XPCM11 – XP Corporate MACAÉ – FII

XPCM

Fundo Imobiliário criado sob regime de condomínio fechado, com prazo Indeterminado de duração e administrado pela Rio Bravo.

O FII XP MACAE (XPCM11) é classificado como sendo um fundo do tipo Tijolo e enquadra-se na segmentação Escritórios, de acordo com os critérios do nosso Ranking dos FIIs.

É um FII Mono Empreendimento e Mono Inquilino.

Os recursos do Fundo oriundos da 1ª Emissão de Cotas foram investidos na aquisição do Imóvel The Corporate em Macaé-RJ.

Valor Nominal Unitário das Cotas  R$ 100,00 (cem reais).

Os recursos que serão captados com a Oferta serão aplicados pela Instituição Administradora na aquisição do Imóvel Macaé, não sendo o objetivo primordial obter ganhos de capital com a compra e venda do Imóvel Macaé.

XPCM11_areas

Pelo Compromisso de Venda e Compra Imóvel Macaé será devido à SPE 10 o montante de R$ 226.200.000,00 (duzentos e vinte e seis milhões e duzentos mil reais), que será pago pelo Fundo da seguinte maneira:
(i) Após o encerramento da captação do Volume Total da Oferta, o montante de R$ 130.912.000,00 (cento e trinta milhões, novecentos e doze mil reais) será pago à SPE 10, na qualidade de atual proprietária do Imóvel Macaé, a título de sinal, na data de assinatura do Compromisso de Venda e Compra Imóvel Macaé;
(ii) O montante de R$ 63.000.000,00 (sessenta a três milhões de reais) será mantido no Fundo para o término das obras do Empreendimento Macaé, sendo que parcelas desse montante serão liberadas mensalmente, de acordo com a medição da obra acima mencionada;
(iii) Por fim, o montante de R$ 32.288.000,00 (trinta e dois milhões, duzentos e oitenta e oito mil reais) permanecerá depositado na Conta Escrow, acima definida, e será liberado pelo Fundo à SPE 10 após a efetiva conclusão do Empreendimento Macaé, ou seja, com a respectiva obtenção do “Habite-se” e o primeiro pagamento integral da locação.

Administrador: Rio Bravo
Consultor Imobiliário: Atlantes Operações Estruturadas
Data de início do Fundo: 05/03/2013
Valor inicial da cota: R$100,00
Taxas:
Administração: 0,80%a.a. sobre patrimônio liquido (mínimo R$ 100.000,00 mensais corrigido pelo IGPM).
Gestão: 0,15%a.a. sobre patrimônio liquido já incluído na taxa de administração (mínimo R$ 20.000,00 mensais sem correção).
Consultor Imobiliário: 0,43%a.a. sobre patrimônio liquido já incluído na taxa de administração (mínimo de R$ 55.000,00 mensais sem correção).

Ativo Imobiliário: Edifício Corporativo The Corporate
Endereço; Av. Prefeito Aristeu Ferreira da Silva, 370 Bairro dos Cavaleiros – Macaé – RJ – Brasil

ABL: 18.641m2
Participação: 100%
Vacância Física: 0%
Locatário: Petrobras
Setor de atuação: Petróleo, gás e combustíveis
Tipo de Contrato: Típico/Atípico
Prazo de locação (anos): 10
Vencimento: Setembro de 2023
Índice de Reajuste do Contrato: IGPM
Mês de reajuste: Agosto e Outubro (observar explicações contratuais abaixo)

Revisional: Observar explicações contratuais abaixo

Explicações contratuais – Retirado do site do Fundo
Os contratos de locação base e complementar I passaram a vigorar a partir de outubro de 2013 e o contrato de locação complementar II, a partir de agosto de 2014. Na hipótese da Petrobras manifestar a intenção de rescindir a locação antecipadamente, ela deverá comunicar formalmente a Locadora com, no mínimo, 12 meses de antecedência e pagar na efetiva data de devolução o equivalente a 6 vezes o valor de locação base vigente à época proporcional ao tempo restante de locação. Caso a Locadora rescinda o contrato em decorrência de descumprimento contratual da Locatária, é previsto o pagamento de 12 vezes o valor da locação base vigente à época, equivalente a aviso prévio, e multa equivalente a 6 vezes o valor da locação base proporcional ao tempo restante da locação quando da efetiva desocupação. Em todas as hipóteses em que a Locatária der causa à rescisão ou vir a manifestar a intenção de rescindir, em adição à multa supra, ela pagará a Locadora indenização rescisória equivalente ao valor de locação complementar I e valor de locação complementar II vigentes à época da rescisão multiplicados pelo prazo remanescente de cada um dos contratos.

