Fórum de Fundos Imobiliários

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5.709 comentários em “Fórum de Fundos Imobiliários”

    1. A Bolsa em 2019

      Ações, fundos imobiliários e de índices (ETF) foram destaque no incremento da pessoa física na bolsa no ano passado, com o número de CPFs mais do que dobrando, para 1,4 milhão, depois de um incremento de 27,8% em 2018. Os valores em custódia subiram 69%, a R$ 345 bilhões.

      O número de contas total encostou no 1,7 milhão, segundo a B3. 

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      1. Problema aí é só os golpistas, a começar péla cvm, ela atende a não sem quem, ou sei, pelo menos é a imagem q faço, vai ter golpe em cima de golpe, não adianta, não existe segurança em investimentos no bananal, veja essas falcatrua de despesas q esses administradores inventam para usurpar dinheiro do cotistas como no caso fcfl11, esse é só um exemplo, a muitos outros na mesma situação, outra agora virou moda vender prédio top um p outro e ambos embolsar um por fora, sô troxa q não vê, por isso digo, com essas tretas q vem ocorrendo aí, como investidor pode ter segurança em investir recursos para uso em momentos de necessidades. Não vejo futuro, vai contar com quem? CVM, e o prejuízo q ela deu aos cotistas do mfii e por último para os muitos q tinha ABCp e venderam desesperados, a pergunta é, qual o resultado das investigações de ABCp, aliás a pergunta é, porque aquele escândalo todo e agora nada, qual interesse e de quem para derrubar a cotação? povo merece, ninguém cobra nada

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      2. Como eu digo, povo faz a conta, no momento tá sobrando, aí se conforma com ganhar menos e dividir com a corja, mas não pode pensar assim, tá parecendo q rendeu alguma coisa mas não é bem assim, correção natural dos ciclos, também terá os períodos de baixa, é aí q esse dinheiro usurpado fará falta, aí não adianta mais chorar, depois se vc investe com um determinado propósito tem q ser certo de ambas as partes, inclusive órgão fiscalizador q ganha e muito p isso e não vejo movimento em prol do investidor… agora concordar com falcatruas só porque tá no lucro, bem coisa de brasileiro mesmo😊, na boa, sei q realmente é bem assim, mas eu não concordo não, eu solto a língua mesmo, quem poupa e ganha seu dinheirinho suado, tem q aplicar, ganhar e não admitir q ladrão nenhum ponha mão nos seus rendimentos, seja ele pouco ou muito……

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    2. O triste fim do Panamby, um precursor dos FIIs no Brasil
      braziljournal.combraziljournal.

      Num momento em que os fundos imobiliários se tornam conversa de bar entre os investidores de varejo, um evento (incomum) envolvendo um dos primeiros FIIs do Brasil chama a atenção para os riscos dessa classe de ativos.

      A BRKB, uma subsidiária da Brookfield — uma das maiores gestoras imobiliárias do País — informou semana passada que estava provisionado R$ 195 milhões e reduzindo o valor patrimonial do fundo imobiliário Panamby (PABY11) de R$ 250 por cota para uma cota negativa de R$ 7,35.

      A empresa disse que a reavaliação se deu pela “deterioração das perspectivas de realização dos (…) terrenos e recebíveis, diretamente associadas às sucessivas tentativas para aprovação de diferentes projetos imobiliários junto aos órgãos municipais.”

      Criado em 1995, o PABY11 é um fundo de desenvolvimento, não faz parte do iFix (o índice e benchmark dos FIIs) e tem menos de 300 cotistas em sua base — um número ínfimo para os padrões atuais do mercado.

      Cerca de 90% das cotas estão nas mãos dos fundos de pensão Previ, Petros e Valia, e o restante dividido entre investidores de varejo.

      O fundo foi o segundo FII relevante criado no Brasil e surgiu para desenvolver projetos residenciais na região do Panamby, vendendo alguns terrenos para construtoras como Camargo Corrêa e Cyrela. Nos primeiros anos, parte dos terrenos foram usados, com a construção de prédios como o monumental Villaggio Panamby.

