Fórum de FIIs

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3.805 comentários sobre “Fórum de FIIs

  1. “Dividend Aristocrats”

    Inspirado na lista das companhias norte americanas que pagam dividendos crescentes por 10 e até 25 anos seguidos ou mais, listei os FIIs que pagaram dividendos crescentes por cinco anos seguidos, ano a ano de 2012 à 2016.

    Nossos FIIs “Dividend Aristocrats” 2012 à 2016.
    ABCP11
    AEFI11
    AGCX11
    BBPO11
    CXCE11B
    FAED11B
    FCFL11B
    FIIP11B
    KNCR11
    NSLU11B
    PLRI11
    RBRD11
    RNDP11
    SHPH11

    Curtido por 6 pessoas

  2. Tetzner Journal – 25 de Março de 2017

    Capa Jornal Nova

    Carta ao Leitor

    Bem amigos do Blog, edição SEMANAL do nosso jornal para você ficar ainda mais ligado e atualizado nos FIIs 😀

    Isso mesmo, toda semana você vai receber a edição com os últimos acontecimentos; a edição mensal consolidada continua presente nos Relatórios Comentados.

    E no final da edição você encontra o Resumo dos FIIs Atualizado para você!

    Junte-se a nós, faça parte dessa família!

    Não é Assinante? Peça já a sua Edição, clique aqui!

    mini_Tetzner Tetzner

    Nesta Edição:

    • Carta ao Leitor…2
    • Conteúdo…3
    • Fatos que marcaram a Semana…6
    • Resumo dos FIIs…39
    • Nota…42

    Ícone Assine

    Curtido por 1 pessoa

  3. Construção: Distratos milionários derrubam lucro da Even

    Montante de R$ 618 milhões foram a principal razão para a queda de 98% no ganho do ano passado, para R$ 1,9 milhão

    Distratos no valor de R$ 618 milhões foram a principal razão para a queda de 98% no lucro líquido da Even Construtora e Incorporadora, no ano passado – caiu a R$ 1,9 milhão. A receita líquida da incorporadora teve retração de 21%, para R$ 1,74 bilhão. A margem bruta ajustada foi de 31,7%, em 2015, para 30,6%.

    olho vivo moçada…

    Curtido por 4 pessoas

      • Bem não anda nenhuma alias já faz 3 anos que os resultados vem sendo afetados pelos distratos, a tendência para os próximos anos é de vendas fracas e retomada do setor gradativamente.

        Boa parte da futura recuperação já foi precificada pelo mercado.
        Outro fator fator jogando contra é crescente taxa de desemprego + alto endividamento da população + Alto nível de estoques em posse de bancos e incorporadoras.

        Resumindo: Nem de longe vai atingir números expressivos como na época de vaca gordas anteriores pelos próximos 5 anos.

        Não avisto uma grande retomada no setor pelo menos até 2022 é o que indica alguns estudos feitos por especialista do setor.

        Curtido por 2 pessoas

      • Faltou um pitaco sobre a Brasil Brokers que é uma especie de holding de imobiliarias… Ela é listada pela bovespa junto as empresas mencionadas mas diferente das outras ela é considerada ” um grupo de intermediação e consultoria imobiliária ” … Ou seja minha pergunta é, ela nao deveria ser o melhor termômetro pra nós investidores de FII?

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      • American broker no caso de incorporação você tem acesso aos estoques e VSO = velocidade de vendas, land bank etc

        Apesar destes indicadores serem passiveis de manipulação por parte de contadores , em suma você pode fazer cruzamento de indicadores para tomar decisões bem fundamentadas de investimento.

        Por exemplo: lá atrás 2010 ou 2011 quem estudou mercado imobiliario tive-se conhecimento dos super estoques e das pedaladas do governo, com toda certeza evitaria comprar imóveis na planta ou investir em qualquer segmento imobiliario perto do topo da bolha.

        Questão sobre intermediação imobiliária é um termômetro muito pouco usado pelo simples fato que não trata de estoques, renda média etc fenômeno diretamente ligado ao desequilíbrio entre oferta e demanda no mercado local.

        Todo entendimento se da quando você cruza informações das empresas de incorporação com mercado de FII para observa na prática retomada de vendas e diminuição de estoques, fenômeno ao qual costuma ditar quando mercado estará em vias de se recuperar.

