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3.078 comentários sobre “Fórum FII

  1. O Tetzner já provou que é a favor da pescaria.
    O problema é colocar uma ordem de compra e ficar esperando, o $$ tem que ficar parado na conta da corretora.
    E o custo (inflação RF, etc.) desse dinheiro parado, será que não neutraliza a vantagem de comprar mais barato?
    Fico com essa duvida.
    sds.

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  2. Analisando os fatores:
    1. Inflação alta e resistente . Nossa economia ainda é muito indexada, a inflação do ano passado vem fazendo estragos este ano. Tudo aumenta de preço levando em consideração a inflação passada. Até o lanche que compra na esquina que era 10,00, agora sai por 12,00.

    2. 2016 com perspectiva de recessão tão ou até maior do que foi 2015. Há previsões que recessão tbem em 2017. Quanto mais recessão, mais pressão sobre os valores dos aluguéis.

    3. A iminente taxação dos FIIs.

    Tudo leva a entender que haverá ainda mais vacância, mais renegociações com menor valor de aluguel.
    Os FIIs que já vem perdendo rendimento real perante a inflação, terão mais dois anos de desafios.

    Por estes motivos, entendo que o ideal é direcionar os rendimentos dos FIIs para outras aplicações, até que a economia comece a da algum sinal de estagnação (para depois voltar a crescer).

    Curtido por 2 pessoas

    • Gomes

      legal, você elencou uma série de riscos; são cenários que considero quando olho para carteira e, como quero ter exposição no segmento FIIs para diversificação de porrifólio, faço da pescaria minha defesa.

      o que eu via antes era muita gente comprando a qualquer preço, ignorando premissas econômicas e a lei da oferta e da procura

      é óbvio, pelo menos para mim, que teremos mais oferta, logo a conclusão lógica é que o preço dos imóveis seguirá em queda

      é óbvio, pelo menos para mim, que a inflação continua firme e forte, inviabilizando qualquer redução no curto prazo da taxa de juros (isso se não voltarem a considerar aumento, mas por hora a coisa está mais para deixa ver como vai ficar…)

      e a conclusão lógica de tudo isso, nos leva a pensar em Custos ainda em elevação por algum tempo, com Receitas decrescentes, buscando um patamar de equilíbrio.

      contratos atípicos sólidos, os pactuados com bancos, tendem a oferecer alguma proteção da vacância e da queda no rendimento; fundos de papel, com prêmio compatível e diversificação suficiente para não expor demais o PL num emissor ou empresa, vão te ajudar a manter o patamar de rendimentos

      não acho que estejamos num momento adequado pra comprar vacância, creio que estamos vendo ainda os primeiros movimentos de inquilinos, a coisa nos Mono/Mono e Mono/Multis ainda tende continuar decepcionando

      por outro lado, não dá pra ter certeza de quando vai melhorar, se em 2017, se em 2018 ou só em 2019; o que você pode fazer, se quiser ter exposição em FIIs claro, é manter o estudo apurado, acompanhar o que acontece com seus FIIs e saber o momento de cada um

      isso permite desde um balanceamento simples, aproveitando oportunidades pontuais, até mesmo uma reserva para uma oportunidade maior, com esta retenção e reserva até que as coisas estejam mais claras

      em ambos os casos, nunca ignore o Preço; ofertar cada vez menos pelas cotas é uma forma de se proteger dessas “surpresas” que os Gestores e Administradores guardaram a “7 Chaves” e que agora vão sendo obrigados a revelar, por não ter mais como esconder.

      o mercado entendeu que uma comparação purista com NTN-B e um prêmio mixuruca não é Margem de Segurança suficiente, para tamanha falta de transparência no segmento; fica cada vez mais claro que FII tem Risco e que ele vai além do imóvel, da localização, do contrato e do inquilino.

      agora, tem sim seu Valor, promete proteção no longuíssimo prazo (20/25 anos), atende as necessidades de compra fracionada do pequeno investidor e como um Ativo Financeiro que é, cumpre sua função; jamais considere um FII como sendo um imóvel, mesmo os de tijolos.

      No FII você não manda, na crise você não tem o Poder de abrir mão de um aluguel em troca das despesas de condomínio, de locar por menos quando está óbvio que o mercado mudou, você não está lá e nem tem condições de acompanhar o dia-a-dia dos fundos e dos inquilinos.

      E de nada adianta ter 100% do FII, numa região onde o concorrente está do outro lado da rua… ele loca por menos; ao final você vai abrir mão do aluguel do mesmo jeito, mas sacrificou seu patrimônio por muito mais tempo.

      esquece a isenção, REITs não tem, investimento direto em imóvel não tem; foi criada com um propósito e como tudo nesse mercado, desvirtuado por uma meia dúzia; se ficar, vai ter sempre o fantasma da sua perda, então põe logo na conta como um prêmio, enquanto durar.

      Eu falei para vocês há um tempinho que o mercado tinha mudado novamente a pergunta e o povo nem a primeira resposta tinha dado; a liquidez do segmento está a cada dia menor, você vê FIIs subindo e caindo 5% todos os dias, tem um número cada vez menor de investidores nos fundos imobiliários e isso muda muito a dinâmica da coisa.

