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19.466 comentários sobre “Fórum

  1. boa noite amigos investidores!
    hoje li alguns comentários de amigos aqui no blog que ficam muito preocupados com algum movimento “estranho” no book.

    dias atrás foi RBRD com uma ordem de venda volumosa. Lembro que teve comentários de gente pensando em sair, se prguntando se havia alguém com informação privilegiada, e que sentia cheiro de coisa ruim por ai.

    recentemente vemos o mesmo movimento logicamente ‘estranho’ em bbpo. “nossa, qu estarnho, véspera de reajuste e cota caindo? deve ter treta ai”, “opa, mais uma ordem de venda grande, sinto cheiro de coisa ruim.”

    Pelo menos nesses dois ativos que possuo em cartira e acompanho o comentario dos amigos investidores, eu até fiquei um pouco procupado sim, mas olhei principalmente para o FUNDAMENTO de cada um. E continuei comprando. O tempo passou e ainda nao soube de nenhum fato relevante ou concretização do receio que alguns amigos tiveram.

    Gostaria de saber da opiniao dos amigos mais experientes, o seguinte
    1- como voces lidam com essas movimentações bruscas
    2- já passaram por situações em que voces perceberam essas movimentações, decidiram não comprar e realmente houve um fato relevante posteriormente?
    3- já teve casos em qu compraram o fii mesmo assim, e levou uma surpresa desagradável ?

    abçs e bons investimentos :}

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    • Sim amigo ahchaves aconteceu comigo com relação ao irmão do Bbpo o bbfi levei uma rodada de quase metade valor investido na época sorte q tinha muito mais cota comprada no início do lançamento do fundo bem lá trás , mas acho q no caso do Bbpo e q como é fundo q todo mundo queria comprar compraram primeiro formando a carteira agora resta algumas compras regulares de baixa demanda em vista de preferência por outros fundos e isso

      Curtido por 1 pessoa

    • fala intercep
      então
      muita gente achando estranho bbpo que antes do reajuste estava a 104 e agora a 101 e não compra hehe

      eu não tenho informação privilegiada, portanto nao vou me basear por esses movimentos

      abçs

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  2. Olá pessoal

    Andam comentando por aí que o governinho da República Sindicalista de Pindorama está pensando em recriar a CPMF. Balões de ensaio andam voando pelos céus de Pindorama. Já estou encerando meu tacape.
    O que vcs pensam sobre isso?

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    • Penso q se não tiver uma manifestação mesmo q seja nas rede social bem acalorada e já meio mal educada por q não aguentamos mais pagar a conta destes ladrões mal organizados teremos sim com certeza estes e muito outros encremento de impostos

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  3. Qual o custo deste ajuste fiscal ? a dívida publica crescendo assustadoramente, já que o superavit das contas publicas ficam longe para pagar os custos elevados da dívida publica… Juros elevados, a inflação continua e matando a iniciativa privada… Parabéns Levy e PT. Será que para derrubar a inflação temos que elevar a relação divida/PIB em 100% ? Não é mais fácil cortar os gastos do PT com o funcionalismo publico ? cargos em comissões, corrupção etc… 39 ministérios… Me aguarde Canadá… vou viver por lá com os rendimentos dos FIIs…

