Fórum de FIIs

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4.533 comentários sobre “Fórum de FIIs

  1. – 13 milhões de desempregados;
    – 54% dos trabalhadores atuando na informalidade;
    – 17 mil sindicatos;
    – legislação trabalhista dos anos 40;
    Com a possível aprovação da Reforma Trabalhista será que teremos uma melhora na atividade econômica?

    Curtido por 4 pessoas

      • Pois é, mas o ponto que queria levantar era se o problema da informalidade e do desemprego não seriam amenizados com uma legislação trabalhista mais flexível e moderna.

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      • Contribuição para a Previdência resiste a alta do desemprego

        A carteira de trabalho deixou de ser uma realidade para metade dos brasileiros que sobreviveram à crise econômica, mas nem assim o sonho da aposentadoria perdeu força.

        De acordo com as estatísticas do IBGE, o grupo que trabalha sem carteira assinada chegou no fim do ano passado à marca de 50% da população ocupada no Brasil, pela primeira vez em cinco anos.

        A onda de demissões dos últimos dois anos fez crescer o número de pessoas que trabalham por conta própria, abrindo seus próprios negócios ou atuando sem registro.

        Embora a tendência nessas formas de trabalho seja a informalidade, o que se viu foi um aumento do número de pessoas que contribuíram para a Previdência Social.

        o brasileiro sempre dá um jeitinho e adapta 🙂

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      • Dos pouco mais de 90 milhões de trabalhadores brasileiros (com e sem carteira), 65% contribuíram para a Previdência no quarto trimestre do ano passado, mais do que os 62% de quatro anos antes.

        Em números absolutos, a alta foi de 56 milhões de trabalhadores para quase 59 milhões no mesmo intervalo.

        “O senso comum leva a pensar que seria o contrário”, diz Cimar Azeredo, coordenador de Trabalho e Rendimento do IBGE. “Mas, embora a crise tenha levado ao desemprego, a contribuição manteve o ritmo de crescimento.”

        Segundo ele, trata-se de um movimento gradual, que evolui à medida que a população “ganha acesso à educação e à informação sobre a importância de contribuir”.

        Entre os trabalhadores por conta própria, que hoje reúnem 22 milhões de pessoas
        -de ambulantes a consultores-, a parcela dos que contribuem cresceu de 23% em 2012 para 31% no fim de 2016.

        Para quem trabalha sem registro em carteira, o aumento na parcela de contribuintes foi de quase 11% para 15% nos últimos cinco anos.

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      • O movimento se repete entre os empregadores, em que a parcela de pessoas que contribuem para a Previdência aumentou de 69% para 78%.

        É o caso de Mel Casagrande, que trabalhou com carteira assinada por 15 anos na companhia aérea TAM, mas foi demitida em um corte promovido durante a recessão.

        “Chorei três dias e levantei depois pensando que era hora de colocar em prática um sonho de negócio engavetado por muito tempo”, conta.

        Casagrande abriu uma pequena loja de roupas femininas no ano passado e decidiu agora expandir para vender também peças de decoração.

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      • GERAÇÃO

        Trata-se de uma questão cultural, segundo o professor Bruno Ottoni, da FGV. “O indivíduo que passou pelo emprego formal está acostumado, entende que o benefício existe e tem motivação para continuar”, diz. “O que estava no mercado informal se desmotiva, principalmente agora que a lei vai mudar.”

        A professora do Ibmec/RJ Ylana Miller pondera que a Previdência pode sofrer um “impacto geracional”, intensificado pela reforma em discussão no Congresso, dificultando a conquista do benefício. “Essa nova geração não vê mais tanto valor em contribuir porque não tem uma contrapartida adequada. Por isso vemos crescer a tendência de preferência por uma previdência privada”, diz.

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    • Definitivamente não.

