Fórum Fundos Imobiliários

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7.913 comentários sobre “Fórum Fundos Imobiliários

  1. Secovi-SP vê alta da venda de imóvel residencial de 20% a 25% em 2017

    Até outubro, os lançamentos neste segmento cresceram 3% na cidade de São Paulo, para 13,7 mil unidades, segundo o Sindicato da Habitação

    Por sua vez, as vendas aumentaram 20% de janeiro a outubro em São Paulo, para 14,8 mil unidades.

    “As vendas líquidas cresceram com redução dos distratos”, disse o economista-chefe.

    Good News!

    Continua:
    https://tetzner.wordpress.com/forum-vip/comment-page-47/#comment-277823

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  2. Para agências, adiamento da reforma é fator de crédito negativo para o país

    O adiamento da votação da reforma da Previdência para fevereiro é fator negativo para a nota de crédito do Brasil, segundo as agências de classificação de risco Moody’s e Fitch.

    Alguém ai de olho nisso?

    Quais seriam os possíveis impactos nos FIIs, no caso de uma alteração no rating soberano?

    Curtido por 1 pessoa

    • A minha percepcao eh que nao afetara os FIIs.

      Mesmo com a nao votacao agora em Dezembro, a curva longa dos titulos e risco pais medido via CDS nao mudaram.

      Enquanto la fora estiver crescendo a baixos juros, braZil ainda pode fazer as suas costumeiras cag@s….

      Curtido por 1 pessoa

    • Nos últimos tempos não tem afetado em nada isso aí, eu deixei de comprar do q comprei em fiis e ações naquele estres q tivemos no final de 2015 e janeiro de 2016, parecia q o mundo ia acabar, deixei de comprar mais do q comprei de Petr a 4,xx bbas3 a 12,xx, vale a 8,xx, bbdc4 a 15. Tudo por conta dessa besteira q esses rebaixamento o país ia quebrar e cair em desgraça, se eu tivesse escutado o Lula q em uma entrevista disse q o Brasil já teve e perdeu essas frescuras diversas vezes e ainda continua a chamar Brasil é existir e gente ganhando dinheiro aqui dentro, por tanto se eu escuto o analfabeto e não escuto os babacas dos cartomantes analistas q não presta p nada p mim, eu hoje estaria rico. Goau4 comprei a 0,92 é mole uma coisas dessas, comprei 20% dá vontade q tinha de comprar, então é isso, p mim isso não tem mais valor algum e sim serve de oportunidade p alguém cometer o mesmo erro q cometi de dar importância a essas baboseira e eu lucrar em sima de quem acredita.

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      • Mais um sonhador KKK

        Meu amigo a bolsa subiu porque perspectiva subiu , vai sonhando que isso não influência o custo de capital .

        Estamos sendo favorecidos por uma coisa chamada liquidez global: Enquanto as taxas ficarem baixas lá no primeiro mundo entra grana aqui.

        Agora deixa subir para tu ver esse dinheiro que entrou na bolsa sair avoado como sardinha fugindo de tubarão.

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    • Eu não conheço nenhuma empresa ou empresário ou executivo que vai adiar ou ampliar planos de investimento baseados na reforma da Previdência, tipo “puxa, íamos implantar nossa terceira linha de produção, mas a reforma da previdência não foi aprovada. Cancele”.

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      • Fabio Castro

        o grande capital que olha isso; em alguns casos é pré-requisito para se investir ter um grau mínimo

        mas o empresariado local pode ou não ser sensibilizado, o cenário agora é outro, especialmente para o empreendedor…

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      • Você deve se pergunta da onde vem o financiamento para estes projetos?
        Qual a taxa pedida pelos bancos para rodar déficits brasileiros.
        Porque déficits crescentes são combatidos com mais imposto o que reduz margem líquida da empresa e aumenta os custos.
        Porque os bancos não estão diminuído spreads bancário e ampliando carteira de crédito?

        Simples isso afeta custo de capital das grandes empresas: Não das empresas terceirizadas que presta serviços para estas grandes empresas.

        exemplo: Se um país deficitário for captar recursos no exterior a que taxas ele vai pegar este recursos?

        Expandir todo mundo faz , mas o custo de capital que é bom vai subir .

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      • O pequeno empresário nem olha porque ele tem de sobreviver e ganhar o pão de cada dia, mas indiretamente um custo de capital para grandes empresas afeta ele indiretamente .

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      • Sabendo que os estrangeiros vão pedir uma taxa de retorno maior para rodar estes déficits , quem ocupa grandes FII do mercado.

        Grandes ou pequenas empresas?

        Resumo : Uma grande empresa investe no Brasil , neste cenário a cúpula retira investimento ou adia expansões .
        O que resta ? Aquele gráfico bonito de absorção líquida com 9 anos estacionado fica mais 9 anos estacionado.

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  3. Tetzner Journal – 16 de Dez 2017

    Capa Jornal Nova

    Carta ao Leitor

    Bem amigos do Blog, edição SEMANAL do nosso jornal dos FIIs já está no seu Email!

    Isso mesmo, toda semana você vai receber a edição com os últimos acontecimentos; e nos Relatórios Comentados a consolidação do Mês e tudo que foi destaque no mundo dos Fundos Imobiliários:)

    Edição ESPECIAL com uma Super Novidade: ainda mais informação sobre o mundo imobiliário 😀

    E no final da edição você encontra o Resumo dos FIIs Atualizado para você!

    Junte-se a nós, faça parte dessa família!