        Como nível de estoques alto + renda da população media é baixa + acesso ao crédito caro , consequentemente teremos uma estagnação adiante .

        Eu mesmo usei de varias informações para entrar na baixa, atualmente estou carregando as posições esperando inversão se acontecer nos próximos anos.

        Estratégia conhecida como operar ciclo !

        Setor cíclico sempre será algo complexo, pois precisa operar em cima do ciclo para não levar prejuizo homéricos.

        O casos de embustes vem se aglomerando ao longo do tempo no mercado imobiliario ” Vide balanços das incorporadoras desde 2012″.

        E o que isso tem haver com FII?
        Quem vende os prédios para os FII?
        Quem lança empreendimento para concorrer com os FII?
        Quem usa captação de dinheiro via recebíveis imobiliários para capitalizar o mercado imobiliario?

        Então é fundamental ter ao menos conhecimento deste setor para entender em que ponto se encontrar quem movimenta o mercado de real Estate tupiniquim, quais projetos e qual a situação das empresas.

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  4. E vem aí…..aumento de impostos.

    Ao anunciar nesta quarta-feira (22) a previsão de déficit de R$ 58,2 bilhões para o Orçamento de 2017, o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, admitiu, em coletiva de imprensa, que o governo federal poderá aumentar impostos para compensar o rombo nas contas e a revisão para baixo (de 1% para 0,5%) do crescimento da economia no ano.

    “É uma grande possibilidade”, disse Meirelles, ao ser questionado sobre o aumento de tributos.

    O corte servirá para cumprir a meta fiscal de déficit primário de R$ 139 bilhões estabelecida na Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) para este ano. De acordo com o ministro, caso não haja aumento de tributos, o contingenciamento final ficará entre R$ 42 bilhões e R$ 44 bilhões. Impostos e contribuições mais altos, explicou, ajudarão a reduzir ainda mais o corte de despesas não obrigatórias, como investimentos (obras públicas e compra de equipamentos).

    Os números foram fechados nesta numa reunião entre Meirelles, o ministro do Planejamento, Dyogo Oliveira, e o presidente Michel Temer. Ontem (21), Meirelles tinha informado que o governo estava fechando as estimativas de quanto arrecadará com o resultado dos leilões de petróleo e gás e com o programa de regularização de ativos no exterior, também conhecido como repatriação, para definir o volume do contingenciamento e do aumento de tributos.

    Originalmente, o Orçamento-Geral da União estimava que o Produto Interno Bruto (PIB, soma dos bens e serviços produzidos) cresceria 1,6% em 2017. Por causa do desempenho da economia abaixo do previsto, no entanto, o governo reduziu a projeção para 0,5%.

    Em nota, o Planejamento explicou que a revisão para baixo do PIB e a reavaliação das projeções de arrecadação com certas concessões e vendas de ativos foram responsáveis por reduzir a estimativa de receitas em R$ 54,8 bilhões. Além disso, o governo teve de rever para cima, em R$ 3,4 bilhões, as projeções de gastos obrigatórios por causa de reestimativas de gastos com os benefícios da Lei Orgânica de Assistência Social, créditos extraordinários, fundos de desenvolvimento, subsídios, transferências e multas da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel).

    A soma dos dois valores – redução de receitas e aumento de despesas obrigatórias – fez o governo cortar R$ 58,2 bilhões dos gastos discricionários (não obrigatórios). A distribuição do corte por ministérios será anunciada em uma semana.

    A expansão da economia menor que o previsto afeta a arrecadação federal, reduzindo a receita do governo em relação ao valor originalmente estimado no Orçamento. A equipe econômica aumentou tributos e contingenciou verbas para compensar o desempenho da arrecadação e permitir o cumprimento da meta de déficit primário – resultado negativo nas contas do governo desconsiderando o pagamento dos juros da dívida pública – estipulada na LDO.