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    • Investidor paulista, o pessoal das antigas já conhece tal relação conflituosa de nossa economia de longa data.
      Anos 80 é um exemplo do que déficit fiscal e baixa produção fazem com a economia.
      Governo algum vai admitir cortes na maquina pública!
      Principalmente com ideologias mais pautas na esquerda como assistencialismo, sem base no aumento da produção.
      Para quem estuda economia: Temos uma teoria bem eficaz que descreve nossa situação atual: Curva de LAFFER.
      Quanto mais o governo aumenta o imposto , mais ele inibi nossa produção suprimindo investimentos das empresas, isto causa recessão prolongada.
      A situação no Brasil é sim preocupante: O Governo gastou mais do que arrecadou durante muitos anos, para piorar usou de congelamento de preços e maquiagem fiscal, devido a isto ele aumentou nosso endividamento exponencialmente.
      Atualmente nosso governo esta com a faca na garganta: Se por um lado nossa carga tributaria é considerada alta imagine aliada a uma baixa produção com inflação alta e persistente.”Estagflação”
      Neste cenário desafiador o governo obtém queda na arrecadação, de tal modo que para fechar as contas públicas o único meio que nosso governo tem nas mãos sempre foi aumentar nossa arrecadação.
      Isso se faz de 2 formas: Aumentado competitividade dos produtos brasileiros ou aumentando impostos.
      Como nossa produção sempre foi deficitária devido ao custo Brasil, aumentar nossa produção só pode ser implantada no longo prazo, nosso governo parte para via mais fácil aumentando arrecadação por meio de tributação, porem como de praxe nosso governo sempre foi amador, demagogo e populista no que tangi a política econômica.
      De acordo com a teoria de LAffer quanto mais o governo aumenta arrecadação por meio de tributos, inibindo a produção, mais ele fomenta nossa recessão, desemprego etc.
      Na outra ponta ele obtém queda na arrecadação!
      O único meio sempre foi diminuir o custo da maquina pública pegando empréstimos baratos de outros países para financiar infra estrutura básica com aumento de produção no longo prazo.
      Como nosso governo só pensa em se reeleger qualquer política de longo prazo é vetada.

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    • Senhor dos FII, vejo aí um outro problema e não da teoria da economia : Educação e falta de preparo do brasileiro. Duvido se algum país civilizado iria permitir tanta coisa errada como o nosso ! o povo protestou e ainda votaram na turma !! Puts… Acho que vai demorar uns 50 anos para arrumar o que este bando está fazendo com o nosso país !

      Pão e circo e nada mais o brasileiro quer. (na sua grande maioria)

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    • Investir Paulista, sobre seu último comentário, o problema é ter que pagar imposto sobre a renda dos FII’s lá no Canadá :-)

      Se eu transferir a renda dos FII’s para o Reino Unido, pago simplesmente 40% de imposto em cima.

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    • complicado, investir paulista
      eu sou funcionário público e vejo o quão engessado é nosso sistema
      muito ralo por onde o dinheiro vai embora
      muitos gastos desnecessários
      muita burocracia
      má gestão de recursos e isso dói de ver

      infelizmente, quem paga a conta somos nós
      portanto, cabe a nos nos defender como dá

      grande abç e bons investimentos

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    • Canadá e muito bom mais aplique em fii lá por q os daqui não vai render o suficiente para viver lá a coisa aqui vai pega muita inadimplência e consequentemente muita vacâncias

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    • Só colaborando para correlação gráfica.
      Não há como contabilizar eventos futuros, como Vacância , retrofit , Inflação galopante ou qualquer outra variável que afete distribuição de rendimentos ou fluxo de caixa da carteira analisada.
      A projeção é auferida com valores fixos!
      Mas como se trata de renda variável, eventos futuros podem alterar a correlação gráfica para baixo ou para cima.
      Seria ideal acompanhamento dos FII nas carteiras, construindo uma planilha para calcular rentabilidade média corrigida pela inflação.
      Histórico de investimento!
      Lembrando que vivemos de 2003 até 2008 BOOM das commodities: Com uma valorização foi acima da média para o mercado imobiliário.
      Todas projeções devem levar um período médio de 20 anos, antes disto não há como ter correlação direta com os investimentos na base.

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    • Boa tarde pessoal!

      No gráfico os aluguéis foram considerados como fixos? Toda a parte variável do investimento foi desconsiderada?

      Obras, vacâncias, revisionais negativas, depreciação do bem real e nossa tradicional e instabilidade na economia foram desconsideradas nesse crecimento REAL, né? ou não entendi a análise por completa?

      Abraços!!!

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    • Ruble, desde que na sua carteira de FII’s se consiga “NA MÉDIA” um DY de 10% a.a. o tamanho da sua carteira medido pela quantidade de cotas ou pelo ABL (m2), aumentará também na mesma proporção através do reinvestimento da renda, independentemente de inflação ou variação da cota.

      Vacâncias, revisionais positivas, revisionais negativas e obras alteram a renda e o valor da cota, mas média “da carteira” de 10% ao ano (0,797% ao mês) é um número bem realista.

      Para mim o melhor do gráfico é mostrar que só com Renda Fixa ninguém fica rico.