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      1. O problema: a famigerada insegurança jurídica.

        No começo dos anos 2000, a prefeitura determinou que as áreas restantes eram de preservação ambiental, proibindo qualquer novo projeto imobiliário.

        Desde então, a BRKB e as construtoras travaram inúmeras disputas com diferentes gestões municipais — do PT ao PSDB.

        “Essa novela já se desenrola há quase 20 anos e houve várias mudanças na orientação do poder público. Na gestão Marta [Suplicy], por exemplo, a prefeitura tinha aprovado os projetos, mas a gestão seguinte reviu a decisão,” diz uma fonte próxima à BRKB.

        Recentemente, o Ministério Público também entrou em campo, judicializando as discussões e complicando ainda mais o desfecho da história.

        O resultado (mais uma prova da burocracia, anacronismo e desperdício brasileiros) é que as autorizações nunca foram emitidas. Agora os gestores do fundo — cansados de esperar — decidiram lançar as perdas no balanço, provisionando o valor integral de todos os terrenos até que a questão seja resolvida.

        Uma das alternativas em discussão é o Poder Público indenizar o fundo com o mesmo potencial construtivo em outra região de São Paulo, mas não há acordo neste sentido, segundo fontes ouvidas pelo Brazil Journal. Se eventualmente houver acordo, a provisão poderia ser revertida.

        A cota do PABY11, que em 2007 chegou a bater R$ 295, hoje negocia próxima de R$ 24 na Bolsa.

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    3. Prêmio Walter do Mercado 2020 – IFIX : 4ª semana janeiro (dia 24 –259ª Edição)
      Ainda da tempo de participar e concorrer ao prêmio semanal, não perca tempo vote djá.
      Campeão da semana: mrenatogomes
      Campeão 2019 : crsviana
      Mapeamento de Tendência dezembro/19.
      No walter-do-mercado

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  1. Uma reflexão sobre os fundamentos dos FIIs de Recebíveis imobiliários especializados em crédito imobiliário.

    Entendo que a primeira questão que é necessário analisar é o fundamento econômico dos FIIs de recebíveis imobiliários. Se o fundamento econômico for bom, seria um ponto positivo, mais tranquilidade para investir sabendo que não se trata de algo artificial, uma engenharia do mundo financeiro sem relação com necessidades da economia real. Nenhum veículo de investimento se sustentaria se não encontrar na economia real a razão de ser.

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    1. Vejam bem, qual é o fundamento econômico dos FIIs de shoppings? É o consumo das famílias, da qual depende as vendas do varejo. Os shoppings, nada mais são que empreendimentos comerciais varejistas diferenciados, que são desenvolvidos e administrados para faturar com a captura de uma parcela do consumo do fluxo de pessoas que o empreendimento consegue atrair.

      Curtido por 4 pessoas

      1. Qual é o fundamento econômico dos fundos de logística? É também o consumo das famílias, visto que as companhias que exploram o Varejo nacional demandam infraestrutura de armazenagem e Distribuição. Além disso, a transformação digital do varejo nacional em função do crescimento do comércio eletrônico fez aumentar a demanda das companhias por imóveis logísticos de alto padrão. É por isso que estamos vendo essa corrida nos fundos imobiliários de logística para, como no caso do XPLG11, desenvolver imóveis logístico de alto padrão em Cajamar SP, e em outras localidades com vocação logística, que são tidos como estratégicos em função dessa demanda crescente, proximidade com o maior mercado consumidor do Brasil, etc. Então, temos aí os fundamentos econômicos dos FIIs de shoppings e dos FIIs de logística.

