Internacional

REITs

Vivemos em um mundo globalizado e dinâmico,  onde as mudanças e oportunidades estão por toda parte.

Estamos aqui no Blog, sempre ligados nas tendências e a mais recente são as oportunidades de investimento fora do país.

Também buscamos atender sempre às solicitações dos amigos e esta foi com certeza a mais recorrente nos últimos dias.

Global

Vejo fundos de investimento sendo criados, focados no mercado externo, vejo a discussão cada vez mais incidente sobre os REITs ( os FIIs americanos ), vejo uma preocupação cada vez maior com o intervencionismo do governo e grandes investidores optando por ações de empresas em outros países.

São preocupações justificadas?  Saberemos aqui 😀

REITS

Se mais alguém tiver interesse por REITs (Real Estate Investment Trust ou FIIs americanos) e puder complementar …

Basicamente são de 3 tipos:

Os de Hipoteca (Mortgage), os de Investimento (Equity REITs) e os Híbridos (uma mistura dos dois).

Mortgage REITs: possuem retornos maiores, devido ao risco maior a que se expõem. Quem lembra da crise recente, as hipotecas são justamente onde o fato explodiu. São equivalentes aos financiamentos, podem proporcionar grandes retornos ou grandes perdas.

Equity REITs: esses seriam os mais próximos que temos em relação aos nossos FIIs, onde o objetivo é a exploração do imóvel para aluguel e obtenção de renda.

Hybrid REITs: Mais ou menos um FII de FIIs de lá, onde ambos os tipos são mesclados, aproveitando o que de melhor cada um tem e tentando minimizar o que há de pior (risco).

o recebimento dos rendimentos também é bem complicadinho; aqui nosso rendimento é isento e divididos em Amortização ou Rendimento. Lá existe um terceiro tipo que separa o ganho de capital ( Rendimento de Aluguel, Amortização e Ganho de Capital ).

o imposto depende da sua renda.

Mais informações:

http://www.investopedia.com/terms/r/reit.asp

http://www.reit.com

http://us.spindices.com/indices/equity/sp-united-states-reit-us-dollar

Tributos Envolvidos

http://seekingalpha.com/article/1233411-understanding-the-taxation-of-reit-distributions

Lista de REITS

http://www.reit.com/Investing/ListofREITFunds/MutualFunds.aspx

Busca de Dividendos

http://www.dividend.com

http://www.dividendchannel.com/slideshows/?slideshow=mreits&page=1

* Contribuição do amigo Eric:

“eu vejo nesse site http://www.dividend.com, como por exemplo o OLP http://www.dividend.com/dividend-stocks/financial/real-estate-development/olp-one-liberty-properties/ tem os rendimentos recentes e para quem paga tem o histórico.”

* Contribuição do XReis:  Top REITs

http://money.usnews.com/funds/etfs/rankings/real-estate-funds  

* Contribuição do Trix

O que qualifica uma empresa como um REIT?

• Invistir em pelo menos 75 % de seus ativos totais no setor imobiliário;
• Deduzir pelo menos 75 % de sua receita bruta de aluguéis de imóveis, juros sobre hipotecas de financiamento imobiliário ou de venda de imóveis;
• Pagar pelo menos 90 % de sua renda tributável na forma de dividendos aos acionistas em cada ano como, resultado, REITs não podem geralmente deixar de distribuir seus ganhos;
• Ser uma entidade que é tributável como uma corporação;
• Ser gerida por um conselho de diretores ou administradores;
• Ter um mínimo de 100 acionistas e não ter mais de 50 % de suas ações detidas por cinco ou menos pessoas.

1.067 comentários em “Internacional”

  1. América Latina: Equinix abrirá o primeiro data center de hiperescala da região em São Paulo

    Empresa de interconexão investirá US$ 116,4 milhões na primeira fase do SP5x, destinado a empresas que armazenam grandes volumes de dados, como provedores de cloud

    A Equinix, empresa global de infraestrutura digital, inaugura hoje seu primeiro data center de hiperescala na América Latina e o sétimo data center da empresa no Brasil. Localizado em Santana de Parnaíba, na região metropolitana de São Paulo, ao lado do data center SP3 International Business Exchange (IBX), o SP5x tem uma capacidade de aproximadamente 5 megawatts (MW) em sua primeira fase e deverá fornecer uma capacidade total de 14,4 MW quando concluídas todas as fases. O investimento total até a finalização do data center corresponde a aproximadamente US$ 116,4 milhões.

    Ao contrário dos data centers tradicionais de varejo da Equinix, compartilhados por centenas de empresas, o novo data center de hiperescala – chamado xScale – visa atender às necessidades de implantação de carga de trabalho de um grupo específico de empresas de hiperescala, incluindo os maiores provedores de serviços de cloud do mundo. As instalações são projetadas de acordo com os requisitos técnicos, operacionais e de preços dessas empresas, que exigem grandes quantidades de espaço e energia para suportar a enorme expansão de milhares de servidores para cloud, analytics de Big Data ou tarefas de armazenamento, ao mesmo tempo em que atendem aos compromissos de sustentabilidade do cliente e da empresa.

    O SP5x é um dos 32 data centers xScale planejados globalmente na joint venture com o GIC (fundo soberano de Cingapura), representando um investimento de aproximadamente US$ 6,9 bilhões e presença em países das Américas, Europa e Ásia-Pacífico. Na região, outros dois xScale estão previstos em São Paulo, além de um na Cidade do México.

    “Com a primeira implantação xScale da Equinix na América Latina, nosso foco permanece no cliente. Esta instalação foi projetada para atender às exigências diferenciadas de nossos clientes de hiperescala em um marketplace altamente competitivo. A América Latina é uma região estratégica para o crescimento da hiperescala e São Paulo é o maior centro econômico e industrial do Hemisfério Sul”, avalia Eduardo Carvalho, presidente da Equinix Brasil. “O SP5x está estrategicamente localizado dentro do nosso campus de São Paulo, conectado aos ricos ecossistemas digitais e de negócios dentro dos nossos quatro data centers Equinix IBX existentes, proporcionando aos clientes SP5x proximidade e acesso à melhor plataforma de negócios digitais do mundo”.

    Mais vantagens do que um data center por atacado

    Os data centers Equinix xScale diferem dos data centers tradicionais por atacado em dois aspectos fundamentais: estão próximos e conectados às instalações de varejo da Equinix via fibra, permitindo que as empresas de hiperescala se conectem à Plataforma Equinix e acessem instantaneamente parceiros e clientes em mais de 60 regiões metropolitanas no mundo. Isso gera, ainda, a possibilidade de oferecer melhor performance e latência ainda menor aos clientes nos data centers Equinix IBX vizinhos.

