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2.890 comentários sobre “Fórum de FIIs

  1. 18:36, 18 de Janeiro de 2017
    Desconto médio dos FII se reduz pela metade em doze meses

    Ao final do ano de 2016, a Capitalização de Mercado¹ (CM) consolidada dos Fundos de Investimento Imobiliário (FII) negociados na BM&FBovespa² apresentou crescimento de mais de 25% em relação ao valor auferido um ano antes. Emissões de novas cotas e valorização de preço de cotas são os fatores que explicam tal aumento na CM. Ao mesmo tempo, como resultado mais da valorização de preço de cotas, e de ligeira redução de valor contábil de alguns fundos, o desconto médio da CM em relação ao Patrimônio Líquido (PL) consolidado do mesmo grupo de fundos, verificado ao fim de dezembro último, diminuiu fortemente, se limitando a 9,0%.

    Os FII cujas cotas foram negociadas no mercado secundário da BM&FBovespa somaram CM consolidada de R$ 24,71 bilhões em dezembro de 2016, uma expansão de 25,4%, para a mesma base de fundos, em relação aos R$ 19,69 bilhões referentes a dezembro de 2015. Por outro lado, o PL consolidado desses fundos aumentou apenas 3,8% no mesmo período, atingindo R$ 25,83 bilhões ao fim de 2016, contra R$ 24,87 bilhões no final de 2015.

    Além do fator referente à forte valorização de preço de cotas verificada ao longo de 2016, a elevação da capitalização de mercado dos FII foi consideravelmente impactada pelas emissões de novas cotas de alguns dos fundos ao longo do ano. Ao todo, 23 fundos que podem ser negociados na BM&FBovespa realizaram emissões de cotas até o fim de novembro, totalizando um montante emitido de R$ 2,01 bilhões, com destaque para o FII Kinea Rendimentos Imobiliários (KNCR11), que emitiu R$ R$ 1,10 bilhão. Nota-se que o montante referente a emissões de novas cotas de FII que compõem a base de cálculo da CM, equivalente a aproximadamente R$ 1,70 bilhão, foi superior ao aumento de PL consolidado no período, inferindo-se uma reavaliação para baixo no valor contábil médio dos ativos que compunham este grupo de fundos.

    A consequência da forte elevação da CM dos FII, sem acompanhamento por parte do indicador de PL, foi a redução do desconto médio entre o preço e o valor patrimonial das cotas ao longo de 2016. As cotas dos 87 fundos contabilizados apresentaram um desconto médio de 9,0% em dezembro em 2016, menos da metade do percentual auferido um ano antes, de 19,3%. Na Figura 1 estão dispostos os valores de CM e PL ao final dos últimos dois anos.

    Após fraco desempenho no início de 2016, as cotas de FII recuperaram valor no mercado secundário, encerrando o ano em território positivo com larga margem e gerando níveis altos de rentabilidade efetiva. Um indicador que também ilustra a boa rentabilidade do setor ao longo de 2016 é o IFIX, seu índice setorial. Desde fins de janeiro de 2016, este índice, que contabiliza de forma conjunta a rentabilidade oriunda na variação de preço das cotas e nos rendimentos distribuídos dos fundos que o compõem, desenha trajetória ascendente, tal qual ilustra a Figura 2 abaixo. O IFIX partiu de 1.305 pontos em 28 de janeiro, seu menor nível desde dezembro de 2014, e manteve ascensão praticamente ininterrupta até o início de novembro, quando atingiu seu maior nível histórico, até então, com 1889 pontos. Ao longo de novembro e dezembro o índice se manteve mais estável, encerrando o último pregão do ano na marca dos 1.864 pontos. Nas primeiras semanas do mês de janeiro de 2017 o IFIX retomou sua trajetória de elevação, tendo já superado a marca dos 1.900 pontos.