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      2. Pensem dessa forma. Os FIIs como veículos de investimento gerenciados para poder gerar valor aos cotistas explorando teses de investimentos baseadas em oportunidades geradas em função das necessidades dos variados agentes econômicos, sejam corporações, governo, famílias, relativo a necessidade de alavancagem financeira desses agentes econômicos do sistema econômico brasileiro. Trata-se de um mercado muito, muito, muito maior que o mercado imobiliário.. Como assim? É possível conseguir uma gama variada de crédito dando imóveis em garantia. Os bancos sempre prosperaram e se tornaram poderosos dando crédito com a segurança de uma garantia imobiliária.

        Curtido por 5 pessoas

      3. Na minha visão, um dos aspectos mais relevantes em relação aos fundamentos econômicos que podem embasar teses de investimentos de fundos de recebíveis imobiliários é a necessidade crescente, em função das projeções de aumento da população, de moradia dos brasileiros. Isso demanda o desenvolvimento de imóveis residenciais, loteamentos, imóveis de moradia estudantil, etc. O crédito imobiliário é um componente relevante nesse contexto. Esse tipo de crédito, sempre teve grande dependência dos grandes bancos de varejo no Brasil, sem muita competição, e sempre foi caro. Uma parte da razão de porque sempre foi assim, pode ser explicada pelo risco de descasamento. A captação predominante é de curto prazo, enquanto que a natureza do crédito imobiliário é longo prazo.

        Curtido por 5 pessoas

      4. Nos países desenvolvidos, essa situação foi solucionada por meio do mercado de capitais, com a transferência do crédito imobiliário para veículos de investimentos que tem como foco o longo prazo. Ativos de longo prazo, demanda um passivo de longo prazo. Tem um número, que não lembro a fonte, que diz que no países desenvolvidos 70% do crédito imobiliário são controlados por gestoras. É essa transformação que vamos assistir acontecer no sistema financeiro brasileiro, ou seja, em vez do crédito pela ótica bancária, passará para a ótica da parte de gestão de recursos de terceiros das instituições financeiras brasileiras. Menos Bancos, mais gestoras, como já é no mundo desenvolvido.

        Curtido por 3 pessoas

      5. Além disso, uma parte da necessidade de crédito da cadeia do mercado imobiliário não são atendidos pelos bancos. Não existe crédito bancário para financiamento de loteamentos, nem para o cliente pessoa física e nem para a pessoa jurídica. Uma companhia que desenvolve loteamentos e financia os seus clientes, por exemplo, necessitam de uma passivo de longo prazo. Os bancos não atendem esse segmento. Assim como o seguimento de multipropriedades. Não tem crédito de banco para esses players.

        Curtido por 4 pessoas

      6. Além disso, o crédito imobiliário pela ótica do mercado de capitais é mais barato, mais competitivo. O retorno exigido pelo investidor é muito menor que o que é exigido pela margem bancária. Aquilo é visto como uma oportunidade para um fundo imobiliário de recebíveis, não é atrativo para uma instituição bancária.

        Curtido por 5 pessoas

      7. O crédito imobiliário ainda é muito, muito, muito pequeno dentro da indústria de Fundos Imobiliário. Esse tipo de crédito, por natureza, é pulverizado. Demanda muito mais controle. Por isso, os fundos de recebíveis, vem se desenvolvendo muito mais pela ótica do crédito corporativo. Vejam o caso dos fundos da Kinea, tipo KNCR11. É um fundo que atende a necessidade de alavancagem de grandes corporações que poderia se utilizar de outros instrumentos, tipo debêntures. Daí que resulta o CRI corporativo. Risco binário, concentrado.

        Curtido por 3 pessoas

      8. Contudo, porém, entretanto, o crédito imobiliário, em função do qual vem se desenvolvendo a indústria de crédito estruturado e toda a cadeia de securitização brasileira, tem uma demanda enorme. O crédito imobiliário é diluído, diversificado, desconcentrado, portanto, menos arriscado. O risco do crédito imobiliário pulverizado tem sua percepção de risco aumentada pela necessidade de controle constante, acompanhamento permanente, tanto na originação, quanto na formalização e na fase de condução dessas operações.

