Fórum Fundos Imobiliários

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3.748 comentários sobre “Fórum Fundos Imobiliários

  1. Nova regra da Caixa pode dificultar venda de imóveis novos

    RIO – As mudanças anunciadas esta semana pela Caixa Econômica Federal no crédito imobiliário, exigindo uma entrada maior no financiamento, devem ter dois efeitos mais imediatos.

    O primeiro é dificultar a venda de unidades prontas em estoque pelas construtoras.

    Em paralelo, pode reduzir a aquisição de imóveis populares, como os do programa Minha Casa Minha Vida, alvo de consumidores com pouca ou nenhuma capacidade de poupança, avaliam especialistas do setor.

    Curtido por 2 pessoas

    • O banco reduziu os limites de financiamento de 90% para 80% do valor do imóvel, no caso das unidades novas, e de 70% para 60% nos usados.

      A medida atinge os empréstimos com recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) — para o programa Minha Casa Minha Vida e linhas Pró-Costista e CCFGTS — e do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimos.

      Nos financiamentos regulados pela tabela Price, o limite para imóvel usado baixou de 70% para 60% na linha Pró-Cotista e de 80% para 70% no CCFGTS.

      Curtido por 1 pessoa

    • — O maior impacto, de início, será na venda dos imóveis em estoque, hoje o grande problema do mercado. O Rio passou os últimos dois anos vendendo imóveis novos prontos.

      E tem estoque para mais dois anos — diz Claudio Hermolin, presidente da Ademi-Rio, que reúne as construtoras que atuam no mercado carioca, e da Brasil Brokers.

      A decisão da Caixa, continua ele, gera incerteza no mercado, para consumidores e construtoras.

      A Caixa detém quase 70% de todo o financiamento imobiliário do país, com R$ 413 bilhões emprestados.

      Curtido por 1 pessoa

    • IMPACTO PARA A BAIXA RENDA

      Leonardo Schneider, presidente do Secovi-Rio (o Sindicato da Habitação do Rio), concorda em parte com Hermolin:

      — Vejo como um ajuste feito pela Caixa para evitar problemas de falta de liquidez. Foi suave, já que o limite continua a representar uma grande fatia do preço do imóvel.

      Mas há o impacto subjetivo. No momento de retomada, com a queda da taxa de juros, vem a redução do teto para financiamento — pondera ele.

      No caso dos imóveis do segmento popular, contudo, a redução do limite para financiamento pode excluir consumidores do mercado, alerta João da Rocha Lima Jr., coordenador do Núcleo de Real Estate da Escola Politécnica da USP.

      Curtido por 1 pessoa

    • — Nas rendas mais altas, a capacidade de poupança das famílias é mais maleável. Na baixa renda, é extremamente reduzida ou nula. Se diminui o limite de financiamento, terá efeito expressivo.

      Para Hermolin, ainda é cedo para saber se os bancos privados vão acompanhar o movimento da Caixa, que detinha o maior limite de crédito.

      — Pode puxar maior concorrência entre os bancos privados para oferecer as melhores condições de financiamento, as melhores taxas, e isso é um ponto positivo para o cliente e para o mercado — afirma Edson Pires, diretor da Sawala Imobiliária.

      Os clientes com avaliação de crédito para obtenção de financiamento imobiliário junto à Caixa aprovada até a última terça-feira poderão tomar empréstimo pela regra antiga praticada pelo banco

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  2. Tetzner Journal – 19 de Ago 2017

    Capa Jornal Nova

    Carta ao Leitor

    Bem amigos do Blog, edição SEMANAL do nosso jornal dos FIIs já está no seu Email!

    Isso mesmo, toda semana você vai receber a edição com os últimos acontecimentos; e nos Relatórios Comentados a consolidação do Mês e tudo que foi destaque no mundo dos Fundos Imobiliários:)

    Edição ESPECIAL com uma Super Novidade: ainda mais informação sobre o mundo imobiliário 😀

    E no final da edição você encontra o Resumo dos FIIs Atualizado para você!

    Junte-se a nós, faça parte dessa família!