      Curtido por 2 pessoas

    • Renda fixa ee bom para ganhar no curto prazo com os juros altos. Juros caindo é só vender no secundário com um baita de um lucro e transformar tudo em tijolinho ou ações.

      Quando meu TD 2035 tiver 30% ano que vem eu vendo e compro tudo EDGA, HGLG, JRDM, BBPO etc e vou pescar ou jogar vídeo game.

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    • Concordo com senhor dos fii mais q tal um boom agora de cinco anos também nos juros igual os cinco do fii vamos ver este gráfico com ficaria sem contar q com juros altos os fii tendem a descer no gráfico com certeza estas linhas ai vão se colidirem em 2017

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  4. Eu iria fazer esse post na página do fundo BBPO, mas acredito que aqui no fórum seja o local mais ideal para tal…

    Na página do BBPO, o Baroni disse:
    Em junho, BBPO tinha 25.992 cotistas.
    Já em julho, baixou para 25.853.

    Isso significa que 139 pessoas “abandonaram o barco em BBPO”. Quais são os prós e contras?

    Prós: não sei … (pensei, pensei mas não cheguei a nenhum argumento relevante) :)
    Contras:
    1.Talvez falta de conhecimento dos cotistas?
    2.FIIs cada vez mais pouco difundido entre nós PF, pessoas vem para essa classe de investimento com baixa liquidez em relação ao mercado de ações e se “perdem”?
    3.Baixa liquidez;

    Talvez a justificativa seja também o movimento da economia e muitas pessoas querendo “navegar nos juros da RF”…?!?!

    Baroni e demais colegas se puderem expor suas opiniões sobre esse “abandono de barco” dos cotistas de FIIs, não somente em BBPO mas também de outros fundos ficarei agradecido, isso ajuda a abrir o entendimento já que sou iniciante nessa classe de investimento…Abraço.

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    • Investidor_007

      Não se preocupe com isso, ok amigo? Essas movimentações são comuns. O mercado possui uma dinâmica que muitas das vezes não coincide com a nossa. Siga seu plano com vigilância, serenidade e bom senso. O resto deixa que o tempo fará o papel dele.

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    • Eventos comuns.
      Temos que lembrar: 2 variáveis recorrentes, acumuladores de cotas apenas concentrando capital .
      Na outra ponta Trades de valuation fazendo trocas por outros FII.
      Absolutamente normal este movimento, não vi nada de excepcional!
      Já que muitos sardinhas de 2012 caíram foram do mercado no começo de 2014, quem ficou no mercado já tem experiência o suficiente para saber como funciona.
      Temos que levar em conta que existe também fundos fazendo giros na carteira.
      Alguns FII de minha carteira, antigos do período de 2001 em diante, tem apenas 400 cotistas.
      Isso mesmo quando mais o tempo passa: Mais o pessoal holder concentrar todas cotas de FII.
      Fundos mais antigos tem baixa liquidez e poucos cotistas!

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    • tento não achar explicação pra essas movimentações pois isso está bem acimad a minha capacidade de compreensão como investidor iniciante

      antes de qqr decisão eu me prgunto se os fundamentos mudaram.
      sigo comprando

      abçs e bons investimentos

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    • Não tenho os números exatos, mas em 2012 os investidores em FII eram aproximadamente 50.000; depois do IPO do BBPO, o número de investiores passou de 100.000 (!). Por que? Porque em 2012 os FIIs eram a bola da vez, no IPO do BBPO todo gerente vendeu o fundo (porque era a bola da vez), e foi o IPO que mais “bombou”. Conclusão: em 2012 grande parte do aumento de investidores se deveu ao BBPO (não todos, houve mais IPOs).
      Logo é o fundo onde menos me assusto com saídas de investidores, pois muitos entraram convencidos por gerentes sem nem saber o que estava acontecendo.

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  5. Alguém saberia informar quais e quantos fundos imobiliários possuem hoje em dia um formador de mercado ??? Sei por exemplo que o BBPO possui…
    Diante da baixa liquidez do mercado,considero este um ponto muito positivo e pouco considerado nas análises.

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  6. Why is çanguiiiii everywhere?
    Porque vejo çanguiiiii em todo lugar???