    Não é Assinante? Peça já a sua Edição, clique aqui!

    mini_Tetzner Tetzner

    Nesta Edição:

    • Carta ao Leitor…2
    • Conteúdo…3
    • Panorama Econômico Imobiliário…7
    • Fatos que marcaram a Semana…11
    • Resumo dos FIIs…72
    • Apêndice…75
    • Nota…77

    Ícone Assine

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  4. Resumo do anuncio publicado hoje no Valor Econômico

    GTIS PARTNERS

    Faz proposta de R$ 2.327.859.755,00 por todos imóveis do BCFund.

    O inteiro teor da proposta e de carta incluindo premissas, termos e condições

    A proposta permanecerá válida até a realização da assembléia dos cotistas.

    Curtido por 4 pessoas

  5. ITBI gera aumento de receita e enxurrada de reclamações
    Waldemar Cezar Neto

    A mudança na forma de calcular o Imposto sobre Transmissão Inter Vivos de Bens Imóveis e de Direitos Reais sobre Imóveis (ITBI) por parte da prefeitura de Balneário Camboriú; um programa de descontos para pagamento a vista e de parcelamento aumentaram a receita desse tributo e geraram indignação em setores da sociedade.

    Essas reclamações que envolvem construtores, corretores, contabilistas e compradores surgiram porque a prefeitura passou a usar como base de cálculo para o imposto o valor de mercado do imóvel, o que eleva o tributo e, segundo os críticos, é ilegal e prejudica a economia do município.

    Além disso uma guia para pagamento do ITBI que até o ano passado era emitida quase que na hora agora demora cinco dias.

    Diante da enxurrada de críticas o prefeito Fabrício Oliveira teria, segundo apurou a reportagem, determinado estudos para reduzir a alíquota.

    Aparentemente as pessoas que dependem de clareza no ITBI para desenvolverem suas atividades cansaram dos estudos da prefeitura e querem respostas claras.

    O ITBI é 3% do valor venal do imóvel (aquele usado como base para o IPTU) ou o declarado no contrato de compra e venda, mas o governo Fabrício resolveu adotar o valor de mercado, apurado pela própria prefeitura.

    Um contribuinte mostrou ao Página 3 guias de ITBI que ele retirou na prefeitura: em junho do ano passado o tributo devido (com alíquota de 3%) era R$ 1.742.00; em outubro deste ano (com alíquota de 2%) pulou para 7.286,00 e para dezembro (com alíquota de 2.5%) foi para R$ 9.107,00.

    Portanto, mesmo com descontos na alíquota decorrentes de uma campanha nos meses finais deste ano, o imposto multiplicou mais de três vezes.

    Sinduscon

    “Não concordamos com a metodologia adotada à revelia da lei, é sabido que até no mesmo prédio existem apartamentos com grande variação de preço” reclama o presidente do Sindicato da Indústria da Construção Civil, Nelson Nitz.

    Ele alega que o principal negócio da cidade é o ramo imobiliário e que os valores de tabela das construtoras não são reais porque dependendo da necessidade de caixa o vendedor pode baixar o preço de 30% a 50%.

    “Isso todos sabem e é facilmente constatável através de um telefonema”, destaca Nitz.

    O presidente do Sinduscon conta que todos os envolvidos na cadeia imobiliária estão reclamando porque com uma alíquota alta e base de cálculo em valor anunciado o comprador prefere não escriturar. Isso causa riscos aos compradores e construtores.

    Secovi

    Na mesma linha segue o pensamento de Sérgio Santos, presidente do Sindicato das Empresas de Compra, Venda, Locação, Administração de Imóveis e dos Condomínios Residenciais e Comerciais de Santa Catarina. (Secovi) que faz críticas mais pesadas ainda e diz que o novo governo “está matando a galinha dos ovos de ouro”.

    “A cidade é voltada para imóveis, sempre incentivamos como boa opção de investimentos, querer cobrar assim encarece o produto e torna quase inviável, eles não compram para morar e mais de 60% não usam serviços públicos como saúde e educação” destaca o presidente do Secovi.

    Sérgio diz que o município tem que legislar para o povo e que não existe justificativa para mudar o fato gerador. “Só o que aumenta é o funcionalismo, cargos de confiança, essa mudança vai afetar o mercado, estamos há 50 anos dando certo e de repente vem um burocrata querer mudar tudo”, fulmina.

    Acibc

    A presidente da Associação dos Corretores de Imóveis de Balneário Camboriú (Acibc), Fabiane Schlindwein, explicou que o imposto duplicou e até triplicou porque pessoas sem experiência no mercado imobiliário da cidade estão fazendo avaliações através de portais de internet.

    “Tem que ser o valor do contrato e não o da avaliação” diz a presidente da Acibc lembrando que esta é a forma prevista em lei.

    Fabiane contou que foram feitas várias reuniões com o prefeito, sem solução, e advogados estão assessorando as diversas entidades que se sentem prejudicadas para buscar outros caminhos.

    Ela não falou claramente, mas um desses caminhos em estudo provavelmente é os tribunais.

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    • Reportagem: Marcelo Gonzatto

      Novo IPTU de Porto Alegre traria aumento de 25% para oito em cada 10 contribuintes em 2018

      Se for aprovado neste ano, projeto do Executivo acrescentará R$ 90 milhões à arrecadação municipal

      Se conseguir superar os obstáculos à sua aprovação — duas liminares judiciais e resistências políticas na Câmara Municipal — o novo projeto de revisão do IPTU defendido pela prefeitura de Porto Alegre resultaria em um aumento imediato de 25% para oito em cada 10 contribuintes.

