Fórum Fundos Imobiliários

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7.199 comentários sobre “Fórum Fundos Imobiliários

  1. Vendas e lançamentos de imóveis em SP crescem em setembro e indicam retomada, diz Secovi

    As vendas de imóveis novos e os lançamentos aumentaram em setembro na cidade de São Paulo em relação ao mesmo mês do ano passado, segundo dados do Sindicato da Habitação (Secovi-SP), reforçando o cenário de retomada gradual do setor.

    De acordo com a Pesquisa do Mercado Imobiliário, em setembro foram vendidas 1.819 unidades residenciais novas na cidade de São Paulo. Esse resultado é 5,9% superior às 1.717 unidades no mesmo mês de 2016, mas 2,5% menor em relação às 1.865 unidades vendidas em agosto.

    No acumulado de janeiro a setembro, foram vendidas 12.810 unidades, um aumento de 18,4% em comparação ao mesmo período de 2016, quando as vendas totalizaram 10.817 unidades.

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    • Lançamentos aumentam 4% no mês e 10,1% no ano

      No mês, foram lançadas 2.252 unidades residenciais novas na capital paulista, de acordo com dados da Embraesp (Empresa Brasileira de Estudos de Patrimônio). O total foi 42,6% superior aos lançamentos de agosto (1.579 unidades) e 4,0% acima do resultado de setembro de 2016 (2.165 unidades). O acumulado de janeiro a setembro foi de 11.467 unidades residenciais lançadas na capital paulista, 10,1% acima do resultado de igual período de 2016 (10.416 unidades).

      Dois dormitórios são líderes de vendas

      Imóveis de 2 dormitórios destacaram-se nas vendas (1.029 unidades) e nos lançamentos (1.485 unidades). Por área útil, imóveis na faixa de 45 m² e 65 m² lideraram em vendas (546 unidades), lançamentos (790 unidades) e na quantidade de unidades em oferta (6.616 unidades).

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    • Estoque de imóveis cai 21,5% em setembro

      A capital paulista encerrou setembro com a oferta de 19.169 unidades disponíveis para venda. Com isso, houve redução de 2,3% em relação a agosto (19.630 unidades) e de 21,5% em comparação a setembro de 2016 (24.426 unidades). Esta oferta é formada por imóveis na planta, em construção e prontos (estoque), lançados nos últimos 36 meses (outubro de 2014 a setembro de 2017).

      Os dados apurados mostram que, apesar da retração no número de unidades vendidas sobre o mês anterior, o movimento monetário do VGV (Valor Global de Vendas) de setembro cresceu 21,9%, explica Celso Petrucci, economista-chefe do Sindicato da Habitação, referindo-se à diferença entre o VGV de R$ 1,186 bilhão do mês de setembro com o de R$ 973,1 milhões de agosto. Quando comparado ao resultado de setembro de 2016 (R$ 1,055 bilhão), o volume foi 12,4% superior – valores atualizados pelo INCC-DI (Índice Nacional de Custo da Construção).

      De acordo com ele, o mercado voltou a oferecer produtos com variadas opções de preços e tipologias para atender públicos diversos. Nesse sentido, apresentaram bom desempenho as unidades de 3 e 4 dormitórios.

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    • Primeiro trimestre de alta

      O mês setembro encerra o terceiro trimestre do ano com alta em todos os indicadores da pesquisa, demonstrando que o setor tem respondido positivamente ao comportamento da macroeconomia, diz o Secovi-SP. A entidade destaca que o crescimento de 10,1% nos lançamentos e de 18,4% nas vendas no ano ainda se dá sobre uma base fraca, pois, em 2016, a pesquisa registrou os mais baixos índices históricos.