      Para vender, com pressa, tem de entregar por 5,10% menos; para comprar afoito, tem de pagar 5,10% mais… então, a pescaria resolve isso também, porque 10% é a renda de quase um ano; eu prefiro esperar um mês, dois e levar a mesma coisa por 10% menos…

      O mesmo R$ leva mais cotas, mais renda, mais m² e potencializa muito mais o efeito dos juros compostos no longo prazo; se você usa corretora de bancão e não consegue definir o preço de compra, abra uma conta em qq corretora fora que qualquer custo adicional se paga com uma ou duas compras “bem feitas”

      Pescaria é compra, para quem ainda e até agora não entendeu… mas não compra alucinada a qualquer preço, como se oportunidade fosse passar num piscar de olhos e você não pudesse aproveitar; pode ficar tranquilo que a crise atual vai prover oportunidades espetaculares ao longo dos próximos ANOS; vou repetir, ANOS o que você mais tem é TEMPO para selecionar com calma, definir muito bem sua oferta e colocar ali no Preço todo o seu “pessimismo”

      Se você errar, ótimo fica como um bônus para as compras já realizadas e o resultado vai ser melhor do que imaginou; se acertar, bom também, já estava considerando isso na sua oferta, se acertar e ainda sim cair mais, vai jogando a isca mais pra baixo, todo mês tem renda, salário e oportunidade

      #PescariaNeles! #PescaBrasil!

      Curtido por 4 pessoas

    • Sem tirar nem por,estou passando uns dias aqui em sp e q vejo é justamente isto aí. Mais como aqui pra mim é o termômetro de tudo quando venho, é aqui q tiro minhas conclusões, por exemplo, observo tudo ,placas de vende/aluga em lugares inacreditáveis, principalmente quando se vê vende em certos lugares da pra assustar. Converso com pessoal das lojas , padarias, restaurantes , taxista etc…. P ter uma ideia detalhada da situação, e o senario é assustador, muito pior do q a 60 dias quando estive aqui e já está ruim, preparem-se vem algo sombrio por aí , sem querer ser pessimista e sim prudente, abraço a vcs.

      Curtido por 1 pessoa

    • InterceptorFII,

      mas era o esperado, era o que estava no cenário proposto, era com isso que eu contava; como disse, nunca imaginei que iria acertar um cenário assim com tamanha precisão

      por isso que eu digo: não precisa ter pressa, dá tempo de estudar, de atualizar seu acompanhamento, de usar a pescaria em seu favor e para a sua proteção

      Curtido por 1 pessoa

    • Pessoal, fiquem bem atentos à data de vencimento dos contratos, inquilino vai saindo ou negociando valores para baixo, renda vai diminuindo e com isso o valor da cota vem para baixo também. Vai soltando linha no anzol kkk.

      Curtido por 1 pessoa

    • Bem isso Tetz, quem começar a pescar agora vai se farta e oportunidades, confesso q comecei a pescar muito sedo (julho) apesar de pregar aqui e ver vc alertando para atual cenário, não aguentei os momento de extress e aportei mais do q devido para 2015, mais como sempre vai se ganhando experiência e convencendo- se q não vamos precisar de pressa por um bom tempo, aliás tenho uma parte de fiis q to bem colocado devido as sardinhas, acho q vou realizar um lucrinho e pegar lá na frente q se acha?

      Curtido por 1 pessoa

    • É como o Tetzner comentou, para este momento o ideal são FIIs de contratos atípicos com grandes empresas, que garantem que os rendimentos acompanhem a inflação. Qualquer outro fundo que tenha contratos típicos estará sujeito a comprar vacância (atual e futura) e revisionais negativos.
      Não consigo visualizar uma recuperação dos aluguéis no médio prazo, supondo que daqui uns dois a três anos teremoso começo de um leve recuperação da economia, não haverá um ambiente tão favorável para os imóveis com foram os últimos anos (até 2014), ainda haverá muita oferta. Quem comprar vacância agora, terá algum retorno (quanto aos rendimentos) daqui uns 6 anos, dependendo do caminhar da economia.

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  3. Eu e os FIIs

    Como você vê os Fundos Imobiliários?

    Quais são os seus critérios de seleção?

    O que te atrai num FII?

    E o que te faz ficar longe de um determinado fundo?

    O Imóvel tem importância ou vale mais a Renda?

    Gestor/Administrador é um critério de Seleção/Ponderação?

    A região do imóvel, influencia na sua escolha?

    Conte um pouquinho da sua história com os FIIs, quem foi o primeiro e qual sua última aquisição? Por que fez estas escolhas Antes/Depois, o que mudou?


    Curtido por 5 pessoas

    • Há pouco tempo fiz um post meio desabafo, depois de ouvir algumas coisas negativas, ouvir alguns mi mi mis…

      Bom, estou de volta para falar que, na minha opinião, as coisas não precisam ser assim tão a ferro e fogo. O FII têm sim espaço em uma carteira bem distribuída e cumprindo seu papel na acumulação de patrimônio. Passamos por um período de euforia e agora passamos por um período depressivo, mas se um ativo que na teoria tem tantos adjetivos positivos e que na realidade vem se mostrando tão diferente, tem que ter uma explicação. Tem que ter alguma solução…

      Na minha opinião a solução para este investimento dar certo

      Precisamos ser mais seletivos com o que nos vendem, seja com os imóveis que lastreiam os fundos, com as taxas cobradas, com serviço prestado pelas gestoras, com a capacidade dos inquilinos e com cenário que está fundo está inserido.