Os prazos de locação dos contratos de locação base, complementar I e complementar II são de 120 meses (10 anos), 118 meses (≈10 anos) e 110 meses (≈9 anos), respectivamente. Regime de caixa. O valor de locação base e o valor de locação complementar I são reajustados anualmente e pagos no mês de outubro e o valor de locação complementar II, no mês de agosto. O valor de locação base será reajustado e pago no mês de outubro de 2017. O contrato de locação complementar I e complementar II são atípicos e, por isso, não possuem direito a revisional. Já o direito a revisão do contratos de locação base será adquirido no mês de junho de 2019. (Art. 19 da Lei 8.245/91).

RI: fi@riobravo.com.br

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1.218 comentários sobre “XPCM11 – XP Corporate MACAÉ – FII

  1. SÃO PAULO (Reuters) – A Caixa Econômica Federal informou à petroleira estatal Petróleo Brasileiro SA, conhecida como Petrobras, que pretende vender sua participação na petrolífera, informou a Petrobras em comunicado de quarta-feira, citando uma carta do banco.

    A Caixa contratou advogados e um sindicato bancário para aconselhá-lo sobre as melhores alternativas para alienar a participação, de acordo com a carta.

    A Reuters informou na semana passada que a unidade de banco de investimento da Caixa lideraria a venda, juntamente com o Bank of America Corp, o Morgan Stanley e o UBS AG.

    Segundo o site da companhia de petróleo, a Caixa possui 2,2% de seu capital total, incluindo 241.340.371 ações com direito a voto e 43.330.000 ações preferenciais.

    Caixa não descartou uma oferta subsequente de ações para investidores no Brasil e nos Estados Unidos, informou a Petrobras na carta.

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  2. Petrobras venderá metade das refinarias a partir de junho
    16/04/2019 22h37 Atualizado há 15 horas

    A Petrobras decidiu vender a partir de junho deste ano metade das refinarias de petróleo. As refinarias ficam nas regiões Sul, Sudeste e Nordeste.

    Juntas, as 13 refinarias da Petrobras tinham capacidade de refinar 2,2 milhões de barris por dia em 2018. Ou seja, o objetivo da empresa é vender a capacidade de refino de 1,1 milhão de barris por dia.

    O objetivo é encaminhar o modelo de privatização ao Conselho Administrativo de Defesa e Econômica (Cade) ainda neste mês.

    A análise pelo Cade é uma etapa importante porque a ideia é criar competição no mercado, evitando a concentração das refinarias em um mesmo grupo privado.

    O objetivo também é evitar monopólio regional. Assim, a empresa que comprar a refinaria do Rio Grande do Sul, por exemplo, não poderá comprar a do Paraná.

    Em junho, a Petrobras:

    anunciará formalmente a venda das refinarias;
    qualificará os interessados;
    começará a analisar as propostas.
    O processo de venda das refinarias já está acertado com o Tribunal de Contas da União (TCU).

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  3. Pessoal,

    Agora é oficial…obtido diretamente da XP Asset:

    “A XP Asset, em linha com: (i) o direcionamento estratégico de concentrar esforços em fundos de gestão ativa e multi-ativos; e (ii) a continuidade do movimento de transferência da gestão dos fundos passivos para outros gestores renomados do mercado, conforme observado nos fundos Aesapar (AEFI11), SDI Logística (SDIL11) e Rio Negro (RNGO11), optou, em comum acordo com a Rio Bravo, a sugerir sua substituição no XPCM11. Dessa maneira, a XP Asset não terá mais fundos imobiliários de gestão passiva em seu portfólio e poderá focar na estratégia acima mencionada de crescimento através de FIIs de gestão ativa”
    Gama: Bem em linha com tudo o que estava conseguindo apurar. Agora faz muito sentido e tem coerência com o movimento já adotada em outras frentes

    “Não foi observado qualquer risco adicional aos inerentes a um investimento em um ativo imobiliário corporativo. Além disso, foi disponibilizada toda a documentação solicitada pelos prestadores de serviço indicados (UBS, REC e BRL Trust) de maneira satisfatória. Entendemos que todos os riscos foram avaliados por essas instituições, as quais possuem extensa experiência na administração e gestão de fundos imobiliários. Todas demonstraram interesse pelas respectivas novas atribuições.”
    Gama: Aqui busquei tentar traçar um paralelo com alguma possibilidade de “sinistro” no fundo e ter sido isso a motivação de saída e justificar a oscilação vivida pelo fundo. As empresas que desejam pegar o fundo avaliaram o fundo e ficaram satisfeitas com o mesmo. Sinceramente achar que empresas do porte delas quererem pegar um fundo que seja uma bomba relógio não tem cabimento. O FII segue se comportando da mesma forma de sempre.