    Não é Assinante? Peça já a sua Edição, clique aqui!

    mini_Tetzner Tetzner

    Nesta Edição:

    • Carta ao Leitor…2
    • Conteúdo…3
    • Panorama Econômico Imobiliário…6
    • Fatos que marcaram a Semana…7
    • Resumo dos FIIs…42
    • Nota…45

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  3. Outlets investem em entretenimento para competir com shoppings

    Localizados mais próximos das grandes cidades, eles investem em cinemas, praças de alimentação e outras formas de entretenimento

    São Paulo – Os outlets estão se transformando para conquistar o espaço de shopping centers. O intuito é visam atrair pessoas da Geração Y, que muitas vezes não têm carro para andar longos trajetos.

    Curtido por 1 pessoa

    • Tradicionalmente, os locais de compras com preços reduzidos ficam em rodovias, distantes dos grandes centros urbanos. No entanto, como ficam mais perto das grandes cidades, estão investindo em cinemas, praças de alimentação e outras formas de entretenimento.

      O Lapa City, em São Paulo, deve ser inaugurado ano que vem já com essa proposta, assim como o City Aracaju, em Sergipe.

      A mudança também se dá nos empreendimentos em funcionamento.

      O Fernão Dias Outlet, em Atibaia, está apostando em salas de cinema e melhorar seu mix de entretenimento e, ao mesmo passo, o America Outlet, em Feira de Santana (BA), também iniciou a construção de salas de cinema.

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    • Grande chance

      A crise no Brasil abalou os shoppings, que fecharam quase metade das lojas e amargaram enormes prejuízos. Os shoppings abertos entre 2013 e 2015, por exemplo, vinham operando com 45% das lojas vazias.

      A crise, no entanto, foi uma oportunidade para os outlets. Como esses centros oferecem itens com desconto, a procura inclusive aumentou.

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    • O tratamento tributário diferenciado, atualmente, é apenas para aqueles FIPs destinados a projetos de Infra-Estrutura ou com foco em Pesquisa e Desenvolvimento. Os demais FIPs têm tributação tanto dos dividendos distribuídos quanto dos ganhos de capital.
      Os “FIPs” foram instrumentos criados pela CVM para abrigar as iniciativas de Private Equity e Venture Capital. Através dos FIPs é que os investidores compram participações em empresas.

      Curtido por 4 pessoas

      • Tetzber,

        Esta história de tributar os ativos iliquidos pode é prejudicar, e muito, os investimentos através de FIPs.

        Acho que, dependendo da sistemática do imposto, vai extinguir os FIPs como veículo de Private Equity.

        O investimento de “private equity” é aquele feito em uma (ou várias) empresa(s) visando um aumento de valor da(s) empresa (s) após um certo tempo. Em geral de 7 a 10 anos.

        Durante uma certa fase em que o investimento é feito não se sabe se aquela “tese” vai dar certo e se as empresas investidas irão gerar um retorno lá na frente. É uma aposta.

        Como a regra atual é ir marcando a mercado o valor do investimento, os FIPs vão “estimando” o valor das empresas investidas para estimar o valor do PL do fundo.
        Se tiver que pagar imposto sobre o esse valor estimado…bem, aí acabou os FIPs, pois esse valor pode ser na verdade muito superestimado.

        Parece até proposta de quem não sabe o que são os FIPs.

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  4. Viver cede unidades de hotel e terreno para pagar dívida com Bradesco

    A Viver Incorporadora informou nesta quinta-feira (17) em comunicado que cedeu 51 unidades do Hotel Radisson Blu Belo Horizonte e um terreno localizado em Campinas (SP) para o banco Bradesco para garantia do pagamento de cédula de crédito bancário.

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  5. Economia brasileira avança 0,25% no segundo trimestre, aponta Banco Central

    Em junho, alta foi de 0,5%. Dados foram divulgados nesta quinta-feira

    BRASÍLIA – Em mais um sinal de retomada, a economia brasileira cresceu 0,25% no segundo trimestre deste ano, nas contas do Banco Central, frente ao primeiro trimestre.

    Após a divulgação de dados setoriais mais favoráveis, os economistas passaram a revisar as suas apostas de uma queda no trimestre para algo no campo positivo. Os dados oficiais do IBGE só serão conhecidos mês que vem.

    Curtido por 2 pessoas

  6. Brookfield espalha seus shoppings sobre o balcão

    O mercado de shopping centers é uma ilha entre os negócios da Brookfield no Brasil.

