HGRE11 – CSHG Real Estate

O CSHG Real Estate FII tem como objetivo auferir ganhos pela aquisição, para exploração comercial, de imóveis com potencial geração de renda, predominantemente lajes corporativas.
hgre11
Fundo Imobiliário criado sob regime de condomínio fechado, com prazo Indeterminado de duração e administrado pelo CSH Griffo; classificado como sendo um fundo do tipo Tijolo e enquadra-se na segmentação Escritórios, sendo um FII Multi Empreendimento e Multi Inquilino.

O CSHG Real Estate FII tem como objetivo auferir ganhos pela aquisição, para exploração comercial, de imóveis com potencial geração de renda, predominantemente lajes corporativas.

O Fundo tem participação em 190 unidades locáveis, localizadas em 21 empreendimentos distintos, totalizando 157 mil m² de área privativa e 55 contratos de locação.

Uma das principais estratégias de captura de valor do CSHG Real Estate FII é a reciclagem da carteira imobiliária. A Administradora está constantemente atenta às oportunidades de mercado e busca extrair resultado não somente com as locações dos imóveis, como também com revitalizações, expansões e vendas.

Início das atividades: Maio de 2008
Administradora: CSHG Corretora de Valores S.A.
Escriturador: Itaú Unibanco S.A.
Ofertas concluídas: 7 emissões de cotas realizadas
Taxas: Administração: 1,0%a.a. sobre patrimônio liquido.

RI: list.imobiliario@cshg.com.br

Tutor do FII: Digo11

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895 comentários sobre “HGRE11 – CSHG Real Estate

  1. Junho :
    venda do imóvel Praia Grande, sem qualquer remuneração a intermediários pelo Fundo, gerou um lucro de R$ 1,453 milhão.
    Ainda existem R$ 12 milhões em parcelas a vencer (garantidas pelo Banco Bradesco), este lucro impactará o demonstrativo de resultados mensalmente, até a quitação total das parcelas.
    OBJETIVO:monetizar ativos com baixo alinhamento estratégico e que possam reduzir a vacância do portfolio. Quando o imóvel foi adquirido pelo Fundo em julho de 2011, juntamente com o Contax Alegria, estava alinhado com o objetivo do Fundo em comprar imóveis com locatários de primeira linha e contratos fortes de longo prazo, comumente chamados de “atípicos”. Com a desocupação do imóvel, somado ao alto custo de carrego (4% ao ano sobre o valor de venda) e baixa perspectiva de locação no mesmo patamar anterior, a venda foi definida como a melhor estratégia para maximizar o valor do ativo ao Fundo.
    O investimento no Imóvel Praia Grande gerou um retorno anualizado (TIR) de 12,6% ao ano, comparado ao CDI médio estimado em 10,8% para o mesmo período. Ainda sob o aspecto financeiro, a venda foi feita num cap rate estimado de 8,5% ao ano e deve aumentar o resultado mensal em aproximadamente R$ 170 mil, considerando a redução de custos dos espaços vagos e o rendimento financeiro estimado para o caixa total a ser recebido.
    .23,1% de vacância financeira e 28,1% de vacância física:
    1)redução da vacância ocorreu pelo efeito combinado da venda do Praia Grande
    2)locação de um conjunto no Ed. Verbo Divino
    3)Apesar da,devolução da Gafisa no Jatobá CBOP.
    Atualmente, a equipe de gestão tem como foco prioritário a prospecção de novos locatários e a redução de vacância, com a adoção de uma agressiva estratégia de acompanhamento comercial. Neste sentido, estamos concluindo a contratação de um grande player para comercializar o espaço vago do Centro Empresarial Mario Garnero em regime de exclusividade.
    Os esforços de reciclagem da carteira de imóveis continuarão centrados nos ativos que possam reduzir a vacância do portfolio e ativos com baixo alinhamento estratégico. Em relação às possíveis aquisições, o Fundo tem hoje uma capacidade de investimento de aproximadamente R$ 150 milhões, às quais ficarão centradas em escritórios na Grande São Paulo. Investimentos fora de São Paulo ocorrerão apenas em escritórios com contratos de locação “atípicos”.
    .Fundo possui aproximadamente R$ 5 milhões em resultados acumulados.
    .Gap resultado/rendimento de $2 milhões este mês(era de 1 milhão no mês passado)
    .Não teve rendimento de LCI este mês(porém tem média até fim do ano de cerca de $500.000/mês)