      Motivos

      1 – Não vai passar reforma da previdência na integra .
      2 – Se passar capenga não vai ser suficiente para estancar o déficit público.
      3- O estado é muito grande e vai tombar em cima do próprio peso.
      4 – Se encontramos no nível de saturação.
      5 – Aumenta Imposto = Queda de arrecadação
      6 – Expansão de crédito sub prime = Mais bolhas
      7 – Expansão de crédito sub prime = Mais déficit público
      8 – Expansão de crédito sub prime = Mais endividamento do setor público
      9 – Diz um tal Keynes que basta ligar impressora que tudo estará resolvido.
      10 – Diz um tal de Keynes que no longo prazo estaremos todos mortos.
      11 – Expansionismo = Aumento do déficit público
      12 – Aumento do déficit público = Venezuela
      13 – As reformas são impopulares, pois quem paga a conta é o povo.
      14 – A classe política consequentemente nosso estado continuam grandes como nunca.
      15 – A reforma como esta sendo proposta visa ganhar tempo.
      16 – Nossa previdência é um esquema pirâmide legalizado.
      17 – Voltaremos em 10 anos atrás em termos de economia.
      18 – Basta uma crise no exterior para nosso mercado cair na desgraça
      19 – Boa parte do povo não quer mudança.
      20 – Superavit primário só 2022 no melhor dos cenários.

      Dilema do economista tupiniquim:

      Ligo impressora e gero uma crise ainda pior daqui alguns anos?
      Faço as reformas para manter o estado respirando por aparelhos?

      Nas duas alternativas não se ataca a raiz do problemas .

      Fica reflexão

      Não se cura um resfriando correndo pelado na neve.

      Curtido por 3 pessoas

      • Necessária, porem vai ser boicota e desconfigurada assim como foi a previdência.
        As mudanças no texto até aprovação vão ser tantas que é melhor nem ter proposto um arremedo deste.
        Políticos querem votos , reformas como esta são impopulares.

        Uma coisa que aprendi é que no Brasil as coisas só mudam quando estiver todo mundo se afogando.
        Enquanto der para tocar com a barriga por mais alguns anos vão fazer.

        Curtido por 1 pessoa

      • Sr dos FIIs não tem como dar cavalo de pau num problema que se arrasta há décadas. Se conseguirem dar fôlego para uma nova tentativa já considero uma vitoria. Acho até que teremos mesmo de fazer ajustes de 5 em 5 anos para conseguir por tudo no eixo nas próximas décadas.

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      • Sr dos FIIs

        de modo prático, uma mudança que resolva em definitivo, isso é situação ideal

        na prática a coisa nunca sai do jeito ideal

        eu queria uma previdência onde você contribuía com um valor por algumas décadas, tudo com base em estatísticas e expectativa de vida; então o aporte ao longo dos anos teria de ser igual ou maior à retirada até os últimos dias

        isso é ideal

        na prática um sujeito não contribuiu com praticamente nada ou um valor dezenas de vezes inferior ao que deveria, mas se aposenta com valores 20 vezes superiores aos que o fizeram de forma ideal

        assim a conta não fecha mesmo

        mas como é que você vai separar o fundo que subsidia o alto clero daquele que é construído pelo proletariado, se quem propõe, altera e aprova é o clero???

        kkk

        mundo ideal x real sacou?

        Curtido por 2 pessoas

      • e digo mais uma…

        se amanhã, por decreto e efetivação imediata TODOS os problemas do Brasil forem resolvidos

        eu garanto que 5 anos volta tudo de novo

        a impressão que fica é que as coisas só mudam realmente e se mantém assim quando vivenciamos processos extensos, sofridos, desgastantes

        quase que criando um “trauma” para impedir incorrer nos erros novamente

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      • A questão é mais complexa do que apenas cálculos atuariais, tem a questão demografia e inversão da pirâmide etária.

        A previdência ideal é o regime de capitalização: O dinheiro vai para uma conta privada aonde você acumula uma quantia X Para o final da vida.

        O regime atual é insustentável! não só por contribuição , mas também por questão demográfica.
        Quando inverter a pirâmide não vai haver tanto jovens na base para sustentar o esquema ponzi.

        Isso já um assunto velho que muito economista erudito alertava ainda nos 80 e meados de 90, tem bastante registro dos cálculos feitos na época.

        A cada 10 anos vai sair uma reforma nova KKKk Até nosso governo chegar e falar que você não tem mais direito a se aposentar. Os jovens estão pagando para geração atual se aposentar acabou! acabou a mamata.

