XPCM11 – XP Corporate MACAÉ – FII

XPCM

Fundo Imobiliário criado sob regime de condomínio fechado, com prazo Indeterminado de duração e administrado pela Rio Bravo.

O FII XP MACAE (XPCM11) é classificado como sendo um fundo do tipo Tijolo e enquadra-se na segmentação Escritórios, de acordo com os critérios do nosso Ranking dos FIIs.

É um FII Mono Empreendimento e Mono Inquilino.

Os recursos do Fundo oriundos da 1ª Emissão de Cotas foram investidos na aquisição do Imóvel The Corporate em Macaé-RJ.

Valor Nominal Unitário das Cotas  R$ 100,00 (cem reais).

A Instituição Administradora receberá, pelos serviços prestados ao Fundo, uma Taxa de Administração de 0,80% ao ano, incidente sobre o Patrimônio Líquido.

Deve-se observar o valor mínimo da Taxa de Administração de R$ 100.000,00 (cem mil reais) mensais, corrigido anualmente pela variação acumulada do IGP-M/FGV.

A Taxa de Gestão devida ao Gestor corresponde a 0,15% (quinze centésimos por cento) do patrimônio líquido do Fundo,observado o valor mínimo mensal de R$ 20.000,00 vinte mil reais), o qual não sofrerá qualquer reajuste.

Os Honorários de Consultoria Imobiliária  devidos ao Consultor Imobiliário correspondem a 0,43% (quarenta e três  centésimos por cento) do patrimônio líquido do Fundo, observado o valor mínimo mensal de R$ 55.000,00 (cinquenta e cinco mil reais), o qual não sofrerá qualquer reajuste.

Os recursos que serão captados com a Oferta serão aplicados pela Instituição Administradora na aquisição do Imóvel Macaé, não sendo o objetivo primordial obter ganhos de capital com a compra e venda do Imóvel Macaé.

O The Corporate está localizado na Avenida Prefeito Aristeu Ferreira da Silva, nº 370 – Granja dos Cavaleiros  – Macaé, RJ, em um terreno com área total de, aproximadamente, 3.878 (três mil, oitocentos e setenta e oito) metros quadrados.

XPCM11_areas

XPCM11_alug

1.500.000,00 – contrato típico – aluguel; 400.000,00 – contrato atípico – personalizações (customização), ambos tem como data-base o mês de outubro e reajustados, porém apenas o contrato de aluguel poderá futuramente sofrer revisional

Pelo Compromisso de Venda e Compra Imóvel Macaé será devido à SPE 10 o montante de R$ 226.200.000,00 (duzentos e vinte e seis milhões e duzentos mil reais), que será pago pelo Fundo da seguinte maneira:
(i) Após o encerramento da captação do Volume Total da Oferta, o montante de R$ 130.912.000,00 (cento e trinta milhões, novecentos e doze mil reais) será pago à SPE 10, na qualidade de atual proprietária do Imóvel Macaé, a título de sinal, na data de assinatura do Compromisso de Venda e Compra Imóvel Macaé;
(ii) O montante de R$ 63.000.000,00 (sessenta a três milhões de reais) será mantido no Fundo para o término das obras do Empreendimento Macaé, sendo que parcelas desse montante serão liberadas mensalmente, de acordo com a medição da obra acima mencionada;
(iii) Por fim, o montante de R$ 32.288.000,00 (trinta e dois milhões, duzentos e oitenta e oito mil reais) permanecerá depositado na Conta Escrow, acima definida, e será liberado pelo Fundo à SPE 10 após a efetiva conclusão do Empreendimento Macaé, ou seja, com a respectiva obtenção do “Habite-se” e o primeiro pagamento integral da locação.

Administrador: Rio Bravo
Consultor Imobiliário: Atlantes Operações Estruturadas
Data de início do Fundo: 05/03/2013
Valor inicial da cota: R$100,00
Taxas:
Administração: 0,80%a.a. sobre patrimônio liquido (mínimo R$ 100.000,00 mensais corrigido pelo IGPM).
Gestão: 0,15%a.a. sobre patrimônio liquido já incluído na taxa de administração (mínimo R$ 20.000,00 mensais sem correção).
Consultor Imobiliário: 0,43%a.a. sobre patrimônio liquido já incluído na taxa de administração (mínimo de R$ 55.000,00 mensais sem correção).