    ESTOUROU! Brasil se aproxima de colapso imobiliário

    O setor imobiliário, que responde por cerca de 10 por cento da economia do Brasil, está surgindo como uma das mais recentes vítimas de uma recessão que os analistas projetam que será a mais longa desde os anos 1930. […] “Não existe empresa imobiliária que sobreviva sem vendas”, disse Bruno Mendonça Lima de Carvalho, chefe de renda fixa da Guide Investimentos SA, de São Paulo

    Há pouco tempo, o mercado imobiliário do Brasil era um dos maiores símbolos do crescente poder econômico do país.

    Agora, o setor se tornou vítima de uma recessão cada vez mais profunda. A PDG Realty SA, que chegou a ser a maior construtora residencial em termos de receita, contratou o Rothschild na semana passada para ajudar a reestruturar R$ 5,8 bilhões (US$ 1,6 bilhão) em dívidas depois que suas vendas líquidas do segundo trimestre afundaram 88 por cento. No início deste mês, a Rossi Residencial SA, que tem R$ 2,5 bilhões em dívidas, também recorreu a assessores para “reestruturar operações e rever estratégias”. Desde 2010, a construtora perdeu 99 por cento de seu valor no mercado de ações.

    O setor imobiliário, que responde por cerca de 10 por cento da economia do Brasil, está surgindo como uma das mais recentes vítimas de uma recessão que os analistas projetam que será a mais longa desde os anos 1930. Para piorar as coisas, as taxas de juros são as mais altas em quase uma década, enquanto a inflação está subindo.

    Mercado não sobrevive sem vendas
    “Não existe empresa imobiliária que sobreviva sem vendas”, disse Bruno Mendonça Lima de Carvalho, chefe de renda fixa da Guide Investimentos SA, de São Paulo. “Não é possível importar ou exportar apartamentos. O setor depende unicamente da atividade doméstica”.

    A assessoria de imprensa da PDG não respondeu aos e-­mails e a um telefonema em busca de comentário sobre a reestruturação da dívida.

    A construtora tentou ampliar as receitas reduzindo os preços, financiando até 20 por cento de algumas compras de imóveis e até mesmo oferecendo a recompra de apartamentos em caso de os bancos negarem o financiamento. Ainda assim, a empresa vendeu apenas 217 unidades no segundo trimestre em uma base líquida, contra 1.749 em 2014.

    Perspectiva negativa
    Na sexta-­feira, a Moody’s Investors Service reduziu a classificação da PDG em três níveis, para Caa3, citando a possibilidade de prejuízos significativos para os detentores de bonds e outros credores. Os credores com garantia poderão recuperar menos de 80 por cento em caso de calote, segundo a Moody’s, que manteve uma perspectiva negativa para a classificação.

    “A empresa está enfrentando pressões adicionais de liquidez devido a uma prolongada deterioração nas dinâmicas do setor, incluindo a lentidão nas vendas, a restrita disponibilidade de financiamento e a queda dos preços imobiliários”, disse a Moody’s.

    A Rossi, que tem sede em São Paulo, disse em resposta por e­mail que as vendas do segundo trimestre melhoraram e que o foco principal da empresa é reduzir dívidas. A dívida bruta caiu cerca de 30 por cento no período de 12 meses terminado em junho, disse a Rossi.

    As vendas de imóveis na maior economia da América Latina caíram 14 por cento no primeiro semestre de 2015, segundo dados do instituto nacional imobiliário. As construtoras reduziram os novos projetos em 20 por cento no período e o financiamento disponível encolheu em cerca de um quarto.

    Colapso do real
    Trata­-se de uma reversão em relação a apenas dois anos atrás, quando os preços dos imóveis em lugares como Rio de Janeiro e São Paulo haviam subido até 230 por cento porque os aumentos salariais, a valorização do real e os custos dos empréstimos em uma baixa recorde iniciaram uma onda de compras de residências.

    Os brasileiros se encontram em circunstâncias drasticamente diferentes hoje. A moeda perdeu 27 por cento de seu valor apenas em 2015, enquanto a taxa de desemprego atingiu o nível mais alto em cinco anos, de 7,5 por cento em julho.

