HGRE11 – CSHG Real Estate

O CSHG Real Estate FII tem como objetivo auferir ganhos pela aquisição, para exploração comercial, de imóveis com potencial geração de renda, predominantemente lajes corporativas.
hgre11
Fundo Imobiliário criado sob regime de condomínio fechado, com prazo Indeterminado de duração e administrado pelo CSH Griffo; classificado como sendo um fundo do tipo Tijolo e enquadra-se na segmentação Escritórios, sendo um FII Multi Empreendimento e Multi Inquilino.

O CSHG Real Estate FII tem como objetivo auferir ganhos pela aquisição, para exploração comercial, de imóveis com potencial geração de renda, predominantemente lajes corporativas.

O Fundo encerrou o mês com participação em 196 unidades locáveis, localizadas em 23 empreendimentos distintos, totalizando 158 mil m² de área privativa e 62 contratos de locação. Considerando apenas os contratos de locação típicos e os imóveis de uso exclusivamente corporativo, o aluguel médio contratado foi de R$ 69/m².

Uma das principais estratégias de captura de valor do CSHG Real Estate FII é a reciclagem da carteira imobiliária. A Administradora está constantemente atenta às oportunidades de mercado e busca extrair resultado não somente com as locações dos imóveis, como também com revitalizações, expansões e vendas.

CRI Shopping Goiabeiras
Em dezembro de 2013 e abril de 2014, foram divulgados Fatos Relevantes para reportar a existência de execuções judiciais que poderiam resultar na penhora dos bens e créditos que constituem garantia dos Certificados de Recebíveis Imobiliários – CRI da série 33ª da 4ª emissão emitidos.

Início das atividades: Maio de 2008
Administradora: CSHG Corretora de Valores S.A.
Escriturador: Itaú Unibanco S.A.
Ofertas concluídas: 7 emissões de cotas realizadas
Taxas: Administração: 1,0%a.a. sobre patrimônio liquido.

RI: list.imobiliario@cshg.com.br

Tutor do FII: Digo11

566 comentários sobre “HGRE11 – CSHG Real Estate

  1. Pessoal,

    Nessa confusao toda envolvendo os fundos da CSHG e saida e entrada de novos nomes, consegui junto a administradora algumas informações que compartilho agora:

    1- Tiveram assembleias para os 2 fund of funds e o Realty. As assembleia aprovaram a manutenção da administração na CSHG, e a contratação da nova asset do Andre Freitas para gestão.
    Gama: Veja, a situação. Os fundos de fundos e o Realty vão seguir na gestão da nova asset do Andre. Logo, o cara é de longe um dos melhore s nomes para gerir um FII. Alguem duvida? A Propria CSHG assumiu isso ao conseguir se manter na administração e ter a equipe dele a frente na gestão. Na verdade, foram os cotistas nas assembeias. Mais sabemos que grandes cotistas sao da propria CSHG (clientes).

    2- Os demais fundos permanecem como estão.
    Gama> Todos os demais fundos seguem administração e gestao CSHG com a nova equipe que sera montada pelo Bruno

    3- O Bruno começa nesta quinta feira. Lembrando que parte da equipe do Andre como Alexandre Machado, João Toazza ainda estão trabalhando na CSHG para fazer a transição.
    Gama: Nomes de peso seguem na CSHG para completar a fase de mudança. Mais depois saem e irao compor a equipe do Andre na nova asset.

    Bem, o que vejo disso tudo é que devemos ficar de olho nessa nova Asset do Andre e saber se ele tera Fundos disponiveis a mercado. Pois o cara e sua equipe são feras e sair da na CSHG pra seguir caminho solo é algo que se faz quando tem certeza que o caminho sera bastante “lucrativo” e interessante.

    Ficar de olho pra ver se os clientes CSHG irao aos poucos sair dos demais fundos e migrar para o Andre. É algo que pode ir ocorrendo aos poucos. Lembrando que boa parte dos cotista e do capital dos fundos da CSHG são de grandes clientes que desde o começo estiveram junto ao Andre. E sabemos que estes clientes mais “antigos” sao fieis a seus gestores e que bastara um chamado ou o lançamento de um novo produto para as migrações começarem. Vide Adam, com o Marcio.

    Enfim, nao sei se ajudei muito. Mais foi o que consegui levantar por hora. To de olho e tentando conversar com muita gente pra entender os proximos passos. Nao estou satisfeito e muito menos tranquilo com essa transição. Conhecia e acompanhei o Andre por alguns anos…nao sei nada sobre este Bruno (a nao ser as coisas lidas e ouvidas pelo mercado). To bastante pensativo…

    Valeu!!!