      Não existe fundo eterno. Fundo que nunca vai dar problema. Fundo que não vamos nunca mais precisar ficar de olho… Precisamos nos afastar do que aprendemos que é um problema. Precisamos ser mais criteriosos:
      – tem que ter bom histórico de gestão
      – tem que ter boa perspectiva de renda futura
      – tem que ser pouco, ou ao menos o mínimo possível, passível de desmando pelos gestores…

      Por fim, se vc achou um fundo que se enquadre em tudo isso, ótimo! Espere até ele ficar em um preço bom, pq se vc teve esse trabalho todo e ele rende menos que a RF, meu amigo, então fique com o dinheiro parado que é melhor.

      Abraços

      Curtido por 4 pessoas

  4. Leitura para o Fim de Semana
    Introduction – Beta
    https://tetzner.wordpress.com/internacional

    Análise técnica semanal
    DI, DOL, IMOB, IFIX, BBPO11, BRCR11, KNRI11
    https://tetzner.wordpress.com/flash-report

    Destaque do Trix
    CEOC11B, BMLC11B, FMOF11
    https://tetzner.wordpress.com/flash-report

    Estudo de tendência pelo Heiken Ashi Suavizado
    TBOF11, DOMC11, PRSV11
    https://tetzner.wordpress.com/flash-report

    Fechamento do mercado
    https://tetzner.wordpress.com/portal-do-assinante-201403

    Prêmio Walter do Mercado 2016 – IFIX : 2ª Semana / fev (dia 12– 54ª Edição)
    Está aberta a votação
    https://tetzner.wordpress.com/portal-do-assinante-201403

    Prêmio Walter do Mercado
    Parabéns ao campeão desta semana FlâvioPopô

    Campeões de 2015 :
    rodrl90 / Richie / Cintra / Trix / FlâvioPopô / Hall9

    Ranking 2016
    1º – (Bicampeão) ecrylo
    2º – (Campeão) mrmv / JRRG11B / FlâvioPopô

    Galeria dos campeões 2016
    0 8/01 – ecrylo
    15/01 – ecrylo
    22/01 – mrmv
    29/01 – JRRG11B
    05/02 – FlâvioPopô

    Curtido por 1 pessoa

  5. Tetzner Journal – Ed 038 – Fev/16

    Capa Jornal Nova

    Carta ao Leitor

    Comemore a Queda!

    Mercado em queda, com cotações menores semana após semana, deve ser comemorado por todos os cotistas de FIIs.

    É um período em que as compras feitas renderão mais cotas por R$ pago, em que a renda recebida e reinvestida incrementará ainda mais o estoque de m² adquirido, potencializado o efeito dos juros compostos no longo prazo.

    A queda é boa também para purgar do mercado o especulador, aquele tipo que compra já pensando em vender; para ele, só interessa a oscilação e pouca diferença faz se é um Prédio bem localizado, um Inquilino de renome ou um Contrato longo.

    Ela também serve para minguar a ganância dos Gestores e Administradores, sempre de olho nas polpudas taxas e nas oportunidades de fazer uma nova emissão, de abocanhar ainda mais dinheiro dos sofridos fundos.

    Pratique pescaria sempre, com ofertas de compra cada vez por menores preços, mantemos essa turma longe dos FIIs; menores preços implicam e implicarão ainda mais em menores taxas e mais receita para ser distribuída aos verdadeiros sócios (e não ao sócio oculto que age como dono).

    Nesta edição trazemos a atualização do “Raio-X”, onde o Sr dos FIIs mostra para vocês o efeito nefasto das taxas obesas no financeiro dos fundos imobiliários!

    Também temos o artigo do Trix, onde é explicado como os REITs são avaliados; critérios totalmente replicáveis para o nosso mercado e com muita informação valiosa para quem deseja aprofundar seus estudos em FIIs.

    Para fechar, a atualização da evolução do MXRF11 feita pelo amigo Cintra; um exemplo de acompanhamento e obstinação, de quem cuida e acompanha o seu investimento!

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    mini_Tetzner Tetzner

    Nesta Edição:

    • Carta ao Leitor…2
    • COPOM 2016…6
    • A Carteira do IFIX…7
    • Fatos que marcaram o Mês…13
    • Artigos…41
      • Raio-X dos FIIsSenhor do FIIs *…64
      • Entendendo a avaliação dos REITsDagoberto Corrarello *…68
      • A Evolução da Carteira do MXRF11Eduardo Cintra *…71

    Ícone Assine

    Curtido por 2 pessoas

    • Fico impressionado com a reação dos especuladores :)

      Leio e fico rindo aqui… galera, quer inflar cotação, fazer subir para depois “rifar” a cota… vocês estão no mercado errado.