    Com mais de R$ 60 bilhões em investimentos no país, os canadenses planejam reduzir drasticamente ou, no limite, até mesmo encerrar suas operações no setor.

    Curtido por 2 pessoas

    • A decisão é emblemática, não só pelo presente, mas, sobretudo, pelo passado.

      A Brookfield está na gênese deste mercado no país, quando ainda atendia pelo nome de Brascan e ergueu alguns dos primeiros
      centros de compras brasileiros, a começar pelo Rio Sul.

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      • BR MALLS tá vazando também, essa outra aí vi uma reportagem a nos eua shopping é coisa do passado e eles estão enfrentando sérios problemas, então resta aguardar senas dos próximos capítulos

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      • Nos EUA alguns shoppings já estão se transformando em residenciais. Geralmente estão bem localizados e oferecem outras vantagens, como custo de condomínio e segurança.
        Creio que não dá para comparar com o Brasil, porque lá existem bem mais shoppings. Outras diferenças de lá:
        + segurança para passear na rua e visitar lojas (está decaindo)
        + renda, justificando mais shoppings

        Já aqui, penso que o crescente de insegurança tende a ajudar os shoppings, embora já estejam aparecendo caso de assaltos dentro deles.

        Curtido por 2 pessoas

    • Acabar…não acaba não.

      Basta ver o publico dos shopping. Quase todos tem smartphones e estão la passeando. O Ser humano gosta de sair de casa. Se vai comprar….ja é outra historia.

      Mais ao sair e ir a um centro de entretenimento, a pessoa acaba gastando algo. Os tickets médios mudaram. Vieram mais pra baixo. A renda de estacionamento dos shopping tb vai mudar com a realidade do sistema compartilhado (Uber). Os shopping estao passando por fase de transformação. Serao vitoriosos aqueles que souberem enxergar isso e agirem desde ja.

      So por curiosidade, tenho muitos amigos que compram pela internet e vão nas lojas dos shopping buscar. Desta forma evita o frete e acabam podendo “passear” e quem sabe gastar alguma coisa. Nao vão de carro. usam uber ou a pe mesmo. Isso é algo muito comum e esta crescendo pacas.

      As margens vao cair (se ja nao cairam) e os shopping vao precisar se enxugar ao maximo e focar onde esta o capital dos clientes. Cada shopping tera seu DNA novo: Cinemas? Teatros? Lanches? refeições mais sofisticadas? Local para exposições/Feiras? Marketplace das gigantes virtuais (americanas, Magazine Luisa, Casa e Video, Casa Bahia, Ricardo Eletro e etc)?

      Agora, a realidade é bastante dura. De nada adianta ficar lançando novos shoppings sem antes ter essa medição da nova realidade. Comparar a gente com EUA, EU acho um equivoco. Temos dimensões difernetes e publicos difierentes. Alem de estarmos em momento economico e social BEM diferente.

      É apenas uma opiniao sobre o setor. Ainda gosto dele e vejo bons anos a frente para os que ja estao prontos e operando e atentos a esta nova concepção. 😉

      Valeu!!!

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    • Assalto provoca pânico em shopping de Botafogo, na Zona Sul do Rio

      RIO — O assalto a uma loja de telefones celulares no Botafogo Praia Shopping gerou pânico no cento comercial na manhã desta sexta-feira. A ação ocorreu por volta das 11h e ninguém ficou ferido.

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  7. Secovi orienta que imobiliárias reduzam o aluguel

    O Secovi-SP, sindicato que representa o setor da habitação, orienta que as imobiliárias sempre apliquem o reajuste do IGP-M, mesmo que seja negativo.

    “Acho natural que o cálculo do aluguel também seja feito para baixo. Se você aplica o reajuste só quando é positivo, você provoca uma distorção nos preços ao longo do tempo”, afirma o advogado Jaques Bushatsky, diretor do Secovi-SP.

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    • Embora o índice tenha ficado negativo tanto em junho (-0,78% no acumulado de 12 meses) como em julho (-1,67% em 12 meses), um fenômeno não era visto há mais de sete anos, muitas imobiliárias não estão reduzindo o valor do aluguel nos contratos que têm data de reajuste anual em julho e agosto (o reajuste é feito com base no índice acumulado até o mês anterior).