    Em termos individuais, ao final de dezembro de 2016, 28 cotas de FII apresentavam ágio entre seus valores de mercado e patrimonial, enquanto que outras 59 apresentavam desconto. O destaque positivo ficou por conta dos FII Shopping Pátio Higienópolis (SHPH11), BB Progressivo II (BBPO11) e Banrisul Novas Fronteiras (BNFS11), que apresentaram os três maiores ágios, de 32,4%, 31,9% e 29,2%, respectivamente. O SHPH11 tem como ativo o shopping homônimo, pertencendo à subcategoria de FII de Shoppings Centers na classificação adotada pela Uqbar. Tal grupo de fundos apresentou forte valorização média de preços de cota ao longo de 2016. Os outros dois fundos têm como ativos imóveis utilizados como agências bancárias, pertencendo a um grupo que também apresentou considerável valorização de preço de cota em 2016. Na outra ponta, o FII RB Capital General Shopping Sulacap (RBGS11) apresentou o maior desconto em dezembro de 2016, com seu preço médio de cota naquele mês valendo 63,3% menos do que seu valor patrimonial de cota. Este fundo acumulou forte desvalorização no preço de suas cotas ao longo de 2016, o equivalente a -17,0%.

    ¹ A Capitalização de Mercado é calculada pela multiplicação do preço médio mensal das cotas de cada FII, ponderado pelo montante negociado, pelo respectivo número de cotas naquele mês.

    ² A análise de números de Capitalização de Mercado neste artigo leva em consideração somente os FII que apresentaram um nível mínimo de liquidez no período em observação, ou seja, fundos imobiliários cujas cotas tiveram um mínimo de dez negócios e um mínimo de R$ 100.000,00 em montante negociado, nos respectivos meses analisados.

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  2. Governo estuda elevar valor de imóvel do Minha Casa, Minha Vida

    O governo tenta fechar com as construtoras nas próximas semanas um pacote de estímulo ao setor que envolva o aumento do teto do valor dos imóveis que podem ser enquadrados no programa Minha Casa, Minha Vida, novas regras para multas no caso de desistência pelo comprador e melhoria nas fontes de financiamento das incorporadoras.

    Além de socorrer as companhias que vêm sofrendo com o aumento dos distratos (cancelamentos de contrato), o governo espera que as medidas ajudem na geração de empregos – o setor promete 150 mill novas vagas.

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  3. Regulamentação Governo prepara mudança em regras de alienação fiduciária
    Uma alteração visa definir claramente preço mínimo para o imóvel ir a leilão

    O governo prepara mudanças nas regras de alienação fiduciária – que garante a retomada do bem em caso de inadimplência do comprador – para dar mais segurança jurídica ao instrumento.

    A ideia em discussão é que o preço seja dado pelo Imposto sobre Transmissão de Bens Intervivos (ITBI) ou pelo valor de contrato, o que for maior. Hoje, não há regra definida e há muitas contestações, fatores que dificultam as vendas de imóveis retomados.

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  4. Há espaço para reduzir juros e contribuir com crescimento, diz Ilan
    O presidente do BC lembrou que o avanço das reformas e investimentos em infraestrutura também são importantes no processo de recuperação da economia

    e ele falou que vem mais reduções de 0,75 ai… fora isso já tem gente agindo por trás dos panos pra fecharmos o ano, acreditem, com a Selic em 8% !! entre eles o Mendonção kkk

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    • “Faz sentido” aumentar juros gradativamente nos Estados Unidos, diz Yellen.
      Briga boa heim, estão totalmente opostos, direção contrária, onde será q o investidor vai preferir investir o dinheiro dele, a um juros que se for real não sobra quase nada,(descontado a inflação e impostos) ou nos EUA com indicação de que os juros devem atingir o 3% a.a, qual país é melhor? Da p ter dúvidas será?

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      • Eu não sei onde o “investidor” vai colocar o dinheiro se é nos USA ou no Banânia.
        Só sei que eu vou ganhar muito dinheiro se a Selic vier a 8%, principalmente nos meus investimentos em FIIs isso esta ficando mais claro que um dia de sol.
        Abs.