      Aqui o foco é acumular, mais cotas, mais m², sem oba-oba pra inflar cotação; porque o resultado de cota inflada está aí às dezenas… quanto IPOs feitos a 100 não estão perto dos 50?

      Então meus amigos, segura o preço na pescaria que os peixes vem na isca kkk

      ** Especuletas, um recado: esperneia que tá “bunito” de ver vocês se debatendo… não “otário” para vender caro né??

      Curtido por 3 pessoas

  6. Fornecedores de óleo e gás fecham as portas em Macaé
    fsindical – 5/2/16

    Capital brasileira do petróleo, a cidade de Macaé (RJ), na região Norte Fluminense, está vivendo uma onda de fechamento de empresas fornecedoras de serviços para a indústria petrolífera.

    Companhias como a SubSea7, Schahin, Dolphin Drilling, MI Swaco (da Schlumberger), Oil States e Distribution Now fecharam as portas de suas unidades na cidade. Outras grandes multinacionais, como a Halliburton, Schlumberger e Weatherford estão reduzindo a atividade no Brasil em resposta à queda dos investimentos da Petrobras, segundo levantamento da Prefeitura de Macaé.

    Na cidade que concentra a maior parte da atividade dessa indústria bilionária, a crise atinge toda a cadeia de fornecedores, desde as grandes empresas, contratadas diretas da Petrobras, às subcontratadas, geralmente companhias de médio ou pequeno porte, desde as que prestam serviços de informática e entrega de refeições até as mais especializadas.

    Segundo o executivo de uma empreiteira nacional que atua na área de manutenção de equipamentos, as empresas de menor porte, que são subcontratadas, têm convivido com o atraso no pagamento de faturas das grandes fornecedoras – que, por sua vez, cobram o recebimento de aditivos contratuais não reconhecidos pela estatal.

    A Schlumberger, uma das maiores prestadoras de serviços do mundo, esclareceu, por meio de sua assessoria, que está reduzindo seu quadro de funcionários em nível global, para se adaptar ao cenário mundial do setor de petróleo e gás. No Brasil, diz a empresa, “seguiu a mesma diretriz, diretamente relacionada à retração das atividades exploratórias no país”.

    Por sua vez, a Halliburton informou que fez ajustes em sua força de trabalho em Macaé, “com base nas condições de negócios atuais” e que “continuará a monitorar o ambiente de negócios e irá ajustar o tamanho da força de trabalho para alinhar com as demandas atuais de negócios, conforme necessário”.

    “Há grandes empresas renegociando contratos com a Petrobras sem saber quando vão receber. E ficam com material estocado sem saber quando entregar. Tem muita gente tentando entregar [rescindir] contratos [com a Petrobras] também. A empresa globalizada suporta [a redução da demanda], mas a nacional não consegue distribuir o prejuízo”, complementa o prefeito de Macaé, Aluízio dos Santos Júnior (PMDB-RJ), que também é presidente da Organização dos Municípios Produtores de Petróleo (Ompetro).

    A arrecadação da prefeitura caiu 3,22% em 2015, para R$ 2,22 bilhões, com queda de 30% nas transferências

    Pressionada pela necessidade de reduzir gastos frente ao cenário de baixa dos preços do petróleo e de seu alto endividamento, a Petrobras tem renegociado e, em alguns casos, cancelado contratos.

    Um dos casos mais representativos que ajudam a ilustrar a queda da atividade petrolífera no país é o número de sondas. Segundo estudo da Associação Brasileira das Empresas de Serviços de Petróleo (ABESPetro) e da consultoria Accenture, 35 sondas marítimas devem operar este ano no país, contra as 47 que operaram no ano passado e as 71 de 2013.

    Tudo isso se reflete na atividade da cadeia fornecedora sediada na festejada capital brasileira do petróleo. O prefeito diz que mais do que a atividade petroleira propriamente dita, Macaé está se ressentindo da queda da atividade econômica, refletida tanto nos serviços como restaurantes e hotéis, quanto nas empresas que servem refeições e até os serviços de transporte em helicópteros.

    Esse cenário adverso levou a uma onda de demissões em 2015, quando Macaé perdeu 12.168 postos de trabalho segundo levantamento do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (CAGED), do Ministério do Trabalho e Emprego. O número representa pouco menos de 10% dos 163 mil postos de trabalho formais que a cidade possuía em 2014, mas preocupa a administração local.

    A arrecadação da Prefeitura de Macaé caiu 3,22% no ano passado, para R$ 2,22 bilhões, muito impactada pela queda de cerca de 30% em transferências governamentais relativas à exploração de petróleo (royalties e participações especiais), conta o prefeito. Os royalties respondem por 23% do orçamento do município, mas é o ISS a principal fonte de arrecadação de Macaé – responsável por 32% da receita.

    Para tentar conter a onda de demissões no município, o prefeito Aluízio dos Santos decidiu este ano isentar as principais empresas da cadeia de petróleo do pagamento de Imposto Territorial Urbano (IPTU). E reduziu de 5% para 3,75% a alíquota de Imposto sobre Serviços (ISS) para as prestadoras de serviços que se relacionam com a cadeia de petróleo, “desde o bufê que faz a festa de fim de ano à empresa de manutenção de ar-condicionado contanto que mantenham 60% da mão de obra contratada em Macaé, disse. A isenção fiscal estimada é de R$ 20 milhões.