        Curtido por 4 pessoas

      9. tudo isso, o déficit habitacional, a necessidade de crédito imobiliário dos variados agentes econômicos, a crescente necessidade de moradia dos brasileiros, a demanda de um passivo de longo prazo das incorporadoras, a transformação no sistema financeiro brasileiro com o crédito migrando para a ótica do mercado de capitais, a deficiência bancária no suprimento de crédito para alguns segmentos específicos do mercado imobiliário, a competitividade do crédito imobiliário pela ótica do mercado de capitais, constitui o fundamento econômico que embasa teses de investimentos dos Fundos de Recebíveis imobiliários no Brasil. Sabe o que é mais interessante? Trata-se de um excelente fundamento, é real, é muito sólido, nisso reside a sua razão de ser, muito bem firmada na economia real. Sabe o que é ainda mais interessante? Só tem dois FIIs de papéis, até agora, que são especializados e focados em crédito imobiliário. o HABT11 e o HCTR11. Isso explica uma parte da razão de porque as taxas são muito ativas. A competição ainda é baixa, visto que a maioria dos players olham muito mais o CRIs de crédito corporativo.

        Curtido por 3 pessoas

      10. Há pelo menos uns 5 FII especialidos em desenvolvimento de loteamentos, CRI pulverizado, urbanização e assemelhados: TGAR, BARI, HABT, HCTR e MFII (esse, com a distinção de que são donos do empreendimento)

        Curtido por 4 pessoas

      11. Correto Renato. O BARI11 realmente investe em Recebíveis Imobiliários lastreados em créditos imobiliários com alto grau de pulverização de devedores (CRIs Pulverizados). Então, mais um? Contudo, TGAR e MFII são FIIs de Desenvolvimento.

        Curtido por 3 pessoas

    1. Fui fazer as contas no VVPR11 o qual ñ conhecia… e fiquei interessado:

      . R$ 1.061.549,00 / mês de receita de locação, considerando a nova aquisição
      . 1.368.210 cotas totais
      = 1.061.549,00 / 1.368.210 = R$ 0,77 /cota, fora despesas.

      As despesas operacionais, de acordo com o ultimo relatório gerencial, foram da ordem de 12.5% nos dois meses anteriores. Portnto, a renda esperada ao cotista é de:

      = R$ 0,77 * 87.5% = R$ 0.67375 / mês de renda.

      ABAIXO dos meses anterios. É MOLE ?!?!?!

      A conferir.

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      1. Pois é … pois é … à primeira impressão, a gente faz as contas rápidas, de cabeça, e dá nisso mesmo. Aí, com calma, a gente vai lá e faz as contas … booom!!! surpresa!!

        Por isso é que o investidor tem que ter o emocional muito bem em dia … o vídeo é isso mesmo: faz atiçar a curiosidade, mas a responsabilidade final é sempre nossa!

        😅😃

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    2. New York City Property Values Rise 4.7%
      No internacional

      Semanais : DI1F27, IFIX, XPML11, XPLG11, HGRE11.
      Destaque do Trix : XTED11, NVHO11, BMLC11B .
      No trix-report

      Prêmio Walter do Mercado 2020 – IFIX : 4ª semana janeiro (dia 24 –259ª Edição)
      Já está aberta a votação, não perca tempo vote djá.
      Campeão da semana: mrenatogomes
      Campeão 2019 : crsviana
      Mapeamento de Tendência dezembro/19.
      No walter-do-mercado

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  2. PERGUNTA ADMIN TÉCNICA:

    – Se eu tenho um FII em carteira cuja novas emissões me garantem o direito de preferência, mas a corretora de custódia desse FII nào participa da oferta de emissão … NEste caso, quais seriam minhas outras opções para EXCERCER ESSE DIREITO ?

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  3. Prezados Srs. Cotistas e Investidores,

    Alguns de vocês devem ter lido notícias a respeito da Rio Bravo que foram distribuídas por alguns veículos de comunicação, com informações sobre uma possível venda da parte da Fosun para outros investidores.