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  8. A deflação prossegue: IGP-10 cai 0,17% em agosto e acumula -1,69% em 12 meses

    A deflação prossegue, em meio à fraqueza da economia e à queda dos preços no atacado, o que indica menor pressão sobre o varejo no futuro.

    É o que mostra o Índice Geral de Preços-10 (IGP-10), que variou -0,17%, em agosto, queda um pouco menor que o -0,84% de julho. Em agosto de 2016, também houve deflação, de -0,27%. A informação é da Fundação Getulio Vargas (FGV).

    Com esse resultado, a taxa acumulada em 2017, até agosto, é de -2,41%. Em 12 meses, o IGP-10 registrou taxa de -1,69%. O IGP-10 é calculado com base nos preços coletados entre os dias 11 do mês anterior e 10 do mês de referência e serve de prévia do IGP-M, calculado de 21 a 20, e do IGP-DI, de 1º a 30.

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  9. Investimentos: Come-cotas deve atingir os mais ricos

    Alternativa para ter eficiência fiscal pode ser aplicação direta em renda fixa e previdência

    Cobrança de imposto tende a ser semestral

    Não impacta nos Fundos Imobiliários… mas seria uma alternativa de antecipação de impostos para a maioria das modalidades de fundos não tributados (sobre a valorização das cotas.

    Outra alternativa seria a cobrança de impostos via fundo e não no investidor

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  10. Estudos do Tetzner – ED 42 – Agosto/17

    Estudos RM2

    Observar quais são as vantagens e conhecer os pontos falhos dos empreendimentos é fundamental para entender o custo e a origem da renda.

    Nosso objetivo maior aqui não é encontrar aquele Fundo Imobiliário que pagará a maior Renda, mas sim fundos descontados no seu custo construtivo. São FIIs com preço tão abaixo do normal que o retorno em valorização da cota numa futura recuperação de preços, remunerará o principal pelo investimento feito no tempo.

    Invista em conhecimento, invista em VOCÊ!

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    • Sem reformas, Brasil vai estourar teto de gastos já em 2019, prevê Itaú

      SÃO PAULO – Os problemas fiscais do Brasil não vão acabar com a revisão da meta de déficit primário. Isso porque o país deve esbarrar em outra trava para o crescimento das despesas: o teto de gastos, aprovado no ano passado por meio de emenda constitucional.

      Estudo realizado pelo Itaú Unibanco mostra que, se reformas, como a da Previdência, não forem aprovadas, será inviável cumprir a nova regra — que limita o crescimento dos gastos públicos à inflação passada — já em 2019.

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      • As contas públicas vão de mal a pior, e se não conseguirem aprovar a reforma da previdência, há grandes chances de rebaixamento de nota de crédito das agências.
        Estou sentindo cheiro de oportunidades na bolsa em 2018 / 2019.

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      • Roberto Setúbal para presidente, gestão na veia.
        Devemos nos livrar desses políticos medíocres, que não possuem nem m… para defecar e ficam roubando o Brasil.
        Quem é Power ganha a vida na raça, na competência.
        Falei e disse!

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      • Sei que está uma grita geral de que a Reforma da Previdência é para ontem, se não fizer o mundo acabará anteontem. Mas acho que ela deve ser feita por quem tenha legitimidade para tanto. Não digo isso pensando naquele blablabla de golpe, etc. Mas o Temer não tem o apoio da população, não tem a ‘legitimidade moral’ que vem das urnas (sim, sei que ele foi eleito junto com Dilma) e não tem envergadura moral, com esse monte de escândalo em que se meteu e fora os que ainda virão (PGR prepara outra denúncia contra ele).

        O melhor seria esperar a eleição do próximo presidente, alguém que chegue com moral, com autoridade, com respeito e com apoio. Para fazer um negócio bem feito, não um remendo por fazer. Lembremos que isso não é só uma questão de números no orçamento do governo, é uma questão que afeta a vida de milhões de pessoas.

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    • IGP-10 cai 0,17% em agosto e tem baixa de 1,69% em 12 meses

      Impulsionada pela alta do minério de ferro, a inflação medida pelo Índice Geral de Preços – 10 (IGP-10) recuou 0,17% em agosto.