    Atordoado com o estrago na arrecadação de royalties, Aluízio dos Santos diz que não vê outra saída senão a abertura do pré-sal para petroleiras estrangeiras, no espaço deixado pela queda dos investimentos da Petrobras. “Tem que mudar o marco regulatório, para garantir emprego. O grande problema nessa história [crise do setor petrolífero] não é o royalty, e sim a consequência gerando desemprego”, disse. Disse ter conhecimento de pessoas que aceitaram reduzir salários apenas para manter uma renda e, em especial, não perder o plano de saúde. “Lógico que royalty é bom, mas o fundamental é a atividade do petróleo: o ISS, ter hotelaria cheia, restaurante, transporte e aeroporto. E se não melhorar, vai ser caótico”, afirmou.

    A Dolphin Drilling informou que o fechamento de sua unidade no Brasil reflete a perda de dois contratos – com a Petrobras, para afretamento da sonda Borgny Dolphin, e com a Anadarko, para aluguel da sonda Blackford Dolphin. Ao todo, a companhia tinha 260 empregados no país.

    Em recuperação judicial, a Schahin negou que tenha fechado sua sede em Macaé, alegando que está “muito confiante” na aprovação do plano de recuperação. Um gerente da Distribution Now que pediu para não ser identificado disse que a empresa não fechou suas portas em Macaé, mas que apenas mudou uma de suas unidades para o parque de tubos da empresa, no mesmo município. Questionado sobre as demissões no processo de mudança, a fonte alegou que o assunto é “confidencial e estratégico” para a empresa.

    Procurada, a SubSea7 não retornou. Já Oil States e a Weatherford não foram localizadas.

    Curtido por 2 pessoas

  7. Atualização Semanal: 06/02/16

    __ Carteiras do Blog: SrFIIs, Conejo10 e Tetzner

    __ Matrix – Semanal: 06/02/16

    __ FII AnaliSYS Semanal: HGRE, RNGO, SAAG e SDIL  (atualizações)

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    Curtido por 1 pessoa

  8. RNGO11 – FII Rio Negro – Janeiro/16

    O FII segue “bombando”… inquilino (SIMM) e receita (R$-250mil) pra fora…

    Nem os que haviam renegociado (VR) conseguem segurar; vai cumprindo fielmente o cenário imaginado e deve sofrer muito ainda.

    Com valores de locação muito acima da média da região e multas comparativamente baixas, deve ter um 1o Semestre bem complicado.

    As renegociações ocorridas até agora resultaram em valores menores e num caso específico, aumento de área e redução de valor locatício (Adidas).

    E não é só isso… vem mais por aí… já tem inquilino atrasando o aluguel…

    Olho Vivo e Faro Fino!

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  9. IPC-A de Janeiro-16: 1,27%

    Inflação de 1,27% é a maior para janeiro desde 2003; em 1 ano, vai a 10,7%

    A inflação oficial no Brasil fechou janeiro em 1,27%, uma aceleração em relação a dezembro, quando havia ficado em 0,96%. É a taxa mais alta para o mês de janeiro desde 2003, quando havia atingido 2,25%.

    Em janeiro de 2015, a inflação foi de 1,24%.

    Os dados do IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo) foram divulgados nesta sexta-feira (5) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

    No acumulado de 12 meses até janeiro, os preços tiveram alta de 10,71%. É resultado mais alto desde novembro de 2003 (11,02%).

    A inflação fechou 2015 em 10,67%, muito acima do limite máximo da meta do governo. O objetivo é manter a alta dos preços em 4,5% ao ano, mas com tolerância de dois pontos percentuais para mais ou para menos, ou seja, podendo oscilar de 2,5% a 6,5%.

    Inflação e juros
    A inflação alta tem sido uma das principais dores de cabeça para o Banco Central nos últimos anos. A taxa de juros é um dos instrumentos mais básicos para controle da alta de preços.

    Quando os juros sobem, as pessoas tendem a gastar menos e isso faz o preço das mercadorias cair (obedecendo à lei da oferta e procura), o que, em tese, controlaria a inflação.

    Na última reunião, o BC manteve a taxa básica de juros, a Selic, em 14,25%. Essa taxa de juros é a mais alta desde agosto de 2006, quando ela também estava em 14,25%.

    (Com Reuters)

    IGP-DI sobe 1,53% em janeiro

    São Paulo – O Índice Geral de Preços-Disponibilidade Interna (IGP-DI) sofreu pressão generalizada e acelerou a alta a 1,53 por cento em janeiro, contra 0,44 por cento no mês anterior, informou a Fundação Getulio Vargas (FGV) nesta sexta-feira.

    A leitura ficou acima da expectativa em pesquisa da Reuters de avanço de 1,28 por cento.

    De acordo com a FGV, o Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA-DI) registrou alta de 1,63 por cento em janeiro, contra 0,33 por cento no mês anterior. O índice responde por 60 por cento do IGP-DI.