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    • Muito bom gama mais uma vez acrescentando informação relevante.

      André sempre foi um dos dinossauro da GriFFO e vai entrar no mercado para estruturar seus próprios fundos, caminho seguido de perto pelos grandes gestores do setor.

      Complicado é que fundo ativo = Gestor
      Equipe de gestão sem expertise imobiliária = resultado similar há muita gestores que conhecemos ” Amadores” e taxeiros.

      O Bruno tem expertise imobiliária no setor de incorporação Cryella, viver etc

      Apesar que ele entrou na viver para tentar salvar o barco e saiu queimado ” Devem ter oferecido muita grana”, porem que não foi bom para imagem dele como gestor.

      O difícil é que vai ter de rolar uma equipe por de trás ” Sinergia” será que este pessoal vai incorporar o DNA da griffo? Veremos.

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      • A HG não é exatamente uma “pequena gestora”, o mais natural seria já terem uma governança bem estabelecida e não haver mudanças muito bruscas num curto espaço de tempo. Mas…vamos conferir.

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      • Nao consegui essa informação: nome da nova asse do Andre. A propria CSHg ta tentando ter uma parceria com eles tipo a Verde tem com a CSHG.

        Pelo o que levantei, tirando os Fundos de Fundos e o Realty, todos os outros ficam como estão. Porem, sem o lider Andre, que tomava as decisoes de compras e vendas. Quem de fato conhecia o mercado de perto e sob todas as óticas. Para isso, a CSHG contratou o Bruno, pra ficar no lugar do Andre e ser o novo cabeça que decide as coisas para seus fundos.

        So o tempo dira se este Bruno e sua nova equipe irao seguir na estrategia adotada sempre pelo Andre (DNA CSHG) OU se ira impor sua cara e seu novo DNA. E a grande pergunta dos grandes cotistas destes fundos é: saio, fico, me preocupo ou relaxo…..eles tb estao meio perdidos.

        Agora, a CSHG sabe que no pode minar seus clilentes dos FII. Eles sao seus grandes clientes. Sao na maioria grandes senhores e senhoras aposentados e donos de grandes fortunas. Que alem de terem participação grandes nos FII possuem mais ativos sob gestao da casa. Se queimar os FII ou meter o pe pela mao, sera um enorme risco de haver sangria da CSHG. A propria CSHG tem essa preocupação e por isso nao deve (achismo meu) ter dado carta branca ao Bruno.

        Enfim….temos que esperar. O lado bom nisso tudo? E que o mercado estando positivo pra RV, as cotas ajudam a mater todos mais felizes e qualquer mudança ou erros ficam mais facil de serem aceitos ou perdoados.

        Valeu!!!

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  2. Resumo da situacao do HGRE no fechamento do ano,segundo relatorio de dezembro:

    19,9% de vacância financeira
    25,0% de vacância física.
    +
    Desocupação da Pepsico em fevereiro(4,7% da receita
    potencial de locação do Fundo atual.)
    Desocupação pela Decathlon, do imovel na Praia Grande<em
    janeiro.
    OBS:Media de vacancia (AAA a B) em Sao Paulo : 19% em ,dezembro-16.

    OBS:Aumento da districuicao de dezembro,em
    relação aos meses anteriores (nao recorrente):
    1.antecipação
    de alguns alugueis recebidos dentro do mês, cujos
    vencimentos eram previstos para janeiro-17 e,
    2. venda de cotas de
    Fiis HGBS11 e FIIB11,em valores superiores aos de custo, gerando resultado positivo de
    aproximadamente R$ 1,55 milhões (bruto de imposto
    de renda, cujo vencimento se dá em janeiro-17), o que
    compôs o total de resultado a distribuir.
    3.alem de receitas de lucro de LCI , descrita em tabela.

    O Fundo possui
    aproximadamente R$ 12,1 milhões(eram R$11,3 milhoes em novembro) em resultados
    acumulados a regime de caixa, não distribuídos ,em
    períodos anteriores, em função da retenção de até 5%
    do resultado auferido a cada semestre.

    No segundo semestre de 2016:
    Distribuicao media/mes: $10,2.
    Resultado media/mes:$ 10,7.

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    • Onde entra o mérito aqui?

      Quem não tem cão vai caçar com gatos!