    O Banco Central elevou sua taxa básica para 14,25 por cento em julho, tornando ainda mais caro o financiamento para compra de uma residência.

    “É uma questão de demanda e a demanda está realmente fraca”, disse Will Landers, que gerencia ações latino­-americanas na BlackRock, de Princeton, Nova Jersey, EUA. “Nós podemos ter atingido um pico nas taxas de juros, mas elas deverão seguir nesses níveis por um tempo. Os consumidores continuarão observando de fora porque os níveis de dívida ainda estão altos e o emprego irá piorar”.

    Fonte: Infomoney

    Curtido por 1 pessoa

  7. Reforçando o aviso, no Chat HOJE vamos retomar o bate-papo com o Arthur :D

    Arthur Vieira de Moraes, nosso amigo dos artigos e entrevistas sobre FIIs, além da página aqui no blog(FII no Alvo)

    Quinta-feira, 27/08 às 22:00 h

    O histórico de perguntas feitas está salvo no link abaixo, quem quiser fazer novas fique a vontade:

    https://tetzner.wordpress.com/2015/08/25/fiis-em-debate-com-arthur-de-moraes

    * Acessem 1 hora antes para ver o link direto do Chat Ao Vivo :D

    Curtido por 5 pessoas

  8. Pergunta:
    Quem está tendo sua renda oriunda do trabalho corrigida pela inflação?
    Minha renda tem subido acima da inflação à custa de aumento de carga de trabalho. Se mantivesse a carga inalterada teria mantido o salário estagnado , já há uns 3 anos. Sou prestador de serviço terceirizado para entidades públicas e privadas.
    Alguns colegas tiveram a renda bastante reduzida devido transformações do meu setor (saúde).

    Curtido por 1 pessoa

    • Hemmer,

      É a lei da oferta e procura. Não tem jeito. rsrs Exemplo 1: Um programador ABAP (para implantação do SAP) ganhava 360 paus por hora em 1998. Vá ver hoje que tem um monte de programadores nessa linguagem. Exemplo 2: Um técnico especialista (prestador de serviço) em manutenção de equipamentos industriais vitrificados (industria química) ganha hoje 500 paus por hora desde o início de sua locomoção até o ponto do trabalho + a volta para sua origem. Fora o gasto com os materiais de manutenção que são caros (tântalo é um deles). Por que? Porque tem uma meia dúzia desses profissionais no Brasil inteiro. Com a formação que vem aí a frente de médicos (enxurrada de profissionais meia boca), o negócio vai ficar feio…

      Curtido por 1 pessoa

    • Tem isso também cMarques. Mas acho que este efeito será sentido em mais anos. No meu caso vai demorar aí uns 10 anos, pelo menos… Depois disso, daí sim haverá grande impacto, para o qual já estou ajustando as velas. Em tempo, não gostaria de entrar em discussão acerca de políticas públicas ou particularidades de uma determinada área de atuação. Gera polêmicas apaixonadas..

      Mas voltando à realizada de um prestador de serviços, genericamente falando, no microambiente onde vivo não houve grande aumento de postos de trabalho, mas houve uma redução global na demanda por serviços.

      Em resumo, sinto isto como prestador de serviços: redução acentuada de demanda limitando o reajusto do valor do serviço. Acho que isto terá um impacto na inflação daqui para a frente. Parte desta inflação que nos foi repassada neste ano (eletricidade, combustível e etc), não pode ser repassada aos consumidores finais devido escassez de recursos da população. Logo, acho que parte da espiral inflacionária será bloqueada pela própria crise…

      Um abraço amigos!!!

      Curtido por 1 pessoa

    • Isso mesmo Remmer

      Um dos pontos centrais de uma política recessiva como esta que é provocada pelo governo é gerar desemprego e reduzir consumo. O governo não está causando desemprego por que ele é mal, mas sim porque isto gera queda de demanda e consequente redução da inflação.

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    • Concordo com o Suntzu400…”o negócio é ficar quietinho e torcer para não ser demitido e “ajustar as velas”.

      Aqui na empresa e em várias outras da cidade a ordem é cortar gastos, então, enquanto esse inverno não passar é dar graças a Deus por estar empregado…Abraço.

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