        Sobre ideal ou não ideal a questão é bastante elementar.

        Se você tem 100 deve 100 mas só arrecada 10 a conta não fecha .

        Esse lance é velho! A cada 5 anos vão lançando algumas reforma esporádicas e pedalando :
        Esta estratégia é conhecida como gradualismo: Foi usada para aumentar carga tributaria nas ultimas duas décadas.

        O governo vai implementando mudanças de tempos em tempos sem levantar suspeita da massa de manobra.

        Mas as reformas são tão lentas esporádicas que não surtem efeito desejado em tempo suficiente.

        Curtido por 1 pessoa

      • Do ponto de vista lógico ninguém deve depende destas gambiarras do sistema.
        Não da para esperar nada do governo , muito ajuda quem não atrapalha.

        Para isso serve os investimentos KKK Podem até taxar, mas para isso existe diversificação internacional etc.

        Resumindo quem estiver preparado não precisa esquentar cabeça com nada do que estamos falando aqui.

        O que da para saber com certeza é que previdência como esta é insustentável e vai demorar pelo umas década para termos crescimentos vigoro da economia.

        Superavit primário só 2022 KKK
        Isso porque não entrei na questão dívida nominal que é muito maior .

        Curtido por 1 pessoa

      • Tem uns estudo que mostram que mesmo com o alto desemprego a arrecadação da Previdência sofreu uma certa alta, pois as pessoas estão contribuindo individualmente, mesmo sem emprego formal, desde camelôs até empresários e consultores.

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      • Tetzner,

        Vc falou tudo. Evolução é um processo de ajustes contínuos. De ir aperfeiçoando os processos, as leis, etc só longo do tempo.

        Está história de resolver tudo em “uma canetada” ou “uma reforma x”, não serve para nada. Parece aquelas soluções mágicas de combate à inflação do passado.

        Outra questão é este clima catastrofista:…”Em alguns anos tudo estará destruído…”. Isto é uma falácia que alguns arautos ficam “vendendo” por aí.

        Sempre haverá crises e elas sempre serão superadas à medida que a sociedade aprenda. Nem a Grécia foi destruída…Vamos usar menos o “figado” para pensar o país.

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    • não há dúvida que ocorrerá melhora na atividade econômica (ambas reformas vão promover melhoras).

      melhora pro empresariado é claro – e pros investidores também :-), pois o trabalhador médio, coitado, além de continuar ganhando uma miséria, vai estar abandonado a própria sorte…

      pesquisem o que aconteceu, por exemplo, após a reforma da previdência no chile.

      implantar regras de primeiro no mundo aqui no Brasil não pode dar certo.

      se aposentar com 62 nas França é uma coisa, no Brasil é outra (veja as condições de trabalho na construção civil do Brasil e da França, aqui tudo manual, lá automatizado).

      mesma coisa querer deixar a legislação trabalhista flexível como a dos Estados Unidos, onde a taxa de desemprego é abaixo de 5%.

      mas voltando ao assunto, a atividade econômica vai melhorar, vamos ficar ilhados no meio de milhões de miseráveis, mas com uma rentabilidade maior nos investimentos.

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    • 5 principais pontos da reforma trabalhista:

      1) Acordado sobre o legislado
      Uma das principais proposições da reforma trabalhista é dar força de lei aos acordos coletivos firmados entre sindicatos e empresas.

      2) Contrato temporário
      Um dos pontos apresentados é a ampliação do tempo dos contratos temporários para 120 dias, com o prazo podendo ser prorrogado por mais 120 dias

      3) Jornada de trabalho
      Pela nova regra, trabalhadores poderão cumprir até 48 horas semanais de trabalho, com quatro delas sendo horas extra.

      4) Regime parcial de trabalho
      A proposta do governo prevê a ampliação da jornada parcial de trabalho para até 30 horas semanais, sem possibilidade de hora extra, ou para até 26 horas semanais com possibilidade de até 6 horas extras.