    “O projeto dos data centers está se tornando mais modular e flexível para acomodar as exigências variadas dos clientes: da pequena infraestrutura de edge à hiperescala. Com os data centers xScale, a Equinix oferece uma proposta de valor sólida, que vai além da energia e do espaço: uma plataforma global com um amplo ecossistema de parceiros e clientes, um elemento essencial para o sucesso dos negócios digitais”, disse Leonardo Sampieri, Analista de Tecnologias de Informação e Comunicações da Frost & Sullivan.

    O crescimento da economia digital vem impulsionando a busca por conectividade e Multicloud Híbrida. Os maiores provedores de cloud globais, incluindo Alibaba Cloud, Amazon Web Services, Microsoft Azure, Oracle Cloud e Google Cloud, contam há anos com a Equinix e sua plataforma de mais de 220 data centers para se conectar aos seus clientes e parceiros estratégicos. À medida que essas empresas continuam a crescer e se expandir globalmente, elas exigem maior escala de computação e cache de edge e também podem contar com a Equinix para essa demanda.

    Outubro 04, 2021 Por DatacenterDynamics

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  2. The Evolving Real Estate Landscape and REIT Indexes

    No 21st século, o setor imobiliário tem sido moldado por avanços tecnológicos que mudaram a economia e introduziram novos setores imobiliários para investimento. O setor imobiliário abriga a economia moderna, desde torres de celular facilitando comunicações sem fio, até data centers armazenando os dados que estão sendo comunicados, até instalações logísticas que servem como espinha dorsal do cumprimento do e-commerce.

    Nos últimos 10 anos, vimos mudanças drásticas na composição da capitalização do mercado de capitais REIT. Como mostra o Quadro 1, em 2010, a indústria representou apenas 4% (US$ 12 bilhões) da capital social REIT market cap, enquanto as torres de celular não haviam sido introduzidas na série de índices, e os data centers não foram divididos em um setor autônomo. No final de 2020, esses setores representavam 39% (US$ 460 bilhões) do capital próprio reit market cap. Embora grande parte da expansão do setor imobiliário tenha sido impulsionada pelo avanço tecnológico, a introdução de novos setores imobiliários desconectados à tecnologia também tem desempenhado um papel importante.

    09/10/2021 | por John Barwick para NAREIT.

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  3. Real estate interest in farmland is sprouting, as land values are up 7% nationally year over year

    O aumento dos valores da terra, as preocupações com a inflação e o desejo dos investidores imobiliários de diversificar suas carteiras está despertando novos interesses em imóveis agrícolas.

    O valor imobiliário agrícola dos EUA está em média us $ 3.380 por acre este ano, um aumento de US $ 220 por acre, ou 7%, a partir de 2020, de acordo com dados do Departamento de Agricultura dos EUA de agosto. Desde 2010, o valor dos imóveis agrícolas vem subindo anualmente, além de uma ligeira queda em 2016.

    Mas os aumentos observados até agora em 2021 representam o maior salto em relação ao ano anterior desde 2014.

    Os valores imobiliários para terras agrícolas permanecem mais altos no Centro-Oeste, com uma média de mais de US $ 5.000 por acre em lugares como o Cinturão de Milho, que inclui Illinois, Indiana, Iowa, Missouri e Ohio.

    “Os últimos seis meses foram um período fora do gráfico para as terras agrícolas do Centro-Oeste”, disse Bruce Sherrick, professor e diretor do Centro tiaa de pesquisa de terras agrícolas da Universidade de Illinois. Ele disse que as terras agrícolas de alta qualidade no Cinturão do Milho aumentaram de 15% a 20% este ano.

    O crescente valor dos imóveis agrícolas – combinado com muito capital olhando para classes de ativos menos tradicionais, mas potencialmente mais estáveis – está provocando uma onda de perguntas sobre oportunidades imobiliárias de terras agrícolas.

    Um grupo formou um fundo qualificado da Zona de Oportunidade, a Promised Land Opportunity Zone Farms I LLC, que investe apenas em fazendas nos Estados Unidos. O fundo foi criado no início deste ano pela aurora, empresa de gestão de investimentos Servant Financial, com sede em Illinois, trabalhando com a fazenda REIT Farmland Partners Inc., com sede em Denver.

    John Heneghan, presidente da Servant Financial, disse que estava olhando para propriedades e investimentos da OZ em ambientes multifamiliares e principalmente urbanos, mas nunca encontrou o ajuste certo. Desde covid-19, Heneghan disse que estava procurando por algo que se sentisse seguro em meio às interrupções da pandemia.

    “Comecei a me sentir confortável na macro para terras agrícolas e olhei para as regulamentações sobre como os benefícios fiscais de OZ se aplicariam às terras agrícolas”, continuou. “Resumindo, foi, na minha mente, um projeto mais fácil de fazer (um OZ) em terras agrícolas do que em um ambiente urbano.”

    Há orientações menos específicas sobre o quanto uma propriedade deve ser melhorada ao lidar apenas com terras e não edifícios, disse Heneghan. Um consultor tributário consultado antes de lançar o fundo estimou que até 40% dos OZs estão na América rural, mas muitos fundos não tinham descoberto como usar os benefícios fiscais nessas áreas. Além das terras agrícolas, é difícil fazer muito em escala, continuou Heneghan.

    No mês passado, o fundo comprou 4.528 acres de terras agrícolas no leste da Carolina do Norte por US$ 29 milhões, reforçando seu portfólio de nove fazendas e 3.800 acres em Illinois, Carolina do Sul e Mississippi. Heneghan disse que a Terra Prometida está sob contrato em uma fazenda cítrica na Califórnia.

    Nas propriedades adquiridas pela Terra Prometida, são feitas melhorias na drenagem, irrigação e armazenamento de grãos, o que ajuda a produtividade de uma fazenda, disse Heneghan. A meta do fundo é arrecadar entre US$ 200 milhões e US$ 250 milhões em patrimônio líquido.

    O interesse em investir em imóveis agrícolas é tão alto quanto em 30 anos, disse Sherrick. Os fundos de pensão estão entre os tipos de atores institucionais no espaço; há apenas um par de REITs, públicos e privados, especializados em terras agrícolas. Nuveen Real Estate Ltd. é um dos maiores players institucionais em terras agrícolas.

    Heneghan disse que muitas fazendas hoje ainda pertencem aos agricultores. Ele estimou que menos de 3% das terras agrícolas são atualmente de propriedade institucional.

    “A maioria das pessoas com quem falo em family offices e outras instituições, não está familiarizada com o desempenho das terras agrícolas e o perfil de retorno”, disse Heneghan.

    Sherrick disse que a fazenda é uma classe de ativos subleveraged e estável. Também é visto como um bom hedge contra a inflação, e os produtos agrícolas estão entre os poucos itens que os EUA exportam mais do que importa, acrescentou.

    Mas, continuou Sherrick, pode ser difícil conseguir um fundo porque as terras agrícolas não se entregam em grande quantidade para ter uma tonelada de liquidez.