    Curtido por 5 pessoas

  2. Olhem os rendimentos do EDGA recém divulgado…Uma apimentada nos debates do Hgre, pois não pude participar ontem…se fosse neste fundo aqui tão criticado,teríamos a chance de vender um Edga ATUALMENTE ACIMA do valor patrimonial e reinvestir o valor em algum outro imóvel mais promissor ou numa cidade com menor tempo de perspectiva de sair da crise,sem pressa inclusive …enfim quem tem vai lá vender seu EDGA no book amanhã….o preço q vão te pagar rs …mas os contrários vão dizer …ahhh ,poderia ter vendido antes…ah tah…vai lá ver nos comentários antigos…”prédio histórico,lindo,na cidade maravilhosa ,com varejo no terreo,com percentual significativo de aluguel pra órgão estatal,q não “dá calote”…AS PREMISSAS ANTES NÃO SÃO AS MESMAS DE AMANHÃ…um fundo com gestão ativa percebe melhor e antes as mudanças do mercado imobiliários …aliás concordo…quer vencer a inflação,sempre,vá de Tesouro + IPCA,não tem erro… critiquem o HGRE à vontade …tô tranquilo ,tá favorável rs

    Curtido por 1 pessoa

  3. Fábio continuando…

    Fundo de Papel: invisto 100, resgato 100. O FII distribui a Inflação + Prêmio dos CRIs e EU tenho que monitorar isso. Sei que para o Patrimônio Crescer preciso reinvestir

    Fundo de Tijolo: invisto 100, recebo juros durante a maturação na forma de aluguéis, recebo 100+inflação pelo menos… senão o resultado fica menor que o da papelada aí em cima…

    Fundo de Tijolo COM Gestão Ativa: invisto 100, recebo juros durante a maturação na forma de aluguéis, recebo 100+Prêmio+Inflação… senão fica nos Monos com Gestão Passiva

    Curtido por 3 pessoas

    • Sim, receber 100+inflação pelo menos é o que se espera sempre. Em qualquer negócio. Um assalariado espera receber no mínimo a reposição da inflação no seu dissídio. Talvez também um “prêmio” pelo risco que ele correu de ficar desempregado?

      Fundo de gestão ativa tem a opção, não a obrigação, de girar a carteira. Pode fazer isso se enxergar oportunidade de ganho ou de perda futura, ou pode deixar a carteira lá quietinha e não fazer nada, se julgar ser mais acertado. Esse é o ideal. Às vezes uma venda pode ser um movimento defensivo…não vai levar a um ganho financeiro, mas evita ou minimiza uma perda. Ou pode vender para fazer outra compra que avalia ser mais interessante para o Fundo. Se o Fundo compra um imóvel ou terreno com o objetivo expresso de vende-lo em ‘x’ anos com lucro e essa avaliação estiver correta, aí sim é uma obrigação haver um “prêmio”…

      A mim parece um pouco estranho chamar rendimento de aluguel de ‘juros’, são coisas bem diferentes. Mas ok, entendi o que você quis dizer. É como Neston, existem mil maneiras de preparar….. 🙂

      Curtido por 3 pessoas

      • Sem querer jogar gasolina na fogueira, mas pra quem tem saudades do antigo gestor, favor acompanhar o FOFT e o TFOF, tenho posição no FOFT e estou gostando do trabalho que está sendo realizado (agora com a Hedge), o André Freitas continua orbitando a GRIFFO.

        Portanto, se a nova gestão nos HB’s for tão temerária quanto muitos temem, já sabem o que GRIFFO irá fazer, não é?

        Curtido por 1 pessoa

      • Isso mesmo, Tetzner!

        O FOFT e o TFOF são administrados pela GRIFFO e a gestão está com a HEDGE, por isso, não descarto no futuro eles assumirem também a gestão dos outros fundos da GRIFFO.

        Curtido por 1 pessoa

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