      5) Terceirização do trabalho
      Aprovada e sancionada separada das demais medidas, em março de 2017, a lei da terceirização permite que todas as atividades de uma empresa possam ser terceirizadas.

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      • Dando uma passada de olhos em cada um dos pontos, não parece que trarão reflexos positivos no desemprego (vide aumento de jornada), pelo menos não de imediato. Se no médio prazo a reforma promover crescimento da economia (o que não é certo), acontecerá diminuição do desemprego (mas a economia vai voltar a crescer, independente da aprovação ou não dessas reformas, a atual crise teve causas mais de fundo político que econômico).

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    • Seguinte pessoal, realmente informalidade não, mas do resto o q o brasileiro precisa mesmo é trabalhar, veja q em uma crise dessas e só temos feriados, isso corta a locomotiva com essas paradas, e o povo se enterra mais Ainda em dívidas para viajar e comer churrasco, esses feriados e folgas em geral, acompanhado de muita mordomia é q acaba com o trabalhador brasileiro, isso não existem nenhum outro lugar do planeta.
      Veja q aqui o cara inventa uma dorzinha pega um atestado e babau, se dane o trampo,
      Aí resolve ter filho por conta própria, engravida, pega 6meses de folga, depois pega o bacuri e entrega nas mãos do governo p tratar p ele. Aí eu q não tive nada ver com a parte boa, sou obrigado a pagar creche p filho do cara com enfermeira, mamadeira,comida da boa, professora, cama quentinha, etc etc etc, aí esse inocente terá direito à saúde , moradia, e muito outras coisas, (embora na tem p todos mas tá na lei) tudo isso financiado por mim, q já pago por conta própria para minha família particular e não uso do governo.
      Resumindo, quem quiser ter um filho teria q se organizar primeiro, e não jogar tudo p os outros, se não puder q não tenha por enquanto. Quanto ao trabalho nos países de primeiro mundo se vc trabalhou recebe se não fica sem a grana, pouco importa para o patrão se era gripe, acidente, falta de coragem de ir trabalhar ou safadeza do camarada, só isso ,
      Então minha opinião é não a informalidade mas povo tem q trabalhar e não ficar tirando dinheiro de quem economizou centavo por centavo enquanto ele tava churrasqueando,

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    • Livro: FII

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      Investir em imóveis era algo complicado e necessitava de capital elevado até o surgimento dos primeiros fundos que investem no segmento Imobiliário, os FIIs, como eles são popularmente conhecidos. Para o investidor comum, acostumado com as antigas opções que se dividiam em Fundos de Renda Fixa ou de Renda Variável, essa nova opção de investimento traz consigo um argumento muito forte: a Renda Mensal. Mas antes de explorarmos a melhor maneira de se obter renda e atingir a independência financeira tão sonhada, iremos entender os conceitos básicos e evoluir na análise do investimento em fundos imobiliários. Juntos vamos conhecer as principais nuances desse produto financeiro, que tanto tem atraído à atenção e despertado o interesse de milhares de investidores ao longo dos últimos anos.   São 331 páginas de muita informação!

      A estrutura básica do material está organizada nos seguintes tópicos:

      • Fundos de Investimento
      • FII – Fundo de Investimento Imobiliário
      • Tipos de FIIs
      • FII de Papel
      • FII de Tijolo
      • FII de FIIs
      • Os Rendimentos
      • A Negociação das Cotas
      • O Mercado de Balcão ( MB )
      • Onde Encontrar Informações sobre FIIs
      • O Ranking dos FIIs do Tetzner
      • Os Segmentos dos FIIs
      • Lidando com os Impostos
      • Correlação dos FIIs ( Beta )
      • Renda Mínima Garantida
      • Os Riscos
      • O que acontece em caso de Falência?
      • Percentual de Alocação em FIIs
      • Vantagens e Desvantagens dos FIIs
      • Ficha Técnicas (+ de 60)

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      Ao adquirir o livro, você não apenas compra um mero conteúdo. Você recebe a grata satisfação de conhecer, aprender e apreender os conhecimentos sobre o universo dos Fundos de Investimento Imobiliário.
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      Se você está em busca de uma leitura leve, com linguagem simples e direta, com facilidade de aprendizado rápido e didático, então conheça o livro. Excelente leitura e bons rendimentos!!!