    “Todo mundo está tentando começar um fundo ou programa”, disse ele. “Há literalmente trilhões de (ativos sob gestão) perseguindo terras agrícolas agora. O interesse é muito alto (mas) torna-se uma coisa difícil de retirá-lo sem acesso ao fluxo de negócios (e) capacidade de gestão especializada.”

    É um investimento de longo prazo, também, e requer entender como a política agrícola, o comércio e a cadeia alimentar funcionam. Há também diferenças importantes entre os ativos agrícolas e o que é plantado: As culturas de linha e permanentes, por exemplo, produzem diferentes retornos.

    Sherrick disse que os investidores que desejam adicionar terras agrícolas ao seu mix de portfólio precisam de infraestrutura para adquiri-la e gerenciá-la, bem como para entender os meandros dos imóveis agrícolas. Há também fatores externos, como o aumento dos riscos climáticos das mudanças climáticas, que terão que ser considerados na aquisição e gestão de imóveis agrícolas.

    Por Ashley Fahey, 09/15/2021 para Washington Business Journal.

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  4. Hotel Stocks Are Improving, but Risks Persist

    Os preços das ações dos REITs hoteleiros permanecem baratos em relação a outros setores imobiliários, mesmo com o negócio aparecendo desde o início da pandemia

    As ações de hotéis têm seguido o mercado nos últimos meses. Novos dados mostram que os fundamentos das empresas estão melhorando,mas questões significativas sobre variantes Covid-19 e viagens de negócios ainda podem diminuir uma recuperação.

    Os fundos de investimento imobiliário estão por trás de muitos hotéis e resorts. Empresas como Host Hotels & Resorts Inc. HST 1.25% e Apple Hospitality REIT Inc. APLE 0.58% possuem os imóveis do hotel e ganham receita com quartos alugados e alimentos e bebidas vendidos. Por sua vez, os REITs pagam taxas de administração a operadoras como a Marriott International Inc. MARÇO 0.63% para executar as propriedades.

    Os REITs do hotel estão entre as apostas imobiliárias mais arriscadas porque os quartos se transformam todos os dias e as viagens são particularmente vulneráveis a oscilações econômicas. Eles estavam entre os mais atingidos quando a pandemia começou. Novos dados sugerem que as coisas estão melhorando. No segundo trimestre, os fundos acumulados de operações do hotel REITs — uma métrica de ganhos amplamente utilizada em imóveis comerciais — ficaram positivos pela primeira vez desde o início do ano passado, de acordo com a Associação Nacional de Fundos de Investimento Imobiliário.

    Receitas mais altas ajudaram a Apple Hospitality e o Pebblebrook Hotel Trust a entregar seu primeiro lucro líquido trimestral desde o final de 2019 e início de 2020, respectivamente, enquanto as perdas no Host e em outro grande hotel REIT, Ryman Hospitality Properties Inc., RHP 2.00% ambos diminuíram substancialmente.

    “Isso é um desenvolvimento realmente encorajador”, disse Calvin Schnure, economista sênior da associação, observando que as viagens de negócios se recuperaram muito menos do que as viagens de lazer. “Você tem muito mais potencial nesse setor”, disse ele.

    Os resultados foram uma reviravolta acentuada em do ano passado, quando as taxas de ocupação caíram para os dígitos únicos em muitos hotéis. Alguns REITs fecharam temporariamente as propriedades completamente, imaginando que era melhor deixá-los sentados vazios em vez de pagar para operá-las. Muitas dessas propriedades anteriormente fechadas foram reabertas.

    No geral, as receitas de hotéis por quarto dobraram desde janeiro, de acordo com a empresa de dados de hotéis STR. As ocupações médias pairaram em torno de 64% no início deste mês, uma queda de cerca de 9% em relação ao mesmo período de 2019, diz a STR. Mas a recuperação tem sido desigual, pois alguns grandes mercados, notadamente São Francisco e Washington, D.C., têm lutado para preencher salas.

    Os investidores parecem estar precificando uma recuperação lenta. Depois que as ações do Hotel REIT inicialmente saltaram durante o rali de recuperação covid-19 mais amplo no início deste ano, muitos caíram acentuadamente à medida que a preocupação com as variantes aumentou.

    As ações da Pebblebrook e Park Hotels & Resorts Inc., PK +1.28% que foi girado fora de Hilton alguns anos atrás, caíram mais de 10% desde o final de abril, por exemplo. O índice REIT mais amplo da MSCI subiu cerca de 10% no mesmo período, superando o S&P 500.

    As quedas nos preços das ações fizeram com que os REITs hoteleiros parecessem baratos em uma base histórica em relação a outros setores imobiliários, de acordo com a empresa de pesquisa imobiliária Green Street, com retornos anuais ajustados pelo risco esperados de cerca de 6,5% para reits de hotéis, em comparação com 5,5% para outros setores.

    “Acho que os hotéis são algumas das opções mais atraentes lá fora”, disse kevin Brown, analista da Morningstar. As ações de várias das grandes empresas hoteleiras caíram cerca de 10% ou mais de onde estavam no final de 2019, antes do início da pandemia.

    A recuperação depende de duas fontes significativas de incerteza: a variante Delta e o retorno das viagens de negócios. Em relação à indústria de viagens em geral, muitos REITs de hotéis são distorcidos para a extremidade mais alta do mercado, o que depende mais de viagens corporativas e eventos para encher seus quartos, disseram analistas.

    A variante Delta já levou algumas grandes empresas a adiar seus planos de retorno ao escritório, entre elas a Amazon.com Inc. e a Apple Inc. anunciando que atrasarão seus retornos no local de trabalho até pelo menos janeiro. O risco para os hotéis é que isso escorre até viagens de negócios.

    “Se as pessoas nem estão voltando ao seu próprio escritório, não faz sentido elas viajarem a negócios para outro escritório que não tenha pessoas nele”, disse Brown, da Morningstar.

    Alguns grandes eventos que normalmente seriam um sorteio para hotéis também foram cancelados em meio a preocupações com a variante Delta. Eles incluem o New York International Auto Show e a reunião anual da National Rifle Association em Houston.

    As preocupações com a variante Delta, por sua vez, levaram alguns analistas a revisar ligeiramente as estimativas de lucros do REIT para baixo dos hotéis para os próximos trimestres, embora as expectativas para a trajetória de recuperação do setor ao longo do próximo ano pareçam em grande parte inalteradas.

    Mesmo assim, alguns grandes investidores de hotéis dizem que são encorajados pelos dados de reserva para o segundo semestre de 2021. Na Host, por exemplo, as reservas de grupo para o segundo semestre voltaram a ser superiores a 50% de onde estavam em 2019 antes do início da pandemia, com a demanda espalhada pelos principais mercados, disse a empresa.

    Com algumas ações de REIT de hotéis parecendo baratas em meio à recuperação agitada até agora, poderia fornecer “um ponto de entrada interessante para investidores com um estômago forte e um horizonte de tempo de longo prazo”, disseram analistas da Green Street em um relatório este mês.