      Isso traria um acréscimo de cerca de R$ 90 milhões à arrecadação municipal estimada para 2018, quase R$ 20 milhões a mais em relação ao previsto com base na proposta rejeitada pelos vereadores em setembro.

      O projeto que muda a fórmula de cálculo do IPTU precisou ser refeito em razão da derrota no plenário três meses atrás. Como não há mais prazo legal para mexer nas alíquotas para 2018, a única alteração ainda possível é a atualização da planta de valores imobiliários sobre a qual o tributo é calculado. Por isso, se aprovada até o final deste mês, a nova proposta corrigiria a avaliação dos imóveis tendo como limite um teto de 25%.

      — Colocamos esse limitador para evitar aumentos bruscos no valor a ser pago. Como a planta não é atualizada desde 1991, certamente haveria casos em que o imposto ficaria 200%, 300% maior — afirma o secretário municipal da Fazenda, Leonardo Busatto.

      A secretaria estima que mais de 80% dos imóveis da Capital se valorizaram acima do teto estabelecido pela prefeitura desde os anos 1990. Já que a alíquota de cobrança permanecerá a mesma (0,85% para residências), isso significa que estes proprietários pagariam 25% a mais de IPTU no ano que vem — percentual que corresponde ao teto de reavaliação dos imóveis. Como os boletos para 2018 já foram emitidos trazendo somente a correção inflacionária, a saída para cobrar o eventual valor excedente seria gerar boletos extras para quitação até o final do ano que vem. Se o projeto não passar pela Câmara até o final de dezembro, porém, segundo a secretaria não será possível implementar mudanças no IPTU em 2018.

      Busatto afirma que a sugestão atual, embora tenha um impacto inicial maior, poderia resultar em uma queda no valor do imposto devido por uma parcela ainda não especificada de contribuintes a partir de 2019. Isso ocorreria porque a atual alíquota residencial de 0,85% seria reduzida para faixas entre 0,4% e 0,8%. Uma diminuição seria mais provável nos casos de quem tem imóveis menos valorizados e cujo tributo seria calculado a partir de índices menores.

      — Ao final, a nova proposta teria o mesmo impacto que a anterior. Cerca de 59% dos contribuintes pagariam mais IPTU, e 41% ficariam isentos ou pagariam menos — diz o secretário da Fazenda.

      A Procuradoria-Geral do Município e a Procuradoria da Câmara ainda analisam se vão recorrer das liminares judiciais, concedidas nesta semana, que suspenderam a tramitação das mudanças no IPTU. As decisões se baseiam no princípio de que um projeto que trata de matéria já rejeitada em uma sessão legislativa (período de trabalho ao longo de um ano) só poderia ser reapresentado no ano seguinte.

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      • A volúpia por grana fácil é notória e geral nos governos.
        Dois projetos que geraram muita discussão e que foram aprovados pela Câmara Municipal de Curitiba seguem agora para a sanção do Prefeito Rafael Greca. Um deles é o reajuste do ISS (Imposto Sobre Serviço) e outro é sobre as alterações na cobrança do IPTU (Imposto Predial Territorial Urbano).

        Sobre as alterações no IPTU, a Prefeitura informou que a proposição manteve a Planta Genérica de Valores (PGV), as alíquotas e as regras que vinham sendo aplicadas desde 2015, aplicando apenas a correção do imposto pela inflação dos últimos 12 meses, acrescida de mais 4% para imóveis edificados e 7% para terrenos sem edificação.

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      • E ai pessoal agora pensem da seguinte forma para fundos imobiliários:

        – M2 quadrado caindo ( Receita caindo)
        – Estoque subindo (Vacância subindo)
        – Avaliação dos imóveis subindo no valor venal
        – IPTU e ITIB subindo ( Indexados com inflação do período)
        – Taxa de ADM subindo

        A conta fecha?

        Quanto você pagou de IPTU no acumulado do ano no seu fundo imobiliario: Lembrando que tem vacância quem arca com o custo é o cotista.

        A empresa quando locada pede desconto na negociação para compensar aumento de IPTU.

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      • Sr dos FIIs

        realmente nesse cenário fica muito difícil a conta fechar, especialmente quando os inquilinos ainda estão com poder de barganha e ceder é a melhor estratégia

        justamente por isso, eu ressalto a importância do alinhamento de interesses dos gestores nos FIIs

        não dá pra ter alguém que não se antecipe à isso, que corra para renegociar e evitar problemas maiores

        e isso é só um lado da conta… nas despesas SE a taxa fosse sobre receitas, evitaríamos a situação perigosa que se desenha, com aumento das cotações e redução de receitas

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      • Roberto sobre questão do contribuinte pagar a conta sempre foi assim desde a pré história.

        Não interessa se tu acredita no partido da vó do zé ou joão etc

        Governo não produzem riqueza, único meio de arcar com déficits crescente é com tributação, não há nada que nós como contribuintes possamos fazer . Porque cortar gastos para um governo significa cortar tão alardeados direitos que só podem existir no papel enquanto houver dinheiro para pagar a conta.

        Primeiro porque déficits são reais independente do que lemos por ai: O interessante desta crise é que agora estamos percebendo que não existe almoço grátis.

        Por exemplo: A caixa esta praticamente quebrada, só este ano a taxa de manutenção da minha conta aumentou duas vezes e agora te pergunto minha renda aumentou duas vezes?

        E o que isso tem haver com FII? Tudo!!!

        Imagina que IPTU aumenta e que as taxas de transação aumentem = despesas para o bobista pagar e ficar caladinho. Na outra ponta receitas caem com super estoque , vacância e taxa de ADM.