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      • Sim sim Barbado, com Selic a 8% qualquer investimento vai dar muito dinheiro… TDs, Ações e FIIs

        Lembrando que o mercado já colocava em 10… depois 9… agora começam a falar em 8%

        Teríamos de ver um corte de 1% em alguma reunião para chegar nesse valor ainda esse ano… imagina a festa! 😀

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      • Entendo que pela recessão (inflação só não é maior pela recessão)a lógica seria baixar juros mesmo, mas o Brasil também não precisa do dinheiro estrangeiro, em bolsa e investimentos diversos?

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      • Interceptor, o brasil tem um potencial GIGANTESCO de crescimento.
        Basta mudar a rota desse dinheiro de RF para investimentos reais…. E é isso que estamos vendo começar a acontecer com a estab da inflação e queda dos juros 😉

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      • Com os juros subindo nos EUA, vejo como fato mais negativo para nós os investidores migrando p lá e com isso alta do dólar e consequentemente volta da inflação alta, por que dólar alto e inflação alta p nós, pois mesmo que estamos em recessão, existe os produtos Importados dos quais somos dependentes e não temos como fugir disso, realmente é uma pena não dar p aproveitar e baixar os juros, mas tem q se precaver de todos os lados, antes de tomar uma atitude tão agressiva como eles estão tomando numa econômica tão frágil quanto a nossa, e ainda fazer uma propaganda disso, eu iria mais contidamente para evitar o voo de galinha

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    • Acho que selic em 8% é muito arriscado…lembra oquê aconteceu no passado, quando chegou em 7 e pouco? Se bem que na época não tínhamos ministro da fazenda e sim um bandido cobrador de propinas, que durou 9 anos no mandato…mas nunca se sabe.

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      • hehehe

        por isso que vai continuar sendo o eterno vôo de galinha… o país adora o lado financeiro, os juros e o ganho

        mas peca vexaminosamente no lado prático, investimentos em infra estrutura, saúde e educação

        não dou um ano para voltarmos a ter apagões e falta de energia, por exemplo, SE e quando a economia reaquecer…

        anota e me cobra kkk

        desculpem a recaída, bora manter o otimismo… bora Temer, deixa o homi trabalhar! (ou pelo menos fazer de conta né rsrs)

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      • Isso aí Tetzner,

        Mas uma coisa que reparei, desde que me reconheço por gente, nunca ouví o governo falando em Microeconomia…eram só medidas Macro para lá e pra cá, indo e voltando. Contrataram até um professor da Insper para coordenar uma equipe de reformas microeconômicas. Será que algo está mudando?

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      • Felipe

        as atitudes mudam, elas mostram a intenção

        o que o Temer está fazendo, tentaram fazer antes mas não tinham a pressão da recessão ou a força política para fazer

        minha observação é mais na linha do não ficar só na promessa, porque uma a uma as medidas anunciadas vão ficando ou para o próximo governo ou com cara de propaganda rsrs

        lembram do FGTS liberado? agora já estão falando em impor limites,… enfim o país precisa de estímulos e exemplos, isso ele está dando

        mas notoriamente falta ainda a contra partida, o pessoal está “esperto” com esses vôos rasos e vai esperar uma reação no PIB para tomar coragem, pelo menos é o que eu acho rs

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      • Pois é Tetzner, mas parece que essa volta atrás sobre o FGTS foi “fake news” da Folha. O próprio Temer confirmou agora pouco num evento em Ribeirão Preto que o saque será integral, da forma como foi anunciado anteriormente.

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      • Pois é Tetzner, como a mídia “progressista” do Mino Carta, PH Amorim, Luis Nassif depois de passarem tanta vergonha e hoje parecerem mais sites de comédia, agora estão atacando com uma espécie de “mídia sabotadora”…e o Jornalzinho da Monica Bergamo, Boulos e cia, está se prestando a esse papel. Lembrando que o jornalzinho é do grupo uol, que recebeu 225 milhoes do governo anterior (vide fonte oficial site finep). Bom, mas como acabou o dinheiro, uma o amor também acaba.

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    • olha ele ai, está se “assanhando” o danadinho…

      Atenção ao IPCA-15

      São Paulo, 19 de janeiro de 2017 – O mercado deve repercutir a divulgação da prévia da inflação oficial do País deste mês divulgada há pouco pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), apontando, como o esperado, que os preços entraram em um ciclo de desinflação.