      Gestor que “se vira” nesse momento econômico merece nosso reconhecimento e a Griffo está fazendo o que pode para segurar a peteca

      Mas é isso aí, sem ilusão, não tem mágica não está “moendo” a vaca leiteira pra por comida na mesa

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      • O que eles vão conseguir fazer daqui para a frente eu não sei, até porque não tenho bola de cristal . Mas os números frios e incontestes do ano de 2016 são esses:

        Resultado = 89.577.371
        Rendimento = 89.926.158

        Resultados acumulados a regime de caixa não distribuídos em períodos anteriores (Jan/16) = 10,6 milhões
        Resultados acumulados a regime de caixa não distribuídos em períodos anteriores (Dez/16) = 12,1 milhões

        Tá “queimando” muio caixa mesmo…

        OBS: Isso não impede que o ano de 2017 seja diferente, mas o fato é que 2016 não foi esse desastre todo não.

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      • teteuschs

        eles podem liquidar o patrimônio todo e pagar uma mega renda aos cotistas, certo?

        vão mostrar olha somos o melhor fii da bolsa, pagamos a maior renda!

        o ponto é a recorrência, se fizessem isso não teriam estrutura em seguida para manter

        esse é ponto da discussão, você está olhando um evento “arquitetado” para tapar o rombo do caixa e achando que é recorrente

        não é… inclusive “tungaram” renda de 2017!!! olha o estratagema kkk

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      • DE NOVO

        não to contra o hgre ou a griffo

        talvez até no lugar deles faria o mesmo

        eu estou a favor do cotista, como sempre

        sabendo dos fatos, tendo ciência do que é realidade e do que é ilusão, cada um tome a sua decisão e faça o seu juízo de valor

        só isso, ok? 🙂

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      • Cara… esse é o ponto da discussão desde o início de 2015 e o pessoal fica sofrendo com isso e o fato é que em 2016 NÃO houve essa “queima” de caixa toda não. Os resultados acumulados no final de Dez/15 eram 12,5 milhões e passaram para 12,1 milhões no final de Dez/16. Usaram 400.000 da reserva durante 2016 inteiro.

        Querendo ou não, esse é o fato. Além disso, o fundo distribui só os lucros das operações imobiliárias, o principal é reinvestido para gerar renda.

        O montante de lucros imobiliários obtido atualmente já é bem menor do que já foi um dia:

        Lucros Imobiliários 2014: 35.523.800
        Lucros Imobiliários 2015: 16.117.132
        Lucros Imobiliários 2016: 3.398.094

        Se 2017 vai seguir essa tendência ou não, eu não sei. O ponto é que o fundo está conseguindo passar por essa crise toda de forma razoável e ainda tem uma certa gordura para encarar o ano que está por vir, que também será bastante desafiador.

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      • teteuschs

        esse total de lucros imobiliários é de Dezembro? porque está igual ao de novembro… onde foi parar o lucro da venda dos FIIs?

        Novembro: 3.398.094 Lucros Imobiliários²
        Dezembro: 3.398.094 Lucros Imobiliários²

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      • Opa!

        Tem lucro que não é lucro!

        Novembro: Receitas FII³ 773.885
        Dezembro: Receitas FII³ 2.149.168

        Percebeu a “maladragem” ?

        Olho vivo e faro fino

        ah… pra quem acha que não mudou nada:

        Hgre pagava 11,60 há 1 ano e hoje paga 10,10 ou seja queda de 13% (se colocar mais 10% da inflação do período)

        e não mudou nada? tem certeza?

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      • Se o fundo conseguiu vender suas cotas de FII com lucro, ótimo!!! Parabéns e mérito do fundo! Faz parte do jogo, até porque o HGRE é um fundo ativo.

        O fundo investe em imóveis, CRI, LCI, FII, renda fixa, etc… então eu espero é que ele tenha lucro e renda com esses ativos mesmo. Eu ficaria triste se ele tivesse tivesse vendido suas cotas de FII com prejuízo, como tem fundo de fundo fazendo…

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      • Qual foi o fundo de escritório que não teve queda na renda no último ano? O mercado imobiliário é cíclico… tirar conclusões com base em resultados de 1 ano causa muitas distorções.

        Na minha opinião, no conjunto da obra, o HGRE é um bom fundo.

        Lembrando: o fundo distribui aos cotistas apenas os lucros obtidos nas operação, retendo o principal para novos investimentos que poderão (ou não) gerar novos lucros ou renda no futuro. A estratégia, ao meu ver, tem dado um bom resultado (na medida do possível).