    Gostaríamos de reforçar que as informações publicadas estão equivocadas e que a Fosun não tem qualquer intenção de vender a Rio Bravo e segue buscando novos sócios investidores para impulsionar seus negócios e torná-los mais sólidos e competitivos no cenário nacional. A busca desses novos parceiros é um passo definido por todos nós com o intuito de nos fortalecer, visando um crescimento ainda mais acelerado. Os possíveis novos sócios virão para agregar ainda mais valor aos atuais.

    Como uma empresa que investe globalmente, seus investimentos recorrentes no Brasil refletem uma estratégia de longo prazo na América Latina. A Fosun reforça que está respeitando a estratégia da empresa, buscando os melhores produtos financeiros para seus clientes e para sua expansão no ecossistema financeiro brasileiro. Importante reforçar que a nossa relação com a Fosun é cada vez mais sólida, que nossa evolução e nossos números falam por si só, estabelecendo cada vez mais confiança com o grupo.

    Reforçamos que não há qualquer alteração na forma que a Rio Bravo vem trabalhando nos fundos imobiliários em que atua na gestão e/ou administração fiduciária, e seguiremos com o trabalho duro que nos trouxe até aqui.

    Estamos confiantes da nossa trajetória conjunta e tenho certeza de que o mercado acompanha nossa evolução. Seguiremos com o propósito de dar atenção prioritária aos nossos clientes, com foco na transparência, disciplina e visão de longo prazo.

    Atenciosamente,

    Paulo Bilyk

    CEO Rio Bravo

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    1. Não se deve comprar nenhum papel com V/VPA superior a 1,10, na minha opinião.
      Nesta linha, indico 3 papéis que preenchem os requisitos (existem outros), mas estes são os 3 de que gosto e possuo:
      – CVBI11
      – MCCI11
      – RBRY11

      Abraço.

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      1. Eu compro, principalmente se o fundo tiver uma estratégia diferenciada. Mas, pouco, uma pequena participação. Geralmente dá 1,5% da carteira. Fundos que tenham regras estatutárias sobre direito de preferência para os Cotistas atuais. Com a intenção de esperar as novas emissões, exercer os direitos de subscrição, no intuito de diluir o pm.

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  4. Voltando a falar do fantasma da Reforma Tributária e tributação nos FIIs. Até hoje não havia me atentado que os cotistas de FIIs de papel sofreriam em dobro. Visto que os CRI, LCI, LCA seriam taxados (fonte de receita dos FIIs) diminuindo a renda destes e depois o cotista ainda pagaria IR sobre essa renda menor.

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    1. As vendas de cimento cresceram, mas…
      Por Lauro Jardim – 15/01/2020

      A indústria de cimento terminou 2019 registrando um aumento de vendas de 3,5% sobre o ano anterior. Um total de 54,5 toneladas vendidas, segundo o Sindicato Nacional das Indústrias de Cimento. Beleza.

      Mas esse resultado esconde dois pontos que o setor ainda tem que superar. A eles:

      * O setor ainda opera com capacidade ociosa de aproximadamente 45%.

      * O total vendido em 2019 é 8% menor do que o observado em 2010.

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      1. Eu trocaria o mas por e. O setor demonstrou um crescimento, que deve ser reflexo da retomada da construção civil, e, caso a retomada se mostre ainda mais vigorosa, opera com capacidade ociosa, capaz de suprir facilmente essa demanda.

        Curtido por 1 pessoa

      1. É que na verdade ele tem muita tralha p tirar de lá ainda, por enquanto encerrou o atendimento, agora tem q correr p limpar e entregar o bagulho p fii, talvez não dê nem tempo e tenha q pagar uns extra ainda kkk

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      1. REcebi comunicado do RI a respeito …

        … Gostaríamos de reforçar que as informações publicadas estão equivocadas e que a Fosun não tem qualquer intenção de vender a Rio Bravo e segue buscando novos sócios investidores para impulsionar seus negócios e torná-los mais sólidos e competitivos no cenário nacional. A busca desses novos parceiros é um passo definido por todos nós com o intuito de nos fortalecer, visando um crescimento ainda mais acelerado. Os possíveis novos sócios virão para agregar ainda mais valor aos atuais….