      O IPCA-15 subiu 0,31% em janeiro ante dezembro, acelerando ante a alta de 0,19% no mês passado, mas registrou a menor variação para o mês na séria histórica do índice. Em 12 meses, o IPCA-15 teve alta de 5,94%, de 6,58% no período até o mês passado. Analistas de mercado consultados pelo Termômetro CMA apostavam em altas mais acentuadas, de 0,44% em base mensal e de 6,03% em 12 meses.

      No cenário político, as atenções se voltam para o esperado acordo que o governo deve fechar com o Rio de Janeiro para auxiliar o Estado na crise fiscal. Segundo notícia do jornal “Valor Econômico”, o acordo vai abranger R$ 8,5 bilhões em empréstimos com receitas adicionais geradas pelo aumento de alíquotas previdenciária. O estado fluminense terá ainda a suspensão de dívidas no valor de R$ 25 bilhões pelo prazo de três anos, segundo adiantou o presidente da Assembleia Legislativa do Estado (Alerj), Jorge Picciani, à publicação.

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  5. Venda de imóveis residenciais caiu 30% em novembro, diz Secovi; lançamentos recuam 8,8%

    A venda de imóveis residenciais novos na capital paulista teve queda de 30,3% em novembro de 2016, na comparação com novembro de 2015. Os dados foram divulgados hoje pelo Sindicato da Habitação de São Paulo (Secovi-SP).

    Foram vendidas 1.724 unidades em novembro, contra 2.473 unidades no mesmo mês do ano anterior. Em relação a outubro, houve alta de 14,4%. No acumulado de janeiro a novembro de 2016, foram vendidos 14.048 imóveis, 18,7% menos que o mesmo período em 2015.

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    • A cidade encerrou o mês de novembro com a oferta de 24.968 residências disponíveis para venda, resultado 1,6% superior a outubro e 8,2% menor em comparação a novembro de 2015. A oferta é composta por imóveis na planta, em construção e prontos lançados nos últimos 36 meses.

      Em novembro, 3.214 unidades residenciais foram lançadas, volume 45% superior a outubro e 8,8% inferior a novembro de 2015. De janeiro a novembro, foram ofertadas 15.603 residências, queda de 19,5% em comparação ao mesmo período de 2015.

      Os imóveis de dois dormitórios predominaram em quase todos os indicadores da pesquisa. Foram 758 residências vendidas e 1.594 lançadas. Imóveis com área útil entre 45 metros quadrados (m²) e 65 m² predominaram nas vendas (584 unidades) e nos lançamentos (1.335 residências), seguidos pelos imóveis com menos de 45 m², que tiveram 540 unidades vendidas e 754 lançadas.

      As informações são da Agência Brasil.

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    • E dai vai ficar narrando só coisa Ruim agora? Cadê as coisa boa meu, não é possível que só tem coisa ruim, a culpa é sua vc é muito pessimista, kkkkkkk brincadeirinhas chefe, na boa só tô emitandos aqueles mala do blog q vivem pegando no meu pé….hahahaah

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      • Ações de incorporadora indo de vento em poupa e subindo feito foguete, mas no mundo real a coisa funciona muito diferente do que foi pintado na bolsa de valores , incorporador tende sentar em cima do estoque por um período mais alongado até que ocorra de fato recuperação do setor , nosso mercado vem precificando uma recuperação meteórica coisa que dificilmente vai acontecer, levando em conta que o intervalo entre expansionismo anterior e feito atualmente se revela muito curto.

        Primeiro juros tende baixar reduzindo dívida das empresas e famílias para só depois retomar um crescimento lento e gradual, lembrando que sem investimento em infra estrutura, abertura de mercado + reforma fiscais tende acontecer mesma coisa que no passado recente ” Galinhas Air line”

        Recuperação lenta infelizmente, levando em conta que não existe renda suficiente para aquisição de dívida de longo prazo pelas famílias e para piorar existe estoques para alguns anos = Recuperação lenta.