      Embora seja a quinta deflação seguida do indicador, a queda foi menor do que aquela apurada em julho, de 0,84%. Com o resultado, o IGP-10 acumula baixa de 2,41% no ano e de 1,69% em 12 meses, conforme dados da Fundação Getulio Vargas (FGV).

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    • Governo desiste de tirar isenção de LCI e LCA

      A reforma da tributação das aplicações financeiras acabou desidratada pela pressa e pela fraqueza do governo no Congresso e vai se limitar à antecipação de imposto dos fundos exclusivos.

      A mudança foi anunciada ontem, junto com o aumento da previsão do déficit fiscal para este ano e para 2018 para R$ 159 bilhões.

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      • Já outras propostas, como acabar com a isenção das Letras de Crédito Imobiliário (LCI) e do Agronegócio (LCA), bem como dos certificados de recebíveis imobiliários (CRI) e do agronegócio (LCA) saíram da pauta diante da oposição da bancada ruralista, uma das que apoiou o presidente Michel Temer, e do setor imobiliário.

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      • Os dois bancos oficiais, Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal, maiores emissores de LCA e LCI, respectivamente, perderiam uma importante fonte de financiamento barato em um momento em que a economia ainda patina. A medida teria de ser aprovada pelo Congresso, e o governo não está em condições de abrir outra frente de combate para aumentar imposto.

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      • Também ficou para depois a mudança das alíquotas de imposto, de quatro para duas apenas, e a forma de cobrança do imposto de todos os fundos não mais pelas aplicações dos investidores, mas pelas aplicações feitas pelos fundos. Ou seja, os fundos perderiam a isenção e passariam a pagar o imposto nas suas aplicações e suas cotas já seriam isentas de imposto.

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    • Com divisão de lucro, rendimento do FGTS supera inflação pela 1ª vez desde 2007

      Todo esse dinheiro parado… agora que viram o efeito que trás na economia, será que não pensam em reavivar aquelas iniciativas de fundos para aplicar o dinheiro conforme desejo dos trabalhadores?

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    • Adiamento de reajustes

      O governo anunciou que vai adiar, por um ano, o reajuste acordado com algumas categorias de servidores e que seria pago a partir de janeiro de 2018. A previsão é que isso gere uma economia de R$ 5,1 bilhões no ano que vem.

      Entre as categorias atingidas estão docentes; policiais civis e militares de ex-territórios; carreiras jurídicas; servidores do Banco Central, Comissão de Valores Mobiliários (CVM), Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA) e Instituto Brasileiro de Geografía e Estatístiva (IBGE); Polícia Federal; Polícia Rodoviária Federal; Auditores da Receita Federal e do Trabalho; peritos do INSS; diplomatas e oficiais de chancelaria.

      “Havia algumas categorias com previsão de reajuste em janeiro e outras em agosto. Todos esses reajustes serão postergados em 12 meses”, disse o ministro do Planejamento, Dyogo Oliveira.

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    • Estágio probatório e progressão de carreira

      O governo também propôs alterações na carreira dos servidores públicos, entre elas a criação de um estágio probatório no qual os servidores não poderão ter salário maior que R$ 5 mil. Com o passar do tempo, os salários vão crescendo gradualmente.

      De acordo com o ministro do Planejamento, Dyogo Oliveira, o governo paga hoje “o dobro, às vezes o tripo, do que o mercado privado”, em cargos semelhantes, em início de carreira.

      Ele citou o exemplo de servidores de carreiras do ciclo de gestão, como Banco Central, onde o salário inicial é de R$ 16,9 mil, em média. Enquanto isso, no setor privado, economistas e administradores ganham, em média, R$ 6,3 mil e R$ 4,5 mil, respectivamente.

      O governo também quer aumentar o prazo para que os servidores atinjam o teto salarial de suas respectivas carreiras. Hoje, há uma tabela de progressão salarial com 13 níveis. Pela proposta do governo, ela passaria a ter 30 níveis.