    Por Brian Spegele para The Wall Street Journal em 31 de ago de 2021.

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  5. REIT earnings recovery accelerated in the second quarter of 2021: Nariet

    A indústria imobiliária comercial caminha para a recuperação pandêmica, segundo dados fornecidos pela Associação Nacional de Fundos de Investimento Imobiliário (Nareit).

    A recuperação dos lucros do REIT no segundo trimestre foi ampla, com aproximadamente dois terços de todos os REITs reportando fundos mais altos de operações (FFO) do que há um ano. O FFO subiu 19,8% em relação ao trimestre anterior, para US$ 16,5 bilhões, um pouco acima do pico anterior à pandemia, de acordo com Nareit.

    O lucro operacional líquido do segundo trimestre (NOI) também está acima dos números do ano passado. O NOI totalizou US$ 25,6 bilhões, 7,5% acima do primeiro trimestre de 2021 e 22,2% acima do mesmo período do ano passado.
    “Os ganhos do REIT recuperaram totalmente os declínios ocorridos no início da pandemia, e o FFO do setor REIT global está ligeiramente acima do nível máximo antes da pandemia”, afirmouCalvin Schnure, economista sênior da Nareit. “ReiTs e imóveis comerciais estão experimentando uma recuperação mais completa à medida que a reabertura econômica continua.”

    Kathleen Steele Gaivin 13 de agosto de 2021

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  6. 28/06/2021 · Washington Post Group (WPG), a major retail real estate investment trust (REIT), reportedly filed for Chapter 11 bankruptcy last week. WPG holds over 100 malls and shopping centers in its portfolio. Over the past few years, malls have notably struggled to operate as online retail threatens the future and viability of physical retail stores.

    >>> Depois o “CHATO” sou eu … Quanto tmepo até que o mesmo comece a acontecer aqui também ? 1, 2… 5 anos ?!

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  7. ETFs imobiliários prosperaram em 2021

    Como as perspectivas se iluminaram para os imóveis comerciais em 2021, os ETFs construídos sobre o setor têm desfrutado de uma forte corrida.

    Depois de um 2020 volátil, os ETFs imobiliários estão fazendo um grande retorno com um aumento nos fluxos de capital e um cardápio crescente de opções para os investidores.

    O ano passado foi desafiador para os ETFs imobiliários. Embora o mercado mais amplo de ETFs listados nos EUA tenha visto um recorde de US$ 504 bilhões em entrada de dinheiro novo, os ETFs imobiliários registraram saídas líquidas de US$ 3,4 bilhões, de acordo com o banco de dados cfras First Bridge ETF. A incerteza no início da pandemia provocou um recuo de muitos investidores imobiliários à medida que a paralisação em escritórios, shoppings e viagens provocou preocupações sobre a cobrança de aluguel e o lucro operacional líquido. O resultado foi um aumento nas vendas em ETFs imobiliários e um aumento semelhante nos pedidos de resgate em fundos imobiliários de private equity.

    O capital começou a retornar junto com a implantação da vacina e a reabertura da economia. Em meados de julho, havia US$ 7,5 bilhões em entradas líquidas em ETFs imobiliários, de acordo com a CFRA. “O mercado imobiliário está se encaixando muito bem entre o crescimento e os setores de valor”, diz Todd Rosenbluth, chefe de Pesquisa de ETF & Mutual Fund da CFRA, uma empresa de pesquisa e análise. “À medida que o setor continua a ter um desempenho tão bom, se não melhor do que os mercados mais amplos, é mais provável que vejamos a demanda contínua por ETFs imobiliários.”

    Entre os 25 PRINCIPAIS ETFs imobiliários, o retorno médio até 23 de julho foi de 24,5%, o que está em par com o rali em curso no REIT de capital aberto De acordo com o Índice FTSE Nareit US All REIT, os retornos totais YTD até 22 de julho estavam em 24,8%.

    “Imóveis e REITs tiveram um desempenho extremamente ruim no ano passado, mas aí reside a oportunidade”, diz Jay Hatfield, CEO e gerente de portfólio da Infrastructure Capital Advisors LLC. “As pessoas estão jogando o salto fora dos baixos, porque o setor ficou muito sobrevendido”, acrescenta. Infrastructure Capital Advisors LLC (ICA) é um consultor de investimento registrado pela SEC que gerencia ETFs e uma série de fundos de hedge. Seu Virtus InfraCap US Preferred Stock ETF (PFFA) é um fundo gerenciado ativamente que atualmente tem 55% de seus ativos investidos em REITs com o saldo investido em infraestrutura, industrial e financeira. “A PFFA não é dedicada ou necessária para estar em imóveis, é só que vemos o imóvel como atraente agora”, diz Hatfield.

    Forte impulso para entradas de capital

    Os ETFs emergiram como um veículo de investimento quente nos últimos anos. A crescente conscientização sobre os benefícios do veículo de investimento está atraindo cada vez mais capital, e 2021 já está a caminho de bater o recorde do ano passado. Em 14 de julho, US$ 490 bilhões em dinheiro novo haviam sido adicionados aos ETFs listados nos EUA, empurrando o total de AUM para além de US $ 6,5 trilhões. “Mais investidores estão se tornando confortáveis usando ETFs para exposição ampla ou uma maneira mais tática de mudar para um setor ou estilo sobre outro”, diz Rosenbluth.

    Investidores e consultores gostam de ETFs porque tendem a ser mais baratos. Eles têm uma estrutura de taxas mais baixas traduzida para melhor desempenho. Talvez o maior ponto de venda seja o preço em tempo real. “Um ETF é basicamente um fundo mútuo de capital aberto”, diz David Auerbach, um comércio institucional do World Equity Group especializado em REITs, ETFs, preferenciais, fundos fechados e novas emissões. As pessoas que compram ou vendem fundos mútuos têm que esperar até o fechamento do dia de negociação para que a NAV final se recalibrar. “Essa é uma questão enorme, enorme, especialmente quando você está lidando com a volatilidade do mercado, onde o mercado está movimentando várias centenas de pontos por dia”, diz ele. Semelhante às ações públicas, as cotações de preços do ETF estão disponíveis em tempo real durante a negociação ativa.

    Os ETFs imobiliários estão captando um pouco desse maior impulso de mercado. Outro fator que impulsiona o capital para os ETFs imobiliários é simplesmente o rendimento. Os investidores globais estão em busca de rendimento, e tanto investidores nacionais quanto estrangeiros gostam dos retornos que podem obter no mercado imobiliário dos EUA. O tesouro de 10 anos está sendo negociado em cerca de 1,2% a 1,3% em comparação com os REITs dos EUA que entregaram dividendos de 3% ao ano até agora, de acordo com Nareit. O mercado imobiliário é aquela tartaruga lenta e constante no cenário da tartaruga e da lebre, e essa lenta e constante vai ganhar a corrida, observa Auerbach.