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    • Levi um cara até bom, vejo isso só agora, babosa quebrava um galho, mais fraco mais gente boa, tinha boas intenções, Meireles, sábio, grande bagagem, mais isso não é o bastante, à crise é muito maior que todos eles juntos, há que reconhecer isso como primeiro ponto de redenção a ela e depois partida para recuperação. Lá se vão meses e meses e a coisa só faz piorar, o país tá um caos de presídio à prefeituras uma atras da outra decretando estado de calamidade econômica, isso sim é uma realidade, aquilo q vemos nos hospitais e arrastões nas ruas isso sim é realidade o resto é embromação de um governo fictício que está sem saber o que fazer é tentando ganhar tempo.

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      • Eu sou um cético em relação à influência do governo na economia. A economia, financeira em particular, é muito mais forte do que os governos. Os bancos centrais fazem o que o mercado pede com mais ou menos 0,25% de desvio. Foi-se o tempo em que ministro da economia apitava. Hoje o consenso (errôneo) é que o mercado sempre tem razão naquilo que ele pede, se um ministro ou BC vai contra o mercado, ele é incompetente ou simplesmente burro.

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      • To tentando cabrones, mas acho que vc pensa diferente de mim, pq dou importância ao valor da cota na compra, e acho que tem subido demais, na contramão dos rendimentos de papéis e tijolos, que em grande parte têm reduzido de forma considerável.

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      • Isso ai Lucas,

        a resposta vai sempre depender do perfil… se é holder não olha preço, não fica triste se caiu, nem feliz se sobe (pelo menos não deveria, mas …)

        se observa preço, precisa ter uma referência, buscar um norte para saber se o navio está na rota, ou se desviou do trajeto

        e mesmo que desvie, pode retornar

        um exemplo, havia parado de subir, voltou com a percepção de que os cortes nos juros seriam mais acelerados e de maior intensidade

        o mercado vai sempre “tentar” antecipar o futuro até ele ficar totalmente intangível e essa percepção for consenso… ai vem a correção

        se sobe demais, depois cai e se cai exageradamente depois sobre

        mundo bursátil, renda variável

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      • Realmente Tetzner, depende do perfil de cada qual. Mas esse exercício de adivinhação é complicado. Acho que nos tijolos as cotas têm subido, pois o pessoal tem apostado numa eventual diminuição da vacância, o que acho que vai demorar a acontecer. De outro lado nos papéis, inflação e taxa de juros caindo, mas grande parte dos fundos no mínimo ta mantendo o valor das cotas.
        Como disse o Conejo em outro post, acho que vale a pena se yeld for no mínimo 0,8, o que hj ta mto difícil de encontrar. Sei que há outros fatores a se considerar, mas não consigo deixar de dar grande importância à renda em si.

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      • Lucas

        é um “jogo” de esticar o elástico, explico:

        conjectura-se um cenário, seja de alta ou de baixa, fixam-se algumas premissas e define-se o ajuste

        no caso o mercado gosta de ajustar pelos juros futuros, o mercado estava num ponto de acomodação e deu mais uma “animada” com o corte recente

        ninguém está olhando inquilino, aluguel, … vão olhar isso só quando de fato afetar a renda ou tornar-se tão óbvio que não dê para disfarçar

        por hora, seguem otimistas e mercado otimista o preço sobe… até cair e virar pessimista rs

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  6. Boa tarde a todos, venho encarecidamente mais uma vês lembrar aos queridos amigos parceiros cotistas do bbfi11, para quem ainda não manifestou seu voto, que envie seu voto manifestando seu direito e poder decisório no sentido de com esse simples gesto tornar possível o encremento de mais 30% na renda do fii, essa parte que é a do regulamento depende exclusivamente do cotistas, então vamos fazer nossa parte para depois podermos cobrar dos outros suas responsabilidades também, me sinto no dever cumprido pois já enviei meus votos, obrigado e abraço a todos,

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  7. Conjuntura Fazenda projeta retomada mais lenta que a prevista
    Mesmo com corte maior que o esperado na Selic, previsões são inferiores às de 30 de novembro

    IGP-10 de janeiro registra a maior alta em seis meses

    53% rejeitam reforma da Previdência

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      • Está chegando a hora da compra…vamos ver se os gestores saem do escritório e dão uma volta para selecionar ativos…pelo menos interesse pelo mercado imobiliário deveriam começar a mostrar.