    Somente os preços dos produtos industriais passaram de uma queda de 0,14 por cento em dezembro para uma alta de 1,24 por cento no mês passado.

    Já o Índice de Preços ao Consumidor (IPC-DI) acelerou a alta a 1,78 por cento, após 0,88 por cento em dezembro. O índice mede a evolução dos preços às famílias com renda entre um e 33 salários mínimos mensais e corresponde a 30 por cento do IGP-DI.

    A maior contribuição para o resultado mensal do IPC-DI foi dada por Educação, Leitura e Recreação, cujos preços dispararam 5,08 por cento no primeiro mês do ano, após avanço de 0,80 por cento em dezembro, pressionados por cursos formais.

    O Índice Nacional de Custo da Construção (INCC-DI), por sua vez, subiu 0,39 por cento em janeiro, após avançar 0,10 por cento O índice representa 10 por cento do IGP-DI.

    O IGP-DI é usado como referência para correções de preços e valores contratuais. Também é diretamente empregado no cálculo do Produto Interno Bruto (PIB) e das contas nacionais em geral.

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    • O Dragão da Inflação voltou com tudo… quero ver o COPOM na reunião de 2 de março, depois da inflação superar as expectativas em janeiro…

      agora para os FIIs… mais pressão nos inquilinos e mais dilapidação da renda; especialmente naquelas que não sobem há mais de ano (nas que caíram ou vão cair como HGBS então… segura a peruca)

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    • isso ai Richie… olha o efeito:

      Taxas de juros sobem com IPCA acima do teto das estimativas

      Às 9h45, o contrato de Depósito Interfinanceiro (DI) com vencimento em janeiro de 2017 exibia taxa de 14,625%, ante 14,530% no ajuste da quinta-feira, dia 4

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    • Richie, acho que está muito dificil investir com essa inflação; até os atrelados a inflação poderão ter problemas quando governo manipular inflação (metodologia de indices) , visto que ele já está manipulando a taxa da Ntn-b (Selic que não subiu).

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    • Eu acho q tá fácil de investir, tem q investir em juros lógico, eles estão altos e vão subir ainda mais, enquanto q o resto seja lá o q for, vai continuar ladeira abaixo, como renda de fiis, q na hora de reajustar pelos índices de reajustes, reajusta pra baixo. Tem coisa melhor q algo q aumenta consideravelmente seu dinheiro todo dia, au invés de perda. Está claro só não veja quem não quer. Aí vêm os teimoso e fala A mais quando os imóveis pegar a subir aí vcs vão ver coisa e tal, to escutando essa ladainha já tem três ano e pelo jeito vai mais dois no mínimo , isto p parar de cair renda e patrimônio tá aí vai mais dois p começa a subir renda e patrimônio, ou pessoal acha q vai chover dinheiro de pancada duma hora p outra p sair comprando as coisas. Ah essa q eu sou louco pessimista, negativo, também To escutando essa ladainha já faz três ano, então tá tudo certo.

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    • Q eu não sei escrever, sem parágrafo, ninguém consegue entender. Também to escutando essa ladainha faz tempo , to ciente vou tentar melhorar, mais uma coisa não dá pra negar, e tudo verdade.

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    • interceptorfii19,
      Aí no caso tirando a desilusão com o país porque esse cenário não melhora tão cedo, também está desiludido em investir em FIIs? Qual está sendo sua estratégia está mantendo os aportes ou congelou o mesmo? VAleu.

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    • Sigo comprando fiis também com certeza, mais é por q sempre aparece alguém vendendo, Brcr a 76. Xpcm 53, e muitas outra oportunidade q se vc quiser da até p vender de e ganhar em cima , quem aguenta, e também a estratégia minha e longuíssimo prazo como já disse aqui( tipo netos), tenho 49 anos nenhum neto ainda, só assim fiis , esse é horizonte p quem aplica em fiis visando renda alta e valorização patrimonial. Agora como complemento de renda é bom, mesmo q oscile. Resumindo se comprar nos estres, tá valendo, eu adoro comprar no estres, grandes compra só faço no estres, tipo quando sai uma bomba, tá ligado , ir, fato relevante, etc, depende do fato relevante tem q ter cuidado p comprar, pois quando e vacâncias , se gosta do fiis espera um pouco q geralmente cai mais com o tempo.

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    • Senhores não esqueçam que se este cenário continuar em 4-6 anos não teremos mais Real
      Economia 2015 = -3.9% do PIB em inflação 10.5%
      2016 = -3% do PIB inflação 1.3% até agora(previsao de 7% e aumentando)
      2017 = -0.5% do PIB e inflação prevista se 4.5%
      2018 = Eleições federais e estaduais, então teremos uma parada na economia + inflação

      Isso me lembra anos 1980 onde tínhamos uma inflação alta, atrelada a baixa crescimento. Mas desta vez nem crescimento estamos tendo.
      Alguém lembra quantas moedas tivemos entre 1980 e 1993?
      Resposta: Tivemos o Cruzeiro, Cruzado, Cruzado novo e Cruzeiro novo e só então em 1994 veio o Real.
      Bom, eu não gostaria de investir em papel moeda com um cenário parecido desses.