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      • Concordo teteuschs, veja não estou dizendo que “a moça é feia” apenas que olhem ela “sem maquiagem” porque é isso que vai acordar do lado no dia seguinte 🙂

        Tbof que o diga né?

        A Cinderela virou abóbora kkk

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    • É bem nesta linha de interpretacao, a minha, Teteuschs….
      Existe uma metrica de investimento em fii, chamada “comprar vacancia”…
      Muito utilizada por alguns investidores no atual momento economico, pra esperar a recuperacao do mercado, depois de 2019…
      O HGRE,hj,tem renda imobialiaria em potencial ,devido á vacancia,de mais R$2,3 /cota/mes, se houvesse 100% de ocupacao dos imoveis.
      Pergunta,em qual fii hj , no mercado , neste preco atual, seria um dos melhores pra “comprar vacancia”? o Suntuoso Tbof/BTG???

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      • Digo11

        é incompatível com o perfil da maioria, o povo quer Renda, para comprar vacância você tem de abrir mão de renda

        começa assim, ai o cara se entope de vacância, ela continua a aumenta e cidadão fica como XTED na mão rsrs

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    • Fala aew rapaziada voltei na área.

      Questões importante a se considerar sem paixões do momento, olha que tenho 11% da minha carteira alocada nesse fundo.
      Vendeu HGBS11 e FIIB dois fundos de extrema qualidade ” Correto vendeu dois dos melhores fundo do portfólio e vai comprar o que? Não existe nada de qualidade similar que oferece boa relação risco retorno ao preços atuais , vendeu para complementar distribuição de acordo com a estratégia do fundo.
      A questão não é ser um fundo ativo ” Mas a perca iminente de qualidade na carteira !
      Para contornar esta questão existe dois caminhos um bom e outro ruim!
      O bom é conseguir alocar capital excedente em investimentos de boa qualidade com desconto relevante” Assim que se ganhar dinheiro com gestão ativa”
      OBS: No mercado de FII aos preços atuais quase não existe barganhas imobiliárias além de não apresentarem uma boa relação risco retorno.

      Vamos ao dados:
      No ultimo informe mensal ainda em outubro.
      HGBS:R$ 8.910.954,00
      FIIP:R$ 51.497.220,00
      Lembrando que em novembro não aconteceu abertura da carteira de cotas de FII .
      Acredito que pela reavaliação patrimonial que ocorreu no período.
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      Estudo da receitas

      Total receitas 2016 = R$ 108.929.791,00 ou 100,00%

      Receitas de Locação= R$ 83.068.495,00 ou 76,26%
      Lucros Imobiliários= R$ 3.398.094,00 ou 3,12%
      Receitas FII = R$ 10.722.460,00 ou 9,84%
      Receitas CRI = R$ 784.082,00 ou 0,72%
      Receitas LCI = R$ 7.031.709,00 ou 6,46%
      Receita Renda Fixa = R$ 3.924.951,00 ou 3,60%

      Total Receitas financeiras: 11.740.742
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      Analisando relatório consta que o fundo possui um total de 46.840.025 alocados em LCI com vencimentos diversos sendo o mais longo em outubro de 2017.

      Vencimento de contratos apresenta boa margem 8% em 2017 mais 8% em 2018
      Revisional: 16% 2017 + 54% 2018.

      Levando em conta desocupação da decathon agora em janeiro teremos uma vacância física de 27,81% podendo chegar muito próximo de 30% com já anunciada do grupo pepsico

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      Desafios do gestor: Conseguir encontrar imóveis com boa qualidade + cape rate competitivo = capacidade de upside em possível venda futura.

      Se fizer corretamente fundo mantém qualidade de sempre, caso contrario ira ficar similar a fundos de fundos cheio de tralha vendendo bons fundos para comprar lixo na expectativa de aumentar retorno.

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      • Enquanto a turma discute o passado ….
        O futuro, para os cshg, traz uma boa dose de incertezas: toda a equipe de gestão de fii está de saída.
        A transição será em ordem para permitir a renovação sem atropelos.
        Começou com a saída do André Freitas.
        Parece que vão criar uma firma independente de gestão imobiliária.

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      • Ao Contrário Barão

        é estudando o passado que você entende o presente e se protege no futuro

        eu cantei a bola da saída essa semana se não foi ontem foi domingo

        é normal o cabeça sair e levar seu time, como o Verde que virou uma empresa e foi com todo o time

        e quem chega faz o mesmo, traz toda a sua “patotinha” que já atuou em ambiente corporativo sabe bem como é

        novo diretor presidente entra, pouco tempo depois surgem os novos “cabeças”

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      • Barão também estou de olho nessa transição e tenho k minhas dúvidas se a qualidade da gestão ira decair com o passar do tempo.