        Quem paga a conta? Isso que não estou colocando uma futura tributação no rendimento muito aventada pelo governo.

        Outro ponto importante: Sempre foi mais fácil aumentar tributos quando economia vai de vento em poupa, neste cenário quase ninguém percebe, mas basta vir uma recessão para país entrar numa espiral sem fim de queda e as pessoas começarem fazer conta e percebe quem fica com nosso dinheiro.

        Acabou a festa a verdade que vai aumentar tributo geral: O ano mal terminou e começa correria do governo para aumentar arrecadação.

        Abraço

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    • Na minha cidade a prefeitura já tem o valor de avaliação próprio para o ITBI faz mais de 10 anos…. é sempre o maior valor entre o valor do contrato e a “tabela” da prefeitura.
      No mínimo eles estavam vendendo aqueles apartamentos milionários (saiu uma reportagem sobre Camboriú na Exame há uns meses atrás) e colocando R$ 50.000 no contrato de compra e venda.

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    • Repararam que o bitcoin e o e-commerce ainda não voltaram? Repararam que o bitcoin extrapolou qualquer disparada de ativo desde 1976? Que o bitcoin engoliu a valorização do e-commerce que tb estava precisando corrigir um movimento que ja dura 7 anos? Que o bitcoin em 2 anos engoliu qualquer outro ativo na sua disparada?

      O que isso significa????

      NADA ou MUITA COISA!!! 🙂

      NADA : Para os compradores e otimistas com a cripto moeda. Pois estes vãos eguir cegamente que a revolução tecnológica veio pra romper paradigmas e ser disruptiva (adoro esse termo que esta na moda). Para os desenvolvedores de tecnologia baseada nos blocos de transações (blockchain) que a cada ICO levantam uma gigantesca soma de dinheiro por promessas futuras. A Nvidia que de uma simples construtora de placas passou a ser uma Gigante dos processadores gráficos e altamente focada no processo de mineração…entre outros;

      MUITA COISA: Para as economias e pequenos investidores. Economias poderão por tabela sofrer uma enorme oscilação quando a coisa estourar. OK….se estourar algum dia. Investidores poderão se endividar e se desesperar caso as moedas (estou destacando aqui….Apenas as moedas e não o sistema que a fundamenta) percam valor ou sejam ignoradas pelo mundo real.

      Enfim….como ja disse antes. É algo fantástico. Quando vc começa não consegue parar de ler, estudar, operar, usar…..é viciante. Porem, como todo vício….o abuso pode ser fatal. Literalmente fatal.

      Valeu!!!

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      • Se o e-commerce esta há 7 anos sem corrigir….por que o Bitcoin tb não pode ficar muitos e muitos anos???

        Pesando contra esse pensamento tem ao meu ver o fato de um muito pouco tempo a valorização ter atingido valores absurdos. O e-commerce tb lida com evolução tecnologica e tal. E esta há muitos anos caminhando numa direção altista. Os especialistas defendem que isso que o mantem na atual tendencia de alta. E afirmam que por se tratar de algo que o mundo real ja aceita e existe interação e regulação, vai se sustentar nessa direção.

        O bitcoin não tem nada disso. Sera?

        Como disse antes…..é ou não é Fantástico???

        Valeu!!!

        Curtido por 3 pessoas

  6. FIItrospectiva 2017

    Mais um ano que passou e mais renda, cotas, m² que acumulamos… em sua opinião, qual foi o fato, aprendizado, situação mais marcante do Ano?

    Quem foi “destaque 2017” no mundo dos FIIs?

    Que Gestão se destacou Positivamente e qual(is) decepcionou?

    Que FIIs deixam uma sensação de “dever cumprido” e quais saíram da carteira para não voltar mais?

    O que mudou na SUA carteira, em termos operacionais: quantidade de fundos, diversificação X concentração setorial, …

    Vamos aproveitar o finalzinho de ano e fazer uma “Retrospectiva 2017” nas fichas?

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    • Uma pesquisa recente da p vc se vc é pobre ou rico com apenas uma pergunta. A pergunta é a seguinte.
      Se vc perdesse seu emprego amanhã, por quanto tempo vc sobreviveria financeiramente?
      Menos de um mês: faliu
      De um a três meses: incertezas
      Três a seis meses: satisfatório
      Seis meses a dois anos: classe média alta
      Dois a cinco anos: rico
      Cinco ou mais rico: ultra rico

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    • Nossa. Esse ano tivemos muitos aprendizados.

      Reserva de caixa para aproveitar distorções do mercado foi uma delas (ABCP). Teve gente que vendeu o almoço para comprar a janta. Também se deu bem, mas nem tanto quanto aquele que tinha reserva.

      Curtido por 1 pessoa

      • Isso mesmo suntzu, o dinheiro vivo tem q fazer parte da carteira, e aquela história q não pode ser uma quantia considerável, q tem custo, sim mas até um certo ponto, pois não tem esquentado o banco, toda hora aparece um ativo ou fii dando sopa e corrigindo com muita margem de lucro os poucos dias q eu consigo ficar com ele parado, de uns tempos p k, se vc meche também nas ações, não tem faltado oportunidades de acudir uma ação ou fii em um momento de estresse

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  7. Infraestrutura seria um bom espaço para atuação de FIIs?

    Fundos que construíssem pontes, usinas, estradas… ou o negócio de FII é ficar mesmo no Aluguel? 🙂

    Além dos escritórios… faltam muitos outros segmentos nos fundos imobiliários, mas em sua opinião, qual seria o segmento “matador” se viesse para FII?