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  2. Quais são os FIIs Abandonados??

    Ontem um comentário sobre o desempenho de um FII (ABCP), levou à discussão do motivo que leva alguns FIIs a serem “abandonados” pelos seus cotistas.

    Por quê alguns fundos geram mais discussão que outros?

    Quem são o FIIs que apesar do bom desempenho, estão “abandonados” pelos seus cotistas?

    Reflexão para o Sábado: quando foi a última vez que você comentou sobre o seu FII preferido?

    Curtido por 1 pessoa

  3. Considerem o seguinte caso:

    Perfil: Aposentado

    Situação Atual:

    * 85% da alocação em Renda Fixa, sendo metade em CDB e a outra parte em LCI
    * 15% do patrimônio em 10 FIIs, numa carteira com DY de 13% tendo por base o valor da aplicação

    A dúvida:

    Esperando uma redução na taxa Selic, manter ou aumentar a alocação em FIIs?

    é um exercício, se fosse com você o que faria??

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      • Exatamente. A questão aqui é por quanto tempo a inflação e a selic vão se manter nesse nível. Migrar para FII nesse momento é correr o risco de vender fundo e comprar topo. Outro ponto é que dependendo do investimento, o mesmo pode ainda ser atrativo. Tenho CDB ipca + 9% e pré de 16%. Sei que esse fórum é de FII, mas ninguém se quer considera comprar ações?

        Curtido por 2 pessoas

      • A ideia de colocar em FII´s é ter rendimento sem consumir o principal e a cota acompanhar a inflação, porém em um cenário onde os fundos estão consumindo o principal e não estão corrigindo a inflação, cotas em alta e rendas em baixa, se for entrar carece um planejamento para entrada, eu continuaria (como estou) na renda fixa e avaliando oportunidades pontuais, não por preço e sim por valor e perenidade.

        Curtido por 4 pessoas

    • Acredito que os bons fiis de tijolos estão bem precificados, tanto logística quanto escritórios. Dito isto, adotaria – mesmo para o aposentado – no mínimo 30% em fiis, 10% em etf S&P e o resto ”renda fixa”.

      Curtido por 3 pessoas

    • Boa Noite Tetzner!

      Importante salientar que via de regra o CDB e o LCI são Pós-Fixados. Ou seja vão cada vez render menos com a redução da Selic, e não terão seus valores de face corrigidos como os pré-fixados. Ou seja o cenário é somente de perda de rentabilidade, com o agravante que o CDB ainda tem IR. A medida que a Selic vai se reduzindo as cotas dos fundos imobiliários, de uma maneira geral, se valorizam considerando que são ponderadas por seu RENDIMENTOS que por sua vez é medido em percentual do CDI. Como o CDI vai estar caindo o mesmo rendimento vai significar uma rentabilidade maior em cima do CDI.
      Eu decididamente aumentaria a alocação em FII, agressivamente. Pois enxergo que o cenário é positivo no curto e no médio prazo. Precisamos ainda considerar que a natural recuperação da economia irá refletir positivamente nos rendimentos. Procuraria FIIs bem administrados e com rendimentos acima da média. O percentual que não fosse migrado trocaria imediatamente por títulos pré-fixados. Ainda buscaria aportar um percentual em ações, focando no longo prazo.

      Abraço.

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      • A hora é de comprar Selic e esperar.
        Os melhores peixes já saíram do rio… Coloca a vara na espera…. Abre uma schnapps… Ficaolhando e espera o pau quebrar…
        That ship has sailed..

        Curtido por 2 pessoas

      • Tem alguns bons fiis de papel fazendo emissões e com o preço chegando mais perto do VP, eu aplicaria neles em até 30% da carteira. O restante ficaria na RF aguardando o mercado ajustar, pois os fii de tijolo estão bem precificados.
        Agora se a pessoa está precisando de renda mensal teria que ir migrando aos poucos.

        Curtido por 1 pessoa

    • Aposentados* são majoritariamente rentistas, vez que construíram patrimônio no decorrer da sua vida que lhes garanta certa tranquilidade e na atualidade buscam complementação de renda aos seus proventos mensais (aposentadoria).