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      • Reforma da Previdência, o governo já cedeu em um ponto muito sensível, retirou os funcionários públicos dos estados e municípios, terá ainda mais pressão de outras classes.
        Vai ser aprovada uma proposta totalmente desfigurada da original, consequentemente o impacto das alterações está mínimo, afetando somente as classes que não tem força suficiente para pressionar o governo.
        Essa reforma tinha que englobar todos, inclusive os políticos…

        Curtido por 2 pessoas

      • Acho que o problema não é tanto reformar a Previdência, mas sim COMO reformar a Previdência. Não sou um especialista no assunto, mas “leigamente” falando, acho que tem projetos muuuito melhores. Por exemplo, abaixo. O texto é um pouco longo, mas acho que vale a pena ler:

        Inspirada em estudos da Fipe, proposta cria novos formatos de benefícios e só seria válida para brasileiros nascidos a partir do ano 2000

        Foi protocolada nesta sexta-feira (10) a emenda aditiva assinada pelos deputados federais Jerônimo Goergen (PP-RS) e Daniel Coelho (PSDB-PE). A proposta alternativa recebeu o apoio de 217 parlamentares, 46 a mais do que as 171 assinaturas necessárias. A emenda foi inspirada em estudos conduzidos pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) e recebeu o apoio do Movimento Brasil Livre (MBL). O texto da emenda cria novos formatos de benefícios e ganhos para os contribuintes, permitindo ainda a criação de um plano de aposentadoria complementar.

        Idealizador do novo formato previdenciário, o professor da Faculdade de Economia da Universidade de São Paulo (USP), Hélio Zylberstajn, explica que a proposta apresentada pelo Palácio do Planalto representa um ajuste para trás, ou seja, para os trabalhadores que estão a caminho da aposentadoria. E não resolve o problema do déficit, apenas contém o rombo. O economista destaca que, para resolver o problema, seria preciso criar uma nova aposentadoria. As mudanças não impactam as pessoas que já ingressaram no sistema de contribuição, muito menos os aposentados. Apenas os nascidos a partir do ano 2000 passariam a integrar o novo formato. “Quem nasceu a partir desta data vai ser coberto por uma aposentadoria mais saudável, simples, igual para todo mundo, sem privilégios e sustentável”, explica Zylberstajn.

        A proposta, que vem sendo chamada de Previdência Livre, se sustenta em quatro pilares fundamentais. O primeiro deles atende pelo nome de Renda Básica do Idoso (RBI), mecanismo criado para remunerar os idosos com mais de 65 anos com um auxílio correspondente a R$ 500, não vinculado ao salário mínimo. O valor seria pago automaticamente, independente da contribuição ao longo da vida, como forma de complementação de renda. “É um valor que já dá para comprar remédio, ajudar na feira. É um valor pequeno o suficiente para incentivar as pessoas a contribuírem no segundo pilar da proposta”, esclarece o professor da USP.

        O segundo pilar da proposta já seria contributivo, nos moldes do que existe hoje por meio do INSS. Batizado de Benefício Contributivo por Repartição, o BCR teria regras iguais para todos, sendo financiado por contribuições menores do que as atuais, com alíquotas variando entre 10% e 12%. Os trabalhadores receberiam proporcionalmente ao tempo de contribuição, sendo 40 anos o equivalente a 100% de retorno, com teto fixado em R$ 2 mil. “Seria um teto menor. No entanto, esse valor cobre 80% dos trabalhadores brasileiros. Então, o INSS com o benefício de valor máximo menor, mais a Renda Básica do Idoso, dá uma reposição de renda muito boa para as pessoas da base da pirâmide”, detalha.

        O projeto propõe um terceiro pilar, que é a fusão do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) com o Seguro Desemprego. Neste item, essas contribuições seriam unificadas e destinadas a uma espécie de poupança, que garantiria o Seguro Desemprego e a aposentadoria do contribuinte. O FGTS passaria a ter, além da contribuição de uma alíquota de 8%, uma contribuição adicional através do PIS, que não mais incidiria sobre o faturamento e sim sobre a folha de pagamentos. “Esse mecanismo faria crescer mais rapidamente o FGTS de cada um, a conta seria remunerada a taxas de mercado, que hoje é sub-remunerada. E essa conta seria vinculada ao CPF, portanto portátil, a pessoa muda de emprego e leva a conta junto.

        A conta criada a partir da fusão do FGTS com o Seguro Desemprego passaria a ter dupla finalidade: ajudar o trabalhador no momento da falta de ocupação e compor uma reserva para a aposentadoria futura. O contribuinte só poderia mexer nesse dinheiro em duas oportunidades: quando estiver desempregado ou quando se aposentar. Estes recursos funcionariam como uma renda extra para a aposentadoria do trabalhador. “Cada pessoa teria que acumular um valor suficiente para o seu seguro-desemprego. Depois que acumulou esse valor na conta vinculada da Caixa Econômica Federal (CEF), ele pode sair no mercado e comprar um plano de aposentadoria privado, capitalizado”, acrescenta o economista.