    Finalizamos a conversa com uma afirmação sobre a XP Asset: Ela esta focada em gerir seus próprios FII e não terá mais fundos passivos na sua grade de Imobiliários.

    Não é indicação de nada!!!

    Valeu!!!

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    • Enquanto isso … a conta bançária do inquilino só engorda!

      BRASÍLIA — O governo e a Petrobras fecharam nesta terça-feira um acordo sobre exploração de petróleo que abre caminho para a realização do megaleilão na camada pré-sal, com potencial de arrecadação de R$ 100 bilhões. A Petrobras vai receber R$ 33,69 bilhões. O montante definido pelo Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) considera o valor acordado em dólares de compensação da estatal de US$ 9,058 bilhões, com taxa de câmbio de R$ 3,72, como foi antecipado pelo GLOBO .

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      • Sempre…desde que iniciou este FII se mexe por conta de especulação nas datas de reajuste, revisional e etc….
        Agora temos mais um catalizador que é a mudança de gestor e administrador. Uma mudança repentina e sem detalhes.
        Estou levantando que a XP quer se focar em seus proprios produtos. Quer ficar fora de fundos passivos e monoativos. E ter seu nnome apenas em seus produtos. Isso ainda não é oficial, EU que estou vendo uma dica aqui…outra ali e tentando juntar as coisas.
        A Rio Bravo não consegui entender o do por que da saída. Aqui como é administrador que fico com uma pulga maior. Por que sair de algo que teoricamente tem uma administração mais tranquila pela natureza do Fundo? Será que administrador este FII é algo “sinistro”? Isso que nos deixa apreensivos….e isso que alimenta o mercado.
        Por hora….sigo olhando o mercado agir sobre as cotas. Quem sabe uma boa janela de entrada não se abre…..quem sabe 😉
        Valeu!!!

        Curtido por 3 pessoas

    • “… Na alteração do nome do Fundo para CORPORATE MACAÉ FUNDO DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO – FII, com a consequente alteração do Artigo 1.1. do Regulamento do Fundo … “

      >>> Eu até achava que deveriam investir no Pré-SAL de SANTOS tbém … deveriam RETIRAR o nome da CIDADE do fundo. PAra que manter… MACAÉ ? Quer dizer que o funod não pretende “crescer” p/ outras praças ?

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      • Vocês não acham nem um pouco estranho a XP ter vendido a posição, agora abdicar das funções correlatas ao FII e nem o nome querer ter mais relacionado a ele? E tudo na sequência… um evento após o outro… pode ser coincidência ok, mas está estranho, concordam?

        Curtido por 2 pessoas

      • @Tetzner … e foram à mercado vender!! Poderiam ter feito via backoffice, mas foram a a mercado! a CVM está onde ???? Vou protocolar queixa!

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      • Pois é, por enquanto não tem nada de errado. Se eles pretendem sair da operação, tem lógica vender a posição detida. Sendo uma questão estratégica, tudo ok. Mas se tiver alguma coisa errada lá na frente, aí cai naquelas operações de tesouraria feitas pela JBS antes da delação do Joesley….inside trading. E lá deu processo e cadeia…que ainda pode render uma multa miliardária.

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  4. FATO RELEVANTE

    …informar que:

    Publicou, nesta data, Proposta à Consulta Formal, a ser respondida pelos cotistas do Fundo até o dia 06 de maio de 2019 (“Proposta”), para deliberar sobre as providências necessárias para a substituição da Administradora e da XP GESTÃO DE RECURSOS LTDA., inscrita no CNPJ/MF sob o nº 07.625.200/0001-89 (“Gestora” ou “XP Gestão”), bem como a substituição dos prestadores de serviços de consultoria imobiliária e de investimentos, com a consequente alteração do Regulamento do Fundo.
    A Administradora indicou na Proposta empresas com expertise e comprovada experiência que manifestaram interesse em assumir os serviços