RI: fi@riobravo.com.br

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899 comentários sobre “XPCM11 – XP Corporate MACAÉ – FII

  1. Data-base (último dia de negociação “com” direito ao provento)
    30/11/2017
    Data do pagamento
    14/11/2017 (informação original do estagiário) : deve ser 14/12
    Valor do provento por cota (R$)
    0,78
    Período de referência
    NOVEMBRO/2017

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  2. Pessoal, to mais preocupado com essa revisional q está no contrato , que foi agendada para Agosto de 2017. Com certeza, vão baixar o valor do aluguel, mas até hj, 29/11, nada aconteceu. Estão por dentro disso ? Será q foi concluído e os rendimentos vão ser reduzido esse mês ? Obrigado…

    Curtido por 1 pessoa

    • RG

      vou tentar resumir oS roloS

      são 3 contratos 2 Típicos e 1 Atípico, T out-13 e A ago-14, 10 anos, com reajuste T Agosto e A Outubro, vencimento set-23

      o “grosso” é típico, a parte atípica representa apenas os investimentos feitos pelo FII pra duas adaptações (a primeira o inquilino pediu e não serviu… tempo dos rolos da petro que nem sabia o que queria)

      em teoria o aviso prévio de 1 ano e 6 alugueis proporcionais (diminui a medida que o tempo passa)

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  3. Participação do Rio na produção nacional de petróleo cai de 80% para 67,5%
    Lauro Jardim

    O Rio de Janeiro ainda é, disparado, o maior produtor de petróleo do Brasil. Mas sua hegemonia já foi muito mais acachapante.

    Aos números: em 2000, o Rio era responsável por 80% do petróleo brasileiro. Em 2017, de acordo com números da ANP até setembro, a participação do estado caiu para 67,5%.

    Os polos com viés de alta na produção petrolífera são os estados de São Paulo com 12,8% e Espírito Santo com 14,6% este ano.

    No ano 2000, tinham uma irrisória participação de 0,1% e 1,0%, respectivamente.

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      • SP já é o segundo maior produtor de petróleo do Brasil
        Estado era terceiro colocado na produção de gás e, agora, com produção diária de 344 mil barris de petróleo, ultrapassou o Espírito Santo

        Atualmente, três campos são responsáveis por 98% de toda a produção paulista. Sapinhoá representa 72% do petróleo retirado dos poços paulistas, seguido por Lapa, com 16%, ambos no pré-sal, e Baúna, com 10%, localizado no pós-sal.

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      • O IBGE calcula o mar territorial de cada Estado brasileiro de acordo com os municípios extremos, fazendo uma reta que nunca é paralela com a outra, vejam o esquema que o Tetzner reproduz aqui. Se o mapa fosse maior verificar-se-ia que os primeiros poços marítimos em Santa Catarina os royalties foram pagos a S. Paulo. Agora os catarinenses estão rindo porque a fronteira marítima do Paraná avança um pouco em Santa Catarina mas a de S. Paulo fecha a fronteira paranaense prosseguindo para Santa Catarina, isto é o mar territorial paranaense ficou contido num pequeno triângulo agudo, eh eh bem feito¡

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  4. Permanecem as tratativas entre XP Gestão, Atlantes e Petrobras a fim de prontamente identificar as necessidades de manutenção corretiva e preventiva e solicitar, por conseguinte, a execução dos serviços, prezando pelo ótimo estado de conservação do imóvel.

    Atualmente, o imóvel é ocupado por aproximadamente 1.900 colaboradores da Petrobras, pertencentes à Unidade de Serviços Submarinos (US-SUB), Unidade de Serviços de Contratação e da TIC e Serviços Compartilhados.

    As informações relativas às contas patrimoniais são divulgadas com base no fechamento do mês anterior.

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  5. Pra tranquilizar o pessoal do XPCM: (XTED nem tanto rsrs)

    As Unidades de Operação de Exploração e Produção da Petrobrás (UOs) irão passar por uma grande reestruturação, que será implantada em fases, entre os anos de 2018 e 2020.

    A diretoria executiva da petroleira aprovou no último dia 5 a redistribuição de 22 campos offshore entre as UOs Rio, Bacia de Santos, Bacia de Campos e Espírito Santo, além da criação de uma Gerência Executiva de Reservatórios, estruturada para ficar na sede, ligada à área de E&P.