        Este seria o quarto e último pilar, estruturado por meio do Benefício Contributivo Voluntário por Capitalização (BCVC). Através deste instrumento, seria criado um plano de aposentadoria complementar, nos moldes do que já existe hoje, mas com novas possibilidades. O novo FGTS, criado a partir da fusão com o Seguro Desemprego, reforçaria, assim, a poupança de longo prazo para a aposentadoria.

        Zylberstajn esclarece que o atual modelo estimula os brasileiros a sacar o FGTS e usar o Seguro Desemprego. Com esse novo desenho, o economista acredita que vai acontecer o contrário. “As pessoas não vão querer usar, porque se usarem, estarão sacando contra a sua aposentadoria. Isso vai garantir uma aposentadoria decente, privatizada, transparente, todo mundo vai saber o que está acontecendo com a sua conta. Ele vai poder mudar de plano se não estiver satisfeito com os juros oferecidos. Seria uma decisão individual. E o país ganharia o mercado de poupança de longo prazo, que é o que falta para a gente começar a crescer de verdade”, argumenta.

        Na avalição do deputado Jerônimo Goergen (PP-RS), a proposta original do governo federal não resolve os gargalos previdenciários, uma vez que joga para todos os brasileiros a conta do rombo no orçamento. “A proposta do governo precisa ser complementada e melhorada. Estamos fazendo um trabalho dedicado, com o apoio técnico da USP e da Fipe. Nós não queremos ser simplesmente a favor ou contra, sem fazermos o debate. Estamos com uma proposta”, argumentou. O parlamentar concorda que mudanças precisam ser feitas, já que o atual sistema penaliza os mais jovens e pobres, privilegiando uma reduzida parcela da população.

        Na próxima semana, os deputados Jerônimo Goergen (PP-RS) e Daniel Coelho (PSDB-PE) vão se reunir com o relator PEC da Previdência, deputado Arthur Maia (PPS-BA). O economista Hélio Zylberstajn também estará em Brasília participando de audiência pública na Câmara dos Deputados. Eles estarão à disposição da imprensa para detalhar a proposta.

        Entenda o projeto

        – Renda Básica do Idoso (RBI)

        Todos os idosos com mais de 65 anos passam a ter direito a um auxílio de R$ 500, independente da contribuição, como forma de complementação da renda;

        – Benefício Contributivo por Repartição (BCR)

        Semelhante ao atual sistema, mas com regras iguais para todos, o BCR seria financiado por contribuições menores do que as atuais, com alíquotas variando entre 10% e 12%. Os trabalhadores receberiam proporcionalmente ao tempo de contribuição, sendo 40 anos o equivalente a 100% de retorno, com teto fixado em R$ 2 mil. Somado à RBI, estaria se garantindo algo em torno de 100% de reposição da renda de aproximadamente 80% dos participantes;

        – Fusão do FGTS com o Seguro Desemprego

        Neste item, essas contribuições seriam unificadas e destinadas a uma espécie de poupança, que garantiria o Seguro Desemprego e a aposentadoria do contribuinte, que teria a liberdade de escolha do fundo em que o dinheiro seria aplicado. Com isso, os brasileiros teriam maior poder de escolha, podendo rejeitar os ganhos irrisórios que o atual sistema permite, no qual 8% do salário mensal de todo o trabalhador é retido por meio do FGTS, que segue para um fundo com rendimento inferior à inflação.

        – Benefício Contributivo Voluntário por Capitalização (BCVC)

        Através deste instrumento, seria criado um plano de aposentadoria complementar, nos moldes do que já existe hoje, mas com novas possibilidades. O novo FGTS, criado a partir da fusão com o Seguro Desemprego, reforçaria, assim, a poupança de longo prazo para a aposentadoria.

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      • Fábio;

        Eu li essa proposta da Fipe e também a considero excelente, além de justa com os direitos adquiridos alheios (aposentados) e com os que possuem expectativa de direito (já ingressos no atual sistema).
        O ideal seria a aprovação de ambas as propostas: a destinada ao atual e esta implementando o novo sistema previdenciário.
        Faria um bem danado às contas públicas do país no LP.
        Só precisamos combinar com os nossos “piratas de plantão” (leia-se políticos).
        Sds.