    (i) de administração, gestão, distribuição, controladoria e escrituração, qual seja a BRL Trust Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários S.A., com sede na Cidade de São Paulo, Estado de São Paulo, na Rua Iguatemi, nº 151, 19º andar (parte), Itaim Bibi, CEP 01451-011, inscrita no CNPJ/MF sob o nº 13.486.793/0001-42 (“BRL Trust”); bem como

    (ii) de consultoria imobiliária e de investimentos, quais sejam a UBS BRASIL SERVIÇOS DE ASSESSORIA FINANCEIRA LTDA., com sede na Cidade de São Paulo, Estado de São Paulo, na Avenida Brigadeiro Faria Lima, nº 4.440, 9º andar/parte, Itaim Bibi, CEP 04538-132, inscrita no CNPJ/MF sob nº 11.049.895/0001-75 (“UBS Serviços”) e a REC GESTÃO DE RECURSOS S.A., com sede na Cidade de São Paulo, Estado de São Paulo, na Rua Joaquim Floriano, nº 466, Torre B, 1º andar, conjunto 105, Itaim
    Bibi, CEP 04534-002, inscrita no CNPJ/MF sob nº 22.828.968/0001-43 (“REC Gestão”).

    Conforme a Proposta, caso sejam aprovadas as substituições, também deverá ocorrer a rescisão do contrato de consultoria imobiliária firmado pelo Fundo com a Atlantes Operações Estruturadas Ltda., com a consequente substituição dos prestadores de serviços, de modo que apenas a UBS Serviços e a REC Gestão passem a prestar serviços de consultoria ao Fundo.

    Da mesma forma, caso aprovadas as substituições, também deverá ocorrer a rescisão do contrato de prestação de serviços de escrituração de cotas celebrado com a Itaú Corretora de Valores S.A., de modo que a BRL Trust assuma os serviços de distribuição, controladoria e escrituração das cotas do Fundo.

    Da mesma forma, caso aprovadas as substituições, também deverá ocorrer alteração do nome do Fundo, desvinculando assim a sua denominação com relação a XP Gestão.

    A Rio Bravo e a XP Gestão reforçam para a base de investidores que as substituições acima referidas refletem decisões estratégicas de cada instituição, relacionadas ao posicionamento de ambas no mercado de fundos imobiliários, e que buscaram adotar as melhores práticas na seleção das instituições indicadas para a continuidade dos serviços prestados ao Fundo.

    Conforme as propostas e a apresentação institucional das empresas disponíveis nos links abaixo, não haverá mudança na Taxa de Administração vigente.

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      • Na sua opinião, em poucas linhas, qual o “motivo” dessa troca. Trata-se, realmente, de fato “corriqueiro” na industria de fundos imobiliários, ou não??

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      • Mas aqui não tem poblema, Ferraro. Ou tem? Pelo contrário, tá aqui um dinheiro ganho fácil, Fundo desta natureza é sossegado de administrar. Se for assim, a RB tem outros fundos bem mais problemáticos pra renunciar….rsrsrs

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      • Concordo com o fabiocastro. Tanto a BRL como a UBS são empresas sérias e com foco no Real State. Olhando apenas a troca podemos dizer que fica ate melhor um pouco na minha opinião. Apesar de gostar muito da Rio Bravo e ser neutro quanto a XP.

        O que quero levantar é o por que da saida. o Tezner ja levantou bem a bolsa. Ta largando, ta vendendo e ate do nome não quer mais ficar perto. O que aconteceu internamente?

        A XP/Rio Bravo largando para focarem em fundos ativos? XP quer se dedicar aos seus próprios fundos? Fundo passivo e monoativo monoinquilino não são foco tanto da Xp como da Rio Bravo? Já ouvi um pouco de tudo ate agora. Mas nada oficial.

        Nas apresentações da BRL e da UBS somente o texto padrão. Nada de mais.

        Isso colocou uma pulguinha na minha orelha. Botei em luz amarela e estou correndo pra tentar achar algo oficial que me acalme. 😉

        Valeu!!!