    Curtido por 3 pessoas

    • O problema da infraestrutura é a dependência com o governo… entrar em negócio em parceria com o governo é complicado, pelo menos aqui no Brasil. Teve um pessoa que tentou… uma tal de Eike Batista… parece que não deu muito certo….

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    • Trabalho em uma construtora onde o foco é agroindustria, principal fonte de renda são as construções de usinas. Sofreu muito os últimos anos, pessoal de usina tirou o pé legal, poucas ampliações e a grande maioria fazendo manutenções. Fato que contribuiu muito foi o dinheiro subsidiado que as usinas conseguiam com o governo e hoje nao tem mais. E no caso especifico de construção de usina, nao vejo uma oportunidade em FII, a arrecadacao $$ nao adiantaria em nada se as usinas nao voltarem a investir em obras.

      Curtido por 2 pessoas

    • Vi uma entrevista do Alckmin na JP em que ele disse que o modelo que o estado de SP ira adotar é o de se selecionar um fundo de investimento para ampliar/construir estradas (sem pedágio) no sistema de licitação criado para o PAC que é o Regime Diferenciado de Contratação (RDC). Este sistema impede os aditivos de contrato, é preço fechado. A ideia do governo paulista é afastar as construtoras das licitações e trabalhar com o fundo como contratante das empresas de engenharia e construção, recebendo bônus se terminar antes do prazo e com qualidade garantida. Segundo ele já há uma estrada na região de Franca sendo construída ou reformada neste sistema.
      Acho que este modelo trás o viés do FII para o processo.
      O que acham?

      Curtido por 1 pessoa

      • Afastar as construtoras? Acho uma estupidez. Volta naquela história de se matar o paciente para curar a doença. Alguém acha que vai se afastar as maiores construtoras do país (que fizeram todas as grandes obras nos últimos 30 anos) e se entregar obras com qualidade? Know-how agora não serve para nada? Povo tá achando que obra de engenharia é igual montar lego.

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      • O governo deve estar “pensando” em duas coisas:

        – ou transferir o risco dele para o fundo, mas isso não funciona, quem assume o risco sempre coloca esse fator no preço;

        – ou burlar de alguma forma a lei de licitações.

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      • Acho que não me fiz claro tofaus123, ele disse que as construtoras não participariam mais diretamente. Os fundos de investimento irão contrataras construtoras e gerir os custos e qualidade dos empreendimentos para serem pagos e possivelmente ganhar bônus previstos em contrato. O O RDC faz que o preço seja único e irreajustável (sem autorização de aditivos de contrato) e com multas pesadas para o insucesso do projeto. Pode ser um meio de se moralizar sem destruir o parque tecnológico do País.
        A entrevista está disponível no youtube.

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      • Imagina o seguinte cenário, um órgão licita uma determinada obra com 5 requisitos, lança o edital e 3 concorrentes apresentam propostas. Vamos excluir a corrupção desse cenário, não existe cartel e nem propina.

        O primeiro proponente lê todo o edital, avalia os requisitos, consulta seu banco de dados e métricas, faz suas cotações no mercado, elabora seu demonstrativo de formação de preços e faz sua oferta a um preço justo e exequível.

        O segundo proponente olha para o edital e pensa: esse terceiro requisito que o órgão pediu tenho certeza que ele ou não vai realizar ou não tem condições de fiscalizar, aí mergulha o preço nesse item e orça os demais normalmente.

        O terceiro proponente olha o histórico de licitações e deduz que ao apresentar uma proposta acima de 1,0x vai ficar de fora da disputa, daí vai ajustando sua planilha de preços unitários até chegar a 0,85x.

        Abrem-se as propostas. O primeiro proponente apresenta um preço de 1,4x e é eliminado, o segundo apresenta um preço de 1,0x e o terceiro o já citado 0,85x.

        Vamos supor o que o terceiro proponente não foi habilitado e o órgão assina o contrato com segundo. Se o órgão realmente não solicitar a execução do terceiro requisito ou não fiscalizar devidamente, ele leva o contrato até o final, assim nas coxas, sem atender devidamente o escopo. Se o órgão resolver exigir e fiscalizar o terceiro requisito a empresa começa a ficar sem lucro e entrega o contrato (rescisão ou distrato, a depender do bom humor do gestor).

        Agora vamos imaginar que o órgão assinou o contrato com o terceiro proponente. Esse não tem a menor condição de realizar o objeto do contrato, vai passar todo o contrato procurando fazer os itens que dão lucro para ele e fugindo dos que dão prejuízo, provavelmente vai reduzir a qualidade dos requisitos para tentar chegar até o final (e boa parte dos órgãos não tem a mínima estrutura para fiscalizar um contrato e não estou falando de corrupção, só de incompetência mesmo). Se ocorrer o mínimo de fiscalização vai se encaminhar para rescisão contratual como no caso anterior.

        Nas empresas privadas, o gestor cotaria com algumas empresas SÉRIAS que ele tem CERTEZA que podem realizar o escopo e acabaria fechando com uma que ofertou a 1,25x.

        No mundo com corrupção, as empresas formariam um cartel e ofertariam valores entre 1,8 e 2,0x, resultando na contratação a 1,8 x (até cumprem o contrato, por ter bastante gordura).

        Não vou nem colocar a corrupção na historia, porque esse post não terminaria essa noite. Agora pergunto, tem como uma empresa HONESTA ganhar dinheiro trabalhando para o governo no Brasil?