      Tendência boa para o fim de ano

      “Mas é importante considerar que fatores como a queda da inflação e da taxa Selic impactaram o mercado, possibilitando que mais famílias se tornassem aptas ao financiamento imobiliário”, diz Flávio Prando, vice-presidente de Intermediação Imobiliária e Marketing do Secovi-SP. Com o anúncio da Caixa de mais de R$ 8 bilhões para a concessão de crédito, a tendência é de aquecimento até o fim do ano, acredita

      O quarto trimestre costuma ser o melhor do ano e, mesmo diante da incidência de feriados prolongados nos meses de outubro e novembro, a expectativa é de manutenção do ritmo de crescimento, permitindo encerrar 2017 com alta de 10%, tanto nos lançamentos como nas vendas, e de acordo com a previsão do início do ano.

      Curtido por 1 pessoa

  2. https://tetzner.wordpress.com/noticias
    Notícias do blog, para você começar o seu dia bem informado!

    Investimento começa a voltar… devagarinho
    Setor da construção, com desempenho negativo até agora, tem sua pior saída de uma recessão desde 1980. O ano ainda não terminou, mas não é difícil prever a esta altura que a taxa de investimento brasileira ficará em torno de 15,5% do PIB, uma das mais baixas da história. (continua: https://tetzner.wordpress.com/forum-vip/comment-page-45/#comment-274532 )

    Construção pesada Empreiteiras da Lava-Jato pedem chance de retomada
    Companhias alegam que já fizeram a sua parte. Grupos brasileiros perdem espaço no mercado externo

    Receita dá incentivo à terceirização
    Receita Federal definiu que valores gastos com contratação de mão de obra terceirizada geram créditos de PIS e Cofins, que podem ser usados para o pagamento de qualquer tributo

    ‘Reforminha’ da Previdência terá só 3 itens e R$ 300 bi a menos
    A proposta enxuta do governo para a reforma da Previdência está pronta e tem só três itens: idade mínima de aposentadoria de 65 anos para homens e 62 anos para mulheres, regra de transição e equiparação entre os regimes dos trabalhadores do setor privado e do setor público. Hoje presidente almoça com os governadores, encontra-se à tarde com prefeitos e janta com os 300 deputados da base aliada

    Ainda, a Nova Matriz
    Recessão foi uma tragédia provocada por equívocos cometidos pelos responsáveis pela política econômica e não fruto de uma crise externa, por isso seus efeitos devem ser lembrados à exaustão

    Caixa vai recorrer ao TCU contra devolução de recursos
    Para presidente da Caixa, nenhum banco tem condição de pagar R$ 27 bilhões de imediato sem romper regras do acordo da Basileia

    PIB e inflação devem contar menos com a agropecuária
    Outros segmentos da economia estão reagindo e devem contribuir para a expansão de 2,55% em 2018, projetada pela pesquisa Focus

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    • é… a crise tá brava mesmo… quem pude ajudar ai, o embaixador colocou a ilha a venda kkk 😀

      Ilha de 95 mil metros quadrados é colocada à venda em Santa Catarina
      Valor da propriedade particular está em R$ 5,5 milhões

      SÃO PAULO – Acaba de ser colocada à venda uma ilha particular em Governador Celso Ramos, em Santa Catarina. Nomeada Ilha Grande, a propriedade tem 95 mil metros quadrados.

      Segundo o anúncio, a propriedade fica a 40 minutos de lancha da praia Jurerê Internacional, em Florianópolis. A ilha fica a 800 metros da orla de Palmas e uma das cerca de 20 ilhas particulares do estado.

      Anunciada por R$ 5,5 milhões aos potenciais interessados, a ilha toda se gaba de custar menos que algumas coberturas em Balneário Camboriú, no mesmo estado. Uma busca no Zap Imóveis encontrou ao menos 10 anúncios de propriedades com valores mais altos.

      Curtido por 2 pessoas

      • A localidade é simplesmente “top”, governador celso ramos tem várias praias famosas que recebem lanchas milionárias, além de também estar bem perto de Jurerê internacional.

        Agora a minha única dúvida é se é possível construir alguma coisa nessa ilha, pois provavelmente toda essa vegetação deve ser APP e pela proximidade com o mar devem haver exigências extras para construir algo.