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      • Verdade, mbp77. A proposta é mesmo muito boa. Mas acho que as chances de aprovação são mínimas. Sobretudo porque parece que a “mídia” não comprou a ideia para pressionar nossos ilustres parlamentares.

        Curtido por 1 pessoa

    • Heheheje quão racional nosso Meireles

      A economia acabou de sair dá UTI e o médico já está receitando corrida de 8km pra recuperar.
      Muito esperto! 2018/19 mais queda no PIB! Podem anotar

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      • Isso se chama desespero, nosso governo tenta fazer um ajuste ortodoxo mas em contra partida de uma recessão é chutar cachorro morto.

        Existe 3 tipos de coisa para fazer em uma recessão

        A primeira e mais correta: Nada! espera o mercado se ajustar sem estímulos artificiais e outras merda keynesianas

        Segunda saída: Ortodoxa ajusta imposto e corta gastos, quase nunca da certo tamanha impopularidade destas ações para povão sindicalizado, sem contar que aumentar imposto e cortar gastos na crise gera mi mi mi por parte dos beneficiários Empresa, sindicados ou classes especificas etc que são adulados pelo governo em uma simbiose de falso capitalismo ou capitalismo de estado.

        Se a carga tributaria for alta o efeito desejado tende ser ao contrario!
        Cortar gastos com funcionalismos e subsídios gera mi mi mi por parte dos beneficiários etc Resumindo este tipo de política só funciona quando carga tributaria é baixa e povo tende ser menos dependente do governo e de seus políticas de distribuição de renda.

        Claro que tem de fazer reforma da previdência , trabalhista etc etc porem conseguir é outros 500, pois como dito acima este tipo de reformar é impopular mexendo com a turma do almoço grátis !

        Teceira vira preferida pelos populistas.

        Heterodoxia: Joga dinheiro para cima via emissão de dívida , faz rolagem da dívida para explodir daqui uns anos, enfia cabeça na terra e agi como se não houve-se amanha.
        Gera fuga de capital, aumento de preço, baixo investimento etc tudo que já vimos acontecer em época passadas e o pior de tudo que exatamente este tipo de política que nos fez entrar na crise que estamos.

        O sistema aqui funciona como overdose aonde para manter paciente vivo tem de injetar mais estímulos ou doses artificiais até que se chega um ponto que nosso paciente entrar em estado de overdose e falece.
        Aumenta-se gradativamente a dose da droga! até que se chega a um ponto sem volta, aonde tais políticas tendem a deixar de fazer efeito. Em menor grau é o que esta acontecendo na Europa e EUA ” Juros zero” dinheiro grátis de Q3 e crescimentos pífio ou nulo.

        O dinheiro grátis voa para economia emergentes para fazer arbitragem de juros etc. Todo mundo no mercado de capitais sabe que isso no longo prazo da merda e portando os investimentos são feitos visando especulação.

        A especulação é feita tanto no mercado imobiliario como no mercado acionário ou de bonds pega-se a curva de estímulos artificiais e carrega até paciente começar apresentar sintomas de estagnação adiante venda tudo próximo ao topo do movimento, consequentemente todo processo recomeça com dose maiores de estímulos por parte do governo.

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      • Fabio Castro, se esta nova forma de previdência, para quem nasceu depois de 2.000 for aprovada, nós, que nascemos antes de 2000, estaremos FODIDOS! Explico: o regime previdenciário brasileiro é de repartição simples, ou seja, quem está trabalhando hoje contribui para pagar as aposentadorias dos que estão aposentados e não a sua própria aposentadoria. Aprovado este regime, o atual regime para de ter novos trabalhadores para custeá-lo, ao passo que o número de aposentados só crescerá. Resultado: falência do nosso sistema. Vamos contribuir a vida toda para não receber nada, ou muito perto de nada. Novas e constantes reformas virão para que isto ocorra. E estas reformas serão apoiadas pelos que nasceram depois de 2000. É o fim! Por essas e por outras é que eu já alimento mensalmente uma aposentadoria privada há mais de 20 anos…

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  5. Moçada.. Queria uma opinião.. Eu compro FIIs para segurar, forever.
    Mas pretendo me desfazer de uma parte da minha carteira para investir nos USA. Pensando apenas no valor da cota (no momento é exclusivamente isso que preciso saber), quais fundos que vcs acham que tem maior probabilidade de queda de valor da cota nos próximos 9 meses? Se cada um puder mencionar uns 2-3 que acredita maiores chances, poxa, me ajuda muito!