        Senão é melhor largar os FIIs e voltar para a mesa de operações dos Bancos de Investimento…Que parece ser a unica vocação lá “na Faria Lima”.

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      • MarcosC

        problema é captar $$$ já tivemos duas emissões canceladas… só quem tem $$ no caixa mesmo porque se esperar a burrocracia vão comprar imóveis e fazer emissões com selic em 8% (como da outra vez) e ai o resultado nós vimos como foi nos últimos 3 a 4 anos

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    • e ele já começou a dar “prejú” kkk 😀

      isso estava no noticiário internacional de ontem, toda vez que ele vai à torre os seguranças interditam tudo em volta, clientes não circulam

      Luxo Tiffany perde vendas à sombra da Trump Tower

      A varejista anunciou que suas vendas pelo conceito “mesmas lojas” (excluídos os efeitos de expansão ou aquisições) em novembro e dezembro caíram 2%, em comparação com o mesmo período do ano anterior

      Este resultado deve-se em parte à intensificação da segurança nas imediações de sua loja principal na Quinta Avenida, em Manhattan.

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    • e para quem não está entendendo o comportamento da alta, ativos financeiros reagem às expectativas…

      Juros Ata reforça Selic a um dígito em 2017
      Documento da última reuniçao do Copom não alterou as projeções para a taxa básica, mas confirmou que evolução da política monetária depende da atividade

      Recessão no 4º tri pesou na decisão do Copom

      BC apenas antecipou ciclo de distensão monetária

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      • Só não pode acelerar muito no corte da Selic para em seguida não passar pelo vexame de ter que aumentar de novo.
        Se o juros dos EUA chegarem a 3% a.a. nos próximos anos, a Selic deve encontrar um piso na casa de 8% se nossa inflação se mantiver ao redor do centro da meta, 4,5% a.a., e se o câmbio mantiver uma certa estabilidade, é o prêmio pelo risco que o capital internacional cobra para vir passar uma temporada aqui. Como são vários “Ses” na questão, a selic chegar na casa de um dígito é uma coisa, já se manter aí por um longo período já é outra questão.

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    • Pra mim quem entrar no oba oba desse governo e comprar ações e fiis baseado no otimismo falso golpista e cia, vai jogar dinheiro fora, no passado eu disse o que eu achava e era isso que hoje eles estão admitindo, fui taxado de pessimista no passado, talvez seja taxado assim ainda hoje, apesar dos resultados, mas sinceramente continuo com a mesma ideia de tempos atrás e confesso que quero muito uma hora dessas estar errado e que às coisas mudem para melhor, mas p isso acontecer governantes e povo do país tem que encarar a realidade, não existe progresso só com notícias, é preciso encarar e trabalhar com solidez e realidades vigentes.

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  8. A vez dos inquilinos: aluguéis caem 3,23% em 2016; perda real no ano é de 9%
    Pavini

    Os preços de locação residenciais no Brasil tiveram uma queda nominal de 3,23% em 2016, segundo dados do Índice FipeZap de Locação. Levando-se em conta a inflação medida pelo IPCA do IBGE, de 6,29% em 2016, a queda real foi de 8,95% no ano passado. Em dezembro, os preços ficaram praticamente estáveis (-0,02%), registrando valor médio de R$ 29,99 por metro quadrado nas 11 cidades pesquisadas.

    O estudo considera apenas os aluguéis novos, em anúncios de locação, e não os antigos, que são corrigidos normalmente pela inflação. Mas mostra que o mercado está muito favorável para quem quer alugar, que pode pechinchar descontos. Também quem já mora de aluguel pode renegociar os reajustes anuais, levando em conta a queda no valor dos aluguéis. Às vezes, é possível encontrar aluguéis mais baratos no próprio prédio. Já para os donos de imóveis, os dados mostram que é preciso ser flexível nas negociações, já que o mercado de locação está mais difícil e o risco de perder o inquilino é grande.