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    1. Eitcha!

      Fosun coloca Guide e Rio Bravo à venda

      A chinesa Fosun, que chegou ao Brasil há quatro anos mostrando forte apetite por aquisições em diferentes setores, colocou seus ativos financeiros no país à venda — ou pelo menos parte deles. Conforme quatro fontes, a Fosun contratou o banco Credit Suisse para encontrar compradores para a plataforma Guide Investimentos e para a gestora Rio Bravo. A Fosun pode vender toda sua posição nas duas empresas ou, num primeiro momento, uma fatia de suas participações e se manter acionista, apurou o Valor.

      Conforme uma fonte, a justificativa é que a plataforma não estaria entregando o resultado esperado pelos chineses porque ainda demanda rodadas de investimentos para crescer e fazer frente à acirrada concorrência de plataformas como XP Investimentos e BTG Digital. “Tem uma questão clara que é a diferença de ritmo de crescimento e migração de produtos e serviços no mercado financeiro no varejo no Brasil e na China”, complementa um executivo com conhecimento do assunto, indicando uma expectativa elevada dos chineses quando fizeram o aporte.

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      1. A Fosun tem ainda no país ativos imobiliários. Entre eles está uma das torres do Parque da Cidade, complexo corporativo em São Paulo, que a Fosun comprou em 2017 por cerca de R$ 440 milhões. Os chineses ainda deram lance por um outro empreendimento na capital paulista, no montante de R$ 700 milhões — mas o ativo pertencia a um fundo imobiliário e a proposta acabou sendo recusada pelos cotistas.
        A Fosun tem participação no grupo hoteleiro francês Club Med, que tem resorts também no mercado brasileiro. Na carteira global, tem outros ativos ligados a turismo, como a operadora de viagens inglesa Thomas Cook, comprada no ano passado.

        Os chineses também já avaliaram hospitais e operadoras de saúde no país. A Fosun tem uma subsidiária especifica para o setor do mundo, uma de suas frentes principais no portfólio. No Brasil, antes das operadoras Hapvida e Notre Dame Intermédica abrirem capital na bolsa brasileira, a Fosun chegou a fazer proposta por ambas, em momentos diferentes. Também olhou diversos hospitais, com o intuito de montar uma rede de atendimento. De acordo com uma fonte, os chineses negociaram a aquisição do Hospital da Bahia, há dois anos, para ser um consolidador no Nordeste — os donos chegaram a fazer algumas alterações no empreendimento a pedido da Fosun, mas o negócio acabou não saindo.

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      2. E descobri!!, lendo relatório de gestor, que a RB CAPITAL é… japonesa!!

        … No ano de 2016 o Grupo Orix adquiriu o controle da RB Capital, através da aquisição de 68,31% de seu capital social. Fundada em 1964 a Orix é uma companhia global com sede em Tóquio e Japão, com presença em mais de 37 países e ações listadas nas bolsas de Tóquio e Nova York. O conglomerado japonês soma aproximadamente 400 Bilhões de dólares em ativos sobre gestão, 20 bilhões de dólares em valor de mercado e cerca de 32 mil colaboradores. …

        >>> Aí, confio!

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    1. Mercado esvaziando a bolha, tendendo a voltar ao que era antes das festas natalinas.

      Há exceções! Fundos de Griffe, da Moda, dos Holofotes.
      Com certeza, as oportunidades para mim NÃO aí estão mais.

      Quem operou, parabéns! Quem espera ainda mais ganho de capital … viche!

      Essa é a minha visão para esse inicío de ano.

