FIIB11 – Industrial do Brasil

O objetivo do fundo foi a aquisição de imóveis industriais prontos ou em construção, para posterior revenda, desenvolvimento ou locação; portanto de um FII de Tijolo – Imóveis Industriais, administrado pela Coin, em regime de condomínio fechado, com prazo indeterminado de duração.

fiib11

Foi constituído em 31/07/2011, através da cisão parcial do patrimônio do FP. F Andrômeda Fundo de Investimento Imobiliário; o FII vem concentrando seus investimentos no empreendimento Perini Business Park, um condomínio industrial formado de galpões industriais modulares, com áreas a partir de 509 m² e totalizando 277.714 m².

O empreendimento é composto de galpões com estrutura pré-fabricada, com pé-direito de 8,50m e 6,00m, fechados com painéis verticais granilhados e cobertura com calhas de concreto, intercaladas com telhas em chapas de alumínio e placas de policarbonato.

Dos imóveis e benfeitorias que compõem o “Perini Business Park”, o Fundo de Investimento Imobiliário Industrial do Brasil possui, em regime de condomínio, 277.714,50m² de terreno e 101.857,92m², de área construída.

O restante da área e das benfeitorias pertencem ao FP. F. Andrômeda Fundo de Investimento Imobiliário e à Perville Construções e Empreendimentos S/A, registrada na matrícula em regime de condomínio; os imóveis encontram-se devidamente segurados para cobrir eventuais sinistros; são 51 unidades locatícias e mais de 30 locatários do segmento industrial.

Com mais de 2,6 milhões de m² de terreno (sendo aproximadamente 240 mil m² detidos pelo FIIIB), o maior condomínio multi-setorial do Brasil localiza-se no coração do Distrito Industrial de Joinville, uma região com um parque industrial diversificado e moderno, situado em um Estado que conta com uma estrutura logística (portos, ferrovias e aeroportos) e energética dentre as mais desenvolvidas do país.

O empreendimento conta atualmente com uma área construída de aproximadamente 102 mil m², tendo comum de seus diferenciais a qualidade construtiva, baseada em tecnologia italiana, de modo a oferecer a seus clientes soluções adaptadas às suas necessidades. Facilidades Além da estrutura inerente à região, o condomínio conta com uma série de facilidades, como serviços de manutenção, conservação, limpeza, jardinagem, coleta seletiva de lixo, segurança, alimentação, serviços bancários, dentre outros que integram as rotinas do parque. Vale ressaltar que a taxa de condomínio do Perini Business Park além de ser uma das menores do Brasil, contempla o seguro predial e o custo de capacitação e treinamento da brigada voluntária para prevenção e combate a incêndio.

O condomínio abriga dezenas de empresas nacionais e multinacionais, de pequeno, médio e grande porte, dentre eles vários líderes mundiais de mercado. Diversos setores, como metal-mecânico, plástico, automobilístico, agroindústria, construção civil, eletrônico, elétrico, químico, logístico, metalúrgico, financeiro, comercial, de serviços dentre outros possuem representantes instalados no parque.

Taxas:
Administração: 3,0% sobre receita bruta auferida (mínimo R$ 8.728,76 mensais corrigido pelo IGPM).

RI: cleide.oliveira@coinvalores.com.br, fernandostelles@coinvalores.com.br, rubens@coinvalores.com.br

Autor: Tetzner

Engenheiro, Investidor há mais de20 anos, autor de 2 livros e pioneiro em Fundos Imobiliários :)

798 comentários em “FIIB11 – Industrial do Brasil”

    1. Como reduziu , eihm !!

      ABR/20 R$ 490,00 0,39% R$ 1,90
      MAR/20 R$ 485,00 0,49% R$ 2,40
      FEV/20 R$ 538,01 0,52% R$ 2,80
      JAN/20 R$ 593,04 0,46% R$ 2,70
      DEZ/19 R$ 569,61 0,47% R$ 2,70
      NOV/19 R$ 566,50 0,47% R$ 2,67
      OUT/19 R$ 525,00 0,51% R$ 2,67

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  1. Pessoal, hoje é o ultimo dia para votar a consulta formal do FIIB11, o item 2 solicita a alteração do regulamento para que as comunicações possam ser enviadas por email e que o cotista possa votar de forma eletrônica.
    Acho importante os cotistas aprovarem tal item porque além de economizar custos com impressão e correio, a maneira eletrônica pode aumentar a participação do pequeno investidor nas decisões do Fundo.

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  2. PessoALL aqui sentado em berço esplêndido … com mais de 100% de lucro…
    na minha humilde opinião, situação perigosíssima!!!

    Se o fundo resolve DOBRAR de tamanho, realizando uma emissãozinha aí de, digamos, uns réles R$ 200MM
    [pequena para os padrões atuais]

    Essa cotação aí DESABA uns 50% … DESTRUINDO o PATRIMÔNIO do BUY-AND-HOLDER …

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      1. Ontem… DORMI com:
        – VILG a R$ 135. Acordei a R$ 125.
        – IRDM a R$ 130. Acordei a R$ 120.
        – ETc.

        >>> DESTRUIRAM-SE uns 10% de meu PATRIMONIO, em cada uma. E aí ? Vc investe sempre apostando na recuperação de médio, longo prazo ? HOJE… seu patrimônio foi destruído. Imagina acordar amanhã com um anúncio de emissão do FIIB. Ah.. mas eu não preciso do dinheiro, é renda variável, etc… E daí ? Seu patrimônio já está destruído. Esse é o ponto.

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      2. Se você comprou faz um ano, você teve 35% de valorizacao da cota mais 7,5% de rendimento. No meio deste caminho tem as emissões e ajustes do mercado. Assim, por cima., acho que você lucrou, hein?

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    1. Mas o buy-and-hold raiz sabe que essa queda é temporária e, no longo prazo, o patrimônio será “reconstruído”, aliás, nunca foi destruído porque ele não tem intenção nenhuma em vender, conforme o próprio nome diz.
      Você está misturando estratégias diferentes: trader e buy-and-hold.

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      1. @Billie … a perda de patrimônio é INSTANTÂNEA! Já ocorreu! É passado! O investidor já ficou mais pobre!

        São mais de 300 FIIs… gestão de patrimônio passa por saber o momento de trocá-lo por outro mais barato.

        Não estou misturando nada 😉

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    2. @Renatao, quando a cotação dos seus FIIs sobe, cai o DY, você reclama e os guilhotina. Agora as cotações caem um pouco, os DY sobem e você reclama da queda do seu patrimônio instantânea. Não está sofrendo muito investindo em FIIs não?

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      1. @Felipão … a discussão aqui é diferente. Quando um patrimônio fica carao, faz parte de sua gestão aproveitar sua valorização e vislumbrar uma troca. Ficar sentado em berço esplêndido pode custar caro.

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      1. PG sozinho não enfia nada. Para termos alguma mudança nos FIIs, precisaríamos atender à vários SEs:
        SE houver um projeto de lei analisado e aprovado nas duas casas, em suas comissões etc (média de 10 meses de tramitação);
        SE nesse projeto de lei ficar definido que valerá para FIIs antigos, cotistas antigos, oquê levaria a questionamentos ao Judiciário;
        SE o Judiciário concordar com essa mudança na regra do jogo, a incidência só poderá ser iniciada no próximo ano fiscal;

        A questão que vêm sendo levantada publicamente pelo PG é a tributação sobre rendimentos pagos por Pessoas Jurídicas (os FIIs não se encaixam aí).

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