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    • Rio lidera perdas no ano, 6,21%; SP perde 1,80%

      Todas as cidades monitoradas pelo índice tiveram quedas reais em 2016, sendo que apenas em São Bernardo do Campo (0,85%) e em Santos (0,13%) não houve queda nominal no preço médio de locação. Em São Paulo, o aluguel subiu em dezembro, 0,15%, mas fechou o ano com queda nominal de 1,80%. Já o Rio de Janeiro teve queda de 0,51% em dezembro e de 6,21% no ano de 2016, a maior perda entre todas as cidades pesquisadas.

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    • Rentabilidade do aluguel está em 4,4% ao ano

      Comparando o preço médio de locação com o preço médio de venda dos imóveis, é possível obter uma medida da rentabilidade para o investidor que opta por locar seu imóvel. Trata-se de uma medida importante para avaliar a atratividade do mercado imobiliário em relação a outras opções de investimento. Em dezembro de 2016, o retorno médio anualizado do aluguel foi de 4,4%.

      Os preços considerados para o cálculo do Índice se referem a anúncios para novos aluguéis. Ou seja, o Índice FipeZap de Locação não incorpora em seu cálculo a correção dos aluguéis em contratos vigentes (cujos preços são comumente reajustados periodicamente pelo IGP-M/FGV ou índices similares, de acordo com os contratos estabelecidos). Desta forma, o Índice FipeZap de Locação representa de forma mais dinâmica a evolução da oferta e da demanda por moradia ao longo do tempo.

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      • Interceptorfii19 um fundo imobiliário é tratado com ativo financeiro e no momento o impacto das mudanças macroeconômicas tem sido maior que o particular do segmento. Imobiliárias da bolsa também dispararam só com a expectativa de melhora.

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      • Isso mesmo Tetz, mas ao meu ver é só expectativa, veja vale por exemplo, se o minério valoriza, ela valoriza mais do que a notícia de consumo alto de aço, quando na verdade um coisa tá ligada a outra, mas tem um embase mais focado na matéria prima p tidatar seu valor, idem petr, agora ifix parece descolar da matéria prima (imóveis) para ajustar seu índice, concordo q expectativa de melhora da economia significa aumentar locações e consequentemente valorização de imóveis, mas isso teria q se concretizar ainda, já a matéria prima(imóvel no caso) tá muito ruim, preço dos imóveis, aluguéis, enfim tudo que é ligado a imóveis no momento,tá muito ruim e isso é uma coisa que demora a se consertar, isso não se conserta só com boas expectativas e sim com boas ações, então penso que se não caísse, pra mim já estaria de bom tamanho. Agora subir, acho um oba oba tipo governo lula sabe (vou de galinhas 🐔 como vcs chamam)

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      • A rentabilidade do ativo Fii eh sempre comparada a selic. Se a selic projeta cair fortemente… os demais ativos se valorizam proporcionalmente.
        Eh e vai continuar sendo assim.

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  9. Ponte Estaiada de São Paulo ganha nova iluminação
    Prefeitura trocou todo o cabeamento de iluminação das 15 lâmpadas da parte inferior. Na parte de cima, instalou 114 projetores de LED.

    nte Estaiada Octávio Frias de Oliveira, um dos cartões postais de São Paulo, voltou a ficar iluminada na noite desta quinta-feira (5). A nova iluminação faz parte do programa São Paulo Cidade Linda.

    A Prefeitura trocou todo o cabeamento de iluminação das 15 lâmpadas da parte inferior. Na parte de cima, instalou 114 projetores de LED. Todas as lâmpadas acesas consomem menos do que um chuveiro elétrico e podem assumir 16 mil cores.

    O prefeito João Doria e o secretário municipal de Serviços e Obras, Marcos Penido, estiveram na cerimônia de entrega da nova iluminação.

    Doria falou novamente contra a pichação da ponte e disse que espera que até o aniversário da cidade, em 25 de janeiro, a pichação tenha sido removida.

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    • “Até a data do aniversário da cidade, dia 25 de janeiro, a Ponte Estaiada estrá completamente limpa, recuperada das pichações, dessa maldade que fizeram com um dos símbolos da cidade de São Paulo.”