        A expertise da equipe anterior era muito boa ” Vai ser difícil substituir peças do xadrez sem perde qualidade”

        Gestão ativa = Gestor

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      • Nao recorrente , mas mostra quão “robusto” é,no meio da maior crise do mercado de lajes , nunca dantes vistas na história deste país.
        Estão “nadando conforme a maré atual” , investindo em Lcis , com vencimentos curtos ,inclusive tinha uma à vencer em dezembro e eles são obrigados a distribuir 95% do fluxo de caixa (lucros financeiros ).

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      • Sim, sim Digo11 com honras e glórias

        Eu não tiro o mérito nem a expertise, que está de saída e vai passar por uma mudança

        Mas se ele hoje liquidar o PL acima do Contábil vai gerar uma mega renda, a questão que eu faço é:

        Quero RENDA ou queremos PATRIMÔNIO ?

        Volta ao início da discussão rs

        É bom dar um “agrado” ao cotista depois de um ano difícil?

        É Sim, Vamos comemorar

        Mas diante do cenário a frente… já ficaria feliz de ver o caixa aumentando ao invés de elevar renda

        Vou supor que esse foi o mínimo cravado dos 95% e que o restante do lucro da venda foi pro caixa do fundo pra recompor as reservas do inverno

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  3. Vocês sabem quem esse Bruno que irá comandar os fundos da HG? Pesquisei e parece que é o ex presidente da Viver, que quebrou a incorporadora e foi desonerado do cargo em junho. Teve aquele rolo também que essa incorporadora tentou dar um golpe no Banco Santander que poderia gerar um colapso na insegurança jurídica de todo sistema de financiamento imobiliário. O que eles tinham na cabeça em colocar uma pessoa como essa para tocar os fundos? Achei um absurdo.

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    • Vamos com calma jones, Incorporadora viver estava em meados de quebrar muito antes do bruno entrar para o time, em meados de 2011 viver já estava na berlinda praticamente a beira da falência, só não quebrou por causa que houve aporte de capital do grupo paladin controlador da empresa.

      Segue reportagem da época:
      A incorporadora comunicou no fim de semana que recebeu uma proposta de aumento de capital de seus principais acionistas – donos, em conjunto, de 70% da empresa fundada em 1991 pela família Parizotto com o nome de Inpar. Eles propuseram um aporte de R$ 50 milhões. ?Esse é um valor simbólico, distante da dívida de R$ 1,5 bilhão, mas que dá um claro sinal de que os acionistas estão comprometidos com o futuro da companhia?, disse o diretor de relações com investidores, Guido Lemos.

      10 de outubro de 2012

      A Viver Incorporadora e Construtora, ex-Inpar, anunciou hoje o nome de seu novo presidente: Bruno Laskowsky assume o cargo que estava sendo ocupado interinamente por Eduardo da Silva Machado, diretor vice-presidente da companhia. Bruno foi eleito pelo Conselho de Administração e Machado, que ficou apenas um mês no cargo, voltou à posição de diretor.

      De acordo com o comunicado da incorporadora, Laskowsky foi eleito porque o conselho acredita que sua experiência no comando de outras empresas do setor “será de grande valia para liderar a Viver em sua nova fase”. O executivo foi CEO da WTorre Properties e da Cyrela Commercial Properties antes de assumir o desafio.

      Resumo da obra: Foi eleito para salvar empresa que já estava beira da falência na época.

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      • Pessoal,

        Tenho uma atenção especial aos fundos da CSHG. Por isso essa troca de comando me deixou bastante “preocupado”. Depois vieram as especulações e nomes. Depois vieram as noticias relacionadas ao nome. Pois bem, quem me conhece sabe que gosto de ir na fonte, direto ao gestor saber o que pode ou vai ocorrer. Ao menos tentar levantar informações mais precisas e abertas ao publico.

        Em contato com a CSHG, foi confirmado o nome do Bruno como novo responsavel pelos fundos imobiliarios da casa. Logo, ele estara a frente de todos os fundos da CSHG. A equipe da CSHG esta bastante animada e otimista com a contratação.