    No entanto, alguns ETFs imobiliários estão encontrando mais sucesso atraindo capital do que outros. Alguns ETFs imobiliários especializados viram fortes entradas mesmo durante a pandemia. Por exemplo, o NETLease Corporate Real Estate ETF (NETL) quase dobrou seu AUM no ano passado para mais de US$ 116 milhões. As pessoas faziam fila para ir a postos de gasolina, farmácias e fast food como Chic fil A e Dunkin Donuts, e os proprietários de aluguel líquido estavam coletando 95-100% de seus aluguéis, observa Auerbach. “Então, alguns dos ETFs se saíram muito bem durante 2020, mas o que você viu indo para a metade de 2020 e para 2021 é que a frase ‘risco-on’ voltou”, diz ele. O capital é devolvido porque as pessoas queriam capturar parte do lado positivo no aumento dos valores do REIT.

    Competição esquenta
    O setor de ETF imobiliário está ficando mais lotado. Atualmente, existem mais de 50 ETFs imobiliários, incluindo três novos ETFs que foram lançados no primeiro semestre de 2021 e mais do que o lançamento previsto para os próximos 18 meses. Parte dessa expansão é impulsionada por ETFs mais especializados que se concentram em um determinado setor, como residencial, locação líquida ou data centers.

    Há o Pacer Benchmark Data & Infrastructure Real Estate ETF (SRVR), que é focado em TORRES de celular e REITs de data center e lançado em maio de 2018. Cresceu para US$ 1,56 bilhão em AUM. No entanto, levou mais de dois anos para a Global X lançar uma torre de celular concorrente e um ETF de data center, o que fez em outubro de 2020. “Eles não queriam ver Pacer nesse pequeno nicho fazendo todo o dinheiro”, diz Auerbach. Global X Data Center REITs e Global Infrastructure (VPN) cresceram desde então para ativos líquidos de cerca de US $ 57,75 milhões. Em junho, o Janus Henderson Group lançou o Janus Henderson Real Estate ETF com foco em títulos imobiliários que poderiam incluir torres de celular, data centers, REITs de jogos, armazenamento a frio e muito mais

    Os ETFs imobiliários estão encontrando maneiras de oferecer algo único para os investidores à medida que o setor fica mais lotado. “Ele remonta à velha citação do Campo dos Sonhos – se você construí-lo, eles virão. Os emissores de ETF construíram grandes ideias temáticas e os investidores vieram”, diz Auerbach. Então, até começarmos a produzir as mesmas ideias sem tração, os ativos continuarão a fluir.”

    Por exemplo, o InfraCap REIT Preferred ETF (PFFR) da Infrastructure Capital é o único ETF imobiliário que adquire ações preferenciais da REIT. Essa distinção ajuda o REIT a se destacar de seus concorrentes. Além disso, a maioria dos títulos que a PFFR possui são cumulativos, o que significa que mesmo que uma empresa suspenda seus dividendos, o que um número de REITs fez em 2020, eles ainda devem isso aos acionistas com direitos cumulativos. “Portanto, ele fornece uma margem de segurança que muitos investidores estão procurando, mas não apreciam totalmente”, diz Hatfield.

    Outro tema do setor nos últimos dois anos tem sido o crescente interesse em ETFs gerenciados ativamente. Fundos gerenciados ativamente, ou aqueles que têm experiência interna em captação de ações, estão tentando se diferenciar e superar seus pares com retornos alfa. Os três novos ETFs lançados este ano são todos ETFs gerenciados ativamente: o Fidelity Real Estate Investment ETF (FPRO); o ALPS Active REIT ETF (REIT) e o Janus Henderson US Real Estate ETF (JRE).

    Auerbach acredita que o setor tem mais potencial de crescimento à frente de fontes de capital nacionais e internacionais, à medida que os investidores dos EUA convertem fundos mútuos em ETFs, bem como fundos soberanos e outras instituições estrangeiras que poderiam trazer mais capital para o setor. “Podemos estar apenas no terceiro ou quarto turno dos ETFs REIT nos Estados Unidos”, diz ele.

    Beth Mattson-Teig | 27 de julho de 2021 to wealthmanagement.

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  8. 5 Takeaways from Nareit’s 2021 REIT Industry ESG Report

    A Nareit lançou recentemente seu terceiro Relatório Anual REIT Industry ESG, destacando o progresso que os REITs e a indústria imobiliária de capital aberto têm feito na implementação e relatório sobre iniciativas ambientais, sociais e de governança (ESG).
    À medida que os investidores e o público estão cada vez mais focados na responsabilidade corporativa, os REITs continuaram a avançar suas iniciativas de ESG em 2020, integrando questões de ESG em estratégias corporativas, abordando os riscos das mudanças climáticas, priorizando impactos sociais e DEI, e muito mais.

    1. Os REITs estão cada vez mais fazendo compromissos públicos com as metas do ESG e relatando seu progresso.
    As questões do ESG estão sendo incorporadas às estratégias corporativas de muitos REITs e ao planejamento de negócios de longo prazo, com 77% dos entrevistados na Pesquisa de Membros na Nareit 2020 relatando que os riscos e oportunidades do ESG — como mudanças climáticas, saúde e segurança ou conformidade regulatória — estão integrados ao planejamento estratégico e financeiro.
    Os REITs também estão relatando cada vez mais sobre seu progresso no ESG, com 97% dos 100 principais REITs por capital próprio reportando sobre o ESG em 2020, contra 71% em 2019.

    2. Os REITs estão tomando medidas para abordar o DEI sistematicamente.
    Os REITs estão tomando medidas para abordar a diversidade, a equidade e a inclusão (DEI) sistemicamente, com foco na construção de um pipeline de liderança e mão-de-obra mais diversificada e inclusiva, além de fornecer espaços seguros e estruturas de governança dedicadas para as vozes dos funcionários serem ouvidas.
    Dos membros da Nareit que participaram da pesquisa gresb, 98% indicaram que monitoram métricas de inclusão e diversidade nos níveis de governança e força de trabalho. No último ano, os REITs aprimoraram sua gestão e supervisão do DEI no topo, com 80% dos REITs indicando papéis proeminentes na tomada de decisões relacionadas ao DEI no nível executivo da C-Suite e 73% indicando responsabilidade do CEO.

    3. O ESG está se tornando uma prioridade para os investidores — e os REITs estão atendendo à demanda
    A pesquisa International Investor 2020 da AFIRE constatou que dois em cada três investidores imobiliários aumentaram sua consideração de risco sobre questões de mudança climática de 2019 a 2020, com quase nove em cada dez investidores, incluindo critérios de ESG para decisões de investimento, e 90% recebendo os mesmos ou maiores retornos quando contabilizam os critérios do ESG.
    Os REITs estão respondendo a essas demandas de ESG dos investidores, com a porcentagem de REITs relatando publicamente seus esforços de sustentabilidade continuando a melhorar ano após ano. Embora os relatórios ESG tenha sido historicamente mais comuns para reits maiores, relatórios de dados do ano passado revelaram que reits de todos os tamanhos estão se comprometendo a uma maior divulgação do ESG. Os REITs com capital de mercado abaixo de US$ 5 bilhões que estão relatando saltaram de 71% em 2019 para 97% em 2020 — mais do que o dobro dos 43% vistos em 2018.

