Fórum de Fundos Imobiliários

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4.178 comentários sobre “Fórum de Fundos Imobiliários

  1. Juro baixo aquece mercado de gestão de recursos no país

    Só neste ano, 53 novas gestoras ingressaram no ranking da Anbima
    Desde o fim de 2016, foram criados 3,4 mil novos fundos de investimentos

    Desde que o Banco Central (BC) começou a reduzir a taxa Selic, no fim de 2016, 3,4 mil novos fundos de investimentos foram criados no Brasil.

    Mais da metade disso (1,78 mil) foi de multimercados, classe que registrou captação líquida superior a R$ 180 bilhões de lá pra cá, segundo dados da Anbima, entidade que representa o mercado de capitais e de investimentos.

    Esses números dão uma ideia do quão movimentado tem sido o mercado de gestão de recursos, com a chegada de novas casas independentes, formadas por nomes normalmente vindos da estrutura de grandes bancos.

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    • IPCA-15 DE OUTUBRO DEVE ATINGIR MENOR TAXA PARA MÊS DA SÉRIE HISTÓRICA

      São Paulo, 22/10/2019 – O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo – 15 (IPCA-15) de outubro deve ser o mínimo histórico para o mês da série iniciada em 2000, mostra a pesquisa do Projeções Broadcast, o que, se confirmado, pode reforçar apostas de queda mais agressiva da Selic.

      Todas as estimativas para o IPCA-15 de outubro estão aquém da menor taxa que o indicador já atingiu em outubro, de 0,18%, em 2009 e em 2000. O intervalo vai de queda de 0,03% a alta de 0,12%, com mediana positiva de 0,03%, que é 83% inferior à taxa mais baixa da história.

      Em setembro, a alta foi de 0,09%.

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    • Gafisa vende por R$ 100 milhões fatia de 21,2% na Alphaville para fundo Pátria

      Transação avalia empresa de loteamentos foi avaliada por R$ 471,7 milhões

      A construtora e incorporadora Gafisa divulgou nesta tarde de segunda-feira a venda de sua fatia de 21,2% na Alphaville Urbanismo para a gestora de private equity Pátria por R$ 100 milhões. Agora, o Pátria passa a ser o único dono de Alphaville.

      A transação indica que a empresa de loteamentos foi avaliada por R$ 471,7 milhões. Mas, como o Pátria tem subscritas R$ 1,6 bilhão de debêntures da Alphaville conversíveis em ações, o “valuation” (avaliação de preço) da empresa de urbanismo supera R$ 2 bilhões.

      Os recursos a serem recebidos em dinheiro irão para o caixa da companhia, mas a Gafisa não informa a destinação. A expectativa da incorporadora é que a operação seja concluída até o primeiro trimestre de 2020, após o processo de due dilligence (auditoria de dados). A maior parte do pagamento será feita em terrenos.

      Segundo o fato relevante divulgado à Comissão de Valores Mobiliários (CVM), o fechamento da transação depende de algumas condições, como reorganização societária de determinados ativos de Alphaville, obtenção de anuências de terceiros e aprovações societárias.

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    • Mercado corta projeção da Selic deste ano para 4,5%

      Na semana passada, a projeção do Relatório Focus era de 4,75%

      O mercado cortou a projeção para a taxa básica de juros, a Selic, para 4,5% neste ano. A estimativa foi dada no Relatório Focus, que é divulgado toda segunda-feira e reúne a expectativa dos economistas para os principais indicadores econômicos. Na semana passada, a projeção para a Selic em 2019 era de 4,75%.

      Já a estimativa para 2020 foi mantida em 4,75%.

      Ao longo das últimas semanas, alguns economistas já apostaram em uma Selic a 4%. Esse cenário, porém, poderia transformar o rendimento de alguns investimentos de renda fixa em perdas.

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      • bSe a Selic for a 4% neste ano, o retorno da renda fixa pode virar perda. Prepare-se

        A taxa Selic, hoje em 5,5% ao ano, está no menor patamar da história. O mercado, no entanto, aposta que ela vai continuar caindo e pode chegar até 4% ainda este ano. E se isso acontecer, alguns títulos de renda fixa podem ter uma rentabilidade real (descontada a inflação) negativa no ano.