      Muito se fala que FIIs vão perder nessa recessão, concordo!
      Mas quem não for esperto e fazer timing em RF tambem pode ver seu pátrimonio virar literalmente pó, quantos venderam casas para render polposos juros nos anos de 1980?

      Apenas vamos pensar um pouco fora da Caixa, se não RF será um Deus em que se falar mal será castigado.

      Saudações

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    • Não acho que investir em juros seja a solução. Se taxa de inflação (que acelerou) ficar maior que taxa de juros (que BC fez questão de freiar), rendimentos atrelados a DI terão taxa de juros real negativa.
      Nesse cenário, quase nada se salva, apenas ativos (bens e direitos). O foco de FII no momento não deve ser renda.

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    • Se em 6 anos não tivermos mais o Real e a moeda for substituída por uma nova nos moldes do plano Real com paridade R$1,00 / US$1.00, atentem para a janela de oportunidade de ouro para quem quer transferir capital para o exterior, vai ser o paraíso … como espero por esse dia.

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    • Trix

      Bingo plus!!!
      Bem provável se continuarmos assim teremos que ter um plano Real 2 lá por 2020-25.
      Mas também teríamos 01-02 anos de moeda RN$1 = U$1 e aí eu venderia FIIs,TD,LCI, carro e transferiria tudo pra terra dos livres(EUA).

      O Brasil é de ciclos, e no momento estamos um de quase depressão profunda aliada a inflação alta. Algo novo na nossa história, porém devastador e que trará consequências para os próximos 30 anos.

      O governo Brasileiro já decretou o fim do controle da inflação, poupança, investimentos e crescimento.
      Qual será o próximo passo? Acabar com o real e instalar o Bolivariano Novo?

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    • O juro pode não ser l aquelas coisa se comparar com inflação, mais quais coisas está subindo se não o dinheiro. Sujeito pega dinheiro d imóvel 100.000 no natal ele tem 110.000, o imóvel q ele ia comprar desce com essa crise p 80.0000, na minha calculadora deu lucro 30.000. Lógico q isto não dura pra sempre mais numa dessa 3. 4. anos já uma boa adiantada. É assim tá acontecendo com piriquito, papagaio , bicicleta etc…..

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    • Pessoal, não apostem que a inflação deve cair nos próximos meses por conta da demanda estar fraca. No Brasil a demanda exerce pouca pressão sobre a inflação por várias razões, entre elas :
      Não temos uma economia de livre mercado / livre concorrência;
      Temos uma jabuticaba chamada indexação que realimenta a inflação diariamente;
      Desgoverno fazendo o que mais sabe : mais lambanças oferecendo crédito para incentivar o consumo.
      Real depreciado, isso tem grande peso na inflação;
      Estado gigante e gastador e para piorar gastando cada vez mais;
      Falta de interesse e vontade do governo em diminuir a inflação;
      Pressão por parte de vários grupos que tem interesse em deixar a inflação subindo pois lucram com isso.
      E por aí vai. E isso é só uma pincelada na questão, o problema é bem mais complexo.

      Curtido por 1 pessoa

    • No gráfico do IPCA temos 26 meses representados; se considerarmos:
      – o centro da (ex-?) meta de inflação: 4,5% aa = 0,37% am -> temos apenas TRÊS meses igual/abaixo em 26 meses (11% do período)
      – o “teto” (furado) da meta: 6,5% aa = 0,53% am -> 7 meses em 26 (27% do período)

      73% do período ACIMA DO TETO DA META. Vejam só que “compromisso” o BC vem tendo com o “ajuste” da inflação.

      É claro que se tudo piorar vale estocar água, comida e armas. Mas eu trabalho com cenários de 1 a 2 anos, e neste período não vejo renda variável protegendo meu patrimônio (lembrando que quanto mais cai, mais tem que subir depois, até pra simplesmente empatar o valor inicial). Vejo maior proteção em títulos curtos atrelados à inflação: NTN-B 2019, por exemplo. E se for “IPCA+1%”, ainda tá valendo porque está com o nariz ainda acima da linha d´água (acima da inflação). E que Deus nos proteja!

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  10. O batedor de carteira e a MP 694 taxando os FIIs.

    A exemplo do meliante, do “batedor de carteira”, do “ladrão pé rapado”, o Governo Central tentou, na calada da noite, pegar a sociedade desprevenida e subtrair-lhe mais um naco do seu suado patrimônio.
    Tentou “empurrar” uma Medida Provisória no apagar das luzes do ano de 2015 para que a arrecadação começasse logo neste início de 2016 devido ao princípio da anterioridade. O golpe não deu certo e, a exemplo do “di menor” que não tem medo pois sabe que não será detido, o ilustre senador Romero Jucá, seus asseclas e o Governo Central continuam aí, todo faceiros, esperando a oportunidade para aplicar um novo golpe, para “empurrar” mais um imposto, tomar seu celular e sua carteira no primeiro momento de vacilo.
    – perdeu!!
    E o “trombadinha” tem até 31 de dezembro de 2016 para armar o golpe.