      O prefeito pediu apoio contra as pichações. “As pessoas que amam São Paulo devem condenar não só os pichadores como os agressores da cidade.”

      Doria disse que câmeras 24h serão instaladas em prédios próximos para fiscalizar a ponte, conectadas ao centro de operações da Polícia Militar, instalação de grades para evitar o acesso e vigilância por parte da Guarda Civil Metropolitana (GCM).

      “Estou sugerindo que os pichadores possam se tornar artistas. Se vierem a se tornar artistas terão nosso apoio. Se preferirem ser agressores, terão a força da lei. Não tenho medo de pichador, para ficar bem claro.”

      O prefeito quer criar em São Paulo, provavelmente na Mooca, uma área para que os pichadores possam expressar sua arte, de forma livre, expressiva, como em Wynwood, em Miami.

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    • Limpeza

      A ponte também passa por serviços de limpeza. Na segunda (2), uma equipe de alpinistas começou a retirar pichações da estrutura. Inicialmente, Doria tinha anunciado que o serviço iria terminar naquele mesmo dia. A administração, porém, afirmou em nota que “por questões de segurança os trabalhos foram interrompidos diante do risco de descargas elétricas”.

      Agora, a Prefeitura disse que o serviço deve estar finalizado daqui oito dias.

      Com altura equivalente a um prédio de 46 andares, foi pichada pelo menos três vezes no último ano. Ela já havia ganhado um verniz antipichação, que ajuda na remoção da tinta.

      A primeira pichação foi realizada no bloco mais alto da ponte com tinta vermelha e em data não informada pela Prefeitura. Ela foi assinada por um grupo que frequentemente divulga seus “feitos” em redes sociais.

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  10. Brasil constrói sua 1ª cidade 100% inteligente e sustentável
    (idealizada para a população de baixa renda)
    Por Débora Spitzcovsky

    la está chegando e já tem até nome: Croatá Laguna EcoPark. Trata-se da primeira cidade 100% inteligente e sustentável a ser construída no Brasil, com apoio das companhias italianas Planeta Idea e SocialFare e da StarTAU, nome do Centro de Empreendedorismo da Universidade de Tel Aviv, em Israel.

    O empreendimento está sendo erguido na cidade de Croatá, localizada a cerca de 350 quilômetros de Fortaleza, no Ceará, e deve se tornar referência para outros municípios do Brasil, assim que for inaugurado (ainda em 2017, segundo prometem os envolvidos no projeto).uladas de acordo com o modelo?o

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    • Em sua primeira fase, a cidade contará com espaço residencial para 150 casas, além de um porto (que até 2025 deve ser o segundo maior do Brasil!) e áreas destinadas à lazer, comércio, serviços públicos e indústria. Entre outros benefícios, o empreendimento terá:
      – corredores verdes ao longo de toda a cidade;
      – ciclovias de ponta a ponta do município;
      – tratamento de águas residuais;
      – aproveitamento de águas pluviais;
      – coleta inteligente de resíduos;
      – produção de energia solar e eólica;
      – praças com equipamentos esportivos que geram energia por meio dos movimentos dos cidadãos;
      – monitoramento da qualidade do ar e da água;
      – redes inteligentes de eletricidade e água;
      – iluminação pública inteligente;
      – aplicativos para serviços de mobilidade compartilhada – como carros, motos e bikes;
      – hortas compartilhadas espalhadas por toda a cidade;
      – infraestrutura digital com wi-fi grátis para todos os moradores.

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    • E mais: a população poderá saber tudo o que acontece na cidade, em tempo real, por meio de aplicativo, que funciona como uma espécie de painel de controle do Croatá Laguna EcoPark.

      Quem aí já quer começar a fazer as malas para mudar para o local? Uma casa por lá custará cerca de R$ 24.300, segundo os idealizadores, que podem ser pagos em até 120 vezes, exatamente para serem uma alternativa à população de baixa renda. Já pensou se todas as cidades do Brasil fossem reformuladas de acordo com o modelo?

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