      Neste caso, seria possível escolher alguns fundos de recebíveis que ainda ofertam boa rentabilidade a preços “justos” e diminuir a exposição à RF atrelada à Selic.

      Não obstante, há uma “pegadinha” na pergunta, porque se a inflação mantiver-se num patamar de 4 a 4,5% a.a. frente a uma Selic de 8,5% a.a., o retorno REAL é equivalente ao que era numa inflação de 10% anual com Selic a 14,25%.

      É esta métrica de retorno real que deve ser utilizada para se estabelecer o prêmio a ser pago pelos FIIs num cenário de provável convergência entre estes dois índices para que a pessoa analise se vale a pena, ou não, tal movimento (vide NTNBs, em especial as longas).

      Sds.

      *Pelo menos aqueles que se planejaram para esta etapa da vida (minoria, infelizmente).

      Curtido por 2 pessoas

    • Eu tenho hoje 48 anos e 33 anos trabalhados. Sou metalúrgico.
      E consultei um Adv e ele me disse que somando meus ppps da 39 anos de contribuição . Isto quer dizer que ja posso me aposentar.
      Estou esperando pra ver esta reforma da previdência pra ver no que vai dar.
      ja tenho direito adquirido .
      Qual a minha idéia caso eu me aposente hoje.
      Pegar toda minha aposentadoria e alocar em fiis. Pois ha tenho a renda do meu trabalho
      E vender um imóvel físico que rende um pingado todo mês, mas da muita dor de cabeça , e tbm vai pra Fiis.
      Me sinto confortável em fiis.
      E fiis ruim é aquele que da calote
      Dai qdo eu chegar aos 60 pretendo parar de vez de trabalhar e não guardar uma vírgula.
      Tenho uma investimentos tbm em t.d prev priv. Cdb.
      E se Deus me der vida e saúde depois é viajar e curtir a vida junto com minha admirável e adorável “veinha”
      Poxa se desculpem se falei demais ….

      Curtido por 1 pessoa

  4. Pessoal, depois de ver e rever a entrevista do Tetz com o professor dos fiis o Baroni, estive então nesses dias fazendo um balanço da carteira, p ver se está em linha com o tema q o baroni ditou em sua entrevista, no caso era se vc esta de boa com sua carteira, se está feliz, satisfeito, em paz, então sendo assim fiquei muito satisfeito de ter tido esse pondo de vista e analizar q sim estou em paz com meus investimentos, interessante q nunca tinha tido essa ideia, de olhar s carteira e fazer essa ponderações, mas p isso é q temos o Baroni afinal né, valeu Baroni e Tetz por mais essa abertura nas nossas mentes,
    E quero fazer uma pergunta aos amigos do blog, alguém já fez como eu viu se está em paz com os seus investimentos?

    Curtido por 3 pessoas

    • Interceptor, sempre faço essa reflexão, mas ainda não consegui ter uma carteira que me desse essa segurança e tranquilidade. Diria que uns 70% dos FIIs dela me dão tranquilidade e uns 30% me deixam sempre em alerta. É o preço a se pagar quando se exige um DY um pouco acima da média.

      Curtido por 3 pessoas

      • Sabe bigode, vc tem razão, mas talvez eu pessoalmente estava sendo muito exigente comigo mesmo, eu queria tudo, queria renda boa, segurança extrema, mas às vezes enchia a carteira de pimenta, então olhando do ponto de vista do Baroni foi sensacional, afinal pude enxergar q se às vezes planto Pimentas, lógico q irei colher Pimentas, então se gosto assim por q não aceitar minha carteira assim, afinal fui eu quem a fis assim, poderia comprar três quatro fiis sem dy com extrema segurança e não se aposentar, mas vi q gosto do calafrios e gosto das coisas como estão na minha carteira, ou melhor resolvi aceitar ela como está, tentei imaginar ela de outra forma e vi q não iria dar certo, eu não iria gostar, então q bom pude ver q estou no caminho certo, 🙂

        Curtido por 1 pessoa

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