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      • Gama, Tetz e demais amigos, o que apurei é que RB e XP estão se reposicionando no Mercado de FIIs e essa renúncia é estrategicamente necessária para esse reposicionamento. Não consegui apurar para que direção exatamente vão, mas não me espantaria se houvesse mais renúncias em breve…

        Quanto a mudar o nome do Fundo, se estão se desligando dele não faz mesmo sentido manter vínculo no nome. Ao contrário, seria até incorreto deixar assim…

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      • Gama;

        Eu diria que a resposta passa pelo custo X benefício e é um misto da sua mensagem com a do Ferraro acima.
        Analisando os cenários hipotéticos aqui, podemos ir desde a manutenção da Petro no FII nos valores atuais (paraíso) até uma desocupação do prédio pela inquilina, ajuizando a questão (pior dos cenários).
        Some-se a isso o próprio tamanho (diminuto) do fundo e creio que a saída de ambas (gestora e administradora) faça sentido.
        Se está conexa a alguma informação/percepção privilegiada (ou não), o tempo dirá.
        Como sempre o fez.
        Sds.

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  5. QUESTIONAMENTO AO RI/GESTOR do fundo, dentro do contexto de que:

    (1) nos próximos cinco anos, a Petrobras tem a intenção de investir US$ 9 bilhões em áreas do pré-sal na Bacia de Santos e,
    (2) o atual presidente ds empresa tem declarado de que “os desinvestimentos de ativos em que não somos donos naturais contribuem para melhorar a alocação do capital aumentando consequentemente a geração de valor”

    … ponderando sobre a edificação da Unidade de Operações da Bacia de Santos\/b (UO-BS), hoje com uma (das três previstas) torre de escritórios construída e em funcionamento. Se há algum estudo, intenção, interesse … alguma perspectiva do Fundo quanto a essa edificação ? Aquisição, leaseback … algo ?

    RESPOSTA (re-escrita por mim; nào é ctrl-c | ctrl-v):
    À priori, não tem a intenção de realizar investimentos em lajes corporativas que não estejam situadas de praças óbvias (São Paulo e outras capitais brasileiras) o que tem a intenção de minimizar os riscos de concentração e de vacância, aumentando a resiliência da receita de locação do Fundo. Estratégia como acima são seriam o foco do fundo, porém podem sim ser avaliadas.

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  6. Governo quer pagar R$ 35 bilhões para Petrobras em acordo sobre áreas do pré-sal
    Acerto com estatal é necessário para megaleilão de R$ 100 bilhões


    BRASÍLIA — O governo federal espera pagar US$ 9 bilhões (cerca de R$ 35 bilhões) à Petrobras na renegociação de um acordo sobre exploração de petróleo em blocos do pré-sal. O acordo entre a União e a estatal, que envolve também o Tribunal de Contas da União (TCU), está perto de ser fechado e o número final deve ficar próximo a esse valor, segundo fontes que acompanham as conversas.

    É preciso assinar o acordo para o governo confirmar o megaleilão de petróleo com o qual espera arrecadar R$ 100 bilhões. A Petrobras será paga com a arrecadação desse leilão do pré-sal. A licitação já está marcada para outubro. O dinheiro é fundamental para o governo fechar as contas em 2019. A equipe econômica trabalha para divulgar o acordo final com a Petrobras nesta semana.

    Fonte: O GLOBO, 19/03/2019 – 09:44

    >>> Situação da empresa só melhora …

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  7. AMPLIAÇÃO aeroporto MACAÉ

    A recuperação da economia brasileira será fundamental para a estratégia de negócios das empresas que venceram o leilão de aeroportos na sexta-feira. Os investimentos previstos ao longo dos 30 anos de concessão somam R$ 3,5 bilhões.

    A Zurich, que dobrou a presença no país com a aquisição dos terminais de Vitória e Macaé, tem como primeiro objetivo fazer uma nova pista no aeroporto da cidade fluminense, segundo Stefan Conrad, que comanda a operação brasileira da empresa.

    Hoje, o terminal de Macaé possui uma pista habilitada para pousos e decolagens de aviões de pequeno porte e helicópteros. A nova pista poderá receber aeronaves maiores e reforçar a oferta de voos para a região, onde Conrad vê uma alta demanda com a retomada da indústria de óleo e gás.

    Fonte: O GLOBO / Leo Branco 16/03/2019 – 04:30 / Atualizado em 16/03/2019 – 09:59

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  8. XPCM11 R$ 95,00 (para mim … voltando ao patamar anterior pré-pânico)

    Envei pergunta ao RI sobre a pretensão do fundo de ir também investir em Santos/SP e não apenas Macaé/RJ.
    Repssarama pergunta ao gestor do fundo. A conferir… postarei a repsosta aqui, oportunamente.