        Acho que esse preço de R$ 5,5 milhões não deve estar nesse patamar baixo a toa.

        Curtido por 3 pessoas

      • Concordo. E também mesmo q possa construir algo, com a bandidagem q virou isso aqui, eu não teria coragem de frequentar uma ilha dessas. Piratas estão correndo solto no bananal. Agora se pudesse construir um resort top, com segurança fortemente armada e autorizado a abater bandido pelo cheiro, aí tá valendo

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  3. Moody’s: próximo presidente terá de tomar medidas duras para reequilibrar economia

    O próximo governo brasileiro terá de tomar duras decisões políticas e continuar os ajustes do governo atual, por isso o próximo ano, de eleições, será muito importante para definir o futuro do país, avalia Mauro Leos, vice-presidente sênior de crédito para América Latina da unidade de risco soberano da agência americana Moody’s Investors.

    Segundo ele, há fatores necessários, mas não suficientes, para mudar a perspectiva de risco do país, entre eles, o crescimento da economia de maneira sustentável, a manutenção do teto de gastos e a reforma da Previdência.

    “Os fatores de risco do Brasil são fiscal, fiscal e fiscal”, ironizou, durante apresentação no 12º Seminário Internacional da Acrefi, em São Paulo.

    O principal risco do Brasil é o déficit fiscal, avalia Leos, um déficit que nem seria tão alto, assim como a dívida pública. O problema, diz, é a tendência de ambos, que não indica desaceleração. Além disso, a estrutura de gastos do governo impede um ajuste rápido, jáque 55% das transferências do governo federal são obrigatórias, constituídas especialmente por pensões. Na América Latina, a média dessas transferências é de 26%. As despesas com juros representam 25% das transferências, para 10% da América Latina.

    Leos diz que para o Brasil estabilizar a relação dívida-PIB seria preciso manter um superávit primário de 2% do PIB por ano e um crescimento de 2% ao ano. “Mas o que o governo estima para os próximos anos é déficit, o que faz a projeção de dívida sobre o PIB aumentar”, diz.

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    • Segundo ele, a situação de incerteza política não é exclusiva do Brasil. Outros países como Chile, Colômbia e México também estão elegendo seus presidentes.

      “No caso da Colômbia, há 15 candidatos presidenciais, mas mesmo assim a incerteza é maior no México, onde há três, mas quem está liderando as pesquisas é um candidato de esquerda contrário às reformas estruturais promovidas pelo governo atual”, diz. Ele diz que as incertezas políticas são normais, e que a preocupação da agência não é com quem ganha a eleição, mas seu impacto nos fatores que podem mexer com a nota de crédito do país.

      No Brasil, a preocupação é que o próximo candidato continue com o ajuste fiscal e as reformas, em especial a da Previdência. Leos lembra que Moody’s deve voltar ao Brasil em março para avaliar as condições do país e definir se muda ou não a nota brasileira de crédito.

      Para Leos, o cenário internacional segue favorável para o Brasil no médio prazo. “Os problemas do Brasil são domésticos, tanto econômicos quando políticos”, diz. Mas são parecidos com os de outros países da América Latina. Na economia, o crescimento deve ser mais baixo que o dos anos recentes.

      E sentimento dos investidores privados também piorou. Na parte fiscal, a situação mais delicada reduz o espaço para incentivos e cria a necessidade de ajustes. E no campo social, há os problemas com a pobreza e com a classe média, que cresceu nos últimos anos, demandando mais medidas anticorrupção. “Isso acontece tanto no Brasil como no Chile ou no México”, afirma Leos.

      Curtido por 2 pessoas

  4. Apartamento em Hong Kong é vendido por 71 milhões de dólares, um recorde na Ásia

    Hong Kong, 21 Nov 2017 (AFP) – Um comprador anônimo pagou 71 milhões de dólares, um recorde na Ásia, para comprar um apartamento em Hong Kong, onde a bolha imobiliária se tornou um grave problema social e político.