      Curtido por 3 pessoas

      • O que não dá é o cidadão trabalhar 30-36h por semana, ter estabilidade no serviço público, aposentadoria integral (se a previdência não quebrar antes) e ainda querer ganhar o dobro ou até o triplo daquele que trabalha 44h por semana (no mínimo) na iniciativa privada. E nem falemos sobre produtividade e eficácia pra não chatear nenhum colega do blog. Os colegas concursados estão pra me excluir do grupo do whatsapp: Ah, mas não temos FGTS… ah, mas o concurso foi difícil… ah, mas não posso ter empresa no meu nome… ah, se baixar o salário aumenta a corrupção… (?!)

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      • Tofaus;
        Não por nada, mas você sabia que a aposentadoria integral não existe mais há alguns anos? E somente quem cumpriu as regras de transição na última emenda constitucional que versou sobre isso – da qual não me recordo o número agora – ainda fazem jus a ela?
        Que a maioria esmagadora dos servidores ativos vai se aposentar pela média contributiva?
        De que os ingressos a partir de 2012, acaso queiram receber proventos acima do teto do RGPS, devem contribuir com fundo complementar (Funpresp)?
        Que a maioria destes são honestos, assíduos, não estão envolvidos em “Lava Jatos da vida” e cumprem carga horária de 40h semanais?
        E que, apesar de serem mal vistos pela maioria da sociedade, anseiam por uma nação mais justa, democrática e propícia a um ambiente saudável de negócios, assim como você?
        A “casta inimiga” tem outro nome, conta com mandato eletivo e se encontra vivendo às nossas custas lá em Brasília.
        Quem sabe em 2018 não consigamos melhorar este cenário?
        Se bem que se dependermos da complacência do povo brasileiro com o golpe (este real) batizado de “distritão misto” a renovação real de nosso quadro político será quase impossível.
        Somos escravos dóceis, a bem da verdade.
        Todos nós, infelizmente.
        Sds.

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      • Aposentei-me como servidor público, com muito orgulho, após 37 anos de serviços prestados, em uma destas carreiras tidas como “privilegiadas”, a de auditor. Primeiramente observo que no mínimo dedicava 40 horas semanais a este trabalho. Para fazer jus a esta aposentadoria contribui com 11 % sobre o salário integral (não sobre o teto do INSS) como os celetistas. Também não tive direito à FGTS. Se estas contribuições mais a patronal fossem aplicadas em uma previdência seguramente teria rendimento maior do que a aposentadoria que recebo. O suposto “robô” só existe se não computadas as contribuições patronais às quais todos os empregadores estão sujeitos.
        Também é importante observar que as vantagens (“penduricalhos remuneratórios”) só existem no judiciário e MP. No executivo não só elas não existem como somos obrigados a fornecer nossos carros particulares para prestação de serviços ao poder público. Isto difere muito do trabalhador privado do mesmo nível, que comumente recebe carro, celular, assistência médica, etc, além de bônus no final do ano.
        Vamos deixar de demagogia. Com salários iniciais de R$ 5.000,00 não se contrata funcionários com formação e capacidade para exercer as funções específicas de estado. Se limitará aos “mau intencionados”.
        O que precisamos é funcionários públicos de bom nível, em quantidade adequada e independentes da classe política para mantermos o adequado controle da arrecadação e finanças públicas.

        Curtido por 2 pessoas

      • Com R$ 5.000 não se contrata funcionários com formação e capacidade? Espera o próximo concurso, mercado de trabalho está cheio de profissional com mestrado e doutorado ganhando menos que isso. Minha cunhada é engenheira eletricista, mestre pela UFRJ, doutora em microeletrônica pela politécnica de Grenobe na França, inglês fluente, francês fluente, e ganha só uns R$ 8.000 como professora universitária. R$ 5.000 inicial para quem tem só uma graduação e inglês meia boca está bom demais.

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      • O problema não é se o salário no serviço público é baixo ou alto. O problema é que o Brasil é um país pobre.

        Em sendo pobre, a média da remuneração no serviço público precisa ser igual ou menor se comparada à iniciativa privada. Simples assim.

        No mais, concordo com a síntese:
        A) quer ficar rico? Produza e isso só é possível na iniciativa privada, ao menos deveria ser;
        B) quer estabilidade? serviço público.

        Aliás, uma pergunta: considerando a arrecadação, qual percentual é destinado à folha de pagamento dos servidores, considerando aqui eventuais benefícios indiretos como, por exemplo, plano de saúde, vale transporte etc?