    Tenho AEFI, AGCX, BBRC, BRCR, CBOP, EDFO, FIIB, FIIP, FCFL, HGLG, HGRE, PQDQ, NSLU, SHPH.

    Muito obrigado, de verdade!

    Postei aqui e não no carteiras, pq a dúvida não é muito sobre construção de carteira, e atinge quase o mercado todo.. Obrigado!

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    • Vou falar da renda, pois valor de cota subir ou descer nem os anjos sabem, só Deus. Não tenho, nem acompanho EDFO e COP, destes não posso lhe dizer nada, mas os outros tenho todos e reduzi muito BRCR ( queda da renda em julho/agosto , mesno que eles conseguissem alugar toda a torre Almirante até lá, ainda sim cairia a renda, além disso tem qualidade BeTêGê) , AGCX ( um terço do FII é renda fixa ) e AEFI por não ter renda real, só a caridade da KROT3, então pode ou não pode cair, mas há um risco alto. Eu tinha uma boa posição neles, mas vendi praticamente tudo.

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    • Hemmer;

      Não sei qual vai ser sua opção de investimento nos EUA, mas eu acho interessante ler uma postagem minha sobre o mercado estadunidense lá no Invest:

      https://tetznerinvest.wordpress.com/noticias/comment-page-44/#comment-12969

      Prosseguindo, além dos citados pelo colega Assalariado, eu chamo a atenção para possíveis* quedas no preço das cotas de FIIP e NSLU.
      O primeiro tem contrato de locação com a C&A vencendo agora em julho/17 (estão em “renegociação secreta”) e o contrato com o Magazine Luiza vence em janeiro/18 (no final do prazo que citou, podendo gerar prévia oscilação nos preços).
      O segundo sofre com a incerteza do resultado na ação revisional que o inquilino move contra o fundo. Pode ser que tenhamos algum decisão de 1ª instância dentro deste prazo que você estipulou.
      Não é recomendação de nada. Apenas a minha opinião, friso.
      Sds.

      *Precisamos combinar com os amigos do Sun (os russos), cenário macroeconômico local e internacional e ainda com o espírito reencarnado de Mãe Dinah para termos certeza se isso acontecerá.

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    • Vou dar um pitaco:
      > a renda no USA é menor, a valorização vai depender do cambio.
      > você tem 2 fundos com renda baixa PQDP e SHPH que estão apenas um pouco acima dos REITs então eu venderia estes. O ganho de capital no longo prazo é o “X” do problema.
      > AGCX tem 1/3 em papéis (com renda em queda), como a cotação está mais de 20% acima do valor patrimonial, se houver devolução desses 1/3 as perdas serão inevitáveis.
      Só uma opinião, use-a para aumentar sua percepção de risco.
      Abs.

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    • Cabrones. Vc acha que o IFIX está no fundo? Vc acha que o dólar está no topo? Fale mais sobre isso, rsss.

      Caros colegas, muito obrigado. Alguns dos tópicos que vcs mencionaram aqui eu desconhecia. Vou continuar estudando.

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      • Acho que o HGRE segura a renda, além de ter caixa, pode fazer emissão. O HGLG não tem caixa e o operacional está lá em baixo, mas poderia segurar renda com uma emissão gordinha.

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      • Se for pra bem longo prazo pode ser uma boa decisão diversificar em REITs. Sou doido pra que a blackrock traga um etf de REITS aqui pro Brasil, igual fez com S&P 500. Aí gestor de FII ia ter que rebolar pra ser competitivo.

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  6. Esse Bino é o Cara!

    América Mico 700 teve emissão suspensa, Vitória do Blog!!

    É moçada, vocês não vão mais fazer o cotista de Otário!

    Quer vender?

    Pensa em algo Bom, Bonito e Barato que a gente ajuda 🙂

    Captação com RMG surreal, contrato Fraco, Imóvel Ruim, Inquilino mais pra entregar do que para ficar… passa o Mico da Juba Dourada para outro!