    Então mantenha-se alerta ……. e aja.
    Mas o que eu posso fazer?
    – Envie mensagens (e-mail, telefone) para os deputados e senadores do seu estado protestando contra esse “golpe”.
    Todo político é surdo mas tem um faro enorme. Onde o eleitor indicar, ele vai se posicionar na expectativa do voto para a próxima eleição – a exemplo do cachorro vira-latas à espera da próxima refeição.

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  11. FIIB – quem estava esperando o recebimento naquele processo….. devedor em recuperação judicial, créditos de aluguel são quirografários, isto é, não serão recebidos nunca.

    04/02/2016 09:58 FII INDL BR (FIIB) – FATO RELEVANTE

    FII INDL BR (FIIB)

    FATO RELEVANTE

    Encaminhou o seguinte fato relevante:

    “COINVALORES CCVM LTDA., na qualidade de Administradora do FUNDO DE INVESTIMENTO
    IMOBILIARIO INDUSTRIAL DO BRASIL (FIIIB 11), registrado na CVM sob n 39-6, para
    os fins previstos no art. 41 da Instrucao CVM n 472/2008 e tendo Fato
    Relevante publicado em 03 de fevereiro de 2016 pela empresa WETZEL S/A,
    locataria de 24.156,06m2 de area no empreendimento, representando 23,59 % da
    area total, no qual informa que ajuizou Acao de Recuperacao Judicial, nos termos
    do art. 47 e seguintes da Lei n. 11.101/05, vem esclarecer o quanto segue:

    Conforme temos informado nos Relatorios de Administracao, a WETZEL S/A ja se
    encontra inadimplente desde o final do ano de 2014, acumulando ate 31 de janeiro
    de 2016 uma divida no montante de R$ 9.896.121,21. Cabe ressaltar que o fluxo de
    caixa do Fundo ja vem sendo impactado pela inadimplencia, assim, o fluxo nao
    sofrera alteracao negativa em relacao ao que vem sendo registrado.

    Em decorrencia da referida inadimplencia, em maio de 2015 o Fundo ajuizou as
    devidas Acoes de Execucao, que tramita na 7a Vara Civel da Comarca de Joinville
    e a Acao de Despejo, que tramita na 6a Vara Civel da Comarca de Joinville;

    Diante do pedido de recuperacao judicial, os advogados do Fundo, apos analisar o
    teor do pedido protocolado pela WETZEL, que ate o final da tarde de ontem nao
    estava disponivel, adotarao as medidas julgadas adequadas para o caso.

    Sao Paulo, 04 de fevereiro de 2016

    Fundo de Investimento Imobiliario Industrial do Brasil
    COINVALORES CCVM LTDA.
    Administradora.”

    Curtido por 2 pessoas

  12. Comentando em sequencia as desocupações do HGRE, acho mais pertinentes pressionarmos para uma redução no valor da tx. de administração.

    Enviei um e-mail e obtive a resposta abaixo. Acredito que com uma mobilização dos cotistas cobrando isso, talvez a CSHG faça a redução voluntária.

    “Prezados, boa tarde.

    Na qualidade de cotista do fundo, venho solicitar que avaliem a possibilidade da redução da taxa de administração do fundo. Dado o cenário econômico e imobiliário atual, alem da alta taxa de vacância (~15%). A performance atual não comporta tais taxas de administração, visto o ocorrido atualmente, diminuição da distribuição dos rendimentos e a desvalorização monstruosa das cotas.

    A taxa de administração praticada corroí atualmente aproximadamente 15% das receitas do fundo, tornando assim o investimento prejudicial ao cotista.

    Desta forma peço que estudem tal possibilidade a fim de compartilhar da dificuldade que os cotistas e os fundos imobiliários estão passando.

    Muito obrigado,

    FMZ”

    Resposta deles, dando uma certa “valorizada” em relação a quantidade de empreendimentos que administram (pois são através de outros FII). Desta forma acho que se rolar uma cobrança geral talvez seja possível atingir tal redução.

    Prezado Sr. FMZ, bom dia.

    “A CSHG vem através deste e-mail agradecer a sua colaboração e sugestão com relação ao CSHG Real Estate FII.

    Sem dúvida nos últimos dois anos o cenário econômico se deteriorou gravemente e impactou muito a indústria de Fundos Imobiliários.

    Além disso, entramos no ciclo de aumento de oferta do mercado imobiliário, o que colocou pressão extra dos inquilinos para redução de locações e aumento de vacância, que se traduziu em aumento maior da vacância do Fundo, conforme demonstrado nos Relatórios Gerenciais.

    Este cenário mais desafiador nos chama a atenção e nos leva a estudar medidas que tornem o custo com a gestão menos impactante no resultado do Fundo, sem perder, no entanto, a qualidade desta gestão.

    O CSHG Real Estate FII tem hoje 190 imóveis e 67 contratos de locação vigentes, sendo necessária uma equipe altamente qualificada para executar os procedimentos cotidianos e discutir estratégias de curto e longo prazo.

    Esperamos poder apresentar em breve sugestões que beneficiem os resultados do Fundo e que devem vir ao encontro aos anseios dos investidores.

    Atenciosamente,

    CREDIT SUISSE HEDGING-GRIFFO”

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