        Sendo o percentual superior a 30%, tem algo errado.

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      • Carlos ,

        O ano passado, 2016, estava em 39,5% o percentual da arrecadação Federal destinada a salários e benefícios.
        Este Ano, dada a queda da arrecadação e reajustes concedidos, deve ter passado os 40%.

        Ou seja, tem algo MUITO errado na gestão pública sim.

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    • Teto salarial para o serviço público

      O governo também propôs a imposição de teto remuneratório para todos os poderes do governo federal, estados e municípios. O limite proposto é o salário dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), hoje em R$ 33.763.

      A economia estimada somente com os servidores da União é de R$ 725 milhões por ano.

      O teto, se aprovado, vai incluir “todas as verbas” recebidas pelos servidores, inclusive qualquer tipo de indenização, vantagens ou gratificações, como auxílio moradia, auxílio paletó, auxílio transporte e combustível. Atualmente, essas indenizações não entram no cálculo do teto.

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      • Isso já existe mas, como todas as leis, suas excelências as interpretam a seu favor. Em reposta a isso, vão inventar uma palavra qualquer (entrância, repicão, strupicio, …) que signifique mais dinheiro no próprio bolso e julgarem numa ação de terceira pessoa que isso não se subordina ao limite. Não faltam leis – só atitudes de pessoas de boa índole.

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    • Contribuição previdenciária mais alta

      O governo também vai propor um aumento da contribuição previdenciária dos servidores públicos, de 11% para 14%.

      De acordo com os ministros, o reajuste vai atingir a parcela do salário dos servidores que ultrapassar R$ 5,3 mil. Quem ganha até esse valor, porém, não deve ser atingido.

      A expectativa é que medida gere uma arrecadação extra de R$ 1,9 bilhão em 2018.

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    • Extinção de cargos

      A medida vai atingir cargos do Executivo. De acordo com os ministros, serão fechados 60 mil cargos que não atendem mais a demandas do trabalho no governo, entre eles de datilógrafos.

      Esses cargos estão atualmente vagos. O governo não divulgou a expectativa de economia, mas disse que a ação vai evitar a alta de despesas no futuro.

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    • Tributos sobre fundos de investimentos

      O governo propôs uma mudança na tributação sobre fundos de investimento fechados (que não são abertos ao público), que passará a ser anual. Hoje, a tributação ocorre apenas quando o fundo é encerrado ou quando o investidor resgata o valor aplicado.

      A expectativa do governo é que a mudança gere uma arrecadação extra de R$ 6 bilhões no próximo ano. Meirelles explicou que a alíquota de tributação desses fundos não será alterada.

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      • Benefício a exportadores

        A equipe econômica também decidiu que não vai elevar o benefício para exportadores no ano que vem, por meio do chamado Reintegra.

        A alíquota do programa, que “devolve” aos empresários uma parte do valor exportado em produtos manufaturados via créditos do PIS e Cofins, subiria de 2% neste ano para 3% em 2018.

        Agora, a alíquota permanecerá em 2% no ano que vem, o que deve gerar um aumento na arrecadação de R$ 2,6 bilhões só em 2018.

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    • Tributação sobre a folha de pagamentos

      Outra medida é o aumento da tributação sobre a folha de pagamentos, que já havia sido anunciada neste ano, mas que ainda não passou pelo Congresso Nacional.

      O governo espera reonerar o setor produtivo e arrecadar R$ 4 bilhões a mais no ano que vem. A medida, porém, ainda precisa passar pelo Congresso Nacional.

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      • Excelente Tofaus123!!!

        “Vamos voltar para o cenário normal:

        Quer ficar rico? Vai empreender.
        Quer ganhar dinheiro? Vai para a iniciativa privada.
        Quer estabilidade? Vai para o serviço público.”

        Valeu!!!

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      • Pior que isso Louis. Eles gastam primeiro com o supérfluo para depois chantagearem os contribuintes dizendo que falta para o essencial. É tipo o viciado que fuma e cheira até acabar o dinheiro e depois vai assaltar a mão armada (no caso de caneta e poder de polícia) justificando seus atos com estar passando fome em vez de reconhecer que esbanjou em crack e cocaina.

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      • Sou servidor público e vejo muitas inverdades sobre o serviço público.