    Anote ai o nome do Responsável: Brasil Plural o mesmo do SPTW, o mesmo que atolou o BPFF com o SPTW e agora SPAF (+ RMG surreal)

    Fiquem espertos com a próxima, porque quem tenta passar um, tenta passar mais!!!

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  7. Oba! 😀

    Carrefour planeja incluir imóveis e banco em IPO, dizem fontes

    (Bloomberg) — O Carrefour, maior varejista da França, planeja vender ações da holding que controla todos os negócios do grupo no Brasil e não apenas a unidade de supermercados, como especulado anteriormente, segundo duas pessoas com conhecimento direto do assunto.

    será que não empolgam e fazem um FII??

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    • (Bloomberg) — O Carrefour, maior varejista da França, planeja vender ações da holding que controla todos os negócios do grupo no Brasil e não apenas a unidade de supermercados, como especulado anteriormente, segundo duas pessoas com conhecimento direto do assunto.

      O grupo planeja realizar uma oferta pública inicial de ações da unidade que também controla os hipermercados, supermercados e pequenas lojas de bairro, assim como o Atacadão, além de uma unidade imobiliária e um banco, disseram as pessoas que pediram para não ser identificadas porque as discussões são privadas.

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    • O Carrefour preferiu não comentar. A empresa vem considerando um IPO no Brasil há mais de três anos e as condições estão se tornando mais favoráveis, disse o diretor financeiro Pierre-Jean Sivignon a repórteres em 9 de março. “Esta operação será feita se as condições permitirem”, disse ele.

      O Atacadão representa mais de metade da receita do grupo no Brasil, enquanto sua unidade imobiliária detém mais de 70% dos prédios que alojam as mais de 500 lojas brasileiras do Carrefour e alguns shoppings, disse uma das pessoas. O banco, chamado Carrefour Soluções Financeiras, ou Banco CSF, tinha um patrimônio total de R$ 1,93 bilhões e um total de ativos de R$ 6,46 bilhões em dezembro, de acordo com o balanço patrimonial. O Itaú Unibanco, maior banco brasileiro em valor de mercado, detém 49% de participação na instituição financeira.

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  8. Além de cortar a Selic, BC promove redução da taxa real da economia, diz Ilan

    O presidente do BC voltou a afirmar que o câmbio flutuante é a primeira linha de defesa contra choques externos

    Prévia da inflação oficial é a menor para março desde 2009
    Considerando os resultados mensais, foi a menor taxa desde agosto de 2014.

    Preços ao Consumidor Amplo (IPCA-15) perdeu força de fevereiro para março, passando de 0,54% para 0,15%, segundo divulgou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta quarta-feira (22). Essa foi a menor taxa para um mês de março desde 2009 (0,11%).

    então, parado o país está, agora precisa de estrutura para crescer ou vamos repetir os vôos de galinha de sempre…

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      • Pode ser Tetzner. Veja essa.

        O Senado, Eunício Oliveira (PMDB-CE), anunciou a abertura de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar a situação financeira da Previdência Social. O pedido de abertura da CPI, de autoria do senador Paulo Paim (PT-RS), reuniu quase 60 assinaturas de apoio, entre elas a de Romero Jucá. Segundo Paim, o objetivo da CPI é investigar os grandes devedores da Previdência para apurar possíveis fraudes e desvios, além debater a questão do déficit no setor. “A CPI vai esclarecer se precisa ou não de reforma” , declarou o petista.

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      • Caminhamos para virar um Japão subdesenvolvido do século XXi, estagnamos e não conseguimos tomar as medidas necessárias pra sair dessa estagnação. Teremos 54 milhoes de idosos em 2060, se isso fosse hoje e cada um ganhasse 1 salário minimo por mes, seria preciso 702 BILHOES de reais todos os anos, equivalente a 11% do pib de 2016. Se a aposentadoria media fosse 2mil por mes, precisariamos de 1,4 TRILHAO de reais. A reforma mais urgente da previdencia seria trocar esse regime misto atual por um de capitalizacao, unica maneira conhecida de uma previdencia ser sustentavel, mas politicos e grande parte da populacao ainda parecem esperar alguma solucao milagrosa q caia do ceu. No meio de tudo isso fica a classe media que no fim das contas paga todas as contas do brasil (paga 2 saudes, 2 segurancas,etc).