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    • Foco 100% em cemitériois!!! – Quer mais matador do que esse 🙂

      Terminais de carga (terrestre, aereo e maritimo) – Com nosso perfil, e bem gerido é renda certa…com crise ou sem crise não param nunca. Não confundir com os galpões logisticos;

      Silos de armazenamento – O amigo que citou esse tem muito fundamento. Com recordes de produção faltam silos. Algo simples de manter e que pode gerar renda ao longo do ano todo, pois nunca ficam sem um dono….seja na safra ou entresafra;

      Valeu!!!

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  8. https://tetzner.wordpress.com/noticias
    Notícias do blog, para você começar o seu dia bem informado!

    O leque de incertezas que rondam o ano novo
    O ano de 2018 começa com inflação abaixo do piso da meta, a menor taxa de juros da série histórica, déficit residual nas contas externas, reservas de US$ 380 bilhões. Mas o ano da sucessão presidencial é, também, assombrado por um leque de incertezas que pode jogar por terra as duras conquistas obtidas em 2017

    Juro e inflação no piso dão partida a ano incerto
    Ano começa com bons indicadores, que devem impulsionar atividade, mas cenário político pode atrapalhar. O ano de 2018 começa com a inflação abaixo do piso da meta, a menor taxa de juros com perspectiva sustentável, um déficit residual nas contas externas, reservas internacionais de US$ 380 bilhões e com recuperação do crescimento de 1,1%, mais do que o dobro dos 0,5% imaginados anteriormente para 2017.

    Selic baixa ajudará PIB a crescer 3% em 2018, prevê Fazenda
    Só redução da taxa de juro deve responder por 1 ponto percentual na expansão do ano que vem. O ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, anunciou ontem a elevação de 2% para 3% na previsão de crescimento para o PIB em 2018, e de 0,5% para 1,1% no de 2017. Só a queda do juro deve ser responsável por 1 ponto percentual na alta de 2018.

    Alimentos seguram taxa e IGP-10 fecha o ano com deflação de 0,42%
    Alimentos foram decisivos para indicador fechar com a segunda menor variação de sua história. Favorecido por produtos agrícolas mais baratos no atacado, o Índice Geral de Preços -10 (IGP-10) encerrou 2017 com menor taxa em oito anos: deflação de 0,42%. O resultado foi o menor desde 2009 (-1,68%) e a segunda taxa negativa da história do indicador, criado em 1993, disse o superintendente adjunto de Inflação da Fundação Getulio Vargas, Salomão Quadros.

    Planalto paga alto custo por reforma que não veio
    Em nome de uma emergência real – a péssima situação financeira dos Estados – chega-se perto de um vale tudo nocivo, um retrocesso

    Cenário Construção deve consolidar melhora em 2018
    Empresas fecham este ano com mais lançamentos e vendas, mas balanços ainda pressionados. Incorporadoras evitam cravar metas de lançamentos para 2018, mas algumas, como a EZTec e a Tenda já sinalizaram expectativa de elevar o Valor Geral de Vendas (VGV). Até setembro, os lançamentos das companhias de capital aberto aumentaram 28%, e as vendas líquidas subiram 25%, conforme levantamento do Valor. Sazonalmente, o quarto trimestre é o mais aquecido para o setor. (continua: https://tetzner.wordpress.com/forum-vip/comment-page-47/#comment-277651 )

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    • Preço de aluguel residencial cai 0,42% em novembro, mostra índice
      SÃO PAULO (Reuters) – O preço do aluguel de imóveis residenciais recuou 0,42 por cento entre outubro e novembro, em termos reais, segundo o índice FipeZap, que avalia o valor médio do metro quadrado em 15 cidades brasileiras por anúncios na internet.

      Dos 75 cartórios do Centro do Rio, 15 operam sem alvará
      Dos 75 cartórios do Centro do Rio, 15 operam sem alvará de Licenciamento de Estabelecimento. Todos foram autuados e terão de pagar multa de R$ 802 — uma mixaria para esse tipo de negócio, convenhamos. (Ancelmo)

      Construção de viaduto entre Rio-Niterói e Linha Vermelha já tem data para começar
      Sabe o prometido viaduto que ligará a Ponte Rio-Niterói à Linha Vermelha? Começará a ser construído em janeiro e terá 2,5 quilômetros. Marcelo Crivella anunciará amanhã que vai liberar a licença ambiental para a Ecoponte fazer a obra.

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    • Good News!

      Comunicado ao Mercado

      VAREJO REGISTRA CRESCIMENTO DE 2,3% EM NOVEMBRO

      Com 5 meses de alta consecutiva, desempenho medido pelo Índice Cielo do Varejo Ampliado (ICVA) aponta consistência na recuperação do varejo brasileiro

      A receita de vendas do comércio varejista brasileiro registrou alta de 2,3% em novembro de 2017 em comparação com o mesmo período do ano passado, após descontada a inflação aplicada aos setores do varejo ampliado, segundo o Índice Cielo do Varejo Ampliado (ICVA) divulgado nesta sexta-feira (15).

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  9. nova pesquisa realizado entre os 8 e 11 dezembro, mostra q se as eleições fossem hoje, Luiz Inácio lula da Silva seria eleito presidente da república no primeiro e no segundo turno. Deu na mídia
    O q não deu na mídia e eu vou dizer por minha conta é q tem gente mais sujo q o petista e tá solto, por tanto para prender esse companheiro pessoal vai ter q prender mais gente graúda junto, caso contrário ele continuará solto por vários motivos, um deles são de provas mais contundentes e o principal é q não tem onde prender ele caso decidam prendê-lo. Alguém será q já pensou nisso, onde guardaria um homem desses aqui no Brasil. Essa maioria dos votos da alguns milhões de pessoas q certamente invadiria o local onde onde ele estivesse detido e o soltariam, essa minha opinião. Acho inclusive q essa deve ser a razão números um por não terem detido ele ainda.