    O comprador pagou um total de 149,1 milhões de dólares por dois apartamentos de luxo de 370 metros quadrados cada um situados em um bairro de luxo no alto de uma montanha.

    O menor dos apartamentos custava 71,1 milhões de dólares, um preço recorde pelo metro quadrado na Ásia, segundo a agência Bloomberg.

    Em novembro, um arranha-céu neste território chinês foi vendido por mais de 5 bilhões de dólares.

    A grave crise imobiliária em Hong Kong está obrigando muitos pequenos comerciantes a fecharem as portas porque não conseguem pagar o aluguel e muitos moradores têm vivido em más condições.

    Quase 20% dos sete milhões de habitantes de Hong Kong vivem abaixo da linha de pobreza, segundo um estudo oficial publicado na semana passada.

    Os preços dispararam nos últimos anos em parte pela chegada de ricos investidores da China continental.

    R$ 633.243/m²

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  5. Olha a papelada aí, gente….

    IGP-M acelera alta a 0,37% na 2ª prévia de novembro com alta dos preços no atacado, diz FGV

    Reuters Brasil – O avanço dos preços no atacado levou o Índice Geral de Preços-Mercado (IGP-M) a acelerar a alta a 0,37 por cento na segunda prévia de novembro, após subir 0,30 por cento no mesmo período do mês anterior, segundo dados divulgados nesta terça-feira pela Fundação Getulio Vargas (FGV).

    O Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA), que responde por 60 por cento do índice geral e apura a variação dos preços no atacado, apresentou avanço de 0,43 por cento no período após alta de 0,36 por cento na segunda prévia de outubro.

    Dentro do IPA, os Bens Intermediários avançaram 1,81 por cento, contra 1,29 por cento antes, com destaque para o subgrupo suprimentos.

    Já os Bens Finais aceleraram a alta a 0,51 por cento, ante 0,39 por cento anteriormente, ressaltando-se o comportamento do subgrupo combustíveis para o consumo.

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  6. https://tetzner.wordpress.com/noticias
    Notícias do blog, para você começar o seu dia bem informado!

    Atividade e emprego reforçam otimismo
    Com avanço de 0,4% em setembro, o Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br) encerrou o terceiro trimestre com expansão de 0,58%. Com sinais mais claros de retomada, o país registrou a abertura de 76,6 mil postos de trabalho com carteira assinada em outubro

    Núcleo de inflação definirá juro em 2018
    Uma baixa mais pronunciada da taxa de juros em 2018 dependerá de o BC reexaminar as premissas de suas projeções de inflação, adotando um cenário básico mais favorável do que o atual

    Conjuntura Índice do BC reforça cenário de revisões para cima do PIB do ano
    IBC-Br sobe 0,4% em setembro e acelera para 0,58% no 3º tri
    Parecer aumenta projeção de receita da União para 2018

    Construção Gestora cria plataforma para atuação em galpões
    Intenção é construir empreendimentos sob medida com contratos de locação de longo prazo (continua: https://tetzner.wordpress.com/forum-vip/comment-page-45/#comment-274409

    Turismo Accor assume hoje 21 hotéis
    Companhia francesa assume a gestão de 21 hotéis administrados pela BHG e passa a totalizar 273 unidades no Brasil)

    Fast-food McDonald’s cresce com volta ao básico
    Plano incluiu a ampliação da oferta de itens mais baratos e a sofisticação dos lanches mais caros

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  7. Pesquisa Aluguel/M² – Ed 43 – Nov/17

    Capa Pesquisa de Aluguel - FII

    Com muita informação e comparativos dos valores de locação!

    Com a pesquisa de aluguel você poderá verificar a capacidade de reposição e manutenção do rendimento, ter acesso à informações valiosas, como datas dos reajustes, conferir as margens de segurança oferecidas pelos fluxos de receitas, vigência/duração dos contratos e multas.