    4. Os REITs estão gerenciando proativamente sua pegada ambiental.
    Como indústria, os REITs listados nos EUA são uma força motriz por trás do movimento para tornar o portfólio global de edifícios mais saudável e verde, com mais de 2.100 edifícios de propriedade da REIT com certificação verde — e crescendo.
    Os REITs também estão cada vez mais relatando seus esforços ambientais, com muitos REITs implementando estratégias para conservar água e energia, reduzindo o desperdício e as emissões de carbono.

    5. REITs de todos os setores estão adotando abordagens inovadoras para a gestão ambiental, responsabilidade social e boa governança.
    O Relatório ESG da Indústria REIT de 2021 destaca estudos de caso de 24 REITs mostrando suas histórias de sucesso do ESG e soluções únicas — desde a otimização da cadeia de suprimentos até a inovação das práticas de sustentabilidade por meio da digitalização.

    27/06/2021 | por Lizzy Lees para Nareit.

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    1. Esse tal de ESG vai ESTRAGAR o produto e ENCARECER a gestão.

      O problema desse ESG é tão grave para o bom funcioanamento de um REIT/Fii quanto o problema da água molhada, que seria seca se não fosse a atuação danosa do ser humano no meio ambiente, e por isso merece atenção dos gestores. 🤣🤣🤣🤣🤣

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  9. Real estate investment trusts can generate income and provide inflation protection in retirement

    PONTOS-CHAVE
    Cerca de US$ 1,5 trilhão são investidos em fundos de investimento imobiliário nos EUA, de acordo com a Morningstar Direct.
    Os REITs geram receita através dos imóveis que possuem e são obrigados a repassar 90% de seus rendimentos tributáveis aos acionistas.
    Os arrendamentos de longo prazo geralmente incluem cláusulas de inflação.

    Os aposentados que estão preocupados com a inflação corroendo o valor de seus rendimentos podem querer verificar os fundos de investimento imobiliário.

    REITs são empresas que possuem e/ou operam propriedades como shoppingcenters, edifícios de escritórios, armazéns e edifícios de apartamentos. Embora eles venham com mais risco do que alguns outros investimentos que produzem renda — como títulos do Tesouro — eles também têm proteção contra a inflação incorporada a eles, dizem especialistas.

    “Geralmente, os REITs tendem a se sair bem em tempos de inflação, apenas por causa de sua capacidade de aumentar os aluguéis e depois repassar esse rendimento para [os acionistas]”, disse o planejador financeiro certificado Marco Rimassa, presidente da CFE Financial em Katy, Texas.

    À medida que os EUA continuam voltando à atividade econômica pré-pandêmica, a inflação tem estado na mente dos investidores. Uma medida inflacionária chave — o principal índice de preços das despesas de consumo pessoal — subiu 3,4% em maio em relação ao ano anterior. Outro indicador, o índice de preços ao consumidor,também saltou no mês passado para 5% no mesmo período.

    No entanto, dado onde a economia estava há um ano – ainda no auge das paralisações induzidas por pandemias -, os funcionários do Federal Reserve veem o salto nos preços como transitório.

    No entanto, os aposentados que buscam renda estável que seriam menos impactados pela inflação poderiam considerar os REITs. Cerca de US$ 1,5 trilhão são investidos em REITs dos EUA, de acordo com a Morningstar Direct.

    Devido à sua estrutura jurídica, os REITs são obrigados a pagar 90% de seus rendimentos tributáveis aos acionistas sob a forma de dividendos. Esses pagamentos normalmente são feitos trimestral ou mensalmente, disse Rimassa.

    O rendimento médio de dividendos em REITs está na casa dos 3%, segundo dados de maio do grupo industrial NAREIT. Isso se compara ao rendimento de 1,5% no título do Tesouro de 10 anos.

    No entanto, nem todos os REITs executam o mesmo, independentemente do que a inflação está fazendo.

    “Tudo se resume ao negócio subjacente”, disse Kevin Brown, analista da Morningstar. “Há muitos setores diferentes e eles operam em seus próprios fundamentos.”

    Por exemplo, o que impulsiona o sucesso de um hotel é diferente dos fatores para, digamos, uma instalação habitacional sênior ou espaço de armazém.

    “Você não pode pensar em uma empresa imobiliária como sendo semelhante a qualquer outra”, disse Brown.

    No entanto, como os aluguéis e os valores dos imóveis tendem a aumentar quando os preços aumentam, os REITs cujos imóveis são capazes de capitalizar isso podem fornecer um hedge inflacionário.

    Por exemplo, hotéis podem aumentar os preços dos quartos, ou edifícios de apartamentos podem aumentar os aluguéis mais facilmente à medida que os inquilinos se entregam. E o maior rendimento do REIT geralmente significa pagamentos maiores de dividendos aos acionistas.

    ReiTs cujas propriedades atingem contratos de locação de longo prazo com inquilinos — por exemplo, varejistas em shoppingcenters — normalmente têm aumentos anuais incorporados que se baseiam na movimentação do índice de preços ao consumidor. No entanto, esses aumentos de aluguel também tendem a ter um limite para o tamanho de um salto, o que significa que a inflação pode superar esses aumentos.

    No entanto, disse Rimassa, “mesmo que os aumentos de aluguel não sejam capazes de acompanhar a inflação no curto prazo, os valores dos imóveis geralmente ainda estão aumentando”.

    A maneira mais fácil de obter exposição a muitos REITs ao mesmo tempo é através de um fundo mútuo ou fundo negociado em bolsa que investe nessas empresas imobiliárias. Do ponto de vista das ações da carteira, cerca de 10% da sua alocação de ações poderia ir para reits, disse Rimassa.

    Vale a pena notar que se você tiver REITs fora de uma conta de aposentadoria com benefícios fiscais, sua tributação pode ficar complicada. Geralmente, os dividendos estão sujeitos a alíquotas ordinárias de imposto de renda, embora você possa ser capaz de tomar uma dedução de 20% sobre alguns dos rendimentos. Porque pode ser complicado, vale a pena consultar um consultor tributário para orientação.

    Sarah O’Brien to CNBC 06/25/2021

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  10. (@Trix … tomei a liberdade de postar 😉 )

    Very Bad News For REIT Investors
    Jun. 14, 2021 8:25 | SeekingAlpha

    Summary
    . REITs are hitting new all-time highs, but fundamentals remain challenged.
    . Moreover, President Biden’s tax policy proposal could negatively impact REITs and the recent surge in inflation could lead to rate hikes.
    . REIT investors need to adapt their portfolio to today’s rapidly evolving environment in order to not be left holding the bag.