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      1. Quem segurou, como eu , porque não vendo , só compro, se vender com o lucro fantástico que os bons fiis deram , vai pagar 20 purça de IR , e aí ,mesmo que as cotas caiam um pouco , não consegue recomprar.
        Então na minha visão , é manter a carteira e ir aumentando posição nas subscrições que no final o lucro é bem maior.
        Neste trimestre teremos uma subscrição monstro do h… por mais ou menos 156,00 .
        Vou comprar tudo que puder, mas para isto tenho que ter as cotas para ter o direito, simple like that.
        Como os amigos dizem , não é indicação de nada ok!

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      2. A palavra de ordem é rebalancear. Na minha visão, essa é a hora de olhar também para a tese de investimento em crédito estruturado por meio dos FIIs de recebíveis imobiliários. Se as boas expectativas para a economia forem se efetivando, se o mercado imobiliário realmente retomar, o mercado se torna mais tomador de crédito. Além disso, existe o risco, já para esse ano, do Banco Central decidir por iniciar um processo de normalização da taxa de juros, para ajusta-la, aos poucos, em direção a taxa estrutural, visto que o que temos hoje é uma taxa estimulativa. Dentre as teses de investimentos em fundos imobiliários, FIIs de shoppings, em função do crescimento das vendas no varejo, FIIs de Logística, em função do crescimento da demanda das companhias que exploram o comercio eletrônico, FIIs de Lages Comerciais, baseado na expectativa de virada do Ciclo do mercado de escritórios corporativo de São Paulo, a única que pode render bons frutos, em relação as expectativas econômicas, e ao mesmo tempo funcionar como uma opção defensiva para conservação de valor patrimonial, daqui para frente, sãos os FIIs de Papeis. Nessa incrível alta recente, aproveitei para vender/reduzir o peso na carteira em ativos como HGLG11 e HGRE11, que se valorizaram bastante, rebalancear a carteira e incluir FIIS de papeis. Se houve um momento para realizar um excelente ganho foi nessa alta. Quando essa grande oferta do HGLG11 vier, a oportunidade já terá passado. Na verdade, vai acontecer o que sempre acontece nessas situações, uma tendencia de desvalorização com os cotistas vendendo a mercado para exercer os seus direitos de preferencia no intuito de subscrever num preço mais em conta.

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    2. HELBOR EMPREENDIMENTOS S.A. Companhia Aberta Mogi das Cruzes, 14 de janeiro de 2020 – A Helbor Empreendimentos S.A. (B3: HBOR3), nos termos da Instrução CVM nº 358, de 3 de janeiro de 2002, informa aos seus acionistas e ao mercado em geral a venda de ativos da seguinte forma:

      Dando continuidade a estratégia de redução de estoque de ativos prontos e redução do endividamento da companhia.

      Comunicamos que foi concluída operação de venda de imóveis prontos para constituição do Fundo de Investimento Imobiliário Multi Renda Urbana, no valor de R$175.195.763,23.

      Os recursos serão destinados a quitação das debêntures do CRI (Certificado de Recebíveis Imobiliário) constituído em Jun/19.

      O portfólio de imóveis alvo da operação são os seguintes:
      • Neolink Office, Mall & Stay – Rio de Janeiro
      • One Eleven – São Paulo
      • The Cittyplex – Osasco

      A expectativa é que ocorra uma nova tranche da operação dentro do 1º semestre de 2020 englobando mais 03 empreendimentos.

      A oferta foi destinada a Investidores profissionais em consonância com a instrução ICVM 476.

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      1. Hmmm… quem é esse “FII MULTI RENDA URBANA” ? Qual o Cód ?