    Ferramentas que ajudam o investidor no estudo aprofundado!

    Ao final definimos uma seleção para acompanhamento da evolução; peça já o seu exemplar!

    Ícone Assine

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    • Isso é o que acontece quando lastro em imóveis tem desvalorização ahahha
      Afinal economia & imóvel não tem valorização exponencial como muita gente pensa.

      Imagina você comprando um prédio no ápice da bolha, consequentemente a bolha começa desinflar logo após você comprar o lastro é avaliado por metade do que valia anteriormente.

      Bem vindo ao mundo real KKK , foi exatamente este procedimento que quebrou vários bancos pelo mundo .

      OBS: O mesmo processo esta ocorrendo atualmente na China, vários empréstimos bancários tem como lastro imóveis que não devem valer os preços contabilizados anteriormente nos balancetes destas instituições.

      Porém quando banco concede um empréstimo digamos de 200 milhões avaliação do imóvel na concessão e adiante este mesmo banco retoma este imóvel valendo 100 ” BOOM”

      O banco tem de assumir prejuizo de 100 milhões e dar baixa no seus ativos ! KKKKK

      Ademais como numero de imóveis retomados cresce na crises para se ver livre dos imóveis bancos fazem leilões para investidores imobiliários.

      Neste leilões você pode pegar alguma barganha imobiliária se souber negociar na faixa, principalmente quando banco retoma grande numero de imóveis com devedores inadimplentes.

      Curtido por 4 pessoas

      • O único tipo de imóvel que sofre menos é terreno limpo ou terras agricultáveis, pois o mercado age a favor em diversas variáveis. População cresce, casa, etc = aumenta demanda, terrenos são comprados p/ especular = diminui oferta, terrenos são edificados = diminui oferta, MFII loteia = diminui oferta (hahaha), além da inflação, economia, etc que todos os demais estão sujeitos.

        Essa é minha visão.

        E os bancos brasileiros conhecem muito bem o Brasil.

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      • Eduardo suas premissa são validas apenas se existir.
        Renda crescente
        Fiscal equilibrado
        Demografia favorável.

        Lógico que os banco sabem disso, qualquer que frequentou faculdade de economia e aprendeu sobre keynesianismo ta careca de saber que no boom se ganhar dinheiro, mas você deve liquidar os ativos antes do estouro da bolha encontrando um tolo maior para pagar o m2 pedido.

        Exatamente isso que os bancos fazem eles tentam pegar a fase do boom e desovar tudo no mercado antes da fase recessiva e da contração do crédito.

        Como não existe poupança brasileiro consome com crédito e ai vem a bola de neve dos bancos que tendem usar maquiagem para maquiar a carteira de crédito.

        Tão logo comece rolar distratos e os bancos tenham que retomar este monte de imóvel ( Fodeu)

        Outro ponto que estamos na fase da demográfica desfavorável uma nação que cresce menos tende a ter retração de demanda.

        Por mais inteligentes que sejam economistas dos bancos eles não conseguem prever todas variáveis já que todos modelos que usam são pautados em econometria.

        Ai acontece estes erros que vemos ao montes ocorrendo no mercado financeiro , você usa um modelo que projeta futuro sem levar em conta alterações das variáveis ao longo do tempo.

        Por exemplo o balanço da caixa econômica é um terror e só não foi para o saco porque nosso governo fez uso de depósitos via tesouro ( Pedaladas para socorrer o banco).

        Estudando balanço por estes tempo vi uma peça de bizarrice , uma dívida com classificação inferior se tornarem de boa qualidade em fração de meses, isso me lembra bastante o instrumental usado no sub prime.

        Curtido por 1 pessoa

      • Senhor dos FIIs – razão pela qual eu APENAS disse que “sofre menos” pois, em comparação aos demais imóveis, tem essas características. Por exemplo: quando um terreno é vendido e constroem um grande prédio no local, aumenta a oferta deste e diminui daquele. Não considerei o resto dos fatores econômicos e mercadológicos, apenas afirmei que certas caraterísticas favorecem um certo tipo de imóvel.