    Lately, we have had a lot of good news in the REIT sector:

    First of all, the vaccine has been successfully deployed. Secondly, real estate has kept appreciating due to cap rate compression. Thirdly, it turns out Zoom/Amazon (ZM/AMZN) did not kill offices/malls. And finally, REITs are now refinancing their debt at lower rates. Combined together, these factors have had a strong positive impact on not just fundamentals, but also market sentiment. As a result, the Vanguard Real Estate ETF (VNQ) just crossed the $100 bar for the first time ever, indicating that REITs are pushing new all-time highs. It may seem as if it would be all sunshine and rainbows in REITville these days.

    But there lies the bad news:

    Share prices already have fully recovered even as fundamentals haven’t. Moreover, Biden’s Tax Policy proposal targets some of REIT’s tax benefits. And finally, the rate of inflation has been surging lately, which could force central banks to hike interest rates. So there’s a lot to worry about if you are heavily invested in REITs. I myself invest over half of my net worth into the REITs presented at High Yield Landlord and below I present my thoughts on these risk factors. Fortunately, there are some things you can do to minimize risks and boost your future reward potential. Stick till the end and I will also share one of my top picks in today’s environment.

    Bad News #1: Full Pre-Mature Recovery
    The REIT market has already priced a full recovery even before it has even happened.

    To give you an example, we recently downgraded Regency Centers (REG) to a Hold rating because its share price is already higher than pre-COVID, despite still generating only a fraction of its normalized cash flow.

    Similar examples exist in many property sectors.

    The most flagrant examples are in the hospitality sector. Hotel REITs like Host Hotel (HST) have fully recovered even despite the fact that hotels are now changing hands at 10%-20% lower valuations and the future prospects are more uncertain than ever. Business travel may have dropped forever and Airbnb (ABNB) is gaining market share.

    Do they deserve to trade at higher levels than pre-COVID?

    I don’t think so and this is why we recently sold our last remaining hotel investment.

    What this shows is that the REIT market remains quite inefficient in pricing risk. While it has pushed some companies higher than they should have, it also works the other way around.

    Today, we find that the most obvious COVID recovery plays such as hotels have become overvalued, while the more boring sectors that fail to attract media headlines continue to trade at very reasonable valuations. This is especially true when dealing with smaller and lesser-known REITs.

    A good example would be net lease REITs.

    Even the larger net lease REITs like Realty Income (O) and W.P. Carey (WPC) are still priced at ~20% lower levels than pre-COVID, despite guiding for new all-time high cash flow in 2021. We think that they offer great value and upside potential going forward.

    Bad News #2: Potential Tax Impact on REITs
    President Biden’s proposal is to eliminate some of the tax cuts that were introduced in 2017.

    It impacts all investments, including regular stocks, but also REITs. Overall, we think that the potential tax changes favor REITs because they’re not impacted by the corporate tax hikes, and higher capital gains taxes should encourage investors to sell growth stocks and buy income-oriented investments like REITs.

    However, the one thing to keep an eye on is the potential elimination of 1031 exchanges. In case you don’t know what that is: It allows property owners to defer capital gain taxes when selling a property as long as they reinvest the proceeds in another property under certain conditions.

    If the 1031 exchange was eliminated, it would likely reduce the number of transactions in the real estate market, and potentially make it harder for certain REITs to grow via new property acquisitions. This is what real estate lawyer Scott A. Johnson noted in a recent article:

    “If a property is cash flowing, and has positive equity, an investor will be likely to hold in hopes that the capital gains rate is reduced in the future.”

    In that case, you would want to own REITs that do not rely too heavily on acquisitions for growth. You would favor REITs with strong organic same-property NOI growth prospects, property development capabilities, and/or sale-leaseback expertise to create their own supply of deals.

    A good example here would be UMH Properties (UMH). Most of its growth is expected to come from same-property NOI growth, the development of its existing communities, and the refinancing of its debt at lower rates. On the other hand, its peers, Equity Lifestyle (ELS) and Sun Communities (SUI) are more reliant on new property acquisition to generate growth. All else held equal, this could be negative if the 1031 exchange is eliminated.

    Bad News #3: Surging Inflation And Rising Rates
    The rate of inflation recently accelerated to the fastest pace in many years.

    Is it just a temporary surge that’s resulting from the reopening of the global economy?

    Or will we see a sustained increase in inflation from all the money-printing that has happened over the past year?
    While I think that it’s mainly transitory, we are in uncharted territory and no one can be certain about it.

    Overall, inflation benefits property owners as it leads to rent hikes and property value growth even as the mortgage itself loses in real value.

    But if the REIT isn’t well prepared, it could turn into bad news.

    Some REITs have very long leases with fixed rent hikes that provide limited protection if and when inflation really takes off. Moreover, some of their debt may mature already in the near term and/or have variable rates which could result in higher interest expenses.

    Here you want to favor REITs that can quickly adjust rents higher and pass the inflation to the tenant. Moreover, you would want the debt to be mainly long-term fixed-rate with nicely staggered maturities.

    A Top Pick in Today’s Environment
    Medical Properties Trust (MPW) is ideal in this context:

    (1) Valuation: It has not fully recovered yet, and still trades at a very reasonable 12x FFO and pays a 5.2% dividend yield. That’s a lot cheaper than most REITs, and yet, its fundamentals held up better during the pandemic, and its growth prospects are above average.

    (2) 1031 Elimination: MPW has relationships with large hospital operators to conduct sale and leaseback transactions that aren’t materially impacted by the elimination of the 1031 exchange. Moreover, MPW is rapidly growing its portfolio in foreign markets, which also wouldn’t be impacted.

    (3) Inflation: MPW has landlord-friendly leases that stipulate that the tenant must pay all property expenses, including maintenance, and the rent is typically tied to a CPI index. Its debt is fixed rate and maturities are well staggered. As such, MPW is well protected if inflation takes off and interest rates rise.

    Bottom Line
    REIT investors need to adapt their selection to today’s evolving environment.

    At High Yield Landlord, we already have sold eight of our holdings and reinvested the proceeds in other positions that offer better risk-to-reward going forward.

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    1. >>> Espero que consigam ler/traduzir. EM resumo, creio que o artigo mostra a mesma PROBLEMÁTICA lá e aqui: Cotações de FII/REITS em níveis de TOPO e rendimentos ESTAGNADOS, cenário inflacionário não sendo repassado aos aluguéis, risco tributário com novas legislações. Resta aos investidores apenas, trocar de posições indo buscar maiores retornos em FII/REITS da área de saúde. Creio que no Brasil, a melhor chance é investir em FUNDOS de PAPEL que possuem CRI na área de Saúde haja visto que são pouquíssimos os FII de Hospitais relevantes.