        Trabalho em uma instituição que tem catraca e desconta atrasos/faltas direto no contracheque. Trabalho 40h, o recesso de final de ano (1 semana), tem que ser compensado até 3 meses depois, controlado pela mesma catraca.

        O valor máximo de salário hoje, para um funcionário de nível superior, em fim de carreira (18 anos depois do ingresso) é de 14 mil reais. Se o mesmo tiver doutorado, passa a 18 mil reais. (Só aumenta se ele tiver função comissionada, se for coordenador, diretor etc.)

        Entrei em 2014, logo me aposento com o teto do INSS, posso contribuir com a funpresp, fundo no qual todos os servidores “confiam”. Como muita coisa no governo e previdência, acham que vão chegar 30 anos depois e o fundo já foi depenado, para outros fins que não pagar o $ do servidor.

        Recebo, 460 reais de auxilio alimentação (pro almoço) e moro no Rio de Janeiro (o valor é o mesmo pro país todo). Quanto a sua empresa privada está pagando? FGTS, não tenho. Se sou mal avaliado, meu salário pode reduzir em até 10%. Plano de saúde? O governo me devolve 100 reais, se eu contratar algum particular e arcar com a diferença.
        Férias de 30 dias, como todos, exceto que não posso vender 10 dias, sou obrigado a tirar os 30.

        Esse plano de carreira é o do IBGE, uma instituição que é muito falada aqui. Mas posso falar de outras, que tem plano semelhantes ou PIOR. Fiocruz, Inmetro, na verdade todos os ‘I’s exceto o IPEA, que ganha salário inicial igual ao do banco central (quase 17 mil, sem ter necessidade de doutorado) e tem atribuições semelhantes a do IBGE. A situação dos analistas vinculados ao MEC (Universidades) é ainda pior.

        Quando falam do serviço público, pensam no comissionado amigo do presidente, pensam nos funcionarios do ciclo de gestão (bacen, ipea, susep e cvm), auditor fiscal da RFB, pensam no analista legislativo, que ganha 20 mil inicial (mais que o final de carreira da maioria das instituições).

        Mas grande parte do serviço público não está na moleza que dizem. Estou no serviço público pois não gostaria que minha vida não fosse uma roda gigante, não pelo financeiro. Pois quando entrei no serviço publico, com 10 anos de carreira, entrei no 1o nivel, ganhando menos do que ganhava no privado e sendo cobrado pela minha experiência de 10 anos.

        A única coisa que realmente pesa positivamente é a estabilidade, que é mal utilizada por muitos, porém até esta tem seu sentido. Imagina um policial federal, indo prender o presidente, sem estabilidade. Será que ele seria demitido no dia seguinte? Imagina um dado muito ruim por exemplo um IPCA de 50% sendo divulgado, será que eu não seria demitido se divulgasse tal dado?

        Isso é o serviço público, falei isso para mostrar a todos que não somos o vilão da história, como dizem por aí.

        Um abraço.

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      • As pessoas confundem funcionário público em geral , a grande massa (que inclui professores, policiais, médicos da rede pública, etc), que por vezes são aqueles que, junto com os pequenos empressários, sem condições nenhuma, carregam o país nas costas.
        Muitos destes trabalham pacas e ganham merreca. Isto é bem diferente das carreiras públicas dos poderes (que podem fazer lobby, aumentar o próprio salário acima da inflação, e muitas vezes podem simplesmente inventar um jogo de palavras para burlar a lei e se auto-conceder aumentos). Além de cobrar a taxa do “eu sei” através de um alto salário.
        É que nem dizer que as empresas são as vilãs do Brasil por causa da JBS e Odebrecht.
        Claro que mesmo dentro do grupo que nomeei tem aqueles que mereciam demissão. Claro. Nada é 8 ou 80.. O mundo é cinza…
        Vai lá e fala para um professor da rede pública carioca que trabalha no meio da favela que ele é um baita privilegiado marajá. Eu desafio quem tiver coragem de o fazer…
        Generalização é uma armadilha mental que usamos para dar força em nosso argumento.
        Mas de qualquer forma acho positivo corrigir as distorções. Especialmente porque a lei vem sendo burlada justamente por quem deveria zelar por ela. É triste.

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