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  8. Reação do Consumo Aquece Mercado de Fundos Imobiliários!

    São Paulo, 19/11/2017 – Para quem quer passar longe das burocracias na hora de comprar um imóvel ou não consegue juntar tanto dinheiro, uma opção que tem ganhado força neste ano são os fundos imobiliários (FIIs). O reaquecimento desse mercado tem dois motivos: queda de juros, que leva o investidor a buscar novas alternativas, e os primeiros sinais de melhora no consumo.

    Os FIIs são produtos de renda variável em que cada investidor adquire cotas correspondentes ao montante aplicado – valor esse utilizado na compra de imóveis. O cotista recebe um valor mensal, que pode variar, referente ao aluguel dessas propriedades. Esses fundos são mais indicados como aplicações de longo prazo, com objetivos como a previdência, por exemplo.

    Em 2017, o número de fundos voltou a crescer após três anos. Segundo relatório da B3, os registros chegaram a 132 ante 127 fundos registrados no ano passado.

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    • A queda na taxa Selic, porém, já está contemplada no preço atual das cotas dos fundos, ou seja, não vai abrir espaço para gerar retornos muito maiores – principalmente os chamados fundos de papel, que investem em títulos de renda fixa voltados ao setor imobiliário, como Certificado de Recebíveis Imobiliário (CRI), Letra de Crédito Imobiliário (LCI) e Letra Hipotecária (LH).

      A vantagem desse produto é que, com a taxa de juros em queda, ele ganha apelo frente às tradicionais aplicações em renda fixa por oferecer retornos melhores, especialmente pela isenção de Imposto de Renda para rendimentos mensais.

      Mas, a grande promessa do mercado está relacionada aos chamados fundos de tijolos, um tipo de fundo imobiliário que representa um imóvel físico. A consolidação da retomada da economia e das expectativas de aumento do consumo das famílias influenciam diretamente na melhora do mercado de imóveis como lajes corporativas, shoppings e galpões logísticos.

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      • Acredito nisso também, apesar de serem de maior custo quando há demasiada vacância, acredito que o retorno é melhor em bons tempos, pois em teoria reflete nas cotas a precificação do imóvel em uma região.

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    • Apesar de a rentabilidade obtida não garantir ganhos futuros, os fundos com maiores rentabilidades, estão atrelados a shoppings.

      Das dez maiores rentabilidades, nove são do tipo fundos de tijolos, exceto o Mérito, que é do tipo de desenvolvimento – ou seja, ele compra terrenos, constrói e vende, mas não recebe aluguéis.

      Se o consumo aumenta, a necessidade de espaço para armazenagem também, reduzindo a vacância e elevando os aluguéis.

      Essa tese começa a ser observada com os fundos da Rio Bravo, por exemplo. No ranking de performance por segmento da gestora, os shoppings já lideram. Em outubro, eles tiveram performance de 37,17%, aumento de seis pontos porcentuais ante setembro.

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    • Liquidez 

      Apesar da promessa de bons retornos, o investidor deve estar atento à liquidez. O FII não permite o resgate das cotas antes do prazo de duração do fundo, sendo que a maioria tem prazo indeterminado.

      Assim, o investidor, para negociar suas cotas, deve usar do mercado secundário: negociar em pregão de mercado.