      Curtido por 1 pessoa

  11. Trabalhar em calças de moletom pode ter acabado à medida que as empresas contemplam o grande retorno do escritório.

    Em uma caminhada fora de seu escritório no centro de Washington, D.C., Greg Meyer pára para espiar através das janelas de vidro de um ponto de almoço rápido e casual chamado Leon. O interior de tijolos expostos dá-lhe uma vibração aconchegante café. Mas a multidão do almoço está longe de ser vista. O lugar todo está escuro.

    “A pandemia os colocou fora do negócio”, diz Meyer, chefe da região da Brookfield Properties, que possui quase todos os edifícios deste bloco e centenas mais em todo o país.

    Agora, com as vacinas disponíveis sob demanda e as taxas de infecção caindo, Meyer acredita que as empresas têm o dever cívico de trazer os trabalhadores de volta.

    “É hora agora”, diz ele. “Temos que fazer tudo o que pudermos para que as pessoas voltem o mais rápido possível.”

    Quinze meses após a pandemia, os prédios de escritórios da Brookfield em Washington estão apenas com cerca de 14% de ocupação, abaixo dos 80% em tempos normais. As empresas que ordenaram que seus funcionários trabalhassem em casa em março de 2020 só agora começam a trazê-los de volta ao escritório. Alguns estão esperando até o outono para trazer de volta os trabalhadores em número significativo, enquanto outros não têm planos de retornar aos arranjos de trabalho pré-pandemia.

    Navegar pelo retorno ao escritório é uma operação delicada que tem potencial para definir a cultura de uma empresa há anos. O que acontecer nos próximos meses também pode ter um efeito profundo em cidades como Washington.

    “Isso me deixa preocupado”, diz Meyer. “Temos que garantir que a cidade seja vibrante novamente, que as empresas se sintam bem-vindas.”

    A própria equipe de Meyer na Brookfield Properties voltou ao escritório em setembro, trabalhando em um horário híbrido com pessoas chegando a cada dois dias. A filtragem de ar atualizada, máscaras e um padrão de assentos de checkerboard mantiveram as pessoas seguras, diz Meyers. Ainda assim, alguns funcionários optaram por permanecer totalmente afastados.

    De acordo com gallup, 45% dos trabalhadores em tempo integral nos EUA ainda estão trabalhando remotamente pelo menos parte do tempo. Entre os trabalhadores de colarinho branco, é cerca de 70%. Em pesquisa após pesquisa,a esmagadora maioria dos trabalhadores diz querer que opções de trabalho flexíveis continuem.

    Depois do verão, Meyer quer todos de volta em tempo integral.

    “Estamos no escritório, e se não acreditarmos nisso, acho que não podemos esperar que mais ninguém acredite”, diz ele. “Mas, igualmente importante, achamos que é uma parte muito importante do nosso sucesso – ter pessoas trabalhando juntas, ensinando umas às outras, aprendendo umas com as outras, todas essas coisas que você não pode fazer remotamente muito bem.”

    A seis quarteirões do Instituto de Recursos Mundiais, o pensamento é: não tão rápido. A organização sem fins lucrativos ambiental ainda não trouxe ninguém de volta ao escritório regularmente. Renuka Iyer, chefe de recursos humanos, diz que apenas cerca de 3% dos funcionários dizem que precisam voltar para fazer seu trabalho corretamente.

    O plano é que essas pessoas retornem neste verão, seguidas por mais no outono. Mas um retorno ao número de pessoas no escritório antes da pandemia? Talvez nunca.

    “A pandemia realmente nos fez repensar o que significa fazer o trabalho e como fazemos o trabalho”, diz Iyer.

    O topo da mente para Iyer enquanto ela contempla como trazer as pessoas de volta é a missão do instituto: mover a sociedade humana para viver de maneiras que protejam o meio ambiente. Um escritório menor economizaria energia, mas teria menos pessoas no escritório, diz Iyer.

    Ainda assim, ela é cautelosa em se mover muito rápido. Ela sabe que muita coisa pode ser perdida quando você não está cara a cara com colegas, e ela já está recebendo perguntas de funcionários que se perguntam se eles vão perder a mentoria ou oportunidades de carreira. Ela ainda não tem as respostas, mas acredita que pode haver maneiras surpreendentes de construir conexões humanas que ainda não foram pensadas. Ela olha para o passado para se inspirar.

    “Basta olhar para trás como a humanidade viveu a vida, e você tem amigos de caneta”, diz Iyer. “Quem diria que os amigos da caneta teriam grandes conexões humanas? Mas eles fizeram.

    Para ter uma ideia de como seria uma configuração híbrida permanente, entre nos escritórios da Creative Theory, uma agência de marketing e consultoria no Union Market District de Washington. A empresa ajuda grandes marcas como Google, Netflix e Under Armour a moldar suas mensagens culturais.

    “O que tem sido realmente emocionante é ver as pessoas voltando ao escritório e querendo estar perto de outras pessoas”, diz o CEO Tamon George.

    Em uma tarde recente, cerca de um terço dos cerca de 20 funcionários da Creative Theory estavam no escritório de plano aberto. Na parte da frente do escritório há uma loja que eles administram, vendendo itens criados por artesãos negros locais.

    “Estamos incrivelmente conectados à nossa comunidade aqui”, diz George.

    Essas conexões estão informando como ele pensa sobre o futuro. Ele imagina o escritório como um lugar onde seus funcionários interagem não apenas entre si, mas com o público. E ainda assim ele sabe o quão produtivo o trabalho em casa pode ser quando não há distrações. A empresa mais do que dobrou de tamanho na pandemia enquanto todos trabalhavam remotamente.

    George diz que não pode ver nunca exigindo que as pessoas estejam no escritório cinco dias por semana. Ele tem duas crianças em casa e aprecia ser capaz de dividir seu tempo entre casa e escritório. Então, três dias por semana no escritório pode se tornar a norma. No entanto, ele espera que as pessoas queiram estar ao redor da mesa – a mesa física real – para o que ele chama de “os bons tempos”.

    “Não que haja muitos momentos ruins”, diz George. “Mas se pudermos nos divertir, aproveitar o trabalho que fazemos juntos, celebrar juntos, compartilhar as vitórias juntos, isso conta.”

    7 de junho de 2021
    Andrea Hsu

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    1. “O que tem sido realmente emocionante é ver as pessoas voltando ao escritório e querendo estar perto de outras pessoas”, diz o CEO

      >>> Daí… passa um tmepo, ou vem uma crisizinha … o CEO manda o RH demitir uns lá, SEM DÓ NEM PIEDADE. Colega de trabalho NÃO é amigo, CHEFE não é nem pai nem mãe, assim como EMPRESA não é a casa de ninguém. Se uma pessoa minimamente lúcida ainda não conseguiu discernir isso, está fadada a levar várias TRAULITADAS durante a vida profissional..

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