        Caso a Selic chegue a 4% neste ano (como já estão estimando alguns economistas e instituições, como o Itaú Asset Management) e a inflação seja de 3,28% ao ano – projeção do mercado, segundo o relatório Focus para o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) -, o juro real será de 0,70%, segundo cálculos do Valor Data.

        Nesse cenário, descontadas as taxas como a custódia, o Imposto de Renda e a inflação do período, um título do Tesouro Selic te ofereceria perdas de 0,21% ao ano. Já a poupança, descontando a inflação apenas, já que não há incidência de taxas e ela é isenta de imposto de renda, traria uma perda real de 0,46% e o CDI (índice que acompanha de perto a taxa básica de juros e serve como indexador de muitos investimentos), também descontando a inflação, perdas de 0,06%. [fonte: Valor]

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      • Prêmio Walter do Mercado 2019 – IFIX : 4ª semana outubro/19 (dia 25 –246ª Edição)
        Última chamada, votação encerra hoje às 17:00, não perca tempo vote djá.
        Campeão da semana: Tetzner
        Mapeamento de Tendência agosto/19.
        No walter-do-mercado

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    • Juro mais baixo veio para ficar, afirma Ilan

      Para ex-BC, desafio é como sair da armadilha da renda média

      O Brasil finalmente convergiu para um patamar de inflação e juros mais baixos, afirma o ex-presidente do Banco Central, Ilan Goldfajn, na sua primeira entrevista desde que deixou o cargo. “Os juros menores vieram para ficar”, sentencia o hoje presidente do conselho do banco Credit Suisse no Brasil.

      Para domar as expectativas inflacionárias, Ilan segurou em 2016 a pressão de empresários, economistas e do próprio governo para cortar juros. Agora ele diz que, da mesma forma que seus antecessores no comando do BC superaram mazelas como crises do balanço de pagamentos e hiperinflação, desta vez o país deixa para trás o anômalo título de maior juro do mundo.

      Agora, nós precisamos gerar as condições para a volta do crescimento. Não depende só dos juros”

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      • “Juro mais baixo veio para ficar, afirma Ilan”

        Esse fato por si só é capaz de explicar toda essa alta eufórica que temos visto nos fundos imobiliários ou existe algo mais por trás ? As vezes penso se não há um grupo inflando as cotações para depois derrubar o mercado, liguei o desconfiômetro faz tempo. De qualquer modo se tivéssemos um índice que medisse o risco dos FIIs esse já estaria bem alto.

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    • Odebrecht caça comprador para projeto imobiliário
      Coluna do Broadcast – 20 de outubro de 2019 | 04h00
      Por Circe Bonatelli

      A construtora residencial OR (antiga Odebrecht Realizações Imobiliárias) está procurando compradores para o projeto de um mega empreendimento imobiliário no terreno do Carrefour na Marginal Pinheiros, zona sul de São Paulo. O projeto está aprovado desde 2017, mas não saiu do papel devido às dificuldades financeiras da OR e à crise que abateu o mercado. Agora, a recuperação do setor atraiu alguns interessados, como Tishman Speyer, HSI, Tegra e BR Properties. A consultoria CBRE está intermediando a transação. A OR espera fechar o negócio ainda este ano. Quem assinar o contrato terá de desembolsar em torno de R$ 850 milhões para realizar as obras. Parte pequena disso vai para o caixa da OR, dona do projeto.

      A construtora anuncia como benefícios o fato de o terreno já ter passado por descontaminação e a contrapartida em obras viárias estarem prontas, o que reduziria os custos em R$ 50 milhões. Já aprovado na prefeitura, o projeto tem três torres – uma corporativa, uma residencial e uma de uso misto – com valor geral de vendas estimado em R$ 1,3 bilhão.

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      • Mas antes de qualquer coisa, o novo dono terá o compromisso de erguer um shopping center para abrigar a nova loja do Carrefour, que não aceita interromper suas vendas no local. Só depois disso, a loja atual poderá ser demolida para a construção dos prédios. Ou seja, quem assumir o projeto precisará ter um fôlego financeiro. Outra dificuldade é o prazo. A obra precisa começar até outubro de 2020, conforme o licenciamento. Essas barreiras fizeram com que interessadas, como Eztec e VBI, abandonassem as negociações.