        Este Bruno, tem mais de 27 anos de experiência no setor imobiliário, que vai além da Viver. Vale lembrar que quando ele foi para Viver foi exatamente para apoiar a empresa que já estava numa situação de dificuldade onde implementou programa de renegociação de dívida, redução de custo e venda de ativos com sucesso. Ele foi CEO da W Torre, CEO da CCP, além de ter trabalhado na AT Kearney por mais de 10 anos e ter sido membro do conselho de empresas como Sonae Sierra. E se alguem for buscar informações dele nestas empresas so obterá elogios.

        Logo, fiquei menos preocupado com o nome que assumira os fundos. Saber se teremos grandes alterações nos perfis de cada fundo…so o tempo nos dira. A principio a indicação me parece altamente tecnica e com bastante afinidade aos Fundos.

        NAO E INDICAÇÂO DE NADA, APENAS OPINIAO DO AUTOR

        Valeu!!!

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    • A griffo sempre foi mais realista Investidor… foi a única gestora que mandou a real pro mercado, lembram? “não quer ver renda cair…”

      enfim, o cenário no mundo real continua igual, o que mudou foram as expectativas no mundo financeiro, ai tudo se ajusta mas cedo ou tarde, o fundamento econômico fala mais alto

      Curtido por 3 pessoas

      • Eu estou com o Tetzner. A CS sempre foi muito realista (além da conta até. Lembram do “não está contente vai para a renda fixa”?) e pouco floreava os seus relatórios como muitos outros fundos fazem (“vai melhorar”, “tem cliente interessado”, “perspectivas boas”).

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      • …. fica na rf…

        lembro mt bem desse aviso.

        não é novidade. em vários relatórios de diversas consultorias, insistem em dizer que a vacância ainda nao se estabilizou. INclusive projetam uma vacancia pro rj em 35% ou mais
        E em SP já parece estar absorvendo melhor, ou pelo menos sem algum indício forte que irá esticar mais a vacância.

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      • Isso prova que existe governança transparente nas comunicações ao mercado, quando existe duvida a respeito das opiniões prestada bastaria cruzar informações com dados de diversas consultorias para chegar ao veredito correto.

        Até o momento não tenho que reclamar da HG no quesito governança , raramente tem rolo nos FII dela, o que me lembro só do caso da goiabada no HGBS por ultimo das transparência nas informações prestadas ao mercado .

        Esta da renda fixa foi um marco no mercado ! KKKKK

        HG representação atualmente 40% da minha carteira seguida de perto pela lio bravo com 32%.

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      • Bom recordar que o Sr. André Freitas, diretor do fundo, está de saída.
        Por outro lado, uma organização eficaz não é feita por “um homem só”.
        Vamos acompanhar e avaliar as decisões em 2017.

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      • É meu caro amigo Darks, realmente não é feito de um homem só mas quase tudo que tem salvado o FII e mantido a renda foi feito lá atrás por esse time.

        Daqui para frente a coisa fica “solta”, vamos ver se a estratégia do fundo é repassada aos sucessores

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      • Vai depender a região do eixo de escritórios analisado .
        Faria lima e paulista devem reagir mais rápido do que as outras regiões, se você aposta em recuperação vá nas regiões mais requisitadas, esquece regiões problemáticas ou com excesso de oferta como marginal pinheiro sul ai vai demorar mesmo.

        Andei estudando algumas projeções feitas por técnicos de real state e deu uma recuperação para valer do mercado para 2022 ou seja tem muito chão pela frente.

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    • Depois que a gente começa a investir em FII começa prestar mais atenção ao redor, acho que todos nós. A coisa tá feia, o que mais a gente vê é a rede “Aluga-se”.

      Fiquei impressionado com as várias concessionarias de carros que foram fechadas, na Av.Interlagos tem várias, na Dutra na Região de Taubaté vi algumas.

      Estes dias estive em uma empresa na Av.Paulista um prédio bacana perto do Metro Consolação, são 4 enormes conjuntos por andar, e apenas um alugado, justamente esta empresa que visitei, tenho ido regularmente nesta empresa já faz um ano, e um ano estes 3 conjuntos fechados.

      Podemos “apostar” e comprar estes fundos com vacâncias hoje pensando que no futuro eles estarão alugados, mas e coragem…rsrs, estou neste momento justamente lendo um pouco para escolher as compras da semana, parei no relatorio gerencial do HGRE, 25% de vacancia fisica, sendo que em fevereiro vai sair uma empresa da verbo divino e outro em janeiro na praia grande. Acho que vou parar e começar a beber…rsrsr

      Feliz Natal .

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