      Por isso, há um outro tipo de FII para dar um pouco mais de liquidez a esse mercado: os fundos de fundos, que aplicam, em sua maior parte, em cotas de outros fundos imobiliários. (Jéssica Alves)

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      • Caixa confirma liberação de mais R$ 8,7 bi para crédito habitacional

        O banco afirmou ainda que a contratação do crédito imobiliário neste ano está cerca de 20% superior em relação ao mesmo período de 2016

        e vem mais $$$ aí 😀

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      • Brasil cria 76,6 mil vagas de trabalho com carteira assinada em outubro

        Impulsionado pelas contratações de fim do ano no comércio e na indústria, o Brasil criou 76,6 mil vagas de emprego formal em outubro, segundo dados do Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados) divulgados nesta segunda-feira (20) pelo Ministério do Trabalho

        Uhuuuu 😀

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  9. Dois campi da UniverCidade serão leiloados para pagamento de dívidas
    by Ancelmo Gois

    Edital da 57ª Vara do Trabalho marcou para o dia 21 o leilão do campus Madureira da UniverCidade.

    O pregão, aos cuidados de Oferes Nacif, é uma nova tentativa de venda do imóvel, avaliado em R$ 4,5 milhões.

    No próximo dia 5, vai ser a vez do campus Vargem Grande, que vale R$ 250 milhões.

    Este foi determinado pela 61ª Vara do Trabalho.

    Os leilões pagarão dívidas trabalhistas e de Fazenda das finadas UniverCidade e Gama Filho.

    Curtido por 2 pessoas

    • Brasil fechará 2017 com o pior investimento em infraestrutura em 50 anos
      by Ancelmo Goi

      O pior em cinco décadas

      Em 2017, o Brasil fechará o ano com o pior resultado de investimento em infraestrutura em cinco décadas: 1,4% do PIB.

      A conta é da Inter.B Consultoria. “Para modernizar o país, deveríamos estar investindo bem mais — 4,5% do PIB — e com menos desperdício”, lamenta Claudio Frischtak, para quem esta crise fiscal sem precedentes — e ainda sem solução — levou ao colapso do investimento público.

      Lenta, gradual…

      O economista prevê, para 2018, uma retomada lenta no setor, “saindo devagar do fundo do poço”.

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  10. Prezados,
    Estou estudando o funcionamento dos FIIs de papéis e preciso de vocês para solucionar algumas dúvidas.
    Os FIIs de papel são compostos por uma cesta de recebíveis, remunerados ora pela inflação, ora pelo CDI, com acréscimo de determinado prêmio.
    Gostaria de saber como funciona esse processo de realocação a partir do vencimento dos papéis. Estou concluindo que, se os FIIs não encontrarem taxas mais atrativas para realocação sua renda futura será impactada e o valor da cota acompanhará essa queda. Então, esses FIIs de papel que hoje tem DY 12 meses de 10% pagarão bem menos do que isso se os juros permanecerem mais baixos, à medida em que seus papéis forem vencendo. Esse raciocínio está correto?
    Outra dúvida é sobre a liquidação antecipada dos CRIs. Isso é bom para os cotistas?
    Agradeço desde já a cooperação.

    Curtido por 3 pessoas

    • É isso mesmo, Ruy.
      Sem contar que, como os FII devem pagar 95% do rendimento, parte do “aluguel mensal” é mera correção da inflação.
      Por isso que tem que se tomar muito cuidado antes de se decidir por comprar FII de papel cujo preço esteja acima do VP.
      Liquidação antecipada: em teoria, tanto pode ser bom, quanto ruim.
      Mas, na prática, em 99% das vezes é ruim: só ocorre quando os juros atuais estão abaixo dos juros da emissão. Então o emissor liquida antecipadamente, nem que seja para depois emitir CRI com taxa mais barata. E o comprador do CRI fica com a grana na mão, sem ter mais onde investir com aquela taxa de juros antiga.

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      • Eu vejo os FII’s de papel quase como um tesouro SELIC, com a vantagem de os rendimentos serem isentos de IR e pagar mensalmente os juros.

        A desvantagem ficaria por conta da chance maior de calotes e da precificação do FII, pois apenas seria interessante pegar ele caso o valor de mercado da cota esteja em linha com o valor patrimonial.

        Inclusive com essa baixada que deu no KNCR11 aproveitei para comprar umas cotas a 100,88 e diversificar um pouco.

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