        A OR informou, sem citar nomes, que as negociações com empresas interessadas “estão firmes”. O Carrefour disse que o contrato com a OR está em vigência e trabalha em parceria com a construtora para viabilizar o projeto. A Tishman confirmou que está em negociação para aquisição do projeto. A BR Properties chamou o caso de boato. Tegra e HSI não se pronunciaram. A CBRE disse que o negócio corre em sigilo e não pode se manifestar.

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  2. Emissões recorrentes nós FIIs, bom ou ruim? Essa é uma questão sem sentido. Primeiro, FIIs são fundos de investimentos, são veículos de investimento que devem buscar entregar valor aos cotistas permitindo o acesso a rentabilidade de mercados que não seria possível acessar individualmente, com diluição de riscos e facilidade de realização da estratégia de investimento dos cotistas. Esta é a missão de qualquer fundo, incluindo os FIIs. Em função dessa missão primordial, os fundos devem operar baseado no princípio do tripé dos investimentos, rentabilidade, segurança e liquidez. Trata-se de um grande desafio. Essa lógica exige que os fundos navegue por diversos cenários econômicos, hora mais favoráveis aos vendedores, hora aos compradores, com boas ou más expectivas em relação aos setores econômicos, além do impacto de questões macro como os juros.
    Não há como defender a mediocridade, no sentido de esperar que a indústria não cresça, que não aproveite a oportunidade de se desenvolver. Do contrário, a missão primordial da gestão de fundos ficaria comprometida para evitar uma consequência de efeito imediato, isto é, queda no curto prazo da renda. É por meio de coisas sem sentido como esta, em função de cotistas e gestores conflitados pela questão da renda, que se explica distorções da indústria de FIIs no passado, como a existência de fundos com RMG e a existência de fundos Mono/Mono. Coisas artificiais que contraria a boa gestão de fundos.
    Olhem para fora do Brasil, vejam os fundos imobiliários que são gigantescos e ainda assim rentáveis quando comparado às demais opções de investimento disponíveis e percebam que não crescer mediante novas emissões não faz sentido.
    Se perguntassem essa questão a uma pessoa experiente e de grande credibilidade ele diria que se deve ponderar muito mais as consequências de segunda e de terceira ordens. Isso porque não raro as consequências de primeira ordem, como queda na renda, tem apelos opostos aos das de segunda ordem, resultando em grandes erros nos processos decisórios. por exemplo as consequências imediatas dos exercícios físicos, sentir dor e perder tempo, em geral são consideradas indesejáveis ao passo que é as de segunda ordem, saúde melhor e aparência mais atraente, que são desejáveis. não raro as consequências imediatas são o preço a pagar pelo que realmente queremos e às vezes são os obstáculos que aparecem no caminho. Por outro lado quem evita as tentações que nos afastam de nossos objetivos e supera as dores no caminho para conquistar aquilo que deseja tem muito mais chance de ser bem-sucedido. Ray Dalio. Roberto Brito.

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    • A questão da ‘diluição’ a meu ver só seria problema nos casos em que afetasse a lucratividade dos cotistas antigos; já na participação do negócio, quem tem 5% e o fundo dobra passa a ter 2,5% quando não adere a emissão, em se mantendo a boa prática nos investimentos terá um retorno igual ou maior que antes.

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    • Growing the Global REIT Market
      No internacional

      Semanais : IMOB, IFIX, HGLG11, HGBS11, KNRI11.
      Destaque do Trix : TRNT11, NVHO11, ALM11, BCRI11 .
      No trix-report

      Prêmio Walter do Mercado 2019 – IFIX : 4ª semana outubro/19 (dia 25 –246ª Edição)
      Já está aberta a votação, não perca tempo vote djá.
      Campeão da semana: Tetzner
      Mapeamento de Tendência agosto/19.
      No walter-do-mercado

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  3. deu a louca no povo com juros baixos.
    FIIS sobem sem parar.
    muitos investidores novos entraram pro mercado ao longo do ano.
    resta saber se é uma mescla de investidores experientes com inexperientes, só inexperientes ou só experientes.
    deve ser uma mescla
    mas se o mercado de FIIS, economia, balançar por algum motivo, o que acontecerá com o nosso mundinho de FIIS?
    Que agora não está sendo mais tão mundinho assim.