    Com a reorganização desenhada, os ativos de Libra e Búzios passarão a ficar sob a tutela da UO-Rio, enquanto Lula, Iara, Sapinhoá e Lapa serão alocados à UO-BS. As mudanças ainda precisam ser encaminhadas à aprovação do Conselho de Administração.

    A redistribuição dos ativos será feita em quatro etapas e visa garantir o melhor equilíbrio de projetos entre as UOs, assegurar estruturas mais enxutas e eliminar a necessidade de criação de uma nova unidade.

    A primeira mudança será implantada em janeiro de 2018, com a transferência da operação de Libra e Búzios para a UO-Rio. Em junho, a operação dos campos de Barracuda-Caratinga passará a ser feita pela UO-BC, enquanto a de Albacora Leste será transferida para a UO-ES. Os três ativos estão alocados hoje à UO-Rio. O cronograma prevê também nesse mesmo mês o remanejamento da coordenação de Albacora, hoje sob a tutela da UO-BC, para a UOES.

    Um ano depois, em junho de 2019, será a vez de Roncador e Frade, que deixarão a UO-Rio para serem operados pela UO-ES. Em junho de 2020, o plano prevê o remanejamento da operação de 13 ativos.

    Marlim Sul e Marlim Leste deixam a UO-Rio para serem operados pela UO-BC. Sépia e Itapu migram da UO-BC para o UO-Rio. Já a UO-BS passará a comandar três novos polos: ativo 1, onde ficarão agrupados Uruguá-Tambaú, Mexilhão, Lagosta-Merluza e Baúna-Piracucá, ativo 2, com Lula; e ativo 3, com Iara, Sapinhoá e Lapa.

    O remanejamento dos ativos começou a ser estudado pela área de E&P há cerca de seis meses e foi antecipado pela Brasil Energia Petróleo em julho.

    Diante dos altos resultados no cluster de Santos, as atividades das UOs BC, Rio e ES perderam espaço
    e prestígio para a UO-BS, que sob o atual escopo de projetos é a única unidade a registrar crescimento expressivo de sua curva de produção.

    Da forma como está estruturada hoje, a unidade da Bacia de Santos responde por uma produção operada
    de 1,2 milhão de b/d de óleo (65% referente à parcela Petrobras e 35% de sócios não operadores), além de entregar ao mercado diariamente, em média, 32 milhões de m3 de gás .

    O critério de análise de reorganização dos ativos de produção offshore considerou fatores como proximidade geográfica, características similares de gestão e lâmina d’agua.

    A proposta foi estabelecer polos de produção com maior sinergia. Com a nova área de Reservatório, o organograma da área de E&P passará a contar com sete Gerências Executivas e mais uma gerência geral.

    Fonte : Brasil Energia

    Curtido por 6 pessoas

    • Resumindo: a UO-BS (que tem base em Santos) está ficando muito inchada com os novos campos de petróleo, então vão redistribuir as plataformas entre os ativos de forma a equalizar a importância de cada um.
      Algumas vão pra UO-ES (base em Vitória), outras pra UO-BC (base em Macaé) e outras pra UO-RIO (base no Rio capital).
      Vale lembrar que esse movimento aconteceu no passado, quando a UO-BC começou a ficar inchada demais e então criaram a UO-RIO pra absorver os campos novos.
      Vejo como positiva a notícia para o XPCM, porque mostra que a empresa não vai abandonar Macaé como base operacional.

      Curtido por 4 pessoas

      • Concordo em 100%.
        Cada dia que passa fica tao claro como agua cristalina que este FII tem perpetuidade por mais alguns bons anos….que realmente não entendo algumas preocupações.

        Tem momentos que um mono imovel tem valor ao longo do tempo e seu preço vai acompanhar. Vejo muito disso neste FII. As oscilações irao sempre ocorrer, mais o investimento preza por duração, contrato, inquilino e gestão. Aqui, a gestao não precisa quebrar a cabeça pra nada….é quase que passivo ao extremo. Logo….as consoantes não pesam muito. Tem sua importantica…mais não ditam o rumo do investimento.

        Na verdade quero uma queda forte pra poder ter mais um pouquinho…..:-)

        Valeu!!!