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    • Lula não vai ser condenado por corrupção, vai ser condenado por ter ousado distribuir as migalhas para a população. A classe média não suporta ver o filho da faxineira na universidade, tomando seu espaço no mercado de trabalho e frequentando o memso shopping.

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      • Discutir isso é inútil posso enfiar mil estatísticas na cara das pessoas que elas ainda vão acreditar em política como meio de mudar uma sociedade.

        O que faço é operar vendido contra o governo e torcer para enfiarem imposto nos mamadores do estado, manda dinheiro para fora e deixar pais explodir kKKK

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    • Não sei o resto da manada, mas eu estou com saudades do sapo barbudo, nunca votei nele nem nunca pensei em uma coisar dessas, mas to bem balançado, pra mim foi o menos pior de todos q eu conheci nos meus 50 anos, só não voto nele por que Álvaro Dias é o Cara.

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      • Tu diz isso porque não entende nada de política econômica, só pode.

        O Governo do Brahma só foi bom enquanto o Palocci terceirizou a política econômica para o FMI.

        Depois que entrou Guido Mantega e a rapaziada “do agito” a coisa foi degringolando até chegarmos na situação atual.

        Petismo é doença.

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      • Luiz,
        O governo do, como você diz “Brahma”, foi “bom”, graças a “esperteza” dele e também a sorte da conjuntura internacional da época.

        A grande sacada dele, foi quando sentiu que a conquista do Real poderia ser perdida, colocou na presidência do Banco Central, o deputado mais votado naquelas eleições pelo estado de Goias, eleito pelo PSDB, que tinha trabalhado a vida inteira para os “imperialistas americanos” e nos últimos anos tinha sido CEO do Bank of Boston…Isto na época foi um insulto para os “intelectuais” esquerdistas colocar no BC um “banqueiro americano”.
        .
        Apesar da grande pressão dos setores radicais do PT, o Lula, durante os 8 anos de seu governo, manteve o Henrique Meirelles no BC, e nunca permitiu que outros ministros interferissem na política econômica traçada pelo Meirelles, inclusive vem desta época a “bronca” que a Dilma tem dele.
        Inclusive, hoje,acho que se não a politica econômica atual do pais, liderada pelo Meirelles, o Temer, estaria sofrendo um movimento forte das ruas para colocá-lo na cadeia…
        Abraços

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  10. Momento pode ser bom para comprar imóvel para morar, dizem especialistas
    Pavini

    O momento é bom para comprar imóveis para uso próprio, uma vez que os preços tendem a se recuperar nos próximos meses, em meio à retomada da economia e à queda dos juros, que reduz o custo do crédito e torna os ativos reais mais atrativos, acredita Nelson Campos, da Ourinvest Securitizadora.

    Segundo ele, o estoque de imóveis prontos está em queda e as construtoras pararam os lançamentos que não sejam destinados à habitação popular, do programa Minha Casa Minha Vida, nos últimos dois anos.

    “As incorporadoras estão com medo de fazer lançamentos e em algum momento vai começar a faltar imóvel e os preços vão subir”, afirma.

    Para ele, quem tiver oportunidade de comprar imóvel agora deve aproveitar.

    “Há falta de financiamento também, pois a Caixa Econômica Federal, líder do crédito imobiliário, está quase fora do mercado e isso cria oportunidade de negociação para quem tem recursos e não precisa tanto de empréstimos”, diz.

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    • A situação de queda nos estoques é mais forte em São Paulo, acredita Campos, que admite que os estoques não chegaram aos níveis históricos, “mas as empresas estão vendendo bem sem baixar os preços”, diz.

      Ele lembra também que hoje o custo de reposição dos imóveis é mais alto por conta dos reajustes dos preços dos terrenos, dos materiais e da mão de obra.

      “Mesmo com a retomada dos lançamentos, o custo não será o mesmo”, acredita.

      Um sinal de que a retomada dos preços dos imóveis está perto é que os fundos imobiliários estão migrando dos títulos, como Certificados de Recebíveis Imobiliários e Letras de Crédito Imobiliário, para imóveis mesmo.

      “Muitos fundos imobiliários estão agora saindo do papel financeiro para o tijolo”, afirma Campos.

      Os alvos são galpões logísticos e shopping centers, que ganharão com a esperada retomada da economia esperada para o ano que vem. As estimativas são de que o Produto Interno Bruto (PIB) do país cresça até 3% em 2018, puxado especialmente pelo consumo das famílias.

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    • Sem desespero

      O comprador não precisa, porém, sair desesperado aceitando a primeira proposta que aparecer.

      Apesar dos sinais de retomada, o mercado ainda está fraco, como mostra o Índice de Atividade da Construção Imobiliária (IACI), que registrou recuo de 3,0% na passagem de outubro para novembro, conforme o Monitor da Construção Civil (MCC), elaborado pela consultoria Tendências em parceria com a Criactive.

      Quanto ao Índice de Lançamentos, que apresenta defasagem de dois meses em relação ao IACI, houve contração de 20,7% no acumulado em 12 meses, confirmando a visão de Campos.

      Para o Bradesco, nos próximos meses, deve haver um aumento dos lançamentos de imóveis, respondendo à melhora da confiança, com a retomada gradual da atividade do segmento de construção imobiliária.