    Curtido por 2 pessoas

    • Eu não me preocupo com isso. Os FIIs podem ter uma queda nas cotações (e não dá pra prever quando acontecerá), mas depois vão recuperando (em valores nominais) com a correção inflacionária dos aluguéis. Enquanto isso, os dividendos vão pagando quase o dobro da RF.
      Faz uns 5 anos ou mais que leio aqui no site comentários de gente esperando pela queda….um dia acertam…rs

      Curtido por 6 pessoas

      • felcamendes, FIIS não estão pagando dobro da renda fixa. ao preço das cotas atuais, HGRE por exemplo está pagando 0,42% a.m. quase igual renda fixa
        é sobre isso que quis alertar. quem está comprando neste preço, tem margem de segurança pequena e risco grande comparado à renda fixa.

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      • Mariano, não é difícil montar uma boa carteira que pague uns 8% a.a. Se comparar com uma aplicação 100% SELIC e descontar o IR, dá quase o dobro. Fora isso, a correção do aluguéis consegue dar mais uns 3 ou 4% de valorizaçao da cota.
        No caso do HGRE, ainda não falta terminarem de aplicar o dinheiro captado? Daqui 1 ano, estará rendendo quanto, em relação ao preço de hj?
        Sinceramente, não vejo como aplicar em RF, tendo a opção dos FIIs hj.

        Curtido por 5 pessoas

      • Hoje renda fixa é perda fixa. SELIC em 5,5%a.a. e com tendência de queda! Juros futuros não param de cair.
        Quem estiver achando que esse cenário não condiz com a realidade pode aplicar em títulos públicos na Europa que hoje mesmo pagam juros negativos. rsrs

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      • Sim Hennan, na minha opinião dá pra montar uma carteira boa que pague uns 8%. Uns 2 fundos de shoppings e logísticos que pagam 5-6%, mais uns 3 com contratos atípicos que pagam uns 8% (após o amadurecimento) e mais uma pimentinha que paga uns 10 – 11%.
        Não é preciso dar o nome aos bois, neh? Rs

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    • Pelo crescimento exponencial de investidores em FII, eu diria que a maioria tá na classe “inexperiente” mesmo.
      Mas posso estar redondamente enganado também.
      Ou posso estar enquadrado na classe “inexperiente” kkkk (invisto desde 2013).

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    • Único problema q vejo e rendimentos em quedas a mais de 5 anos em quase todos os fiis, esse único problema e grave. Não vou comparar com renda fixa nem outro investimento, vou comparar com o q ele é, fii, e nunca caiu tanto por tanto tempo

      Curtido por 2 pessoas

      • Caso tivéssemos renda em queda livre, mas preços dos fiis e imóveis mantido, seria ruim mas menos pior, duro é essa tal de perspectivas futuras q o mercado vem adiantando e precificando as coisas contando com ovos no fiofó da galinha sem nem mesmo saber se isso será como se imagina. Veja q prega se uma retomada a mais de 5 anos e só temos números negativos atrás de números negativos, e enxergo uma piora ainda maior q esta por vir. Nosso problema é mais político q outra coisa, pior agora é q antes brigavam uns partidos com os outros, agora estão se flagelando uns aos outros dentro de casa, dentro do mesmo cercado, eu diria dentro do mesmo chiqueiro ou curral, isso é o q eles parecem, um total despreparo como eu previ aqui q seria logo após a eleição, pode se ter ideias boas ou falar aquilo q o povo quer ouvir, mas sabedoria e por em prática não são para qualquer um. Isso é coisa restrita, para poucos, gênios tipo=
        Juscelino Kubitscheck
        Fernando Henrique Cardoso
        Luiz Inácio Lula da Silva
        Guardem esses nomes aí blz

        Curtido por 1 pessoa

    • Fazendo uma conta de padeiro aqui calculo que aproximadamente uns 2/3 dos entrantes são novatos, gente que está saindo da RF geralmente pela primeira vez, muitas vezes sem nem saber ao certo o que é FII, comprando pelo simples fato de estar subindo, vejamos o que vai acontecer na primeira dor de barriga do mercado.

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      • Esse investidor novato vem com um olho no passado e outro no futuro : Olhando para o retrovisor IFIX com variação de mais de 24% nos últimos 12 meses, alguns FIIs próximos de 50%, FLMA11 com 108%, tem olhado mais para isso do que para DY, ao mesmo tempo que a expectativa de baixa nos juros alimenta a esperança de que esse período de alta irá continuar pelo menos até 2021.
        Não tenho dúvida, a hora que a curva de juros inverter a maioria abandona o barco.

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