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      • Único fato bom que alguém de classe media pode extrair do mundo financeiro atual, como brasileiro, é que a diversificação de patrimônio entre vários países, antes restrita a milionários, agora está ao alcance de um click: nao dependemos mais so dos investimentos made in Brasil.

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  9. Venda de imóvel é última etapa de falência do Mappin
    Parte do edifício onde funcionava uma das unidades mais famosas da rede,na Avenida Juscelino Kubitschek, em São Paulo, foi colocado a leilão

    Está se encaminhando para o fim, depois de quase duas décadas de tramitação, o processo de falência da loja de departamentos Mappin – a maior do país nos anos 90. Parte do edifício onde funcionava uma das unidades mais famosas da rede, na Avenida Juscelino Kubitschek, em São Paulo, foi colocada a leilão. O imóvel é o último bem disponível e também um dos mais valiosos.

    Lembram??
    “Chegou a hora, Mappin! Venham Correndo, Mappin!! É a liquidação!!!”

    WestPlaza que o diga kkk

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  10. A crise sob o olhar de quem aposta no país há 68 anos
    Randon: “Se tivesse uma fábrica de sapatos pegava as máquinas e ia embora”

    É difícil pedir a quem trabalha há 68 anos como empresário no Brasil uma comparação entre crises passadas e o atual momento econômico. Aos 87 anos de idade e no batente desde os 14, Raul Randon, sócio-fundador da Randon, já perdeu a conta dos momentos difíceis que o desafiaram. Foi em meio a cenários muitas vezes adversos que ele ergueu uma das maiores empresas da indústria do transporte do país.

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    • Muita empresa migrando para o Paraguai, o número é assustador. Depois é só continuar fornecendo aqui também ao mercado brasileiro via Mercosul, contrabando, e compras nas fronteiras. Pra que ficar aqui e ser sugado por esses corruptos. Agropecuária no Paraguai então, 60% brasileiros, lá estes problemas que vivemos hoje aqui, inexistente, carne Paraguaia, boi a pasto, uma das melhores carnes do mundo, tenho amigos com fazendas lá, não passa pela cabeça deles trabalhar mais no Brasil.

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      • Dei uma pesquisada… algumas confecções… autopecas… empresas com algo entre 100 e 400 funcionários
        Mas bem longe de ser expressivo…
        Até porque Paraguai também não é exemplo de mercado regulado, competitivo e confiável

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      • Arlen, laticínios, fábricas de cigarros, pneus e peças em geral, torna se expressivo quando não podíamos ter perdido nenhuma, outra coisa isso é só o começo, vem aumentando a migração ano a ano, e o mais importante é que em des anos o Paraguai se tornou outro país, desenvolveu se muito, tornou-se muito competitivo em apenas des anos, enquanto q o Brasil segue no caminho oposto, temos um concorrente q antes fazíamos pouco caso deles, agora tudo mudou, Atenção pelo tempo, 10 anos, imagine eles com mais des anos, e agora com empresários de outros países ajudando em ideias boas , segura o Paraguai q eu quero ver,

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      • Mercado regulado, competitivo e confiável.
        É uma afirmação cheia de contradições.

        Quanto mais regulação menos competitividade.
        Quanto mais regulação, por incrível que pareça, menos confiança.

        Mais regulação, significa que é mais oportunidade do agente de Estado ter uma boquinha e do politico escolher os vencedores amigos. Apenas isso. Não é um selo SIF na carne que vai fazer a carne não ser podre.

        Competitividade e confiança está associada a respeito aos contratos, um código legal que respeite a propriedade privada e os contratos voluntários, além é claro, de um judiciário que NÃO interprete leis de acordo com a vontade ideológica do juiz.
        Passa década, entre década. E o Brasileiro não aprende isso. Acha que o Estado onipresente e angélico vai resolver tudo.

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      • tofaus123,

        não é voadora.

        É uma forma de pressionar na cabeça de quem tá lendo que esse papinho de que o governo vai fazer isso e aquilo é o que botou agente no buraco que agente está.

        E tem que se enfatizado quando der porque praticamente toda mídia não faz mais jornalismo: faz militância politica. Por mais Estado, mais verba e mais poder para a burocracia. E isso enfiou agente no buraco que estamos.

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