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    • Secovi vê aumento das vendas e queda nos lançamentos

      Hoje, o Secovi, Sindicato da Construção, informou que, em outubro, foram vendidos 1.981 imóveis residenciais novos na cidade de São Paulo, representando um crescimento de 8,9% em relação a setembro.

      Comparado ao volume de 1.507 unidades vendidas em outubro de 2016, a alta foi de 31,5%.

      No acumulado de janeiro a outubro, foram vendidas 14.791 unidades, um aumento de 20,0% em comparação ao mesmo período de 2016.

      Já os lançamentos tiveram queda de 20,8% em relação a outubro do ano passado e um aumento de 3,5% no acumulado do ano. Apesar disso, o estoque de imóveis na cidade caiu 23,4% em relação a outubro de 2016.

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    • Financiamento mais difícil

      O que pode atrasar essa retomada dos preços é a falta de financiamentos.

      Muitos bancos ainda estão bastante cautelosos na hora de conceder empréstimos de longo prazo, diante da retomada ainda discreta da economia e do emprego.

      Campos lembra que há ainda a restrição de recursos para o financiamento, pois as cadernetas de poupança ainda tem resgates no ano e, mesmo que cresçam, não serão suficientes para atender toda a demanda.

      “Esperamos outros instrumentos de crédito imobiliário para financiar os projetos e as pessoas”, diz.

      A Letra Imobilária Garantida (LIG), papel que seria emitido pelos bancos e que contaria com a garantia extra da carteira de empréstimos da instituição, foi regulamentada pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), mas ainda depende de normas da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) e do Banco Central (BC) para começar a ser emitida.

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    • Construtoras em dificuldades

      A situação das construtoras para retomar os lançamentos também é difícil, já que muitas ainda estão em sérias dificuldades financeiras, como a PDG Realty, em recuperação judicial.

      “O preço dos imóveis vai se recuperar, mas muito lentamente, e a partir de um nível muito baixo”, afirma André Gordon, sócio da GTI Administração de Recursos.

      “Além disso, os estoques de imóveis prontos estão tão altos e as dívidas das empresas tão elevadas que elas vão demorar para se recuperar e voltar a lucrar”, explica.

      Ele lembra que se a recuperação dos preços não for muito rápida, as empresas ainda terão de queimar muito caixa para se manter.

      Para Gordon, as exceções seriam a Direcional e a MRV, pela participação no Minha Casa Minha Vida, que continua ativo.

      “E os distratos (devolução do imóvel quando ele fica pronto e a pessoa não consegue o financiamento ou desiste do negócio) ainda vão ser altos, o que também atrapalha a recuperação do setor”, lembra o gestor.

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    • Sinais nas imobiliárias

      Mateo Cuadras, presidente de portal de negociação de imóveis, diz que está vendo sinais de recuperação do mercado, mas mais como percepção pelos contatos com clientes.

      Segundo ele, as imobiliárias de todo pais estão mais otimistas e estão fechando mais operações do que no primeiro trimestre. “Este ano foi melhor para o mercado, mas não foi extraordinário”, diz.

      Ele lembra que em alguns momentos houve piora dos negócios, como em maio quando a política interferiu na economia e os compradores seguraram as operações.

      Em maio, o sócio da JBS Joesley Batista apresentou gravações contra o presidente Michel Temer, colocando em dúvida a continuidade do governo. Depois, o mercado voltou a melhorar.

      “Estamos avaliando os índices de outubro e os preços estão estáveis, e isso é bom porque as pessoas estão aproveitando a oportunidade para comprar”, diz. Cuadras.

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    • Sem perda real

      Em 2017, os preços dos imóveis pararam de cair em termos reais, ou seja, estão acompanhando pelo menos a inflação geral da economia.

      E o discurso é aproveitar agora, pois é o último momento para comprar imóvel a preços razoáveis.

      “Os preços devem subir pois outros indicadores macroeconômicos estão melhorando e isso tende a se refletir no mercado imobiliário.”

      Espanhol da Catalunha, Cuadras diz que aprendeu que o brasileiro é otimista.

      “Agora estou otimista também e acho que há indicadores de que as coisas estão melhorando”, diz.

      O mais importante é quando ele fala com donos de imobiliários e empresários que estão assinando mais operações, contratando mais assessores, se preparando para um ciclo mais expansivo em 2018, depois de um 2017 bom.

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    • Ganho baixo e falta de imóveis

      Um dos fatores que deve ajudar nessa retomada do mercado imobiliário é a queda dos juros, acredita Cuadras.

      “A rentabilidade da renda fixa já não é tão boa, com juro nominal de 7%, e ainda com imposto de renda, então o imóvel passa a ser atrativo”, diz.

      Muitas empresas também reduziram os estoques em 2016 e 2017 e agora algumas já não tem mais unidades disponíveis em algumas regiões.

      “Em Brasília já não há imóveis disponíveis para atender a demanda. Mas São Paulo ainda está bem”, diz.

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      • Tetzner,

        Parece mais “torcida” do que realidade.

        Veja que as afirmações são de “percepções” , ” Parece que”, etc.

        De fato o mercado imobiliário continua paralisado.
        Sim, os lançamentos diminuíram, mas os estoques continuam elevados.
        Sim, os juros baixaram, mas a liberação de financiamentos continua restrita.

        Em uma visão geral, na nossa economia, estamos na parte baixa do “U”.
        Chegamos lá embaixo..não estamos caindo mais, porém a recuperação será lenta.

        Vale o mesmo para os imóveis.

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