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    • Será? Acho cedo para comemorar rs

      Petrobras anuncia ações para cortar US$ 8,1 bilhões de gastos operacionais
      Medidas citam plano de demissão voluntária e corte de despesas com patrocínio e publicidade
      POR CÁSSIA ALMEIDA – 08/03/19 – 22h59

      A Petrobras anunciou na noite desta sexta-feira ações adicionais ao Plano de Negócios e Gestão, referente ao período de 2019 a 2023. Chamado pela petroleira de Plano de Resiliência, prevê o corte de gastos operacionais no valor de US$ 8,1 bilhões, que será obtido com “a diminuição de gastos operacionais gerenciáveis”, equivalente a 6,6% dos gastos totais de US$ 122 bilhões orçado no plano de negócios.

      “Cortes de gastos com pessoal – a companhia anunciará em breve um programa de desligamento voluntário – e de despesas discricionárias, como publicidade, patrocínios e outros, e economias derivadas da otimização do uso de prédios administrativos são as principais fontes da redução de custos”, diz a nota da empresa.

      No comunicado, a Petrobras afirma que vai ampliar o programa de vendas da companhia, com a inclusão de mais campos maduros de petróleo e gás terrestres e em águas rasas, mas não houve mudanças nos planos para as refinarias. “Vale notar que o ajuste não contempla ainda a revisão do pacote de desinvestimento de refinarias, ainda em estudo.”

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      • “Os desinvestimentos de ativos em que não somos donos naturais contribuem para melhorar a alocação do capital aumentando consequentemente a geração de valor. Simultaneamente, viabilizam a redução do endividamento e do custo de capital”, diz a nota.

        A companhia diz ainda que vai “explorar oportunidades de cortes adicionais de custos através de mudança de processos e transformação digital”, complementando que vai usar o “excesso de capital” no caixa para “usos mais produtivos”.

        Segundo o comunicado, “não há previsão de mudanças no programa de investimentos aprovado no plano de negócios. O cronograma referente aos novos sistemas de produção de óleo e gás está mantido”.

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      • A empresa está passando pro grande mudança. Conversando com amigos que ainda estão lá, pode-se dizer que a mudança da gestão petista para a do Pedro Parente foi da água pro vinho e do Parente para a atual, do vinho para um whisky. Na do parente cortaram os excessos e roubos descarados. Agora devem começar cortar na carne mesmo.
        Ps.: Não estou querendo especular nada sobre o FII…só dando uma opinião sobre a situação da empresa.

        Curtido por 3 pessoas

      • Patrão, da uma olhada nisso aqui que vc postou: “A companhia diz ainda que vai “explorar oportunidades de cortes adicionais de custos através de mudança de processos e transformação digital”, transformação digital tem TUDO a ver com esse prédio do XPCM11.

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      • @PessoALL … eu vi e li esta reportagem. NADA de surpresa. MANTENHO TODAS minhas observações.

        @Antonio Souza … qual processo “transformação digital” que irá prejudicar Macaé, poderia citar por favor?

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      • PessoALL,
        Acho muito cedo para definirmos qualquer coisa…
        Quando sair o fato revelante de que a Petro quer reunir para a Revisional, o cota vai cair, não tem segredo.
        A sangria vai ser menor se a decisão sair rápido e a redução não for muito forte…
        Se for pro judicial vai ser pior ainda…. mas acredito que os gestores vão tentar fazer um acordo antes de judicializar.
        Acredito (puro achismo) que a negociação vai gerar uma tensão e derrubar o cotação, momento para quem quiser arriscar.. quem sabe repete-se o movimento de anos atrás e possibilita um rendimento de mais de 1% a.m. e um ganho na provável valorização da cota no momento em que não houver mais dúvidas quanto ao valor final do aluguel.

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      • @Renato unREAL,
        Não se trata de prejudicar Macaé. É que no post do TETZNER o texto diz que a peroba vai buscar corte de custos também com transformação digital e esse prédio do XPCM11 é um prédio para controle de várias operações off shore que certamente vai reduzir os custos das empresas.
        @TETZNER, quanto a pressão nas negociações: a petrobras não depende do fundo para continuidade da sua atividade e o fundo, esse sim, depende exclusivamente da petrobras para a sua, FATO!
        MAS, ainda assim acredito que será uma negociação justa, pois o imóvel é único na região para atender às necessidades específicas da empresa, tem poder de barganha também .

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    • Outra que tentaram jogar ladeira abaixo a cotação hoje cedo, no dia seguinte à divulgação… e tiveram que voltar rapidim-rapidim para comprar porque está voltando aos patamares anteriores … e vâmo-que-vâmo!!

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