        Esse ONE ELEVEN/SP me parece legalzinho, eihm! Bem no perfil do VINO, RBCO…

        O One Eleven está localizado na Rua Pequetita, 111, na região Vila Olímpia da cidade São Paulo. O edifício possui um total de 8 andares com lajes a partir de 495 m² com um total de 88 salas, o edifício é ocupado por pequenas e médias empresas. Com apenas anos desde sua entrega, o One Eleven é um dos edifícios mais novos da região Vila Olímpia e tem a classificação B. [é disso que gosto! under dog! -rsrs]

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      2. O Neolink Office, Mall & Stay é na barra da tijuca…

        Residenciais com serviço, salas e lojas no coração da Barra da Tijuca. Residencial com Serviços: 82 unidades com área privativa de 70m²; Lojas: 119 unidades lineares, duplex e triplex de 28 a 325 m² e Salas Comerciais: 228 unidades com espaços entre 20 e 53 m². O empreendimento possui paisagismo diferenciado, espaços ao ar livre, iluminação natural e áreas de convivência. O Neolink Offices, Mall & Stay oferece o triplo de vantagens para investidores, usuários e proprietários multiplicarem suas oportunidades. [no melhor estilo “kitinet” zona sul !!! -rsrs]

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      3. The Cittyplex …

        O The CittyPlex Osasco – Torre Office está localizado na Avenida Domingos Odália Filho, 301, na região Outros da cidade Osasco. Com apenas anos desde sua entrega, o The CittyPlex Osasco – Torre Office é um dos edifícios mais novos da região Outros e possui especificações técnicas elevadas e boa imagem corporativa obtendo a classificação Buildings A. Com um total de 360 salas, o edifício é ocupado por pequenas e médias empresas O edifício possui um total de 15 andares com lajes a partir de 768 m²e conta com 6 elevadores sociais. O The CittyPlex Osasco – Torre Office possui ar-condicionado Não Central (Self) com distribuição

        >>> Isso é que eu chamo de “pulverizado” -rsrsr

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      4. @Tetz … estouy chegandoa conclusAo que melhor do que ter em carteira um Super-FIIzão vitaminado AAA … melhor ter uns 3 ou 4 FII Classes B-zão, pulverizados!!! -rsrsr

        Vejamos: ALZR + VINO + RBCO + Esse daqui ?! Hmmm…. me deu uma boa idéia.

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      5. pergunta: O cód. de negociação desse FII Multi Renda Urbana será … HBRH11, por conta do nome do Consultor Imobiliário HBR GESTÃO DE FUNDOS IMOBILIÁRIOS LTDA., sociedade empresária
        limitada, com sede na Cidade de Mogi das Cruzes ?

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    1. Prêmio Walter do Mercado 2020 – IFIX : 3ª semana janeiro (dia 17 –258ª Edição)
      Última chamada, votação encerra hoje às 17:00, não perca tempo vote djá.
      Campeão da semana: phbell
      Campeão 2019 : crsviana
      Mapeamento de Tendência dezembro/19.
      No walter-do-mercado

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      1. Tenho 11. Houve um tempo que até os de grifes, como os da Kinea e CSHG, estavam baratos e eram o que havia de melhor. Numa época que reinava absoluta as distorções, fundos Monos, de frações de shoppings, com RMG, fundo da torre A, da torre B. Sou contra zerar uma posição de qualidade, por mais que se valorizem. Por isso, tenho muitos dessa lista.

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  5. Olá meus caros, andava meio sumido. Então, com toda essa subida dos FIIs, acho que as coisas estão um pouco(senão muito) desconectadas da realidade.

    Como apostar contra a subida de FIIs/Bolsa? Tem algum fundo de investimento que faz isso?

    Outra coisa, como vai a recuperação do RJ? Eu tenho a leve perspectiva de que muito pouco mudou, senão piorou. Essa crise fiscal da cidade continuará pra sempre.

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  6. Olá a todos os investidores (de FIIs e Ações).

    Quero informar de uma ideia legislativa no site do senado que trata do limite de isenção do imposto de renda (IR).

    Exemplo: passar o limite de vendas mensais de R$20 mil para R$ 120 mil.
    Acho interessante a ideia e votei SIM a favor dela.
    Caso seja também do seu interesse, vote SIM para apoiá-la.

    Segue links:
    – Site do senado que registra os apoios a ideia: https://www12.senado.leg.br/ecidadania/visualizacaoideia?id=131237&voto=favor

    Curtido por 2 pessoas

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