        Curtido por 3 pessoas

      • Eu entendi outra coisa. Algumas unidades trocando entre de BC, Rio e ES. Não entendi que a Bacia de Santos vai ser redistribuída para essas 3. A informação que tenho de dentro da Petro é que a BS hoje representa o que já foi a BC no passado. E completando, o custo da extração em Campos sobe devido a queda de produção, o inverso de Santos que por produzir muito, consegue um custo menor por barril. A produção da Bacia de Santos deve durar mais 10-20 anos segundo as expectativas dessa mesma pessoa.
        No texto pode parecer confusa a parte “Diante dos altos resultados no cluster de Santos, as atividades das UOs BC, Rio e ES perderam espaço e prestígio para a UO-BS, que sob o atual escopo de projetos é a única unidade a registrar crescimento expressivo de sua curva de produção.”, ou seja, BS é mais atraente que as outras unidades.
        Não estou dizendo que isso seja um problema para o XPCM, apenas que as perspectivas para Santos são melhores que as de Campos, Rio e ES.

        Curtido por 1 pessoa

      • Então bigode, é um meio termo na verdade:
        – O que já está em Santos, continua. (Campos de Sapinhoá, Lula, Lapa, etc)
        – O que iria pra Santos, vai pra UO-RIO (Campos de Libra e Búzios)
        – O que está na UO-RIO hoje, vai ser distribuído entre UO-ES e UO-BC
        Não é o melhor dos mundos para BC e ES (plataformas antigas com produção em declínio), mas já é alguma coisa.
        Ah, e tem muito pré-sal inexplorado na Bacia de Campos também…

        Curtido por 4 pessoas

      • Depende de quanto a sua carteira representa na totalidade de seus investimentos. De qualquer forma, quando eu possuía XPCM, mantinha uma porcentagem entre 5 e 10% da minha carteira.

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    • Eu tenho XPCM e gosto, mas estou longe de ficar tranquila com o fundo ou de aumentar minha posição, moro em Macaé e trabalhei muito tempo na Petrobras. Esse predio da XPCM tem pessoal de Engenharia Submarina que é muito mais demandada em campos novos como os da Bacia de Santos e não aqui em Macaé. O predio fica longe de tudo (para o padrão da cidade) e a própria sede da Petrobras ja tem espaços vagos em função da demissão de tercerizados, ou seja no medio prazo o pessoal do predio XPCM poderia ser deslocado para a base de Macaé ou para otros estados. E pela localização do predio, se a Petrobras decidir entregar o contrato, será muito difícil mesmo conseguir outro locatario.

      Curtido por 1 pessoa

  6. Por que continuo investindo em XPCM11

    Manchete: Áreas do pré-sal terão investimento de R$ 100 bi

    Estimativa é da ANP para a exploração de 8 campos que vão a leilão

Prestadores de serviço preveem a geração de 500 mil empregos diretos no país. Com algumas das mais cobiçadas áreas para exploração de petróleo e gás do mundo, os dois leilões de campos do pré-sal a serem realizados este mês deverão impulsionar US$ 36 bilhões, ou mais de R$ 100 bilhões, em investimentos. Os cálculos são da Agência Nacional do Petróleo (ANP). A associação dos prestadores de serviço do setor estima que os oito blocos a serem ofertados, que representam (Globo)

    No segundo leilão, serão ofertadas quatro áreas unitizáveis (áreas adjacentes a campos ou prospectos cujos reservatórios se estendem para além da área concedida): Norte de Carcará, Sul de Gato do Mato e Entorno de Sapinhoá, na Bacia de Santos, e Sudeste de Tartaruga Verde, na Bacia de Campos. No terceiro leilão serão licitadas áreas não exploradas

    No terceiro leilão serão licitadas áreas não exploradas de Pau Brasil, Peroba e Alto de Cabo Frio Oeste, na Bacia de Santos, e Alto de Cabo Frio Central, nas Bacias de Campos e Santos.

    PS Sou investidor e não analista. Não me sigam porque também estou perdido eh eh
    PS2- Esperanças para o tortuoso XTED…

    Curtido por 4 pessoas

    • Também continuo tendo uma posição em XPCM.

      No entanto, acompanho com cuidado a diminuição da participação da Bacia de Campos na produção nacional.

      No Pré-Sal, como vimos nessa noticia, parece que a maior parte dos blocos licitados estão na Bacia de Santos, cuja base de apoio, seria Caraguatatuba em SP e não Macaé no RJ.

      Não creio que seja para a próxima década, mas na seguinte, salvo modificações nos ritmos de descobertas, a Bacia de Campos pode ter sua importância diminuída no panorama da produção nacional de Petróleo ( que vai muito bem por sinal).

      Gostaria de ver a opinião dos colegas que trabalham no setor.

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