinadas totalizam um investimento de R$ 135,8 milhões, dos quais 44,0% foram pagos à vista e 56,0% serão pagos a prazo, ao longo de 12 anos e
    corrigidos por IPCA + 7,5% a.
    Será que vão reclamar, fundo de shopping comprando galpão financiado.

    Curtido por 1 pessoa

  6. No dia 02 de janeiro de 201, o Fundo concluiu com sucesso o ato societário necessário para extinção da empresa
    “ GIF Shopping Malls SPE I S.A”, detentora de participação no Shopping Iguatemi Fortaleza. A empresa foi adquirida no dia
    28 de setembro de 2018 conforme fato relevante do dia 28/09/2018 . Com a conclusão deste tramite o Fundo passa a deter
    15% de participação direta no imóvel.

    Curtido por 3 pessoas

    • POdem falar….mais é de longe o fundo com a melhor gestão no setor de Shopping. Calma…temos bons fundos neste setor. Este ainda esta iniciando de forma aberta (com negociação e com o maior numero de cotista do Brasil)…ainda tem muito a fazer e a mostrar.

      Ta bem pilotado e esta muito bem direcionado. Longo prazo e perpetuidade…..condizem com este FII na minha opinião. Acredito que meu filho ira me agradecer por ter começado nele. 🙂

      Não é indicação de nada!!!

      Valeu!!!

      Curtido por 3 pessoas

  7. COLUNISTA
    Coluna do Broadcast
    Fundo Vinci Shopping Centers tem 20% dos investidores do setor na B3

    Coluna do Broadcast 01 Janeiro 2019 | 12h45
    O fundo de investimento imobiliário (FII) Vinci Shopping Centers está fechando o ano com 45 mil investidores, o maior número entre todos os fundos desse segmento negociados na B3. O contingente de investidores no fundo equivale a 20% dos que aplicam nesse tipo de ativo e supera o volume de investidores das principais empresas do setor imobiliário negociadas em bolsa. A Vinci Partners fez o IPO do fundo em novembro de 2017, com 4,5 mil investidores na oferta. Desde o seu lançamento em 2013, o fundo já investiu em nove shoppings e tem R$ 850 milhões sob gestão.

    Curtido por 4 pessoas

  8. Comunicado ao Mercado:

    …na qualidade de administradora do Fundo, informam aos cotistas e ao mercado em geral o que segue:

    No dia 26 de dezembro de 2018, o Fundo converteu com sucesso a participação indireta no Shopping Tacaruna adquirida no dia 19 de setembro de 2018 na forma de debêntures, conforme fato relevante do dia 19/09/2018, em fração imobiliária. Com a conversão, o Fundo passa a deter o equivalente a 16,67076% de participação direta no imóvel.

    Curtido por 5 pessoas

      • Bem, não temos (eu pelo menos não…) detalhes dessa operação, mas debêntures permutáveis são títulos de crédito que podem ser convertidas em ações de uma companhia diferente da emissora. Aparentemente a aquisição se deu como uma operação de crédito, de “empréstimo” ao controlador anterior do shopping, e tão logo o registro da transferência do imóvel foi finalizado, a operação foi concluída com a conversão dessas debêntures. Provavelmente a operação foi montada dessa maneira devido aos benefícios fiscais permitidos pelas debêntures. Ou algum mecanismo de tag along.

        Curtido por 3 pessoas

    • Tudo caminhando na direção desejada…..gestão alinhada com o fundo e com seus cotistas.

      Operação padrão ou não…..ta na direção correta e desejada 🙂

      Ate agora….tudo bem tranquilo no FII e seu horizonte segue bem “flat”…. 🙂

      Valeu!!!

      Curtido por 2 pessoas

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